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SUMÁRIO 1.0 APRESENTAÇÃO

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2.0 CARACTERÍSTICAS DO IMÓVEL

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3.0 USO E MANUTENÇÃO DO IMÓVEL 3.1 FUNDAÇÃO 3.1.1 Cuidados de Uso3.1.2 Perda da Garantia 3.2 SUPERESTRUTURA 3.2.1 Cuidados de Uso 3.2.2 Perda da Garantia 3.3 PAREDES 3.3.1 Cuidados de Uso 3.4 INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS 3.4.1 Cuidados de Uso 3.5 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 3.5.1 Cuidados de Uso 3.6 IMPERMEABILIZAÇÃO 3.6.1 Cuidados de Uso 3.6.2 Perda da Garantia 3.7 ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO 3.7.1 Cuidados de Uso 3.7.2 Perda da Garantia 3.8 ESQUADRIAS, BATENTES E PORTAS DE MADEIRA 3.9 PINTURAS 3.10 REVESTIMENTOS CERÂMICOS: PISO E AZULEJO 3.10.1 Cuidados de Uso 3.11 LOUÇAS E METAIS 3.11.1 Cuidados de Uso 3.12 TELHADO 3.12.1 Perda da Garantia 3.13 CALÇADA, PAISAGISMO E GRADIL 3.14 DÚVIDAS, PROBLEMAS NA RESIDÊNCIA E CONTATOS

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LISTA DE FIGURAS Figura 01 - Superestrutur Figura 02 - Paredes Figura 03 - Alvenaria, chapisco e reboco Figura 04 - Hidráulica cozinha Figura 05 - Hidráulica área de serviço Figura 06 - Hidráulica banheiro Figura 07 - Elétrica Figura 08 - Manuseio elétrico Figura 09 - Instalações elétricas

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LISTA DE TABELAS Tabela 01 – Esquadrias de alumínio Tabela 02 – Esquadrias de madeira Tabela 03 – Pinturas Tabela 04 – Revestimentos cerâmicos Tabela 05 – Louças e metais  

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1.0 APRESENTAÇÃO Prezado Cliente, Com a obtenção do empreendimento residencial disponibilizado pela ECOINGÁ, você poderá usufruir, definitivamente, das variadas vantagens que o empreendimento disponibiliza. Por meio deste manual, disponibilizado pela ECOINGÁ e obtido na entrega do imóvel, você poderá familiarizar-se com o empreendimento, informações inerentes às instalações elétricas, hidráulicas e estruturais, além de contar com dicas de segurança, preservação do imóvel e das instalações nele presente. Leia atentamente este manual, atentando às dicas do uso do imóvel e transmita para os demais usuários as informações aqui contidas. Atenciosamente, ECOINGÁ EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA. ECOINGÁ CONSTRUTORA DE OBRAS LTDA.

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2.0 CARACTERÍSTICAS DO IMÓVEL Construtora Ecoingá Construtora de Obras LTDA. Localização do Imóvel Bairro EcoValley I Sarandi – PR Profissionais/ Responsáveis Técnicos - Registro CREA Rômulo Tadeu Campos - 136845/D Yuri Ribeiro Tanaka - 144175/D Tipo da Edificação Residencial Unifamiliar

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3.0 USO E MANUTENÇÃO DO IMÓVEL 3.1 FUNDAÇÃO A fundação, também chamada de infraestrutura, é a parte do imóvel que fica no solo, é o elemento que tem por objetivo a transmissão das cargas da estrutura, transmitindo e distribuindo todos os esforços solicitantes da estrutura para o solo, através de viga baldrame e estacas, podendo também ser composto por muro de arrimo que pode ou não coincidir com a casa. 3.1.1 Cuidados de Uso Não se deve cavar qualquer tipo de buraco ou fazer perfurações próximo a pilares que coincidam com as estacas de transmissão, já que isso pode comprometer os esforços da estrutura. Sendo assim, ninguém está autorizado a alterar a fundação ou requerer alguma reforma sem a prévia autorização da construtora ou do engenheiro responsável. 3.1.2 Perda da Garantia - Se forem alterados ou retirados quaisquer elementos estruturais com relação ao projeto original; - Se forem identificadas sobrecargas que surgiram nas estruturas e paredes além dos limites normais de utilização previstos; - Se não forem tomados os cuidados de uso indicados. 3.2 SUPERESTRUTURA A superestrutura é a parte da estrutura visível, sendo composta por vigas, pilares e laje feitas de concreto e aço. Assim como na infraestrutura, que recebe esforços verticais oriundos do imóvel e os transmite para o solo, a superestrutura funciona basicamente com os mesmos princípios, onde o peso da laje é descarregado nas vigas, que, posteriormente, transmite-os para os pilares que, somado os esforços da alvenaria, revestimentos e etc., é transmitido para a infraestrutura.

