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Ilustração: Mariana Medeiros Miguel

Recicle essa edição. Compartilhe com a sua galera. O Jornal Mundo Universitário é do bem. Vê se não joga ele na rua, hein!?

DISTRIBUIÇÃO “NA FAIXA” - NOVEMBRO 2013 - SEMANA 5

#27 /jornalmundu

Trampo

QUEM FAZ A FACULDADE É O ALUNO? >> pág. 10

Sexxxetc... Treinar? Cara... eu não treino! Eu simplesmente ando de skate... é meu estilo de vida!”

Bob

Burnquist >> págs. 6 e 7

RECEITA PARA TRANSAR MAIS E MELHOR: LAVE A LOUÇA! >> pág. 12

Buteco do Paulão NOVEMBRO É O MÊS DA DEDADA >> pág. 15

Vc tem Sorte?

CONFIRA AGORA A . SE ELA ESTIVER COM O SELO PREMIADO, VC GANHOU 1 SKATE DO BOB BURNQUIST!

BOBZILLA O MONSTRO DO SKATE


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Posts

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NERVO RESIDENTE

ANIMAL MASHUP

Pela primeira vez, o Camarote Salvador, o oásis de música eletrônica no Carnaval baiano, terá como residente um DJ TOP 20. A dupla australiana NERVO, as irmãs Mim e Liv NERVO, aparece na 16º posição no ranking mais respeitado de música eletrônica, da DJ MAG. Você conhece o trabalho dessas super artistas na VEVO.com. Acesse http://www.vevo.com/artist/nervo

Campanha de mídia impressa da DDB da Turquia para Witte Molen, aproveitando os mashups de animais da internet. “Transforma passarinhos nos melhores amigos do homem”. O resultado é bizarro, mas a natureza faz isso o tempo todo. E o ser humano também, principalmente com os cachorros, criando novas raças em infinitos mashups da vida real, desde o lobo.

SAN FRANCISCO VIRA GOTHAM CITY PARA REALIZAR O SONHO DO BATKID

Expediente

A Make-A-Wish realiza sonhos de crianças com doenças graves (está presente em 47 países, incluindo o Brasil). Na última semana, o mundo acordou com a cidade de São Francisco transformada em Gotham City, atendendo o desejo de Miles, um herói de cinco anos que luta contra a leucemia. O sonho dele era ser o Batman. O departamento de polícia da cidade virou a polícia de Gotham e soltou um pedido de ajuda. Miles, prontamente, atendeu o chamado, a bordo de um Batmóvel com um sidekick adulto. Resgatou a donzela em perigo, impediu um roubo do Charada, recebeu a chave da cidade das mãos do prefeito, recebeu uma mensagem do Obama e ainda salvou o mascote do time local. A cidade e o mundo agradecem. JORNAL MUNDO UNIVERSITÁRIO é uma publicação sobre a vida universitária fora da sala de aula, idealizado, editado e produzido pela EDITORA MUNDO UNIVERSITÁRIO. Publisher: Caio Romano (caioromano@mundouniversitario.com.br) Diretor Comercial: Dado Lima (dado@mundouniversitario.com.br) Edição de Arte: Luti Menezes (arte@mundouniversitario.com.br) Conteúdo compartilhado: Catraca Livre, Casal sem Vergonha, Cia de Talentos, ObaOba, Paulão de Carvalho, Radio 89FM, Universidade Capenga, Update or Die e youPIX. Distribuído quinzenalmente nas principais universidades de S.Paulo.

Tiragem de 50.000 exemplares dirigida exclusivamente ao público universitário. Acreditamos no poder dos jovens de mudar o mundo transformando os valores da sociedade. Nossos parceiros e anunciantes compartilham essa ideia. Saiba mais da gente: Facebook: www.facebook.com.br/jornalmundu Twiter: @agencia Fale e colabore conosco: jornal@mundouniversitario.com.br Anuncie: 11-3078 2958 (Dado e Valter)

CAZUZA VOLTA AOS PALCOS EM HOLOGRAFIA

O astro estará de volta aos palcos (pelo menos em holografia) no dia 30 de novembro, em São Paulo. O projeto da GVT, com produção da b!Ferraz e curadoria de conteúdo da Trip Editora levará um show para o Parque da Juventude, com a expectativa de receber 40 mil pessoas. O site www. voltacazuza.com.br contará com seis documentários especiais para o evento. O espetáculo de duas horas terá cinco músicas e vinte minutos com Cazuza no palco e a apresentação de uma gravação inédita, de 1984, “Amor Amor”, feita para o filme Bete Balanço. Outra apresentação está agendada para janeiro, no Rio, ainda sem data definida.

