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Setembro 2017 | Ano II | N.º 24

Mitsubishi Tramagal Presidente da República celebra início da produção do primeiro veículo comercial de mercadorias elétrico ·

GULOSO lança gama de tomate biológico do Ribatejo

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ÍNDICE

18 Setembro 2017 | Ano || | N.º 24

DESENVOLVIMENTO REGIONAL 20

04 14 16 18 20

Notícias Marcas: GULOSO Vinhos: Quinto Elemento Marcas: D’ALMO Empresas: Armando Piedade da Silva

INFORMAÇÃO E APOIO 36

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Simulacros Apoios à contratação com novas regras já em vigor

VIVER O TEJO 26

Ribatejo em Férias: Ortiga Radical

INFORMAÇÃO E APOIO 42

30 31 32

Vale Indústria 4.0 Paridade nos cargos de decisão nas empresas Microsoft Word e Microsoft Excel: Teclas de Atalho

EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO 34 36 38

Notícias Marcas: VeganChee Empresas: Mitsubishi

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INTERNACIONALIZAÇÃO 42 44 46 48

Notícias Empresas: Grupo Fametal/Alaço Marcas: Paladin Agriexport: Como exportar para a Colômbia?

46 FICHA TÉCNICA Diretora: Maria Salomé Rafael Conselho Redatorial: Cláudia Monteiro Sandra Pereira ribatejo.invest@nersant.pt

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Publicidade: Maria João Rodrigues maria.joao@nersant.pt Propriedade: NERSANT, AE. Várzea de Mesiões - Apartado 177 2354-909 Torres Novas Tel.: 249 839 500 | Fax: 249 839 509 www.nersant.pt

Periodicidade: Mensal Tiragem: 250 exemplares

Isento de registo na ERC ao abrigo do decreto regulamentar 8/99 de 9/6 artigo 12.º, n.º 1 a)

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DESENVOLVIMENTO REGIONAL

TRIGÉNIUS COMEMOROU 19 ANOS

Editorial

Ribatejo Invest

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epois de um verão marcado pelos incêndios que devastaram alguns concelhos do norte do distrito de Santarém e que causaram prejuízos enormes no tecido económico, é tempo de reerguer o que o fogo destruiu. A floresta, que dava sustento e emprego a muitas famílias e que era um dos pilares da economia local, sofreu danos irreversíveis que demorarão muitos anos a reparar. No entanto, como bem o sabemos, a coragem e o espírito empreendedor dos homens e mulheres do Ribatejo será sempre mais forte do que qualquer contratempo que surja pelo caminho. A NERSANT está disponível para colaborar com as empresas que foram afetadas por estes incêndios neste importante processo de recuperação, prestando todos os esclarecimentos necessários acerca dos apoios e projetos disponíveis para as empresas e colaborando em tudo o que estiver ao nosso alcance. Aproxima-se, a passos largos, um dos maiores encontros internacionais de negócios do país, o NERSANT Business. Este evento, apoiado pelo COMPETE 2020 no âmbito do SIAC, tem como objetivo alavancar o aumento das exportações da região e atrair investimento externo. Será uma oportunidade única para as empresas da região se promoverem e procurarem novos negócios, como tem acontecido nos últimos anos. As expetativas são de que a edição deste ano possa superar o número de delegações estrangeiras da edição anterior e que já foi de 26. A diversidade de setores de atividade representados mostra bem como somos uma região com uma economia heterogénea, sustentável e que se soube reinventar e modernizar.

Maria Salomé Rafael Presidente da Direção da NERSANT

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A Trigénius, uma empresa na área das Tecnologias de Informação com especial enfoque para o Software de Gestão Empresarial com sede em Fátima, acaba de comemorar o seu 19.º aniversário. “Em 1998, demos os primeiros passos no mundo tecnológico e é com muita satisfação que constatamos que o nosso crescimento foi acompanhado do crescimento dos nossos clientes e parceiros, sendo que muitos deles nos acompanham desde o início!”, comunicou a administração da empresa, composta por Paulo Ribeiro, Filipe Cortez e Sílvio Cruz, à Ribatejo Invest. “Com 19 anos, a TRIGÉNIUS projeta-se como uma empresa do futuro global, e assume-se como o parceiro de confiança de muitas empresas, criando valor e procurando contribuir, para o progresso e bem-estar da comunidade. Os desafios são enormes mas conte connosco para o ajudar a estar pronto, sempre!”, informaram ainda os responsáveis pela Trigénius, que acrescentaram que “temos razões para comemorar! São 19 anos de percurso empresarial, uma história de sucesso no fornecimento e implementação de sistemas de informação. A Ribatejo Invest congratula a empresa pelo 19.º aniversário.

HERDADE DOS TEMPLÁRIOS BRINDOU AO 28.º ANIVERSÁRIO A Herdade dos Templários, situada em Valdonas, celebrou no dia 25 de julho, o seu 28.º aniversário. Para assinalar a efeméride, a Herdade esteve de portas abertas, com provas de vinhos e promoções exclusivas. A Herdade dos Templários (designação social da empresa é Quinta do Cavalinho - Vinhos, Lda. com sede em Vermoil) é uma quinta vitivinícola de cariz familiar que se dedica à produção e comercialização de vinhos de qualidade desde 1989 em Valdonas, a 3 km do centro histórico de Tomar. A quinta tem uma área de 30 hectares, sendo a propriedade composta por 18 hectares de vinha, adega de vinificação (receção, laboratório, zona de vinificação, zona de estágio, linha de enchimento, armazém, sala de provas), salão de eventos e duas casas de turismo local, em fase de implementação.

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PORTAL DA SOFTINSA COM NOVA IMAGEM

ECODEAL ESTEVE PRESENTE NO SEMINÁRIO DA APEMETA A Ecodeal, empresa com sede no Eco Parque do Relvão, na Carregueira, concelho da Chamusca, esteve recentemente presente num seminário da APEMETA - Associação Portuguesa de Empresas de Tecnologias Ambientais, sobre “AMBIENTE - O Presente e o Futuro da Gestão de Resíduos em Portugal”. O seminário contou com a presença do Secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins que presidiu à sessão de abertura do evento. Na mesma, realizou um enquadramento da Gestão de Resíduos em Portugal, fazendo uma análise progressiva das lixeiras do passado e a sua evolução até aos dias de hoje. A Economia Circular foi o tema central do seminário, tendo sido salientados os principais problemas e oportunidades. Este seminário ficou ainda marcado pela apresentação do livro “Resíduos – XX Memórias” feita pela Professor José Vieira, tendo sido distribuído um exemplar a todos os que colaboraram na edição do livro bem como aos participantes do seminário.

ECO PARQUE DO RELVÃO TEM NOVOS ÓRGÃOS SOCIAIS A Associação Eco Parque do Relvão (AEPR), que gere este parque industrial situado na freguesia da Carregueira, concelho da Chamusca, tem novos corpos sociais, eleitos na assembleia geral eletiva. A direção é composta pelo município da Chamusca, Resitejo e NERSANT, sendo que a assembleia geral passa a ser composta pela Sisav, Camponatura e Ambigroup. O conselho fiscal é agora composto pelas empresas Ecodeal, Florecha e Tocha & Chaves.

A Softinsa lançou recentemente uma nova imagem para o seu website corporativo www.softinsa.pt, incorporando algumas das melhores práticas digitais, como um webdesign responsive, uma navegação intuitiva e um design clean e profissional. Após quatro anos online sem alterações significativas, a equipa de Web Developers e Programadores da área de Mobility da Softinsa desenvolveu internamente uma plataforma suportada em IBM Bluemix para alojar o novo website. O objetivo deste rebranding passa por

espelhar os valores da companhia e facilitar o acesso à informação, a partir de qualquer dispositivo móvel, relativa aos seus serviços e soluções e à divulgação das oportunidades de emprego, não apenas para Lisboa, mas fundamentalmente para os Centros de Inovação Tecnológica de Tomar e Viseu. Outra das novas funcionalidades do website é ser multilingue, o que permite à Softinsa estar mais próxima dos seus clientes internacionais e também captar talento além-fronteiras.

PROTOCOLO ENTRE IAPMEI, TURISMO DE PORTUGAL E CTT REFORÇA VANTAGENS PARA PME O IAPMEI e o Turismo de Portugal assinaram um protocolo com os CTT que permitirá o acesso, em condições privilegiadas, das empresas PME Líder e PME Excelência às soluções de publicidade da ferramenta cttads.pt. Os CTT vão, assim, conceder um desconto de lançamento de 22%, de 1 de agosto a 31 outubro, e 10% de, 1 de novembro até 31 de dezembro, na utilização de cttads.pt. Com este acordo, estabelecido no âmbito do programa FINCRESCE/PME, cresce o pacote de vantagens da Carta de Benefícios para as PME distinguidas com estes estatutos. A Carta de Benefícios para PME Líder e PME Excelência elenca um conjunto de vantagens para as empresas distinguidas

com estes estatutos em diversos produtos e serviços. Essas vantagens são concedidas por entidades protocoladas e vão desde o acesso em condições especiais a linhas de crédito específicas ou a serviços externos de notação de riscos, bem como o acesso a um programa de formação em alta direção exclusivo para PME Líder, entre muitos outros produtos e serviços nas mais diversas áreas.

ABRANTES ACOLHE NOVO INVESTIMENTO NO COMÉRCIO LOCAL Foi inaugurado no dia 28 de julho, um novo espaço comercial em Abrantes. A KOKER Abrantes, localizada no Centro Histórico da cidade, mais concretamente na Rua Dr. Bernardino Machado, nº11, é um novo espaço ligado ao comércio de moda e seus acessórios. A inauguração contou com a presença do Vereador Manuel Jorge Valamatos, em representação da Câmara Municipal de Abrantes. O Município, na sua página,

desejou as maiores felicidades e sucessos a este “novo investidor no comércio local”. A Ribatejo Invest faz das palavras do Município, as suas.

MINISTRO DA ECONOMIA DE VISITA À SUMOL+COMPAL DE ALMEIRIM O Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, esteve de visita à unidade fabril de Almeirim da Sumol+Compal no dia 26 de julho. O Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral e a direção da Sumol+Compal estiveram reunidos para acertar as condições do aumento da capacidade da fábrica de Almeirim em área e produção.

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O investimento da expansão da fábrica trará mais competitividade e capacidade de exportação à empresa. Após a reunião, onde foi garantida a inauguração deste projeto de expansão em 2018, foi realizada uma visita à secção de embalamento, produção da fruta e ainda ao laboratório onde são criados os produtos da marca.

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DESENVOLVIMENTO REGIONAL

Bindopor com novos projetos

Mercar de regresso ao TT nacional A Mercar, Lda., concessionário Renault e Dacia em Abrantes, realizou um passeio aberto a clientes, familiares e amigos, por lugares históricos e culturais da região. O passeio terminou na Pista de rallycross de Mação com um almoço convívio, onde foi também apresentado o novo projeto da empresa. A Mercar está de volta ao TT nacional. Este foi o projeto apresentado pela empresa no final do passeio que reuniu clientes, familiares e amigos da empresa. “Mercar Extreme Racing” é a equipa TT que vai mercar este regresso da empresa, cujos pilotos serão José São Bento, ex-campeão nacional de autocross, e Pedro Valverde, sócio-gerente da empresa, que regressam ao TT nacional após 28 e 25 anos de ausência respetivamente. Serão ainda pilotos João Margalho e uma cara conhecida do mundo das corridas, Lígia Albuquerque. Para a Mercar, o projeto orienta-se em três eixos da sua visão: promocional, ao enquadrar-se no interesse público que as provas de TT têm na região, aliás berço

das provas de terra e por via das relações institucionais com o importador, ao promover as marcas do grupo Renault e Dacia, especificamente a MOTRIO e a RCI Bank & Services e ainda pela criação de uma linha de merchandising. Tem ainda um cariz motivacional, ao envolver o seu staff técnico à volta do projeto gerando sinergias motivacionais e competências técnicas, e de celebração, ao evocar a memória do seu fundador, Martinho Jorge, ex-praticante da modalidade e adepto apaixonado das provas TT e ao “reabilitar” pilotos com muitos anos de “reforma”. A Mercar Extreme Racing iniciará a sua atividade desportiva em setembro, com a participação em Idanha e Portalegre com Pedro Valverde e João Margalho e, nas 24h TT de Fronteira com o reforço de Lígia Albuquerque e José São Bento. Para tal, a Mercar Extreme Racing irá dispor de um chassis Phil`s Car Megane equipado com um motor PRV com 240cv e cx SADEV, inscrito na classe T8.

Enchidos Margarido’s premiados com medalhas de Ouro e Bronze no Concurso Nacional de Enchidos No âmbito da realização do 7.º Concurso Nacional de Enchidos, Ensacados e Presuntos Tradicionais Portugueses, dinamizado pelo CNEMA em conjunto com a Qualifica/oriGIn Portugal – que assumiu a respetiva direção, os enchidos Margarido’s foram premiados com medalhas de ouro e bronze. A empresa de Alferrarede, Abrantes, ganhou medalhas de ouro com a sua farinheira amarela e ainda com a sua morcela de arroz. Uma medalha de bronze foi ainda atribuída à morcela de assar da Margarido’s. De acordo com a empresa, “é com enorme orgulho e satisfação que anunciamos estas medalhas. É o reconhecimento do esforço e empenho diário da família Mar-

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A Bindopor, empresa de Ourém que desenvolve, projeta e fabrica soluções únicas e integradas de Sinalética, Artwork e Iluminação Decorativa, tem novos projetos em mãos. Em Tavira, no Algarve, a empresa está a realizar trabalhos no Maria Nova Lounge Hotel, um verdadeiro desafio com a produção de peças únicas - os balcões e “background” da Receção e Bar, o Artwork nas zonas de circulação, quartos e Restaurante, bem como as divisórias e o revestimento decorativo de paredes. Em Lisboa, a empresa está a trabalhar na Fashion Clinic, um projeto fascinante e multifacetado para um cliente exigente, num edifício icónico, o Tivoli na Avenida da Liberdade. A cargo da empresa ficou o desenvolvimento e produção de peças únicas ao nível da Sinalética, Iluminação, Néon, e Toldos exteriores. Este trabalho específico foi realizado em estreita colaboração com o departamento de Desenvolvimento & Design (D&D) da Bindopor e os Designer de Interior e Arquitetos Lázaro Rosa (Violán Studio) e Raúl Cardoso (We Make Dreams). Também na área da Lisboa, a Bindopor prestou serviços ao Intercontinental Lisbon, situado na Rua Castilho. Neste caso, tratou-se de um projeto colaborativo entre a equipa D&D (Desenvolvimento e Design) da Bindopor em Portugal, da Bindopor UK em Londres e do atelier, também Londrino Twenty2Degrees. Mais a sul, no Alentejo, a empresa está a realizar trabalhos para a Quinta do Quetzal, a mais antiga adega romana de que há registo na Península Ibérica, situada nas encostas da Vidigueira. Para esta quinta, a Bindopor desenvolveu, produziu e instalou a Sinalética de identificação e orientação nas áreas exteriores e percursos enoturísticos.

garido em manter a qualidade e a tradição dos seus produtos”. De referir que o objetivo principal deste concurso foi premiar, promover, valorizar e divulgar os genuínos Enchidos, Ensacados e Presuntos Tradicionais Portugueses, alguns deles já com Nomes Qualificados.

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Cigala tem nova referência para pratos tradicionais portugueses… A Arrozeiras Mundiarroz, empresa sediada em Coruche, disponibiliza ao mercado uma nova referência da família Cigala que irá trazer o sabor de outros tempos à mesa de todos os portugueses. Trata-se do Gigante, uma nova referência da marca líder em Portugal que apela à nostalgia dos portugueses ao apresentar-se como uma proposta de arroz que remonta ao “tempo dos nossos avós”. Com maior capacidade de absorção e especialmente adequado para pratos tradicionais portugueses, o Cigala Gigante é a mais recente proposta da marca que voltou a recolher a preferência dos portugueses com o troféu Marca de Confiança 2017. Produzido em modo de produção integrada, o Gigante é a mais recente proposta Cigala para enriquecer a mesa dos portugueses, assim como contribuir de forma ativa para uma agricultura sustentável no nosso país, através das muitas parcerias estabelecidas com orizicultores produtores da marca, com fornecimento das sementes e garantia de compra da produção a um preço previamente fixado.

A marca Cigala dá, assim, mais um passo para oferecer ao cliente um produto que apela ao seu lado mais sentimental, com um perfil de arroz que se apresenta como uma alternativa ao Carolino e apela à memória e sabor de outros tempos.

ARROZEIRAS MUNDIARROZ S.A. A Arrozeiras Mundiarroz pertence ao grupo Ebro Foods e tem como principal atividade a industrialização (descasque, branqueamento e embalamento) e comercialização (compra e venda) de arroz. A zona geográfica de Coruche foi a escolhida para instalação da fábrica por corresponder ao centro de uma das mais importantes zonas orizícolas portuguesas, sendo de salientar que os Vales do Tejo, do Sorraia, do Sado e seus afluentes, bem como os perímetros de rega que os circundam e complementam, correspondem à zona de excelência para o cultivo do Arroz que se produz em Portugal. A empresa procura manter-se em linha com as preferências do mercado, pretendendo satisfazer os consumidores com

a qualidade e variedade da sua gama de produtos. A empresa é detentora da marca Cigala, que detém apreciável quota de mercado.

…E Orivárzea lança Bom Sucesso Pronto! A Orivárzea - Orizicultores do Ribatejo, S.A. acaba de lançar o Bom Sucesso Pronto!, uma gama de arroz já confecionado, ultracongelado e que, em apenas um minuto e quarenta segundos, está pronto a ser degustado. Arroz Carolino de Tomate, de Feijão, de Grelos e Aromático são as referências desta gama adequada às exigências do quotidiano moderno. O Bom Sucesso Pronto! está disponível

em embalagens unidose, de 150 gramas, uma porção adequada para uma refeição. Basta ir ao micro-ondas e está pronto a servir. A base do Bom Sucesso Pronto! é o arroz carolino das lezírias ribatejanas Bom Sucesso, variedade aríete, em que na sua produção não são utilizados produtos nocivos à saúde e ao ambiente. E Orivárzea é uma empresa ribatejana, tendo sede em Salvaterra de Magos.

CNEMA acolhe Tecfresh’17 – Feira Tecnológica para Frutas e Hortícolas A Tecfresh’17 – Feira Tecnológica para Frutas e Hortícolas, evento que se realiza pela primeira v decorre no Centro Nacional de Exposições, vez, em e Santarém, de 16 a 18 de novembro de 2017 e pretende ser um ponto de encontro entre p profi ssionais do sector. A Tecfresh/17 tem como intuito ser uma pont para estabelecer relações comerciais entre te e empresas, discutir negócios e umaW forma d apresentar as novidades relacionadas com de e este mercado. Orientada para profissionais, a Tecfresh’17 v concentrar empresas, instituições e assovisa c ciações, com produtos e serviços destinados a e tipo de mercado. Representa uma oportueste

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nidade para as empresas e demais organizações partilharem com os seus actuais e potenciais clientes os produtos e serviços de que dispõem, sendo um centro de negócios por excelência. Paralelamente, vão decorrer conferências e seminários para que agricultores, fruticultores e horticultores, entre outros, possam relatar experiências, debater ideias ou participar em acções de formação sobre a sua atividade diária. A Tecfresh’17 tem como público-alvo profissionais como Agricultores, Empresários Agrícolas, Engenheiros Agrónomos, Engenheiros Mecânicos, Estudantes do Ensino Profissional e Ensino Superior, Fruticultores, Horticultores entre outros ligados ao Mundo Rural.

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IAPMEI promove energia solar junto das empresas O IAPMEI tem vindo a colaborar num grupo de trabalho nacional integrado no projeto STAGE-STE, que tem como objetivo o alinhamento nos vários países europeus dos programas de I&D na área da energia solar térmica de concentração (CST). Esta tecnologia assume cada vez maior relevância para o aumento da competitividade das empresas, nomeadamente através da melhoria da sua eficiência energética. Adicionalmente, o IAPMEI, em colaboração com o LNEG - Laboratório Nacional de Energia e Geologia, está também a promover esta tecnologia junto do tecido empresarial. Os objetivos são, não só demonstrar os benefícios da sua aplicação nas empresas, enquanto fonte de energia renovável capaz de satisfazer as necessidades energéticas (eletricidade, calor e frio) das empresas de uma forma eficiente, limpa e económica, mas também divulgar o potencial para a participação das empresas nacionais na cadeia de valor deste setor. Pretende-se, desta forma, levar ao conhecimento do maior número de PME do setor industrial, comércio e serviços, zonas empresariais e parques, e empreendimentos turísticos, que individual ou

coletivamente, possam ver neste projeto uma janela de potencial oportunidade de investimento nestas tecnologias de ponta, de enorme potencial económico, sendo já uma realidade de benefício ambiental.

PROJETO STAGE-STE Portugal participa através do LNEG, IST-ID, Universidade de Évora e INESC-ID no projeto europeu STAGE-STE, que tem como objetivo consolidar a cooperação europeia na área da energia solar térmica de concentração (CST), promovendo a excelência no desenvolvimento de tecno-

logias CST. Estas tecnologias permitem produzir calor de processo a médias e altas temperaturas, frio e eletricidade, de fonte renovável e a custos de mercado que se pretende venham a ser reduzidos no futuro próximo. A investigação e desenvolvimento nesta área em Portugal tem estado a cargo destas instituições, já com resultados visíveis. No Norte do país está já em funcionamento um sistema solar de concentração para produção de calor para uma indústria e, na Universidade de Évora, está em fase de finalização uma instalação experimental com concentradores solares.

SunEnergy liga Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha ao sol A SunEnergy, marca especializada em soluções de energias renováveis, ganhou recentemente o concurso público para a instalação de Unidades de Autoconsumo para produção de energia elétrica em 5 edifícios públicos de Albergaria-a-Velha, Aveiro. Foram a concurso 15 entidades, sendo a SunEnergy a vencedora, respeitando integralmente as exigências das peças do concurso público, em particular, do caderno de encargos. Este projeto permitirá à Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha uma significativa redução da sua fatura energética nos 5 edifícios, superior a 12.000€ por ano, bem como uma redução significativa das emissões de CO2. Os edifícios serão o Edifício dos Paços do Concelho, o Edifício Cineteatro Alba, o Edifício Centro Cultural da Branca, o Edifício Incubadora de Empresas, e o Edifício Piscinas de Loure. Serão instalados 229 painéis solares fotovoltaicos

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para produção de energia elétrica, integralmente consumida pelos edifícios em questão, havendo possibilidade de venda do excedente. “Ficámos bastante orgulhosos por termos sido os vencedores deste concurso público lançado pela Câmara de Albergaria. No futuro vamos querer continuar a ligar outras entidades públicas ao sol, nomeadamente, os municípios e outras entidades da administração pública local e central ” diz

Raúl Santos, Diretor-Geral da SunEnergy. O Portugal 2020 trouxe consigo, nas áreas de eficiência energética e energias renováveis, o POSEUR e os Programas Operacionais Regionais, particularmente para a administração pública central e local. Esta é uma oportunidade de ouro para estas entidades reduzirem de forma sustentada a sua fatura energética mensal. Na cidade de Santarém, a delegação da SunEnergy está localizada na Startup Santarém.

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Lisboa acolhe pela primeira vez o SME Envoys Meeting Lisboa acolheu recentemente a reunião do grupo de trabalho dos SME Envoys, composto por representantes de 28 países, organizações associativas europeias e da Comissão Europeia, na sequência do convite do SME Envoy português junto da Comissão Europeia. O SME Envoy é um órgão consultivo de mais alto nível dedicado às políticas das PME, que se reúne quatro vezes por ano, em diferentes países, sendo esta a primeira vez que Portugal acolheu a reunião. O Grupo SME Envoys, presidido pela Comissária Europeia Elzbieta Biekowska, responsável pelo Mercado Interno, Indústria, Empreendedorismo e PME, acompanha e recomenda iniciativas de política pública na área do empreendedorismo, financiamento de empresas, qualificações, Mercado Único, Propriedade Industrial e

Digitalização da Economia. O atual representante português para o SME Envoy é Jorge Marques dos Santos, Presidente do IAPMEI. Portugal tem desempenhado um papel ativo junto dos seus congéneres europeus SME Envoy e junto da Comissão Europeia, defendendo o adequado enquadramento de soluções para o financiamento das empresas, o estímulo ao empreendedorismo, a importância do mercado único, o posicionamento na dinamização da digitalização da economia e o impacto da redução de custos de contexto para as empresas. Recorde-se que, durante cinco anos consecutivos, Portugal ganhou primeiros prémios de promoção empresarial da Comissão Europeia, sendo a realização da reunião dos SME Envoy em território

nacional encarada como um reconhecimento do papel que o país poderá vir a ter como dinamizador de várias iniciativas da União Europeia, conferindo também uma visibilidade acrescida a boas práticas e projetos empreendedores. A realização da reunião foi precedida de visitas à StartUP Lisboa e à empresa Introsys.

Diamantino Coelho & Filho inicia produção biológica Na sequência de um processo de conversão de culturas de luzerna e diversas forrageiras anuais realizado em conjunto com alguns agricultores associados, a DCF, S.A. acaba de iniciar o fabrico de pellets de forragem certificados em MPB sob a licença n.º AB0036UT. De acordo com a empresa, o objetivo é reforçar o seu compromisso em matéria de sustentabilidade ambiental e inovação com a produção e transformação de forragens certificadas em modo de produção biológico. Fundada em 1989, a Diamantino Coelho & Filho, S.A. é uma empresa dedicada ao fabrico de alimentos compostos para animais e ao comércio de produtos e fatores de produ-

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ção agrícolas e agroindustriais. Pioneira em Portugal no fabrico de misturas alimentares para animais, a DCF iniciou a sua atividade industrial em 1998. Presentemente, a empresa conta com uma gama de rações de marca própria muito alargada, adaptáveis aos diferentes sistemas de produção pecuária. O carácter empreendedor da DCF, S.A., fortemente apoiado nas componentes Investigação, Desenvolvimento e Inovação, resulta de um investimento constante na qualidade e diversidade dos seus produtos, que ao longo dos anos permitiram a consolidação da empresa no mercado e lhe conferiram um estatuto de referência no sector agropecuário. A empresa situa-se em Tomar.

