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AGRADECIMENTOS

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Alan Mariano da Silva Daniela de Souza Gomes Emanuell Teixeira Carvalho Gabriel W. Bandeira Soares Hevellin F. Aguiar e Ferraz Renê Victor Milagres Samuel da Silva Guimarães Tassiana C. Rios de Oliveira

Diretor Vice-Presidente da Gestão 2016 Diretora de Comunicação da Gestão 2016 Gerente de Comunicação da Gestão 2016/1 Gerente de Comunicação da Gestão 2016 Diretora Comercial da Gestão 2016/2 Gerente de Comunicação da Gestão 2016 Conselheiro Consultivo da Gestão 2016 Gerente de Projetos da Gestão 2016

Além dos próprios colaboradores, devemos agradecer também aos professores do curso de Computação da UFV e à todo o Departamento de Informática por nos prover os recursos necessários para a existência da empresa desde os primeiros passos dela, bem como a todo apoio. Agradecemos em especial aos professores que nos deram seus depoimentos sobre a história da empresa no decorrer dos anos e sua relação com o departamento. Sem vocês nada disso seria possível!

Alexandre Caixeta Araujo Alexandre Caramachi Arthur Souza Carlos Emílio Barbosa Claudinei de Oliveira Junior Diego Wakin Edmar Hell Kampke Étorre Buzzo Fábio Ribeiro Cerqueira Gabriel Chequer Guilherme de Oliveira Raminho Ivo Furtado Santiago Jhoney Lopes João Paulo Peixoto de Amorim Kaabah Di Lacerda

Leo Gazzola Leonardo Fernandes Coelho Lemos Levi Lelis Luan Noé Paes Lucas Silva Luciana Mara Freita Diniz Pedro Mariani Pedro Silva (Bola) Ramon Pimentel Sala Ricardo Bernardo dos Santos Rodrigo Fuscaldi Romario Brunes Will Ferreira Victor M. de Mendonça Noventa Vinci Amorim

Por fim, a todos que indiretamente fizeram parte desse projetos, sejam eles colaboradores da No Bugs ou do MEJ brasileiro, estudantes ou funcionários da Universidade Federal de Viçosa ou cidadãos da cidade de Viçosa. A vocês, nosso muito obrigado!

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Primeiramente, agradeçemos aos colaboradores da empresa envolvidos diretamente na criação do livro através de muito trabalho. São eles:

Ainda, não poderíamos deixar de agradecer aos nossos pós-juniores, que fizeram desses 20 anos possíveis. Agradecemos, em especial, àqueles que contribuíram na criação desse livro, enviando suas memórias de suas passagens na Empresa, seja por meio de conversas, de áudios, textos ou imagens. São eles:

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o se pensar em escrever um livro podemos não imaginar quão grande essa tarefa pode ser. E mais ainda, podemos não imaginar o quão mais difícil ela se torna sem o auxílio de pessoas que se propõem, sem nada a receber, a contribuir com a criação dele. Por sorte, a No Bugs possui uma rede de colaboradores, ex-colaboradores, professores e amigos totalmente dispostos a fazer com que suas empreitadas funcionem e deem resultados. Sendo assim, devemos agradecer a todos envolvidos na confecção deste livro.


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ÍNDICE 06 07 10 13 17 21 25 30 37 42 48 56 64 70 74

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Introdução 1996 - 1997 1998 - 1999 2000 - 2001 2002 - 2003 2004 - 2005 2006 - 2007 2008 - 2009 2010 - 2011 2012 - 2013 2014 - 2015 2016 Gub Coliseu Making of


/INTRODUÇÃO 06 pg |

O | Capítulo /Introdução

Em 1967 na vila de Cergy, França, surgiu uma ideia que mudaria talvez não ainda todo o mundo, mais o mundo de muitas gerações de pessoas sonhadoras. Neste local e ano, do sonho de alguns poucos estudantes da Escola Superior de Ciências Econômicas e Comerciais (École Supérieure des Sciences Economiques et Commerciales no idioma original) surgiu a primeira empresa júnior do mundo, a Junior ESSEC Conseil. Desse primeiro passo, não demorou muito para a formação de muitas empresas na França, resultando a primeira confederação de empresas juniores, e de lá, os ideais de uma empresa júnior iriam para o resto do mundo. “No Brasil em 1988, a saga que essa mesma ideia percorreria nas mentes de nossos conterrâneos começou com a criação da EJFGV (Empresa Júnior Fundação Getulio Vargas), em São Paulo. Tão grande quanto o Brasil, o empenho dos universitários espalhados por todo o nosso país se contagiou com a nova oportunidade de mostrar ao mundo do que somos capazes. Esse empenho chegou de carona em Viçosa em 1993, com a fundação das primeiras empresas juniores tais como: Alimentos Jr, Empresa Júnior de Consultoria Florestal, Empresa Júnior de Economia e CACE Empresa Júnior de Administração. Por fim, depois de cruzar o atlântico e se espalhar de São Paulo até o interior da Zona da Mata, em 28 de Março de 1996 surgiria a semente da qual a No Bugs brotaria. Durante aproximadamente nove meses, de março até 20 de dezembro de 1996, depois de muitas correções no primeiro estatuto e trâmites legais na UFV, foi oficialmente fundada a No Bugs - Empresa Júnior de Informática. É como uma ode a esses 20 anos de história que se passaram que nasce esse livro.


/1996 - 1997

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o final de 1995 dois alunos de ciência da computação se conheceram. Apresentados por um dos seus professores eles passariam a ser amigos logo em seguida. Filhos de pessoas também da área, logo entrariam em um projeto juntos. No começo do ano seguinte, juntos eles fariam um site que mudaria a vida deles e começariam uma empresa inovadora.

Em 1996 as empresas juniores não possuíam o amparo legal que possuem atualmente, dessa forma a No Bugs foi enquadrada dentro do Programa Gilberto Melo, que tinha como objetivo de treinar estudantes em aspectos práticos de suas futuras profissões

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Primeira Logo

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até então chamada somente de empresa júnior de informática. Para isso foi realizado um concurso para encontrar um nome e uma logomarca, cujo vencedor foi o então colaborador e o futuro professor Fábio Ribeiro Cerqueira.

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Bem, esse não foi o começo da No Bugs. Essa foi a história do começo do Google. Mas por mais que não tenhamos sido fundados por Larry Page e Sergey Brin, tivemos nossos próprios empreendedores. Nessa terrível época onde não existia Google, somente “Cade?” e “Alta Vista”, que os alunos Dário Vieira Conceição e outras 8 pessoas começariam a No Bugs. Tal empreendimento foi fruto de uma ideia do professor José Luís Braga do Departamento de Informática (DPI) da UFV. Dário e seus colegas da turma de 1993, que estava próxima de formar nesse ano, foram os intrépidos pioneiros que entraram de cabeça nesse projeto e, para tal, o ano de 96 foi repleto de desafios, principalmente quanto a documentação necessária para a fundação da empresa, e pelo fato da universidade estar passando por uma greve que foi de 16/04/1996 a 03/06/1996. Primeiramente, os documentos foram levados ao departamento do curso, onde a ideia foi aprovada pelo professor Heleno do Nascimento Santos, chefe do DPI na época, e encaminhado para a próxima instância: o Centro de Ciências Exatas (CCE). Com sorte, o CCE também aprovou o projeto, direcionando a jornada até o último desafio, a aprovação pela pró reitoria de extensão e cultura. Foi nessa instância que a burocracia se tornou mais densa, sendo principalmente complexa quanto ao estatuto da empresa. O mesmo teve de sofrer 4 modificações, num vai e vem entre os fundadores e a pró reitoria, até ser finalmente aprovado no final do ano, e encaminhado finalmente para o reitor, completando a fundação no dia 20 de dezembro de 1996. O próximo passo seria a construção da identidade da empresa,

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Durante todo esse período de edificação da empresa, a única coisa que realmente não possuíamos era um edifício para chamar de sede. A primeira habitação, que foi temporária, era junto ao DPI que se localizava em um dos prédios do atual Centro de Ensino e Extensão (CEE). Como o espaço era reduzido, logo fomos realocados para uma casa na Vila Gianetti coabitada pela equipe de outro projeto da universidade. Já em janeiro de 97, a primeira reunião geral depois da fundação foi feita com a presença de vários alunos de informática e do chefe do DPI daquele ano, Luiz Carlos de Abreu Albuquerque. Nessa reunião foi eleita a diretoria executiva da gestão de 1997, e formalizando a divisão das diretorias da empresa.

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“ O objetivo principal da empresa júnior na época, e creio ainda ser, era difundir o aprendizado entre os alunos e fomentar o empreendedorismo e acredito que o ano de 1997 foi um excelente pontapé para isso”. Ricardo Bernardo dos Santos, Presidente de 1997 A gestão foi então composta pelos seguintes departamentos: Diretoria Presidência, Financeira, Técnica, Diretoria de Marketing, Relações Públicas e de Projetos, além do Conselho Administrativo, que contava com a participação do professor José Luis sendo professor orientador. Ainda nesse ano, a empresa abriu sua primeira conta bancária, uma poupança azul na Caixa Econômica Federal. A partir daí, ao longo dessa gestão houveram vários investimentos nos colaboradores, como compra de livros sobre empreendedorismo e conhecimento técnico da área, cursos, e inclusive a inscrição no I Fórum Internacional de Empresas Júnior que aconteceu em Belo Horizonte, e um encontro de empresas em Recife, que rendeu uma viagem de 36 horas cheia de histórias.

Tais investimentos foram resultado dos projetos realizados até então, como cursos de extensão em informática básica ministrados por empresários juniores como Paulo Márcio, confecção de apostilas sobre Word, Excel e Power Point, que também eram ministrados como cursos, e até aulas certificadas de montagem de computadores. Todo o conhecimento adquirido foi aplicado no primeiro projeto documentado da No Bugs, a construção da rede local de computadores do Departamento de Tecnologia de Alimentos (DTA). Além desse, houveram outros como o sistema em Delphi 2.0 de controle nutricional de ração para gado feito, e o software de usuários e estoque para o provedor TD informática de Viçosa.

GUB EXPLICA O nome No Bugs, que pode ser traduzido como “sem erros”, vem do termo bug, existente desde que Thomas Edison o usou quando um inseto estragou os eletrônicos de um de seus inventos

Nessa época a sede da No Bugs não possuía muitos equipamentos, mas era suficiente para as reuniões, discussões e deliberações a respeito de projetos. Como disse Ricardo Bernardo dos Santos, presidente dessa gestão, “ O objetivo principal da empresa júnior na época, e creio ainda ser, era difundir o aprendizado entre os alunos e fomentar o empreendedorismo e acredito que o ano de 1997 foi um excelente pontapé para isso”.


Diretores

1997

Ricardo Bernardo dos Santos - Presidente Ludimila Monjardim Casagrande - Financeiro Lillian Oliveira de Moraes - Marketing Rodrigo Wellerson - Projetos Luigy de Freitas - Relações Públicas Edmar Edilton da Silva - Técnico Prof. José Luis Braga - Conselho Administrativo Ana Paula Ladeira - Conselho Administrativo Deisymar Botega Tavares - Conselho Administrativo Marco Antônio Oliveira Chaves - Conselho Administrativo

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Carta de Fundação


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/1998 - 1999

m ano depois da fundação, os colaboradores estavam engajados em fazer novos projetos, e tentar consolidar a recém-criada No Bugs. Nesse ano eles literalmente vestiram a camisa da empresa, estampando no peito pela primeira vez a nossa marca.

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Naquele tempo, na pequena casa 25 da Vila Gianetti, os poucos membros suavam a camisa trabalhando arduamente em vários projetos. Numa época de rápidos avanços em tecnologia, a No Bugs não ficava para trás, pois seus serviços utilizavam a versão mais recente do Borland Delphi. No mesmo ano projetamos e desenvolvemos um sistema de controle de estoque para a Drogaria Progresso.

GUB EXPLICA Borland Delphi era uma linguagem de programação criada em 1995, tendo como um de seus objetivos fornecer conexão ao banco de dados de forma simples, sendo muito famosa nessa época.

O tempo se passava e a nossa relação com a universidade se tornava mais próxima. A No Bugs teve seu primeiro endereço de e-mail com o domínio do departamento de informática, nobugs@dpi.ufv.br, que ainda seria usado por algum tempo. Ademais, foi ministrado um curso de Excel, Word, Internet e Introdução ao Windows 95 com apostilas para a pró-reitoria de administração e para os calouros do curso de informática (atual Ciência da Computação) com uma duração de 12 horas, além de um curso de banco de dados para capacitar os colaboradores da empresa ministrado por pós-juniores.


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Para expandir ainda mais a imagem da No Bugs no MEJ mineiro, a empresa percebeu que era hora de se federar à FEJEMG – Federação de Empresas Juniores de Minas Gerais e assim, iniciaram o processo e fecharam bem o ano. Para o começo do novo ano, resolvemos fazer também uma nova Homepage para a empresa. Nesse mesmo ritmo, participamos da organização do EMEJ 2000, com a confecção do site do evento, além de fazer uma homepage para a Cemp Jr, estreitando as relações no MEJ.

GUB EXPLICA Cemp jr é o nome antigo da CEEMPRE, a Central de Empresas Juniores de Viçosa.

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Muitas decisões de gestão também foram tomadas, como a definição do horário semanal para reunião geral e a confecção das novas carteirinhas que já estavam sendo utilizadas desde a gestão passada. As carteirinhas funcionavam como associações a entidade, os alunos interessados em participar da empresa pagavam uma taxa e recebiam essa carteirinha que garantia benefícios a ele, como descontos em alguns estabelecimentos, descontos estes que seriam expandidos nas próximas gestões. Algumas burocracias ainda estavam sendo resolvidas como o pedido do CGC (termo da época para CNPJ) que formalizaria a No Bugs como pessoa jurídica. Nesse mesmo âmbito, alteramos o Estatuto quanto aos bens da No Bugs, garantindo que a UFV ficasse com os bens da empresa em caso de extinção da mesma. Para consolidar ainda mais a empresa na UFV e expandir sua imagem, a No Bugs enviou aos departamentos da universidade, cartas de divulgação, expondo os serviços oferecidos por ela. Além de realizar uma apresentação e um debate na IV Semana de Informática sobre empresa júnior, a No Bugs concedeu uma entrevista à TV Viçosa acerca do mesmo tema.