CAPAS ANIMAIS DA MARVEL A Marvel anunciou oficialmente que as capas alternativas das edições de All-New Marvel NOW! irão trazer heróis representados como animais, algumas delas com edições já previstas para janeiro e fevereiro. Artistas como David Petersen, Chris Samnee e David Lopez viajaram na maionese e criaram capas imaginando Os Vingadores, os X-Men e até o Quarteto Fantástico como grupos fofos – e super-poderosos – de bichinhos. Compartilhado por: Gustavo Giglio, Wagner Brenner, Aline Valek e Renato Pezzotti dos sites updateordie.com e danger.updateordie.com


4 Catraca Livre

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PROGRAMAÇÃO NO SESC BELENZINHO HOMENAGEIA A FIGURA DO PALHAÇO

DO MINHOCÃO, PLATEIA ASSISTE AO ESPETÁCULO “ESPARRAMA PELA JANELA”

Respeitável público, a figura mais querida e engraçada do circo é tema de espetáculos, documentários e oficinas que recheiam a programação do projeto “III Palhaçada: Outros Estados do Riso” no Sesc Belenzinho). Crianças e adultos podem prestigiar os mais diversos palhaços entre 23 de novembro e 1º de dezembro. Os ingressos custam até R$ 10 e variam conforme a atração. Artistas circenses do Brasil, México, Espanha e Itália, além de filmes e documentários da Espanha e da Palestina preenchem de alegria o Sesc. Para saber sobre todas as atrações, confira a programação completa no site www.sescsp.org.br.

Edifício São Benedito, terceiro andar. Número 158 da Rua Amaral Gurgel, Santa Cecília, centro de São Paulo. Neste endereço, a partir de 17 de novembro, aos domingos, pontualmente às 10h30 e 14h30, a intervenção cênica “Esparrama Pela Janela” proporciona uma experiência, no mínimo, inusitada: de cima do Minhocão (Elevado Costa e Silva), a plateia assiste a uma apresentação teatral de uma janela a cerca de cinco metros de distância. Criado pelo Grupo Esparrama, a montagem apresenta um morador que, cansado do caos diário que entra pela sua janela, decide subverter a realidade que o cerca. Como? Com pitadas de poesia e comicidade.

DANÇA, MÚSICA, TEATRO E VÍDEO EM UM ÚNICO ESPETÁCULO NO CCSP

SAIBA COMO SERIA O TRONO DO PAPAI NOEL NA VISÃO DE ARTISTAS PLÁSTICOS

Um espetáculo que integra as linguagens de dança, música, teatro e vídeo. Assim é “Cidade”, apresentado no CCSP pelo grupo OMSTRAB, entre 22 de novembro e 8 de dezembro, às sextas e aos sábados, às 21h, e aos domingos, às 20h. A entrada é Catraca Livre. O grupo partiu da pesquisa de campo na cidade para criar o espetáculo. O público pode reconhecer no palco o barulho do aeroporto, o aperto do metrô ou do ônibus indo para o trabalho, o café da manhã, o vendedor ambulante das ruas e outras situações tão presentes na vida do paulistano. Mais informações em www2.uol.com.br/omstrab.

Ainda nem acabou novembro e o Shopping Pátio Paulista já encontrou uma maneira de homenagear a figura mais adorada do Natal: o Papai Noel. O estabelecimento recebe a exposição “Tronos do Pátio Paulista“, com sete poltronas do bom velhinho estilizadas por artistas plásticos brasileiros. O público pode ver as obras até 24 de dezembro, de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 14h às 20h. A entrada é Catraca Livre.

Compartilhado por: www.catracalivre.com.br


ObaOba

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BALADAS QUE ROLAM EM CASAS, APARTAMENTOS E TERRAÇOS EM SP O que você prefere: festinha em casa ou balada? Bom, se você estiver em São Paulo você pode juntar os dois. É que as baladas andam invadindo espaços mais intimistas e isso já não é mais nenhum segredo. Seja no quintal, na sala ou no terraço, confira 11 baladas que vão te fazer sentir em casa: 1. TRACKERS Localizada em um antigo prédio no centro da cidade, a Trackertower (ou Trackers) é sede para diversas festas, shows, eventos e até cursos. Voodoohop e Calefação Tropicaos costumam acontecer por lá - fique de olho na nossa agenda!  Endereço: R. Dom José de Barros, 337, República.  2. APARTAMENTO BRASILEIRO  Novidade em São Paulo, o Apartamento Brasileiro é organizado pela galera do Terraço Cultural - aquele com a vista mais incrível da cidade, lembra? Agora na Oscar Freire, o clima cult e tropical continua a todo vapor. Endereço: Oscar Freire, 2298, Pinheiros.    3. NOSSACASA  Localizada no descolado bairro de Pinheiros, a NossaCasa é palco para as festas mais alternativas, divertidas e transgressoras da cidade. Dionisíaco no Terraço Grego, Sarau Erótico e As Tequileiras são algumas das festas que rolam por lá. Watch out!  Endereço: R. Cardeal Arcoverde, 1504, Pinheiros.

