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Espaços em volta aÍrmarsecomo ocalde visibltem procurado O Museude Arte contemporânea temporár os paraa artísticas nacionais, criandoacontecimentos dadedasproduções referênc a da contemporaneidade. promove tambémproTrabahãndomuitasvezesem parceria comoutrãsinsttuições, da obrade avançando a possibi idadedo conhêcimento lectosda suaúnicain ciatlva, quedesenvolvem na llhada Madeira. a suaactividade artistas que nasce dasexpe|ências de Freltas, Estaexposçãode lsabelSantac arae Eduardo esses artstasvêrnacumuandoao longodosanos,numÌrabalhoaquicriadocomo propóslto da própra fortaleza da relação de compromet mentocomo êspaço quede irnitaum espaço vr ou a ir.portância do consÌruído, A d mensão labìrintica mastambémda da Fortaleza, tual, podeser urnahipóteseparaa compreensão exposição em presençaao natural, à Qbject vaçãodo natura, inscreve de FretasurÌraatenção 5eem EduaÍdo da rnatéria, oníricã, a obrade lsabeSantaC ara.cooaao problema umadimensão mais e dassuasconsequências ou mehot do trabalhodo temposobrea matéria, o n g ín q u a s FÍancscoAntóno ClodeSousa


Espaços em voltâ Íragmentária, lacunar e mârumlugara queseregressa. Eé sempre A pinturaé apenas pequenos de umasucessão de ensaosla.adadeÍinitude. O actode p ntarnãopassa rnLrndo. Expôf esses ensaios com o estatuto de otìra boratoraisda nossaliqaçãocomo lmportanìantêos comoanotaçóes autónoma e defn tivaperdeu o sentìdo. acabada, parao lugàrda do in situé a de trazera precardade de um processo, e a vantagêm quesãoo resultado cristazaçóes dapintura, a sua exposiçáo, devolvendo assim àquelas ndissolúvel inclusão na ordemdo acontecimento. nãoteranadade comumcomo A saa do foúe de S.Tiagoondetudo isto5epassa recantos absuré um localcommernória, espaço asséptico e funclonade urnagaleda, caprichosa resideo seucarácterdesaÍiador e rredose secretos. NessaconÍiguraÇão jogar que gigantismo a escala, com o s stível. do subvêrter-lhe Quemehorhomenagem e retirar dassuascondic onantes o motequeseráI osadonestetra e a m niaturização, de um labirntoÍeitode obscuridades, de súbtasaberbalho.Chega-se à saa através da água.Dentroda salaessepercurso tem tufas,de degrausSenteseã proxjmìdade oe conI|nuar. umapas A ideiadê escada arrasta consigo, a de um não-lugar entredos mundos, da nuidade, a rnodiÍicação sagem, um estarentre,mastambémremeteparaa discont que quem perspectiva quecadapassontroduz, e paraa necess dadede construções que soTne-se no princípodo é divefsoou disjunto. aquilo QuanÌoà deiade ágLra, comopromessa de fecundidade. mundo,elatantoé aÍìeaçade erosão decore trá lospelonatural. EnÌreelae a p nA fotograf a serveparacolhercar.pos nãoa5rva dades. Trata-se afinaide um rnesmo olhãr tuTacrescem ascumpcidades, "é que queumae outraforarnfabrcando. Walter Benjamin, o E o olhaLno dizerde '. permanece do serhumano Ìodasestasdeclarações devemser lidascornoum manfesto,ou sela,sãodatadase inseparáveis da situação. sãbe SêntaCLàía


ISABELSANÌA CLARA 1951 Nasceuno FLrnchal 1975 Concluiuo CursoCompiementar de Pinturanã AcadeÍnia de Músicae BelasArtesdã Mãdeirã Docentedo InstitutoSupeÍjoÍde Arte e Design Pancipoucom pìntLra,desenhoou fotogíafianâsseqLrintes exposições: INDIVID UAIS 1990 "LJmaexposição coíÌìpintuÍãe tudo" na Casa-lvluseu FÍederico de FÍeitas(instalação) COLECTIVAS 1973 Exposição de Aftes Plástcasda AMBAM, Funchal2'Exposiçãode AítrstasPortuglreses na MatlrÍ,Machco 1974 Exposição de Anes Plásticas dã AMBM,Funchal promovidapea CoíÌìissão 1975 Exposiçáo de Actrvidades Culturasda CánìãÍal\/lunicipado Funchal promovidapelaComssãode ActivdadesCulturas da CârÍìaraNtunicipado Funchal 1976 Exposição 1979 Exposição de Fotograla 50 lmagens no lSAPNl, Funchal 1980 50 lmãgens"na SocedadeNacionalde BeasAÍtêsde Lisboa 1986'17gíausoeste"naGaleriaAtarniraemLisboaenaGalerlaQuetzal noFuncha ' SinaisConvencionars no ISAPM,Funchal "Colecçãode InveÍno"na Galeriada Secretar a Regional de TLtÍ5moe Cutura. no Funchã 1987 "Cenase Oblectos na GaeÍrãda SRTC,no Funchal ''1'MoÍía de ArtesPiésticas da CircuArte (Associaçáo de AÍtrstasPlástcosda MãdeÍa)no TeãtroMunìcpal do Funchal Exposição nã GãleriaQuetzalntegradana Marcã/MadeiÍa 1989 '2'MosÍã de ArtesPláíicasda CirculArte' no TeatÍoMunicipado Funchãl '34 Exposição de Poesialustrada' no ïeatÍo Nlunicipado Funchal 1990 Poet'arte90' no TeatroMunicipãldo Funchãl ' magens da lha Secretâ' na GaeÍa da RTP-Madeira 'lmagensSoltãs'na Galeriada RTPMadeiÍa 1991

