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"Talvez não." Aquele sorriso doce novamente. Deus, ela era algo. Ele percebeu que ele ainda estava com a mão em seu rosto. Seu rosto era suave sob sua palma, a pele sedosa e fresca no ar da noite fria. "Você está com frio?", Ele perguntou a ela. "Não, eu estou bem. Eu estou bem. " Ela parecia um pouco atordoada. Ela parecia exatamente como ele se sentia. Superado pela luxúria. Nenhuma mulher jamais teve esse efeito sobre ele, não que ele pudesse se lembrar. Poderia ser o despertar dessas fantasias adolescentes de longa data? Ou era simplesmente ela? Isso o incomodava um pouco. Mas não o suficiente para ele se afastar. Tudo o que podia pensar era em seu corpo nu sob o seu. Ainda melhor se ela deixá-lo fazer as coisas para ela que ele mais amava. Espancá-la. Traze-la ao orgasmo com essa combinação excruciante de prazer e dor. Mas seria com ela? Foi muito mais fácil com as mulheres que ele conheceu no Pleasure Dome. Lá, todos sabiam exatamente o que esperar. Não foi para o clube da cidade BDSM maior e melhor, sem ter pelo menos alguma idéia do que se passa lá. Sem compartilhar os mesmos tipos de desejos. Mas o fato é que ele era tão ligado por ela, ele a queria com ou sem todo o sexo extremo. Ele não importa agora quase tanto como ele normalmente fazia. Tanto quanto deveria. O que isso quer dizer? Ele não queria questionar isso com muito cuidado. Ele só queria ela. Fora de controle, como alguns hormonios adolescentes. Queria ela de uma forma que nunca tinha desejado outra mulher antes. Após quinze minutos de falar com ela. Depois de todos estes anos. Tinha que ter ela. Ele iria descobrir o que diabos estava acontecendo com ele mais tarde. "Kara, eu vou te perguntar uma coisa, e eu não quero que você tenha ofendido, mas eu vou ser franco. " "Tudo bem. . . " Ele inclinou-se, mantendo a voz baixa. "Eu não posso acreditar que eu tenho que correr para você hoje à noite, depois de todo esse tempo. Mas eu tenho que te dizer, se nós ainda estivéssemos no ensino médio, este teria sido meu sonho. Só de te beijar. Mas eu estou crescido agora. Assim como você. E eu quero mais. " Seus olhos se arregalaram, sua respiração saindo em uma nuvem pequena de ar quente. Então ela sorriu de novo, e ele sabia que ia dar tudo certo. Ela inclinou-se para ele, olhou para ele por baixo do seu longo, cílios escuros. Ela tinha o olhar de uma sedutora, mas ainda havia algo doce, quase inocente sobre ela. "Estamos todos crescidos, Dante. O que é que você quer? " Ele tomou sua mão, envolvendo seus dedos ao redor dela. "Eu quero você. Eu te quero tanto, eu não posso esperar para toda a conversa habitual educada. E esta não é uma linha

2 no limiar do desejo  
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