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Ano VI - Edição nº 64 - Abril 2013

ISSN 2176-1345 | Distribuição Gratuita

REVISTA

NOTÍCIAS DO MEIO GRÁFICO, ESTAMPARIA & COMUNICAÇÃO VISUAL

NOTÍCIAS DO MEIO GRÁFICO, ESTAMPARIA & COMUNICAÇÃO VISUAL

RODO RODO Ferramenta que identifica serigrafistas, o Rodo, ou Puxador, tem normas técnicas para a sua aplicação...

Ferramenta que identifica serigrafistas, o Rodo, ou Puxador, tem normas técnicas para a sua aplicação

Desde longas eras, no acordar da humanidade, a fibra d´algodão é produto artesanal e industrial. Convivemos com o algodão por ser parte da natureza que respiramos e temos por berço. E seja na Moda ou na Comunicação Visual, a aplicação desta fibra é uma exigência de qualidade e comodidade!

15 15aa18 18dedeAbril Abril Expo Center Norte Expo Center Norte São Paulo / Brasil São Paulo / Brasil

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Quem tem medo da Tecnologia?

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Existem universos além do nosso pensamento e da nossa ação que dificilmente percebemos e, pior, quando nos ´achamos´ acima de tudo e de todos porque achamos que sabemos e, então, decidimos que o melhor é fazer sempre o mesmo... Modernizar é uma palavra jogada às traças quando não percebemos que a humanidade está em mutação a cada nova geração que chega – e que, cada nova geração tem o seu ponto de vista e o seu ritmo embasados em plataformas de ciência e tecnologias contemporâneas. Por isto é que escuto muitas vezes: “Quem tem medo da tecnologia?”. E sempre respondo: “Quem se deixou ficar para trás e não aproveitou os conhecimentos adquiridos para interagir com a geração dos filhos e dos netos!”. Nos ramos industriais era habitual o pai passar o ofício para o filho, pois, era o tempo do conhecimento prático; e hoje, embora tal seja possível, e o é, a nova geração é desde logo abraçada pelo consumismo educacional que a empurra inexoravelmente para especialidades ditadas por um capitalismo de resultados. É possível conviver com isto? É, mas a pessoa terá que ter a consciência livre para poder agir sob o prisma de um humanismo crítico, construtivo, ou será mais uma peça na engrenagem, ou algo do consumismo enlatado. Ou seja: a tecnologia deve ser absorvida para o bem-estar da humanidade, não contra ela. Por isto é que não se deve ter medo da tecnologia e sim encará-la, torná-la uma ferramenta amigável. João Barcellos

04 NOTAS DE MERCADO - Lavadora, Recuperadora e Reveladora de Matrizes para Serigrafia / SEFAR

05 PRODUTOS - Esticador de Lona CK 06 VITRINE EMPRESARIAL - Têxteis Portugueses No Mundo 06 PERSONALIDADE - Hélio Marcos Barbosa / MARKOS Páginas 07 a 10 ESTAMPARIA, MODA & TÊXTIL DIGITAL - ALGODÃO / a fibra que nos acompanha - Flocagem & Comunicação Visual - O que é Indústria Têxtil? - Estamparia Digital - Alta tecnologia têxtil & Têxtil Digital da lusa MTex no Brasil 11 ESPECIAL - Agreste Tex / painel 12 NOSSA CAPA - RODO / perfis & ângulos operacionais

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Agreste Tex 2014: No penúltimo dia da 1ª edição da Agreste TEX - feira que apresenta inovações em maquinário, tecnologias, serviços e produtos para a indústria têxtil - foi realizado o lançamento da 2ª edição, a Agreste TEX 2014, durante um animado coquetel da FCEM – Eventos e Congressos, organizadora do evento em parceria com a ACIC – Associação Comercial e Industrial de Caruaru. Helvio Roberto Pompeo Madeira, diretor presidente da FCEM, e Osíris Caldas, presidente da ACIC anunciaram a data: de 18 a 21 de março de 2014, no Polo Comercial de Caruaru (PE). Na ocasião, os organizadores fizeram um balanço da primeira edição do evento, que foi um grande sucesso tanto em visitação quanto em volume de negócios.  Flock Color Solda Banner Pneumatica: A Flock Color fabrica a Solda banner Pneumática com diversos tamanhos e com largura de solda de 5 mm, 10 mm e 2 0mm. Uma das grandes vantagens  da utilização da Solda Banner Pneumática é sua precisão na aplicação, porque o material não sai de posição por não precisar subir no pedal, como no modelo não-pneumático. A pressão exercida no material é sempre a mesma em toda a extensão, e não exige esforço físico, o que permite maior produção e qualidade. www.flockcolor.com.br BR-KOI Cursos Técnicos: Serigrafia Têxtil. Teoria e Prática; em 16h. Custo: R$399,00 Cromias Indexadas e Simuladas. Teoria e Prática; 6h em nível avançado. Custo: R$499,00 A empresa Brkoi Suprimentos / Tudo para Serigrafia está em Ribeirão Preto na Rua São Paulo nº358 (Campos Elíseos). Entre em contato pelo Fone (16) 3625-1669 e saiba mais sobre as atividades e os cursos.

