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Os preços dos imóveis podem ser alterados sem prÊvio aviso. Imagens meramente ilustrativas.


orgulho APERAM 67 anos. Tão importante como o aço na sua vida é você na nossa história.

O aço está em cada momento do seu dia. Assim como não dá para imaginar a sua vida sem ele, é impossível pensar na Aperam sem você. Foi com o apoio da comunidade de Timóteo e do Vale do Aço que a empresa se tornou uma das maiores produtoras de aço inox do mundo e uma das melhores empresas para trabalhar no Brasil. Uma parceria que está completando 67 anos de desenvolvimento para a região e conquistas para a vida de todos que fazem parte dessa história. www.aperam.com


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Ousadia para continuar crescendo Desde os primórdios, o Vale do Aço se tornou sinônimo de desenvolvimento, oportunidades e conquistas. Ainda que mal tratadas aqui e acolá, as cidades estão aí a proporcionar espaços para novos e antigos habitantes correrem atrás de melhores condições de vida. Após as idas e vindas de investimentos anunciados e nem sempre concretizados na região, e mesmo diante da forte retração do mercado com a crise mundial de 2008, um grupo privado decidiu tocar em frente um empreendimento ousado, que reúne indústrias, parque tecnológico, comércios e serviços, casas e apartamentos para 46 mil moradores. Cercado de grande expectativa por parte de corretores, construtores e investidoes, o Parques do Vale surge como uma nova cidade, revelando a capacidade empreendedora da região, uma vez mais. Por isso a INNOVE faz questão de, em primeira mão, destacar uma reportagem especial para apresentar o novo empreendimento. Com o mesmo espírito inovador, apresentamos também, nesta edição, o trabalho de arquitetos profissionais que pensam e transformam o cotidiano dos ambientes e dos lares em nossa região. No encerramento de mais um ano de trabalho, desejamos a todos os nossos parceiros e leitores os melhores votos de paz, harmonia e inovações em 2012. Boa leitura e bons negócios!


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Trajetória de pioneiro Na Mercantil Imóveis, “seu” João Pereira de Oliveira torna-se referência no mercado e prepara sucessão na empresa familiar Irmão e amigo inseparável de “seu” Joaquim Pereira de Oliveira, da Oliveira Imóveis, focalizado na reportagem Destaque da edição anterior da INNOVE, “seu” João Pereira de Oliveira também é um pioneiro vitorioso e grande referência do setor imobiliário no Vale do Aço. Chegou a Ipatinga em 1965, após cumprir o serviço militar em Três Corações, para trabalhar no mesmo Banco Nacional em que seu irmão atuava desde 1962. “Queria ficar por aqui durante um ano apenas e depois pedir transferência para Varginha, mais perto da minha terra, Campos Gerais, no Sul de Minas”, relembra o empresário. Em 1976, após deixar o banco e sempre ao lado do irmão, se formou em Direito. Dois anos depois, ajudou “seu” Joaquim na fundação da Oliveira Imóveis, mas preferiu exercer a advocacia por cerca de 15 anos em Ipatinga, assessorando o irmão e vários amigos do ramo imobiliário. No início dos anos 90, João Pereira de Oliveira assumiu o comando da Mercantil Imóveis, criada em 1980 pelo empresário Alonso Heringer. “Após muito tempo atuando no setor, enxerguei a oportunidade de administrar negócios imobiliários impondo um ritmo próprio, que faço questão de manter, baseado em valores como honestidade, seriedade, compromisso e respeito”, conta “seu” João. Logo os negócios se expandiram e a Mercantil se tornou uma das duas maiores imobiliárias da região, junto com a Oliveira Imóveis, como faz questão de frisar o empresário. Mesmo especializada em transações de avaliação, compra e venda, a Mercantil Imóveis tem na administração de aluguéis o carro-chefe de sua atuação no mercado. Por isto, cada etapa

da negociação é acompanhada com o máximo de cuidado. A empresa mantém um rigoroso sistema de controle dos contratos entre locadores e locatários e o compromisso de zelar pela conservação dos imóveis alugados, estando eles ocupados ou vazios, incluindo o acompanhamento do pagamento de taxas de luz, água e impostos municipais. “Só aceitamos colocar no mercado imóveis que estejam em boas condições de uso”, assegura o dono da Mercantil. Depois de querer ficar na região “apenas um ano”, se adaptar à nova cidade em construção, estudar, se casar e formar família, “seu” João da Mercantil, hoje com 71 anos, quatro filhos e três netos, se considera um cidadão ipatinguense. A esposa Cilene Teixeira Pereira controla a tesouraria da empresa e o filho Rodrigo, corretor de imóveis formado em Direito, que desde criança está ligado ao dia a dia da Mercantil, aos poucos começa a assumir a direção dos negócios imobiliários. João Pereira de Oliveira, o irmão-amigo do “seu” Joaquim da Oliveira Imóveis, conseguiu criar uma empresa familiar promissora, que tem tudo para continuar a sua trajetória inspirada no profissionalismo e na seriedade, pelo bem do mercado imobiliário do Vale do Aço.

