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Blogues Potencialidades educativas

Carlos Pinheiro, Marรงo de 2009


Sumário • • • • • • • • • • • •

O que é um blogue? Características dos blogues Os blogues na escola Tipos de blogues educativos Blogues como ferramenta educativa Regras do jogo na rede Algumas questões prévias O blogue na Biblioteca Escolar A escrita do blogue Como começar Avaliação de blogues Bibliografia Carlos Pinheiro, 2009


O que é um blogue? •

Características dos blogues • Os blogues na escola • Tipos de blogues educativos Blogues como ferramenta educativa • Regras do jogo na rede • Algumas questões prévias • A escrita do blogue • O blogue na Biblioteca Escolar • Como começar • Avaliação de blogues • Bibliografia Carlos Pinheiro, 2009


O que é um blogue? • Blog - contracção de “web” e log” (“registo na rede”, em tradução livre). • Sítio de Internet criado por um ou vários indivíduos com o propósito de partilhar informação. • Espécie de diário online, com artigos (posts), ordenados cronologicamente. •Possibilidade de comentar os posts.

Carlos Pinheiro, 2009


O que é um blogue?

Características dos blogues •

• Os blogues na escola • Tipos de blogues educativos Blogues como ferramenta educativa • Regras do jogo na rede • Algumas questões prévias • O blogue na Biblioteca Escolar • A escrita do blogue • Como começar • Avaliação de blogues • Bibliografia Carlos Pinheiro, 2009


Características dos blogues 1. Fácil actualização: sem necessidade de conhecimento de linguagem de programação. 2. Design apelativo (baseado em templates predefinidos mas personalizáveis) 3. Cronologia da publicação: Os posts (artigos) organizam-se por ordem cronológica inversa. 4. Interactividade: Os leitores podem interagir com o autor (comentários). Carlos Pinheiro, 2009


Características dos blogues 5. Linguagem coloquial: comunicação directa e pessoal. 6. Ferramentas sociais: facilitam o contacto com pessoas que se dedicam a temas similares. 7. Publicação em formatos múltiplos: As plataformas de blogging redistribuem tudo o que foi publicado em diferentes formatos de maneira automática, html, rss, rdf, atom… Carlos Pinheiro, 2009


Características dos blogues 8. Conteúdo hipertextual e multimédia (imagem, vídeo e som). 9. Organização dos conteúdos em categorias e com etiquetas (tagging). 10. Fácil recuperação da informação. 12. Integração com outras aplicações da Web 2.0. 13. Blogroll. 14. Sindicação e agregação. Carlos Pinheiro, 2009


• O que é um blogue? Características dos blogues

Os blogues na escola •

• Tipos de blogues educativos Blogues como ferramenta educativa • Regras do jogo na rede • Algumas questões prévias • O blogue na Biblioteca Escolar • A escrita do blogue • Como começar • Avaliação de blogues • Bibliografia Carlos Pinheiro, 2009


Os blogues na escola • Recurso gratuito e de utilização fácil. • Tecnologicamente pouco exigente. • Acesso remoto sem barreiras de tempo/espaço. • Fácil consulta devido à sua organização cronológica, temática ou por categorias. • Folksnomias. • Morada web permanente. • Serviços adicionais: downloads, comunicação síncrona e assíncrona, agregação de conteúdos, etc. Carlos Pinheiro, 2009


Os blogues na escola • Transversalização do currículo e da aprendizagem. • Constituição de portefólios. • Usar, entender e reflectir sobre a tecnologia. • Projectos de partilha e intercâmbio (nacional/internacional) • Autoria e responsabilidade partilhada. • Revalorização da imagem profissional do professor. Carlos Pinheiro, 2009


• O que é um blogue? Características dos blogues • Os blogues na escola

Tipos de blogues educativos •

Blogues como ferramenta educativa • Regras do jogo na rede • Algumas questões prévias • A escrita do blogue • O blogue na Biblioteca Escolar • Como começar • Avaliação de blogues • Bibliografia Carlos Pinheiro, 2009


