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BOTTON

aquele botãozinho metálico que sinaliza coisas, ideias e paixões...

ISSN 2176-1345 | Distribuição Gratuita

Notícias do Meio Gráfico, Moda & Têxtil // Comunicação Visual

Ano VIII - Edição nº 94 - Outubro 2015

IMPRESSÃO CORES Fibras d’Algodão & Moda

Fibra natural mais utilizada na história da humanidade, “o algodão tem características catingueiras que os povos nativos souberam aproveitar ao máximo na fiação e tecelagem, na alimentação e na medicina preventiva. O nordeste brasileiro, nas suas áreas de agreste, tem recursos naturais que possibilitam grande produção, e em qualidade, de algodão para solucionar a demanda nacional” [João Barcellos – in bate papo pós palestra ´Ryo Siará, algodão, couro, tinta & moda´; Maquintex, Fortaleza-CE, Ag. 2015]. O que é preciso? Investimento na ciência e na educação. E muita pesquisa direcionada vem sendo feita no campo do algodão branco e do algodão colorido...

ENCONTRO DE MODELAGEM

Troca de Experiências pessoais e corporativas no âmbito da modelagem digital > > > Leia + p. 11

TRANSFER

Em pequenos e grandes negócios do artesanato à indústria > > > Leia + p. 08

TINTAS SUBLIMÁTICAS

Dados de Aplicação > > > Leia + p. 09


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EDITORIAL

Fibras d’Algodão & Moda

aquele botãozinho metálico que sinaliza coisas, ideias e paixões...

Fibra natural mais utilizada na história da humanidade, “o algodão tem características catingueiras que os povos nativos souberam aproveitar ao máximo na fiação e tecelagem, na alimentação e na medicina preventiva. O nordeste brasileiro, nas suas áreas de agreste, tem recursos naturais que possibilitam grande produção, e em qualidade, de algodão para solucionar a demanda nacional” [João Barcellos – in bate papo pós palestra ´Ryo Siará, algodão, couro, tinta & moda´; Maquintex, Fortaleza-CE, Ag. 2015]. O que é preciso? Investimento na ciência e na educação. E muita pesquisa direcionada vem sendo feita no campo do algodão branco e do algodão colorido...

ed.

94

ENCONTRO DE MODELAGEM

Troca de Experiências pessoais e corporativas no âmbito da modelagem digital > > > Leia + p. 11

TRANSFER

Em pequenos e grandes negócios do artesanato à indústria > > > Leia + p. 08

TINTAS SUBLIMÁTICAS

Dados de Aplicação > > > Leia + p. 09

EXPEDIENTE Título// Marca de TerraNova Comunic 02.206.278/0001-45 NAE 58822100 Certificado Digital // NF@ Correspondência / Cx. Postal nº16 06717-970 Cotia/SP Edição / Cristiane Ramos [Mtb 39615] João Barcellos Dep. Comercial / Junior Projeto Gráfico / Alô Publicidade Web / Georg Hans Impressão / QuatroCor Gráfica e Editora

Admitir que “(...) não existe tecnologia sem a arte científica do pensamento no seu noético desenvolvimento” é admitir, como diz o historiador João Barcellos, que assumir a simplicidade do ato de pensar gera a desconstrução da tecnocracia. Entretanto, “a tecnocracia, que deveria ser um eixo de aplicações para garantir a sustentabilidade dos campos produtivos, transformou-se em mera operação sociopolítica de sustentação da malandragem nos meandros mercantis no contexto criminoso da corrupção” [idem). Ou seja: não se formam mais técnicos com capacidade científica e humanismo crítico, como vem alertando há muito o filósofo Manuel Reis em seus livros, formamse tecnocratas que servem de acesso à sustentabilidade de negociatas mercantis e industriais que desfavorecem o bem estar comum. Na sua palestra “Sustentabilidade”, o mesmo João Barcellos tange este assunto ao mencionar o analfabetismo funcional, e também na palestra “Artesanato & Indústria Digital”. A verdade é que “não se pode dissociar a Arte da Tecnologia, porque esta é um dos resultados daquela” (ibidem). Anote-se: o que temos hoje de têxtil digital devese muito à serigrafia e à termo-transferência, porque estas artes de estamparia foram berço do têxtil localizado. É um exemplo que o próprio João Barcellos gosta de utilizar e que aqui trago à vossa análise. Diante disto é preciso não esquecer (nunca) que a Arte é a geratriz do todo tecnológico, por isso, as tecnologias devem ser cientificamente tangidas para serem operacionalmente eficazes e sustentáveis: a Tecnologia deve ser tratada como Arte quando surge para o bem comum. FIRMINO, Carlos – Campinas/SP.