Maravilha Farms pondera investir em Almeirim A Maravilha Farms, empresa agrícola de frutos vermelhos instalada nos concelhos de Odemira, no Litoral Alentejano, e de Tavira, no Algarve, prevê investir 19 milhões de euros nos próximos cinco anos para duplicar a área de produção. Almeirim é uma das duas regiões possíveis para instalar este novo investimento da empresa. Com o objetivo de ser o maior produtor europeu de pequenos frutos, a Maravilha Farms está neste momento a planear o seu investimento para os próximos cinco anos. Para o efeito, a empresa está neste momento a analisar duas regiões possíveis para instalar projetos de mirtilo”, como é o caso da zona de Almeirim, no distrito de Santarém, e do Alqueva, no interior do Alentejo. Com cerca de 150 hectares de produção de framboesas, amoras e mirtilos nos concelhos de Odemira e de Tavira, o investimento vai permitir duplicar a área atual de exploração para os 300 hectares. O plano de investimento da Maravilha Farms, designado pela empresa como “Ambição 2021”, foi apresentada no final de junho, nas instalações da empresa, na freguesia de São Teotónio, em Odemira, numa cerimónia presidida pelo primeiro-ministro, António Costa. A Ribatejo Invest torce para que este investimento se concretize na região do Ribatejo.

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GULOSO lança gama de tomate biológico do Ribatejo A melhor seleção de tomate biológico chega agora à mesa dos consumidores portugueses e é a base de GULOSO BIOLÓGICO, a nova gama de produtos de tomate GULOSO, disponível em quatro referências: Polpa de Tomate, Tomate em Pedaços, Concentrado de Tomate, e Ketchup.

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nova gama GULOSO traz aos cozinhados o sabor puro da natureza, sem conservantes, ou outros aditivos. Sem glúten, sem lactose, sem organismos geneticamente modificados. As novas embalagens estão identificadas com o selo “Biológico” e a respetiva certificação do Ecocert, o organismo de controlo e certificação para a agricultura biológica. O Tomate, a base do portfólio da GULOSO, é um fruto que nutricionalmente merece atenção, pela ação fundamental na prevenção de doenças cancerígenas, cardiovasculares, ósseas, da diabetes, e na regulação do organismo. Desperta ainda interesse pela sua versatilidade na cozinha. Com ele preparam-se as mais variadas iguarias equilibradas, desde entradas, a sopas, pratos principais e até mesmo sobremesas. O Tomate GULOSO é 100% português, colhido nos campos do Ribatejo. A marca é líder de mercado e está há mais de 70 anos no topo das preferências dos consumidores portugueses. A excelente aceitação dos produtos GULOSO no mercado deve-se ao forte compromisso da marca com a qualidade e inovação, baseada em rigorosos

O Tomate GULOSO é 100% português, colhido nos campos do Ribatejo. A marca é líder de mercado e está há mais de 70 anos no topo das preferências dos consumidores portugueses.” 14

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métodos de controlo que acompanham o processo produtivo, desde o campo até ao produto final. A nova gama GULOSO BIOLÓGICO apresenta Concentrado de Tomate Biológico e Tomate Biológico em Pedaços embalados, respetivamente, nas embalagens Tetra Brik® Aseptic Slim e Tetra Recart®, da Tetra Pak. Estas embalagens permitem ao consumidor que procura soluções mais sustentáveis optar por embalagens que reduzem a pegada de carbono. O Tomate Biológico em Pedaços em embalagem Tetra Recart® de 390 gramas mantém o sabor natural durante 24 meses, sem utilização de conservantes, nem necessidade de refrigeração antes da abertura.

A embalagem Tetra Recart® da Tetra Pak é a mais indicada para o enchimento de alimentos sólidos, como produtos de tomate inteiro ou em pedaços, vegetais, feijões, sopas, molhos ou produtos prépreparados. O sistema de abertura fácil da Tetra Recart® torna a utilização da

Joana Araújo, responsável de Marketing da Guloso

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A nutrição e a alimentação saudável são preocupações cada vez mais presentes nas escolhas dos consumidores e essa já é uma das vantagens do Tomate GULOSO.” embalagem mais cómoda e segura, permitindo voltar a fechá-la com facilidade, caso não se utilize todo o produto de uma só vez. Depois de aberta, a embalagem deve ser guardada no frigorífico para uma boa conservação do alimento. A embalagem oferece ao consumidor maior comodidade e segurança - é mais leve, mais fácil de transportar e de arrumar na despensa, mais fácil e segura de abrir, sem perigo de quebra ou dano. O Concentrado de Tomate Biológico é embalado no formato Tetra Brik® Aseptic Slim, de 125 ml. Este formato de embalagem da Tetra Pak é mais cómodo para o consumidor, permitindo ainda economizar energia e recursos na produção e distribuição. A Tetra Brik® Aseptic Slim (TBA) é a solução mais prática e protetora do ambiente, e oferece ao consumidor a dosagem mais adequada ao preço mais económico.

A Tetra Recart®, bem como a Tetra Brik® Aseptic Slim, é composta maioritariamente por cartão, um recurso renovável. O selo do FSC® (Forest Stewardship Council®) garante que o cartão é proveniente de florestas geridas de forma responsável e de outras fontes controladas. Para Joana Araújo, responsável de marketing da GULOSO, “A nutrição e a alimentação saudável são preocupações cada vez mais presentes nas escolhas dos consumidores e essa já é uma das vantagens do Tomate GULOSO”. “Esta nova gama de tomate biológico, vem reforçar a nossa oferta e cumprir a missão de ajudar com gosto, a confecionar refeições saudáveis e sabo-

rosas, sem despender muito tempo”, diz. “Na Tetra Pak temos cada vez mais a consciência de que os consumidores são mais informados e procuram constantemente novos produtos e formatos que lhes ofereçam alternativas mais saudáveis e sustentáveis. As embalagens da Tetra Pak obedecem a tais critérios, sendo maioritariamente compostas por cartão, um recurso renovável. Por outro lado, questões que se prendem com funcionalidade e comodidade são mais valias presentes no portfólio da Tetra Pak e que se encontram nestas duas soluções em específico”, refere Renata Costa, responsável de marketing da Tetra Pak em Portugal.

A Sugalidal

GULOSO BIOLÓGICO • Tomate é 100% português, colhido nos campos do Ribatejo; • Produto sem conservantes, glúten, lactose ou OGM; • Tomate Biológico em Concentrado e em Pedaços vão estar disponíveis em embalagens Tetra Brik Asseptic® 125ml slim e Tetra Recart® 390gr Mid, respetivamente.

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Fundada há mais de 50 anos, a Sugalidal é a empresa ribatejana que detém a marca GULOSO. Permanece uma empresa familiar, não obstante ser hoje a maior empresa do setor na Europa e uma das maiores a nível Mundial. O crescimento ao longo destes mais de 50 anos tem sido fruto do trabalho e dedicação de uma equipa coesa, que transmite os valores e conhecimentos de geração em geração, que tem procurado apostar sempre mais na qualidade e inovação dos seus produtos. Situada na região do Ribatejo, a Sugalidal tem sede em Benavente, possuindo

duas unidades de produção, uma nesta última vila e outra na cidade da Azambuja. A riqueza das férteis planícies ribatejanas e o clima mediterrâneo com dias quentes mas com a particularidade de, pela proximidade do oceano Atlântico, as noites serem frias, constitui o clima perfeito para o processo de crescimento e maturação do tomate. Caracterizado pela cor e sabor ímpar, o tomate produzido no Ribatejo permite, sem necessidade de aditivos de cor, reguladores de acidez ou sabor, a obtenção de produtos naturalmente saborosos.

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VINHOS

QUINTO ELEMENTO VINHO REGIONAL BRANCO RESERVA Ao longo de três gerações, a Quinta das Casas Altas empenhou-se na implementação criteriosa das mais nobres castas, num terroir perfeito. Colheita 2015 Embalagem Garrafa de vidro de 0,75 L Caixa 6 garrafas Peso 1.37kg Dimensões 247x135x321 Euro Pallet 66 caixas Clima Mediterrânico com influência Atlântica Solos Argilo-calcários Análise: Álcool – 12,5 % Vol. Acidez total – 5,5g/l Acidez volátil – 0,6g/l Açúcares residuais – <5g/l Castas Arinto Vinificação As uvas provenientes da nossa vindima

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manual foram cuidadosamente transportadas em caixas de 15kgs para a nossa adega e imediatamente prensadas. O mosto foi clarificado por decantação e fermentado a uma temperatura de 16ºC. O vinho acabado estagia cerca de 6 meses até ao engarrafamento. Notas de prova | Vinho de cor palha com nuances esverdeadas. Aroma de frutos tropicais com notas citrinas e ligeiramente florais. Na boca revela-se fresco, elegante e estruturado. Estágio e consumo Armazenar em local seco e fresco na posição horizontal, ao abrigo da luz solar. Deve servir-se jovem a uma temperatura entre os 10 e os 12ºC. Acompanha bem pratos de peixe, marisco ou carnes brancas. Enólogo Mário Andrade Engarrafado por Quinta do Arrobe, Lda. Quinta das Casas altas, Várzea de Baixo 2000-460 Casével, Santarém

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QUINTO ELEMENTO VINHO REGIONAL TINTO RESERVA Ao longo de três gerações, a Quinta das Casas Altas empenhou-se na implementação criteriosa das mais nobres castas, num terroir perfeito.

desengaçadas e esmagadas. Seguiu-se a fermentação alcoólica com maceração pelicular, durante duas semanas a uma temperatura de 25ºC.

Colheita | 2013

O vinho acabado estagia cerca de 1 ano até ao seu engarrafamento.

Embalagem Garrafa de vidro de 0,75 L Caixa 6 garrafas Peso 1.37kg Dimensões 247x135x321 Euro Pallet 66 caixas Clima Mediterrânico com influência Atlântica Solos Argilo-calcários Análise: Álcool - 14 % Vol. Acidez total – 6g/l Acidez volátil – 0,4g/l Açúcares residuais – <4g/l

Notas de prova Vinho de cor rubi carregada. Com aroma de amoras, ameixa e notas de especiarias. Na boca é encorpado, macio, equilibrado e com um final de prova prolongado. Estágio e consumo Armazenar em local seco e fresco na posição horizontal, ao abrigo da luz solar. Deve servir-se jovem a uma temperatura entre os 16 e os 18ºC. Acompanha bem carnes grelhadas ou assadas e queijos de cura ou meia cura. Enólogo Mário Andrade

Castas Syrah Vinificação As uvas provenientes da nossa vindima manual foram cuidadosamente

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Engarrafado por Quinta do Arrobe, Lda. Quinta das Casas altas, Várzea de Baixo 2000-460 Casével, Santarém

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DESENVOLVIMENTO REGIONAL

D’ALMO, a nova marca da Festivo Começo S.A.

A mais pura essência da fruta A marca D’ALMO é resultado de uma nova ambição da Festivo Começo S.A., empresa sediada em Santarém especialista no fabrico de produtos alimentares transformados de fruta. Com esta nova marca, a empresa coloca ao seu serviço, toda a experiência e qualidade que oferece às marcas dos clientes. A Ribatejo Invest falou com o administrador da empresa, Vítor Rego, para conhecer este novo investimento.

“ A

Festivo Começo afirmou-se no mercado nacional e internacional como uma das principais fabricantes de produtos alimentares transformados de fruta para marcas propriedade de grandes grupos de retalhistas e grossistas. São mais de três dezenas as assinaturas produzidas nas suas linhas. No entanto, entendemos que só com uma marca própria é possível a concretização de alguns ideais solicitados pelo mercado e comuns ao que entendemos ser a nossa missão”, começou por dizer Vítor Rego, acrescentado ainda que, por outro lado, “a D’ALMO assume-se como uma estratégia empresarial. O mercado da marca própria tem muitos condicionalismos e perigos. A dependência é um risco que nos limita. A sustentação e a construção de um projeto sólido que garanta o bem-estar de todos os seus colaboradores depende do equilíbrio entre estas duas realidades”, revelou. Conhecidas as razões da Festivo Começo para avançar com uma marca própria, a Ribatejo Invest quis saber qual o posicionamento desta nova marca no mercado. “A valorização da alimentação saudável universalizou-se como contributo para o aumento da qualidade de vida. Consequentemente, aumentou a procura de oferta alimentar que garanta uma nutrição positiva. Desmultiplicaram-se as campanhas de sensibilização relativamente aos benefícios da fruta e ao consumo

Só com uma marca própria é possível a concretização de alguns ideais solicitados pelo mercado e comuns ao que entendemos ser a nossa missão.” 18

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Vítor Rego, administrador da Festivo Começo S.A. excessivo de alimentos ricos em açúcar. A preservação da fruta no seu estado mais natural é cada vez mais apreciada e uma tendência assumida pelo consumidor em detrimento dos alimentos processados. O sabor, o aroma, a cor e a textura são as características mais valorizadas”, começou por enunciar Vítor Rego, dizendo ainda que “é sobretudo em resposta a esta nova linha de pensamento que se posiciona a D’ALMO”. A marca, continuou o empresário, assenta em “formulações responsáveis que visam proporcionar prazer, bem-estar e muita felicidade. É um produto com selo de inovação sem esquecer o respeito pelas tradições e a valorização da essência da fruta nacional. É uma marca que aposta na diferenciação para conquistar o consumidor mais informado e exigente… uma marca que não prescinde da qualidade para se posicionar em função do preço”, esclareceu Vítor Rego.

Sediada em Santarém, a Festivo Começo S.A. é especialista no fabrico de produtos alimentares de alta qualidade destinados a diferentes fins. O segredo continua a ser a forma como toda a fruta é criteriosamente tratada, transformada e embalada. O know-how da equipa, aliado à tecnologia, garante o tratamento artesanal que as receitas exigem. De entre as várias referências da empresa destacam-se a marmelada e as amêndoas de Páscoa, produtos que a posicionam na qualidade de líderes no que se refere ao seu fabrico para marca própria ou para marcas de cliente. A fruta cristalizada é outro dos seus ex-líbris.

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A D’ALMO assenta em formulações responsáveis que visam proporcionar prazer, bem-estar e muita felicidade.”

E os esforços da Festivo Começo para com este seu novo produto, estão já a dar frutos. A Marmelada D’ALMO foi já distinguida “Sabor do Ano 2017”, “um reconhecimento muito especial que nos enche de orgulho e que elege as nossas receitas como as preferidas do consumidor”. Tendo como foco prioritário o mercado nacional - a aposta continua nos grandes canais de retalhistas e grossistas onde a Festivo Começo já tem participação, visando assim alcançar tanto as famílias como o universo profissional como o das pastelarias ou da restauração – a marca aposta paralelamente na internacionalização, principalmente para mercados “onde se concentram as comunidades portuguesas, já conhecedoras e consumidoras de produtos com tradição no nosso país”. De facto, revelou Vítor Rego, o forte crescimento do posicionamento do selo português, “tem aberto oportunidades à D’ALMO, que, apesar de uma marca jovem, já as está a aproveitar. Os mercados de leste e do Golfo Pérsico são o melhor exemplo dessa relação”, concluiu.

CATÁLOGO 2017 O catálogo 2017 da D’ALMO mantém a aposta sobretudo em produtos alimentares derivados de fruta, por agora, organizados em 4 categorias. Na gama “refeições”, o ex-líbris continua a ser a marmelada. A novidade são os seus novos formatos. Para além das cuvetes existem agora cubos unidose normais ou com extratos, por exemplo, de fruta ou de vinho do porto. Continua a aposta na goiabada e na pera bêbeda. Os sumos concentrados para diluição surgem renovados e cada vez mais naturais. A oferta de doces e geleias (godês e frascos de diferentes gramagens) procura o cruzamento entre sabores mais tradicionais, como o da geleia de marmelo, e outros que assinam pela originalidade. Para a gama “pastelaria”, foi criado um vasto leque de receitas estudado, desenvolvido e testado por profissionais. A novidade são as fórmulas de marmelada para

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moldar e de preparados de fruta, específica para coberturas e recheios prontos a levar ao forno ou congelar. As frutas cristalizadas, escorridas e em calda surgem aprimoradas no sabor e na aparência e completam, por agora, a oferta. Por fim, existe ainda a linha “comer bem” que nasce com a aposta em novas

composições de marmelada e de doces com frutose, stévia, fibras e proteínas. “Sabores da época” traz produtos como as amêndoas de páscoa e as broas, castelar e de milho, características do Natal. Para estar mais próxima do cliente, a marca tem já uma loja online, disponível em www.dalmo.pt.

A D’ALMO A D’ALMO é uma marca pura que respeita a essência da fruta. Procura a naturalidade e os seus benefícios. Mais natural que nunca, o sabor é a prova irrefutável da forma original como o processo garante a sua transformação. Apesar da tecnologia envolvida, representa a revitalização do tratamento artesanal das receitas. Outro dos seus valores é a preocupação com a alimentação saudável, apostando no desenvolvimento de produ-

tos em parceria com especialistas em nutrição e saúde. A forma como pensa a personalização das suas receitas para as várias gerações, torna-a uma marca responsável e familiar.

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DESENVOLVIMENTO REGIONAL

Armando Piedade da Silva – Especialistas em recolha e separação de resíduos

“Somos uma espécie de médicos da sociedade e do meio-ambiente” Há 16 anos que a empresa Armando Piedade da Silva, Lda. (APS) se mudou para a zona industrial de Muge, concelho de Salvaterra de Magos. A empresa começou por estar instalada em Loures, mas algumas dificuldades no licenciamento camarário e a falta de espaço para crescer ditaram a mudança de local e o início de uma nova etapa. Desde então, a APS tem vindo a ampliar as suas instalações, dispondo já de uma área de implantação de 6200 m2, com três pavilhões industriais.

A

APS opera na área de transporte de resíduos para reciclagem, aterros ou incineração. “Fazemos o transporte de resíduos industriais e toda a gestão destes resíduos. Trabalhamos com empresas de distribuição alimentar, fábricas de produtos congelados, armazenistas de fruta, tipografias e, de uma forma geral, com todas as empresas cuja atividade implica a utilização de cartão, plástico ou outros resíduos, à exceção dos resíduos perigosos”, explica Alice Santos, administradora da empresa e filha do fundador. Os supermercados e hipermercados são alguns dos clientes mais importantes, devido à obrigatoriedade a que estão sujeitos de fazerem a recolha e tratamento dos resíduos que produzem, como o cartão das embalagens. A APS coloca nas superfícies comerciais o equipamento necessário para a deposição desses resíduos, como contentores e compactadores e quando estes estão cheios procede à sua recolha. Para isso, a empresa tem já vários camiões que percorrem todo o

A APS tem participado em várias iniciativas de sensibilização junto dos mais novos e já recebeu várias visitas de escolas e pré-escolas, mostrando aos mais jovens como se inicia o processo de reciclagem.” 20

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Alice Santos, administradora da APS país, à exceção do Minho. Alguns tipos de resíduos vão diretamente para aterro, mas a prioridade é sempre a sua valorização, através da reciclagem. No entanto, para que se possa chegar a essa fase há que fazer, previamente, uma rigorosa separação dos resíduos, o que acontece nas instalações da APS, onde está a central de triagem. É ali que, com olhos atentos e movimentos rápidos, os funcionários da central de triagem separam por categorias todos os tipos de produtos e desperdícios que vão circulando na passadeira: cartão, plástico, filme, bocados de madeira, esferovite, metal. Tudo é cuidadosamente verificado e separado. Concluída esta etapa, cada conjunto é prensado, enfardado e armazenado. Só depois é levado para o destino final, que pode ser uma incineradora, um aterro, ou fábricas de reciclagem, destino prioritário

sempre que possível. No caso do papel e cartão, o destino passa muitas vezes pela fábrica da Renova e pela Portucel, onde é reciclado. Alice Santos explica que, quando se prepara um fardo para reciclagem é necessário ter muito cuidado, porque há diferentes tipos de papel, cartão e plástico, que não podem ir misturados. “Por exemplo, no caso da Portucel, se no meio de um fardo de cartão estiver uma pequena aba de uma caixa com cartão parafinado, toda a carga é recusada e, se já estiverem a descarregar, voltam a carregá-la e somos nós que temos que suportar esses custos. Isto porque basta esse pequeno pedaço de parafina para toda a bobine ficar inutilizada, com buracos e manchas, o que causa um prejuízo enorme”. A triagem manual é, por isso, de enorme importância. “Se um cliente nosso de

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Para além do papel e cartão, a APS também efetua o transporte de resíduos industriais banais, de lamas das Etars, de paletes e madeira, de resíduos de obras de construção civil, entre outras. Procede também à recolha de resíduos urbanos industriais e de resíduos orgânicos.” uma oficina de mecânica nos enviar restos de cartão com resíduos de óleo, esse cartão já não pode ir para reciclagem, e só podemos enviá-lo para uma empresa que trabalhe com resíduos perigosos ou para um aterro”, explica. Algumas das empresas com quem a APS trabalha e que recebem alguns destes resíduos perigosos estão no Ecoparque do Relvão, na Chamusca. São empresas com quem a APS trabalha com regularidade e “em grande parceria”. “As pessoas não fazem ideia do serviço que nós fazemos ao ambiente, somos

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uma espécie de médicos desta sociedade”. A empresa assume assim a sua preocupação com a preservação do meio ambiente e com a gestão eficiente dos recursos. A APS tem participado em várias iniciativas de sensibilização junto dos mais novos e já recebeu várias visitas de escolas e pré-escolas, mostrando aos mais jovens como se inicia o processo de reciclagem. Outra das especificidades deste setor de negócio é a sua correlação direta com a atividade empresarial e consumo das famílias. Não é difícil perceber que, quanto mais se produz e consome, mais resíduos se produzem. Empresas, como a APS, são como “um barómetro da economia das famílias”, reforça a empresária. Alice Santos confirma que no período mais acentuado da crise sentiu-se uma quebra na quantidade de resíduos industriais, mas no que diz respeito ao consumo de bens alimentares, não se sentiu nenhuma diminuição: “As pessoas podem não comprar roupas ou outras coisas que não são essenciais, mas têm sempre de se alimentar e de ir ao supermercado”. Tanto assim é que trabalho não tem faltado. “O ano passado, no Verão, chegámos a ter os três pavilhões completamente lotados, tivemos de fazer trabalho extra para conseguir arranjar aqui um espaço para novas descargas de cartão”. Para além do papel e cartão, a APS

também efetua o transporte de resíduos industriais banais, de lamas das Etars, de paletes e madeira, de resíduos de obras de construção civil, entre outras. Procede também à recolha de resíduos urbanos industriais (cujo destino pode passar por deposição em aterro, para valorização energética ou para compostagem) e de resíduos orgânicos. Estes são provenientes, por exemplo, da indústria do tomate ou de empresas agrícolas que enviam restos de frutas para compostagem. Instalada numa zona agrícola, a empresa tem apostado também na sensibilização junto dos agricultores para a recolha de fita de rega inutilizada, que segue para reciclagem. A APS dispõe de equipamentos para o transporte e acondicionamento de resíduos que inclui contentores abertos de várias dimensões, compactadores munidos de contentores fechados, monoblocos para papel, cartão, plástico e resíduos industriais banais, contentores para resíduos verdes biodegradáveis, contentores para transporte de lamas, boxes para colocação de aparas de tipografia e prensas verticais. Todos estes equipamentos estão licenciados e certificados conforme normas europeias. A APS possui ainda camiões com sistema de ampliroll e sistema de gancho. “Temos também um contentor que foi desenvolvido especificamente para nós e que foi desenhado por uma empresa de

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Em 2016 a APS enviou para reciclagem mais de 6000 toneladas de cartão e 900 toneladas de plástico.”

Coruche, que é um contentor com lonas e com plataforma elevatória e que é único no país”, conta a administradora da APS. Só assim é possível à empresa operar em quase todo o país. “O objetivo é rentabilizar sempre o transporte” e permitir alguma valorização da carga, através da reciclagem, o que permite ainda ao cliente obter algum rendimento. “Para além de estarmos licenciados para trabalharmos com estes tipos de resíduos, tudo o que sai daqui é encaminhado para entidades destinatárias licenciadas, e nós entregamos aos clientes toda essa documentação. Não corremos o

externos. Este processo é conduzido por uma empresa intermediária, que compra a vários operadores e depois envia as cargas por via marítima para o destino final. Em 2016 a APS enviou para reciclagem mais de 6000 toneladas de cartão e 900 toneladas de plástico.

risco de entregar nada a quem não esteja licenciado”, afirma. De ressalvar que uma parte dos resíduos recolhidos em Portugal segue para exportação, tendo como destino final o mercado asiático, muito embora a APS não venda diretamente para os mercados

Uma empresa que é como uma família O desejo de uma vida melhor fez com que Armando Piedade da Silva, ainda criança, trocasse o Alentejo pela periferia de Lisboa, onde começou por trabalhar na indústria papeleira. Foi na zona de Loures que se lançou num negócio próprio, recolhendo sucata e outros tipos de resíduos, como papel e cartão que depois vendia. Alice Santos, sua filha e braço direito na empresa, confessa que desde criança sempre gostou e acompanhou de perto o negócio do pai. “Nos intervalos da escola, para o almoço, eu aproveitava para ir fazer a separação dos resíduos num supermercado em Loures e, quando não tinha escola, ia com o meu pai buscar a carga a vários clientes”. Foi nessa altura que o seu espírito empreendedor começou a despontar. “Quando eu tinha 14 anos, fazíamos a separação dos resíduos no chão e eu lembrei-me que seria mais fácil termos um tapete rolante em cima do qual poderíamos ir colocando os resíduos”. Foi nessa altura que na cabeça de Alice começou a tomar forma o projeto para uma central de triagem. Alice pediu

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orçamentos a várias empresas, compilou toda a informação e apresentou o resultado da sua pesquisa ao pai. “O meu pai sorriu e disse que eu era muito sonhadora e que isso devia ser influência do meu nome”, numa alusão a Alice, a personagem do livro “Alice no país das Maravilhas”. A verdade é que muitos anos depois, e com esse projeto ainda guardado numa gaveta, o sonho de Alice Santos foi concretizado, quando a APS instalou a sua primeira central de triagem. “Nesse momento eu fui a primeira a ir lá para cima e senti que estava a realizar um sonho, foi uma sensação indescritível”, recorda. É também com emoção e com um brilho nos olhos que esta empresária fala da sua empresa, que conta já com 21 colaboradores, sem esquecer os irmãos e outros familiares que a acompanharam desde o início. “Os meus colaboradores não trabalham para mim, trabalham comigo e eles fazem parte deste crescimento. É graças a eles que temos crescido, porque são pessoas que se esforçam e que dão o litro para que isto vá para a frente”, reconhece.

