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Destas respostas obrigatórias, houve outras preocupações, que poder-se-á dizer que estão na base do meu projecto, sobretudo o facto deste novo bloco situar-se dentro de dois outros blocos, nomeadamente o edifício principal e a cantina, o que obriga a ter atenção ao nível da comunicação e circulação entre os edifícios. A solução partiu por colocar o edifício novo a mesma cota do edifício principal e apenas um vão de escadas. Por sua vez esta forma em “U”, voltado à cidade, posso dizer que surge com naturalidade,

uma vez que surge da necessidade em criar áreas verdes, espaços de circulação prática e lógica e acima de tudo para um aproveitamento adequado do terreno. Em suma trata-se de dois blocos, um negro que se sobrepõe a um vermelho, a ligação destes é feito por um avanço revestido a pinho tratado. Esta composição estética e de materiais, surge como forma de quebrar a “brutalidade” do betão e também fazer jus ao nome do projecto “reavivar” a Lusíada.

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AAD_Parte-2_nova segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009 15:51:17

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revista de alunos da faculdade de arquitectura e artes de famalicão

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