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Temporada ― 2020/2021

Agenda #3

abril maio junho julho 2021

Teatro Virgínia Largo José Lopes dos Santos 2350-686 Torres Novas www.teatrovirginia.pt facebook.com/ teatrovirginiatorresnovas www.cm-torresnovas.pt


temporada 2020/2021 . agenda #3 ABRIL 23 (1)

sexta

25 (1)

INFO

FAKE de Inês Barahona e Miguel Fragata

Fernando Tordo

domingo As Canções da Minha Vida

30 (1)

sexta

Sonho que não se pode quebrar e não se pode quebrar e não se… de A.ves

ABERTURA BILHETEIRA

10 €* teatro M16

19 abril

gratuito** música M3

19 abril

7,5 €* performance M18

8

sábado

22 (1)

O Dragão entre o Céu e a Terra Paulo Gonzo: The Essential Festival Montepio Às Vezes o Amor

Leandro, Rei da Helíria

sábado ESTREIA Atelier Teatral dos Miúdos

29 (1)

sábado

sábado

12 (1)

sábado

25 (1)

sexta 19 abril

26 (1)

sábado

Coletivo Habitacional

de Susana Domingos Gaspar

7,5 €* teatro M12

3 maio

1 (1)

15 €* música M6

3 maio

2 (1)

7,5 €* teatro M6

10 maio

8 (1)

7,5 €* dança M16

17 maio

9(1)

quinta

sábado

quinta

sexta

15(1)

JUNHO 5 (1)

19 (1)

A Gaivota Companhia João Garcia Miguel

Eduardo Madeira convida Manuel Marques e Joel Ricardo Santos

Quarta-feira: o tempo das cerejas de Cláudia Dias

Tiago Bettencourt 2019 Rumo ao Eclipse

7,5 €* teatro M16

7 junho

15 € stand-up/ música M16

12 maio

7,5 €* dança

14 junho

15 €* música M6

14 junho

entrada livre música M6

Jazz às quintas

M12

JULHO // FORA DE PORTAS

sábado Grupo de Teatro Juvenil do Virgínia ESTREIA

15 (1)

sexta

sábado

MAIO (1)

18 (1)

quinta

FUTURICIDADE Marta Tomé e Rui Matoso

Samuel Úria Canções do Pós-Guerra

5€ dança, teatro, vídeo, música M6 10 €* música M6

Improvisação, no Jazz e na Palavra JARDIM DAS ROSAS. TORRES NOVAS

GMS – Quinteto de Metais JARDIM DAS ROSAS. TORRES NOVAS

Lokomotiv

JARDIM DAS ROSAS. TORRES NOVAS

T0 + 1 . de Thorsten Gruetjen JARDIM DAS ROSAS. TORRES NOVAS

Desidério Lázaro . Homegrown JARDIM DAS ROSAS. TORRES NOVAS

entrada livre música M6 entrada livre música M6 entrada livre música M6 gratuito música

Jazz às quintas

gratuito música

Jazz às quintas

público geral

24 maio

22

31 maio

* Descontos aplicáveis **Mediante levantamento de bilhete (limitado a 2 por pessoa) (1) Horários definidos mediante restrições em vigor.

(1)

quinta

Diogo Santos . Aroeira

JARDIM DAS ROSAS. TORRES NOVAS

Jazz às quintas

público geral


Temporada ― 2020/2021

Agenda #3

abril maio junho julho 2021


02 04 06 14 24 38 52 60

editorial

medidas de segurança

abril

maio

junho

julho

lab criativo

informações


Temporada ― 2020/2021

Agenda #3

abril maio junho julho 2021


Num tempo intermitente em que ora nos fechamos ora nos abrimos ao mundo, a abertura do Teatro Virgínia com espetáculos presenciais é sempre motivo de regozijo. Em qualquer dos espetáculos que vos oferecemos há a criação, a reflexão a discussão a análise do mundo e comportamentos que vimos ser alterados com a presença de um vírus que estando presente no mundo há muito, transformou de novo a nossa vida. Contudo, os problemas que debatemos em qualquer expressão artística são os mesmos mas com as novas roupagens que aqui vos será apresentado. Quer na música, teatro ou dança, a verdade ou a mentira, a manipulação, a humanidade ou identidade levarão ao questionamento do que é essencial, o Amor que acaba por nos mover todos os dias. Por isso fazer parte do Festival Montepio Às Vezes o Amor com Paulo Gonzo é motivador. Desfrutem destes espetáculos que agora vos oferecemos, quer dentro quer fora de portas, no jardim, nas escolas, na sala, com essa paixão que nos move a estarmos juntos de novo.

A VEREADORA DA CULTURA

Elvira Sequeira


editorial O Teatro Virgínia reabre as suas portas! Após um segundo confinamento, que encerrou os equipamentos culturais e suspendeu a sua programação, eis que o nosso Teatro retoma a sua atividade presencial. De abril a julho, com todas as medidas de segurança, reagendámos muitos dos espetáculos que tiveram de ser adiados, não só em 2020 mas também no primeiro trimestre de 2021. Porque não queremos deixar ninguém para trás, honrámos os compromissos assumidos e fazemos subir ao palco espetáculos anteriormente anunciados mas que, devido à pandemia, não se puderam concretizar. E iremos fazê-lo nas mais diversas manifestações artísticas, do teatro à música, da dança à stand-up comedy. Damos espaço aos artistas nacionais como Fernando Tordo, Paulo Gonzo, Eduardo Madeira, Samuel Úria, entre tantos outros, mas não descuramos aqueles que, aqui tão perto, desenvolvem o seu trabalho com enorme empenho e rigor como Marta Tomé, Susana Domingos Gaspar ou A.ves ou os que, ainda tão jovens, dão os primeiros passos no mundo da representação através do projeto do Lab Criativo, o Teatro em Formação. Porque a cultura é segura, porque a agenda é diversa e rica, porque vos queremos ver por aqui, fica o desafio. Estamos de volta. Volte também. O PRESIDENTE DA CÂMARA

Pedro Paulo Ramos Ferreira


medidas de segurança Cumpra a etiqueta respiratória

Quando espirrar ou tossir tape o nariz e a boca com o braço ou com lenço de papel que deverá ser colocado imediatamente no lixo

No final do espetáculo permaneça sentado no seu lugar aguarde indicações dos assistentes de sala

É proibida a entrada após o fecho de portas Proibido o uso de telemóvel, filmar ou fotografar Uso de máscara obrigatório nas instalações e ao longo de todo o espetáculo

Mantenha a distância de segurança pelo menos 2 metros

Higienize as mãos antes de entrar na sala de espetáculos e pelo menos a cada 2 horas

Respeite os circuitos de circulação é crucial para mantermos o distanciamento necessário

Sente-se nos lugares atribuídos não ocupe lugares de segurança

4


Atendendo à atual conjuntura, a nossa programação poderá sofrer alterações no seguimento de novas medidas de combate à COVID-19. Os horários e datas serão definidos ou reajustados mediante as medidas ou restrições em vigor no âmbito da pandemia. Mantenha-se atenta/o à informação veiculada em www.teatrovirgínia.pt ou www.facebook.com/teatrovirginiatorresnovas. Neste trimestre, a venda de bilhetes será feita de forma faseada, na página de cada espetáculo encontrará a data de abertura da bilheteira. Em caso de dúvida contacte-nos através do email bilheteira.teatrovirginia@cm-torresnovas.pt ou do telefone 249 839 309.

Confirme atempadamente as datas e horários dos espetáculos e oficinas. Conheça atempadamente as restrições de circulação aplicáveis que possam condicionar a sua vinda ao Teatro Virgínia. Confirme atempadamente as datas de abertura de bilheteira e os horários para cada espetáculo.

5


abril


23/

ABRIL

SEXTA-FEIRA*

«Fake» gravita em torno da figura de Norma B.: uma famosa escritora de romances policiais. Na sua bibliografia, encontra-se um título curioso: «Como Assassinar O Seu Marido», a história de uma mulher que, como o próprio nome indica, não termina sem que o seu marido seja assassinado. É esse título que lhe traz notoriedade, pela circunstância de, alguns anos depois, Norma ser detida, acusada pela misteriosa morte do seu próprio marido – um famoso professor de culinária. Mesmo antes de poder pronunciar-se, Norma é julgada publicamente. A sua obra é a prova irrefutável da sua culpa. Os textos escritos por si para dar voz às suas personagens, às suas criaturas, são imputados à criadora. Os seus movimentos mudos, escrutinados em todas as redes sociais. Um súbito close-up sobre a forma como transporta um saco de lixo parece dizer tudo, segundo os seus vizinhos. Para a imprensa mundial, a autora de um título tão sugestivo, só pode ter as piores das intenções. A verdade parece evidente, não? «Fake» explora as tensões entre a verdade e a mentira, informação e desinformação, crenças individuais, coletivas e a nossa propensão para acreditar nos preconceitos que carregamos. Em «Fake», o Teatro dialoga com o Cinema, numa tentativa de destrinçar a verdade da mentira. A câmara faz o papel de um polígrafo implacável, procurando distinguir um bom ator de um mau mentiroso, num derradeiro close-up.

