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  COMUNICAÇÃO  AMBIENTAL   Por2olio    


Apresentação   •  A   Elos   e  Artes   é   uma   agência   de  comunicação    com  experEse    na   área   ambiental,   ela   foi   criada   em   1999   por     Raquel   Lucena,   Jornalista,   Fotógrafa   especializada   em   Educação   Ambiental   e   MBA   em  MarkeEng  Digital,  e  por  Nelson  Barcelos,  Biólogo,  Fotógrafo,  e   com   MBA   em   Gerenciamento   de   Projetos,   ambos   já   atuaram   no   Espírito  Santo    como  professores.     •  Buscamos   parceiros   para   conEnuar   executando   projetos   socioambientais,  planejamentos  de  campanhas,  e  criação  de  peças     de   apoio   na   divulgação   das   belezas   naturais   e   no     desenvolvimento   das  pessoas.   •  Apresentamos  algumas  peças    criadas  pela  equipe  de  08  pessoas.  


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Pesca e Pescadores

Mapeamento do Conhecimento Tradicional e Censo dos Pescadores do entorno das Unidades de Conservação Marinhas APA Costa das Algas e RVS de Santa Cruz.


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Jogo  da  memória  


Jogo  da  memória  

Foto: André Alves

Os seres humanos sempre cultivaram uma paixão pelas borboletas. Talvez isso se deva à surpreendente metamorfose observada na vida desses insetos, assim como à ideia de leveza e de transformação que elas nos transmitem. As borboletas e mariposas são insetos cientificamente conhecidos como Lepidópteros (Lepis = escamas; Ptera = asas), com aproximadamente 180 mil espécies distribuídas em todo o mundo. Nos países tropicais, como o Brasil, elas alcançam maior riqueza e diversidade de cores, formas e hábitos. As borboletas urbanas recebem esse nome porque se adaptaram muito bem às condições das cidades. Sobrevoam, principalmente, parques e jardins em busca de alimento – néctar, pólen das flores e suco de frutos maduros caídos no chão e de plantas hospedeiras – que servirão tanto para a postura dos ovos como para a alimentação das lagartas. O adulto e a lagarta jamais se alimentam da mesma planta. Provavelmente, isso se deve a uma estratégia evolutiva adotada para a conservação e perpetuação das espécies! Afinal, se a borboleta adulta se alimentasse da mesma planta da lagarta, poderia ficar sem alimento, o que colocaria em risco a sobrevivência desses insetos. Não por acaso, algumas borboletas, quando ainda lagartas, são consideradas temíveis pragas na agricultura, já que, com rapidez, podem devorar plantas inteiras. Existem grandes extensões de áreas verdes conservadas no município de Vitória, principalmente no Parque Estadual da Fonte Grande. A diversidade de espécies de plantas existentes nos parques e jardins de Vitória contribui para um aumento da oferta de alimento para as borboletas que vivem nessas áreas. No último estágio de crescimento a lagarta pára de comer e se transforma em um casulo. Nesse momento inicia-se a grande transformação de uma forma rastejante pra uma forma alada!

A coleção de espécies de borboletas apresentadas neste jogo foi obtida a partir de uma pesquisa realizada nos parques da cidade de Vitória/ES. A pesquisa identificou 110 espécies – número que comprovou a riqueza e a diversidade de borboletas presentes nesses ambientes.

(Thomas, 7 anos).

Para elaborar o jogo, visitamos uma coleção científica – que guarda as mesmas características da época dos primeiros naturalistas, que estavam preocupados com a primeira classificação dos seres vivos. As 110 espécies de borboletas identificadas na pesquisa foram fotografadas no Museu de Entomologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) - Coleção de Lepidóptera.

“Será que as borboletas e mariposas sabem que um dia já foram lagartas?”

Posteriormente, foram selecionadas as 30 espécies que compõem o jogo, por revelarem a beleza das formas e cores das borboletas da Ilha de Vitória. São essas espécies que você irá usar para dar início à sua identificação científica das borboletas. Para auxiliar a identificação, preparamos uma prancha, na qual as fotografias das borboletas são classificadas com nome de sua família, da espécie, do autor que descreveu a espécie e a data na qual ela foi descoberta. Sugerimos que essa prancha seja levada para passeios nos parque e jardins e, por comparação, você identifique as espécies.

Foto: Fabio Columbini

A classificação das borboletas e dos demais seres vivos iniciou-se com o naturalista Carolus Linneaus (1707) e perdura até os dias de hoje. Nesse sistema de classificação as espécies são compostas por dois nomes (nomenclatura binomial): o primeiro nome refere-se ao gênero, e sempre é iniciado com letra maiúscula; o segundo refere-se à espécie, sempre é iniciado com letra minúscula. Ambos os nomes são escritos em itálico, para se destacar no texto. As Famílias e Subfamílias são agrupamentos maiores: contêm várias espécies e podem ser reconhecidas graficamente através do sufixo IDAE e INAE, respectivamente.

A primeira fase da vida de uma borboleta é o OVO. Após o acasalamento, a borboleta fêmea faz a postura na sua planta hospedeira e inicia o seu ciclo de vida!

Esperamos que este jogo proporcione a você um maior conhecimento sobre as encantadoras borboletas, e que, a partir de hoje, seus passeios por áreas verdes sejam mais coloridos, emocionantes e científicos. Afinal, além de apreciar a beleza desses insetos, você poderá também identificar as espécies de borboletas que voam bem pertinho de você. Foto: Fabio Columbini

Divirta-se!

De onde vêm as borboletas?

Visite o blog do jogo: www.borboletasurbanas.com

“Será que a lagarta sabe que um dia vai voar?” (Thomas, 7 anos).

Complementação em relação à classificação da espécie Mechanitis lysimnia. Em algumas classificações esta espécie é considerada pertencente à Família Nymphalidae e Subfamília Ithominae.

Ao se alimentar a lagarta cresce muito, ela pode aumentar o seu tamanho de um grão de arroz até o tamanho de um dedo polegar! Mas para crescer ela precisa trocar de pele (ecdise) pelo menos cinco vezes. Mas a verdade é que sem elas não existiriam as borboletas.

O ciclo se completa. Coordenação e Fotografia:

Tratamento das imagens:

André Alves ©

Ademir Ribeiro

Pesquisadoras:

Projeto gráfico:

Msc. Nícia Marchesi Rodrigues,

Elos e Artes Comunicação

As borboletas adultas vão se acasalar e a fêmea vai escolher uma planta hospedeira para depositar os seus ovos e assim perpetuar a espécie.

Dra. Elna Mugrabi Oliveira Agradecimentos: Texto:

Ao Professor Celso Oliveira Azevedo

Elna Mugrabi Oliveira

(UFES) pelo auxílio à pesquisa. Ao Prof. Dr. Olaf Mielke da UFPR pelo

Revisão do texto: Odete Veiga

auxílio à realização desse trabalho. Foto: André Alves

Foto: André Alves


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