CONTATO / www.impressaocores.com.br jb@impressaocores.com.br / junior@impressaocores.com.br Redação 11 4703.3077 JB 9 9966.5246 // Junior 11 9 6898.3230

Nota do Editor: A publicação deste texto é uma homenagem ao Professor Carlos Firmino, que faleceu recentemente, e que era membro do Grupo de Debates Noética (Brasil e Mundo), filiado ao Centro de Estudos do Humanismo Crítico (CEHC, Guimarães/ Portugal), colaborando de tempos em tempos com artigos para a revista I&C e outras.

Os artigos assinados são de responsabilidade dos seus autores.

ASSINATURA

12 edições por R$ 50,00 Deposite R$ 50 para TerraNova Comunic, e envie cópia do comprovante e seus dados para revista.ic@uol.com.br ou ligue (11) 4703-3077 BANCO DO BRASIL AG 0916-4 / CC 29845-X

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E-Jet VO Grande novidade J-Teck Carrossel automático Excelência MOGK Phenix Máquinas O Mundo da serigrafia ao seu alcance

Sumário 08 // ESTAMPARIA, MODA & TÊXTIL DIGITAL

04/05 MERCADO

- Ampla Digital: novos horizontes - Mimaki & ArtiosCAD + Embalagens

09 // REGISTRO

- Negócios c/ Transfer

- Sublimação // Dados J-Teck

11 // REPORTAGEM

12 // NOSSA CAPA

- Modelagem Digital Lectra // Painel - Homenagem a João Barcellos

- Fibras d´Algodão & Moda - JTeck + Kiian + Sawgrass = Grupo JK

13 // PAINEL

14 // TECNOLOGIA

- Bottons, Ideias & Turismo // Chigueto

- Fábio Dutra // Pesquisa & Teste

06 // VITRINE EMPRESARIAL E PERSONALIDADE - Thale Brindes - Ana Lúcia Niepceron

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BOTTON

Notícias do Meio Gráfico, Moda & Têxtil // Comunicação Visual

ISSN 2176-1345 | Distribuição Gratuita

IMPRESSÃO CORES

Ano VIII - Edição nº 94 - Outubro 2015

Entre a Arte e a Tecnologia

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MERCADO

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Mimaki & ArtiosCAD DS A média de crescimento do ramo industrial de embalagens é de cerca de 7% ao ano, e se a crise política que afeta a economia, em 2015, fez recuar um pouco o faturamento de R$55 bilhões, o certo é que esta indústria é o barômetro da potencialidade de desenvolvimento do Brasil e da economia global. Atenta, a fabricante Mimaki percebeu a possibilidade de expansão da tecnologia digital na produção de embalagens e lançou os equipamentos de impressão UV modelos JFX200-2513 e JFX5002131, com áreas de impressão de 2,5 x 1,30m e 2,10 x 3,10m, agregando valor e gerando resultados diferenciados com a plotter de corte em formato de mesa CF2.M Melhorando o esforço tecnológico, a líder mundial na fabricação de impressoras de grandes formatos anunciou o lançamento do software CAD de design de embalagens, o ArtiosCAD Designer Solution (ArtiosCAD DS). ArtiosCAD DS é um software CAD, específico de uma linha de produtos Mimaki, e baseia-se no ArtiosCAD da Esko. Este software oferece centenas de designs de embalagens que podem ser usadas facilmente, até por usuários que não tenham habilidade no CAD. Saiba + e consulte www.mimakibrasil.com.br

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MERCADO

Maior fabricante de impressoras digitais de grandes formatos da América Latina, a Ampla Digital, sediada no Brasil, lançou a linha de impressoras New Targa XT para alcançar o mercado internacional. Com equipamentos em 11 países, o objetivo da empresa é consolidar a sua atuação na América Latina e aumentar a participação no mercado europeu com parcerias de distribuição. Com mais de 2.500 equipamentos instalados em todos os estados brasileiros, a Ampla Digital é uma referência no novo mercado têxtil. A unidade fabril, com de 8.000m², produz equipamentos para as tecnologias de impressão solvente, UV e sublimação; e, desde o início de 2014, atende também as demandas do mercado internacional de grandes formatos. [Apoio Editorial / Erica Cerutti]

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Ampla Digital

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PERSONALIDADE

VITRINE EMPRESARIAL

Ana Lúcia Niepceron

Thale Brindes

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máquina inovadora para quem quer começar o próprio negócio

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Arte de Modelar Talentos

Com mais de duas décadas de atuação na produção e personalização de brindes dos mais diversos tipos, Sergio e sua esposa, Thais Gotti – que comandaram por 20 anos a Sertha Brindes – tiveram a ideia de ir além e oferecer aos clientes a autonomia e oportunidade de produzirem suas próprias gravações. Assim surgiu a Transfer VICM-19, uma máquina que utiliza papel impresso em impressora laser color convencional e grava mais de 150 objetos, como canecas, canetas, copos, baldes de pipoca, portacotonetes, com qualidade fotográfica e em 4 segundos. Para atender a alta demanda, estão sendo produzidas 30 máquinas por semana. A empresa também fornece os brindes, fabrica o papel especial e oferece treinamento para ensinar a usar o equipamento, conferindo toda a estrutura para quem quer começar a produzir em casa ou em um pequeno espaço.