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pesar da crise europeia, o Ramo Têxtil português teve crescimento de 8,4% nas exportações em 2011, a passar a barreira dos 4 bilhões de euros, e chegou no final de 2012 a festejar o bom momento industrial, segundo fontes da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal [ATP] e das agências de notícias, enquanto a Moda registrou bons índices de criatividade e comercialização.

A modernização do parque têxtil e a escolaridade técnica são res´ponsáveis, por um lado, por este Portugal têxtil de bom desempenho, e, por outro lado, a abertura aos produtos locais em países como a China [50%], Angola [36%], Canadá [17%] eu EUA [8,9%], além da entrada, agora mais tecnológica através do Têxtil Digital, na América Latina com ponto no Brasil. Um dado interessante relaciona-se com a Espanha: os produtos têxteis portugueses cresceram cerca de 6% até julho de 2012, então, o vizinho ibérico é ainda o melhor. Por outro lado, cirtculam em Portugal empresários brasileiros com interesse em parcerias e em aquisições de empresas locais, tal a importância tecnológica que o Ramo Têxtil logrou alcançar. Uma das empresas do eixo industrial de Famalicão a entrar no Brasil é a POD/Mtex, com as suas máquinas para Têxtil Digital, e é uma das empresas sediadas naquele raio de 50 Km no norte de Portugal que funciona como distrito industrial. João Barcellos

Inovando e sendo referência no ramo da Comunicação Visual, ele ajuda a alterar a cada dia a cena publicitária, tanto em Goiás como em outros estados do Brasil. “Passar na rua e olhar um painel de publicidade bem feito é um prazer”, diz, enquanto promove na FESPABrasil o seu primeiro equipamento para os profissionais do ramo: “É um esticador de lona que gera alta qualidade no acabamento de um painel”. Está dentro da sua filosofia de trabalho integrada à empresa Markos Comunicação Visual, e também à Mercado Identificação Visual, que fabrica o equipamento. E isso, porque é preciso superar, sempre, as expectativas do próprio mercado! Ele é Hélio Marcos Barbosa, um entusiasta e um incentivador da prática publicitária bem projetada e acabada. Está no mercado da Comunicação Visual há quase 30 anos. “Aprendi tudo entre a LetraSete e o Past-Up, o estilete, a régua, o nanquim e a espátula, e, agora, a computação gráfica melhorou tudo...”, confessa. Inovar fazendo da qualidade a referência no mercado é a missão deste empreendedor de Goiás que, com orgulho, é um industrial brasileiro. João Barcellos

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Uma Fibra Chamada

ALGODÃO

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uando se observa um campo de algodão temos a sensação de estar numa história de muitas eras comuns a vários povos. E o é. A fibra [gossypium, da família malvaceae] é oriunda das regiões subtropicais asiáticas, africanas e americanas; e, no Brasil, a par do ferro do Cerro Araçoiaba [leia-se: mina de ferro de Affonso Sardinha, o Velho], foi o produto que alimentou as primeiras veredas da indústria e da política [leia-se: Inconfidência Mineira], mas continua sendo, hoje, uma das principais matérias-primas que movimenta a economia local. O algodão era utilizado por nativos de várias regiões da Terra para confeccionar tecidos já na era glacial e os portugueses encontraram a fibra nas redes de dormir feitas pelos guaranis e outras tribos, por isso é um produto natural que acompanha o desenvolvimento da humanidade e serve de baliza para muitos estudos, e do manuseamento científico desta fibra resultam cerca de quatrocentos produtos industrializados dispersos por vários mercados e até na produção de óleo combustível!

