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Temporada ― 2020/2021

Agenda #2

janeiro fevereiro março 2021


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medidas de segurança

janeiro

fevereiro

março

Lab Criativo

informações


Temporada ― 2020/2021

Agenda #2

janeiro fevereiro março 2021


Quer oferecer um presente original?

Ofereça cultura! O Teatro Virgínia tem ao seu dispor várias sugestões para presentes de aniversário ou qualquer outra ocasião especial: Bilhetes para espetáculos (3 € a 15 €)

Mais informações na bilheteira do Teatro Virgínia, em www.teatrovirginia.pt ou através do 249 839 309


para vรณs


medidas de segurança Cumpra a etiqueta respiratória Quando espirrar ou tossir tape o nariz e a boca com o braço ou com lenço de papel que deverá ser colocado imediatamente no lixo

No final do espetáculo permaneça sentado no seu lugar aguarde indicações dos assistentes de sala

É proibida a entrada após o fecho de portas Proibido o uso de telemóvel, filmar ou fotografar Uso de máscara obrigatório nas instalações e ao longo de todo o espetáculo

Mantenha a distância de segurança pelo menos 2 metros

Higienize as mãos antes de entrar na sala de espetáculos e pelo menos a cada 2 horas

Respeite os circuitos de circulação é crucial para mantermos o distanciamento necessário

Sente-se nos lugares atribuídos não ocupe lugares de segurança

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Atendendo à atual conjuntura, a nossa programação poderá sofrer alterações no seguimento de novas medidas de combate à COVID-19. Mantenha-se atenta/o à informação veiculada em www.teatrovirgínia.pt ou https://www.facebook.com/ teatrovirginiatorresnovas. Em caso de dúvida contacte-nos através do email bilheteira.teatrovirginia@cm-torresnovas.pt ou do telefone 249 839 309.

Confirme atempadamente as datas e horários dos espetáculos e oficinas. Confirme atempadamente as restrições de circulação aplicáveis que possam condicionar a sua vinda ao Teatro Virgínia. Garanta atempadamente que tem na sua posse o bilhete correto.

Neste trimestre, a venda de bilhetes será feita de forma faseada. espetáculos

venda de bilhetes a partir de

janeiro

22 dezembro

fevereiro

18 janeiro

março

15 fevereiro

7


janeiro


9/

JAN.

música

M6 anos

90 min

10 € (descontos aplicáveis)

SÁB. 19H00

Samuel Úria —

Canções do Pós-Guerra

«Canções do Pós-Guerra» foi o título que Samuel Úria escolheu para o seu mais recente disco. Premonitório? Talvez… dizem que a arte tem essa capacidade, esse recurso de preceder os acontecimentos. Neste caso, esta «guerra» será, como sempre, interior e espiritual. Uma vez mais, Samuel Úria obriga-nos a olhar para dentro. Não num exercício egocêntrico mas antes como parte de um caminho de necessária partilha. Efetivamente, o repertório deste novo trabalho foi composto e gravado em período pré pandemia. E por muito que se apregoe que este «Canções do Pós-Guerra» é o disco mais confessional de Samuel Úria, tal como em registos anteriores, ou ainda mais, as suas composições confrontam-nos connosco próprios, algo que só as «canções eternas» têm a capacidade de provocar. Mas este concerto tem ainda o propósito de conduzir o público numa viagem à criatividade de Samuel Úria, num percurso que terá um pé nos seus trabalhos anteriores. E se esperam que a jornada seja tranquila, desenganem-se, o conforto dos vossos lugares vai ser frequentemente assaltado pela energia explosiva com que Samuel e companheiros desequilibram (ou deveríamos dizer, equilibram) os momentos de intimidade.

Bio Nascido no decote da nação, entre o Caramulo e a Estrela, Úria leva para os palcos o blues do Delta do Dão. De lenda rural para lenda urbana, tudo está certo: meio homem meio gospel, mãos de fado e pés de roque enrole. Com uma proveniência marcada pelo punk, pelo rock’n’roll e pela estética low-fi, Samuel Úria tem ganho notoriedade desde 2008. Destacando-se entre pares pela sua singularidade no uso da língua materna, as suas canções podem ainda ser encontradas no repertório de outros artistas, consagrando-o como o mais interessante cantautor do século XXI.

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Voz, guitarra elétrica e acústica Samuel Úria Guitarra elétrica e acústica, harmónio indiano, voz Jónatas Pires Teclados, sampler, percussão, oboé, voz Silas Ferreira Baixo, voz António Quintino Bateria, glockenspiel, voz Tiago Ramos

© Joana Linda

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LAB CRIATIVO

14/

JAN.

QUINTA ESCOLAS

15/

JAN.

SEXTA ESCOLAS

16/

JAN. SÁB. 11H00

Em cima de uma grande mesa, uma bailarina dança e uma música canta e toca. O público, sentado à volta, observa as duas de perto. Elas dançam, cantam e tocam para que este decifre como são e de onde vêm os seus passos, os seus gestos, a sua figura em movimento. Como se juntam aspetos do que as artistas veem no momento em que dançam e tocam para um grupo de adultos e crianças, com os micro movimentos, olhares e poses do público enquanto observa? Mi, neste caso, é uma abreviação de micro movimento. Ou seja, a fonte que sustenta todo o espetáculo. Um espetáculo sobre o poder da imaginação inspirado na obra de Sandro William Junqueira com ilustrações de Rachel Caiano. Marcação prévia obrigatória

seus passos, os seus gestos, a sua figura em movimento. Como se juntam aspectos do que as artistas vêem no momento em que dançam e tocam para um grupo de adultos e crianças, com os micro movimentos, olhares e poses do público enquanto observa? Mi, neste caso, é uma abreviação de micro movimento. Ou seja, a fonte que sustenta todo o espectáculo. Um espectáculo sobre o poder da imaginação inspirado na obra de Sandro William Junqueira com ilustrações de Rachel Caiano.

seducativo.teatrovirginia@cm-torresnovas.pt

Bio

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_ Apoio à residência - Casa d`Avenida Setúbal

Fotografias

(em anexo)

Madalena Victorino estudou dança contemporânea, composição coreográfica e pedagogia das artes. O seu trabalho tem se evidenciado pela criação de projetos que se vocacionam para a aproximação entre discurso, prática e experiência artísticas e a sociedade nas suas múltiplas transversalidades.

