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APA MUNICIPAL DO RIO VERMELHO/HUMBOLD

PLANO DE MANEJO

ENCARTE 1 CONTEXTUALIZAÇÃO E ANÁLISE DA REGIÃO DA UNIDADE DE CONSERVAÇÃO


PM da APA Municipal Rio Vermelho/Humbold - SC

Encarte 1

LISTA DE TABELAS Tabela 1 -

Situação da Saúde nos municípios do entorno da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold ................................................................................... 41

Tabela 2 -

Infraestrutura de Saneamento .................................................................. 42

Tabela 3 -

Abastecimento de Água............................................................................ 43

Tabela 4 -

Evolução do PIB ....................................................................................... 45

Tabela 5 -

Produção Agrícola Permanente ................................................................ 46

Tabela 6 -

Produção Agrícola Temporária ................................................................. 47

Tabela 7 -

Produção Pecuária ................................................................................... 47

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LISTA DE FIGURAS Figura 1 -

Localização da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold ....................... 12

Figura 2 -

Geomorfologia da Região da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold .. 15

Figura 3 -

Sistemas independentes de drenagem de Santa Catarina ....................... 16

Figura 4 -

A APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold em relação às bacias hidrográficas de Santa Catarina ............................................................... 17

Figura 5 -

Geologia da Região da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold ........... 18

Figura 6 -

Municípios do entorno da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold ....... 29

Figura 7 -

Evolução da População ............................................................................ 39

Figura 8 -

Evolução IDH-M ....................................................................................... 40

Figura 9 -

Nascidos Vivos ......................................................................................... 41

Figura 10 -

Destinação do esgoto gerado nos municípios do contexto regional .......... 42

Figura 11 -

Evolução no número de matriculas no período entre 2003 a 2009 ........... 44

Figura 12 -

Composição do PIB .................................................................................. 45

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Encarte 1

SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO ................................................................................................... 5 1.1. Histórico de Criação ................................................................................................. 7 1.2. Ficha Resumo da Unidade de Conservação APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold ....................................................................................................... 10

2. LOCALIZAÇÃO DA ÁREA .............................................................................. 11 3. CONTEXTUALIZAÇÃO E ANÁLISE DA REGIÃO DA UC .............................. 13 3.1. Meio Físico .............................................................................................................. 13 3.2. Meio Biótico ............................................................................................................ 21 3.2.1. Flora .................................................................................................................. 21 3.2.2. Avifauna ............................................................................................................. 26 3.2.3. Mastofauna ........................................................................................................ 27 3.3. Meio Socioeconômico ............................................................................................ 28

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .................................................................... 49

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LISTA DE SIGLAS

AER - Avaliação Ecológica Rápida APA - Área de Proteção Ambiental ANA – Agência Nacional das Águas CEPA - Centro de Educação Ambiental e Pesquisa EUA – Estados Unidos da América EXPOAMA – Exposição Agropecuária e do Meio Ambiente IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IGH-M – Índice de Desenvolvimento Humano Municipal INEP – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais MEC – Ministério da Educação PIB – Produto Interno Bruto PM - Plano de Manejo PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento PTRS – Tratamento Participativo de Resíduos Sólidos RPPN – Reserva Particular do Patrimônio Natural SNUC - Sistema Nacional de Unidades de Conservação TMCA – Taxa Média de Crescimento Anual UC - Unidade de Conservação UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina

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1. INTRODUÇÃO

As florestas tropicais constituem um patrimônio natural único, expresso em um conjunto de variadas formações vegetacionais que abriga inúmeras formas de vida (COSTA JUNIOR et al., 2008), provavelmente concentrando a maior riqueza de espécies por metro quadrado. O Brasil é um dos países com maior área de florestas tropicais (BORÉM; OLIVEIRA-FILHO, 2002; CERVI et al., 2007), graças a sua grande extensão territorial, variedade de climas e solos (LEITÃO-FILHO, 1987).

Entre as florestas tropicais que ocorrem no Brasil, destaca-se a Mata Atlântica, que originalmente se estendia continuamente ao longo da costa brasileira, penetrando até o leste do Paraguai e nordeste da Argentina. Porém, como resultado do processo de colonização e ocupação do território brasileiro, concentrados inicialmente nas regiões próximas do litoral, esta formação sofreu transformações drásticas, com acentuada perda de ambientes, de modo que, atualmente, mais de 80% dos fragmentos remanescentes apresenta menos de 50 ha, a maioria dos quais já alterados e sob diferentes estágios sucessionais. Estima-se que os remanescentes de Mata Atlântica ocupem cerca de 7% da área original do bioma (LEITÃO-FILHO, 1987; MORELLATO e HADDAD, 2000; RIBEIRO et al., 2009; TABARELLI et al., 2005).

A Mata Atlântica é um dos biomas brasileiros com elevada prioridade para o estabelecimento de unidades de conservação, abrangendo o complexo conjunto de ecossistemas associados. O bioma abriga extraordinária diversidade de espécies endêmicas e uma parcela significativa de biodiversidade (RODERJAN et al., 2002; SOS MATA ATLÂNTICA e INPE, 2008), sendo considerado um hotspot para a conservação (MYERS et al., 2000), ou seja, uma formação reconhecida mundialmente pelo grau de ameaça acentuado e pela urgência por medidas conservacionistas.

Vários autores atribuem a elevada biodiversidade do bioma à grande amplitude latitudinal e altitudinal que caracteriza a área de ocorrência da Mata Atlântica, o que, associado a outros fatores ambientais (variação de solos e distância do mar, por exemplo), resulta em ambientes distintos (CAMPANILI; PROCHNOW, 2006; MANTOVANI, 2003). Nesta formação há várias fitofisionomias, que geralmente assumem feições específicas desde as terras baixas até as cotas mais elevadas, como Floresta Ombrófila Densa, Floresta Ombrófila Mista, Floresta Estacional Semidecidual, Floresta Estacional Decidual, além de formações pioneiras sujeitas a

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condições ambientais particulares, como restingas, manguezais e lagoas (RODERJAN et al., 2002).

O estabelecimento de unidades de conservação é, em todo o mundo, a principal estratégia para conservar a variedade de formas de vida, ou biodiversidade. Hoje, essas áreas são uma garantia para o futuro da humanidade, os refúgios em que ainda contamos com vários bens e serviços ambientais oferecidos apenas pela natureza. Atualmente, cerca de 10% do território nacional é ocupado por alguma unidade de conservação federal instituída por ato do Poder Público.

A Lei Federal n° 9.985, de 18 de julho de 2000, que instituiu o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), enquadra a Área de Proteção Ambiental (APA) como uma unidade de conservação de uso sustentável, que admite atividades humanas, desde que orientadas e reguladas para evitar danos ambientais e buscando um uso sustentável dos recursos naturais existentes.

Assim, as APA geralmente são áreas extensas, com ocupação humana já existente e atributos abióticos, bióticos, estéticos ou culturais especialmente importantes para a qualidade de vida e ao bem-estar de populações humanas. Tem como objetivos básicos proteger a diversidade biológica, amostras de ambientes naturais e, ao mesmo tempo, disciplinar o processo de ocupação e buscar a sustentabilidade no uso de recursos locais.

A fim de conservar os recursos naturais da região do planalto norte catarinense, nos municípios de São Bento do Sul, Campo Alegre, Rio Negrinho e Corupá foi criado o Consórcio Intermunicipal da Bacia Hidrográfica do Alto Rio Negro, ou apenas “Consórcio Quiriri”. Entre os projetos associados a esse consórcio, destaca-se o Projeto de Áreas de Proteção Ambiental, do Programa de Unidades de Conservação. Por meio desse programa, cinco APA’s foram criadas (BOLLMANN, 2005; TEIXEIRA, 2004).

A APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold é uma dessas unidades, cuja criação, assim como as demais áreas do Consórcio Quiriri, se baseou em projeto de lei assinado em conjunto por vereadores das Câmaras Municipais de Campo Alegre, Rio Negrinho e São Bento do Sul (Parlamento do Consórcio) (BOLLMANN, 2005; TEIXEIRA, 2004).

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O planejamento é um processo consolidado para auxiliar na implementação de unidades de conservação. Como um produto central do planejamento, o plano deverá amparar as decisões na APA, para que elas considerem o contexto e as necessidades de manejo, definindo condições de uso, prioridades e rumos específicos. 1.1. Histórico de Criação

Em 1990 houve um primeiro sinal de preocupação socioambiental que hoje resulta no Consórcio Quiriri e na existência da APA objeto deste estudo, quando a Lei Orgânica Municipal de São Bento do Sul incluiu um capítulo específico sobre o cuidado e a preocupação com o ambiente e os recursos naturais (BOLLMANN, 2005).

Em 1995, como fruto de um curso de planejamento ambiental participativo por bacia hidrográfica, a idéia de um “consórcio intermunicipal” para o tratamento de várias matérias, incluindo questões ambientais, foi levada aos três prefeitos à época dos municípios de Rio Negrinho, São Bento do Sul e Campo Alegre. Assim se iniciou o processo de organização dos municípios de forma integrada, por meio da criação de um Consórcio e, no ano 2000, o município de Corupá, mesmo sendo de outra bacia hidrográfica, mas limítrofe a municípios do Consórcio, ingressou no Consórcio Quiriri (BOLLMANN, 2005). No artigo 241 da Emenda Constitucional 19, de 4 de junho de 1998, consta que “a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios disciplinarão por meio de lei os consórcios públicos e os convênios de cooperação entre os entes federados, autorizando a gestão associada de serviços públicos, bem como a transferência total ou parcial de encargos, serviços, pessoal e bens essenciais à continuidade dos serviços transferidos”.

Portanto, a formação de consórcios é uma forma de organizar a regionalização de forma ascendente, por ser formado a partir dos municípios, de suas características locais e suas dificuldades, para discutir ações regionais, sem que os municípios percam a autonomia. É uma “parceria” baseada em uma relação de igualdade jurídica, na qual todos os participantes – municípios – têm a mesma importância. Conclui-se, assim, que esses consórcios possibilitam uma territorialização dos problemas (TEIXEIRA, 2004). Estima-se que já existe algo como 10 outras iniciativas similares em Santa Catarina, incidindo sobre 30% dos municípios do estado (BOLLMANN, 2005). Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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O processo de organização dos municípios citados se baseou na constatação de vários problemas socioambientais, como destinação inadequada de resíduos, destinação de esgoto, lixões municipais inadequados, iniciativas locais de reciclagem, etc.

Ainda

segundo

Bollmann

(2005),

houve

incontáveis

averiguações

de

irregularidades. Portanto, a criação do Consórcio é uma reação a um contexto de degradação do meio ambiente que incide não apenas sobre um determinado município isoladamente, mas por toda uma região, o que reforçou a necessidade de integração intermunicipal (TEIXEIRA, 2004).

Além de levar essas informações aos prefeitos, no processo também houve todo um esforço para mobilização, articulação e participação de outros representantes da sociedade. Cerca de 20% da população dos municípios foi envolvida, de forma direta e indireta, nesse processo de disseminação de informações e conhecimentos, totalizando 20.000 pessoas, por meio de reuniões, palestras, seminários, treinamentos e veiculações em rádio, jornais e na televisão (TEIXEIRA, 2004).

Como resultado desse trabalho, no maior evento regional à época, a 5º Exposição Agropecuária e do Meio Ambiente (EXPOAMA), realizada em 28 de setembro de 1997, com a presença de mais de 10.000 pessoas, houve a assinatura da ata de constituição do “Consórcio Quiriri”, com a presença de prefeitos, vereadores, deputados estaduais, secretários de estado e um representante do governador de Santa Catarina. O comprometimento público, respaldado pela presença de autoridades e do público em geral, marcou então um ato público irreversível (BOLLMANN, 2005).

A partir de então, o Poder Público Municipal se ocupou de preparar uma sustentação jurídica para o Consórcio Quiriri, expressa em mais de 20 leis municipais sancionadas nos seus primeiros três anos de existência. Essas leis tratam da participação dos municípios no Consórcio, de normas aos municípios caso haja desvinculação do Consórcio, declara o Consórcio Quiriri como de utilidade pública, autoriza o Poder Executivo a conceder contribuição financeira ao Consórcio, além de previsões para despesas com manutenção e despesas com serviços de consultoria. Também, essa base legal propiciou a cooperação entre a Universidade Federal de Santa Catarina e o Consórcio Quiriri, embasou medidas relacionadas com limpeza pública, incinerações de resíduos infectantes, sem contar as leis que criaram cinco APA’s vinculadas aos propósitos do Consórcio (BOLLMANN, 2005). Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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O Consórcio Quiriri se sustenta em certos princípios, que devem ser respeitados por todos os membros, como o não-partidarismo, o uso de bacia hidrográfica como unidade de planejamento ambiental, a integração do estado com a sociedade civil, inclusive com organizações não-governamentais, buscando tratar os recursos naturais como limites a serem respeitados, como se eles fossem as divisas político– administrativas (BOLLMANN, 2005).

Através do Consórcio, houve um processo de investigação sobre questões socioambientais em todos os níveis e segmentos dos grupos sociais abrangidos pelos quatro municípios vinculados à iniciativa. Esse trabalho caracterizou a situação socioambiental de cada segmento e definiu então prioridades para ações específicas, em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Como resultado, foram definidos quatro grandes programas de ação: Tratamento Participativo de Resíduos Sólidos (PTRS), Unidades de Conservação, Educação Ambiental, Turismo Rural e Recursos Naturais (TEIXEIRA, 2004).

No diagnóstico participativo, notou-se que o lixo era um dos problemas centrais a ser enfrentado. As próprias comunidades sugeriram a implementação de programas de coleta seletiva e reciclagem e a aplicação de algum tipo de punição às pessoas que despejassem lixo em terrenos baldios ou em cursos d’água (TEIXEIRA, 2004). Mais de 80% dos participantes do diagnóstico participativo em São Bento do Sul e 70% em Rio Negrinho destacaram a gravidade do quadro de poluição dos rios em decorrência do despejo de lixo. Através do Programa de Tratamento Participativo de Resíduos Sólidos (PTRS) do Consórcio Quiriri, houve uma das transformações mais significativas em âmbito local. Antes, os resíduos gerados nos municípios tinham destinos variados, muitas vezes eram misturados resíduos domiciliares e industriais, inclusive substâncias perigosas, infectantes e até subprodutos de petróleo (solventes, tintas, vernizes) (TEIXEIRA e JACOBI, 2000).

Como resultado do PTRS, o município de São Bento do Sul, por exemplo, passou a reciclar metade do resíduo gerado, totalizando cerca de 2.000 toneladas/mês. Os resíduos industriais também passaram a ter destino adequado. Cinco anos após a criação do Consórcio, um conjunto de medidas aplicadas já revelou resultados visíveis, inclusive com geração de renda (TEIXEIRA, 2004).

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Vinculadas ao Programa de Unidades de Conservação do Consórcio Quiriri, foram criadas cinco unidades, totalizando 47.085 ha (24% da área dos quatro municípios). O Programa de Unidades de Conservação, onde se insere o Projeto de Áreas de Proteção Ambiental - APAs, resultou na aprovação de leis municipais durante uma reunião conjunta de vereadores das câmaras municipais de Campo Alegre, Rio Negrinho e São Bento do Sul (Parlamento do Consórcio) no ano de 1998 (TEIXEIRA, 2004).

Assim, buscou-se definir legalmente as áreas onde há ambientes naturais a serem protegidos ou utilizados com mais cautela, com a finalidade de assegurar a qualidade de vida da população local, inclusive no sentido de garantir a potabilidade da água em lugares considerados como reserva de abastecimento público (BOLLMANN, 2005; TEIXEIRA, 2004). 1.2. Ficha Resumo da Unidade de Conservação APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold DENOMINAÇÃO

Nome dos Proprietários

Área de Proteção Ambiental Rio Vermelho/Humbold

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul - SC

Nome do Representante

Marcelo Hubel

Contato

Secretaria Municipal de Meio Ambiente Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

Endereço

Rua Jorge Lacerda, 75 Centro - São Bento do Sul - SC CEP: 89.280-902 Fone: (47) 3631-6000

Telefone/Fax/e-mail/site

e-mail: marcelo_hubel@saobentodosul.sc.gov.br Site: www.saobentodosul.sc.gov.br

Área da APA (em ha)

Área da APA 23.000 ha Município de São Bento do Sul, no estado de Santa

Principal município de acesso à APA

Catarina. Município de São Bento do Sul, no estado de Santa

Município e estado abrangido

Catarina. A APA se localiza entre as coordenadas

Coordenadas (geográficas ou UTM)

7095000 – 7080000 N e 660000 – 680000 E.

Data e número ato legal da criação

Lei Municipal n° 246, de 14 de agosto de 1998

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DENOMINAÇÃO

Área de Proteção Ambiental Rio Vermelho/Humbold

Marcos e referências importantes nos limites e confrontantes

Estação Ferroviária Rio Vermelho

Biomas e/ou ecossistemas

Mata Atlântica

Distância próximos

dos

centros

urbanos

mais Aproximadamente 6 km da sede do município São Bento do Sul - SC

Principal meio de chegada á APA

Automóvel

2. LOCALIZAÇÃO DA ÁREA

A APA Municipal do Rio Vermelho, criada através da Lei Municipal n° 246, de 14 de agosto de 1998, localiza-se na região norte-nordeste de Santa Catarina, no município de São Bento do Sul, em uma área de cerca de 23.000 ha (Figura 1).

Esta região é situada em elevações que vão de cerca de 200 a 1200 m de altitude, tendo sua composição vegetal composta desde Floresta Ombrófila Densa SubMontana, Floresta Ombrófila Densa Montana, Floresta Ombrófila Mista e campos de altitude, em diferentes níveis de regeneração, inclusive formações primárias.

Está situada a 237 km do município de Florianópolis, capital do estado, com acesso pela BR-101 e SC-413.