Tipos de blogues educativos Blogues educativos

Mapa conceptual de Felipe Zayas

Projectos de escrita

Projectos colectivos

Podem ser

Acompanhamento de leituras

Individuais

Funções

Colectivos Projectos de investigação

Recapitulação de aprendizagens

Funções

Formato

Ligados ao

Formato Inclui

Categorias e hiperligações da responsabilidade do aluno

Blogue do professor

Funções

Categorias e hiperligações predefinidas

Artigos do professor Com

Tarefas Perguntas

Ajudas

Feed-back

Instruções

Recursos

Carlos Pinheiro, 2009


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Blogues como ferramenta educativa •

• Regras do jogo na rede • Algumas questões prévias O blogue na Biblioteca Escolar • A escrita do blogue • Como começar • Avaliação de blogues • Bibliografia Carlos Pinheiro, 2009


Blogues como ferramenta educativa Promovem a literacia da informação, da leitura e tecnológica Desenvolvem o espírito crítico e reflexivo, promovem a leitura e a escrita e favorecem a construção do conhecimento: – Procura, selecção, verificação, produção e partilha de informação; – Produção de textos multimédia, aplicando um pensamento ordenado e, progressivamente, a vontade de elaborá-lo de forma mais reflexiva e criativa para cativar o grupo. – Comunicação hipertextual. – Desenvolvimento da criatividade e da autonomia Carlos Pinheiro, 2009


Blogues como ferramenta educativa Fomentam o diálogo, o debate e a construção do conhecimento – Comentários e trackback. – Aluno participa no processo de aprendizagem. – Promovem processos de comunicação, de socialização e de construção do conhecimento. – Interactividade: do monólogo ao diálogo. – Feedback de outros participantes (o aluno toma consciência da sua própria aprendizagem)

Carlos Pinheiro, 2009


Blogues como ferramenta educativa

Organização do discurso – Escrever sobre algo, implica reflexão e crítica, o que é fundamental no processo de ensinoaprendizagem. – Elaboração do pensamento de uma forma sequencial. – Controlo sobre o discurso.

Carlos Pinheiro, 2009


Blogues como ferramenta educativa Construção de identidade como autor – – – – – – –

A informação pessoal Recursos subscritos Design utilizado Temas tratados Hiperligações do blogroll Fontes mais utilizadas Comentários noutros blogues.

Carlos Pinheiro, 2009


Blogues como ferramenta educativa

Aprendizagem colaborativa • Comunidades de aprendizagem • Blogues colectivos: – Promoção do trabalho colaborativo. – Distribuição de funções no grupo (autonomia e responsabilidade). – Estabelecimento de um modelo de tutoria mútua entre os membros.

Carlos Pinheiro, 2009


Blogues como ferramenta educativa Pacto de compromisso com a audiência • Fortalecem laços de identidade e desenvolvem atitudes de responsabilidade individual perante o grupo; • O aluno experimentará esta dimensão através de vários indicadores de resposta: – – – –

Comentários; Trackbacks; N.º de visitas; Subscritores dos seus feeds nos agregadores. Carlos Pinheiro, 2009


Blogues como ferramenta educativa

Apoio ao E-learning “Espaço intermédio” entre o ensino presencial e os sistemas estruturados de E-learning (Oravec, J., 2003). • Professores: organizar materiais, motivar comunidade de aprendizagem e criar laços com os alunos (Wise, L., 2005). • Alunos: construir a sua própria aprendizagem e estabelecer redes de inter-relação social que sirvam para atenuar o sentimento de isolamento que geralmente se associam aos sistemas de Elearning

Carlos Pinheiro, 2009


Blogues como ferramenta educativa

Documentação, apoiada com RSS • Coordenação de projectos de investigação on-line: – organizar a documentação do processo – possibilidade de receber feedback (Mortensen e Walter, 2002).