OlharesAtlãnticos"na B bliotecaNacionalem Lisboa


EDUARDO DEFRE]TAS Nasceu no Funchaa 8 de Novembro de 1955.Expõedesde1978. Estárepresentado,na colecçãodo Museu de Arte Contemporáneada Madelra.É elemento co fundadorda Gaera Porta33 ATGUMAS EXPOS çOESCOLECTIVAS 1980

BIENALDEVILA NOVADECERVE RI..

1S81 ARTILHA,Funcha,Lsboa,Podo,ÉVORA 1982 PÁTO,caféPátio,Funchal. VSUAL,Castlha,La Mancha. 1984 MUESTRA NTERNATIONAL DEPOESIA RegonaldoTursmoeCultura 1985 SESNOVOS ARTISTAS Pú5T|COS, Galeriada Secretara (S.R.I C.),Funchal 1986

VISUAL, Cldâdedo Méxco. BIENAL DEPOEsIA

da N,4ade ra, TeatroBaltazaÍDâs, 1987 N/IARCA- llvlostra da assocaçãode Artstas Plásticos Funcha. 1988 lNSlNUAçÔES & PROPOSTAS, AAPIvl,TeatroBatazar Dras,Funchal. da S. R.T.C 1989 WOAUH,Galeriã '1990 POETARTE90, Poesiailustrada,TeatroBaltazarDias,Funchal. 1991 EFASULAÇÕEs, Galeíiadâ S. R.I C. Lsboa. ATLÁNTÌCOS, B blotecaNacionai. OLIIARES T N,4OR MAlS PERIO,AAPM, Funchal. (c/FilpaVenâncio e L gìaGontardo), Funcha 1992 Painelco ectivona EXPOJOVEM no mesmo certame. Colectivã 1' PrémioPintura,Concursode Aítes Plástcãs,Festivalde lvlúsicada N,4adelra Mostrade Arle na d scotecaVESPAS, Funcha.


(dLga GonÌaÍdo, Teresa laÍdime Domlngas PÌta), Ivluseu 1993 A ESCADA DEJACOB Freder co de Freitas, Funcha XXFei.ado Lvro,Funchal. 1994 Exposìção em homenagem a Natáia Correiã, 1995 Mostrade Arte nad scoteca VESPAS, Funchal e naCasada Cultura deSanta Cruz. tuncha 1996 TODOS DIFERENTES, TODOS IGUASMostra sobreo Racsmo, (c/Fiipa LgiêGontardo, Ru FAZEDORES DENUVENS Venânco, ManueRodrigL-rez, dias,Funchal. 50ârese LaizVieira,TeatroBaltazar EXPOSTçÔES rNDrV DUATS A CASA, Galeria Porta33,Funcha i993 A ÁGUA,O CORPO, ELEÀ/]ENTAR GAIEÍiA dA S.R.I C.,FUNChA 1994 CARTOGRAFA , ACTIVIDADES OUTRAs paraTeatro: Cenograflas e adeÍeços TEF, Fun ch al, 1979,80,81,88; COMUN AL ,s b o a1, 9 8 1 . Ane Lvredo Brasil,1995,em co-autoria com Manuel cenogÍafiade EvaPeronda companhiâ Funcha,Lsboa,Combra, Rodriguez, Prérnio Compostea de Teatíopârao ÍÌìehor cenário. Airês. Santiago de CorÌìpoíela, 5. Pauo,Buenos TÍabaho gráfco: .

Mâdeifa. Revista lslenha, Direcção Regona dosAssuntos Cuturais, paratextosliterárlos llLrstrações e capasde rvros. (MadeÍa) Pnturãmuralno caisda vilado PoÍtodo N,4oniz comManuelRodÍiguez, 1995 erÌìco ãutoíia


Umacasa,sendoum quadrado, conlémum cífculo queo anula, queeliminaos cantosondecrescem aservas, o jardimsecreto, talveza dimensão onírica revistanasrugasdosolhos, ou oa Doca, ou no invisívêl crescimento doscabelos. Sobumaoutraluz umacasaé um labirinto do qualnãoseconhece a entrada, ou satoa, Umemaranhado de pequenos ramos, o corpo quehabitamos desdeo princípìo, reencontrado, enfim, reconciÍiado comessaarquitectura de paredesmovediças queé a alma. Eduardode Freitas 27 Fev.1996


íaz vibrarascordasdo ar O voo do pássaro e o grande templo (queé a íloresta) estremece sobo imenso e imponderável céu. a luz. Do núcleobrandonasce Descesuavemente pelospilares quesustentam o azul, comostnal. Algumacoisa sêtransformêfá em breve. Do outrolado, por ondenãopassao arco lumrnoso e tangente derrama-se umapáiÌdaidelade sombra. Provávelmente o únicolugar dondesepodever todo o espectáculo do mundo. Eduardo de Freitas 17Out.1996



Espaços em Volta:Isabel Santa Clara-Eduardo Freitas