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Restaurante Lucky é referência da culinária chinesa na Liberdade Localizado no número 489 da Rua Conselheiro Furtado, no bairro da Liberdade, tem dois ambientes, o Restaurante Lucky é referencia da culinária chinesa no bairro. O restaurante se destaca com um cardápio farto e para todos os gostos com mais de 100 variedades de pratos tradicionais, oferecendo 11 variedades de entradas, 16 tipos de yakisobas, 13 diferentes estilos de yakimeshi, 7 tipos de misturas com Bifun e 14 pratos vegetarianos, 3 tipos de sopas vegetarianas. Além da sobremesa que é um detalhe a parte, harumaki doce com recheios de chocolate e Romeu e Julieta. O proprietário Paulo Liu, de 31 anos de idade, não revela a ninguém e guarda a sete chaves o segredo do sucesso de seus pratos. “O nosso diferencial está no tempero do molho do yakisoba e na massa do macarrão”, afirma. “Não posso divulgar, mas sei que entre os pratos mais pedidos estão o yakisoba e sopa de frutos do mar no rechaud”, garante o comerciante. “Nossos pratos são produzidos e adaptados para o tempero do paladar brasileiro, sem perder a característica oriental. O que mais atrai o cliente além da qualidade do serviço é o preço, e a quantidade da porção que é bem servida”, conclui. A casa é destaque em diversos guias da culinária na capital paulista. O estabelecimento possui serviço de delivery que podem ser feitos online www.restauranteweb. com.br, www.ifood.com.br, www.janamesa.com. br, www.pedidosja.com.br ou nos telefones (11) 3208-7079 e 2338-7088. O comerciante pretende expandir o serviço para outros bairros com sistema de franquia da marca. (Luci Júdice Yizima)

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Gastronomia

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Saúde

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Dinastia Ritz traz um novo conceito de restaurante chinês

Diferente dos tradicionais restaurantes chineses do bairro da Liberdade, o Restaurante Dinastia Ritz não possui decoração típica chinesa, mas, tem um ambiente descolado, moderno, com 50 lugares disputadíssimos. Freqüentado por jovens orientais em sua maioria chineses, o espaço localizado no número 580 da Rua Galvão Bueno, com pratos de origem da província Si Chuan, uma ilha ao Sul de Taiwan, onde o ingrediente principal é a pimenta. Porém tem também os pratos tradicionais sem pimenta. O local é gerenciado pelo Derek,

um jovem chinês, fala pouco português mas é muito atencioso e educado. Conversei com o proprietário Sr. Yang que destacou os pratos mais apreciados e pedidos pelos freqüentadores. “Nós temos um cardápio bem variado, uma culinária bem

apimentada, uma característica forte da província Si Chuan”, confessa. “O Mapotofu é um prato chinês dos mais famosos e tradicionais da ilha, tofu cozido ao molho vermelho picante com carne moída, muito apreciado. O cliente pode degustar carne de vaca cozida picante, peixe ensopado apimentado, carne de carneiro no espeto, para conhecer melhor esses e outros pratos

tem que nos visitar”, convida o comerciante. No Dinastia Ritz, você encontra o melhor carangueijo cozido com gengibre, alho e pimenta.Tem a costelinha agridoce e picante, brócolis chinês e camarão no vapor com alho e coentro. No entanto, o abuso das pimentas fica por conta do porco agridoce, o melhor do gênero no bairro. A casa funciona de 5ª à 3ª das 11h às 15h para almoço, à noite das 18h às 22h para jantar, fecha às quartas. Para não ficar esperando na porta é melhor reservar com antecedência, para mais informações ligue (11) 3271-7249. O estabelecimento só aceita dinheiro ou cheque. (Luci Judice Yizima)


“Sucos Mágicos” favorecem o seu bem estar

Imagine uma casa de sucos que tem um cardápio pra lá de saudável? Esse lugar existe, e está localizado no bairro da Liberdade, no número 439 da Rua Vergueiro, na loja 10 (em frente do Hospital do Servidor Público Municipal). O estabelecimento possui um menu com mais de 140 tipos de sucos,

sendo mais de 60 deles ‘sucos funcionais’ ou seja, combinados de frutas, verduras e legumes que trazem benefícios a saúde. A casa serve: Sucos Funcionais (Auxilia na Perda de peso, Calmante, Cansaço, Colesterol, Diabetes, Energéticos, Desintoxicantes, Gripes, Afrodisíaco, Ressaca, Hidratação da pele, Regulador do sono, TPM, Visão...