_ Produção e criação:

Créditos: João Mariano e Rita Santana

Beatriz Marques Dias (1997, Caldas da Rainha) Licenciada em Dança, pela Escola Superior de Dança de Lisboa (2018). Paralelamente à licenciatura frequentou vários workshops e laboratórios, com Miguel Pereira, Francisco Camacho, Vânia Rovisco e Sofia Dias. Atualmente participa como intérprete na peça Caminho, nova criação de Filipa Francisco em Belmonte.

Logótipos a incluir e a designação: apoio, produção, etc;

Ana Raquel - licenciatura em saxofone (2012) e mestrado em Ensino da Música (2014), pela Escola Superior de Música de Lisboa. Em 2018 integrou como atriz e música o elenco do espetáculo comunitário PÁSSAROS, uma criação do Teatro O Bando com encenação de João Miguel Neca Jesus. Também cocriou os espetáculos cavalo-marinho e A Grande Viagem do Pequeno Mi.


A Grande Viagem do Pequeno Mi —

de Madalena Victorino, Ana Raquel e Beatriz Marques Dias

Criação Madalena Victorino Cocriação e interpretação Ana Raquel e Beatriz Marques Dias Livros A Grande Viagem do Pequeno Mi de Sandro William Junqueira e Rachel Caiano, Labirinto de Regina Guimarães e João Alves, OH! de Josse Goffin Fotografia João Mariano e Rita Santana Vídeo Miguel Mares Dança, música, literatura e ilustração

M6 anos

50 min

2€ (escolas) 3€ (público geral)

lotação limitada

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LAB CRIATIVO

16/

JAN.

SÁB. 10H30

BANDA OPERÁRIA TORREJANA

Maiores de 12 2-3 horas limitado a 8 participantes gratuito

Mozambik de A a Z

Oficina de percurssão com Klemente Tsamba Oficina que percorre a história de Moçambique desde “Os Tempos de Gungunhana”, destacando a tradição oral dos povos do sul e fazendo breves abordagem sobre jogos, ritmos, cânticos entre outras expressões ligadas à cultura do sul de Moçambique. Esta intervenção tem como objetivo apresentar alguns elementos da cultura moçambicana que fazem parte do teatro local. Marcação prévia obrigatória para seducativo.teatrovirginia@cm-torresnovas.pt

Uma peça baseada na tradição oral dos contadores de histórias africanos, onde um único elemento se desdobra em vários personagens e com a cumplicidade do público, retrata alguns dos episódios mágicos paralelos à vida do célebre rei tribal moçambicano Gungunhana. "Era duma vez um guerreiro da tribo Tsonga chamado Umbangananamani, que fora em tempos casado com uma linda mulher da tribo Macua, de nome Malice. Não tiveram filhos. Mas tentaram muito" este é o mote que dá início a uma série de histórias onde se relatam aspectos curiosos ligados ao reinado de Gungunhana.

Bio Klemente Tsamba nasceu em Maputo, cidade capital de Moçambique e, desde cedo participou em projetos relacionados com as artes performativas, tendo integrado bandas de música tradicional africana, grupos de dança hip-hop e teatro de rua. É um ator dedicado à pesquisa do fazer teatral antropológico tendo criado dois monólogos (Magia Negra e Nos tempos de Gungunhana) com participações de destaque em festivais nacionais e internacionais de teatro. Ator, músico e artista-plástico, é também Formado em Educação e Comunicação Multimídia e colabora há mais de duas décadas em instituições socio-educativas através da dinamização de oficinas de criatividade para crianças e jovens.

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16/

JAN.

SÁB. 19H00

Teatro M16 anos 60 min 7,5€ (descontos aplicáveis)

Nos tempos de Gungunhana —

de Klemente Tsamba Criação/Interpretação Klemente Tsamba Textos originais Ungulani Ba Ka Khosa Apoio/assistência criativa Filipa Figueiredo, Paulo Cintrão e Ricardo Karitsis Adereços e Figurinos Klemente Tsamba Fotografia Margareth Leite e Danilo Ferrara Produção Carla Margarida Cardoso Companhia Klemente Tsamba

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Conceção e Direção Artística Yola Pinto e Simão Costa Dança Yola Pinto Piano e Eletrónica Simão Costa Desenho de Luz Cristovão Cunha Tábua - Escuta Táctil João Calixto, Simão Costa e Yola Pinto Produção Rafael F Vieira Uma encomenda São Luiz Teatro Municipal Coprodução Centro de Artes de Ovar; Cine Teatro Louletano; Festival Som Riscado Residências Artísticas Musibéria; O´Culto da Ajuda-Miso Music Portugal; Oficinas do Convento, LAC-Laboratório de Actividades Criativas Apoios Teatro da Voz; MSM Studio; Associação Portuguesa de Surdos (Lisboa) Agradecimentos Miguel Carrelo e Mário Rainha Campos

dança e música M12 anos 50 min

© Mário Rainha Campos

2 € (escolas) | 7,5€ (público geral) 16

Bios Simão Costa e Yola Pinto, com percursos artísticos estabelecidos e reconhecidos nas áreas da música e dança respetivamente, têm vindo a trabalhar em parceria desde 2011, em espetáculos e instalações, nomeadamente no projeto c_Vib (Cymatic Vibrating Interactive Boards). A última criação - SYN.Tropia - surge de um desafio lançado à dupla Yola Pinto e Simão Costa, que criaram um espetáculo dedicado e pensado para surdos que promove a inclusão do público ouvinte.


JAN.

concerto-dança para surdos e outras audições

SEX. 14H30 ESCOLAS

23/

LAB CRIATIVO

22/

JAN.

SÁB. 17H00

SYN.Tropia —

Yola Pinto e Simão Costa SYN.Tropia é música para surdos, dirigida a todos. Ouvintes e surdos todos à escuta. Não há tradução, todos ouvem com o corpo todo. E assim se constrói um corpo de dança, um corpo que dança. Promovida igualdade de circunstâncias na fruição, elevado o estatuto da escuta a todos os sentidos, as perguntas são: Que corpo é este? Que música será esta? A resposta possível é: Syn (juntos) Tropia (na mesma forma, direção).

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LAB CRIATIVO

30/

JAN.