A verdade é que a APS tem registado um crescimento assinalável. Em 2016, a empresa faturou na ordem de um milhão e duzentos mil euros. Um crescimento que também só é possível com investimento. “Entre 2014 e 2015 investimos perto de 1 milhão de euros, sem apoios nenhuns e só com recurso a autofinanciamento”, conta Alice Santos. Estes investimentos têm permitido à empresa crescer e acompanhar as exigências legais que são impostas a todas as empresas que operam neste setor. O licenciamento da atividade e a legislação muito restritiva do ponto de vista ambiental são uma das muitas dificuldades que este setor enfrenta. Talvez por isso o número de empresas neste setor tem vindo a diminuir, pois nem todos os operadores tiveram capacidade para fazer os investimentos necessários para poderem obter a licença de funcionamento. A APS está neste momento a trabalhar para obter certificação para outros tipos de resíduos, excluindo, claro, os resíduos perigosos.

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INFORMAÇÃO E APOIO

Simulacros

N

a coluna anterior falamos de algumas das definições mais importantes relativamente às medidas de autoproteção, mas na realidade não basta ter as medidas, é necessário gerir essas medidas de forma planeada. Assim, da coluna anterior reforçamos a importância dos registos de segurança e procedimentos de prevenção. Estas são a base da verdadeira cultura de prevenção aliada às já faladas medidas passivas e ativas. Na coluna anterior finalizamos dizendo que iriamos abordar nesta coluna o tema “evacuação”, mas iremos de imediato focar este tema pois necessitamos de introduzir o simulacro, onde a evacuação é uma das componentes para se puderem salvar vidas. Da coluna anterior, relembramos que os simulacros são exercícios com objetivo de teste do PEI e treino dos ocupantes, mas existem cinco considerações a ter em conta: 1. Os cenários idealizados para a realização dos exercícios de simulação devem

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aproximar-se o mais possível da realidade. 2. Os primeiros exercícios devem ser simples e previamente antecipados e avisados (dia e hora da sua realização). Devem ser agravados à medida que a organização de segurança da entidade for adquirindo mais maturidade, ao ponto destes serem realizados sem aviso prévio. 3. O planeamento e a realização destes exercícios de simulação devem ter a colaboração dos bombeiros, e eventualmente, dos elementos que ministraram ações de formação ao pessoal da entidade. 4. Devem ser nomeados observadores para, durante a realização dos exercícios de simulação, monitorarem alguns parâmetros característicos da eficácia da atuação, a definir na fase de planeamento do exercício. 5. Deverá ser realizada, após a realiza-

ção do simulacro, tão próximo quanto possível, uma reunião de avaliação do exercício. Esta avaliação deve ser muito criteriosa e objetiva de modo a se identificarem eventuais lacunas detetadas nos exercícios de simulação, quer na preparação da emergência, quer nas medidas de segurança em vigor na entidade, visando a concretização das melhorias necessárias. Na próxima coluna iremos abordar, de forma teórica, os vários tipos possíveis de simulacros e as suas fases, onde acabaremos por incluir a evacuação.

Mais informações: NERSANT Seguros, S.A. Telef.: 249 839 500 geral@nersantseguros.pt www.nersant.pt

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Apoios à contratação com novas regras já em vigor O decreto-lei que altera os apoios à contratação de jovens à procura do primeiro emprego e desempregados de longa duração entrou em vigor dia 1 de agosto. O diploma estabelece novas isenções e reduções da Taxa Social Única (TSU) para as empresas que contratem para os quadros trabalhadores nestas condições.

C

om as alterações, é abrangido um novo subgrupo de pessoas: os desempregados de muito longa duração, ou seja, as pessoas com 45 anos de idade ou mais que se encontrem inscritas no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) há 25 meses ou mais. Com o novo modelo, apenas as empresas que contratarem trabalhadores deste novo subgrupo terão direito, durante três anos, a isenção total das contribuições para a Segurança Social, ou seja, não pagam TSU (23,75% sobre o salário). Já as empresas que contratarem desempregados de longa duração (há 12 meses desempregados) mas que tenham menos de 45 anos de idade e que estejam há menos de 25 meses inscritos no IEFP apenas terão direito a um corte de 50% na TSU durante três meses. Até agora, a isenção era total também nestes casos.

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A mesma lógica é seguida no caso da contratação sem termo de jovens à procura do primeiro emprego (até aos 30 anos): há uma redução de 50% da TSU, mas com uma duração de cinco anos. As entidades empregadoras que contratem por tempo indeterminado os trabalhadores já vinculados por contrato a termo, ou cujos contratos a termo se convertam em contratos sem termo, podem beneficiar dos incentivos previstos no diploma. O novo modelo muda ainda a lógica da atribuição dos incentivos, uma vez que é introduzido o conceito de portabilidade. Isto é, a isenção ou corte na TSU passa a ser visto como benefício do trabalhador e não da entidade empregadora, o que faz com que, ao mudar de emprego, o trabalhador leve consigo o incentivo. “Sempre que ocorra a cessação do contrato de trabalho sem termo por facto

não imputável ao trabalhador (…), o trabalhador mantém o direito à dispensa parcial ou à isenção total do pagamento de contribuições nas situações de contratações sem termo subsequentes durante o período remanescente”, lê-se no diploma. As entidades empregadoras que pretendam beneficiar dos incentivos devem apresentar requerimento no site da Segurança Social, no prazo de 10 dias a contar da data de início do contrato de trabalho. Os serviços têm 20 dias para avaliar o pedido. Os incentivos podem ser cumulados com outros apoios à contratação, “salvo se resultar daqueles regimes específicos a sua não acumulação com o presente apoio”, estabelece o decreto-lei. As empresas com dívidas à Segurança Social ou ao Fisco não têm direito a aceder aos incentivos.

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VIVER VIVER OO TEJO TEJO

Ribatejo em Férias

Ortiga Radical

U

m programa de campo de férias para jovens apoiado no parque de campismo da Ortiga, concelho de Mação. A Praia Fluvial da Ortiga oferece diversas condições para atividades de lazer, entre as quais passeios de barco no Tejo e desportos aventura como rapel, slide, escalada, canoagem, passeios pedestres sinalizados e BTT podem ser tomadas no Parque de Campismo ou no restaurante “A Lena” que é contíguo

Dia 1 Iniciação e prática de canoagem

Dia 2 Passeio de barco no Rio Tejo até ao Alamal, podendo tomar banho na praia fluvial

Dia 3 Slide e escalada na Ortiga

Dia 4 Praia fluvial do Carvoeiro Situada entre a Aldeia da Capela e a Vila de Carvoeiro, trata-se de uma praia fluvial rodeada de uma imensa mancha florestal, permitindo que o contacto com a natureza seja uma mais-valia a quem o visita. Dela faz parte um paredão para contenção do caudal da ribeira que resulta num enorme espelho de água. Inclui uma piscina para crianças, balneários públicos, um bar, posto de primeiros socorros e uma zona coberta para refeições equipada com assadores.

Dia 5 Atividades radicais na Ortiga: rapel, slide, escalada

Informações e reservas www.viverotejo.pt


INDUSTRIA 4.0 A Indústria 4.0 é um mosaico tecnológico que prevê a integração entre o mundo físico e o mundo digital, através dos chamados sistemas de produção ciberfísicos (CPS – Cyber Physical Systems), traduzindo-se na digitalização dos processos de produção com troca de dados entre produtos, máquinas, e diferentes atores das cadeias de produção e cadeias de valor. Como as revoluções industriais precedentes, a Indústria 4.0 prevê mudanças radicais nos modelos de produção e organização empresarial, e também nos processos de marketing e da relação com o cliente. A SPI está preparada para apoiar as empresas dos diversos setores económicos a evoluírem para a indústria 4.0, através de: 1. Diagnósticos Indústria 4.0 – conheça o nível de maturidade / preparação da sua empresa nas diver-

Computação em Nuvem

sas dimensões do conceito, com vista a estabelecer medidas prioritárias e de maior valor para a sua empresa. 2. Planos de Transformação para a Indústria 4.0 adote as ferramentas para a adequada gestão dos processos de mudança e inovação, incluindo a identificação de áreas de conhecimento críticas e o estabelecimento de parcerias estratégicas a nível tecnológico e de mercado. 3. Candidaturas a Sistemas de Incentivos – otimize a obtenção de apoio financeiro para o desenvolvimento de medidas no âmbito da Indústria 4.0. 4. Sessões de esclarecimento / sensibilização – faça evoluir a cultura empresarial e o alinhamento e motivação dos recursos humanos para a nova realidade empresarial.

Sistemas digitais de integração horizontal ou vertical Simulação 3D (de produtos ou processos ao longo da cadeia de valor)

Robotização

Cibersegurança

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O SEU PARCEIRO PARA A INOVAÇÃO

INOVAÇÃO Gestão de inovação Inovação aberta Desenvolvimento de competências Internacionalização de PME Implementação de clusters Gestão do conhecimento

CIÊNCIA E TECNOLOGIA Transferência de tecnologia Investigação e desenvolvimento Tecnologias emergentes Tecnologias industriais Fábricas do futuro Processos industriais sustentáveis

TERRITÓRIO Desenvolvimento regional Regeneração urbana Desenvolvimento sustentável Planeamento de mobilidade Ordenamento do território Cidades inovadoras

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INFORMAÇÃO E APOIO

NERSANT é entidade acreditada para a prestação de serviços

PME já podem candidatar-se ao Vale Indústria 4.0 As empresas da região interessadas em obter um incentivo de 7.500 euros para incrementar o a digitalização da sua empresa, já o podem fazer. As candidaturas ao Vale Indústria 4.0 abriram ontem e a NERSANT é entidade acreditada para a prestação de serviços.

O

Vale Indústria 4.0 é uma nova tipologia de projeto simplificado com convocatória aberta à apresentação de projetos de candidatura (AVISO N.º 19/ SI/2017), call que estará aberta até ao próximo dia 29 de setembro. A dotação orçamental deste 1º aviso é de 4.2M€. Este projeto financiado é uma excelente oportunidade para as PME’s acelerarem a digitalização do seu negócio, pelo que tem como objetivo a aquisição de serviços de consultoria a entidades acreditadas, como é o caso da NERSANT, com vista à identificação de uma estratégia conducente à adoção de tecnologias e processos associados à indústria 4.0. O projeto pode ser dinamizado tendo em conta duas tipologias de intervenção. Na

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primeira, “Implementação de processos associados ao comércio eletrónico”, as PME podem concretizar investimentos referentes a Desenho e implementação de Estratégias de Marketing Digital, Search Engine Optimization (SEO) e Search Engine Advertising (SEA), Social Media Marketing, Marketing de Conteúdos, Publicidade Display, Mobile Marketing, E-Commerce, CRM – Client Relationship Management e Web Analytics. Na segunda tipologia de intervenção, são elegíveis investimentos de outros processos associados à Indústria 4.0, como Sistemas de interconetividade (sensores), Big data, Realidade aumentada, Fabricação auditiva, Sistemas de Cloud, Inteligência artificial, Sistemas ciber-físicos, Robótica, Cibersegurança, Machine-to-Machine (M2M) e Human-

to-Machine interfaces, Ferramentas para Manufacturing as a Service (MaaS) e Apps for manufacturing e E-Sistemas para Produção Inteligente e Flexível. O Vale Indústria 4.0 é direcionado para investimentos até 10.000€, pelo que o incentivo máximo por projeto será de 7.500€ (taxa de financiamento a fundo perdido de 75%).

MAIS INFORMAÇÕES: DATIC - Departamento de Apoio Técnico, Inovação e Competitividade NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém E-mail: datic@nersant.pt@nersant.pt Tel.: 249 839 500

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Publicada Lei que determina a paridade nos cargos de decisão nas empresas

A

lei que determina a paridade nos cargos de decisão das empresas públicas e nas empresas cotadas em bolsa foi publicada em Diário da República. O “Regime da representação equilibrada entre mulheres e homens nos órgãos de administração e de fiscalização das entidades do setor público empresarial e das empresas cotadas em bolsa” dá assim cumprimento ao compromisso do Governo de promover o equilíbrio de género nos cargos de direção. A Lei estabelece que a proporção de pessoas de cada sexo designadas para cada órgão de administração e de fiscalização nas empresas não pode ser inferior a 33,3%, a partir de 1 de janeiro de 2018, no setor empresarial do Estado. Nas empresas cotadas em bolsa, a proporção é de 20%, a partir da primeira assembleia geral eletiva após 1 de janeiro de 2018 e de 33,3%, a partir da primeira assembleia geral eletiva após 1 de janeiro de 2020.

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APROVAÇÃO DE PLANOS DE IGUALDADE De acordo com esta Lei, as empresas do setor empresarial do Estado e as cotadas em bolsa ficam ainda obrigadas à aprovação de Planos de Igualdade, que são instrumentos promotores de práticas e medidas que têm em vista alcançar uma efetiva igualdade de tratamento e de oportunidades entre mulheres e homens nas empresas. Esta Lei insere-se num quadro mais vasto no plano da igualdade – a “Agenda para a Igualdade no Mercado de Trabalho e nas Empresas” – que o Governo tem vindo a trabalhar com os parceiros sociais. “Esta Agenda reflete a necessidade de políticas de alcance estrutural, não obstante os progressos obtidos, desde a década de 1970, em matéria de promoção da igualdade de mulheres e homens”, refere a nota do gabinete do Ministro Adjunto, Eduardo Cabrita.

“De facto, são ainda muito significativos os indicadores de desigualdade persistente: apesar da elevada participação das mulheres portuguesas no mercado de trabalho a tempo inteiro, do aumento exponencial das suas qualificações profissionais e, sobretudo, académicas, as mulheres continuam em situação desvantajosa no mercado de trabalho”, pode ler-se também. As cinco áreas estratégicas de intervenção da Agenda para a Igualdade no Mercado de Trabalho e nas Empresas são: • Combate às desigualdades e disparidades salariais; • Combate à segregação ocupacional (nas profissões); • Parentalidade; • Conciliação da vida pessoal, familiar e profissional; • Paridade nos cargos de decisão.

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INFORMAÇÃO E APOIO

Microsoft Word e Microsoft Excel

Teclas de Atalho

A

s teclas de atalho são uma boa forma de melhorar a sua eficiência de utilização de programas como o Microsoft Word ou o Microsoft Excel. Embora à primeira vista possa não parecer, a utilização de teclas de atalho tem uma redução significativa no tempo que demoramos a escrever um documento Word ou a preencher uma folha de Excel. Deixamos-lhe alguns dos atalhos mais frequentemente utilizados no Microsoft Word e no Microsoft Excel.

MICROSOFT WORD Criar e editar documentos • CTRL + O – Criar novo documento • CTRL + A – Abrir novo documento • CTRL + G – Guardar o documento • CTRL + W – Fechar o documento • CTRL + ALT + S – Dividir a janela do documento Navegação em um documento • CTRL + Page Down – Ir para o início da página seguinte

• TAB – Tabulação para a frente ou próxima célula (em uma tabela)

• CTRL + Page Up – Ir para o início da página anterior

• SHIFT + TAB – Tabulação para trás ou célula anterior (em uma tabela)

• CTRL + End – Ir para o fim do documento

• CTRL + ENTER – Inserir quebra de página

• CTRL + Home – Ir para o início de um documento • CTRL + Seta para a esquerda – Uma palavra para a esquerda

MICROSOFT EXCEL

• CTRL + Seta para a direita – Uma palavra para a direita

Criar e editar documentos

• CTRL + Seta para cima – Um parágrafo para cima

• CTRL + O – Criar novo documento

• CTRL + Seta para baixo – Um parágrafo para baixo

• CTRL + A – Abrir novo documento • CTRL + G – Guardar o documento

Trabalhar texto de documentos

• CTRL + W – Fechar o documento

• CTRL + X – Cortar (copia e apaga) o texto selecionado • CTRL + C – Copiar o texto selecionado

Navegação em um documento

• CTRL + V – Colar um texto anteriormente copiado/cortado

• CTRL + Page Down – Saltar para a próxima folha de Excel

• CTRL + SHIFT + C – Copiar formatação do texto

• CTRL + Page Up – Saltar para a folha de Excel anterior

• CTRL + SHIFT + V – Colar formatação do texto

• CTRL + End – Ir para o fim do documento (ultima célula preenchida)

• CTRL + T – Seleciona todo o texto do documento

• CTRL + Home – Ir para o início de um documento (primeira célula preenchida)

• CTRL + K – Inserir uma hiperligação no texto selecionado • CTRL + N – Coloca o texto em negrito • CTRL + I – Coloca o texto em itálico

• CTRL + Setas de Direção – Navegar saltando as células em branco

• CTRL + S – Coloca o texto em sublinhado

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• CTRL + SHIFT + W – Sublinha o texto selecionado, mas não os espaços em branco

Trabalhar texto de documentos

• CTRL + 8 – Reduz o tamanho do texto em 1 ponto

• CTRL + C – Copiar o texto/célula selecionado

• CTRL + 9 – Aumenta o tamanho do texto em 1 ponto

• CTRL + V – Colar um texto/célula anteriormente copiado/cortado

• CTRL + X – Cortar (copia e apaga) o texto/célula selecionado

• SHIFT + F3 – Altera texto para letras maiúsculas/minúsculas

• CTRL + T – Seleciona todo o documento

• CTRL + Y – Texto centrado

• CTRL + K – Inserir uma hiperligação no texto selecionado

• CTRL + E – Texto alinhado à esquerda

• CTRL + N – Coloca o texto em negrito

• CTRL + H – Texto alinhado à direita

• CTRL + I – Coloca o texto em itálico

• CTRL + Z – Anular a ultima alteração feita

• CTRL + S – Coloca o texto em sublinhado

• CTRL + R – Refazer a ultima alteração anulada

• SHIFT + F3 – Inserir uma fórmula

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EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO

Escola Profissional de Salvaterra de Magos vence Concurso de Protótipos Tecnológicos A Escola Profissional de Salvaterra de Magos (EPSM) foi a grande vencedora da edição de 2017 do AptiPro, o Concurso de Protótipos Tecnológicos, que decorreu no Instituto Profissional da Bairrada, em Oliveira do Bairro. A iniciativa surgiu, uma vez mais, como forma de divulgação da qualidade da formação adquirida pelos alunos dos cursos profissionais que desenvolvem projetos na área da eletrotecnia. Além de ter arrecadado o prémio “Escola Preferida”, com o projeto Green Food Balance, a EPSM consegui o 1.º lugar a nível nacional. O Green Food Balance tem como objetivo apresentar uma solução viável para um problema global, viabilizando a transformação dos mais diversos produtos hortofrutícolas em ração para herbívoros e omnívoros. Para além deste reaproveitamento, o excedente da matéria-prima para a ração será utilizado como fertilizante orgânico. A mais-valia do projeto foi confirmada através do contacto com o tecido empresarial, mais especificamente com as empresas do grupo ETSA, e através da apreciação do Secretário de Estado do Ambiente, em

apresentação pública do projeto, realizada no dia 2 de junho. “Os resultados alcançados pela Escola Profissional de Salvaterra de Magos são consequência do esforço e do trabalho de uma equipa de bons alunos e professores, cujo energia e dedicação alcançam, nestes momentos, o reconhecimento de várias entidades competentes”, referiu o diretorgeral da EPSM. Duarte Bernardo lembrou também que “este tem sido um ano cheio de prémios para a Escola Profissional de Salvaterra de Magos”. Já Sílvia Fernandes, diretora pedagógica da escola, que acompanhou a comitiva a Oliveira do Bairro, adiantou que “é para mim e para toda a comunidade educativa um momento de grande felicidade, porque prova que estamos no caminho

certo”. Garantiu também que “estão a ser ultimadas várias candidaturas a projetos e concursos, dos diferentes cursos da escola, para apresentar no próximo ano letivo”. O AptiPro é uma forma de divulgação dos projetos elaborados pelos alunos dos cursos profissionais nas áreas da Eletrotecnia, Educação Tecnológica e Informática no âmbito das suas Provas de Aptidão Profissional. Os principais objetivos da iniciativa são potenciar as aprendizagens adquiridas pelos alunos e proporcionar novas oportunidades de aprendizagem, através da apresentação e defesa dos trabalhos desenvolvidos, num intercâmbio de experiências educativas e de saberes profissionais, e que envolve alunos, professores e empresários destas áreas técnicas.

Empreendedorismo para o Turismo em Portugal A NOVOTECNA – Associação para o Desenvolvimento Tecnológico encontra-se a promover o FabTur Cidadão - Rumo ao Turismo 4.0. O projeto é uma iniciativa que visa a aceleração de ideias e projetos aplicados ao Turismo privilegiando a incorporação tecnológica. Com um âmbito nacional, o programa ajudará a validar as ideias e produtos, e preparará os empreendedores para a captação de investidores se necessário, contando para tal com um ecossistema de atores que combina o apoio tecnológico e inovação dado pela FABLABS PORTUGAL, que liga a uma rede global de partilha de competências tecnológicas, com um conjunto de Associações Empresariais com sólida experiência no apoio à atividade empreendedora e, com uma mentoria de empreende-

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dorismo validada internacionalmente. O Programa irá decorrer até ao final do ano contando com a Coordenação Técnica da equipa do Shark Tank aplicando uma metodologia de sucesso aferida mundialmente. As empresas que se enquadrem neste perfil ou os empreendedores que pretendam arrancar com uma empresa e precisem de capital para viabilizar o

negócio, podem candidatar-se a este projeto, que para além de preparar a empresa para abordar os investidores, oferece-lhes ainda prémios até 15.000 € e reconhecimento junto de investidores e decisores. Os interessados podem inscrever equipas ou indivíduos, podem fazê-lo descarregando a ficha de inscrição disponível no portal www.novotecna.pt.

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Projetos de empreendedorismo escolar apresentados aos professores da região Com o objetivo de permitir às escolas um planeamento atempado do próximo ano letivo, a NERSANT - Associação Empresarial da Região de Santarém, promoveu na sua sede em Torres Novas e na Startup Santarém, ações de divulgação dos projetos de fomento do empreendedorismo nas escolas que pretende continuar a desenvolver. Este trabalho da NERSANT, que já acompanha alunos no desenvolvimento de competências empreendedoras desde 2007, assenta na convicção da Associação Empresarial de que o fomento e treino destas competências deve ter lugar o mais cedo possível, não visando apenas ter melhores empresários no futuro mas também cidadãos mais preparados. Nas sessões de esclarecimento, que em Torres Novas reuniu professores do Médio Tejo e em Santarém, professores da Lezíria, a NERSANT apresentou os três projetos de

empreendedorismo escolar que dinamiza: o EmpCriança, dirigido a alunos do primeiro ciclo (3º e 4º anos), o Empreender Jovem, direcionado a alunos do 2.º e 3.º ciclo, e ainda o EmpreEscola, aplicado a alunos do Ensino Secundário. Todos estes projetos, foi explicado nas reuniões, têm como objetivo sensibilizar as crianças e jovens para a importância do empreendedorismo e da atividade empresarial, incutindo-lhes conceitos que são, atualmente, pouco explorados nos programas curriculares. Os projetos de empreendedorismo têm ainda uma componente muito prática, sendo que cada um deles, com o acompanhamento da NERSANT, da equipa de capacitação e de um conjunto de materiais e ferramentas pedagógicas já preparados, visa treinar competências empreendedoras como são a criatividade, a iniciativa, a resiliência, o planeamento, o

trabalho em equipa e a comunicação, ferramentas que ajudam os alunos no processo de criação de uma ideia de negócio e na sua transformação numa empresa. As escolas interessadas em conhecer estes projetos podem fazê-lo, solicitando esclarecimentos à NERSANT, através dos contactos datic@nersant.pt ou 249 839 500.

Innovation Scoring® permite aferir grau de inovação das empresas A COTEC Portugal, com o apoio dos seus associados, e em parceria com o IAPMEI, disponibiliza online uma plataforma gratuita que lhe permite avaliar o desempenho de inovação das empresas. Trata-se do sistema Innovation Scoring® que, para além de aferir o grau inovador de uma empresa, proporciona o acesso a um conjunto de serviços disponibilizados pela COTEC e pelo IAPMEI. A primeira versão do Innovation Scoring® foi desenvolvida em 2007, sendo utilizada sistematicamente por cerca de 700 empresas em Portugal. Quase uma década depois, foi feito um estudo de avaliação do primeiro modelo deste sistema, dando origem a uma nova versão, o Innovation Scoring® 2.0. A nova geração do Innovation Scoring® assenta em cinco dimensões de análise principais - Estratégia, Organização, Processos de IDI, Potenciadores e Impacto -, que se dividem em 14 subdimensões, sobre as quais são colocadas um total de 30 questões. Com base nas respostas dadas, o sistema atribui uma pontuação relativa ao grau de inovação da empresa, e disponibiliza um relatório que elenca um conjunto de ações que podem vir a melhorar a performance da empresa. O portal do Innovation Scoring® encontra-se disponível em https://www.innovationscoring.pt/.

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European Innovation Academy no Estoril A European Innovation Academy que se realizou este ano pela primeira vez em Portugal, decorreu no Centro de Congressos do Estoril até 4 de agosto. O evento teve como objetivo criar Startups tecnológicas líderes de mercado. Durante 15 dias, Portugal recebeu o maior programa universitário de aceleração em Inovação Digital da Europa, a European Innovation Academy (EIA), que se realizou pela primeira vez no nosso país, com o apoio do Banco Santander Totta, parceiro exclusivo junto das instituições de Ensino Superior Portuguesas e na área financeira. No futuro, a EIA irá funcionar no novo Campus de Carcavelos da NOVA, do qual o Banco Santander Totta é fundador. Este programa de empreendedorismo, que reúne os melhores estudantes universitários de conceituadas universidades americanas, asiáticas e europeias no Estoril, conta com a participação 400 participantes, de 63 nacionalidades, oriundos de 40 universidades. Conta também com a participação de aceleradoras de Silicon Valley e é desenvolvido em colaboração com instituições de topo, como a UC Berkeley, a Stanford University e a Google.

