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Outubro 2012 | n.º 2 | Revista Trimestral

Prevenção um

um caminho diário...

Medicina no Trabalho

Higiene e Segurança

Formação

Legislação

Campanhas

Informação

Artigos

Artigos

Artigos


Editorial pag. 3 - Varizes - um problema diário pag. 4 - Legislação pag. 5 - Tuberculose pag. 6 - Vacina contra a gripe pag. 8 - Perguntas Frequentes

Caros leitores Com a edição do número dois da «REVISTA», visamos acima de tudo a publicação de temas pertinentes, informativos e que sejam capazes de suscitar o debate, pois só assim, conseguiremos crescer e continuar no rumo da melhoria contínua. Tentamos ir ao encontro de um ideal, o ideal da Prevenção, aliado ao esforço de todos os intervenientes no processo da Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho

pag. 12 - Extintores pag. 13 - Utilização de Extintores pag. 14 - Rir não é o melhor remédio pag. 16 - Eletrocardiograma pag. 17 -A Diabetes pag.18 - Solários pag.19 - T.H.S.T. pag.20 - Riscos Psicossociais

Informação e Divulgação Nesta edição, demos destaque à PREVENÇÃO e à SAÚDE, - abordamos temas que afetam milhares de trabalhadores no nosso País. É do nosso ponto de vista importantíssimo incidir sobre a prevenção como forma a reduzir e/ou eliminar situações que podem levar a doenças profissionais. Equipa Nesta segunda edição, gostaria de destacar todo o trabalho da equipa, que de forma totalmente voluntariosa torna possível a publicação da «Revista», a eles o meu muito obrigado. Espero continuar a contar com o vosso empenho, dedicação e, com a paixão que têm pela saúde, higiene e segurança no trabalho; paixão essa que nos une.

Sousa Teixeira Diretor Geral

Os artigos assinados, assim como as opiniões emitidas, são da inteira responsabilidade dos seus autores, podendo ser reproduzidas, no todo ou em parte, desde que sejam mencionados o nome, número e data da publicação e o autor do texto.


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varizes O eterno problema

de quem passa horas em pé A prevenção é fundamental e deverá ser feita o mais cedo possível. Os cuidados preventivos facilitam o retorno venoso, diminuem as queixas, o sofrimento, evitam a dilatação das veias e atrasam a evolução da doença, podendo evitar a necessidade de uma intervenção cirúrgica. Alguns conselhos importantes: - Usar meias elásticas principalmente durante actividades em que permaneça muitas horas de pé. São o principal meio de prevenção para o aparecimento de varizes. Os seus resultados são melhores se as calçar logo de manhã. - Manter um peso corporal adequado evitando o excesso de peso. Fazer uma alimentação equilibrada rica em fibras e fruta. O tabaco prejudica a fluidez do sangue no retorno venoso para o coração, agravando o problema a quem sofre de varizes. - Usar roupas e sapatos confortáveis. Quando apertados dificultam a circulação e o retorno do sangue. Os saltos altos são prejudiciais. - Evitar a exposição prolongada dos membros inferiores a elevadas temperaturas (banhos quentes, exposição solar etc). - Quando sentado mexa as pernas e mexa os tornozelos e os dedos dos pés com frequência. Evitar cruzar as pernas quando se senta. Ao fazê-

lo está a aumentar a pressão na perna, que fica por baixo, dificultando ainda mais a circulação do sangue. - Durante o repouso, manter as pernas ligeiramente levantadas, ou pelo menos esticadas em cima de um banco, após um dia de actividades mais intensas ou após o exercício físico, de forma a favorecer o retorno venoso e melhorar a circulação do sangue. Se tiver cãibras durante a noite, deve dormir com o colchão um pouco elevado na zona dos pés (10 a 15 centímetros). - Praticar regularmente exercício físico moderado- Em casa e no trabalho, realizar alguns exercícios simples que poderão ser indicados pelo seu Médico do Trabalho. As meias elásticas, ou meias de descanso, são o acessório fundamental para a prevenção das varizes em situações de forte tendência hereditária ou gravidez. Contudo, são ainda mais indispensáveis quando os primeiros derrames já apareceram e a doença já foi diagnosticada. Travar a evolução e o desenvolvimento das varizes é o objectivo principal, desta forma é preciso facilitar a circulação sanguínea

por: Vítor Teixeira Consultor em Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho Fundador do blog medicinanotrabalho.blogspot.com vitor.shst@gmail.com

conselho dr.nortemed


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SERVIÇOS EXTERNOS (lei 102/2009 de 10 de Setembro)

