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noite


noite


EDITORIAL Como já alguém disse, quando se habita um lugar, ao fim de um tempo passase a fazer parte desse lugar. É indiscutível que a tipografia se instalou nas cidades e meios urbanos e quem visualiza esses lugares pela primeira vez, vislumbra um conjunto vasto de elementos (os habituais e mais marcantes para a paisagem da cidade e suas características arquitectónicas e cromáticas), entre os quais a tipografia. Nesta lógica, os objectos tipográficos colocados nas cidades

fazem parte da sua paisagem, porque a habitam e conferem características visuais específicas, ajudam a reflectir a identidade dos locais, os costumes, os gostos, a cultura. Estão lá efémera ou efectivamente e enquanto o fazem, marcam a vida das pessoas circulam nesse lugar. São parte do cenário do seu quotidiano, das suas experiências, da sua vida. Por isso a tipografia não se limita à definição tradicional que lhe é atribída.


Atypi.Tipografia.Verena

Gerlach.Berlim

going over and underg round in berlin

Eu tive a sorte de ter presenciado a queda do muro de Berlim em Novembro de 1989 e de ter vivido a alegria que se sentiu nos anos seguintes. Para preservar as impressões e a excitação generalizada na cidade, nessa época, eu recolhi uma série de material visual. Entre 1991 e 1998, documentei o lettering das antigas lojas, que era pintado directamente sobre as fachadas. Na “Berlim-Este” inicial— a maioria em Prenzlauer Berg e Mitte. Este lettering não só sobreviveu à II Guerra Mundial, como também a mais do que 45 anos do período pós-guerra. Como as velhas estruturas da zona este estavam em muito más condições, a cidade foi envolvida num enorme plano de reconstrução que atingiu a maioria

A única forma de não perder toda a beleza desses letterings, e as histórias por detrás deles, era eternizá-los em fotografias e tentar encontrar uma forma de os mostrar

das fachadas dos prédios. A única forma de não perder toda a beleza desses letterings, e as histórias por detrás deles, era eternizá-los em fotografias e tentar encontrar uma forma de os mostrar mais tarde noutro contexto. Para mostrar que o lettering das antigas lojas estava a desaparecer nos úlimos 5 anos (em 2005), eu regressei aos mesmos locais onde havia tirado todas as minhas fotografias. Tirei novas fotografias, tentando situar-me precisamente na mesma posição, e mantendo o mesmo ângulo que tinha utilizado da primeira vez. tradução de um excerto de um artigo escrito por Verena Gerlach retirado de www. atypi.org/30_past_conferences/06_Lisbon/ presentations/verenaGerlach.pdf


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Tipografia.Adaptação.Novo

s meios

A tipografia transcendeu o seu sentido tradicional aplicado à sinalética, mapas e jornais. No ambiente cada vez mais “digitalizado” da cidade, painéis electrónicos de informação marcam a entrada de uma nova era na paisagem citadina, os contornos de um espaço invisível, um mundo de dados informes, configurados através de redes de actividade incessante. O papel de mensagens pontilhadas passando ao longo de monitores horizontais parecem ser análogosàs noções tradicionais da sinalética, e outras formas de informação no espaço público. As mensagens electrónicas medeiam o ambiente urbano, com o fim de orientar e conduzir as pessoas, enquanto que estabelecem territórios e domínios.

Os traços que deixam para trás dizem respeito a uma tipografia dinâmica com a qual nós estamos agora familiarizados

No filme Matrix, os Hackers liam uma “cortina” de códigos digitais que passavam ao longo de um ecrã como se estivessem a olhar directamente para o mundo que ele estava a produzir. William Gibson caracterizou este ambiente electrónico como “ciberespaço”, e uma das suas características envolvia uma tipografia futurista ligada a uma rede potente. Painéis iluminados sensíveis ao toque, códigos de acesso activados por voz, cursores invisíveis são como luzes coloridas que invadem o campo de visão como flashes de luz a irromper pela cidade, vindas do espaço. Mas cada uma destas formas, assim como os traços que deixam para trás — fragmentos de informação pessoal que pode ser retribuída, amplificada— dizem respeito