• Utilização dos serviços de agregação de conteúdos (RSS) para se manter actualizado nos blogues do seu interesse. • O professor também pode utilizar este sistema para organizar as leituras dos blogues dos alunos (Richardson, 2005).

Carlos Pinheiro, 2009


Blogues como ferramenta educativa

Promoção de valores – – – – – –

Produção colaborativa; Cultura do livre pensamento; Respeito pelo anonimato; Respeito pelos direitos de autor; Atitude anti-spam; Valorização da transmissão e utilização de informação credível e fidedigna.

Carlos Pinheiro, 2009


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Regras do jogo na rede •

• Algumas questões prévias O blogue na Biblioteca Escolar • A escrita do blogue • Como começar • Avaliação de blogues • Bibliografia Carlos Pinheiro, 2009


Regras do jogo na rede

De acordo com TĂ­scar Lara Carlos Pinheiro, 2009


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Algumas questões prévias •

O blogue na Biblioteca Escolar • A escrita do blogue • Como começar • Avaliação de blogues • Bibliografia Carlos Pinheiro, 2009


Algumas questões prévias Trabalho prévio do professor: – objectivos claros a alcançar com a actividade. – processo de aprendizagem envolvido. – modelos que registem de forma contínua a avaliação das aprendizagens. – dominar as ferramentas tecnológicas do blogue enquanto ambiente de aprendizagem. – trabalho permanente de edição, avaliação e actualização (partilha de responsabilidades entre a turma e o professor). – nova atitude perante o tempo investido na aprendizagem e no ensino. Carlos Pinheiro, 2009


Algumas questões prévias •

Partir de um modelo de Análise-Produção-Avaliação (conhecer outros blogues, desenvolver um blogue e reflectir sobre as aprendizagens envolvidas).

Sensibilizar sobre as questões de direitos e limites da liberdade de expressão.

Definir projectos integrais onde faça sentido a incorporação do blogue dentro da prática lectiva. Integrar o blogue como um recurso de aprendizagem, não como um fim em si mesmo.

Indicar fórmulas correctas de citação, hiperligações, copyright, identificação das fontes, etc.

Especificar critérios de avaliação da actividade. Carlos Pinheiro, 2009


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O blogue na Biblioteca Escolar • •

A escrita do blogue • Como começar Avaliação de blogues • Bibliografia Carlos Pinheiro, 2009


O blogue na Biblioteca Escolar Contextos de utilização: – Criar blogues para projectos da BE que visam o apoio ao currículo, à literacia e à leitura recreativa. – Divulgar e avaliar blogues. – Criar e/ou apoiar redes de blogues temáticos na escola para grupos e sobre temáticas variadas. – Indexar e classificar conteúdos dos blogues criando pistas de pesquisa e de acesso rápido à informação. – Organizar repertórios dos blogues existentes na web, de acordo com os perfis dos alunos. – Publicar, criar e interagir com os grupos de blogues da escola.

Carlos Pinheiro, 2009


O blogue na Biblioteca Escolar Exemplos de utilização: – Notícias e eventos – Formação de utilizadores – Envolvimento com o utilizador: debates, concursos, sugestões – Grupo de discussão sobre livros e leituras: recensões e críticas de livros – Web-bibliografias: recomendação de recursos, sítios web, filmes, livros.. – Plataforma de serviços web 2.0: podcast, videocast, social bookmarking Carlos Pinheiro, 2009


O blogue na Biblioteca Escolar Exemplos de utilização: – Actividades bibliotecárias: comunicação entre a equipa, escola professores, alunos pais. – Serviços de alerta: agregação de conteúdos, seguimento de temáticas predefinidas, informações sobre novas aquisições, etc. – Ferramenta de marketing da organização.