Contato

Mercantil Imóveis (CRECI-MG: PJ 2389) Rua Itajubá, 84, Centro de Ipatinga/MG CEP: 35160-035 Telefone: (31) 3821-6000 Site: www.mercantilimoveis.com

Rodrigo (esq.) e “seu” João (dir.), da Mercantil: valores familiares


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Lug a res para obras de arte Em Fabriciano e São Paulo, projeto Galeria Boliche abriga instalações artísticas contemporâneas

Com o interesse de investigar possíveis “lugares da arte”, o arquiteto Tiago Carvalho criou o projeto Galeria Boliche. Trata-se de um espaço efêmero e conectado com a comunidade onde está localizado. A metodologia inclui um processo de aproximação social, com mapeamento etnográfico e pesquisas sobre os hábitos cotidianos e culturais dos moradores. Com esse material coletado, são produzidas instalações artísticas expostas na galeria para apreciação pública. “O processo se completa numa discussão ampla de visualidade, pela construção de memórias coletivas, na configuração da galeria como espaço de sociabilidade e na especulação das espacialidades geradas pela arte contemporânea e suas redes”, argumenta o arquiteto. O projeto foi executado pela primeira vez em Coronel Fabriciano e, posteriormente, em São Paulo. No Vale do Aço, a base para elaboração das obras foi instituída após visitas às casas do bairro Caladinho. Em abordagens e conversas informais com os moradores, foram feitos registros sobre como as pessoas se aproximam da arte, levando-se em conta seus modos de viver e de morar. “Nessas visitas, foram escolhidos relatos para serem materializados em obras de arte, como manifestações de uma vida comum e ligadas às identidades e lembranças.

Essa transposição é considerada uma expansão das casas ou do cotidiano, como vestígios da vivência doméstica”, descreve Tiago Carvalho. Já em São Paulo, o projeto sofreu algumas alterações. De acordo com o arquiteto, a nova experiência comprovou os pressupostos de mutação metodológica da Galeria Boliche, conforme as características do meio em que ela se insere e, sobretudo, segundo as diferentes reações das pessoas abordadas. “Se em Minas os diálogos aconteceram dentro das residências, em um espaço privado, na capital paulista isso não foi possível certamente devido ao medo e à insegurança”, explica. Tanto em Fabriciano quanto em São Paulo, segundo o arquiteto, imóveis ociosos foram transformados em recintos de experimentação artística. “A Galeria Boliche define estratégias que brotam das qualidades do lugar e de seu entorno urbano, e que podem ser lidas como agrupamentos de dispositivos que provocam situações arquitetônicas, artísticas, sensoriais, políticas e sociais, com subjetividades e questões poéticas distintas. Assim configurase como uma modalidade de ação que permite alcançar altos níveis de envolvimento nos fenômenos de apreciação e fruição seja da obra de arte, da arquitetura ou da cidade”, finaliza Tiago Carvalho.