SÁB. 19H00

«Fake» gravita em torno da figura de Norma B.: uma famosa escritora de romances policiais. Na sua bibliografia, encontra-se um título curioso: «Como Assassinar O Seu Marido», a história de uma mulher que, como o próprio nome indica, não termina sem que o seu marido seja assassinado. É esse título que lhe traz notoriedade, pela circunstância de, alguns anos depois, Norma ser detida, acusada pela misteriosa morte do seu próprio marido - um famoso professor de culinária. Mesmo antes de poder pronunciar-se, Norma é julgada publicamente. A sua obra é a prova irrefutável da sua culpa. Os textos escritos por si para dar voz às suas personagens, às suas criaturas, são imputados à criadora. Os seus movimentos mudos, escrutinados em todas as redes sociais. Um súbito close-up sobre a forma como transporta um saco de lixo parece dizer tudo, segundo os seus vizinhos. Para a imprensa mundial, a autora de um título tão sugestivo, só pode ter as piores das intenções. A verdade parece evidente, não? «Fake» explora as tensões entre a verdade e a mentira, informação e desinformação, crenças individuais, coletivas e a nossa propensão para acreditar nos preconceitos que carregamos. Em «Fake», o Teatro dialoga com o Cinema, numa tentativa de destrinçar a verdade da mentira. A câmara faz o papel de um polígrafo implacável, procurando distinguir um bom ator de um mau mentiroso, num derradeiro close-up.

26-27/

JAN.

MANHÃ E TARDE ESCOLAS

JAN.

18H00 CONVENTO DO CARMO

FAKE aka Mentira Oficina de sensibilização para a desinformação

Orientada por Frederico Batista

2 horas

professores, mediadores e outros interessados

uma turma por sessão

2 horas

Como detetar uma falsa notícia? Como destrinçar informação verdadeira de informação falsa? Será que as redes sociais manipulam a verdade e o nosso olhar? A partir de 2 ou 3 exemplos de fake news amplamente difundidas, vamos mostrar como através de fact checking se consegue desmascarar uma mentira. Um trabalho de sensibilização para a desinformação, que oferece ferramentas para o dia a dia.

gratuito

gratuito

Marcação prévia obrigatória para seducativo.teatrovirginia@cm-torresnovas.pt

ensino secundário

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26/


FAKE

105 min M16 anos teatro

© Pedro Macedo - Framed Photos

Encenação Miguel Fragata Texto Inês Barahona e Miguel Fragata Com Anabela Almeida, Carla Galvão, Duarte Guimarães, João Nunes Monteiro e Beatriz Batarda ou Sandra Faleiro Interpretação vídeo Beatriz Batarda, Cirila Bossuet, Isabel Abreu, Madalena Almeida, Márcia Breia, Sandra Faleiro, Sílvia Filipe e Teresa Madruga Vídeo Tiago Guedes (realização), João Gambino (direção técnica), Bernardo Santos e Francisco Romão (operação) Cenografia Henrique Ralheta Figurinos José António Tenente Desenho de luz Rui Monteiro Música Hélder Gonçalves Som Nelson Carvalho (desenho) e Tiago Ferreira (operação) Direção técnica Cláudia Rodrigues Construção da cenografia Thomas Kahrel Design Mariana Rosa (notícias) e Rita Vieira (marcas) Produção Clara Antunes e Luna Rebelo / Formiga Atómica Coprodução TNDMII, TNSJ, Cine-Teatro Louletano, Formiga Atómica Apoio financeiro Câmara Municipal de Lisboa Apoio à residência artística Centro Cultural de Belém, Polo Cultural das Gaivotas | Boavista, Companhia Olga Roriz Apoio ETIC – Escola de Tecnologias, Inovação e Criação Agradecimentos Eric da Costa, Freepik.com, Hospital de Bonecas, José Maria Senart, Manuel Silva, Nome Próprio, Nuno Madeira, Silvestre Borges A Formiga Atómica é uma estrutura financiada por: República Portuguesa – Cultura/Direção-Geral das Artes

10 € (descontos aplicáveis)

— Inês Barahona e Miguel Fragata / Formiga Atómica

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fevereiro


6/

FEV.

SÁB. 19H00

Quarta-feira: Tempo das cerejas —

de Cláudia Dias Quarta-Feira é o terceiro episódio do ciclo Sete Anos Sete Peças. Depois de enfrentar Pablo Fidalgo Lareo em Segunda-Feira: Atenção à Direita! (estreado no Alkantara Festival em 2016) e de Luca Belleze em terça-Feira: Tudo o que é sólido dissolve-se no ar (2017), Cláudia Dias partilha agora o palco com Igor Gandra, diretor artístico do Teatro de Ferro.

Bios Cláudia Dias, nasceu em 1972. É coreógrafa, performer e professora. O seu trabalho tem sido acolhido por várias estruturas, teatros e festivais nacionais e internacionais. Igor Gandra tem formação em teatro, dança, teatro de marionetas e objetos, filosofia e artes marciais.

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Direção artística Cláudia Dias Artista convidado Igor Gandra Intérpretes Cláudia Dias e Igor Gandra Assistente técnico e artístico Karas Cenário e marionetas Igor Gandra e Cláudia Dias Realização plástica Eduardo Mendes Oficina de construção Igor Gandra, Cláudia Dias, Karas, Eduardo Mendes, Daniela Gomes e Nádia Soares Desenho de luz e direção técnica Nuno Borda de Água Acompanhamento crítico Jorge Louraço Figueira Residências artísticas TMP/Teatro Campo Alegre, Teatro de Ferro, Companhia de Dança de Almada, Centro de Experimentação Artística do Vale da Amoreira, O Espaço do Tempo. Produção Alkantara Coprodução Maria Matos TM, Teatro Municipal do Porto, Centro Cultural de Vila Flor Residência de coprodução O Espaço do Tempo Cláudia Dias é artista associada de O Espaço do Tempo. O Alkantara é uma estrutura financiada por: República Portuguesa | Cultura / Direção-Geral das Artes

© Bruno Simão

dança

M12 anos

60 min

7,5 € (descontos aplicáveis)

Lotação limitada a 40 lugares

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«Só mesmo as canções parecem dispor do sortilégio que lhes permite adaptarem-se a ocasiões especiais das nossas vidas. Olhemos, ouvindo, os dois inéditos que Paulo Gonzo nos oferece a abrir este The Essential. No primeiro, Quem Foi, traçado a piano e a cordas, as palavras iniciais passaram recentemente por todos nós: “Quem foi que deu aos meus dias um nó tão apertado?” Mais adiante, há uma resolução que também aconchegámos, para estes tempos difíceis: “Eu quero dar mais de mim”. Damos de caras com Está Tudo Bem , a frase que tanto procurámos, fosse qual fosse a origem. Órgão e guitarra em tensão, à maneira do artista, conduzem-nos aonde queríamos: “Parece um espanta-medos a falar e a dizer – está tudo bem, eu já cheguei”. É inevitável que, por agora, ouçamos estas duas novidades de uma forma particular. Não é menos seguro que, quando os ventos e as marés voltarem a uma passada normal, estas cantigas ganhem outros contornos, sinais, lugares, sentidos. Como acontece sempre com o património artístico acumulado por Paulo Gonzo.» João Gobern - Março 2020 Com o seu novo espetáculo, que explora diferentes abordagens do repertório de sempre, Paulo Gonzo é um artista que consegue apelar tanto ao público feminino, como ao masculino, cantor, compositor e performer, fazem deste músico, um dos melhores artistas portugueses da atualidade. Um espetáculo de grande qualidade artística e repleto de êxitos intemporais.