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Primeiro site feito pela No Bugs


Outro projeto que se destacou no mesmo ano foi o desenvolvimento de sistema feito para CD-ROM, contendo artigos da revista Sociedade Brasileira de Economia e Sociologia Rural (SOBER). Tal serviço foi feito ao longo de trabalhosos três meses e meio, em que todos os artigos tiveram de ter suas informações básicas como autor, assunto, entre outras, inseridas manualmente no sistema. Além disso, foram necessárias 3000 cópias em CD-ROM, sendo prensados por uma empresa terceirizada e pagos em dólar. Para a povoação do banco de dados e para a realização dos testes do disco final, foi realizada uma convocação de desenvolvimento, que consistia em um documento explicitando e descrevendo a necessidade de colaboradores para tais funções.

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Os poucos gravadores de CD que existiam naquela época não eram capazes de gravar muitos discos, então a tecnologia usada foi a de prensagem, mais eficiente e feita de forma industrial.

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Nesse período de muitos projetos, haviam trabalhos ligados a UFV como um sistema de conversão de arquivos para um pesquisador do campus, um software em Delphi de controle de estoque para o Departamento de Economia Rural, e mais um banco de dados para uma revista, dessa vez era “Ação Ambiental” ligada ao CEE. Com o aumento dos projetos, procurávamos uma maneira de documentar as coisas para que nada se perdesse e a gestão fosse facilitada, assim foi feita uma padronização de contatos e avisos internos. Por fim, para motivar os membros, buscou-se uma ampliação dos convênios da carteirinha, dentre eles curso de línguas e locadoras de filmes, trazendo mais benefícios para os sócios.

Diretores Gustavo da Rocha Barreto Pinto Ricardo Vieira Marques Fonseca Everton Rodrigues da Silva Ludimila Monjardim Casagrande Rachel Carlos Pereira Augusto Gonçalves Gomes Júnior Prof. Carlos de Castro Goulart Lecimaire Alzera Senra Soares Lillian Oliveira de Moraes Luigy de Freitas

1998 - - - - - - - - - -

Diretores André Luis Silva Thales Alves Boa Sorte Everton Rodrigues da Silva Railer Costa Freire Alfredo Ângelo Goicochea Alexandre Rocha Duarte Daniele Constant Guimarães Leandro Guimarães Nery Rachel Carlos Pereira

Presidente Financeiro Marketing Projetos Relações Publicas Técnico Conselho Administrativo Conselho Administrativo Conselho Administrativo Conselho Administrativo

1999 - - - - - - - - -

Presidente Financeiro Marketing Projetos RP Tecnico Conselho Administrativo Conselho Administrativo Conselho Administrativo


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/2000 - 2001

o 1º ano do 3º milênio da nossa era, o mundo foi atingido por um grande bug. Não obstante, a pequena cidade de Viçosa também estava sendo atingida e ninguém melhor para resolvê-los do que a No Bugs.

Neste ano, a empresa solucionou, a partir de um software, o grande problema da gestão da biblioteca setorial enfrentado pelo departamento de administração da UFV.

Também nesse ano foram confeccionadas 6 homepages para os seguintes departamentos de ciências humanas: economia, letras e artes, administração, economia doméstica, direito e educação e fechado um contrato para a manutenção de uma rede de computadores da Agromídia que foi cobrado por horas trabalhadas. Todos esses projetos foram feitos com os recursos escassos da sede da época, os dois computadores com processadores 386 DX 33Mhz da Intel, o que não era de se admirar considerando que o DPI ainda usava terminais de tela monocromática verde, em que o máximo de lazer que se podia ter era jogar Quake.

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Fora do mundo virtual porém, havia outro forma de lazer que eram as viagens até os eventos do Movimento empresa júnior (MEJ), como o Encontro mineiro de Empresas Juniores (EMEJ) e o Encontro Nacional de Empresas Juniores (ENEJ), mas nesse ano a No Bugs voou mais longe e compareceu a um encontro internacional de empresas juniores na Holanda. Novamente o ano novo e a nova gestão da empresa chegaram e em 2001 muitas coisas novas chegariam aos então chamados de sócios. A nova gestão encabeçada por Alexandre Carramaschi, diretor de marketing de 2000, seria marcada primeiramente com a mudança do organograma da empresa. O Departamento de Relações Públicas e o Departamento Técnico foram eliminados e as obrigações de todos os departamentos redividas, além de ser criado o departamento de Serviços Internos. Na reformulação foi aumentado também pela primeira vez o número de diretores por departamento, havendo 4 diretores de projetos, cada um focado mais em uma parte dos projetos, algo mais semelhante aos gerentes de projetos que existem hoje, assim como 5 diretores de serviços internos e 2 diretores financeiros, enquanto que para os outros a posição de diretor ainda era ocupada por uma pessoa somente.

O | Capítulo /2000 - 2001

Desde o fim de 1999 e no ano de 2000 um bug afetou vários computadores ao redor do mundo. Nessa época a representação dos anos era em muitos dispositivos feita apenas os últimos dígitos do ano, assim quando houve a virada de milênio muitos eletrônicos passaram a identificar o ano como 1900. Além disso, em outros casos ainda houve o problema onde a programação ignorava a regra do calendário gregoriano (anos divisíveis por 100 não são bissextos, com exceção para os divisíveis por 400) e considerava o ano como não bissexto, sendo que ele era.

Quake foi o primeiro jogo com todos os gráficos usando modelagem 3D, sendo que outros jogos utilizavam imagens em 2D e não possuíam total tridimensionalidade, impossibilitando por exemplo a capacidade de olhar para cima ou para baixo e ver outros jogadores em salas em diferentes alturas.

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Uma outra mudança feita foi a criação do Plano Diretor de Informatização (PDI) dividindo a empresa em subsistemas a serem estudados em grupos, propondo ideias de modelos de comunicação entre os subsistemas, e como essa área deveria ser trabalhada na No Bugs. Os subsistemas decididos foram: Subsistema de Pessoal, de Serviços, de Divulgação, Subsistema Técnico, e por fim, o Subsistema de Marketing. Uma greve ocorreu em 2001, assim como em 2000, mas desta vez tal estorvo geraria uma inovação, sendo a primeira vez que o programa trainee seria feito, com participação do futuro presidente Edmar Hell Kampke, sendo cada trainee acompanhado por um diretor.

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O | Capítulo /2000 - 2001

“Me lembro que procurei alguns professores perguntando se teria alguma atividade que eu pudesse ajudar, já que ficaria durante a greve em Viçosa. Eles me indicaram a No Bugs, procurei o presidente da época que me recebeu com muita atenção e pediu que ajudasse com algumas atividades bem básicas, como exemplo ficar de plantão na saudosa sede da Vila Gianetti…” Edmar Hell Kampe Uma última grande mudança desse ano foi a conquista de uma nova sede no CCE, sendo que durante todo a gestão foram feitos vários planejamentos para decisão do que fazer com a casa na Vila Gianetti e com a sala nova. A decisão tomada foi a de transformar a casa antiga em um arquivo de documentos e softwares da No Bugs, com o subsistema de pessoal sendo o responsável pela mudança. Quanto a sala presente no novo edifício do CCE, o objetivo que seria dado a ela seria a de balcão de atendimento de clientes, hospedagem dos servidores de e-mail, HTTP e FTP, além de guardar a impressora da empresa. Para a transformação da sede antiga, foi levantada a ideia de criar uma mini biblioteca, com a inscrição em revistas de periódicos para ajudar o preenchimento da mesma. O telefone também foi realocado para o novo local, juntamente com a divisão do horário dos membros para permanência dos mesmos na sede. Nessa época a entrada e saída da sede no CCE era feita com apenas uma chave guardada na secretaria do DPI e uma lista de alunos que poderiam ter acesso.


Mesmo com toda a reforma e greve os projetos permaneceram constantes. Como destaque foram dadas aulas de iniciação à informática no Colégio Effie Rolfs, um curso de Web Design para a empresa Vuruk Design, e um curso de Java. Além disso, foi planejada uma grande quantidade de parcerias, começando com copiadoras locais, Arte Livros e Autentycopia, oferecendo divulgação do nome da empresa em eventos, além da possibilidade de terem uma página de informações da empresa no servidor da No Bugs. Foi feito também um projeto de parceria com a CACE para auxiliar uma empresa que recebeu consultoria da mesma. Todos os projetos de sistema da época eram enviados em formato de CD, todos rotulados e com a logo da empresa. Também foram começados vários projetos filantrópicos tentando cumprir a responsabilidade social da empresa. Por fim, nesse ano ainda tivemos novidades quanto a eventos. A

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Os projetos eram enviados por CD pois não era viável o envio por meio da internet devido à velocidade da mesma na época. Após as gravação do sistema em um CD, ele era testado e então duplicado de acordo com a demanda do cliente.

No Bugs pela primeira vez ajudou a coordenar a Semana de Informática juntamente com o DPI, e planejou a organização de um evento chamado Café com Bit para apresentar a empresa júnior para os empresários sênior da região de Viçosa.

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Diretores

2000

Henrique Mansur Dias - Presidente Alexandre Monteiro Silva - Financeiro Alexandre Augusto Seixlack Carramaschi - Markenting Alexandre Rocha Duarte - Projetos Leandro Guimarães Nery - Relções Públicas Karla de Souza Torres - Técnico Prof. Carlos de Castro Goulart - Conselho Administrativo Alexandre Sant’Anna - Conselho Administrativo Marcelo Ladeira Reis - Conselho Administrativo Marconi de Arruda Pereira - Conselho Administrativo

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Diretores

| Capítulo /2000 - 2001

Alexandre Augusto Seixlack Carramaschi - Presidente Anderson Rezende Lamas - Financeiro Renata Gomide de Souza - Financeiro Ranieri Pieper Pires - Marketing Gessé Silva Ferreira de Dafé - Projetos Lucas Zinato Carraro - Projetos Vitor Dias Valentim - Projetos Yuri da Silva Ferreira - Projetos Fernando Milton Magalhães Ferreira - Serviços Internos Juliana Fernandes Grossi - Serviços Internos Marcílio da Silva Oliveira - Serviços Internos Mauricio Fideliz Rodrigues Júnior - Serviços Internos Victor Valentim - Serviços Internos

2001


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/2002 - 2003

m 2002, ano de copa do mundo, a No Bugs estava crescendo e ganhando notoriedade, assim como o Brasil que naquele ano que apesar de desacreditado conquistou o seu pentacampeonato no Japão.

Website dinâmico é um site que permite a fácil atualização de conteúdo pelo usuário final.

A busca pela organização não estava direcionada apenas para a parte de gestão, mas também para os projetos, pois nesse período começou-se a implantar metodologias mais modernas de engenharia de software para que os projetos ficassem melhor documentados, analisados e geridos. O repasse dos projetos em andamento eram realizados em cada reunião pelo departamento de projeto com registro em ata.

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O | Capítulo /2002 - 2003

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Para tal, muitas campanhas de marketing estavam sendo realizadas como calendários de divulgação, cartazes espalhados pelo campus da Universidade, um estande na Semana do Fazendeiro da UFV e uma apresentação da empresa realizada em um dos auditórios da Universidade que falava sobre os nossos projetos, subsistemas técnicos e departamento pessoal. Com uma maior visibilidade, também surgiam novos interessados em participar da empresa, tivemos 25 inscritos para o programa trainee e eles foram divididos em três grupos para acompanharem cada diretoria por uma semana para aprender as funções de cada uma e as atividades realizadas pela mesma, no fim eles passariam por uma prova. Com mais pessoal trabalhando, a gestão da pequena sala 412 do DPI devia ser melhor estruturada e para isso, foram definidos os horários que cada trabalhador deveria ficar à disposição no balcão para o atendimento de clientes enquanto a sede da Vila se tornava um repositório de arquivos e materiais além de ser utilizada para a realização de reuniões. O organograma passou por nova reestruturação, com a extinção do departamento de serviços internos e a volta dos departamentos técnicos e de relações públicas, além do surgimento do Departamento de Recursos Humanos. A empresa mudava o seu direcionamento e havia redigido um pedido formal de apoio pelo departamento de informática. Naquela época foi percebida a grande importância de uma gestão do conhecimento e algumas das práticas implantadas foram as assembleias ordinárias mensais em que eram entregues relatórios do que estava sendo feito por cada diretoria e também foi criado um banco de dados dos colaboradores com seus dados pessoais e o subsistema a qual pertenciam. Foram criadas listas de e-mails visando uma maior organização e uma co-

municação interna mais efetiva, já que com o agrupamento dos e-mails torna-se mais difícil se esquecer de um destinatário por acidente e deixa o envio mais rápido. Para facilitar ainda mais o trabalho, a No Bugs adquiriu um novo servidor e contratou pessoal para a manutenção da Homepage da empresa, os quais foram selecionados a partir dos resultados nos cursos de Java e JSP ministrados pela própria EJ. Além desses cursos, tivemos vários outros projetos como a programação, diagramação e confecção do software para o I Simpósio Internacional do Cavalo (SIC) realizado pela UFMG em que foram necessárias entre 1000 e 2000 cópias do sistema em CDs. Nesta época começávamos a trabalhar com websites dinâmicos, exemplos disso foram os projetos para a exportadora universal, para o departamento de solos da UFV e para o mês acadêmico da Agronomia. O primeiro consistia em um sistema de vendas de produtos que emitia boletos e notas fiscais, o segundo em cadastro de professores, disciplinas, teses, currículos e notícias, e o último se tratava de um sistema que gerenciava as informações simples do evento.