27/

ABRIL

ESCOLAS (1)

[MANHÃ E TARDE]

CONVENTO CARMO (2) [18 HORAS]

LAB CRIATIVO ensino secundário(1) professores, mediadores e outros interessados(2) 2 horas 1 turma por sessão gratuito

8

FAKE aka Mentira —

oficina de sensibilização para a desinformação Orientada por Frederico Batista Como detetar uma falsa notícia? Como destrinçar informação verdadeira de informação falsa? Será que as redes sociais manipulam a verdade e o nosso olhar? A partir de 2 ou 3 exemplos de fake news amplamente difundidas, vamos mostrar como através de fact checking se consegue desmascarar uma mentira. Um trabalho de sensibilização para a desinformação, que oferece ferramentas para o dia a dia. Marcação prévia obrigatória: seducativo.teatrovirginia@cm-torresnovas.pt

*HORÁRIOS DEFINIDOS MEDIANTE RESTRIÇÕES EM VIGOR.


FAKE

— Inês Barahona e Miguel Fragata / Formiga Atómica

teatro M16 anos 105 min BILHETEIRA : 19 de abril

10 € (descontos aplicáveis)

© Pedro Macedo - Framed Photos

Encenação Miguel Fragata Texto Inês Barahona e Miguel Fragata Com Anabela Almeida, Carla Galvão, Duarte Guimarães, João Nunes Monteiro e Beatriz Batarda, Isabel Abreu ou Sandra Faleiro Interpretação vídeo Beatriz Batarda, Cirila Bossuet, Isabel Abreu, Madalena Almeida, Márcia Breia, Sandra Faleiro, Sílvia Filipe e Teresa Madruga Vídeo Tiago Guedes (realização), João Gambino (direção técnica), Bernardo Santos e Francisco Romão (operação) Cenografia Henrique Ralheta Figurinos José António Tenente Desenho de luz Rui Monteiro Música Hélder Gonçalves Desenho de som Nelson Carvalho Operação de som Tiago Ferreira Direção técnica Luís Ribeiro Construção da cenografia Thomas Kahrel Design Mariana Rosa e Rita Vieira Produção Ana Lobato e Luna Rebelo / Formiga Atómica Coprodução TNDMII, TNSJ, Cine-Teatro Louletano, Formiga Atómica Apoio financeiro Câmara Municipal de Lisboa Apoio à residência artística Centro Cultural de Belém, Polo Cultural das Gaivotas | Boavista, Companhia Olga Roriz Apoio ETIC – Escola de Tecnologias, Inovação e Criação Agradecimentos Eric da Costa, Freepik.com, Hospital de Bonecas, José Maria Senart, Manuel Silva, Nome Próprio, Nuno Madeira, Silvestre Borges A Formiga Atómica é uma estrutura financiada por: República Portuguesa – Cultura/Direção-Geral das Artes

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25/

[Concerto comemorativo do 25 de Abril de 1974]

ABRIL

DOMINGO*

música

M6 anos

90 min

entrada gratuita mediante levantamento de bilhete (limitado a 2 por pessoa) BILHETEIRA : 19 de abril

Fernando Tordo — As Canções da Minha Vida

Em «As Canções Da Minha Vida», Fernando Tordo recorda os grandes temas e as memórias que sobressaem da sua vida artística. Com o carisma e energia que lhe são conhecidos, Fernando Tordo apresenta-se em palco acompanhado por músicos de reconhecido talento que nos últimos anos têm contribuído para a renovação musical das suas canções. Novos arranjos e uma sonoridade mais intimista convidam o público a mergulhar no talento das palavras e das melodias que se escutam, por exemplo, em canções intemporais como «Estrela da Tarde», «Tourada», «Adeus Tristeza» ou «Cavalo à Solta».

Voz e guitarra Fernando Tordo Saxofone Lino Guerreiro Piano Valter Rolo Contrabaixo Miguel Menezes

10

*HORÁRIOS DEFINIDOS MEDIANTE RESTRIÇÕES EM VIGOR.


© Rita Carmo

Bio Com um percurso artístico de impressionante longevidade, que se prolonga por mais de 50 anos, Fernando Tordo é autor de algumas das canções mais célebres da música na língua portuguesa. Graças ao seu inegável talento, o seu trabalho enquanto compositor, escritor e cantor permitiu-lhe construir uma carreira ímpar, repleta de edições discográficas, composições e concertos marcantes.

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30/

ABRIL

SEXTA-FEIRA*

Sonho que não se pode quebrar e não se pode quebrar e não se pode… — A.ves

A partir da obra The Dream de Henri Rousseau e Sestina for the Douanier de Sylvia Plath, obramos vagarosamente lugares [como potências oníricas]. Levemente trago palavras para suportar este ambiente visceral e quiçá libertá-lo, nesse universo onı́rico, desconhecido, estrangeiro. Da «imparcialidade» construída continuamente no subconsciente e corpo; florescem as flores de lótus, mas não cheira a pântano, a lodo, a putrefação. _algo está errado, belisco-me_; hipnotizam-se tigresas e leões, os pisam. _algo está errado, belisco-me_: chamam-se as cobras no deserto, vibrações inimigas arrancam-lhes o maxilar. _algo está errado, belisco-me_ “Imparcialmente” assistimos ao sonho de Yadwiga. Yadwiga é, e sonha, vive, no subconsciente, A cobra é, fundadora e intemporal, tem cores vibrantes, Pigmentos Sonha, a preto, a branco Onde, é, que, está, o, teu?

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*HORÁRIOS DEFINIDOS MEDIANTE RESTRIÇÕES EM VIGOR.


Criação, texto e dramaturgia A.ves Cocriação e performance A.ves, Leonor Lopes, Patrícia Alves e Francisco Arez Assistente performer Leonor Mendes Maquilhagem Alice Antunes Assistência Josefa Pereira e Beatriz Pereira Residências O Corpo da dança – Torres Novas, Pólo Cultural das gaivotas Boavista – Lisboa, PENHA SCO Arte Cooperativa– Lisboa

performance M18 anos 110 min BILHETEIRA : 19 de abril

7,5 € (descontos aplicáveis)

lotação limitada a 40 lugares

© Alípio Padilha

Bio A.ves cresceu pelo sopé da Serra d´Aire. Aos 14 anos começou a estudar dança na Escola O Corpo Da Dança – Torres Novas. Participou em 2 escolas de Verão no Festival Materiais Diversos, com Miguel Pereira e Teresa Silva (2015) e com o Marcelo Evelin (2016). Participou como performer na peça de Ana Borralho e João Galante Gatilho da Felicidade (2017), no projeto P.E.D.R.A. – Clara Andermatt (2018), na peça de Raimund Hoghe Momentos of Young People (2018), na peça de Pedro Barreiro O Mandarim (2018) e na peça Velã de Leonor Lopes (2020). Estudou na ESD em Lisboa (2017-2019) e na AHK em Amesterdão (2019-2020). O seu trabalho como criadora propõe refletir e abrir temas como empatia, queerness, herança e contaminação.

13


maio


LAB CRIATIVO

O Dragão entre o Céu e a Terra — Grupo de Teatro Juvenil do Virgínia

Este espetáculo contém linguagem que pode ferir a sensibilidade dos espectadores. Bio Eduardo Dias é natural de Avanca, Aveiro. Formou -se e iniciou o seu percurso teatral com Victor Valente em 1999 na Companhia do Jogo a par de uma Licenciatura em Psicologia onde aprofundou os estudos em Arte-Terapia. Colaborou como ator e encenador em diversas estruturas. Atualmente dá formação em Teatro, trabalha como ator e dirige projetos de caráter comunitário a par de um Mestrado em Estudos de Teatro na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

16

*HORÁRIOS DEFINIDOS MEDIANTE RESTRIÇÕES EM VIGOR.


É uma comissão parlamentar. Será uma visita às dinâmicas parlamentares numa ampliação das diferentes formas de comunicar do universo político quase sempre mergulhado em palavras soltas, perdas de memória e mentiras. As estratégias de manipulação da opinião pública e os jogos estratégicos de benefício pessoal ficarão a nu, numa proposta que se quer interventiva no mote da reflexão.

8/

MAIO

SÁBADO*

ESTREIA

Numa linguagem artística irreverente apresentamos uma caricatura da realidade atual, pouco romanceada, inspirada numa infeliz verdade com que aprendemos a viver. O Dragão entre o Céu e a Terra é um texto original, escrito para integrar o projeto PANOS, da autoria do ator, encenador, realizador e dramaturgo Gonçalo Waddington.