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Figura 1 -

Localização da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold

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3. CONTEXTUALIZAÇÃO E ANÁLISE DA REGIÃO DA UC

Foi criado, através da Lei Municipal nº 2.754, de 28 de março de 2011, no município de São Bento do Sul o Museu Natural Entomológico Ornith Bollmann, com o objetivo de registrar, documentar e preservar o material provindo de pesquisas de campo, sendo uma fonte constante de pesquisa, visando a transmissão e o acesso do cidadão ao conhecimento e a construção ou desenvolvimento da cultura, está instituído para o desenvolvimento de pesquisa de caráter científico, educativo e de exposição, de indivíduos representantes da fauna, flora e recursos naturais.

3.1. Meio Físico

De acordo com a classificação de Köppen, o clima da região sul brasileira é do tipo Cf, subtropical e sempre úmido, sujeito a influência de massas de ar.

A caracterização geomorfológica da região onde está inserido o município de São Bento do Sul constitui basicamente três unidades geomorfológicas morfoestruturais (Figura 2): - Serras do Leste Catarinense; - Planalto de São Bento do Sul; - Patamar de Mafra. As Serras do Leste Catarinense São caracterizadas pela seqüência de serras dispostas de forma subparalela. Dispõem-se na direção predominante NE-SW. Começam nas proximidades de Joinville e se estendem para o sudoeste. A caracterização geomorfológica é feita pela seqüência de serras dispostas de forma subparalela.

Em termos altimétricos, apresentam-se gradativamente mais baixas em direção ao litoral, atingindo, próximo à linha da costa, altitudes inferiores a 110 m, onde terminam através de pontas, penínsulas e ilhas. Na região da APA Municipal do Rio Vermelho, ocorrem as maiores altitudes da unidade, ultrapassando os 900 m em sua porção SE.

No Vale do Rio Itapocu ocorrem relevos de topos convexos, configurando morros em forma de meia laranja, correspondendo a um modelado de dissecação homogênea.

Na região da APA Municipal do Rio Vermelho o relevo é enérgico, com vales Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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profundos em forma de V, controlados estruturalmente e separados por cristas. Os rios desta unidade ocorrem no sentido NE.

A geomorfologia na região da APA é caracterizada por vales profundos com encostas íngremes e sulcadas, separadas por cristas bem marcadas na paisagem, esta característica favorece a atuação dos processos erosivos, principalmente nas encostas desmatadas, podendo inclusive ocorrer movimentos de massa, uma vez que o manto do material fino resultante da alteração da rocha é espesso, podendo atingir até 20 m. Em muitas vertentes encontram-se anfiteatros de erosão ocasionados por movimentos de massa, na maioria das vezes subatuais. Uma característica geral é dada

pela

intensa

dissecação,

que

basicamente,

encontra-se

controlada

estruturalmente, resultando num modelado de dissecação diferencial (SANTA CATARINA, 1986). Planalto de São Bento do Sul Esta Unidade situa-se em toda a porção norte da APA. O aspecto geral do relevo pode ser descrito por formas colinosas que se desenvolvem sobre patamares estruturais e localmente apresentam certa concordância topográfica e parecem corresponder a restos de uma superfície de aplainamento. Altimetricamente este planalto possui uma altitude média situada entre 850 e 950 m, mas podemos encontrar altitudes maiores chegando a 1.120 m no ponto culminante localizado na APA em sua porção NE. Patamar de Mafra Segundo Rosa e Herrmann (1986), as formações constituídas por rochas sedimentares muito friáveis deram origem a um relevo colinoso, com pequena amplitude altimétrica que, é resultado de um modelado de dissecação fluvial homogênea, denominado Unidade Geomorfológica Patamar de Mafra, encontrado no extremo oeste da área da APA.

O relevo nesta porção pode ser caracterizado como regular, quase plano, que no conjunto pode ser individualizado como um patamar intermediário, predominantemente constituído por uma superfície colinosa.

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Figura 2 -

Geomorfologia da Regi達o da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold

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A rede hidrográfica do estado de Santa Catarina é representada por dois sistemas independentes de drenagem – o Sistema Integrado da Vertente do Interior, comandado pela bacia Paraná-Uruguai e o Sistema da Vertente Atlântica, formado por um conjunto de bacias isoladas (Figura 3). A Vertente do Interior abrange uma área equivalente a 63% (cerca de 60.123 km 2) da área do estado, enquanto a Vertente Atlântica, com uma área de 35.298 km2, ocupa o equivalente a 37%. É nesta vertente que se encontra a maior bacia hidrográfica exclusivamente catarinense, a bacia do rio Itajaí com cerca de 15.000 km 2, que conta com 3 grandes tributários: rios Itajaí do Norte, Itajaí do Oeste e Itajaí do sul.

Figura 3 -

Sistemas independentes de drenagem de Santa Catarina

A Serra Geral é o grande divisor das águas que drenam para o rio Uruguai e as que se dirigem para leste, desaguando diretamente no Oceano Atlântico. Mais ao norte, a Serra do Mar serve como divisor entre a Bacia do Iguaçu e as bacias da vertente atlântica que drenam para o litoral norte.

Ainda com relação às bacias hidrográficas do estado de Santa Catarina, estas podem ainda ser enquadradas em três grandes grupos: Bacias do Iguaçu, Bacias do Uruguai e Bacias do Sudeste, pertencendo respectivamente às regiões hidrográficas do Paraná, Uruguai e Atlântico Sul (AGÊNCIA NACIONAL DAS ÁGUAS, 2010). A região centro-norte catarinense é composta basicamente por três bacias hidrográficas do

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grupo de bacias do sudeste, associadas aos rios Itajaí-Açu, Itapocú e Tijucas, drenando diretamente para o Atlântico Sul. A região da APA Municipal do Rio Vermelho insere-se na bacia do rio Itapocú, em seu curso superior (Figura 4).

Figura 4 -

A APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold em relação às bacias

hidrográficas de Santa Catarina

A geologia da região da APA Municipal do Rio Vermelho é delineada basicamente pela Área do Escudo Atlântico, do Supergrupo Tubarão, além de Sedimentos Quaternários (Figura 5).

Área de Sedimentos Quaternários Este domínio corresponde ao dos depósitos sedimentares inconsolidados, formados em ambiente marinho, fluvial, durante o Holoceno. Estes depósitos consistem em areias, argilas, cascalhos, seixos e sedimentos síltico-argilosos. Na região da APA ocorrem apenas os depósitos aluvionares e coluviais.

Os depósitos aluvionares tratam-se de sedimentos fluviais que devido ao relevo local da APA formam, pequenas planícies, ao longo do curso dos rios. São constituídos por Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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Figura 5 -

Geologia da Regi達o da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold

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areias, argilas, cascalhos e material síltico-argiloso; os sedimentos mais grosseiros localizam-se preferencialmente nas regiões perto das nascentes dos cursos d água, enquanto os mais finos predominam nas áreas de menor energia hídrica. Os Depósitos Coluviais tratam-se de acumulação da base de encostas, identificados no sopé das serras e na base das encostas de elevações. Os depósitos são inconsolidados e mal classificados, sendo constituídos por cascalhos, seixos, areias e argilas. Supergrupo Tubarão Muhlmann et al. (1974), citados por Bortoluzzi et al. (1987), promoveram o Grupo Tubarão à categoria de supergrupo e os subgrupos Itararé e Guatá à categoria de grupo. Ao mesmo tempo propuseram a subdivisão do Grupo Itarare em quatro formações.

GRUPO IATARE Compreende na Bacia do Paraná, todo o pacote de sedimentos de origem glacial e periglacial relacionado ao Carbonífero Superior e Permiano Inferior.

Formação Mafra Forma a parte intermediária do Grupo Itararé, sendo constituída por arenitos brancos e amarelo-avermelhados, mal selecionados, com diamictitos, conglomerados e argilitos subordinados. Sua deposição deu-se em condições ambientais marinhas e continentais, com influência glacial. Área do Escudo Atlântico Nesta região, localiza-se o Craton de Luís Alves, elemento tectônico setentrional, a grosso modo retangular, cujos limites aproximados norte-sul estão entre os paralelos 26º00’ e 26º45’, portanto quase todo compreendido no contexto da região. Sua extremidade meridional, já fora da APA, está oculta sob os sedimentos da Bacia Periférica Camaquã-Itajaí.

No âmbito da região da APA, os tratos rochosos são constituídos pelo Complexo Luís Alves, assembléia petrotectônica de rochas metamórficas principalmente da fácies granulito, composição básica-intermediária gerada no Arqueano e Proterozóico Inferior.

As rochas metamórficas da fácies granulito se expressam por gnaisses noríticos, Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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gnaisses enderbíticos, gnaisses cálcico-silicáticos, gnaisses kinzigíticos, anortositos, quartzos e ultramafitos. As rochas pertencentes às outras fácies-anfibolito, epídotoanfibolito e xistos verdes são as seguintes: biotita-gnaisses, metatonalitos, metadioritos, metagabros, anfibolitos, diatexitos, metatexitos, serpentinitos, xistos magnesianos e rochas cataclásticas (SANTA CATARINA, 1986).

Margeando a APA em sua porção SE, encontra-se a Suíte Intrusiva Serra do Mar, compreendendo um conjunto de seis corpos intrusivos que transpassam as rochas do Complexo Luís Alves, os quais são conhecidos pela toponímia de Subida, Corupá, Piraí, Dona Francisca, Serra Alta e Morro Redondo, intrusão esta que se estende para o Paraná e que se apresenta como stocks e corpos alongados. Determinações petrográficas apontam a presença de biotita-granitos, alaskitos, hornblenda-granitos, biotita-macrogranitos, granitos catacláticos, sienitos, quartzo-sienito sódico, riebeckitagranitos e riebeckita-aegerina-granitos, tipos litológicos que revelam quimismo alcalino a peralcalino. Trata-se de um plutonismo anorogênico (interplaca) análogo aos granitos tipo A, e com ligação genética com os Grupos Itajaí e Campo Alegre, podendo ser interpretado, assim, como produto de um episódio distensional da crosta terrestre ocorrida por volta de 550 milhões de anos.

Na sua maior parte, os stocks e corpos alongados acima referidos destacam-se sobremaneira na topografia, edificando morros ou pequenas serras, que são paisagens geomorfológicas do grande acidente geográfico do sul/sudeste do Brasil conhecido como Serra do Mar.

No noroeste da área de estudo encontra-se o Planalto de São Bento do Sul, o qual situa-se entre 850 e 950 m de altitude. O substrato pertence ao Grupo Campo Alegre onde se localizam as principais nascentes do rio Vermelho. O Grupo Campo Alegre é constituído por rochas efusivas e piroclásticas, além de rochas sedimentares como arenitos e conglomerados (SANTA CATARINA, 1986). Kaul (1997, apud CITRONI, 1998) identificou essa porção como “uma margem regenerada do Cráton Luiz Alves”, já Hasui et al. (1975, apud CITRONI, 1998) considerou-a um maciço. Tais denominações devem-se ao longo período de estabilidade em que essa bacia permaneceu. Contudo, a parte norte dessa bacia, margeando o domínio Curitiba, teria sido ativada durante a colagem tectônica do Neoproterozóico, entre os domínios Luiz Alves e Curitiba (SIGA, 1995).

Segundo Figueiredo et al. (1991), o Complexo Luiz Alves, também denominado por Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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Hartman e Silva (1979) de Complexo Granulítico de Santa Catarina, é constituído por ortogranulitos, derivados de suíte ígnea básica intermediária-ácida, de composição tonato-granodiorítica com diferenciado básicos subordinados. O complexo granulítico limita-se ao norte com o Domínio Curitiba, ao oeste a Bacia do Paraná, ao sul com o Cinturão Dom Feliciano e a calha sedimentar do Grupo Itajaí, e a leste como Domínio Paranaguá. A Unidade Geomorfológica Serra do Mar isola o planalto do litoral e “apresenta-se como um conjunto de cristas e picos, separados por vales profundos em ´V` e com encostas íngremes” (CARUSO, 2001 p. 42). 3.2. Meio Biótico

3.2.1. Flora

A vegetação florestal predominante na APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold pertence à Floresta Ombrófila Densa. Esta floresta está situada na parte leste de Santa Catarina entre o planalto e o oceano, onde as precipitações são abundantes e regularmente distribuídas durante o ano, não obstante, um período mais intenso no verão. A umidade relativa é muito elevada (84-86%) nas proximidades da costa, diminuindo em sentido a oeste. Trata-se, portanto, de um clima sazonal tropical úmido, sem período seco e com medias térmicas nunca inferiores a 15°C (SANTA CATARINA, 1986).

As condições ambientais dessa região favorecem o desenvolvimento de uma multiplicidade de subformas de vida. Ao longo da encosta atlântica e planícies quaternárias encontra-se a floresta mais exuberante e complexa, com um grande número de espécies arbóreas com 20-30 m de altura e copas largas que densificam o estrato superior. Dentre as espécies que se destacavam pode-se citar a Ocotea catharinesis

(canela-preta),

Ocotea

odorifera

(canela-sassafras),

Cryptocarya

aschersoniana (canela-fogo), Nectandra oppositifolia (canela-garuva) entre as Lauraceae, Sloanea guianensis (laranjeira-do-mato) das Elaeocarpaceae, Alchornea triplinervia e Alchornea sidifolia (tanheiro) entre as Euphorbiaceae, Guapira opposita (maria-mole) das Nyctaginaceae, Chrysophyllum viride (aguaí) das Sapotaceae, Brosimum lactescens (leiteiro) das Moraceae, Virola bicuhyba (bicuíva) das Myristicaceae, Matayba intermedia (camboatá) das Sapindaceae, Buchenavia kleinii (garajuva) das Combretaceae, Cabralea canjerana (canjerana) e Cedrela fissilis (cedro) entre as Meliaceae.

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O estrato médio era constituído principalmente por Euterpe edulis (palmiteiro) das Arecaceae que domina em algumas regiões, além de Calyptranthes lucida (guamirimferro) das Myrtaceae, Esenbeckia grandiflora (pau-cotia) das Rutaceae, Sorocea bonplandii (cincho) das Moraceae, Ocotea teleiandra (canela-pimenta) das Lauraceae, Garcinia gardneriana (bacopari) das Clusiaceae, Bathysa australis (macuqueiro), Faramea marginata (pimenteira-selvagem) entre as Rubiaceae, Gymnanthes concolor (laranjeira-do-mato)

e

Pausandra

morisiana

(almécega-vermelha)

entre

as

Euphorbiaceae.

No estrato arbustivo predominavam Psychotria nuda e Psychotria suterella (grandiuvade-anta), Rudgea jasminoides (pimenteira-das-folhas-largas) entre as Rubiaceae, Geonoma schottiana e Geonoma gamiova (guaricana) entre as Arecaceae, Mollinedia schottiana e Mollinedia clavigera (pimenteiras) entre as Monimiaceae, Ouratea parviflora (canela-veado) das Ochnaceae e Ardisia guianensis (baga-de-pomba) das Primulaceae. Eram ainda bastante frequentes espécies de xaxins arborescentes tais como Alsophila setosa, Cyathea phalerata, Cyathea corcovadensis e Cyathea delgadii. O estrato herbáceo era constituído principalmente por representantes das famílias Heliconiaceae, Marantaceae e Poaceae, além de Pteridófitas (SANTA CATARINA, 1986; KLEIN, 1978).

Além das supramencionadas sinúsias essa floresta apresentava uma densidade extraordinária de epífitas, onde se destacavam os representantes das famílias Bromeliaceae, Orchidaceae, Araceae, Piperaceae, Gesneriaceae, Cactaceae e diversas famílias de Pteridófitas e um grande número de lianas lenhosas onde sobressaem as espécies da família Bignoniaceae, Hipocrateaceae e Sapindaceae (KLEIN, 1978).

A Floresta Ombrófila Densa bem como todo o bioma ao qual se encontra inserida passou por uma longa história de uso intensivo e exaustivo de seus recursos, incluindo todos os principais ciclos econômicos desde a exploração do pau-brasil, da mineração, da cana-de-açúcar, do café, do cacau, da exploração da madeira e da pecuária. A região ao menos no início foi a primeira a ser explorada, quando da colonização e ocupação do país, devido à sua localização ao longo da costa brasileira (LEITÃOFILHO, 1987).

O crescimento populacional tem contribuído para a destruição da floresta, tendo em vista a expansão urbana descontrolada. Além disso, a extensa rede de ferrovias ao Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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longo da região facilitou a abertura de novas áreas de cultivo, exploração desordenada de madeira e a expansão de núcleos urbanos (GALINDO-LEAL e CÂMARA, 2005), bem como a abertura de rodovias como, por exemplo, a BR-101 na década 1970 e outras rodovias estaduais (CAMPANILI e PROCHNOW, 2006). Nas regiões litorâneas a expansão da infra-estrutura turística teve um impacto negativo significativo nos ambientes costeiros (GALINDO-LEAL e CÂMARA, 2005).

Segundo Galindo-Leal e Câmara (2005) as causas mais recentes da perda de floresta incluem formas intensivas de cultura agrícola como, por exemplo, a soja, subsidiadas pelo governo, e a expansão dos reflorestamentos com Pinus e Eucalyptus. Pois, com a rápida expansão da indústria de celulose e papel, grandes áreas de florestas foram suprimidas e substituídas por plantações homogêneas de pinheiros exóticos e eucaliptos.

Além disso, a construção de represas para a produção de energia hidrelétrica contribuiu substancialmente para a perda de habitats e para mudanças ecológicas na região. Apesar da devastação ecológica e social provocada pela construção de represas, amplamente reconhecida, vários projetos hidroelétricos continuam sendo implementados (GALINDO-LEAL e CÂMARA, 2005; CAMPANILI e PROCHNOW, 2006).

Desta forma, desde a colonização sua cobertura original foi sendo substituída por extensas monoculturas, áreas urbanas, agrícolas e de pecuária, tanto que atualmente grande parte da Floresta Ombrófila Densa encontra-se intensamente explorada.