Figura 01 – Superestrutura

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3.2.1 Cuidados de Uso - Dos elementos da superestrutura laje, vigas e pilares, nenhum poderá ser alterado ou danificado pelos usuários ou por algum tipo de serviço que for realizado no imóvel; - Não deve ser feito qualquer tipo de furo, alteração ou rompimento nesses elementos, pois o mesmo poderá danificar imediatamente ou em longo prazo a estrutura; - Se for feito qualquer tipo de reforma durante a vida útil da superestrutura é necessário consultar a empresa responsável, para evitar que a reforma gere sobrecarga e consequentemente anomalia na estrutura; - Em caso de aparecimento de qualquer defeito na estrutura, tais como trincas, desprendimento de placas ou aparição de vergalhões, deve-se imediatamente comunicar a empresa responsável. 3.2.2 Perda da Garantia - Se forem alterados ou retirados quaisquer elementos estruturais com relação ao projeto original; - Se forem identificadas sobrecargas que surgirem nas estruturas e paredes além dos limites normais de utilização previstos; - Se não forem tomados os cuidados de uso indicados; - Mudança de uso na edificação, que não seja residencial. 3.3 PAREDES As paredes, que tem a função de vedação da residência, são compostas por lajota cerâmica e por argamassa, vedando áreas externas das áreas internas, e fazendo a divisão dos cômodos. Além de lajotas e argamassa, as paredes são compostas por revestimentos cerâmicos (azulejo), louças colocadas sobre a alvenaria, de acordo com projeto aprovado na prefeitura, e por instalações elétricas e hidráulicas que são embutidas no interior da parede.

Figura 02 – Paredes

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Além de vedar, as paredes têm como função garantir proteção contra intempéries e ações externas, seja do vento ou de outros fatores, e auxiliar no isolamento dos ambientes acusticamente e termicamente.

Figura 03 – Alvenaria, chapisco e reboco.

Os muros de divisas do terreno são compostos por bloco de concreto e argamassa e possuem uma estrutura mais pesada que as cerâmicas, enquanto que a pintura é apenas revestida por selador e tinta, sendo assim não possuem reboco e nem revestimento cerâmico. É possível que haja o surgimento de fissuras nas paredes com o passar do tempo, seja no reboco ou na lajota, devido às dilatações naturais dos materiais, pois cada material tem coeficientes de elasticidade e dilatação diferentes uns dos outros. Para melhor entendimento existem diversas consequências oriundas das dilatações, tais como fissura, trinca, rachadura ou fendas. Fissura é uma abertura em forma de linha que aparece na superfície de qualquer material sólido, proveniente de ruptura sutil de parte de sua massa, com espessura de até 0,5 milímetros. A trinca é uma abertura em forma de linha que aparece na superfície de qualquer material sólido, proveniente de evidente ruptura de parte de sua massa, com espessura de 0,5 milímetros até 1,0 milímetro. Quando há maior flexibilidade no sistema reticulado, podem surgir as rachaduras e as fendas, ambas de maior extensão, se comparadas às fissuras e trincas, recomendando-se uma consulta junto à construtora, engenheiro ou arquiteto. Já a rachadura é uma abertura expressiva que aparece na superfície de qualquer material sólido, proveniente de acentuada ruptura de sua massa, podendo-se “ver” através dela e cuja espessura varia de 1,0 milímetro até 1,5 milímetros. Contudo, a fenda é uma abertura expressiva que aparece na superfície de qualquer material sólido, proveniente de acentuada ruptura de sua massa, causando sua divisão em partes separadas com espessura superior a 1,5 milímetros.