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1 — Considera -se serviço externo aquele que é desenvolvido por entidade que, mediante contrato com o empregador, realiza actividades de segurança ou de saúde no trabalho, desde que não seja serviço comum. 2 — O serviço externo pode compreender os seguintes tipos: a) Associativos — prestados por associações com personalidade jurídica sem fins lucrativos, cujo fim estatutário compreenda, expressamente, a prestação de serviço de segurança e saúde no trabalho; b) Cooperativos — prestados por cooperativas cujo objecto estatutário compreenda, expressamente, a actividade de segurança e saúde no trabalho; c) Privados — prestados por sociedades de cujo pacto social conste, expressamente, o exercício de actividades de segurança e de saúde no trabalho ou por pessoa individual detentora das qualificações legais adequadas; d) Convencionados — prestados por qualquer entidade da administração pública central, regional ou local, instituto público ou instituição integrada no Serviço

Nacional de Saúde. 3 — O empregador pode adoptar um modo de organização dos serviços externos diferente dos tipos previstos no número anterior desde que seja previamente autorizado, nos termos dos artigos 84.º a 96.º 4 — O contrato entre o empregador e a entidade prestadora deverá ser celebrado por escrito.

+ informações http://dre.pt/pdf1s/2009/09/17600/0616706192.pdf


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Perguntas Frequentes


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vacinação

“Os portugueses não dão a devida importância à gripe. Estimávamos que a gripe era responsável pela morte de 1.500 portugueses por ano. Agora sabemos que em média 2.400 portugueses morrem por gripe todos os anos”. Francisco George (Diretor-Geral da Saúde). De acordo com a orientação da DGS, os serviços de Saúde, Higiene e Segurança no Tr a b a l h o , d e s e m p e n h a m u m p a p e l preponderante na definição dos critérios sobre quais os trabalhadores das empresas que devem ser alvo de vacinação. Assim a orientação da DGS, defende que os trabalhadores que os serviços de SHST selecionarem, devem ser aqueles que a atividade resulte num risco acrescido de contrair e/ou transmitir gripe (ex.: atendimento ao público). Caso a vacina seja recusada por um trabalhador (que não tenha uma contraindicação Médica), o mesmo deve assinar uma declaração de recusa, que deverá

ficar arquivada no Serviço de Saúd Ocupacional ( Medicina no Trabalho). Os encargos resultantes desta vacinação são da responsabilidade da entidade empregadora (pública ou privada). Vantagens para os trabalhadores: - Mais qualidade de vida: -Protecção contra uma doença frequente, - Evita a transmissão da gripe para os membros da Família; - Redução de gastos com consultas e medicamentos Vantagens para as empresas: -Prevenção da queda de produtividade; - Prevenção de acidentes de trabalho, derivado à redução do estado de alerta; - Redução de dias de ausência ao trabalho.

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por: Vítor Teixeira Consultor em Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho Fundador do blog medicinanotrabalho.blogspot.com vitor.shst@gmail.com

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Dr. NORTEMED recomenda:

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Perguntas Frequentes

O que é a Ficha de Aptidão para o Trabalho? A Ficha de Aptidão para o Trabalho, foi aprovada pela Portaria nº 299/2007 de 16 de Março de 2007. Esta ficha tem que ser passada pelo médico do trabalho, na altura da consulta de forma a validar a aptidão do trabalhador para a realização da sua função. Esta ficha deve ser assinada pelo responsável da empresa e deve, também ser dada a conhecer ao trabalhador e o mesmo deve assinar de forma a confirmar que tomou conhecimento. Nota: Confirme sempre se é o Médico que realizou a consulta que assina a ficha. A Ficha de Aptidão para o Trabalho, é apenas mais uma etapa em todo o processo da Organização dos serviços de Medicina no Trabalho, não se pode nem se deve sintetizar todo o processo que envolve a organização dos serviços de medicina no trabalho, apenas na ficha de aptidão.

O que é o Modelo 1360? A Notificação sobre as modalidades adoptadas na organização dos serviços de segurança, higiene e saúde no trabalho, vulgarmente conhecida como modelo 1360 deve ser preenchido e enviado para a Delegação (ou delegações, caso a empresa tenha várias filiais ao longo do país) da A.C.T. da zona onde a empresa está implementada, e para a DGS, por forma a comunicar a modalidade de serviços adoptada (serviços internos, externos, comuns) na área da Medicina, Higiene e Segurança no Trabalho. As empresas têm 30 dias (1ª notificação ou alteração de dados enviados anteriormente), para enviar este modelo para as instituições inspetivas. A maioria das empresas prestadoras de serviços de SHST disponibiliza aos seus Clientes a entrega do Modelo 1360, no entanto essa responsabilidade é da empresa. O não envio do modelo 1360, traduz-se no incumprimento do disposto no artigo 74.º, ponto 7.º da lei 102/2009 de 10 de Setembro.

por: Vítor Teixeira Consultor em Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho Fundador do blog medicinanotrabalho.blogspot.com vitor.shst@gmail.com


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download:

www.napofilm.net/en


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Extintores

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Os extintores são o meio mais adequado para atacar um incêndio na sua fase inicial. A sua devida utilização permite atacar as chamas incipientes e controlar ou conter o seu desenvolvimento.