Este trabalho une a arquitectura com tipografia e é formado por 6 enormes painéis electrónicos de luz neon, com 3m20cm de altura. O autor TATSUO MIYAJIMA projectou um contador digital que faz a contagem de 9 até 1 sem indicar o ‘0’ e atribuíu uma velocidade de contagem diferente para cada painel. Os painéis mudam consoante a luz do dia. De dia, as luzes de neon estão desligadas e os números comandados pelo contador digital ganham a cor branca. De noite, as luzes acendem e os números passam adquirem cor preta. Estas duas situações extremas simbolizam a “Vida” e a “Morte”. http://www.tatsuomiyajima.com/en/portofolio/00.html

painéis

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informação

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a uma tipografia dinâmica com a qual nós estamos agora muito familiarizados. E não apenas como uma particularidade da internet ou das artes electrónicas. Estas novas formas tipográficas dinamicamente expandem a esfera social, económica e arquitectónica da arquitectura urbanística. tradução de um excerto do artigo “City of Words” publicado na revista eye #40 http://www.eyemagazine.com/feature. php?id=4&fid=6

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electrónicos

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EDIFÍCIO EM HAGUE projectado pelos LUST designers no âmbito da reabilitação do mesmo. Os designers optaram por colocar painéis de LED com frases estáticas. A utilização do LED foi tomada por ser transmissora da nova identidade da cidade: moderna e palco de informações.

nova era


Tipografia.Meio Urbano.In tervenções

A tipografia tem uma presença já estabelecida na cidade, como meio privilegiado para a difusão de mensagens, informações, ou publicidade. Isto é fácil de entender, uma vez que a forma mais directa de fazer chegar informação às pessoas, é colocá-la nos locais que são frequentados por elas. Mas existem cada vez mais artistas conscientes que a cidade pode ser também o palco das suas criações artísticas. Assim, são vários os exemplos de intervenções realizadas no meio urbano, nos mais variados locais. A localização é um factor a ter em conta, uma vez que

A tipografia atinge uma vertente poética no meio urbano, e começa a existir uma nova relação entre as pessoas e os locais

pode acrescentar valores à mensagem ou tipo de reacção que se quer produzir no observador. É uma nova forma de entender a utilização da tipografia, e alargar o seu campo de acção, desta forma, a tipografia atinge uma vertente poética no meio urbano, ou seja, ganha um novo valor nesse meio, e ao mesmo tempo, começa a existir uma nova relação entre as pessoas e os locais onde vivem as suas vidas, sendo que são convidadas a olhar para a cidade de outras formas e por vezes, as pessoas são convidadas a reflectir sobre o que vêem.


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comunicar

ocupar o espaço urbano ...........

.............. LUZBOA, a Bienal Internacional da Luz, que se realiza de 2 em 2 anos na capital de Portugal, propôs na última edição de 2006, aos transeuntes de Lisboa, uma redescoberta da Capital, através da Arte da Luz, percorrendo ao longo de 9 dias, um “caminho de luz”, constituído por intervenções artísticas no Espaço Público.e 2006, Um grande circuito atravessou alguns dos bairros mais carismáticos de Lisboa, oferecendo aos visitantes momentos de revelação poética de um território e dos seus espaços, vistas e edifícios mais notáveis. www.luzboa.pt

Trying to look good limits my life, é o nome de um trabalho de STEFAN SAGMEISTER que corresponde a uma série de fotografias que em sequência formam uma mensagem. Estas foram transformadas em placas gigantes e colocadas num parque em França, onde se realizou a Bienal Art Grandeur Nature. Este é um exemplo de uma intervenção tipográfica no espaço público, que depois sofreu uma transformação: acrescentaram-se novos valores à mensagem, que pela sua dimensão, invade o campo de visão dos transeuntes e monopoliza a atenção do observador.. www.sagmeister.com/work8.html www.exporevue.com/magazine/fr/art_grandeur_nature.html