4. JAZZ NOS FUNDOS  Com clima underground, o Jazz nos Fundos ocupa o fundo de um estacionamento em Pinheiros. Na decoração, máquinas de costura, gavetas, ferros de construção e pedaços de aviões. No som, música instrumental de primeira. Endereço: R. João Moura, 1076, Pinheiros.

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5. CASA 92   Com ambiente acolhedor, a casinha localizada numa esquina da Faria Lima conquistou os coxinhas de São Paulo pelo clima intimista e decoração que acentua ainda mais o mood house party do local. Noite Hitchcock e Polaroid são alguns dos projetos da casa. Endereço: Cristóvão Gonçalves, 92, Largo da Batata.

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Saiba mais sobre balada, bares, shows e comportamento na noite no obaoba.com.br

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6 Capa

Ele não inventou o Skate, mas, definitivamente reinventou o nos 4 cantos do globo por sua Megarampa, e por manobras que carioca com sangue californiano cravou seu nome na história dado por satisfeito. Sempre pronto para surpreender o mundo MundU: Seu pai é americano e sua mãe brasileira. Como foi sua infância no Rio de Janeiro? Na verdade eu nasci no Rio de Janeiro, mas a gente mudava bastante de cidade por conta do trabalho do meu pai. Do Rio fui pra São Paulo, depois Porto Alegre, voltamos pro Rio de Janeiro, depois São Paulo de novo, Estados Unidos... enfim... não parava muito em um lugar só. Por conta dessas mudanças, e por meu pai ser americano, fui alfabetizado em inglês e português. MundU: Como aconteceu o seu primeiro contato com o skate? Quando eu tinha 10 anos, e morava na zona sul de São Paulo, emprestei minha bola de futebol a um amigo da rua. O cara perdeu a bola e quando fui cobrar ele disse que tinha um skate velho de fibra pra me dar em troca. Aceitei o skate e comecei a brincar. Daí fui aprendendo umas manobrinhas e quando ví quase todos os meus amigos da rua tinham skate. Era final dos anos 80 e o skate estava na moda... não parei mais... MundU: O skate é um esporte que está diretamente ligado a um estilo de vida. Como era o pequeno Bob na época de escola? Skate debaixo dos braços era bem visto pelos professores? Poxa, em 1986, quando comecei a andar, o skate era visto como algo rebelde. Eu tinha o estilo de skatista e me vestia assim até na escola, mas não conseguia entrar com ele no colégio. Uma vez, quando eu estudava no Colégio São Bento em São Paulo, eu e meus amigos andávamos

pelas calçadas do centro da cidade nos finais de semana. A gente estava andando na frente do colégio num sábado e um padre maluco começou a tacar água pra gente sair dalí. O “véio” me reconheceu e gritou: “Segunda-feira a gente conversa, seu moleque!” Resultado, tomei um esculacho do padre quando voltei pra escola no inicio da semana.

ca, certo?! Se não, fez facul de que, onde e quando? Não fiz faculdade não. Terminei o ensino médio, mudei pros Estados Unidos, e me joguei de vez no skate como competidor. Mas, ao invés da universidade, estudei outras coisas. Tenho brevê de avião, helicóptero e sou paraquedista profissional.

MundU: Aos 13 anos você participou de sua primeira competição e 8 anos depois já estava ganhando medalhas. Seus pais sempre te apoiaram ou o medo do filho se machucar era maior? Apoiavam sim! Até porque eu sempre me machucava de qualquer jeito... com ou sem skate. Eles viram que era algo que eu realmente me identificava, então eles sempre foram a favor. O único problema era que, quando eu ia mal na escola, meus pais me tiravam o skate. E como eu sofria muito com isso, esse era o grande trunfo deles para eu ir bem no colégio. Meu problema com o hospital era a asma. Minha mãe sempre me levava ao médico por conta disso...

MundU: Todo mundo sabe que você construiu um playground um tanto quanto único no quintal de sua casa em San Diego, Califórnia. Em nenhum momento suas filhas questionaram “Cadê aquela piscina olímpica que você prometeu pra gente, pai?!” Então... tenho uma filha de 13 e outra de 5 anos. Aqui em casa tem bastante espaço pra elas brincarem. Temos até cavalos. A paixão da minha filha mais velha é a dança. Em casa tem até um chão de madeira legal pra ela praticar mas, quando ela me vê construindo rampas gigantescas, ela sempre pergunta: “E aí pai? Cadê aquela sala de dança que você me prometeu?” Hahaha...