Carlos Pinheiro, 2009


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A escrita do blogue

• Como começar Avaliação de blogues • Bibliografia

Carlos Pinheiro, 2009


A escrita do blogue • Facto: ler num monitor é cerca de 25% mais lento do que ler do papel. • Consequência: ser sucinto: – Textos curtos (200-500 palavras); – Páginas pequenas: deve ler-se tudo sem necessidade de rolamentos de navegação.

Carlos Pinheiro, 2009


A escrita do blogue • Escrever para ler globalmente (scannability): – Estruturar o conteúdo em dois ou três níveis de títulos (títulos, subtítulos subsubtítulos); – Alinhar o texto à esquerda (a perscrutação é mais rápida do que centrado ou justificado);

Carlos Pinheiro, 2009


A escrita do blogue • Escrever para ler globalmente (scannability): – Utilizar listas de itens para quebrar o fluxo uniforme dos blocos de texto; – Dar ênfase às palavras mais importantes (cores, bold...), mas sem abusar;

Carlos Pinheiro, 2009


A escrita do blogue • Escrever para ler globalmente (scannability): – Utilizar uma linguagem objectiva e a regra de “uma ideia por parágrafo”; – Manter o texto estático (texto com brilho ou movimento é mais difícil de ler).

Carlos Pinheiro, 2009


A escrita do blogue • Para conteúdos longos, apresentar um resumo e remeter para outro documento (ex. pdf); • Utilizar o princípio jornalístico da “pirâmide invertida” (apresentar no início o mais importante e adicionar gradualmente pormenor):

Carlos Pinheiro, 2009


A escrita do blogue Lead

Desenvolvimento

Quem? O quê? Quando? Onde?

Mais importante

Como? Porquê? Menos importante

Técnica da pirâmide invertida Carlos Pinheiro, 2009


A escrita do blogue • Criar parágrafos frequentes, encadeados de maneira lógica e coerente. • Retirar ao máximo:

- Os pronomes relativos (quem, que, o qual, os quais...). - As conjunções subordinativas (enquanto, depois que, assim que...). - As conjunções coordenativas (mas, e...), os pontos e vírgulas...

Carlos Pinheiro, 2009


A escrita do blogue • Privilegiar a clareza, a precisão e a simplicidade da escrita. • Condensar, evitando o supérfluo, as repetições e as redundâncias. • Verbos de preferência no modo indicativo, na voz activa e nas formas simples e afirmativas.

Carlos Pinheiro, 2009


A escrita do blogue • Todo o texto escrito deve ser submetido a um corrector ortográfico; recomenda-se também a revisão de erros gramaticais; • Acrescentar exemplos a demonstrações ou descrições complexas; • Nas citações, usar hiperligações para fontes on-line;

Carlos Pinheiro, 2009


A escrita do blogue • Títulos – Escrever títulos significativos e claros, em vez de bonitos, com 2 a 6 palavras. – Num título, os termos que têm informação devem ser colocados no início sem a precedência de artigos definidos ou indefinidos; – NÃO ESCREVER TÍTULOS OU TEXTOS COM MAIÚSCULAS! SÃO MAIS DIFÍCEIS DE LER;

Carlos Pinheiro, 2009


A escrita do blogue A leitura do texto em maiĂşsculas ĂŠ 10% mais lenta, pois dificulta o reconhecimento da forma das letras

Carlos Pinheiro, 2009


A escrita do blogue Blocos de texto em fontes sem cerifas (Verdana, Arial), devido à pouca resolução dos ecrãs de computador:

S

S

Serif

Sans-Serif

Carlos Pinheiro, 2009


A escrita do blogue • Cores – Usar cores que causem um contraste elevado entre o texto e o fundo (Ex. texto a preto, fundo a branco). – Seleccionar fundos com cores lisas ou com padrões muito subtis. – Considerar o contexto e a conotação da cor: cores quentes (vermelho, laranja, amarelo) pretendem invocar uma resposta imediata; as cores frias (violeta, azul, verde) sugerem repouso, calma e tranquilidade. – Evitar o uso excessivo da cor: a cor deve ser utilizada apenas para realçar a mensagem, e duas ou três cores são normalmente suficientes.