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EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO

VeganChee lança nova linha de iogurtes 100% vegetais O VeganChee, marca ribatejana oriunda de Glória do Ribatejo, acaba de lançar uma nova linha de alternativas 100% vegetais aos iogurtes. Este novo produto não contém qualquer ingrediente de origem animal e é adequado para vegans, pessoas com alergia ao leite, ou simplesmente para quem pretende uma alimentação saudável.

M

ónica Venda é a criadora da marca VeganChee e falou à Ribatejo Invest sobre este novo produto da empresa. “Foi nossa preocupação disponibilizar produtos que permitam uma vida mais saudável, preparados com ingredientes naturais e biológicos. Deste modo selecionamos como base a aveia e apresentamos seis diferentes alternativas. Outra preocupação que tivemos na seleção de ingredientes foi a questão dos açúcares, pelo que não adicionámos qualquer tipo de açúcar a este novo produto. Para adoçar apenas utilizamos folhas de Stevia produzida em Portugal”, fez saber a empreendedora. Para além disso, acrescentou:

“os nossos iogurtes de origem vegetal contêm os melhores ingredientes que a natureza nos oferece, contém bactérias ativas, são próbióticos e são produzidos em Portugal. Não contêm qualquer ingrediente de origem animal e são adequados para vegans, pessoas com alergia ao leite, ou simplesmente para quem pretende uma alimentação saudável”. Neste momento, os iogurtes 100% vegetais já estão a ser comercializados um pouco por todo o país. São preparados com aveia, stevia em folha e com 6 opções diferentes de sabores e características nutricionais. O VeganChee é uma marca que prepara produtos de origem 100% vegetal e biológicos, são preparados com muita dedicação, com ingredientes de origem biológica e sem quaisquer aditivos químicos, como cor ou aroma. Estes produtos foram desenvolvidos no seguimento de uma tomada de consciência alimentar e pretendem

ser uma opção alternativa e permitir a partilha de agradáveis momentos com a sua família e amigos. Embora o mais recente produto do VeganChee sejam efetivamente os iogurtes 100% vegetais, a marca iniciou o seu percurso com a com a produção e comercialização de uma alternativa vegetal ao queijo, que apresenta cor, aroma e sabor próprios. Este produto, à semelhança dos iogurtes, não contém leite, nem qualquer outro produto de origem animal, e pretende estar à mesa do consumidor como um alimento saudável com baixo teor em gordura saturada pela utilização de azeite, isento de glúten, isento de lacticínios, rico em sabor, em aroma, de aspeto atrativo e cruelty free. O VeganChee foi um dos projetos acompanhados pela equipa técnica de apoio ao empreendedorismo da NERSANT tendo sido ainda um dos vencedores do 1º Concurso de Ideias de Negócio Incubar + Lezíria, com a sua alternativa vegetal ao queijo.

O Livro L das Receitas Vegan O Livro Li das Receitas Vegan, além de o ajudar a confecionar pratos saborosos isentos de produt dutos de origem animal, ensina-lhe tudo o que precisa de saber sobre alimentação natural e nutrição, de modo a que possa mudar os seus hábitos e adotar uma dieta mais saudável. A autora Magda Roma, com o apoio de Mónica Venda, responsáveis pelo blogue “A nutricionista cozinheira”, desafiaram a tradicional dieta mediterrânica e criaram pratos irresistíveis confecionados à base de vegetais, legumes, leguminosas, fruta e frutos secos.

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EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO

A Daimler dá início à produção da FUSO eCanter na Europa

Mitsubishi é o primeiro fabricante do mundo a produzir em série veículos de mercadorias completamente elétricos A Mitsubishi Fuso Truck and Bus Corporation (MFTBC), celebrou o início da produção do primeiro veículo comercial de mercadorias eléctrico, a FUSO eCanter. A Fuso é uma marca da Daimler Trucks Asia. O evento teve lugar na unidade de produção do Tramagal, Abrantes, onde será produzida a eCanter para os mercados Europeu e Norte Americano, em simultâneo com a viatura comercial Fuso Canter convencional.

O

governo Português tem apoiado o desenvolvimento da eCanter desde o seu início em 2010. O Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, juntou-se no evento a membros do governo, à Mitsubishi Fuso Truck Europe e a executivos da MFTBC. O presidente executivo da Mitsubishi Fuso Truck Europe, Jorge Rosa, afirmou no evento que Portugal passa a ser “um dos dois únicos países do mundo a possuir uma linha de montagem com capacidade para produzir em série veículos comerciais de mercadorias elétricos”. “Gostaria de aproveitar esta oportunidade para agradecer ao Governo português o seu apoio e financiamento, bem como aos diversos parceiros aqui representados pela Câmara Municipal de Lisboa e pela Câmara Municipal de Abrantes, pela sua participação nos testes de veículos de présérie produzidos em 2015 que conduziram objetivamente a esta parceria entre Portugal e a Fuso, facto absolutamente decisivo e fundamental para o sucesso desta nova geração que hoje aqui apresentamos: a eCanter”, acrescentou Jorge Rosa. Marc Llistosella, Presidente e CEO da Mitsubishi Fuso Truck and Bus Corpora-

A Fuso eCanter é produzida em simultâneo com o veículo comercial ligeiro de mercadorias Canter na fábrica do Tramagal.” 38

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Marcelo Rebelo de Sousa esteve presente no evento tion e Responsável máximo da Daimler Trucks Asia, declarou na ocasião: “Hoje, com o início de produção, tornámo-nos o primeiro fabricante do mundo a produzir em série veículos de mercadorias completamente elétricos. A partir de agora poderemos corresponder à cada vez maior procura de viaturas comerciais sem emissões para distribuição dentro de MegaCidades. Já recebemos as primeiras encomendas e marcámos o lançamento global deste veículo para uma das mais icónicas Mega-Cidades, Nova Iorque, em setembro. A nossa fábrica Portuguesa não se limita a produzir para a Europa e para os Estados Unidos da América, também beneficia de uma estreita colaboração com as autoridades em Portugal e Lisboa que vem testando os veículos comerciais desde 2014.” Para o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que discursou em inglês, este dia memorou a indústria portuguesa. Elogiou a inovação da empresa portuguesa sediada no Tramagal, referindo que a

mesma é um orgulho para o país. Na plateia, para além das dezenas de colaboradores da Mitsubishi, estiveram dezenas de convidados, entre eles a Presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Maria do Céu Albuquerque e o Vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Duarte Cordeiro. O Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, bem como a recém-chegada Secretária de Estado da Indústria, Ana Teresa Lehmann, foram algumas das personalidades presentes.

VEÍCULOS COMERCIAIS COMPLETAMENTE ELÉTRICOS NAS MÃOS DOS CLIENTES A MFTBC já anunciou em maio qual o seu primeiro cliente comercial no Mercado Japonês: a Seven-Eleven Co., Ltd. irá ter a operar durante o próximo ano 25 unidades da nova eCanter para a sua frota. Após ter inaugurado a sua primeira estação de carga para veículos comercias em maio e ter iniciado a produção na fábrica de Kawazaki no Japão a 7 de julho, o even-

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As viaturas que saírem da linha de montagem do Tramagal terão como destino clientes dentro da Europa e nos Estados Unidos.” to de início de produção no Tramagal simboliza o arranque da produção da eCanter fora do Japão. Com estes marcos a MFTBC começa a abrir o caminho para seu o veículo comercial 100% elétrico. Após iniciar a produção em série em pequena escala, é apenas natural que o passo seguinte seja começar a produção em série em larga escala no futuro. As experiências desta pequena série nas mãos dos clientes irá também ajudar a FUSO na produção em larga escala. A Fuso eCanter é produzida em simultâneo com o veículo comercial ligeiro de mercadorias Canter na fábrica do Tramagal. Apenas os componentes específicos da propulsão elétrica estarão instalados em boxes específicas ao longo da linha de produção. As viaturas que saírem da linha de montagem do Tramagal terão como destino clientes dentro da Europa e nos Estados Unidos.

SOBRE O ECANTER O comercial ligeiro de mercadorias totalmente eléctrico é a resposta da Fuso às necessidades do público de um veículo de mercadorias com zero emissões e zero ruído para distribuição dentro das cidades. Ajuda a resolver os cada vez maiores problemas de ruído e poluição em ambientes urbanos em todo o mundo. Para além de ser uma viatura amiga do ambiente, é ainda muito eficiente para o utilizador em termos económicos. A eCanter tem uma autonomia de 100 quilómetros e uma capacidade de carga de duas a três toneladas – dependendo dos tipos de caixa e utilização. O propulsor eléctrico da viatura contém seis baterias de alta voltagem com 420v e 13,8Kwh cada. As baterias estão a ser fornecidas pela subsidiária 100% da Daimler, a Accumotive em Kamenz, Alemanha. A FUSO eCanter beneficia da ampla experiência proporcionada pelos testes realizados por clientes em Portugal e na Alemanha com a pré-série entre 2014-17. Comparativamente com os comerciais

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ligeiros convencionais a diesel, oferece poupanças nos custos de operação na ordem dos 1.000 € por cada 10.000 quilómetros. Também oferece significativa redução de emissões de CO2. A Fuso tem uma longa história em formas de tracção alternativas para os veículos comerciais ligeiros. A produção em série da Canter Eco Hybrid em 2006, enquanto a segunda geração vem sendo produzida desde 2012. Na IAA 2010, a Fuso apresentou um primeiro protótipo de um veículo eléctrico Canter E-Cell, que conduziu à produção de uma pré-série para fins de testes em 2014. Uma antevisão das pequenas séries da FUSO eCanter celebraram a sua estreia mundial na IAA em 2016 e as eCanter produzidas em série para comercialização serão lançadas mundialmente em Nova Iorque, em Setembro deste ano.

TRAMAGAL – UMA FÁBRICA TRADICIONAL RICA EM EXPERIÊNCIA A fábrica do Tramaga, no concelho de Abrantes, a cerca de 150 quilómetros a nordeste de Lisboa, tem uma história longa e variada. Foi fundada em 1964 como uma sociedade entre o negócio da famí-

lia Portuguesa Duarte Ferreira e o antigo fabricante de camiões Francês Berliet. Em 1980 a fábrica começou com a montagem de CKD (completely knocked down) para a Mitsubishi Fuso. Nos anos que se seguiram a empresa montou o comercial ligeiro de mercadorias e outros veículos da Mitsubishi Fuso para o mercado Português. Dez anos mais tarde foi adquirida pela Mitsubishi Motors Portugal. Em 1996, a Mitsubishi Motors Corporation adquiriu a unidade fabril considerando-a como o local de produção central da Fuso Canter para a Europa Ocidental. A fábrica tornou-se parte da Daimler AG em 2003 altura em que este fabricante de automóveis adquiriu a maioria Mitsubishi Fuso. A fábrica estende-se por uma superfície de cerca 160.000 metros quadrados. Mais de 400 colaboradores produzem a FUSO Canter para cerca de 30 países Europeus, Israel, Marrocos e Turquia. Aproximadamente 95 por cento dos veículos são exportados. Desde 2012, os colaboradores do Tramagal produzem também a FUSO Canter Eco Hybrid, a versão híbrida da Canter.

SOBRE A DAIMLER A Daimler AG é um dos mais bem-

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EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO

sucedidos fabricantes de automóveis do mundo. Constituído pelos seus departamentos Mercedes-Benz Cars, Daimler Trucks, Mercedes-Benz Vans, Daimler Buses e Daimler Financial Services, o Grupo Daimler é um dos maiores produtores de viaturas de luxo e o maior fabricante de veículos comerciais do mundo com alcance global. A Daimler Financial Services fornece financiamento, aluguer de longa duração, gestão de frotas, seguro e serviços inovadores de mobilidade. Os fundadores da Empresa, Gottlieb Daimler e Carl Benz, fizeram história ao inventarem o automóvel no ano de 1886. Na qualidade de pioneira da engenharia automóvel, a Daimler continua hoje a moldar o futuro da mobilidade: O Grupo está centrado em tecnologias inovadoras e verdes bem como em viaturas seguras e de qualidade superior que atraem e fascinam os seus clientes. Durante muitos anos a Daimler vem investindo de forma contínua no desenvolvimento de sistemas alternativos de propulsão com o objetivo de, a longo prazo, tornar possível a existência de uma condução livre de emissões. Assim, para além das viaturas híbridas, A Daimler tem agora uma vasta gama de veículos elétricos

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livres de emissões, com propulsão através de baterias e células de combustíveis. Este é apenas um exemplo de como a Daimler voluntariamente aceita o desafio de cumprir a sua responsabilidade relativamente à sociedade e ao ambiente. A Daimler vende os seus veículos e serviços em praticamente todos os países do mundo e tem instalações fabris na Europa, na América do Norte e do Sul, na Ásia e em África. O seu portfólio de marcas inclui, para além da mais valiosa marca de veículos de luxo do mundo, Mercedes-Benz (fonte: Interbrand-Study “The Anatomy of Growth” 10/5/2016), assim como a Mercedes AMG, a Mercedes-maybach e a Mercedes me, as marcas Smart, EQ, Freightliner, Western Star, BharatBenz, Fuso, Setra e Thomas Built Buses, e as marcas da Daimler Financial Services: Mercedes-Benz Bank, Mercedes-Benz Financial Services, Daimler Truck Financial, moovel, car2go e mytaxi. A empresa está cotada nas bolsas de Frankfurt e Stuttgart (com o símbolo DAI). Em 2016, o grupo vendeu cerca de 3 milhões de veículos e empregava 282.000 trabalhadores, com uma receita total de € 153,3 mil milhões e lucros antes de impostos que totalizaram €12,9 mil milhões.

• A FUSO celebra o início da produção de pequenas séries da eCanter na sua fábrica do Tramagal, em Abrantes; • As primeiras entregas de eCanters aos clientes irão ocorrer nos próximos meses; • O Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, e outras altas individualidades estiveram presentes.

Mitsubishi Fuso oferece três veículos 4x4 às corporações de bombeiros O presidente executivo da Mitsubishi Fuso Truck Europe, Jorge Rosa, anunciou que a empresa vai oferecer três veículos 4x4 às corporações de bombeiros afetadas pelo incêndio que deflagrou em Pedrógão Grande em junho deste ano. Este anúncio foi feito durante a cerimónia de lançamento do novo camião elétrico eCanter, da Mitsubishi Fuso, na fábrica do Tramagal na presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e do ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral. “A empresa decidiu fazer a oferta de três veículos 4x4 da nossa produção às corporações de bombeiros afetadas na terrível tragédia de Pedrógão Grande. Em devido tempo, faremos obviamente uma cerimónia, para o final do ano, de entrega destas viaturas aos bombeiros e à Liga [dos Bombeiros Portugueses]”, afirmou Jorge Rosa.

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INTERNACIONALIZAÇÃO

Iki Mobile à conquista dos Estados Unidos da América A Iki Mobile, empresa portuguesa que está a investir numa fábrica de produção de telemóveis em Coruche, está à conquista dos Estados Unidos da América. Tudo porque a empresa é uma das 15 selecionadas dos prémios FLAD.EY Buzz USA, uma iniciativa da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento e da Consultora EY, em associação com o Jornal de Negócios, que pretende promover a internacionalização de empresas portuguesas para os EUA. A Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) e a consultora EY, em associação com o Negócios, acabam de lançar um prémio para promover e apoiar o esforço de internacionalização de micro, pequenas e médias empresas portuguesas nos Estados Unidos da América. A iniciativa destina-se a jovens empresas em crescimento, mas que já tenham alguma experiência no relacionamento com a maior economia do mundo ou planos de curto prazo para entrar naquele mercado.

O prémio destina-se a empresas em crescimento, sendo um dos principais requisitos para as candidaturas – que estão neste momento fechadas – que estas tenham sido constituídas há menos de cinco anos. As empresas candidatas podem operar em qualquer setor de atividade, de preferência na área tecnológica. Devem apresentar comprovada experiência e/ou estratégia de exportação para o mercado norte-americano. O júri –presidido por um membro da FLAD, e composto por dois convidados da Fundação e por dois convidados da EY – analisou já as candidaturas com o objetivo de escolher as 15 empresas com maior potencial, sobre as quais se fará uma reportagem a ser publicada no Jornal de Negócios. A Iki Mobile, a marca portuguesa exporta equipamentos e acessórios de telecomunicações para vários mercados e está a investir numa fábrica em Coruche para

desviar da China a produção de telemóveis das operadoras europeias, é uma das 15 empresas selecionados pelo projeto. O prémio para a empresa vencedora consiste num programa de imersão na Bay Area de São Francisco, na Califórnia, para duas pessoas e durante um mês. O objetivo é o de proporcionar um alto nível de compreensão das melhores práticas de Sillicon Valey, em termos de produto e desenvolvimento tecnológico.

Amitrónica na Alemanha

Green Apple ganhou o melhor stand em certame nos EUA A empresa do Cartaxo Green Apple, esteve recentemente na Americas Mart, em Atlanta, Estados Unidos da América, considerado o maior evento do setor, tanto para o mercado americano, como a nível Internacional, tendo o seu stand sido premiado como o melhor espaço do certame, entre os 4.000 expositores presentes. De referir que a Green Appple é uma empresa portuguesa com sede no Cartaxo, com atividade internacional nas áreas de decoração de interiores, mobiliário e iluminação, para hotelaria e residências particulares, sob a marca Green Apple Home Style. Londres, Dubai, Estados Unidos e Paris são alguns dos locais onde a empresa vai de seguida promover os seus produtos, com a npresença em certames deste setor.

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A Amitrónica esteve presente pela 10.ª vez na Angacom 2017, certame do setor eletrónico que se realizou em Colónia, na Alemanha. Esta foi já a 10.ª participação da empresa de Amiais de Baixo, Santarém, no certame. A participação nesta feira tem sido uma aposta recorrente da Amitrónica por se tratar de uma das mais importantes feiras do setor, reunindo anualmente expositores e visitantes de todo o mundo. A Amitrónica, Indústria Eletrónica Amiense Lda., foi fundada em 1980, tendo-se dedicado desde o início da sua atividade ao fabrico

e comercialização de produtos eletrónicos para a receção de sinais de radiofrequência através de antenas terrestres convencionais e antenas parabólicas. Cedo apostou em novas tecnologias para a produção, com máquinas para a colocação automática de componentes SMD, e para I&D com equipamentos de teste e control evoluídos e software de simulação, podendo desta forma colocar no mercado produtos com alto nível de qualidade e responder também aos desafios colocados por potenciais clientes para o desenvolvimento de novos produtos para determinados nichos de mercado.

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Encontro Internacional de Negócios do Ribatejo de 23 a 25 de outubro NERSANT Business 2017 terá este ano a maior diversidade de sempre de setores de atividade A NERSANT - Associação Empresarial da Região de Santarém, está a trabalhar em contrarrelógio para o seu maior evento de apoio à internacionalização das empresas da região - o NERSANT Business 2017. A 1 mês de realização do evento, a associação empresarial contabilizou já dezenas de setores de atividade presentes, sendo esta afluência considerada a maior de sempre pela organização. No total são já mais de uma centena de empresas nacionais inscritas, que representam setores de atividade tão diversos como o comércio de produtos alimentares (Azeites; Vinagres; Charcutaria; Queijos; Arroz; Frutos secos; Vinhos; Frutas e vegetais; entre outros...); Bebidas (alcoólicas e não alcoólicas); Transportes e logística; Construção Civil e Obras Públicas; Materiais de construção; Serralharia; Energias Renováveis / Alternativas; Produtos religiosos; Novas tecnologias, hardware e software; entre muitos outros. A multiplicidade de setores de atividade, patentes no portal do evento em http:// business.nersant.pt, está a despertar o interesse dos países estrangeiros, que por sua vez têm contactado a associação empresarial com o objetivo de participar no evento e concretizar esta oportunidade

de fazer negócios com as empresas portuguesas presentes. Espera-se, neste sentido, que para além de “campeão” ao nível dos setores de atividade, o NERSANT Business seja também recordista ao nível dos países inscritos. Neste momento, são já 25 as delegações estrangeiras inscritas no evento, entre elas Brasil, Bulgária, Cabo Verde, Colômbia, Equador, Gana, Luxemburgo e México, esperando-se, desta forma, que o número de delegações presentes em 2016, seja superado (26). O evento realiza-se no âmbito do projeto Exportintelligence, projeto de apoio à internacionalização de empresas que a associação está a dinamizar. Este projeto, apoiado pelo COMPETE 2020 no âmbito do SIAC, tenciona alavancar o aumento

das exportações da região e também atrair investimento para o Ribatejo, prevendo a realização de diversas atividades, sendo uma delas, precisamente, a realização de encontros internacionais de negócios onde o networking empresarial entre mercados é a ação principal. De referir que o NERSANT Business 2017 realiza-se este ano entre os dias 23 e 25 de outubro em Tomar, mantendo-se o modelo habitual: dois dias de reuniões de negócio e momentos de networking empresarial, e um dia para visitas às empresas agendadas no decorrer das mesmas. Para mais informações os interessados devem contactar o Departamento de Apoio Técnico, Inovação e Competitividade da NERSANT através dos contactos datic@nersant.pt ou 249 839 500.

Gin ribatejano arrecada dois prémios internacionais O Gotik Gin, o primeiro gin ribatejano, conquistou para Portugal a medalha de prata, na categoria de London Dry 40%, e outra de bronze, no concurso dedicado ao Gin & Tonic, durante a 48.ª edição da International Wine & Spirit Competition (IWSC). Para ganhar estes dois prémios internacionais, o gin português teve de passar por dois níveis de avaliação. Primeiro, foi submetido a uma prova-cega e selecionado pelo palato de cerca de 300 especialistas. Numa segunda ronda, as bebidas foram sujeitas a análises técnicas. O Gotik está à venda na Garrafeira Nacional por 39,15€. O jantar de gala e a cerimónia de entrega de entrega dos prémios da IWSC 2017 acontecerão em 15 de novembro próximo, em Guildhall, o palácio ceri-

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monial e administrativo da cidade de Londres, em Inglaterra. O Gotik Gin é produzido por uma destilaria de autor, a MPV Gin, com sede em Santarém. Elaborado por um conjunto de 7 destilações, o Gotik Gin é cristalino e possui uma lágrima orgulhosa e persistente. As aromáticas especialmente selecionadas e características da região do Ribatejo, atribuem-lhe um bouquet distintivo e um carácter exuberante. O processo de destilação tradicional confere-lhe ainda uma intensidade plena, um corpo estruturado e persistência duradoura. Na sua composição fazem parte 21 botânicos, dos quais alguns são produzidos pela destilaria. Com o cunho generoso do zimbro português e a singularidade marcante da abóbora manteiga, conciliam-se harmoniosamen-

te sementes de coentros, pimenta rosa, cardamomo, noz, tomate, framboesa, amora, morango, erva de São Roberto, hipericão, orégãos, tília, rosmaninho, alecrim, tomilho, flor de laranjeira, limão, tangerina e canela. A Ribatejo Invest aconselha o leitor a degustar.

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INTERNACIONALIZAÇÃO

Grupo Fametal/Alaço investe 4.5 milhões de euros em inovação para competir nos mercados externos O Grupo Fametal/Alaço, composto por empresas especializadas em construção metálica e revestimentos metálicos oriundo da região de Ourém, distrito de Santarém, acaba de investir 4.5 milhões de euros em inovação para continuar a competir nos mercados internacionais.

A

s novas tecnologias estão a obrigar o setor da construção metálica a olhar para o futuro e a inovação coloca as empresas portuguesas num dos patamares mais elevados, nesta área, a nível internacional. Neste sentido, o Grupo Fametal/Alaço, investiu recentemente 4.5 milhões de euros na modernização das suas unidades fabris de Ourém. O investimento na compra de novas máquinas vai permitir uma automatização do processo e um consequente aumento da produtividade. A introdução de novas linhas de produção de painel sanduiche habitacional para a Alaço, empresa do grupo responsável pela produção de revestimentos metálicos, completam o leque de investimentos do Grupo. De acordo com Hélder Frade, administrador da Fametal, “para respondermos de forma positiva às exigências do mercado foi necessário ajustarmos o nosso processo de fabrico tendo em conta mecanismos tecnológicos mais avançados. Com a introdução de robots no processo de fabrico vamos aumentar o procedimento tecnológico e vamos ser ainda mais competitivos, nomeadamente no mercado externo, onde somos reconhecidos pela qualidade dos nossos produtos”. “No Grupo Fametal aliamos a experiência dos que aqui trabalham há alguns anos, com a irreverência dos que acabaram de chegar. Neste sentido, apostamos sempre na excelência aliada ao investimento, à tecnologia e à inovação. Esta postura arrojada fez de nós pioneiros em Portugal na construção e fabrico de estruturas metálicas, através da utilização de vigas metálicas de alma cheia. Em 1972 a Fametal afirmou-se como a primeira empresa portuguesa a

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Hélder Frade, administrador da Fametal produzir este tipo de produtos”, reforça ainda o responsável. “Estamos constantemente a avaliar novas possibilidades para nos tornarmos mais competitivos. Foi por isso que criámos a Alaço, que permite que hoje estejamos a exportar para países, de onde antigamente importávamos. Atualmente produzimos as estruturas na nossa fábrica sem necessidade de recorrer à importação. A melhoria dos processos de fabrico e constante investimento em inovação constitui mais um passo rumo à excelência em matéria de construção metálica”, conclui o responsável. A introdução do sistema robotizado, que não implica a saída de trabalhadores, é considerada pelo grupo Fametal um contributo fundamental para a contratação de mais colaboradores, a breve prazo, para fazer face ao aumento da produção e dos projetos comerciais em Portugal e no estrangeiro.

