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PARQUE INTEGRAÇÃO

Nicolli Chiarella 11151504209 Professor Orientador: Celso Ledo Martins


UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES NICOLLI CHIARELLA

Trabalho de Conclusão de Curso II PARQUE INTEGRAÇÃO

Professor Orientador: Celso Ledo Martins

Mogi das Cruzes, SP 2019


UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES NICOLLI CHIARELLA

Trabalho de Conclusão de Curso II PARQUE INTEGRAÇÃO

Trabalho de conclusão de curso apresentado ao curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Mogi das Cruzes como parte dos requisitos para obtenção do título de Arquiteto e Urbanista.

Professor Orientador: Celso Ledo Martins

Mogi das Cruzes, SP 2019


NICOLLI CHIARELLA PARQUE INTEGRAÇÃO Trabalho de conclusão de curso apresentado ao curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Mogi das Cruzes como parte dos requisitos para a obtenção do título de Arquiteto e Urbanista.

Aprovado em ___________________ BANCA EXAMINADORA _________________________________ Prof.º Arq. Celso Ledo Martins Universidade de Mogi das Cruzes _________________________________ Componente da Banca – Titulação, Nome Instituição a que pertence. _________________________________ Componente da Banca – Titulação, Nome Instituição a que pertence.


À Nicolli de 2012, que com 17 anos, chorou por não conseguir a bolsa para faculdade, mas não desistiu. A você, minha eu do passado, o meu mais sincero obrigado.


AGRADECIMENTOS

Agradeço a Deus pela oportunidade que é a vida e as inúmeras chances possíveis que recebi ao longo dos anos. Agradeço a Ele e a todos os seres da espiritualidade por ouvirem as minhas orações, por aquecerem meu coração com fé e esperança nos momentos difíceis e por me manterem firme no caminho da perseverança. Agradeço a minha família, meus pais, irmão, minhas avós, madrinha, tias e tios, primas e primos que me apoiaram e deram a força que falta a mim nos momentos mais conturbados da estrada. Eu não seria nada sem cada um de vocês, sem a presença, sem o amor, sem a preocupação e consideração. Eu amo cada um de vocês. Agradeço a todos os amigos que fiz ao longo do curso e que desde o primeiro ano estão ao meu lado, nos melhores e piores momentos, onde nos ajudamos e nos mantemos firmes com piadas e conselhos. Agradeço também aos amigos de fora da instituição que sempre estiveram ao meu lado e me ajudaram, muito antes de tudo se iniciar e este momento ser apenas um sonho. Agradeço a cada professor da Universidade de Mogi das Cruzes, bem como a própria instituição, pelo ensinamento diário e pela oportunidade de aprendizagem. Em especial, agradeço a minha primeira orientadora, Elisabeth Huang, pelo acompanhamento e auxílio com a pesquisa, bem como ao meu atual orientador Celso Ledo Martins, por me acolher entre seus orientandos e me auxiliar em todos os processos de elaboração de projeto. Agradeço também ao Programa Universidade Para Todos (PROUNI) por me fornecer a bolsa que tanto sonhei. Agradeço a Prefeitura Municipal de Jacareí, em especial, a Secretaria de Planejamento, local onde trabalhei por dois anos e fui muito feliz, aprendendo o melhor com os melhores, e que me presentearam com o material necessário. A cada arquiteto que cruzou comigo nessa jornada, a minha gratidão eterna.


“O medo corta mais profundamente que as espadas”.

Arya Stark em ‘As Crônicas de Gelo e Fogo’ de George R. R. Martin.


RESUMO O presente trabalho possui a finalidade de compreender o histórico e evolução dos Parques Urbanos, em sua totalidade, bem como os benefícios que podem proporcionar a população local, nos mais diversos âmbitos que o tema em questão abrange, para desta forma, propor adequadamente o projeto de tal tipologia de espaço livre urbano no munícipio de Jacareí, interior de São Paulo, visando melhoramento na qualidade de vida e paisagem urbana. Apresenta-se por meio deste, pesquisas realizadas a respeito da origem e evolução dos parques urbanos, sua importância para o meio inserido, potencialidades acerca de sua inserção, bem como as possíveis problemáticas que este pode causar, suas características em aspectos gerais, analisando a forma e eficiência por meio de estudos de caso de parques nacionais e internacionais, fazendo presente também visitas técnicas em locais que se assemelham ao objeto de estudo para melhor compreensão físico-espacial, analisando juntamente aos aspectos urbanos e arquitetônicos, características comportamentais dos usuários, afim de compreender de forma ampla as questões teóricas e práticas que englobam os parques urbanos. Serão apresentadas também informações sobre o local onde será proposto tal parque, trabalhando ao lado das legislações vigentes do munícipio e das voltadas para o meio ambiente, considerando o desejo e necessidades dos usuários. Das áreas verdes e de lazer contempladas na cidade em foco, há a presença de apenas dois parques, localizados na região central, e um parque linear, ainda em desenvolvimento, com previsão de término em abril de 2019, o que presenteia o munícipe com mais uma área de lazer. Mediante tal informação, além de estudo e análise geral do munícipio, concluiu-se que há a problemática de falta de áreas de lazer e recreação para o indivíduo residente, e que das poucas áreas de tal tipo existentes, todas localizam-se na região central, onde também estão presentes todas as principais atividades do munícipio. Assim, propõe-se aqui a elaboração de projeto de um parque urbano em Jacareí, visando a criação de nova área de lazer e recreação, proporcionando espaços para a realização das mais diversas atividades ao ar livre, que englobam tanto fatores de lazer quanto saúde e educação, visando fatores ambientais, afim de entregar a população local, um espaço digno que trará benefícios a estes e ao próprio desenvolvimento do munícipio. Palavras-chave: parque urbano, desenvolvimento urbano, lazer, recreação, APP.


LISTA DE ILUSTRAÇÕES FIGURAS Figura 1 - Paisagem Urbana do Rio de Janeiro .......................................................... 16 Figura 4 - O crescimento às margens do Rio Paraíba do Sul, no século XVIII .......... 15 Figura 5 - Mancha Urbana de Jacareí ......................................................................... 16 Figura 6 - Terreno ....................................................................................................... 18 Figura 7 - Área de Preservação Permanente, com foco no terreno............................ 19 Figura 8 - Evolução do entorno do terreno ................................................................. 20 Figura 9 – Usos predominantes do entorno ............................................................... 21 Figura 10 - Acesso principal ao lote: Calçada e ponto de ônibus .............................. 24 Figura 11 - Entrada do lote.......................................................................................... 25 Figura 12 - Área gramada do terreno (vista a partir do Educamais) ........................... 25 Figura 13 - Vegetação presente no terreno (vista a partir do Educamais) ................. 26 Figura 14 - Vegetação presente no terreno (vista a partir da Av. Papa João Paulo II)26 Figura 15 e 16 - Espaços de possível ligação entre o parque e a rodoviária, e entre o parque e o Educamais, respectivamente ..................................................................... 26 Figura 17 - Parque Madureira Master Plan ................................................................. 29 Figura 18 – Modificação de Torres ............................................................................. 30 Figura 19 - Vistas do Parque Madureira ..................................................................... 31 Figura 20 – Entregas e fases da obra .......................................................................... 32 Figura 21 - Implantação do Parque da Juventude ...................................................... 33 Figura 22 - Cortes morros e vegetação ...................................................................... 34 Figura 23 - Os campos e as árvores do Parque da Juventude ................................... 34 Figura 24 - Passarela em meio a árvores ................................................................... 35 Figura 25 - Parque da Amizade ................................................................................... 36 Figura 26 - Cortes do terreno ..................................................................................... 37 Figura 27 - Área de brinquedos com piso emborrachado .......................................... 38 Figura 28 - Labirinto colorido ..................................................................................... 38

Figura 29 - Projeto Red Ribbon .................................................................................. 39 Figura 30 - Red Ribbon durante a noite ..................................................................... 40 Figura 31 - Red Ribbon e a Natureza .......................................................................... 40 Figura 32 e 33 – Jardim Japonês ............................................................................... 43 Figura 34 - Playground próximo a escola................................................................... 44 Figura 35 e 36 - Casinha de Bonecas e Playground arborizado ................................ 45 Figura 37 - Pergolado ................................................................................................. 45 Figura 38 - Parque com letras decorativas ................................................................. 46 Figura 39 - Área com quiosques e vegetação ............................................................ 46 Figura 40 - Playground inclusivo ................................................................................ 47 Figura 41 e 42 - Protótipo da Aeronave Bandeirante e Maquete dos Foguetes ........ 47 Figura 43 - Área de academia ao ar livre .................................................................... 48 Figura 44 - Comprovação da visita ............................................................................. 48 Figura 45 - O jardim de Burle Marx ............................................................................ 49 Figura 46 - Vista panorâmica do jardim ...................................................................... 50 Figura 47 - Vista superior do jardim ........................................................................... 50 Figura 48 - O toque sutil das flores vermelhas no jardim .......................................... 50 Figura 49 - Comprovação da visita ............................................................................. 51 Figura 50 - Academia ao ar livre vista a partir da área coberta .................................. 52 Figura 51 - Caminhos e playground ........................................................................... 52 Figura 52 - Acesso a tirolesas e escalada ................................................................... 53 Figura 53 - Topografia e vegetação ............................................................................ 53 Figura 54 - Pista de Skate ........................................................................................... 53 Figura 55 - O detalhe em vermelho ............................................................................ 54 Figura 56 - Comprovação da visita ............................................................................. 54 Figura 57 - Eixo de Ligação entre os parques presentes em Jacareí ......................... 66 Figura 58 – Parque Aterro do Flamengo .................................................................... 67 Figura 59 e 60: Fluxograma e Organograma .............................................................. 68 Figura 61: Definição de cada setor.............................................................................. 69 Figura 62: Setorização ................................................................................................. 69


Figura 63: Equipamentos de Estação Meteorológica...................................................72 Figura 64: Equipamentos de Estação Meteorológica...................................................72 Figura 65: Estrutura de LED Convencional..................................................................73 Figura 66: Iluminação comum x Iluminação de LED...................................................73 Figura 67: Piso gerador de energia.............................................................................74 Figura 68: Piso gerador de energia da Pavagen..........................................................74 Figura 69: Piso emborrachado reciclável - estrutura...................................................75 Figura 70: Piso emborrachado reciclável.....................................................................75 Figura 71: Piso drenante..............................................................................................76 Figura 72: Detalhamento de instalação de piso drenante............................................76 Figura 73: Teto verde - camadas.................................................................................77 Figura 74: Madeira plástica..........................................................................................78 Figura 75: Cisterna pronta...........................................................................................79 Figura 76: Cisterna pronta - detalhamento..................................................................79

Quadro 2 Análise SWOT: Visitas Técnicas............................................................................................................55

TABELAS

MAPAS

Tabela 1 – Quantitativo de Áreas de Lazer e Áreas Verdes de Jacareí ....................... 17 Tabela 2 - Tabela de Taxa de Ocupação ..................................................................... 22 Tabela 3 - Sistemas de Áreas Verdes ......................................................................... 23 Tabela 4 - Equipamentos de Estação Meteorológica...................................................72

Mapa 1 – Mapa de espaços livres da Região Norte.................................................................................................................17

QUADROS Quadro 1 Análise SWOT: Estudos de Caso..................................................................................................................41

GRÁFICOS Gráfico 1 Questão 01.....................................................................................................................61 Gráfico 2 Questão 02......................................................................................................................62 Gráfico 3 Questão 03......................................................................................................................62 Gráfico 4 Questão 04.....................................................................................................................62


SUMÁRIO

8.2 ANÁLISE SOBRE PAISAGISMO E SETORIZAÇÃO: PARQUE DA JUVENTUDE – SÃO PAULO, BRASIL. .................................................................... 33

RESUMO ........................................................................................................................ 7

8.3 ANÁLISE SOBRE ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO: PARQUE DA AMIZADE – MONTEVIDÉU, URUGUAI. ................................................................................... 36

1

INTRODUÇÃO ....................................................................................................... 9

2

OBJETIVOS ......................................................................................................... 11

8.4 ANÁLISE SOBRE MOBILIÁRIO E DESIGN COMO SOLUÇÃO: RED RIBBON – QINHUANGDAO, CHINA. ..................................................................................... 39

3

JUSTIFICATIVA................................................................................................... 11

8.5

4

PROBLEMATIZAÇÃO .......................................................................................... 12

..................................................................................................................................... 42

5

DEFINIÇÃO DO TEMA ........................................................................................ 14

9

7

8

5.1

ÁREAS VERDES URBANAS ....................................................................... 14

5.2

PAISAGEM URBANA ................................................................................. 15

5.3

BREVE ENTENDIMENTO SOBRE PARQUES URBANOS ........................... 16 JACAREÍ E A EVOLUÇÃO URBANA .......................................................... 15

7.2

SITUAÇÂO DAS ÁREAS VERDES E ÁREAS DE LAZER EM JACAREÍ....... 17

7.3

O TERRENO: LOCAL E REGIÃO ................................................................ 18

7.4

O ENTORNO: DESCRIÇÃO E EVOLUÇÃO ................................................. 20

7.5

LEGISLAÇÃO MUNICIPAL ........................................................................ 22

7.6

POTENCIALIDADES E FRAGILIDADES DE INSERÇÃO DO PARQUE ....... 23

7.7

DIAGNÓSTICO DA ÁREA........................................................................... 24

ESTUDO DE CASO ............................................................................................. 27 8.1 ANÁLISE SOBRE INSERÇÃO URBANA, ATIVIDADES E CULTURA: PARQUE MADUREIRA – RIO DE JANEIRO, BRASIL. ............................................. 28

VISITAS TÉCNICAS ............................................................................................ 43 9.1 ANÁLISE SOBRE FUNÇÕES, ATIVIDADES E ELEMENTOS COMPONENTES: PARQUE SANTOS DUMONT – SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, BRASIL. 43 9.2 ANÁLISE SOBRE O VALOR DA VEGETAÇÃO, EM ÂMBITO ESTÉTICO, NOS PARQUES: PARQUE DA CIDADE “ROBERTO BURLE MARX” – SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, BRASIL. ......................................................................................... 49

LOCAL ................................................................................................................ 15 7.1

NÁLISE FINAL – ESTUDOS DE CASO ...................................................... 41

9.3 ANÁLISE SOBRE O USO DA TOPOGRAFIA, A LINGUAGEM VISUAL EXPLORADA NA COR E ESPORTES RADICAIS: PARQUE ALBERTO SIMÕES – SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, BRASIL. ............................................................................... 52 9.4 10

ANÁLISE FINAL – VISITAS TÉCNICAS ..................................................... 55

PERFIL DO USUÁRIO ......................................................................................... 57 10.1

PERFIL PÚBLICO INTERNO ...................................................................... 57

10.1.1 10.2

Funcionários .................................................................................... 57

PERFIL PÚBLICO EXTERNO ..................................................................... 58

10.2.1

Crianças ........................................................................................... 58

10.2.2

Jovens .............................................................................................. 59


10.2.3

Adultos ............................................................................................. 59

18.2.3 TETO VERDE ........................................................................................... 76

10.2.4

Idosos ............................................................................................... 60

18.2.4

MADEIRA PLÁSTICA........................................................................ 78

11

METODOLOGIA ......................................................................................... 61

18.2.5

CISTERNA ........................................................................................ 79

11.1

DESCRITIVO E JUSTIFICATIVO ................................................................ 61

11.2

DADOS LEVANTADOS – QUESTIONÁRIO PÚBLICO ................................ 61

19

MATERIAIS E ACABAMENTOS .......................................................................... 80 19.1 REVESTIMENTOS DE PISOS EXTERNOS ..................................................... 80

12

PROGRAMA DE NECESSIDADES .................................................................. 64

19.2

REVESTIMENTOS DE PISOS INTERNOS .................................................. 81

13

CONCEITO .......................................................................................................... 66

19.3

REVESTIMENTOS E PINTURAS DE PAREDE............................................ 82

14

PARTIDO ............................................................................................................. 67

20

MOBILIÁRIOS EXTERNOS.................................................................................. 84

15

FLUXOGRAMA E ORGANOGRAMA .................................................................... 68

21

CONSIDERAÇÕES FINAIS .................................................................................. 86

16

SETORIZAÇÃO .................................................................................................... 69

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS................................................................................ 88

17

DIRETRIZES E PREMISSAS................................................................................ 70

18

17.1

DA ACESSIBILIDADE ................................................................................ 70

17.2

DA SEGURANÇA E PISO NO PLAYGROUND............................................ 71

17.3

DO USO DE FOGO NA VEGETAÇÃO ......................................................... 71

17.4

DA ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE ........................................... 71

TECNOLOGIAS E SUSTENTABILIDADE ............................................................. 72 18.1

TECNOLOGIAS .......................................................................................... 72

18.1.1

ESTAÇÃO METEOROLÓGICA AUTOMÁTICA .................................. 72

18.1.2

ILUMINAÇÃO DE LED ...................................................................... 73

18.1.3

PLACA DE PISO GERADORA DE ENERGIA ..................................... 74

18.2 SUSTENTABILIDADE ...................................................................................... 75 18.2.1 PISO EMBORRACHADO RECICLÁVEL ................................................... 75 18.2.2 PISO DRENANTE ..................................................................................... 76

APÊNDICES: O PROJETO.............................................................................................92


9

1 INTRODUÇÃO

SCALISE (2002), é que se passa a pensar nos parques como um espaço para todos.

O período da Revolução Industrial foi de grande transformação, de

Já no Brasil, os parques não surgem mediante as necessidades, como

modos gerais, tanto no setor econômico-social, quanto no urbanismo. Com o

no caso da sociedade europeia, mas sim como fator complementar ao cenário

surgimento da máquina, a transição da população do meio rural para o urbano,

em que as elites que comandavam o país na época, por volta do século XIX,

as horas de trabalho, as cidades passaram a sofrer mudanças drásticas numa

detinham como inspiração para a conformação das cidades (MACEDO;

velocidade exacerbada. Com tais mudanças, as cidades e as pessoas passaram

SAKATA, 2003).

a sofrer com a falta de áreas de lazer e com problemas de saúde, proveniente da poluição e falta de salubridade, como afirma MAYMONE (2009). Assim, fezse necessário encontrar uma solução para tais problemáticas, e assim “(...) o

parque surge como fato urbano relevante e tem seu pleno desenvolvimento no século seguinte” (SCALISE, 2002).

Atualmente, o que se tem dos parques são subcategorias, cuja cada uma engloba uma utilização em específico, como é o caso dos parques temáticos e dos parques ecológicos. Pode-se assim perceber, bem como com a introdução de novas atividades neste meio, que vem desde o século passado, que os espaços livres públicos vão se transformando com o passar do tempo,

Com o passar do tempo, os parques foram adotando novas formas,

juntamente as mudanças urbanísticas que ocorrem ao longo dos períodos, pois

estéticas e atividades. Sofreu suas maiores modificações nos séculos XIX e XX,

“O parque público, como conhecemos hoje, é um elemento típico da grande

onde “novas funções foram incorporadas aos parques, como as esportivas, as

cidade moderna, estando em constante recodificação” (MACEDO; SAKATA,

culturais e as de conservação de recursos naturais (...)” (MAYMONE, 2009).

2003).

Vale-se a ressalva que os parques criados entre os séculos XVIII e XIX, eram trabalhados em favor da burguesia, atendendo e servindo somente a esta. Apenas no século XX, com o Park Moviment, liderado por Olmsted, como expõe

Além disso, MACEDO e SAKATA (2003) ainda afirmam que as cidades brasileiras atuais necessitam de tais parques, mesmo que sejam em pequena amplitude, em virtude de fatores econômicos e espaciais, mas que estes ainda


10

englobam uma variedade de atividades, o que caracteriza bem os parques

No cenário atual, tanto os parques, quanto qualquer espaço livre

urbanos encontrados e projetados na atualidade, que buscam cada vez mais,

público precisa atender, além das necessidades de seus usuários, uma série de

atender a múltiplas necessidades, deixando a era que os parques eram apenas

questões legislativas e ambientais, para que não se torne mais um problema ao

áreas verdes contemplativas, para se firmar cada dia mais como espaço de

meio urbano, e sim uma solução para os espaços caóticos em que se

contato com a natureza e com a cultura, o esporte, a educação e mais um meio

transformaram as cidades do mundo em geral. Devem também, ser acessíveis

de socialização.

e seguros a todos, seguindo as normas de acessibilidade, para assim

Obviamente, esta característica possui ligação direta ao seu usuário,

proporcionar um local possível de qualquer pessoa usufruir.

uma vez que estes são determinantes no desenvolvimento de qualquer projeto.

Desta forma, é possível compreender que os parques possuem papel

O fato é que para o indivíduo da sociedade contemporânea, tudo precisa estar

importante e crucial no cenário urbano, caminhando lado a lado com as

facilmente ao seu alcance, com uma boa quantidade de meios de diversão e

transformações urbanísticas e as necessidades de seus usuários, sem perder

lazer, sendo possível verificar isto nos parques atuais, quando nota-se os

seus pontos e fatores principais, que deram origem a estes.

espaços divididos em setores que englobem playground, pista de caminhada, bancos e mesas, wi-fi e lanchonetes, proporcionando ao cidadão tudo o que ele precisar em um mesmo espaço, sem deixar as questões ambientais de lado.

No presente trabalho, encontra-se uma pesquisa esmiuçada a respeito de parques urbanos, explicando clara e objetivamente sobre as origens, evolução e características dos mesmos, com enfoque nos parques em escala

KLIASS (apud. MACEDO; SAKATA, 2003) afirma que a questão atual

de bairro, de múltiplos usos, uma vez que está é a tipologia do projeto a ser

da requalificação dos espaços urbanos também motiva a demanda de parques

desenvolvido. Cada capítulo proporcionará um conteúdo parcial sobre o tema

crescer, e que trabalha juntamente ao meio urbano onde está/será inserido,

tratado, cujo uma vez unidos, permitem uma visão mais íntegra sobre parques

uma vez que “a temática do Parque Urbano assume papel central no

urbanos, seu contexto, evolução, usuários, funcionamento, configurações,

desenvolvimento dos planos e projetos urbanos”.

estilos, iluminação, paisagem, vegetação, elementos e mobiliários urbanos, entre outros.


11

2 OBJETIVOS

de forma correta o objeto na área escolhida, visando sempre a funcionalidade, a estética e fatores ambientais.

O objetivo geral do presente trabalho é compreender a evolução e principais características dos parques urbanos, por meio de pesquisas bibliográficas, englobando livros, documentos, artigos, monografias e

3 JUSTIFICATIVA

dissertações, bem como notícias e dados explanados por meio de endereços eletrônicos, apresentando os diversos elementos que compõem a tipologia

A partir de análise da situação urbana atual da cidade de Jacareí, foi

estudada, afim de trabalhar juntamente ao desenvolvimento urbano, analisando

possível constatar que só há dois parques em uso no munícipio, sendo eles o

a paisagem local, entendendo conceitos e definições, concepção e aspectos

Parque dos Eucaliptos e o Parque da Cidade, onde este último é o mais recente,

principais, em relação a sua funcionalidade e características projetuais.

inaugurado em 2009. Além destes dois, a cidade contará ainda este ano, com

Em relação a objetivos específicos, pode-se elucidar que estes são a criação de um espaço de lazer e recreação em meio a área urbana, afim de proporcionar bem-estar e melhor qualidade de vida urbana a população, auxiliando também no desenvolvimento do munícipio, proporcionando um local aonde podem ser realizadas uma série de atividades de lazer e cultura, como as diversas feiras que ocorrem durante o ano, além de atividades educativas e esportivas, bem como o tratamento e proteção de Área de Preservação Permanente (APP), levando em consideração as necessidades dos usuários, a legislação vigente do munícipio, bem como leis ambientais, para assim, inserir

um parque linear no bairro Campo Grande, com previsão de término e inauguração em abril, segundo a Prefeitura Municipal de Jacareí. Estudando a presença destes espaços livres, considerando também as praças nos diversos bairros, compreendeu-se que há uma defasagem de espaços de lazer e recreação em maior amplitude, que englobem ambientes para, além das atividades já citadas, realizações culturais da cidade que ocorrem ao longo dos meses, como feiras de artesanato, literatura e cerveja, como também atividades esportivas, educacionais e ambientais. Mediante a isto, fez-se necessário a compreensão de conceituação e definição do tema, para entender o que o mesmo engloba e qual a melhor maneira de inseri-lo na realidade de uma


12

cidade. Uma vez que os parques existentes estão localizados na região central,

4 PROBLEMATIZAÇÃO

fazendo assim, com que a população de bairros mais carentes e afastados precisem se deslocar até tal área para aproveitar de uma área com espaço livre

A situação atual do munícipio de Jacareí, como dito anteriormente, foi

amplo e atividades específicas de lazer e recreação, viu-se a necessidade de

fator fundamental para a escolha do tema, mas além deste, uma série de

escolher uma destas localidades para a criação e inserção de um parque urbano

questionamentos foram importantes e determinantes para isto, sendo eles: o

que atenda a mais de um bairro e fosse de fácil acesso a população residente

que há de atividade ao ar livre na cidade? Quais os lugares onde as pessoas

em região distante do centro. Além disso, o investimento público também foi

vão para se encontrar e ter momentos de tranquilidade? Numa cidade que vem

uma motivação para a escolha de tal tema, visto que nos últimos anos, ficou

crescendo e possui uma variedade de potencialidades naturais, como o próprio

evidente o interesse em se investir justamente na criação de novos parques em

Rio Paraíba por exemplo, por que existem tantas poucas opções de espaços de

pontos estratégicos do munícipio, visando não só as atividades evidenciadas

lazer em que a população possa ter maior contato com a natureza? Os espaços

aqui, como também o lado turístico.

para feiras e atividades culturais são sempre restritos a uma mesma localidade?