© Mauro Moura

Texto original Gonçalo Waddington Encenação Eduardo Dias Criação Coletiva Interpretação Catarina Ferreira, Constança Arreigota, Constança da Silva, David Henriques, Diana Branco Gomes, Inês Vieira, Íris Correia, Joana Duro, Madalena Cardoso, Margarida Inácio, Matilde de Oliveira, Miguel Nunes, Nicole Cordeiro, Pedro Escarameia, Radija Schwingel, Rafael Filipe, Sara Manso, Sérgio Rodrigues, Soraia Alves, Vera Oliveira Produção Teatro Virgínia teatro

M12 anos

60 min

7,5 € (descontos aplicáveis) . BILHETEIRA : 3 de maio

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«Só mesmo as canções parecem dispor do sortilégio que lhes permite adaptarem-se a ocasiões especiais das nossas vidas. Olhemos, ouvindo, os dois inéditos que Paulo Gonzo nos oferece a abrir este The Essential. No primeiro, Quem Foi, traçado a piano e a cordas, as palavras iniciais passaram recentemente por todos nós: “Quem foi que deu aos meus dias um nó tão apertado?” Mais adiante, há uma resolução que também aconchegámos, para estes tempos difíceis: “Eu quero dar mais de mim”. Damos de caras com Está Tudo Bem , a frase que tanto procurámos, fosse qual fosse a origem. Órgão e guitarra em tensão, à maneira do artista, conduzem-nos aonde queríamos: “Parece um espanta-medos a falar e a dizer – está tudo bem, eu já cheguei”. É inevitável que, por agora, ouçamos estas duas novidades de uma forma particular. Não é menos seguro que, quando os ventos e as marés voltarem a uma passada normal, estas cantigas ganhem outros contornos, sinais, lugares, sentidos. Como acontece sempre com o património artístico acumulado por Paulo Gonzo.» João Gobern – Março 2020 Com o seu novo espetáculo, que explora diferentes abordagens do repertório de sempre, Paulo Gonzo é um artista que consegue apelar tanto ao público feminino, como ao masculino, cantor, compositor e performer, fazem deste músico, um dos melhores artistas portugueses da atualidade. Um espetáculo de grande qualidade artística e repleto de êxitos intemporais.

Bio Paulo Gonzo – em 1975 começou as primeiras músicas e o primeiro disco é de 1979. O seu talento e sucesso como cantor , compositor e performer, fazem deste músico, um dos melhores artistas portugueses da atualidade. Paulo Gonzo continuam a conquistar o seu público sendo uma referência obrigatória da música pop produzida em Portugal nas últimas três décadas.

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Paulo Gonzo

15/

— The Essential

MAIO

SÁBADO*

Festival Montepio Às Vezes o Amor

© Bruno Simão

Vox Paulo Gonzo Guitarra Rui Manuel da Silva Gonçalves Magalhães Baixo Luciano Guerreiro Barros Piano Paulo Sérgio Ramalhete de Matos

música

M6 anos

90 min

15 € (descontos aplicáveis) BILHETEIRA : 3 maio

*HORÁRIOS DEFINIDOS MEDIANTE RESTRIÇÕES EM VIGOR.

19


LAB CRIATIVO

22/

MAIO

SÁBADO*

ESTREIA

Leandro, Rei da Helíria — Atelier Teatral dos Míudos

O atelier teatral dos miúdos visita o reino da Helíria, uma obra da escritora e jornalista Alice Vieira. Apresentamos, livremente, uma história antiga de um Rei bondoso que tem três filhas com nome de flores, Amarílis, Violeta e Hortênsia. Um dia o grande Rei Leandro sonha que perderá o seu reino, confuso, decide entregar o trono a duas das suas filhas que provaram falsamente em palavras o amor que sentiam pelo Pai, expulsando Violeta, a filha mais nova, por não gostar da comparação “Quero-vos como a comida quer o sal…” . Entre falsas entregas de amor, ingratidão e sonhos desfeitos Amarílis e Hortênsia empurram o Rei para a solidão. Acompanhado do seu Bobo parte em longas viagens, e à medida que a dor lhe ilumina o espírito, adquire a majestade de que carecia quando tinha o poder nas mãos. Regressa, e com o poder transformador dos afetos recupera o seu reino junto de Violeta, a sua filha mais nova. Bio Eduardo Dias é natural de Avanca, Aveiro. Formou -se e iniciou o seu percurso teatral com Victor Valente em 1999 na Companhia do Jogo a par de uma Licenciatura em Psicologia onde aprofundou os estudos em Arte-Terapia. Colaborou como ator e encenador em diversas estruturas. Atualmente dá formação em Teatro, trabalha como ator e dirige projetos de caráter comunitário a par de um Mestrado em Estudos de Teatro na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

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*HORÁRIOS DEFINIDOS MEDIANTE RESTRIÇÕES EM VIGOR.


ESTREIA teatro M6 anos 60 min BILHETEIRA : 10 maio

7,5 € (descontos aplicáveis)

© créditos fotográficos

Texto original Alice Vieira Encenação Eduardo Dias Criação Coletiva Interpretação António Gabriel Costa, Augusto Morais de Oliveira, Bernardo Carvalho, Bruna Fonseca, Leonor Viana, Margarida Oliveira, Maria Clara Santos, Maria Clara Branco, Maria Inês Lavado, Maria Leonor Santos, Miguel José Moita, Noa Marques, Pedro Lavado, Rafael Lopes Desenho Bernardo Carvalho Produção Teatro Virgínia

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29/

MAIO

SÁBADO*

Coletivo Habitacional é uma coreografia política sobre Habitação, desafiando a dança a debruçar-se sobre as questões basilares da vida. O projeto move-se numa delicada manipulação do cenário, do movimento e do texto, tendo como meta uma coreoturgia em que se nasce para um mundo que está sempre a desabar. Isso é o que acontece quando se perde a casa, quando se perde o direito a estar com um filho, quando uma casa é demolida sem alternativa de habitação, quando uma cidade é bombardeada, quando se foge de um país em guerra, quando se está a pontos de perder o planeta ou quando um coletivo se desmembra e todo o seu trabalho pelo comum se perde. Para sobreviver a um acontecimento, a que gestos um se dedica um corpo? Que sons precisa de ouvir, como deseja vestir-se, que discurso rebentatório produz e que ação é esta que edifica? Coletivo Habitacional vive também de uma aproximação ao movimento social de luta pelo direito à habitação e à cidade. A partir de experiências pessoais, assume, em determinados momentos, o lugar do discurso amargo e da crítica feroz. Coletivo Habitacional sempre me soou como um título que deve ser lido em português do Brasil.

Bio Susana Domingos Gaspar (1980, Torres Novas) licenciou-se na Escola Superior de Dança, estudou Coreografia no Programa Gulbenkian de Criatividade e Criação Artística e "Dança na Comunidade" no Fórum Dança. Fez assistência coreográfica de Manuela Pedroso e Costanza Givone. Coreografou “Registo”, "Enleio", "As árvore ligam os pássaros à terra", "Foi como se o chão a engolisse" e "O Rebusco das castanhas", “Morro onde me prendo”, "Uma artista ao domicílio", “Ostinato Cantabile”, "Lava" e "Ka", "Catalága" e “Classe do Jaime”. Colaborou com o Teatro de Montemuro e a Amarelo Silvestre. Desenvolve trabalho pedagógico desde 2002 e fez mediação cultural no Museu Municipal Carlos Reis, entre 2015 e 2018. Em 2014, integrou o programa de residências e mentoria do Festival de Polverigi, em Itália. Colabora com a Stop Despejos! e a Habita! e integra o Coro Fernando Lopes Graça.

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*HORÁRIOS DEFINIDOS MEDIANTE RESTRIÇÕES EM VIGOR.


Direção artística e coreoturgia Susana Domingos Gaspar Interpretação Carolina Faria, Micael Sousa Ferreira e Susana Domingos Gaspar Música Maile Colbert Texto Nuno Pinheiro e Filipa Matta Desenho de luz e Direção Técnica João Teixeira imagem do projeto fotografia do livro Basta que um passáro voe (Terceira Pessoa, 2020) de Rui Dias Monteiro e Vítor Ferreira Registo fotográfico e imagem do projeto Rui Dias Monteiro Filme-registo João Luz Produção Mundo em Reboliço Residências Câmara Municipal de Lisboa - Polo Cultural Gaivotas | Boavista, Estúdios Victor Córdon/OPART, Largo Residências, Convento do Carmo, Armazém 22, Biblioteca de Marvila, 23 Milhas/Fábrica das Ideias. Apoio Fundação GDA , República Portuguesa – Cultura | DGArtes – Direção-Geral das Artes Coprodução Teatro Virgínia/Município de Torres Novas Agradecimentos Habita! – associação de luta pelo direto à habitação e à cidade, Stop Despejos!, Djass - Associação de Afrodescendentes, Mulheres p'lo Direito à Habitação, Projeto LigAções, Jardim da Estrela, Parque da Lavandeira - Parque Biológico de Gaia, Zé Luís Costa, Bernardo Theriaga, Inês Bacalhau, Coletivo 249, Júlio Costa, ADPTN.