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PONATAHI HOUSE é uma grande habitação no Norte de Wellington, Nova Zelândia. Este projecto envolve um conjunto de 120 painéis de vidro que formam uma segunda camada rectangular que “embrulha” o nível superior da casa: as suas paredes, janelas e terraços estão cobertas de tipografia. Assim, esta casa está rodeada de literatura. http://www.catherinegriffiths.co.nz/01%203.WAI2.html

tornar-se parte da

paisagem


Cidade.Tipografia.Noite

É um mundo novo aquele em que entramos quando chega a noite. Os compromissos acabam, o tempo abranda, a paisagem escurece e pequenos conjuntos de luz começam a despertar na malha urbana. O nosso olhar dirige-se para pontos iluminados, para objectos que cumprem o seu propósito: a nossa orientação, a marcação de estabelecimentos, lugares, etc. Tudo está sinalizado e mais do que nunca atrai a nossa atenção. Afinal estamos a falar sobre luz e este é um dos

melhores elementos para atrair atenção. A confusão do dia desaparece e dá lugar a momentos mais relaxantes, a saídas sociais, ao convívio. Isto é a noite. Os avanços da tecnologia reflectem-se em todos os momentos do dia, e especialmente durante o período nocturno, a era tecnológica faz com que as cidades possuam cada vez mais vida. A tecnologia foi adoptada pela tipografia e por artistas e arquitectos.

. . . o v o n o d n u m m u É


Os avanรงos da tecnologia reflectem-se em todos os momentos do dia. Existe uma nova vida de imagens nocturnas.


Vemos no conjunto dos elementos da cidade uma identidade


Tipografia.Mensagem.De

sconstrução

Poétrica é uma série de “não-poemas” visuais, composta a partir de operações algébricas que utilizam fontes não-alfabéticas (dings e fontes de sistema) e resultam em significados imagéticos independentes da sua textualidade. Por isso, são “não-poemas” (muito embora sejam poéticos). Todos têm no título a equação que foi digitada e um indicativo da sequência da operação que foi realizada (somas, multiplicações, divisões etc). Além disso, têm um colophon, no rodapé, onde estão especificados a fonte utilizada, tamanho e se foram distorcidas vectorialmente. Concebida para PDAs, Web e diferentes dimensões de papel e métodos de impressão (como plotters e impressoras de pinos),

Redimensionadas e salvas como algo novo, são feitas da mesma informação a pesar de visualmente serem diferentes. Em uma frase, Poetrica é uma série de imagens digitais.

Poétrica explora também contextos de leitura e percepção. Redimensionadas e salvas como algo novo, são feitas da mesma informação a pesar de visualmente serem diferentes. Isso quer dizer que são originais de segunda geração. Em uma frase, Poétrica é uma série de imagens digitais. A “tele-intervenção” urbana Poétrica foi veiculada em três painéis electrónicos localizados na mancha urbana da Galeria Vermelho em São Paulo, entre as avenidas Paulista, Consolação e Rebouças. O público intervinha nos painéis via web e SMS, enviando textos que eram convertidos em fontes não-fonéticas (dings e fontes de sistema) e transmitidas aos três painéis simultaneamente.


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Codificação .........

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Desconstrução .....................

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mensagem

As imagens eram retransmitidas online via webcams e os participantes eram notificados por e-mail ou por SMS sobre a recepção de sua participação e o horário em que a sua intervenção seria transmitida. Poétrica desafiou o processo de comunicação, através da desconstrução da mensagem tipográfica. O alfabeto sofreu uma mutação, de modo a ganhar uma nova conotação: a simbólica. Isto faz lembrar o alfabeto fenício que utilizava imagens para representar objectos e ideias. É uma desconstrução, um retorno às bases históricas do alfabeto, à origem da linguagem escrita. Tudo isto foi feito com a participação directa do público, que aderiu a este projecto, provando que a mensagem que Giselle Beiguelman, conseguiu comunicar, apesar de o ter feito de uma forma codificada, de forma satisfatória o seu projecto. Mensagem recebida! texto adaptado de www.poetrica.net

Projecção .............. mais imagens deste projecto, dispoíveis em http://www.poetrica.net/portugues/poetrica_gb.htm

Envio de


rra rel un e m as do as qu sim e !