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3.3.1 Cuidados de Uso - Nunca perfure a parede próximo a tomadas, interruptores, quadros de luz e caixas de passagem de torneiras, registro e louças, pois, pode atingir instalações hidráulicas ou elétricas. No caso de pregos, nunca os utilize para a fixação de quadros, painéis ou quaisquer elementos, pois causam danos na argamassa, revestimento e na própria lajota; - Caso necessite fazer algum furo utilize buchas e parafusos, com furação feita com furadeira elétrica e broca para concreto na bitola da bucha; - Proteja sempre os cantos e quinas de alvenaria quando de mudanças ou movimentação de móveis; - Procure manter os ambientes bem ventilados. No período de chuvas intensas, pode ocorrer o surgimento de mofo nas paredes decorrente de condensação de água por deficiência na ventilação. Caso apareça mofo, deve ser feito combate com o uso de detergente, ou água sanitária dissolvidos em água. 3.4 INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS As instalações hidráulicas presentes no imóvel são constituídas e divididas em três tipos de instalações: água fria, água pluvial e esgoto. Essas instalações possuem: conexões, registros, caixa d’água, torneiras, ralos, vaso sanitário, sifões, calha, caixa de gordura, caixa de passagem, etc. A água fria recebida pela distribuidora é toda encaminhada para a caixa d’água e a partir da caixa é distribuída em três pontos pelo imóvel: cozinha, área de serviço e banheiro, todos com tubulação de 25 milímetros. Esses pontos distintos são constituídos por registro para que os usuários possam abrir e fechar quando for necessário. A água pluvial caída no terreno em parte é percolada no solo, em parte é captada por calhas na cobertura e direcionada para a rua através de tubulações de 100 milímetros, passando por algumas caixas de passagem. Quanto ao esgoto, o processo até ser levado para galerias de tratamento, passa por caixas de gordura e caixas de inspeção espalhadas pelo terreno. A captação de esgoto advindo da cozinha o encaminha diretamente até a caixa de gordura, que em seguida o encaminha para as caixas de inspeção, que também recebem os efluentes oriundos da lavanderia e do banheiro, que por fim são lançados nas redes coletoras da concessionária local. 3.4.1 Cuidados de Uso - Nunca jogar restos de alimentos nos ralos da cozinha, e nem materiais sólidos nas tubulações da área de serviço, vaso sanitário e nos ralos do banheiro, pois causam entupimento imediato da tubulação. Para evitar esses acontecimentos recomenda-se utilizar sempre grelhas de proteção nas cubas e nos lavatórios; - Problemas de vazamentos nas caixas acopladas de descarga poderão ser facilmente resolvidos pelos próprios proprietários, abrindo-se a tampa da caixa anexa ao vaso e fazendo a regulagem da válvula 10


