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Curso: Arquitetura e Urbanismo Aluno Roni Paiva Profas: Carolina/Norma/valéria Trabalho final de Graduação (anteprojeto)


Foto de 1927 registrou enchente na regi達o central de Ribeir達o Preto Fonte: Foto Cotidiano, Folha de S.Paulo 20/06/2011.


Apresentação

O projeto aqui apresentado, é um trabalho desenvolvido pelo aluno Roni Paiva, aluno da faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Paulista de Ribeirão Preto, o objetivo do projeto visa o levantamento de dados afim de apresentar propostas de requalificação e reutilização do espaço publico da área que compreende a Avenida Jerônimo Gonçalves, que tem seu inicio na Av Francisco Junqueira , até o inicio da Avenida Caramuru, na área central de Ribeirão Preto ou Baixada como assim é chamado popularmente. O estudo e levantamento de dados também engloba seu entorno imediato que compreende as ruas José Bonifácio, Saldanha Marinho, Amador Bueno, Augusto Severo e Padre Feijó.

Centro de Ribeirão preto. Fonte: google

Quadrilátero Central.. Fonte: Hugo Bataglion Neto


Vista da Av Jerõnimo Gonçalves, com principais edifícios Fonte: google


Imagem de enchente na Avenida Jerônimo Gonçalves década de 1930 Fonte: google


Introdução

foi nas décadas republicanas de 1890 e 1900 que as lideranças municipais passaram a importar-se com a imagem da cidade frente às demais urbes e vislumbrar a possibilidade de executar uma série de intervenções para transformar Ribeirão Preto em um centro urbano civilizador e exemplar. (PAZIANI, 2004:18)

Revitalizar o centro da cidade, envolvendo a população e os diversos setores interessados, além de ser importante economicamente, é um instrumento de resgate da identidade da cultura local. A degradação de áreas urbanas centrais é um fenômeno bastante comum em cidades que adquirem um porte grande ou mesmo médio. As áreas centrais começam a ser substituídas por outras regiões da cidade na função de centro de atração de investimentos e de consumo de setores mais abastados. Em algumas cidades, a própria sede da prefeitura abandona o centro, dirigindo-se a outra região, com o intuito de valorizá-la e induzir seu adensamento. Com perda da importância relativa do centro, não só os investimentos privados diminuem, mas, em muitos casos, os investimentos públicos também são direcionados para outras áreas, especialmente quando os governos municipais atrelam suas ações aos interesses do capital imobiliário. Esse processo, no entanto, gera um desperdício que não interessa à sociedade. As áreas centrais contam com infra-estrutura já instalada que passa a ser subutilizada. Além disso, sua localização no espaço urbano é privilegiada: o acesso ao centro das cidades normalmente conta com melhor oferta de transporte coletivo e de vias para transporte individual. As conseqüências da degradação das áreas centrais das cidades não se resumem aos aspectos econômicos. O centro possui também importância simbólica: é onde se concentra normalmente grande parcela do patrimônio histórico, artístico e arquitetônico. A sua degradação produz efeitos negativos sobre a identidade e a cultura da sociedade. Historicamente, muitas intervenções nas áreas centrais das cidades ocorreram sob a ótica de ações de embelezamento ou de grandes projetos de renovação urbana. Estes últimos alteraram radicalmente a configuração das áreas e exigiram grandes investimentos. Essas intervenções se caracterizaram por sobrepor os aspectos funcionais e os interesses imobiliários a outros fatores que um governo preocupado com a qualidade de vida e a valorização da cidadania não pode ignorar. Como reação a isso, nas últimas décadas vem se consolidando a metodologia de revitalização urbana. Autor. José Carlos Vaz PÓLIS INSTITUTO DE ESTUDOS, FORMAÇÃO E ASSESSORIA EM POLITICAS SOCIAS