Para que a necessidade de tal parque seja melhor identificada, consta nesta pesquisa a investigação, não somente sobre o tema, como também a

Por que todas as atividades, incluindo as de lazer, necessitam estar restringidas a Região Central?

situação do local escolhido para inserção do projeto, analisando aspectos de

Ao pensar em todas essas questões, foi possível uni-las em um único

desenvolvimento urbano, usos e gabarito de altura, acessos, aspectos

questionamento: como e qual a melhor forma de proporcionar a população, por

ambientais, topográficos e qualquer outra condicionante que possa ser de

meio da arquitetura e urbanismo, um ambiente em que qualquer indivíduo, de

influência para a implantação do projeto. Apresenta-se, inclusive, os potenciais

qualquer idade e classe social, possa aproveitar e vivenciar momentos de

que a área possui e quais aspectos da realidade atual podem ser modificados

diversão e entretenimento natural, onde as pessoas possam passar tempo umas

com a presença de um novo parque em determinada região.

com as outras, tendo assim, um local como marca de vivências únicas, explorando a conexão entre homem e natureza?


13

DEFINIÇÃO DO TEMA


14

5

DEFINIÇÃO DO TEMA

com o desenvolvimento urbano acelerado e desenfreado, juntamente ao

5.1 ÁREAS VERDES URBANAS

advento da tecnologia, o cenário urbano veio a sofrer modificações bruscas e assim, perder sua identidade visual. Com a presença das áreas verdes, surge a

As áreas verdes urbanas podem ser definidas, de acordo com o Ministério do Meio Ambiente, como “o conjunto de áreas intraurbanas que

oportunidade de se modificar a paisagem urbana, e por meio de trabalhos paisagísticos, trazer a cidade um visual próprio.

apresentam cobertura vegetal, arbórea (nativa e introduzida), arbustiva ou

O segundo valor é relacionado a questões recreativas. O autor explica

rasteira (gramíneas) e que contribuem de modo significativo para a qualidade

que, assim como se faz necessário o desenvolvimento e trabalho da paisagem

de vida e o equilíbrio ambiental nas cidades” (MINISTÉRIO DO MEIO

urbana, também é preciso saber utilizar as poucas áreas e espaços livres

AMBIENTE). Assim sendo, as áreas verdes urbanas são aquelas englobadas aos

restantes nos tecidos urbanos. Enfatiza as análises a respeito dos locais, do

espaços livres da cidade, que possuam característica e valor ambiental e

atendimento em escala, onde se pode implantar uma área recreativa, assim

qualitativo na vida urbana, podendo estar presentes em diversas formas, seja

como estabelecer quais e como serão as atividades promovidas. BARTALINI

como praça, parque, jardins, canteiros, e etc.

(1986) também coloca que, além dos fatores já colocados como meio de

Segundo BARTALINI (1986), as áreas verdes podem ser separadas em

análise, deve-se considerar as necessidades, fatores sociais e econômicos,

três conjuntos que desempenham funções e valores distintos no meio onde

além de questões culturais, que podem ajudar a definir quais atividades são

estão inseridos. O primeiro seria o valor estético, visual e paisagístico; o

necessárias ser implantadas.

segundo seria em relação aos valores recreativos e o terceiro para âmbito ambiental.

O terceiro e último valor é ambiental, onde BARTALINI (1986) coloca as áreas verdes e espaços livres como um potencial influenciador da qualidade

O primeiro é relacionado a questão de paisagem urbana e como o

ambiental das cidades. Podendo atuar como meio de melhoramento de

trabalho paisagístico acaba por modificar tal. BARTALINI (1986) enfatiza que,

temperaturas, de qualidade de ar, de ruídos urbanos, das proteções ao solo e aos cursos d’água, dos rios, lagos, represas, sendo estes valores que


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influenciam diretamente na realidade urbana, nos controles que podem ser

“(...) a organização dos diversos elementos que a

definidos por questões ambientais.

compõem buscando, na associação entre as formas produzidas pela sociedade e aquelas pertencentes à

BARTALINI (1986) ainda enfatiza uma questão importante; as áreas

própria base física do território, a preservação ou criação

verdes e espaços livres podem ser agrupados desta forma, mas podem e devem

de valores cênicos e de referenciais válidos para uma

sempre que possível, abranger mais de uma função e valor, para que assim

determinada área urbana”. (BARTALINI, 1986, p. 50).

sejam reconhecidas e utilizadas por todos, agregando fatores positivos ao meio onde estiver inserido, fazendo parte de uma modificação maior, que atrelada a CULLEN (1971) coloca a paisagem urbana como meio, visualmente

outras áreas verdes, podem ser um benefício ainda maior ao munícipio.

falando, de organizar de forma coerente, os elementos que compõe a cidade; os edifícios, as ruas e todos os demais itens e espaços que fazem parte do 5.2 PAISAGEM URBANA

cenário urbano. BONAMETTI (2001) conceitua paisagem urbana, também, como:

A paisagem urbana é composta por inúmeros elementos, desde casas e prédios a árvores, rios, morros. É a mistura entre a construção e a natureza, aquilo que foi desenvolvido e/ou modificado pelo homem. Engloba o visual da cidade, aquilo que serve como referência para encontrar e compreender um pouco sobre a mesma.

“(...) reflexo da relação entre o homem e a natureza, e pode ser vista como a tentativa de ordenar o entorno com base em uma paisagem natural. E o modo como ela é projetada e construída reflete uma cultura que é o resultado da

Para ser trabalhada, a paisagem urbana deve ser tratada e analisada

observação que se tem do ambiente e também da

com cuidado. BARTALINI (1986) enfatiza que, num planejamento visual de tal

experiência individual ou coletiva com relação a ele”.

paisagem, envolve:

(BONAMETTI, 2001, p. 109).


16

Entende-se enquanto paisagem urbana, portanto, a junção e mistura de

5.3 BREVE ENTENDIMENTO SOBRE PARQUES URBANOS

elementos arquitetônicos e urbanísticos, ligados a tecnologia e a cultura local, as mudanças internas da população, as transformações registradas pelo tempo,

Segundo MACEDO e SAKATA (2003), parques urbanos podem ser

juntamente a elementos naturais, árvores de diversos portes, serras, rios e

definidos como “todo espaço de uso público destinado à recreação de massa,

mares (Figura 1). São todos os elementos que compõe a vista que fica marcada

qualquer que seja o seu tipo, capaz de incorporar intenções de conservação

e que remete ao cidadão a verdade e a vida que este detém; é a representação

cuja estrutura morfológica é autossuficiente (...)” (MACEDO; SAKATA, 2003).

das transformações, dos estilos, das descobertas, a mistura de cores, formas,

Portanto, estas são áreas verdes livres, que devem ter em sua composição a

escalas. E, portanto, sendo composta por tantos fatores, precisa ser trabalhada

vegetação como elemento principal e determinante.

com cuidado, considerando sua representatividade e importância, não somente urbanística, como também na vida da população.

Autores como BOVO e CONRADO (2014) enfatizam a importância da presença de áreas verdes no meio urbano, afirmando que as mesmas proporcionam uma variedade de benefícios, sendo que estes “(...) se constituem

Figura 1 - Paisagem Urbana do Rio de Janeiro

tanto no sentido de proporcionar qualidade de vida às pessoas quanto funcionam como espaços “legitimadores” dos agentes urbanos” (BOVO; CONRADO, 2014). Ou seja, as áreas verdes possuem mais de um papel importante no cenário urbano, melhorando a qualidade de vida, possibilitando a população um meio de entretenimento e atividades diversas, além da melhora e auxílio nas questões ambientais. Caminhando juntamente ao meio urbano, nascendo da necessidade do

Fonte: WallHere, 2017

melhoramento da qualidade de vida e salubridade, hoje também atrelado a


17

questões ecológicas e de recuperação de áreas, proporcionando usos e

voltados a todas as idades, necessitando ter no mínimo 2.000.000m², podendo

atrativos a espaços antes abandonados, os parques urbanos, assim como os

ser acessado a pé ou por meio de veículos públicos ou particulares, em até 30

demais tipos de áreas verdes e espaços livres, passaram por inúmeras

minutos; e os parques metropolitanos ou regionais, inseridos em qualquer

transformações com o decorrer do tempo, hoje contemplando um programa de

região da cidade, atendendo a um público maior, de qualquer idade e

necessidades ligado propriamente ao usuário contemporâneo.

proveniente de qualquer lugar, para uso em grande escala.

Os parques devem cumprir com determinadas funções, cada uma

Além destes, tem-se os parques lineares, parques ecológicos e de usos

dependendo da tipologia do mesmo, seguindo corretamente a legislação

múltiplos. A respeito dos parques lineares, SCALISE (2002) afirma terem sido

vigente. Atualmente, existem diversos tipos de parques, cada um com uma ou

criados na finalidade, incialmente, para o uso recreativo, mas que segundo o

mais funções, de características próprias, e determinadas também por suas

mesmo, “(...) podem ser utilizados, à medida do possível, para ir ao trabalho, à

dimensões, além do local onde está inserido, levando em conta quem este

escola, às compras. Produz a valorização das terras no seu entorno, surgem

atende, qual sua finalidade e que equipamentos pode/deve possuir. Cada um

como elementos que melhoram a qualidade de vida e atrativos” SCALISE

destes elementos diferem os parques e seus usos, uma vez que assim “As

(2002). O autor ainda enfatiza que a presença de um parque linear do tecido

funções que desempenham não se submetem a um padrão pois, alguns estão

urbano beneficia mais de um local e toda a população, devendo ser de fácil

vinculados à proteção ambiental, apresentando uso restrito e outros atraem

acesso a todos.

multidões” (SCALISE, 2002).

Já os parques ecológicos surgem com o foco na preservação dos

SANTOS (2016) coloca em foco quatro tipos de parques, dos mais

diversos elementos naturais, não só da vegetação nativa existente, como

variados existentes, sendo eles os parques de vizinhança, que deve deter até

também de recursos hídricos, visando conservar o ecossistema e proporcionar

5.000 m² e atender a um público de 0 a 17 anos; os parques de bairro, que

a educação ambiental, segundo o Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos

podem contemplar um espaço com os elementos de um parque de vizinhança,

Hídricos do Distrito Federal (2008). De acordo com a mesma fonte,

atendendo a adultos e devendo ter no mínimo 100.000m²; os parques distritais

diferentemente deste último, que tem como ponto principal a conservação da


18

mata nativa, os parques de uso múltiplos permitem a inserção de vegetação

que compõem o cenário urbano. Ou seja, devem fazer parte do local onde for

exótica e devem estar inseridos nos centros urbanos, ou próximos destes. Este

implantado, dialogando com as fachadas existentes, com a cultura local, o

pode conter outras atividades de lazer e recreação, além de igualmente ao

urbano que o envolve, caso contrário, torna-se uma agressão visual, um

anterior, proporcionar educação ambiental.

elemento que não compõe ou recompõe, mas sim se desponta de maneira que,

A função de um parque varia de acordo com a necessidade do local onde o mesmo será elaborado e inserido, mas o parque, assim como os demais

ao invés de melhorar a própria paisagem, compondo-a, passa a se afastar da mesma.

espaços livres, deve ser visto muito mais do que como apenas um espaço verde

Visando aqui a criação de um parque urbano com características de

em meio ao caos das grandes metrópoles. Os espaços livres, como afirma

parque de usos múltiplos, numa escala de bairro que atenda às necessidades

BALZA (1998), devem ser vistos como elemento estruturante do desenho

de um determinado público, além de se trabalhar visando a melhoria de

urbano, portando valor estético que modifica a paisagem da cidade, servindo

qualidade de vida urbana e o cuidado com o meio ambiente, propondo

como espaço contemplativo e cujo as vistas devem ser bem trabalhadas a

inclusive, não somente atividades de esporte, cultura e lazer, como também

proporcionar boas visualizações ao público, o que pode acarretar em maior

educação ambiental, compreende-se que:

valorização turística e econômica, muitas vezes perdidas em meio aos enormes prédios construídos no meio urbano, como afirma BALZA (1998). O mesmo autor ainda afirma que a utilização do espaço público livre também deve ser social e cultural, bem como educativa e ecológica.

“Dentre as possíveis formas de encontrar o equilíbrio entre o processo de urbanização contemporâneo e a preservação do meio ambiente, o parque urbano surge

O parque deve, também, independentemente do seu tipo e tamanho,

com novos contornos culturais e estéticos, desenhando

dialogar e participar da dinâmica urbana no qual está inserido. Deve fazer parte

o perfil, entorno e identidades, devendo ser encarados

da chamada Paisagem Urbana, explicada anteriormente, e definida por SANTOS

nos seus diferentes tempos, funções e usos” (SCALISE,

(2016), como “(...) complexo formado de paisagens naturais e culturais (...)”,

2002).


19

Desta forma, é possível averiguar que a implantação de parques urbanos em meio ao caos da cidade surge como uma forma de modificar o cenário urbano existente, e ir retomando a ligação entre homem e natureza, estabelecendo também mais um meio de convívio entre as pessoas.


20

HISTÓRICO DO TEMA


9

6 HISTÓRICO DO TEMA

clamava por espaços que atenuassem os problemas urbanos, funcionando como verdadeiros “pulmões verdes” para o contexto da cidade” (BOVO;

6.1 ORIGEM E TRANSFORMAÇÕES DOS PARQUES URBANOS

CONRADO, 2014). Apesar de o surgimento dos parques urbanos ter ocorrido no século

Durante o século XVIII, um ocorrido modificou o cenário urbano, iniciado na Inglaterra, e que se espalhou para demais cidades europeias. Com o início de um marco histórico, a Revolução Industrial, o crescimento populacional foi rápido e intenso, a industrialização causou uma variedade de transformações as cidades e a vida das pessoas, tanto no que diz respeito sobre questões econômicas, quanto sócio espaciais, de saúde e meio ambiente. Com a migração acelerada e exacerbada do meio rural para o meio urbano, as cidades acabaram por sofrer mudanças rápidas e drásticas demais, que afetaram não só o tecido urbano, quanto a própria saúde da população. A chegada da máquina trouxe com ela a poluição e uma variedade de problemas de salubridade. Mediante tal situação, a resposta para as problemáticas advindas da industrialização e urbanização desenfreada, surgiu

XVIII, foi nos séculos seguintes que este se firmou e passou por transformações, já que no século XIX, era possível se encontrar uma boa variedade de parques na Inglaterra, sendo que a maioria dos parques deste período eram “idealizado em bairros burgueses e para exibição social” (SCALISE, 2002). A necessidade e criação destas áreas se espalhou por toda a Europa e América do Norte, principalmente nos Estados Unidos. E foi neste último que nasceu o chamado “Park Moviment”, liderado por Frederick Law Olmsted, criador do notório e emblemático Central Park em Nova York (Figura 2). SCALISE (2002), afirma que Olmsted:

“(...) defendia a utilização econômica dos espaços livres, criando oportunidades de recreação e também de preservar os recursos naturais, controle de enchentes,

por meio dos parques urbanos. BOVO e CONRADO (2014) apresentam que, no

proteger os mananciais, criando espaços agradáveis para

contexto de tal período, a existência dos parques tinha a função principal de

passear e morar. Esses trabalhos, além de inspirar a

recreação e lazer, uma vez que “a estrutura urbana, que crescia rapidamente,

criação de inúmeros parques e da Cidade-jardim de


10

Howard, mudou o conceito de qualidade ambiental

os parques anteriormente criados tinham associação ao poderio econômico de

urbana” (SCALISE, 2002).

determinados indivíduos. SCALISE (2002) ainda afirma que neste momento da história, tais áreas verdes são criadas afim de se explorar e trazer de volta o

Figura 2 - Central Park, Nova York (1938)

contato entre o homem e a natureza, desenvolvendo ambientes onde as pessoas possam socializar e praticar atividades, visto que com o avanço da tecnologia e as horas de trabalho, houve um afastamento nas mais diversas relações humanas. Se na Europa os parques foram se modificando e se estruturando juntamente a outras mudanças urbanísticas, nos Estados Unidos foram se transformando os modelos de parques urbanos, sendo eles, segundo ALBUQUERQUE (2006), quatro no total: os jardins contemplativos, os parques de vizinhança, as áreas de facilidade recreativa e os sistemas de espaços livres. Com o passar dos anos, reformulou-se o modo de projetar e tratar as áreas urbanas e ambientais, e uniu-se o urbanismo ao paisagismo, visando segundo SCALISE (2002), a ideia de “paisagem total”, como o caso de Estocolmo onde se criou um tecido paisagístico no meio urbano, de forma

Fonte: NYCParks Assim, o modelo de parque urbano do século XX contempla o uso coletivo da população, não sendo prioritário ou símbolo de riqueza, visto que

contínua, ao se trabalhar com uma escala menor de áreas verdes, como informa o próprio autor, ou o caso das newtowns da Inglaterra dos anos 1940. O mesmo autor coloca o Bosque de Amsterdã como:


11

“(...) importante exemplo de parque da cidade moderna

com recuperação de áreas degradas, volta-se a pensar no paisagismo e o valor

funcionalista, experiência de vanguarda, de gestão

estético, além de questões funcionais e simbólicas, onde os parques passam a

urbana e territorial, criando um território de recreação na

ter novamente, assim como os jardins anteriores, desenhos e formas, que se

natureza. No mesmo período, na Holanda, o

atrelam a fatores ecológicos.

planejamento territorial corresponde a verdadeiros manifestos da nova estética ambiental, com a formulação de ambientes que unem os âmbitos rural e urbano”

6.2 OS PARQUES URBANOS NO BRASIL

(SCALISE, 2002).

No decorrer do tempo, as mudanças nos parques surgem através do paisagismo, em um momento mais cênico colocado por meio da própria vegetação, e em outro com o aditivo de mobiliários urbanos.

No Brasil, as motivações para a implantação de parques urbanos foram completamente distintas das europeias, visto o porte dos munícipios brasileiros ser extremamente diferente dos das cidades da Europa industrializada. Os três primeiros parques públicos brasileiros foram criados no Rio de Janeiro, sendo

Se atrelando a fatores ambientais, nascem os primeiros parques

eles o Passeio Público, de 1783, Campo de Santana, de 1873 e o Jardim

ecológicos, como o Thÿssepark, em Amsterdã. SCALISE (2002) afirma que

Botânico, mas as motivações para a implantação desta era distinta da europeia.

também surge a iniciativa de recuperação das áreas degradadas, entrando na

Pode-se dizer que “(...) No Brasil, os parques foram criados como figura

conceituação de requalificar determinados espaços urbanos, enfatizando a

complementar ao cenário das elites emergentes, que controlavam a Nação e

existência do movimento renaturierung, naquilo que o autor define como

procuravam construir uma configuração urbana semelhante aos modelos

“renaturalização da cidade, reforçando a ligação de áreas verdes num sistema

ingleses e franceses” (BOVO; CONRADO, 2014). A prova disso está em um dos

independente, com percursos para pedestres e ciclismo” SCALISE (2002). O

parques citados, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro (Figura 3), que segundo

mesmo autor ainda enfatiza que, por volta dos anos 1980, além da preocupação

MACEDO e SAKATA (2003) e BOVO e CONRADO (2014) era uma mistura de


12

elementos para que a sociedade burguesa pudesse aparecer e, ao mesmo

Autores como SILVA e PASQUALETTO (2013) e MACEDO e SAKATA

tempo, observar os demais que seguiam as tendências europeias. Estes

(2003) afirmam que, com o passar dos anos, os espaços livres bem trabalhados

espaços possuíam características paisagísticas trazidas da Europa, onde os

passaram a ser um elemento comum do meio urbano, presentes nas mais

jardins possuíam desenhos muito próximos das tendências europeias, como

diversas cidades brasileiras. Passam a surgir também parques privados, como

esclarece SILVA e PASQUALETTO (2013).

o Parque Antártica em São Paulo. (SILVA; PASQUALETTO, 2013; MACEDO; SAKATA, 2003).

Figura 3 - O Imperial Jardim Botânico do Rio de Janeiro (1882)

VITAL DA SILVA (2015) afirmam que somente nos anos 1950, com o crescimento de São Paulo e Rio de Janeiro, que se notou a necessidade de áreas verdes para melhoramento da qualidade de vida urbana, assim nascendo também o interesse político e a responsabilidade dos governantes na criação e cuidado deste tipo de espaço livre. Os mesmos autores ainda afirmam que, assim, “reitera-se que são no parque urbano que elementos como cultura,

qualidade de vida, consumo particular e estilos de vidas diferenciados, estão presentes no mesmo espaço de sociabilidades e subjetividades” (VITAL DA SILVA, 2015). Mas foi por volta dos anos 1970 e 1980 que os parques passaram a ter maior presença nas cidades brasileiras e a serem mais desejados pela própria população (MACEDO; BAROZZI, 1999). SILVA e PASQUALETTO (2013) colocam que é no século XX, em um cenário pós Segunda Guerra Fonte: William Bell, 1882

Mundial que os parques passam a ter um trabalho com caráter mais nacionalista em termos paisagísticos, deixando para trás os estilos vindos da Europa.


13

6.3

PARQUES URBANOS NO SÉCULO XXI

A presença de novos tipos de parques que vão surgindo e se firmando com o passar dos anos é uma prova de que os espaços livres também precisam caminhar de acordo com as necessidades atuais. GOMES (2014) transmite que,

De acordo com DIAS (2005), as mudanças que surgiram no século XX

atualmente, o que se vem implantando em todo o mundo são parques que

se estenderam e evidenciaram até o século XXI. O autor coloca que os espaços

carregam consigo a importância e valorização do meio natural e da

urbanos passaram a deter novos significados, mas que a violência presente no

sustentabilidade. O autor, que coloca Curitiba como uma cidade exemplo de

meio urbano afastou o público de atividades coletivas na rua. O advento de

criação de espaços livres de qualidade e que, segundo o mesmo, “os diversos

atividades que deixam o indivíduo introspectivo a uma vida em lugares fechados

parques implantados após 1970 contribuíram para a consolidação da

é também um dos pontos que DIAS (2005) levanta e que refletem de forma

imagem/marca: Curitiba – capital ecológica; capital da qualidade de vida, entre

direta na realidade dos espaços livres na atualidade.

outros”. (GOMES, 2014).

SILVA e PASQUALETTO (2013) evidenciam que os parques urbanos

Assim, GOMES (2014) também coloca a questão ambiental está

da atualidade trazem “(...) novas características em seus usos e sistemas de

presente na maioria dos inúmeros parques criados pelo mundo no cenário

planejamento” (SILVA; PASQUALETTO, 2013). Ao citarem outros autores,

atual, mas que segundo o mesmo, “Em muitos casos desempenham mais

evidenciam alguns exemplos, como os parques sustentáveis que fazem uso de

função estética e de lazer no espaço urbano, pela insignificância do seu

diversos sistemas que tornam o parque diferente dos demais. Novos modelos

conteúdo natural, produzindo um diferencial em certas parcelas do espaço”.

e tipos de parque, como os científicos ou tecnológicos também são citados por

(GOMES, 2014).

SILVA e PASQUALETTO (2013), tipologia que surge por volta dos anos 1960, e passa por uma variedade de mudanças com o passar dos anos, sendo colocada sempre como uma extensão das universidades, como apontam HOFFMANN.; MAIS; AMAL (2010).


14

SOBRE A ÁREA DE INTERVENÇÃO


15

7

LOCAL

7.1 JACAREÍ E A EVOLUÇÃO URBANA

condições topográficas, de segurança, e de disponibilidade de água. O crescimento se espalhou para o que hoje é a região central da cidade, com a construção da Estrada de Ferro Central do Brasil, sendo que com esta, surgiram

O munícipio de Jacareí está localizado no Vale do Paraíba, interior do

novos empreendimentos, habitações e vias no munícipio, dando também

Estado de São Paulo. Possuindo 463 km², a cidade contém 211.214 pessoas

espaço ao início da inserção de indústrias. Jacareí acabou por crescer na

segundo IBGE 2010. Detendo divisa com São José dos Campos, Santa Branca,

direção da Rodovia Presidente Dutra, construída em 1951, o que ocasional uma

Guararema, Igaratá e Santa Isabel, a cidade possui 13% de sua área urbanizada,

série de vazios urbanos, um verdadeiro crescimento desordenado, onde o

detendo de uma topografia completamente irregular, visto que se encontra em

próprio desenho da cidade tornou-se uma confusão, apenas para criar ligações

uma região de vale, o munícipio é formado por morros e várzeas, segundo

até a Rodovia.