e fluxo de água; - É necessário realizar manutenções periódicas nas caixas de passagem e de gordura para verificar quaisquer anomalias que podem ocorrer na rede de esgoto; - As torneiras e registros devem sempre ser manuseados sem necessidade de forçar para abrir ou fechar. Se as torneiras apresentarem vazamentos com o passar do tempo, é recomendado a troca do anel de vedação, e se o problema não for sanado, deve ser feita a troca; - Quanto aos registros, sempre que a casa passar por longos períodos sem ser habitada é necessário que os registros sejam mantidos fechados, para que assim não cause pressão desnecessária nas tubulações e torneiras; - Deve ser feita periodicamente a limpeza nos ralos e sifões das louças, tanques e pias do seu imóvel, para assim retirar todo e qualquer material causador de entupimento nas instalações de esgoto. A limpeza deve ser feita também na caixa d’água e nas caixas de descarga para remoção de sujeira da própria tubulação; - É recomendável que se mantenha circulando água nos sifões, ralos e vaso, pois, estes fechos hídricos liberam odor, e se forem mantidos sem circulação de água o mau cheiro poderá ser notado facilmente a qualquer momento; - Se o imóvel apresentar qualquer tipo de vazamento é necessário identificar e fazer o conserto com empresas especializadas, para que o vazamento seja sanado e não cause defeitos em outros materiais. Em seguida esclarecemos algumas dicas para desentupir componentes das instalações hidráulicas. Para desentupir pias tenha em mãos luvas de borracha, um desentupidor e uma chave inglesa, siga os seguintes passos: - Encha a pia de água; - Coloque o desentupidor a vácuo sobre o ralo, pressionando-o para baixo e para cima. Observe se ele está totalmente submerso; - Quando a água começar a descer continue a movimentar o desentupidor, deixando a torneira aberta; - Se a água não descer, tente com a mão ou com o auxílio de uma chave inglesa. Retire o sifão, neste podem ficar depositados os resíduos, geralmente responsáveis pelo entupimento. Mas, não se esqueça de colocar um balde em baixo do sifão, pois a água pode cair no chão; - Com um arame, tente desobstruir o raio da pia, de baixo para cima, algumas vezes, os resíduos se localizam neste trecho do encanamento, daí a necessidade de usar o arame; - Recoloque o sifão. Não convém colocar produtos à base de soda cáustica dentro da tubulação de esgoto; - Depois do serviço pronto, abra a torneira e deixe correr água em abundância, para limpar bem. No caso do chuveiro recomenda-se os seguintes passos para o desentupimento. - Desrosqueie a capa protetora do crivo; - Retire o plástico ou borracha preta de vedação; - Com o auxílio de uma escova de dente, limpe o crivo desobstruindo os orifícios que podem ter acumulado detritos; 11


No caso das torneiras com vazamento recomenda-se os seguintes passos: - Primeiramente fechar o registro; - Retire a tampa/botão (quando houver) da cruzeta com a mão; - Utilizando uma chave de fenda, desrosqueie o parafuso que prende a cruzeta; - Com o auxílio de um alicate de bico, desrosqueie a porca que prende a canopla para poder ter acesso ao mecanismo de vedação; - Com o auxílio de um alicate de bico, desrosqueie o mecanismo de vedação do corpo e o substitua por um novo; Para manter as instalações hidráulicas em perfeito estado de utilização, sem que haja qualquer tipo de perfuração que venha a gerar vazamento ou algo do tipo, representamos nas figuras a seguir os locais onde não é permitido perfuração, respectivamente, na cozinha, área de serviço e banheiro. Locais da cozinha onde não devem ocorrer perfuração:

Figura 04 – Hidráulica cozinha

A seguir, representamos os locais onde não devem ocorrer perfuração na área de serviço: 12


Figura 05 – Hidráulica área de serviço

No banheiro, onde está a maior quantidade de instalações hidráulicas, representamos os locais onde não devem ocorrer perfuração:

Figura 06 – Hidráulica banheiro

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3.5 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

Figura 07 – Elétrica

As instalações elétricas são responsáveis por toda iluminação e aparelhagem do imóvel, é composta por vários materiais e dividida na residência por tópicos, sendo padrão instalado no alinhamento predial, caixa de disjuntores instalada no corredor da residência, tomadas, iluminação em geral, e aterramento. Captada pela rede distribuidora, a energia é alimentada no padrão e levada até o quadro de disjuntores instalado no corredor, no quadro de disjuntores as correntes são divididas por circuitos para assim chegar até aos aparelhos e luminárias. Esses direcionamentos são feitos através de conduítes e condutores embutidos no solo, parede ou teto, conforme projeto e especificações do fabricante. Contudo, todas as instalações foram feitas com materiais que obedecem aos padrões impostos pela distribuidora Copel. 3.5.1 Cuidados de Uso - Em hipótese alguma os usuários devem modificar ou mexer nas instalações elétricas sem fazer o desligamento da chave geral, pois, o perigo de choques elétricos é eminente; - Nunca molhar ou ejetar água em direção às instalações elétricas. Em caso de incêndio, desligar imediatamente a chave no quadro de disjuntores e do padrão de entrada; - Não fazer nenhuma ligação ou modificação a mais diferente do projeto; - Assim como nos registro das instalações hidráulicas, quando o imóvel não estiver habitado por longo período é necessário que o disjuntor instalado no corredor seja desligado; - Quadro de disjuntores instalado no interior do imóvel ou no padrão nunca deve ser manuseado por crianças, e caso identifique alguma ligação sem devido aterramento, é necessário fazer o aterramento imediatamente, com mão de obra de um profissional.