Coletivo Habitacional — de Susana Domingos Gaspar

dança

a classificar pela CCE

60 min

7,5 € (descontos aplicáveis) . BILHETEIRA : 17 maio

23


junho


5/

JUN.

SÁBADO*

dança, teatro, vídeo, música

M6 anos

60 min

5 € (preço único)

BILHETEIRA : 24 de maio

FUTURICIDADE — Marta Tomé e Rui Matoso

FUTURICIDADE visa mobilizar nos jovens estudantes o entusiasmo pelo desenvolvimento pessoal, a autonomia e a responsabilidade no exercício da cidadania plena. Integrado no Projeto Cultural de Escola do Agrupamento de Escolas Gil Paes/Escola Secundária Maria Lamas e no Plano Nacional das Artes, FUTURICIDADE tem a sua génese nas práticas da dança contemporânea e da performance relacionadas com o movimento individual e coletivo. Através de uma metodologia interdisciplinar, o espetáculo FUTURICIDADE visa ativar esse corpo de ideias e de práticas, trazendo-as para o contexto da participação e da emancipação: ativar as vozes e os discursos críticos dos jovens cidadãos na sua ampla diversidade. Os processos criativos são desenvolvidos a partir da análise de “O Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória”, um documento pertinente para favorecer nas gerações futuras o dever cívico de aprofundar a cidadania cultural e o direito à cidade. FUTURICIDADE é um espaço de partilha de experiências e de aprendizagem da inteligência coletiva sobre práticas urbanas; e um lugar que procura reimaginar e construir um futuro da cidade a partir da complexidade do presente e da sua transformação num horizonte de vida comum, respeitando todas as formas de vida, o pluralismo e a diversidade cultural.

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*HORÁRIOS DEFINIDOS MEDIANTE RESTRIÇÕES EM VIGOR.


Criação Marta Tomé e Rui Matoso Cocriação e interpretação alunas e alunos 12.º AVA – ESML Textos, vídeos e sonoplastia Marta Tomé, Rui Matoso e alunas e alunos 12.º AVA – ESML Produção Patrícia Domingos Apoios República Portuguesa – Cultura/ Direção Geral das Artes, Município de Torres Novas, Museu Municipal Carlos Reis, Teatro Virgínia, Associação Materiais Diversos Parceria Institucional Agrupamento de Escolas Gil Paes, Escola Secundária Maria Lamas, Plano Nacional das Artes

Bios Marta Tomé é licenciada em Dança pela ESD onde trabalhou com os coreógrafos Clara Andermatt, Amélia Bentes, Rui Horta e Paulo Ribeiro. Foi intérprete em obras de Clara Andermatt, Vera Alvelos, Tânia Carvalho e Vortice Dance Company. Fez assistência coreográfica à peça Dança para Músicos de Vera Mantero, para a Associação Materiais Diversos. Criou as peças Terra-chão, Memória-Colectiva, Uma carta sobre a Dança, O Fio e a Meada, Elvira conta-contos e A Lenda da Borboleta e cocriou O Físico e O Medidor de Passos. Rui Matoso é investigador no laboratório CICANT – Centro de Investigação em Comunicação Aplicada, Cultura e Novas Tecnologias. Professor de Políticas Culturais na Escola Superior de Teatro e Cinema e na Universidade Lusófona. Anteriormente investigou no ZKM | Center for Art and Media e foi research fellow no Arquivo Vilém Flusser (Berlin, Universitat der Kunst). Co-editou o livro “Art and Photography in Media Environments” (Edições Lusófonas – ECREA, 2016).

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12/

JUN.

música

M6 anos

90 min

BILHETEIRA : 31 maio

10 € (descontos aplicáveis)

SÁBADO*

Samuel Úria — Canções do Pós-Guerra

«Canções do Pós-Guerra» foi o título que Samuel Úria escolheu para o seu mais recente disco. Premonitório? Talvez… dizem que a arte tem essa capacidade, esse recurso de preceder os acontecimentos. Neste caso, esta «guerra» será, como sempre, interior e espiritual. Uma vez mais, Samuel Úria obriga-nos a olhar para dentro. Não num exercício egocêntrico mas antes como parte de um caminho de necessária partilha. Efetivamente, o repertório deste novo trabalho foi composto e gravado em período pré pandemia. E por muito que se apregoe que este «Canções do Pós-Guerra» é o disco mais confessional de Samuel Úria, tal como em registos anteriores, ou ainda mais, as suas composições confrontam-nos connosco próprios, algo que só as «canções eternas» têm a capacidade de provocar. Mas este concerto tem ainda o propósito de conduzir o público numa viagem à criatividade de Samuel Úria, num percurso que terá um pé nos seus trabalhos anteriores. E se esperam que a jornada seja tranquila, desenganem-se, o conforto dos vossos lugares vai ser frequentemente assaltado pela energia explosiva com que Samuel e companheiros desequilibram (ou deveríamos dizer, equilibram) os momentos de intimidade.

Bio Nascido no decote da nação, entre o Caramulo e a Estrela, Úria leva para os palcos o blues do Delta do Dão. De lenda rural para lenda urbana, tudo está certo: meio homem meio gospel, mãos de fado e pés de roque enrole. Com uma proveniência marcada pelo punk, pelo rock’n’roll e pela estética low-fi, Samuel Úria tem ganho notoriedade desde 2008. Destacando-se entre pares pela sua singularidade no uso da língua materna, as suas canções podem ainda ser encontradas no repertório de outros artistas, consagrando-o como o mais interessante cantautor do século XXI.

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*HORÁRIOS DEFINIDOS MEDIANTE RESTRIÇÕES EM VIGOR.


Voz, guitarra elétrica e acústica Samuel Úria Guitarra elétrica e acústica, harmónio indiano, voz Jónatas Pires Teclados, sampler, percussão, oboé, voz Silas Ferreira Baixo, voz António Quintino Bateria, glockenspiel, voz Tiago Ramos

© Joana Linda

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BILHETEIRA : 7 junho

7,5 € (descontos aplicáveis)

80 min teatro

M16 anos

Ficha Artística Texto, Direcção João Garcia Miguel Intérpretes Águeda Plácido, Sofia Brito, Beatriz Gonçalves e Adriana Xavier Assistente de Encenação Teresa da Silva Figurinos Rute Osório de Castro Iluminação Teatro das Figuras Sonorização Teatro das Figuras Direção Técnica Roger Madureira Direção Produção Georgina Pires Produção & vendas Janine Lages Assessoria de Imprensa The Square, Raquel Alfredo Apoio Técnico AUDEX

Bio Fundada há 16 anos, em 2002, a Companhia João Garcia Miguel é uma companhia de criação artística contemporânea que pesquisa o desenvolvimento artístico e criativo em artes performativas, exploradas no teatro. No percurso da companhia, a busca de uma diferença, uma singularidade, acompanham cada nova criação. As suas criações foram por várias vezes distinguidas e premiadas, sendo a mais recente em 2014 com o Prémio SPA para o Melhor Espetáculo de Teatro, com a peça Yerma. A Cia JGM é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal; Secretário de Estado da Cultura; DGArtes. Companhia com apoio financeiro

Uma Co-Produção j o ã o

m i g u e l

g a r c i a

30

ApoioS


18/

JUN.

SÁBADO*

A Gaivota

— Companhia João Garcia Miguel Abordando o tema de género de múltiplas formas, o projeto Gaivota cruza a personagem Treplev da peça “A Gaivota” de Anton Tchekov, e a sua relação falhada com Masha e com o teatro, com a história verdadeira de uma rapariga transgénero. Do entrelaçar destes eixos, a peça traz a palco uma ideia de humanidade em profunda transformação das suas relações com o corpo. Através do caos dos corpos em mutação e em palco: refletir, questionar e dialogar sobre as noções de transsexualidade, identidades, expressão, corpo, fisicalidade, interioridade, humanidade, reinvenção vs. extinção. Da extinção à transformação total de identidade e género. O que implicam estas transições, estas dualidades entre homem-animal, homem-mulher, homem-máquina? Quais sãos os limites do corpo homem-animal-máquina? Em que se apoiam e por onde se movem as nossas (des)identidades?

*HORÁRIOS DEFINIDOS MEDIANTE RESTRIÇÕES EM VIGOR.

31


19/

JUN.

SÁBADO*

Eduardo Madeira convida —

Manuel Marques e Joel Ricardo Santos

Eduardo Madeira convida dois amigos de longa data para um espetáculo completamente louco, épico e irrepetível. Durante cerca de uma hora, o público é convidado a juntar-se às canções interpretadas pelo artista, e a participar nas histórias que ele inventa, ou diz inventar. Nunca se saberá. A sociedade, a política e o desporto são temas frequentemente debatidos e analisados de forma pouco isenta e quase nada séria e sempre acompanhado dos seus convidados.