CUNHA (2003). Fundada em 3 de abril de 1652, na condição de vila, Jacareí teve sua

Figura 2 - O crescimento às margens do Rio Paraíba do Sul, no século XVIII

evolução nos séculos passados, em basicamente três fases, como afirma CUNHA (2003), sendo elas a da mineração, a do café e a da industrialização, onde esta última foi a que se consolidou no munícipio, sendo possível verificar a veracidade deste fato com a própria situação atual do município, onde há presença de uma variedade de fábricas na cidade, tendo como principal a de cervejaria, o que proporciona a cidade atualmente o título de “Terra da Cerveja”. A ocupação ocorreu, inicialmente, próximo às margens do Rio Paraíba do Sul, como é possível verificar na Figura 4. CUNHA (2003) afirma que a consolidação foi dada ao longo do tempo, e sua orientação veio diante as

Fonte: CUNHA, 2003


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CUNHA (2003) demonstra em seu trabalho, a realidade do crescimento da cidade dos anos 1950 a 1970, afirmando que a mesma “concentrava as

classes médias em torno do núcleo central em bairros novos, planejados segundo ideias modernistas(...)” (CUNHA, 2003). Percebe-se, de acordo com a Figura 5, o crescimento se espalhando a partir das margens do rio, em direção a região central e oeste, onde se originaram os bairros mais antigos da cidade. Porém, se as classes médias ficaram no centro ou próximo deste, as classes operárias, provenientes das diversas fábricas que foram se instalando, acabaram por ficar em áreas mais afastas da região centro-oeste, o que explica a situação atual, onde a maioria das atividades comerciais encontram-se no centro da cidade, enquanto há bairros afastados onde a predominância é residencial. Figura 3 - Mancha Urbana de Jacareí

Fonte: Cunha, 2003 - Fonte Original: Sasaki, 2002.

Além disso, CUNHA (2003) enfatiza a criação das chácaras próximas a Dutra, com o intuito de lazer as classes médias da capital, que acabaram por se tornar bairros sem as devidas infraestruturas, ocupados pela população de baixa renda, como é o caso do Chácaras Igarapés.


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7.2 SITUAÇÂO DAS ÁREAS VERDES E ÁREAS DE LAZER EM JACAREÍ Segundo informações disponibilizadas pela Prefeitura Municipal de Jacareí, há um total de 2.393.956,80 m² de áreas de lazer no município e 1.215.254,73 m² de áreas verdes (Tabela 1). A maior região com áreas de lazer é a Oeste, contabilizando 145 ao todo. Enquanto isso, a região Sudoeste é a com a menor quantidade, detendo ao todo 8 áreas de lazer. No caso das áreas verdes, a região com a maior quantidade de áreas do tipo é Oeste, contabilizando 236. A região com a menor quantidade é a Sudoeste, possuindo 9 áreas de tal tipo. O Mapa 1 mostra um mapa no qual é possível verificar a distribuição de áreas verdes e áreas de lazer na Região Norte. Tabela 1 – Quantitativo de Áreas de Lazer e Áreas Verdes de Jacareí

Mapa 1 – Mapa de espaços livres da Região Norte

Fonte: Secretaria de Planejamento (Prefeitura de Jacareí)

Fonte: Secretaria de Planejamento (Prefeitura de Jacareí) adaptada


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As áreas verdes do município são, no geral, sobras de loteamentos ou

alternativo se dá pela Avenida Papa João Paulo II. Além da rodoviária, há

do sistema viário, de porte pequeno e muitas vezes abandonadas em termos de

também um ponto de ônibus localizado em frente ao terreno, o que facilita o

manutenção, detendo grama alta e muitos insetos. As áreas de lazer também

acesso ao mesmo.

são, em alguns casos, sobras de loteamentos ou do viário, mas contemplam também praças urbanizadas, cujo a manutenção varia, algumas se encontram em bons estados, outras nem tanto.

Figura 4 - Terreno

Este dado nos mostra a insuficiência de áreas verdes e de áreas de lazer no município. Não somente a quantidade tem significado, mas a qualidade dos espaços também, e infelizmente, muitos destes não atendem as necessidades do município, servindo como áreas de respiro, mas que em nada dialogam com a paisagem urbana.

7.3 O TERRENO: LOCAL E REGIÃO

O terreno escolhido (Figura 6) encontra-se na Região Norte do munícipio de Jacareí. Localizado no bairro Chácaras Rurais Santa Maria,

Fonte: Autor, 2019

próximo ao Educamais Jacareí – Ruy Otahke e do Novo Terminal Rodoviário. O acesso principal ao lote se dá pela Avenida Engenheiro Davi Monteiro

Possuindo cerca de 109.916,16m², o terreno encontra-se plenamente

Lino, uma das ligações da cidade com a Rodovia Presidente Dutra. Um acesso

vazio e se expande para a parte de trás das construções existentes ao lado. Em


19

maior parte plano, mas com a topografia um pouco acidentada na entrada, o local não possui muita vegetação. No entanto, nos fundos do lote há uma faixa arborizada, por onde passa um córrego, como é possível verificar na Figura 7, sendo esta faixa uma Área de Preservação Permanente (APP), ligado a outras áreas de APP, próximas ao local. Analisando os lotes vizinhos, ao lado direito, tem-se o Educamais, enquanto há residências e comércios ao lado esquerdo, considerando a vista a partir da Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino; o terreno se estende pela parte de trás do Educamais, como também da Rodoviária, e na parte lateral do Condomínio Residencial Morada Casabella. É possível visualizar e ter acesso ao terreno também pela Avenida Papa João Paulo II, do bairro Residencial Parque dos Sinos.

Figura 5 - Área de Preservação Permanente, com foco no terreno

Fonte: Secretaria de Planejamento (Prefeitura de Jacareí) adaptada


20

7.4 O ENTORNO: DESCRIÇÃO E EVOLUÇÃO

(Figura 9). Passou por um forte crescimento residencial em determinadas áreas, ao longo dos anos, com a crescente sendo maior de residências, tanto em

O entorno do terreno é composto por uma variedade de loteamentos,

condomínios, quanto loteamentos abertos, além de novos comércios e

possuindo predominância residencial, mas também contendo supermercados,

pequenas indústrias, principalmente ao longo da Avenida Eng. Davi Monteiro

atacados, pequenos comércios e escolas, além de algumas fábricas próximas

Lino, como é possível verificar na Figura 8.

Figura 6 - Evolução do entorno do terreno

Fonte: Google Earth

O acesso principal se dá pela Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino, criada para desafogar o trânsito que a cidade possuía e proporcionar ligação direta entre a Rodovia Presidente Dutra e a Região Central da cidade, portanto, tal via estrutural é extremamente utilizada, possuindo tráfego significativo em determinados horários.


21

Os loteamentos que fazem fronteira ao bairro onde o terreno se encontra são diversos, como o Residencial Parque dos Sinos, Jardim Marcondes, Jardim Santa Maria e Jardim Primavera. O gabarito de altura, em escala macro, considerando assim os bairros citados, é baixo, prevalecendo construções térreas, com poucos prédios com mais pavimentos marcando a paisagem. Localizado na Região Norte, o terreno também se encontra próximo à Rodovia Presidente Dutra, o que facilita o acesso de pessoas vindas de outras cidades também. Em relação as distâncias entre os bairros citados e o terreno escolhido, pode-se estipular entre 05 a 10 minutos de carro, 10 a 20 minutos de ônibus e 20 a 30 minutos a pé, considerando o ponto central de cada bairro, sendo estes tempos de percursos considerados um valor médio. Figura 7 – Usos predominantes do entorno

Fonte: Autor, 2019


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7.5 LEGISLAÇÃO MUNICIPAL

Tabela 2 - Tabela de Taxa de Ocupação

O Plano Diretor de Jacareí está em processo de alteração desde 2018, portanto, será considerada a Lei Complementar nº49/2003, assim como a LOUS (Legislação de Ordenamento de Uso e Ocupação do Solo), Lei nº 5.867/2014, vigentes até o presente momento. O terreno está localizado em ZEV - Zona Especial de Várzea, que permite a presença de usos variados, como habitacional, comercial, educacional, equipamentos e serviços públicos, entre outros. Dos índices urbanísticos, há obrigatoriedade de Taxa de Permeabilidade, no mínimo, 50% da área total do lote, e Taxa de Ocupação máxima é de até 40%. Nenhum recuo é citado na legislação vigente para a zona trabalhada, como verifica-se na Tabela

Fonte: Prefeitura Municipal de Jacareí

2. Em relação a APP presente no lote selecionado, o Plano Direto contempla que se deve considerar as legislações estaduais e federais, como por exemplo, o próprio Código Florestal, que na Lei nº 12.651/2012, trata sobre Áreas de Preservação Permanente.

O Plano Diretor de 2003 ainda estipula bairros que detém e/ou poderão deter parques recreativos e ecológicos na cidade. A Região Norte possui um único bairro estipulado, o bairro Parque dos Sinos, loteamento vizinho ao local aonde o terreno escolhido se encontra, está marcado na Tabela 3, como bairro em que se pode inserir um parque do tipo recreativo.


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Tabela 3 - Sistemas de Áreas Verdes

Criação de rota turística/de lazer entre os parques existentes no munícipio;

Cuidado com uma área permeável, em área de várzea, estabelecendo também um respiro urbano trabalhado para a região onde o lote se encontra;

Espaço que pode servir como potencial turístico e novo equipamento de lazer ao ar livre para a população;

Fonte: Prefeitura Municipal de Jacareí

Descentralização de serviços e espaços livres de maior porte;

Novo espaço de integração e propagação de cultura, juntamente ao Educamais Jacareí;

Espaço para a propagação de educação ambiental, serviço faltante na cidade, para conscientização da população, em conjunto com a prefeitura;

7.6 POTENCIALIDADES E FRAGILIDADES DE INSERÇÃO DO PARQUE •

ocorrem mensalmente, para outras áreas do munícipio;

Das potencialidades identificadas e analisadas em relação ao terreno escolhido, em relação a inserção do parque, consideram-se como relevantes

Proteção do córrego e da Área de Preservação Permanente, bem como o aumento da vegetação nesta faixa, para assim, expandir a preservação e o cuidado de tal área;

Ligação com os equipamentos de cultura e transporte, localizados próximos ao terreno;

para a região e o munícipio: •

Novo espaço para eventos culturais e esportivos, expandindo feiras que

Melhoria na paisagem urbana, trabalhando com formas e proporções marcantes no munícipio como meio norteador;

Novo espaço bem arborizado, que pode ajudar no clima do munícipio.


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Das fragilidades identificadas e analisadas em relação ao terreno

terreno possui calçada em bom estado, estendendo-se para o Educamais

escolhido, em relação a inserção do parque, consideram-se como relevantes

Jacareí e o Novo Terminal Rodoviário. Há como fragilidade a falta de uma faixa

para a região e o munícipio aonde o parque será implantado:

de pedestre que dê acesso direto ao lote, no entanto, há uma mais próxima,

Tráfego mais intenso nas avenidas de acesso ao terreno;

Uso indevido do local;

Falta de manutenção, que pode ocasionar um distúrbio e agressão na paisagem;

Erros e valores altos de execução da obra do parque proposto;

Não cuidado com recurso hídrico, poluindo o mesmo;

Vandalismo;

Calçada de acesso da Avenida Papa João Paulo II em mau estado;

Pragas nas vegetações.

que dá acesso a construção vizinha. A frente do lote, na mesma calçada de acesso ao mesmo, está presente um ponto de ônibus (Figura 10).

Figura 8 - Acesso principal ao lote: Calçada e ponto de ônibus

7.7 DIAGNÓSTICO DA ÁREA

A visita no terreno escolhido foi realizada no dia 30 de março, no período das 10 horas da manhã. O local foi fotografado de pontos diferentes,

Fonte: Autor, 2019

para mostrar a situação do terreno em partes, visto que o mesmo é muito grande

É possível verificar que, o terreno é acidentado em algumas partes,

e se estende por mais de uma via de acesso. A principal via que dá acesso ao

principalmente na entrada principal (Figura 11), mas permanece plano no


25

restante da área. Verifica-se também que há pouca vegetação no local (Figuras 12, 13 e 14), considerando suas proporções, sendo que a maioria destas estão localizadas na APP. Juntamente a estas, está um córrego aparente. Entende-se que, se algum acesso fosse trabalhado na via para a qual a APP está mais evidente e próxima, o mesmo teria de ser feito apenas para pedestres, estabelecendo pontes de acesso sobre o córrego. Não foi possível verificar quais são as espécies vegetativas presentes no local

Figura 9 - Entrada do lote

Figura 10 - Área gramada do terreno (vista a partir do Educamais)

Fonte: Autor, 2019

Fonte: Autor, 2019


26

Figura 11 - Vegetação presente no terreno (vista a partir do Educamais)

Ao analisar o entorno e sua relação com a área, notou-se a possibilidade de estabelecer acessos e ligações diretas, tanto com o Educamais, quanto com o Novo Terminal Rodoviário (Figuras 15 e 16). Notou-se que o fluxo de veículos não é de todo muito intenso no horário da visita, e confirmouse, inclusive que loteamentos vizinhos permanecem crescendo.

Figura 13 e 14 - Espaços de possível ligação entre o parque e a rodoviária, e entre o parque e o Educamais, respectivamente Fonte: Autor, 2019

Figura 12 - Vegetação presente no terreno (vista a partir da Av. Papa João Paulo II)

Fonte: Autor, 2019

Fonte: Autor, 2019


27

ESTUDOS DE CASO 8 ESTUDO DE CASO


28

Cada estudo de caso aqui presente trata de análises próprias, voltadas

do Rio, sendo que o mesmo passou por expansão significativa, que

a questões que serão trabalhadas em projeto e, portanto, precisam ser

acompanhou todo o restante do desenho do projeto (Figura 17). O princípio

compreendidas por meio de outros projetos já concebidos. Cada estudo terá

idealizado pela Prefeitura para o projeto, norteador de toda a sua elaboração,

informações proporcionadas por escritórios ou sites voltados a arquitetura,

era a criação de uma área de lazer que proporcionasse educação ambiental e

urbanismo, paisagismo e/ou design, afim de contemplar o melhor entendimento

se entrelaçasse a vida da população local, como afirma MELLO, “Na ideia inicial,

possível sobre cada projeto estudado. Serão analisadas a inserção urbana,

questões educativas e socioambientais deveriam ser aprendidas na teoria e na

atividades esportivas e culturais, acessibilidade e inclusão, paisagismo e

prática, ao instigar o envolvimento da comunidade por meio das vivências

setorização, mobiliário e design, tudo o que pode ser utilizado como inspiração

proporcionadas pelo parque, o que proporcionaria melhor qualidade de vida

para o projeto.

aos moradores” (MELLO).

8.1 ANÁLISE SOBRE INSERÇÃO URBANA, ATIVIDADES E CULTURA: PARQUE MADUREIRA – RIO DE JANEIRO, BRASIL.

Inaugurado em 2012, na cidade do Rio de Janeiro, o Parque Madureira trouxe a cidade não somente uma nova opção de lazer, como também a modificação da área em que foi inserido, tanto em questão de paisagem como de uso. Segundo informações encontradas na revista eletrônica ArchDaily (2016), em texto enviado pela equipe que elaborou o projeto da Ruy Rezende Arquitetura, o Parque Madureira já era o terceiro maior parque público da cidade


29

Figura 15 - Parque Madureira Master Plan

Fonte: RRA – Ruy Rezende Arquitetura, 2016

A questão da inserção urbana foi um dos desafios que o escritório

que nele continha, uma vez que a área escolhida possuía torres de alta tensão,

enfrentou. A região norte, onde o parque se encontra, carecia há anos de áreas

que foram deslocadas e com elas, feita uma faixa na qual apenas as mesmas

verdes significativas, já que o crescimento foi acelerado demais e a densidade

foram colocadas, como é possível verificar na Figura 18.

aumentou muito, visto que 97% da área da região é urbaniza e há menos 1m² de área verde por habitante na mesma. Além dos fatores citados, também foi de problemática para a implantação do parque a própria existência do terreno e o


30

Figura 16 – Modificação de Torres

Fonte: RRA – Ruy Rezende Arquitetura, 2016

A área onde o Parque Madureira foi implantado é composta por classe

indenização. No total, contabiliza-se cerca de 879 habitações, segundo a

média, média baixa e também comunidades carentes (SOARES, 2015). De

Secretaria Municipal de Habitação (SMH – Rio), que sofreram desapropriação.

acordo com a mesma autora, para a implantação ser realizada, inúmeras famílias tiveram seus imóveis desapropriados, com alguns sendo realocados pelo Programa Minha Casa, Minha Vida, e outros, em sua maioria, por meio de


31

Porém, se houveram discussões sobre a questão de desapropriação e o valor dos imóveis, com a inserção do parque na área, todo setor econômico e imobiliário da região passou a mudar rapidamente, ao ponto em que, segundo informação disponibilizada por MELLO, muitas famílias que passaram a construir residência próxima a área, modificaram até mesmo a implantação da mesma para ter uma maior interação com o parque, uma realidade que complementa os dizeres de Ruy Rezende, ao que declara “Queríamos que o parque virasse a extensão da casa das pessoas e fosse apropriado pela comunidade. O resultado é o mais

democrático que conheço” (Ruy Rezende, em entrevista a Galeria da Arquitetura). Assim, alerta-se como a implantação de um parque em uma área carente e sem o devido cuidado, pode modificar a região onde for inserida, não somente nos setores já citados, como também na paisagem local (Figura 19), onde fachadas acabam por acompanhar a área verde implantada. Figura 17 - Vistas do Parque Madureira

Fonte: RRA – Ruy Rezende Arquitetura (2016) adaptada


32

Além disso, as opções de lazer, esporte e cultura surgiram como um

Um dos atrativos mais emblemáticos do parque é a conhecida Praça

enorme benefício a qualidade de vida da população, contemplando todas as

do Samba, um anfiteatro com capacidade para até 3 mil pessoas, a céu aberto,

idades possíveis em seu programa, que hoje detém de uma variedade de

trabalhado como uma concha acústica, um espaço utilizado para os mais

atividades englobando quadras para diversos esportes, playgrounds, academias

variados eventos e apresentações, além de ser usado por duas escolas de

ao ar livre, ciclovias, pista de skate, quiosques e lanchonetes. Para a propagação

samba provenientes da região, a Portela e a Império Serrano (MELLO), para

da educação, há um Centro de Educação Ambiental no parque, que ensina o

realização de ensaios.

usuário por meio da arquitetura. Os elementos utilizados na construção do centro, como por exemplo as placas fotovoltaicas presentes no teto, de onde se retira a energia utilizada no local. Segundo MELLO, “(...) Elas estão ligadas à

estação meteorológica e ficam à mostra, permitindo aos curiosos aprender como funcionam os painéis solares e ver nos monitores o quanto de energia está sendo gerada e usada” (MELLO).

O parque foi realizado e composto em 5 fases no total (Figura 20), a última sendo concluida recentemente e fazendo com que o parque detenha hoje, entre 3 a 4,5 km de extensão. Possui diversas formas de acesso, onde o usuário pode chegar até o local por meio de ônibus ou trem, visto que há uma estação ao lado parque e muitos pontos de ônibus em ruas e avenidas que fazem ligação com o parque, de alguma forma.

Figura 18 – Entregas e fases da obra

Fonte: RRA – Ruy Rezende Arquitetura (2016) adaptada


33

8.2 ANÁLISE SOBRE PAISAGISMO E SETORIZAÇÃO: PARQUE DA JUVENTUDE – SÃO PAULO, BRASIL.

Figura 19 - Implantação do Parque da Juventude

O Parque da Juventude (Figura 21) é um símbolo concreto de como é possível proporcionar a um local marcado pela violência uma nova paisagem. Após o massacre ocorrido no presídio do Carandiru, o Governo do Estado de São Paulo estabeleceu, em 1999, um concurso voltado a arquitetura e planejamento urbano, sendo os vencedores Aflalo & Gasperini em parceria com Rosa Kliass. A proposta do parque engloba três setores; o primeiro é o esportivo, voltado a atividades de lazer ativo, com quadras, playgrouds, pista de skate e etc.; o segundo é o de lazer passivo, com áreas contemplativas; e o terceiro é cultural, juntamente a um caráter institucional, onde se encontra a ETEC e a Biblioteca de São Paulo. A implantação do parque se deu por meio de duas fases, a primeira onde os dois primeiros setores foram implantados, inaugurados em sequência, um em 2003 e outro em 2004, enquanto a segunda só veio alguns anos depois.

Fonte: Aflalo & Gasperini, 2014


34

A exploração da natureza como modo de modificação da paisagem urbana faz o trabalho de Rosa Kliass ser algo único, nos seus detalhes e conformidades. Enquanto, no geral, sempre se explora e tem-se preferência por

Figura 20 - Cortes morros e vegetação

trabalhar em topografia plana, a arquiteta paisagista traz ao parque novos volumes, não somente com a grande quantidade de árvores nativas plantadas e preservadas, como também quebra a linearidade ao criar montes de terra (Figura 22). Kliass ainda estabeleceu trilhas pelo parque, juntamente ao PauFerro, árvore nativa conhecida, o que cria ainda maior movimentação no local.

Fonte: Kliass, 2014

Alamedas com Guapuvurus, Pau-Brasil e Jequitibá rosa foram bem explorados, o que caracteriza muito o paisagismo que Kliass estabeleceu para

Figura 21 - Os campos e as árvores do Parque da Juventude

o local. Entende-se que tanto pelas dimensões do parque, quanto por conta da manutenção, além do uso e o pensamento na criação de sombras para os usuários, a implantação de espécies arbóreas é a melhor alternativa que poderia ser seguida, muito mais do que a criação de vastos jardins floridos, que demandariam muito cuidado (Figura 23). É interessante averiguar como a autora do projeto paisagístico elaborou e implantou atividades pensando juntamente a questão da vegetação e iluminação, bem como nos mobiliários, uma vez que no primeiro setor, o esportivo:

Fonte: Nelson Kon/ Aflalo & Gasperini, 201


35

“Ao sul da Alameda, uma trilha oferece um percurso alternativo para caminhadas. Ao longo deste percurso, pequenos nichos de estar, arborizados e com equipamentos de recreação infantil, representam alternativa de uso e complementam a atividade esportiva.

Figura 22 - Passarela em meio a árvores

Este setor, aberto ao público em setembro de 2003, é utilizado tanto no período diurno quanto noturno, tendo assim recebido cuidado especial no que concerne ao projeto de iluminação” (CALLIARI, 2004).

O paisagismo atrelado a setorização, proporciona o significado do que é o setor da Área Central, o ambiente voltado a contemplação, que possui neste uma vasta área verde gramada, com inúmeras espécies de árvores altas e de copas expressivas, que proporcionam um ambiente fresco. Kliass ainda fez uso dos resquícios de construção existentes, como é o caso dos muros de observação do antigo presídio, cujo a autora do projeto deu um novo uso a estes ao criar acessos para os mesmos, transformando-os em passarelas elevadas (Figura 24) em meio a uma vegetação já existente de Tipunas, como informa CALLIARI (2014), possibilitando ao usuário uma visão completa do parque e da região onde está inserido.

Fonte: Matheus Pereira, 2017


36

Além dos decks criados por Kliass e as pontes que interligam os demais setores a área institucional, tem-se nesta última, as construções

irregular, o parque está localizado juntamente ao Planetário Municipal e ao Observatório, contando também com áreas verdes (Figura 25).

presentes no parque, num ponto onde área verde se mistura ao urbano, na qual se localiza uma praça onde o usuário decide por qual caminho seguir, pois como é dito “Este setor, pelos seus usos e pela situação no tecido da cidade,

bem como pelo caráter impresso pelo projeto, é um espaço de referência da região urbana do entorno e será a conexão do Parque com a Metrópole”

Figura 23 - Parque da Amizade

(CALLIARI, 2014).

8.3 ANÁLISE SOBRE ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO: PARQUE DA AMIZADE – MONTEVIDÉU, URUGUAI.

A maior parte dos parques e praças atualmente possuem acessibilidade, mas está se restringe apenas ao acesso, e não a interação. No entanto, o Parque da Amizade em Montevidéu, no Uruguai, vai além disso, contemplando um programa que engloba crianças e jovens independe das condições físicas e cognitivas que os usuários detenham. O Parque da Amizade abrange um programa que vai além do encontrado normalmente. Inserido num terreno de 70x50 metros, com perfil

Fonte: Marcelo Roux, 2015


37

Figura 24 - Cortes do terreno

O terreno foi cortado, numa forma que se assemelha a uma ameba completamente irregular, mas com o piso reto (Figura 26). Seu acesso é dado por rampas do nível da calçada até o nível do piso da área onde se encontram os brinquedos. Cada detalhe do projeto foi pensado e elaborado visando seu usuário, sendo possível perceber isso no tipo de piso utilizado na área, com concreto na maior parte, e concreto emborrachado nas áreas dos brinquedos (Figura 27). Estes últimos são o maior destaque do local, coloridos, chamam a atenção em meio ao cinza predominante no piso, os universais estão localizados abaixo de uma cobertura que corta a área ao meio, com estrutura aparente, mas sendo utilizado material transparente na parte superior, afim da passagem de luz. Além disso, há salas para atividades virtuais e banheiros.