SOBRE O GRUPO FAMETAL/ALAÇO O Grupo Fametal/Alaço é constituído pela Fametal, empresa especializada em construção metálica e pela Alaço, empresa de fabrico de revestimentos metálicos. Reconhecido no mercado nacional e internacional, o Grupo Fametal/Alaço conta com mais de 4.000 obras executadas em todo o mundo. Com escritório comercial em França e

presença assídua nos mercados da Argélia, Guiné e Porto Rico, o Grupo tem 140 trabalhadores diretos e 50 indiretos, tendo faturado 20 milhões de euros em 2016. Ainda de referir que o Grupo Fametal/ Alaço é oriundo da região de Ourém, distrito de Santarém.

O Grupo Fametal/Alaço tem vindo desde sempre a apostar na internacionalização do seu negócio. Tem, por este motivo, participado em diversas ações de apoio à internacionalização da NERSANT, entre elas missões empresariais e encontros internacionais de negócio. A participação do Grupo no NERSANT Business tem sido uma estratégia contínua das empresas.

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INTERNACIONALIZAÇÃO

Paladin da Golegã para a Coreia do Sul A marca de temperos portuguesa Paladin, detida pela empresa ribatejana Mendes Gonçlalves, S.A., com sede na Golegã, começa a vender os seus produtos na Coreia do Sul. Com entrada no mercado através do distribuidor SEOYOUNG e&t, a marca disponibilizará 16 produtos diferentes na cadeia de hipermercados Lotte, a maior do país.

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ntre molhos, piripiris e vinagres, a Paladin entra com a vantagem competitiva de apresentar temperos completamente distintos dos que já existem no mercado local. “A Coreia do Sul é um mercado com uma classe jovem emergente, que está disponível para aderir aos conceitos alimentares do mundo ocidental. É por esta razão, e pela oportunidade de proporcionar a estes consumidores produtos inovadores e novas experiências, que a Paladin decidiu investir neste mercado”, refere João Pilão, Diretor de Marketing e Internacionalização. A gama de produtos será vendida ao consumidor com um preço inferior ao das grandes marcas multinacionais, entre 5 a 10%. Esta opção respeita a política da marca em apresentar inovação e diferenciação face à concorrência, ao mesmo tempo que oferece preços competitivos. Além da cadeia Lotte, os produtos estarão disponíveis noutros pontos de venda, abrangidos pelo distribuidor SEOYOUNG e&t. A Paladin espera que, dentro de três anos, seja alcançada a meta de venda de mais de 300 mil euros em produtos para este mercado. A divulgação dos temperos da marca portuguesa será feita através de atividades de trade marketing, a serem desenvolvidas pelas lojas locais, desde degustações a espaços dedicados à Paladin. Com a entrada da Coreia do Sul, a Paladin já chega a mais de 30 países diferentes e, num futuro próximo este número poderá crescer. Segundo João Pilão, “A estratégia da Paladin passa por tornar uma marca portuguesa relevante internacionalmente. Para já, novos mercados estão em negociação e provavelmente em breve estaremos em mais países”. Para além da fábrica da Golegã, no distrito de Santarém, que emprega 250 pessoas, a Mendes Gonçalves, dona da marca Paladin, apostou já também na produção dos seus produtos alémfronteiras. Em 2015, a empresa decidiu abrir a sua primeira fábrica fora do território nacional, com um investimento numa unidade de fabrico em Luanda, Angola, num investimento que rondou os três milhões de euros. Com a construção desta fábrica no país africano, a proprietária da Paladin iniciou a ideia de descentralização da produção, que até agora acontecia apenas na Golegã, colocando os produtos mais perto dos mercados-alvo.

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Sobre a Paladin À Portuguesa é Paladin. A marca, detida pela empresa Mendes Gonçalves, foi relançada em 2013 em Portugal e para todo o mundo e já está presente em mais de 30 países, com mais de 60 referências, algumas adaptadas aos países aonde está presente. A Paladin, criada a partir do forte investimento em investigação e desenvolvimento, procura inovar, conceber novas receitas e levar o “nosso gosto, criatividade e inovação” às cinco partes do mundo. A aposta em produtos portugueses, de sabor português e feitos em Portugal, tornou a Paladin na primeira marca certificada com o selo PORTUGAL SOU EU. Mais sobre a Paladin em: paladin.pt.

Sobre a Mendes Gonçalves A Mendes Gonçalves é uma empresa familiar, sediada na Golegã desde 1982, que se dedica à produção de temperos, vinagres e molhos. Com a motivação de ir sempre para além do óbvio, a empresa, que emprega mais de 250 pessoas, rege-se pelo respeito, qualidade, inovação e orgulho de ser português, cuja especialidade é a criação, produção e comercialização de temperos de excelência. Mais sobre a Mendes Gonçalves em: mendesgoncalves.pt.

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COLÔMBIA KŐƌŝdžƉŽƌƚĠƵŵĂŝŶŝĐŝĂƟǀĂĚĞƉƌŽŵŽĕĆŽŝŶƚĞƌŶĂĐŝŽŶĂůĞĚĞĐĂƉĂĐŝƚĂĕĆŽĚĂƐWDĚŽƐĞƚŽƌĂŐƌŽŝŶĚƵƐƚƌŝĂů͕ƉƌŽŵŽǀŝĚĂƉĞůĂ E/D&KZhDĞ/EKs>h^dZĐŽŵŽŽďũĞƟǀŽĚĞƉƌŽŵŽǀĞƌŽĂƵŵĞŶƚŽĚĂƐĞdžƉŽƌƚĂĕƁĞƐĞĂǀŝƐŝďŝůŝĚĂĚĞŝŶƚĞƌŶĂĐŝŽŶĂůĚĞ WŽƌƚƵŐĂů͘ A elaboração do estudo e a abordagem metodológica assenta no levantamento das principais condicionantes de ĞŶƚƌĂĚĂ ĚĞ ƉƌŽĚƵƚŽƐ ĂůŝŵĞŶƚĂƌĞƐ ĚĂƐ ĮůĞŝƌĂƐ ŵĂŝƐ ƌĞƉƌĞƐĞŶƚĂƟǀĂƐĚĂƐƌĞŐŝƁĞƐ;ůĞŶƚĞũŽĞĞŶƚƌŽͿŶŽŵĞƌĐĂĚŽ do Brasil nomeadamente: azeite; molhos e condimentos;

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COLÔMBIA: CARACTERÍSTICAS GERAIS A Colômbia situa-se na América do Sul e conta com uma superfície territorial de 1 141 748 km2, fazendo deste país o 25.º maior do mundo. Em termos fronteiriços, a Colômbia depara-se a leste com a Venezuela e o Brasil; a sul com o Equador e o Peru, a norte com o Panamá e o Mar do Caribe e a oeste com o Equador e o Oceano Pacífico. O seu maior limite territorial é com a Venezuela, seguido do Brasil e Peru e, por fim, o Panamá. O país tem, ainda, 2.900 quilómetros de costa litoral. População: 49,1 milhões (2017) | Densidade populacional: 43 hab./km² (2016)

COMO EXPORTAR PARA A COLÔMBIA? Abordagem ao Mercado ŶƚĞƐĚĞƌĞĂůŝnjĂƌŶĞŐſĐŝŽƐŶĂŽůƀŵďŝĂ͕ĠŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞ͗ ͻŽŶŚĞĐĞƌŽƐĐŽƐƚƵŵĞƐůŽĐĂŝƐ͖ ͻĐƵůƚƵƌĂĞŵƉƌĞƐĂƌŝĂůĐŽůŽŵďŝĂŶĂǀĂƌŝĂĞŵƚŽĚŽŽƉĂşƐ͘ EĂƐƉƌŝŶĐŝƉĂŝƐĐŝĚĂĚĞƐ;ĞŵƉĂƌƟĐƵůĂƌŽŐŽƚĄĞDĞĚĞůůşŶͿ͕Ă ĐƵůƚƵƌĂĞŵƉƌĞƐĂƌŝĂůĠŵĂŝƐĨŽƌŵĂů͕ŵƵŝƚĂƐǀĞnjĞƐŵĂŝƐĚŽƋƵĞ ŶĂƵƌŽƉĂ͘ŵĐŝĚĂĚĞƐŵĞŶŽƌĞƐ͕ĐŽŵŽĂůŝŽƵĐŽƐƚĂŶŽƌƚĞ͕ ĂĐƵůƚƵƌĂĠŐĞƌĂůŵĞŶƚĞŵĂŝƐŝŶĨŽƌŵĂů͘EŽĞŶƚĂŶƚŽ͕ĞŵƚŽĚŽƐ ŽƐĐĂƐŽƐ͕ĠĞƐƐĞŶĐŝĂůĞƐƚĂďĞůĞĐĞƌƌĞůĂĕƁĞƐƉĞƐƐŽĂŝƐƉĂƌĂĂ realização de negócios; ͻKƐŶŽŵĞƐŶŽƌŵĂůŵĞŶƚĞĚĞǀĞŵƐĞƌƵƐĂĚŽƐ͕ŵĂƐŽƐơƚƵůŽƐ são importantes e os termos como "Doutor" devem ser usa-

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ĚŽƐĐŽŵŽƵŵĂĨŽƌŵĂĚĞƌĞƐƉĞŝƚŽ͘/ƐƐŽƉŽĚĞƐĞƌƵƐĂĚŽƉĂƌĂ ƋƵĂůƋƵĞƌ ƉĞƐƐŽĂ ĐŽŵ Ƶŵ ĚŝƉůŽŵĂ͕ ŶĆŽ ŶĞĐĞƐƐĂƌŝĂŵĞŶƚĞ um doutorado; ͻŽĐƵŵƉƌŝŵĞŶƚĂƌĂůŐƵĠŵĚĞǀĞƌĄƐĞƌĐŽŵƵŵĂƉĞƌƚŽĚĞ ŵĆŽ ĮƌŵĞ͘ ^Ğ Ž ĐƵŵƉƌŝŵĞŶƚŽ ĨŽƌ Ă ĂůŐƵĠŵ ĚŽ ŐĠŶĞƌŽ ĨĞŵŝŶŝŶŽĚĞǀĞƌĄƐĞƌĐŽŵĂƉĞƌƚŽĚĞŵĆŽ͘EŽĞŶƚĂŶƚŽ͕ƐĞũĄ ŶĆŽĠĂƉƌŝŵĞŝƌĂǀĞnjƋƵĞĞƐƚĄĐŽŵĞƐƐĂƉĞƐƐŽĂ͕ĠĂĐĞŝƚĄǀĞů ĐƵŵƉƌŝŵĞŶƚĄͲůĂŶĂĨĂĐĞĚŝƌĞŝƚĂ͘ŽƚĞƌŵŝŶĂƌĂƌĞƵŶŝĆŽͬǀŝƐŝƚĂ ĚĞǀĞƌĄĐƵŵƉƌŝŵĞŶƚĂƌĚĞŝŐƵĂůĨŽƌŵĂ͖ ͻKƐĐŽůŽŵďŝĂŶŽƐĐŽƐƚƵŵĂŵĨĂnjĞƌĨĠƌŝĂƐĚƵƌĂŶƚĞŽEĂƚĂů͕ ŶŽEŽǀŽĞ^ĞŵĂŶĂ^ĂŶƚĂ͘ƐƌĞƵŶŝƁĞƐͬǀŝƐŝƚĂƐĚĞǀĞƌĆŽƐĞƌ ĂŐĞŶĚĂĚĂƐĞŵŽƵƚƌĂĠƉŽĐĂ͘

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O importador deve estar registado ŶŽ /Es/D ;/ŶƐƟƚƵƚŽ EĂĐŝŽŶĂů ĚĞ sŝŐŝůĂŶĐŝĂĚĞDĞĚŝĐĂŵĞŶƚŽͿĞŶŽ /;/ŶƐƟƚƵƚŽŽůŽŵďŝĂŶŽŐƌŽƉĞͲ ĐƵĄƌŝŽͿ͘ ,Ą ƌĞƐƚƌŝĕƁĞƐ ƋƵĂŶƚŽ ă ĐĂƌŶĞ ĚĞ ƐƵşŶŽ͕ ĚĂĚŽ ŶĆŽ ŚĂǀĞƌ ƵŵĂ equivalência entre as normas portuguesas e as normas colomďŝĂŶĂƐ͘ŵĐƵƌƐŽĞƐƚĄĂŚĂďŝůŝƚĂĕĆŽ para as carnes de ave e a carne de ƐƵşŶŽ͕ ĐŽŶŐĞůĂĚĂ͘  ĮƐĐĂůŝĚĂĚĞ ƉŽĚĞǀĂƌŝĂƌĐŽŶƐŽĂŶƚĞŽƉƌŽĚƵƚŽ͕Ž ƐĞƵ ŐƌĂƵ ĚĞ ƚƌĂŶƐĨŽƌŵĂĕĆŽ ŽƵ Ž ƐƵďƉƌŽĚƵƚŽ͘ ^ĞŐƵŶĚŽ ŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ ĚĂ 's Ͳ ŝƌĞĕĆŽͲ'ĞƌĂů ĚĞ ůŝŵĞŶƚĂĕĆŽ Ğ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ͕ĂƚƵĂůŵĞŶƚĞ͕ŽŵĞƌĐĂͲ ĚŽĞƐƚĄĨĞĐŚĂĚŽăŝŵƉŽƌƚĂĕĆŽĚĞ ĐŚĂƌĐƵƚĂƌŝĂĚĞWŽƌƚƵŐĂů͘

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Embalagem: ͻŵďĂůĂŐĞŶƐ ĐŽŵƉĂƌƟŵĞŶƚĂĚĂƐ͖ ŵďĂůĂŐĞŵ Ă sĄĐƵŽ͖ WĞůşĐƵůĂ ƚĠƌŵŝĐĂ͖ ŵďĂůĂŐĞŵ ĂƚŵŽƐĨĞƌĂ ĐŽŵŝſdžŝĚŽĚĞĂƌďŽŶŽ͖ŵďĂůĂͲ ŐĞŵ ĚĞ ĚƵƉůĂ ĐĂƉĂ ƉĂƌĂ ĨƌŝŽ͖ ŵďĂůĂŐĞŵ Ă ǀĄĐƵŽ ĐŽŵ ĮůŵĞ ƌĞŵŽǀşǀĞů͘ •Embalagem para congelamento: ŵďĂůĂŐĞŵƉůĄƐƟĐĂ͕ĞƐƉĞĐŝĂůŵĞŶƚĞ ƚĞƌŵŽƉůĄƐƟĐŽƐ͖ ZĞĐŝƉŝĞŶƚĞƐ ĚĞ ǀĄƌŝĂƐĐĂŵĂĚĂƐŇĞdžşǀĞŝƐ͖ŵďĂůĂͲ ŐĞŵĂǀĄĐƵŽ͘ Rotulagem: Devem ser incluídas as seguintes ŝŶĨŽƌŵĂĕƁĞƐŶŽƐƌſƚƵůŽƐĚĂĐĂƌŶĞ ĚĞ ƉŽƌĐŽ͕ dƌĂŶƐĨŽƌŵĂĚĂ ;ĨƌĞƐĐĂ͕ ƌĞĨƌŝŐĞƌĂĚĂ ŽƵ ĐŽŶŐĞůĂĚĂͿ͖ ĐĂƌŶĞ ĚĞĂǀĞƐĚĞĐĂƉŽĞŝƌĂ;ĂǀĞƐŝŶƚĞŝƌĂƐͿ͕ ŶĆŽ ƚƌĂŶƐĨŽƌŵĂĚĂƐ͖ ĂǀĞƐ ĚĞ ĐĂƉŽĞŝƌĂ ;ĨƌĞƐĐĂƐ͕ ƌĞĨƌŝŐĞƌĂĚĂƐ ŽƵ ĐŽŶŐĞůĂĚĂƐͿ͗ ͻ>şŶŐƵĂ ĞƐƉĂŶŚŽůĂ ;Ž ƌſƚƵůŽ ƉŽĚĞƌĄƚĞƌƵŵĂĞƟƋƵĞƚĂĂƵƚŽĐŽůͲ ĂŶƚĞĞŵŽƵƚƌĂůşŶŐƵĂͿ͖ •Nome do produto; ͻŽŶƚĞƷĚŽůşƋƵŝĚŽĞƉĞƐŽĞƐĐŽƌƌŝͲ do em unidades métrica; •Nome e morada do produtor ou

 ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ ĞƌƟĮĐĂĚŽ ^ĂŶŝƚĄƌŝŽ ĞŵŝƟĚŽƉĞůĂ's͘KĞƌƟĮĐĂĚŽ de Origem deve também acompaŶŚĂƌ͘KŝŵƉŽƌƚĂĚŽƌƉŽĚĞƌĞƋƵĞƌĞƌ ŽƵƚƌŽƐ ĐĞƌƟĮĐĂĚŽƐ ĂĚŝĐŝŽŶĂŝƐ ĂŽ ƉƌŽĚƵƚŽƌ͘ K ƌĞŐŝƐƚŽ ƐĂŶŝƚĄƌŝŽ Ġ ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ para a comercialização de produƚŽƐĚĞŽƌŝŐĞŵĂŶŝŵĂůŶĂŽůƀŵďŝĂ͘ Estando o exportador incluído na lista de estabelecimentos autorizaĚŽƐ͕ ĞůĞ ĚĞǀĞ ƐŽůŝĐŝƚĂƌ Ă ŝŶƐĐƌŝĕĆŽ ƐĂŶŝƚĄƌŝĂĚĞĐĂĚĂƉƌŽĚƵƚŽŝŶĚŝǀŝͲ ĚƵĂůŵĞŶƚĞ͘ Os documentos que devem acompanhar a aplicação online do mesmo são os seguintes: ͻĞƌƟĮĐĂĚŽ ĚĞ ĞdžŝƐƚġŶĐŝĂ Ğ representação legal do exportador; ͻĞƌƟĮĐĂĚŽ ĚĞ ǀĞŶĚĂ ŐƌĂƚƵŝƚĂ ĞŵŝƟĚŽ ƉĞůĂ ĂƵƚŽƌŝĚĂĚĞ ƐĂŶŝƚĄƌŝĂ do país de origem em que declara

ŝƌĞĕĆŽ 'ĞƌĂů ĚĞ ŐƌŝĐƵůƚƵƌĂ Ğ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ;'sͿ ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŐĂǀ͘Ɖƚ Dirección de Impuestos y Aduanas EĂĐŝŽŶĂůĞƐĚĞŽůŽŵďŝĂ;/EͿ ŚƩƉ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŝĂŶ͘ŐŽǀ͘ĐŽ /ŶƐƟƚƵƚŽĚĞsŝŐŝůĂŶĐŝĂĚĞDĞĚŝĐĂͲ ŵĞŶƚŽƐLJůŝŵĞŶƚŽƐ;/Es/DͿ ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ŝŶǀŝŵĂ͘ŐŽǀ͘ĐŽ /ŶƐƟƚƵƚŽ ŽůŽŵďŝĂŶŽ ŐƌŽƉĞĐƵĄƌŝŽ;/Ϳ ǁǁǁ͘ŝĐĂ͘ŐŽǀ͘ĐŽ /ŶƐƟƚƵƚŽ ŽůŽŵďŝĂŶŽ ĚĞ EŽƌŵĂƐ dĠĐŶŝĐĂƐLJĞƌƟĮĐĂĐşŽŶ;/EKdͿ ǁǁǁ͘ŝĐŽŶƚĞĐ͘ŽƌŐ͘ĐŽ

processador e do importador; ͻ/ĚĞŶƟĮĐĂĕĆŽĚŽ>ŽƚĞ͖ ͻĂƚĂĚĞǀĂůŝĚĂĚĞĞͬŽƵĂǀŝĚĂƷƟů ŵşŶŝŵĂĚĞĨŽƌŵĂůĞŐşǀĞů͕ǀŝƐşǀĞůĞ ŝŶĚĞůĠǀĞů͘KƐƌſƚƵůŽƐĚĞǀĞŵŝŶĐůƵŝƌ ŝŶĨŽƌŵĂĕƁĞƐƐŽďƌĞĂƉƌĞƐĞƌǀĂĕĆŽ

que o produto é vendido livremente no país; ͻĂƌƚĂĚĞĂƵƚŽƌŝnjĂĕĆŽĚŽĨĂďƌŝĐĂŶͲ te ao importador para importar e ĐŽŵĞƌĐŝĂůŝnjĂƌŽƉƌŽĚƵƚŽŶĂŽůƀŵͲ ďŝĂ͘ do produto; ͻ/ŶƐƚƌƵĕƁĞƐ ĚĞ ĐŽŶƐĞƌǀĂĕĆŽ ĚŽ produto; ͻEƷŵĞƌŽ ĚĞ ƌĞŐŝƐƚŽ ƐĂŶŝƚĄƌŝŽ ĞŵŝƟĚŽƉĞůŽ/Es/D͖ ͻZŽƚƵůĂŐĞŵŶƵƚƌŝĐŝŽŶĂů͘

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WĂƌĂ ůĂďŽƌĂƌ͕ Ă ĞŵƉƌĞƐĂ ũĄ ĚĞǀĞ cumprir os requisitos legais ĞdžŝŐŝĚŽƐƉĞůĂƐĞŶƟĚĂĚĞƐŶŽƉĂşƐĚĞ ŽƌŝŐĞŵ͘ WŽĚĞ ƚĂŵďĠŵ ƐĞƌ ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ Ž ĞƌƟĮĐĂƚĞŽĨ&ƌĞĞ^ĂůĞƋƵĞĂƚĞƐƚĂ que o produto cumpre todos os requisitos de produção e comerciaůŝnjĂĕĆŽ ŶŽ ƉĂşƐ ĚĞ ŽƌŝŐĞŵ͕ ƐĞŶĚŽ ĞŵŝƟĚŽŽƵƉĞůĂŝƌĞĕĆŽ'ĞƌĂůĚĞ ŐƌŝĐƵůƚƵƌĂĞsĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ;'sͿŽƵ ƉŽƌ ƵŵĂ ąŵĂƌĂ ĚĞ ŽŵĠƌĐŝŽ ĐŽŵƉĞƚĞŶƚĞ͘  ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ Ž ĐĞƌƟĮĐĂĚŽ ĚĞ ĂŶĄůŝƐĞƐ͕ĚŽĐƵŵĞŶƚŽƋƵĞĐĞƌƟĮĐĂ ƋƵĞĨŽƌĂŵĞĨĞƚƵĂĚŽƐ͕ĞŵůĂďŽƌĂƚſƌŝŽĂƉƌŽƉƌŝĂĚŽ͕ŽƐƚĞƐƚĞƐŵŝĐƌŽďŝŽůſŐŝĐŽƐ Ğ İƐŝĐŽͲƋƵŝŵŝĐŽƐ͘ ƐƚĞ requer a obrigatoriedade de ser ƌĞĚŝŐŝĚŽĞŵůşŶŐƵĂĞƐƉĂŶŚŽůĂ͘

Embalagem: KĂnjĞŝƚĞŶĂŽůƀŵďŝĂĠĂƉƌĞƐĞŶƚĂĚŽ Ğŵ ŐĂƌƌĂĨĂƐ ĚĞ ǀŝĚƌŽ Ğ ĚĞ ƉůĄƐƟĐŽ ;ϮϱϬŵů͕ϱϬϬŵů͕ϳϱϬŵůĞϭϬϬϬŵůͿĞ ĞŵůĂƚĂƐ;ϭϰϬŵů͕ϱϬϬŵůĞϱůŝƚƌŽƐͿ͘ ZŽƚƵůĂŐĞŵ͗ •Os rótulos devem ser em língua esƉĂŶŚŽůĂ ;ŽƵ ĐŽůŽĐĂƌ ƵŵĂ ĞƟƋƵĞƚĂ ĐĂƐŽƐĞĞŶĐŽŶƚƌĞĞŵŽƵƚƌĂůşŶŐƵĂͿ͖ •Nome do produto; •Nome e morada do importador e do produtor; ͻŽŶƚĞƷĚŽ ůşƋƵŝĚŽ Ğŵ ƵŶŝĚĂĚĞƐ métricas; ͻ>ŝƐƚĂĚĞŝŶŐƌĞĚŝĞŶƚĞƐ͖ ͻEƷŵĞƌŽĚĞƌĞŐŝƐƚŽ/Es/D͖ ͻDĠƚŽĚŽƌĞĐŽŵĞŶĚĂĚŽĚĞĐŽŶƐĞƌͲ vação; • Data de validade do produto; ͻ/ŶĨŽƌŵĂĕĆŽŶƵƚƌŝĐŝŽŶĂů͘

WĂƌĂĂůĠŵĚĂĚŽĐƵŵĞŶƚĂĕĆŽŐĞƌĂů ƋƵĞ ĂĐŽŵƉĂŶŚĂ ĂƐ ƚƌĂŶƐĂĕƁĞƐ ĐŽŵĞƌĐŝĂŝƐŝŶƚĞƌŶĂĐŝŽŶĂŝƐ;Ğdž͗͘ĨĂƚƵͲ ra comercial; documentos de ƚƌĂŶƐƉŽƌƚĞͿ͕ƐĆŽĞdžŝŐŝĚĂƐĨŽƌŵĂůŝĚĂĚĞƐĞƐƉĞĐşĮĐĂƐƉĂƌĂĂŝŵƉŽƌƚĂĕĆŽ ĚŽĂnjĞŝƚĞ͕ĐŽŵŽƐĞũĂŵ͕ŽĐĞƌƟĮĐĂͲ ĚŽĚĞŽƌŝŐĞŵĞŵŝƟĚŽƉĞůĂŝƌĞĕĆŽ 'ĞƌĂů ĚĞ ŐƌŝĐƵůƚƵƌĂ Ğ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ ;'sͿĞƚŽĚŽƐŽƐƉƌŽĐĞĚŝŵĞŶƚŽƐ ĚĞĮŶŝĚŽƐŶŽ/Es/D͘