Aspectos Hist贸ricos Ribeir茫o Preto


Ribeirão Preto: a capital do café torna-se a Petit Paris Aproximadamente durante 50 anos (1890-1940), Ribeirão Preto viveu a glória da época do café. A pequena vila dos tempos imperiais atravessou uma série de transformações urbanas - que alterou significamente a vida de seus habitantes - e tornou-se o centro de projetos de modernização, que reformularam sua paisagem. ANPUH – XXIV SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA – São Leopoldo, 2007. As estradas de ferro eram necessárias para atender os interesses pessoais dos ricos fazendeiros – no tocante transporte e escoamento da produção cafeeira – interligando os principais municípios paulistas ao Porto de Santos. E através do seu desenvolvimento, gerou um mercado consumidor - que provocou diversas transformações urbanas - e assim, a vinda de homens, mercadorias e novidades para esta região. Por volta de 1890 Ribeirão Preto já se mostrava mudada, naquele momento não era muito mais que um povoado, mas tinha uma força política significativa. O dinheiro circulava rapidamente nas mãos dos grandes cafeicultores, o que era um “convite à aventura – política, social e boêmia”. É nessa mesma época que chegava às terras rossas um cidadão francês, vindo da Argentina, Cassoulet. Segundo Rubem Cione, foi nosso grande “civilizador” e era apenas um europeu deslumbrado com o nosso sertão. Os coronéis não tendo onde gastar seu dinheiro – até então –, passam a gastá-lo em jogo, mulher e cassino, bebida e cabaré. Ao começar a frequentar o Cassino Antarctica, os homens ribeirão pretanos tinham condições suficientes tanto para atender aos luxos franceses de suas esposas – que representava para ele certa importância – quanto para sustentar suas amantes e fazê-las também portar o mesmo luxo. Esta modernização provocou a dissipação de um ativo comércio, pequenas profissões, indústrias, crescimento demográfico, o aumento no número de construções na zona sul – o “quadrilátero central” – e nos crescentes bairros, surgimento de jornais e revistas, chegada dos automóveis, o Teatro Carlos Gomes e os cinemas. O progresso atingia todos os setores da vida pública e se manifestava das formas mais diferentes possíveis. Nas revistas e jornais eram publicadas imagens deste “progresso” e desta civilização. As “elites” de Ribeirão Preto, eram formadas por um grupo de homens poderosos e influentes no poder público, cujas relações entre si envolviam laços de riqueza e cordialidade. Também mantinham laços de afinidade pessoal e de grandes negócios com importantes capitalistas estrangeiros.

Depois da República teatros foram construídos, artistas e amantes foram sustentadas. “Os ribeirãopretanos tiveram uma vida noturna farta. Importavam diretamente da Itália ou Paris, sem passar por São Paulo ou Rio de Janeiro, óperas caríssimas. Só para gastar o dinheiro fácil do café” (CIONE, 1996:158). Cientes de que representavam a ruptura com a paisagem dos tempos imperiais, os coronéis estavam determinados a construírem para si um universo de imagens civilizadas de Ribeirão Preto.

Teatro Carlos Gomes inaugurado em 1897 e demolido em 1946.


Imagem Edifício Diederichsen 1936 2009 Fonte: www.inconfidenciaribeirao.com

Depois de restaurado após um incêndio na década de 1980, o Pedro II é considerado o terceiro maior teatro de ópera do país Clayton Castelani /G1


Antigo edifício da Sociedade Recreativa (1908) também serviu de sede à Câmara Municipal entre 1956 e 1984Arquivo Público de Ribeirão Preto

Prédio abriga atualmente o Museu de Arte de Ribeirão Preto Clayton Castelani /G1


A avenida Jer么nimo Gon莽alves e seu entorno


Avenida Jerônimo Gonçalves com Hotel Brasil ao fundo na década de 1930 Fonte: Arquivo Público de Ribeirão Preto

Avenida Jerônimo Gonçalves e o degradado Hotel Brasil nos dias atuais Fonte: Adriano Oliveira/G1


Av Jer么nimo Gon莽alves Fotos: Roni Paiva


Foto: Hotel Brasil, na Av. Jer么nimo Gon莽alves. Por Vinicius Barros.