Vitaminas, cremes, iogurtes batido; Salada de frutas (mais de 6 tipos de frutas) Leite de soja (produção própria) Batata assada recheada; Lanches naturais (preparados na hora) Lanches quentes Bebidas quentes (chás funcionais, cafés, cappuccinos e chocolates) Salgados convencionais assados; Salgados VEGANOS (0% de colesterol, 0% de lactose, 0% de gordura trans, 100% vegetal). Sorvete de Massa por Kg. (diversos sabores – marca La Troppi) A empresa pretende ampliar os negócios e fazer franquia da marca ‘Sucos Mágicos’, pois em tempos quentes o melhor é manter o corpo em forma e a saúde em dia. (Luci Judice Yizima)

SUCOS MÁGICOS Rua Vergueiro, 439 - Loja 10 Tel (11) 3271-1023 www.sucosmagicos.com.br

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Aclimação

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Saúde e Beleza

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MAKE VERÃO: Como adequar a maquiagem às tendências da moda do verão 2013. Por Yumi Kataoka Make Verão - Para o dia Como referência nos grandes desfiles, vimos que a utilização de cores metalizadas, terrosas e coloridas estão em alta e na maquiagem não poderia ser diferente; Natural, metalizado, sombra terrosa, colorida, batom vermelho e boca rosa são as tendências que vão dominar o verão 2013. Para você que gosta de maquiagem, mas é um pouco insegura, aqui vão algumas dicas para você arrasar neste verão, sem medo de errar ou exagerar. Para uma boa maquiagem, vamos começando com uma boa limpeza de pele e seguir os passos abaixo: - Limpe a pele - Tonifique - Uniformize a pele com uma base do tom da sua pele - Corrija as imperfeições e olheiras com um corretivo dando batidinhas com o dedo. - Passe um pó facial ou pó compacto para tirar o brilho da pele e deixa-lá matizada. Após feito isso, vamos para os olhos. Muitas orientais tem dificuldade de maquiar pois, não tem as famosas "dobrinhas" que as ocidentais tem. Mas calma!! Mesmo assim, sempre temos um truque que pode realçar ainda mais seu olhar!

- Utilize uma sombra marrom opaca e uma bege opaca. Com a sombra marrom vamos marcar o côncavo, formando um arco dando a impressão de profundidade. Esfume (espalhe) bem para não deixar marcado. Pode usar a pontinha dos dedos dando uma leve batidinha para espalhar a sombra e deixa-la mais natural. Venha com a sombra mais clara bege e aplique na pálpebra móvel. Pronto, você acabou de aprender a fazer a base para as suas maquiagens! Sempre procuramos dar mais profundidade já que os olhos "japinha" são pequenos.

- Lápis preto Passe o lápis preto rente aos cílios e esfume com um pincel chanfrado para suavizar a marca. Passe na linha dos cílios inferiores dentro e fora da marca d´água também, esfumando com um pincel. Com isso, estamos deixando os olhos maiores. - Caso prefira, pode usar uma sombra com uma corzinha: rosa, azul, verde, lilás somente no centro da pálpebra e esfume (espalhar) para não deixar marcado. Pode usar a pontinha dos dedos dando uma leve batidinha para espalhar a sombra e deixa-la mais natural.


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Dica: Procure sempre higienizar sua pele, retirando a maquiagem antes de dormir. Assim, você ajuda a sua pele a respirar e mantê-la mais saudável. E não se esqueça que neste verão, beber muita água também ajuda a manter a tonicidade da pele e deixá-la mais viçosa.

- Curvex Como nós orientais temos os cílios bem retinhos, é interessante usar o curvex para deixar seu olhar ainda mais realçados! Após isso, aplique muitas camadas de rímel, sempre em movimentos zigue-zague para depositar o produto. E penteie os cilios para deixar separado e o produto não grudar os cílios um no outro.