ŝƌĞĕĆŽ 'ĞƌĂů ĚĞ ŐƌŝĐƵůƚƵƌĂ Ğ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ;'sͿ ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŐĂǀ͘Ɖƚ Dirección de Impuestos y Aduanas EĂĐŝŽŶĂůĞƐĚĞŽůŽŵďŝĂ;/EͿ ŚƩƉ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŝĂŶ͘ŐŽǀ͘ĐŽ /ŶƐƟƚƵƚŽĚĞsŝŐŝůĂŶĐŝĂĚĞDĞĚŝĐĂͲ ŵĞŶƚŽƐLJůŝŵĞŶƚŽƐ;/Es/DͿ ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ŝŶǀŝŵĂ͘ŐŽǀ͘ĐŽ /ŶƐƟƚƵƚŽŽůŽŵďŝĂŶŽŐƌŽƉĞĐƵĄƌŝŽ ;/Ϳ ǁǁǁ͘ŝĐĂ͘ŐŽǀ͘ĐŽ /ŶƐƟƚƵƚŽ ŽůŽŵďŝĂŶŽ ĚĞ EŽƌŵĂƐ dĠĐŶŝĐĂƐLJĞƌƟĮĐĂĐşŽŶ;/EKdͿ ǁǁǁ͘ŝĐŽŶƚĞĐ͘ŽƌŐ͘ĐŽ

SETEMBRO 2017

49


INTERNACIONALIZAÇÃO

QUEIJO ^'hZE

REQUISITOS DE EMBALAGEM E ZYh/^/dK^D>'D

CERTIFICAÇÕES E VISTORIAS Zd/&/O^s/^dKZ/^

ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO Ed/^Z^WKE^s/^W>K

>/DEdZ

ROTULAGEM ZKdh>'D

NECESSÁRIAS E^^Z/^

REGISTO/LICENCIAMENTOS Z'/^dKͬ>/E/DEdK^

K/ĠƌĞƐƉŽŶƐĄǀĞůƉĞůĂĞŵŝƐƐĆŽ ĚĞůŝĐĞŶĕĂƐĮƚŽƐƐĂŶŝƚĄƌŝĂƐ;^W^ͿĚĞ importação para produtos de ƉƌŽĚƵƚŽƐ ůĄĐƚĞŽƐ͘ K ŝŵƉŽƌƚĂĚŽƌ também deve obter uma ĂƉƌŽǀĂĕĆŽ ΗsŝƐƚŽ ƵĞŶŽΗ ƉĞůĂ /Es/D͘ ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽŽĐĞƌƟĮĐĂĚŽĚĞƐĂůƵĚ veterinario para produtos de ŽƌŝŐĞŶĂŶŝŵĂů͕ĞŵŝƟĚŽƉĞůĂ's͕ Ğ ƋƵĞ ĂƚĞƐƚĂ ƋƵĞ Ž ƉƌŽĚƵƚŽ ĨŽŝ ŝŶƐƉĞĐŝŽŶĂĚŽ͕ŶĆŽĞƐƚĄĐŽŶƚĂŵŝŶĂĚŽ͕ ŶĆŽ ƉŽƐƐƵŝ ĚŽĞŶĕĂƐ ĐŽŶƚĂŐŝŽƐĂƐĞĞƐƚĄĐŽŶĨŽƌŵĞŽƐƌĞŐƵůĂŵĞŶƚŽƐĚŽƉĂşƐĚĞŝŵƉŽƌƚĂĕĆŽ͘

Embalagem: Ɛ ĞŵďĂůĂŐĞŶƐ ĚĞ ƋƵĞŝũŽ ĚĞǀĞŵ ŐĂƌĂŶƟƌ Ă ƉƌŽƚĞĕĆŽ ĚŽ ƉƌŽĚƵƚŽ Ğ ŵĂŶƚĞƌĂƐĐĂƌĂĐƚĞƌşƐƟĐĂƐŽƌŐĂŶŽͲ ůĠƉƟĐĂƐ͕İƐŝĐŽͲƋƵşŵŝĐĂĞŵŝĐƌŽďŝŽůſŐŝĐĂ͘ KƐ ƋƵĞŝũŽƐ ŵĂŝƐ ǀĞŶĚŝĚŽƐ ŶĂ ŽůƀŵďŝĂƐĆŽ͗ ͻYƵĞŝũŽĞŵďĂƌƌĂ;ϮƋƵŝůŽƐĞŵĂŝƐͿ Ğ WĞĕĂƐ ƌĞĚŽŶĚĂƐ ;ϯ͕ϱ ƋƵŝůŽƐ Ğ ŵĂŝƐͿ ĚĞǀĞŵ ƐĞƌ ĞŶǀŽůƚĂƐ Ğŵ material transparente de calor ƌĞƚƌĄĐƟůŽƵĐŽƌĞƐ;ĚĞŶŽŵŝĂĚŽĐƌŝŽͲ ďĂĐͿ ƉĂƌĂ ƌĞƚĞƌ Ă ŚƵŵŝĚĂĚĞ Ğ ůŝŵƉĞnjĂ͘ Rotulagem: Ɛ ƐĞŐƵŝŶƚĞƐ ŝŶĨŽƌŵĂĕƁĞƐ ĚĞǀĞŵ ƐĞƌŝŶĐůƵşĚĂƐŶŽƌſƚƵůŽĚŽƐƋƵĞŝũŽƐ͗ •Nome do produto; ͻ>ŝƐƚĂ ĚĞ ŝŶŐƌĞĚŝĞŶƚĞƐ Ğŵ ŽƌĚĞŵ decrescente por peso; ͻŽŶƚĞƷĚŽůşƋƵŝĚŽĞƉĞƐŽĞƐĐŽƌƌŝͲ ĚŽ Ğŵ ƵŶŝĚĂĚĞƐ ŵĠƚƌŝĐĂƐ ;ŝƐƚŽ Ġ͕ ŐƌĂŵĂƐ͕ƋƵŝůŽŐƌĂŵĂƐͿ͖ •Nome e morada do produtor ou processador e do importador; ͻ/ĚĞŶƟĮĐĂĕĆŽĚŽůŽƚĞ͖

^ĞŶĚŽ Ƶŵ ƉƌŽĚƵƚŽ ĚĞ ŽƌŝŐĞŵ ĂŶŝŵĂů͕ Ġ ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ ĞƌƟĮĐĂĚŽ ^ĂŶŝƚĄƌŝŽĞŵŝƟĚŽƉĞůĂŝƌĞĕĆŽͲ'ĞƌĂů ĚĞ ůŝŵĞŶƚĂĕĆŽ Ğ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ ;'sͿĞŵWŽƌƚƵŐĂů͘ K ĞƌƟĮĐĂĚŽ ĚĞ KƌŝŐĞŵ ĚĞǀĞ ƚĂŵďĠŵ ĂĐŽŵƉĂŶŚĂƌ͘ K importador pode requerer outros ĐĞƌƟĮĐĂĚŽƐĂĚŝĐŝŽŶĂŝƐĂŽƉƌŽĚƵƚŽƌ͘ K ƌĞŐŝƐƚŽ ƐĂŶŝƚĄƌŝŽ Ġ ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ para a comercialização de ƉƌŽĚƵƚŽƐ ůĄĐƚĞŽƐ ŶĂ ŽůƀŵďŝĂ͘ Estando o exportador incluído na lista de estabelecimentos ĂƵƚŽƌŝnjĂĚŽƐ͕ ĞůĞ ĚĞǀĞ ƐŽůŝĐŝƚĂƌ Ă ŝŶƐĐƌŝĕĆŽ ƐĂŶŝƚĄƌŝĂ ŝŶĚŝǀŝĚƵĂů ĚĞ ĐĂĚĂƉƌŽĚƵƚŽ͘KƌĞŐŝƐƚŽƐĂŶŝƚĄƌŝŽĠ ǀĄůŝĚŽƉŽƌϭϬĂŶŽƐ͘ƵƐƚĂĐĞƌĐĂĚĞ ϭϬϬϬ ĞƵƌŽƐ Ğ Ž ƚĞŵƉŽ ĞƐƟŵĂĚŽ para a conclusão do procedimento ĠĚĞĐĞƌĐĂĚĞƚƌġƐŵĞƐĞƐ͘

ŝƌĞĕĆŽ 'ĞƌĂů ĚĞ ŐƌŝĐƵůƚƵƌĂ Ğ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ;'sͿ ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŐĂǀ͘Ɖƚ Dirección de Impuestos y Aduanas EĂĐŝŽŶĂůĞƐĚĞŽůŽŵďŝĂ;/EͿ ŚƩƉ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŝĂŶ͘ŐŽǀ͘ĐŽ /ŶƐƟƚƵƚŽĚĞsŝŐŝůĂŶĐŝĂĚĞDĞĚŝĐĂͲ ŵĞŶƚŽƐLJůŝŵĞŶƚŽƐ;/Es/DͿ ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ŝŶǀŝŵĂ͘ŐŽǀ͘ĐŽ /ŶƐƟƚƵƚŽŽůŽŵďŝĂŶŽ ŐƌŽƉĞĐƵĄƌŝŽ;/Ϳ ǁǁǁ͘ŝĐĂ͘ŐŽǀ͘ĐŽ /ŶƐƟƚƵƚŽŽůŽŵďŝĂŶŽĚĞEŽƌŵĂƐ dĠĐŶŝĐĂƐLJĞƌƟĮĐĂĐşŽŶ;/EKdͿ ǁǁǁ͘ŝĐŽŶƚĞĐ͘ŽƌŐ͘ĐŽ

RESTRIÇÕES ESPECÍFICAS Z^dZ/O^^W1&/^

REQUISITOS DE CERTIFICAÇÃO

O importador deve estar registado ŶŽ/Es/DͲ/ŶƐƟƚƵƚŽEĂĐŝŽŶĂů͕ĚĞ sŝŐŝůąŶĐŝĂ ĚĞ DĞĚŝĐĂŵĞŶƚŽƐ LJ ůŝŵĞŶƚŽƐ͘ K ĐĞƌƟĮĐĂĚŽ njŽŽ ƐĂŶŝƚĄƌŝŽ ĚĞǀĞ ƐĞƌ ƉĞĚŝĚŽ ƉĞůŽ ŝŵƉŽƌƚĂĚŽƌũƵŶƚŽĚŽ/Ͳ/ŶƐƟƚƵƚŽ ŽůŽŵďŝĂŶŽŐƌŽƉĞĐƵĄƌŝŽ͕ĨŽƌŶĞͲ ĐĞŶĚŽ ĂƵƚŽƌŝnjĂĕĆŽ ĨŽƌŵĂů ĂŽ importador local para importar determinados produtos derivados ĚĞ ĂŶŝŵĂŝƐ ĞͬŽƵ ĂŶŝŵĂŝƐ ƉĂƌĂ Ă ŽůƀŵďŝĂƐŽďĐĞƌƚŽƐƌĞƋƵŝƐŝƚŽƐĚĞ ƐĂƷĚĞĂŶŝŵĂů͘

ͻĂĚĂƉĂĐŽƚĞĚĞǀĞůĞǀĂƌĂĚĂƚĂĚĞ ǀĂůŝĚĂĚĞĞͬŽƵĂǀŝĚĂƷƟůŵşŶŝŵĂĚĞ ĨŽƌŵĂ ůĞŐşǀĞů͕ ǀŝƐşǀĞů Ğ ŝŶĚĞůĠǀĞů͘ ;WĂƌĂ YƵĞŝũŽ͕ ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĚŽ Ğŵ ƉůĄƐƟĐŽ͕ĞƐƉĞĐŝĂůŵĞŶƚĞĞŵďĂůĂͲ

ĚŽƐĂǀĄĐƵŽĞƌĞĨƌŝŐĞƌĂĚŽʹǀĂůŝĚĂͲ ĚĞĚĞϭϮŵĞƐĞƐͿ͖ ͻ/ŶƐƚƌƵĕƁĞƐƉĂƌĂŽƵƐŽĚŽƉƌŽĚƵƚŽ͖ ͻEƷŵĞƌŽ ĚĞ ƌĞŐŝƐƚŽ ƐĂŶŝƚĄƌŝŽ ĞŵŝƟĚŽƉĞůĂ/Es/D͘ ͻZŽƚƵůĂŐĞŵŶƵƚƌŝĐŝŽŶĂů͘

PET FOOD

50

RESTRIÇÕES ESPECÍFICAS Z^dZ/O^^W1&/^

REQUISITOS DE CERTIFICAÇÃO

^'hZE

REQUISITOS DE EMBALAGEM E ZYh/^/dK^D>'D

CERTIFICAÇÕES E VISTORIAS Zd/&/O^s/^dKZ/^

ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO Ed/^Z^WKE^s/^W>K

>/DEdZ

ROTULAGEM ZKdh>'D

NECESSÁRIAS E^^Z/^

REGISTO/LICENCIAMENTOS Z'/^dKͬ>/E/DEdK^

EĆŽĞƐƉĞĐŝĮĐĂĚŽ͘

'sĚĞǀĞƌĄĞŵŝƟƌŽĐĞƌƟĮĐĂĚŽ ĮƚŽƐƐĂŶŝƚĄƌŝŽĂƐĞƌĂƉƌĞƐĞŶƚĂĚŽĂŽ /͕ƋƵĞĐŽŶĮƌŵĂƋƵĞĂĨĄďƌŝĐĂĞ ŽƐ ƉƌŽĚƵƚŽƐ ĚĞůĂ ŽƌŝƵŶĚŽƐ ĨŽƌĂŵ ŝŶƐƉĞĐŝŽŶĂĚŽƐ͕ĚĞĂĐŽƌĚŽĐŽŵŽƐ ƉƌŽĐĞĚŝŵĞŶƚŽƐĂƉƌŽƉƌŝĂĚŽƐ͕ĞƐƚĆŽ ůŝǀƌĞƐĚĞƉĞƐƚĞƐĞƋƵĞĞƐƚĆŽĐŽŶĨŽƌͲ ŵĞƐĐŽŵŽƐƌĞŐƵůĂŵĞŶƚŽƐĮƚŽƐƐĂͲ ŶŝƚĄƌŝŽƐĚŽƉĂşƐŝŵƉŽƌƚĂĚŽƌ͘ ZĞŐŝƐƚŽ ƐĂŶŝƚĄƌŝŽ ĞŵŝƟĚŽ ƉĞůŽ /Es/D  Ğ ĐĞƌƟĮĐĂĚŽ ĚĞ ŽƌŝŐĞŵ ĞŵŝƟĚŽƉĞůĂ's͘WĂƌĂůĂďŽƌĂƌ͕Ă ĞŵƉƌĞƐĂũĄĚĞǀĞĐƵŵƉƌŝƌŽƐƌĞƋƵŝͲ ƐŝƚŽƐůĞŐĂŝƐĞdžŝŐŝĚŽƐƉĞůĂƐĞŶƟĚĂͲ ĚĞƐ ŶŽ ƉĂşƐ ĚĞ ŽƌŝŐĞŵ͘ WŽĚĞ ƚĂŵďĠŵƐĞƌŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽŽĞƌƟĮĐĂͲ ƚĞ ŽĨ &ƌĞĞ ^ĂůĞ ƋƵĞ ĂƚĞƐƚĂ ƋƵĞ Ž produto cumpre todos os requisitos de produção e comercialização ŶŽƉĂşƐĚĞŽƌŝŐĞŵ͕ƐĞŶĚŽĞŵŝƟĚŽ ŽƵƉĞůĂ'sŽƵƉŽƌƵŵĂąŵĂƌĂ ĚĞŽŵĠƌĐŝŽĐŽŵƉĞƚĞŶƚĞ͘ ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽŽĐĞƌƟĮĐĂĚŽĚĞĂŶĄůŝͲ ƐĞƐ͕ĚŽĐƵŵĞŶƚŽƋƵĞĐĞƌƟĮĐĂƋƵĞ ĨŽƌĂŵ ĞĨĞƚƵĂĚŽƐ͕ Ğŵ ůĂďŽƌĂƚſƌŝŽ ĂƉƌŽƉƌŝĂĚŽ͕ŽƐƚĞƐƚĞƐŵŝĐƌŽďŝŽůſͲ ŐŝĐŽƐ Ğ İƐŝĐŽͲƋƵŝŵŝĐŽƐ ;ƌĞĚŝŐŝĚŽ ĞŵůşŶŐƵĂĞƐƉĂŶŚŽůĂͿ͘

Embalagem: KƐ ƉƌŝŶĐŝƉĂŝƐ ƟƉŽƐ ĚĞ ĂůŝŵĞŶƚŽƐ ƉĂƌĂ ƉĞƚ ĨŽŽĚ ƐĆŽ ĐůĂƐƐŝĮĐĂĚŽƐ ĐŽŵŽ ŚƷŵŝĚŽƐ͕ ƐĞŵŝͲŚƷŵŝĚŽƐ Ğ ƐĞĐŽƐ͘ƐĞŵďĂůĂŐĞŶƐƐĆŽĨĞŝƚĂƐĚĞ ĂůƵŵşŶŝŽ͕ ĐŽŵŽ ĂƐ ůĂƚĂƐ ƉĂƌĂ ĂƐ ƌĞĨĞŝĕƁĞƐ ƉƌŽŶƚĂƐ͕ Ğ ĞŵďĂůĂŐĞŶƐ ƉůĄƐƟĐĂƐ ŇĞdžşǀĞŝƐ ƵƟůŝnjĂĚĂƐ ƉĂƌĂ ƐŶĂĐŬƐĞĂůŝŵĞŶƚŽƐĞĐŽ͘ WŽƌĕƁĞƐŵĂŝƐǀĞŶĚŝĚĂƐ͗ >ĂƚĂƐ͗ϭϬϬŐƌĞϯϳϰŐƌ͖ ŵďĂůĂŐĞŶƐ ƉůĄƐƟĐĂƐ͗ ϰϬϬŐƌ͕ ϭŬŐ͕ ϮŬŐ͕ϰŬŐ͕ϴŬŐ͕ϭϳŬŐ͘ Rotulagem: ƐĞƟƋƵĞƚĂƐŶŽƐƉƌŽĚƵƚŽƐĂůŝŵĞŶͲ tares elaborados para animais de ĞƐƟŵĂĕĆŽĚĞǀĞŵŝŶĚŝĐĂƌ͗ ͻKŶŽŵĞŽƵŵĂƌĐĂĞƐƉĞĐşĮĐĂĚŽ produto; ͻŽŵƉŽƐŝĕĆŽŐĂƌĂŶƟĚĂŝŶĚŝĐĂŶĚŽ o nome genérico de ingredientes ĂƟǀŽƐĞŵŽƌĚĞŵĚĞŝŵƉŽƌƚąŶĐŝĂ͖ ͻŽŶƚĞƷĚŽ ůşƋƵŝĚŽ Ğŵ ƵŶŝĚĂĚĞƐ métricas; ͻEƷŵĞƌŽĚĞůŽƚĞĚĞƉƌŽĚƵĕĆŽŶŽ ƐŝƐƚĞŵĂ ŶƵŵĠƌŝĐŽ ŽƵ ĂůĨĂŶƵŵĠƌŝco;

WĂƌĂĂůĠŵĚĂĚŽĐƵŵĞŶƚĂĕĆŽŐĞƌĂů ƋƵĞ ĂĐŽŵƉĂŶŚĂ ĂƐ ƚƌĂŶƐĂĕƁĞƐ ĐŽŵĞƌĐŝĂŝƐ ŝŶƚĞƌŶĂĐŝŽŶĂŝƐ ;Ğdž͗͘ ĨĂƚƵƌĂ ĐŽŵĞƌĐŝĂů͖ ĚŽĐƵŵĞŶƚŽƐ ĚĞ ƚƌĂŶƐƉŽƌƚĞͿ͕ƐĆŽĞdžŝŐŝĚĂƐĨŽƌŵĂůŝĚĂĚĞƐĞƐƉĞĐşĮĐĂƐƉĂƌĂĂŝŵƉŽƌƚĂĕĆŽ͕ ĐŽŵŽ ƐĞũĂŵ͕ Ž ĐĞƌƟĮĐĂĚŽ ĚĞ ŽƌŝŐĞŵĞŵŝƟĚŽƉĞůĂŝƌĞĕĆŽͲ'ĞƌĂů ĚĞ ůŝŵĞŶƚĂĕĆŽ Ğ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ ;'sͿĞƚŽĚŽƐŽƐƉƌŽĐĞĚŝŵĞŶƚŽƐ ĚĞĮŶŝĚŽƐŶŽ/Es/DͲ/ŶƐƟƚƵƚŽĚĞ sŝŐŝůĂŶĐŝĂ ĚĞ DĞĚŝĐĂŵĞŶƚŽƐ LJ ůŝŵĞŶƚŽƐ͕ƉƌĞƉĂƌĂŶĚŽĂŝŶƐƉĞĕĆŽ ƉŽƐƚĞƌŝŽƌ͘ WŽĚĞ ƐĞƌ ƌĞƋƵĞƌŝĚĂ Ă ĚĞĐůĂƌĂĐŝŽŶ ĂŶĚŝŶĂĚĞůǀĂůŽƌ͕ƉĂƌĂĚĞƐĂůĨĂŶĚĞŐĂŵĞŶƚŽ ĚĂ ŵĞƌĐĂĚŽƌŝĂ͕ ĚĞƐĚĞ ƋƵĞ ŽƐ ƉƌŽĚƵƚŽƐ ŶĆŽ ƐĞũĂŵ ĚƵƚLJͲĨƌĞĞĞĚĞƐĚĞƋƵĞĞdžĐĞĚĂŵ

ŝƌĞĕĆŽ 'ĞƌĂů ĚĞ ŐƌŝĐƵůƚƵƌĂ Ğ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ;'sͿ ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŐĂǀ͘Ɖƚ Dirección de Impuestos y Aduanas EĂĐŝŽŶĂůĞƐĚĞŽůŽŵďŝĂ;/EͿ ŚƩƉ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŝĂŶ͘ŐŽǀ͘ĐŽ /ŶƐƟƚƵƚŽĚĞsŝŐŝůĂŶĐŝĂĚĞDĞĚŝĐĂͲ ŵĞŶƚŽƐLJůŝŵĞŶƚŽƐ;/Es/DͿ ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ŝŶǀŝŵĂ͘ŐŽǀ͘ĐŽ /ŶƐƟƚƵƚŽŽůŽŵďŝĂŶŽ ŐƌŽƉĞĐƵĄƌŝŽ;/Ϳ ǁǁǁ͘ŝĐĂ͘ŐŽǀ͘ĐŽ /ŶƐƟƚƵƚŽŽůŽŵďŝĂŶŽĚĞEŽƌŵĂƐ dĠĐŶŝĐĂƐLJĞƌƟĮĐĂĐşŽŶ;/EKdͿ ǁǁǁ͘ŝĐŽŶƚĞĐ͘ŽƌŐ͘ĐŽ

SETEMBRO 2017

•Data de validade; ͻEƷŵĞƌŽĚĞƌĞŐŝƐƚŽŶŽ/͖ ͻEŽŵĞ Ğ ŵŽƌĂĚĂ ĚŽ ƉƌŽĚƵƚŽƌ͕ exportador e do importador; ͻWĂşƐĚĞŽƌŝŐĞŵ͖ ͻ/ŶĨŽƌŵĂĕƁĞƐ ƐŽďƌĞ Ž ǀĂůŽƌ ŶƵƚƌŝĐŝŽŶĂů͗ ĚŝĞƚĂ ĞƋƵŝůŝďƌĂĚĂ͕ ƐƵƉůĞŵĞŶƚĂƌ͕ĞƚĐ͘

ƵŵǀĂůŽƌ&KĚĞϱϬϬϬh^;ĐĞƌĐĂ ĚĞϰϯϲϴΦͿ͘ O rótulo deve ser impresso em ĐĂĚĂůĂĚŽĚĂĞŵďĂůĂŐĞŵ͕ĐŽŵƵŵ ƚĂŵĂŶŚŽŵşŶŝŵŽĚĞϭϬƉŽƌϮϬĐŵ͘ O rótulo pode incluir um idioma ĚŝĨĞƌĞŶƚĞ͕ ŵĂƐ ĚĞǀĞ ƚĞƌ ƵŵĂ ƚƌĂŶƐĐƌŝĕĆŽĞŵĞƐƉĂŶŚŽů͘

www.nersant.pt


MOLHOS E CONDIMENTOS ^'hZE

REQUISITOS DE EMBALAGEM E ZYh/^/dK^D>'D

CERTIFICAÇÕES E VISTORIAS Zd/&/O^s/^dKZ/^

ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO Ed/^Z^WKE^s/^W>K

>/DEdZ

ROTULAGEM ZKdh>'D

NECESSÁRIAS E^^Z/^

REGISTO/LICENCIAMENTOS Z'/^dKͬ>/E/DEdK^

ZĞŐŝƐƚŽ ƐĂŶŝƚĄƌŝŽ ĞŵŝƟĚŽ ƉĞůŽ /Es/D Ğ ĐĞƌƟĮĐĂĚŽ ĚĞ ŽƌŝŐĞŵ ĞŵŝƟĚŽƉĞůĂ's͘WĂƌĂůĂďŽƌĂƌ͕Ă ĞŵƉƌĞƐĂ ũĄ ĚĞǀĞ ĐƵŵƉƌŝƌ ŽƐ requisitos legais exigidos pelas ĞŶƟĚĂĚĞƐŶŽƉĂşƐĚĞŽƌŝŐĞŵ͘

