Page 45

Ele não estava pronto para ela sair, também. Isso tinha sido claro o suficiente quando ele tinha acordado ela as 5:30 para terem relações sexuais. Escorregando para ela, enquanto ambos estavam grogues, meio dormindo, seus quadris bombeando até eles ambos viessem, ofegando seu prazer no ar da manhã ainda. Não importa quantas vezes eles tinham feito no fim de semana, ele ainda era difícil para ela. E lá estava algo que ela amava em que o sexo antes do amanhecer, quando ambos estavam ainda meio dormindo. Ele era irresistível, com seu cabelo despenteado, a barba escura e áspera em seu queixo. Isso o fez parecer mais masculina. Mais primal. Havia algo de quase surreal sobre isso. Quase romântico. Não vá lá. Ela tomou um gole de café, deixando o calor relaxá-la um pouco. Ela não era um tipo romântico da menina. A última havia sido morta com Jake. Não importa o quão quente o sexo foi com Dante, ela iria se lembrar que era apenas isso: o sexo. O sexo mais quente, o mais intenso que ela já teve. Ainda assim, nada mais do que sexo. Ela estava bem com isso. Apenas uma ligação química intensa. Sem cordas. Eles se conheciam há tanto tempo que era confortável, também, mesmo se não tivessem mantido contato ao longo dos anos. Ele estava bastante familiarizado que não se sentia como se estivesse dormindo com um completo estranho. Amigável, mas casual, nada mais. Mas ela estava feliz por Dante ter dito que ele iria chamá-la hoje, que a veria outra vez. Ela afundou-se em sua cadeira, tomando outro gole de seu café, e olhou para fora da janela, que negligenciado centro de Seattle. Estava chovendo um pouco. Ela não se importava. Ele deu a ela uma sensação de estar em um casulo, de alguma forma. Olhando para baixo, ela podia ver guarda-chuvas descendo a calçada, as pessoas abaixo deles escondidas. Por que esta visão familiar apareceu diferente para ela hoje? Por que ela se sente tão diferente? Foi o psicológico que Dante tinha falado pra ela? Ela não se sinta mal, mas. . . mudou um pouco. Ela passou os polegares por cima dos lados de seu copo de papel grosso, aproveitando o calor. Lembrando-se do calor do Mãos de Dante em sua pele. . . Seu sexo foi úmido, e ela cruzou as pernas, tentando aliviar a dor lá. Dante. . . Ela podia imaginar o seu olhar profundo marrom, os olhos tão intensos que mal conseguia ficar a olhar para eles, algumas vezes, mas obrigada ao mesmo tempo. Sua boca, o que era realmente muito exuberante para um homem. Ela gostou do jeito que suavizou suas feições angulosas, amou o contraste do mesmo. E suas ordens autoritárias emitidas a partir de uma boca tão macia para o futuro. . . Era muito bom. Lembrou-se da forma como ele usou a boca também. Tudo sobre sua pele, entre suas coxas.

2 no limiar do desejo