Mas como nem tudo são projetos e o terceiro pilar do MEJ é cultura empreendedora, os colaboradores se desdobravam para irem ao máximo de eventos possíveis, chegando a procurar a Universidade para custear ou facilitar a viagem de ônibus até o ENEJ daquele ano. Eles também compareceram ao EMEJ, no qual apresentaram um caso sobre o PDI e os subsistemas utilizados na gestão de 2001.

XI Emej

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Os atuais três pilares do MEJ são Cultura Empreendedora, Desenvolvimento por Projetos e Desenvolvimento por Gestão.

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O | Capítulo /2002 - 2003

Mais um ano se passou e com o começo de 2003, se iniciou também os trabalhos do novo departamento da No Bugs, o de Qualidade. A primeira gestão do departamento não tinha muita noção do que fazer, mas já começou a estruturar caminhos para as próximas. Nessa época, a No Bugs passou por várias tentativas de desenvolvimento de projetos, algumas bem sucedidas e outras, nem tanto. Foi de treinamentos e parcerias a projetos, cometendo erros e aprendendo com eles. Dentro das tentativas fracassadas, os colaboradores logo aprenderam (amargamente) a importância de se fazer um levantamento de riscos antes de “meterem a mão na massa” (no teclado, melhor dizendo). Alguns dos projetos bem sucedidos envolveram um software e um treinamento de capacitação em Linux para a Itatiaia Móveis, o desenvolvimento de sites para os Departamentos de Engenharia Civil e de Fitotecnia da UFV e um tutorial com animações para o software Irriga. Algumas das tecnologias utilizadas na época para a realização dos projetos eram JavaScript, PHP e MySQL. Trabalhamos para empresas como Funarbe, Alimentos Jr e a Câmara de Dirigentes Lojistas de Viçosa.

EMEJ Viçosa

Coquetel


Quanto mais projetos surgiam, mais se tornava necessário uma melhor capacitação dos colaboradores e para isso, surgiu a ideia de utilizar a sede da Vila para a montagem de um laboratório. Ele seria utilizado para a realização de treinamentos internos já que existia uma certa burocracia para conseguir uma vaga no laboratório de informática, localizado no segundo andar da Caixa Econômica Federal.

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O | Capítulo /2002 - 2003

Do outro lado da UFV, na outra sede, a discussão era em torno de uma possível mudança no layout da sala. Alguns eram a favor de duas divisórias, dividindo o ambiente em três, e outros apoiavam a construção de uma divisória no fundo da sala e a compra de uma mesa redonda para reuniões. Além da nova organização da sede, mais uma vez, a No Bugs ajudava a organizar a Semana de Informática, com cada colaborador tendo de realizar ao menos uma tarefa. Isso contribuía para a expansão da marca assim como as campanhas de marketing de 2002, e para continuar nesse ritmo foram feitas camisas de gola polo para os colaboradores interessados e cartões de visita. O resultado dessa expansão foi que em 2003 a No Bugs conseguiu bater uma meta planejada de alcançar R$ 10.000,00 em faturamento, conseguindo um faturamento final de R$16.000,00.

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“Era meados de 2003 e a No Bugs estava a pleno vapor. No intuito de profissionalizar mais nosso ambiente, uma vez que perseguimos superar R$10.000,00 de faturamento naquele ano, decidimos dar uma melhorada na pequena sede no corredor com um novo layout com painel de vidro na entrada, dando privacidade à sala e uma pequena sala de reuniões ao fundo.” Leonardo Gazzola.


Diretores

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2002

Edmar Hell Kampke - Presidente Flávio Louzada Casteluba - Financeiro Bruno Rabello Monteiro - Marketing Alexandre Sant’Anna dos Santos - Projetos Leonardo José Silvestre - Projetos Luiz Carlos Colodete - Projetos Ranieri Pieper Pires - Projetos Mário Augusto Dornelas Magalhães - Recursos Humanos Francisco Leonardo Lima Gazzola - Relações Públicas Lucas Zinato Carraro - Técnico Prof. Mauro Nacif Rocha - Conselho Administrativo

| Capítulo /2002 - 2003

Diretores Francisco Leonardo Lima Gazzola Flávia Vieira Corrêa Diego Mattos de São Joaquim Bruno Rabello Monteiro Claudeci Gomes Varejão Júnior Flávio Louzada Casteluber Reuryson Fidelis de Horais Vinci Pegiretti Amorim Alexandre Cezar Pratti Gabriel Prandi Thomasi Pena Gleidson Charles Botelho Baleeiro

2003 - - - - - - - - - - -

Presidente Financeiro Marketing Projetos Projetos Projetos Projetos Qualidade Recursos Humanos Relações Públicas Técnico


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/2004 - 2005

ano de 2004 foi de novas conexões, sendo o ano no qual foram lançados o Orkut, o Facebook, e o Gmail, grandes ferramentas de interação social. Enquanto isso a No Bugs também expandiu sua rede de influência começando a fazer parte mais ativamente do MEJ. 21 pg |

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O primeiro passo para ser mais presente no movimento foi a candidatura da No Bugs à coordenadoria de marketing da recém institucionalizada CEEMPRE, assim como a decisão de incentivar os membros a irem ao EMEJ daquele ano em Ouro Preto, fazendo eles darem um repasse mais completo, reunindo material dado nas palestras e workshops para ser usado na empresa. De fato tal proposta foi muito bem recebida e os integrantes da empresa notaram que a EJ já era bem reconhecida no MEJ, e que o movimento já era forte naquela época. No mesmo ritmo, a No Bugs também foi no COMEJ (Conferência Mundial de Empresas Juniores, ou em inglês conhecido como JEWC) que foi junto com o ENEJ na cidade de Fortaleza. Além disso a empresa se candidatou e ganhou a coordenadoria de integração da FEJEMG, cargo no qual foi feito o projeto SINBAD (Sistema Integrado de Banco de Dados), um sistema web que teria como objetivo armazenar as informações relacionadas às empresas juniores mineiras e aos eventos promovidos pela federação. Além desse projeto tivemos outros sistemas, sites e treinamentos que davam resultados financeiros a empresa e crescimento profissional aos membros. Principalmente, fizemos mais um projeto com a Itatiaia Móveis, um cliente que já se podia considerar fidelizado, sendo que dessa vez o terceiro projeto feito com eles foi a realização de um curso de HTML e PHP para a maior autonomia na manutenção e alteração do site que foi feito anteriormente com eles. Também foi feito um site para a Livraria Nobel, que assim como o SINBAD, teve um grande uso de engenharia de software, tornando o projeto mais bem definido e tendo prazos e funções documentadas de maneira mais completa. Muitos diagramas, protótipos

Comej 2004


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do design e documentos foram gerados e o sistema, que consistia em um website para controle da Livraria, foi entregue dentro dos prazos de cada módulo.municação interna mais efetiva, já que com o agrupamento dos e-mails torna-se mais difícil se esquecer de um destinatário por acidente e deixa o envio mais rápido. Para facilitar ainda mais o trabalho, a No Bugs adquiriu um novo servidor e contratou pessoal para a manutenção da Homepage da empresa, os quais foram selecionados a partir dos resultados nos cursos de Java e JSP ministrados pela própria EJ. Além desses cursos, tivemos vários outros projetos como a programação, diagramação e confecção do software para o I Simpósio Internacional do Cavalo (SIC) realizado pela UFMG em que foram necessárias entre 1000 e 2000 cópias do sistema em CDs. Nesta época começávamos a trabalhar com websites dinâmicos, exemplos disso foram os projetos para a exportadora universal, para o departamento de solos da UFV e para o mês acadêmico da Agronomia. O primeiro consistia em um sistema de vendas de produtos que emitia boletos e notas fiscais, o segundo em cadastro de professores, disciplinas, teses, currículos e notícias, e o último se tratava de um sistema que gerenciava as informações simples do evento. A busca pela organização não estava direcionada apenas para a parte de gestão, mas também para os projetos, pois nesse período começou-se a implantar metodologias mais modernas de engenharia de software para que os projetos ficassem melhor documentados, analisados e geridos. O repasse dos projetos em andamento eram realizados em cada reunião pelo departamento de projeto com registro em ata.

GUB EXPLICA A Engenharia de software é um conjunto de métodos, técnicas e ferramentas para analisar, projetar e gerenciar desenvolvimento e manutenção de software de forma eficiente e padronizada.

Seguindo a ideia de buscar mais eficiência, a gestão da No Bugs também foi renovada. Renovamos as atas da empresa para facilitar a gestão de conhecimento, e criamos dois novos departamentos para melhorar o controle de qualidade e eficiência dos projetos e dos membros, o Departamento de Recursos Humanos e o Departamento de Qualidade, além de fundir o departamento Técnico ao Financeiro. Já em 2005, a No Bugs começava a encontrar problemas com as suas duas sedes. Na Vila Gianetti, a antiga sede transformada em local de arquivos dividia o espaço com outros projetos de extensão, na mesma casa 25. Além de o espaço ser limitado, o local era bem distante do departamento e dos pavilhões de aulas, fator que desmotivou cada vez mais os colaboradores a frequentá-la Com o passar do tempo, o espaço, já muito limitado, foi sendo aos poucos ocupado por outros projetos, deixando os novos membros sem a ciência da existência do local. Devido a alguns problemas de segurança, várias notificações foram enviadas ao professor chefe de departamento Jugurta Lisboa Filho alertando problemas, mesmo os membros não frequentando mais a casa. Para evitar inconvenientes futuros, Jugurta ajudou a levar o que restava na vila para o local da segunda sede no CCE. Ele se prontificou também a transportar todos os equipamentos com o seu próprio carro para outro prédio. Estando agora somente no DPI, a empresa teve várias atividades feitas pelos membros que aproximavam a EJ do seu departamento. Entre elas, o pequeno jornal No Bugs inside, que foi começado em 2003 como uma prática singela de transmitir informações e notícias de forma leve e sucinta sobre o MEJ aos professores, outros alunos fora da EJ e outros interessados, ganhou uma nova edição. Focando agora nos dados sobre os projetos e produtividade da No Bugs, a ideia do No Bugs Inside de projetos era disponibilizar aos interessados, principalmente os professores, as informações sobre como funcionava e como estava a EJ. Tal prática diminuiu e foi quase que esquecida anos depois, para ser reavivada mais recentemente e voltar a ser feita até hoje. Ao mesmo tempo, um dos membros, Levi Lelis, também deu aulas do padrão de projetos MVC e arquitetura de projetos em JSP, conhecimentos técnicos adquiridos com o projeto SINBAD, sendo o minicurso repassado ao grupo de estudos da linguagem JAVA (JUG Viçosa) na época sendo feito pelos alunos junto ao DPI. Os professores também retribuíram


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essa busca por proximidade deixando a No Bugs usar o stand do departamento na Semana do Fazendeiro para apresentar e divulgar a EJ. Nesse ano, houve também grande movimentação na empresa em relação à eficiência na execução dos processos . Foi criada uma prática muito interessante, chamada de “Agitando a Maré”, que foi idealizada pelo Fernando Boldrini. Como justificativa ao nome, foi criado também o slogan “Águas mansas não fazem bons marinheiros”. A prática consistia, basicamente, em dividir a No Bugs em equipes formadas a partir dos perfis dos membros, fazendo-os trabalhar conjuntamente nos processos da empresa e, ao mesmo tempo, gerar mais incentivo à participação dos colaboradores. Foram selecionadas quatro equipes e cada uma foi representada por uma cor: vermelho, amarelo, verde e azul. Todas elas possuíam seus respectivos gerente de projetos e líder responsáveis. Os processos da empresa foram classificados como positivos e ne-

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Emej 2004

gativos. Julgava-se positivo aquele que gerasse mais pontos para a equipe. E o negativo, o que provocasse decréscimo de pontos. Atividades como elaboração correta de documentos no prazo previsto, visitas ao cliente, gestão de conhecimento, sugestão de ideias, destaque do mês, dentre outras, geravam pontos para as equipes. O não cumprimento dessas atividades de forma correta, como atrasos, faltas em horário sede e reuniões, falta de ética, dentre outras coisas, decrementava os pontos. A pontuação de cada equipe era revelada apenas no fim da competição e a equipe que obtivesse melhor desempenho recebia uma premiação durante a festa de encerramento da Agitando a Maré. O prêmio consistia em certificados de honra ao mérito a todos os membros da equipe vencedora. A motivação gerada por essa disputa de equipes fez com que todos os membros tentassem ajudar em alguma coisa na Semana de informática daquele ano, além de termos participado junto da empresa júnior MASCI com a organização do XIII EMEJ, e mais um projeto sendo feito efetivamente na Coordenadoria de Integração, a criação do fórum da FEJEMG pela No Bugs. Para registrar o resultado de toda essa movimentação, os membros dessa época gravavam vários CDs com fotos e vídeos dos eventos que participavam, principalmente o EMEJ, que era destino certo dos colaboradores. O ânimo desses anos podia ser atrelado ao slogan do processo seletivo que tinha ocorrido bem no começo do primeiro semestre, e que tinha dado bons resultados, “No Bugs, O Diferencial está aqui!”.


Diretores

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Claudeci Gomes Varejão Júnior - Presidência João Paulo de Oliveira - Financeiro José Antônio Queiroz Lafetá Júnior - Marketing I Tiago Furtado - Marketing II Heber Fernandes Amaral - Projetos Kaabah Di Lacerda - Projetos Vitor Barbosa Carlos de Souza - Projetos Alexandre Cezar Pratti - Qualidade Anderson Ferreira Delfim Bueno - Recursos Humanos Levi Henrique Santana de Lelis - Relações Públicas Bruno Ventorim Gabrielli - Técnico Flávia Vieira Corrêa - Conselho Administrativo Francisco Leonardo Lima Gazzola - Conselho Administrativo Prof. Carlos de Castro Goulart - Conselho Administrativo Prof. José Luis Braga - Conselho Administrativo Reuryson Fidelis de Morais - Conselho Administrativo Vinci Pegoretti Amorim - Conselho Administrativo

2004

Diretores Tiago Furtado Hadriel Toledo Lima Ronnan del Rey Ramos Aléssio Miranda Júnior Luis Felipe Hussin Bento Rafael Barros Navarro Samarone R. Boião Lopes Tathiana Guimarães Morim Juliana Pinheiros Campos Gabriel Silva Gonçalves Levi Henrique S. de Lelis Alexandre Cezar Pratti Gabriel Prandi Tomasi Pena Kaabah Ri Lacerda

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Presidência Financeiro Marketing Projetos Projetos Projetos Projetos Qualidade Recursos Humanos Relações Públicas Presidência do Conselho Administrativo Conselho Administrativo Conselho Administrativo Conselho Administrativo


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agitação da maré foi tanta que o mar azul invadiu o mej: a No Bugs, naquele ano, teve uma grande participação no movimento, tanto em eventos, quanto em cargos nas instâncias.