MundU: Falando nisso, faz aí uma lista das fraturas e contusões que você já teve. Até o momento são 29 fraturas mais sérias, contando as últimas no nariz e no rosto. Já quebrei o pé, clavícula, braço, punho... enfim... mesmo com um bom equipamento o skate sempre acaba lesando alguma coisa. MundU: Pelas rampas que você projetou imaginamos que você se formou em físi-

MundU: E a Megarampa? No momento da primeira descida vc pensou “Caralho... olha o tamanho da merda que eu fiz?” Ou não pensou em nada e só botou pra baixo? O que passou na sua cabeça? Na verdade a Megarampa foi uma evolução. Fui crescendo o tamanho das rampas aos poucos até chegar ao nível de hoje. É claro que quando a rampa ficou mais alta e rápida, aí realmente o bicho pegou! Mas o medo me mantém focado e minha experiência em paraquedismo ajuda bastante também. MundU: Como são os seus treinos? Você é um cara disciplinado? Cara... eu não treino! Eu simplesmente ando de skate... é meu estilo de vida! Eu fico andando, tentando novas manobras, me divertindo e, automaticamente, estou treinando. Não mantenho uma rotina de treinamento para as competições, por exemplo. Aliás, acho os campeonatos a parte “mala” do meu trabalho. Mas é claro que tem todo um preparo físico por trás de fortalecimento muscular, yoga, alongamento, etc. Minha disciplina diária é andar de skate ou me exercitar de alguma forma. MundU: Em uma época da sua vida, você conheceu as drogas mas teve forças pra parar. Como foi essa fase? Que conselho vc dá pra essa molecada adepta do “só um tirinho de vez em quando”?


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o que fazer com ele. Conhecido e desafiam as leis da física, esse a do esporte e parece não ter se o... com vocês: BOB BURNQUIST! Pra mim foi uma fase “oba oba” que não me levou a nada. Porra... eu saia a noite, me jogava na balada e no outro dia eu não conseguia andar de skate. Tudo o que é feito sem moderação dá problema. Desde drogas ilegais até bebidas alcoólicas, remédios de farmácia, café e por aí vai. Enfim... você pode ou não passar por isso. O melhor é não passar. MundU: Nos últimos anos o skate evoluiu muito no Brasil. O incentivo da iniciativa pública e privada acompanhou esse crescimento? Acho que muita coisa evoluiu desde que eu comecei a andar de skate. Estão rolando vários eventos, várias pistas estão sendo construídas e isso é muito bom. Mas acho que o poder público poderia envolver mais os próprios skatistas, atuando como consultores na construção de novos espaços e pistas para o esporte. Ás vezes uma cidade investe num local, sem a participação nenhuma de esportistas, e não fica legal. Tenho me envolvido bastante nisso linkando prefeituras e skatistas. Do lado privado, tem muito skatista profissional, com a ajuda de patrocinadores, construindo pistas incríveis! MundU: Nessa fase atual do Bob Burnquist, como seus patrocinadores tem feito a diferença? Aliás... quem são eles? Hoje tenho patrocinadores de dentro e de fora do mundo do skate. Cada um faz a diferença de uma forma, seja com grana ou levando o nome do skate para outras esferas. É muito bacana, pois tenho até marcas brasileiras me apoiando em eventos aqui nos Estados Unidos. Alguns parceiros são a Oakley, Hurley, Ogio, Globe, Nixon, TNT, Toyota, break UP da Arcor, entre outras... MundU: No caso de break UP, por exemplo, como se dá essa troca? A Arcor, com o break UP, é um exemplo bem bacana de empresa/produto que atua em um ramo nada a ver com o skate, mas que quer se associar a imagem e ao estilo de vida do esporte. Isso gerou várias oportunidades. Os caras estão até me apoiando em eventos que estou fazendo aqui na minha casa, em San Diego, Califórnia. É muito legal! MundU: Construir uma Megarampa no quintal de casa não é barato. Em que momento o skate começou realmente a te dar dinheiro? No momento em que eu ganhei meu primeiro cheque, por menor que fosse, eu já vi que

o negócio estava funcionando. Ali eu decidi que realmente viveria do skate. As coisas foram evoluindo e a partir de 1995, consegui patrocinadores gringos que entraram com grana e equipamentos profissionais. Isso ajudou muito a deslanchar minha carreira. MundU: Com tanta grana, você faz algum trabalho social? A gente fez bastante coisa com uma ONG aqui dos Estados Unidos, conectando indústrias de materiais sustentáveis com o esporte. Desde 2004 fizemos vários trabalhos “esverdeando” os X-Games, por exemplo. Apoio também algumas iniciativas no Brasil, com o objetivo de construir pistas de skate comunitárias pra tirar a molecada da rua e levar pro esporte. MundU: Aposentadoria das competições... já passa pela sua cabeça? Não! Na verdade hoje em dia eu corro se estou afim. Já participei de tudo o que podia, já ganhei muita coisa, perdi outras, então acho que posso me dar ao luxo de correr campeonatos sem pressão. Hahaha... Mas é claro que tudo que você faz repetidamente uma hora cansa. MundU: Bob... Podemos abusar? Manda 2 skates autografados aí pra gente, vai?! Um pra ficar na parede do Jornal e outro pra gente sortear pra galera universitária... rola? Hahahaha... vcs são folgados, hein? Mas, rola sim! Vou mandar 1 shape pra ficar na parede do Jornal e 1 skate pra doarem pra galera das faculs, blz?! MundU: Por fim, se você pudesse criar um curso universitário, que curso criaria? Putz... acho que criaria algo focado na preparação do atleta para o skate. Não estou falando de manobras ou do skate em si, pois isso só se aprende andando o dia todo. Estou falando de nutrição, preparação física, psicologia e diversas outras coisas importantes para melhorar mente, espirito e corpo para o esporte.