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MÁRCIO, O MAGNÍFICO, CRIA EQUIPE DE VENDAS NA REGIÃO A vida de vendedor ambulante requer sacrifícios, espírito solidário e muito dinamismo para sair às ruas atrás de novos clientes. A experiência acumulada pelo comerciante Márcio Ricardo Marques Costa, 44 anos, permite a ele se autodenominar “o Magnifíco” para vislumbrar mercados em potencial, formar equipes atuantes e vibrantes no trabalho cotidiano e, ainda, fazer palestras motivacionais voltadas para grupos de trabalhadores e pequenos empreendedores. Nascido em Itabuna (BA), Márcio começou a trabalhar como produtor de eventos e shows musicais com bandas de trio elétrico no interior baiano. “Eram bandas de fundo de quintal que, se fosse hoje, estariam liderando as paradas de sucesso”, garante. Ele conta que, no auge da carreira, uma tragédia transformou os rumos da sua vida. Em um acidente automobilístico, Márcio perdeu a esposa e, além disso, ficou praticamente um ano e seis meses de convalescência médica. Depois da recuperação, mudou-se para Vitória (ES), onde tem familiares e mora até hoje. Sempre muito comunicativo e autocrítico, Márcio diz que, até o acidente, era uma pessoa gananciosa por dinheiro, mas se transformou e passou a querer ajudar todo mundo, de bom grado e desinteressado. Quando decidiu virar vendedor ambulante, começou vendendo batatinhas fritas feitas na hora pelas ruas da capital capixaba. Em seguida, criou uma fábrica de suco de laranja natural e, por último, passou para o comércio de confecções. Márcio comanda atualmente uma equipe com 18 vendedores, que atuam também em cidades do sul da Bahia, como Teixeira de Freitas e Itamaraju. A missão agora é criar uma equipe para explorar o mercado do Vale do Aço, e para isso o comerciante está recrutando pessoas interessas em vendas. “Nossa estratégia de vendas é de porta em porta, com pagamento à vista e preços populares”, descreve o comerciante. A mais nova investida de Márcio é oferecer palestras motivacionais. A atividade foi iniciada espontaneamente há dois anos, atendendo públicos diversos como grupos de taxistas, integrantes de albergues e casas de recuperação de viciados, equipes de vendedores e pequenos comerciantes de rua, como camelôs e barraqueiros. “Temos que começar dos pequenos, primeiro ensinando a lavar roupas para depois pensar em ter uma lavanderia”, ilustra Márcio, o Magnífico.

Serviço

Márcio, o Magnífico – comerciante ambulante Telefones: (27) 8191-2364 / (31) 9434-8449 Email: marcioomagnifico@hotmail.com


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quarentona “high tech” Casa construída na década de 70 passa por reformas e mostra aparato tecnológico incorporado à arquitetura contemporânea Fotos: Grão Fotografia

Construída na década de 70 pela Usiminas, em Ipatinga, esta residência sofreu pequenas adequações ao longo dos anos. Em 2009 a proprietária contratou um estudo para a ampliação do programa de necessidades, com a inclusão da reforma do bloco existente e implantação de novas áreas destinadas ao lazer e convívio familiar. Além do novo programa, o desafio consistiu no enfrentamento da austeridade do clima local, caracterizado pelo calor e umidade intensos na maior parte dos dias do ano, e agravado pela equivocada existência de um pátio com piso de concreto, com cerca de 200m², existente no fundo do lote. O ponto de partida foi a delimitação de duas áreas distintas: o bloco existente para acolher as áreas de dormitórios e o novo bloco, destinado ao convívio familiar. No primeiro, os acabamentos são caracterizados por texturas polidas e formas limpas.


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O segundo, pensado como uma grande varanda, possui acabamentos que remetem às antigas construções rurais brasileiras, a exemplo do piso de cerâmica rústica, os “tosetos” e a estrutura de madeira aparente. Embora isolado fisicamente, o novo bloco é facilmente integrado ao bloco antigo com a simples abertura das portas de vidro tipo camarão, conferindo o caráter de funcionalidade híbrida – ambientes integrados ou isolados, dependendo da conveniência dos moradores.


As estratégias “bioclimáticas” delineadas no projeto estão baseadas na articulação da promoção de ventilação cruzada, sombreamento das vedações verticais e aumento do atraso térmico dos pisos externos. O redimensionamento das aberturas no bloco existente e a instalação de portas tipo camarão (que permitem 100% de abertura nas esquadrias), como alternativa de vedação do novo bloco, aumentaram significativamente o controle das trocas térmicas entre o interior e o exterior. O novo bloco foi implantado no meio do lote, a cerca de 5 metros da edificação existente, no sentido transversal, como estratégia para a criação de pátios sombreados e permeáveis. Por fim, o atraso térmico foi alcançado com o tratamento paisagístico dos pátios, atribuindo à vegetação a função de amenizar as sensações térmicas desconfortáveis, pois ao sofrerem ação dos raios solares ao longo do dia, dissipam a energia solar por meio da evaporação da água existente no interior das plantas, evitando a sobrecarga térmica no piso, ao contrário do antigo pátio de concreto, que foi demolido.

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Finalizada em 2011, com cerca de 400m² de área construía, merece destaque a iluminação com tecnologia “led” e fibra ótica, além dos sistemas de segurança, vídeo e som, ar condicionado, fechadura digital, “timer” na iluminação de jardim e acendimento de luz. E ainda, a ventilação e o condicionamento de ar via controle remoto. São

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exemplos do aparato tecnológico “high tech” da arquitetura contemporânea, cada vez mais absorvido pelo mercado da construção civil.