Na região do planalto catarinense em altitudes acima de 500 m e climas sem período seco com ocorrência de 4 a 6 meses frios (Tm 15°C) e até 6 meses quentes (Tm 20°C) durante o ano (SANTA CATARINA, 1986), a Araucaria angustifolia (pinheiro-doparaná) imprime um caráter fisionômico à Floresta Ombrófila Mista. Segundo Klein (1978) a Araucaria angustifolia nessa região ocupava o estrato emergente como macrofanerófita (árvore com altura entre 30 e 50 m). Nas bacias e afluentes do rio Negro e rio Iguaçu no Planalto Norte do estado predominavam na sinúsia de mesofanerófita, a Ocotea porosa (imbuia), Sloanea lasiocoma (sacopema) e Ilex paraguariensis (erva-mate). Além das espécies citadas eram frequentes as seguintes árvores: Ocotea odorifera (sassafrás), Ocotea puberula (canela-guaicá), Persea major, Cryptocarya aschersoniana (canela-fogo), Nectandra lanceolata (canela-amarela) entre as Lauraceae, a Eugenia involucrata (cereja), Eugenia pyriformis (uvaia), Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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Myrcianthes pungens (guabiju), Myrcianthes gigantea (araçazeiro) e Myrcia obtecta (guamirim) entre as Myrtaceae, Matayba elaeagnoides (camboatá) e Cupania vernalis (miguel-pintado) entre as Sapindaceae, a Mimosa scabrella (bracatinga) entre as Fabaceae, as Meliaceae Cedrela fissilis (cedro) e Cabralea canjerana (canjerana), Cinnamodendron dinisii (pimenteira) das Canellaceae, Lamanonia ternata (guaraperê) das Cunoniaceae, Prunus myrtifolia (pessegueiro) das Rosaceae e as caúnas (Ilex dumosa, I. brevicuspis, I. microdonta) e Ilex theezans (congonha) entre as Aquifoliaceae.

A sinúsia das arvoretas era formada principalmente pela própria Ilex paraguariensis associada com Casearia decandra (guaçatunga) Salicaceae, Sebastiania brasiliensis (leiteiro)

e

Sebastiania

commersoniana

(branquilho)

Euphorbiaceae,

Drymis

brasiliensis (casca-de-anta) Winteraceae entremeados muitas vezes por densas touceiras de Merostachys multiramea (taquara) Poaceae (KLEIN, 1978) e em alguns locais por Dicksonia sellowiana (xaxim) Dicksoniaceae.

A Floresta Ombrófila Mista teve significativa importância no histórico de ocupação da região sul, não somente pela extensão territorial que ocupava, mas principalmente pelo valor econômico que representou durante quase um século (KLEIN,1985).

A partir de meados do século XIX, consolidou-se um processo gradativo de ocupação das terras no interior do sul do Brasil (KOCH e CORRÊA, 2002), provocando uma dramática redução das áreas com florestas originais na região (MEDEIROS, 2005). Entretanto, no início do século XX a Floresta Ombrófila Mista ainda dominava as paisagens do sul do Brasil cobrindo 30% do território catarinense, porém, com o avanço da colonização interior

adentro muitas derrubadas florestais foram

proporcionadas para a formação dos núcleos urbanos e surgimento de lavouras, quase sempre de subsistência. Além das derrubadas para instalação urbana e ampliação das fronteiras agrícolas, com a construção das ferrovias cresceu muito o número de serrarias, sendo muitas destas estrategicamente alocadas ao longo das ferrovias e, assim, permitindo que a exploração dessa floresta logo se tornasse a principal atividade econômica no sul do País (KOCH e CORRÊA, 2002).

Em Santa Catarina a indústria madeireira cresceu de forma impressionante, também por conta de sua exuberante floresta. De acordo com dados de 1937 haviam 381 serrarias catarinenses cadastradas à Rede de Viação Paraná Santa Catarina e já em 1948 dados do Instituto Nacional do Pinho revelavam 910 serrarias no estado (KOCH Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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e CORRÊA, 2002), muitas das quais o produto principal provinha da Floresta Ombrófila Mista.

Segundo Koch e Corrêa (2002) dados históricos datados de 1940 revelam que Santa Catarina era o maior exportador de madeira, sendo responsável por mais da metade das exportações brasileiras. Somente em 1968 exportou-se mais de um bilhão de metros cúbicos de madeira do Brasil (HUECK, 1972), onde 45% do total da produção eram provenientes de Santa Catarina (KOCH e CORRÊA, 2002).

Na região do planalto norte catarinense, que abrange os municípios de São Bento do Sul, Rio Negrinho, Canoinhas, Mafra, Três Barras e Porto União, a exploração dos recursos florestais foi uma prática muito constante. Essa região é considerada o pólo moveleiro e madeireiro do Brasil, além de ser o mais expressivo da América Latina. A exploração madeireira nessa região foi exercida de maneira predatória sob o ponto de vista ecológico, social e econômico, pois até pouco tempo não havia leis para proteger a sustentabilidade florestal e pouco se conhecia sobre conservação florestal. Diversas espécies foram exaustivamente exploradas na região, mas principalmente a Araucaria angustifolia que na década de 70 correspondia a 90% da madeira remetida para fora do País (SEITZ, 1986), além de Ocotea odorifera, Ocotea porosa, Dicksonia sellowiana e Ilex paraguariensis que são espécies características da Floresta Ombrófila Mista.

A Floresta Ombrófila Mista do ponto de vista da exploração madeireira é a mais expressiva dentre as florestas, devido à homogeneidade e densidade de sua população arbórea, principalmente por espécies como a Ocotea porosa e a Araucaria angustifolia (REITZ et al., 1978).

Hoje, estima-se que os remanescentes de Floresta Ombrófila Mista, nos estágios primários ou mesmo avançados, não perfazem mais de 0,7% da área original (MMA, 2002), o que a coloca entre as fitofisionomias mais ameaçadas do Bioma Mata Atlântica. As indicações mais otimistas registram entre 1 a 2% de áreas originais cobertas por esta floresta nos três estados do sul (KOCH e CORRÊA, 2002). Em Santa Catarina restam apenas alguns relictos remanescentes com uma área de aproximadamente 2% da original, que perfazem 4.000 km2 distribuídos em fragmentos dispersos (MEDEIROS, 2000).

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Outro aspecto que ressalta a criticidade da Floresta Ombrófila Mista é a carência de espaços legalmente protegidos, sob a forma de unidades de conservação, na sua área de ocorrência original (MEDEIROS, 2005).

Devido ao intenso processo de degradação e fragmentação florestal constatado, a implantação de UC de proteção integral se insurge como estratégia inadiável.

3.2.2. Avifauna

A descrição dos habitats de ocupação da avifauna brasileira feita por Sick (1997) insere a APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold na seção ecológica denominada de Floresta Pluvial Atlântica.

Essa seção ecológica é uma das mais ricas do mundo em biodiversidade, sendo considerada um Hot Spot de diversidade de vida em todo o mundo. Apesar de ser uma das florestas mais ricas em espécies de aves do Brasil, a Floresta Atlântica também é uma das mais ameaçadas, sendo assim fundamental a realização de esforços para a manutenção desse patrimônio natural.

As aves são os vertebrados terrestres mais conspícuos nas paisagens naturais ou artificiais, sendo possível observar grande variedade de espécies. Por causa dessa característica e da convivência próxima e quase sempre harmoniosa com o ser humano, as aves são as mais admiradas e protegidas de todas as formas de vida terrestre (GONZAGA, 1982).

Essa classe de vertebrados apresenta um grande número de espécies que habitam diferentes ambientes, tendo importante papel ecológico nos ecossistemas. Além do mais estudado e conseqüentemente conhecido, o grupo das aves se destaca, sendo bastante utilizado como ferramenta para avaliação ambiental (FAVRETO et al., 2008). Por responderem de forma eficiente às alterações ambientais, sendo, portanto, consideradas como ótimas indicadoras de qualidade ambiental, as aves sempre são contempladas em estudos que visem o manejo e monitoramento ambiental de uma determinada área (ALMEIDA, 1986; ANDRADE, 1993 e SICK, 1997).

Embora apresente todas as vantagens mencionadas, a falta de inventários avifaunísticos em muitas regiões do país nem sempre permite a utilização deste grupo de uma forma mais eficiente para subsidiar adoções de medidas de manejo para a Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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conservação de ambientes naturais, em especial, para a elaboração e implantação de PM em UC.

Para o território de Santa Catarina, embora as pesquisas ornitológicas tenham progredido nos últimos anos, muitas regiões consideradas importantes para a conservação dos recursos naturais, ainda carecem desses estudos (ROSÁRIO, 1996). Na região onde se insere a APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold, com exceção de alguns trabalhos pontuais, não existem estudos mais aprofundados com a avifauna local, o que infelizmente não permite a determinação mais conclusiva da real composição desse grupo animal para a referida UC.

Os resultados apresentados no diagnóstico avifaunístico deverão orientar as ações necessárias para promover o zoneamento e a conservação ambiental da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold, de forma a garantir a manutenção do maior número possível de espécies de aves.

3.2.3. Mastofauna

Os mamíferos representam um dos grupos animais mais diversos e complexos, apresentando várias formas e adaptações que os possibilitam ocupar uma ampla variedade de ambientes aquáticos e terrestres (EISENBERG; REDFORD, 1999).

Os mamíferos terrestres desempenham importante papel na manutenção da diversidade dos ambientes naturais, agindo como dispersores e predadores de sementes e plântulas, removedores de carcaças e detritos, servindo de presa, ou como predadores e reguladores de populações de outras espécies (PARDINI, et al., 2004).

Atualmente são conhecidas cerca de 5.418 espécies de mamíferos no mundo (WILSON; REEDER, 2005), e o Brasil contabiliza 652 espécies, com mais 6 espécies exóticas que voltaram ao estado selvagem no território nacional (REIS, et al., 2006).

O estado de Santa Catarina tem em sua mastofauna terrestre, (excluindo-se as espécies marinhas) cerca de 120 espécies nativas, (CHEREM et al., 2004) dentro de 9 ordens: Didelphimorphia (cuícas e gambás, 12 espécies), Xenarthra (tatus e tamanduás, 06 espécies), Chiroptera (morcegos, 40 espécies) Primates (macacos, 03 espécies), Lagomorpha (coelho-do-mato, 01 espécie), Carnívora (cachorro-do-mato, Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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quati, gatos-do-mato, lontra, 15 espécies), Perissodactyla (anta, 01 espécie), Artiodactyla (porcos-do-mato, veados, 05 espécies), e Rodentia (ratos-do-mato, esquilo, ouriço, cutia, capivara, preá, 35 espécies), e dentro deste total, 33 se encontram em algum grau de ameaça segundo à recém criada lista das espécies ameaçadas do estado de Santa Catarina (IGNIS, 2010).

São diversas as causas do declínio populacional destas espécies, e entre eles os principais e mais comuns são alterações do habitat causadas pelo homem, como o desflorestamento,

construção

de

rodovias,

hidrelétricas

ou

empreendimentos

imobiliários e industriais, caça, poluição e a introdução de espécies exóticas. Estas condições unidas à falta de adaptabilidade de algumas espécies, podem ocasionar extinções locais, ao passo que outras espécies mais generalistas, podem aumentar seus níveis populacionais originando um declínio da biodiversidade local (QUADROS; CÁCERES, 2001).

Uma das soluções mais efetivas e utilizadas no mundo para a manutenção da biodiversidade, é a criação de UCs, que podem ter a conservação de espécies como seu principal alvo, ou com outros fins, como a manutenção de recursos hídricos, patrimônio histórico, ou de locais paisagísticos, que também podem ajudar a garantir a manutenção de áreas naturais, restringindo e ordenando os usos dentro destas áreas a partir da criação e implantação de PM. 3.3. Meio Socioeconômico

O estudo socioeconômico definiu como contexto regional o município de São Bento do Sul, onde a APA está inserida e os municípios que são vizinhos a esta, que são: Campo Alegre, Corupá, Jaraguá do Sul e Rio Negrinho (Figura 6).

O estudo não incluiu o município de Piên no Paraná, tendo em vista que, mesmo estando localizado a norte do município de São Bento do Sul, não tem nenhuma ligação com a APA, que se encontra na região sul do mesmo município.

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Figura 6 -

Municípios do entorno da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold

Fonte: Prefeitura de São Bento Sul (2010)

Histórico

Campo Alegre Contam os cronistas que o primeiro homem branco que passou pelo município de Campo Alegre foi Alvar Nunes Cabeza de Vaca, explorador espanhol que acompanhou a expedição da Harvaes a Florida (EUA) em 1527, naufragou nas costas do atual estado do Texas, foi nomeado administrador da Colônia Rio da Prata (Uruguai e Argentina) que se estendia também ao Paraguai.

Em luta com os índios guaranis, onde hoje se situa Assunção no Paraguai, os espanhóis estavam cercados. Cabeza de Vaca recebeu pedido de auxilio e, com suas tropas, dirigiu-se a Assunção, mas tentando alcançá-la por terra. Desembarcou seus homens, armas e cavalos em local perto de São Francisco do Sul, subindo a Serra do Mar em local ainda duvidoso, mas suas descrições dos campos da região da “Floresta” não deixam dúvidas quanto a sua passagem por aqueles campos. Daqui dirigiu-se direção ao norte, saindo nos campos próximos de Curitiba, isto no ano de 1542. De Curitiba dirigiu-se para o oeste, passando pelos campos de Ponta Grossa e alcançando Assunção, onde auxiliaram os espanhóis a derrotar os índios. Conta a história que ao desembarcar no litoral catarinense, Cabeza de Vaca, além de homens, trazia cavalos para o transporte de cargas, mas que ao passarem pelos campos de Campo Alegre, poucos animais restavam. Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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Campo Alegre, no início do século XIX em 1807 não passava de um pequeno povoado. Seu comércio era representado por um estabelecimento comercial de propriedade de Francisco Bueno Franco, o povoado contava com um pequeno número de habitantes. A este juntaram-se Olimpio de Oliveira, Augusto Schroeder e outros. Nesta época o município tornou-se mais importante. O comércio teve grande atividade e dentro da vila já se contavam doze casas comerciais. Todo o movimento comercial do norte do estado, assim como do sul e interior do vizinho estado do Paraná, obrigatoriamente passava por essa cidade, em trânsito pela estrada Dona Francisca. Com a abertura de novas vias de comunicação entre Santa Catarina e Paraná, que desviavam quase que totalmente o comércio de Campo Alegre, o município foi decaindo. Os postos fiscais, ao longo do rio Negro, faziam cobrança de impostos de exportação e importação, o que igualmente ajudou a desviar o comércio. Anos após, grande parte da população do município, constituindo famílias inteiras, debandou em busca de novos núcleos de colonização, especialmente para Ouro Verde, hoje Canoinhas, e para Rio Negrinho.

No período de 1853 a 1857, engenheiros fizeram diversas explorações para uma melhor e mais fácil subida da serra, encontrando a melhor maneira pelo Vale do Rio Seco. Em 1858 por solicitação da Cia. Colonizadora, o governo imperial aprova a construção da estrada, que ligaria Joinville - São Miguel - Tijucas do Sul - Curitiba.

Quando a construção da estrada chegou onde hoje é a cidade de Campo Alegre, já existiam alguns moradores, localizados ao lado do Salto Branco. No dia 23 de agosto de 1827, o governo imperial começou a medição dos lotes coloniais e construiu o primeiro rancho de Campo Alegre, na hoje localidade de São Miguel, distante apenas 5 km do centro da cidade. A cidade foi nomeada de Froeliches Feld, que traduzido significa “Campo Alegre”, nome recebido devido às belas paisagens naturais que existiam.

Foi muito discutido a questão dos limites deste município com o Paraná. Os povoadores de Campo Alegre, em sua maior parte filhos do Paraná, pugnavam para que o lado (pra cá do rio) fosse catarinense. Nesse ponto, foram pelo trajeto apresentado pelo doutor Joaquim Augusto do Livramento, que fixava a linha de demarcação pelo rio Sai-guassu, rio Negro e Iguassu. Em 1851, as divisas das Províncias do Paraná e Santa Catarina ainda eram desconhecidas, o que causava muitas brigas e confusões. O Paraná considerava a divisa pelo rio Negro, com sua Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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nascente localizada no Quiriri, as mesmas divisas doadas à princesa Dona Francisca por seu irmão Dom Pedro II quando ela se casou com o príncipe de Joinville. Com a fundação da Colônia Da. Francisca criou-se a Cia. Colonizadora de 1849 pelas mãos do então Senador Alemão, Sr. Schroeder, a qual contratou com o governo imperial a colonização das terras da princesa por europeus.

Assim, a imposição pela divisa da Serra do Mar provocou descontentamento geral entre os habitantes, pois seu território ficava enquadrado dentro do estado do Paraná. Mas pelo que demonstram os fatos, Santa Catarina nunca deixou de considerar Campo Alegre como seu, incluindo, respectivamente, nas comarcas de Joinville e Serra Alta. O mesmo acontecia no estado do Paraná.

No km 53 da Estrada Dona Francisca, havia um posto fiscal (barreira) que era divisa natural do município entre os dois estados.

Entre os primeiros povoadores destacam-se Francisco dos Reis Carneiro, Amâncio Alvez Correa, Joaquim Machado dos Santos, Manuel Soares, Jose Soares e Anastácio Preto de Chaves.

Em 1876, novos colonos juntaram-se aos primeiros colonizadores, adquirindo lotes de terras, que faziam parte do território do Contestado “Estado do Paraná”. Em 1888 o povoado tornou-se distrito de São Bento do Sul e, em 18 de março de 1897, conquistou sua emancipação política e administrativa.