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JORNAL MUNDO UNIVERSITÁRIO

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10 Trampo

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QUEM FAZ A FACULDADE

É O ALUNO?

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Mesmo com o aumento significativo do número de cursos e instituições, muitas pessoas têm muita angústia e preocupação para escolher as consideradas faculdades de “primeira linha” e os cursos mais “tradicionais”. É comum certa resistência com os cursos de EAD (Educação a Distância) e com instituições não tão conhecidas. Algumas pessoas questionam se devem colocar esta informação no currículo ou não. Ter o diploma de um curso em uma instituição reconhecida ou optar por um curso que oferece mais oportunidades pode ser facilitador na inserção no mercado de trabalho, mas não definem nem determinam quem terá ou não sucesso profissional. Foi-se o tempo que um diploma de instituição reconhecida era sinônimo de emprego garantindo ao término do curso. Se for o seu sonho passar em uma instituição reconhecida ou pública, não meça esforços para isso. Se a única possibilidade de estudar é passar em uma pública, não desista. Se não puder fazer a faculdade dos seus sonhos porque é integral ou distante demais e você precisa trabalhar pra bancar seus estudos, não se desmotive. O que você deve colocar na balança e ponderar para escolher e tomar decisões é conhecer quais são as suas possibilidades e limitações para escolher algo que faça sentido e caiba na sua história de vida agora. Nenhuma escolha é para sempre e se não tiver condições de fazer uma graduação na faculdade dos seus sonhos, talvez você possa investir em uma pós-graduação lá mais pra frente. Não é o fim do mundo. O que não pode é utilizar como desculpa para a falta de oportunidade ou reconhecimento a qualidade da instituição que você escolheu. É muito importante que você tenha orgulho da sua história. Se não está gostando do que está recebendo é melhor parar para rever os seus comportamentos, pois sua autoconfiança e o quanto aproveita as oportunidades poderá

ser um diferencial muito maior em um processo seletivo do que o nome da instituição. Conhecimento e informação você pode conquistar dependendo do quanto estudar e se esforçar para isso, mas, pelo menos por enquanto não existe curso para ensinar iniciativa, protagonismo, comprometimento, responsabilidade, trabalho em equipe... as características tão desejadas pelas empresas. Isso você irá aprender com suas experiências como, por exemplo, trabalhos voluntários, atividades acadêmicas, esportes, estágios, trabalhos temporários, etc. Sobre os cursos à distância, você precisa avaliar os prós e contras. Além disso, é fundamental avaliar se possui os recursos tecnológicos para acompanhar as aulas. Em geral, quem opta pelo EAD é porque não tem alternativa, pois não tem uma faculdade perto de onde reside. Neste caso, ao invés de sentir-se envergonhado ou ter medo de colocar no currículo como se fosse algo inferior, procure levantar os pontos positivos de ter feio esta opção. Evidencie a determinação, foco e força de vontade que teve para ir até o final do curso com um bom aproveitamento, por exemplo. Não se esqueça de que é fundamental pesquisar sobre as referências do curso e da instituição. Se puder conversar com alguém que fez o curso pode ser uma boa. Existem no mercado pessoas que têm preferência por alunos da instituição x ou y, que em geral, têm um carinho especial pela instituição que cursaram, mas dizer que as empresas têm preferência não. Afinal, as empresas são feitas por pessoas. O importante é que você tenha a certeza de que está fazendo o seu melhor e fazendo escolhas que façam sentido na sua trajetória para alcançar seus objetivos. Boas escolhas e boa sorte!

Compartilhado por: Bruna Tokunaga Dias, Gerente de Orientação de Carreira da Cia de Talentos. Facebook.com/ciadetalentos - @ciadetalentos www.youtube.com/canalciadetalentos


Danielle Melo, aluna Anhanguera

Você faz. a transforMação acontece. Uma das maiores instituições de ensino do mundo já ajudou a mudar a vida de mais de 1 milhão de brasileiros e suas famílias. Essa transformação também é pra você. Currículo atualizado com o mercado.