Contato

Bruno Alcântara – arquiteto urbanista Telefone: (031) 8794-1980 Email: brunodebruno@yahoo.com.br


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Surgimento do Parques do Vale transforma a paisagem na BR-458, Fotos: Ricardo Alves / Grão Fotografia

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ão se trata de mera referência a um novo bairro em construção, apenas. É mais do que isto. De fato, é uma nova cidade projetada para cerca de 46 mil moradores que nasce bem aos olhos da Região Metropolitana do Vale do Aço, em pleno século XXI. Guardadas as devidas proporções com a saga iniciada nos idos de 1700 e culminada, em meados dos anos 60, no erguimento de todo o conglomerado industrial e urbano que reúne, atualmente, cerca de 600 mil habitantes, incluindo os municípios do colar metropolitano, é possível afirmar que o novo complexo urbanístico que surge, hoje, às margens da BR-458, é mais uma demonstração da capacidade empreendedora histórica da região. Diariamente, quem passa pela BR-458 já pode observar uma grande transformação que acontece na paisagem. Num trecho de aproximadamente dois quilômetros, à esquerda no sentido Caratinga-Ipatinga, desde a entrada para a Lagoa Silvana e até defronte ao Clube do Cavalo, ou um pouco mais. A movimentação de caminhões, tratores e escavadeiras parece silenciosa para quem passa na rodovia. Mas é intensa e contínua, quase imperceptível, feito a construção de uma cidade que se prepara para o amanhã. O empreendimento privado está localizado entre os distritos de São Cândido e Cordeiro de Minas, no município de Caratinga, e a cerca de oito quilômetros de Ipatinga. Os investimentos no Parques do Vale são promovidos pela holding Egesur, por intermédio da Egesa, apontada por revistas especializadas como a 14ª maior construtora do Brasil. O projeto do Parques do Vale prevê recursos da ordem de R$ 620 milhões até a sua conclusão, programada para 2028. Somente nessa fase inicial, de aquisição do terreno de 500 hectares junto à Cenibra, elaboração de projetos de


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movimenta o mercado e projeta novos horizontes para a região engenharia, licenciamentos ambientais e começo das obras estruturais de drenagem, terraplanagem, pavimentação e instalação de redes fluviais, foram investidos cerca de R$ 50 milhões.

Mercado

Em dezembro próximo deverão ser anunciados os critérios e a tabela de preços para a comercialização dos lotes e imóveis do Parques do Vale. A ideia contempla a participação de imobiliárias a serem credenciadas na região, formando um pool de empresas com capacidade para tocar os negócios e atrair compradores. Tudo isso gerenciado por uma espécie de “imobiliária âncora”, que irá coordenar todas as transações e parcerias, cuidando de obedecer aos princípios básicos e legais do empreendimento. O Parques do Vale possui o seu próprio Plano Diretor, com as devidas regulamentações, definindo os tipos de ocupação do terreno, as especificações para a construção de prédios de apartamentos, as áreas verdes e corporativas, entre outros aspectos. Ou seja, quem for adquirir um imóvel saberá de antemão qual a finalidade da sua propriedade, as características permitidas para construção, a infraestrutura e as benfeitorias disponibilizadas. No total, está prevista a geração de mais de 5 mil empregos diretos e indiretos, envolvendo as diversas etapas de construção do empreendimento. O projeto abrange lotes residenciais (de mil a 450m2) e industriais (até 5 mil m2), casas e conjuntos de apartamentos, ruas asfaltadas, áreas verdes, centros de lazer, hospital, shopping center, centro hoteleiro e de convenções, parque tecnológico, terminal rodoviário, postos de saúde, escolas e postos policiais. O plano inicial é terceirizar a administração e manutenção