Carlos Pinheiro, 2009


A escrita do blogue • Imagens – Uma imagem vale mil palavras, mas atenção, uma imagem equivale a duas mil palavras em tempo de download! – Evite imagens animadas juntamente com texto, pois a leitura torna-se muito mais difícil. – Utilizar compressão JPEG para imagens de qualidade fotográfica e GIF para outro tipo de ilustrações.

Carlos Pinheiro, 2009


A escrita do blogue • Animações – Aconselháveis apenas nas seguintes situações: • • • •

Mostrar continuidade nas transições; Indicar dimensão nas transacções; Ilustrar mudanças no tempo; Visualizar vários objectos no mesmo espaço; • Enriquecer apresentações gráficas; • Visualizar estruturas tridimensionais; • Atrair a atenção. Carlos Pinheiro, 2009


A escrita do blogue • Áudio • Segmentos curtos • Integrados com outro tipo de informação • Complementares ao texto

Carlos Pinheiro, 2009


A escrita do blogue • Vídeo – Privilegiar fontes externas (youtube, google vídeo, etc.) – Ter em conta que a narrativa em vídeo é por vezes mais difícil de compreender. – Segmentar apresentações longas em pequenos capítulos, para que o utilizador os possa escolher a partir de um menu.

Carlos Pinheiro, 2009


Como começar

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Avaliação de blogues • Bibliografia

Carlos Pinheiro, 2009


Como começar • Definir uma linha de rumo: o objectivo do blogue. • Textos pequenos. • Títulos curtos e claros (garantia de visibilidade nos sistemas de distribuição RSS) • Registo coloquial em vez da linguagem “elitista” científica. • Criar hiperligações para as fontes online (facilita a tarefa ao leitor) • Buscar a utilidade, evitar o supérfluo. Carlos Pinheiro, 2009


Como começar • Privilegiar formatos híbridos (informação + interpretação + opinião) • Cultivar a proximidade: responder aos comentários. Reconhecer a participação. • Estar preparado para as críticas noutros blogues. • Nanoaudiências: a maioria dos blogues tem pouco audiência (qualidade não depende da audiência). Carlos Pinheiro, 2009


Como começar • O êxito tem que ver com constância, paciência e utilidade. • Não descuidar o aspecto social dos blogues (criação de comunidades de interesse, blogroll, etc.) • Uma actividade que ocupa tempo e esforço corre melhor se nos divertirmos com ela.

Os 10 conselhos de Rebecca Blood: http://www.rebeccablood.net/essays/ten_tips.html Carlos Pinheiro, 2009


Como começar 1. Escolha uma ferramenta de actualização que seja fácil de usar 2. Determine o seu objectivo. 3. Conheça o seu público potencial. 4. Seja real. Evite o estilo do marketing. Fale com voz real acerca de coisas reais. 5. Escreva acerca daquilo que gosta. 6. Actualize com frequência (publicar várias vezes por semana). 7. Construa a sua credibilidade. Esforce-se por ser sincero. 8. Ligue às fontes, dando acesso aos leitores às fontes primárias. 9. Ligue-se a outros blogues. 10. Seja paciente. A maior parte das audiências dos blogues é pequena, mas com tempo e actualizações regulares a sua audiência crescerá. Conselho extra: Divirta-se Carlos Pinheiro, 2009


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Avaliação de blogues

• Bibliografia

Carlos Pinheiro, 2009


Avaliação de blogues 1. Identidade do autor – Quem escreve o blogue? O autor é uma pessoa ou um grupo? – O blogue é um projecto pessoal ou profissional? – Utiliza-se um domínio próprio ou um serviço de alojamento? –…

Carlos Pinheiro, 2009


Avaliação de blogues 2. Desenho da interface – Que sugere o desenho visual do blogue acerca do seu propósito? –…

Carlos Pinheiro, 2009


Avaliação de blogues 3. Conteúdo editorial – Trata-se de um blogue temático? Em que género se poderia incluí-lo? – O seu conteúdo é de carácter informativo, educativo ou de entretenimento? – Qual a qualidade dos textos?