Devido ao grande sucesso do programa Agitando a maré em 2005, ele foi reintroduzido no ano seguinte, porém com algumas modificações, agora eram três equipes, nas cores vermelho, verde e azul. De tempos em tempos eram levantados os problemas pelos quais a empresa passava, através das cartas náuticas, e cada equipe deveria propor estratégias para solucioná-los.

Falando em Marketing, 2006 foi um ano crucial para expandirmos mais a marca da empresa, que foi convidada pelo editor do Portal da Java Magazine para contribuir com colunistas para o portal, enviando pequenas matérias sobre as tecnologias relacionadas a Java, que eram utilizadas nos projetos da época. A proposta era de se formar um pequeno grupo para escrever alguns artigos por mês, em troca da assinatura de uma das revistas do grupo DevMedia, além de um espaço em destaque no portal, próximo ao nome dos autores, para a divulgação da marca. Também começamos a trabalhar com Marketing pós-venda, confeccionamos/ folders para serem entregues a calouros e elaboramos um workflow de atendimento ao cliente para ser anexado ao mural da empresa visando estreitar ainda mais as relações com os consumidores através de um bom atendimento. Com a imagem externa se consolidando cada vez mais, é hora de não deixar a peteca cair e arrumar a casa. Por isso, houve um grande incentivo interno de uso do fórum para armazenamento das decisões de reuniões e compras. Apesar de ser um pouco trabalhoso utilizar o fórum naquela época, os esforços foram reconhecidos. O “Fórum de discussão online como ferramenta de gestão do conhecimento” foi premiado na categoria “Mão na Roda” no II Prêmio FEJEMG. 2006 vai chegando ao fim, assim como a utilização da sala na casa 25 da Vila Gianetti. Em outubro daquele ano foi necessária a liberação da casa e por isso, realizou-se um mutirão com os colaboradores da empresa e até o professor chefe do departamento estava lá para fazer a mudança. Muitas coisas já não puderam ser aproveitadas e foram jogadas fora,

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Identificadas as turbulências da maré azul (No Bugs), o próximo passo seria colocar em prática as soluções e transbordar o conhecimento adquirido para outras terras. Era hora de expandir e alcançar a maré verde (CEEMPRE) e a maré vermelha (FEJEMG). Para isso, os colaboradores se esforçaram para estar presentes em eventos e adquirirem cargos nas instâncias. Era a terceira vez consecutiva que a No Bugs fazia parte da Coordenadoria de Integração da FEJEMG e, por isso, ficou encarregada de organizar o XV EMEJ. A empresa obteve 78% de aprovação pelo trabalho realizado, o maior índice de aprovação dentre as coordenadorias. Voando um pouco mais longe, marcamos presença no COMEJ (JWEC) 2006, que dessa vez, ocorria na Holanda. Alexandre Carramaschi, como pós-júnior, comunicou à No Bugs que estaria no evento e pediu material para ser divulgado lá. Foi uma ótima jogada de marketing.

As cartas náuticas eram os documentos que descreviam os problemas da empresa identificados a partir do diagrama de ishikawa e utilizavam a formatação 5w1h (what, where, when, who, why e how)

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Na festa para anunciar a equipe vencedora, cada pessoa deveria trajar uma peça de roupa referente à cor da equipe que pertencia. Os 3 organizadores disseram que iriam à festa com a cor de camisa da equipe vencedora, mas só ficamos sabendo do resultado quando foi anunciado, pois, para aumentar o suspense, cada um dos 3 estava com uma blusa de cor diferente, referente à cada equipe!! O importante foi que a equipe vermelha venceu! Luciana Mara

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alguns livros foram doados à Biblioteca Municipal e os CD’s e disquetes foram guardados juntamente com outros materiais e recursos para serem transportados para a sede do DPI no próprio carro do professor Jugurta. Um ano chega ao fim e o outro já começa com muito trabalho a ser feito, estávamos, em média, com quatro projetos por pessoa. Tornouse necessário então aumentar o corpo executivo e, para isso, foram criadas políticas que visavam atrair mais candidatos para o processo seletivo. Uma delas foi a Carta aos calouros que consistia em escrever e enviar cartas para os aprovados na lista do vestibular para o curso de computação da UFV. Nessa carta estava descrito o que era a No Bugs e o MEJ e o objetivo era nortear os destinatários para que já entrassem para a faculdade tendo uma noção sobre esses assuntos. O maior desafio foi conseguir o endereço de todos eles. Outra prática muito importante e que vigora até hoje, foi a introdução de uma apresentação da empresa em uma das aulas da disciplina INF191 - Introdução à Ciência da Computação. Esses dois projetos foram um sucesso e estimulou muitos calouros a se inscreverem para o processo seletivo da empresa. Com mais gente para trabalhar se fez necessário estabelecer algumas regras para se ter um controle melhor. Dessa forma, foi neste ano em que estipulou-se que as reuniões gerais teriam um horário fixo: segundas-feiras ao meio dia e cinquenta, horário esse, que perdura até os dias de hoje. Também nesta época, foi criado o regimento interno, o qual estabelecia que cada colaborador devia ter um horário sede durante a semana para que a sede não ficasse fechada em horário comercial. Porém não adiantaria muito ter a sede funcionando se os clientes não soubessem onde ela se encontrava, assim foi feito um pedido de uma placa ao Departamento para ser colocada junto a porta principal do CCE com o nome da empresa, deixando mais exposta sua localização. Somente a placa ainda não seria suficiente se os clientes não conhecessem a UFV, por exemplo. Dessa forma, o marketing entra em ação novamente, algumas das ações realizadas naquele ano foram a criação do jornalzinho eletrônico que trazia informações sobre tecnologia da informação. Posteriormente, ele daria origem ao blog No Bugs Soul, que é utilizado até hoje porém com um enfoque mais abrangente por tratar também de assuntos relacionados ao empreendedorismo.

GUB EXPLICA A ideia do jornalzinho e blog surgiram concorrentemente, porém para os dois não se confundirem e parecerem a mesma coisa, houve muita discussão para amadurecer as ideias.


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Além do marketing digital, a No Bugs também procurou estar presente em eventos naquele ano, um deles foi o Café Empresarial, organizado e oferecido pela Casa do Empresário, o qual reunia muitos empresários de Viçosa para participarem de palestras e ainda divulgarem seus serviços. Foi muito importante a participação nesse evento, porém enquanto havia empresas com banners, folders e panfletos lá, a No Bugs tinha levado apenas 15 cartões de visita. Por outro lado, se nossa marca não foi tão reconhecida no Café Empresarial, com certeza não passou despercebida no II Internej, já que foi a EJ com mais membros inscritos no evento. Tal acontecimento foi um fator estimulante para reacender o sentimento “ser MEJ” e correr atrás de uma contínua participação no movimento. Entretanto, por ser uma maioria masculina, aqueles colaboradores corriam atrás de outras coisas também e, com certeza, não deixariam de participar então, da I Copa Jr, organizada, naquela época pela CEEMPRE Jr. Era uma iniciativa que visava integrar mais as empresas juniores através de uma atividade esportiva e divertida.

Acho que alguém deveria gravar não apenas os nossos, mas TODOS os jogos da Copa Júnior e vender para um programa de videocassetadas. Victor Miranda Rangel Silva

A ideia foi muito boa, porém houve alguns problemas relacionados à disponibilidade de quadras que impossibilitaram o fim da competição. Enquanto isso, na No Bugs, problemas também surgiam e algumas práticas também chegaram ao fim: devido ao vencimento da carteirinha, o alto valor para sua confecção, e não estar registrada no regimento interno decidiu-se não renová-las naquele ano. Além de ser amplamente discutido o fato de alguns colaboradores estarem na empresa somente em prol desse benefício. Por outro lado, havia empresários muito engajados com a causa também, o que rendeu prêmios à No Bugs em 2007: o troféu SEBRAE dos computeiros e o melhor case do Encontro Sul Brasileiro de Empresas Juniores - ESEJ cujo assunto era novamente o fórum da empresa.


Cargos nas Instâncias Gabriel Henrique Alves e Silva ..... Diretor de Comunicação - FEJEMG 2006 Flávia Andrade ..... Diretora de Estratégia e Organização - CEEMPRE 2006 Ronnan del Rey Ramos de Melo ..... Assessor da Presidência - Brasil Júnior 2007 Flávia Andrade ..... Diretora Vice-Presidente - FEJEMG 2007

Prêmios 2006 - 2007 II Prêmio FEJEMG - Prêmio Mão na Roda - “Fórum de discussão online como ferramenta de gestão do conhecimento” XV EMEJ - Melhor Workshop - “Fórum de discussão online como ferramenta de gestão do conhecimento” XV ESEJ - Melhor Case - “Fórum de discussão online como ferramenta de gestão do conhecimento” Troféu Sebrae dos Computeiros

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O Ronnan Del Rey Ramos - Presidência Leandro Fernandes Guimarães - Financeiro Gabriel Chequer - Marketing Adriano Godoy da Silva - Projetos Alex Guimarães Lima - Projetos Bruno Vaz de Melo Rodrigues - Projetos Marcelo Oikawa - Projetos Luiz Gustavo Palha Montanha - Qualidade Mariane de Oliveira Pereira - Recursos Humanos Flávia Andrade Silva - Relações Públicas Tiago Furtado - Presidência do Conselho Juliana Pinheiro Campos - Conselho Administrativo Luis Felipe Hussin Bento - Conselho Administrativo Rafael Barros Navarro - Conselho Administrativo

2006

Diretores Gabriel Agostini Chequer Fabrício Luís S. da Silva Gabriel Henrique Alves e Silva Ivo Furtado Santiago Marx Leles Viana Paulo Henrique Ladeira Vitor Faria Monteiro Rodrigo Pandini Benedito Luciana Mara Freitas Diniz Vinícius Cristino Silva Ronnan del Rey Ramos de Melo Flávia Andrade Silva Paulo Henrique Ladeira

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Presidência Financeiro Marketing Projetos Projetos Projetos Projetos Qualidade Recursos Humanos Relações Públicas Presidência do Conselho Conselho Administrativo Conselho Administrativo

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Diretores


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/2008 - 2009

ano de 2008 marcou o início de transformações muito importantes na empresa, que se seguiriam até 2010. Mas assim como a crise econômica que começaria no mesmo ano, uma crise havia se espalhado pela No Bugs. Porém, diferente do mundo econômico, a EJ encontrou a solução na mudança de atitude de seus membros.

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Nessa época, a empresa passava por dificuldades com a baixa motivação dos colaboradores, visibilidade no departamento em baixa, sendo que professores e alunos do curso chegavam a ser detratores da empresa, departamentos internos desalinhados entre si. Durante todo o ano de 2008 os colaboradores puderam perceber esses problemas. Ao perceberem os problemas da empresa, os colaboradores motivados e com vontade de mudar a realidade da empresa puderam se preparar para começar ações difíceis e necessárias, que trariam muito resultados para a empresa, em 2009. Porém, apesar de problemas internos em gestão, a empresa continuou a captar projetos, desenvolvê-los e entregá-los aos clientes. Ainda, os colaboradores continuavam a participar de eventos do MEJ, chegando a ir em encontros nacionais, mineiros e paulistas. Mas então, após esse período, chegou 2009 e com ele acontecimentos importantes na virada do quadro geral da No Bugs. Um dos marcos mais importantes foi o Planejamento Estratégico 2009-2011. Esse planejamento foi o primeiro planejamento trienal da empresa, o que o distinguia dos anteriores. Com ele foi possível traçar metas e objetivos mais distantes, mas alcançáveis de forma que motivassem a equipe a realizá-los. Foi estabelecido nesse planejamento uma nova visão para a empresa que focava em fazer a No Bugs ser reconhecida pelo Departamento de Informática como a melhor fonte de valor agregado aos alunos.

“Sentimos o valor de trabalhar pela nossa causa, entendendo que o sucesso viria se nosso foco fossem as pessoas: nossos colaboradores e em seguida todos os alunos do curso.” Pedro Augusto Mendes e Silva (BOLA).

Confirmação de Matrícula 2009 Esse novo planejamento estratégico deu a base para que ações fossem planejadas para estreitamento da relação com o departamento e o curso. Essa ações impactaram diretamente no funcionamento da empresa e tiveram seu ápice no ano seguinte, 2010, no qual o relacionamento foi de fato estreitado. Porém, apesar de muitas ações só surtirem efeito no final do ano ou em 2010, algumas foram totalmente responsáveis por isso e formaram a base da No Bugs como conhecemos hoje. Foi em 2009 que a cultura da empresa precisou e começou a mudar. Foi preciso focar em mudar o pensamento dos colaboradores da época, que recorrentemente fechavam portas para a empresa. Algumas ações antes impensáveis tiveram de ser traçadas e realizadas.