Bio Paulo Gonzo - em 1975 começou as primeiras músicas e o primeiro disco é de 1979. O seu talento e sucesso como cantor , compositor e performer, fazem deste músico, um dos melhores artistas portugueses da atualidade. Paulo Gonzo continuam a conquistar o seu público sendo uma referência obrigatória da música pop produzida em Portugal nas últimas três décadas.

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13/

FEV.

SÁB. 19H00

Paulo Gonzo. The Essential —

© Bruno Simão

Vox Paulo Gonzo Guitarra Rui Manuel da Silva Gonçalves Magalhães Baixo Luciano Guerreiro Barros Piano Paulo Sérgio Ramalhete de Matos

música

M6 anos

90 min

15 € (descontos aplicáveis)

Festival Montepio Às Vezes o Amor

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19/

FEV.

SEX. 20H30

Sonho que não se pode quebrar e não se pode quebrar e não se pode… —

A.ves A partir da obra The Dream de Henri Rousseau e Sestina for the Douanier de Sylvia Plath, obramos vagarosamente lugares [como potências oníricas]. Levemente trago palavras para suportar este ambiente visceral e quiçá libertá-lo, nesse universo onı́rico, desconhecido, estrangeiro. Da «imparcialidade» construída continuamente no subconsciente e corpo; florescem as flores de lótus, mas não cheira a pântano, a lodo, a putrefação. _algo está errado, belisco-me_; hipnotizam-se tigresas e leões, os pisam. _algo está errado, belisco-me_: chamam-se as cobras no deserto, vibrações inimigas arrancam-lhes o maxilar. _algo está errado, belisco-me_ “Imparcialmente” assistimos ao sonho de Yadwiga. Yadwiga é, e sonha, vive, no subconsciente, A cobra é, fundadora e intemporal, tem cores vibrantes, Pigmentos Sonha, a preto, a branco Onde, é, que, está, o, teu?

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110 min M18 anos performance

© Alípio Padilha

Bio A.ves cresceu pelo sopé da Serra d´Aire. Aos 14 anos começou a estudar dança na Escola O Corpo Da Dança - Torres Novas. Participou em 2 escolas de Verão no Festival Materiais Diversos, com Miguel Pereira e Teresa Silva (2015) e com o Marcelo Evelin (2016). Participou como performer na peça de Ana Borralho e João Galante "Gatilho da Felicidade" (2017), no projeto "P.E.D.R.A. - Clara Andermatt" (2018), na peça de Raimund Hoghe "Momentos of Young People" (2018), na peça de Pedro Barreiro "O Mandarim" (2018) e na peça "Velã" de Leonor Lopes (2020). Estudou na ESD em Lisboa (2017-2019) e na AHK em Amesterdão (2019-2020). O seu trabalho como criadora propõe refletir e abrir temas como empatia, queerness, herança e contaminação

7,5 € (descontos aplicáveis)

lotação limitada a 40 lugares

Criação, texto e dramaturgia A.ves Cocriação e performance A.ves, Leonor Lopes, Patrícia Alves e Francisco Arez Assistente performer Leonor Mendes Maquilhagem Alice Antunes Assistência Josefa Pereira e Beatriz Pereira Residências O Corpo da dança – Torres Novas, Pólo Cultural das gaivotas Boavista – Lisboa, PENHA SCO Arte Cooperativa– Lisboa

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20/

FEV.

SÁB. 19H00

Eduardo Madeira convida —

Manuel Marques e Joel Ricardo Santos

Eduardo Madeira convida dois amigos de longa data para um espetáculo completamente louco, épico e irrepetível. Durante cerca de uma hora, o público é convidado a juntar-se às canções interpretadas pelo artista, e a participar nas histórias que ele inventa, ou diz inventar. Nunca se saberá. A sociedade, a política e o desporto são temas frequentemente debatidos e analisados de forma pouco isenta e quase nada séria e sempre acompanhado dos seus convidados.

Ator e autor Eduardo Madeira Produção Showbees/Leandro Ramos

Stand-up comedy / Comédia musical

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M16 anos

90 min

15 € (preço único)


Bio Humorista, ator e argumentista, nasceu em Bissau em 1972. Pioneiro do Stand Up Comedy em Portugal, começou a trabalhar como argumentista nas Produções Fictícias. Fez teatro e participou em projetos como "Os Contemporâneos” (RTP), "Clube de Comédia” (UAU), "O Paradoxo da Tangência” (CanalQ), e do multipremiado "Estado de Graça" (RTP); foi ator e autor de “Anticrise” (RTP), nomeado, em 2012, para Melhor Programa de Televisão. O humorista foi também nomeado na categoria de Melhor Ator/Humorista. Em 2014, estreia a peça “Tiro e Queda” e desde 2015 está na RTP com “Donos Disto Tudo” e é o “Indignado Osório”, no 5 Para a Meia-Noite (RTP). Em maio de 2019, escreveu e protagonizou o programa de sua autoria “Patrulha da Noite”, na RTP1 que repete sucesso na segunda temporada em 2020.

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27/

FEV.