destes e outros equipamentos urbanos. A empresa responsável pelo projeto garante entregar cada uma das áreas em plenas condições de utilização, com toda infraestrutura instalada. As primeiras ventilações do mercado, “em off”, apontam que o valor inicial do metro quadrado no Parques do Vale deverá girar em torno de R$ 300 – equivalente a menos de 50% do que é cobrado em condomínios nobres de Ipatinga, por exemplo. Além disso, o preço total do imóvel poderá ser dividido em até 60 vezes, contando com uma entrada. São cotações especulativas ainda, mas indicam desde já o potencial de valorização do mercado imobiliário regional representado pelo novo empreendimento. A percepção geral é de que o fortalecimento da cadeia produtiva local irá prevalecer nos negócios. Mas se os empresários “daqui” não se interessarem, perderão o lugar para a concorrência, pois o projeto não tem mais volta. A expansão do Aeroporto da Usiminas, a possibilidade de duplicação da rodovia e o apoio dado ao funcionamento da Faculdade do Piau, com o fornecimento de energia para a instituição, são fatores de valorização do Parques do Vale, na visão de especialistas do mercado. A aposta é que a BR-458 se transforme num corredor de desenvolvimento, criando novas oportunidades para a região, novos pólos de negócios, serviços e empregos. Não é à toa que os pequenos e grandes empresários da construção civil e do setor imobiliário do Vale do Aço se movimentam para estar habilitados a participar do projeto. “É uma chance muito boa de prosperar e ganhar novos rumos”, diz um recém-iniciado no mercado, que prefere o anonimato nesse momento e aposta em bons negócios no futuro. “Há espaços para todos, basta focar e seguir em frente”, afirma.


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Complexo urbano de convivência integrada

Números que valem Áreas industriais

127 lotes (430 mil m2)

Áreas parque tecnológico 46 lotes (190 mil m2) Áreas comerciais

186 lotes (470 mil m2)

Áreas residenciais

2.150 lotes (1,9 milhão de m2²)

Área total

5 milhões de m2²

Investimento previsto

R$ 620 milhões

Empregos estimados

5.400 diretos e indiretos

População estimada

46 mil habitantes

Previsão de conclusão

Até 2028

O Parques do Vale ocupa uma área de 5 milhões de metros quadrados. Segundo o site do empreendimento, “o projeto foi desenvolvido a partir de conceitos atuais de planejamento urbano para que públicos de diferentes perfis e classes sociais possam conviver de maneira integral e funcional, como em uma pequena cidade”. De acordo com o projeto de lei aprovado pela Câmara de Caratinga e o protocolo assinado com o Governo de Minas, no total, serão 127 lotes (430 mil m2) destinados ao distrito industrial, 46 lotes (190 mil m2) ao parque tecnológico, 186 lotes (470 mil m2) ao setor comercial e 2.150 lotes para abrigar casas e condomínios residenciais de classes A, B e C, com cerca de 1,9 milhão de metros quadrados.


Todo o complexo urbano-industrial está dividido em 10 glebas, que irão oferecer características específicas para os novos moradores, empreendedores e investidores: 1 – Dimensionada para 4 mil unidades residenciais e lotes comerciais, além de posto de saúde, posto policial, escola, creche e centro de lazer. 2 – Terrenos altos e planos, com vista para o complexo de lagoas do empreendimento, duas portarias com acessos independentes e centros de lazer completos. 3 – Preparada para abrigar indústrias de ponta, escola técnica, centro cultural, subprefeitura e estação de tratamento de esgoto, ginásio esportivo e terminal rodoviário. 4 – Projetada para ser o ponto de convergência do empreendimento, com lotes para comércio e serviços, incluindo hospital, centro comunitário e creche.

5 – Voltada para indústrias e empresas diversas, foi projetada para suportar transportes pesados e inclui áreas de estacionamento para veículos de grande porte. 6 – Contando com área verde, está destinada a atividades de comércio, destacando-se o centro hoteleiro, prédios corporativos e um centro de convenções. 7 – Área corporativa para atrair quem trabalha ou mora no residencial, e também nas cidades vizinhas, abrange um exclusivo shopping center, além de escola e creche. 8 – Criada para abrigar condomínios fechados, com lotes de mil e 360m2 próximos a um completo centro de lazer, comércio e serviços. 9 – Destinada a edifícios residenciais e apartamentos de luxo, com vista e paisagem privilegiadas, sistema de trânsito, segurança própria e centro de lazer. 10 – Com lotes para casas e edifícios, esta área oferece estrutura completa, também, para comércio e serviços, incluindo escola, área de lazer e creche.