Na escala industrial contemporânea, que tem uma produção de cerca de vinte e cinco milhões de toneladas anuais, utilizam-se quatro variantes desta fibra; o Brasil, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento [Conab], terá em 2013 uma produção total de 3,82 milhões de toneladas de algodão em caroço para uma área plantada de um milhão de hectares. No conforto e no caimento, um tecido de algodão ainda não encontrou substituto sintético, então, este produto é e será um elemento transformador de economias por muito tempo e, assim, faz jus à sua própria história. No campo político, o algodão foi a mola comercial que impulsionou o querer libertário brasileiro e, hoje, continua sendo moeda de troca no campo internacional, não mais com os EUA, e sim com a China. Foi através do processamento da fibra do algodão que o Brasil se mostrou ao mundo como gigante econômico. Entretanto, apenas se mostrou, nunca ousou agir como potência rural e industrial. Infelizmente, assim continua. Mas o algodão continua nos campos a insinuar a grandeza natural do Brasil que os políticos ignoram em função de interesses exteriores à Nação.

Flocagem & Comunicação Visual Desde o final dos anos 500 do século 20 o processo de flocagem de fibras leva para a moda, tanto em vestuário e calçado como em peças técnicas, efeitos que possibilitam uma comunicação visual diversa e, em muitos casos, personalizada. O efeito aveludado é produzido por partículas de fibras têxteis aplicadas eletrostaticamente sobre uma camada de tinta que cobre um desenho ou um objeto. Quando se aplicam micro partículas obtém-se uma cobertura tridimensional e macia de efeito camurça, enquanto o efeito pelúcia é produzido na mistura de fibras com vários tamanhos, logo, mais áspero. A técnica operacional para este serviço artesanal é a mesma utilizada por serigrafistas. [Das anotações do técnico J. C. Macedo. Guimarães/ Pt, 1969.] Ilustração: gentileza Flock Color

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Indústria & Produtos

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O que é Indústria Têxtil...?

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a fibra ao fio e deste ao tecido: eis o processo têxtil. Com o tecido fabricam-se peças utilitárias (vestuário e cama e mesa), mas também peças de alta tecnologia em segurança (cintos para carros e aviões, materiais para suporte de engenharia civil, etc.), e, para e entre as peças utilitárias, projetistas e estilistas transformam sensações em moda, e assim é que a indústria têxtil é uma passarela contínua de conceitos e tendências. Os processos têxteis (da fiação, da tecelagem, da malharia, do beneficiamento e da confecção) possuem uma linha de produção completa, mas também existem empresas que operam somente com fiação, com tecelagem ou com beneficiamento, como é o caso da

tinturaria, na qual um processo químico altera (tinge) a cor da fibra. Até à Revolução Industrial inglesa todo o processo era artesanal, logo, a automação com as máquinas a vapor, primeiro, e as elétricas, depois, levou os processos têxteis para um patamar tecnológico que logrou o controle através de cartões perfurados (dispositivos binários no primeiro ensaio da computação) nos teares com padronagem de entrelaçamento. Assim, e antes do ponto final, i.e., a comercialização de um produto têxtil, deve-se lembrar que a cadeia produtiva começa com matériasprimas (fibras, naturais e sintéticas) e insumos (corantes, pigmentos). Se a Revolução Industrial, no Século 18, mudou para sempre a própria humanidade, o Século 20 sacralizou a automação dos processos tecnológicos dando mais leveza e qualidade à indústria em geral, e em particular à têxtil, com a introdução das tecnologias digitais, desde o controle por programas específicos (software) a máquinas (hardware) que em 3 ou 4 m² substituem uma fábrica convencional por completo...!

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É óbvio que a automação gerenciada por computador gera alta qualidade e a indústria têxtil já absorveu a era digital, de tal sorte que não é mais possível pensar numa cor ou numa sublimação sem o toque produtivo que a nanotecnologia incorporou na química e na física dos processos.