A patente nacional e internacional de máquina de transfer para personalização de produtos para pequenos empreendedores pertence à empresa. [Colaboração Editorial / Erika Cerutti]

EU APOIO A MODA BRASILEIRA Saiba + marketing.brazil@lectra.com

A linha e a agulha sobre o riscado fazem aparecer tridimensionalmente um conceito de trajar – é o moulage, como se diz na França –, pura arquitetura de desenvolvimento a transformar ideias em objetos. Mas, é mais, muito mais. Em recente evento da multinacional Lectra, na catarinense Blumenau, a professora Ana Lúcia Niepceron, que trucou a arquitetura pela consultoria de modelagem (promove cursos de Modelagem Ativa, em São Paulo, e dá aulas no Instituto Orbitato, em Pomerode), traçou uma linha mestra – a saber: “A tecnologia é importante, mas ela tem de se adequar ao produto da empresa para melhorar o empenho colaborativo na linha de produção”. Seja qual a peça de vestuário ela tem origem na ideia, é a pessoa que desenvolve o produto, materializa-o modelando na tradição plana entre traços e papéis, ou formatando forma e volume diretamente num manequim gerando a realidade tridimensional, dita moulage, e esta tridimensionalidade manual está agora também na modelagem digital, que oferece oportunidade técnicas e artísticas. Este é o universo de Ana Lúcia Niepceron, onde desenha e costura outros mundos gerando a oportunidade profissional para a nova geração. “Fazer a juventude perceber que o estudo é essencial para buscar experiência, é fundamental”, diz ela, com a tranquilidade do saber feito de experiência. Acerca da tecnologia digital, tanto na modelagem quanto no corte, como a que a Lectra oferece ao mercado, ela diz ser “uma tecnologia que vem para somar e ajudar a produzir sem desperdício e mais qualidade. Uma tecnologia direcionada à engenharia do produto”. Ela modela novos talentos com a pedagogia do olhar que promove o interesse de criar. A sua simpatia e o seu profissionalismo conquistam plateias e qualquer pessoa que converse com ela. [Fotos: Instituto Orbitato]


ESTAMPARIA, MODA E TÊXTIL Estamparia Moda

estamparia moda & têxtil digital

Têxtil Digital

IMAGINE Transfer a sua criatividade com a qualidade das

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CORES J-TECK em pequenos e grandes negócios: do artesanato à indústria

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Do interior da caatinga à grande metrópole, passando pelas sulancas [feiras livres de tecidos e vestuário], lá está a prensa, o papel para transferência de estampa e o tecido... E é só isso? Não, o mundo da termotransferência abrange todo o tipo de objetos além da estamparia em tecido: canecas, lápis, canetas, porta-chaves e/ou retratos, bottons, copos, etc., são alguns exemplos. Como a preparação do Papel Transfer, ou seja, a gravação da estampa a ser transferida, pode ser do tipo serigráfico, gráfico [offset e outros] ou digital, a amplitude dos negócios gerados neste sistema 180 m2 / hora de velocidade em Impressão transformou a velha e sempre remoçada prensa em um segmento artesanal e industrial. Papyrus G5 / d.gen é a recente de edição dasvárias impressoras Com a possibilidade demais aplicação cores na produção direct-to-paper para produção em alta velocidade em de peças únicas, e mesmo personalizadas, o Transfer movimenta sublimação. É um sistema de produção integrado (inclui confecções, pequenas estamparias de fundo de quintal e grandes alimentação papel de transferência combinado) que conta pois, além da detradicional prensa para Transfer ePeça-a-Peça o mercado dispõegeração de máquinas para Transfer Contínuo. com a última de cabeças Ricoh Gen5 que garantem Seja no/ Brasil ou em outros países,com o Transfer estampa sob 180 m2 h de velocidade de impressão operacionalidade encomenda mercantil ou por ideal artístico precisando somente estabilizada. deum pequeno espaço para as operações. Assim como em São Paulo e Blumenau, já observamos no Rio de Janeiro e em Curitiba, Confira o lançamento da Papyrus G5 no stand da J-Teck como em Recife, Caruaru e Fortaleza, a presença da Prensa de Global durante a FTECNOTEXTIL, em São Paulo [7 a 10 de Transfer em feiras livres produzindo estampas personalizadas, após Abril / Expo Center Norte]. ser gerado o motivo por foto digitalizada em computador portátil e gravada no papel especial por impressora jato-de-tinta ou laser: é [www.j-teck3.com.br ] queJ-Teck o custo operacional é mínimo e o lucro é um incentivo.