1

Imagens das Ruas JosĂŠ BonifĂĄcio 1 e Saldanha Marinho 2 Fotos: Roni Paiva

2


Uso e ocupação do solo Residencial


O centro de Ribeirão Preto apresenta duas tipologias de habitação

Horizontal e Vertical e em muitos casos sobrados, com comercio no térreo e habitação nos pavimentos superiores.

Rua: Amador Bueno Foto: Roni Paiva

Rua: Amador Bueno Foto: Roni Paiva Rua: Augusto Severo Foto: Roni Paiva


Rua: Amador Bueno Foto: Roni Paiva

Residencial Vertical


Uso e Ocupação do Solo Serviços


Hotéis Av: Jerônimo Gonçalves Foto: Roni Paiva

Rua Amador Bueno Foto: Roni Paiva


Na Avenida Jerônimo Gonçalves e no seu entorno, existe uma grande concentração de hospedarias e pensões de baixo preço e acessível a todo tipo de pessoa.

Rua: General Osório Foto: Roni Paiva

Av: Jerônimo Gonçalves Foto: Roni Paiva

Rua: São Sebastião Foto: Roni Paiva


Rua: General Os贸rio Foto: Roni Paiva

Rua: Amador Bueno Foto: Roni Paiva


Uso e Ocupação do Solo Comércio


Apesar da formação de novas centralidades, principalmente nos eixos das vias de entrada e saída da cidade, o centro antigo ou o Centro Principal não perdeu sua importância no contexto sócio-econômico intra-urbano e no cotidiano das pessoas, pois a área central concentra as principais atividades comerciais, de serviços, da gestão pública e privada.(ARANHA-SILVA, 2007)

Imagem do Palacio Rio Branco, sede da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto. Fonte: google


Rua: José Bonifácio Foto: Roni Paiva

Rua:

Fonte : google.

Rua: José Bonifácio Foto: Roni Paiva

Av: Jerônimo Gonçalves Fonte : google.


O Mercado Municipal começou a ser construído em 1899. Inaugurado em 1900, o prédio do Mercadão estava localizado no quadrilátero entre as ruas São Sebastião, José Bonifácio, Américo Brasiliense e avenida Jerônimo Gonçalves. Exibia uma arquitetura grandiosa para a década. Alto, cobertura envidraçada, feito de tijolos de barro, o prédio original do Mercado Municipal difere muito do Mercado Municipal de hoje. Assim que passou a funcionar, tornou-se um marco para a cidade. Abastecia muitas famílias de todas as classes sociais da cidade e região. No Mercado Municipal encontrava-se de tudo, alimentos, suprimentos, calçados, roupas, tecidos até ferramentas. Durante oito anos o grupo Folena & Cia, concessionário do imóvel, explorou o local, até que a Prefeitura indenizando o grupo em "120 contos de reis" e tomou posse do imóvel. Reconstrução Mercado Municipal 1899 Fonte: google