Carlos Pinheiro, 2009


Avaliação de blogues 4. Antiguidade e frequência das actualizações – Desde quando se publica o blogue e com que frequência se actualiza? –…

Carlos Pinheiro, 2009


Avaliação de blogues 5. Política de hiperligações – Incluem-se habitualmente hiperligações nos posts? Repetem-se com frequência as hiperligações aos mesmos sítios? Quais são os sítios mais citados como fonte? – Qual parece ser o propósito do blogue: fornecer hiperligações para outros sítios da Web ou é um diário que desenvolve os seus próprios conteúdos?

Carlos Pinheiro, 2009


Avaliação de blogues 6. Lista de blogues (blogroll) – A que tipo de sítios/comunidades se liga o blogroll? Identifica-se o(s) autor(es)?

Carlos Pinheiro, 2009


Avaliação de blogues 7. Links de entrada (inbound links) – Utilizando o Google e Technorati, examinar que sítios apontam o blogue. Que comunidade de leitores se pode perfilar a partir das hiperligações de entrada?

Carlos Pinheiro, 2009


Avaliação de blogues 8. Comentários e debates – Trata-se de um blogue orientado ao debate? Nesse caso que tipo de actividade se detecta nos comentários? É sempre a mesma gente que comenta com frequência? – Como descreveria o tipo de comentários que realizam os leitores?

Carlos Pinheiro, 2009


Bibliografia

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Carlos Pinheiro, 2009


Bibliografia •

BARBOSA, E. & GRANADO, A (2004). Weblogs, Diário de Bordo. Porto: Porto Editora

CARVALHO, Ana Amélia …[et al.]. (2008). Manual de ferramentas da web 2.0 para professores. Lisboa : Ministério da Educação

HUFFAKER, D. (2004). “The educated blogger: Using Weblogs to promote literacy in the classroom”, Firstmonday, Vol. 9 (6), junio 2004. [Em linha] http://firstmonday.org/htbin/cgiwrap/bin/ojs/index.php/fm/article/view/1156/1076. Acedido em 22 de Fevereiro de 2009

MORTENSEN, T. e WALKER, J.: (2004). “Blogging thoughts: Personal publication as an on line research tool”, 2004. [Em linha] http://imweb.uio.no/konferanser/skikt-02/docs/Researching_ICTs_in_context-Ch11-Mortensen-Walker.pdf . Acedido em 22 de Fevereiro de 2009

OCTAVIO I. Rojas…[et al.]. (2005). Blogs: La conversación en Internet que está revolucionando medios, empresas y a ciudadanos. Madrid: ESIC

O’DONNELL, M., (2005) “Blogging as pedagogic practice: artefact and ecology”, BlogTalkconference paper, Sydney, [Em linha] http://incsub.org/blogtalk/?page_id=66 Acedido em 22 de Fevereiro de 2009

Oravec, J. A. (2003). Blending by blogging: weblogs in blended learning initiatives, Journal of Educational Media¸ 28(2/3): 225-233.

ORAVEC, J. A. (2002). «Bookmarking the world: Weblog applications in education», Journal of Adolescent & Adult Literacy, Vol. 45 (7), págs. 616-621, 2002.

TISCAR, Lara - El uso de blogs en una pedagogía construtivista [Em linha] http://unileon.pbwiki.com /f/edublogs.pdf. Acedido em 22 de Fevereiro de 2009 Carlos Pinheiro, 2009


Blogues na educação