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Estamparia

Digital

1 - O velho contato direto do impressor do quadro e da rotativa têxtil com o material a ser trabalhado é já um passado. A tecnologia digital estabeleceu o processo do não-contato. Uma revolução industrial. Numa só plataforma operacional, que não produz sobras, geram-se cores padronizadas e estampas entre cabeçotes de impressão que gotejam quantidades formuladas pela qualidade da pré-impressão que, agora, dispensa até alguns dos velhos instrumentos, como o fotolito. Os custos da pré-impressão na têxtil convencional são altos e tem limites de cores nas grandes tiragens, enquanto que a têxtil digital privilegia a capacidade de obter a excelência sem limites em cores e reprodução de tons contínuos, além de permitir a geração de coleções personalizadas com amostragem de alta qualidade fotográfica. O que a estamparia digital desconhece é limites, principalmente na criação de produtos. O sucesso do mercado têxtil ligado à moda e à decoração está hoje nas pequenas e médias tiragens que apresentam diversidade criativa. 2 - O conceito de impressora digital iniciou-se com o traço em papel [daí o termo inglês ´plotter´] nos ramos da engenharia e têxtil; pela facilidade de utilização, foi adaptado para impressão em tecido e também para recorte eletrônico [´cutting´] de vinis em sua primeira aplicação na Comunicação Visual [´signmaker´]. Hoje, são fabricadas impressoras digitais [´hardware´] com programas de computação [´software´] para o mercado têxtil, daí o termo Têxtil Digital.

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Profissionais Profissionais do Têxtil do Têxtil Digital, Digital, ou Digital ou Digital Textile Textile Experts] Experts] comcom a marca a marca MTex, MTex, ou seja, ou seja, umauma unidade unidade industrial industrial comcom identidade identidade própria própria e e especializada especializada em em soluções soluções completas completas parapara o ramo o ramo têxtil têxtil e têxtil e têxtil digital, digital, desde desde a moda a moda à decoração, à decoração, do vestuário do vestuário à bandeira à bandeira e aoe banner ao banner passando passando pelas pelas utilidades utilidades domésticas. domésticas. Com Com criteriosa criteriosa metodologia metodologia comercial comercial e técnica, e técnica, a MTex a MTex expande-se expande-se no mundo, no mundo, e agora e agora comcom particular particular interesse interesse no continental no continental mercado mercado brasileiro brasileiro e latino-americano. e latino-americano. EstaEsta expansão expansão acontece acontece sobsob umauma visão visão de sustentabilidade de sustentabilidade e obedece e obedece a um a um planejamento planejamento profissional profissional queque visa, visa, também, também, a formação a formação tecnológica tecnológica dosdos parceiros parceiros forafora de Portugal. de Portugal. PorPor isso, isso, a MTex a MTex inaugura inaugura em em breve, breve, no norte no norte português, português, a sua a sua áreaárea de de exposições exposições numa numa antiga antiga instalação instalação fabril fabril o que o que vai vai possibilitar possibilitar intercâmbio intercâmbio sócio-profissional. sócio-profissional. E, diz E, diz EloiEloi Ferreira, Ferreira, a MTex a MTex querquer reproduzir reproduzir no Brasil no Brasil essa essa áreaárea de exposições de exposições [show [show room] room] e troca e troca de de experiências. experiências.

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Uma Crônica De João Barcellos