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RECEITA PARA TRANSAR MAIS E MELHOR: LAVE A LOUÇA

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squeça o ursinho de pelúcia, o buquê de flores, o jantar caro. Há outras coisas mais eficientes quando o quesito é agradar a sua mulher. Um estudo feito na Universidade de Riverside, na Califórnia, aponta que homens que partilham as tarefas domésticas com as suas mulheres têm mais harmonia no relacionamento e – talvez a melhor notícia – uma melhor vida sexual. Segundo os pesquisadores, quando os homens ajudam nas maçantes tarefas de casa, a percepção das mulheres sobre igualdade e satisfação no relacionamento muda. Porque não adianta nada o cara ser romântico, mandar cesta de café da manhã e depois sentar a bunda no sofá pra assistir à Sessão da Tarde enquanto a mulher lava a louça. A cada prato lavado, mesmo que sem querer, a mulher que raciocina logo questiona o quanto daquele romantismo traduz um sentimento real. Porque estar na parceria na hora do champanhe e do caviar é fácil. Difícil mesmo é ajudar a lavar banheiro quando a faxineira deu o cano por duas semanas consecutivas. Tem muito cara mimado que acha que a namorada precisa ser a nova mãe. Está acostumado a comer e deixar o prato sujo na mesa; a molhar o banheiro e não secar; a deixar a cueca suja caída em baixo da cama até que alguma boa alma tire-a de lá antes que as aranhas façam teias nela. Tudo isso porque estavam acostumados a ter sempre alguém ali, a postos, pra fazer esse tipo de tarefa – geralmente algum ser do time feminino, como mãe ou irmã. Daí ele cresce sem ter ideia de como ligar a máquina de lavar ou de como passar uma camisa e fica tranquilo, pois tem certeza de que alguém assumirá essas funções na sua vida. Coisa de moleque de prédio. O exemplo das tarefas domésticas pode parecer bobo, mas a atitude de achar que lavar louça ainda é coisa de mulher dá ótimas pistas sobre outros aspectos da personalidade do sujeito. Provavelmente se trata de um cara machista, egoísta, um tanto quanto folgado e nada parceiro. Porque o parceiro de verdade quer mais é ajudar

a sua mulher a terminar o trabalho chato para que possam fazer qualquer outra coisa de mais interessante juntos. O homem parceiro jamais vai conseguir ficar bem sabendo que sua mulher está ali, no cômodo ao lado, se fodendo – e não é no sentido bom da palavra. Se ele pensa assim, é provável que irá agir com o mesmo egoísmo diante de outros desafios da vida em casal. Quando a coisa for muito mais séria do que uma pia lotada de louças, ele não estará lá para você. Por isso você, caro leitor, que se acha macho demais pra passar uma vassoura no chão, sugerimos que reveja seus conceitos sobre esse assunto. Porque eu nunca vi uma mulher sequer na Terra reclamando que o relacionamento tá difícil porque o marido insiste em lavar roupa toda semana. Mas já vi um tanto de outras frustradas por se sentirem desvalorizadas por seus homens folgados. Aliás, isso é um fato óbvio e talvez nem precisasse de uma coluna inteirinha dedicada a esse tema. O fato é que tem homem que já sacou isso faz tempo, mas finge nunca ter notado – imagina se eles irão querer abandonar o posto de patrões e arregaçar as mangas pra lavar uma privada. Para os que já entenderam que a fila andou pras Amélias, tem sempre a recompensa – não se surpreenda se for acordado com um boquete matinal, se ganhar café na cama ou se receber uma massagem grátis nos pés depois de tê-la ajudado em casa. As trocas de gentilezas movem o mundo, e essa é uma excelente atitude pra demonstrar que você se importa. Por isso, na próxima vez em que quiser agradar sua mulher, saia da mesmice do vestido novo ou do perfume e inove, chegue em casa mais cedo e a espere com a faxina feita. Contratar uma faxineira pra ela também vale. Aprenda que pontos somados no caderninho do amor feminino jamais são esquecidos. Acredite – elas podem não expressar na hora, mas com certeza nutrem uma tremenda admiração pelos homens que são tão machos ao ponto de pegar numa vassoura sem tabus nem preconceitos.

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verdadeiro ou falso

2 - Edith Wisner é o nome da primeira esposa de Raul Seixas. 3 - A primeira banda de Raul chamava-se Rauzito e os Panteras. 4 - "Por Quem Os Sinos Dobram" é um disco no qual Raul assina todas as faixas ao lado do compositor argentino Oscar Rasmussen. 5- A canção "Que Luz É Essa?", faixa do disco “O Dia em Que a Terra Parou” tem a participação de Gilberto Gil. respostas dele chamava-se Os Relâmpagos do Rock, denominado mais tarde de The Panthers

quiz

1 - Raul Seixas nasceu na cidade baiana de Feira de Santana em 28 de junho de 1945.