O antigo prédio foi atingido pelas enchentes, características da cidade, mas em 7 outubro de 1942, durante a Segunda Guerra Mundial, um curto circuito foi o motivo do grande incêndio que destruiu o prédio, tornando-o inabitável. Comerciantes que atuavam no Mercado, viram-se obrigados a se mudarem para barracas na Av. Francisco Junqueira. O mau cheiro e a falta de higiene eram constantes e por isto foram obrigados a desativar seus comércios por falta de espaço adequado ao tipo de serviço. Em 1956, surgiu a proposta da construção de um novo Mercado Municipal. Após 16 anos da tragédia, o então prefeito, Costábile Romano inaugura o prédio. A partir do dia 28 de setembro de 1958 o novo prédio do Mercado Municipal retomou impulso econômico e até então se mantém, apesar de desgastado e envelhecido. Projetado pelo engenheiro Jaime Zeiger, o novo prédio passou a exibir uma arquitetura moderna, inovadora para época. Com 4.150 metros quadrados divididos por um corredor principal, cinco corredores secundários, a parte externa, revestida por pastilhas foi presenteada com a obra do artista Bassano Vaccarini.. Na década de 90, o Mercado Municipal passa a ser responsabilidade da Coderp - Companhia de Desenvolvimento Econômico de Ribeirão Preto. Conta atualmente com 152 boxes que oferecem os mais diversificados produtos nos 4.150 metros quadrados de área construída. Tombado pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo) em 1993 como Patrimônio Histórico através da lei Municipal nº 6.597 e em 08 de novembro de 2004 a lei municipal nº 10.250, declara o Mercado Municipal ponto turístico do município. http://www.ribeiraopreto.sp.gov.br/coderp/mercado/i01mercado.php

Mercado Municipal atual Fonte; google


Uso e ocupação do solo Lazer e cultura


História O Cassino Antártica estava localizado entre as rua Américo Brasiliense e Amador Bueno. Estabelecimento administrado pelo mesmo empreendedor, se tornou local de entretenimento da elite, palco de diversas dançarinas295 que se apresentavam seminuas sob a nota da dança can-can, além dos bailes carnavalescos, orquestras, óperas, companhias teatrais, entre outras atividades do lazer e do entretenimento. Nos dizeres de França, o “Cassino Antártica juntamente com o Teatro Carlos Gomes formaram a identidade cultural da Belle Époque caipira na Primeira República em Ribeiro Preto.”


Imagem da choperia pinguim Fonte: google

Crianças no Parque Maurilio Biagi durante a Feira do Livro, ano 2013. Fonte: google

Um dos símbolos do Centro é o Quarteirão Paulista, conjunto arquitetônico que compreende o Palace Hotel, o Theatro Pedro II e o Edifício Meira Junior, que abriga a choperia Pinguim. O primeiro prédio do conjunto foi o Palace Hotel, inaugurado em 1926 para ser o primeiro hotel “classe A” de Ribeirão Preto. O prédio foi fechado em1992, tombado no ano seguinte e restaurado, o Theatro Pedro II carrega mais de sete décadas de história. Hoje o prédio deixa recordações para os mais antigos, além de ser o terceiro maior teatro de ópera do país em capacidade de público com 1.580 lugares. Entre os episódios que marcaram o teatro está o incêndio, em 1980. Além da importância arquitetônica e cultural, o Quarteirão Paulista atrai muitos turistas, inclusive de outros países, pela fama do chope do Pinguim. A tradição da choperia existe desde 1936, quando foi inaugurado o Pinguim 1 na parte de baixo do Edifício Diederichsen. A fama do chope cremoso e sempre gelado ganhou fama e atrai personalidades da televisão e da música brasileira. Entre anônimos e famosos a choperia recebe um milhão de clientes por ano. Fonte: Folha de S.Paulo 31/08/2010.

Imagem do Teatro Pedro 11 Fonte: google

Imagem do Parque Maurilio Biagi durante a Feira do Livro, ano 2013. Fonte: google