ferramenta que sinaliza serigrafistas é o Rodo. Talvez para diferenciar daquele utilizado em atividades domésticas e oficinas de lavagem, já em meados do Século 20 alguns editores passaram o Rodo de...Puxador. Seja como for, o meu avô ceramista, João Macedo Correia, que às vezes tinha à mão um Rodo de serigrafistas para puxar e amaciar argila em tampo de vidro, dizia-me que “o Rodo, na situação de puxar e repuxar a tinta no quadro da serigrafia é mais de que um puxador: é a ferramenta principal entre a preparação de uma estampa e a impressão da mesma”. Só anos depois é que eu, observando a estamparia serigráfica em Famalicão, Vizela e Santo Tirso (norte de Portugal), pude entender por completo aquela observação do meu avô. Entre a automação de teares e a montagem de equipamentos para transferência térmica e solda eletrônica, com J. C. Macedo, meu pai, lá estava eu a observar a azáfama de serigrafistas entre latas de tintas, quadros, e aquele Rodo, com o qual puxavam a tinta com o perfil (leia-se lâmina) a 45º e no repuxo a 60º e 65º. Uma operação que parecia muito simples, mas não era. E não é. Por isso, vamos assunto... A largura interna do Quadro que dá base à Matriz (quadro e tela) determina o tipo (ou o formato) do Rodo a utilizar, pois, o Rodo deve assentar perfeitamente nesse espaço cobrindo a área operacional. O punho do Rodo pode ser de madeira, de alumínio, e, hoje, até de plástico; na sua extremidade é encaixado o perfil (lâmina) de borracha natural, sintética (neoprene), ou poliuretano. Para cada tipo de operação (impressão em metal, papel, madeira, tecido, etc.) há um tipo de Rodo, ou seja, um tipo de Perfil, que pode ser o retangular (para definição de detalhes), o redondo (para tecidos e muita descarga de tinta), o chanfrado (ou canto vivo, para vidro) e o duplo-chanfrado (em ´v ´, para superfícies curvas). E há também o tipo de perfil/lâmina no que toca a dureza: serigrafistas operam com perfis médios (estampas planas e/ou irregulares) de 60 a 75 sh (Shore / unidade de medida do Durômetro), e mais duros, de 70 a 75 sh (para impressões de meio-tom e grandes formatos). Assim, outro pormenor de suma importância surge na oficina: saber como e quando afiar o Rodo. É que passar e repassar o Rodo exige uma técnica (diga-se: experiência adquirida) que permite manter o mesmo ritmo e a mesma pressão, logo, o Rodo tem um desgaste natural que pode pedir afiação ou troca de perfil. Obviamente, a velocidade e o ângulo operacional do Rodo são de grande importância na produção de uma estampa de qualidade. E não se pode esquecer, lembro aqui o técnico Hajime Otsuka, que se trabalha muito com matrizes feitas para determinados tipos de impressão (ditas matrizes especiais), pelo que conhecer os detalhes técnicos de um Rodo de Impressão é meio caminho andado para a produção de um bom trabalho têxtil e serigráfico. Por isso vos digo: o Rodo de serigrafistas é uma ferramenta tão simples quanto complexa, principalmente quando se quer fazer trabalho profissional, no artesanato ou na indústria.

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Agreste Tex

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egundo maior produtor têxtil do Brasil, atrás de São Paulo, a região do agreste pernambucano reúne mais de 1.000 empresas formais e informais distribuídas por Caruaru, Santa Cruz do Capibaribe e Toritama. O polo de confecções da região conta com cerca de 13 cidades do interior de Pernambuco que, juntas, produzem mais de 800 milhões de peças por ano e movimentam cerca de 3,5 bilhões de reais. “É um mercado que está em permanente desenvolvimento e estava merecendo uma atenção especial”, explicou, em 2012, o diretor-presidente do grupo FCEM, Hélvio Pompeo Madeira, ao justificar o lançamento da 1ª AGRESTE TEX – Mostra de Máquinas, Serviços e Tecnologia para a Indústria Têxtil, em parceria com a Associação Industrial e Comercial de Caruaru - ACIC. Como em outros eventos realizados pela empresa, a AGRESTE TEX reuniu expositores dos mais diversos segmentos, entre os quais estão os produtores de máquinas de costura, corte, aviamentos, etiquetas, embalagens, acabamentos, beneficiamentos, fios, estamparias, automação industrial, engomagem, preparação, tingimento, máquinas e equipamentos para tinturaria e lavanderia, além das máquinas e insumos para têxtil digital.

Os dados fornecidos pelos serviços de imprensa da FCEM mostram que o evento recebeu visitação qualificada de 10.300 profissionais e fechou negócios da ordem de R$202 milhões. Empresas como Metal Printer, BM do Brasil, J-Teck, Delta, Metalnox, Papeis Havir, Sefar, mostraram na Agreste Tex a força do setor. O presidente da ACIC, Osíris Caldas, destaca: “A Agreste TEX trouxe para nosso Polo de Confecções o que há de mais moderno em máquinas, equipamentos, tecnologia e serviços. [...] Para a ACIC, a feira representa um sentimento de dever cumprido para com o setor de confecção de Caruaru e região, uma vez que, juntamente com os eventos Fashion Day e Rodada de Negócios da Moda Pernambucana, fechamos um círculo virtuoso de geração de riqueza, moda, organização e profissionalismo, dentro do associativismo local, transportando a qualidade de nossos produtos para o Brasil e para o mundo”.