SÁB. 19H00

Texto Herberto Hélder Adaptação, direção e espaço cénico João Garcia Miguel Interpretação João Lagarto, Dinarte Branco, Duarte Melo e Beatriz Godinho Assistência à encenação Rita Costa Figurinos Rute Osório de Castro Direção técnica Roger Madureira Direção de produção Georgina Pires Fotografia Mário Rainha Apoio técnica AUDEX Assessoria de imprensa The Square A Companhia João Garcia Miguel tem o apoio para o quadriénio 2018-2021 do Ministério da Cultura, da Secretaria de Estado da Cultura e da Direção Geral das Artes Uma coprodução Companhia João Garcia Miguel & Teatro Ibérico

j o ã o

m i g u e l

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Passos em volta —

100 min M16 anos

A importância da sua obra, as qualidades poéticas, o desejo de se esconder e revelar através da poesia, tudo será utilizado para a construção destas duas etapas: conferência performance e espetáculo. Vamos invocar vários temas importantes para nós e questionar os modos de fazer. Vamos usar as palavras e o dizer, os sentidos e a poesia que anseia pelo paradoxo do amor que desespera de amar. Vamos agarrar-nos ao invisível naquilo que tem de mais durável, de permanente, pois o visível está em permanente mudança e de facto, não nos traz nem satisfação nem confiança. Na conferência performance vamos usar o por dentro das palavras e questionar o que nos liga. No espetáculo vamos em busca da coragem de dizer e fazer acontecer o vivo que se manifesta por dentro e por fora da poesia.

teatro

Os textos de Herberto Hélder são um pretexto para a perceção de um eu que tem um corpo, que sente, que procura Deus, o amor, que busca transcender-se. E espreitar-se. É um caso especial de biografia que desafia a perspetiva moral com que nos vemos, com que vestimos natural e repetidamente as nossas cicatrizes, como se os hábitos de vida, de linguagem, de gestos nos defendessem de nós mesmos. As palavras funcionam aqui como passos em volta, como olhares que nos fazem tremer, como raios incisivos que assustam e atraem. Há tantas frases, tantas palavras, que afrontá-los é uma viagem antiga, uma dança de cadeiras e mesas de pernas partidas.

7,5 € (descontos aplicáveis)

Companhia João Garcia Miguel

Bio Liberdade e teatro são os dois eixos que presidem às atividades de criação, formação e difusão da Companhia João Garcia Miguel. Estes dois conceitos movem-nos pela importância que, em interação, produzem na sociedade em que vivemos, contribuindo para o crescimento e melhoria dos indivíduos na busca de um projeto de humanidade partilhado através do investimento na criatividade como base da diferença e da capacidade para a mudança.

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marรงo


6/

MAR.

SÁB. 19H00

Tiago Bettencourt —

2019 Rumo ao Eclipse

2019 Rumo ao Eclipse é o novo disco de Tiago Bettencourt. Este álbum fala de escolhas, de lutas, de mágoa e indignação, de desapego, de alívio, de aceitação, de casa, e de liberdade e é agora apresentado ao vivo pelos teatros nacionais.

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Bio Tiago Bettencourt é um artista incontornável, com uma carreira ampla e reconhecida pelo grande público. Não pertence a nenhum movimento, a nenhuma corrente ou estilo. O seu caminho é só, independente, variado e coerente, e assim se tem mantido na vanguarda da música cantada em português há quase 20 anos.

Voz, Guitarra e Piano Tiago Bettencourt Teclados João Bernardo Baixo João Hasselberg Bateria João Lencastre Guitarra Pedro Branco © Teresa Pamplona

música

M6 anos

75 min

15 € (descontos aplicáveis)

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LAB CRIATIVO

Publicado por George Orwell em 1945, A Quinta dos Animais é um texto político e satírico, mas também uma fábula sobre o modo como nos relacionamos com o outro, aqui entendido como qualquer criatura, qualquer ser com o qual se estabelece uma relação. Soma-se, a isso e em pano de fundo, o velho tema do poder, de como o poder pode ser irresistível e, em última análise, de como o poder corrompe. Nada mais atual. E nada mais transversal. Porque a luta pelo poder — do mais pequeno ao maior dos palcos — é, de facto, de todos os tempos, e porque ela começa na infância, se intensifica na adolescência e se concretiza na idade adulta, faz sentido perguntar aos mais novos: quem manda aqui? E se as crianças, que viessem ver a história de Orwel, acabassem por lhe roubar a história, e aproveitando-se do teatro, se apropriarem elas dessa mesma história? E se triunfassem? E se por momentos eles se tornassem os donos da quinta e nós porcos que obedecem?

teatro

M12 anos

50 min

2€ (escolas) | 3€ (público geral)

Foi com estas ideias que surgiu a vontade de construir um espetáculo, construído pelas crianças todos os dias, para questioná-las sobre o modo como vivemos juntos, de como nos organizamos e quais os seus perigos.

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MAR.

QUINTA 15H00 ESCOLAS

12/

MAR.

SEXTA 10H30 /15H00 ESCOLAS

13/

MAR.

SÁB. 11H00

A Quinta dos Animais —

de Inês Fonseca Santos

Direção Tonan Quito Texto Inês Fonseca Santos, a partir de A Quinta dos Animais de George Orwell Interpretação Cláudia Gaiolas Cenografia F. Ribeiro Desenho de luz Daniel Worm Desenho de som Pedro Costa Produção executiva Armando Valente e Cláudia Teixeira Produção HomemBala Coprodução LU.CA, Teatro Virgínia 37

ESTREIA

11/


7,5€ (descontos aplicáveis) 60 min M6 anos música

GMS em Concerto é um espetáculo que ao longo de uma hora apresenta diferentes estilos de música. Inicia com uma transcrição do Concerto Grosso do compositor alemão J. S. Bach seguida de uma obra original para a formação de quinteto do maestro, tubista e compositor espanhol Eduardo Nugueroles. Brass Turbulences retrata uma viagem de avião segundo o autor. Duas Melodias de Luís de Freitas Branco, uma das mais importantes figuras da cultura portuguesa do século XX, é uma obra original para orquestra de cordas aqui apresentada com um arranjo da autoria do GMS. Armenian Scenes foi uma encomenda do famoso grupo de metais Empire Brass e retrata momentos da vida dramática do povo Arménio, ilustrando a sua cultura e tradições. Por último, excertos da ópera Porgy and Bess de George Gershwin, ópera estreada em 1935 com libreto de DuBose Heyward e letras de Heyward e Ira Gershwin.

Trompetes Daniel Louro e Hugo Santos Trompa Rodrigo Carreira Trombone Nuno Scarpa Tuba Adélio Carneiro

Bio GMS tem origem nas iniciais de Grupo de Metais do Seixal, nome inicial do grupo fundado em 1989. Tem-se apresentado em concertos por todo país, Brasil e Áustria. Paralelamente à atividade performativa, o grupo tem um papel muito ativo na formação dos músicos portugueses sendo convidado a realizar master classes por todo o país.

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13/

MAR.

SÁB. 19H00

GMS

Quinteto de Metais

em concerto 39


ESTREIA

20/

MAR.