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Um dos grandes marcos foi a implantação do horário de sede para todos colaboradores como obrigação, mesmo para aquele colaboradores antigos que não possuíam essa obrigação prevista no edital de seleção deles da época que tentaram processo seletivo. Outro marco foi a maior rigidez com as faltas em reuniões. A partir dessa época, o acúmulo de faltas em reuniões da empresa passaria a ser passível de punição com Assembleias para que fosse votada a permanência do colaborador na empresa. Essa cultura perdura até hoje no regimento interno da empresa. Mas não foram só mudanças de motivação e dedicação, como também houveram mudanças físicas. No meio do ano de 2009 o Departamento de Estatística foi criado, separando-se do Departamento de Informática e Estatística, que se tornou o atual DPI. Logo com a criação do departamento de estatística, no fim de 2009 foi solicitada algumas salas no quarto andar e no começo do ano seguinte, mais uma vez houve uma mudança na sede da No Bugs. Desta vez, a empresa mudou-se para o prédio do

EPEJ 2009 LBI (laboratório de informática) localizado em cima da Caixa Econômica Federal, local este que a sede até os dias de hoje. Os anos de 2008 e 2009 então serviram como um ponto inicial na mudança a ser promovida na empresa. Com muito esforço e sentimento de dono, os colaboradores da No Bugs puderam pavimentar o caminho que seria seguido nas gestões seguintes e que levaria a empresa rumo ao sucesso que foram os anos da década de 2010.


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Planejamento EstratĂŠgico 2009


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“ Uma empresa júnior existe para desenvolver as pessoas, ela sempre terá defeitos a serem corrigidos e melhorados, mas isso não muda nada, isso não faz dela pior, o que realmente faz diferença em uma empresa júnior, é a vontade das pessoas que fazem parte dela de fazerem a diferença !” Jhoney da Silva Lopes

Lar dos Velhinhos 2009


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Cargos nas Instâncias Pedro Augusto ..... Gualberto Silva ..... Luiz Paulo ..... Gabriel Henrique .....

Diretor de Comunicação - CEEMPRE 2008 Moderador da Célula Temática de Relações Públicas - CEEMPRE 2008 Moderador da Célula Temática de Projetos - CEEMPRE 2008 Moderador da Célula Temática de Marketing - CEEMPRE 2008

Pedro Augusto ..... Conselheiro Consultivo - CEEMPRE 2009

Diretores

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Ivo Furtado Santiago Gabriel Henrique Alves e Silva Victor Miranda Rangel Silva Rafael Menta Guedes Luiz Paulo Coelho Ferreira Thiago Silva de Assis Carlos Roberto Marques Júnior Guilherme Pereira de Carvalho Gualberto Souza Lima e Silva Gabriel Agostini Chequer Leandro Fernandes Guimarães Marx Leles Viana Rodrigo Pandini Benedito

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Presidência Vice-Presidência Finanças Marketing Projetos Projetos Qualidade Recursos Humanos Relações Públicas Presidência do Conselho Conselho Administrativo Conselho Administrativo Conselho Administrativo

Diretores Luiz Paulo Coelho Ferreira Rafael Menta Guedes Guilherme Pereira de Carvalho Tiago da Costa Norberto Nayara Cristina Pimenta Pena Pedro Henrique G. Fernandes Elton Braga Silva Cássio A. Paixão Silva Alkmin Pedro Augusto Mendes e Silva Gabriel Henrique Alves e Silva Guilherme Pereira de Carvalho Ivo Furtado Santiago Victor Miranda Rangel Silva

2007 - - - - - - - - - - - - -

Presidência Vice-Presidência I Vice-Presidência II Administrativo Financeiro Gestão de Pessoas Marketing Projetos Qualidade Relações Públicas Conselho Administrativo Conselho Administrativo Conselho Administrativo Conselho Administrativo


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2010 - 2011

s anos de 2010 e 2011 foram decisivos para a No Bugs. A empresa passava por um momento ruim, porém nesses dois anos uma faísca surgia no coração dos colaboradores e o caminho para a mudança e o sucesso começava a surgir.

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O Campanha de Doação de Sangue tando os calouros da No Bugs, o departamento de projetos teve uma adesão muito grande no processo seletivo, tendo 10 candidatos, muito mais que qualquer outro departamento. Dessa forma, o processo seletivo foi um sucesso, e em menos de 6 meses depois da efetivação dos trainees da empresa, a lista de espera de projetos foi zerada. Ao fim do ano de 2010, todas as dívidas da empresa foram pagas e ainda houve certo lucro no ano. E não era apenas o departamento de projetos que tinha problemas com a falta de colaboradores. O departamento de Administrativo Financeiro também se encontrava em uma situação complicada em 2010, sendo que no segundo semestre o único colaborador do departamento teve de assumir a Diretoria após a saída do então diretor. Tendo em vista que o departamento necessitava de mais colaboradores, o diretor, Carlos Emílio, decidiu focar na apresentação para calouros também. Assim sendo, foram conseguidos 4 candidatos para 2 vagas no departamento de administrativo financeiro. Nesse contexto, a empresa ainda não era vista com bons olhos pelo departamento. Porém, isso começou a mudar quando os colaboradores

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Da mesma forma a No Bugs estava crescendo e ganhando notoriedade, sendo que para isso, muitas campanhas de marketing estavam sendo realizadas como calendários de divulgação, cartazes espalhadNo começo do ano de 2010 a empresa continuava em um período difícil. Apesar de ter sido certificada como uma das 20 melhores EJs do Brasil pelo SMD da Brasil Júnior pelo trabalho realizado em 2009, em 2010 a empresa estava com muitas dívidas e caixa baixo, estando à beira da falência. O departamento de projetos contava com 2 colaboradores, sendo um o diretor, e existia uma lista de espera de projetos muito grande sem esperança de a empresa ter capacidade para realizá-los. Com esse futuro incerto em mente, onde a solução parecia ser cada vez mais difícil, a diretoria se reuniu e definiu diretrizes para a empresa se recuperar, que consistiam em maior captação de projetos, finalização dos projetos pendentes e um planejamento financeiro eficiente. Assim sendo, foi percebido que mais do que tudo o departamento de projetos precisava passar por uma revolução para que as coisas entrassem nos trilhos. Para que isso ocorresse, o Diretor de Projetos, Jhoney, decidiu inovar na captação de colaboradores para o departamento. Houve uma conversa entre ele e o então Diretor de Gestão de Pessoas para que o Jhoney pudesse apresentar a empresa para os calouros de uma forma mais real, explicando que a empresa precisava de pessoas engajadas e que tivessem interesse em correr riscos e de se desafiarem. O departamento de projetos foi vendido como tanto uma das causas dos problemas da empresa como uma das melhores soluções; seria ele que iria reerguer a empresa através de projetos. Apesar de o sentimento do diretor ser de que ele poderia estar afas-


resolveram se aproximar do departamento. Foram tomadas várias ações, mesmo que pequenas, para que essa aproximação ocorresse. Uma das táticas foi a criação de ‘releases’ sobre os projetos para os professores, para que eles se sentissem mais inteirados da empresa. Outras ações menores foram pedir mais ajuda aos professores em qualquer tipo de projeto, seja desde uma modelagem de Banco de Dados até ajuda em engenharia de software. Dessa forma, os professores poderiam sentir a importância que eles possuem para a No Bugs.

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Os ‘releases’ pensados nessa gestão de 2010 hoje se mantém vivos através do informativo mensal enviado aos professores, o No Bugs Inside

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Em meio a todas essas revoluções, era palpável que as mudanças começadas em 2009 já produziam resultados. A cultura da empresa havia mudado e os colaboradores estavam motivados e prontos para promover mais mudanças positivas na empresa. Durante essa época de mudanças e questionamentos, foi criado o ambiente ideal para o surgimento da expressão máxima do que é ser No Bugs: O No Bugs Soul. Foi com a ajuda do Jhoney, então diretor de projetos, que o No Bugs Soul passou a ser um sentimento muito forte na empresa, que perdura até hoje. É o No Bugs Soul que faz com que a No Bugs seja não apenas uma empresa, mas sim uma família.

GUB EXPLICA No Bugs Soul é um jogo de palavras usando o fato da palavra Soul em inglês ser pronunciada de forma similar a ‘Sou’ (do verbo Ser) e também significar alma em inglês, o que remete novamente ao sentimento de pertencimento.

Sede em 2011 O sentimento de dono gerado então aumentou o comprometimento dos colaboradores, pois com ele nós sentimos que somos realmente responsáveis pelo rumo da empresa, e, uma vez que a empresa é nossa, temos toda a liberdade e dever de traçar os planos dela. Passamos então a, ao invés de apenas vestir a camisa ou tatuar no peito, a marcar na alma!

GUB EXPLICA Marcar na alma surgiu durante um evento do MEJ no qual o Diretor de Projetos ouviu um congressista falar sobre “não tem que vestir a camisa, tem que tatuar no peito”. Então foi feita a brincadeira que na No Bugs não basta vestir a camisa e nem tatuar no peito, tem que marcar na alma.


Mas apesar do sucesso do No Bugs Soul em 2010, ele havia surgido apenas como uma brincadeira. Foi apenas em 2011 que o sentimento se consolidou e assim ele passou a ser um dos valores da empresa, escolhidos no Planejamento Estratégico 2012-2014.

“À medida que eu ia me dedicando à No Bugs, mais eu queria mergulhar de ponta no mundo do empreendedorismo e foi assim que coloquei em mente me tornar Diretor de Relações Públicas e em seguida Presidente da No Bugs, seria minha primeira grande chance de liderar um grupo grande de pessoas e mais do que isso: um grupo seleto de grandes líderes.” Pedro Augusto Mendes e Silva (BOLA).

Se o ano de 2010 foi focado em reerguer a empresa, 2011 foi um ano focado em alavancar os resultados da empresa. Toda a diretoria estava focada e envolvida com a empresa, e junto do resto dos colaboradores a No Bugs obteve muitas conquistas.

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O | Capítulo /2010 - 2011

GUB EXPLICA Os valores escolhidos e seus representantes foram: Mestre Yoda (ética) Ronaldo (determinação) MacGyver (adaptabilidade) J. R. Duran (profissionalismo) Sentimento de dono (pró-atividade) No Bugs Soul (união) Ayrton Senna (comprometimento)

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Ainda nesse planejamento, os valores da empresa foram mudados e para que eles fossem mais bem fixados na cultura da empresa, foi usada uma técnica de mnemônica. Para cada valor foi escolhida uma figura que o representasse de forma mais lúdica.

Neste ano, os professores do departamento começaram a ver a empresa com olhos melhores, inclusive com alguns passando de stakeholders detratores para indicadores da empresa para possíveis clientes. Além disso, a empresa parou de ser vista apenas como uma empresa barulhenta no MEJ para uma empresa competente. Além dessas conquistas, toda a empresa trabalhou muito em projetos. Nesse ano começou a ser usado o Joomla para criação de sites, e com a agilidade provida por essa ferramenta, os lucros da empresa chegaram a subir 300%. A meta financeira da empresa foi batida em apenas 6 meses e todo o recebido no resto do ano foi lucro. Ainda em 2011, a nova prática do planejamento estratégico estava sendo um sucesso na empresa, e dessa forma a No Bugs decidiu criar um case. Apesar da grande concorrência com empresas que trabalham diretamente com gestão, a empresa decidiu concorrer no InternEJ com o case do Planejamento Estratégico Diferenciado. Assim sendo, o Presidente e o Vice Presidente de 2011 fizeram uma apresentação de alto impacto e se prepararam para o evento. No dia da apresentação, a sala estava com lotação máxima, o que tornava a apresentação mais desafiadora. Porém, apesar de todos os desafios, nós fomos premiados com o primeiro lugar no desafio de Cases daquele ano! Outra prática que deu certo e perdura até hoje na empresa foi criada pelo Departamento de Qualidade entre 2010 e 2011: o check-list para verificação de qualidade dos sites. Antes dessa época não existia um método formalizado para verificar a qualidade dos sites entregues para os clientes. Então, o colaborador do departamento de Qualidade, Arthur Souza, trabalhou na criação de um checklist para verificar se os requisitos haviam sido cumpridos antes da entrega ao cliente. Esse checklist foi chamado de teste de produto e perdura até os dias de hoje!


Prêmios 2010 - 2011 V InternEJ - 2º Lugar em Cases - “Donos da Empresa” VI InternEJ - Melhor Case de Processo Interno - “Planejamento Estratégico Participativo com Foco no Impacto” Prêmio CEEMPRE 2011 - 2º Lugar Prêmio “CEEMPRE Forever” Selo CEEMPRE 2011 - Categoria Ouro Selo CEEMPRE 2011 - Categoria Diamante Selo Brasil Júnior 2011 - Selo Ouro Top 20 melhores Empresas Juniores do Brasil pelo SMD Brasil Júnior 2010 no qual foi levado em consideração o trabalho realizado em 2009

GUB EXPLICA

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No ano de 2011 a No Bugs ganhou dois Selos CEEMPRE, o Ouro por estar 100% regulamentado e o Diamante por ter se destacado na entrega e coleta dos documentos. O Selo Diamante não era uma prática da CEEMPRE, ela foi criada em 2011 para premiar as EJs que mandassem documentos além do pedido, com qualidade e dentro do prazo. A No Bugs foi a única EJ a ganhar esse prêmio em 2011, sendo assim a motivadora da criação do Selo Diamante!