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Lectra

Fashion PLM V4

agiliza desenvolvimento de produto do planejamento à terceirização

Especializada em soluções integradas de tecnologia para indústrias que utilizam materiais macios, tecidos, couros, têxteis técnicos e materiais compósitos, a Lectra anunciou o Fashion PLM V4. A crescente complexidade da indústria da moda força as empresas a se transformarem do tradicional aos mais recentes modelos de negócios. "Lectra Fashion PLM foi desenvolvido para melhorar o trabalho em equipe, desde a concepção à produção e para ajudar as empresas de moda construir melhores produtos mais rapidamente ao impulsionar o desempenho geral do negócio", disse Anastasia Charbin, diretora de marketing da Lectra para moda e vestuário. Para construir esta nova versão Lectra Fashion PLM, que incide fortemente sobre o planejamento recolha e gestão de calendário, as equipes em No que agoraLectra se de dizP&D o trabalharam Outro Transfer, parceria a empresa sul-coreana i.e., a Estampa porcom Sublimação em tecidos Samsung-Cheil Industries e a francesa superficialmente tratados – envernizados para DBApparel. ancorarem a tinta especialmente formulada –, ou Construir uma coleção rentável e endereçar as tendências sazonais, as expectativas do de polyester, ou de malha mista, é um processo consumidor e restrições de tempo sólido que vira gás/vapor sem atingir o estado é um desafio complexo. Com a nova gestão líquido; um processo vez mais de coleta do Lectracada Fashion PLM,eletroeletrônico as empresas têm uma visão dinâmica financeira para gerirnão já denominado de Têxtil Digital. Entretanto, eficazmente a sua oferta de deixa de ser uma termotransferência. produtos.

Em ambos os casos, o Transfer e o Têxtil Digital, PLM / Gerenciamento do Ciclo empreendedoras de Vida agitam milhares de pessoas que de um Produto [PLM, ou Product Lifecycle Management], em minúsculos espaços dão asas à criatividade, e i.e., da criação ao planejamento, confecção e venda ou sem terceirização]. fazem[com o mesmo na área industrial. P&D / Pesquisa & Desenvolvimento [do inglês R&D, q.s., Research & Development].

Fontes: Este artigo foi escrito observando os stands da Mogk, J-Teck Brasil, Embaplan, Chigueto, Roland DG, Papeis Havir, Fremplast, nos eventos Serigrafia/FutureTextil [São Paulo] e Maquintex / Signs Nordeste / Femicc [Fortaleza], de 2015, além do resgate de imagem da Quinprint.

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Revista Impressão & Cores · Abril · 88


REGISTRO

Que tipo de prensa térmica pode ser utilizada para fazer sublimação digital? Pode ser utilizada qualquer prensa térmica para este fim, desde que respeitados temperatura e pressão para a transferência. Quanto tempo é necessário para o processo? Depende do material, a condição da sua prensa térmica, tipo do papel, do material, e até mesmo a altura em que você se encontra, tudo afeta na duração do processo. Qual é a temperatura ideal para o processo? Habitualmente, a temperatura é 200 graus celsius, porém, dependendo do material a ser estampado a temperatura pode variar. Qual é o papel apropriado? Recomenda-se o papel tratado, próprio para sublimação digital, podendo também ser utilizado o papel monolúcido. Não é recomendada a utilização do papel sulfite comum. Qual é a diferença entre sublimação digital e estamparia tradicional? É a dispensa do fotolito e das telas de serigrafia (silk-screen). A sublimação digital é um processo com maior rapidez e qualidade de impressão, podendo ter uma maior gama de cores e imagens com resolução fotográfica. Permite também fazer estampas exclusivas em unidades, podendo-se personalizar. Ainda: a quantidade de funcionários para a sublimação digital é muito menor, tendo em vista que exige menos processos. Quais são os produtos que a J-Teck comercializa? Tintas sublimáticas digitais, impressoras de grande formato D-Gen e E-Jet, papel e toalhas para sublimação, cartuchos, chips, entre outros. Quais são as vantagens do processo de sublimação digital em tecido usando a tinta J-Teck? Cores vivas e fortes, especialmente no preto e no vermelho; excelente ancoragem da tinta no tecido permitindo passar, dobrar, lavar, sem perder a intensidade da cor; mantém o caimento do tecido; alta resistência à temperatura; processo ecologicamente correto. O que é tinta sublimática digital? É a tinta para papel transfer e impressão direta em tecidos utilizando plotters com cabeça de impressão piezo Epson, Mimaki, Roland, Mutoh, Prismajet, Xerox, E-Jet, D-Gen, etc.

