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Instituto Noos de Pesquisas Sistêmicas e Desenvolvimento de Redes Sociais

A PESQUISA NO COTIDIANO DO INSTITUTO NOOS Autoras: Marina Sidrim Teixeira com a colaboração de Mariah Maia Contatos: (21) 9332 9442 e marinasidrimteixeira@gmail.com Proposta de inserção no Simpósio: Mesa de abertura junto com as demais coordenações

Rio de Janeiro, maio de 2010


Sumário Resumo.............................................................................................................................2 Introdução.......................................................................................................................3 Atribuições da coordenadoria de pesquisa....................................................................4 Atribuições relativas ao cotidiano da pesquisa na instituição................................4 Atribuições relativas ao campo mais geral de pesquisa..........................................6 Atribuições relativas à área de atendimento ...........................................................8 Atribuições relativas aos projetos especiais.............................................................8 Atribuições relativas às oficinas de pesquisa...........................................................8 Indicadores institucionais de resultado.........................................................................9 Referências bibliográficas.............................................................................................13

RESUMO Esta

comunicação

pretende

expor

brevemente

as

atividades

de

pesquisa

desenvolvidas no Noos sob a responsabilidade da Coordenadoria de Pesquisa. Para tanto, enumera os seus princípios norteadores, descreve as suas atribuições, menciona as atividades desenvolvidas ao longo dos anos em cada uma delas e apresenta indicadores de resultado para exemplificar informações coletadas.

Total de caracteres sem espaço do resumo: 344 Total de caracteres da comunicação com espaço: 17736 Laudas de 2000 caracteres com espaço: 8,87

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a potencialidade das


INTRODUÇÃO Esta

comunicação

pretende

expor

brevemente

as

atividades

de

pesquisa

desenvolvidas no Noos sob a responsabilidade da Coordenadoria de Pesquisa que hoje é composta por duas pessoas: uma coordenadora e uma assistente. Como princípios norteadores, entendemos a pesquisa como: i) parte integrante do trabalho desenvolvido no Noos pelas diversas áreas e não justaposta a ele; ii) sempre passível de recriação de seus métodos, técnicas e procedimentos operacionais porque é dinâmica como o próprio trabalho; iii) sempre em (re)construção como as perguntas que pretende responder e que são novas a cada situação ou na mesma situação em momentos diferentes. Propugnamos o uso isolado, combinado ou integrado de metodologias quantitativas e qualitativas de pesquisa, escolhidas em cada caso a partir de sua adequação às questões que se pretende investigar. “O que é necessário é uma visão mais holística do processo de pesquisa social, para que ele possa incluir a definição e a revisão de um problema, sua teorização, a coleta de dados, a análise dos dados e a apresentação dos resultados. Dentro deste processo, diferentes metodologias têm contribuições diversas a oferecer” (GASKELL, 2002:26). “O princípio básico é que a escolha das técnicas deve pautar-se pelo problema a ser estudado e pelas condições concretas, e não pela adesão do pesquisador a um ou outro paradigma (quantitativo ou qualitativo). A velha noção metodológica da ‘triangulação’, que recomendava o uso de diversas formas de medição para melhorar a qualidade da mensuração, também estaria por trás de uma atitude metodológica mais eclética, se não declaradamente integradora. Dado que cada técnica possui seus pontos fortes e suas limitações, a concorrência de várias técnicas só poderia melhorar a validade e a confiabilidade das medições e dos resultados” (CANO, 2002: 94). Assim, temos feito uso das seguintes técnicas de metodologias qualitativas: levantamentos bibliográficos para conhecer trabalhos que são desenvolvidos com o

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mesmo tipo de público e seus resultados, bem como os avanços teóricos nas nossas áreas de atuação; entrevistas individuais em profundidade; Grupos Focais; e variações livres da observação participante. Na esfera das metodologias quantitativas temos utilizado: levantamento de dados secundários disponíveis; levantamentos de registros institucionais; e levantamentos/ Surveys para a produção de dados primários. Em todos os casos temos como valor positivo trabalhar em conjunto com os responsáveis pelas atividades de capacitação e/ou atendimento que serão pesquisadas sob algum aspecto, colaborando para dar forma metodologicamente consistente aos seus anseios de informação. Outra preocupação de base é o respeito pelo contexto de atendimento quando ele é o foco e não a pesquisa em si, o que se constitui em desafio permanente tanto para a equipe de pesquisa quanto para os responsáveis pelo atendimento.