SÁB. 19H00

Coletivo Habitacional é uma coreografia política sobre Habitação, desafiando a dança a debruçar-se sobre as questões basilares da vida. O projeto move-se numa delicada manipulação do cenário, do movimento e do texto, tendo como meta uma coreoturgia em que se nasce para um mundo que está sempre a desabar. Isso é o que acontece quando se perde a casa, quando se perde o direito a estar com um filho, quando uma casa é demolida sem alternativa de habitação, quando uma cidade é bombardeada, quando se foge de um país em guerra, quando se está a pontos de perder o planeta ou quando um coletivo se desmembra e todo o seu trabalho pelo comum se perde. Para sobreviver a um acontecimento, a que gestos um se dedica um corpo? Que sons precisa de ouvir, como deseja vestir-se, que discurso rebentatório produz e que ação é esta que edifica? Coletivo Habitacional vive também de uma aproximação ao movimento social de luta pelo direito à habitação e à cidade. A partir de experiências pessoais, assume, em determinados momentos, o lugar do discurso amargo e da crítica feroz.

Bio Susana Domingos Gaspar (1980, Torres Novas) licenciou-se na Escola Superior de Dança, estudou Coreografia no "Programa Gulbenkian de Criatividade e Criação Artística" na FCG e "Dança na Comunidade" no Fórum Dança. Fez assistência coreográfica de Manuela Pedroso e Costanza Givone. Coreografou “Registo”, "Enleio", "As árvore ligam os pássaros à terra", "Foi como se o chão a engolisse" e "O Rebusco das castanhas", “Morro onde me prendo”, "Uma artista ao domicílio", “Ostinato Cantabile”, "Lava" e "Ka", "Catalága" e “Classe do Jaime”. Colaborou com o Teatro de Montemuro e a Amarelo Silvestre. Desenvolve trabalho pedagógico desde 2002 e fez mediação cultural no Museu Municipal Carlos Reis, entre 2015 e 2018. Em 2014, integrou o programa de residências e mentoria do Festival de Polverigi, em Itália. Colabora com a Stop Despejos! e a Habita! e integra o Coro Fernando Lopes Graça.

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de Susana Domingos Gaspar

60 min a classificar pela CCE

dança

Coletivo Habitacional

7,5€ (descontos aplicáveis)

Direção artística e coreoturgia Susana Domingos Gaspar Interpretação Carolina Faria, Micael Sousa Ferreira e Susana Domingos Gaspar Música Maile Colbert. Texto Nuno Pinheiro e Filipa Matta Desenho de luz e Direção Técnica João Teixeira Registo fotográfico e imagem do projeto Rui Dias Monteiro Filme-registo João Luz Produção Mundo em Reboliço Residências Câmara Municipal de Lisboa - Polo Cultural Gaivotas | Boavista, Estúdios Victor Córdon/OPART, Largo Residências, Convento do Carmo, Armazém 22, Materiais Diversos, Biblioteca de Marvila/Casa dos Direitos Sociais, 23 Milhas/Fábrica das Ideias. Apoio Fundação GDA , República Portuguesa - Cultura | DGArtes - Direção-Geral das Artes Coprodução Teatro Virgínia/Município de Torres Novas Agradecimentos Habita! – associação de luta pelo direto à habitação e à cidade, Stop Despejos!, Zé Luís Costa, Jardim da Estrela, Bernardo Theriaga, Inês Bacalhau, Coletivo 249, Júlio Costa, ADPTN, Djass - Associação de Afrodescendentes

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LAB CRIATIVO

O Dragão entre o Céu e a Terra —

Grupo de Teatro Juvenil do Virgínia

É uma comissão parlamentar. Será uma visita às dinâmicas parlamentares numa ampliação das diferentes formas de comunicar do universo político quase sempre mergulhado em palavras soltas, perdas de memória e mentiras. As estratégias de manipulação da opinião pública e os jogos estratégicos de benefício pessoal ficarão a nu, numa proposta que se quer interventiva no mote da reflexão. Numa linguagem artística irreverente apresentamos uma caricatura da realidade atual, pouco romanceada, inspirada numa infeliz verdade com que aprendemos a viver. O Dragão entre o Céu e a Terra é um texto original, escrito para integrar o projeto PANOS, da autoria do ator, encenador, realizador e dramaturgo Gonçalo Waddington.

Bio Eduardo Dias é natural de Avanca, Aveiro. Formou -se e iniciou o seu percurso teatral com Victor Valente em 1999 na Companhia do Jogo a par de uma Licenciatura em Psicologia onde aprofundou os estudos em Arte-Terapia. Colaborou como ator e encenador em diversas estruturas. Atualmente dá formação em Teatro, trabalha como ator e dirige projetos de caráter comunitário a par de um Mestrado em Estudos de Teatro na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

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27/

MAR.

SÁB. 19H00

Texto original Gonçalo Waddington Encenação Eduardo Dias Criação Coletiva Interpretação Catarina Ferreira, Constança da Silva, David Henriques, Inês Vieira, Íris Correia, Joana Duro, Margarida Inácio, Matilde de Oliveira, Miguel Nunes, Nicole Cordeiro, Pedro Escarameia, Radija Schwingel, Sara Manso, Sérgio Rodrigues, Soraia Alves Produção Teatro Virgínia

teatro

M12 anos

60 min

2 € (escolas) 7,5 € (público geral)

MAR. SEXTA 10H30 | 15H00 ESCOLAS

ESTREIA

26/

© Mauro Moura

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Lab criativo 45


LAB CRIATIVO

FEVEREIRO

MARÇO

MANHÃ E TARDE

MANHÃ E TARDE

3/4/5 3/4/5 Com a Casa às Costas —

Coletivo Lagoa Com a Casa às Costas são sessões de trabalho artístico-pedagógicas, que acontecem dentro da sala de aula de creches e infantários, numa linguagem híbrida, entre a performance, a contação de histórias e uma aula de movimento. O performer traz consigo uma mochila e carrega no corpo palavras, imaginários e histórias originais escritas pela guionista Fernanda Polacow, especificamente para o projeto. Desafiamos pequenos e grandes a juntos, improvisarmos com aquilo que ali está: o espaço, os objetos e as pessoas. Neste espaço cocriado pode surgir um mundo, um mar, uma canção, uma folha de papel e muitas outras coisas. No decorrer do tempo do encontro nascem ações e palavras: abrir, partilhar, oferecer, convidar, esperar, escutar, inventar junto e ainda muito mais por descobrir. Ouvir com o corpo, refletir com a pele, viver com os ouvidos, olhar com o coração, a mistura de sentimentos e sensações, que fazem de um corpo, um enorme órgão sensorial e vivíssimo. © Clara Bevilaqua

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Marcação prévia obrigatória

seducativo.teatrovirginia@cm-torresnovas.pt

Criação Coletivo Lagoa Direção artística Mariana Lemos Escritora Fernanda Polacow Performers Clara Bevilaqua e Guilherme Calegari Produção e Serviço Educativo Lysandra Domingues Design Gráfico Clara B. Apoio de Desenvolvimento DGArtes (Apoio de emergência ao setor das artes do Ministério da Cultura Portuguesa) Apoios de emergência ao coletivo Fundação Calouste Gulbenkian, Câmara Municipal de Lisboa

Acontecimentos artísticos-pedagógicos dentro da sala de aula

Pré-escolar

120 min

gratuito

1 turma por sessão

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LAB CRIATIVO

11/

FEV.