Studio Kaiser de cinema Fonte: google

Studio Kaiser de cinema Fonte: google

Memorial da Classe Operária – UGT Rua José Bonifácio Foto: Roni Paiva


PainĂŠl do artista Bassano Vacarini, Mercado Municipal Foto: Roni Paiva

Casa Caramuru Foto: Roni Paiva

Imagens Mercado Municipal Fonte: Roni Paiva


Olhares sobre a paisagem urbana Sensaçþes


Avenida Jerônimo Gonçalves Via Carroça Cultural Foto: Wéllison Souza


Preso atrás de grades, o centro pede liberdade. Não é apenas concreto, não é apenas espaço sem vida esquecido as margens de um velho rio, o centro, a avenida, a rua, todo esse espaço vive, tem arte, tem cultura, tem história, história contada através do tempo, através de suas rugas cravadas nas fachadas dos seu sobrados, palacetes, hotéis com suas fachadas ecléticas de um período de riqueza e glamour. O centro é muito mais que pessoas indo e vindo freneticamente cumprindo horário, o centro o mercado municipal, o terminal rodoviário, a velha fabrica, a praça, estão todos ali, dia, a dia nesse cenário urbano, rico, critico, simplesmente a espera de reconhecimento, esquecidos por todos sem exceção. Culpamos as autoridades, os políticos, o poder público pela falta de manutenção e pela desvalorização dessas áreas, transferindo assim nossa parcela de culpa. Em visitas a avenida Jeronimo Gonçalves, as ruas José Bonifácio e as ruas que compreendem o entorno da região da baixada , podemos sentir toda essa força , toda essa história saindo assim de uma zona de conforto e vivenciando a realidade do local, a reais necessidades, as cores, os sons, as imagens, enfim, podemos sentir a rua , o mercado, o hotel, sentir o medo ou receio ao se deparar com usuários de drogas na praça Francisco Schimdt, a prostituição acontecendo ao vivo no meio da tarde e sem nenhum pudor, todas essas sensações só se sente vivenciando, estando lá, e essa é a base para se projetar, para poder diagnosticar os problemas e as potencialidades, para a partir daí determinar as diretrizes de intervenção, não se projeta, não se cria , não se discute uma intervenção a qualquer área que seja, sem antes sentir, usar, entender, não se intervém ou requalifica um espaço para manter os usuários existentes, mas sim para mante los e conquistar novos usuários, novos olhares novas perspectivas. Vista para o centro a partir da rua José Severo Foto: Roni Paiva


Moradores de rua na Praça Schimdt, onde esta localizada a UBDS Central: ponto é um dos mais problemáticos para os guardas municipais de Ribeirão Preto. Fonte: Jornal A Cidade, 31/08/2013.

Praça Francisco Schimdt Foto: Roni Paiva

Prostituição Av Jeronimo Gonçalves Foto: Roni Paiva


Topografia da รกrea.


Topografia da área.

Rua Lafaiete esq com Jerônimo Gonçalves Foto Roni Paiva


Hierarquia das vias.


Principais Vias O primeiro corredor comercial do Centro de Ribeirão Preto foi a rua General Osório, que atualmente abriga o Calçadão. A partir da General Osório, o comércio foi se espalhando para outras ruas dentro do Quadrilátero Central. Apesar da abertura dos shoppings e de importantes setores comerciais como o Boulevard, o pólo da avenida da Saudade nos Campos Elíseos e o da avenida Dom Pedro 1º no Ipiranga, o Centro continua sendo uma referência para Ribeirão e cidades vizinhas num raio de até 100 km. O sistema de transporte de Ribeirão Preto parte de um núcleo, o quadrilátero central, delimitados pelas avenidas, Nove de Julho, jerônimo Gonçalves, Francisco Junqueira e Independência, todas com fluxo bastante intenso. A partir desse quadrilátero, eixo de circulação, distribuem o trafego paras demais áreas das cidades.

Avenidas Vias Coletoras


Vazios Urbanos.


Rua José Bonifácio Fotos: Roni Paiva

Quadrilátero Central Fonte: Hugo Bataglion Neto


Croquis


Croqui vista da Jer么nimo Gon莽alves Roni Paiva

Croqui vista do Hotel Brasil , Jer么nimo Gon莽alves Roni Paiva


Mapa de uso e ocupação do solo Roni Paiva


Mapa Gabarito das edificaçþes Fluxo de Pedestres Roni Paiva

2 pav 3 a 6 pav Acima de 6 pav Fluxo de pedestre


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