Fonte: Marcelo Roux, 2015


38

Figura 25 - Área de brinquedos com piso emborrachado

Figura 26 - Labirinto colorido

Fonte: Marcelo Roux, 2015

Fonte: Marcelo Roux, 2015

Contendo seis setores, o parque explora os sentidos dos usuários, com

Apesar de o parque estar em níveis diferentes ao das ruas próximas,

brinquedos das mais diversas cores, contando com área infantil para crianças

os espaços no nível da calçada foram trabalhados como áreas verdes, com

de zero a três anos; gira-gira e balanço; espaço com água para determinadas

gramados e árvores. Segundo informações encontradas na revista eletrônica

atividades; além do valor contemplativo; labirinto com elementos táteis e de

ArchDaily (2015), enviadas pela própria equipe de projeto, Marcelo Roux e

comunicação (Figura 28); anfiteatro e espaço tecnológico com atividades

Gastón Cuña, diante a criação de um ambiente aberto que fosse inclusivo, “(...)

virtuais.

exigiu conceber o parque a partir dos sentidos e suas possibilidades. Para isso, foram escolhidos dispositivos que melhoram as experiências tátil, sonora e


39

aromáticas, além dos materiais concreto, metal e borracha” (ROUX & CUÑA,

forma circular, está presente ao longo da fita, de onde a luz se apresenta (Figura

2015). Isso só demonstra a necessidade do cuidado na escolha dos materiais

29) assim como algumas vegetações, que compõe a combinação do mobiliário

em áreas onde se visa desenvolver a acessibilidade plena, não como um mero

e a natureza.

item a se colocar por obrigação mediante as normativas, mas sim, a proporcionar a igualdade até mesmo nas brincadeiras. Figura 27 - Projeto Red Ribbon

8.4 ANÁLISE SOBRE MOBILIÁRIO E DESIGN COMO SOLUÇÃO: RED RIBBON – QINHUANGDAO, CHINA.

O Red Ribbon é um parque localizado na China, projetado pelo escritório Turenscape, que possui uma solução peculiar extremamente interessante e chamativa. Num terreno anteriormente abandonado, onde se encontrava um depósito de lixo e algumas moradias vazias, foi projetado um parque a beira rio. Além das soluções ambientais, das escolhas de vegetação e do desenvolvimento do projeto ligando cidade e natureza, um mobiliário em especial surge como destaque e meio que modificou a paisagem local. A fita única que atravessa o parque é como um assento, na cor vermelha, que possui também iluminação interna, tornando o mobiliário ainda mais atrativo no período noturno, uma vez que uma sequência de aberturas, em

Fonte: ASLA, 2013


40

Figura 28 - Red Ribbon durante a noite

Figura 29 - Red Ribbon e a Natureza

Fonte: Turenscape, 2013

Fonte: dailytonic, 2011

Feito de fibra de vidro, acompanha um piso como calçadão em forma de lâmina (Figura 30), possui 60 centímetros de altura, com uma variação entre 30 e 150 centímetros de largura, de meio quilômetro de extensão, segundo informações na revista eletrônica ArchDaily, enviada pela equipe de projeto da Turenscape, composto também de passagens e cruzamentos criados para os animais de pequeno porte presentes no parque. A forma da fita vermelha, que se expande ao decorrer do parque e se mistura à vegetação, próxima ao rio, reorganiza e retoma a qualidade do espaço. Sintoniza-se a cultura oriental e é um exemplo de como soluções simples podem auxiliar na requalificação do espaço urbano, ao conectar o indivíduo e a natureza, proporcionando aos cidadãos uma área extensa onde se pode repousar, ter encontros, momentos de lazer e contemplação (Figura 31). Do ponto de vista da preservação e do minimalismo nas intervenções, a criação deste mobiliário mostrou como é possível melhorar a paisagem, sem desrespeitar a natureza, mas sim, atrelando-se a ela sem danificá-la ou alterá-la.


41

8.5 NÁLISE FINAL – ESTUDOS DE CASO

De maneira geral, cada estudo de caso abordou um ou mais pontos que serão tratados em projeto. Alguns fatores condicionantes, como clima e localização influenciam nas escolhas projetuais. Isso é possível verificar, por exemplo, no

Quadro 01 – Análise SWOT dos Estudos de Caso

PARQUES

FORÇAS

Pq.

Diversidade de

Madureira

atividades

Parque Madureira, localizado numa área extremamente quente,

Pq. Da

e que trouxe como solução, equipamentos e atividades que

Juventude

Paisagismo

FRAQUEZAS

OPORTUNIDADES

Desapropriações

Requalificação

Histórico local como impasse

Requalificação

AMEAÇAS

Falta de manutenção Tráfego/ falta manutenção

fizessem uso de água. Foi possível verificar pontos positivos em todos os projetos tratados, como foi explicado durante o tópico

Pq. Da

Acessibilidade

Poucas áreas

de cada um. No entanto, vale um breve comparativo de

Amizade

plena

permeáveis

Red Ribbon

Mobiliário

Poucas atividades

Conscientização

Falta de manutenção

atividades e pontos positivos que cada um possui, assim como das negativas também, no quadro abaixo.

Fonte: Autor, 2019

Integração

-


42

VISITAS TÉCNICAS


43

9 VISITAS TÉCNICAS

Figura 30 e 31 – Jardim Japonês

9.1 ANÁLISE SOBRE FUNÇÕES, ATIVIDADES E ELEMENTOS COMPONENTES: PARQUE SANTOS DUMONT – SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, BRASIL.

O Parque Santos Dumont está localizado na cidade de São José dos Campos, São Paulo. Inaugurado em 1971, o parque, da tipologia de uso múltiplo, se encontra na região central do município, e possui área de cerca de 46.500,00 m2, segundo informação disponibilizada pela prefeitura da cidade. A visita foi realizada no dia 9 de março, no período da manhã, por volta das 10:30. Para o acesso ao parque, foi utilizada a entrada 14 Bis, pela Rua Professor Frederico Eyer. Deste ponto de entrada, seguiu-se pelo jardim japonês (Figura 32), ao lado esquerdo, onde há diversas pontes e lagos com carpas. A vegetação desta área é característica de jardins japoneses, onde é possível encontrar uma boa variedade de verde, explorado nos mais diversos portes juntamente a água (Figura 33). O local é encantador, excelente para contemplação e encanta a qualquer pessoa que por ali passa. É uma área bastante tranquila do parque e extremamente fresca. Fonte: Autor, 2019


44

Saindo desta área, a caminhada proporciona a chegada a um playground com vários brinquedos para crianças de três a doze anos, como gira-gira, balanços, escorregadores, e etc. A maioria dos brinquedos são de madeira e/ou ferro e estão todos em meio a areia, para que as crianças não se

Figura 32 - Playground próximo a escola

machuquem. Ao redor deste espaço, há sempre a presença de bancos para que os pais possam observar os pequenos brincando. Esta área também se encontra próxima a uma escola que há no parque, de ensino infantil (Figura 34). Ao passar por esta área, também se encontra uma casinha de boneca (Figura 35), para que as crianças possam brincar, bastante característica e colorida, o que chama a atenção das crianças. Próximo a esta, também há outro playground com mais brinquedos e areia. Um fator interessante, é a presença de árvores nestas áreas (Figura 36), visto que assim, abre-se a possibilidade de a criança brincar mesmo nas horas de sol mais fortes, em virtude das sombras criadas a partir da vegetação. Uma rampa de skate está localizada mais ao fundo do terreno. Além desta, há também um pergolado com trepadeira (Figura 37), mas foi verificado um problema em relação a este, pois o mesmo encontra-se apenas ali, sem mobiliários abaixo e sem gramado, o que acaba por deixá-lo sem um uso específico por parte dos usuários do parque.

Fonte: Autor, 2019


45

Figura 33 e 34 - Casinha de Bonecas e Playground arborizado

Figura 35 - Pergolado

Fonte: Autor, 2019

O parque possui vários lagos e espelhos d’água, juntamente a grandes árvores, altas e com copas bem formadas, o que o torna o local bastante fresco, e assim, em momento algum o calor foi um incomodo durante a visita. Mais um playground é possível ser encontrado, também próximo a escola infantil, agora com mais um fator decorativo; letras coloridas espalhadas pela área de Fonte: Autor, 2019

brincadeiras, em grandes dimensões (Figura 38).


46

Figura 36 - Parque com letras decorativas

inclusivos, possuindo uma área em areia e outra, ao redor desta, em piso intertravado (Figura 40). Próxima a este playground, há os elementos mais. Figura 37 - Área com quiosques e vegetação

Fonte: Autor, 2019

O restante da área do parque, que dá acesso ao portão de entrada

Fonte: Autor, 2019

principal, é composto de uma extensa área, com quiosques onde muitas pessoas faziam piqueniques, além de uma vegetação que contemplava arbustos e forrações diversos (Figura 39), desde singônios, lambari roxo, crótons, mariasem-vergonhas, pingos de ouro, moreias e etc., contando também com palmeiras, árvores frutíferas e floríferas. Esta extensa área, que também possui diversos caminhos entre o gramado, também se conecta a mais um playground, agora com brinquedos

mais chamativos e diferenciados do parque: a réplica do 14 Bis, um protótipo do avião Bandeirante (Figura 41) e as maquetes dos foguetes da família Sonda (Figura 42). Estes são elementos enormes e que fazem parte do parque, sendo uma homenagem a Santos Dumont, e também, estabelecendo uma conexão com o município, que tem relações com a aeronáutica.


47

Figura 38 - Playground inclusivo

Fonte: Autor, 2019

Figura 39 e 40 - Protรณtipo da Aeronave Bandeirante e Maquete dos Foguetes

Fonte: Autor, 2019


48

Figura 41 - Área de academia ao ar livre

Após passar por esta área, indo em direção ao portão 14 Bis para ter acesso ao local, foi verificada a presença de um espaço com academia ao ar livre, onde adultos e idosos se exercitavam (Figura 43). Próximo a este, um lago com carpas e ponte atraia crianças e adultos para fotografarem o momento, juntamente a beleza do local. Desta forma, compreende-se que tal visita foi extremamente instrutiva. O local é muito bonito e percebe-se a manutenção frequente nos seus mais diversos elementos. A visita, realizada num sábado, proporcionou também um entendimento sobre os usuários do local, na sua maioria, crianças acompanhadas dos pais; o parque proporciona bem-estar e atividades a todas

Fonte: Autor, 2019

Figura 42 - Comprovação da visita

as faixas etárias, mas ter cerca de quatro playgrounds é um fator bastante chamativo para os menores. O ambiente em sua totalidade é muito fresco, tranquilo e acolhedor, proporcionando ao usuário, calmaria e liberdade.

Fonte: Autor, 2019


49

9.2 ANÁLISE SOBRE O VALOR DA VEGETAÇÃO, EM ÂMBITO ESTÉTICO, NOS PARQUES: PARQUE DA CIDADE “ROBERTO BURLE MARX” – SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, BRASIL.

caracterizada por volumetria e cores diversas, onde Burle Marx mesclou arbustos, gramado e flores, além de um espelho d’água (Figura 45). Figura 43 - O jardim de Burle Marx

O Parque da Cidade “Roberto Burle Marx”, localizado no município de São José dos Campos, possui cerca de 1.000.000 m², parte da antiga Fazenda da Tecelagem Parahyba, segundo a prefeitura da cidade. O parque, em sua totalidade, abriga diversas atividades educativas, ambientais, de lazer, cultura e esporte. Mas a análise se restringe há um espaço muito visitado do local: o jardim de Burle Marx, que compõe a paisagem do parque e da Residência de Olivo Gomes, estes que são patrimônios tombados pelo Condephaat. A visita foi realizada no dia 09 de março, no período da manhã, por volta das 11:30. Ao adentrar o parque pela entrada principal e caminhar por um extenso espaço, contemplado por árvores de grande porte, passar por bosques e um teatro arena, é possível acessar a Residência de Olivo Gomes. O jardim

Fonte: Autor, 2019

de Burle Marx pode ser visto de mais de um nível, visto os pisos da residência. Por meio da mesma, ao descer escadas, entra-se em contato com a

Nas áreas de meia sombra, há a presença de lambari roxo, crótons e

área ajardinada, um local de exuberância e frescor. A paisagem deste espaço é

arbustos com folhagem fina. O verde é extremamente explorado pelo paisagista, que estabelece desenhos com arbustos podados, com coloração diferente do


50

gramado ou das forrações (Figura 46). Plantas estão presentes também do

a arquitetura da construção, um registro do modernismo presente na área

espelho d’água. As árvores estão presentes em pontos específicos, próximas as

(Figura 47). É interessante averiguar como Burle Marx não fez um amplo uso

escadas utilizadas para acessar o ambiente, indo de palmeiras a árvores de copa

de flores, sendo que apenas uma, em coloração vermelha (Figura 48), se

avantajada, todas próximas a residência. O paisagismo conversa muito bem com

apresenta no local, assim como o roxo da folhagem do lambar

Figura 44 - Vista panorâmica do jardim

Fonte: Autor, 2019

Figura 45 - Vista superior do jardim

Fonte: Pinterest

Figura 46 - O toque sutil das flores vermelhas no jardim

Fonte: Autor, 2019


51

O local é muito visitado, principalmente para sessões de fotografia, que utilizam o jardim como elemento da paisagem nas fotos. Inclusive, no dia em

Figura 47 - Comprovação da visita

que a visita foi realizada, diversas pessoas tiravam fotos no local. A visita realizada extremamente instrutiva para o entendimento da composição da vegetação juntamente aos demais elementos com os quais precisa estar conectada. Foi possível, por meio desta, entender o valor estético que a vegetação pode proporcionar ao local, o quanto é possível embelezar uma área, independentemente de suas dimensões, e como se pode fazer uso do verde, nos mais diversos tons e tamanhos, para compor uma paisagem atrativa e encantadora, resistente e de pouca manutenção. O local parece muito bem preservado e cuidado, a vegetação parece receber podas e irrigações necessárias. Dos pontos negativos, fica a questão da falta de sinalização no parque, o que não cabe no aspecto analisado, mas que dificulta bastante para o usuário, que pela primeira vez vai ao local, encontrar o que deseja, assim como a falta de árvores num dos caminhos que dá acesso e visão frontal à Residência Olivo Gomes, onde a incidência do sol era extremamente forte e não havia nenhuma sombra para se proteger durante a caminhada.

Fonte: Autor, 2019


52

9.3 ANÁLISE SOBRE O USO DA TOPOGRAFIA, A LINGUAGEM VISUAL EXPLORADA NA COR E ESPORTES RADICAIS: PARQUE ALBERTO SIMÕES – SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, BRASIL.

Figura 48 - Academia ao ar livre vista a partir da área coberta

O Parque Alberto Simões está localizado em São José dos Campos. Inaugurado em 2016, o parque tem no total 125.000 m² e sua característica de uso principal são os esportes radicais. A visita foi realizada no dia 9 de março, no período da tarde, por volta das 12:30. O acesso se deu pela entrada do estacionamento do parque, pelo

Fonte: Autor, 2019

Figura 49 - Caminhos e playground

lado Oeste, que leva a área do playground e academia ao ar livre, para crianças e adultos (Figura 50). Os caminhos, feitos em concreto, guiam o visitante as possíveis atividades (Figura 51). Próximo à área da academia, encontra-se uma parte coberta, também presente na Figura 18, onde há lanchonete e sanitários. Há também o acesso para as áreas onde são realizadas a tirolesa e a escalada (Figura 52). O interessante é verificar que, a topografia do local é extremamente acentuada, e isso foi utilizado a favor das atividades propostas, como o caso da tirolesa, das pistas de caminhada, ambos proporcionando excelentes vistas da vegetação do parque, exploradas em árvores de grande porte, em espécies variadas (Figura 53). Fonte: Autor, 2019


53

Figura 50 - Acesso a tirolesas e escalada

Figura 52 - Pista de Skate

Fonte: Autor, 2019

Figura 51 - Topografia e vegetação

Fonte: Autor, 2019

Fonte: Autor, 2019

Já próximo ao playground, há uma pista de skate significativa (Figura

Há um fator muito interessante na linguagem visual do parque, em

54) e a estrutura para arvorismo. Estas atividades se misturam a natureza e os

relação as cores utilizadas. No Parque Alberto Simões, as cores predominantes

caminhos, e também levam a pista para a prática de mountain bike, além de um

são o verde da vegetação, predominante de pinheiros, o cinza dos pisos e o

mirante, que infelizmente, não proporciona uma vista tão agradável. O restante

vermelho em estruturas, guarda-corpos e elementos do playground (Figura 55).

do parque é composto pelas pistas de caminhada que se mesclam a vegetação.

A única coisa que foge desta linguagem são os equipamentos da academia ao ar livre, que são coloridos, mas se concentram em apenas uma área.


54

Figura 53 - O detalhe em vermelho

Contempla, de forma inteligente, esportes que dificilmente se tem acesso na região, já que boa parte dos parques detém funções esportivas mais comuns, como campos de futebol e vôlei. Além disso, a linguagem visual explorada na cor foi algo que chamou a atenção, dando um aspecto único e interessante ao local. O Parque Alberto Simões torna-se por este motivo, na visão do autor, um parque único e diferenciado para o munícipio, em virtude das atividades, da linguagem visual e do uso inteligente do perfil natural do terreno.

Figura 54 - Comprovação da visita

Fonte: Autor, 2019

Assim, pode-se dizer que a visita foi extremamente instrutiva no que diz respeito a adaptação de projeto as condições topográficas e restritivas sobre a vegetação, sendo um exemplo muito interessante de como se utilizar a topografia a favor das atividades propostas no programa arquitetônico.

Fonte: Autor, 2019


55

9.4 ANÁLISE FINAL – VISITAS TÉCNICAS Quadro 02 – Análise SWOT das Visitas Técnicas Cada visita técnica avaliou um ou mais fatores que irão PARQUES

FORÇAS

Pq. S.

-Diversidade de

-Poucos acessos

Dumont

atividades

-Acessibilidade

Parque da Cidade “Roberto Burle Marx” – Usos múltiplos

Pq. Da

-Paisagismo

- Paisagismo

(recreação, lazer e educação) e Ecológico;

Cidade

-Atividades

-Sinalização

Pq. Alberto

-Atividades

servir de referência e base para a realização do projeto. Os parques visitas possuem usos diferentes, sendo eles: •

Parque Santos Dumont – Usos múltiplos (recreação e

FRAQUEZAS

lazer); • •

Parque Alberto Simões – Esportes Radicais. Cada parque possui uma proporção diferente, uma

quantidade de visitantes distinta, estão localizados em regiões

Simões

-Estética

-Uso indevido

OPORTUNIDADES

-Acessibilidade

-Tráfego

-Paisagismo

-Falta de

-Educação

manutenção

-Ecológico

-Tráfego

-Paisagismo

-Cuidados

-Educação

ambientais

-Atividades

-Tráfego

-Paisagismo

-Falta de

-Topografia

manutenção

diferentes, com necessidades diferentes. Cada qual, enfrenta suas problemáticas diárias enquanto espaço público, mas também possuem muitos pontos positivos, citados no decorrer da descrição de cada um. Para melhor entender o que há de maior potencialidade e fragilidade de cada um, segue o quadro abaixo.

AMEAÇAS

Fonte: Autor, 2019


56

SOBRE O USUÁRIO


57

10 PERFIL DO USUÁRIO

por obrigatoriedade ensino médio completo (todos) e ensino superior completo (administradores).

10.1

PERFIL PÚBLICO INTERNO

O público interno contempla todos os funcionários que trabalharão no local. Como cada indivíduo possui particularidades e deve atender um perfil estipulado para o serviço, fica discriminado aqui, separado por categorias, o público interno do parque. 10.1.1 Funcionários

No geral, os funcionários da equipe de limpeza e jardinagem trabalharão no período das 7 horas as 16:30 horas, com cerca de 01:30 hora para almoço. As alterações de horários, assim como estipulação de dias específicos estipulados para limpeza e manutenção dos jardins, podem ocorrer mediante necessidade e decisão da administração, que poderá criar subequipes para trabalhar por setor no local. A equipe de instrutores trabalhará das 7 horas as 18 horas, com cerca de 2 horas de almoço. A equipe contará com uma quantidade determinada pela

Os funcionários do parque englobam uma variedade de pessoas, desde

administração para que atuem na instrução, segurança e suporte em atividades

equipes de limpeza, equipes de jardinagem e cuidado com a vegetação,

específicas do parque, sendo elas a academia ao ar livre, o arvorismo e

instrutores para academia ao ar livre, arvorismo e escalada, equipe

escalada. Os mesmos profissionais também podem, em acordo com a

administrativa e equipe de segurança. Ao todo, serão em média, 60

administração do parque, promover eventos voltados a outras atividades

funcionários, ao todo, estes que trabalharão em turnos distintos, estipulados

esportivas em dias escolhidos. Os horários destes podem sofrer alterações, de

pela administração do parque.

acordo com a necessidade.

Distribuídos em equipes, na qual se adequem mais por formação e

Administradores trabalharão das 8 horas as 17:30 horas, com cerca de

experiência relacionado ao serviço, homens e mulheres com idade variando

01:30 horas de almoço. Cada administrador possuirá um espaço específico para

entre 20 e 60 anos, em sua maioria de classe média baixa e classe média, tendo


58

trabalhar e tratar de assuntos específicos do parque. Os horários destes também

10.2.1 Crianças

podem sofrer alterações, mediante necessidade. Seguranças trabalharão em turnos definidos pela administração do parque, podendo variar as escalas de trabalho, que ocorrerão das 7 horas as 21 horas, em grupos estipulados posteriormente, espalhados pelo parque para manter segurança e ordem no local, em todo o horário de funcionamento. Todos os funcionários poderão desfrutar de ambientes de convivência e das áreas do parque, para momentos de descanso, descontração e lazer.

Com idade entre 1 e 12 anos, dos sexos feminino e masculino, provenientes de todas as classes sociais e das diversas etnias, em processo de aprendizagem, conhecimento e amadurecimento, apreciam áreas livres, abertas e amplas, gostam de correr, brincar e gritar. Se comunicam muito umas com as outras, na grande maioria, e necessitam de espaços aonde sintam-se livres para realizar as atividades que gostam, como por exemplo, andar de bicicleta e skate. Gostam de objetos coloridos, em grande variedade, e em tamanhos que chamem sua atenção, por serem visuais demais. Estes mesmos objetos devem estimulá-las a aprender e se divertir. Apreciam ambientes com brinquedos e

10.2

PERFIL PÚBLICO EXTERNO

jogos, além de música.

O público externo do parque é o alvo da criação deste; são os visitantes que usufruirão do espaço criado. Desde crianças a idosos, o público possui características

específicas,

cada

um

com

suas

particularidades

comportamentais, idade, gostos e etc.. Assim, estipulasse um perfil para cada grupo dos possíveis usuários do local.

Correndo e falando, geralmente, em tom de voz alto, se faz necessário um cuidado muito específico com as áreas onde as mesmas utilizam, no que diz respeito aos materiais de piso e qualquer objeto que possa feri-las, pensando na prevenção de qualquer possível acidente. A frequência destes no parque deve ocorrer em horários diversos, durante toda a semana, em horários diversos que não interfiram no período e atividade escolar, mas principalmente aos finais de semana, das 09 horas as 17 horas, onde possuem a possibilidade da diversão e comunicação, fazendo


59

novos amigos e passeios em família, aonde podem aprender e desenvolver

10.2.3 Adultos

coisas novas. Com idade entre 19 e 59 anos, dos sexos feminino e masculino, 10.2.2 Jovens

provenientes de todas as classes sociais e das diversas etnias, tendem a frequentar parques em busca de divertimento e atividades variadas, que possam proporcionar relaxamento, lazer e movimento, em meio aos afazeres diários,

Com idade entre 13 e 18 anos, dos sexos feminino e masculino, provenientes de todas as classes sociais e das diversas etnias, buscam espaço para áreas onde possam realizar atividades que gostam, como esportes variados, como andar de skate e bicicleta, também de dança, música, além de encontros entre amigos e espaços para descanso. Apreciam áreas abertas, lugares e eventos para conhecer novas pessoas e, assim, fazer novas amizades. São muito curiosos, comunicativos, apreciam as tecnologias e fazem uso da mesma com extrema frequência, o que leva a necessidade da presença da internet em todo o local. Apreciam a liberdade, e, portanto, necessitam de áreas que proporcionem tal sensação. Apesar de características predominantes neste grupo, vale a ressalva que jovens nesta fase são muito mutáveis e buscam a independência, então alguns comportamentos podem acabar por variar.

além de também estarem juntos aos filhos menores que também fazem uso do local. Apreciam atividades de lazer e esporte, como caminhadas e ioga, variando de acordo com o gosto particular de cada um. Tendem a ficar em áreas aonde os filhos brincam, o que expõe a necessidade de bancos próximos aos playgrounds e qualquer outra área voltada a atividade infantil. Além disso, frequentam parques para a realização de piqueniques e pequenas comemorações ao ar livre, em espaços onde possam se conectar a natureza, assim como encontros e participação em eventos que podem ser promovidos no local, como também para a contemplação e afastamento das atividades corriqueiras e aceleradas da vida adulta.


60

10.2.4 Idosos

Com idade a partir dos 60 anos, dos sexos feminino e masculino, provenientes de todas as classes sociais e das diversas etnias, frequentam o local à procura de atividades físicas e de lazer, como academias ao ar livre, pistas de caminhada, além de área de contemplação e relaxamento. Este público também, assim como o público adulto, diversas vezes frequenta o local para acompanhar alguma criança. Frequentam estes espaços principalmente entre as 07 horas e 10 horas, assim como das 16:30 as 18 horas, momentos do dia em que está mais fresco, sem a presença intensa do sol. Estes horários acabam por variar em casos como o de estar acompanhando netos. Necessitam de cuidado específico em questões de segurança e prevenção de acidentes, escolhendo de forma cuidadosa, principalmente os materiais de piso e os mobiliários que farão parte do parque. Devem contemplar, não somente a segurança, como acessibilidade e conforto. Apreciam também visitar parques em dias de eventos e atividades culturais, promovidas no local, em qualquer hora do dia.