TEATRO VIRGÍNIA

Workshop

Improvisação, no Jazz e na Palavra —

Fábrica da Cultura . Associação Cultural

Esta atividade pretende estabelecer um paralelo entre a improvisação no jazz e a improvisação teatral, bem como oferecer ferramentas implicadas no mundo do jazz para a gestão do discurso oral. A prática da improvisação confere ao aluno um espaço livre para a experimentação e possibilita-lhe colocar em cena novas maneiras de pensar e de agir, desenvolver a linguagem, a imaginação, a perceção, a criatividade, a socialização, a memorização, a coordenação e a espontaneidade.

Marcação prévia obrigatória

seducativo.teatrovirginia@cm-torresnovas.pt workshop improvisação e música

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ensino secundário

120 min

gratuito


SEGUNDA E TERÇA

1 turma por sessão

O corpo do leitor, aparentemente imóvel e fechado sobre si mesmo, é na realidade um corpo em pleno movimento que viaja sem sair do lugar exercitando os músculos da imaginação.

90 min

gratuito

A convite da Companhia Paulo Ribeiro, Catarina Câmara propõe uma abordagem ao cruzamento dos territórios da dança e da literatura, descobrindo e movendo novas relações de sentido entre texto e movimento. Como contar os amores e desamores de D. Pedro e D. Inês de Castro, narrados no canto III dos Lusíadas, sem uma única palavra? Como traduzir para ritmo, intensidade, forma, as emoções e contradições de uma personagem como Frei Luís de Sousa?

Marcação prévia obrigatória

© Paulo Pimenta

Criação e orientação Catarina Câmara Direção e produção Companhia Paulo Ribeiro A Companhia Paulo Ribeiro é uma estrutura financiada pela República Portuguesa - Cultura/Direção- Geral das Artes

seducativo.teatrovirginia@cm-torresnovas.pt

Inspirados em poemas de autores como Sofia de Mello Breyner, Fernando Pessoa ou Almada Negreiros, seus ritmos e rimas, pausas e recursos expressivos, criaremos momentos de dança. Ao mesmo tempo, a partir do imaginário físico daremos pernas às palavras e escreveremos os nossos versos.

Bio // Catarina Câmara. Nasceu em Lisboa, onde desenvolve grande parte do seu trabalho artístico e pedagógico. Estudou Direito, Dança e, mais recentemente, fez formação em Terapia Gestalt que procura entender e facilitar as conversas entre corpo/mente. Como intérprete, destaca a colaboração com a Companhia Olga Roriz, desde 2003. É professora de improvisação e interpretação, faz movimento para teatro e conta com algumas aventuras coreográficas. Atualmente, é coordenadora do projeto Corpo em Cadeia apoiado pelo programa PARTIS da Fundação Calouste Gulbenkian (Práticas Artísticas para a Inclusão Social).

LAB CRIATIVO

de e com Catarina Câmara

22/23

2.º ciclo, 3º ciclo, secundário e escolas de dança

FEVEREIRO

Oficina de Dança

A Dança e a Literatura

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LAB CRIATIVO

a arte dá trabalho

jan. a mar. ESCOLAS

oficina

Música —

com Pedro Joaninho Ser músico de sessão. A versatilidade musical. Diferentes contextos. Gerir a ansiedade de performance.

Bio// Licenciado em Jazz e Música Moderna e mestrando em Ensino da música (Jazz), guitarrista freelancer trabalhou com nomes como DAMA, Bárbara Bandeira, Sara Carreira, David Carreira, Mickael Carreira, Olavo Bilac, Nuno Ribeiro, Mia Rose.

Ensino Secundário, alunos de Ensino Articulado (música) e outros interessados Marcação prévia obrigatória

seducativo.teatrovirginia@cm-torresnovas.pt

50

2h30

gratuito

máx. 20


LAB CRIATIVO

oficina

Videomapping —

com Mauro Moura

Mapear vídeo, pintar paredes e objetos reais com imagens virtuais, dar cor ao branco, dar luz ao escuro, animar o inanimado, tornar a superfície plana em profunda.

Bio// Mestre em Cinema, realizador de vídeos institucionais e empresariais em timelapse (ex. Boom Festival) e produtor do Teatro Virgínia.

Ensino Secundário, alunos dos cursos de Multimédia e outros interessados

6h + 6h

gratuito

1 turma por sessão

Marcação prévia obrigatória

seducativo.teatrovirginia@cm-torresnovas.pt

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LAB CRIATIVO

teatro em formação O teatro em formação é um projeto do Lab Criativo do Teatro Virgínia, que convida a experimentar e a fazer teatro no seu espaço. Todos os curiosos, interessados e com vontade de integrar esta aventura pelo mundo da criação teatral, podem fazê-lo junto a nós.

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Atelier Teatral dos Miúdos

Miúdos » 7 aos 11 anos Os miúdos do nosso Atelier Teatral encontram-se em exploração criativa para sua apresentação, em maio de 2021.

Grupo de Teatro Juvenil do Virgínia

Jovens » 12 aos 18 anos Os nossos jovens voltam a integrar o projeto Panos - Palcos Novas, Palavras Novas. Num ano atípico devido à pandemia que vivemos, regressam ao trabalho do ano anterior, que viram ser cancelado, para, finalmente, o levar à cena no Dia Mundial do Teatro.

Teatro Maior de Idade

Seniores » maiores de 50 anos A edição de 2021 terá início a partir de fevereiro. Lançamos, mais uma vez, o desafio a adultos maiores de 50, a fazerem parte deste grupo, onde a partilha de novas e velhas experiências acontece. A encenação estará a cargo de Eduardo Dias.