Dados Acerca Da Tinta Sublimática Quais são as características da tinta sublimática J-Teck? Ecologicamente correto e à base d´água; isenta de fenóis; cores fortes e vibrantes: preto bem preto, vermelho bem vermelho; alta secagem. Rendimento: com 1 litro imprime-se muito. Formulada com nanotecnologia, o que evita entupimento na cabeça de impressão: neste processo, as moléculas da tinta são muito pequenas proporcionando maior fluidez e melhora da vida útil das peças. Com a Tecnologia Cluster obtêm-se partículas polidas de igual tamanho: com a mesma quantidade de pigmento elas movem-se igualmente por serem estáveis e não aleatórias. Resultado? Maior estabilidade e impressão em plotters de alta velocidade. Quais os materiais que podem receber o transfer sublimático? Superfícies que contenham em sua composição no mínimo 50% de poliéster ou possuam tratamento à base de poliéster. Ex: Canecas, tecidos, bottons. etc. A estampa sai ao lavar o tecido? A tinta somente irá sair do tecido no caso de tecidos impróprios para a sublimação digital ou de tintas de má qualidade. A impressão fica dura ou racha? Não. Como a tinta sublimática digital adere à fibra do tecido, este fica sem nenhum toque. Para que utilizar um software/softrip de impressão? É para facilitar o comando de impressão, gerenciamento de cores, calculo de custo de m², etc. Recomendamos a utilização do software Wasatch. Em quais cabeças de impressão a tinta J-Teck pode ser utilizada? Cabeças DX4, DX5, DX6, DX7 e, agora, a J-Teck criou as tintas J-Cube para as cabeças de impressão Ricoh, Kyocera. A J-Teck fornece suas fichas FISPQ? Fornece sim, confira: J-ECO [Absolute Black, Extra Yellow, Yellow, Extra Magenta, Magenta, Extra Cyan, Cyan]. J-Next [Dark Black, Ultra Light Black, Special Black, Yellow, Extra Yellow, Grey, Magenta, Extra Magenta, Light Magenta, Cyan, Extra Cyan, Light Cyan].

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J-Teck

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ENCONTRO DE MODELAGEM

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Espaço lotado com convidados e inscritos, aconteceu o 1º Encontro de Modelagem promovido pela LECTRA, no dia 19 de Setembro, no Instituto SENAI de Tecnologia, em Blumenau. O evento teve o apoio institucional do sistema FIESC/SENAI e da Associação Brasileira de Indústria Têxtil (ABIT). Com a recepção e a palestra “o futuro da indústria de confecção”, Daniella Ambrogi, da Lectra, abriu os trabalhos, e a sessão continuou com Marcelo Prado, do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI), com a consultora de produto Giselle Araújo, a consultora e professora Ana Lúcia Niepceron, e depois José Ribeiro, especialista Lectra em modelagem. Uma mesa redonda sobre a “Importância da Modelagem no Processo Industrial”, mediada por Silvia Boriello (da revista Costura Perfeita) e com participações de Ramam Perez (Deliz), Daniela Martinello (Lamoda), Joner Farias (Lunelli), Fábio Mafioletti (Malwee), Fabiana Spach (Kyly) e Luara Proença (Shoulder), permitiu o intercâmbios de ideias e experiências pessoas e corporativas, o que já iniciado com a palestra “Caso de Sucesso: Lança Perfume”, de Daniela Martinello. A rematar, o workshop “Processo Colaborativo entre Criação e Modelagem” dirigido por Julia Olivo e Cristina Gonçalves, especialistas Lectra em modelagem e design, respectivamente. Mais do que importante, o Encontro de Modelagem para especialistas e estudantes, empresários e professores, proporcionou à Lectra demonstrar a eficácia das suas tecnologias de modelagem e corte digital contribuindo para a melhoria do produto e a qualidade de trabalho.

HOMENAGEM

João Barcellos Homenagem à Solidariedade

Senhoras e Senhores: Hoje celebramos o ato de ser e de estar de um intelectual que nos ensina diariamente a construir laços solidários em prol da humanidade: João Barcellos. Este luso-brasileiro, que desde os tempos dos Cadernos Poesia, no Rio de Janeiro, ficou conhecido por ser universalista e editorialmente independente, continuou a sua saga de lenda cultural pela América Latina fazendo de São Paulo a sua casa. Além de romance, poesia, história, contos e ensaios, centenas de prefácios, João Barcellos publicou, com a TerraNova Comunic e a Ed Edicon, no Brasil e Portugal, uma série de livros técnicos e atua na imprensa especializada a par da exibição de conteúdos em palestras para professorado e empresariado – a saber: Comunicação Visual [2008]; Estamparia [2010]; Do Fabuloso Araçoiaba Ao Brasil Industrial [2011]; Imagem Especializada [2012]; Indústria Digital [2013 + palestra, 2013-2015]; Alquimia, Moda & Comunicação Visual [2014] e Sustentabilidade [palestra, 2014 e 2015]. João Barcellos é co-fundador [2008] da Revista Impressão & Cores e foi co-fundador/editor do jornal O Serigráfico [1996-2007], do Science and Education [Dublin], do En Vivo y Arte [Barcelona] e da revista Vida & Construção, entre outros. Membro do Grupo de Debates Noética (Brasil e Argentina) e do Centro de Estudos do Humanismo Crítico (Guimarães-Portugal), ele é o coordenador das coletâneas Palavras Essenciais (11 volumes) e Debates Paralelos (10 volumes), além de alguns saraus líterohistóricos.