ATRIBUIÇÕES DA COORDENADORIA DE PESQUISA A coordenadoria de pesquisa tem atribuições relativas: ao cotidiano da pesquisa na instituição; ao campo mais geral de pesquisa; à área de atendimento; aos projetos especiais; e às oficinas de pesquisa. A seguir, detalhamos as atividades relacionadas a cada uma dessas atribuições: •

Atribuições relativas ao cotidiano da pesquisa na instituição 1. Construir, em estreita parceria com os técnicos das diversas áreas, instrumentos de pesquisa comuns aos vários projetos de forma a garantir, de maneira uniforme e sistemática, o delineamento do perfil dos usuários e a avaliação constante das atividades desenvolvidas pelas áreas, inclusive eventos1. Tais instrumentos hoje são:

1

O primeiro Construcionando, por exemplo, foi avaliado pelos participantes e um texto com os resultados sistematizados da avaliação consta da revista que publicou os trabalhos apresentados. Revista Nova Perspectiva Sistêmica, 34, ano 2009.

4


Para todas as atividades: 

Ficha cadastral (cujo processamento é função da área de comunicação pois se constitui em um dos pilares de nossa mala direta).

 

Ficha socioeconômica básica.

Para a área da Escola de Práticas Sociais Sistêmicas: 

Questionário de avaliação genérico para cursos e oficinas.

Questionário de avaliação dos módulos do curso de formação em Terapia Comunitária.

Questionário

de

avaliação

das

Intervisões

da

Terapia

Comunitária. 

Para a área de atendimento: 

Questionários iniciais para pessoas que vão participar dos Grupos Reflexivos de Gênero (GsRG).

Questionário de avaliação do trabalho desenvolvido nos GsRG e na Terapia de Família e Casal.

Roteiro do Grupo Focal de avaliação que é realizado ao final de cada ciclo de encontros dos GsRG.

Estão atualmente em construção o questionário inicial para atendimento de família e casal e uma tentativa de estabelecimento do fluxo de encaminhamentos internos ao Noos, por meio do estabelecimento de um número único a ser atribuído a cada pessoa na Sala de Espera, que passa a constituir-se na porta de entrada única para o atendimento. Agregam-se ao número único, o registro de encaminhamento constante na ficha socioeconômica preenchida na Sala de Espera e o registro de “origem” nos questionários iniciais dos diversos tipos de atendimentos. 2. Zelar, contando com o apoio dos técnicos, pela aplicação constante destes instrumentos em todas as atividades pertinentes. 3. Manter os instrumentos atualizados e facilmente acessíveis a todos os técnicos.

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4. Digitar, processar, analisar e divulgar para as equipes as informações colhidas por meio desses instrumentos, a tempo de serem úteis aos responsáveis pelas atividades.

5. Produzir indicadores a partir dos instrumentos de pesquisa para serem atualizados e disponibilizados no site do Noos (www.noos.org.br) com determinada periodicidade (no mínimo anual). Tais indicadores deverão ser úteis também como apoio complementar à captação de recursos. 6. Apoiar os técnicos responsáveis pelas áreas em suas necessidades de pesquisa, ajudando em sua operacionalização e em seu processamento. •

Atribuições relativas ao campo mais geral de pesquisa 1. Propor e coordenar pesquisas de interesse da instituição. Nesta linha já foram realizadas as seguintes pesquisas:

 “Pesquisa com os beneficiários do projeto de penas alternativas”, desenvolvida pelos institutos Noos e Promundo com o apoio da Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Rio de Janeiro. 1999 a 2001. 

