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CAPA

SERIGRAFIA em grandes volumes

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Um Caso Chamado Yamá

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A arte, a pré-impressão, a matriz, a tinta e a tecnologia adequada da máquina (e seus componentes) fazem a diferença e o sucesso da Serigrafia na impressão industrial. Para demonstrar a eficácia da Serigrafia Rotativa na produção de grandes volumes, a Revista I&C visitou a empresa Yamá, de produtos de beleza, em Cotia, na Grande São Paulo. Estabelecida em 1967, a Yamá é uma das empresas nacionais pioneiras no setor de Cosméticos, possui uma planta industrial de 20.000 m², embalagem própria, gravação serigráfica, além de cartonagem na produção de caixas para transporte; a sua equipe conta com 330 colaboradores, entre eles, Joel Bezerra – o serigrafista e construtor de máquinas de impressão. Um dos diferenciais da Yamá Cosméticos está na produção da sinalização que agrega às suas embalagens: o parque serigráfico é a menina dos olhos da empresa e, há muitos anos, Joel Bezerra gerencia este departamento com o orgulho de ser parte da equipe. Imbatível na produção de gravações em velocidade e quantidades industriais, a Serigrafia é uma arte que, manuseada com sabedoria, agrega muito valor estético a qualquer produto embalado, porque a qualidade da impressão só é alterada se algum componente falhar na produção por ´defeito´ humano, escolhas erradas ou má manutenção.

“Nós operamos com telas (matrizes) feitas pelo mestre Hajime Otsuka e com tinta serigráfica do Edivaldo Santana, da Speed Screen, num e em outro caso são produtos de excelência, e assim, adequando a construção da máquina impressora a essa excelência ganhamos uma produção de sucesso com custo-benefício garantido”, explica Joel Bezerra, que acaba de construir uma impressora para 3 cores com comandos interdependentes para uma produção de 24.000 impressões por hora. E assim é que, quase a celebrar 50 anos de atividade, a Yamá conquistou o Troféu Roberto Hiraishi 2015, na 24ª edição do Prêmio de Embalagem Embanews, na categoria Design (desenho estrutural da embalagem Oxicreme Yamá 900 ml). “Este prêmio mostra o quanto vale a aposta tecnológica e artística (criação) da Yamá na Serigrafia Rotativa, além de que nos permite trabalhar com a imaginação no espaço do vintage e da contemporaneidade”, remata com orgulho o serigrafista e mecânico. Serigrafia não é uma tecnologia de aplicação artesanal e industrial do passado, é uma realidade atual nas plantas industriais com grandes volumes de embalagens a serem sinalizados com uma comunicação visual de alta qualidade artística.

VICUNHA TÊXTIL entre as “EMPRESAS MAIS” Vicunha Têxtil foi o destaque regional do ‘Empresas Mais’, anuário publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo, que premia empresas de 22 setores estratégicos para o país. A publicação reforça que o investimento em regiões fora do eixo Rio-São Paulo fortalece e cria condições para que empresas de diferentes setores se instalem em polos industriais ou de serviços. Ricardo Steinbruch, presidente da Vicunha, afirmou em entrevista à publicação que a parceria com governos estaduais e municipais foram fundamentais para o crescimento da Vicunha. “Os incentivos fiscais existentes na região,

concedidos pelo governo, contribuíram para a competitividade da empresa no setor têxtil. Sem eles, teria sido impossível viabilizar a Vicunha no Nordeste do Brasil”, afirma. É também o reconhecimento da empresa no cenário internacional, já que a Vicunha está sempre levando tecidos de alta qualidade e alto valor agregado, cada vez mais versáteis e tecnológicos, para vários mercados. Fonte: CDI

Revista Impressão & Cores | Edição 95  

Edição 95 - Ano VIII - Novembro de 2015

Revista Impressão & Cores | Edição 95  

Edição 95 - Ano VIII - Novembro de 2015

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