A Serra Dona Francisca acabou transformando a povoação na rota obrigatória entre Santa Catarina e Paraná. Além da localização privilegiada, Campo Alegre ainda contava com a fartura da erva-mate. O brilho das décadas de ouro começou a desaparecer com a abertura de novas rotas e a decadência do plantio e exportação da erva (PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPO ALEGRE, 2010). Corupá A história de Corupá remonta ao ano de 1541 quando a expedição de Don Alvar Nuñes Cabeza de Vaca percorreu o célebre Peabiru: caminho indígena pré-cabraliano que ligava os Andes ao Oceano Atlântico. O Peabiru iniciava na desembocadura do rio Itapocu, em Barra Velha, subindo por ele até a confluência dos rios Novo e Humbold e dali pela atual Avenida Getúlio Vargas subia a Serra do Mar, pelo traçado da atual estrada de ferro até as nascentes do rio Banhados e seguindo o rio Negrinho, o rio Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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Negro, o rio Iguaçu e o rio Paraná até o Paraguai, além disso, também interligava trilhas indígenas menores. Este caminho foi muito usado até 1850, quando ele foi retalhado pela construção de rodovias e a ferrovia, mas ainda é possível percorrer o traçado geral.

Em 1849, foi criada a Sociedade Colonizadora Hamburguesa, mais tarde substituída pela Companhia Hanseática de Colonização que englobou os bens da anterior, com o objetivo de povoar as terras dos príncipes Dona Francisca, François de Orleans e do Conde d’Eu, esposo da princesa Dona Isabel. Em 1895 a Cia Hanseática, por seu diretor Karl Fabri, adquiriu por compra, mais de 635.000 ha de terra, dos quais, 35.000 ficavam no alto vale do rio Itapocu e deram origem a Corupá, e por contrato, as terras deveriam ser colonizadas num prazo de vinte anos por imigrantes europeus.

O primeiro nome de Corupá foi Hansa Humboldt, em homenagem ao naturalista alemão Alexandre von Humboldt. A data de fundação refere-se ao dia em que Otto Hillbrecht e seu filho e Wilhelm Ehrhardt compraram os primeiros lotes coloniais, respectivamente os de número 6, 7 e 1. Estes pioneiros, vindos da Alemanha, desembarcaram em São Francisco do Sul em 30 de junho de 1897 e em 07 de julho de 1897 chegaram a Hansa Humboldt vindos de barco pelo rio Itapocu, sendo este o único caminho de acesso até 1900. Desembarcaram na confluência dos rios Humboldt e Novo, seguiram por um picadão, hoje a Avenida Getúlio Vargas, até o galpão dos imigrantes onde foram recebidos pelo agrimensor Eduard Krisch. O galpão não passava de um rancho feito de troncos tendo cobertura de folhas de palmito.

Os três primeiros focos irradiadores da civilização catarinense foram São Francisco do Sul (1658), Desterro, atual Florianópolis (1666) e Laguna (1676). Corupá estava integrada à administração de São Francisco do Sul à qual se ligavam Joinville, Jaraguá do Sul e todas circunvizinhanças. Com a criação do Distrito de Joinville, Corupá foi anexada a administração de Joinville via Jaraguá do Sul; mais tarde criouse o Distrito de Jaraguá do Sul e, finalmente, em 11 de maio de 1908 foi criado o Distrito de Hansa Humboldt, sendo o primeiro intendente o Sr. Ernesto Rückert. Em virtude do Decreto Lei Estadual do Governador Nereu Ramos de n° 941, de 31 de dezembro de 1943, a partir de 01 de janeiro de 1944 Hansa Humboldt passou a chamar-se Corupá. Pelo Decreto Lei Estadual n° 348, de 21 de junho de 1958, foi criado o município de Corupá e sua instalação ocorreu no dia 25 de julho de 1958.

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Antes mesmo da fundação oficial de Hansa Humboldt já eram conhecidos os acidentes geográficos de Corupá, tais como as serras e principalmente as fortes e altas quedas de água que do planalto despencam à planície. Em 1879 foi organizada uma expedição, liderada por Albert Kröhne, com a incumbência de encontrar um futuro caminho entre Hansa Humboldt e São Bento do Sul e que desse também ligação a Curitiba. Nesta expedição foram denominados o rio Ano Bom, o rio Humboldt e a Estrada Bomplandt. Bomplandt era companheiro de viagens de Alexandre von Humboldt. Já pelo lado contrário, havia o caminho aberto por Emílio Carlos Jourdain, seguindo o Vale do Rio Novo. Nesta época também foram denominados o afluente do rio Novo, o rio Isabel, em homenagem à princesa, e o afluente deste, o rio Paulo. Todas estas denominações são utilizadas até hoje.

A partir de dezembro de 1897 o número de imigrantes foi aumentando. Em novembro de 1899 foi fundada a comunidade evangélica. Também em 1899 foi fundado o primeiro hotel, pelo casal Wilhelm e Maria Pieper, e chamava-se Hotel Pieper. Em 1902, 26 lotes tinham casas edificadas e outros 16 haviam sido vendidos. Em 1906 iniciou o Orquidário Catarinense, com Roberto Seidel que até hoje, comercializa e exporta orquídeas e bromélias. Em 1909 foi construída a capela católica. Em 1910, chegou o primeiro trem vindo de São Francisco do Sul e em 2 anos, os trilhos avançaram até São Bento do Sul. Cada chegada e partida era uma festa, um encontro social, cultural e econômico. A estação ficava apinhada. Em 1915 foi construído o primeiro salão de Hansa, o Salão Estrela.

Em janeiro de 1920 foi inaugurada a Firma Luz e Força Hansa que forneceu energia elétrica até 1958, quando o dique da represa se rompeu e destruiu a usina. Em 1923 chegou a Hansa, Carlos Rutzen que comprou uma propriedade que continha casa de gêneros alimentícios, fazendas, ferragens, açougue, salão com palco para festividades como casamentos, teatros, ginástica, reuniões sociais, eleições, festas, bailes e domingueiras. A ação social e econômica de Carlos Rutzen foi tão grande que a Vila Isabel passou a ser chamada, popularmente, de Vila Rutzen. Em 1927 o Dr. Adolfo Konder visitou Hansa Humboldt e a definiu como “Califórnia do Brasil” devido à paisagem e à abundância de laranjas que aqui se encontravam. Em 1928 foi fundado o Jornal de Hansa, pelo Sr. José Maffezzolli, prático em tipografia vindo de Brusque.

De 1914 a 1918 desenrolou-se a Primeira Guerra Mundial. Até aquela data, só existiam em Hansa Humboldt escolas particulares alemãs. Estas e outras sociedades foram fechadas neste período, pelo inspetor Oreste Guimarães. Terminada a guerra, Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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estas escolas e sociedades foram reabertas e veio então, a primeira escola estadual ou brasileira, como se dizia. Em grande parte isso foi motivado pelo espírito de nacionalismo que varreu o Brasil por causa da guerra e a estrada de ferro, que funcionava plenamente e trouxe muitos brasileiros, quer dizer, não de origem alemã (KORMANN, 1992). Jaraguá do Sul Patrimônio dotal da princesa Isabel casada em 1864 com o Conde D'Eu: terras devolutas a serem demarcadas em Santa Catarina – Grão-Pará (Orleans) e em Joinville.

No ano de 1875, Emílio Carlos Jourdan, engenheiro e coronel honorário do Exército Brasileiro, foi convidado para fazer a medição e tombamento de 25 léguas quadradas no Vale do Itapocu e rio Negro, assinando contrato em 21 de janeiro de 1876. Na mesma época assinou instrumento particular de arrendamento de 430 ha das terras com a princesa Isabel. Após sua chegada a Joinville, parte para São Bento em 29 de fevereiro de 1876 e 49 dias depois retorna a Joinville, em 17 de abril de 1876, encerrando a demarcação. Passa a colonizar os lotes e com auxilio de 60 trabalhadores, inclusive escravos, que cultivam a cana-de-açúcar, constituindo-se ali um engenho de cana, serraria, olaria, engenho de fubá e mandioca. O Estabelecimento Jaraguá, em tupi-guarani Senhor do Vale, ficava entre os rios Itapocu e Jaraguá e a região pertencia ao município de Paraty (Araquari). Em 17 de abril de 1883 foi anexada por Joinville. Diante da impossibilidade de reverter a situação Jourdan em 1888 desiste deste empreendimento, que foi depredado em 1893.

Com a Proclamação da República em 1889, as terras dotais passaram para o domínio da União, e em 1893 para a jurisdição dos estados. As terras devolutas na região, à margem direita do rio Jaraguá, passam a ser colonizadas pelo estado através do Departamento de Terras e Colonização, sediado em Blumenau, a partir de 1891, na região de Garibaldi e Jaraguá Alto, com imigrantes húngaros e na região do rio da Luz e rio Cerro com colonizadores alemães e neste último também com italianos.

No ano de 1895, Joinville institui Jaraguá como o 2º Distrito, nomeando para Intendente, Maximiliano (Max) Schubert e em 22 de agosto é criado o Distrito de Paz. Mas, em 1896 a região volta a pertencer a Paraty. Houve ainda a possibilidade de formar com Barra Velha um município com o nome de Glória. Foram realizadas consultas populares em 1897: Georg Czerniewicz e Roberto Buhler lideravam o grupo Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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que defendia a emancipação; Rosemberg, Butschardt e Koch eram do grupo que queriam ser anexados a Joinville. Venceu o segundo grupo e Jaraguá passou efetivamente a ser o 2º Distrito de Joinville.

Após alguns anos, de um simples povoado, Jaraguá se tornou uma vila economicamente ativa, principalmente após a construção da ferrovia, inaugurada em 1910. A cidade cresceu ao seu redor e neste burburinho chegavam as notícias, os produtos, os visitantes e, escoava-se a produção local.

Assim, por volta de 1930, o movimento pró-emancipação se formou e pelo Decreto Estadual nº 565 de 26 de março de 1934, o Interventor Federal Aristiliano Ramos, desmembrou Jaraguá de Joinville, tornando-o município e nomeando para prefeito, o então Intendente José Bauer. No dia 8 de abril de 1934 ocorre a solenidade de instalação do município na sede da Intendência de Jaraguá, perante inúmeras autoridades e a comunidade, que muito prestigiou o evento.

Em 1943, pelo Decreto n° 941, o município passa a ser Jaraguá do Sul. Por sua vez, o Distrito de Hansa também busca sua emancipação, efetivando-se através da Lei n° 348, de 21 de junho de 1958.

Jaraguá cresceu e constitui hoje um parque industrial forte e diversificado, dispondo de indústrias de malharias e confecções, metal-mecânica,

parapentes e produtos

alimentícios. Jaraguá do Sul do Morro da Boa vista, da industrialização, do trabalho e da cultura identificada nas atividades das etnias formadoras de seu povo, negros, alemães, italianos, húngaros e poloneses (PREFEITURA MUNICIPAL DE JARAGUÁ DO SUL, 2010).

Rio Negrinho Os terrenos a oeste da divisa da Colônia de São Bento, da Companhia Colonizadora Hanseática, pertenciam à importante família "Franco", de Curitiba, que em diversos pontos localizou capatazes com a finalidade de vigiarem a terra.

Foi assim que em 1875 se estabeleceram no local as famílias Ferreira de Lima, Simões de Oliveira e Gravi, todas oriundas de São José dos Pinhais, no estado do Paraná.

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Com a construção em 1880, da Estrada de Rodagem Dona Francisca, trecho de São Bento a Rio Negro, via Rio Negrinho, várias famílias alemãs da Colônia de São Bento, se transferiram para Rio Negrinho, mencionando-se entre elas, as de José Brey, Luiz Scholz, e a de Carlos Hantschel, que deixaram numerosa descendência.

Em 1910 com a construção da estrada de ferro São Paulo - Rio Grande, ramal São Francisco - Porto União, a localidade tomou grande impulso, e novas famílias vieram juntar-se às já existentes. Dentre elas, menciona-se as de José Grossi, Victor Soares, Capitão Alfredo Pinto de Oliveira, Bernardo Olsen, Paulo Wehmut, Jacob Decher, Otto Baunmer, Henrique Kwitschal, Henrique Hatschbach, formando, assim, uma aldeia entre a ponte do rio Negrinho e o Quilômetro 103, que foi, na realidade, o início da futura cidade de Rio Negrinho. Foi nesta ocasião, que se iniciou a exportação da ervamate e madeira em toras, produtos estes que por largos anos construíram o principal ramo de comércio da localidade.

Com a instalação, em junho de 1918, da firma Jung & Cia., e consequente loteamento de terras, novas famílias vieram juntar-se ao núcleo existente. Foi assim que fixaram residência em Rio Negrinho, os Senhores Willi Beckert, Gustavo Schulz, Pedro Simões, Max Jantsch, Ignácio Kohlbeck, Bernardo Wolff e muitos operários.

O município de Rio Negrinho é um nascedouro de rios, daí o nome. Pela Lei Estadual n° 133, de 30 de dezembro de 1953, Rio Negrinho foi elevado à categoria de município (PREFEITURA MUNICIPAL DE RIO NEGRINHO, 2010). São Bento do Sul Em 14 de junho de 1873, partiu do Velho Mundo mais um navio lotado de imigrantes, com destino ao Brasil. Era o veleiro "Zanzibar", que transportava 141 passageiros procedentes da Boêmia, Prússia Ocidental, Áustria, Polônia Oriental, Saxônia e de outros países.

No dia 5 de setembro daquele ano, a embarcação ancorou nas proximidades de uma ilha ao largo do porto de São Francisco, em Santa Catarina. Dois dias depois, quando a nação que os acolhia completava seu 51° aniversário de independência, os viajantes pisaram pela primeira vez o solo brasileiro. Algumas famílias foram para São Bento.

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Contratados pela Sociedade Colonizadora de 1849 de Hamburgo, esses autênticos bandeirantes destinaram-se a civilizar um planalto cujas florestas muito se pareciam, em pujança, com aquelas que os viram nascer na velha Europa Central.

A 20 de setembro de 1873, a direção da Colônia Dona Francisca enviou serra acima os primeiros 70 colonos. Localizando-se, à margem de um arroio, em um grande barracão de pau-a-pique esses imigrantes austro-bávaros (do Bohmenwaldt), pomeranos, boêmios do norte (Nordböhmen) e poloneses (Deutsch polen) lançaram os alicerces da Colônia Agrícola de São Bento no dia 23 de setembro de 1873.

Em 1876, no curto espaço de 3 dias, foi erguida por 10 homens uma capela na Colônia. Depois de benzê-la, o Padre Carlos Boegershausen, vigário da paróquia de Joinville, celebrou, no dia 8 de março, a primeira missa em meio ao grande júbilo popular.

No mesmo ano, graças aos esforços de seus desbravadores e de outros colonos de variadas procedências que posteriormente lhes foram somados, pôde a colônia receber a visita do Dr. Alfredo D'Escragnolle Taunay, então Presidente da Província de Santa Catarina. No ano seguinte, lá chegou, instalando-se definitivamente, o primeiro médico Dr. Phillip Maria Wolff.

Tal como nos primeiros dias de sua vida, quando da medição das terras, volta São Bento, no ano de 1880, a envolver-se com os paranaenses em questão de limites. Em 1881, foi organizada a primeira agência de correio e no mesmo ano construída a cadeia. Pertencente a Augusto Henning, data de 1884, a primeira serraria, e em 1885, mais uma vez o município recebe a visita honrosa do presidente da província, nessa época o Dr. José Lustosa da Cunha Paranaguá.

Eram transcorridos 20 anos e a pequena colônia já cogitava de organizar a sua parte urbana quando em 1893, o Brasil foi sacudido pela Revolução Federalista. Essa revolta que em pouco tempo tomou caráter nacional, teve também como palco de lutas, a povoação de São Bento, declarada inclusive "Capital Provisória do estado", quando o general Argolo, a 10 de novembro, proclamou, do palacete Wolff (residência Kahlhofer) o "Governo Legal de Santa Catarina". E com isso São Bento sofreu as conseqüências da guerra civil.

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Em 1896 as questões referentes aos limites de Santa Catarina com o Paraná agravaram-se, só terminando em 1904, com a decisão favorável, ao primeiro, do Supremo Tribunal Federal. Ainda em 1896 foi inaugurada a nova linha telegráfica e em 1906 a primeira rede de iluminação elétrica, e vieram: a seca, em 1924, com enormes prejuízos; a enchente, em 1929, quando a água atingiu o centro da cidade; a geada, em 1937, com os termômetros marcando 10°C abaixo de zero.

Em relação à sua formação administrativa, o Distrito foi criado pela Lei Provincial n° 801, de 6 de abril de 1876, e o município o foi, com território desmembrado do de Joinville, por força da Lei Provincial nº 1.030, de 21 de maio de 1883, instalando-se a 30 de janeiro do ano seguinte.

Em 1911, o município era formado por um só distrito, o de igual designação, já em 1933, aparece constituído pelo distrito-sede e pelo de Rio Negrinho. Por força do Decreto-Lei Estadual n° 941, de 31 de dezembro de 1943, o município e seu distritosede passaram a denominar-se Serra Alta.

Em virtude da Lei estadual n° 247, de 30 de dezembro de 1948, o município de Serra Alta e seu distrito-sede sofreram alterações toponímicas, recebendo o nome de São Bento do Sul. A composição distrital, entretanto, permaneceu a mesma: São Bento do Sul (sede) e Rio Negrinho (PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO BENTO DO SUL, 2010).

Hoje São Bento ocupa lugar de relevante importância entre os municípios de maior expressão no estado. Demografia Os cinco municípios pertencentes ao contexto regional, de acordo com o IBGE, somavam em 1970 uma população de 75.470 habitantes, apresentando atualmente, segundo o Censo de 2010 uma população de 282.688 habitantes (Figura 7). Assim, a taxa média de crescimento anual (TMCA) foi de 3,36% ao ano, sendo que 50,3% desta população pertence a Jaraguá do Sul, 26,5% a São Bento do Sul, 14,1% a Rio Negrinho, 4,9% a Corupá e 4,2% para Campo Alegre.