E um sen t ho i h rro um ild Co r p ad m r o o e f An peq sou u te ue p e n e as no qu d at est o m eno o e

strelas Ohei hoje para as e ,

— r a h l o ó s —um


— ! m i m e d e g tão lon


Tipografia.Mensagem.Rece

ptor

Vemos no conjunto dos elementos da cidade uma identidade, um estilo, um conjunto de características que nos fazem identificar um significado cultural específico dela. A imagem constrói-se na nossa mente, interioriza-se no nosso conhecimento da cidade em questão. Mas a paisagem citadina não é inalterável, muito antes pelo contrário, sofre mudanças, porque o que a habita tem, por vezes, um carácter efémero, temporário. Então, o seu cenário vai mudando. E a causa disto está também no homem, nos meios de que ele se usa durante a sua época, no seu estilo de vida e na sociedade. A tipografia, os objectos tipográficos, as suas mensagens habitam a cidade e ajudam-nos a formar

Há uma ligação evidente entre as pessoas e a cidade, porque a usam como veículo de cultura, como forma de comunicar com os outros e de o marcar, atingir, criar impacto nas pessoas!

imagens dos locais, a formar uma noção de identidade delas. A cidade é um meio privilegiado de exposição de ideias e mensagens que poderão atingir outras pessoas e ganhar novas dimensões, novos significados para essas pessoas. Então a cidade não é um meio intocável, estático. Ela muda e nós podemos mudá-la, não há razão para pensar na cidade sem pensar nas pessoas que são as receptoras de tudo o que circula na cidade. Há uma ligação evidente entre as pessoas e a cidade, quer como entre tipografia e as pessoas na cidade, porque a usam como veículo de cultura, como forma de comunicar com os outros e de o marcar, atingir, criar impacto nas pessoas!


Tipografia

Cartaz desenhado por Stefan Sagmeister a anunciar o álbum de Lou Reed “Set the Twilight Reeling”. A opção de escrever as letras na cara do cantor (graficamente) deve-se ao facto das canções serem extremamente pessoais.

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impacto ........... pessoas

Poster desenhado por Stefan Sagmeister a anunciar uma conferência da AIGA em Detroit. Sagmeister tentou transmitir a dor que parece acompanhar a maioria dos projectos de design. Sagmeister afirma que um colega de trabalho seu: Martin cortou toda a tipografia na sua pele.


Estímulo.Resposta

Os conceitos de estímulo e resposta não podem ser entendidos separadamente.

texto adaptado de www.coladaweb.com/psicologia/estimuloresposta.htm

Reflexos

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Teoria de Pavlov

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Os conceitos de estímulo e resposta não podem ser entendidos separadamente. Qualquer evento do meio físico tornase um estímulo se for seguido por uma resposta. Estes termos são fundamentais para a compreensão da verdadeira relação entre o meio com a pessoa, porque permite-nos entender o seu comportamento de forma específica e mais precisa. Perante uma estimulação visual (imagem) e auditiva (som) vai se desencadear no sistema da pessoa, uma resposta que poderemos denominar “acção”. Esta será mantida ou emitida sempre que se fizer presente o estímulo.

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condicionados

.......

inatos


tipografia e luzes Cidade chega a noit


O luar n達o vem da lua


pertenรงo


A cidade assume-se como como uma uma multiplicidade de de histórias A cidade assume-se multiplicidade históriaspessopessoais relacionadas com com os mais diversos locais, a aimagem ais relacionadas os mais diversos locais, imagemdestes destes porvez suamarcada vez marcada tipografia o habita.ParalelamenParalelamené por ésua pelapela tipografia queque o habita. te, a memória permite o reconhecimento do local, das mensagens te, a memória permite o reconhecimento do local, das mensagens tipográficas o compõem e das experiências vividas. tipográficas que oque compõem e das experiências lálávividas.