1 - Falso. Nasceu em Salvador | 2 - Verdadeiro | 3 - Falso. O primeiro grupo musical

Neste sábado São Paulo vai vivenciar um tributo ao maior ícone do rock brasileiro: Raul Seixas. O show “Toca Raul” foi destaque na última edição do Rock in Rio comandado pela banda Detonautas Roque Clube. Os caras prometem o mesmo empenho no palco do HSBC Brasil da apresentação carioca, mas desta vez com algumas surpresas. O grupo terá como artista convidada a cantora Zélia Duncan e prometem fazer os fãs cantarem do início ao fim do show com os maiores clássicos de Raul. A 89 montou um provão nesta página para você saber se está afiado sobre a vida e a obra de Raul Seixas. Vamos lá?

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e, em seguida, Raulzito e os Panteras. | 4 - Verdadeiro | 5 - Verdadeiro

Let s ROCK

por:

Uma das surpresas do “Toca Raul” é a discotecagem de abertura do tributo, que terá a presença de ninguém menos que Vivi Seixas, filha do cantor. Saiba um pouco sobre ela: Vivi é um dos grandes nomes da cena eletrônica brasileira e tem presença sempre marcante no ranking dos melhores Djs do Brasil. A influência roqueira do pai a levou a conhecer a música muito cedo e a vontade de experimentação sonora, uma característica de Raul, foi fundamental para ela descobrir novos horizontes. De colecionadora de discos raros a DJ nas festinhas de amigos, Vivi resolveu se especializar e em 1998 partiu para a Austrália em busca de novos conhecimentos. Essa experiência aliada ao gosto refinado a fez se destacar rapidamente nas noites, lhe rendendo a residência do Club 00, no Rio de Janeiro, em 2004, e Manga Rosa, em 2006, em São Paulo. Vivi Seixas atualmente marca presença nas maiores casas do Brasil e do mundo, dividindo palco com monstros sagrados das pick-ups, o que a faz ganhar a cada ano mais notoriedade da critica e do público, que já começa a gritar nas festas: toca Vivi!

Serviço: Toca Raul Dia 30, sábado, às 22h No HSBC Brasil R. Bragança Paulista, n° 1.281 – Santo Amaro Infos: (11) 4003.1212 www.ingressorapido.com.br Compartilhado por: Aline Cavalcanti, Larissa Negreiros, Tiago Marinho e Willian Maier | facebook/radiorockoficial | www.radiorock.com.br


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por

“SELFIE”, A PALAVRA DO ANO DE ACORDO COM O DICIONÁRIO OXFORD A escolha do “selfie”, também conhecido como o ato de tirar autorretratos com o intuito de postar nas redes sociais, se deu porque a palavra teve um importante significado cultural e materializou direitinho a vibe ou preocupações do ano de 2013. Realmente, 2013 foi um ano marcado pela ~ostentação~ em todos os seus sentidos literais e/ou figurativos e “selfie” cabe lindamente nesse cenário narcisista.

E POR FALAR EM “SELFIE” Um jornal da África do Sul, o Cape Times, fez uma campanha foda com imagens históricas modificadas digitalmente e transformadas em selfies, com o slogan: “Você não poderia estar mais perto das notícias”. As montagens são tão boas que, se a gente não conhecesse as fotos originais, poderíamos facilmente acreditar que as imagens são reais. Veja as imagens em www.bit.ly/capeselfie.

COMO DEIXAR UM BALADEIRO COM CARA DE IDIOTA? E o prêmio de troll do ano vai pra uma boate em Dublin que enganou os baladeiros filmando as poses absurdas da galera alegando que ia tirar apenas uma foto. O resultado é hilariamente óbvio: Um monte de gente com cara de imbecil tentando segurar o carão e a pose. Assista em www.bit.ly/trollboate.

OBRAS DE ARTES + TECNOLOGIA = ART X SMART Não é novidade brincar com obras de arte antigas e dar um toque de modernidade, mas o trabalho do coreano Kim Dong Kyu merece um destaque. Em “Art x Smart”, ele coloca elementos da tecnologia muito presentes em nosso cotidiano – smartphones, tablets e notebooks – em pinturas famosas. O resultado ficou bem divertido, dá uma olhada www.artxsmart.tumblr.com

“PORNÔ DE VINGANÇA” É A TENDÊNCIA PRA DEIXAR EM 2013 Revenge Porn é o nome bonitinho pra uma coisa horrorosa que é conhecida da web faz tempo mas virou uma espécie de tendência em 2013. Divulgar na internet fotos comprometedoras e/ou vídeos de sexo com a ex levou meninas ao suicídio, destruiu vidas e revelou o quanto o brasileiro é um povo machista e sem noção. Os casos ajudaram a levantar uma discussão mais séria sobre o assunto e até um projeto de lei pra coibir esses atos. Esperamos que o projeto vingue e essa tendência não saia de 2013. Compartilhado por: YOUPIX.COM.BR, o maior site de cultura de internet do Brasil. Acompanhe o youPIX no twitter @youPIX ou facebook.com/youPIX