Embalagem: dĂŵĂŶŚŽƐ ŵĂŝƐ ĐŽŵƵŶƐ ĚĞ ŵŽůŚŽƐ͗ ϯϴϬŐ ;ŵĂŝƐ ƉŽƉƵůĂƌͿ͕ ĞŶƋƵĂŶƚŽ ŽƐ ƉĂĐŽƚĞƐ ĚĞ ϮϬϬŐ Ğ ϰϬϬŐƚĂŵďĠŵĞƐƚĆŽĚŝƐƉŽŶşǀĞŝƐ͘ EŽƐŵŽůŚŽƐ͕ĂƐĞŵďĂůĂŐĞŶƐĚĞWd ƐĆŽ ĂƐ ŵĂŝƐ ĂƉƌĞĐŝĂĚĂƐ ;ƚĂŵďĠŵ ƐĆŽƵƐĂĚŽƐŽƐĨƌĂƐĐŽƐĚĞǀŝĚƌŽͿ͘ Rotulagem: •Nome do alimento; ͻ>ŝƐƚĂĚĞŝŶŐƌĞĚŝĞŶƚĞƐ͖ ͻŽŶƚĞƷĚŽůşƋƵŝĚŽĞƉĞƐŽ͖ ͻEŽŵĞĞŵŽƌĂĚĂĚŽĨĂďƌŝĐĂŶƚĞ͖ ͻĚĞŶƟĮĐĂĕĆŽĚŽůŽƚĞ͖ ͻĂƚĂ Ğ ŝŶƐƚƌƵĕƁĞƐ ĚĞ ĂƌŵĂnjĞŶĂmento; ͻ/ŶƐƚƌƵĕƁĞƐĚĞƵƐŽ͖ ͻZĞŐŝƐƚŽƐĂŶŝƚĄƌŝŽ/Es/DĞĚĞĐůĂͲ ƌĂĕĆŽŶƵƚƌŝĐŝŽŶĂů͘ YƵĂŶĚŽŽĐŽŶƚĞƷĚŽĚŽƌſƚƵůŽŽƵ ĚŽĂůŝŵĞŶƚŽŝŵƉŽƌƚĂĚŽĞƐƟǀĞƌĞŵ ůşŶŐƵĂĞƐƚƌĂŶŐĞŝƌĂ͕ŽƉƌŽĚƵƚŽĚĞǀĞ ĐŽŶƚĞƌƵŵƌſƚƵůŽŽƵĞƟƋƵĞƚĂ

WĂƌĂĂůĠŵĚĂĚŽĐƵŵĞŶƚĂĕĆŽŐĞƌĂů ƋƵĞĂĐŽŵƉĂŶŚĂĂƐƚƌĂŶƐĂĕƁĞƐĐŽͲ ŵĞƌĐŝĂŝƐŝŶƚĞƌŶĂĐŝŽŶĂŝƐ;Ğdž͗͘ĨĂƚƵƌĂ comercial; documentos de transƉŽƌƚĞͿ͕ ƐĆŽ ĞdžŝŐŝĚĂƐ ĨŽƌŵĂůŝĚĂĚĞƐ ĞƐƉĞĐşĮĐĂƐ ƉĂƌĂ Ă ŝŵƉŽƌƚĂĕĆŽ͕ ĐŽŵŽƐĞũĂŵ͕ŽĐĞƌƟĮĐĂĚŽĚĞŽƌŝͲ ŐĞŵ ĞŵŝƟĚŽ ƉĞůĂ 's Ͳ ŝƌĞĕĆŽͲ'ĞƌĂů ĚĞ ůŝŵĞŶƚĂĕĆŽ Ğ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂĞƚŽĚŽƐŽƐƉƌŽĐĞĚŝŵĞŶƚŽƐĚĞĮŶŝĚŽƐŶŽ/Es/DͲ/ŶƐƟƚƵƚŽ ĚĞ sŝŐŝůĂŶĐŝĂ ĚĞ DĞĚŝĐĂŵĞŶƚŽƐ LJ Alimentos preparando a inspeção ƉŽƐƚĞƌŝŽƌ͘  WŽĚĞ ƐĞƌ ƌĞƋƵĞƌŝĚĂ Ă declaracion andina del valor e o ĞƌƟĮĐĂƚĞŽĨ&ƌĞĞ^ĂůĞ͘ŶĞĐĞƐƐĄͲ ƌŝŽ Ž ĐĞƌƟĮĐĂĚŽ ĚĞ ĂŶĄůŝƐŝƐ͕ ĚŽĐƵŵĞŶƚŽƋƵĞĐĞƌƟĮĐĂƋƵĞĨŽƌͲ Ăŵ ĞĨĞƚƵĂĚŽƐ͕ Ğŵ ůĂďŽƌĂƚſƌŝŽ ĂƉƌŽƉƌŝĂĚŽ͕ŽƐƚĞƐƚĞƐŵŝĐƌŽďŝŽůſŐŝͲ

RESTRIÇÕES ESPECÍFICAS Z^dZ/O^^W1&/^

REQUISITOS DE CERTIFICAÇÃO

EĆŽĞƐƉĞĐŝĮĐĂĚŽ͘

ŝƌĞĕĆŽ 'ĞƌĂů ĚĞ ŐƌŝĐƵůƚƵƌĂ Ğ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ;'sͿ ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŐĂǀ͘Ɖƚ Dirección de Impuestos y Aduanas EĂĐŝŽŶĂůĞƐĚĞŽůŽŵďŝĂ;/EͿ ŚƩƉ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŝĂŶ͘ŐŽǀ͘ĐŽ /ŶƐƟƚƵƚŽĚĞsŝŐŝůĂŶĐŝĂĚĞDĞĚŝĐĂͲ ŵĞŶƚŽƐLJůŝŵĞŶƚŽƐ;/Es/DͿ ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ŝŶǀŝŵĂ͘ŐŽǀ͘ĐŽ /ŶƐƟƚƵƚŽŽůŽŵďŝĂŶŽ ŐƌŽƉĞĐƵĄƌŝŽ;/Ϳ ǁǁǁ͘ŝĐĂ͘ŐŽǀ͘ĐŽ /ŶƐƟƚƵƚŽŽůŽŵďŝĂŶŽĚĞEŽƌŵĂƐ dĠĐŶŝĐĂƐLJĞƌƟĮĐĂĐşŽŶ;/EKdͿ ǁǁǁ͘ŝĐŽŶƚĞĐ͘ŽƌŐ͘ĐŽ

ĐŽƐĞİƐŝĐŽͲƋƵŝŵŝĐŽƐ;ƌĞĚŝŐŝĚŽĞŵ ůşŶŐƵĂĞƐƉĂŶŚŽůĂͿ͘

ĂƵƚŽĐŽůĂŶƚĞ ĐŽŵ ĂƐ ŝŶĨŽƌŵĂĕƁĞƐ ĞŵĞƐƉĂŶŚŽů͘

ARROZ E FARINHA ^'hZE

REQUISITOS DE EMBALAGEM E ZYh/^/dK^D>'D

CERTIFICAÇÕES E VISTORIAS Zd/&/O^s/^dKZ/^

ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO Ed/^Z^WKE^s/^W>K

>/DEdZ

ROTULAGEM ZKdh>'D

NECESSÁRIAS E^^Z/^

REGISTO/LICENCIAMENTOS Z'/^dKͬ>/E/DEdK^

A importação de produtos de origem vegetal requer a expedição ĚŽ ŽĐƵŵĞŶƚŽ ĚĞ ZĞƋƵŝƐŝƚŽƐ ĚĞ /ŵƉŽƌƚĂĕĆŽ&ŝƚŽƐƐĂŶŝƚĄƌŝĂ;Z&/ͿĚĂ ƉĂƌƚĞĚŽ/͘WĂƌĂĮŶƐĚĞĚĞƐĂůĨĂŶĚĞŐĂŵĞŶƚŽ͕ƉŽĚĞƐĞƌƌĞƋƵĞƌŝĚŽŽ ĐĞƌƟĮĐĂĚŽ ĚĞ ĨƵŵŝŐĂĐŝŽŶ͘  ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽŽĐĞƌƟĮĐĂĚŽĚĞĂŶĄůŝƐŝƐ͕ ĚŽĐƵŵĞŶƚŽ ƋƵĞ ĐĞƌƟĮĐĂ ƋƵĞ ĨŽƌĂŵ  ĞĨĞƚƵĂĚŽƐ͕ Ğŵ ůĂďŽƌĂƚſƌŝŽ ĂƉƌŽƉƌŝĂĚŽ͕ ƚŽĚŽƐ ŽƐ ƚĞƐƚĞƐ ŵŝĐƌŽďŝŽůſŐŝĐŽƐ Ğ İƐŝĐŽͲƋƵŝŵŝĐŽƐ ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽƐ ;ƌĞĚŝŐŝĚŽ Ğŵ ůşŶŐƵĂ ĞƐƉĂŶŚŽůĂͿ͘ EĂ ĐŽůƀŵďŝĂ ŶĆŽ aceitam Arroz com os seguintes ƉĂƌąŵĞƚƌŽƐ͗'ƌĆŽƐĚĂŶŝĮĐĂĚŽƐƉŽƌ ĐĂůŽƌ͕ Ă ƉƌĞƐĞŶĕĂ ĚĞ ĨƵŶŐŽƐ Ğ ŝŶƐĞƚŽƐ͕ ŝŵƉƵƌĞnjĂƐ͕ ƐƵũŝĚĂĚĞ͕ ƐĞŵĞŶƚĞƐ͘

Embalagem: Arroz: O produto é tradicionalmente apreƐĞŶƚĂĚŽĞŵƐĂĐŽƐƉůĄƐƟĐŽƐƚƌĂŶƐƉĂͲ rentes numa ampla variedade de ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐ͕ĚĞƐĚĞĐĞƌĐĂĚĞϮϱϬŐƌ ;ŝĚĞĂůƉĂƌĂĨĂŵşůŝĂƐƉĞƋƵĞŶĂƐͿĂƚĠĂŽƐ ƐĂĐŽƐĚĞϭϬŬŐƉĂƌĂĂƋƵĞůĞƐƋƵĞƉƌĞͲ ĨĞƌĞŵ ĐŽŵƉƌĂƌ ĐŽŵ ŵĞŶŽƐ ĨƌĞƋƵġŶĐŝĂ͘ Rotulagem: KƐ ƌĞƋƵŝƐŝƚŽƐ ĚĞ ƌŽƚƵůĂŐĞŵ͕ ƉĂƌĂ Ă ĨĂƌŝŶŚĂĞƉĂƌĂŽĂƌƌŽnj͕ŝŶĐůƵĞŵ͗ •Nome do alimento; ͻ>ŝƐƚĂĚĞŝŶŐƌĞĚŝĞŶƚĞƐ͖ ͻŽŶƚĞƷĚŽůşƋƵŝĚŽĞƉĞƐŽ͖ ͻEŽŵĞĞŵŽƌĂĚĂĚŽĨĂďƌŝĐĂŶƚĞ͖ ͻ/ĚĞŶƟĮĐĂĕĆŽĚŽůŽƚĞ͖ ͻĂƚĂĞŝŶƐƚƌƵĕƁĞƐĚĞĂƌŵĂnjĞŶĂŵĞŶto; ͻ/ŶƐƚƌƵĕƁĞƐĚĞƵƐŽ͖ ͻZĞŐŝƐƚŽ ƐĂŶŝƚĄƌŝŽ /Es/D Ğ ĚĞĐůĂƌĂĕĆŽŶƵƚƌŝĐŝŽŶĂů͘ &ĂƌŝŶŚĂ K ƌſƚƵůŽ ĚĂ ĞŵďĂůĂŐĞŵ ĚĞ ĨĂƌŝŶŚĂ ĚĞǀĞ ĐŽŶƚĞƌ ĚĞ ĨŽƌŵĂ ĚĞƐƚĂĐĂĚĂ Ž ƟƉŽ ĚĞ ĨĂƌŝŶŚĂ Ğ Ă ƋƵĂŶƟĚĂĚĞ ĚĞ ŵŝĐƌŽŶƵƚƌŝĞŶƚĞƐĂĚŝĐŝŽŶĂĚŽ;ŵŐͬŬŐͿ͘ ĚĂƚĂĚĞǀĂůŝĚĂĚĞĚĂ&ĂƌŝŶŚĂĚĞǀĞ ƐĞƌŶŽŵşŶŝŵŽĚĞϭϮŵĞƐĞƐĂƉĂƌƟƌ ĚĂ ĚĂƚĂ ĚĞ ƉƌŽĚƵĕĆŽ͘ WĂƌĂ ƐĞƌ recebido em armazém tem de ter ƉĞůŽŵĞŶŽƐϯŵĞƐĞƐĚĞǀĂůŝĚĂĚĞ͘

O importador deve solicitar o documento de requisitos ĮƚŽƐƐĂŶŝƚĄƌŝŽƐ ĚŝƌĞƚĂŵĞŶƚĞ ĂƚƌĂǀĠƐ ĚŽ^ŝƐƚĞŵĂĚĞ/ŶĨŽƌŵĂĐŝſŶ^ĂŶŝƚĂƌŝŽ para Importación y Exportación de WƌŽĚƵĐƚŽƐ ŐƌşĐŽůĂƐ LJ WĞĐƵĂƌŝŽƐ ʹ ^/^WW͕ĚŽ/͘ ŶĞĐĞƐƐĄƌŝĂĂĞŵŝƐƐĆŽĚĞĐĞƌƟĮĐĂͲ ĚŽƐ ĚĞ ĞdžƉŽƌƚĂĕĆŽ 'Zy ƉĂƌĂ ĐĞƌĞĂŝƐ͕ĂĕƷĐĂƌĞĂƌƌŽnj͘KƐĐĞƌƟĮĐĂͲ ĚŽƐĚĞĞdžƉŽƌƚĂĕĆŽ'Zy͕ŽďƌŝŐĂŵ ă ĐŽŶƐƟƚƵŝĕĆŽ ĚĞ ŐĂƌĂŶƟĂƐ͕ ŵĞĚŝĂŶƚĞ Ž ǀĂůŽƌ ĚĂ ŵĞƌĐĂĚŽƌŝĂ͘ ĞǀĞƐĞƌƌĞƋƵĞƌŝĚŽŽĐĞƌƟĮĐĂĚŽĚĞ ŽƌŝŐĞŵ͘  ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ Ƶŵ ĐĞƌƟĮĐĂĚŽ ^ŽůŝĐŝƚƵĚƌĞŐŝƐƚƌŽƐĂŶŝƚĄƌŝŽĚĞĂůŝͲ ŵĞŶƚŽ͕ƋƵĞƉƌŽǀĞƋƵĞŽƉƌŽĚƵƚŽ͕Ă ƐĞƌ ŝŵƉŽƌƚĂĚŽ͕ ĞƐƚĄ ƌĞŐŝƐƚĂĚŽ ŶŽ DŝŶŝƐƚĠƌŝŽĚĂ^ĂƷĚĞĞĚĂWƌŽƚĞĕĆŽ ^ŽĐŝĂů ;DŝŶƐĂůƵĚͿ͘ K ŝŵƉŽƌƚĂĚŽƌ ĚĞǀĞƌĄŽďƚĞƌŽƌĞŐŝƐƚƌŽĐŽŵŽŝŵƉŽƌͲ ƚĂĚŽƌ ĚĞ ŝŶƐƵŵŽƐ ǀĞƚĞƌŝŶĄƌŝŽƐ LJ ŵĂƚĞƌŝĂůŐĞŶĠƟĐŽĂŶŝŵĂů͕ƌĞƋƵĞƌŝĚŽ ƉĂƌĂ ĚĞƐĂůĨĂŶĚĞŐĂŵĞŶƚŽ Ğ ĂĐĞƐƐŽ ĂŽŵĞƌĐĂĚŽ͕ũƵŶƚŽĚŽ/͘

Dirección de Impuestos y Aduanas EĂĐŝŽŶĂůĞƐĚĞŽůŽŵďŝĂ;/EͿ ŚƩƉ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŝĂŶ͘ŐŽǀ͘ĐŽ /ŶƐƟƚƵƚŽĚĞsŝŐŝůĂŶĐŝĂĚĞDĞĚŝĐĂͲ ŵĞŶƚŽƐLJůŝŵĞŶƚŽƐ;/Es/DͿ ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ŝŶǀŝŵĂ͘ŐŽǀ͘ĐŽ /ŶƐƟƚƵƚŽŽůŽŵďŝĂŶŽŐƌŽƉĞĐƵĄƌŝŽ ;/Ϳ ǁǁǁ͘ŝĐĂ͘ŐŽǀ͘ĐŽ /ŶƐƟƚƵƚŽŽůŽŵďŝĂŶŽĚĞEŽƌŵĂƐ dĠĐŶŝĐĂƐLJĞƌƟĮĐĂĐşŽŶ;/EKdͿ ǁǁǁ͘ŝĐŽŶƚĞĐ͘ŽƌŐ͘ĐŽ

RESTRIÇÕES ESPECÍFICAS Z^dZ/O^^W1&/^

REQUISITOS DE CERTIFICAÇÃO

Farinha:  ĨĂƌŝŶŚĂ ĚĞ ƚƌŝŐŽ ǀĞŶĚŝĚĂ ŶĂ ŽůƀŵďŝĂĚĞǀĞƐĞƌĨŽƌƟĮĐĂĚĂĐŽŵ ǀŝƚĂŵŝŶĂϭ͕ǀŝƚĂŵŝŶĂϮ͕ŶŝĂĐŝŶĂ͕ ĄĐŝĚŽĨſůŝĐŽĞĨĞƌƌŽ͕ĞĂĂĚŝĕĆŽĚĞ ĐĄůĐŝŽ ƉŽĚĞ ƐĞƌ ƵŵĂ ŽƉĕĆŽ͘  qualidade dos micronutrientes ĚĞǀĞ ŽďĞĚĞĐĞƌ ăƐ ĞƐƉĞĐŝĮĐĂĕƁĞƐ ƚĠĐŶŝĐĂƐĚŽŽĚĞdžůŝŵĞŶƚĂƌŝƵƐ͕ĚŽ &ŽŽĚ ŚĞŵŝĐĂů ŽĚĞdž Ğ ĚŽ /Es/D͘ Arroz: KƐ ƉƌŽĚƵƚŽƌĞƐ ƋƵĞ ũĄ ƉŽƐƐƵĞŵ uma avaliação de risco aprovada ƉĞůŽ /ŶƐƟƚƵƚŽ ŽůŽŵďŝĂŶŽ ĚĞ ŐƌŝĐƵůƚƵƌĂ Ͳ /͕ ƉĂƌĂ ƉƌŽĚƵƚŽƐ ĞƐƉĞĐşĮĐŽƐ͕ ƉŽĚĞŵ ĞdžƉŽƌƚĂƌ ƐĞŵ ĚŝĮĐƵůĚĂĚĞ͘  ^ĞƌĄ ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ solicitar e preencher o Documento ĚĞ ZĞƋƵŝƐŝƚŽƐ ĚĞ /ŵƉŽƌƚĂĕĆŽ &ŝƚŽƐƐĂŶŝƚĄƌŝĂ ;Z&/Ϳ ĚŽ / ƉĂƌĂ ĐĂĚĂ ĐĂƌƌĞŐĂŵĞŶƚŽ ĐŚĞŐĂĚŽ ă ŽůƀŵďŝĂ͘

www.nersant.pt

Arroz A data de validade do Arroz deve ser ŶŽŵşŶŝŵŽĚĞϲŵĞƐĞƐĂƉĂƌƟƌĚĂ ĚĂƚĂĚĞƉƌŽĚƵĕĆŽ͘WĂƌĂƐĞƌƌĞĐĞďŝĚŽ em armazém tem de ter pelo menos ϯŵĞƐĞƐĚĞǀĂůŝĚĂĚĞ͘

SETEMBRO 2017

51


INTERNACIONALIZAÇÃO

DOCES, COMPOTAS E SUMOS DE FRUTAS ^'hZE

REQUISITOS DE EMBALAGEM E ZYh/^/dK^D>'D

CERTIFICAÇÕES E VISTORIAS Zd/&/O^s/^dKZ/^

ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO Ed/^Z^WKE^s/^W>K

>/DEdZ

ROTULAGEM ZKdh>'D

NECESSÁRIAS E^^Z/^

REGISTO/LICENCIAMENTOS Z'/^dKͬ>/E/DEdK^

ĞƐĚĞŵĂŝŽĚĞϮϬϭϱ͕ŽƐƉĂşƐĞƐĚĂ hŶŝĆŽ ƵƌŽƉĞŝĂ ;hͿ ďĞŶĞĮĐŝĂŵ ĚŽƐ ƉƌŽĐĞĚŝŵĞŶƚŽƐ ƐŝŵƉůŝĮĐĂĚŽƐ ũƵŶƚŽĚŽ/Es/D͘KƐƉĂşƐĞƐĚĂh podem solicitar o reconhecimento da equivalência do seu sistema de ŝŶƐƉĞĕĆŽ͘ ZĞĐŽŶŚĞĐŝĚŽ Ž ƐŝƐƚĞŵĂ͕ os países podem enviar através da hƵŵĂůŝƐƚĂĚĞĞƐƚĂďĞůĞĐŝŵĞŶƚŽƐ autorizados a exportar para a ŽůƀŵďŝĂƐĞŵĐƵƐƚŽ͕ŝŶƐƉĞĕĆŽŽƵ ƉƌŽĐĞĚŝŵĞŶƚŽ ĂĚŝĐŝŽŶĂů͘  ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽŽĐĞƌƟĮĐĂĚŽĚĞĂŶĄůŝƐŝƐ͕ ĚŽĐƵŵĞŶƚŽ ƋƵĞ ĐĞƌƟĮĐĂ ƋƵĞ ĨŽƌĂŵ ĞĨĞƚƵĂĚŽƐ͕ Ğŵ ůĂďŽƌĂƚſƌŝŽ ĂƉƌŽƉƌŝĂĚŽ͕ŽƐƚĞƐƚĞƐŵŝĐƌŽďŝŽůſŐŝĐŽƐĞİƐŝĐŽͲƋƵŝŵŝĐŽƐ;ƌĞĚŝŐŝĚŽĞŵ ĞƐƉĂŶŚŽůͿ͘

Rotulagem: •Nome do produto; ͻ>ŝƐƚĂ ĚĞ ŝŶŐƌĞĚŝĞŶƚĞƐ Ğŵ ŽƌĚĞŵ decrescente por peso; ͻŽŶƚĞƷĚŽůşƋƵŝĚŽĞƉĞƐŽĞƐĐŽƌƌŝĚŽ ĞŵƵŶŝĚĂĚĞƐŵĠƚƌŝĐĂƐ;ŝƐƚŽĠ͕ŐƌĂŵĂƐ͕ ƋƵŝůŽŐƌĂŵĂƐͿ͖ •Nome e morada do produtor ou processador e do importador; •Nome e morada do importador; ͻĂĚĂĞŵďĂůĂŐĞŵĚĞǀĞůĞǀĂƌĂĚĂƚĂ ĚĞǀĂůŝĚĂĚĞĞͬŽƵĂǀŝĚĂƷƟůŵşŶŝŵĂ ĚĞĨŽƌŵĂůĞŐşǀĞů͕ǀŝƐşǀĞůĞŝŶĚĞůĠǀĞů͖ ͻ/ŶĐůƵŝƌŝŶĨŽƌŵĂĕƁĞƐƐŽďƌĞĂƉƌĞƐĞƌͲ vação do produto; ͻ/ŶƐƚƌƵĕƁĞƐƉĂƌĂŽƵƐŽĞĐŽŶƐĞƌǀĂĕĆŽ do produto; ͻEƷŵĞƌŽĚĞƌĞŐŝƐƚŽƐĂŶŝƚĄƌŝŽĞŵŝƟĚŽ ƉĞůĂ/Es/D͖ ͻ/ŶĨŽƌŵĂĕĆŽŶƵƚƌŝĐŝŽŶĂů͘ ZŽƚƵůĂŐĞŵĞƐƉĞĐşĮĐĂ͗ Ͳ ƐƉĞĐŝĮĐĂŵĞŶƚĞ ƉĂƌĂ ŽƐ ŶĠĐƚĂƌĞƐ͕ ƌĞĨƌŝŐĞƌĂŶƚĞƐĞďĞďŝĚĂƐƋƵĞĐŽŶƚĞͲ ŶŚĂŵ ƐƵŵŽ͕ ƉŽůƉĂ ĚĞ ĨƌƵƚĂ ŽƵ ĐŽŶĐĞŶƚƌĂĚŽƐ ĚĞ ĨƌƵƚĂƐ͗ ƐŝŶĂůŝnjĂƌ ŶŽ ƌſƚƵůŽĨƌŽŶƚĂůĂƋƵĂŶƟĚĂĚĞĞdžĂƚĂĚĞ ĨƌƵƚĂ͘ - A rotulagem dos produtos que

O exportador deve estar registado ŶŽ/Es/DͲ/ŶƐƟƚƵƚŽĚĞsŝŐŝůĂŶĐŝĂ ĚĞDĞĚŝĐĂŵĞŶƚŽƐLJůŝŵĞŶƚŽƐ͘ Estando o exportador incluído na lista de estabelecimentos autorizaĚŽƐ͕ ĞůĞ ĚĞǀĞ ƐŽůŝĐŝƚĂƌ Ă ŝŶƐĐƌŝĕĆŽ ƐĂŶŝƚĄƌŝĂĚĞĐĂĚĂƉƌŽĚƵƚŽŝŶĚŝǀŝͲ ĚƵĂůŵĞŶƚĞ͘ KƐ ĚŽĐƵŵĞŶƚŽƐ ƋƵĞ devem acompanhar a aplicação online do mesmo são os seguintes: ͻĞƌƟĮĐĂĚŽ ĚĞ ĞdžŝƐƚġŶĐŝĂ Ğ representação legal do exportador; ͻĞƌƟĮĐĂĚŽ ĚĞ ǀĞŶĚĂ ŐƌĂƚƵŝƚĂ ĞŵŝƟĚŽ ƉĞůĂ ĂƵƚŽƌŝĚĂĚĞ ƐĂŶŝƚĄƌŝĂ do país de origem em que declara que o produto é vendido livremente no país; ͻĂƌƚĂĚĞĂƵƚŽƌŝnjĂĕĆŽĚŽĨĂďƌŝĐĂŶƚĞ ao importador para importar e comercializar o produto na ŽůƀŵďŝĂ͘

ŝƌĞĕĆŽ 'ĞƌĂů ĚĞ ŐƌŝĐƵůƚƵƌĂ Ğ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ;'sͿ ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŐĂǀ͘Ɖƚ Dirección de Impuestos y Aduanas EĂĐŝŽŶĂůĞƐĚĞŽůŽŵďŝĂ;/EͿ ŚƩƉ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŝĂŶ͘ŐŽǀ͘ĐŽ /ŶƐƟƚƵƚŽĚĞsŝŐŝůĂŶĐŝĂĚĞDĞĚŝĐĂͲ ŵĞŶƚŽƐLJůŝŵĞŶƚŽƐ;/Es/DͿ ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ŝŶǀŝŵĂ͘ŐŽǀ͘ĐŽ /ŶƐƟƚƵƚŽŽůŽŵďŝĂŶŽ ŐƌŽƉĞĐƵĄƌŝŽ;/Ϳ ǁǁǁ͘ŝĐĂ͘ŐŽǀ͘ĐŽ /ŶƐƟƚƵƚŽŽůŽŵďŝĂŶŽĚĞEŽƌŵĂƐ dĠĐŶŝĐĂƐLJĞƌƟĮĐĂĐşŽŶ;/EKdͿ ǁǁǁ͘ŝĐŽŶƚĞĐ͘ŽƌŐ͘ĐŽ