(Texto e fotos: Yumi Kataoka) - Blush Aplique blush na maça do rosto para finalizar. Tons pêssego e rosa ficam muito bem nas orientais. - Batom Como podemos ver, as tendências para este verão são maquiagens bem coloridas e podemos escolher diversas combinações. Sombra Verde com batom laranja, sombra pink com batom voltado para o lilás, sombra roxa com batom rosinha e sombra verde com batom vermelho. Essas cores ficam muito bem nas orientais e são algumas dicas, você pode combiná-las da maneira que gostar e se sentir bem. E para você estar dentro da moda sem medo de exagerar, aposte em batons coloridos: Laranja, Vermelho, Rosa para compor este look. Se preferir finalize com um gloss e arrase!

Sobre Yumi Kataoka Apaixonada pela cultura japonesa, pratica Yosakoi Soran, Taiko de Okinawa e Karaokê. Com 27 anos de idade, Formada em Técnico em Modelagem do Vestuário e Maquiagem Profissional no Brasil e pela Menard Japan, atua no mercado voltado para orientais, está sempre em busca de novos recursos e aperfeiçoamento na arte da maquiagem. Fazendo trabalhos em meios artísticos, para show em grandes campeonatos Paulista e Brasileiro de Karaokê, e para grandes eventos como festas de formatura, casamento e eventos sociais. Para maiores informações favor contatar pelo email: yumikataoka@outlook. com ou pelo telefone: 9.8560-4140.

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Saúde e Beleza

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O cônsul geral Sang-Shik Park analisa e faz um balanço positivo dos 50 anos de atuação da imigração coreana no Brasil. “a imagem positiva, que a comunidade japonesa construiu durante todo esse tempo, influenciou na receptividade amistosa que o Brasil tem conosco”

Park,Sang-shik, 55, nasceu em Paju, província de Gyeonggi, Coréia, formado pela Academia Militar Coreana, ingressou em 1.988 no MOFAT. Serviu nos seguintes países: Países Baixos, Sudão, EUA, Argentina e Brasil. Na sua primeira passagem pelo Brasil ocupou a carreira de cônsul de 1.994 a 1997 retornando ao país, pela segunda vez, em 2.010 como cônsul geral. JN: Qual a retrospectiva que o senhor faz da atuação do Consulado sul-coreano em território brasileiro? Eu estou na carreira diplomática há um certo tempo e atualmente tenho oportunidade de exercer a função diplomática aqui no Brasil, pela segunda vez. O país agrega mais de 50 mil imigrantes coreanos, e há muitos pontos positivos com relação a atuação da Coréia do Sul no território brasileiro tais como: o consulado está numa região estratégica da cidade de São Paulo, a receptividade dos brasileiros é positiva, a relação amistosa com a colônia japonesa. Enfim, é uma honra exercer a posição diplomática num ambiente com tantos aspectos positivos. JN: O senhor detecta alguma dificuldade da comunidade sul-coreana no que diz respeito a aceitação dos cidadãos sul-coreanos no país? De certa maneira, a imigração sul-coreana se assemelha as primeiras chegadas da comunidade japonesa. Provavelmente, também os japoneses enfrentaram vários obstáculos. É fato que a comunidade coreana sofreu dificuldade: o choque cultural, a diferença na culinária, o clima etc... De fato, o processo imigratório da Coréia do Sul e Japão foi diferente porque teve início em épocas diferentes. Contudo, não podemos negar o quanto pode ser difícil se estabelecer em território estrangeiro. Mas, também não podemos negar que certas dificuldades que a colônia japonesa sofreu há mais de cem anos atrás, nós não sofremos. Inclusive, por causa da nossa fisionomia oriental, não raramente somos confundidos com os japoneses. Era comum sermos chamados de japoneses. E a imagem positiva, que a comunidade japonesa construiu durante todo esse tempo, influenciou na receptividade amistosa que o Brasil tem conosco.