Um extintor é sempre considerado como um equipamento de primeira intervenção. Apesar das suas dimensões relativamente reduzidas e da sua fácil utilização, o manuseio de um extintor requer algum treino básico.

Um extintor de incêndios pode salvar vidas, extinguir um fogo ou controlá-lo até à chegada dos bombeiros. No entanto, os extintores portáteis só são eficazes quando utilizados correctamente e, se forem observadas determinadas condições. Assim, é necessário ter em conta, por exemplo, que quando se utiliza a água como agente extintor é necessário garantir que não existe equipamento eléctrico sob tensão. No caso de líquidos combustíveis deve ter-se um cuidado especial com o uso da água, sobretudo em jacto, para evitar dispersar o combustível e propagar ainda mais o incêndio.

Os extintores são geralmente classificados de acordo com o produto ou agente extintor utilizado e que deve ser a adequado a cada tipo de fogo. Assim, os extintores contêm geralmente água, dióxido de carbono co2, gases inertes, espuma, agentes halogenados, pós químicos etc. O agente extintor contido no interior do extintor actua sobre a combustão por arrefecimento, abafamento, inibição de reacções químicas ou por uma combinação destes fatores.

Os extintores devem estar em perfeito estado de funcionamento. A inspeção dos mesmos deve ser feita periodicamente, pelo menos uma vez por ano, e em alguns casos duas vezes por ano. Os modelos recarregáveis devem ser recarregados por uma empresa especializada após cada utilização parcial ou total.

Como se pode ver no vídeo (http://youtu.be/6C5WbYu18bY) na altura de deflagração do fogo, temos que actuar de imediato e, não temos tempo para aprender como se usa um extintor... os Trabalhadores, devem Todos receber formação sobre Prevenção e Combate a Incêndios. A Formação deve ser dada aquando da ADMISSÃO do Trabalhador e, sempre que os serviços de HST recomendem.


A prevenção é a melhor Segurança

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RIR NÃO É O MELHOR REMÉDIO...

Caso tenha imagens que queira ver publicadas, envie para: shst@nortemed.pt


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juntos fazemos a diferenรงa


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Eletrocardiograma O principal objetivo da realização dos

obviamente, no peito. Estes elétrodos captam

exames complementares de diagnóstico, é o

e amplificam os sinais decorrentes dessa

de auxiliar os médicos do trabalho a

atividade elétrica cardíaca, sinais esses que

prevenir/diagnósticar/atuar nos problemas de

em seguida são transmitidos ao aparelho -

saúde causados por fatores relacionados com

eletrocardiográfo - onde são convertidos em

o exercício de uma determinada profissão.

determinados modelos padrão (ondas).

Na minha opinião, o trabalhador deve

Apesar de simples, é uma excelente

ser submetido à realização de exames

ferramenta para que o Médico do Trabalho

complementares de diagnóstico específicos de

avalie a presença de por exemplo, alterações

acordo com a indicação do médico do trabalho

no tamanho do coração; presença de infartos

responsável.

prévios; arritmias, bloqueios e, até mesmo

Um dos exames complementares de diagnóstico

fundamental

eletrocardiograma,

ou

seja,

é

risco de morte súbita.

o um

eletrocardiograma é um exame que permite detetar grande parte das doenças cardíacas e, prevenir situações de risco ao trabalhador que lida com situações de stress físico e psicológico. O Eletrocardiograma, é um registo da atividade elétrica do coração, que é obtido através de pequenos elétrodos metálicos, colocados nos pulsos, tornozelos e,

por: Manuela Sá Técnica Superior de Higiene e Segurança no Trabalho Diretora do Dep. Saúde Ocupacional da Nortemed m.sa@nortemed.pt

Sr. Trabalhador Cuide do seu Coração


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Diabetes

como fazer ?

quando fazer ?

o que fazer ?

nfo s.pt i + dg . w w

w No dia 14 de Novembro, celebra-se o Dia Mundial dos Diabetes.

que daqui a 20 anos o número de pessoas com Diabetes duplique.

A Diabetes é uma doença crónica causada pela falta ou ineficiência de insulina. A insulina é uma hormona produzida no pâncreas e tem como função fazer com que o açúcar (glicose) que circula no sangue entre nas células do nosso corpo. Quando há um desajuste entre o nível de glicose e a insulina produzida instala-se a diabetes. A glicose é a forma mais simples de açúcar. É a energia que nos é dada pelos alimentos.

