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A aventura

ANÁLISE

O enredo conta a história das tais Spirit Tracks, enormes correntes que foram usadas no passado para aprisionar um Demon King que ameaçava o reino de Hyrule. Elas permaneceram intocadas por mil anos, tanto que eram usadas como trilhos para os habitantes do local viajarem com seus trens. Só que é lógico que há uma trama orquestrada pelos vilões da trama para libertar novamente o Demon King. Interessante é ver que logo nos primeiros momentos de jogo, a princesa Zelda perde o seu corpo (um eufemismo para afirmar que ela morre haha) e seu espírito passa a ajudar Link em sua jornada. Essa acaba se tornando a grande sacada da jogabilidade: a capacidade da princesa “possuir” inimigos e ajudar na resolução dos puzzles. Além de dinamismo, essa possibilidade torna os objetivos variados e cheios de esquemas inovadores. O controle da princesa é feita de forma semelhante ao modo multiplayer de Phantom Hourglass ou ao controle do bumerangue: o jogador desenha a trajetória que ela vai seguir na tela de toque. O sistema é funcional e tem um quê de estratégia muito bem vindo. O novo elemento de jogabilidade – o trem – funciona como o principal meio de locomoção entre as dungeons e cidades. Seu controle é feito por meio de cursores posicionados na tela de toque. Através deles é possível andar rápido ou devagar, frear ou ativar a marcha ré. Na tela superior, um mapa indica a presença de outros trens pelo caminho. Se por acaso seu trem se chocar com outro, o jogador é obrigado a recomeçar o caminho. Mas não são só outros trens que serão empecilhos. Alguns inimigos como pássaros e porcos no caminho serão dificuldades a mais no seu destino. Eles podem ser facilmente espantados pelo apito do trem que é ativado quando o jogador “puxa” o ícone em forma de corda na tela de toque – simples e ao mesmo tempo bastante inovadores.

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