61

11 METODOLOGIA 11.1

DESCRITIVO E JUSTIFICATIVO

Na finalidade de compreender os desejos e necessidades dos usuários do parque, utilizou-se como método um questionário feito na rede social Instagram, que permitia ao público escolher entre duas alternativas diretas. O público que respondeu o questionário é formado por moradores da cidade, que tiveram um período de 24 horas para responder as perguntas. Foi utilizado tal

A preferência do usuário em relação aos espaços livres da cidade;

A preferência de determinadas atividades em parques;

O interesse em eventos realizados em espaços abertos;

O interesse em atividades práticas de educação ambiental.

O que o usuário deseja encontrar em um parque urbano na cidade. A seguir, os gráficos contemplam as porcentagens e respostas dos

entrevistados. Gráfico 1 – Questão 01

método e a pouca quantidade de escolha para que se tivesse uma resposta direta do público acerca das perguntas objetivas realizadas. Foram feitas, no

Sobre os parques de Jacareí: Qual parque você prefere?

total, 05 questões, sendo 04 questões objetivas e apenas 01 questão aberta.

11.2

DADOS LEVANTADOS – QUESTIONÁRIO PÚBLICO

33%

O questionário público foi o único a ser utilizado nesta pesquisa. No

67%

total, 40 pessoas, de 20 a 35 anos, responderam as 04 perguntas objetivas. A pergunta aberta, foi respondida por apenas 18 pessoas. As perguntas objetivas foram voltadas a entender alguns quesitos como:

Parque da Cidade

Parque dos Eucaliptos


62

Gráfico 2 - Questão 02

Gráfico 4 - Questão 04

O que você gostaria que tivesse em um parque em Jacareí?

Atividades de Educação Ambiental na prática, como criação de uma horta e árvores frutíferas também é de interesse?

42%

9%

58% 91%

Atividades Esportivas

Atividades Culturais Sim

Não

Gráfico 3 - Questão 03

Você acharia bacana atividades como feiras e ventos musicais em um parque?

A quinta questão, uma questão aberta, estabelecia o seguinte: O que você gostaria que tivesse em um parque na cidade de Jacareí? Dos que

0%

responderam à questão, a maioria pediu por áreas bem arborizadas e com paisagens atrativas. Também foi solicitado lagos, espaço pet, pistas de skate, anfiteatro, feiras, hortinha, e etc. Todas as respostas foram analisadas e consideradas para, assim, criar um programa que atendesse as necessidades

100%

dos usuários e as demandas do município em relação a áreas verdes com Sim

Não

recreação.


63

PROGRAMA DE NECESSIDADES


64

12 PROGRAMA DE NECESSIDADES


65

SOBRE A CONCEPÇÃO PROJETUAL


66

13 CONCEITO

cidadãos como um ambiente de refúgio e serenidade, assim como lugar de vivência e memória do sujeito, além da proteção a Áreas de Preservação

Em virtude do projeto em questão se tratar de um parque urbano, classificado como parque do tipo bairro, localizado em uma região com predominância residencial, além de comércios, escolas, pequenas indústrias e empresas, bem como um terminal rodoviário e um espaço cultural, o conceito do projeto estará atrelado a ligação entre homem e natureza, afim de proporcionar aos cidadãos um espaço de lazer que, além de diversas atividades, poderá deter de um tempo onde o mesmo se separa da agitação da vida urbana e passa a ter horas de relaxamento e diversão em uma área aberta, com

Permanente. A palavra que define o projeto é integração, entendida e concebida de diversas formas, em âmbito urbanístico, arquitetônico, paisagístico, cultural, esportivo e ambiental, atrelando as necessidades dos usuários, a realidade e carências urbanas, os respiros urbanos necessários, as questões ambientais e de proteção dos córregos e APPs, presentes na cidade em peso. O projeto visa mais que um simples espaço de recreação, mas sim, um espaço de integração e propagação do valor ambiental nos meios urbanos. Figura 55 - Eixo de Ligação entre os parques presentes em Jacareí

vegetação e sombra, podendo também, assim, aprender e conhecer ainda mais os valores que a natureza possui. Visa-se estimular o usuário a entender e se conectar ao meio natural, afim de propagar ensinamentos de valor e respeito ao meio ambiente. Além disso, objetiva-se a criação de um eixo de conexão entre os parques da cidade (Figura 57), afim de promover maior integração entre as áreas verdes e espaços livres em maior escala presentes no munícipio, criando uma rota que poderá ser um potencial forte para questões turísticas e de lazer dos próprios moradores da cidade. O parque deterá a conformidade do desejo de tranquilidade e descanso de seu usuário, atrelado as funcionalidades de diversão e exploração do local, visando que o espaço passe a ser visto pelos

Fonte: Autor, 2019


67

14 PARTIDO

Outros elementos, como brinquedos e mobiliários, serão destacados principalmente por cores diferenciadas. Quadras e espaços para a prática dos

Para a concretização do ideal estabelecido no conceito do projeto, o

esportes citados no programa de necessidades estarão em posição Norte-Sul,

partido englobará uma variedade de fatores, assim como as necessidades e

para que não haja nenhuma problemática visual e de uso em função da presença

sugestões dos usuários recolhidos em pesquisa. Em âmbito arquitetônico, as

do sol constante durante as horas do dia. Para a promoção de ainda maior

poucas construções que existirem no local serão exploradas em formas

frescor e embelezamento do local, espelhos d’água e/ou pequenos lagos

geométricas lineares, com uso do quadrado e retângulo, explorando cores,

também estarão presentes. O partido também terá como inspiração, além dos

vidro, metal e concreto, seguindo o estilo pós-moderno.

parques citados nos estudos de caso e visita técnica, o Parque Ibirapuera e o

Em âmbito

paisagístico, as vegetações serão exploradas em diversos tamanhos, formas e

Parque Aterro do Flamengo (Figura 58).

cores, desde árvores e arbustos, a flores e forrações, trabalhando ciclos de floração e também com a presença de algumas árvores frutíferas, além de

Figura 56 – Parque Aterro do Flamengo

caminhos sinuosos que quebrem o retilíneo das construções, seguindo como inspiração, a configuração que o Rio Paraíba possui. Além disso, a exploração de áreas permeáveis será o ponto principal da configuração do parque, visando a presença em massa da vegetação, em virtude de a área servir como respiro urbano, como também para a amenização do clima quente e úmido que predomina a cidade durante todo o ano. A vegetação existente, presente na Área de Preservação Permanente (APP) também é um fator considerado e norteador, limitando naquela faixa onde se encontra o córrego, um dos setores presentes no programa de necessidades: o setor de lazer passivo.

Fonte: Cesar Barreto


68

15 FLUXOGRAMA E ORGANOGRAMA Figura 57 – Fluxograma

Figura 58: Organograma

Fonte: Autor, 2019


69

16 SETORIZAÇÃO Figura 59: Definição de cada setor

Figura 60: Setorização

Fonte: Autor, 2019

Fonte: Autor, 2019


70

17 DIRETRIZES E PREMISSAS

vegetação ao ponto de interferir o deslocamento do indivíduo. A respeito do mobiliário, a NBR 9050/2015 trata para mesas ou superfícies de refeição que

17.1

DA ACESSIBILIDADE

as mesmas possuam altura do tampo entre 0,75m a 0,85m do piso acabado e devem estar posicionadas de modo que o usuário possa aproximar-se

A NBR 9050/2015 engloba a questão de acessibilidade aos usuários

frontalmente. A altura sob o tampo também é ditada, sendo mínimo o valor de

que possuam deficiências físicas. Encaixa-se aqui as partes de tal norma em

0,50m profundidade, 0,80m de largura e 0,73m de altura, afim de que o usuário

relação a sanitários, onde se coloca medidas mínimas da cabine, bem como

possa avançar sob a mesma. Para caixas de atendimento, a altura é entre 0,80m

altura, tipo e posicionamento de peças sanitárias, englobando tanto vaso

e 0,90m do piso acabado, tanto para pagamento e manuseio, quanto alcance

sanitário quanto pia, além das barras de apoio que devem estar presentes

visual, e deve permitir aproximação frontal ou lateral do usuário. Ainda estipula-

também. É necessário que a cabine possua medida suficiente para que o usuário

se que, em virtude de uso para práticas de esportes, lazer ou turismo, as rotas

possa ter movimento livre no espaço. Além disso, também engloba fatores de

até as atividades devem ser acessíveis, menos em casos de campos gramados,

acesso, como no caso das rampas, onde se é permitido máximo de 8,33% de

arenosos ou similares a estes, como contém na NBR 9050/2015.

inclinação. A NBR 9050/2015 ainda engloba em alguns artigos, questões como alturas de bebedouros e lixeiras, onde é colocado que bebedouros do tipo galão ou outros modelos, devem deter altura de 0,80m a 1,20m do piso acabado, o mesmo valendo para o posicionamento de copos, devendo estar localizados de maneira que o usuário possa se aproximar de modo lateral. Lixeiras devem estar em uma altura em que, a maioria dos usuários, possa utiliza-la. A mesma norma ainda trata de fatores paisagísticos e vegetativos, esclarecendo que nas rotas a serem utilizadas, não se deve ter nenhum elemento ou proteção de

A NBR 16537/2016 também é uma normativa voltada a acessibilidade, porém trata de piso tátil, uma vez que trabalha em prol do usuário cego ou com baixa visão. Na mesma, está colocada a necessidade e obrigatoriedade de se criar rotas com piso tátil direcional para que o usuário usufrua do local, assim como a presença de piso tátil de alerta para, assim, informar ao mesmo desníveis ou situações de risco, orientação de uso, mudanças de direção, indicação de início ou término de escadas e rampas, e etc. Estipula-se também como devem ser posicionados os pisos táteis, além de sua coloração, que deve


71

contrastar com o restante do piso existente. Coloca-se que, em uma rota criada,

agropastorais ou florestais, e que necessitam de aprovação do órgão do estado

seja em calçada ou caminho, é necessária uma faixa de piso liso de, no mínimo,

voltado ao meio ambiente; queima controlada em Unidades de Conservação,

0,60m.

também necessitando de aprovação do órgão do estado; e atividades de pesquisa aprovados pelos órgãos competentes. Toda ação deve ser justificada

17.2

DA SEGURANÇA E PISO NO PLAYGROUND

e aprovada, antes de ser realizada.

A NBR 14350-1/1999 é a norma que trata sobre a segurança de

17.4

DA ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE

brinquedos nos playgrounds, e além de deter e estipular materiais, medidas e testes para os brinquedos, determina também os pisos que devem ser utilizados em cada área, de acordo com o impacto que o piso deve absorver. Coloca-se materiais de piso emborrachados, de areia, ou outros materiais próprios para playground, que também sirvam para a instalação correta dos brinquedos, e que além de absorverem impactos de quedas, como as que ocorrem com balanços ou escorregadores, também sejam seguros ao ponto de não machucarem o usuário do espaço. 17.3

DO USO DE FOGO NA VEGETAÇÃO

Segundo a Lei nº12.651/2012, o uso de fogo na vegetação está proibido, podendo ser utilizado apenas em três situações, sendo elas em caso de práticas

De acordo com a Lei nº12.651/2012, fica permitido o plantio de espécies nativas produtoras de frutos, sementes e produtos vegetais na área de preservação, sendo que estas não podem, de forma alguma, prejudicar a vegetação existente e sua função no local. Em relação as faixas que fazem margem com a APP, só pode haver construção após 30 metros, considerados a partir da borda do leito, em cursos d’água com largura menor que 10 metros. Permite-se também o acesso a APP, tanto por pessoas quanto animais, seja para obter água ou realizar qualquer atividade de baixo impacto ambiental, estipulada na lei em questão.


72

18 TECNOLOGIAS E SUSTENTABILIDADE 18.1

TECNOLOGIAS Tabela 01 – Equipamentos de Estação Meteorológica

18.1.1 ESTAÇÃO METEOROLÓGICA AUTOMÁTICA •

Tecnologia: Estação meteorológica automática

O que é: agrupamento de instrumentos ligados a meteorologia

Função: recolhimento de dados meteorológicos, onde os mesmos são processados e armazenados de maneira informatizada, fazendo uso de sinais elétricos.

Funcionamento: possui 4 sensores para recolher e analisar os dados, sendo eles, descritos na tabela ao lado. Deve ficar em local aberto, longe de barreiras que mudem a direção dos ventos ou produção sombra.

Motivação da escolha: a estação meteorológica foi escolhida como uma das tecnologias a ser utilizada para ter um controle da irrigação do parque, controlando a mesma para os momentos corretos, evitando assim o uso em excesso da água.

Preço: R$1.200,00 a R$3.000,00

Fonte: Agrosmart

Fonte: Agrosmart

Figuras 63 e 64 – Equipamentos de Estação Meteorológica

Fonte: loja zurs (2012)

Fonte: registro diário (2018)


73

18.1.2 ILUMINAÇÃO DE LED •

Tecnologia: Iluminação de LED

O que é: componente eletrônico semicondutor que transforma energia elétrica em luz

Função: transformar energia elétrica em luz de maneira sustentável

Funcionamento: produz luz a partir da energia elétrica, por meio de semicondutores, fator que o difere dos demais meios de produção de luz. Sendo bipolar, possui um anodo e canodo, e seu componente principal é um chip semicondutor, tal qual responsável pela geração da luz. Possui uma diversidade de tamanhos e complexidade. Não contém ultravioleta e infravermelho. Pode ser instalado em diversos tipos de meio de iluminação, como luminárias, postes, lanternas e etc.

Motivação da escolha: Como a área trabalhada é grande, optou-se por um método de iluminação que trouxesse inúmeros benefícios, como eficiência, vida útil do produto, fatores ecológicos, manutenção baixa e a não emissão de calor

Preço: R$ 30,00 a R$60,00 – variação a depender da lâmpada e do fabricante

Fonte: Laboratório de Iluminação – UNICAMP

Figura 65 – Estrutura de LED Convencional

Fonte: Laboratório de Iluminação - UNICAMP

Figura 66 - Iluminação comum x Iluminação por LED

Fonte: LED Planet Importadora


74

18.1.3 PLACA DE PISO GERADORA DE ENERGIA •

Tecnologia: Piso gerador de energia

O que é: piso no qual gera energia a partir dos movimentos/atritos por cima desta

Função: transformar energia cinética em energia elétrica

Funcionamento: produzido com materiais reciclados, o piso gerador de energia é uma placa na qual possui um armazenador de energia na parte inferior, onde fica guardada a energia produzida e convertida através do movimento feito na sua parte superior. Pode ser utilizada de diversas formas e lugares, como ruas e calçadas, bem como pistas de dança, seja para acender apenas iluminação para um percurso como gerar energia para alimentar uma edificação

Motivação da escolha: Como a área trabalhada é grande e possui uma série de pontos de iluminação por toda a sua extensa, optou-se por aplica tal piso em áreas de possível maior movimento, como a ciclovia e faixa de travessia

Preço: R$ 154,00 cada – variação a depender do fabricante

Figura 67: Piso gerador de energia

Fonte: kinetictiles.wordpress (2015)

Figura 68: Piso gerador de energia da Pavagen

19 Fonte: Renato LOBO (2016); Pavagen (2015)

Fonte: kinetictiles.wordpress (2015)


75

18.2 SUSTENTABILIDADE

Fonte: ArchDaily – Materials

18.2.1 PISO EMBORRACHADO RECICLÁVEL PISO EMBORRACHADO RECICLÁVEL •

Item: Piso emborrachado reciclável

O que é: piso emborrachado fabricado com a reciclagem de pneus

Função: piso do tipo emborrachado, que garanta segurança ao usuário e sustentabilidade

Fabricação e instalação: utiliza-se cerca de 3 a 4 pneus na fabricação do piso, onde os mesmos são granulados, misturados a uma determinada por e então prensados. Sua instalação é rápida, podendo ser feita, inclusive, sob pisos já existentes. Em áreas novas de utilização, deve-se ter ao menos 10cm escavado para nivelamento do piso com brita e pó de pedra, para depois aplicar cimento asfáltico com água e aplicar o piso por cima, com cola. Deve-se prever a dilatação do piso na área aplicada.

Motivação da escolha: tal piso foi escolhido em virtude de fatores como o reuso da borracha, a facilidade de limpeza e manutenção, bem como de instalação. Além disso, possui características significativas para o projeto, como o fato de ser antiderrapante e ao mesmo tempo drenante. Será apli cado no projeto no playground e academia ao ar livre, pensando no conforto dos usuários.

Preço: R$ 200,00/m² - varia de acordo com o fabricante

Figura 69: Piso emborrachado reciclável - estrutura

Fonte: Soluções industriais

Figura 70: Piso emborrachado reciclável

Fonte: Pisos & Cia


76

18.2.2 PISO DRENANTE •

Item: Piso drenante

O que é: piso que permite a passagem de água até chegar ao solo

Função: piso do tipo permeável, que garante a permeabilidade ausente nos centros urbanos

Fabricação e instalação: feito de concreto e pedras granuladas, possui espaçamento entre os materiais para que a água passe da superfície e chegue ao solo. Deve ser escavado cerca de 10cm do solo com uma inclinação para escoamento da água, devendo ser adicionada brita e pedriscos nivelados. Após isso, instala-se o piso, rejuntando-o com areia grossa e seca, para depois ser nivelado.

Motivação da escolha: tal piso foi escolhido em virtude do tipo de área trabalhada, cujo faz parte da Zona Especial de Várzea e possui uma APP. Para não causar problemas ao solo e criar mais áreas impermeáveis, optou-se por um método de a água chegar ao solo mesmo nas áreas de calçamento. A maior motivação aqui foi o meio ambiente e o respeito a área escolhida.

Preço: R$ 0,99/un.

Fonte: STRUTTURARE REVESTIMENTOS ESPECIAIS e DRENALTEC

Figura 71 - Piso drenante

Fonte: Ecoverde

Figura 72 - Detalhamento de instalação de piso drenante

Fonte: Evandro Luis Borges de Souza (2012)


77

18.2.3 TETO VERDE •

Item: Teto verde

O que é: jardim na cobertura da edificação

Função: meio sustentável de cobertura, que reduz os danos ambientais e ainda melhora os desempenhos da edificação, também sendo um ótimo meio de se combater as ilhas de calor presentes no meio urbano, além de reduzir a poluição das cidades.

Fabricação e instalação: Existem o extensivo, semi-intensivo e o intensivo. O escolhido aqui foi o extensivo, de base mais fina e custo menor, ideal para a utilização de forrações, porém suporta menos águas pluviais que o outro tipo. O tratamento é feito inicialmente nas lajes e processos de impermeabilização, sendo utilizadas calhas externas e internas, tubos de contenção, sistemas de captação, e etc. Todo o trabalho com ralos deve ser cuidadoso, para que passe apenas a água, e não as folhas. A impermeabilização pode ser feita com manta asfáltica, e a argila expandida vem logo após, sendo seguida pela manta de bidim e substratos, para depois serem coladas as forrações ou gramas.

Motivação da escolha: este sistema de cobertura foi escolhido por uma variedade de motivos, como fatores de conforto térmico e acústico, bem como por fatores visuais, para integrar as edificações ao parque.

Preço: a variar de acordo com metragem e fabricante.

Fonte: Filipe BONI

Figura 73 - Teto verde - camadas

Fonte: Arq. Marjorie Caroline


78

18.2.4 MADEIRA PLÁSTICA •

Item: Madeira plástica

O que é: material composto por plásticos que imita a madeira e possui a resistência do plástico

Fonte: ECOPEX

Figura 74: Madeira plástica

Função: pode ser utilizada para a composição de mobiliários, decks e revestimentos

Fabricação e instalação: feita com materiais de plástico atóxico, como sacolas por exemplo, a madeira plástica pode ser encontrada como ripa ou placa modular. Além de ser proveniente de material reciclado, é reciclável, fácil de limpar e instalar, sua manutenção é baixa e dura bem por anos.

Motivação de escolha: tal material foi escolhido em virtude do alto uso da madeira nos mobiliários e pisos do parque. O intuito é trazer a madeira como mais um elemento natural, mas sem agredir/afetar o meio ambiente. Além da madeira plástica, também será utilizada madeira de demolição.

Preço: R$ 170,00 a 320,00/m²

Fonte: ECOPEX


79

18.2.5 CISTERNA •

Item: Cisterna

O que é: tipo de reservatório para armazenar água pluvial ou de reuso.

Função: a água armazenada numa cisterna pode ser utilizada de

Fonte: Ecocasa

Figura 75 - Cisterna pronta

diversas formas, seja na irrigação, na limpeza e outros usos que não sejam de consumo humano. •

Fabricação e instalação: existem vários tipos de cisternas, que podem ficar por cima ou abaixo do solo, feitas de concreto, plástico ou outros materiais. Conectadas as tubulações que captam a água de chuva, armazenam e bombeiam a mesma para outras tubulações conectadas a mesma. A instalação é rápida, podendo ser feita de 1 a 4 dias.

Fonte: ecocasa

Figura 76 - Cisterna pronta - detalhamento

Motivação de escolha: este sistema de armazenamento de água de chuva foi escolhido para ser utilizado em conjunto com a estação meteorológica, para que o processo de irrigação, que será feita com tal água armazenada.

Preço: varia de acordo com fabricante Fonte: ecocasa


80

19 MATERIAIS E ACABAMENTOS 19.1 REVESTIMENTOS DE PISOS EXTERNOS


81

19.2 REVESTIMENTOS DE PISOS INTERNOS


82

19.3 REVESTIMENTOS E PINTURAS DE PAREDE


83


84

20 MOBILIÁRIOS EXTERNOS


85

CONSIDERAÇÕES FINAIS


86

21 CONSIDERAÇÕES FINAIS Os parques urbanos surgiram como resposta as necessidades oriundas do Século XVIII. Com a chegada da Revolução Industrial e da forte migração das áreas rurais para as áreas urbanas, um caos se alastrou no meio urbano. Em decorrência de necessidades de saúde e de ordenamento do solo, os parques tornaram-se uma solução plausível, mas que não era acessível a todos em primeiro momento.

restante do meio urbano e como este modificar a paisagem urbana na qual for inserido. Os estudos de caso realizados também foram de suma importância para o entendimento sobre os parques, onde foi possível analisar fatores distintos entre os parques selecionados, afim de verificar as soluções encontradas para desafios que também estarão presentes na elaboração do projeto, e por isso, cada estudo abordou um ponto específico do parque, seja a implantação, o mobiliário, o paisagismo, a setorização, o design, e etc. As visitas técnicas entraram como componente de avaliação in loco, onde foi possível averiguar

Como é possível verificar ao longo da pesquisa, muito se modificou

mais fatores além dos abordados nos estudos de caso. Estas visitas foram

em relação a implementação dos parques, bem como suas características, os

significativas e tiveram um peso essencial para o entendimento, inclusive, do

diversos usos possíveis, como estes são inseridos e podem modificar o cenário

que atrai um indivíduo a ir até um parque, desde sua função até o local onde o

urbano, além de seu público alvo e ao que o mesmo deve atender.

mesmo está presente. Foi uma avaliação técnica e ao mesmo tempo, uma

A definição de parque também foi se modificando, e há hoje uma variedade de autores para explicar o que é o mesmo e como este funciona, bem

experiência enquanto usuário, o que permite que se entenda os dois lados de quem utiliza o local.

como toda a sua evolução e importância histórica. Foi possível verificar, em

A escolha do terreno para a inserção do parque proposto foi feita após

meio a artigos, monografias e teses dos diversos autores citados que explicar

uma análise das áreas verdes da cidade e de espaços com potencial para

sobre sistemas livres é um ato bastante complexo e que necessita de uma

atender uma boa quantidade de pessoas. Como discorrido na pesquisa, há sim

abrangência significativa, um entendimento do todo, da relação da área com o

áreas verdes e áreas de lazer no município, mas quantidade não assegura qualidade. Para entender o funcionamento do espaço e, assim, poder inserir


87

algo de grande impacto no meio urbano, estudou-se a área e seu entorno,

ambientais. A própria escolha do tema parque surgiu diante da realidade vivida

visando inclusive, a ligação entre o parque proposto e outros serviços presentes

no meio urbano, das diretrizes que a própria legislação municipal traz ao apontar

próximos ao local. A legislação municipal também foi averiguada e apresentada,

determinadas regiões e loteamentos como local a se receber a inserção de um

afim de ser compreendida e cumprida em projeto.

parque, da quantidade e, principalmente, da qualidade das áreas verdes e das

As escolhas feitas em relação ao programa de necessidades surgem com as entrevistas feitas com a população, bem como com a análise de outros projetos e das visitas técnicas, além das necessidades do próprio local. No início, tinha-se como objetivo a compreensão sobres os parques, desde seu conceito e definição, ao histórico e evolução dos mesmos, as modificações ao longo do tempo, as necessidades que foram surgindo e quem foi se tornando o público principal deste tipo de espaço, tudo isto com o propósito de, diante do estudo do terreno escolhido e do município de Jacareí, elaborar um projeto eficaz, que atendesse a necessidades, estética e questões

áreas de lazer existentes no município, e etc. Assim, ao longo de toda a pesquisa realizada, foi possível verificar que a cidade de Jacareí necessita de melhores espaços de lazer e recreação, além do cuidado com as Áreas de Preservação Permanente presentes no município, da hidrografia e da necessidade da população de deter de espaços livres mais bem trabalhados e com mais atratividades, afim de trazer melhorias ao meio urbano e a vida da população.