Segundo os dados do IBGE de 2000, a divisão da população regional era de 19,49% rural e 74,51% urbana, sendo que 50,73% da população era do sexo masculino e 49,36% era feminina. Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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A densidade demográfica regional, dados de 2009, segundo IBGE, é de 99,6 hab/km², muito superior a densidade demográfica do estado de Santa Catarina que é de 64,8 hab/km², o município de Jaraguá do Sul apresenta a maior densidade dos municípios com 266,8 hab/km², seguido de São Bento do Sul com 151,3 hab/km², Rio Negrinho com 43,87 hab/km², Corupá com 34,2 hab/km² e Campo Alegre com 23,67 hab/km².

Dos cinco municípios, o que apresenta o maior território é de Rio Negrinho com 908 km², seguido de Jaraguá do Sul com 533 km², São Bento do Sul com 496 km² e Campo Alegre e Corupá com a mesma área de 405 km/².

160.000 140.000

Habitantes

120.000 100.000 80.000 60.000 40.000 20.000 0

1970 1980 1991 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 São Bento do Sul

Figura 7 -

Campo Alegre

Corupá

Rio Negrinho

Jaraguá do Sul

Evolução da População

Fonte: Modificado IBGE, 2010

Indicadores Sociais Segundo dados do PNUD (1991 e 2000), o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IGH-M), o município de Jaraguá do Sul apresentava o melhor índice, situando-se em 30º lugar, no ranking nacional e em 9º lugar no ranking catarinense, seguido de São Bento do Sul que estava em 81º lugar nacional e 21º lugar estadual, enquanto que Campo Alegre foi o município que apresentou os piores índices dentre os cinco, ficando em 1.264º lugar em nível nacional e 210º lugar em nível estadual, entretanto foi o município que apresentou maior desenvolvimento estadual, com uma evolução de 11,40% (Figura 8). Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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0,9 0,85 0,8 0,75 0,7 0,65 0,6 Jaraguá do Sul Campo Alegre

Corupá

Rio Negrinho

São Bento do Sul

1991

0,79

0,693

0,748

0,724

0,759

2000

0,85

0,772

0,818

0,789

0,838

Figura 8 -

Evolução IDH-M

Fonte: Modificado IBGE (2010)

Saúde Segundo dados do Ministério da Saúde, no ano de 2009 (com exceção do município de Corupá que não apresenta dados), os municípios do contexto regional apresentaram um total de 786 óbitos, destes 58,78% eram homens e 41,22% eram mulheres. Doenças do aparelho respiratório somadas representaram 37,53% das causas de óbitos, no município de Jaraguá do Sul, 20,6% dos óbitos estão relacionados a Neoplasia e Tumores. Em Campo Alegre 31,6% dos óbitos estão relacionados a doenças endócrinas nutricionais e metabólicas.

Para os nascimentos, segundo dados do IBGE (2010), foram registrados um total de 4.361 nascidos vivos, o que representa uma taxa de natalidade bruta de 1,54%. O município que apresenta o maior número de nascimentos é Jaraguá do Sul, com 52%, e o que possui o menor número é Campo Alegre, com 3% (Figura 9).

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4% 3% 26% São Bento do Sul

Rio Negrinho Jaraguá do Sul Corupá

Figura 9 -

Campo Alegre

15%

52%

Nascidos Vivos

Fonte: IBGE (2010)

Os estabelecimentos de saúde estão concentrados em grande parte nos municípios de Jaraguá do Sul, contando com 47% do total e São Bento do Sul, com 27%, onde também estão a maior parte dos leitos para internação. Corupá, conforme dados o IBGE (2006), não apresentava nenhum equipamento de diagnóstico, conforme mostra a Tabela 1. Tabela 1 -

Situação da Saúde nos municípios do entorno da APA Municipal do Rio

Vermelho/Humbold Descrição Estabelecimento de Saúde

Campo Alegre 9

8

Jaraguá do Sul 90

Rio Negrinho 32

São Bento do Sul 52

Corupá

Total 191

Leitos para Internação

34

0

211

84

100

429

Mamógrafo com comando simples

0

0

4

0

1

5

Mamógrafo com estéreo-taxia

0

0

0

0

1

1

Raio X para densitometria óssea

0

0

4

0

0

4

Tomógrafo

0

0

3

0

2

5

Ressonância magnética

0

0

1

0

0

1

Ultrassom doppler colorido

0

0

8

0

6

14

Eletrocardiógrafo

1

0

13

4

7

25

Eletroencefalógrafo

0

0

3

1

0

4

Equipamento de hemodiálise

0

0

9

0

15

24

Raio X até 100mA

1

0

4

1

2

8

Raio X de 100 a 500mA

1

0

5

1

3

10

Raio X mais de 500mA

0

0

3

0

3

6

Fonte: Modificado IBGE (2010)

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Saneamento e Abastecimento de Água Para o saneamento os municípios apresentavam, conforme dados do IBGE (2000), em grande parte, o tratamento do esgoto através de fossa séptica, ou seja, 77,18% dos moradores, e apenas 10,98% dos moradores contavam com a rede geral de esgoto ou pluvial, o restante dos efluentes têm outros destinos, conforme ilustrado na Figura 10. Em Corupá a utilização de fossa séptica é de 87,6% dos moradores, São Bento do Sul apresenta a maior utilização de rede geral de esgoto ou pluvial, com 15,8%.

0,41% 1,05%

2,48%

7,08%

0,82%

10,98%

Rede geral de esgoto ou pluvial Fossa séptica

Fossa rudimentar Vala Rio, lago ou mar Outro escoadouro Não tinham banheiro nem sanitário 77,18%

Figura 10 -

Destinação do esgoto gerado nos municípios do contexto regional

Fonte: Dados trabalhados a partir de IBGE (2000)

Tabela 2 -

Infraestrutura de Saneamento

Descrição

Campo Alegre

Total

Corupá

São Rio Bento do Negrinho Sul 107.941 37.517 65.223 10.238 3.417 10.302

Jaraguá do Sul

Total

11.553 248

11.733 496

Fossa séptica

6.308

10.281

85.771

27.834

50.389

180.583

Fossa rudimentar

2.897

469

5.856

4.485

2.848

16.555

Vala

252

282

4.012

647

600

5.793

Rio, lago ou mar

158

105

1.551

147

497

2.458

Outro escoadouro

305

30

197

352

84

968

Não tinham banheiro nem sanitário

385

70

316

635

503

1.909

Rede geral de esgoto ou pluvial

233.967 25.701

Fonte: Modificado CNM (2010)

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Em relação ao abastecimento de água, 81,5% das propriedades dos municípios do entorno da APA, segundo dados do IBGE (2000), contavam com rede geral de abastecimento, sendo que nos municípios de Jaraguá do Sul, Rio Negrinho e São Bento do Sul essa forma de abastecimento ultrapassa 80% das residências. O abastecimento através de poço ou nascente estava presente em quase 18% das residências, sendo que em Campo Alegre era um pouco mais da metade. Outras formas de abastecimento não chegavam a 1% (Tabela 3). Tabela 3 -

Abastecimento de Água

Descrição

Campo Alegre

Corupá

Jaraguá Rio do Sul Negrinho

São Bento do Sul

Total

Rede geral Rede geral - canalizada em pelo menos um cômodo Rede geral - canalizada propriedade ou terreno

5.580

7407

86.945

33.453

57.450

190.835

5.508

7375

86.347

33.067

57.112

189.409

72

32

598

386

338

1.426

Poço ou nascente (na propriedade) Poço ou nascente canal. pelo menos um cômodo Poço ou nascente canal. só na propr. ou terreno

5.861

4292

20.442

3665

7.662

41.922

4.945

4.085

19.430

2.933

6.959

38.352

284

116

610

362

223

1.595

Poço ou nascente não canalizada

632

91

402

370

480

1.975

Outra forma Outra forma canal.em pelo menos um cômodo

112

34

554

399

111

1.210

69

26

509

224

41

869

3

--

24

48

2

77

40

8

21

127

68

264

11.553

11.733

107.941

37.517

65.223

233.967

Outra forma canal.na propri/terreno Outra forma - não canalizada Total Fonte: Modificado CNM (2010)

Educação No período de 2003 a 2009, segundo dados do INEP/MEC, o número de matrículas apresentou uma taxa média de decréscimo de -0,45% ao ano, principalmente para o município de Jaraguá do Sul que apresentou o maior decréscimo, com um percentual de -1,60% ao ano, seguido do município de Campo Alegre com -0,91%, em contrapartida Rio Negrinho que apresentou uma taxa de crescimento de 1,76% ao ano no período analisado (Figura 11).

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Encarte 1

40.000

35.000 30.000

Alunos

25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0

2003

2004

2005

2006

2007

2008

2009

Campo Alegre

2.894

2.859

2.845

2.799

2.763

2.754

2.739

Corupá

2.867

2.913

2.859

2.818

2.758

2.818

2.971

Jaraguá do Sul

37.071

31.908

30.836

31.254

33.681

33.610

33.661

Rio Negrinho

10.788

11.416

11.350

11.318

12.352

12.130

11.976

São Bento do Sul

20.885

21.509

20.777

22.188

24.639

22.656

21.181

Figura 11 -

Evolução no número de matriculas no período entre 2003 a 2009

Fonte: Modificado IBGE (2010)

O corpo docente dos municípios somados para o ano de 2009 era de 2.928, assim distribuídos: 62,5% no ensino fundamental, 20,9% no ensino médio e 16,6% do ensino pré-escolar. Das 292 escolas somadas da região, 42,5% contavam com ensino fundamental, 12,3% com ensino médio e 45,2% com ensino pré-escolar.

O analfabetismo da região apresentou significativa redução no período de 1991 a 2000, segundo dados do INEP/MEC, havendo, em média, uma redução de 41,9%, sendo que o município de Corupá apresentou a maior redução dentre os municípios, com um percentual de 46,2% e Rio Negrinho a menor redução com 34,9%. Aspectos Econômicos

PIB O Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios somados representam 6,07% do PIB do estado de Santa Catarina, segundo dados do IBGE (2007). A maior participação era de Jaraguá do Sul, com 66,1% e menor participação Campo Alegre, com 2,02%. A taxa média de crescimento anual da soma dos PIB’s dos municípios no período de

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2003 a 2007 foi de 8,98%, pouco inferior a TMCA do estado de Santa Catarina para o mesmo período, que obteve 11,85% (Tabela 4). Tabela 4 -

Evolução do PIB

Município

2003

Campo Alegre Corupá Jaraguá do Sul Rio Negrinho São Bento do Sul Santa Catarina

2004

107.158

125.152

103.357 2.563.642 377.830 1.023.350 66.848.534

136.101 3.145.668 456.838 1.239.689 77.392.991

2005

2006

2007

TMCA

120.414

124.131

128.486

4,64%

149.764 149.424 167.580 3.423.699 2.978.318 4.199.229 462.699 452.365 495.703 1.217.873 1.248.718 1.355.570 85.316.275 93.173.498 104.623.00

12,84% 13,13% 7,02% 7,28% 11,85%

0

Fonte: Modificado IBGE (2010)

Quanto à composição do PIB, o setor de serviços e indústria representavam, juntos, 86,9% do valor do PIB (IBGE, 2007), e a agropecuária representava apenas 1,9% do valor dos PIB’s somados. Nos municípios de Campo Alegre, Corupá e Rio Negrinho predominou o setor de serviços, com 37,7%, 43,6% e 45,2%, respectivamente; enquanto que Jaraguá do Sul e São Bento do Sul, a indústria se destacou, com 46,4% e 47,8%, respectivamente (Figura 12).

A Indústria de madeira e móveis é bem forte na região, principalmente no município de São Bento do Sul, enquanto que em Jaraguá do Sul, a indústria têxtil se destaca.

100% 90% 80% 70% 60% 50% 40%

30% 20% 10% 0%

Campo Alegre

Corupá

Jaraguá do Sul

Rio Negrinho

São Bento do Sul

Impostos

8.820

15.182

499.404

40.231

148.925

Serviços

48.484

73.088

1.732.617

223.810

540.777

Indústria

43.387

43.696

1.947.903

210.920

648.137

Agropecuária

27.796

35.613

19.305

20.742

17.730

Figura 12 -

Composição do PIB

Fonte: Modificado IBGE (2010)

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O PIB Per Capita, segundo dados do IBGE (2007), da região é em média de R$ 17.428,00 /habitante, pouco inferior ao de Santa Catarina que foi de R$ 17.834,00 /habitante, sendo que Jaraguá do Sul apresentou o mais elevado PIB Per Capita da Região com R$ 32.308,00 /habitante, seguido de São Bento do Sul com R$ 18.685,00 /habitante, Corupá com R$ 13.135,00 /habitante, Rio Negrinho com R$ 11.736,00 /habitante e Campo Alegre com R$ 11.280,00. Produção Agropecuária Na produção agrícola permanente o produto de maior importância, segundo dados do IBGE (2008) é a banana, com uma produção total de 162.962 toneladas, distribuídas nos municípios na seguinte proporção: 72,6% em Corupá, 23,9% em Jaraguá do Sul e 3,5% em São Bento do Sul. Já nos municípios de Campo Alegre e Rio Negrinho se destacaram pela produção de erva-mate (Tabela 5). Tabela 5 -

Produção Agrícola Permanente

Descrição

Campo Alegre

Corupá

Jaraguá do

Rio

Sao Bento

Sul

Negrinho

do Sul

Unidade

Banana (cacho)

-

118.342

38.900

-

5.720

Tonelada

Banana (cacho) Erva-mate (folha

-

32.426

10.581

-

1.144

Mil Reais

225

-

-

160

200

Tonelada

Erva-mate (folha

86

-

-

61

100

Mil Reais

verde) Palmito Palmito Pêssego Pêssego Uva Uva

7 4 17 34

97 198 -

126 665 28 25

-

-

Tonelada Mil Reais Tonelada Mil Reais Tonelada Mil Reais

verde)

Fonte: Modificado IBGE (2010)

Na produção agrícola temporária, conforme dados do IBGE (2008), o milho teve a maior relevância, com uma produção total de 45.680 toneladas, gerando uma receita bruta de R$ 14.532 mil reais, onde o município de Campo Alegre produz cerca de 42% do total de milho (Tabela 6).

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Tabela 6 -

Produção Agrícola Temporária Campo Alegre 1.275 1.275 195 218 1.047 872 655 4.100 19.200 5.434 840 630 80 63 90 41

Descrição Arroz (em casca) Arroz (em casca) Batata - inglesa Batata - inglesa Cana-de-açúcar Cana-de-açúcar Cebola Cebola Feijão (em grão) Feijão (em grão) Fumo (em folha) Fumo (em folha) Mandioca Mandioca Milho (em grão) Milho (em grão) Soja (em grão) Soja (em grão) Tomate Tomate Trigo (em grão) Trigo (em grão)

Corupá 320 179 1.600 112 1.170 878 150 50 -

Jaraguá do Sul 6.980 3.909 4.080 306 2.880 2.160 720 240 -

Rio Negrinho 60 36 135 56 2.244 3.927 626 3.919 375 49 13.970 3.954 8.505 7.484 1.224 591

São Bento do Sul 88 40 1.120 475 377 817 175 975 720 108 11.640 4.854 125 92 240 240 60 29

Unidade Tonelada Mil Reais Tonelada Mil Reais Tonelada Mil Reais Tonelada Mil Reais Tonelada Mil Reais Tonelada Mil Reais Tonelada Mil Reais Tonelada Mil Reais Tonelada Mil Reais Tonelada Mil Reais Tonelada Mil Reais

Fonte: Modificado IBGE (2010)

Na pecuária, a produção de galos, frangas, frangos e pintos apresenta uma total de 4.366.900 cabeças, onde o município de São Bento do Sul destacou-se com uma proporção de 32,2% do total produzido (Tabela 7). Tabela 7 -

Produção Pecuária

Descrição Bovinos Eqüinos Bubalinos Asininos Muares Suínos Caprinos Ovinos Galos, frangas, frangos e pintos Galinhas Codornas

Campo Alegre 14.998 1.536 20 4.700 176 5.536 531.749 29.400 490

Corupá 3.069 220 65 9 2.395 150 148 230.600 17.200 450

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Jaraguá do Rio São Bento Unidade Sul Negrinho do Sul 13.356 12.187 7.909 cabeças 730 1.410 810 cabeças 69 23 71 cabeças 12 7 4 cabeças 35 18 8 cabeças 7.990 4.054 3.220 cabeças 220 397 176 cabeças 450 2.738 1.490 cabeças 1.050.300 34.500 900

1.149.339 25.930 520

1.404.912 cabeças 25.120 cabeças 830 cabeças

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Coelhos Vacas ordenhadas

Campo Alegre 540 1.050

Ovinos tosquiados

2.120

44

170

570

557 cabeças

1.934

1.470

11.579

1.585

2.013 Mil litros

103

81

236

122

Mil 168 dúzias

6

4

16

4

Mil 3 dúzias

9.500 4.234

3.380 58

2.380 225

21.100 968

Descrição

Leite de vaca - produção Ovos de produção

galinha

Jaraguá do Rio São Bento Unidade Sul Negrinho do Sul 145 1.100 830 810 cabeças 1.200 4.675 1.106 1.380 cabeças

Corupá

-

Ovos codorna produção

-

Mel de abelha produção Lã - produção

17.120 Kg 868 Kg

Fonte: IBGE (2010)

Os municípios em estudo ainda apresentaram como produtos de extração vegetal a erva-mate cacheada, pinhão e carvão vegetal (IBGE, 2009).

A extração de madeira como finalidade de lenha, tora, celulose e outras finalidades, tiveram grande representatividade para a economia local, com uma extração total de mais de 2.500.000 m³, no período de 2009, gerando uma receita bruta de mais de 275.000 mil reais.