A imigração coreana no Brasil teve início em 1963 Com a chegada do navio holandês Tjitjalengka ao porto de Santos, no dia 12 de fevereiro de 1963, trazendo a bordo as primeiras 17 famílias com 89 pessoas teve início a imigração oficial dos coreanos no Brasil. Na época foram emitidos 92 vistos pelo Consulado Brasileiro no Japão; os 3 imigrantes restantes chegaram de avião. Por não terem vocação para o trabalho agrícola, diferente dos japoneses que haviam chegado a mais de 60 anos, e por ser um projeto de colonização os primeiros imigrantes esperavam poder fixar moradia nas propriedades que seriam adquiridas, o que não aconteceu naquele momento. Devido a estas dificuldades de adaptação na atividade agrícola, muitos acabaram se fixando no comércio em diversos estados além de São Paulo. Como forma de sobrevivência, as mulheres começaram o sistema de venda de porta em porta, conhecido como “bendê’, onde vendiam roupas típicas e perucas importadas da Coréia. Em 1980 os imigrantes começaram a se deslocar para a região do Bom Retiro e Brás, tradicionais zona atacadista de roupas, revolucionando as lojas antigas com novas vitrines, inclusive na criação de roupas com design contemporâneo e de indiscutível qualidade. Desde então, a comunidade coreana cresceu e hoje reúne mais de 50 000 imigrantes no país.

Foto: divulgação

O navio holandês Tjitjalengka chegou ao porto de Santos, no dia 12 de fevereiro de 1963, trazendo a bordo as primeiras 17 famílias


Caderno Especial JN: Em sua opinião há discriminação?

JN: A comunidade japonesa conseguiu se estruturar. Criou um bairro, o da Liberdade... Ainda existe uma escassez no que diz respeito a divulgação da imagem da Coréia do Sul aqui no Brasil. Embora aqui no país ela seja mais nova que o Japão, por exemplo, não podemos esquecer que ela existe aproximadamente cinco mil anos. E isso é um fator muito relevante, posto que a estrutura histórica de um país reflete nas suas colônias que estão distribuídas internacionalmente. Há um esforço da comunidade coreana aqui no Brasil para divulgar e promover eventos populares característicos de nosso país. De fato, os coreanos, assim como os primeiros japoneses, vieram para o Brasil atrás de oportunidade e prosperidade financeira e, por consequência, o aspecto sócio-cultural ficou no plano secundário. Mas, é uma questão de tempo e a partir de esforços a comunidade irá divulgar a cultura coreana. JN: Os japoneses, quando vieram para o Brasil no começo do século passado, tornaram-se um marco na agricultura do país. A Coréia do Sul, por sua vez, hoje tem boa parte dos seus imigrantes no ramo da confecção. Existe algum fator que determine que esse setor acumule a maioria da comunidade coreana?