Ator e autor Eduardo Madeira Produção Showbees/Leandro Ramos

stand-up comedy/comédia musical

32

M16 anos

90 min

*HORÁRIOS DEFINIDOS MEDIANTE RESTRIÇÕES EM VIGOR.

15 € (preço único) BILHETEIRA : 12 maio


Bio Humorista, ator e argumentista, nasceu em Bissau em 1972. Pioneiro do Stand Up Comedy em Portugal, começou a trabalhar como argumentista nas Produções Fictícias. Fez teatro e participou em projetos como "Os Contemporâneos” (RTP), "Clube de Comédia” (UAU), "O Paradoxo da Tangência” (CanalQ), e do multipremiado "Estado de Graça" (RTP); foi ator e autor de “Anticrise” (RTP), nomeado, em 2012, para Melhor Programa de Televisão. O humorista foi também nomeado na categoria de Melhor Ator/Humorista. Em 2014, estreia a peça “Tiro e Queda” e desde 2015 está na RTP com “Donos Disto Tudo” e é o “Indignado Osório”, no 5 Para a Meia-Noite (RTP). Em maio de 2019, escreveu e protagonizou o programa de sua autoria “Patrulha da Noite”, na RTP1 que repete sucesso na segunda temporada em 2020.

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25/

JUN.

SEXTA-FEIRA*

Quarta-feira: O Tempo das Cerejas —

de Cláudia Dias

Em Quarta-Feira: O tempo das cerejas, o terceiro episódio do ciclo Sete Anos Sete Peças, Cláudia Dias partilha o palco com Igor Gandra, diretor artístico do Teatro de Ferro. O cenário é um enorme buraco no meio de placas de gesso laminado, como se uma bola de ferro gigante tivesse caído ali. Ao construir o espaço cénico com o mesmo material usado em milhares de casas portuguesas, para se começar a desconstruir, Cláudia Dias e Igor Gandra fazem uma ligação direta a tudo o que é varrido para baixo do tapete ocidental.

Bios Cláudia Dias, nasceu em 1972. É coreógrafa, performer e professora. O seu trabalho tem sido acolhido por várias estruturas, teatros e festivais nacionais e internacionais. Igor Gandra tem formação em teatro, dança, teatro de marionetas e objetos, filosofia e artes marciais.

34

*HORÁRIOS DEFINIDOS MEDIANTE RESTRIÇÕES EM VIGOR.


Direção artística Cláudia Dias Artista convidado Igor Gandra Intérpretes Cláudia Dias e Igor Gandra Assistente técnico e artístico Karas Cenário e marionetas Igor Gandra e Cláudia Dias Realização plástica Eduardo Mendes Oficina de construção Igor Gandra, Cláudia Dias, Karas, Eduardo Mendes, Daniela Gomes e Nádia Soares Desenho de luz e direção técnica Nuno Borda de Água Acompanhamento crítico Jorge Louraço Figueira Residências artísticas TMP/Teatro Campo Alegre, Teatro de Ferro, Companhia de Dança de Almada, Centro de Experimentação Artística do Vale da Amoreira, O Espaço do Tempo. Produção Alkantara Coprodução Maria Matos TM, Teatro Municipal do Porto, Centro Cultural de Vila Flor Residência de coprodução O Espaço do Tempo Cláudia Dias é artista associada de O Espaço do Tempo. O Alkantara é uma estrutura financiada por: República Portuguesa | Cultura / Direção-Geral das Artes

© Bruno Simão

dança

M12 anos

60 min

7,5 € (descontos aplicáveis) BILHETEIRA : 14 junho

Lotação limitada a 40 lugares

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26/

JUN.

SÁBADO*

Tiago Bettencourt —

2019 Rumo ao Eclipse

2019 Rumo ao Eclipse é o novo disco de Tiago Bettencourt. Este álbum fala de escolhas, de lutas, de mágoa e indignação, de desapego, de alívio, de aceitação, de casa, e de liberdade e é agora apresentado ao vivo pelos teatros nacionais.

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*HORÁRIOS DEFINIDOS MEDIANTE RESTRIÇÕES EM VIGOR.


Bio Tiago Bettencourt é um artista incontornável, com uma carreira ampla e reconhecida pelo grande público. Não pertence a nenhum movimento, a nenhuma corrente ou estilo. O seu caminho é só, independente, variado e coerente, e assim se tem mantido na vanguarda da música cantada em português há quase 20 anos.

© Teresa Pamplona

Voz, Guitarra e Piano Tiago Bettencourt Teclados João Bernardo Baixo João Hasselberg Bateria João Lencastre Guitarra Pedro Branco

música

M6 anos

75 min

15 € (descontos aplicáveis)

BILHETEIRA : 14 junho

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julho

fora de portas


FORA DE PORTAS

Improvisação, no Jazz e na Palavra

— Fábrica da Cultura . Associação Cultural

Uma abordagem iniciática ao jazz, estabelecendo um paralelo entre a improvisação no jazz e a improvisação teatral, num exemplo de ferramentas implicadas no mundo do jazz para a gestão do discurso oral. A prática da improvisação confere a todos um espaço livre para a experimentação e possibilita-lhe colocar em cena novas maneiras de pensar e de agir, desenvolver a linguagem, a imaginação, a perceção, a criatividade, a socialização, a memorização, a coordenação e a espontaneidade.

música

40

M6 anos

90 min

entrada livre

lotação limitada


JARDIM DAS

ROSAS TORRES NOVAS

1/

JULHO

QUINTA*

jazz às quin tas 41


música

público geral

60 min

entrada livre

lotação limitada

FORA DE PORTAS

GMS em Concerto é um espetáculo que ao longo de uma hora apresenta diferentes estilos de música. Inicia com uma transcrição do Concerto Grosso do compositor alemão J. S. Bach seguida de uma obra original para a formação de quinteto do maestro, tubista e compositor espanhol Eduardo Nugueroles. Brass Turbulences retrata uma viagem de avião segundo o autor. Duas Melodias de Luís de Freitas Branco, uma das mais importantes figuras da cultura portuguesa do século XX, é uma obra original para orquestra de cordas aqui apresentada com um arranjo da autoria do GMS. Armenian Scenes foi uma encomenda do famoso grupo de metais Empire Brass e retrata momentos da vida dramática do povo Arménio, ilustrando a sua cultura e tradições. Por último, excertos da ópera Porgy and Bess de George Gershwin, ópera estreada em 1935 com libreto de DuBose Heyward e letras de Heyward e Ira Gershwin.

Trompetes Daniel Louro e Hugo Santos Trompa Rodrigo Carreira Trombone Nuno Scarpa Tuba Adélio Carneiro

Bio GMS tem origem nas iniciais de Grupo de Metais do Seixal, nome inicial do grupo fundado em 1989. Tem-se apresentado em concertos por todo país, Brasil e Áustria. Paralelamente à atividade performativa, o grupo tem um papel muito ativo na formação dos músicos portugueses sendo convidado a realizar master classes por todo o país.

42

*HORÁRIOS DEFINIDOS MEDIANTE RESTRIÇÕES EM VIGOR.


JARDIM DAS

ROSAS TORRES NOVAS

2/

JULHO

SEXTA*

GMS

Quinteto de Metais

em concerto

43


música

público geral

60 min

entrada livre

lotação limitada

FORA DE PORTAS 44

Contrabaixo Carlos Barretto Guitarra elétrica Mário Delgado Bateria José Salgueiro Produção Fábrica da Cultura . Associação Cultural

*HORÁRIOS DEFINIDOS MEDIANTE RESTRIÇÕES EM VIGOR.


JARDIM DAS

ROSAS TORRES NOVAS

8/

JULHO

QUINTA*

Lokomotiv «Os Lokomotiv sempre foram mais rock ou mais jazz nos seus diferentes momentos e até de composição em composição, no mesmo CD ou na mesma atuação em palco. Observando com mais atenção, percebemos que estas são apenas transformações de superfície, dado que o equilíbrio entre arquitetura e inventividade foi, na sua natural variação, uma constante no trajeto do trio. (…) No ADN dos Lokomotiv tem estado o desejo de “encontrar vasos comunicantes entre compartimentos fechados” (Barretto dixit), o que pode ser entendido tanto ao nível idiomático e dos vocabulários utilizados (os jogos entre jazz, rock, tradição popular e música erudita que foram realizando) como em outros nos planos estético e técnico, sempre no ponto de intersecção do património musical existente com o desconhecido. Sair de uma zona de conforto, arriscar, só é possível dentro destes parâmetros (só faz sentido, e só tem lógica como expressão de um desejo, neste contexto) e ainda que o risco, a invenção, não conduza à originalidade.» Rui Eduardo Paes

jazz às quin tas 45


FORA DE PORTAS

9/

JARDIM

JULHO

SEXTA-FEIRA*

DAS

9/

JULHO

ROSAS

SEXTA . MANHÃ

TORRES NOVAS

LAB CRIATIVO

ESCOLAS

T0 + 1 —

novo circo

M 6 anos

50 min

entrada livre

lotação limitada

de Thorsten Gruetjen T0+1 é um espetáculo entre quatro paredes, sobre três rodas, um espetáculo acerca da nova normalidade de um futuro inquietante. Um artista de circo revive as emoções e situações sentidas e vividas durante os dias do confinamento. Dentro da sua pequena casa, as incertezas, o medo, a solidão, misturaram-se com uma promessa de renovação, união, esperança, e uma vontade de criar um futuro melhor. Reflete sobre o direito à habitação e à segurança, que passa pela necessidade de preservar o ambiente mais um pouco.