Senhoras e Senhores: Celebrar o trabalho social e profissional de João Barcellos é celebrar o intelectual que vai a campo em busca de informações para formatar obras de cunho tecnológico e historiográfico, a par da generosidade com que repassa os seus conhecimentos a novos talentos literários latino-americanos. Singela mas autêntica, eis a nossa homenagem à solidariedade social e profissional deste amigo e mestre que honra a luso-brasilidade. Mário Gonçalves de Castro, Em nome de Amigos e do Grupo de Técnicos em Artes Visuais Embu das Artes, SP, Agosto de 2015.

NOTA 1- Profissionais das principais empresas da área Têxtil/Moda e da Comunicação Visual, em geral, manifestaram gratidão pelo trabalho literário e jornalístico de João Barcellos. Em nome do grupo que concebeu a homenagem aqui fica o nosso agradecimento por tal reconhecimento. 2- A foto reproduzida neste artigo é de Marcelo Rolim, da Realize Fotografia.

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REPORTAGEM

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CAPA

Fibras d´Algodão & Moda Fibra natural mais utilizada na história da humanidade, “o algodão tem características catingueiras que os povos nativos souberam aproveitar ao máximo na fiação e tecelagem, na alimentação e na medicina preventiva.

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O nordeste brasileiro, nas suas áreas de agreste, tem recursos naturais que possibilitam grande produção, e em qualidade, de algodão para solucionar a demanda nacional” [João Barcellos – in bate papo pós palestra ´Ryo Siará, algodão, couro, tinta & moda´; Maquintex, Fortaleza-CE, Ag. 2015]. O que é preciso? Investimento na ciência e na educação. E muita pesquisa direcionada vem sendo feita no campo do algodão branco e do algodão colorido... A revista Crop Science noticiou, e teve grande eco internacional, que pesquisadores da Embrapa selecionaram linhagens de algodão de fibra longa e trabalharam em adaptação às condições de lavoura no cerrado nordestino. Durante o estudo foi obtida uma alta porcentagem de progênies [plantas filhas] de comprimento superior a 32 mm. O algodão de fibra longa permite a produção de fios mais finos usados pela indústria têxtil na confecção de tecidos de luxo e linhas de costura. Como somente 3% da produção mundial de algodão é de fibras longas, ou extralongas, e esta concentrada na América do Norte, Peru e Egito, a possibilidade encontrada pelos cientistas brasileiros abre nos horizontes para “o algodão brasileiro que, há milhares de anos, é nativo e caatingueiro” [João Barcellos – in ´Moda Agreste: entre a Lã e o Couro, a Comunicação Visual na Moda de um Povo que o é por Cultura própria´; palestra, 2015]. O certo é que o ouro branco nunca ficou longe do povo do agreste, mas só recentemente – e o apelo veio dos segmentos da Moda, que nada tem de supérfluo... – estudos aprofundados o foram recuperar para os campos semiáridos de solo raso. As pesquisas para selecionar as linhagens de fibra longa tiveram início em 2008, com o cruzamento das cultivares Guazuncho 2, escolhida pela capacidade de produção, e Acala SJ4, pelo comprimento longo da fibra; do cruzamento foram selecionadas as plantas com maior comprimento de fibra. “Nós avaliamos cerca de 600 plantas no Laboratório de Fibras e Fios, sempre selecionando aquelas com maior comprimento de fibra e eliminando as outras. Ao final do experimento, chegamos a 35 linhagens, sendo grande parte de comprimento entre 32 e 34,1 mm”, declarou o pesquisador da Luiz Paulo de Carvalho, da unidade pernambucana da Embrapa Algodão. Durante a pesquisa observou-se um ganho genético para o comprimento de fibra em torno de 7%. “Isso indica que podemos chegar a uma cultivar de algodão herbáceo de comprimento de fibra próximo aos algodões de fibra extralonga comercializados atualmente a partir de G. hirsurtum” [Carvalho, idem]. O que isto significa, hoje? Que a área mercantil do algodão, tanto o branco quanto o naturalmente colorido, tem um espaço aberto para fazer o agreste retornar à febre do ouro branco de forma sustentável.

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Fontes: Embrapa Algodão, Crop Science Society of America, Revista Impressão& Cores, FCEM e imprensa nordestina. Fotos: web e Alexandre Oliveira.