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Sul não existe porque não há vagas, co desses dois países? Hoje a maior parte dos mas, porque o cidadão busca com mais imigrantes coreanos critério escolher seu emprego. Há várias É interessante essa pergunta porque a trabalha no ramo de vagas que estão no mercado de traba- avaliação crítica que fazem, por exemconfecção. Somos mais lho, porém, não existe procura para plo, do Japão no que diz respeito ao seu de 70%. Ainda não te- atender ao famoso nervo chamado de 3 desenvolvimento econômico nos últimos mos uma distribuição d’s: dangerours, dificult e dirty. As no- anos não leva em consideração que a equilibrada nas áreas vas gerações futuras têm conhecimento, população ficou mais velha e, portaneconômicas no terri- preparo acadêmico e profissional. As to, não atua no setor econômico como tório brasileiro. Gra- oportunidades e demanda do mercado atuava décadas atrás. É necessário endativamente haverá de trabalho no país coreano não corcontrar novos parâmetros de pesquisa. mudanças a fim de criar oportunida- respondem a procura de determinados Tem de se levar em conta que onde a podes, em outras áreas empregos dos seus cidapulação é mais idosa e o padrão de vida profissionais, para o “Hoje a maior parte dos dãos. é estável, o idoso vai manter o seu patrabalhador coreano. imigrantes coreanos JN: Qual seria o drão sem precisar trabalhar como ouNo entanto, já pertrabalha no ramo de número de desem- trora fazia. Não há novos investimentos cebemos que há uma tendência no cenário confecção. Somos mais prego na Coréia do nesses países porque não há necessidade tão grande de novos investimentos como brasileiro no setor auSul? de 70%” nos países em desenvoltomotivo. O Governo, com suas medidas de É im- “a taxa de desemprego vimento. Ora, o Brasil incentivo fiscal, tem facilitado o finan- portante destacar que da Coreia do Sul gira tem diversas áreas que ciamento para a compra de automó- a taxa de desemprego necessitam de investiveis. Atualmente existe uma demanda da Coréia do Sul gira em torno de 3%, menor mentos: estradas, pormenor com relação a venda de roupas. em torno de 3%, meque de alguns países, tos, geração de energia, Então, de certa forma, esses resultados nor que de alguns paíinclusive do Brasil” na área da educação, acabam afetando a comunidade corea- ses, inclusive do Brasil. construção civil etc... na que atua no ramo de confecção. Consequentemente JN: O senhor enxerga alguma esses investimentos resultam em cresJN: Por outro lado a Hyundai medida para esse fenômeno? cimento econômico. A Coréia não tem tem participação efetiva no cenário econômico do Brasil... Veja, diferente do que acontece no ce- essa demanda mais. E as empresas coreanas estão encontrannário europeu, onde Exatamente. Em contrapartida, há em- temos atualmente o “as empresas coreanas do um novo caminho presas coreanas que atuam no Brasil maior índice de desem- estão encontrando um para seu crescimento investindo fora do país. – como a LG, a Samsung e a própria prego, o Japão sofre há novo caminho para seu A Hyundai, por exemHyundai, como você mesmo mencio- mais tempo o mesmo crescimento” plo, inaugurou sua fánou. Todas elas têm colaborado com a problema que a Coréia imagem da Coréia do Sul na sociedade no que diz respeito a brica em novembro de brasileira. Do mesmo modo, a Toyota, solução para o “tra2012, em Piracicaba. a Mitsubishi, a Sony e inúmeras outras balho sujo”. Por que? Ora, porque esta Outro exemplo é Samsung que está que atuam no país, mostram a presença geração, tanto coreana quanto japone- construindo no Estado de São Paulo a japonesa no Brasil. sa, foi formada para não atuar nessas sua fábrica de “linhas brancas”, gelaáreas de trabalho. E disso resultou as deira, lavadora, etc... Hoje no Brasil, JN: E como é o panorama no imigrações - no caso do Japão, os temos aproximadamente 150 empresas setor econômico na Coréia do brasileiros, chineses e filipinos. E é bem coreanas instaladas com perspectiva Sul? provável que a Coréia irá passar pelo que no próximo ano esse número chemesmo processo. gue próximo a duzentas. Na Coréia do Sul há um índice de desemprego entre os cidadãos coreanos, JN: O senhor acha que isso se (Oswaldo Y. Takaki) mas, por razões diferentes das do país reflete nos critérios para a ava(Susana Martins) brasileiro. O desemprego da Coréia do liação do crescimento econômi-

“Assim como a colônia japonesa também sofreu discriminação e hoje já é tão bem aceita, nós também esperamos que nossa imagem se construa positivamente”

Penso que existe. Mas, esse processo de vencer a discriminação é gradativo. Assim como a colônia japonesa também sofreu discriminação e hoje já é tão bem aceita, nós também esperamos que nossa imagem se construa positivamente. Buscamos ter, no país brasileiro, um convívio amistoso e de empatia.

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Nosso País Nome: República da Coréia (Coréia do Sul) Fundação: em 1.948. População: 50 milhões de habitantes Área: 100.210 km² ( Península Coreana 223.343 km²) Língua: coreano (forma escrita: hangeul) Principais cidades: Seul (Capital-14 milhões), Busan (3,6 milhões), Incheon (2,7 milhões), Daegu (2,5 milhões), Daejeon ( 1,5 milhões), Gwangju (1,4 milhões), Ulsan (1,1 milhões)- dados de 2.010. Religião/adeptos: budismo (22%), protestantismo (18%) e catolicismo (11%). Censo de 2.005. Moeda: Won (US$ 1,00 = 1.156,3 won), média em 2.010 PIB: US$ 1.081 bilhões (2.011) Renda per capita: US$ 23.749,00 (2.011) Exportação: US$ 557 bilhões (2.011) Importação: US$ 524 bilhões (2.011) Crescimento: 3,6 % (2.011) Desemprego: 3,5 % (2.011) Inflação: 3,1% (2.011) IDH: 0,897 -15° lugar, Brasil é o 85°(base 2.011) Fontes: FMI, ONU, governo coreano (Kotra).

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