A Diabetes é hoje a 4ª causa de morte em Portugal e a principal causa de cegueira, de cardiovasculares e de problemas renais, amputações.

Alguns sintomas de Hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue): fome súbita e devoradora; tremores e/ou suores frios; sensação de fraqueza; dores de cabeça; etc. Alguns sintomas de Hiperglicemia (subida de açúcar no sangue): urinar muito; muita sede; boca seca; perda de peso; etc. Em Portugal, existem atualmente, 350 a 500 mil diabéticos. Este número tem vindo a aumentar assustadoramente. Segundo a OMS e a Federação Internacional da Diabetes, prevê-se

Auto Vigilância Avaliar a glicemia segundo um plano estabelecido pelo diabético e pelo técnico de saúde. Quando se deve medir a Diabetes Ÿ Em jejum Ÿ Antes do almoço Ÿ 1 a 2 horas após o almoço Ÿ Antes do jantar Ÿ 1 a 2 horas após o jantar

Como controlar a Diabetes: Ÿ Alimentação Ÿ Exercício físico Ÿ Medicação

Os trabalhadores que tenham Diabetes, devem ser acompanhados com frequência pelo Médico do Trabalho.

por: Manuela Sá Técnica Superior de Higiene e Segurança no Trabalho Diretora do Dep. Saúde Ocupacional da Nortemed m.sa@nortemed.pt


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por: Luciana Coelho Técnica de Higiene e Segurança no Trabalho dep.hst@nortemed.pt


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Técnico(a) de Higiene e Seg. Trab.

Certificados pelo organismo competente para a promoção da segurança e higiene no trabalho (...) Art.º 100.º da Lei 102/2009 de 10 de Setembro


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O alcance dos riscos psicossociais na Saúde e Segurança no Trabalho o v.pt f n + i t.go c a . w

ww Sei que a campanha que o ACT abraçou este ano de 2012, direciona-se ao setor da saúde, mas enquanto profissional que lida diariamente com o mercado na sua vasta generalidade, penso que a crise económica e as mudanças no mundo do trabalho, estão a colocar uma tensão extra sobre os trabalhadores, o que por seu lado vem colocar uma pressão agravada sobre a saúde ocupacional e segurança dos locais de trabalho. Enquanto consultor na área da SST, o que sinto no pulso do nosso mercado, demonstra que apesar de todas as campanhas e esforços dos profissionais envolvidos nestas questões de Saúde e Segurança no Trabalho, muitos dos nossos empresários não se mostram suscetíveis a estas questões, considerando como um custo extra, apesar de todo o esforço para contrariar esta tendência e demonstrar que se trata de um investimento, sim um investimento naquele que é o capital mais importante de qualquer empresa, o seu capital humano. Pode parecer estranha esta minha opção de trazer para esta publicação um assunto que parece inócuo, mas vamos pensar em conjunto, independentemente da idade, sexo ou organização se pensarmos que o numero de pessoas que estão, ou vão ser atingidas por preocupações e stresse relativas ao seu local de trabalho, e que com esta crise económica tendem a aumentar dramaticamente, facilmente poderemos chegar á conclusão que temos em mãos um assunto que certamente vai desencadear graves situações que se enquadram

João Cardoso Consultor Especializado j.cardoso@nortemed.pt

como riscos psicossociais, que podem ser ainda mais graves que os que têm origem no assédio e os riscos associados ao stresse e á violência nos locais de trabalho, por isso e à boa maneira de um técnico de Higiene e Segurança, urge analisar este risco. O stresse do trabalho vai tornar-se um dos maiores desafios de saúde e de segurança que vamos enfrentar, tanto em termos do sofrimento humano que causa, como nos custos económicos que acarreta, qualquer gestor ou Técnico de SST, atento a estas questões, sabe que é consideravelmente mais difícil gerir os riscos psicossociais, que os tradicionais riscos de SST, assim sendo os gestores devem preocupar-se com o stresse no trabalho. Reconheço que para as pequenas e médias empresas, que representam como todos sabemos 97,8 do nosso tecido empresarial segundo dados do IAPMEI: ( h t t p : / / w w w. i a p m e i . p t / i a p m e i - f a q 02.php?tema=7#98), não é tarefa exequível, por isso cabe ao prestador de serviços externos integrar os riscos psicossociais na gestão da SST em geral, e realizar uma análise cuidada de cada situação tendo uma atenção redobrada para este que será sem dúvida um grande flagelo durante muitos anos. Não será então um investimento o facto de contratar os serviços especializados, de um prestador de serviços externos de SST, que ajude a aliviar esta preocupação da mente dos nossos empresários deixando-lhes tempo para realizarem as tarefas que a nossa economia tanto necessita?


A REVISTA ed2