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xtraoficialmente, as primeiras informações em torno do Parques do Vale datam de 2005. Na realidade, naquela época, um grupo de consultores de Ipatinga começou a idealizar a construção de um “parque tecnológico” na região. Com apoio do poder público, contatos chegaram a ser mantidos com equipes acadêmicas das universidades federais de Minas Gerais (UFMG), de Santa Catarina (UFSC), de São Carlos (Ufscar/SP) e da Unicamp (Campinas/SP). As conversas avançaram a tal ponto que um termo de contrato de estudo e viabilidade do empreendimento foi elaborado, trazendo junto uma proposta de planejamento urbanístico para abrigar o parque tecnológico. O lançamento do projeto tinha até data programada, em março de 2007, durante a realização do 3º Fórum das Águas do Rio Doce, em Ipatinga. Mas o governo municipal recuou na hora de firmar o protocolo, e os planos de investimentos refluíram. Em 2008, um período marcado pelo otimismo na economia do Vale do Aço, especialmente com o anúncio dos investimentos milionários da Usiminas, ArcelorMittal (atual Aperam) e Cenibra na expansão do parque industrial regional, o mesmo grupo de consultores foi procurado para fomentar um projeto de casas populares na região, mas a ideia do parque tecnológico não foi abandonada. Novamente o empreendimento ganhou força e ampliou de proporções. A área de 500 hectares, localizada às margens da BR-458, no município de Caratinga e pertencente à Cenibra, já havia sido escolhida. Um novo projeto urbanístico foi consolidado, incorporando o parque tecnológico original e mais setores residenciais, industriais, comerciais e de serviços para o “bairro novo”. Com a entrada da Egesa no empreendimento, o terreno foi adquirido praticamente à vista, em meados daquele ano. Como é quase impossível garantir sigilo absoluto em transações desse porte, as especulações a cerca do novo residencial não cessaram, e nem tampouco se dispersou o olhar dos investidores no potencial da região e na localização estratégica do empreendimento. Uma das

Sobre fatos, “vazamentos” e especulações

gigantes do setor, com faturamento de R$ 1,2 bilhão alcançado em 2010, a Egesa deu andamento ao cumprimento das etapas para legalização ambiental e imobiliária do Parques do Vale. O projeto ganhou apoio unânime na Prefeitura e na Câmara de Caratinga, recebeu aval dos órgãos de fiscalização ambiental do estado, e as obras foram iniciadas em 2011.

Politização

Outro fator especulativo que incomoda os investidores está na “politização” do empreendimento, como descrevem alguns consultores do mercado imobiliário. Um fenômeno que surgiu no momento em que o deputado federal Alexandre Silveira foi procurado para intermediar a apresentação da Egesa junto ao grupo de idealizadores do novo residencial, ainda em 2008. Todo o respaldo adquirido pelo empreendimento Parques do Vale junto aos governos é atribuído, pelo menos em parte, à influência do deputado, reeleito de forma majoritária em diversas cidades da região nas eleições de 2010. O seu gabinete é diversas vezes citado como “fonte” em reportagens publicadas na imprensa de Caratinga sobre o andamento das obras. Em conversas informais e em tom bem humorado, o condomínio privado é apelidado de “Alexandrópoles” ou “Alexandria”, especialmente entre empresários, corretores e construtores. Com certeza, nada que pretenda arranhar a credibilidade dos empreendedores e do próprio parlamentar. Pois, como diz um consultor que acompanha de perto a evolução do empreendimento, “a politização camufla o potencial econômico e de geração de empregos contido no projeto”. “Não importa quem esteja tocando os negócios, mas sim a função desenvolvimentista do Parques do Vale, que é gerar progresso, bemestar social e criar uma nova vocação econômica para a região”, defende. Afinal, o que todos querem mesmo é ver despontar o “complexo urbanístico inovador e completo, que integra de maneira funcional as várias atividades da vida diária”, como anuncia a publicidade do Parques do Vale. Então, com as obras já iniciadas, que se transforme em realidade, pois 2028 está logo ali...


Arquitetos começam a utilizar o sistema Shingle em projetos na região, renovando oportunidades para satisfazer o mercado

Imagens: Gilvander Muniz

De volta, o aparente

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A mistura de tendências se apresenta nos traços da arquitetura contemporânea. O arquiteto imprime a essência do morador na residência que desenha em seu projeto. Os materiais usados nas construções foram desenvolvidos para satisfazer todas as necessidades. No Brasil, o sistema Shingle traz um novo conceito de coberturas e sistema de impermeabilização. No telhado, onde encontramos a impressão da personalidade do projeto, com os materiais Shingle, os profissionais da construção civil têm a flexibilidade de projetar a inclinação da cobertura, que pode variar de 15º a 90º, além de elementos como cores, resistência climática e durabilidade, entre outros. Essa cobertura é cerca de seis vezes mais leve que outros sistemas ultrapassados, o que resulta numa estrutura mais econômica de madeiramento. A composição é um mistura de asfalto, fibra de vidro e grânulos de basalto com tratamento cerâmico. A fixação tripla contribui para a alta resistência, quando encontramos situações climáticas que variam aos extremos, como é característico em nosso Vale do Aço. O sistema é bastante utilizado em países da Europa e nos Estados Unidos, exatamente por ser durável, prático e resistente. O ar-