Pesquisa “Homens, violência de gênero e saúde sexual reprodutiva: um estudo sobre homens no Rio de Janeiro — Brasil”, desenvolvida pelos Institutos NOOS, Promundo e Fatos Consultoria e Pesquisa, com o apoio da Fundação Mac Arthur. Rio de Janeiro. Maio a dezembro de 2001.

“Diagnóstico Participativo da comunidade do Morro Azul no Rio de Janeiro”, integrando técnicas quantitativas e qualitativas de pesquisa. Instituto Noos/CEMASI Luiz Lima (Prefeitura do Município do Rio de Janeiro). Abril de 2004 a julho de 2006.

Pesquisas de mapeamento institucional:

“Pesquisa de Mapeamento das instituições que trabalham com crianças e adolescentes no Município do Rio de Janeiro” 2. Projeto Childline Brasil. Instituto Noos com apoio da Hilti Foundation. Junho a dezembro de 2008.

2

Com a participação de Rita Flores Muller

6


“Concurso Não Bata, Eduque: Levantamento nacional de iniciativas de promoção de educação sem recurso a castigos físicos e humilhantes”3. Instituto Noos/Rede Não Bata eduque com apoio da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República. Maio a novembro de 2008.

Pesquisa on-line de “Mapeamento da rede de atenção à violência intrafamiliar no Município do Rio de Janeiro” 4. Instituto Noos com apoio do SEPRORJ (Sindicato das Empresas de Informática do Estado do Rio de Janeiro). Janeiro de 2006 a fevereiro de 2008.

 “Pesquisa Nacional com os Disques Especializados de Alcance Social e de Utilidade Pública”5. Projeto Childline Brasil. Instituto Noos com apoio da Hilti Foundation e da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República. Fevereiro a junho de 2009. 

Pesquisa contínua com os dados colhidos nos registros do software do 123Alô! que prevê a elaboração de relatórios anuais, estando o de 2009 já disponível para consulta no nosso site.

2. Avaliar a conveniência de atender demandas específicas de pesquisa trazidas por outras instituições e viabilizar a realização das pesquisas eleitas. Nesta linha já foram executadas: 

“Pesquisa Qualitativa com Usuários do Programa Mediação de Conflitos como Prevenção à Criminalidade — a experiência dos núcleos Turmalina, Palmital e Pedreira Prado Lopes / MG” 6. Instituto Noos / Secretaria de Estado de Defesa Social do Estado de Minas Gerais. Novembro de 2007 a janeiro de 2008.

 Pesquisa qualitativa interestadual “A mulher e o esporte — a experiência dos municípios do Rio de Janeiro e de São Paulo” 7.

3

Em parceria com Rosa Maria Ribeiro Com a participação de Eduardo d’Avila 5 Com a participação de Rita Flores Muller 6 Com a participação de Fanny Moore e Waldnei Abreu 7 Em parceria com Fanny Moore 4

7


Instituto Noos com apoio da Nike e do UNIFEM. Fevereiro a julho de 2007. 3. Levantar pesquisas nas áreas temáticas do Noos, realizadas por outras instituições no país e no mundo, para informar sobre elas no site. Esta linha de atuação encontra-se ainda em desenvolvimento, devendo ganhar mais corpo em breve quando do lançamento do novo site do Noos. •

Atribuições relativas à área de atendimento 1. Avaliar, juntamente com os técnicos responsáveis, os instrumentos indispensáveis para o conhecimento do público atendido e para a avaliação dos resultados das ações realizadas pelo Noos. 2. Construir, em conjunto com os técnicos responsáveis, os instrumentos que serão aplicados. 3. Digitar, processar, analisar e divulgar para as equipes as informações colhidas por meio desses instrumentos a tempo de serem úteis aos responsáveis pelas atividades possibilitando reformulações. 4. Produzir indicadores a partir dos instrumentos de pesquisa para serem atualizados e disponibilizados no site do Noos (www.noos.org.br) com determinada periodicidade (no mínimo anual). Além de permitirem um melhor conhecimento e análises específicas das ações, tais indicadores deverão ser úteis também como apoio complementar à captação de recursos.