O que é a vida

........

?

O espaço é alguém para mim.

........

Sonhando sou eu só. A luzir, em quem não tem fim

E, sem querer, tem dó. Extensa, leve, inútil passageira, Ao roçar por mim traz

........ Uma ilusão de sonho, em cuja esteira A minha vida jaz.


Noite dentro!

Noite


! o r t n de Vem, espĂ­rito meu!

Pela noite dentro.


Há luz Luz no Há luz Não no

no tojo e no brejo ar e no chão... em tudo o que vejo, meu coração...

E quanto mais luz há lá fora Quanto mais quente é o dia Mais por contrário chora Minha íntima noite fria.


Vou com um passo como de ir parar Pela rua

vazia

Nem sint o como u m mal ou mal-esta r


, a c i t รก t x e e e silenciosa

Vem, Noit

Vem e

o c n a r b o t n a m e nvolver na noit


O meu coração...


, . . o . s a u u l r c e a r d r s e o s d í o u ã r n s e o d e o t j n e e s m e a d s o m i u s N n a o t u Esc


Fico sozinho


. o r i e t n i o s r com o unive


Dói-me tudo por não ser nada. Da grande noite embainhada Ninguém tira a conclusão.


sinto


de ormas f s e t s n ínculo difere v r s o o p m e ece nvidas stabel sas se s e r a e t s v i e i u z d ve a e o or m suscit Muitas indo-s tada p a m i . ç u b a n s a s e s h s s a pre m, e pa de é A sua cada u nela s A cida . e e l d u a q c s lo ia er o certo vivênc m s entend u a m e o t oan . vos c , cons moções s e afecti e õ e ç d o dor e em omenta f sações m u como espaço


É noite. É noite.

r. o l a c ui o

it

bst u s a s na bri

U

ue q e p ma

Este Este luz Este luzir


P’ra ser feliz tanta coisa é precisa.

P’ra ser feliz tanta coisa é precisa.

luzir é melhor . zir é melhor . r é melhor. Este luzir é melhor.