88

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APÃ&#x160;NDICES: O PROJETO


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Planta de Implantação I DAV

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escala 1: 2000 A

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01 estacionamento

A acesso estacionamento

02 praça de convivência I

B acesso ciclovia

03 área de foodtrucks

C acesso pedestre

04 área de descanso com pergolado

D acesso ciclovia integrado com rodoviária

05 área de eventos

E acesso pedestre integrado com rodoviária

06 área coberta + palco

07 sanitário público

08 depósito de materiais esportivos

09 praça de convivência II

10 quadras poliesportivas

11 campinho de futebol

12 quadra de vôlei de praia

13 escalada/boulder

14 arvorismo

15 playground

16 espaço para piquenique

17 academia ao ar livre

18 pista de skate - street

19 espaço pet

20 espaço contemplativo

21 pomar de pitanga

22 hortinha

23 área de educação ambiental

24 administração e área de funcionários

25 espaço para yoga

26 praça do patins

27 redário

Terminal Rodoviário de Jacareí

Educamais Ruy Otahke Industrial/Comercial Residencial Comercial/Serviços menores

SAAE

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Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

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NIDA AVE

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Legenda

Legenda entorno

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Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo

Projeto Parque Integração Planta de Implantação Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP FOLHA 01/47


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Norte

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º NG AE

PA U

92

AV ca lça EN da ID A JO ÃO PA UL

º NG AE

ÃO

94

NID AVE

ca

NI

95

94

NID AVE

AV E

95

94

DAV

DAV

96

IRO NTE I MO

IRO NTE I MO O

4

O

LIN

LIN

93 9

97

100 99 98 97

97

Planta Topografica - Original

Planta Topografica - Modificada

escala 1: 2500

escala 1: 2500

95 96

97

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração Terreno e Topografia Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

FOLHA 02/47

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION


PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

61 2. R1

estacionamento R8 .87

0

.01

50 .96

.10

R75.09

72.

78

4.0

.83

.06

R57

R1 6

.21 1.7 5

R2

36.26

1

70

.

2

.72

R13.74

25.79

122.75

Planta baixa - Seção 01 - Layout

Planta baixa - Seção 01 - Cotas

escala 1: 750

escala 1: 750

quaresmeira

quaresmeira magnólia poste led 4 pétalas

pata de vaca

quaresmeira

magnólia

magnólia

magnólia

quaresmeira

pata de pata de vaca vaca

magnólia

estacionamento

vegetação APP

+20,00

+15,00

piso de concreto

+15,00 +10,00

pista de caminhada

grama são carlos 0.70

+10,00

pista de caminhada

Piso tátil de concreto direcional cor amarela 25x25cm guia de concreto

+20,00

terra batida

101.47

piso drenante cor cinza natural 10x20x6 cm paginação tipo mata-junta

quaresmeira

ciclovia

córrego

14

6

.2 R8

.9

20

22.79

acesso pedestre

R69.1

7

38

R12.14

17

.13

11.62

38.18

.66

Praça do patins

4

11

38.26 R6

7.2

6

26.11

.11

37.14

R71

6.65

25.93

R9.0

R43.28 R41.28

6

8

48.33

.2

40.64

.53

acesso pedestre

18.64

19

.06 12

56.37

73

4. R2

acesso ciclista

4 4.8

75

8.6

71 18.

3

1.1

45

R1

5

19.

Pista de caminhada

R9

9.6 18.90

9

.69

20.72

21.

acesso pedestre

R6

1.

3.0

19

Praça do patins

9

21.35

28.

acesso pedestre

.1

R1

3

8

96

17 6. R1

9.0

acesso ciclista acesso pedestre deficiente visual

13

R2

2

32 .7

°

5 17.2

R6 .

36.9

5

53.1

saída veículos

R13 .9

.77 R48

86.1

8.8

10

R34.95

2.0

6

0

.6

18.

109.76

3.61

LINO

23

70 6.

.06

R56

4

28

R5 0.0 2

R1

4.72

.9

44 91

33.3

3

19

R

67.

. 17

7.9 3

.58 32.01

0

13

4

28.2

3.14

35

38.

2.1

0

R4

DAVI MONTEIRO

R52

R2

.77

0.4 1

2

R7

5.73

6. 63 R2

R2 7 R3 2.

48

R57.0

6

7.2 4 6.1

R2

9

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

26.0

E pista de ciclovia caminhada

Corte AA

Corte EE

escala 1: 750

escala 1: 750

terra batida

Detalhe 01 - Planta baixa esc 1:50

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

91

14 5.

acesso veículos

55 16.

AVENIDA ENGº

3.95

R24.41

Pista de caminhada

ta

41.60

.74

LINO

saída veículos

39.14

Guari

26

DAVI MONTEIRO

detalhe 02

7

25 .

AVENIDA PAPA JOÃO PAULO II

AVENIDA PAPA JOÃO PAULO II

detalhe 01

R1

27 .9

30 .9 4

9.75

Guarita

6 7.6

.20 21

AVENIDA ENGº

acesso veículos

.14

R42

.06

.15

.77 16

7 7.3

35

21.52

8.39

. 82

2

R6 9

6.00

9.3

.10 R7

.4 40

44

.69

R12

58.93

63

.00

Norte

.86 43

Norte

3

17

6.0

.81

28.35

R3 0.

37

R12.61

A estacionamento

R16.91

12.74

6.

6

3.93

3

R

0 8.

20 14.

A

5.00

02

E

7 R20.4

0.25

0.70

0.15

Planta chave sem escala

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração - Seção 01 Planta baixa, Corte AA, Corte EE e Detalhes Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

FOLHA 03/47


PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

Tabela Botânica .43 R2

Pisos e Itens 10.46 4

Piso drenante escuro 10x20x6cm Piso drenante vermelho 10x20x6cm Piso drenante amarelo 10x20x6cm Piso concreto com acabamento camurçado cor vermelha Piso concreto cinza natural Terra batida Piso tátil de concreto direcional e de alerta cor amarela 25x25cm

4

R1.2 1 1.76

4. 36 9.2

poste 4 pétalas led streetlight Ledstar de 6m de altura

Porte

Cor

Época

Espaçamento

Dens. Plantio

Quantidade

Origem

Luminosidade

Frutos

Quantitativo

Magnolia grandiflora

Magnólia

Acima 12m

Branco/creme

Primavera

3m x 3m

143,33

48

Exótica

Sol pleno

Não

1532,79m² 125,22m² 615,91m² 873,90m² 1305,72m² 507,06m² 49,77m²

Bauhinia variegata

Pata de Vaca

Até 12m

Rosa

Inverno/Primavera

3m x 3m

95,29

32

Exótica

Sol pleno

Sim

Tibouchina granulosa

Quaresmeira

Até 12m

Rosa

Primavera/Outono

3m x 3m

204,05

68

Nativa

Sol pleno

Sim

Jacaranda puberula Cham.

Carobinha

Até 12m

Roxo

Inverno/Primavera

3m x 3m

22,35

8

Nativa

Sol pleno

Sim

Guarea guidonia

Tauva

Acima de 12m

Branco

Verão

3m x 3m

142,35

47

Nativa

Sol pleno

Sim

Chorisia speciosa St.Hil.

Paineira

Até 12m

Rosa

Outono/Inverno

3m x 3m

261,06

87

Nativa

Sol pleno

Sim

Lithraea molleoides

Aroeira

Até 10m

Amarelo/Verde

Inverno

3m x 3m

66,81

23

Nativa

Sol pleno

Sim

29 unidades

lixeira

07 unidades

R2.09

2

Morus nigra

Amoreira

Até 12m

Branco/creme

Inverno

3m x 3m

544,76

182

Exótica

Sol pleno

Sim

Agave americana

Agave

Até 1,80m

-

1m x 1m

8,21

8

Nativa

Sol pleno

Não

Agave attenuata

Agave-dragão

Até 1,80m

Branco/verde

Primavera

1m x 1m

12,30

12

Exótica

Sol pleno

Não

Furcraea foetida

Furcréia

Até 1,80m

Branco/verde

Primavera

1m x 1m

10,78

11

Exótica

Sol pleno

Não

Cyperus giganteus

Papiro brasileiro

Até 3,00m

Amarelo

Primavera/Outono

1m x 1m

9,85

10

Nativa

Sol pleno

Não Não

Hedychium coronarium

Lírio-do-brejo

Até 1,80m

Branco/creme

Ano todo

1m x 1m

7,95

8

Exótica

Sol pleno

Portulaca grandiflora

Onze horas

Até 0,30m

Rosa

Primavera/Verão

0,30m x 0,30m

24,70

82

Nativa

Sol pleno

Não

Axonopus compressus

Grama São Carlos

Até 0,15m

-

-

0,15m x 0,15m

650770,22

4338468

Nativa

Sol pleno

Não

Primavera

Verão

Outono

Inverno

Planta baixa - Lago 01 - Cotas escala 1: 200

R41.2

11.04

Piso concreto com acabamento camurçado na cor vermelho

R68.04

38.26

1

8.00

R69.1

8

escala 1: 200

R2.6

Planta baixa - Lago 01

4

7. 39

2.00

grama são carlos

piso concreto com acabamento camurçado na cor vermelho

grama são carlos

solo compactado

15

14

3 1.1

Detalhe 02 - Planta baixa

Detalhe 02 - Corte

esc 1:50

esc 1:50

R6

65. 01°

.38

R1

73.

7

.53

.66

R9.0

0.

11

4 2. 11

R9

R6

5. 0

2.2

°

R8.26

escala 1: 200

escala 1: 200

3° 82.6

.7

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo

6

Planta baixa - Praça do patins - Cotas

96

.1 R5

1

R3.36

Planta baixa - Praça do patins

.7°

70

.8 R3

.14°

.14

107.52°

101

pedras tamanho médio

4

107.52°

R12

.93 R1

R13.7

85.42°

pedras tamanho médio

R1.95

7 7 8.4

.6 R1

Projeto Parque Integração - Seção 01 Detalhes em planta, quantitativos de piso e itens, tabela botânica Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

FOLHA 04/47

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

R3.64

0

R3.7 5

9.6

seixo branco

R2 .7

R2.24

Nome popular

R1.66

0

9 3.

R

8

.57 R2

6.0

8

3.3

R1.78 2

7.1

7

30

5 .9 R2

6.

5 6.6

4.6

9 5.5 R2 .54

R1.87

4.72

4 5.3

Nome científico

5.3 1

.68 R3

.49

4 8.3

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

R2 .8

R2

pedras

Flor

Legenda

1 5.4

Paleta de cores

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION


PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

2

TIGR

15

4m 6 15

MAGR 4m

26 MAGR 3 15 2 15

15

MAGR 4m

16

CHSP

12

4m

TIGR 4m MAGR

9 15

82 POGR

4m

0,3 0,3

Norte

6

TIGR

15

4m

19

BAVA

12

4m

8

87

MONI

12

4m 4

HECO

15

1,80 1m 8 6 15

TIGR

AGAM

2

1,80 1m

5

CYGI

5 32

TIGR

15

4m

4m

FUFO

59

CHSP

12

4m

23

LIMO

12

4m

1,80 1m 8

1,80 1m

4m

MAGR

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

17

TIGR

15

4m

12

JAPU 4m

CYGI

1,80 1m 1

FUFO

1,80 1m 7 15

TIGR 4m

13

BAVA

12

4m

47 GUGU 15

7

CHSP

12

4m

4m

4

FUFO

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo

1,80 1m 6

AGAT

1,80 1m

6 4

FUFO

1,80 1m

AGAT

1,80 1m

7

CHSP

12

4m

Projeto Parque Integração - Seção 01 Planta Executiva de Paisagismo Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

Planta Executiva - Paisagismo - Seção 01 escala 1: 500

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

4m

FOLHA 05/47


PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

Gº DAVI MON TEIRO LINO

Planta baixa Seção 01 - Pré-lançamento Elétrica e Hidráulica escala 1:750

LEGENDA

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração - Planta Elétrica e Hidráulica

irrigação por aspesor rotativo 360º r = 6m irrigação por aspesor rotativo 360º r = 8,5m

Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP

irrigação direcionada ligação unifilar ligação de água pluvial

Planta chave sem escala

Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

poste 4 pétalas led

FOLHA 06/47

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

AVENIDA EN

AVENIDA PAPA JOÃO PAULO II

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

continua no restante do parque


PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

4.20

10.87

6.09

21.14

69

Ramírez.

Suárez

Hugo

Arq.

de

Ramos.P.

Espitia

Francisco

Arq.

de

Arguelles.P.

Romero

A.

Adrian

Arq.

de

Hernández.P.

Guerrero

Enrique

Arq.

de

P.

3.

14

.1

9

R2 5.5 4 9

Ramírez.

Suárez

Hugo

Arq.

de

Ramos.P.

Espitia

Francisco

Arq.

de

Arguelles.P.

Romero

A.

Adrian

Arq.

de

Hernández.P.

Guerrero

Enrique

Arq.

de

P.

R44.03

R2 3.5

R32.24

30. 5

R48.03 Pista de caminhada

23.77

Espaço para palco desmontável

4

28. 16

Ramírez.

Suárez

Hugo

Arq.

de

Ramos.P.

Espitia

Francisco

Arq.

de

Arguelles.P.

Romero

A.

Adrian

Arq.

de

Hernández.P.

Guerrero

Enrique

Arq.

de

P.

Norte

25.93

Norte

R36.20

R2 4. 17

30.00

19.32

19.24

Espaço para palco desmontável

Pista de caminhada

58.43

5.11

.08

banco

2.92

11

2.

R11

6.74

7.59

17 2. R2

E 101.61

32

8.

R

6.16

9.12

.77 67

R32.2 4

36

Ramírez.

Suárez

Hugo

Arq.

de

Ramos.P.

Espitia

Francisco

Arq.

de

Arguelles.P.

Romero

A.

Adrian

Arq.

de

Hernández.P.

Guerrero

Enrique

Arq.

de

P.

6.00

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

R2 9.1 0

acesso pedestre

7.67

13 .7 9 R

70 .8

45.81

área de descanso com pergolado

4.00

EDUCAMAIS JACAREÍ - RUY OTAHKE 34.61

R4 3.

44

8.21

9

5

.5

39

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

44

. 56

R24.53

67.

42

acesso pedestre

.32

7.01

62

EDUCAMAIS JACAREÍ - RUY OTAHKE

53

12 60.

7.

área de descanso com pergolado

26.56

R35.5 5

5

63.

5.15

Ramírez.

Suárez

Hugo

Arq.

de

Ramos.P.

Espitia

Francisco

Arq.

de

Arguelles.P.

Romero

A.

Adrian

Arq.

de

Hernández.P.

Guerrero

Enrique

Arq.

de

P.

Ramírez.

Suárez

Hugo

Arq.

de

Ramos.P.

Espitia

Francisco

Arq.

de

Arguelles.P.

Romero

A.

Adrian

Arq.

de

Hernández.P.

Guerrero

Enrique

Arq.

de

P.

.4 R47

B

B

R13.45

.55

5 R3

R43.44

Área aberta para eventos

R14.87

47.70

.87 R12

9.79

R33 .55

4

Área aberta para eventos

11.05

Ramírez.

Suárez

Hugo

Arq.

de

Ramos.P.

Espitia

Francisco

Arq.

de

Arguelles.P.

Romero

A.

Adrian

Arq.

de

Hernández.P.

Guerrero

Enrique

Arq.

de

P.

.0 69

10 .9 1

13.30

Pista de caminhada

21.95

Pista de caminhada

R 24

.5

3

3

.0

77 5 .6 R2 8

4

3

0.4

R6

DA

NI II

escala 1: 750

escala 1: 750

3

R60.4

4.00

ponte de madeira

quaresmeira

pata de poste led vaca 4 pétalas

ciclovia

oiti

oiti

ipê verde

sibipiruna

pista de caminhada

oiti

poste led 4 pétalas

ipê verde

ipê verde

ipê verde

sibipiruna

oiti

ipê verde

ipê verde

ipê verde

oiti

oiti

quaresmeira

quaresmeira

quaresmeira

quaresmeira

quaresmeira

Piso concreto com acabamento camurçado cor vermelha

quaresmeira

Piso concreto cinza natural

+20,00

+20,00

+15,00

+15,00

+10,00

+10,00

terra batida

Corte BB

Corte EE

escala 1: 750

escala 1: 750

pista de caminhada

pista de caminhada

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

guarda-corpo h=1,10m

.51

5.75

6.38

7

poste led 4 pétalas

R33

.0

vegetação APP

4.52

10

E

Piso de madeira plástica Piso drenante vermelho 10x20x6cm Piso drenante amarelo 10x20x6cm

9

Legenda

13.5

3 12.8

55.46

6

R38.0

6

R42.0

Pisos e Itens

7 38.6

.29

2

O

II

UL

PA

O UL PA

ÃO

.9

63

81

JO

ÃO

Planta baixa - Seção 02 - Cotas

.51 R33

3

R64.4

8.00

JO

Planta baixa - Seção 02 - Layout

84.03

.0

da

E AV

A ID EN AV banco

Área de foodtrucks

73

da

a lç

ca

lça

ca

Área de foodtrucks

R20.47 17.27

Planta chave sem escala

Quantitativo 678,42m² 1383,28m² 288,83m² 667,50m² 1773,67m²

Terra batida

87,00m²

Piso tátil de concreto direcional e de alerta cor amarela 25x25cm

57,26m²

poste 4 pétalas led streetlight Ledstar de 6m de altura

31 unidades

mesa 4 lugares em concreto

14 unidades

lixeira

08 unidades

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração - Seção 02 Planta baixa, Corte BB, Corte EE, quantitativos de piso e itens Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

FOLHA 07/47


PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

9

7

Ramírez.

Suárez

Hugo

Arq.

de

Ramos.P.

Espitia

Francisco

Arq.

de

Arguelles.P.

Romero

A.

Adrian

Arq.

de

Hernández.P.

Guerrero

Enrique

Arq.

de

9.4 4

8

4 .3 10

3.1

8.1

Flor

3 .4

11

8

3.9

6.1 0

0.56

Planta baixa - Canteiros Seção 02 escala 1: 200

seixo branco

casca de pinus

Nome popular

Porte

Cor

Época

Espaçamento

Dens. Plantio

Quantidade

Origem

Luminosidade

Frutos

Licania tomentosa

Oiti

Acima 12m

Amarelo

Inverno

3m x 3m

71,54

24

Nativa

Sol pleno

Sim

Inverno/Primavera

3m x 3m

58,18

20

Exótica

Sol pleno

Sim

Primavera/Outono

3m x 3m

58,19

20

Nativa

Sol pleno

Sim

57

Nativa

Sol pleno

Sim

50

Nativa

Sol pleno

Sim

Bauhinia variegata

Pata de Vaca

Até 12m

Rosa

Tibouchina granulosa

Quaresmeira

Até 12m

Rosa

Jacaranda mimosifolia

Jacarandá Mimoso

Até 12m

Roxo

Primavera

3m x 3m

171,16

Cybistax antisyphilitica

Ipê verde

Acima 12m

Amarelo/branco

Primavera

3m x 3m

150,86

Cycas revoluta

Cica

Até 3,60m

-

-

1m x 1m

6,16

6

Exótica

Sol pleno

Sim

Agave americana

Agave

Até 1,80m

-

-

1m x 1m

25,82

26

Nativa

Sol pleno

Não

Solenostemon scutellarioides

Cóleus

Até 0,40m

Amarelo/Laranja

Ano todo

0,30m x 0,30m

94

313

Exótica

Sol pleno

Não

Festuca glauca

Grama azul

Até 0,15m

Branco/verde

Verão

0,30m x 0,30m

121,12

403

Exótica

Sol pleno

Não

Axonopus compressus

Grama São Carlos

Até 0,15m

-

-

0,15m x 0,15m

555,55

3703704

Nativa

Sol pleno

Não

Primavera

Verão

Outono

Inverno

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

pedras

3.82

Nome científico

Planta baixa - Canteiros Seção 02 - Cotas escala 1: 200

65

0

41.90

R32.13

0.

6.0

Planta chave sem escala

Imagem - Pergolado R38.13

49.72

Planta baixa - Pergolado

Planta baixa - Pergolado - Cotas

escala 1: 200

escala 1: 200

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

9.60 seixo branco

Paleta de cores

Tabela Botânica P.

5 2.1 5.7 2

4 2.7 .3

11 .07

14

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração - Seção 02 Detalhes em planta e tabela botânica Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

FOLHA 08/47


PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

24

JAMI

12

4m

7 15

TIGR

201 FEGL

4m

0,15 0,30

8 15

LITO 4m

6 15

8

CYAN

CYAN

15

4m

4m

13 AGAM

Norte

1,80 1m Espaço para palco desmontável

201 FEGL

14

CYAN

0,15 0,30

15

4m

13 AGAM

6 15

LITO 4m

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

Pista de caminhada

Área aberta para eventos

1,80 1m 313 SOSC 0,40 0,30 3

9

CYRE

15

3,60 1m

LITO 4m

17

CYAN

15

4m

área de descanso com pergolado 5 acesso pedestre

15

10

BAVA

12

4m

3

TIGR 4m

EDUCAMAIS JACAREÍ - RUY OTAHKE

CYRE

3,60 1m

1 15

10

BAVA

12

4m

TIGR 4m

Pista de caminhada

da ça

l ca

Área de foodtrucks

A ID EN

AV ÃO

JO O

UL

PA II

7 15

33

JAMI

12

4m

TIGR 4m

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração - Seção 02 Planta Executiva - Paisagismo - Seção 02 Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP

Planta Executiva - Paisagismo - Seção 02 escala 1: 750

Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

FOLHA 09/47

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continua no restante do parque

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continua no restante do parque

AV

EN

ID A

JO

ÃO

PA

UL O

II

continua no restante do parque

Planta baixa Seção 02 - Pré-lançamento Elétrica e Hidráulica escala 1:750

LEGENDA

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração - Planta Elétrica e Hidráulica

irrigação por aspesor rotativo 360º r = 6m irrigação por aspesor rotativo 360º r = 8,5m

Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP

irrigação direcionada ligação unifilar ligação de água pluvial

Planta chave sem escala

Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

poste 4 pétalas led

FOLHA 10/47


PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

guia de concreto

detalhe 06

Playground 2

detalhe 04

Norte

Academia ao ar livre

grama são carlos

piso drenante cor cinza natural 10x20x6 cm

guia de concreto

solo compactado

grama são carlos 0.06

piso drenante cor cinza natural 10x20x6 cm paginação tipo mata-junta

Vôlei de praia

Escalada

Arvorismo

Detalhe 03 - Planta baixa

Detalhe 03 - Corte

esc 1:50

esc 1:50

Campinho de futebol

TERMINAL RODOVIÁRIO detalhe 05

Pisos e Itens

Playground 1

detalhe 03

piso de placas emborrachadas 100 x 100cm 43mm de espessura em cores diversas

Quantitativo

Piso drenante cinza escuro 10x20x6cm Piso drenante cinza natural 10x20x6cm Piso drenante vermelho 10x20x6cm Piso drenante amarelo 10x20x6cm Piso concreto com acabamento camurçado cor vermelha Piso concreto cinza natural Piso concreto emborrachado reciclável cores variadas 1000x1000x43mm Areia Terra batida Piso tátil de concreto direcional e de alerta cor amarela 25x25cm

688,32m² 330,76m² 115,47m² 47 unidades

mesa tipo piquenique 4 lugares em madeira

10 unidades

guia de concreto

sanitários

guia de concreto

grama são carlos

solo compactado

depósito mat. esp.

Planta baixa - Seção 03 - Layout

Detalhe 04 - Planta baixa

Detalhe 04 - Corte

esc 1:50

esc 1:50

escala 1: 750

19 unidades jacarandá mimoso

vegetação APP

grama são carlos

Quadra poliesportiva

Praça do encontro

887,50m² 925,28m²

poste 4 pétalas led streetlight Ledstar de 6m de altura

lixeira

Quadra poliesportiva

261,98m² 123,86m² 183,56m² 1074,68m² 965,13m²

piso de placas emborrachadas 100 x 100cm 43mm de espessura em cores diversas

0.06

Área de piquenique

Legenda

jacarandá mimoso

quaresmeira

sibipiruna

quaresmeira

pata de chuva de vaca ouro sibipiruna

sibipiruna sibipiruna sibipiruna sibipiruna chuva de ouro

quaresmeira quaresmeira sibipiruna

oiti

quaresmeira

oiti

quaresmeira

oiti

quaresmeira

oiti

pata de vaca

pata de quaresmeira vaca

Planta chave sem escala +20,00

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo +15,00

+10,00

Corte CC

poste led 4 pétalas

banco de madeira plástica

poste led 4 pétalas

poste led 4 pétalas

pista de caminhada

ciclovia

poste led 4 pétalas

poste led 4 pétalas

lago

poste led 4 pétalas

poste led 4 pétalas

pista de caminhada

poste led 4 pétalas

poste led 4 pétalas

quadra poliesportiva

escala 1: 500

escalada/boulder

poste led 4 pétalas

caminho terra batida

pista de caminhada

Projeto Parque Integração - Seção 03 Planta baixa, Corte CC, detalhes e quantitavos de pisos e itens Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

FOLHA 11/47

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

Espaço redário


PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

92.94

19.19

4.34

9.71

87.12

2.90

43.18

3.17

28.70

5.46

21.55

4

.24

57

.25

grama são carlos

solo compactado

63

.91

guia de concreto

banco de madeira plástica

2

59.01

R6

16.

banco de madeira plástica

6. 2

3.00

19.5 4

79

R24.6 1

° 90

1

4.82

R22.6

areia playground

2

grama são carlos

0.06

areia playground

R2 4

9.3

33

.3 0

4.7 3

21

5.86

0

R14.67

13

36.