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Com promoção e organização da A Com promoção e organização da Associação de Agentes e ForAgentes e Fornecedores de Equipam necedores de Equipamentos e Insumos para a Indústria Gráfica para a Indústria Gráfica [Afeigraf] e A [Afeigraf ] e APS Feiras & Eventos, a FESPA apresentou-se pelaapresentou-se pe Eventos, a FESPA Brasil... abeça de impressão de plotter pode se comparar, hoje, primeira vez no Brasil... Capacitação profissional e trocas d Capacitação profissional e trocas de tecnologia para o desena um volante de carro de corrida tipo Fórmula Indy ou o desenvolvimento, foi e é o lema/ba volvimento, foi e é o lema/bandeira da FESPA, uma uma entidade Fórmula 1: é um sistema de comandos. A tecnologia entidade não-governamental qu não-governamental que se iniciou serigrafistas e se expandiu para o ram de última geração aplicada à parafernália de impressão eletrôáreas, como o têxtil digital, e mantém entre serigrafistas e se expandiu para nica [digital] possibilitou a fabricação de cabeças de impressão vários países. O nome desta entidad o ramo gráfico e outras áreas, como o de altíssimo desempenho. Define-se uma impressora digital Com promoção e organização da Associação de respeitada e quem a ela se associa t têxtil digital, e mantém unidades em de ser igual ou ser melhor. como do tipo micropiezo quando as suas cabeças de impressão Agentes e Fornecedores de Equipamentos e Insumos vários países. O nome desta entidade Com a realização da 1ª Fespa-Bra permitem gerar/soltar gotículas de tinta com tamanho igual para a Indústria conquistou um espaço que é seu de Gráfica [Afeigraf] e APS Feiras & é uma marca respeitada e quem a ela que só ela projeta e promove este tip ou inferior a 15 picolitros [Pl], gotículas de tamanho variávelEventos, a FESPA se associa tem o compromisso de ser apresentou-se pela primeira vez no profissional e técnico-pedagógica atr [equipamento Epson] ou de tamanho fixo [equipamentos igual ou ser melhor. Com a realizacongresso. Brasil... ção da 1ª Fespa-Brasil, a entidade Konica Minolta]. É em torno da cabeça de impressão que estão Além do Congresso Internacional, n profissional trocas de profissionais elucidaram púbicos dive conquistou ume espaço quetecnologia é seu de para todos os cuidados da pré-impressão, a par dos parâmetros [tin-Capacitação conceitos e aplicações tecnológicas, e évez o lema/bandeira da FESPA, direito,foi uma que só ela projeta ta, substrato, padrões de cor, etc.] a registrar para a impressãoo desenvolvimento, impressão, do planejamento adminis e promove este tipo de ação sóciouma entidade não-governamental que se iniciou entre publicitária, a FESPA possibilitou, ain propriamente dita. E a velha dor de cabeça... A cabeça entupiu!, -profissional e técnico-pedagógica de um concurso de envelopamento e e agora? Baixa qualidade de impressão, imagens riscadas, dimiserigrafistas e se expandiu para o ramo gráfico e outras veículos [wrap cup masters series b através de feiras e congresso. Além nuição de velocidade de impressão, grande quantidade de noda 3 M e da PixelDots, que teve com áreas, como do o têxtil digital, eInternacional, mantém unidades em Congresso no qual Jeferson Pimenta, representante d zzles [bicos] entupidos podem ser sinais para se perceber que a profissionais elucidaram vários países.vários O nome desta entidade é umapúbicos marca UK, a realizar em Londres. cabeça de impressão pode estar no final da vida útil, ou precisar sobre e aplicações Por outro lado, empresas como J-T respeitada e diversos quem a ela se conceitos associa tem o compromisso somente de uma boa limpeza. A necessidade de “purges” [reColor, Heidelberg e Océ, Vitor Ciol tecnológicas, da fotografia à impressão, de ser igual ou ser melhor. Metalnox e Sign Supply, Vastex, SE do planejamento administrativo à moção] e “cleans” [limpeza] no equipamento de impressão da Squeegees e Roland dg, entre outr da 1ª Fespa-Brasil, entidade visão publicitária, a FESPAapossibiliplotter [impressora digital] relaciona-se à falta de manutençãoCom a realização como a troca de tecnologias possibili