Grupo

JK

Um super grupo empresarial que aposta na inovação é formado agora com a J-Teck3, a Kiian Digital e a Sawgrass. “É com imenso prazer que a J-Teck Brasil informa que o Grupo JK (J-Teck e Kiian) anuncia a aquisição da empresa Sawgrass, que opera com a tinta de sublimação digital e pigmentada para o segmento têxtil”, informa a empresa brasileira. O contentamento não é para menos: Esta aliança traz aos produtos das 3 marcas uma sinergia significante. Elas atuam separadamente, são independentes umas

das outras. Como diz Dennis Wilby, o presidente do grupo JK: “Seguindo a combinação das marcas J-Teck e Kiian Digital no último ano, a adição da Sawgrass no grupo trouxe posição de liderança no setor da sublimação digital”. E de tal maneira que a J-Teck atinge maior liderança no mercado da sublimação digital mantendo a maior qualidade de seus produtos e expandindo o mercado internacional. Enquanto mantém a alta tecnologia aplicada, a J-Teck Global traz aos seus clientes e interessados o melhor da sublimação digital.


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6 a 9 de Abril de 2016 Expo Center Norte Pavilhão Branco | São Paulo

COMUNICAÇÃO VISUAL SINALIZAÇÃO

Uma das peças mais procuradas em eventos é aquele botãozinho metálico com uma das faces que serve de base para sinalizar o próprio evento... No entanto, o botton tornouse famoso, primeiro, entre os políticos norte-americanos, que nos Anos 50 o utilizaram em grande escala para informar e divulgar siglas e programas partidários; segundo, nos Anos 60 e 70, entre a turma revoltada, mas sem causa, ou, que causava por nada e por tudo, só para aparecer – e, terceiro, entre os Anos 70 e 80, para sinalizar ideias alternativas ao consumismo político tendo artistas do cinema e da música como principais portadores do objeto. Também, entre os Sécs 20 e 21, o Botton tornou-se objeto de consumo na área de turismo e eventos corporativos. Redondas ou quadradas, as peças são estampadas por vários métodos (serigrafia, transfer, etc.) e ajudam a divulgar identidades geossociais favorecendo o turismo cultural e empresarial. Eis que o Botton é uma genuína peça de propaganda, tem um custo baixo de confecção a começar pelas prensas e insumos, e exige somente treino e criatividade.

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Artigo escrito com base na apresentação da Máquina de Bottons, da empresa brasileira


TECNOLOGIA

Eis aqui a importância dos institutos de tecnologia no sistema FIESC/SENAI, escolas que vêm contribuindo decisivamente para o progresso do Brasil no fomento de mão-deobra especializada e na reciclagem de parte do empresariado que ainda atua como autodidata em meio a processos de aplicação científica de última geração.

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a sua criatividade com asublime qualidade das uma tentação

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Global durante a FTECNOTEXTIL, em São Paulo [7 a 10 de

Abril / Expo Center Norte].

Esta matéria é para lembrar que se deve sempre consultar especialistas em

equipamentos, ferramentas, tintas e emulsões, quando se trata de serigrafia, porque

J-Teck [www.j-teck3.com.br ] esta velha arte de estampar costuma castigar picaretas e gente mal intencionada. Fone 47-3267.8400

Maria C. Arruda – professora e serigrafista. Floripa/SC.

Lectra

Fashion PLM V4

agiliza desenvolvimento de produto do planejamento à terceirização

CalcTEX

Especializada em soluções integradas de tecnologia para indústrias que utilizam materiais macios, tecidos, couros, têxteis técnicos e materiais compósitos, a Lectra Calcular a projeção anunciou o Fashion PLM V4. de A crescente complexidade da para indústria da gastos e ganhos otimizar moda força as a se transformarem a empresas decisão final na cadeia têxtil do tradicional aos mais recentes modelos de é um exercício de velocidade negócios. "Lectra Fashion PLM foi e conhecimento, diz Márcio desenvolvido para melhorarcomo o trabalho em equipe, desde concepção produção Belli, aque acaba àde lançare no para ajudar as empresas de moda construir mercado o aplicativo CalcTEX melhores produtos mais rapidamente ao smartphones. No caso impulsionar o para desempenho geral do negócio", dissedeAnastasia diretora de tecidos,Charbin, o aplicativo calcula marketing da Lectra para moda e vestuário. e valida a largura, gramatura, Para construir esta nova versão Lectra rendimento por metrosobre e metro Fashion PLM, que incide fortemente o etc., de o calendário, quer facilita planejamentoquadrado, recolha e gestão as equipesmuito Lectraadevida P&Dno trabalharam cotidiano em têxtil. parceria com abelli.com.br/calctex empresa sul-coreana e Acesse Samsung-Cheil Industries e a francesa saiba mais sobre este aplicativo. DBApparel. Construir uma coleção rentável e endereçar as tendências sazonais, as expectativas do consumidor e restrições de tempo é um desafio complexo. Com a nova gestão de coleta do Lectra Fashion PLM, as empresas têm uma visão dinâmica financeira para gerir eficazmente a sua oferta de produtos.