, de noite, deitado mas desperto, Na lucidez inútil de não poder dormir, Quero imaginar alquer coisa E surge sempre outra (porque há sono, E porque há sono, um bocado de sonho), ero alongar a vista com que imagino Por grandes palmares fantásticos. Mas não vejo mais, ntra uma espécie de lado de dentro de pálpebras, Que Lisboa com suas casas De várias coco s. Sorrio, porque aqui deitado é outra coisa. À força de monótono, é diferente. E, à força ser eu, durmo e esqueço que existo. Se, de noite, deitado mas desperto, Na lucidez inútil não poder dormir, Quero imaginar qualquer coisa E surge sempre outra (porque há sono, E rque há sono, um bocado de sonho), Quero alongar a vista com que imagino Por grandes pal palres fantásticos. Mas não vejo mais, Contra uma espécie de lado de dentro de pálpebras, Que sboa com suas casas De várias cores. Sorrio, porque aqui deitado é outra coisa. À força de nótono, é diferente. E, à força de ser eu, durmo e esqueço que existo. Se, de noite, deidei do mas desperto, Na lucidez inútil de não poder dormir, Quero imaginar qualquer coisa E rge sempre outra (porque há sono, E porque há sono, um bocado de sonho), Quero alongar a sta com que imagino Por grandes palmares fantásticos. Mas não vejo mais, Contra uma espéespée de lado de dentro de pálpebras, Que Lisboa com suas casas De várias cores. Sorrio, porque ui deitado é outra coisa. À força de monótono, é diferente. E, à força de ser eu, durmo e queço que existo. Se, de noite, deitado mas desperto, Na lucidez inútil de não poder dordorr, Quero imaginar qualquer coisa E surge sempre outra (porque há sono, E porque há sono, bocado de sonho), Quero alongar a vista com que imagino Por grandes palmares fantásticos. s não vejo mais, Contra uma espécie de lado de dentro de pálpebras, Que Lisboa com suas ca cas De várias cores. Sorrio, porque aqui deitado é outra coisa. À força de monótono, é dife difente. E, à força de ser eu, durmo e esqueço que existo. Se, de noite, deitado mas desperto, lucidez inútil de não poder dormir, Quero imaginar qualquer coisa E surge sempre outra orque há sono, E porque há sono, um bocado de sonho), Quero alongar a vista com que imagiimagi Por grandes palmares fantásticos. Mas não vejo mais, Contra uma espécie de lado de dentro pálpebras, Que Lisboa com suas casas De várias cores. Sorrio, porque aqui deitado é outra isa. À força de monótono, é diferente. E, à força de ser eu, durmo e esqueço que existo. , de noite, deitado mas desperto, Na lucidez inútil de não poder dormir, Quero imaginar alquer coisa E surge sempre outra (porque há sono, E porque há sono, um bocado de sonho), ero alongar a vista com que imagino Por grandes palmares fantásticos. Mas não vejo mais, ntra uma espécie de lado de dentro de pálpebras, Que Lisboa com suas casas De várias coco s. Sorrio, porque aqui deitado é outra coisa. À força de monótono, é diferente. E, à força ser eu, durmo e esqueço que existo. Se, de noite, deitado mas desperto, Na lucidez inútil não poder dormir, Quero imaginar qualquer coisa E surge sempre outra (porque há sono, E rque há sono, um bocado de sonho), Quero alongar a vista com que imagino Por grandes pal palres fantásticos. Mas não vejo mais, Contra uma espécie de lado de dentro de pálpebras, Que sboa com suas casas De várias cores. Sorrio, porque aqui deitado é outra coisa. À força de nótono, é diferente. E, à força de ser eu, durmo e esqueço que existo.

deitado mas desperto,

Na lucidez inútil

de não

poder dormir


Se, de noite,

Quero imaginar qualquer coisa e surge sempre outra


Vou pela noite da indistinta rua Alheio a andar e a ser E a chuva leve em minha face nua Orvalha de esquecer...


Tive um sentimento de tal pequenez


Que em terror fiquei e em sobressalto s贸 por saber que tal mist茅rio encontra O olho que, do erro, olha o alto, Noite dentro, com estrelas sem conta.


Quero alongar a vista com que imagino

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Mas não vejo mais,

Contra uma espécie de lado de dentro de pálpebras. Sorrio, porque, aqui, deitado é outra coisa.


Sim

, tud

o es

que

ço.

Pela

noit

e so

u no

ite t

amb

ém


A vida de nada serve... Pensar na vida de nada serve...


No vรกcuo que se forma de eu ser eu E da noite ser triste


Meu ser existe sem que seja meu E an贸nimo persiste...


Murm

úrio

O lu s de sa ar n udade ão v e de inc em donstânc a lu ia, a Mas

m i f a r e s eu

m i f a r e s do meu

m o d Mas

Ao mito, à mágoa, à ausência e à distância.


Ao mito, à mágoa, à ausência e à distância.

. Ao mito, à mágoa, à ausência e à distância.


Vem, Noite antiquíssima e idêntica, Noite Rainha nascida destronada,

Noite igual por dentro ao silêncio,


Noite

Com as estrelas lantejoulas rรกpidas.


Com as estrelas luzindo nas tuas mĂŁos E a lua mĂĄscara misteriosa sobre a tua face.

Todos os sons soam de outra maneira

Quando tu vens.


Texto poético: Fernando Pessoa Fotografia: Eunice de Oliveira Mariana Amores Sara de Castela Os restantes textos sem citação de autor, são da autoria das discentes.


sinto

pertenรงo

Noite, Pertenço, Sinto  

Can we create connections between city and citizens? Can typography be a communication vehicle, a metaphor for relationships? At “Night, I B...