SESSÃO PARA ESCOLAS 1.º e 2.º ciclo . Marcação prévia obrigatória:

seducativo.teatrovirginia@cm-torresnovas.pt

Espetáculo financiado por:

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Parceiros:

*HORÁRIOS DEFINIDOS MEDIANTE RESTRIÇÕES EM VIGOR.


Interpretação e Direção artística Thorsten Gruetjen Aconselhamento Artístico e Apoio ao Movimento Madalena Victorino Produção Tertúlia - Associação Sociocultural Aljezur Produção e Administração Conceição Gonçalves, Susana Martinho Lopes Produção técnica Paulo Brites Composição Musical Jens Narayan Börner Fotografia João Mariano Vídeo Diogo Grilo Acompanhamento na pesquisa antropológica e realização audiovisual de entrevistas de apoio ao projeto Vera Abreu Cenografia Roland Bauer Figurinista Isabel João Coprodução Erva Daninha – Festival Trengo, Teatro Virgínia, Câmaras Municipais de Aljezur, de Castro Verde, de Lagos e da Lourinhã Parceiros 1000olhos – Imagem e comunicação, FF Solar, Frank Lehmann – Ideias em Madeira, Cooperativa Integral da Terra, Grupo do Rancho Folclórico do Rogil, Teatro Experimental de Lagos, Teatro do Mar, Ateneu do Quatorze, Teatro do Silêncio, Museu do Circo Momo, Nuvem Voadora, Associação de Circo Adapcde, Espaço Vida Nascente, Moinho Novo

Bio © Joaquim Mariano

Thorsten Gretjen é um malabarista com alma de clown e um alemão com alma lusa. Radicado em Portugal desde 1992, o seu percurso artístico tem-se ramificado por várias linguagens – teatro físico, clown, malabarismo, técnicas de improviso e de manipulação de objetos – integrando projetos ligados às artes circenses e animações de rua. A paixão por viajar levou-o até outros países europeus, participando em produções de cinema, festivais internacionais de teatro de rua e encontros de malabarismo, de onde arrecadou prémios com as suas personagens.

47


FORA DE PORTAS

Desidério Lázaro

música

público geral

60 min

entrada livre

lotação limitada

— Homegrown

Saxofones Desidério Lázaro Guitarra João Firmino Contrabaixo, baixo elétrico Francisco Brito Bateria Joel Silva Produção Fábrica da Cultura . Associação Cultural

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*HORÁRIOS DEFINIDOS MEDIANTE RESTRIÇÕES EM VIGOR.


JARDIM DAS

ROSAS TORRES NOVAS

15/

JULHO

QUINTA*

Depois de Moving (2018) e Subtractive Colors 2016), que se distinguiu como o melhor disco de jazz do seu ano pela Jazzlogical, Homegrown é o título do novo álbum do saxofonista Desidério Lázaro, um dos mais reconhecidos saxofonistas e músicos do jazz português. Homegrown retrata os últimos anos da construção de um local físico e emocional onde a unidade e a estrutura fazem cumprir o seu mais que visceral propósito de escrever e lançar música. O título reporta também para a sua infância, onde foi notoriamente feliz. A estética situa-se nos meandros do jazz, piscando o olho de forma constante ao universo rock e, de forma fugaz, mas intensa, à suavidade da música erudita. A música, energética, procura sempre criar impacto no ouvinte ao mesmo tempo que o delicia com melodias imediatamente cantáveis. Desidério Lázaro prova-nos ter encontrado neste quarteto um grau de confiança inabalável.

jazz às quin tas 49


FORA DE PORTAS

22/

JULHO

música

público geral

60 min

entrada livre

lotação limitada

QUINTA*

50

JARDIM DAS

ROSAS TORRES NOVAS

Diogo Santos — Aroeira

Pianista com uma carreira de mais de dez anos, emprestou já o seu talento a inúmeros artistas do panorama nacional e ibérico. Contudo, foi sentindo necessidade de expressar a sua própria voz e de dar vida e forma artística às suas lembranças e momentos que o marcaram. É isto que procura fazer com Aroeira (lugar onde viveu e título do tema que dá nome ao álbum), espelhando lugares e recordações ao piano e fazendo-se acompanhar dos seus amigos de longa data e companheiros de profissão, nos quais encontra a cumplicidade necessária para expor aquilo que são nada mais que reflexos do seu percurso e dos seus estados de alma.

*HORÁRIOS DEFINIDOS MEDIANTE RESTRIÇÕES EM VIGOR.


Piano Diogo Santos Violoncelo Sofia Gomes Bateria André Mota Contrabaixo André Ferreira Produção Fábrica da Cultura . Associação Cultural

jazz às quin tas 51


Lab criativo

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acontecimento teatral/oficina

1.º e 2.º ciclos

75 min

Marcação prévia obrigatória

gratuito

seducativo.teatrovirginia@cm-torresnovas.pt

1 turma por sessão

ABRIL

22 — 23 QUINTA E SEXTA ESCOLAS

Telefonia de Abril

— com Vera Alvelos [Criação de Vera Alvelos, Suzana Branco e Tânia Cardoso]

A revolução anda na rua! A fugir de um lápis azul vai a vontade de liberdade, a escapar à saudade uma carta do Ultramar, a tapar uma espingarda um cravo, a matar a curiosidade um ouvido na telefonia e a canção que marchava e anunciava um novo dia. Diz-se que era dura a dita dita dura, mas a contadora desta história não a viveu, é filha da revolução e não a sentiu na pele. Para contar o 25 de Abril andou a recolher memórias aqui e ali, sons, cartas, poemas e depoimentos que agora junta para conhecer e passar testemunho do como e do porquê da revolução em tons de vermelho. Um momento interativo para pensar a revolução com os mais novos, através das palavras e das músicas de abril.

Bio // Vera Alvelos nasceu em Lisboa em 1976. É mestre em Artes Performativas e estudou Psicologia. Iniciou o seu percurso na mediação cultural no Centro de Pedagogia e Animação do CCB e no serviço educativo da FC Gulbenkian, onde durante dez anos criou e orientou visitas e atividades artístico-pedagógicas. Como criadora e encenadora realizou no passado recente trabalho artístico com comunidades, sobre memórias e património imaterial, em projetos visuais e performativos. Tem criado e encenado vários espetáculos, sobretudo para público jovem.

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MAIO

LAB CRIATIVO

18 — 20 TERÇA A QUINTA MANHÃ E TARDE ESCOLAS

Com a Casa às Costas —

Coletivo Lagoa

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© Clara Bevilaqua

Com a Casa às Costas são sessões de trabalho artístico-pedagógicas, que acontecem dentro da sala de aula de creches e infantários, numa linguagem híbrida, entre a performance, a contação de histórias e uma aula de movimento. O performer traz consigo uma mochila e carrega no corpo palavras, imaginários e histórias originais escritas pela guionista Fernanda Polacow, especificamente para o projeto. Desafiamos pequenos e grandes a juntos, improvisarmos com aquilo que ali está: o espaço, os objetos e as pessoas. Neste espaço cocriado pode surgir um mundo, um mar, uma canção, uma folha de papel e muitas outras coisas. No decorrer do tempo do encontro nascem ações e palavras: abrir, partilhar, oferecer, convidar, esperar, escutar, inventar junto e ainda muito mais por descobrir. Ouvir com o corpo, refletir com a pele, viver com os ouvidos, olhar com o coração, a mistura de sentimentos e sensações, que fazem de um corpo, um enorme órgão sensorial e vivíssimo.


Marcação prévia obrigatória

seducativo.teatrovirginia@cm-torresnovas.pt

Criação Coletivo Lagoa Direção artística Mariana Lemos Escritora Fernanda Polacow Performers Clara Bevilaqua e Guilherme Calegari Produção e Serviço Educativo Lysandra Domingues Design Gráfico Clara B. Apoio de Desenvolvimento DGArtes (Apoio de emergência ao setor das artes do Ministério da Cultura Portuguesa) Apoios de emergência ao coletivo Fundação Calouste Gulbenkian, Câmara Municipal de Lisboa

Acontecimentos artísticos-pedagógicos dentro da sala de aula

pré-escolar

120 min

gratuito

1 turma por sessão

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25 — 27

de e com Catarina Câmara

CONVENTO CARMO E ESCOLAS

TERÇA A QUINTA

1 turma por sessão

O corpo do leitor, aparentemente imóvel e fechado sobre si mesmo, é na realidade um corpo em pleno movimento que viaja sem sair do lugar exercitando os músculos da imaginação.