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Cargos nas Instâncias

| Capítulo /2010 - 2011

Éttore Araújo Buzzo ..... Diretor de Comunicação - CEEMPRE 2011 Guilherme Storck ..... Diretor de Desenvolvimento - CEEMPRE 2011 Guilherme Vasconcelos ..... Coordenador da Célula Temática de Relações Públicas Coordenador de Eventos - CEEMPRE 2011 Otávio Hatanaka ..... Coordenador da Célula Temática de RSE - CEEMPRE 2011 Víctor Michel ..... Assessor de Projetos - CEEMPRE 2011 Cássio Paixão ..... Assessor de Acompanhamento - CEEMPRE 2011 Anderson Dias ..... Assessor de Acompanhamento - CEEMPRE 2011 Andre Pompermayer ..... Grupo de Trabalho: Gestão por Processos - CEEMPRE 2011


Diretores - - - - - - - - - - - - -

Presidência Vice-Presidência Administrativo Financeiro (1º semestre) Administrativo Financeiro (2º semestre) Gestão de Pessoas Marketing Projetos Qualidade I Qualidade II Relações Públicas Conselho Administrativo Conselho Administrativo Conselho Administrativo

Jhoney da Silva Lopes Lucas Rodrigues Ferrari Claudinei de Oliveira Júnior Éttore Araújo Buzzo Gustavo Soares Martins Lucas Antunes Vilarino Victor Michel Gonçalves da Silva Ricardo Keita Procópio Lamada Carlos Emílio Barbosa Antônio Cássio Alexandre Paixão S. Alkmin Guilherme Eler Storck Guilherme Ítalo Vasconselos

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2011 - - - - - - - - - - - -

Presidência Vice-Presidência Administrativo Financeiro Relações Públicas Marketing Projetos Projetos Qualidade Conselho Administrativo Conselho Administrativo Conselho Administrativo Conselho Administrativo

| Capítulo

Diretores

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Pedro Augusto Mendes e Silva Cássio Alexandre Paixão S. Alkmin Victor Miranda Rangel Silva Carlos Emílio Barbosa Antônio Guilherme Eler Storck Lucas Rodrigues Ferrari Jhoney da Silva Lopes Carlos Henrique Prieto Bruckner Ricardo Keita Procópio Lamada Guilherme Ítalo Vasconcelos Guilherme Pereira de Carvalho Luiz Paulo Coelho Ferreira Pedro Henrique G. Fernandes

2010

Diretoria 2011


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2012 - 2013

stes anos trouxeram inovação para a empresa. Novos e desafiadores projetos serviram para modernizar a empresa. Com a criação do Coliseu, a empresa passaria então a ser mais conhecida no MEJ e sinônimo de excelência.

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Um ano novo se iniciou, mas o bom trabalho dos anos anteriores não foi perdido. Em 2012 o sentimento de dono continuava a crescer e a empresa alcançou resultados antes não esperados, o que contribuiu para a renovação da empresa em várias áreas. Uma comprovação de que o trabalho do ano 2011 estava produzindo resultados foi que em 2012 a empresa foi certificada pela 2ª vez no SMD da Brasil Júnior como uma das 20 melhores empresas juniores do Brasil! Assim, a gestão de 2012 começou com uma onda de bons resultados que deveria ser aproveitada. Em 2012, a empresa precisava ter uma roupagem mais moderna, sendo assim foi pensado em atualizar seu site. Sendo assim, o então pós-junior Pedro Silva, que havia sido presidente em 2010 e havia estado à frente de muitas mudanças na empresa, se comprometeu e começou a criar um site novo para a empresa. Porém, com a entrada dos trainees no processo seletivo daquele ano, um dos então candidatos para o Departamento de Comunicação, Luan Noé, percebeu que muitas mudanças poderiam ser feitas no site. O Luan então questionou isso com os diretores da empresa, pois mesmo sendo um trainee, o sentimento de dono já havia sido despertado nele e em muitos outros. Porém, após muitas discussões, o Luan desistiu de questionar a criação do site e começou a agir na criação de um blog para a empresa. Nesse contexto então que surgiu o Blog No Bugs Soul da empresa, que serviu para divulgar muito a empresa através de artigos sobre gestão e empreendedorismo escrito pelos próprios colaboradores. O Blog da empresa foi um sucesso principalmente com o MEJ por disseminar boas práticas entre as empresas. Ainda nas mudanças do Departamento de Comunicação, o Diretor João Paulo percebeu que era necessária a criação de um manual de

Planejamento Estratégico identidade da empresa, pois em anos anteriores a marca da empresa era divulgada de formas que não remetiam a ela, usando colorações que não eram da marca. Sendo assim, após a efetivação dos trainees, o Departamento de Comunicação confeccionou o manual de identidade que vigora até hoje na empresa. Nesse viés de comunicar e divulgar a marca, os colaboradores perceberam que a empresa precisava de uma bandeira para os eventos. Mas como estamos falando da No Bugs, ao pensar em uma forma de divulgar a empresa que tanto amamos, não poderia ser uma bandeira pequena: tinha de ser um Bandeirão! Dessa forma, a ideia de uma bandeira tão grande quanto nosso amor surgiu, e esse desafio proposto pelo João Paulo foi tomado como aceito pelo então colaborador Rodrigo Fuscaldi. A saga para procurar alguma empresa que aceitasse o serviço começou, porém conforme o tempo passava era possível perceber que seria mais difícil que o esperado. Nenhuma empresa de Viçosa pegava o Bandeirão para ser feito


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por causa de seu tamanho; ele era muito maior do que o tamanho com o qual eles trabalhavam! Porém, como não poderíamos desistir, encontramos uma senhora que aceitou o serviço. Ela costurou então as listras azuis e brancas que compõem o Bandeirão, porém ao chegar no momento de costurar o Proibidão no Bandeirão, ela não pode fazer o serviço pois ele era circular e ela não se sentia segura. Assim sendo, o Rodrigo Fuscaldi teve de começar uma nova busca por alguém que costurasse o Proibidão. Essa pessoa foi encontrada apenas em Ubá, a quase 100km de Viçosa! Mas isso não foi problema, e o Bandeirão foi produzido. Até hoje ele é uma das formas de marcar presença nos eventos do movimento e de traduzir o quanto somos apaixonados pela empresa. Enquanto tudo isso acontecia, dois projetos que iriam causar impacto profundo na história da empresa surgiam: um sistema que nos trazia muito lucro e o Coliseu, que nos traria muita visibilidade. O primeiro foi um dos maiores projetos já pegos pela empresa. Através dele pudemos ter uma receita muito elevada, que com uma boa gerência, utilizamos para atualizar os nossos computadores. Utilizamos a verba conseguida para a compra de quatro computadores novos da Dell®

com uma configuração muito boa para a época e que até os dias atuais supre nossa demanda de trabalho. A compra de novos computadores subiu a moral dos colaboradores, que ficaram muito animados e motivados para trabalhar. O sentimento de que o trabalho deles estava surtindo efeito e melhorando o ambiente de trabalho foi gratificante. Num momento paralelo, a ideia de um serviço para eventos que trouxesse soluções para os organizadores de evento do MEJ e maior segurança e simplicidade para os congressistas começava a surgir. Foi no ENEJ 2012 que a No Bugs conseguiu convencer a organização do ENEJ 2013 que seria em Porto Alegre a nos dar um voto de confiança e aceitar um sistema que prometia não cair no pico de acessos! A equipe organizadora e a No Bugs então compraram o desafio e começaram a trabalhar para que o sonho fosse real. Sendo assim, o ano passou e em 2013 o evento ocorreu. Tudo para o que havíamos trabalhado foi posto em prova e, no fim, sistema foi um sucesso, a equipe organizadora ficou muito satisfeita com nosso trabalho e nos presenteou ao final do projeto com uma carta de agradecimento pelo serviço prestado. Após o sucesso do ENEJ, o Coliseu passou a ser um dos nossos principais serviços. Com ele nossa marca foi divulgada para partes antes nunca alcançadas do Brasil. Nos dias atuais, ele continua sendo um serviço chave para a empresa. Em 2013 começamos a vender o serviço do Coliseu para outros eventos e começamos a fidelizar e captar novos clientes para a empresa. Ainda em 2013, o âmbito interno da empresa também mudava. O Departamento de Comunicação fez uma reestruturação do Fórum, mantendo suas informações mas modernizando ele. Além disso, a comunicação entregou também um novo site para a empresa, que estava sendo feito pelo Diretor Luan Noé para substituir o feito pelo Pedro Silva. O ano de 2013 acabou com resultados muito positivos para a empresa, com a realização de muitos projetos e a marca sendo cada vez mais conhecida no Brasil.


Prêmios 2012 - 2013 Prêmio Melhores Empresas em Satisfação do Cliente 2012 da Consultoria BEE - Top 20 (1º em minas e 18º no brasil) Top 20 melhores Empresas Juniores do Brasil pelo SMD Brasil Júnior 2012 no qual foi levado em consideração o trabalho realizado em 2011 VII InternEJ - Top of Mind Selo CEEMPRE 2012 - Selo Ouro Prêmio CEEMPRE 2012 - Foca no Projeto - 3º Lugar Prêmio CEEMPRE 2012 - CEEMPRE Forever - 3º Lugar VIII Internej - 2º Lugar Geral - “Estratégias de Marketing Digital com Foco na Captação de Projetos”

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Cargos nas Instâncias Pedro Mariani ..... Coordenador de Divulgação - VII InternEJ Luan Noé ..... Coordenador de Célula Temática de Relações Públicas - CEEMPRE Fernando Aires Cascais ..... Conselheiro Fiscal - FEJEMG 2013

Diretoria 2012


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Diretores

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Claudinei de Oliveira Júnior - Éttore Araujo Buzzo - Gabriel Giordano Batista - Lucas Lopes da Silva - João Paulo P. de Amorim - Charles Cássio da Silva - Camila Cabral Pinheiro - Fernando Aires Cascais - André Pompermayer - Ricardo K. Procópio Lamada -

Diretores

| Capítulo /2012 - 2013

João Paulo Peixoto Amorim - Lucas Lopes da Silva - Danilo Miranda Ribeiro - Cleyton Rodrigo da Silva - Luan Noé Paes - Leonardo F. Coelho Lemos - Anderson Benevenuto Dias - Isabella M. Mascarenhas Lelis -

2012 Presidencia Vice-Presidencia Administrativo-Financeiro Comercial Comunicação Gestão de Pessoas Projetos Projetos Qualidade Conselho Administrativo

2013 Presidente Vice-Presidente (saiu no meio da gestão) Admistrativo-Financeiro Comercial Comunicação Gestão de Pessoas Projetos Qualidade

Diretoria 2013


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Diretoria 2013

Troca de Gestão 2012


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2014 - 2015

urante um período de prosperidade com o Coliseu, a No Bugs passou por momentos difíceis em sua gestão interna e no MEJ. Porém com muito profissionalismo e No Bugs Soul a empresa superou seus desafios e consolidou suas práticas nos pilares do MEJ.

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O ano de 2014 começou com o aproveitando do bom momento dos anos anteriores. A empresa continuava a captar eventos para prestação do serviço do Coliseu e se destacava com a criação de sites de alta qualidade. Porém conforme o segundo trimestre começava alguns problemas internos começaram a surgir, fazendo assim com que o ano de 2014 fosse marcado por altos e baixos na história da empresa. Algumas falhas na administração da empresa fizeram com que a empresa passasse por momentos complicados. Dessa forma, o ano começou com um susto: a empresa, que estava federada havia cerca de 15 anos, não conseguiu coletar todos os documentos necessários para o Selo EJ e foi desfederada da FEJEMG. A principal causa adviu de problemas na contabilidade de anos passados que causaram problemas na receita federal. Assim sendo, por trâmites legais, não foi possível coletar uma das Certidões Negativas de Débitos necessárias; a pendência deveria ser quitada antes. Por esse mesmo fato, não conseguimos obter uma boa colocação no Selo CEEMPRE, conseguindo apenas o Selo Bronze na premiação. Esse fato deixou a empresa toda surpresa, já que tudo estava pronto para que ganhássemos o Selo EJ novamente e continuássemos na federação. Porém, o sentimento de surpresa veio também com um sentido de urgência e vontade de resolver esse problema. A empresa toda, em especial o Diretor de Administrativo e Financeiro da época, criou ações para que a situação fosse resolvida e a No Bugs voltasse à federação. Houve então um contato muito grande com a federação para que fossem propostas formas de que a No Bugs pudesse voltar a ela. Então, após discussões, a forma resolvida pela FEJEMG foi o processo de Refederação, que aconteceu exclusivamente naquele ano e englobou a No Bugs e uma segunda EJ. Esse processo consistiu no envio de relatórios comprobatórios sobre o andamento da resolução da pendência que fez a empresa ser desfederada bem

como a apresentação dos resultados em uma sabatina no final da gestão. Sendo assim, os próximos passos tomados pela empresa foram a procura do contador antigo, que era o único que poderia nos auxiliar nas pendências legais, e emitir relatórios periódicos à FEJEMG sobre o andamento da resolução. Após muito procurar o contador, e com a esperança baixa de achá-lo, surgiu uma pista na secretaria do Departamento de Informática. O contador era conhecido de uma das secretárias, e dessa forma foi conseguido o telefone dele. Com a esperança renovada, o contato foi retomado e a empresa trabalhou lado a lado do contador para resolver a pendência. Após a emissão de uma taxa, que foi paga, a empresa conseguiu, no final do ano, emitir as certidões e enviá-las à FEJEMG. Após isso, foi necessário apenas esperar que o ano passasse e se preparar para a primeira Reunião Presencial de 2015 para que a No Bugs passasse pela sabatina de Refederação. Nesse meio tempo, enquanto tentávamos a Refederação e aguardávamos a sabatina, ocorriam alguns fatos muito importantes para a empresa. Foi em meios de 2014 que a empresa criou o sistema web para gameficação da equipe conhecido como Ranking No Bugs. O Ranking de 2014 foi a versão 2.0 do ranking que já existia. Porém, o ranking inicial da empresa era todo feito em planilhas e de uma forma mais manual e arcaica. Com o advento do Ranking 2.0 a pontuação ficou mais dinâmica e disponível de forma online para todos colaboradores da empresa. A criação desse ranking foi ideia do Diretor de Gestão de Pessoas da época, Alexandre Araújo, que também participou de seu desenvolvimento. Esse desenvolvimento se deu no decorrer do ano de 2014 e culminou na apresentação do sistema para o MEJ todo na Troca de Gestão daquele ano. Dessa forma, o Ranking passou a ter o papel de motivação dos colaboradores, uma vez que cada ação positiva gerava um acréscimo de pontos no Ranking, bem como uma negativa gerava decréscimo. Ainda com o Ranking, a empresa ganhou prêmios importantes em eventos do MEJ.


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Vencedores do Ranking 2014


“No Bugs foi uma experiência muito importante durante minha graduação, graças a ela e ao pessoal que trabalhou comigo eu conseguir ser mais responsável e desenvolver meu conhecimento na área de computação e gestão de empresas. E ao longo dos 4 anos tivemos muitos altos e baixos. Bastante história pra contar e muito conhecimento adquirido e projetos desenvolvidos.” Guilherme de Oliveira Raminho.