Atribuições relativas aos projetos especiais

Verificar, juntamente com os técnicos responsáveis, quais as necessidades específicas de pesquisa de cada projeto e viabilizar a sua realização. •

Atribuições relativas às oficinas de pesquisa

Com a reorganização estrutural do Noos, a coordenação das oficinas passa a ser atribuição da Escola e sua divulgação da Assessoria de Comunicação, cabendo à Coordenação de Pesquisa somente a sua realização. O objetivo geral de nossas oficinas de pesquisa é a prática. Cada oficina, com duração de 7 horas, é um todo em si, mas é também parte do conjunto uma vez que os

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conteúdos são interligados. Com o intuito de compatibilizar quantidade de tempo e conteúdo, cada oficina dá uma visão ampla do tema em pauta e depois ganha um foco. O ciclo anual das oficinas de pesquisa, sempre no último sábado dos meses de março a junho, compreende atualmente as seguintes oficinas: 

Pesquisas quantitativas na prática.

Pesquisas qualitativas na prática.

Uso de dados estatísticos no dia a dia.

Processamento de pesquisa.

INDICADORES INSTITUCIONAIS DE RESULTADO Temos construído os indicadores de perfil do público participante de nossos cursos e oficinas e do público atendido nos diversos serviços, bem como indicadores de avaliação dos mesmos. O fato de o Noos possuir estas informações tem se constituído em um diferencial positivo para a elaboração de projetos e para a captação de recursos para financiá-los. O Quadro 1, inserido como exemplo das possibilidades dos indicadores de perfil, sintetiza informações dos diversos públicos do Noos e tem períodos diversos de referência em função da época em que começaram a ser pesquisados. Por eles é possível dizer que há mais mulheres do que homens entre os usuários dos serviços, mas a predominância feminina é maior entre as pessoas que frequentam os cursos do que entre as atendidas; que a idade média de atendidos e capacitados é muito próxima, está situada na faixa dos 43 anos e que é entre as participantes dos grupos reflexivos de mulheres em situação de violência que estão as pessoas mais jovens (idade média de 36,71 anos); que há predominância generalizada de pessoas que se autodeclararam brancas, mas ela é muito maior entre as pessoas que participaram dos cursos que dos atendimentos; que a renda média pessoal e familiar dos alunos do Noos (cursos pagos) é muito superior à renda dos atendidos pela instituição (serviços gratuitos).

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Quadro 1 Indicadores de perfil

Indicadores Período de referência

Atendimentos

Capacitações

Famílias Homens Mulheres atendidas (1) atendidos (1) atendidas (1) (2)

Alunos de cursos e oficinas (1) (3)

1999 a 2009

2000 a 2009

2004 a 2009

2003 a 2009

Total de pessoas que passaram pelo Noos Total de pessoas pesquisadas Total de homens Total de mulheres Idade média

259

184

176

2016

149 100,00% 0 40,14 anos

121 0 100,00% 36,71 anos

150 47,72% 52,27% 43,87 anos

1239 15,65% 84,35% 43,38 anos

Brancos(as)

58,79%

47,77%

79,65%

82,00%

Negros(as) (pretos+pardos)

38,50%

42,96%

17,07%

17,05%

R$ 828,70

R$ 2.280,54

R$4.022,42

Renda média pessoal bruta no mês anterior ao primeiro atendimento R$ 1.066,67

Renda média familiar bruta no mês anterior ao primeiro atendimento R$ 1.675,00 R$ 1.857,54 R$ 2.498,94 Notas: (1) dados relativos aos casos válidos (2) inclusive famílias atendidas no grupo de litígio (3) Exclusive participantes de oficinas de sensibilização e Encontre Noos

R$7.596,64

Fonte: Levantamentos do Noos Como exemplo das possibilidades dos indicadores de avaliação, temos que os cursos e oficinas vêm sendo muito bem avaliados ao longo dos anos (ver Quadros 2 e 3) e que, apesar de mudanças pessoais não serem fáceis, os participantes dos grupos reflexivos notam mudanças positivas nas suas vidas com a sua inserção nos encontros do grupo, e também avaliam muito bem o trabalho realizado pelas equipes responsáveis como mostra o Quadro 4.