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Figura 08 – Manuseio elétrico.

- Acione com cuidado as teclas e disjuntores instalados nas áreas comuns e nunca trave a tecla com fita adesiva, palitos e outros materiais, pois poderá danificar o sistema; - O quadro de energia deverá ser protegido dos efeitos de corrosão, e sempre que possível serem vistoriados os disjuntores. Os mesmos são acionados pela simples movimentação de suas alavancas. Em caso de sobrecarga em um circuito, o disjuntor deve ser ligado somente após o desligamento do equipamento que a provocou. Caso o mesmo venha a desligar-se, chame um técnico especializado para verificar o problema; - Ao adquirir um aparelho elétrico, verificar se o local definido para a sua instalação está provido de condições adequadas conforme a especificação do fabricante e do projeto; - Sempre que houver a necessidade de trocar algum aparelho ou luminária, desligar a chave geral no quadro de disjuntores, a manutenção deve ser executada com os circuitos sem energia. Se for fazer manutenção, permitir somente que profissionais habilitados tenham acesso às instalações e equipamentos; - Verificar sempre o estado dos contatos elétricos, substituindo peças que apresentem desgaste, quando necessário (tomadas, interruptores, ponto de luz).

Figura 09 – Instalações elétricas.

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3.6 IMPERMEABILIZAÇÃO É feita em vários locais do imóvel para garantir a estanqueidade, principalmente para proteger a residência e os usuários contra umidade, bem como higiene do local. Por ser um imóvel de pequeno porte, a impermeabilização é aplicada principalmente nas vigas da fundação, ou seja, entre a infraestrutura e a superestrutura nas primeiras “fiadas” da alvenaria e reboco (através de aditivo na argamassa), que são locais críticos para ocorrência de infiltrações, e nas áreas molhadas como banheiro, cozinha e lavanderia através de pintura impermeabilizante sob os revestimentos cerâmicos de piso e paredes. Lembrando que o esmalte do material do piso e do azulejo também auxilia na impermeabilização dos ambientes. 3.6.1 Cuidados de Uso - Não é permitida a perfuração de pisos e modificação de ralos, pois, alteram o sistema de impermeabilização; - Na utilização de produtos químicos para lavagem, deve-se tomar cuidado na lavagem e limpeza dos ambientes para não atingir a lâmina de impermeabilização; - Se ocorrer a modificação ou dano na lâmina de impermeabilização, independente da causa, ocorrerá à perda da garantia; - Verificar se não há obstrução na tubulação e entupimento dos ralos, bem como se o nível de terra ou de grama não está ultrapassando o nível da casa, para evitar que a água entre no interior da residência; - Verificar periodicamente os rejuntamentos dos pisos, paredes, soleiras, ralos e peças sanitárias, pois se estes materiais tiverem falhas, poderá ocorrer infiltração de água. 3.6.2 Perda da Garantia Se forem danificados, alterados ou reparados pisos e paredes nas áreas impermeabilizadas; Se não forem tomados os cuidados de uso ou não for feita a manutenção preventiva necessária. 3.7 ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO Compreende-se por esquadrias o conjunto de materiais que formam as janelas e ou portas como um todo, são feitas em material alumínio e estão presentes nas aberturas do imóvel. Tendo as portas e janelas a função de liberar o acesso externo e interno de pessoas, permitir a troca de calor entre os ambientes, iluminação incidente e ventilação. Quanto às portas e janelas da residência, elas são classificadas da seguinte marca e tipo, conforme tabela 02 a seguir:

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Tabela 01 – Esquadrias de alumínio.