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Encarte 1

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APA MUNICIPAL DO RIO VERMELHO/HUMBOLD

PLANO DE MANEJO

ENCARTE 2 CONTEXTUALIZAÇÃO E LOCAL DA UNIDADE DE CONSERVAÇÃO


PM da APA Municipal Rio Vermelho/Humbold -SC

Encarte 2

LISTA DE TABELAS Tabela 1 -

Coordenadas e datas dos pontos de amostragem da Avaliação Ecológica Rápida ........................................................................................................ 9

Tabela 2 -

Lista de espécies endêmicas do Bioma Floresta Atlântica encontradas para a área da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold ................................ 50

Tabela 3 -

Lista de espécies registradas em campo .................................................. 55

Tabela 4 -

Localização dos Povoados ....................................................................... 62

Tabela 5 -

Cadastro de Empresas Localizadas dentro da APA ................................. 64

LISTA DE FIGURAS Figura 1 -

Pontos de amostragem da Avaliação Ecológica Rápida ............................. 8

Figura 2 -

Hipsometria da Região da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold ...... 12

Figura 3 -

Declividades na Região da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold ..... 13

Figura 4 -

Rede Hidrográfica da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold ............. 15

Figura 5 -

Geologia da Região da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold ........... 17

Figura 6 -

Proporção das Ordens de mamíferos registradas no presente estudo ..... 56

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Encarte 2

SUMÁRIO

1. CONTEXTUALIZAÇÃO LOCAL DA UNIDADE DE CONSERVAÇÃO.............. 5 1.1. Meio Físico ................................................................................................................ 9 1.1.1. Materiais e Métodos ............................................................................................. 9 1.1.2. Resultados ......................................................................................................... 10 1.1.2.1. Clima ........................................................................................................... 10 1.1.2.2. Geomorfologia ............................................................................................. 10 1.1.2.3. Hidrografia ................................................................................................... 14 1.1.2.4. Geologia ...................................................................................................... 16 1.1.3. Descrição dos pontos da AER ........................................................................... 18 1.2. Meio Biótico ............................................................................................................ 22 1.2.1. Flora .................................................................................................................. 22 1.2.1.1. Materiais e Métodos .................................................................................... 22 1.2.1.2. Classificação da vegetação ......................................................................... 23 1.2.1.3. Resultados .................................................................................................. 26 1.2.1.3.1. Ocorrência de espécies raras, ameaçadas e endêmicas conforme lista oficial .................................................................................................................... 34 1.2.1.3.2. Espécies de interesse econômico ......................................................... 34 1.2.1.3.3. Espécies exóticas ................................................................................. 35 1.2.1.4. Conclusões.................................................................................................. 36 1.2.2. Avifauna ............................................................................................................. 37 1.2.2.1. Materiais e Métodos .................................................................................... 37 1.2.2.2. Resultados .................................................................................................. 38 1.2.2.2.1. Riqueza de espécies ............................................................................. 38 1.2.2.2.2. Associação da avifauna com os ambientes da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold ............................................................................................... 40 1.2.2.2.3. Florestas primárias alteradas ................................................................ 42 1.2.2.2.4. Sucessão secundária de floresta em estágio avançado ........................ 42 1.2.2.2.5. Sucessão secundária de floresta em estágio médio .............................. 43 1.2.2.2.6. Sucessão secundária de floresta em estágio inicial .............................. 43 4.2.2.2.7. Caracterização ambiental e da avifauna dos sítios de amostragens ..... 45 1.2.2.2.8. Espécies relevantes à conservação ...................................................... 47 1.2.2.3. Conclusões.................................................................................................. 52

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Encarte 2

1.2.3. Mastofauna ........................................................................................................ 53 1.2.3.1. Materiais e Métodos .................................................................................... 53 1.2.3.2. Resultados .................................................................................................. 54 1.2.3.2.1. Principais ameaças à mastofauna......................................................... 58 1.2.3.4. Conclusões.................................................................................................. 60 1.3. Meio Socioeconômico ............................................................................................ 61 1.3.1. Materiais e Métodos ........................................................................................... 61 1.3.2. Resultados ......................................................................................................... 61 1.3.3. Percepção da Área de Preservação Ambiental .................................................. 70

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .................................................................... 71 ANEXO 1 - MODELOS DE FORMULÁRIOS AVALIAÇÃO ECOLÓGICA RÁPIDA ............................................................................................................................. 77 ANEXO 2 - FORMULÁRIOS PREENCHIDOS (DESCRIÇÃO DA ÁREA, MEIO FÍSICO E MEIO BIÓTICO) DA AVALIAÇÃO ECOLÓGICA RÁPIDA ................. 84 ANEXO 3 - DOCUMENTAÇÃO FOTOGRÁFICA DA FLORA ........................... 147 ANEXO 4 - LISTA DE ESPÉCIES FLORA ........................................................ 150 ANEXO 5 - LISTA DE ESPÉCIES AVIFAUNA .................................................. 160 ANEXO 6 - ESPÉCIES DE AVES REGISTRADAS DURANTE OS TRABALHOS DE CAMPO ........................................................................................................ 170 ANEXO 7 - DOCUMENTAÇÃO FOTOGRÁFICA DA MASTOFAUNA .............. 176 ANEXO 8 - LISTA DAS ESPÉCIES DA MASTOFAUNA DE POSSÍVEL OCORRÊNCIA NA REGIÃO OS ANIMAIS REGISTRADOS NESTE ESTUDO ESTÃO EM NEGRITO ....................................................................................... 178 ANEXO 9 - FOTOS MEIO SOCIOECONOMICO ............................................... 181

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LISTA DE SIGLAS

AER - Avaliação Ecológica Rápida ALL - América Latina Logística (empresa) APA - Área de Proteção Ambiental APG - Angiosperm Phylogeny Group AQU - Sistemas aquáticos e semi-aquáticos ASA – Aquáticas e semi-aquáticas Au – Auditivo Bl - Bibliográfico CAM - Campestres CEPA - Centro de Educação Ambiental e Pesquisa CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente DAP – Diâmetro Altura do Peito FLO - Florestais IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística PM - Plano de Manejo PSA - Vegetação nativa primária e secundária avançada RPPN – Reserva Particular do Patrimônio Natural SMI - Vegetação nativa secundária em estágio médio e inicial SNUC - Sistema Nacional de Unidades de Conservação sp. - Espécie TR - Termo de Referência UC - Unidade de Conservação Vi – Visual Vs – Vestígios

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1. CONTEXTUALIZAÇÃO LOCAL DA UNIDADE DE CONSERVAÇÃO No estado de Santa Catarina, os municípios de São Bento do Sul, Campo Alegre, Rio Negrinho e Corupá se uniram na criação do Consórcio Quiriri, ou Consórcio Intermunicipal da bacia hidrográfica do Alto do Rio Negro, com a intenção de conservar a bacia hidrográfica do rio Negro. Por meio desta associação cinco Áreas de Proteção Ambiental (APA) foram implantadas na região norte do planalto de SC, a APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold está entre essas. A APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold foi implantada pela Lei Municipal n° 246, de 14 de outubro de 1998. Trata-se de uma Unidade de Conservação (UC) de uso sustentável que visa a preservação e conservação dos recursos energéticos inseridos na área e paralelamente a qualidade de vida e bem estar da população. A APA abrange uma área de 23.000 ha, englobando a bacia hidrográfica do rio Vermelho (Prefeitura de São Bento, 2011).

Avaliação Ecológica Rápida A Avaliação Ecológica Rápida (AER), proposta inicialmente por Sobrevilla e Bath (1992), combina informações espaciais e dados biológicos obtidos em campo para gerar informações e apoiar gestores quanto à destinação de áreas, baseada em suas características ecológicas. É utilizada para suprir a demanda de informações biológicas previamente espacializadas, de maneira ágil, direcionada a objetivos específicos e com baixos custos.

A metodologia consiste na caracterização dos tipos vegetacionais, na flora e fauna associadas a sítios de estudo pré-definidos. De acordo com Sayre et al. (2003) algumas das principais características das AER são: agilidade, planejamento minucioso, avaliação em nível de paisagem (filtro grosso) e de espécie (filtro fino) e aprimoramento das tecnologias de análise espacial. A integração desses dados produz um documento consistente para auxiliar na gestão de áreas protegidas e na formação de um banco de informações integradas, de elevado valor técnico e acadêmico.

Dessa forma, a AER é, ao mesmo tempo, uma ferramenta de pesquisa aplicada, que visa gerar informações espaciais, biológicas e físicas das áreas em foco, mas também é uma ferramenta de pesquisa básica. Pois gera informações inéditas oriundas de regiões, muitas delas carentes de levantamentos biológicos básicos, além do desenvolvimento de Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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novas técnicas de amostragem, de análise espacial e da formação de recursos humanos. Uma das características mais interessantes da AER é sua flexibilidade, permitindo que o método seja aplicado em diferentes locais.

Na APA a coleta dos dados biológicos referentes à fauna (aves e mamíferos), à flora, à presença de ameaças e à caracterização do meio físico foram realizadas por uma equipe multidisciplinar de especialistas, utilizando técnicas específicas de amostragem. Toda informação biológica e física foi registrada em formulários padronizados para a AER, conforme modelos disponibilizadas no Anexo 1. Os formulários preenchidos (Anexo 2) contêm informações que foram utilizadas como indicadores, que retroalimentaram as informações espaciais prévias, permitindo a geração de pareceres técnicos conforme a especialidade. Escolha de Sítios, Pontos e o Planejamento da Amostragem A seleção de sítios e pontos para amostragem na AER abrangeu diversas etapas, visando possibilitar uma ampla amostragem dos diferentes ambientes componentes da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold.

Em reunião técnica prévia aos trabalhos de campo, foram analisados mapas e imagens de satélite da APA e áreas de entorno, o que permitiu uma visualização espacial do contexto ambiental atual da área de estudo. Estas informações subsidiaram a escolha dos sítios e pontos amostrais.

A área da APA foi dividida em três grandes sítios amostrais: Sítio Planalto, Sítio Encostas e Sítio Planície, representando porções da Unidade, tendo sido selecionados 10 pontos de amostragem (Figura 1).

Sítio 01 (Sítio Planalto) Nesse sítio foram definidos quatro pontos de amostragens, sendo esses os pontos 1, 2, 6 e 8. O sítio 1 abrange áreas com vegetação nativa de Floresta Ombrófila Mista (Floresta com Araucária) e Estepes (Campos Naturais). Atualmente, além de áreas com vegetação nativa em diferentes estágios de sucessão secundária (com predomínio de estágio médio), esse sítio também apresenta extensas áreas com povoamentos de pinus (Pinus sp.). Outro ambiente desse sítio é a Estepe (campos naturais), sendo, no entanto, pouco representativa pelo fato da maioria ter sido utilizada para os plantios de pinus ou para extração de caulim para cerâmicas. As poucas áreas de estepes remanescentes são Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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utilizadas na maioria das vezes para pastagens, encontrando-se dessa forma bastante alteradas.

Embora o sítio 01 apresente-se bastante descaracterizado em relação à configuração ambiental original, o mesmo ainda apresenta áreas contendo florestas avançadas, mas, todas elas alteradas em diferentes níveis. Na verdade, poucas são as áreas que ainda mantém indivíduos arbóreos da floresta primitiva, consistindo de indivíduos de espécies de pouco valor comercial que foram poupadas quando da exploração florestal.

Sítio 02 (Sítio Encostas) Esse sítio também teve quatro pontos de amostragens, sendo os pontos 03, 04, 07 e 09. Nesse sítio predomina a vegetação de Floresta Ombrófila Densa (Floresta Atlântica), havendo áreas de transição com a Floresta Ombrófila Mista nas partes mais altas.

Pelo seu estado de conservação, pode-se se dizer que o sítio 02 contém grande diversidade de espécies de aves, haja vista a presença de vegetação (sucessão secundária) em estágio mais avançado e florestas primárias alteradas com estrutura e estratificação condicionante a manutenção de um elevado número de espécies. Em locais mais íngremes, a presença de remanescentes da floresta primária alterada propicia a manutenção de espécies com maior grau de adaptação a florestas desse porte. Sítio 03 (Sítio Planície) As partes mais planas da APA são as que se apresentam mais alteradas. Para esse sítio foram definidos dois pontos de amostragem, sendo os pontos 05 e 10. Nesse sítio, a vegetação é basicamente formada de Floresta Ombrófila Densa em diferentes estágios de sucessão, predominando capoeirinhas e capoeiras, intercaladas por plantios de bananas e outras culturas de subsistência das comunidades humanas locais.

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Figura 1 -

Pontos de amostragem da Avaliação Ecológica Rápida

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Tabela 1 -

Coordenadas e datas dos pontos de amostragem da Avaliação Ecológica

Rápida PONTOS

UTM X

UTM Y

DATA

01

660566

7085519

12/10/2010

02(A)

669351

7094879

13/10/2010

03

669933

7087186

10/10/2010

04(A)

668295

7086523

14/10/2010

05

672815

7082695

14/10/2010

06

673875

7092800

11/10/2010

07(A)

664538

7088586

12/10/2010

08(A)

677731

7091158

11/10/2010

09

675935

7082461

14/10/2010

10

671253

7081598

13/10/2010

1.1. Meio Físico

1.1.1. Materiais e Métodos

O levantamento do meio físico da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold foi desenvolvido em duas etapas que compreenderam atividades de escritório e campo, nas quais foram empregados diversas técnicas e métodos: Primeira Etapa – Atividades de Escritório - Pesquisa bibliográfica: visou avaliar o conhecimento pré-existente do clima, hidrografia, geomorfologia e geologia da área de estudo; - Interpretação das imagens e mapas topográficos com a finalidade de identificar a rede hidrográfica, os divisores de águas, os padrões estruturais e geomorfológicos; - Análise comparativa entre os dados obtidos nas bases cartográficas, a fim de delimitar a área de interesse. Sobre esta base foram indicados os elementos geológicos, estruturais, geomorfológicos e/ou hídricos que, de alguma forma, pudessem apresentar um interesse imediato; - Interpretação dos dados obtidos na fase de campo e posterior elaboração do relatório; As bases utilizadas nesta etapa foram: Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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- Carta topográfica IBGE – Mapa Municipal Estatístico, Folha São Bento do Sul, Geocódigo 4215802, escala 1:50.000 (IBGE 2000); - Atlas de Santa Catarina, escala 1:1.000.000 (DSG, 1968); - Imagem SRTM (Shuttle Radar Topography Mission), S027W50, 2000; - Imagem Landsat 7 ETM+, 02/09/2002, ponto 220, óbita 078. Segunda Etapa – Atividades de Campo - Análise em campo dos aspectos físicos da área da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold; - Obtenção das coordenadas geográficas, com auxílio do G.P.S., para localização das áreas de interesse na região; - Coleta de dados dos pontos de interesse observados em campo para preenchimento das fichas da AER; Nessa etapa foi realizada uma saída a campo, no período de 10/08 a 14/08 do ano de 2010.

1.1.2. Resultados

1.1.2.1. Clima

O clima do município de São Bento do Sul e por conseguinte na região da APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold é classificado como Cfb (clima temperado constantemente úmido, sem estação seca, com verão fresco). A precipitação pluviométrica média anual situa-se em torno de 1.200 a 1.600 mm, com déficit hídrico nulo.

Apresenta uma grande amplitude térmica nas várias épocas do ano, com temperatura mínima chegando a -5° C nos campos altos do planalto no inverno e uma máxima que chega a ultrapassar os 35º C no verão na região do Vale do Rio Natal, sendo a temperatura média anual de 16º C, registrando-se a ocorrência de geadas somente nas áreas de maior altitude. Os meses mais quentes são os de janeiro e fevereiro e os mais frios junho e julho.

1.1.2.2. Geomorfologia

Devido às diferenças litológicas e suas propriedades físico/químicas particulares, Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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observa-se na APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold um relevo montanhoso, resultante do intemperismo diferencial, e de um modelado recente devido ao potencial de entalhamento do rio Vermelho e sua bacia associada.

Altimetricamente a APA possui como menor altitude a cota 100 m em sua porção sul no ponto em que o rio Vermelho deixa os limites da APA e como altitude máxima a cota 1015 m na porção N-NE da APA (Figura 2). Verifica-se uma alta amplitude altimétrica (cerca de 900 m) em uma pequena área, atestando caráter enérgico do relevo local. Esta alta amplitude altimétrica, gerou conseqüentemente grandes declividades na área da APA chegando a até 90°. A concentração das áreas mais declivosas (entre 25° e 90°) situa-se na porção sul da APA, na região do domínio das Serras Catarinenses, situadas ao longo do canal principal do rio Vermelho, principal responsável pelo entalhamento da região (Figura 3). As áreas mais planas situam-se na porção norte da APA, região ocupada pelo Domínio do Planalto de São Bento.

O rio Itapocú, que encontra-se ao sul da APA, condiciona o nível de base regional e o rio Vermelho, condiciona o nível de base local da APA. Seu leito encontra-se escavado em um fundo de vale na forma de “V”, mas devido a constituições litológicas diferenciadas encontram-se áreas restritas, que apresentam-se como pequenas várzeas, devido a constante deposição de materiais, na maioria das vezes grossos, provenientes do deslizamento das encostas adjacentes. Essa baixa seleção do material deve-se principalmente ao curto transporte e arrasto sofrido pelos sedimentos antes da deposição. Essas características são visualizáveis nas várzeas argilosas, onde na calha do rio encontram-se blocos rochosos angulosos, protegendo o leito. Nas margens visualizam-se argilas arenosas depositadas em exíguos patamares, impondo a curtos trechos do rio a forma meandrante.

As encostas presentes no interior da APA são de média a alta declividade, com um amplo intemperismo atuante, criando uma espessa capa de colúvios em que se sobressaem paredões rochosos de disposição sub-vertical, com as suas bases compostas por taludes de acumulação, voltados às calhas dos rios, sendo gradativamente carregados pelas drenagens. Estas encostas não apresentam uma cobertura de solos, sendo que a capa existente devido ao intemperismo é composta quase que exclusivamente por material orgânico em decomposição (húmus e serapilheira).