tou, ainda,que a realização um concurso conquistou um espaço é seu de de direito, uma vez alta qualidade em serigrafia, artes gr preventiva, por um lado, e à utilização de tintas de má qualidafotoprodutos e têxtil digital, e de com de envelopamento e decoração de veíde, por outro lado. A causa dos entupimentos de cabeças é dique só ela projeta e promove este tipo de ação sóciodigital é agora uma plataforma comu culos [wrap cup masters series brasil], versa: tintas de má qualidade, dampers [estabilizadores tinta-ar] os processos – e, por isso, possibilito profissional ecom técnico-pedagógica de feiras apoios da 3 M eatravés da PixelDots, quee por exemplo, da empresa de têxtil dig desgastados, secagem de tinta, preventivas não realizadas. Nocongresso. teve como vencedor Jeferson Pimenta, MTex ao empresariado sul-american zzles sem manutenção entopem. E não esqueçamos: até mesmo representante do Brasil na UK, a sucesso a 2ª Edição da Fespa-Bras Além do Congresso Internacional, no Fespa qual vários as melhores tintas deixam resíduos que, ao longo do tempo, projeção para 2015. realizar em Londres. profissionais elucidaram púbicos diversos sobre provocam entupimentos totais e parciais. Por outro lado, empresas como tecnológicas, da fotografia à J-Teck e Flock Color, Heidelberg e Océ, Por isso, a limpeza periódica das cabeças de impressão [deconceitos e aplicações Vitor Ciola e Imah, Metalnox eà Sign impressão, do planejamento administrativo visão tintas solvente, ultravioleta ou base d´água] diminui os proble«Uma instituição sócio-p sucesso de interação e Vastex, SEFAR, ORA Squeegemas de deflexão,  melhora a precisão do ponto e a capacidadepublicitária, aSupply, FESPA possibilitou, ainda, a realização viver a essência da Comu plataformas tecnoló es e Roland dg, entre outras, mostrade jateamento. O mercado acostumou-se à referência “taxa de de um concurso de envelopamento e decoração de ram como a troca de tecnologias possisucesso superior a 75%”. O que é isto? Entre 100 cabeças que veículos [wrap cupa masters com em apoios bilita conquistaseries da altabrasil], qualidade passam por limpeza, cerca de 70 a 80 se beneficiam muito de serigrafia, artes gráficas, fotoprodutos da 3 M e da PixelDots, que teve como vencedor limpeza. Taxa de sucesso que diz respeito e têxtil digital, e de como a tecnologia Pimenta, representante do Brasil na Fespa à quantidade de cabeças que em médiaJeferson se digital é agora uma plataforma comum UK, a realizara em Londres. beneficiam do processo de limpeza. Uma quase todos os processos – e, por como J-Teck e Flock isso,empresas possibilitou a apresentação, por limpeza neste tipo de equipamento levaPor outro lado, exemplo, da empresa de têxtil digital de 3 a 5 dias. E tudo tem solução? Não. Color, Heidelberg e Océ, Vitor Ciola e Imah, portuguesa MTex ao empresariado Cabeças com problemas mecânicos [deMetalnox e Sign Supply, Vastex, SEFAR, ORA sul-americano. E com este sucesso a vido a batidas, colisão ou raspagem] não Squeegees 2ª e Roland dg,Fespa-Brasil entre outras,jámostraram Edição da está em são beneficiadas com limpeza de cabeças para 2015. como a trocaprojeção de tecnologias possibilita a conquista da

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e precisam de outros reparos, ou serem alta qualidade em serigrafia, artes gráficas, substituídas. A verdade é que uma cabeça Uma instituição sócio-profissional como fotoprodutos e têxtil digital, e de como a tecnologia a Fespa é, por si só, sucesso de interação de impressão não é apenas um bico que solta Estar na Fespa é,a por isto,todos viver digital é agoraempresarial. uma plataforma comum quase tinta: a cabeça de impressão tornou-se a peça principal da máquia essência da Comunicação Visual e da na... e, toda a atenção deve estar voltada para ela! os processosModa – e, por a apresentação, em isso, todas possibilitou as plataformas tecnológicas. Fontes: Estudos JB e Colour Factory João Barcellos, escritorportuguesa e jornalista. por exemplo, da empresa de têxtil digital

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Revista Impressão & Cores | Edição 64