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quiteto Gilvander Muniz trouxe esse material para a região Leste de Minas Gerais. Ele e a arquiteta Camila Alves, em parceria, estão trabalhando na releitura do telhado aparente na composição de seus projetos que ainda estão em fase de execução. O material também está sendo explorado como revestimento de paredes, trazendo um novo elemento experimental em projetos arquitetônicos. O produto possibilita, por exemplo, a construção de paredes ventiladas. No consultório da área da saúde, o cliente Rodolfo está encomendando o novo material da região para incorporar o design de interiores do ambiente de espera. Agora, a arquitetura regional pode esperar grandes novidades. A fase dos telhados aparentes está de volta, aproveitando a grandiosidade do material que possibilita brincar com as formas.

Contatos

TC Shingle Brasil (Leste/MG) Gilvander Muniz – arquiteto Telefone: (031) 8706-1331 Email: gilvander@gmail.com Site: http://www.tegolacanadese.com/ Camila Alves – arquiteta Telefone: (031) 88170-4243 Email: camila.alvescau@gmail.com Site: www.camilaalvescau.blog.com


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Ambientes

premiados em Em outubro foi anunciado os projetos premiados na exposição Morar Mais por Menos de Belo Horizonte, versão 2011. Como nas edições anteriores, os resultados são surpreendentes pelo

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bom gosto e a praticidade dos ambientes concebidos exclusivamente para a mostra de arquitetura e decoração que é referência no mercado nacional. Confira alguns que mereceram destaques:

1º lugar - Conceito Morar Mais por Menos QUARTO DA FILHA ESTUDANTE DE MODA - Renata Afonso e Rosane Guedes

Materiais reutilizados como fundos de garrafas pet, lona de caminhão e tubos de papelão utilizados para embalagem de tecido permitem a criação, a um baixo custo, de um espaço aconchegante e descolado.

1º lugar - Projeto Mais Criativo CONCEPÇÃO - Bráulio Christi de Lima e Alencar Ferreira

“Da primeira moradia para o mundo. Emoção, mistério e amor incondicional”

2º lugar - Projeto Mais Sustentável SALA DE CINEMA DA ESTILISTA - Samira Ader e Andréa Medeiros

Proporciona um local de descontração e trabalho integrados por um telão de vidro. Mesa contemporânea, bancos com assento de bicicletas, sofá jeans, mesa com tampos de rolos de filmes, tapete de retalhos e parede acústica com papelão cortado em anéis são elementos que remetem à brasilidade.

1º lugar - Projeto Comercial (Uso público) MES AMIS CAFÉ - Letícia Batista Lucivani, Ferreira Buás e Camila Ferreira Buás

Espaço contemporâneo e composto por ambientes diversificados, o Mes Amis Café é um local agradável por estar entre árvores e rodeado por jardins. Projetado dentro de um conceito moderno e usando recursos naturais e atuais, retrata com simplicidade a reciclagem e a inclusão social.


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Dommus cria novos parâmetros de atendimento no setor imobiliário regional e consolida atuação junto a segmentos nobres

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esde a sua fundação, há 11 anos, a Dommus Soluções Imobiliárias traz no nome a própria razão de ser da empresa no disputado mercado regional: oferecer e intermediar oportunidades de negócios de imóveis, para satisfação, conforto e segurança dos clientes, e apoiar a valorização profissional dos corretores e colaboradores do setor. No início de 2000, já decidida a entrar no ramo imobiliário, a empresária Cássia Miranda, na época estudante de Administração de Empresas assistindo a uma aula de

português, se deparou com a palavra “domus”, que em latim representa o nome dado às residências próprias das grandes famílias que viviam em áreas urbanas, especialmente, no período clássico de Roma. Associado a essa idéia, a empresa surgia com a proposta de ser original na relação com os clientes, com o lema de “criar e não copiar” nada até então existente no mercado. Ao invés de terceirizar serviços, como era comum, a Dommus foi uma das primeiras a implantar, e mantém até hoje, um sistema de “assessoria completa” ao cliente,