Frequência gratuita | Lotação limitada a 20 participantes Inscrições até 31 de janeiro | As inscrições podem ser submetidas através do formulário disponibilizado junto da bilheteira do Teatro Virgínia ou do link disponibilizado na nossa página web

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INFORMAÇÕES —

CONTACTOS 249 839 300 Teatro Virgínia Largo José Lopes dos Santos | 2350-686 Torres Novas www.teatrovirginia.pt LAB CRIATIVO 249 839 305 | seducativo.teatrovirginia@cm-torresnovas.pt BILHETEIRA 249 839 309 | bilheteira.teatrovirginia@cm-torresnovas.pt » segunda a sexta das 15h às 18h30 » em dias de espetáculo abre 2 horas antes do mesmo e encerra 30 minutos após o seu início » nos 30 minutos que antecedem os espetáculos, só se vendem bilhetes para o mesmo. BILHETEIRA ONLINE Poderá adquirir os seus bilhetes sem ter de deslocar-se à nossa bilheteira, aceda a www.bilheteiraonline.pt e imprima o seu bilhete em casa. PONTOS DE VENDA ADERENTES Poderá adquirir os seus bilhetes nos pontos de venda Worten e na Fnac. DESCONTOS Os bilhetes com desconto são pessoais e intransmissíveis e obrigam à identificação no ato a compra e na entrada quando solicitada. Os descontos não são acumuláveis. Os espetáculos sujeitos a descontos estão devidamente assinalados. Descontos de 30% » Família (pai/mãe com filhos menores) » Estudantes » Pessoas portadoras de deficiência » Desempregados » Maiores de 65 anos* » Funcionários do Município de Torres Novas » Grupos de 10 ou mais pessoas* Descontos de 50% » Cartão do idoso do Município de Torres Novas » Espetáculos para Famílias 3 ou + elementos (pontual) Programa És Cultura 18 Entrada gratuita para jovens que completem 18 anos em 2020. Válido durante 12 meses após a data do aniversário. » Aplicável nos espetáculos promovidos pelo Município de Torres Novas, limitada à lotação disponível. Não se realizam reservas. Os bilhetes têm de ser levantados na semana do espetáculo, até uma hora antes do seu início, mediante apresentação do cartão do cidadão. O bilhete é intransmissível. *Descontos disponíveis também nos pontos de venda aderentes.

PREÇOS ESPECIAIS » Grupos do Teatro em Formação | espetáculos de teatro, dança contemporânea e música erudita — 5€ e espetáculos do Lab Criativo — 1€ » Grupos de teatro amador do concelho de Torres Novas | espetáculos de teatro — 5€ » Escolas de dança | espetáculos dança contemporânea — 5€ » Escolas de música e bandas filarmónicas do concelho de Torres Novas | espetáculos de música erudita — 5€

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RESERVAS Após terem sido efetuadas, têm de ser levantadas no prazo de 7 dias e/ou até 4 dias antes da realização do espetáculo, caso contrário serão anuladas automaticamente pelo sistema. As reservas poderão ser efetuadas na bilheteira do Teatro Virgínia, através de telefone ou email. Não existe lista de espera para eventuais desistências. DEVOLUÇÕES Se por motivo de força maior a data de espetáculo for alterada, os bilhetes adquiridos serão válidos para a nova data definitiva. Serão restituídas aos espetadores que o exigirem, as importâncias dos respetivos ingressos sempre que não se puder efetuar o espetáculo no local, na data e hora marcados, assim como em caso de cancelamento do espetáculo. Os portadores dos ingressos do espetáculo em causa devem apresentar-se na bilheteira, num prazo de 8 dias, a fim de deixarem os dados pessoais (NIB e NIF) para a restituição do respetivo valor dos ingressos. O mesmo se aplica em casos de interrupção do espetáculo, nos mesmos prazos e com as mesmas condições. A devolução das respetivas importâncias será feita no prazo máximo de 30 dias. CONDIÇÕES DE ACESSO Após o início do espetáculo não é permitida a entrada na sala, não havendo lugar ao reembolso do preço pago pelo bilhete, salvo indicação dos assistentes de sala e apenas para lugares disponíveis no balcão e camarotes. Programas e elencos podem ser alterados por motivos imprevistos. Os menores de 3 anos não podem assistir a quaisquer espetáculos, mesmo que acompanhados pelos pais (exceto nas atividades especificamente dirigidas a este público), de acordo com o artigo 26.º do Dec. Lei 23/2014. O bilhete deverá ser conservado até ao final do espetáculo. É expressamente proibido filmar, fotografar ou gravar, assim como fumar, consumir alimentos ou bebidas. À entrada, os espetadores devem desligar os telemóveis e outras fontes de sinal sonoro.

EQUIPA

— Direção Elvira Sequeira Coordenação Técnica e Produção Carlos Ferreira Produção Mauro Moura Produção Executiva Cláudia Plácido Lab Criativo Joana Carreira Técnico de Luz , Maquinaria de Cena e Audiovisuais João Guia Técnico de Som João Cotovio e Rafael Prazeres Direção de Cena e Apoio Técnico Paulo Silva Bilheteira Ana Cunha e João Inácio Assistentes de Sala Ana Cunha, Dulce Cruz, Joana Vieira, João Inácio, Paulo Claudino, Ricardo Rosado, Rita Pereira, Sandra Alcobia, Sílvia Martins e Sandra Soares Manutenção Cláudio Marques Limpeza Sílvia Reis Comunicação e Imprensa Liliana Oliveira | CI Design Sofia Ferreira | CI Paginação Norberto Triães | CI Divulgação João Inácio, Paz Miguel e José Ramos


PLANTA DA SALA

TE A

CAMAROTE

CAMARO

B

TE C

RO CAMA

CAM

ARO

TE D

O N

BALCÃO

M

L K P

J

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I

N M

H

L

G

K J

F

ALTA

H

D

ALTA

PLATEIA

PLATEIA

I

E

G

C

F E

B A

D C B A

PLATEIA

PALCO

LOTAÇÃO Lotação segundo as Normas e Orientações da Direção-Geral de Saúde


Teatro Virgínia

Largo José Lopes dos Santos 2350-686 Torres Novas www.teatrovirginia.pt facebook.com/teatrovirginiatorresnovas www.cm-torresnovas.pt

INICIATIVA

Profile for Município de Torres Novas

Agenda Teatro Virgínia - janeiro a março 2021  

Agenda Teatro Virgínia - janeiro a março 2021  

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