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Continuando em meados de 2014, foi criado o Concurso Interno de Cases da No Bugs para incentivar a cultura de escrita de cases na empresa. Essa ideia foi implantada pelo Presidente na época, Leonardo Lemos, e foi advinda da prática já existente na Alimentos Júnior Consultoria. Nesse concurso foram criados 4 novos cases para a empresa, sendo que o ganhador do concurso interno conseguiu também o 1º lugar no Concurso Externo de Cases da Alimentos Júnior Consultoria. O case ganhador foi “Automatização de documentos com o intuito de diminuir atrasos na criação de contratos” criado pelos colaboradores Alan Mariano da Silva e Pedro Rigotto, que eram colaboradores do departamento de administrativo financeiro. O case ganhador foi criado para contar a história da criação do Automatizador de Documentos. O Automatizador foi criado na gestão 2014 pelo colaborador Alan Mariano para automatizar a criação de contratos, termos e certificados da empresa.

GUB EXPLICA O Automatizador de Documentos era uma ferramenta sonhada pelo departamento de administrativo financeiro havia muitos anos e surgiu em 2014 após o diretor da época, Thaynan Cardoso, passar a criação dele como um desafio trainee.

Ainda em 2014, a No Bugs criou e retomou práticas antigas da empresa. Um grande destaque deve ser dado ao MEJ Cast, que é um podcast feito pela empresa focado em assuntos interessantes ao MEJ. Outro serviço importante da empresa foi o MEJ Quiz, aplicativo mobile para Android que desafiava os jogadores a acertarem a EJ dada a apresentação de uma parte da logo dela e que fez muito sucesso nos eventos do MEJ daquele ano. Além disso tudo, houve também houve a criação de um Hino para a No Bugs que perdura até os dias atuais e a inclusão do No Bugs Soul como valor único da empresa, subdividido em pilares. Finalizado então o ciclo de 2014, começava 2015 e chegava o momento de passar pela sabatina de Refederação da FEJEMG em Belo Horizonte. Foi então que, na primeira Reunião Presencial de 2015, em março, os Diretores Presidente e de Administrativo Financeiro, Ramon Pimentel Sala e Alan Mariano, respectivamente, apresentaram os motivos para a No Bugs ter sido desfederada e o que ela fez para merecer retornar à Federalção. Os diretores discorreram sobre os problemas decorrentes de gestões passadas, sobre todas as ações tomadas para resolvê-los e sobre as motivações da No Bugs em voltar à federação. Após alguns minutos de sabatina, nos quais os representantes da empresa responderam a inúmeras perguntas referentes principalmente às ações que seriam tomadas para evitar uma possível futura desfederação, houve uma votação e a No Bugs foi refederada à FEJEMG! O sentimento de pertencimento à rede começou então a voltar a crescer na empresa tanto no ano de 2015 quanto no ano seguinte e a festa da Reunião Presencial de BH foi então mais especial ainda para os colaboradores presentes pois simbolizava um recomeço para a empresa! Em 2015 também o Departamento de Administrativo Financeiro se reestabeleceu na empresa e sofreu muitas alterações e inovações. O Selo Diamante voltou a ser alcançado pela empresa, bem como o Selo EJ, meses após a refederação. Outra prática criada que impactou diretamente a empresa toda foi a criação de um informativo financeiro mensal para toda a empresa, com o intuito de criar maior transparência e sentimento de dono nos colaboradores. Além disso, no final de 2015, o Departamento de Administrativo Financeiro ainda apresentou à empresa o Automatizador de PESw, que foi idealizado


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pelo Diretor da época e foi executado pelo colaborador Gustavo Uliana na forma de um sistema web. Esse sistema serviria para que as propostas de sites fossem padronizadas e reduzissem erros que porventura pudessem ocorrer por falta de atenção, bem como agilizar o processo de criação delas. Enquanto isso, todos os outros departamentos trabalhavam muito! Alguns dos destaques muito importantes do ano de 2015 vieram do Departamento de Comunicação: a criação do mascote da empresa e a criação do No Bugs Style! O mascote, Gub, foi idealizado durante o processo trainee e nasceu realmente no X InternEJ. Desde então ele é a representação dos colaboradores da empresa com seu carisma e sociabilidade! Além do Gub, o No Bugs Style foi uma prática da Comunicação para aproximar os colaboradores da empresa e do MEJ e também divulgar a marca No Bugs de forma mais descontraída. Foram criadas camisas e outros itens de vestimenta com a marca da empresa, sendo que alguns foram abertos para compra pelo público. Em outra área da empresa, a de projetos, estávamos captando muitos Coliseus e sites! Porém, após a empresa passar por uma reavaliação de sua carta de serviços, foi decidido pausar a captação passiva de sistemas por tempo indeterminado até que a gerência desses projetos fosse reestruturada. De toda forma, com tantas inovações e renovações, o ano de 2015 decorreu de forma suave e constante, com muitas conquistas para a empresa. Nesse ano ainda ganhamos a V Copa Júnior de Futsal, organizada pela Eficap Consultoria, além de realizarmos um Planejamento Estratégico para o Coliseu e começamos a implantar o Trello na empresa. Findo esse período, começaria então 2016, a data de comemoração dos 20 anos da empresa e tempo de renovação no Movimento como um todo.

Primeiros Esboços do Gub

Planejamento Estratégico 2015


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Prêmios 2014 - 2015 Selo CEEMPRE 2014 - Categoria Bronze I Concurso de Cases Externos Alimentos Jr 2014 - 1º lugar - “Automatização de documentos com o intuito de diminuir atrasos na criação de contratos” V Copa Júnior de Futsal Masculino - 1º Lugar Selo CEEMPRE 2015 - Categoria Diamante X InternEJ - 2º Lugar em Cases - “Gameficação e competição interna como potencializadores de resultados” Selo EJ 2015 - Selo da BJ comprovando a confederação

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Walison Silva ..... Coordenador de Conteúdo e Programação - InternEJ IX João Paulo ..... Gerente de Alinhamento - CEEMPRE 2014 Victor Noventa ..... Assessor de Comunicação - CEEMPRE 2014 Lucas Marques ..... Consultor de Imagem - CEEMPRE 2014 Anderson Benevenuto ..... Consultor de Estratégia - CEEMPRE 2014 Marthus Menezes ..... Diretor de Comunicação - CEEMPRE 2015 Leonardo Lemos ..... Gerente de Suporte - CEEMPRE 2015 Leonardo Coelho ..... Assessor de Eventos - CEEMPRE 2015 Ramon Sala ..... Assessor de TI - CEEMPRE 2015 Alan Mariano ..... Grupo de Trabalho da Junina Jr - CEEMPRE 2015 Bryan Martin ..... Assessor de Comunicação - X InternEJ

Troca de Gestão 2014


Diretores - - - - - - - - - -

Ramon Pimentel Sala - Guilherme Santana de Freitas - Alan Mariano da Silva - Lucas Pereira Marques - Leonardo F. Coelho Lemos - Luis Gustavo F. Costa - Samuel da Silva Guimarães - Gabriel Barbosa Inácio - Alexandre Caixeta Araujo - Thaynan Cardoso Teixeira -

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Diretores

Presidencia Vice-Presidencia Administrativo-Financeiro Comercial Comunicação Gestão de Pessoas Projetos Qualidade Conselho Consultivo Conselho Consultivo

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Leonardo F. Coelho Lemos Anderson Benevenuto Dias Thaynan Cardoso Teixeira Ramon Pimentel Sala Camila Cabral Pinheiro Alexandre Caixeta Araujo Guilherme de O. Raminho Guilherme S. de Freitas Luan Noé Paes João Paulo P. de Amorim

2014

2015 Presidência Vice-Presidência Administrativo-Financeiro Comercial Comunicação Gestão de Pessoas Projetos Qualidade Conselho Consultivo Conselho Consultivo Troca de Gestão 2015


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/2016

nquanto a No Bugs completa seus 20 anos a estratégia da Rede muda; o foco agora é na realização de mais e melhores projetos. É tempo de readaptar-se pensando no futuro sem deixar de celebrar e reviver 20 anos de histórias e conquistas.

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O ano de 2016 surgiu com um ar renovador para o Movimento Empresa Júnior como um todo. A Rede nos convidou a olhar ao passado e perceber o que estávamos fazendo de errado no mesmo ano em que a No Bugs completava 20 anos e olhava para o passado para redescobrir sua história. Nesse contexto, um novo Planejamento Estratégico da Rede surgiu para nos mostrar que o caminho que seguíamos não era o mais correto e reestabelecer o movimento através de seus três pilares: aprendizado por projetos, aprendizado por gestão e cultura empreendedora. Nós percebemos que nenhum deles deve ser priorizado em detrimento do outro, e que era através de mais e melhores projetos que o Movimento iria se consoli-

dar e alcançar seus objetivos de transformar a realidade do Brasil. Dessa forma, a No Bugs, empresa júnior inteiramente ligada a esse propósito, começou a trabalhar para desenvolver empreendedores que fossem agentes transformadores de sua realidade. Em 2016 trabalhamos na gestão interna da empresa de forma incansável. A empresa se conectou mais fortemente com a federação ao começar a participar de programas de desenvolvimento oferecidos por ela, como o Desenvolve Minas e o MOVE, programas voltados para consolidar a gestão das empresas. Além disso, no campo da excelência em gestão, nos mantivemos federados ao coletar o Selo EJ e fomos certificados com o Selo Diamante da CEEMPRE pelo segundo ano em sequência. Somado a isso, começamos o processo de captação ativa dentro da empresa para alavancar resultados juntamente com a modificação da forma que a gerência de projetos acontecia na empresa, ao implantar o SCRUM e consolidar o uso do Trello. Em 2016 utilizamos também o Planejamento Estratégico para revisarmos nossa missão, visão e valores e alinharmos elas ainda mais com o

Recepção de Calouros 2016


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Planejamento Estratégico da Rede. Aproveitamos também para retornar com a nossa prática antiga de usar personagens ou personalidades famosas para representarem nossos valores, dessa forma tornando-os mais fáceis de lembrar e enraizados em nossa cultura empresarial. Falando sobre projetos, o pilar de aprendizado por projetos teve um enfoque muito especial nessa gestão. No ano de 2016 voltamos a realizar a prestação de serviço de desenvolvimento de sistemas, ao fazermos uma parceria com a Universidade Federal de Viçosa para a criação de um sistema para o Departamento de Logística. Em troca do sistema, o Departamento nos auxiliaria em uma reforma na Sede da No Bugs, algo tão sonhado mas que teve sua concretização com a realização de um projeto de mudança de layout com a empresa júnior de Arquitetura e Urbanismo, a TETU. Além do primeiro sistema em bastante tempo, muitos projetos de site foram captados! Em 2016 também a No Bugs expandiu seu mercado do Coliseu, realizando a prestação do serviço para eventos das federações de São Paulo, Goiás e Minas Gerais, além da Confederação! E, completando a volta pelos três pilares do MEJ, a No Bugs não poderia deixar de empreender! Durante todo o ano a empresa e seus colaboradores participaram dos eventos do movimento brasileiro, aprendendo e compartilhando muitas práticas úteis entre as empresas juniores. Um destaque deve ser dado ao Open Space, metodologia aprendida no EMEJ 2016 e que foi aplicada à No Bugs através do Open No Bugs, consistente em momentos das Reuniões Gerais da empresa voltados para a discussão de problemas da empresa e soluções para eles. Somado a tudo isso, durante todo o ano de 2016 foram planejadas e executadas ações para a comemoração dos 20 anos da empresa. Os colaboradores se organizaram para a criação desse livro comemorativo, para a realização de uma Festa dos 20 anos e também para a criação de um site e blog novos para a empresa. Dessa forma, o ano de 2016 se encerra com a empresa batendo suas metas, comemorando sua história magnífica repleta de pessoas incríveis e pronta para seus próximos 20 anos!


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Prêmios

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Selo CEEMPRE 2016 - Categoria Diamante Selo EJ 2016 - Selo da BJ comprovando a confederação EJ de Alto Crescimento - Prêmio CEEMPRE 2016 (prêmio concedido a todas EJs que bateram as metas compartilhadas com a Rede em 2016) EJ de Alta Performance - Prêmio CEEMPRE 2016 (prêmio concedido a todas EJs que cresceram significativamente em faturamen- to entre 2015 e 2016)

Cargos nas Instâncias Alan Mariano da Silva ..... Gerente de Administrativo Financeiro - CEEMPRE 2016 Leonardo F. Coelho Lemos ..... Consultor de Desenvolvimento - CEEMPRE 2016 Emanuell T. Carvalho ..... Grupo de Trabalho da Junina Jr - CEEMPRE 2016 Danilo Batista Campelo ..... Assessor de Gente e Gestão - CEEMPRE 2016 Marthus H. Menezes Silva ..... Consultor de Resultados - FEJEMG 2016/1 Assessor de Desenvolvimento - FEJEMG 2016/2 Staff - EMEJ 2016

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Diretoria

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Presidência Vice-Presidência Administrativo Financeiro Comercial Comercial Comunicação Gestão de Pessoas Projetos Qualidade Qualidade

Diretoria Daniela de Souza Gomes - Presidência Danilo Batista Campelo - Vice-Presidência Maria Eduarda Oliveira Miranda - Administrativo Financeiro Hevellin Ferreira Aguiar e Ferraz - Comercial Renê Vitor Milagres - Comunicação Alvaro Miranda Nogueira - Gestão de Pessoas Gabriel Martins Juarez - Projetos Andrei Alef de Oliveira Alves - Qualidade Diretoria 2017

2017

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Luis Gustavo Fernandes Costa Alan Mariano da Silva Wallison Ramos Gonçalves Marthus Henrique Menezes Silva Hevellin Ferreira Aguiar e Ferraz Daniela de Souza Gomes Danilo Batista Campelo Igor Rodrigues Cardoso Leonardo Lopes Coelho Fabio Henrique Godoy Martins

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o dia 10 de setembro de 2015, surgia na UFV um grande mistério. Havia uma espécie de ovo estranho e ele estava em toda a parte, desde a linha férrea até o gramado do bernardão. Tinha o aspecto um pouco inusitado, não era como os ovos comuns, era grande (aproximadamente do tamanho de uma bola de futebol americana). E era rugoso e um pouco áspero. Mas o que mais chamou a atenção, foram suas cores, ele era branco e continha vários proibidões azuis. Logo pela manhã a comunicação da No Bugs solta um informativo sobre esse acontecimento singular: “Estranhos ovos aparecem no campus na manhã de hoje”. O dia não poderia mais ser como qualquer outro, surgiram dúvidas, questionamentos, teorias… Mas o mistério continuava.