RESTRIÇÕES ESPECÍFICAS Z^dZ/O^^W1&/^

REQUISITOS DE CERTIFICAÇÃO

O produtor e o importador devem ĞƐƚĂƌ ƌĞŐŝƐƚĂĚŽƐ ŶŽ /ŶƐƟƚƵƚŽ EĂĐŝŽŶĂů ĚĞ sŝŐŝůĂŶĐŝĂ ĚĞ DĞĚŝĐĂŵĞŶƚŽͲ/Es/DĞ/ŶƐƟƚƵƚŽ ŽůŽŵďŝĂŶŽĚĞŐƌŝĐƵůƚƵƌĂͲ/͘ WĂƌĂŝŵƉŽƌƚĂĕĆŽƉĂƌĂĂŽůƀŵďŝĂĠ ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ ŽďƚĞƌ Ž ΗƌĞŐŝƐƚŽ ƐĂŶŝƚĄƌŝŽΗ͕ ĞŵŝƟĚŽ ƉĞůŽ /Es/D Ͳ /ŶƐƟƚƵƚŽ ĚĞ sŝŐŝůĂŶĐŝĂ ĚĞ DĞĚŝĐĂŵĞŶƚŽƐ LJ ůŝŵĞŶƚŽƐ ;ƌƚ͘ ϰϭZϯϬϳϱͬϭϵϵϳͿ͘

ĐŽŶƚĞŶŚĂŵ ĂĚŝƟǀŽƐ͕ ŵŽůŚŽƐ͕ ŐĞůĞŝĂƐ Ğ ŵĂƌŵĞůĂĚĂƐ͕ ĚĞǀĞŵ ĐƵŵƉƌŝƌ ŽƐ ƌĞƋƵŝƐŝƚŽƐĚĂƐZĞƐŽůƵĕƁĞƐϱϭϬϵĞϬϯϯϯ͕ ƋƵĂŶƚŽăĐŽŵƉŽƐŝĕĆŽ͕ƉƌŽĚƵƚŽƐĂĚŝƟǀŽƐ ĞƐƵďƐƟƚƵƚŽƐ͘

REFEIÇÕES PRONTAS E SOBREMESAS

52

^'hZE

REQUISITOS DE EMBALAGEM E ZYh/^/dK^D>'D

CERTIFICAÇÕES E VISTORIAS Zd/&/O^s/^dKZ/^

ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO Ed/^Z^WKE^s/^W>K

>/DEdZ

ROTULAGEM ZKdh>'D

NECESSÁRIAS E^^Z/^

REGISTO/LICENCIAMENTOS Z'/^dKͬ>/E/DEdK^

ZĞŐŝƐƚŽ ƐĂŶŝƚĄƌŝŽ ĞŵŝƟĚŽ ƉĞůŽ /Es/D Ğ ĐĞƌƟĮĐĂĚŽ ĚĞ ŽƌŝŐĞŵ ĞŵŝƟĚŽƉĞůĂ'sͲŝƌĞĕĆŽ'ĞƌĂů ĚĞ ŐƌŝĐƵůƚƵƌĂ Ğ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ͘ WĂƌĂ ůĂďŽƌĂƌ͕ĂĞŵƉƌĞƐĂũĄĚĞǀĞĐƵŵƉƌŝƌ os requisitos legais exigidos pelas ĞŶƟĚĂĚĞƐŶŽƉĂşƐĚĞŽƌŝŐĞŵ͘  ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ Ž ĐĞƌƟĮĐĂĚŽ ĚĞ ĂŶĄůŝƐŝƐ͕ ĚŽĐƵŵĞŶƚŽ ƋƵĞ ĐĞƌƟĮĐĂ ƋƵĞ ĨŽƌĂŵ ĞĨĞƚƵĂĚŽƐ͕ Ğŵ ůĂďŽƌĂƚſƌŝŽ ĂƉƌŽƉƌŝĂĚŽ͕ ŽƐ ƚĞƐƚĞƐ ŵŝĐƌŽďŝŽůſŐŝĐŽƐ Ğ İƐŝĐŽͲƋƵŝŵŝĐŽƐ ;ƌĞĚŝŐŝĚŽĞŵĞƐƉĂŶŚŽůͿ͘ WŽĚĞ ƚĂŵďĠŵ ƐĞƌ ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ Ž ĞƌƟĮĐĂƚĞŽĨ&ƌĞĞ^ĂůĞƋƵĞĂƚĞƐƚĂ que o produto cumpre todos os requisitos de produção e ĐŽŵĞƌĐŝĂůŝnjĂĕĆŽŶŽƉĂşƐĚĞŽƌŝŐĞŵ͕ ƐĞŶĚŽ ĞŵŝƟĚŽ ŽƵ ƉĞůĂ 's ŽƵ ƉŽƌ ƵŵĂ ąŵĂƌĂ ĚĞ ŽŵĠƌĐŝŽ ĐŽŵƉĞƚĞŶƚĞ͘

Rotulagem: •Nome do produto; ͻ>ŝƐƚĂ ĚĞ ŝŶŐƌĞĚŝĞŶƚĞƐ Ğŵ ŽƌĚĞŵ decrescente por peso; ͻŽŶƚĞƷĚŽůşƋƵŝĚŽĞƉĞƐŽĞƐĐŽƌƌŝͲ ĚŽ Ğŵ ƵŶŝĚĂĚĞƐ ŵĠƚƌŝĐĂƐ ;ŝƐƚŽ Ġ͕ ŐƌĂŵĂƐ͕ƋƵŝůŽŐƌĂŵĂƐͿ͖ •Nome e morada do produtor ou processador; •Nome e morada do importador; ͻĂĚĂ ĞŵďĂůĂŐĞŵ ĚĞǀĞ ůĞǀĂƌ Ă ĚĂƚĂ ĚĞ ǀĂůŝĚĂĚĞ ĞͬŽƵ Ă ǀŝĚĂ ƷƟů ŵşŶŝŵĂĚĞĨŽƌŵĂůĞŐşǀĞů͕ǀŝƐşǀĞůĞ ŝŶĚĞůĠǀĞů͘ ƐƚĂ ŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ ƉŽĚĞ ƐĞƌĞŵŶƷŵĞƌŽƐ͕ŶƷŵĞƌŽƐĞůĞƚƌĂƐ͕ ďĂƌƌĂƐ͕ ĚĂĚŽƐ ƉĞƌĨƵƌĂĚŽƐ ŽƵ ranhuras; ͻ/ŶĐůƵŝƌ ŝŶĨŽƌŵĂĕƁĞƐ ƐŽďƌĞ Ă preservação do produto; ͻ/ŶƐƚƌƵĕƁĞƐƉĂƌĂŽƵƐŽĞĐŽŶƐĞƌͲ vação do produto; ͻEƷŵĞƌŽ ĚĞ ƌĞŐŝƐƚŽ ƐĂŶŝƚĄƌŝŽ ĞŵŝƟĚŽƉĞůĂ/Es/DͲ/ŶƐƟƚƵƚŽĚĞ sŝŐŝůĂŶĐŝĂ ĚĞ DĞĚŝĐĂŵĞŶƚŽƐ LJ Alimentos; •A rotulagem nutricional deve ser

Estando o exportador incluído na lista de estabelecimentos autorizaĚŽƐ͕ ĞůĞ ĚĞǀĞ ƐŽůŝĐŝƚĂƌ Ă ŝŶƐĐƌŝĕĆŽ ƐĂŶŝƚĄƌŝĂ ĚĞ ĐĂĚĂ ƉƌŽĚƵƚŽ ŝŶĚŝǀŝĚƵĂůŵĞŶƚĞ͘ KƐ ĚŽĐƵŵĞŶƚŽƐ que devem acompanhar a aplicação online do mesmo são os seguintes: ͻĞƌƟĮĐĂĚŽ ĚĞ ĞdžŝƐƚġŶĐŝĂ Ğ representação legal do exportador; ͻĞƌƟĮĐĂĚŽ ĚĞ ǀĞŶĚĂ ŐƌĂƚƵŝƚĂ ĞŵŝƟĚŽ ƉĞůĂ ĂƵƚŽƌŝĚĂĚĞ ƐĂŶŝƚĄƌŝĂ do país de origem em que declara que o produto é vendido livremente no país; ͻĂƌƚĂĚĞĂƵƚŽƌŝnjĂĕĆŽĚŽĨĂďƌŝĐĂŶƚĞ ao importador para importar e comercializar o produto na ŽůƀŵďŝĂ͘ WŽĚĞƐĞƌƌĞƋƵĞƌŝĚĂĂĚĞĐůĂƌĂĐŝŽŶ

RESTRIÇÕES ESPECÍFICAS Z^dZ/O^^W1&/^

REQUISITOS DE CERTIFICAÇÃO

K ŵĞƌĐĂĚŽ ĞŶĐŽŶƚƌĂͲƐĞ ĨĞĐŚĂĚŽ ƉĂƌĂĂŝŵƉŽƌƚĂĕĆŽĚĞƌĞĨĞŝĕƁĞƐͲ ͲƉƌŽŶƚĂƐĚĞWŽƌƚƵŐĂů͘

SETEMBRO 2017

ĞƐĐƌŝƚĂ Ğŵ ĞƐƉĂŶŚŽů͕ ĞŵďŽƌĂ ƉŽƐƐĂĂƉĂƌĞĐĞƌŶŽƵƚƌĂůşŶŐƵĂ͘WŽĚĞ ƐĞƌƵƐĂĚĂƵŵĂĞƟƋƵĞƚĂĂƵƚŽĐŽůĂŶͲ ƚĞ͕ ŵĂƐ ĚĞǀĞ ĨŽƌŶĞĐĞƌ ĂƐ ŝŶĨŽƌŵĂĕƁĞƐŶĞĐĞƐƐĄƌŝĂƐĚĞĨŽƌŵĂ ƉƌŽĞŵŝŶĞŶƚĞ͘

ŝƌĞĕĆŽ 'ĞƌĂů ĚĞ ŐƌŝĐƵůƚƵƌĂ Ğ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ;'sͿ ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŐĂǀ͘Ɖƚ Dirección de Impuestos y Aduanas EĂĐŝŽŶĂůĞƐĚĞŽůŽŵďŝĂ;/EͿ ŚƩƉ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŝĂŶ͘ŐŽǀ͘ĐŽ /ŶƐƟƚƵƚŽĚĞsŝŐŝůĂŶĐŝĂĚĞDĞĚŝĐĂͲ ŵĞŶƚŽƐLJůŝŵĞŶƚŽƐ;/Es/DͿ ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ŝŶǀŝŵĂ͘ŐŽǀ͘ĐŽ /ŶƐƟƚƵƚŽŽůŽŵďŝĂŶŽ ŐƌŽƉĞĐƵĄƌŝŽ;/Ϳ ǁǁǁ͘ŝĐĂ͘ŐŽǀ͘ĐŽ /ŶƐƟƚƵƚŽŽůŽŵďŝĂŶŽĚĞEŽƌŵĂƐ dĠĐŶŝĐĂƐLJĞƌƟĮĐĂĐşŽŶ;/EKdͿ ǁǁǁ͘ŝĐŽŶƚĞĐ͘ŽƌŐ͘ĐŽ

ĂŶĚŝŶĂ ĚĞů ǀĂůŽƌ͕ ƉĂƌĂ ĚĞƐĂůĨĂŶĚĞŐĂŵĞŶƚŽĚĂŵĞƌĐĂĚŽƌŝĂ͕ ĚĞƐĚĞƋƵĞŽƐƉƌŽĚƵƚŽƐŶĆŽƐĞũĂŵ ĚƵƚLJͲĨƌĞĞĞĚĞƐĚĞƋƵĞĞdžĐĞĚĂŵƵŵ ǀĂůŽƌ &K ĚĞ ϱϬϬϬ h^ ;ĐĞƌĐĂ ĚĞ ϰϯϯϬΦͿ͘

www.nersant.pt


INTERNACIONALIZAÇÃO

VEGETAIS

54

^'hZE 'hZE E

REQUISITOS^D DE EMBALAGEM E ZYh/^/dK^D>'D D

CERTIFICAÇÕES E VISTORIAS Zd/&/O^s/^dKZ/^ O^s/^

ENTIDADES RESPONSÁ VEIS PELO Ed/^Z^WKE^s/^W>K Z^WKE E^s

>/DEdZ >/DEdZ

ROTULAGEM ZKdh>'D Kdh>'D

NECESSÁRIAS E^^Z/^ ^^Z Z/^

REGISTO/LICENCIAMENTOS Z'/^dKͬ>/E/DEdK^ ͬ>/E/D

WĂƌĂ ůĂďŽƌĂƌ͕ Ă ĞŵƉƌĞƐĂ ũĄ ĚĞǀĞ cumprir os requisitos legais ĞdžŝŐŝĚŽƐƉĞůĂƐĞŶƟĚĂĚĞƐŶŽƉĂşƐĚĞ ŽƌŝŐĞŵ͘ WŽĚĞ ƚĂŵďĠŵ ƐĞƌ ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ Ž ĞƌƟĮĐĂƚĞ ŽĨ &ƌĞĞ ^ĂůĞ ƋƵĞ ĂƚĞƐƚĂ ƋƵĞ Ž ƉƌŽĚƵƚŽ cumpre todos os requisitos de produção e comercialização no ƉĂşƐĚĞŽƌŝŐĞŵ͕ƐĞŶĚŽĞŵŝƟĚŽŽƵ ƉĞůĂ'sŽƵƉŽƌƵŵĂąŵĂƌĂĚĞ ŽŵĠƌĐŝŽĐŽŵƉĞƚĞŶƚĞ͘ WĂƌĂ ĮŶƐ ĚĞ ĚĞƐĂůĨĂŶĚĞŐĂŵĞŶƚŽ͕ ƉŽĚĞ ƐĞƌ ƌĞƋƵĞƌŝĚŽ Ž ĐĞƌƟĮĐĂĚŽ ĚĞĨƵŵŝŐĂĐŝŽŶ͕ƋƵĞĂƚĞƐƚĂƋƵĞŽƐ ƚƌĂƚĂŵĞŶƚŽƐ ĚĞ ĨƵŵŝŐĂĕĆŽ ĨŽƌĂŵ ĞĨĞƚƵĂĚŽƐ ĚĞ ĂĐŽƌĚŽ ĐŽŵ ŽƐ requisitos de quarenta da ŽůƀŵďŝĂ͘  ŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞ ŵĂŶƚĞƌ Ă ĐĂƌŐĂ͕ ă ƚĞŵƉĞƌĂƚƵƌĂ͕ ŚƵŵŝĚĂĚĞ Ğ ĐŽŶĚŝĕƁĞƐŶĞĐĞƐƐĄƌŝĂƐ͕ĂŽůŽŶŐŽĚĞ ƚŽĚĂĂĐĂĚĞŝĂůŽŐşƐƟĐĂ͘

Embalagem: WĂƌĂ ĞdžƉŽƌƚĂƌ ůĞŐƵŵĞƐ ƉĂƌĂ Ă ŽůƀŵďŝĂ Ġ ƌĞĐŽŵĞŶĚĄǀĞů ƵƟůŝnjĂƌ ŵďĂůĂŐĞŵĚĞƉĂƉĞůĆŽŽŶĚƵůĂĚŽ͕ ĂƌŵĂnjĞŶĄǀĞů͘  ĞŵďĂůĂŐĞŵ ĚĞǀĞ ƚĞƌĂƐƐĞŐƵŝŶƚĞƐŵĞĚŝĚĂƐŵĄdžŝŵĂƐ͗ ĂƐĞ ŵŽĚƵůĂƌ ĚĞ ϲϬϬ ŵŵ dž ϰϬϬ ŵŵ;&ϭͿĞĂƐĞŵŽĚƵůĂƌĚĞϰϬϬ ŵŵdžϯϬϬŵŵ;&ϮͿ͘ WĂƌĂǀĞŶĚĂĂŽƉƷďůŝĐŽ͗ ĂŶĚĞũĂ ĚĞ ǀĞŐĞƚĂŝƐ Ğŵ ƉĂƉĞů͗ protege durante o transporte e ŽĨĞƌĞĐĞ ĂŽƐ ĐŽŶƐƵŵŝĚŽƌĞƐ ƵŵĂ ĞdžĐĞůĞŶƚĞ ǀŝƐŝďŝůŝĚĂĚĞ ĚŽ ƉƌŽĚƵƚŽ͘ ^ĆŽƵŵĂĂůƚĞƌŶĂƟǀĂăƐĞŵďĂůĂͲ ŐĞŶƐĚĞƉůĄƐƟĐŽŽƵƉŽůŝĞƐƟƌĞŶŽ͘ Rotulagem: •Nome do produto; ͻ>ŝƐƚĂ ĚĞ ŝŶŐƌĞĚŝĞŶƚĞƐ Ğŵ ŽƌĚĞŵ decrescente por peso; ͻŽŶƚĞƷĚŽ ůşƋƵŝĚŽ Ğ ƉĞƐŽ escorrido em unidades métrica; •Nome e morada do produtor ou processador e do importador; ͻ/ĚĞŶƟĮĐĂĕĆŽĚŽůŽƚĞ͖ ͻĂĚĂƉĂĐŽƚĞĚĞǀĞůĞǀĂƌĂĚĂƚĂĚĞ ǀĂůŝĚĂĚĞĞͬŽƵĂǀŝĚĂƷƟůŵşŶŝŵĂĚĞ ĨŽƌŵĂ ůĞŐşǀĞů͕ ǀŝƐşǀĞů Ğ ŝŶĚĞůĠǀĞů͘ ůĠŵ ĚŝƐƐŽ͕ ŽƐ ƌſƚƵůŽƐ ĚĞǀĞŵ ŝŶĐůƵŝƌŝŶĨŽƌŵĂĕƁĞƐƐŽďƌĞĂƉƌĞƐĞƌͲ ǀĂĕĆŽĚŽƉƌŽĚƵƚŽ͘ ͻEƷŵĞƌŽ ĚĞ ƌĞŐŝƐƚŽ ƐĂŶŝƚĄƌŝŽ ĞŵŝƟĚŽƉĞůĂ/Es/D͘ sĞŐĞƚĂŝƐĐŽŶŐĞůĂĚŽƐ ͻ/ŶƐƚƌƵĕƁĞƐ ƉĂƌĂ ĐŽŶĨĞĕĆŽ ĚŽ ƉƌŽĚƵƚŽ;ƐĞĂƉůŝĐĄǀĞůͿ͖ ͻŽŶĚŝĕƁĞƐĚĞĐŽŶŐĞůĂĕĆŽ͘

WĂƌĂĐĂĚĂĞŵďĂƌƋƵĞ͕ŽŝŵƉŽƌƚĂĚŽƌ deve preencher o Documento de ZĞƋƵŝƐŝƚŽƐ&ŝƚŽƐƐĂŶŝƚĄƌŝŽƐ;Z&/Ϳ͘K importador ou o seu representante deve obter diretamente o ĚŽĐƵŵĞŶƚŽ ĮƚŽƐƐĂŶŝƚĄƌŝŽ ĂƚƌĂǀĠƐ do módulo “importação de ǀĞŐĞƚĂŝƐ͟ĚŽ^ŝƐƚĞŵĂĚĞ/ŶĨŽƌŵĂĐŝſŶ ^ĂŶŝƚĂƌŝŽ ƉĂƌĂ /ŵƉŽƌƚĂĐŝſŶ LJ džƉŽƌƚĂĐŝſŶ ĚĞ WƌŽĚƵĐƚŽƐ ŐƌşĐŽůĂƐ LJ WĞĐƵĂƌŝŽƐ ʹ ^/^W͘ >ŽŐŽ ƋƵĞ ƚĞŶŚĂ Ž ĚŽĐƵŵĞŶƚŽ pode solicitar o registo de ŝŵƉŽƌƚĂĕĆŽ ĂƚƌĂǀĠƐ ĚĂ sĞŶƚĂŶŝůůĂ hŶŝĐĂ ĚĞ ŽŵĞƌĐŝŽ džƚĞƌŝŽƌ ;shͿ͘ Assim que o carregamento chegar ă ŽůƀŵďŝĂ͕ Ž ŝŵƉŽƌƚĂĚŽƌ ĚĞǀĞƌĄ solicitar uma inspeção para obter o ĞƌƟĮĐĂĚŽ &ŝƚŽƐĂŶŝƚĂƌŝŽ ƉĂƌĂ EĂƟŽŶĂůŝnjĂƟŽŶʹ&E͘KŝŵƉŽƌƚĂͲ ĚŽƌĚĞǀĞƌĄĞƐƚĂƌƉƌĞƐĞŶƚĞŶŽƉŽƌƚŽ ŽƵŶŽĂĞƌŽƉŽƌƚŽĚĞĞŶƚƌĂĚĂ͕ƉĂƌĂĂ ŝŶƐƉĞĕĆŽ ĮƚŽƐƐĂŶŝƚĄƌŝĂ͕ ĚĞǀĞŶĚŽ ĨŽƌŶĞĐĞƌŽƐƐĞŐƵŝŶƚĞƐĚŽĐƵŵĞŶƚŽƐ͗ ͲŽĐƵŵĞŶƚŽ ĚĞ ZĞƋƵŝƐŝƚŽƐ &ŝƚŽƐƐĂŶŝƚĄƌŝŽƐ;Z&/Ϳ͖ ͲĞƌƟĮĐĂĚŽ &ŝƚŽƐƐĂŶŝƚĄƌŝŽ ƉĂƌĂ ĞdžƉŽƌƚĂĕĆŽ ĞŵŝƟĚŽ ƉĞůĂ 's ʹ ŝƌĞĕĆŽ 'ĞƌĂů ĚĞ ŐƌŝĐƵůƚƵƌĂ Ğ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ͖ ͲſƉŝĂ ĚĂ ďŝůů ŽĨ ůĂĚŝŶŐ Ğ ĚŽ ŵĂŶŝĨĞƐƚŽĚĞĐĂƌŐŽ͖ ͲſƉŝĂĚĂĨĂƚƵƌĂŽƵƉĂĐŬŝŶŐůŝƐƚ͘

ŝƌĞĕĆŽ 'ĞƌĂů ĚĞ ŐƌŝĐƵůƚƵƌĂ Ğ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ;'sͿ ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŐĂǀ͘Ɖƚ Dirección de Impuestos y Aduanas EĂĐŝŽŶĂůĞƐĚĞŽůŽŵďŝĂ;/EͿ ŚƩƉ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŝĂŶ͘ŐŽǀ͘ĐŽ /ŶƐƟƚƵƚŽĚĞsŝŐŝůĂŶĐŝĂĚĞDĞĚŝĐĂͲ ŵĞŶƚŽƐLJůŝŵĞŶƚŽƐ;/Es/DͿ ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ŝŶǀŝŵĂ͘ŐŽǀ͘ĐŽ /ŶƐƟƚƵƚŽŽůŽŵďŝĂŶŽ ŐƌŽƉĞĐƵĄƌŝŽ;/Ϳ ǁǁǁ͘ŝĐĂ͘ŐŽǀ͘ĐŽ /ŶƐƟƚƵƚŽŽůŽŵďŝĂŶŽĚĞEŽƌŵĂƐ dĠĐŶŝĐĂƐLJĞƌƟĮĐĂĐşŽŶ;/EKdͿ ǁǁǁ͘ŝĐŽŶƚĞĐ͘ŽƌŐ͘ĐŽ

RESTRIÇÕES ESPECÍFICAS Z^dZ/O^^W1&/^ ^ ^W ^^W W W

REQUISITOS DE CERTIFICAÇÃO

KƉƌŽĚƵƚŽĚĞǀĞƐĞƌƌĞŐŝƐƚĂĚŽũƵŶƚŽ ĚŽ/Es/DͲ/ŶƐƟƚƵƚŽĚĞsŝŐŝůĂŶĐŝĂ ĚĞ DĞĚŝĐĂŵĞŶƚŽƐ LJ ůŝŵĞŶƚŽƐ͘ WŽĚĞƌĄ ƐĞƌ ĞŶǀŝĂĚĂ ƵŵĂ ĂŵŽƐƚƌĂ do rótulo para acelerar o processo ĚĞƌĞŐŝƐƚŽ͘ KƐ ƉƌŽĚƵƚŽƌĞƐ ƋƵĞ ũĄ ƉŽƐƐƵĞŵ uma avaliação de risco aprovada ƉĞůŽ /ŶƐƟƚƵƚŽ ŽůŽŵďŝĂŶŽ ĚĞ ŐƌŝĐƵůƚƵƌĂ Ͳ / ͕ ƉĂƌĂ ƉƌŽĚƵƚŽƐ ĞƐƉĞĐşĮĐŽƐ͕ ƉŽĚĞŵ ĞdžƉŽƌƚĂƌ ƐĞŵ ĚŝĮĐƵůĚĂĚĞ͘ ^ĞƌĄ ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ solicitar e preencher o Documento ĚĞ ZĞƋƵŝƐŝƚŽƐ ĚĞ /ŵƉŽƌƚĂĕĆŽ &ŝƚŽƐƐĂŶŝƚĄƌŝĂ ;Z&/Ϳ ĚŽ / ƉĂƌĂ cada variedade e cada ĐĂƌƌĞŐĂŵĞŶƚŽ ĐŚĞŐĂĚŽ ă ŽůƀŵďŝĂ͘

SETEMBRO 2017

www.nersant.pt


Revista Ribatejo Invest / Setembro 2017  
Revista Ribatejo Invest / Setembro 2017  

Depois de um verão marcado pelos incêndios que devastaram alguns concelhos do norte do distrito de Santarém e que causaram prejuízos enormes...

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