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Figura 2 -

Hipsometria da Regi達o da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold

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Figura 3 -

Declividades na Regi達o da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold

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1.1.2.3. Hidrografia

A hidrografia da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold, formador do rio Itapocú, apresenta seu sistema organizado predominantemente na vertente Atlântica da Serra do Mar, cujos rios caracterizam-se por pequena extensão e grande vazão. A formação geomorfológica da região, associada às condições climáticas e cobertura vegetal, interfere positivamente no regime hídrico das bacias hidrográficas, proporcionando à região um bom potencial no que se refere aos recursos hídricos.

O rio Vermelho possui uma extensão de seu canal principal de cerca de 53 km. A partir do ponto em que o rio percorre as divisas ao sul da APA, o rio Vermelho adota o nome de rio Humbold e posteriormente rio Ano Bom nas proximidades da sua confluência com o rio da Bruaca ou rio Novo. A partir desta confluência o canal principal do rio passa a ser conhecido como rio Itapocú. Segundo ASP, et al. (2009), a instalação da Bacia do rio Itapocú estaria associada à intrusão da Suíte Serra do Mar, no final do Proterozóico.

As drenagens da APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold podem ser caracterizadas pelo padrão geral dendrítico, de densidade alta, perfis convexos a retilíneos, vales fechados a abertos, depósitos aluvionares interiores e com poucos vales secos. O relevo é enérgico, com vales profundos em forma de “V”, controlados estruturalmente e separados por cristas com encostas íngremes e leitos com cursos rápidos corredeiras e blocos. Os rios ocorrem no sentido NE (Figura 4).

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Figura 4 -

Rede Hidrogrรกfica da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold

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1.1.2.4. Geologia A geologia da região da APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold é delineada basicamente pela Área do Escudo Atlântico, do Supergrupo Tubarão, do Grupo Campo Alegre, além de Sedimentos Quaternários (Figura 5).

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Figura 5 -

Geologia da Regi達o da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold

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1.1.3. Descrição dos pontos da AER Ponto 1 O ponto em questão situa-se nas coordenadas 660566E-7085519N (z22-SAD69), na cota 850 m. Situa-se em uma colina sobre o domínio morfoestrutural conhecido como Patamar de Mafra, seu embasamento é constituído pelos arenitos da Formação Mafra. Este ponto está relacionado à sub-bacia do Arroio Saltinho afluente do rio Vermelho. As declividades na área variam de suaves a médias não ultrapassando os 10°. A camada de solo é relativamente espessa e estes solos podem ser classificados como Argissolos de textura argilosa nas áreas planas e Cambissolos de textura argilosa nas áreas mais onduladas. A drenagem do solo pode ser considerada boa e quase não se observam afloramentos no ponto, nem tão pouco áreas de erosão. Esta área representa a única porção das coberturas sedimentares da Bacia do Paraná, que adentra a APA em sua porção SW. Ponto 2 O ponto em questão situa-se nas coordenadas 669351E-7094879N (z22-SAD69), na cota 885 m. Situa-se em uma colina sobre o domínio morfoestrutural conhecido como Planalto de São Bento do Sul, seu embasamento é constituído pelos basaltos e quartzitos do Grupo Campo Alegre no contato entre a Formação Rio Negrinho e as Formações Avenca Grande, São Miguel e Fazenda Uirapuru. Este ponto está relacionado diretamente ao rio Vermelho em seu alto curso. As declividades na área variam de suaves a altas chegando aos 90° no paredão minerado existente no alto da colina onde situa-se o ponto. A camada de solo é relativamente espessa e estes solos podem ser classificados como Argissolos de textura argilosa nas áreas planas e Cambissolos de textura argilosa nas áreas mais onduladas. A drenagem do solo pode ser considerada boa e os afloramentos rochosos somente são observados no paredão minerado para retirada de saibro, tratando-se dos quartzitos, ocorrendo neste ponto ainda o início de um processo de erosão. Esta área encontra-se sobre a borda do planalto e em seus trechos mais rebaixados observam-se áreas planas muito úmidas. Ponto 3 O ponto em questão situa-se às margens de um acesso não pavimentado nas coordenadas 669933E-7087186N (z22-SAD69), na cota 475 m, em uma vertente sobre o domínio

morfoestrutural

conhecido

como

Serras

do

Leste

Catarinense.

Seu

embasamento é constituído pelos arenitos do Grupo Campo Alegre, Formação Rio do Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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Bugre. Este ponto está relacionado a sub-bacia do Arroio Bismark afluente do rio Vermelho. As declividades na área são caracterizadas como altas chegando aos 75° nas porções mais íngremes da vertente onde situa-se o ponto. A camada de solo é relativamente espessa e estes solos podem ser classificados como Argissolos de textura argilosa nas áreas restritas ao fundo do vale e Cambissolos de textura argilosa nas áreas da vertente. A drenagem do solo pode ser considerada boa e os afloramentos rochosos somente são observados em cortes da estrada, tratando-se dos arenitos, observam-se nestes cortes alguns processos de erosão e as drenagens da estrada carreiam material particulado para o vale, acabando por assorear as drenagens. Esta área situa-se sobre as vertentes de um relevo residual onde inicia-se um processo acentuado de entalhamento, comandado pelo rio Vermelho, que é o nível de base para toda a região da APA. Ponto 4 O ponto em questão situa-se às margens de um acesso não pavimentado e da ferrovia existente na APA, nas coordenadas 668295E-7086523N (z22-SAD69), na cota 680 m, em uma vertente situada sobre o domínio morfoestrutural conhecido como Serras do Leste Catarinense, seu embasamento é constituído pelos gnaisses do Complexo Luís Alves. Este ponto está relacionado à sub-bacia do Arroio da Serra afluente do rio Vermelho. As declividades na área são caracterizadas como altas chegando aos 60° nas porções mais íngremes da vertente onde situa-se o ponto. A camada de solo é relativamente espessa e podem ser classificados como Argissolos de textura argilosa nas áreas restritas ao fundo do vale e Cambissolos de textura argilosa nas áreas da vertente. A drenagem do solo pode ser considerada boa e os afloramentos rochosos somente são observados em cortes da estrada de ferro, observam-se associados a estes cortes diversos processos de erosão e as drenagens da estrada e da ferrovia carreiam material particulado para o vale, acabando por assorear as drenagens. Esta área situa-se sobre as vertentes de um relevo residual onde ocorre um processo acentuado de entalhamento, comandado pelo rio Vermelho, que é o nível de base para toda a região da APA. Ponto 5 O ponto em questão situa-se às margens de um acesso não pavimentado e da ferrovia existente na APA, nas coordenadas 672815E-7082695N (z22-SAD69), na cota 320 m, em uma colina situada sobre o domínio morfoestrutural conhecido como Serras do Leste Catarinense. Seu embasamento é constituído pelos arenitos do Grupo Campo Alegre, Formação Rio do Bugre. Este ponto esta relacionado à sub-bacia do rio Natal afluente do Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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rio Vermelho. As declividades na área são caracterizadas como médias chegando aos 45° nas porções mais íngremes da vertente onde situa-se o ponto. A camada de solo é relativamente espessa e podem ser classificados como um solo Hidromórfico nas áreas restritas ao fundo do vale e Cambissolos de textura argilosa nas áreas da vertente. A drenagem do solo pode ser considerada boa e os afloramentos rochosos somente são observados na área restrita do topo da colina, não observando-se pontos evidentes de erosão e/ou assoreamento do solo. Esta área situa-se sobre as vertentes de um terreno mais plano e menos enérgico onde o processo de entalhamento, comandado pelo rio Vermelho, que é o nível de base para toda a região da APA, já não é tão evidenciado.

Ponto 6 O ponto em questão situa-se nas coordenadas 673875E-7092800N (z22-SAD69), na cota 1050 m, em uma colina situada sobre o domínio morfoestrutural conhecido como Planalto de São Bento do Sul e seu embasamento é constituído pelos quartzitos do Grupo Campo Alegre, Formações Avenca Grande, São Miguel e Fazenda Uirapuru. Este ponto está relacionado à sub-bacia do Arroio da Vargem afluente do rio Vermelho. As declividades na área são caracterizadas como de suaves a médias chegando aos 25° nas porções mais íngremes das encostas da colina onde situa-se o ponto, sendo um dos pontos mais altos da APA. A camada de solo é relativamente espessa e estes solos podem ser classificados como Argissolos de textura argilosa nas áreas planas e Cambissolos de textura argilosa nas áreas mais onduladas. A drenagem do solo pode ser considerada boa e os afloramentos rochosos são inexistentes, não observando-se pontos evidentes de erosão e/ou assoreamento do solo.

Ponto 7 O ponto em questão situa-se nas coordenadas 664538E-7088586N (z22-SAD69), na cota 631 m. Situa-se em uma escarpa sobre o domínio morfoestrutural conhecido como Planalto de São Bento do Sul, seu embasamento é constituído pelos gnaisses do seu embasamento é constituído pelos gnaisses do Complexo Luís Alves. Este ponto está relacionado à sub-bacia do Arroio dos Bugres afluente do rio Vermelho, nível de base da APA. As declividades na área caracterizam-se como médias chegando aos 30° nos pontos mais escarpados. A camada de solo é relativamente espessa e estes solos podem ser classificados como Argissolos de textura argilosa nas áreas planas e Cambissolos de textura argilosa nas áreas mais onduladas. A drenagem do solo pode ser considerada boa e os afloramentos rochosos somente são observados em cortes da estrada situada próxima ao ponto. Observam-se associados a estes cortes diversos Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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processos de erosão e as drenagens da estrada carreiam material particulado para o vale, acabando por assorear as drenagens. Ponto 8 O ponto em questão situa-se nas coordenadas 6777315E-7091158N (z22-SAD69), na cota 1020 m, em uma montanha situada sobre o domínio morfoestrutural conhecido como Planalto de São Bento do Sul e seu embasamento é constituído pelos basaltos do Grupo Campo Alegre, Formações Avenca Grande, São Miguel e Fazenda Uirapuru. Este ponto se relaciona às cabeceiras do rio Natal, afluente do rio Vermelho. As declividades na área são caracterizadas como de suaves a médias chegando aos 10° nas porções mais íngremes das encostas da colina onde situa-se o ponto, sendo um dos pontos mais altos da APA. A camada de solo é relativamente espessa e estes solos podem ser classificados como Argissolos de textura argilosa nas áreas planas e Cambissolos de textura argilosa nas áreas mais onduladas. A drenagem do solo pode ser considerada boa e os afloramentos rochosos são inexistentes, não observando-se pontos evidentes de erosão e/ou assoreamento do solo.

Ponto 9 O ponto em questão situa-se em um empreendimento turístico existente nas coordenadas 675943E-7082525N (z22-SAD69), na cota 320 m, em uma escarpa situada sobre o domínio morfoestrutural conhecido como Serras do Leste Catarinense, seu embasamento é constituído pelos arenitos e arenitos conglomeráticos do Grupo Campo Alegre, Formação Rio do Bugre. Este ponto está relacionado à sub-bacia do rio Braço Esquerdo, afluente do rio Vermelho. No ponto o rio Braço Esquerdo forma uma queda d’água de mais de 50 m a partir do Planalto de São Bento do Sul, de grande beleza cênica, o rio encontra-se encaixado em um “sulco estrutural” e a queda d’água trata-se de um testemunho do processo regressivo acentuado da drenagem que vem ocorrendo no ponto. O mesmo rio Esquerdo acabou formando uma cavidade natural subterrânea sobre blocos do arenito conglomerático de grandes dimensões, que foram abatidos e rolados no processo de regressão do rio junto à escarpa formadora da queda. Esta cavidade foi estimada em cerca de 70 m extensão e em seu interior observa-se apenas a drenagem existente e os blocos abatidos, sem a visualização de nenhum tipo de espeleotema. A formação desta cavidade ocorreu apenas por processos mecânicos, não sendo visualizado nenhum testemunho de dissolução. Tanto a cavidade, quanto a queda d’água, são os grandes atrativos turísticos da região, além destes temos ainda vários pontos com a formação de piscinas naturais, trilhas em meio a florestas e porções de Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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vales suspensos formados em meio a blocos abatidos. No paredão da entrada da cavidade associada à sua ressurgência, realizam-se ainda atividades de escalada e rapel As declividades na área são caracterizadas como de médias a altas chegando ao 90° nas escarpas do Planalto de São Bento do Sul. A camada de solo é relativamente rasa e podem ser classificados como sedimentos e um solo Hidromórfico. A drenagem do solo pode ser considerada boa e são observados afloramentos rochosos em abundância, observando-se inclusive alguns pontos de erosão nos trechos das vias e trilhas de acesso e assoreamento em pontos menos declivosos da drenagem. Ponto 10 O ponto em questão situa-se às margens de um acesso não pavimentado em uma ponte sobre o canal do rio Vermelho, nas coordenadas 671313E-7081627N (z22-SAD69), na cota 160 m, em uma planície situada sobre o domínio morfoestrutural conhecido como Serras do Leste Catarinense, seu embasamento é constituído pelos gnaisses do Complexo Luís Alves. Este ponto está relacionado diretamente à bacia do rio Vermelho em seu médio curso e é um dos pontos mais rebaixados da APA. As declividades na área são caracterizadas como suaves chegando aos 5° nas porções mais íngremes da planície onde situa-se o ponto. A camada de solo é relativamente espessa e podem ser classificados como Argissolos de textura argilosa nas áreas restritas ao fundo do vale e Cambissolos de textura argilosa nas áreas da vertente. A drenagem do solo pode ser considerada boa e os afloramentos rochosos somente são abundantes no leito do rio. As drenagens da estrada existente carreiam material particulado para o vale do rio Vermelho, contribuindo com assoreamento da drenagem.

1.2. Meio Biótico

1.2.1. Flora

1.2.1.1. Materiais e Métodos

A

realização

do

estudo

referente

à

vegetação

na

APA

Municipal

do

Rio

Vermelho/Humbold foi baseada no método de Avaliação Ecológica Rápida (AER), abrangendo 10 pontos amostrais. Os pontos previamente selecionados foram alocados a fim de abranger as diferentes fitofisionomias e estádios sucessionais presentes na APA.

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Durante um período aproximado de 3 horas foram realizadas observações minuciosas a fim de caracterizar a fitofisionomia da vegetação, estádio sucessional, estado de conservação, composição florística (as espécies mais representativas em cada estrato) e identificar os fatores de degradação históricos e atuais, além das pressões a que estão submetidas cada um dos pontos. As fotos podem ser vistas no Anexo 3.

As espécies, principalmente as arbóreas, foram determinadas em campo com o auxílio de um binóculo e as demais através de coletas de amostras realizadas com uma tesoura de poda ou um podão. As espécies que se encontravam reprodutivas foram coletadas, herborizadas e encaminhadas ao Herbário Joinvillea (JOI) para processamento, identificação e incorporação à coleção. As duplicatas foram encaminhadas ao Herbário Dr. Roberto Miguel Klein (FURB).

A classificação das espécies em famílias seguiu o sistema do Angiosperm Phylogeny Group (APG, 2009), e os binômios das espécies foram atualizados segundo a classificação disponível no Missouri Botanical Garden (2010) e literatura especializada.

A classificação dos estágios sucessionais seguiu as definições estabelecidas na Resolução do CONAMA nº 4, de 4 de maio de 1994 - que define vegetação primária e secundária nos estágios inicial, médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica.

1.2.1.2. Classificação da vegetação

A APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold encontra-se inserida no bioma Mata Atlântica, onde as formações florestais são constituídas pelas Florestas Ombrófila Densa e Ombrófila Mista. Além das formações florestais existem pequenos remanescentes ou núcleos de formações campestres constituindo as Estepes Ombrófilas (campos de altitude) que se intercalam com a Floresta Ombrófila Mista (VELOSO et al., 1991).

As fisionomias avaliadas na APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold pertencem, prioritariamente, à Floresta Ombrófila Densa e Floresta Ombrófila Mista.

A Floresta Ombrófila Densa foi subdividida em cinco formações segundo Veloso e colaboradores (1991), a saber: a) Aluvial: não varia topograficamente e apresenta sempre os mesmos ambientes repetitivos, dentro dos terraços aluviais dos flúvios; b) Terras Baixas: situada entre os 24° de latitude S a 32° de latitude S de 5 até 30 m de altitude; c) Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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Submontana: situada nas encostas entre os 24° de latitude S a 32° de latitude S de 30 até 400 m de altitude; d) Montana: situada no alto das encostas entre os 24° de latitude S a 32° de latitude S de 400 até 1000 m de altitude; e) Alto-montana: situada acima dos limites estabelecidos para a formação Montana.

Segundo Veloso e colaboradores (1991) a Floresta Ombrófila Mista apresenta quatro formações distintas: a) Aluvial: em terraços antigos ao longo dos flúvios; b) Submontana: de 50 até mais ou menos 400 m de altitude; c) Montana: de 400 até mais ou menos 1000 m de altitude; d) Alto-montana: situada a mais de 1000 m de altitude.

Como as fisionomias avaliadas na APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold pertencem ao bioma Mata Atlântica, prioritariamente, à Floresta Ombrófila Densa e à Floresta Ombrófila Mista considera-se pertinente apresentar o conceito de floresta, vegetação primária e secundária nos estágios inicial, médio e avançado.

Segundo Veloso e colaboradores (1991), floresta, termo semelhante à mata no sentido popular, firmado cientificamente como conjunto de sinúsias dominado por fanerófitos de alto porte, com quatro estratos bem definidos. Assim sendo, uma formação florestal apresenta dominância de duas sinúsias: macrofanerófitos com altura variando entre 30 e 50 m e mesofanerófitos, cujo porte situa-se entre 20 e 30 m de altura.