E se passou mais um dia e nada fora descoberto ainda. O que estava acontecendo? E como reagir a todos aqueles questionamentos? O que aqueles proibidões estariam fazendo naqueles ovos? Precisava-se de uma resposta, era necessária uma investigação sobre aqueles ovos, que agora já ocupavam vários locais diferentes dos dias anteriores. No dia 13 de setembro de 2015, enfim, conseguiu-se a resposta tanto procurada, de um daqueles ovos, nascia o mais novo amigo e integrante da No Bugs, o Gub. Ele era azul, com os olhos grandes e listras brancas nas costas. Tinha rabo e garras, sim, era um filhote de dinossauro e por onde andava deixava sua pegada, a marca do proibidão. Estava sempre feliz e espalhava fofura. Também possuía um grande senso de humor, e foi necessário criar uma conta pra ele no Twitter para que ele pudesse compartilhar com o mundo suas experiências e pensamentos.

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Por que GUB? 68 pg

O nome GUB foi retirado do próprio nome da empresa para mostrar que ele agora é parte da No Bugs. No BUGs GUB

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Por que um dinossauro?

Uma referência ao dinossauro do Google Chrome, visível quando não há acesso à internet. E também, aos membros “dinossauros” que não largam a No Bugs por terem um grande carinho com a empresa.

Por que um mascote?

A fim de atingir o público mais jovem que se relaciona com a No Bugs e ter mais uma forma de divulgar a empresa, pensou-se na ideia de se criar um mascote.


Idealizadores do Mascote:

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Renê Milagres

Emanuell Carvalho

Gub foi resultado de uma atividade do processo trainee para o Departamento de Comunicação em 2015, no qual os participantes foram divididos em duplas com a missão de idealizar um mascote, carismático e jovial, que representasse a empresa. Surgiram daí três ideias fantásticas, mas apenas uma poderia ser escolhida, e assim, nosso dinossauro ganhou da lebre e da formiga gladiadora. Os trainees, posteriormente colaboradores efetivados, que deram vida ao GUB, foram Renê Milagres e Emanuell Carvalho. Parabéns pelo empenho e pela criatividade! Com certeza já deixaram seu legado! Hoje o GUB tem voz através do Twitter e do Instagram, ele adora postar fotos e está sempre presente em eventos. Aonde ele vai, ele leva a No Bugs. É muito querido, não só pelos membros da empresa, e faz o maior sucesso por onde quer que passe. Com ele, foi possível aumentar significativamente a visibilidade da empresa, que continua crescendo até hoje, muito por conta de nosso querido mascote.


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/COLISEU

oma não foi construída em um dia, e muito menos o Coliseu. O Coliseu de Roma, foi construído de 72 até 80 DC, sendo por muitos anos usado para batalhas de gladiadores, simulações de batalhas, peças, exibição de animais exóticos, entre outras atrações que existiam na época. Tal edifício é até hoje o maior anfiteatro já construído no mundo. Até hoje, pouco menos de dois mil anos depois, o colosso construído de areia, concreto e mármore ainda se mantém de pé, tendo sobrevivido ao longo dos anos a terremotos, saques e ao próprio tempo.

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Enquanto um Coliseu foi erguido na Europa, em 2012, muito mais recentemente, um outro Coliseu seria erguido em terras sul-americanas. Assim como sua contraparte que foi construída em uma área devastada pelo Grande Incêndio de Roma, o projeto nacional começou a ser construído em terreno arrasado. Por muito tempo os eventos do MEJ foram assolados por sistemas de gerenciamento de eventos que prometem eficiência, mas que constantemente gerava transtornos aos envolvidos, grandes batalhas por vagas, e lutas contra a queda dos servidores. Neste ano, Fernando Cascais vendeu a ideia de que a empresa júnior de informática de Viçosa poderia mudar isso aos coordenadores do Encontro Nacional de Empresas Juniores de 2013, e então o Vice-presidente da No Bugs, Éttore Buzzo, junto com João Paulo Peixoto, Luan Noé Paes e Guilherme Raminho, entraram de cabeça no projeto. A ideia que eles tiveram, a maior parte depois de oferecer o serviço, era criar um sistema baseado em computação na nuvem, para que nos momentos onde os outros softwares caíssem, o projeto deles suportaria. Pagamento feito no sistema através de boletos divididos, a criação conceito de pré-inscrição para depois ter a inscrição de fato, e o mais importante, a fluidez do sistema, eram apenas algumas das vantagens que foram sendo projetadas. As negociações com os envolvidos no ENEJ durariam de agosto de 2012 até janeiro de 2013. Com Éttore gerenciando o projeto, mesmo depois de ter saído da empresa no fim de 2012, tendo João Paulo e Raminho construindo o código back-end em PHP e o Luan fazendo o front-end/design do programa, o trabalho se estendeu por um período de 8 meses até o fim do evento, muito menos que os 8 anos do Coliseu de Roma.

Esse nome que surgiu, Coliseu, seria baseado no sonho de criar uma arena de eventos tal qual o anfiteatro romano, que tornaria todas as dificuldades de se inscrever em um evento do MEJ em transtornos passados. E foi o que ocorreu, consolidando desde o início o nosso sistema de eventos no MEJ, sendo muito elogiado pela coordenadoria do evento, e assim, permitindo que muitos outros eventos se interessassem pela mesma eficiência. Ainda em 2013 um segundo evento já usaria o Coliseu, o VIII Internej, sendo feito de agosto até novembro do mesmo ano. Dessa primeira experiência pós ENEJ que surgiria o começo das customizações do projeto para cada evento. A primeira de todas, além do logo, foi a inserção dos boletos gerados para a conta da Caixa Econômica Federal, não disponível inicialmente. Além disso, pela primeira vez, dois colaboradores que não eram projetistas originais contribuíram para o gerenciador de eventos. Matheus Franco e Lucas Marques, orientados pelo João Paulo e o Raminho, participaram desse projeto. De lá para cá, o Coliseu se tornou cada vez mais importante dentro da empresa. A cada gestão ele sempre está presente nos projetos de ação das diretorias, e sendo discutido nos planejamentos estratégicos da No Bugs. De 2013 até o ano atual de 2016, fizemos dezesseis projetos de aluguel da ferramenta. Além do ENEJ 2013 e o VII Internej, os eventos: Prêmio FEJESC, IX Internej, ENEARTE, XXII EMEJ, XXIII EMEJ, CONCEJ 2015, X Internej, Encontro de Líderes da Brasil Júnior 2015, EPEJ 2016, GO Jr e Encontro de Líderes 2017 usaram o Coliseu de modo completo.


Juntamente, outros eventos e projetos aproveitaram o Coliseu de forma reduzida: PIBID, Semana de Informática e Prêmio CEEMPRE. Ao longo de todos esses projetos ainda foram feitas mais customizações que agregaram ao Coliseu de forma mais definitiva. Um exemplo de modificação mais recente é o uso do sistema de pagamentos Gerencianet no XXII EMEJ. Com todo esse crescimento, o foco do sistema passou a ser mais semelhante a um serviço, que oferece aos clientes não só o software mais o atendimento ao longo de todo o processo do evento. Tendo isso em vista,

em 2015 foi feito um planejamento estratégico unicamente para o Coliseu, e ao longo de toda a gestão de 2016, a Diretoria de Comunicação realizou a confecção de um plano de marketing para ele, estudando apostilas e um manual disponibilizado pelo SEBRAE. Hoje em dia, todo esse legado impacta cada colaborador da No Bugs, que uma hora ou outra, escuta algo a respeito desse colosso construído há gerações, que pretende e irá permanecer por muitas gerações.

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GLADIADORES DO COLISEU

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Éttore Arraujo Buzzo João Paulo Peixoto de Amorim Luan Noé Paes Guilherme de Oliveira Raminho Lucas Pereira Marques Matheus Franco Ferreira Victor Machado de Mendonça Noventa Samuel da Silva Guimarães Bryan Martin Nunes Barbosa Feliciano Sérgio Ramon Pimentel Sala Alan Mariano da Silva

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Éttore Arraujo Buzzo

João Paulo Peixoto de Amorim

Luan

Victor Machado de Mendonça Noventa

Samu


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uel da Silva Guimarães

Guilherme de Oliveira Raminho

Lucas Pereira Marques

Matheus Franco Ferreira

Bryan Martin N. B. Feliciano Sérgio

Ramon Pimentel Sala

Alan Mariano da Silva

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Noé Paes


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/Making of

entre as listas de sonhos das pessoas um item muito comum é escrever um livro. Porém, não tão comum assim é uma empresa júnior, ainda por cima de informática, ter como meta escrever um livro. Porque então a No Bugs decidiu que era isso que ela deveria fazer?

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A ideia de criação do livro de 20 anos da No Bugs veio de uma combinação de diversos fatores, tanto internos como externos. Primeiramente, claro, o fato da empresa estar completando 20 anos, fato marcante na história de qualquer empresa por simbolizar o amadurecimento de uma organização. No ano de 2016 completaria 20 anos que a No Bugs se propunha a desenvolver pessoas melhores para transformar o Brasil, e esse marco não poderia passar em branco. Porém, a ideia de comemorar os 20 anos não foi algo inovador. Na verdade, já era algo comentado dentro da empresa fazia duas gestões, sendo tópico recorrente em Planos de Ação para Diretorias de Presidência e de Comunicação. Algumas propostas consistiam na criação de sites comemorativos, tanto para renovar o site comercial da empresa quanto para armazenar depoimentos de pós juniores em uma linha do tempo, contando assim a história da empresa. Até a ideia da criação de um livro existiu, sendo lançada como no Plano de Ação do diretor de Comunicação da gestão 2015 como algo a ser levado em consideração, porém não foi levado à frente. Mas, de qualquer forma, as ideias existentes casavam justamente com um segundo fator muito importante na decisão da escrita do livro: a história da empresa era nebulosa e poucas pessoas sabiam o que havia ocorrido mesmo em épocas relativamente próximas, como cinco anos no passado. Dessa forma, as ideias eram similares no quesito de levantamento de informações através de pós juniores, e era necessário apenas encontrar uma forma de arquivá-las.


Durante a Imersinha a equipe ficava realmente imersa o dia inteiro no trabalho, fazendo pausas apenas para a preparação do almoço, no qual todos participavam. Além disso, o clima da Imersinha servia também para manter a motivação da equipe, uma vez que estreitava os laços de amizade dos colaboradores envolvidos, seja através do trabalho, seja através de integrações no final do dia com direito a karaokês! Assim sendo, após cada Imersinha, mais capítulos do livro eram escritos e o sonho se tornava realidade. Ao mesmo tempo que uma parte da equipe escrevia, outra parte fazia a diagramação e os desenhos necessários para o livro. Dessa forma, o livro de 20 anos começava a tomar forma e a equipe sentia seu esforço valendo a pena ao perceber os resultados. Fechando com chave de ouro todo o trabalho de um ano, que começou com o esforço e motivação de cinco colaboradores e depois angariou mais três, o livro foi apresentado para o MEJ inteiro, celebrando assim 20 anos de pessoas brilhantes, 20 anos de No Bugs Soul.

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A forma encontrada veio após o lançamento do livro de 20 anos da FEJEMG, no EMEJ 2015. A ideia de criar um livro para os 20 anos da No Bugs não aprecia então tão distante, e poderia tomar o livro da FEJEMG como base. Não era apenas algo a ser pensado, mas sim algo que deveria ser feito para arquivar essas memórias para as próximas gerações, para que no futuro todos colaboradores soubessem das histórias desde o surgimento da ideia da empresa júnior de informática até os dias atuais. Assim sendo, a Diretoria de Vice-Presidência em conjunto com a Diretoria de Comunicação começaram a trabalhar com a Equipe do Livro de 20 anos para confecção dele. Nesse momento começou uma empreitada gigantesca para mineração de dados muitas vezes de difícil acesso. Foi necessário contar muito com a colaboração dos depoimentos dos pós juniores para que a memória da empresa fosse reconstruída, uma vez que em 20 anos de existência muitos arquivos físicos foram perdidos. Porém, muita coisa pode ser encontrada ainda, com um trabalho muito minucioso. A equipe do livro vasculhou o arquivo físico e virtual da empresa e fez uso de documentos existentes desde a criação da empresa para construir uma linha do tempo de acontecimentos. Foram usados contratos de projetos, atas de reuniões gerais, emails antigos e mensagens nos fóruns, sempre se atentando às datas e às ligações entre os fatos. O trabalho de coleta de informações não foi fácil, muitas delas pareciam estar perdidas para sempre. Porém, a equipe não desistiu e o processo de escrita do livro começou, após muitos meses de coleta de informação. Com o cronograma atrasado por causa do foco na coleta de dados, a escrita se dificultava. Os colaboradores da equipe de escrita não conseguiam começar seus capítulos e não conseguiam gerenciar seu tempo para conseguir manter um bom ritmo de escrita. Com o prazo se complicando, foi criada uma ação para resolver isso. A partir do final do terceiro trimestre a equipe do livro começou a se reunir durante um dia do final de semana ou algum feriado, todos na casa de um colaborador, para que juntos escrevessem o livro. foi criado um ambiente de ajuda mútua e troca de ideias para que a escrita fluísse e o livro pudesse ser entregue no prazo. Surgia então um novo conceito dentro da No Bugs, a Imersinha.

No bugs 20 anos  

Em 2016, a No Bugs completa 20 anos de história e nada melhor que um livro para contar essa história tão grandiosa.

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