90 min

gratuito

A convite da Companhia Paulo Ribeiro, Catarina Câmara propõe uma abordagem ao cruzamento dos territórios da dança e da literatura, descobrindo e movendo novas relações de sentido entre texto e movimento. Como contar os amores e desamores de D. Pedro e D. Inês de Castro, narrados no canto III dos Lusíadas, sem uma única palavra? Como traduzir para ritmo, intensidade, forma, as emoções e contradições de uma personagem como Frei Luís de Sousa?

© Paulo Pimenta

Criação e orientação Catarina Câmara Direção e produção Companhia Paulo Ribeiro A Companhia Paulo Ribeiro é uma estrutura financiada pela República Portuguesa - Cultura/Direção- Geral das Artes

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Marcação prévia obrigatória

Bio // Catarina Câmara. Nasceu em Lisboa, onde desenvolve grande parte do seu trabalho artístico e pedagógico. Estudou Direito, Dança e, mais recentemente, fez formação em Terapia Gestalt que procura entender e facilitar as conversas entre corpo/mente. Como intérprete, destaca a colaboração com a Companhia Olga Roriz, desde 2003. É professora de improvisação e interpretação, faz movimento para teatro e conta com algumas aventuras coreográficas. Atualmente, é coordenadora do projeto Corpo em Cadeia apoiado pelo programa PARTIS da Fundação Calouste Gulbenkian (Práticas Artísticas para a Inclusão Social).

seducativo.teatrovirginia@cm-torresnovas.pt

Inspirados em poemas de autores como Sofia de Mello Breyner, Fernando Pessoa ou Almada Negreiros, seus ritmos e rimas, pausas e recursos expressivos, criaremos momentos de dança. Ao mesmo tempo, a partir do imaginário físico daremos pernas às palavras e escreveremos os nossos versos.

2.º ciclo, 3.º ciclo, secundário e escolas de dança

MAIO

oficina de dança

LAB CRIATIVO

A Dança e a Literatura


Quer oferecer um presente original?

Ofereça cultura! O Teatro Virgínia tem ao seu dispor várias sugestões para presentes de aniversário ou qualquer outra ocasião especial: Bilhetes para espetáculos (3 € a 15 €)

Mais informações na bilheteira do Teatro Virgínia, em www.teatrovirginia.pt ou através do 249 839 309

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LAB CRIATIVO

teatro em formação O teatro em formação é um projeto do Lab Criativo do Teatro Virgínia, que convida a experimentar e a fazer teatro no seu espaço. Todos os curiosos, interessados e com vontade de integrar esta aventura pelo mundo da criação teatral, podem fazê-lo junto a nós.

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Atelier Teatral dos Miúdos

Miúdos » 7 aos 11 anos Eis que chega a temporada em que os nossos miúdos do Atelier Teatral irão apresentar a sua criação em maio. Na reta final da experimentação artística, todas as quartas, fervilham propostas para o culminar desta grande viagem. Entretanto, para quem quer integrar este fantástica jornada no próximo ano letivo, vamos abrir inscrições em setembro. Frequência gratuita | lotação limitada a 20 participantes Inscrições 1 a 15 de setembro | As inscrições podem ser submetidas através do formulário disponibilizado on-line em www.teatrovirginia.pt

Grupo de Teatro Juvenil do Virgínia

Jovens » 12 aos 18 anos

O percurso dos nossos jovens tem sido imersivo em experimentações teatrais e dissecação do texto escolhido no âmbito do projeto Panos — Palcos Novos, Palavras Novas. Convidamos todos a assistir à estreia desta criação conjunta, em abril. Já nos encontramos a preparar a próxima edição, e, mais uma vez, será lançado o desafio aos jovens que queiram fazer parte deste grupo. Frequência gratuita | lotação limitada a 20 participantes Inscrições 1 a 15 de setembro | As inscrições podem ser submetidas através do formulário disponibilizado on-line em www.teatrovirginia.pt

Teatro Maior de Idade

Seniores » maiores de 50 anos Em plena caminhada, os nossos participantes têm explorado os desafios das artes de palco, à medida que começam a preparar a peça que será levada à cena na próxima temporada. Todas as quartas de manhã, nos nossos encontros, a partilha de experiências e criações conjuntas vai sendo feita num ambiente criativo.

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INFORMAÇÕES —

CONTACTOS 249 839 300 Teatro Virgínia Largo José Lopes dos Santos | 2350-686 Torres Novas www.teatrovirginia.pt LAB CRIATIVO 249 839 305 | seducativo.teatrovirginia@cm-torresnovas.pt BILHETEIRA 249 839 309 | bilheteira.teatrovirginia@cm-torresnovas.pt » segunda a sexta das 15h às 18h30 » em dias de espetáculo abre 2 horas antes do mesmo e encerra 30 minutos após o seu início » nos 30 minutos que antecedem os espetáculos, só se vendem bilhetes para o mesmo. BILHETEIRA ONLINE Poderá adquirir os seus bilhetes sem ter de deslocar-se à nossa bilheteira, aceda a www.bilheteiraonline.pt e imprima o seu bilhete em casa. PONTOS DE VENDA ADERENTES Poderá adquirir os seus bilhetes nos pontos de venda Worten e na Fnac. DESCONTOS Os bilhetes com desconto são pessoais e intransmissíveis e obrigam à identificação no ato a compra e na entrada quando solicitada. Os descontos não são acumuláveis. Os espetáculos sujeitos a descontos estão devidamente assinalados. Descontos de 30% » Família (pai/mãe com filhos menores) » Estudantes » Pessoas portadoras de deficiência » Desempregados » Maiores de 65 anos* » Funcionários do Município de Torres Novas » Grupos de 10 ou mais pessoas* Descontos de 50% » Cartão do idoso do Município de Torres Novas » Espetáculos para Famílias 3 ou + elementos (pontual) Programa És Cultura 18 Entrada gratuita para jovens que completem 18 anos em 2021. Válido durante 12 meses após a data do aniversário. » Aplicável nos espetáculos promovidos pelo Município de Torres Novas, limitada à lotação disponível. Não se realizam reservas. Os bilhetes têm de ser levantados na semana do espetáculo, até uma hora antes do seu início, mediante apresentação do cartão do cidadão. O bilhete é intransmissível. *Descontos disponíveis também nos pontos de venda aderentes.

PREÇOS ESPECIAIS » Grupos do Teatro em Formação | espetáculos de teatro, dança contemporânea e música erudita — 5€ e espetáculos do Lab Criativo — 1€ » Grupos de teatro amador do concelho de Torres Novas | espetáculos de teatro — 5€ » Escolas de dança | espetáculos dança contemporânea — 5€ » Escolas de música e bandas filarmónicas do concelho de Torres Novas | espetáculos de música erudita — 5€

60

RESERVAS Após terem sido efetuadas, têm de ser levantadas no prazo de 7 dias e/ou até 4 dias antes da realização do espetáculo, caso contrário serão anuladas automaticamente pelo sistema. As reservas poderão ser efetuadas na bilheteira do Teatro Virgínia, através de telefone ou email. Não existe lista de espera para eventuais desistências. DEVOLUÇÕES Se por motivo de força maior a data de espetáculo for alterada, os bilhetes adquiridos serão válidos para a nova data definitiva. Serão restituídas aos espetadores que o exigirem, as importâncias dos respetivos ingressos sempre que não se puder efetuar o espetáculo no local, na data e hora marcados, assim como em caso de cancelamento do espetáculo. Os portadores dos ingressos do espetáculo em causa devem apresentar-se na bilheteira, num prazo de 8 dias, a fim de deixarem os dados pessoais (NIB e NIF) para a restituição do respetivo valor dos ingressos. O mesmo se aplica em casos de interrupção do espetáculo, nos mesmos prazos e com as mesmas condições. A devolução das respetivas importâncias será feita no prazo máximo de 30 dias. CONDIÇÕES DE ACESSO Após o início do espetáculo não é permitida a entrada na sala, não havendo lugar ao reembolso do preço pago pelo bilhete, salvo indicação dos assistentes de sala e apenas para lugares disponíveis no balcão e camarotes. Programas e elencos podem ser alterados por motivos imprevistos. Os menores de 3 anos não podem assistir a quaisquer espetáculos, mesmo que acompanhados pelos pais (exceto nas atividades especificamente dirigidas a este público), de acordo com o artigo 26.º do Dec. Lei 23/2014. O bilhete deverá ser conservado até ao final do espetáculo. É expressamente proibido filmar, fotografar ou gravar, assim como fumar, consumir alimentos ou bebidas. À entrada, os espetadores devem desligar os telemóveis e outras fontes de sinal sonoro.