3.7.1 Cuidados de Uso - No manuseio de portas e janelas, as mesmas devem funcionar sem necessidade de forçar, sendo assim, devem correr facilmente sem esforço exagerado; - As fechaduras devem sempre estar fechando facilmente, sem que haja necessidade de forçar para travar; - Para manter a vida útil das portas e das janelas, os trilhos que compõem o conjunto, onde direciona o trajeto de abrir e fechar, devem ser mantidos limpos para que o acumulo de sedimento não atrapalhe no funcionamento. Lembrando que o acúmulo de sujeira pode causar dificuldade em abrir ou fechar e assim estragar mais rápido; - Os trilhos inferiores devem ser mantidos limpos, porque são neles que estão o direcionamento para o escoamento e remoção da água, caso contrário, em dias de chuva intensa poderá ocorrer de a água manter-se acumulada nos trilhos, sem dreno e sem remoção; - Caso faça alguma reforma no imóvel, com relação à pinturas de esquadrias, elas devem ser protegidas sem que cause arranhões ou respingos de tinta, para evitar isso deve-se proteger a esquadria com fitas de proteção; - Para fazer qualquer limpeza no sistema, nunca se deve utilizar materiais cortantes que com o atrito possam gerar riscos nas esquadrias, tais como esponja de aço e outros metais, líquidos com alto teor de ácidos como Thinner e máquinas de alta pressão. Estes produtos e maquinários podem retirar as sujeiras com facilidade, mas se o teor de ácido for exagerado irá prejudicar a vida útil do alumínio; - Para fazer uma limpeza correta, utilize sempre material de cerdas macias, como escovas de dente, detergente neutro e panos ou esponja macias. 3.7.2 Perda da Garantia Se for feita qualquer mudança na esquadria, na sua forma de instalação, na modificação de seu acabamento (especialmente pintura), que altere suas características originais.

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3.8 ESQUADRIAS BATENTES E PORTAS DE MADEIRA No imóvel, as portas instaladas cuja função seja isolar um ambiente do outro, devem manterse em perfeito estado, protegido de umidade e cupins, pois, são os agentes mais nocivos e os que contribuem para o apodrecimento e perda da qualidade da madeira com mais rapidez. Por isso, nunca se deve molhar ou injetar qualquer material úmido nas portas, a própria umidade natural já apodrece a madeira e se for molhada pode causar aceleração do apodrecimento. Relacionado aos cupins sempre que identificar algum vestígio é necessário removê-los por empresa especializada, antes que se espalhem, manter o ambiente seco e arejado inibe ações dos cupins e do apodrecimento por umidade da madeira. Manter a pintura das peças de madeira ajuda na vida útil. Nunca se deve utilizar materiais cortantes que com o atrito possam gerar riscos na pintura das portas, nunca utilize pregos ou fitas adesivas nas portas nem objetos cortantes nas ferragens e na madeira. Lembrando que a Ecoingá já fornece materiais de madeiras com proteção contra o apodrecimento. As portas são classificadas referentes ao tipo da seguinte forma:

Tabela 02 – Esquadrias de madeira.

3.9 PINTURAS Entende-se como pintura o acabamento final nas paredes, assim como do revestimento, é nela que a estética é mais valorizada, composta por uma soma de materiais: massa corrida, massa acrílica, tinta, selador e etc. Pinturas de uso interno não devem ter contato com umidade, diferente das áreas externas, pois, ocorrerá descolamento da pintura e manchas visíveis, assim desvalorizando o imóvel. Sempre que identificar algum vazamento ou excesso de umidade deve ser interrompido imediatamente para que não cause danos à pintura. Caso apareça alguma mancha ou mofo, o mesmo deve ser removido com água sanitária e pano umedecido. Nunca utilizar materiais cortantes nas paredes, pois, a pintura é composta por massa corrida, onde materiais cortantes retiram e estragam a pintura. Com relação aos tipos de materiais de pintura, eles são classificados, aplicados e relacionados da seguinte forma:

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Tabela 03 – Pinturas.

3.10 REVESTIMENTOS CERÂMICOS: PISO E AZULEJO Assim como dito anteriormente, o revestimento cerâmico e a pintura, é o local onde a estética é mais valorizada, no empreendimento disponibilizado pela Ecoingá são instalados revestimentos em todo o piso da residência e o azulejo instalado nas paredes da cozinha, lavanderia e banheiro. Os revestimentos cerâmicos aplicados no imóvel quanto ao tipo e dimensões são:

Tabela 04 – Revestimentos cerâmicos.