17.09

12.7

05

2.2

31.

.44

41.

R6

2

7.2

17

R27.0 4

9.87

guia de concreto

23.09

4.44

.15

30

3 R12.0

19. 94

8.85

R1 9

.2 7

R12.67

35 6.

35 4.

3 4.0 R1

6.9

23.91

.95 44

Norte

R8.00

Academia ao ar livre

Playground 2

9 R22.5

R3

.44

2 R2

20.30

R18.44

6 5.3

02 8.

20.00

3 7.0

11.27°

6

13.85

83 1.

1.7

59. 75 41.00

23.82

TERMINAL RODOVIÁRIO

17

R9.9

13.50

7.79

.2

8

.3

R10.23

27

.20

sanitários

.8

2.2 3

depósito mat. esp.

19.82

0 R24 .1

7

17.

62

R1

33

R2

1

4

5.5

8

6.32

Planta baixa - Seção 03 - Cotas

piso de placas emborrachadas 100 x 100cm 43mm de espessura em laranja

20.01

.93

8

12

1.6

4 8. 6 R4

9 .4 R4 4 R3 6.2 0

6

.3

R22.17

.00

43

14.0

R8

R29.53

8

5

.6

grama são carlos Quadra 17.6 poliesportiva 7

3.80

2

33

4

43.00

48

6.63

6.9

Praça do encontro

51.6

R29.38

6.56

8

R26.4

8 R28.4

58

piso de placas emborrachadas 100 x 100cm 43mm de espessura em cinza natural

guia de concreto

piso de placas emborrachadas 100 x 100cm 43mm de espessura em laranja

guia de concreto

grama são carlos 0.06

13.50

Quadra poliesportiva

R2

R32.82

52.94

22 .68

18.37

4

R38.67

19.76

.8

°

5

25.37

50

8. R3

48

28.7

5

R1

41

R

Detalhe 05 - Corte esc 1:50

R1 0.1

60

7.

.2 1

R36.67

90

3.00

2 4.4

14.93

5 .7 31

Detalhe 05 - Planta baixa esc 1:50

3.62

Área de piquenique

R2

25.08

Campinho de futebol

R47.28

0.

R2

R2 12.74

20

63

3 2.6

26.01

72.

° 90

24

42.

54 38.

3.00

solo compactado

piso de placas emborrachadas 100 x 100cm 43mm de espessura em vermelho

escala 1: 750 101.61

quaresmeira

quaresmeira

chuva de ouro

sibipiruna oiti

oiti

oiti

7.59

sibipiruna

sibipiruna

sibipiruna

sibipiruna

4.20

oiti

10.86

oiti

6.09

21.14

sibipiruna

2.92

sibipiruna

58.43

Detalhe 06 - Planta baixa

Detalhe 06 - Corte

esc 1:50

esc 1:50

oiti

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo

+20,00

Projeto Parque Integração - Seção 03 Planta baixa, Corte EE e detalhes Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP

+15,00

+10,00

escala 1: 500

academia ao ar livre

lago

banco madeira plástica

playground banco madeira espelho d'água plástica

banco madeira praça do encontro plástica

espelho d'água

Planta chave sem escala

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

Corte EE

Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

FOLHA 12/47

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

.69

9

R

arvorismo

.2 15

4

.5 35

R40 .28

Escalada

56 5. 17

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

.69

9 R3

4.

.30 54 .62 48 .95

39

8 R2

17.29

6

Vôlei de praia


R3.15

6.76

0 R4.0

7.92 R3

2 7.9

5 1.0

.30

R3

.95

88

5

R3.0 1

6.8

.1 4

.0 6

.72

R3

6.25

R3.

27

R3.00

3.91

6.

71

9.12 7 .5

4.

R2

08

8

8.9 9

72

2.

62

13.

.9

00

.00

15.

R5

6

7.69

R3.0

Planta baixa - Lago 02 - Cotas

93

R2

pedras

escala 1:200

R3.32

7

.21

R5

. R1

16.59

Planta baixa - Lago 02

R1.48

R5.73

4.24

0.88

R4.17

44 R1.

4.57

R3.74

0.7

R3.00

.00

6.58

1 R3. 1

10.01

.65 R4

R3

escala 1:200

8.24

R4.63

R8.54

R23.58

8

6. 16

0 R17.6

13.88

6

seixo branco

R11.59

0

.0 1 R3

2

R5.4

1

R4.2

3.17

8.26

5

1.1

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

seixo branco

R1

R2.3 8

R4.20

0.9

7.7

9.77

10.52

11.67

3.88

R3.33

.21

R4

4.0

Planta baixa - Lago 03

Planta baixa - Lago 03 - Cotas

escala 1:200

escala 1:200

Paleta de cores

Tabela Botânica Flor Nome científico

Nome popular

Porte

Cor

Época

Espaçamento

Dens. Plantio

Quantidade

Origem

Luminosidade

Frutos

Licania tomentosa

Oiti

Acima 12m

Amarelo

Inverno

3m x 3m

177,02

59

Nativa

Sol pleno

Sim

Bauhinia variegata

Pata de Vaca

Até 12m

Rosa

Inverno/Primavera

3m x 3m

86,12

29

Exótica

Sol pleno

Sim

Tibouchina granulosa

Quaresmeira

Até 12m

Rosa

Primavera/Outono

3m x 3m

109,22

37

Nativa

Sol pleno

Sim

Caesalpinia peltophoroides

Sibipiruna

Acima 12m

Amarelo

Primavera

3m x 3m

196,57

66

Nativa

Sol pleno

Sim

Chuva de Ouro

Até 12m

Amarelo

Primavera/Outono

3m x 3m

280,88

31

Nativa

Sol pleno

Sim

Jacaranda mimosifolia

Jacarandá Mimoso

Até 12m

Roxo

Primavera

3m x 3m

299,52

100

Nativa

Sol pleno

Sim

Agave americana

Agave

Até 1,80m

-

-

1m x 1m

64,33

64

Nativa

Sol pleno

Não

Agave attenuata

Agave-dragão

Até 1,80m

Branco/verde

Primavera

1m x 1m

53,50

53

Exótica

Sol pleno

Não

Rhododendron simsii

Azaléia

Até 1,20m

Rosa

Inverno/Primavera

1m x 1m

77,68

77

Exótica

Sol pleno

Não

Furcraea foetida

Furcréia

Até 1,80m

Branco/verde

Primavera

1m x 1m

12,90

13

Exótica

Sol pleno

Não

Cyperus giganteus

Papiro brasileiro

Até 3,00m

Amarelo

Primavera/Outono

1m x 1m

36,49

37

Nativa

Sol pleno

Não Não

Cassia ferruginea

Hedychium coronarium

Lírio-do-brejo

Até 1,80m

Branco/creme

Ano todo

1m x 1m

16,76

17

Exótica

Sol pleno

Kalanchoe blossfeldiana

Kalanchoe

Até 0,40m

Laranja

Ano todo

0,30m x 0,30m

14,65

15

Exótica

Sol pleno

Não

Axonopus compressus

Grama São Carlos

Até 0,15m

-

-

0,15m x 0,15m

979170,66

6527804

Nativa

Sol pleno

Não

Primavera

Verão

Outono

Inverno

terra gabião tipo caixa material filtrante área de piso

geotêxtil de transição

Detalhe 06 - Muro de arrimo tipo gabião Esc 1:50

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração - Seção 03 Detalhes em planta e tabela botânica Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

12 .3

4

10.22

pedras

4.89

57

R6

.21

16

R4.

5.3 4

94 7. 0.57

10

10. 16

R4.

R4.49

R3.00

R4.24

8.22

R2 .83

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

FOLHA 13/47


R7.12

16.5 7

R5.57

17.30

15.64

R6.40

5 .1 R2

R5

2.

R2 .00

85 R4.

8

5 2.71

4. 00

R2.00

R2.1

2.92

18 .48

7.94

1.2 4 1.2

4.72

5

R2.00

.11

00 4. R

R5.00

2

R

.32

2.85

0.81

R6.70

R6

3.06

2.9

8

9 2.8

R

4.6

3.55

7.64

19

11.52

R4.85

R2 .1

R4.00

. R4

.77 R4

R5 .3 0

8.60

44

.15

R2

R3.85

62

3

área PCD

7 R5.1

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

6.

6.9

87

4.50

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

2

R5.15

5

9.3

.40

R6

.23

06

8.67

R7.7

14.76

.85 62 5.

3

5.72

7.

R3 .3

2

R7.40

6 2.7

1

7.8

R5.08

0

9.4

11.48

R4

.15 R2

3.18

.2 R6

8 R3.4

1 9.9

R5 .8

8.39

13.30

área PCD

5

R2.00

16.94

14.00

R 6 .0 0

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

R2.15

13.96

11.66

R5 .3

2

.7 2

5

.52 10

.8

02

R2

R6

6.

escala 1:200

20.30

7

5.00

20.5

2

20.0

20.00

2.36

15.30 11.52

2.63

15.30

97

R25.

19.16

1.32

22.82

34.77

R34.98

7.02

3.70

2.15

.39

R22.33

área academia PCD

escala 1:200

R23

20.00

21.35

R30.02

5.00

área para aquecimento

escala 1:200

18.00

1.75

20.00

Planta baixa - Playground 02 - Cotas

1.74

escala 1:200

Planta baixa - Playground 02

40

Planta baixa - Playground 01 - Cotas

R4.

Planta baixa - Playground 01

0.84

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo

5.00

área academia

4.99

5.83

20.00

área para aquecimento 6.17

13.83 20.30

Planta baixa - Academia ao ar livre - Cotas escala 1:200

Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

Planta baixa - Academia ao ar livre escala 1:200

Projeto Parque Integração - Seção 03 Detalhes em planta Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP FOLHA 14/47


21.87

R22.34

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

R22.09

21.62

banco

Planta baixa - Parede de Escalada/Boulder

2.16

R22.09

21.62

escala 1:200

R21.84

21.38

7.62

2.07

4.90 R6.90 R2.00

2.00

1. 00

3.00 R9.90

31.26

58 41.22

31.26

2.00

2.00

41.22

3.10

.80

R3

1.09

2.00

4.

58

2.00

1.09

4.

4.00

banco

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

parede de escalada área de crianças h = 2m espessura parede = 0,15m

.00

parede de escalada área de adolescentes/adultos h = 4m espessura parede = 0,15m

R3

0

R11.9

Corte Parede de Escalada/Boulder

4.

escala 1:200

5 4.

58

0 15.0

R3

.80

1.09

R3

.80

R

8

0

5.7

R1

0 7.7

R1

Madeira pilar diametro: 0,60m

9 R1

Início do percurso Plataforma base madeira demolição

Plataforma base madeira demolição

70

12.37

Madeira pilar diametro: 0,60m

1.97

1

12.2

Madeira pilar diametro: 0,60m

0

7.

Final do percurso

R 19

.9

Plataforma base madeira demolição Madeira pilar diametro: 0,60m

Plataforma base madeira demolição

0

.9

R1

10.19

21.90

Planta baixa - Percurso de Arvorismo escala 1:200

Planta baixa - Praça do encontro

Planta baixa - Praça do encontro - Cotas

escala 1:200

escala 1:200

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração - Seção 03 Detalhes em planta e corte Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

Corte Percurso de Arvorismo escala 1:200

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

espelho d'água

FOLHA 15/47


PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

21.50

0.8 0

22.75

20.83

21.47

0.80 0.80

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

0.80

80

Banco de madeira plástica escala 1:200

2.93

01

1.9

2.

6

2.01

1.9 6

50.

2.

45°

01

.7

64

2.93

Redário

Redário - cotas

escala 1:100

escala 1:100

Tora de madeira de demolição Rede em material reciclado

Redário - corte escala 1:100

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração - Seção 03 Mobiliário e redário Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

0.80

0.

FOLHA 16/47


PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

Norte

6 12 5 12

BAVA 4m

CAPE 4m

7

TIGR

12

4m

CAPE

12

4m

12

15

CAPE

12

4m

18

CAPE

12

4m 8 12

100 12

19

BAVA

10

CAFE

12

4m

12

4m

10

LITO

12

4m

4m

JAMI

5

CAFE

12

4m

12

LITO

12

4m 23

LITO

12

4m

21 CAPE 12

7

TIGR

12

4m

5

TIGR

12

4m

4m 6

6

4m

CAFE

4m

12

BAVA

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

4 8

12

CAFE

LITO 4m

4m

5 12

LITO 2

4m

12 15

CAPE

12

4m 5 12

17

TIGR

12

4m

LITO 4m

8 9

CAPE

12

4m

LITO 4m

12

LITO 4m

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Planta Executiva - Paisagismo - Seção 03

Projeto Parque Integração - Seção 03 Planta Executiva - Paisagismo - Seção 03 Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP

escala 1:200

Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

FOLHA 17/47

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION


PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

continua no restante do parque

continua no restante do parque

continua no restante do parque

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

continua no restante do parque

continua no restante do parque

Planta baixa Seção 03 - Pré-lançamento Elétrica e Hidráulica escala 1:750

LEGENDA

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração - Planta Elétrica e Hidráulica

irrigação por aspesor rotativo 360º r = 6m irrigação por aspesor rotativo 360º r = 8,5m

Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP

irrigação direcionada ligação unifilar ligação de água pluvial

Planta chave sem escala

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

poste 4 pétalas led

Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

FOLHA 18/47


PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

área de pedras

Norte

areia branca

grama batatais

Lixeiras gerais

Compostagem Subestação Área cisterna enterrada

grama são carlos

Espaço yoga sem cobertura

Depósitos

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

Hortinha

Detalhe 07 - Planta Baixa

Área de func.

Administração

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

Sala de educação ambiental

escala 1:50

Sanitários detalhe 07

Pomar de pitanga

TERMINAL RODOVIÁRIO

Pista de skate

Espaço pet

área de pedras

areia branca

grama batatais

grama batatais

solo compactado

Pista de caminhada

Planta baixa - Seção 04 - Layout escala 1: 750

Detalhe 07 - Corte escala 1:50

Legenda Pisos e Itens Piso concreto cinza natural vegetação APP

vegetação APP

tapiriri

pitangueira

pitangueira

pitangueira

pitangueira

pitangueira

jequitibá branco

área de educação ambiental

jequitibá branco sanitários

administração

bordô japonês

jequitibá branco bambu

área de funcionários

hortinha

gramado yoga

+20,00

+15,00

+10,00

Quantitativo 61,07m²

Piso drenante amarelo 10x20x6cm Piso concreto com acabamento camurçado cor vermelha

349,87m² 823,24m²

Areia Terra batida

194,17m² 101,32m²

poste 4 pétalas led streetlight Ledstar de 6m de altura

26 unidades

lixeira

10 unidades

Planta chave sem escala

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração - Seção 04 Planta baixa, Corte DD, quantitativos de pisos e itens, detalhes Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

Corte DD escala 1: 750

FOLHA 19/47

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION


PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

2.5

.20 R1

2

.79

R0

81

R1.3

1.80

R1.5

9

3.37

1.17

0.77

1.05

6

3

R1.1

8 2.3

1.

393.77

R0.7

5

Norte

4

1.8

1.58

3.4

9

21.52

12.23

61.00

45.91

35.40

11.59

7.10

9.17

19.70

19.60

20.00

134.69

R2.20

5 .2 29

8 2.2 R3

9 4

95

0.59

1.4

R1

.2

1.75

50.53

54.85

3.51

5 .8

3

49

1. 08

R0

6

R0 .4

1

4.1

7

R2 8.7

2.

8 2.6 R3

3 6.1 R3

10.92

0.6

6

87.12

2.90

43.18

3.17

28.70

5.46

21.55

R0.3 9

38 .5

2.1

0

.3

R19.48

0.6

R1

4.34

38.8

6

1.9

R0.48

9.71

R1

.49

19.19

35

R0

92.94

.02

22.

0.42

7

6

R

24 1.

18.74

1.90

2.52 9 1.1

0

26.

70

12

.0

21.9 8

29.

R1

2

2

9

.74

R15.48

.79

30.7

R1

.7

.1

2.6

R18.44

32.79

R1

0

1 2.

R0

9

.42

34 24. 94

5

1

1.5

2

.0

20

3

.2

Pista de caminhada

.08

32.32

R45.6

R1

Espaço pet 22

Pista de skate

R22.44

7

42.2

29

3

55.5 5

3

6

36

R43.6

R26.39

70.79

5.

R3

6

.5 R3

1.35

3.01

.84

R0

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

R0.9

9

TERMINAL RODOVIÁRIO

R31.23

76.45

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

87.64

escala 1: 200

R35.23

30.00

Sanitários

46.7

Planta baixa - Canteiros

Área de func.

Administração

Hortinha

20.00

Espaço yoga sem cobertura

Depósitos Sala de educação ambiental

Planta baixa - Canteiros Planta baixa - Seção 04 - Cotas

escala 1: 200

escala 1: 750

Paleta de cores

Tabela Botânica Flor Nome científico

Nome popular

Porte

Cor

Época

Espaçamento

Dens. Plantio

Quantidade

Origem

Luminosidade

Frutos

Licania tomentosa

Oiti

Acima 12m

Amarelo

Inverno

3m x 3m

33,33

12

Nativa

Sol pleno

Sim

Bauhinia variegata

Pata de Vaca

Até 12m

Rosa

Inverno/Primavera

3m x 3m

75,84

25

Exótica

Sol pleno

Sim

Tibouchina granulosa pata de vaca

pata de vaca

pata de vaca

quaresmeira

+20,00

área de funcionários

+15,00

ciclovia pista de caminhada

Corte EE escala 1: 500

+10,00

Quaresmeira

Até 12m

Rosa

Primavera/Outono

3m x 3m

79,33

27

Nativa

Sol pleno

Sim Sim

Eugenia uniflora

Pitangueira

Até 12m

-

-

3m x 3m

66,66

23

Nativa

Sol pleno

Cryptocarya aschersoniana

Canela Fogo

Acima 12m

Branco/Verde

Primavera

3m x 3m

279,85

93

Nativa

Sol pleno

Sim

Tapirira guianensis

Tapiriri

Até 12m

Branco

Verão

3m x 3m

339,55

113

Nativa

Sol pleno

Sim

Copaifera langsdorffii

Copaíba

Acima 12m

Branco/Verde

Primavera

3m x 3m

434,49

145

Nativa

Sol pleno

Sim

Cariniana estrellensis

Jequitibá Branco

Acima 12m

Branco

Verão

3m x 3m

718,40

240

Nativa

Sol pleno

Sim

Acer palmatum

Bordô Japonês

Até 10m

Vermelho

Primavera

3m x 3m

-

1

Exótica

Sol pleno

Não

Sanchezia nobilis

Sanquésia

Até 3,60m

Laranja

Primavera/Outono

1m x 1m

4,57

5

Nativa

Sol pleno

Não

Strelitzia reginae

Ave do Paraíso

Até 1,80m

Laranja

Ano todo

1m x 1m

3,64

4

Nativa

Sol pleno

Não

Axonopus compressus

Grama São Carlos

Até 0,15m

-

-

0,15m x 0,15m

1514066,22

10093775

Nativa

Sol pleno

Não

Grama Batatais

Até 0,15m

-

0,15m x 0,15m

Nativa

Sol pleno

Não

Paspalum notatum

-

46648

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

jequitbá branco

310986

Primavera

Verão

Outono

Inverno

Planta chave sem escala

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração - Seção 04 Planta baixa, Corte EE, tabela botânica e detalhes em planta Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

FOLHA 20/47


R3.15

7.85

.00

0

0

9

9 1.2

R0.85 1.0 9

5 R0.85

.8

Planta baixa - Espaço Yoga

0

12.72

.24 8.2 8

0

R2.50

4. 78

R5.34

3

3.0

8.17

5

3 .9

R5.67

38

5.

7.15

11.0

R5.2

21. 84

7.74

R1 .7

.91

3

R6

R6

1.75

5.1 3

R6.28

32

7.

0.60

48.33

6.15

59.80

9.72

97

83

R1.

R7.

9.39

61.00 0.60

Planta baixa - Espaço Pet - Cotas escala 1: 100

R2.65

Planta baixa - Espaço Pet escala 1: 100

R6.7 9

9.09

escala 1: 200

R0

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

1.3

.15 R2

R0

0.94

R2.50

8.57

3.66

1 1.2

R1 .65

. 85 R0

0 .0

6

R1 .65

R1

1.3

R1.00

1.10

3. 54

00 R3.

.50 R1

0.2

6 1.1

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

R1.00

.00 R2

5.69

6.26

1.26 1.07

27 2.

R0.85

R1.5

3. 22

.0

0

.00

0.88

8

R1

R1 .0

R1

R1.00

26

1.4

R1.0 0

1.

1. 64

1.14

1.04

1. 39

R0 1.0 .85 7

R3.00

R2

.85 R0

7.52

R0.85

7.90

8.44

R2 .1

5

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

R4.69

7.27

.99

20.00

19.40

19.40

9.11

R9.19

2 .7

R4.39

6.85

5.82

R4.59

10

7.

33

2.16

Planta baixa - Espaço Yoga - Cotas escala 1: 200

53.16

4.48

0.60

10.28

Planta baixa - Pista skate escala 1: 100

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração - Seção 04 Detalhes em planta Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP

R6.11

R3.30

0.60

7.02

5.95

R14 .18

R7 .92

4

R12.68

14.66

R4.2

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

20.00

R8

Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

FOLHA 21/47


PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

Norte

240 CAES 15

4m

113 TAGU 15

4m

23 EUUN 12

4m 1 12

BAVA

12

4m

12

ACPA 4m

5 93 CRAS 15

7

4m

15

12

TIGR 4m

4 12

6

ACPA

75

ACPA

12

4m

4m 3 12

BAVA 4m 4 15

8

BAVA

12

4m

ACPA 4m

7

BAVA

12

4m

BAVA

12

4m

4m ACPA

BAVA 12

12

3

TIGR

5 5

25 12

4m

TIGR

15

LITO 4m

4m

4m 2

3 15

TIGR

12

BAVA 4m

4m

Planta Executiva - Paisagismo - Seção 04 escala 1: 750

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração - Seção 04 Planta Executiva - Paisagismo - Seção 04 Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

FOLHA 22/47

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION


PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

continua no restante do parque

continua no restante do parque

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

Subestação

cisterna

continua no restante do parque

Planta baixa Seção 04 - Pré-lançamento Elétrica e Hidráulica escala 1:750

LEGENDA

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração - Planta Elétrica e Hidráulica

irrigação por aspesor rotativo 360º r = 6m irrigação por aspesor rotativo 360º r = 8,5m

Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP

irrigação direcionada ligação unifilar ligação de água pluvial

Planta chave

poste 4 pétalas led

sem escala

Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

FOLHA 23/47

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION


Elevação 01 - Vista a partir da Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino

Elevação 02 - Vista a partir do Educamais e Terminal Rodoviário

escala 1: 500

escala 1: 750

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

Elevação 03 - Vista a partir da Avenida Papa João Paulo II escala 1: 1000

Elevação 04 - Vista lateral 01 escala 1: 750

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração Elevações do Parque Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP

Elevação 05 - Vista lateral 02 escala 1: 500

Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

FOLHA 24/47


PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

21.10 0.70

3.55

6.12

Norte

0.70

10.03

21.10

projeção cobertura

Norte

3.76 5.82

2.29

2.29

5.82

trocador

+0.15

8.50

+0.15

5.82

PCD mas. 3,40m²

0.70

PCD fem. 3,40m²

1.70 2.00

2.00

4.36

1.70

teto jardim

4.36

sanitário masculino 36,90m²

sanitáro feminino 36,90m² +0.15

8.50

6.80

1.40

8.50

depósito mat. esportivo 25,57m²

+0.15

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

1.30

7.80

1.30

1.10

6.80

área de sanitários

4.80

trocador

0.70

19.70

0.70

21.10

Planta baixa - Sanitários públicos

Planta de Cobertura - Sanitários públicos

escala 1: 100

escala 1: 100

Código P01 P02

revestimento em azulejo branco 45x45

pcd masc.

+0.15

pcd fem.