Buteco do Paulão 15 NOVEMBRO É O MÊS DA DEDADA! Vc sabia que novembro é o mês da próstata? Ou melhor, novembro é o mês onde acontecem as campanhas para a detecção precoce do câncer de próstata. E juntamente com a campanha de conscientização, a Sociedade Brasileira de Urologia resolveu aumentar de 45 para 50 anos a idade mínima recomendada para nós homens fazermos este exame que, a bem da verdade, está sempre cercado de muito preconceito. Podem ter certeza que vai ter muita gente reclamando por ter sido orientado a fazer o exame antes da hora. Estes não vão escapar dos comentários maledicentes levantando dúvidas sobre as preferências sexuais do cidadão. - E ai, “apressadinho”, foi bom pra vc? Coisas da vida. De fato, levar dedada no “tóba”, no caso específico de heterossexuais como eu, não é exatamente um procedimento dos mais agradáveis. Mas a verdade é que este tipo de câncer, se descoberto em fase inicial, tem cura em quase que 100% dos casos. O que é uma “dedadinha” perto de um câncer de próstata? Para evitar a introdução do dedo indicador de outrem no “furico”, muitos homens dão preferencia ao exame de sangue que, infelizmente, não elimina a necessidade da realização da introspeção anal por parte do doutor. Dissertando sobre este tema, aliás, acabo recordando que já estive à mercê dos dedos curiosos dos homens de branco em algumas oportunidades. A primeira vez foi quando tinha meus tenros 40 anos e sofria de evacuações em spray constantes durante os shows. Ali estava eu, na sala de espera, observando homens, todos em silêncio, mas com nítidos olhares inquisitórios uns pros outros: - Veio aqui pra levar dedada, né ? Vai ver o que é bom!

Adentrei ao consultório e sob o jaleco branco, com os cotovelos apoiados na mesa e o queixo pousado na base formada pelas mãos unidas, dei de cara com um médico cujo “shape” era francamente andrógino. Ah, minha Nossa Senhora do Bom Parto, me dê uma boa hora, pensei! Seguindo orientações do doutor, deiteime de lado com a bunda de fora. Ele se aproximou sorrateiro, levantou a banda superior da minha bunda como quem abre um x-burguer e investiu penetrando o dedo enluvado até pouco depois da unha. Hum! Até que não foi tão...maaaaaallll! Enquanto eu avaliava a situação, o resto do dedo foi colocado ânus adentro. Ô, lasquera! Que situação inconveniente! Ele cutucou daqui e dali e eu me sentia como um peixe fisgado ao contrário. - Tá dando vontade de urinar? - Ele perguntou - Tá dando vontade de fugir daqui! Respondi Gente acaba logo com isso! Levou séculos, mas o doutor evadiu-se de dentro do meu ser. O diagnóstico não indicou problemas, mas confesso ter saído do local bastante, digamos, abatido. Tomei alguns remédios, fiz dieta e meus problemas sumiram por cinco anos ou mais. Mas, como não há bem que sempre dure e mal que nunca se acabe, os sintomas voltaram e fui obrigado a procurar um segundo médico, este um especialista e definitivamente sem o menor indício de “delicadeza”, digamos. O homem era um ogro e tinha um dedo que parecia um charuto. De quatro na maca, com a cara encostada no colchonete, na iminência de levar uma dedada daquele selvagem, senti um pouco de saudade do meu primeiro procto, aquele que a gente nunca esquece. A coisa foi deveras pior e prefiro evitar mais comentários. O médico novamente concluiu que eu não tinha problemas médicos e que as tais diarréias que me acometiam nas proximidades dos shows tinham, em grande parte, fundo psicológico. E de fato era um período

complicado em minha embriagada vida. Procurei me centrar melhor, fiz o cérebro comandar as coisas (notadamente minha atividade intestinal) e não é que tudo melhorou? Mas passaram alguns meses e todo o mal estar retornou. Aí tomei uma atitude ousada. Mal intencionado, procurei no livrinho da assistência médica uma proctologista de sobrenome japonês. Ao telefone, minha primeira pergunta para a doutora foi à respeito da sua estatura. Ela riu sem entender, ao que expliquei que queria uma médica baixinha de dedos pequenos. Já que era pra levar dedada, que fosse de uma mulher de dedo fino, pô! Na consulta, entre gargalhadas niponicamente comedidas da médica, expliquei meu histórico expondo minhas angústias. Ela sorriu e me deu duas notícias. - Não, eu não vou te dar “dedada”, disse a japa. - Que ótimo! O que a Senhora Vai fazer, então? Retruquei. - Vou te mandar fazer uma colonoscopia. É como uma endoscopia, só que por baixo! Uma câmera no meu rabicó? Fudeu!

Compartilhado por: Paulo de Carvalho (vulgo Paulão), bebedor de cerveja, vocalista da Banda Velhas Virgens e pai da Maju > www.facebook.com/paulo.decarvalho.9


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