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Quadro 2 Alunos do Noos e sua avaliação dos cursos TOTAL CAPACITAÇÕES

2003

2004

2005

2006

2007

2008

2009

Alunos

52

96

119

125

1.168

284

382

Percentual de satisfação máxima dos alunos

(1)

75,28

75,40%

60,26%

69,14%

Nota média atribuída aos cursos e oficinas

(1)

(1)

(1)

(1)

8,45

80,30% 56,6% 9,18

8,84

(1) Informação não coletada Fonte: Levantamentos do Noos Quadro 3 Aspectos dos cursos avaliados com mais de 80% de “bom” 2006 a 2009 % de Bom

Aspectos Utilidade das informações para o seu próprio trabalho

87,89

O facilitador deixou claro os objetivos do curso

85,27

Adequação na abordagem do tema

84,07

Clareza com que o tema foi abordado

83,50

Visibilidade da relação entre o tema apresentado e a sua prática de trabalho

81,23

Fonte: Levantamentos do Noos Quadro 3 Indicadores de avaliação dos participantes de GsRG 2009 Indicadores

Homens

Mulheres

Aumento do Percepção de que autocontrole (19%) e compartilhar histórias percepção de que difíceis pode ser útil e compartilhar histórias aumento de sua difíceis pode ser útil autoestima (17%) (21% cada uma)

Principais mudanças percebidas

Como evoluiu a sua habilidade para lidar com Melhorou bastante Melhorou bastante os conflitos, sem violência, na sua família? (50% das respostas) (61% das respostas)

11

2.226

69,49% 8,82


Indicadores

Homens

Mulheres

A sua melhora na sua habilidade em lidar com conflitos gerou alguma mudança na sua Sim Sim família? (61% das respostas) (86% das respostas) Nos últimos dois meses, você fez uso de violência em sua vida familiar?

Sim Sim (59% das respostas) (70% das respostas)

Principal tipo de violência praticada

Psicológica Psicológica (74% das respostas) (42% das respostas)

Proporção de violência física praticada

19%

Principal pessoa contra quem praticou a violência

39%

Esposa/companheira Marido/companheiro (42% das respostas) (42% das respostas)

Consegui me refrear Consegui me refrear um pouco, diminuindo um pouco, diminuindo Como você avalia o seu descontrole no último o dano causado o dano causado episódio ocorrido nos 2 últimos meses? (62% das respostas) (82% das respostas) Que nota você daria para o seu grau de satisfação com suas próprias atitudes nos últimos dois meses?

Média 7,00

Média 7,51

Pensando em sua própria experiência nesse grupo reflexivo de homens, que nota você daria para esse trabalho coordenado pelo Instituto Noos?

Média 9,24

Média 9,37

Fonte: Levantamentos do Noos Nos limites desta comunicação, esperamos ter conseguido demonstrar o potencial das atividades de pesquisa desenvolvidas no Noos e motivar as equipes para a aplicação sistemática dos instrumentos e, principalmente, a se debruçar sobre os resultados para retroalimentar suas ações e produzir análises dos dados coletados.

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BAUER, Martin W., GAASKELL, George, ALBUM, Nicholas G. “Qualidade, quantidade e interesses do conhecimento — evitando confusões”. In: BAUER, Martin W., GAASKELL, George (editores). Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som. Petrópolis: Editora Vozes, 2002.

CANO, Inácio. Introdução à avaliação de programas sociais. Rio de Janeiro: FGV,

2002.

Capítulo

8:

“A

lógica

metodológicas”.

13

experimental

e

as

controvérsias

A pesquisa no cotidiano do Instituto Noos  

Comunicação elaborada por Marina Teixeira e Mariah Maia para o I Simpósio Interno do Instituto Noos.

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