+0.15 san. feminino granito branco

Código

0.00

+0.15 san. fem.

revestimento em azulejo branco 45x45

Corte AA

Corte BB

escala 1: 100

escala 1: 100

J01 J02 J03 J04

san. fem. +0.15

granito branco

Material madeira madeira

Quadro de Esquadrias - Janelas Largura Tipo Altura Peitoril 5,10 0,80 1,60 basculante 1,20 0,80 1,60 basculante 5,20 0,80 1,60 basculante 2,75 0,80 1,60 basculante

Material vidro e metal vidro e metal vidro e metal vidro e metal

4.15

0.60 0.80

1.00 0.00

3.15

0.80

revestimento em pastilha 30x26cm

2.00

0.80 +0.15

área de caixa d'água

calha laje

2.00

3.00

1.50 +0.15 san. masculino

telhado verde pintura na cor branca com tinta lavável

1.75

depósito de materiais

0.50 1.00

+0.15

1.60

3.00

0.60 0.80

1.00 0.60 0.80 1.75

1.00

pintura na cor branca latex

3.15

4.15

calha laje

telhado verde

3.00

área de caixa d'água

pintura na cor branca com tinta lavável

Quadro de Esquadrias - Portas Tipo Altura 0,80 2,10 abrir - 1 folha 0,90 2,10 abrir - 1 folha

Largura

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração - Sanitário Público Planta baixa, Planta de cobertura e cortes Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

FOLHA 25/47

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION


projeção cobertura

3,55

3,76

+ 0,15

+ 0,15

+ 0,15

1,30

6,80

6,80

4,80

1,30

+ 0,15

+ 0,15

2,00

5,82

PCD fem. 3,40m²

1,70

4,35

1,70

2,00

4,35

Sanitário Masculino 36,90m²

6,80

Sanitário Feminino 36,90m²

+ 0,15

5,82 2,30

2,30

5,82

PCD masc. 3,40m²

5,82

Depósito de mat. esp 25,57m²

projeção cobertura

Planta Baixa (Layout) - Sanitários esc 1:100

Platibanda em cimento queimado

Platibanda em cimento queimado

Platibanda em cimento queimado

parede na cor mar noturno suvinil

parede na cor mar noturno suvinil

parede na cor mar noturno suvinil

esquadria de alumínio em preto com vidro verde

esquadria de alumínio em preto com vidro verde

parede verde feita com hera faixa de madeira

parede verde feita com hera

parede verde feita com hera

faixa de madeira

faixa de madeira

Elevação Sanitários - Frontal

Elevação Sanitários - Lateral 01

Elevação Sanitários - Lateral 02

esc 1:100

esc 1:100

esc 1:100

Platibanda em cimento queimado

parede na cor mar noturno suvinil esquadria de alumínio em preto com vidro verde

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo parede verde feita com hera faixa de madeira

Elevação Sanitários - Fundos

Projeto Parque Integração - Sanitários Públicos Planta de Layout, Elevações e vista Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP

esc 1:100

Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

FOLHA 26/47


PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION Norte

Norte

projeção cobertura

P7 (0,15 x 0,40)

P11 (0,15 x 0,40)

P12 (0,15 x 0,40)

VB106(0,15 x 0,60)

P5 (0,15 x 0,40)

P4 (0,15 x 0,40)

VB101(0,15 x 0,60)

P6 (0,15 x 0,40)

P10 (0,15 x 0,40)

P3 (0,15 x 0,40)

L4 h = 12cm

VB105(0,15 x 0,60)

P9 (0,15 x 0,40) P8 (0,15 x 0,40)

L6 h = 12cm

V105(0,15 x 0,60)

h = 12cm

L3 h = 12cm

P2 (0,15 x 0,40)

P7 (0,15 x 0,40)

P10 (0,15 x 0,40)

P9 (0,15 x 0,40)

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

L5 h = 12cm

L2

V104(0,15 x 0,60)

V103(0,15 x 0,60)

L1 h = 12cm

P1 (0,15 x 0,40)

VB104(0,15 x 0,60)

P5 (0,15 x 0,40)

VB103(0,15 x 0,60)

P4 (0,15 x 0,40)

V101(0,15 x 0,60)

P6 (0,15 x 0,40)

P8 (0,15 x 0,40)

L8 h = 12cm

L7 h = 12cm

V107(0,15 x 0,60)

P13 (0,15 x 0,40)

P14 (0,15 x 0,40)

P15 (0,15 x 0,40)

P11 (0,15 x 0,40)

P12 (0,15 x 0,40)

Planta baixa - Estrutural

Planta Baixa - Estrutural Baldrame

escala 1: 100

escala 1: 100

VB107(0,15 x 0,60)

P13 (0,15 x 0,40)

P14 (0,15 x 0,40)

P15 (0,15 x 0,40)

projeção cobertura

CI

LEGENDA CI

CG

RG

RG

- caixa de inspeção - caixa de gordura

- ralo seco - ralo sinfonado - tubulação de esgoto - tubulação de hidráulica RG - registro geral

caixa d'água tigre 1500l cada

acesso para limpeza

teto jardim

laje

- prumada de água fria

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo

- prumada de água quente - tubo de ventilação

Detalhe de caixa d'água escala 1: 100 CI

Planta baixa - Hidráulica

Projeto Parque Integração - Sanitário Público Plantas de pré-lançamento estruturais e hidráulica Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

escala 1: 100

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

P3 (0,15 x 0,40)

VB102(0,15 x 0,60)

P2 (0,15 x 0,40)

V106(0,15 x 0,60)

V102(0,15 x 0,60)

P1 (0,15 x 0,40)

projeção cobertura

FOLHA 27/47


PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

Norte

S

S S

LEGENDA - tomada baixa a 30cm do piso acabado - tomada média a 1,20m do piso acabado

S

- telefone interno na parede - telefone interno no piso - tomada de piso QD

- ponto de iluminação no teto - ponto de iluminação no teto (embutido) S - interruptor - quadro de energia S

S

Planta baixa - Elétrica escala 1: 100

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração - Sanitário Público Planta de pré-lançamento elétrica Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

projeção cobertura

FOLHA 28/47


PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

19.70

16.40

3.00

Norte

+0.15

7.80

7.50

palco +0.50

cobertura metálica i=2%

S

1.20

3 21

8.35

3.00

8.35

19.70

Planta baixa - Sala de Educação Ambiental

Planta de Cobertura - Sala de Educação Ambiental

escala 1: 100

escala 1: 100

Código

0.50

palco em madeira plástica

escada acesso 0.00

Corte CC

Corte DD

escala 1: 100

escala 1: 100

1.05

0.40

pintura na cor branca latex

Código

Material vidro e metal

palco em +0.50 madeira plástica +0.15

Quadro de Esquadrias - Janelas Largura Tipo Altura Peitoril 2,05 2,10 0,15 fixa

Material vidro e metal

3.85

J05 2.80

gradil pré-moldado para vegetação +0.50

+0.15

estrutura metálica na cor preta

2.90

3.30

pintura na cor branca latex

Quadro de Esquadrias - Portas Tipo Altura 3,00 2,10 correr - 4 folhas

Largura

cobertura metálica i = 2% calha

0.50

0.40

cobertura metálica i = 2% estrutura metálica na cor preta

3.30

2.80

3.95

1.00

P03

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração - Sala de Educação Ambiental Planta baixa, Planta de cobertura e cortes Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

i=2%

Sala Ed. Ambiental 145,50m²

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

7.50

6.30

Norte

FOLHA 29/47


3,00

Palco

+ 0,65

16,40

Sala de Educação Ambiental 145,50m²

+ 0,15

Planta Baixa (Layout) - Sala de Educação Ambiental esc 1:100

parede na cor verde fundo do oceano suvinil

parede em cimento queimado

parede na cor verde fundo do oceano suvinil

parede na cor verde fundo do oceano suvinil

esquadrias em alumínio preto e vidro cinza

gradil de ferro modulação 60x60cm para inserir vegetação em mosaico

gradil de ferro modulação 60x60cm para inserir vegetação em mosaico

Elevação Sala de Educação Ambiental - Frontal

Elevação Sala de Educação Ambiental - Lateral 01

Elevação Sala de Educação Ambiental - Lateral 02

esc 1:100

esc 1:100

esc 1:100

parede na cor verde fundo do oceano suvinil parede em cimento queimado

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo esquadrias em alumínio preto e vidro cinza

Projeto Parque Integração - Sala de Educação Ambiental Planta de Layout, Elevações e vista Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP

Elevação Sala de Educação Ambiental - Fundos esc 1:100

Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

FOLHA 30/47


PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION Norte

Norte

P2 (0,15 x 0,40)

P3 (0,15 x 0,40)

P4 (0,15 x 0,40)

P5 (0,15 x 0,40)

P6 (0,15 x 0,40)

P7 (0,15 x 0,40)

P8 (0,15 x 0,40)

P1 (0,15 x 0,40)

P4 (0,15 x 0,40)

P5 (0,15 x 0,40)

P6 (0,15 x 0,40)

P7 (0,15 x 0,40)

P8 (0,15 x 0,40)

VB109(0,15 x 0,40)

VB108(0,15 x 0,40)

VB107(0,15 x 0,40)

VB106(0,15 x 0,40)

VB105(0,15 x 0,40)

P9 (0,15 x 0,40)

VM110(0,15 x 0,40) P12 (0,15 x 0,40)

VB104(0,15 x 0,40)

VB102(0,15 x 0,40)

VM109(0,15 x 0,40)

VM108(0,15 x 0,40)

VM107(0,15 x 0,40)

VM106(0,15 x 0,40)

VM105(0,15 x 0,40)

VM104(0,15 x 0,40)

P10 (0,15 x 0,40)

P10 (0,15 x 0,40)

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

VB110(0,15 x 0,40) P13 (0,15 x 0,40)

P14 (0,15 x 0,40)

P15 (0,15 x 0,40)

P16 (0,15 x 0,40)

P17 (0,15 x 0,40)

P18 (0,15 x 0,40)

P11 (0,15 x 0,40)

Planta baixa - Estrutural

Planta Baixa - Estrutural Baldrame

escala 1: 100

escala 1: 100

P12 (0,15 x 0,40)

P13 (0,15 x 0,40)

P14 (0,15 x 0,40)

P15 (0,15 x 0,40)

P16 (0,15 x 0,40)

P17 (0,15 x 0,40)

P18 (0,15 x 0,40)

LEGENDA - tomada baixa a 30cm do piso acabado - tomada média a 1,20m do piso acabado - telefone interno na parede - telefone interno no piso S

S S

S

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo

- tomada de piso - ponto de iluminação no teto - ponto de iluminação no teto (embutido) S - interruptor - quadro de energia

Planta baixa - Elétrica

Projeto Parque da Integração Plantas de pré-lançamento estruturais e elétrica Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

escala 1: 100

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

P9 (0,15 x 0,40)

P11 (0,15 x 0,40)

P3 (0,15 x 0,40)

VB101(0,15 x 0,40) VM103(0,15 x 0,40)

VM102(0,15 x 0,40)

VM101(0,15 x 0,40)

P2 (0,15 x 0,40)

VB103(0,15 x 0,40)

P1 (0,15 x 0,40)

FOLHA 31/47


PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

36.80

2.60

+0.15

cozinha func. 32,09m² +0.15

4.20

1.12

3.80

DML 21,38m² +0.15

5.63

+0.15

vestiário masculino +0.15 funcionários 35,51m²

sala de reunião 30,89m²

5.63

+0.15

7.45

7.10

5.45

administrativo 27,52m²

5.45

Norte direção 24,53m²

6.75

4.35

1.45

5.05

4.50

projeção cobertura

0.70

projeção cobertura

3.80 3.80

0,80 0,90 1,45 1,70

2.00

+0.15

9.70

5.63

+0.15

5.56

1.30 vestiário feminino funcionários 35,51m²

sala de estar funcionários 55,44m²

Depósito mat. gerais 21,38m²

J06 J07 J08 J09 J10 J11 J12 J13 J14 J15 J16 J17

Material madeira madeira vidro e metal vidro e metal

Quadro de Esquadrias - Janelas Largura Tipo Altura Peitoril 4,17 2,10 0,00 fixa 4,60 2,10 0,00 fixa 4,00 2,10 0,00 fixa 6,40 0,80 2,00 basculante 2,15 0,80 1,60 basculante 1,40 0,80 1,60 basculante 1,73 2,80 0,00 fixa 1,45 0,80 1,60 basculante 1,10 2,80 0,00 fixa 2,63 2,80 0,00 fixa 2,84 2,80 0,00 fixa 2,75 2,80 0,00 fixa

Material vidro e metal vidro e metal vidro e metal vidro e metal vidro e metal vidro e metal vidro e metal vidro e metal vidro e metal vidro e metal vidro e metal vidro e metal

+0.15

2.60

1.12

5.63

5.80

2.00

3.45 1.75

13.10

11.40

2.86

0.80

13.10

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

3.80

4.35

4.35 w.c./pcd fem. 8,70m² +0.15

P01 P02 P04 P05

Quadro de Esquadrias - Portas Tipo Altura 2,10 abrir - 1 folha 2,10 abrir - 1 folha 2,80 correr - 2 folhas 2,80 abrir - 2 folhas

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

9.70

recepção e espera 56,26m² +0.15

Largura

Código 3.65

w.c./pcd masc. 8,70m² +0.15 4.35

Código

6.75

0.70

7.45

0.70

14.50

2.30

18.60

0.70

36.80

Planta baixa - Administração e Área de Funcionários escala 1: 100

+0.15 depósito

pintura na cor branca com tinta lavável

Corte EE

1.67

telhado verde i = 5%

revestimento em azulejo branco 45x45

pintura na cor branca com tinta lavável

vest. fem. funcionários

+0.15 san. feminino

0.00

revestimento em pastilha 30x26cm

+0.15 recepção/espera

revestimento em azulejo branco 45x45

escala 1: 100

tampo de bancada em granito cinza

3.77

0.67 3.47

3.15 +0.15

2.80

0.80 0.67 2.00

+0.15 sala de estar func.

pintura na cor branca com tinta lavável

pergolado

2.14

1.38 2.80

3.47

5.44

laje

0.82

0.15 1.38

telhado verde i = 5%

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração - Administração e Área de Funcionários Planta baixa e corte Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

FOLHA 32/47

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION


PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

36.80

15.20

2.30

19.30

teto jardim

i =5%

i =5%

13.10

13.10

teto jardim

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

Norte

36.80

Planta de Cobertura - Administração e Área de Funcionários escala 1: 100 pintura na cor branca com tinta lavável

1.14 0.85 4.94

0.80

Corte FF

Projeto Parque Integração - Administração e Área de Funcionários Planta de cobertura e corte Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP

2.15 +0.15

revestimento em azulejo branco 45x45

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo

3.50

3.50

3.50

0.85 0.80 2.15

3.80

6.31

2.17

telhado verde i = 5%

revestimento em pastilha 30x26cm

+0.15

vest. masc.

granito branco

revestimento em pastilha 30x26cm

0.00

revestimento em azulejo branco 45x45

Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

escala 1: 100

FOLHA 34/47

PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION


teto verde projeção cobertura

4,50

+ 0,15

5,05

projeção cobertura

pergolado

3,80

7,45

4,35

+ 0,15

teto verde

+ 0,15 + 0,15

2,60

5,45

5,63

Vestiário masc. func. 35,51m²

parede na cor cera de abelha suvinil

1,45

6,75

esquadria de alumínio em preto com vidro cinza

Copa - Funcionários 32,09m²

+ 0,15

Direção 24,53m²

8,58

Administrativo 27,52m²

0,98

2,00

Sala de reunião 30,89m²

7,10

+ 0,15

Elevação Administração e Área de Funcionários - Frontal esc 1:100

Sala de estar - funcionários 55,44m²

pergolado

5,63

1,30

+ 0,15

Sanitário masc. 8,70m² + 0,15

Recepção 56,26m²

Depósito de mat. gerais 21,38m² + 0,15

4,35

Vestiário fem. func. 35,51m²

4,35 + 0,15

parede na cor cera de abelha suvinil

6,75

parede na cor mantra suvinil

2,00

Sanitário fem. 8,70m² 5,80

parede na cor mantra suvinil

parede com revestimento em pedra rústica

2,60

0,80

9,70

5,63

2,86

+ 0,15

esquadria de alumínio em preto com vidro cinza

painel de madeira de demolição como floreira

parede verde

DML 21,38m² + 0,15

painel de madeira plástica

painel de madeira de demolição como floreira

7,45

esquadria de alumínio em preto com vidro cinza

3,80

projeção cobertura

parede verde

projeção cobertura

Planta Baixa (Layout) - Administração e Área de Funcionários esc 1:100

Elevação Administração e Área de Funcionários - Fundos esc 1:100

pergolado

parede com revestimento em pedra rústica parede verde

painel de madeira de demolição funcionando como floreira

esquadria em alumínio na cor preta vidro azul

parede em cimento queimado

pergolado

parede em cimento queimado

painel de madeira de demolição funcionando como floreira

painel de madeira de demolição funcionando como floreira

painel de madeira de demolição funcionando como floreira

parede na cor mantra suvinil esquadria de alumínio na cor preta vidro cinza

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração - Administração e Área de Funcionários Planta de Layout, Elevações e vista Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP

Elevação Administração - Lateral 01

Elevação Administração - Lateral 02

Elevação Área de Funcionários - Lateral 01

Elevação Área de Funcionários - Lateral 02

esc 1:100

esc 1:100

esc 1:100

esc 1:100

Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

FOLHA 33/47


PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

P12 (0,15 x 0,40) L4 h = 12cm

P11 (0,15 x 0,40)

L5 h = 12cm

P10 (0,15 x 0,40)

L5 h = 12cm

P13 (0,15 x 0,40)

P18 (0,15 x 0,40)

P19 (0,15 x 0,40)

1.08

P13 (0,15 x 0,40)

L6 h = 12cm P16 (0,15 x 0,40)

L7 h = 12cm

P17 (0,15 x 0,40)

L8 h = 12cm P17 (0,15 x 0,40)

V107(0,15 x 0,60)

P12 (0,15 x 0,40)

P14 (0,15 x 0,40)

P15 (0,15 x 0,40)

L6 h = 12cm

P17 (0,15 x 0,40)

P11 (0,15 x 0,40)

V107(0,15 x 0,70)

P15 (0,15 x 0,40)

P14 (0,15 x 0,40)

P16 (0,15 x 0,40)

L4 h = 12cm

P8 (0,15 x 0,40)

L3 h = 12cm 0.61

P9 (0,15 x 0,40)

P5 (0,15 x 0,40)

V106(0,15 x 0,60)

P10 (0,15 x 0,40)

P9 (0,15 x 0,40)

P7 (0,15 x 0,40)

P7 (0,15 x 0,40) L2 h = 12cm

V104(0,15 x 0,60)

V106(0,15 x 0,50)

L3 h = 12cm

V105(0,15 x 0,60)

L2 h = 12cm

V104(0,15 x 0,50)

V102(0,15 x 0,60)

L1 h = 12cm

P8 (0,15 x 0,40)

P6 (0,15 x 0,40)

P4 (0,15 x 0,40)

V105(0,15 x 0,60)

L1 h = 12cm

V104(0,15 x 0,60)

V101(0,15 x 0,60)

P6 (0,15 x 0,40)

P3 (0,15 x 0,40)

P2 (0,15 x 0,40) V103(0,15 x 0,60)

P5 (0,15 x 0,40)

P1 (0,15 x 0,40)

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V108(0,15 x 0,60)

P20 (0,15 x 0,40)

V109(0,15 x 0,60) P18 (0,15 x 0,40)

V110(0,15 x 0,60) P19 (0,15 x 0,40)

P20 (0,15 x 0,40)

P21 (0,15 x 0,40)

Planta baixa - Estrutural escala 1: 100

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração - Administração e Área de Funcionários Planta de pré-lançamento estrutural Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

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Norte

P4 (0,15 x 0,40)

V102(0,15 x 0,60)

V101(0,15 x 0,60)

projeção cobertura

V103(0,15 x 0,50)

P1 (0,15 x 0,40)

P3 (0,15 x 0,40)

0.34

projeção cobertura P2 (0,15 x 0,40)

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projeção cobertura

P12 (0,15 x 0,40)

P11 (0,15 x 0,40)

VB104(0,15 x 0,60) P11 (0,15 x 0,40)

VB107(0,15 x 0,70)

P13 (0,15 x 0,40)

P14 (0,15 x 0,40)

P15 (0,15 x 0,40) P15 (0,15 x 0,40)

P14 (0,15 x 0,40)

P16 (0,15 x 0,40)

P17 VB108(0,15 x 0,60) (0,15 x 0,40)

VB107(0,15 x 0,60) P17 (0,15 x 0,40)

P18 (0,15 x 0,40)

P19 (0,15 x 0,40)

P20 (0,15 x 0,40)

P8 (0,15 x 0,40)

P12 (0,15 x 0,40)

VB109(0,15 x 0,60) P18 (0,15 x 0,40)

P7 (0,15 x 0,40) VB105(0,15 x 0,60)

P10 (0,15 x 0,40)

P5 (0,15 x 0,40)

P4 (0,15 x 0,40)

VB106(0,15 x 0,60)

P10 (0,15 x 0,40)

P9 (0,15 x 0,40) VB102(0,15 x 0,60)

P9 (0,15 x 0,40)

P7 (0,15 x 0,40)

VB105(0,15 x 0,60)

VB106(0,15 x 0,50)

VB103(0,15 x 0,60)

P6 (0,15 x 0,40)

P6 (0,15 x 0,40)

P3 (0,15 x 0,40)

P2 (0,15 x 0,40)

VB101(0,15 x 0,60)

VB104(0,15 x 0,50)

VB102(0,15 x 0,60)

P5 (0,15 x 0,40)

P1 (0,15 x 0,40)

P13 (0,15 x 0,40)

P17 (0,15 x 0,40)

P16 (0,15 x 0,40)

VB110(0,15 x 0,60) P19 (0,15 x 0,40)

P20 (0,15 x 0,40)

P21 (0,15 x 0,40)

Planta Baixa - Estrutural Baldrame escala 1: 100

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração - Administração e Área de Funcionários Planta de pré-lançamento estrutural Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

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Norte

projeção cobertura P4 (0,15 x 0,40)

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VB103(0,15 x 0,50)

VB101(0,15 x 0,60)

P8 (0,15 x 0,40)

P3 (0,15 x 0,40)

VB104(0,15 x 0,60)

P2 (0,15 x 0,40)

P1 (0,15 x 0,40)

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CI

RG

RG

1.38

CI

LEGENDA CI

CG

- caixa de inspeção - caixa de gordura

- ralo seco - ralo sinfonado - tubulação de esgoto - tubulação de hidráulica RG - registro geral - prumada de água fria - prumada de água quente CI

- tubo de ventilação RG

CI

Planta baixa - Hidráulica escala 1: 100

caixa d'água tigre 1500l cada

acesso para limpeza

jardim

caixa d'água tigre 1500l cada

jardim acesso para limpeza

Projeto Parque Integração - Administração e Área de Funcionários Planta de pré-lançamento hidráulica Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP

laje laje w.c. fem.

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo

w.c. masc. vest. masc.

vest. fem.

Detalhe de caixa d'água - Administração

Detalhe de caixa d'água - Área de Funcionários

escala 1: 100

escala 1: 100

Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

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Norte

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projeção cobertura

projeção cobertura

S S

LEGENDA - tomada baixa a 30cm do piso acabado - tomada média a 1,20m do piso acabado

S S

- telefone interno na parede - telefone interno no piso

S

S

- tomada de piso - ponto de iluminação no teto - ponto de iluminação no teto (embutido)

S

S

S - interruptor - quadro de energia

S S S SP S S

projeção cobertura

Planta baixa - Elétrica escala 1: 100

Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração - Administração e Área de Funcionários Planta de pré-lançamento elétrica Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins

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Norte


Memorial Botânico

01 – Oiti (Licania tomentosa)

06 – Magnólia (Magnolia grandiflora)

02 – Pata de Vaca (Bauhinia variegata)

07 – Carobinha (Jacaranda puberula Cham.)

03 – Quaresmeira (Tibouchina granulosa)

08 – Tauva (Guarea guidonia)

04 – Sibipiruna (Caesalpinia peltophoroides)

09 – Paineira (Chorisia speciosa St.Hil.)

05 – Chuva de Ouro (Cassia fistula)

10 – Aroeira (Lithraea molleoides)


Memorial Botânico

11 – Amoreira (Morus nigra)

12 – Jacarandá mimoso (Jacaranda mimosifolia)

16 – Tapiriri (Tapirira guianensis)

13 – Ipê Verde (Cybistax antisyphilitica)

17 – Copaíba (Copaifera langsdorffii)

14 – Pitangueira (Eugenia uniflora)

18 – Jequitibá branco (Cariniana estrellensis)

15 – Canela fogo (Cryptocarya aschersoniana Mez)

19 – Bordo japones (Acer palmatum)


Memorial Botânico

20 – Agave (Agave americana)

24 – Lírio do brejo (Hedychium coronarium)

21 – Agave dragão (Agave attenuata)

25 – Cica (Cycas revoluta)

22 – Furcréia (Furcraea foetida)

26 – Azaleia (Rhododendron simsii)

23 – Papiro brasileiro (Cyperus giganteus)

27 – Sanquésia (Sanchezia nobilis)


Memorial Botânico

28 – Ave do paraíso (Strelitzia reginae)

32 – Grama azul (Festuca glauca)

29 – Onze horas (Portulaca grandiflora)

30 – Cóleus (Solenostemon scutellarioides )

33 – Grama São Carlos (Axonopus compressus )

31 – Kalanchoe (Kalanchoe blossfeldiana)

34 – Grama batatais (Paspalum notatum)


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Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração Vista Setor 01 Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

Vista Setor 01 - Entrada

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Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração Vista Setor 02 Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

Vista Setor 02 - Pergolado

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Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração Vista Seção 03 Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

Vista Seção 03 - Praça do Encontro

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Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração Vista Seção 03 Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

Vista Seção 03 - Lago e Área de Piquenique

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Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração Vista Seção 04 Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

Vista Seção 04 - Espaço Yoga

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Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração Vista Sanitários e Depósitos Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

Vista Sanitários e Depósitos

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Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração Vista Sala de Educação Ambiental Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

Vista Sala de Educação Ambiental

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Universidade de Mogi das Cruzes - Arquitetura e Urbanismo Projeto Parque Integração Vista Administração e Área de Funcionários Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino e Avenida Papa João Paulo II Chácaras Rurais Santa Maria, Jacareí - SP Nicolli Chiarella RGM 11151504209 10º Período Noturno Professor Orientador Celso Ledo Martins PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION

Vista Administração e Área de Funcionários

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Imagem original de capa por: Daniel Spase Logo e arte final por: Nicolli Chiarella


Profile for Nicolli Chiarella

Parque Integração - Jacareí/SP  

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