po.org

Nanotecnologia & moda

Tendo em mente o material a ser impresso, por exemplo, tecido de algodão – o mais popular entre serigrafistas, deve-se escolher o motivo, ou desenho, que será a estampa. Com o desenho ou foto em mãos, inicia-se a confecção da matriz: quadro de madeira (ou metal), tela e emulsão. A matriz serigráfica é o conjunto quadro-telaemulsão-desenho. O que difere a serigrafia [ou silk-screen] de outros processos de estamparia é o custo da matriz, por isso, deve-se observar uma produção razoável para compensar o processo. No caso de estampa colorida, o processo é a quadricromia – i.e., 4 cores e uma matriz para cada uma delas. Feita a queima [registro do desenho na emulsão] e a revelação [lavagem da tela para fazer surgir o desenho fotografado], coloque a matriz sobre o tecido já esticado na mesa, coloque a tinta e puxe o 180 m2 / hora de velocidade em Impressão rodo... Basicamente, isto é o trabalho serigrafista. No entanto, não é tão simples: da escolha do tecido ou do objeto a Papyrus[silkar] G5 / d.gen é a pronta, mais recente edição das impressoras serigrafar à matriz é preciso escolher a tela e emulsão direct-to-paper paraadequadas produção emao alta velocidade em como a tinta. [mais sensibilizante] trabalho, assim É um sistema de produção (inclui Porsublimação. exemplo: no caso da emulsão, se aintegrado aplicação na tela não for alimentação de papel de transferência combinado) quenão conta uniforme não haverá qualidade na estampa; e se aetela for bem limpa outros problemas surgirão. Sergarantem serigrafista é com[desengraxada] a última geração de cabeças Ricoh Gen5 que tarefa conhecimentos e experiência. Ora, serigrafia não é 180que m2 /exige h de velocidade de impressão com operacionalidade puxar o rodo, é uma tecnologia de impressão. Talvez a mais antiga estabilizada. no âmbito da civilização humana. Então, se a sua ideia é serigrafar/silkar, informe-se com fabricanConfira o lançamento da Papyrus G5 no stand da J-Teck tes de equipamentos e de tintas e emulsões, seja serigrafista a sério.

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8

PLM / Gerenciamento do Ciclo de Vida de um Produto [PLM, ou Product Lifecycle Management], i.e., da criação ao planejamento, confecção e venda [com ou sem terceirização]. P&D / Pesquisa & Desenvolvimento [do inglês R&D, q.s., Research & Development].

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MPaine aleza, 20 Fort

1º ENCONTRO de Modelagem 19 de Setembro Blumenau/SC

Tampografia Gráficos Têxtil Sinalização

estamparia moda & têxtil digital

Estamparia

Estampa IMAGINE

RevistaImpressão&Cores-ed93.pdf

Notícias do Meio Gráfico, Moda & Têxtil // Comunicação Visual

ESTAMPARIA, MODA E TÊXTIL

Sinalização Digital

Acabamentos

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IMPRESSÃO CORES

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“A moda é mais interativa e coleções surgem do olhar de quem compra, não mais do desejo de consumo massivo anteriormente direcionado pela indústria; e aqui entra a tecnologia, a pesquisa, o teste”, observou Dutra.

ISSN 2176-1345 | Distribuição Gratuita

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Pesquisa & Teste

O trato científico do objeto enquanto suporte para aplicação industrial, no ramo têxtil, ainda obtém resistência... É preciso “situar a indústria no contexto das novas tecnologias que permitem a produção de suportes com matérias-primas diferenciadas e ecologicamente adequadas” à era do mercado sustentável. Quem o diz é Fábio Dutra, especialista do Instituto SENAI de Tecnologia. Em conversa com o historiador e editor João Barcellos num dos intervalos do Encontro de Modelagem Lectra [Blumenau, 19.9.2015], o especialista lembrou uma bandeira do encontro: “moda é diálogo”. E quando se fala de diálogo no campo industrial e artístico de têxtil e vestuário devemos lembrar que a moda não dita mais comportamento de consumo: hoje, através do varejo, é o[a] consumidor[a] quem faz o impacto mercantil.

Ano VIII - Edição nº 93 - Setembro 2015

RevistaImpressão&Cores-ed94.pdf

FábioDutra

MAGDA SENTO SÉ: Sensações visuais em padrão poético

[8] IC88.indd 8

Revista Impressão & Cores · Abril · 88

27/03/2015 20:03:16

N. do E.: Em troca de titulagem, a edição de Setembro publicou o texto “Estampa Digital: uma sublime tentação”, mas o conteúdo e o título eram “Serigrafia: Como fazer?”, da profª e serigrafista Maria C. Arruda, por isso as nossas desculpas.

Impressao_Cores_c15_ad2__10x13cm_INTL_port.indd 1

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Revista Impressão & Cores | Edição 94  
Revista Impressão & Cores | Edição 94  

Edição 94 - Ano VIII - Outubro de 2015

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