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Ao longo de todo o período, o museu programou atividades convergentes para a questão da acessibilidade com destaque para o documentário “Paratodos”, sobre os limites do corpo e histórias de superação de atletas paralímpicos; palestras sobre temas como “Acessibilização e tecnologias assistivas emergentes” e “O Cérebro Atleta”; e a exposição temporária de fotos “Esporte e Cérebro – as Próteses nas Paralimpíadas”. Indo ao encontro dos ideais do Museu, que pensa o amanhã que queremos para a humanidade. A mostra buscou nos Jogos Paralímpicos o debate sobre a inclusão social no Brasil e a capacidade de superação desses atletas, que é inspiradora para muitos jovens em todo o mundo. Por meio das fotos dos paratletas brasileiros, os visitantes refletiram sobre o papel do cérebro para incorporar as próteses, por exemplo, como se fossem partes reais do corpo humano. Uma realidade que intriga muito a sociedade e que ainda está sendo descoberta pela ciência. Na área externa, uma exposição reuniu os pôsteres olímpicos: “Das pipas e sonhos” passando pelas ”Cores em Competição” até a “Vibração Olímpica”. Com esses temas, 13 artistas criaram a Coleção Oficial dos Pôsteres Olímpicos Rio 2016. Em exposição no Museu do Amanhã, Alexandre Mancini, Antônio Dias, Beatriz Milhazes, Claudio Tozzi, Estúdio Petro e Branco, Gringo Cardia com Geleia da Rocinha, Gustavo Greco, Gustavo Pereira, Guto Lacaz, Juarez Machado, Kobra, Olga Amaral e Rico Lins mostraram ao público um olhar diferente do Brasil e dos Jogos Olímpicos. Expressaram sentimentos, a alma do artista.

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O Amanhã é Hoje  

Um giro pelos primeiros 365 dias.

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