garantindo consultoria de vendas, equipe profissional de avaliação de imóveis e assessoria jurídica em todas as etapas das negociações, desde a análise, elaboração do contrato, outorga e registro da escritura do imóvel. “Com o tempo, consolidamos o nosso objetivo empresarial e estabelecemos um novo parâmetro de atendimento no segmento imobiliário do Vale do Aço”, afirma Cássia Miranda, hoje também formada em Direito e MBA em Gestão Imobiliária e Construção Civil pela Fundação Getúlio Vargas. A Dommus é pioneira, também, em promover lançamentos imobiliários na região, e desenvolve parcerias exclusivas com grandes construtoras. Uma atuação inovadora e minuciosa, que começa na escolha do terreno e inclui todas as demais fases, como a avaliação de projetos e as metas de edificação do empreendimento até a comercialização das unidades. Em troca dos bons serviços prestados, a empresa não abre mão da exclusividade nas vendas. Praticamente 100% dos clientes da Dommus são exclusivos e estão nas classes

A e B. Uma segmentação do mercado que se deu de forma natural, segundo Cássia Miranda, em função da excelência no atendimento oferecido aos clientes e de parceiras bem sucedidas. Recentemente, a empresa promoveu a campanha “Dommus casa seu sonho com Paris” e sorteou uma viagem de quatro dias à capital francesa a um casal que efetuou negócios intermediados pela empresa. Em 2011, a promoção inclui estadias custeadas em Buenos Aires e é voltada para os profissionais e colaboradores da empresa que atingirem metas planejadas. “Da mesma forma que queremos clientes satisfeitos com os nossos serviços, também zelamos por uma equipe bem preparada e motivada para atender com qualidade”, garante a diretora da Dommus.

Contato

Dommus Soluções Imobiliárias (CRECI-MG: PJ 3866) Avenida Carlos Chagas, 504, sala 102, bairro Cidade Nobre, Ipatinga/MG – CEP: 35162-359 Telefones: (31) 3824-1424 8864-1424 www.dommusimoveis.com.br


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Empreendimento

de sucesso

Mesmo antes de ser inaugurado, o Edifício Villa Lobos já é destaque no mercado imobiliário da região. Localizado no bairro Alto Serenata, um dos locais mais nobres de Timóteo, trata-se de um empreendimento que reúne arquitetura moderna, ampla e diferenciada. Segundo os sócios da Torres do Vale Incorporadora Imobiliária, responsável pelo empreendimento, o Villa Lobos foi criado para dar aos clientes a oportunidade de morar em uma local seguro, tranquilo e com total conforto. “Além de tudo isso, oferece uma vista privilegiada por causa de sua excelente localização”, avalia Gustavo Machado, um dos sócios da Torres do Vale. Desde seu lançamento o empreendimento é sucesso de vendas. Gustavo comentou ainda sobre a parceria e apoio de Ney Franco, natural de Vargem Alegre e técnico da se-

leção brasileira sub-20. “Ney Franco é conhecido em todo país pelo trabalho desenvolvido no cenário esportivo e foi importante contar com a parceria dele”, ressalta Gustavo. Presente à festa de lançamento, Ney Franco comentou sobre o novo edifício. “Estou aqui para prestigiar esse novo empreendimento da Torres do Vale e espero que a empresa continue proporcionando à população do Vale do Aço a oportunidade de comprar apartamentos diferenciados e com qualidade”, afirma Ney Franco. O prédio possui sete andares, apartamentos duplex, coberturas, elevador, duas vagas na garagem. Os apartamentos do Villa Lobos estão sendo vendidos pela Tradição Soluções Imobiliárias. “Estamos satisfeitos com a parceria neste empreendimento. Além de ser sucesso de vendas, sabemos que estamos proporcionando

Geraldo Campos, Rodrigo Machado, Ney Franco, Vinicius Souza, Geraldo Carvalho, Gustavo Machado e Milton Junior: comemorações

aos nossos clientes um produto de excelente qualidade”, assegura um dos sócios da Tradição, Geraldo Carvalho. No coquetel de lançamento, os convidados tiveram a oportunidade de conhecer de perto um dos apartamentos já concluídos e mobiliados. “Percebemos que os convidados gostaram muito do que viram. Para quem ainda não conhece, vale à pena fazer uma visita e conhecer esse lançamento”, convida Gustavo Machado. A previsão de entrega de todos os apartamentos do Villa Lobos é para o primeiro semestre de 2012. Para os interessados em adquirir um dos apartamentos é preciso ficar atento, pois restam poucas unidades.

Contato

Edifício Villa Lobos Empreendimento: Torres do Vale Incorporadora Vendas: Tradição Soluções Imobiliáiras (31) 3828-4700 Site: www.torresdovale.com.br


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