EQUIPA

— Direção Elvira Sequeira Coordenação Técnica e Produção Carlos Ferreira Produção Mauro Moura Produção Executiva Cláudia Plácido Técnico de Luz , Maquinaria de Cena e Audiovisuais João Guia Técnicos de Som João Cotovio e Rafael Prazeres Direção de Cena e Apoio Técnico Paulo Silva Bilheteira Ana Cunha e João Inácio Assistentes de Sala Ana Cunha, Dulce Cruz, Armanda Teixeira, João Inácio, Paulo Claudino, Ricardo Rosado, Rita Pereira, Sandra Alcobia, Sílvia Martins e Sandra Soares Manutenção Cláudio Marques Limpeza Sílvia Reis Comunicação e Imprensa Liliana Oliveira | Comunicação e Imagem Design Sofia Ferreira | Comunicação e Imagem Paginação Sofia Ferreira | Comunicação e Imagem Divulgação João Inácio, Paz Miguel e José Ramos


PLANTA DA SALA Exercício do dever de informação ROTE

CAMA

A

CAMAROTE

CAMARO

B

TE C

CAM

ARO

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Os dados recolhidos impõem ao Responsável do Tratamento o fornecimento das informações constantes do art. 14.º do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), as quais se consideram prestadas pela leitura do presente documento:

O N

BALCÃO

M

Os seus dados serão tratados pelo Município de Torres Novas. Querendo, poderá contactar com o nosso DPO através dos seguintes meios: dpo@cm-torresnovas.pt

L K P

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O presente tratamento destina-se a remeter apenas a versão em papel da agenda do Teatro Virgínia.

O

I

N M

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K J

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ALTA

PLATEIA

PLATEIA

I

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D C B A

PLATEIA

PALCO

Todos os seus dados pessoais serão conservados apenas durante o período legalmente obrigatório, respeitando a sua conservação as garantias de sigilo e confidencialidade preconizadas pelo RGPD. A nossa legitimidade para proceder ao presente tratamento encontra-se prevista na alínea a) do n.º 1 do art. 6.º do RGDP. Dispõe V. Ex.ª do direito de solicitar ao responsável pelo tratamento acesso aos dados pessoais que lhe digam respeito, bem como a sua retificação ou o seu apagamento, e a limitação do tratamento no que disser respeito ao titular dos dados, ou do direito de se opor ao tratamento, bem como do direito à portabilidade dos dados, podendo para o efeito solicitar documento especifico para o exercício desse direito. Caso considere ter sido violado o RGPD poderá apresentar reclamação a uma autoridade de controlo.

LOTAÇÃO Lotação segundo as Normas e Orientações da Direção-Geral de Saúde

Havendo lugar a decisões automatizadas, incluindo a definição de perfis, poderá V. Ex.ª opor-se às mesmas, nos termos e para os efeitos do art. 22.º.

Exercício do dever de informação

Os dados recolhidos impõem ao Responsável do Tratamento o fornecimento das informações constantes do art. 14.º do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), as quais se consideram prestadas pela leitura do presente documento: Os seus dados serão tratados pelo Município de Torres Novas. Querendo, poderá contactar com o nosso DPO através dos seguintes meios: dpo@cm-torresnovas.pt O presente tratamento destina-se a remeter apenas a versão em papel da agenda do Teatro Virgínia. Todos os seus dados pessoais serão conservados apenas durante o período legalmente obrigatório, respeitando a sua conservação as garantias de sigilo e confidencialidade preconizadas pelo RGPD. A nossa legitimidade para proceder ao presente tratamento encontra-se prevista na alínea a) do n.º 1 do art. 6.º do RGDP. Dispõe V. Ex.ª do direito de solicitar ao responsável pelo tratamento acesso aos dados pessoais que lhe digam respeito, bem como a sua retificação ou o seu apagamento, e a limitação do tratamento no que disser respeito ao titular dos dados, ou do direito de se opor ao tratamento, bem como do direito à portabilidade dos dados, podendo para o efeito solicitar documento especifico para o exercício desse direito. Caso considere ter sido violado o RGPD poderá apresentar reclamação a uma autoridade de controlo. Havendo lugar a decisões automatizadas, incluindo a definição de perfis, poderá V. Ex.ª opor-se às mesmas, nos termos e para os efeitos do art. 22.º.

Tomei conhecimento

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Quer receber a nossa agenda? — Preencha o destacável

orientações de segurança Uso de máscara obrigatório —

nas instalações e ao longo de todo o espetáculo

Teatro Virgínia

Largo José Lopes dos Santos 2350-686 Torres Novas www.teatrovirginia.pt facebook.com/teatrovirginiatorresnovas www.cm-torresnovas.pt

Mantenha a distância de segurança —

pelo menos 2 metros

Nome __________________________________ ________________________________________ Morada _________________________________ ________________________________________ ________________________________________ ________________________________________ Código Postal __________________________ Localidade __________________________ ________________________________________

Higienize as mãos antes de entrar na sala de espectáculos —

e pelo menos a cada 2 horas

Respeite os circuitos de circulação —

é crucial para mantermos o distanciamento necessário

Sente-se nos lugares atribuídos —

não ocupe lugares de segurança

Cumpra a etiqueta respiratória —

Quando espirrar ou tossir tape o nariz e a boca com o braço ou com lenço de papel que deverá ser colocado imediatamente no lixo

No final do espetáculo permaneça sentado no seu lugar —

aguarde indicações dos assistentes de sala

Recorte e entregue na bilheteira ou envie por correio para Teatro Virgínia, Largo José Lopes dos Santos 2350-686 Torres Novas – MAIS INFORMAÇÕES NA BILHETEIRA

É proibida a entrada após o fecho de portas

Proibido o uso de telemóvel, filmar ou fotografar

INICIATIVA


temporada 2020/2021 . agenda #3 ABRIL 23 (1)

sexta

25 (1)

INFO

FAKE de Inês Barahona e Miguel Fragata

Fernando Tordo

domingo As Canções da Minha Vida

30 (1)

sexta

Sonho que não se pode quebrar e não se pode quebrar e não se… de A.ves

ABERTURA BILHETEIRA

10 €* teatro M16

19 abril

gratuito** música M3

19 abril

7,5 €* performance M18

8

sábado

22 (1)

O Dragão entre o Céu e a Terra Paulo Gonzo: The Essential Festival Montepio Às Vezes o Amor

Leandro, Rei da Helíria

sábado ESTREIA Atelier Teatral dos Miúdos

29 (1)

sábado

sábado

12 (1)

sábado

25 (1)

sexta 19 abril

26 (1)

sábado

Coletivo Habitacional

de Susana Domingos Gaspar

7,5 €* teatro M12

3 maio

1 (1)

15 €* música M6

3 maio

2 (1)

7,5 €* teatro M6

10 maio

8 (1)

7,5 €* dança M16

17 maio

9(1)

quinta

sábado

quinta

sexta

15(1)

JUNHO 5 (1)

19 (1)

A Gaivota Companhia João Garcia Miguel

Eduardo Madeira convida Manuel Marques e Joel Ricardo Santos

Quarta-feira: o tempo das cerejas de Cláudia Dias

Tiago Bettencourt 2019 Rumo ao Eclipse

7,5 €* teatro M16

7 junho

15 € stand-up/ música M16

12 maio

7,5 €* dança

14 junho

15 €* música M6

14 junho

entrada livre música M6

Jazz às quintas

M12

JULHO // FORA DE PORTAS

sábado Grupo de Teatro Juvenil do Virgínia ESTREIA

15 (1)

sexta

sábado

MAIO (1)

18 (1)

quinta

FUTURICIDADE Marta Tomé e Rui Matoso

Samuel Úria Canções do Pós-Guerra

5€ dança, teatro, vídeo, música M6 10 €* música M6

Improvisação, no Jazz e na Palavra JARDIM DAS ROSAS. TORRES NOVAS

GMS – Quinteto de Metais JARDIM DAS ROSAS. TORRES NOVAS

Lokomotiv

JARDIM DAS ROSAS. TORRES NOVAS

T0 + 1 . de Thorsten Gruetjen JARDIM DAS ROSAS. TORRES NOVAS

Desidério Lázaro . Homegrown JARDIM DAS ROSAS. TORRES NOVAS

entrada livre música M6 entrada livre música M6 entrada livre música M6 gratuito música

Jazz às quintas

gratuito música

Jazz às quintas

público geral

24 maio

22

31 maio

* Descontos aplicáveis **Mediante levantamento de bilhete (limitado a 2 por pessoa) (1) Horários definidos mediante restrições em vigor.

(1)

quinta

Diogo Santos . Aroeira

JARDIM DAS ROSAS. TORRES NOVAS

Jazz às quintas

público geral


Temporada ― 2020/2021

Agenda #3

abril maio junho julho 2021

Teatro Virgínia Largo José Lopes dos Santos 2350-686 Torres Novas www.teatrovirginia.pt facebook.com/ teatrovirginiatorresnovas www.cm-torresnovas.pt

Profile for Município de Torres Novas

Teatro Virgínia . Temporada 2020/21 agenda #3  

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