3.10.1 Cuidados de Uso De modo geral, o conjunto revestimento é composto por peças cerâmicas, argamassa e rejuntamento entre as peças, para manter o cuidado do piso é sempre bom estar vistoriando se houve alguma irregularidade. No caso do rejunte, se tiver algum descolamento a agua irá infiltrar entre o piso e a argamassa, prejudicando a vida útil do conjunto revestimento. Assim como no rejunte, caso alguma placa de piso descole é necessário recolocar imediatamente, para manter a estética e a vida útil, assim como garantir que os usuários do imóvel não se machuquem com alguma peça de piso ou azulejo quebrado. Na hora da limpeza os pisos e os azulejos devem ser limpos com sabão ou produtos que não contenham alto teor de corrosão, pois, o rejunte e os esmaltes são sensíveis a determinados ácidos. 19


Cuidados que devem ser imprescindíveis: - Não deixar cair objetos, para não causar quebra do esmalte; - Nunca utilizar escovas de aço na limpeza, pois prejudicam o esmalte; - Calçar os móveis com materiais que não causem arranhões no revestimento; - Não arrastar nada sobre a cerâmica; - E nunca deixar de verificar o rejuntamento. 3.11 LOUÇAS E METAIS São partes da hidráulica como torneiras e registros, onde sua estética é também valorizada, pois, dão acabamento nas instalações. Alguns dos aparelhos e louças presentes no imóvel são classificados quanto à marca, linha e tipo da seguinte forma:

Tabela 05 – Louças e metais

3.11.1 Cuidados de Uso - Não utilize qualquer aparelho sanitário como ponto de apoio. Sua queda pode causar sério acidente. Nunca utilize na limpeza das louças escovas de aço ou materiais abrasivos. Limpe com desinfetante e pano macio; - Em caso de vazamento nas junções da louça com piso ou bancadas, este poderá ser sanado com aplicação de massa plástica; - Não utilize força para abrir ou fechar registros e torneiras, nem force além do necessário. As vedações inseridas serão danificadas. O acabamento de registros pode ser trocado, sem que haja a necessidade de troca da base; - Os metais deverão ser limpos com água e sabão neutro, aplicados com pano macio ou esponja; - Cuidado com as ligações flexíveis dos lavatórios e vasos sanitários. Uma movimentação excessiva poderá romper a mangueira e causar vazamentos. Em caso de vazamento em torneiras, retire-as e torne a instalá-las com o veda- rosca. 20


3.12 TELHADO Com função de vedar e cobrir a casa horizontalmente contra chuva e outros fatores, o telhado é composto por telhas, calhas e rufos. Por segurança, não se deve subir no telhado para outros fins que não seja limpeza da calha por pessoas especializadas, pois podem ocorrer acidentes graves. Contudo, a limpeza deve ser periódica com profissional especializado, para não prejudicar o sistema de água pluvial. Caso ocorra chuva forte e venha a destelhar a casa, é necessário recobrir imediatamente por profissionais especializados para garantir que a casa fique arejada. De modo geral, as telhas são do tipo fibrocimento ondulada e com espessura de 6 milímetros e as calhas e rufos são em material metálico, dimensionado para o porte da residência. 3.12.1 Perda da Garantia A cada 90 dias deve ser feita a limpeza das calhas e da caixa d’água para garantir, em ambos, perfeito funcionamento. 3.13 CALÇADA, PAISAGISMO E GRADIL A entrada e o acesso do imóvel é todo composto por grama, juntamente com pisadas feitos de concreto armado, a grama é entregue aparada. O portão e grade são em metais chumbados no alinhamento predial, pintado na cor preto fosco, é embutido no gradil, um portão de correr e um de abrir. A calçada de passeio é composta por rampa de acesso para automóvel no lado esquerdo do terreno largura de 2,80 metros, as demais partes da calçada são compostas por concreto com trecho de grama intercalando em calçada, grama, calçada, e juntamente com uma árvore do tipo Quaresmeira, exigida pela prefeitura.   3.14 DÚVIDAS, PROBLEMAS NA RESIDÊNCIA E CONTATOS: Qualquer dúvida ou problema sobre o seu imóvel, você pode entrar em contato com a Assistência Técnica da Ecoingá pelo e-mail: assistenciatecnica@ecoinga.com.br

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