De acordo com a Resolução do CONAMA nº 4, de 4 de maio de 1994: Art. 1º Vegetação primária é aquela de máxima expressão local, com grande diversidade biológica, sendo os efeitos das ações antrópicas mínimos, a ponto de não afetar significativamente suas características originais de estrutura e de espécies, onde são observadas área basal média superior a 20,00 metros quadrados por hectare, DAP médio superior a 25 centímetros e altura total média superior a 20 metros.

Art. 2º Vegetação secundária ou em regeneração é aquela resultante dos processos naturais de sucessão, após supressão total ou parcial da vegetação primária por ações antrópicas ou causas naturais, podendo ocorrer árvores remanescentes da vegetação primária.

Art. 3º Os estágios em regeneração da vegetação secundária a que se refere o artigo 6° do Decreto 750/93, passam a ser assim definidos:

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I - Estágio inicial de regeneração: a) Nesse estágio a área basal média é de até 8 metros quadrados por hectare; b) Fisionomia herbáceo/arbustiva de porte baixo; altura total média até 4 metros, com cobertura vegetal variando de fechada a aberta; c) Espécies lenhosas com distribuição diamétrica de pequena amplitude: DAP médio até 8 centímetros; d) Epífitas, se existentes, são representadas principalmente por líquens, briófitas e pteridófitas, com baixa diversidade; e) Trepadeiras, se presentes, são geralmente herbáceas; f) Serapilheira, quando existente, forma uma camada fina pouco decomposta, contínua ou não; g) Diversidade biológica variável com poucas espécies arbóreas ou arborescentes,

podendo

características

apresentar de

plântulas outros

de

espécies estágios;

h) Espécies pioneiras abundantes; i) Ausência de subosque; II - Estágio médio de regeneração: a) Nesse estágio a área basal média é de até 15,00 metros quadrados por

hectare;

b) Fisionomia arbórea e arbustiva predominando sobre a herbácea podendo constituir estratos diferenciados; altura total média de até 12 metros; c) Cobertura arbórea variando de aberta a fechada, com ocorrência eventual de indivíduos emergentes; d) Distribuição diamétrica apresentando amplitude moderada, com predomínio dos pequenos diâmetros: DAP médio de até 15 centímetros; e) Epífitas aparecendo com maior número de indivíduos e espécies em relação ao estágio inicial, sendo mais abundantes na floresta ombrófila; f) Trepadeiras, quando presentes, são predominantemente lenhosas; g) Serapilheira presente, variando de espessura, de acordo com as estações do ano e a localização; h) Diversidade biológica significativa; i) Subosque presente;

III - Estágio avançado de regeneração: a) Nesse estágio a área basal média é de até 20,00 metros quadrados por hectare;

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b) Fisionomia arbórea dominante sobre as demais, formando um dossel fechado e relativamente uniforme no porte, podendo apresentar árvores emergentes; altura total média de até 20 metros; c) Espécies emergentes ocorrendo com diferentes graus de intensidade; d) Copas superiores horizontalmente amplas; e) Epífitas presentes em grande número de espécies e com grande abundância, principalmente na floresta ombrófila; f) Distribuição diamétrica de grande amplitude: DAP médio de até 25 centímetros; g) Trepadeiras geralmente lenhosas, sendo mais abundantes e ricas em espécies na floresta estacional; h) Serapilheira abundante; i) Diversidade biológica muito grande devido à complexidade estrutural; j) Estratos herbáceo, arbustivo e um notadamente arbóreo; k) Florestas nesse estágio podem apresentar fisionomia semelhante à vegetação primária; l) Subosque normalmente menos expressivo do que no estágio médio; m) Dependendo da formação florestal pode haver espécies dominantes;

1.2.1.3. Resultados

São apresentados a seguir os resultados obtidos, conforme o ponto amostrado, caracterizando a vegetação da APA. A lista de espécies e os pontos em que foram localizadas estão no Anexo 4. Ponto 1 O Ponto 1 (22 J 0660566 – 7085519) a 838 m de altitude, está inserido no âmbito da Floresta Ombrófila Mista Montana, com fisionomia de vegetação secundária em estádio médio de sucessão, alterada devido à exploração seletiva histórica e atual de espécies, pastejo, trilhas e estradas. O fragmento está situado em encosta com pequenos vales encravados apresentando solos altamente hidromórfico em sua base. No entorno observa-se plantações de Pinus sp. A vegetação com dossel descontínuo e cobertura lenhosa aproximada de 60-70% e altura de 22 m apresenta sub-bosque ralo exceto pela alta densidade de Chusquea sp. (carás) e Merostachys sp. (taquaras), além da presença eventual de xaxins arborescentes como Dicksonia sellowiana. No estrato arbóreo acima de 15 m de altura destacam-se: Cedrela fissilis, Cryptocarya moschata, Vernonanthura discolor, Cinnamomum amoenum e Alchornea triplinervia. Entre 10-15 m ocorrem: Symplocos tenuifolia, Lamanonia ternata, Clethra scabra, Drimys brasiliensis, Casearia Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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decandra, Syagrus romanzoffiana, Araucaria angustifolia, Piptocarpha angustifolia, Piptocarpha regnellii e Mimosa scabrella.

Dentre as espécies arbóreas abaixo de 10 m sobressaem principalmente: Myrsine umbellata,

Psychotria

vellosiana,

Sorocea

bonplandii,

Daphnopsis

fasciculata,

Podocarpus lambertii, Ilex paraguariensis, Ilex brevicuspis e Ilex theezans. No estrato arbustivo encontram-se: Miconia fasciculata, Miconia sellowiana, Piper aduncum, Piper sp., Baccharis sp. e Psychotria suterella. O estrato herbáceo é formado principalmente por pteridófitas. Os forófitos apresentam baixa densidade de epífitos, sendo observadas Vriesea incurvata, Sinningia sp., Ophioglossum sp., Peperomia sp. 1, aráceas, pteridófitas, briófitas e liquens. As árvores apresentam baixa densidade de lianas como Fuchsia regia e Mikania sp. Ponto 2 O Ponto 2 (22 J 0669351 – 7094879) a 890 m de altitude está inserido no âmbito da Floresta Ombrófila Mista Montana, com fisionomia de vegetação secundária em estádio médio de sucessão, alterada devido à exploração seletiva histórica e atual de espécies, pastejo e bosqueamento. O fragmento está situado em encosta íngreme com um pequeno riacho ao longo do vale. No entorno observa-se pastagens e estradas. A vegetação com dossel completamente descontínuo e cobertura lenhosa aproximada de 20-30 % e altura de 20 m apresenta sub-bosque ralo exceto pela alta densidade de Merostachys sp. (taquaras), além da presença eventual de xaxins arborescentes como Dicksonia sellowiana. No estrato arbóreo acima de 15 m de altura destacam-se: Araucaria angustifolia, Cinnamomum amoenum, Ilex dumosa e Sloanea monosperma. Entre 10-15 m ocorrem: Laplacea acutifolia, Lamanonia ternata, Clethra scabra, Psychotria vellosiana, Vernonanthura discolor, Prunus myrtifolia, Mimosa scabrella, Weinmannia paulliniifolia, Cryptocarya moschata e Campomanesia xanthocarpa. Dentre as espécies arbóreas abaixo de 10 m sobressaem principalmente: Erythroxylum deciduum, Alchornea triplinervia, Drymis brasiliensis, Symplocos tenuifolia, Ilex paraguariensis, Cedrela fissilis, Mrycia splendens, Ilex brevicuspis, Guatteria australis, Styrax leprosus, Schinus terebinthifolius, Machaerium stipitatum, Casearia decandra, Syagrus romanzoffiana, Matayba elaeagnoides, Psidium cattleianum e Daphnopsis fasciculata, além da espécie exótica Eriobotrya japonica. No estrato arbustivo encontramse: Miconia sp. 1, Miconia sellowiana, Leandra sp., Rubus sp., Mollinedia clavigera, Geonoma schottiana, Senecio brasiliensis, Critoniopsis quinqueflora e Piper sp. O estrato herbáceo é formado principalmente por Plantago major, ciperáceas, melastomatáceas e Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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ainda pteridófitas. Os forófitos apresentam baixa densidade de epífitos, sendo observadas Sinningia sp., Serpocaulon catharinae, bromeliáceas, orquidáceas, aráceas, pteridófitas, briófitas e liquens. As árvores apresentam baixa densidade de lianas como Fuchsia regia e Mikania sp. Ponto 3 O Ponto 3 (22 J 0669933 – 7087186) a 470 m de altitude está inserido no âmbito da Floresta Ombrófila Densa Montana, com fisionomia de vegetação secundária em estádio médio de sucessão, alterada devido à exploração seletiva histórica de espécies e estradas. O fragmento está situado em encosta íngreme com vales encravados e o rio Vermelho na base. No entorno observa-se plantações de Musa sp. A vegetação com dossel descontínuo e cobertura lenhosa aproximada de 60-70 % e altura de 20 m apresenta sub-bosque médio com xaxins arborescentes como Alsophila setosa e Cyathea delgadii, além de Merostachys sp. (taquaras). No estrato arbóreo acima de 15 m de altura destacam-se: Nectandra oppositifolia, Hieronyma alchorneoides, Alchornea triplinervia, Ocotea puberula, Phytolacca dioica e Cecropia glaziovii. Entre 10-15 m ocorrem: Casearia sylvestris, Sloanea guianensis, Ocotea catharinensis, Coccoloba warmingii, Cabralea canjerana, Vernonanthura discolor, Inga marginata e Bauhinia forficata. Dentre as espécies arbóreas abaixo de 10 m sobressaem principalmente: Guapira opposita, Marlierea tomentosa, Pseudobombax grandiflorum, Zollernia ilicifolia, Inga sessilis, Casearia obliqua, Magnolia ovata, Euterpe edulis, Allophylus cf. petiolulatus, Virola bicuhyba, Quiina glazovii, Brosimum lactescens, Heisteria silvianii, Hedyosmum brasiliense,

Sorocea

bonplandii,

Pera

glabrata,

Garcinia

gardneriana,

Guarea

macrophylla, Tetrorchidium rubrivenium, Meliosma sellowii e Marlierea silvatica. No estrato arbustivo encontram-se: Esenbeckia grandiflora, Psychotria nuda, Dahlstedtia pinnata, Mollinedia clavigera, Rudgea jasminoides, Geonoma gamiova, Piper cernum, Eugenia catharinensis, Brunfelsia sp., Boehmeria caudata, Ardisia guianensis e Miconia sp. O estrato herbáceo é formado principalmente por Justicia carnea, Calathea sp., Heliconia

farinosa,

Anemia

phyllitidis,

Begonia

sp.

1,

Bertolonia

mosenii,

Pleurostachys gaudichaudii, poáceas e pteridófitas. Os forófitos apresentam baixa densidade de epífitos, sendo observadas Peperomia sp. 2, Nematanthus australis, Nematanthus tessmannii, brófitas, cactáceas, pteridófitas, briófitas e liquens. As árvores apresentam baixa densidade de lianas como Mikania sp.

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Ponto 4 O Ponto 4 (22 J 0668295 – 7086523) a 674 m de altitude está inserido no âmbito da Floresta Ombrófila Densa Montana, com fisionomia de vegetação secundária em estádio médio de sucessão, alterada devido à exploração seletiva histórica de espécies, presença de ferrovia e estradas. O fragmento está situado em encosta com pequenos vales encravados. No entorno observa-se uma ferrovia. A vegetação com dossel descontínuo e cobertura lenhosa aproximada de 70 % e altura de 18 m apresenta subbosque médio com xaxins arborescentes como Alsophila setosa, Cyathea delgadii, Cyathea sp. e Blechnum brasiliense. No estrato arbóreo acima de 15 m de altura destacam-se: Cedrela fissilis, Hieronyma alchorneoides, Cecropia glaziovii, Ocotea puberula e Nectandra oppositifolia. Entre 10-15 m ocorrem: Cabralea canjerana, Machaerium stipitatum, Casearia obliqua, Cordia cf. trichotoma, Sapium glandulosum, Ilex cf.

brevicuspis,

Inga

marginata,

Cestrum

intermedium,

Annona

neosericea,

Pseudobombax grandiflorum, Alchornea sidifolia, Citharexylum myrianthum e Cariniana estrellensis. Dentre as espécies arbóreas abaixo de 10 m sobressaem principalmente: Alchornea triplinervia, Sorocea bonplandii, Prunus myrtifolia, Annona sp., Cupania vernalis, Bathysa australis, Virola bicuhyba, Heisteria silvianii, Miconia cabucu, Sloanea guianensis, Matayba intermedia, Psidium cattleianum, Allophylus cf. petiolulatus, Endlicheria paniculata, Hedyosmum brasiliense, Clusia criuva, Zanthoxylum rhoifolium, Euterpe edulis, Vernonanthura discolor e Guapira opposita. No estrato arbustivo encontram-se: Psychotria nuda, Boehmeria caudata, Bactris setosa, Trichilia pallens, Guarea macrophylla, Mollinedia schottiana, Piper arboreum, Tibouchina sp., Baccharis uncinella, Baccharis semiserrata, Psidium guajava, Dahlstedtia pinnata, Solanum diploconos e Piper sp. O estrato herbáceo é formado principalmente por Begonia sp. 2, Plantago major, Adiantum sp., Anemia phyllitidis, Heliconia farinosa, Calathea sp., Lantana camara, Crocosmia crocosmiiflora, poáceas e pteridófitas. Os forófitos apresentam densidade média de epífitos, sendo observadas Vriesea platynema, Vriesea carinata, Vriesea incurvata, Vriesea altodaserrae, Vriesea gigantea, Tillandsia sp., Sinningia nivalis, Pleopeltis pleopeltifolia, Serpocaulon catharinae, Niphidium crassifolium, Ripsalis sp., Gleichenella sp., orquidáceas, aráceas, pteridófitas, briófitas e liquens. As árvores apresentam baixa densidade de lianas como Serjania sp. e Bomarea edulis. Ponto 5 O Ponto 5 (22 J 0672815 – 7082695) a 356 m de altitude está inserido no âmbito da Floresta Ombrófila Densa Submontana, com fisionomia de vegetação secundária em estádio médio de sucessão, alterada devido à exploração seletiva histórica de espécies, Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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pastejo, trilhas para captação de água e estradas. O fragmento está situado em encosta média com ondulação suave. No entorno observa-se pastagem, plantações de Musa sp. e Eucalyptus sp. A vegetação com dossel completamente descontínuo e cobertura lenhosa aproximada de 50 % e altura de 15 m apresenta sub-bosque médio com xaxins arborescentes como Cyathea delgadii e Blechnum brasiliense. No estrato arbóreo acima de 15 m de altura destacam-se: Ficus insipida, Hieronyma alchorneoides, Croton sp., Citharexylum myrianthum, Cedrela fissilis, Nectandra lanceolata, Cecropia glaziovii, Pseudobombax grandiflorum, Bauhinia forficata, Piptadenia gonoacantha, Alchornea glandulosa e Magnolia ovata, além da espécie exótica Hovenia dulcis. Entre 10-15 m ocorrem: Inga marginata, Machaerium stipitatum, Euterpe edulis, Bathysa australis, Cupania vernalis e Miconia cabucu. Dentre as espécies arbóreas abaixo de 10 m sobressaem principalmente: Zollernia ilicifolia, Sorocea bonplandii, Sloanea guianensis, Annona sp., Cabralea canjerana, Luehea divaricata, Casearia sylvestris e Sapium glandulosum, além da espécie subespontânea Citrus x aurantium. No estrato arbustivo encontram-se: Bactris setosa, Piper aduncum, Urera baccifera, Miconia sp. 2, Mollinedia schottiana, Musa sp., Piper cernuum, Piper arboreum, Piper mikanianum, Guarea macrophylla, Dahlstedtia pinnata, Leandra dasytricha e Piper sp. O estrato herbáceo é formado principalmente por Heliconia farinosa, Calathea sp. e pteridófitas. Os forófitos apresentam densidade média de epífitos, sendo observadas Vriesea gigantea, Vriesea altodaserrae, Niphidium crassifolium, pteridófitas e aráceas. As árvores apresentam baixa densidade de lianas como Serjania sp. e Peltastes peltatus. Ponto 6 O Ponto 6 (22 J 0673875 – 7092800) a 1010 m de altitude está inserido em ecótono entre Floresta Ombrófila Mista Alto Montana e Estepes Ombrófilas, com fisionomia de vegetação secundária em estádio médio de sucessão, alterada devido à exploração seletiva histórica e pastejo. O fragmento está situado em encosta superior com pequeno riacho e solos altamente hidromórfico em sua base. No entorno observa-se pastagem e mineração de caulim. A vegetação com dossel descontínuo e cobertura lenhosa aproximada de 50-60 % e altura de 12 m apresenta sub-bosque ralo exceto pela alta densidade de Chusquea sp. (carás) e Merostachys sp. (taquaras), além da presença eventual de xaxins arborescentes como Dicksonia sellowiana. No estrato arbóreo acima de 15 m de altura destaca-se apenas Araucaria angustifolia como espécie emergente. Entre 10-15 m ocorrem: Prunus myrtifolia, Clethra scabra, Ocotea sp., Piptocarpha regnellii e Mimosa scabrella. Dentre as espécies arbóreas abaixo de 10 m sobressaem principalmente: Nectandra grandiflora, Drimys brasiliensis, Psychotria vellosiana, Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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Vernonanthura discolor, Lamanonia ternata, Ilex brevicuspis, Ilex taubertiana, Ilex paraguariensis, Syagrus romanzoffiana, Psidium spathulatum, Myrcia bombycina, Myrcia hartwegiana, Myrcia palustris, Myrcia retorta e Myrceugenia pilotantha. No estrato arbustivo encontram-se: Miconia sellowiana e Maytenus dasyclada. O estrato herbáceo é formado principalmente por Rhynchospora polyantha, Rhynchospora floribunda, Cyperus sp. e pteridófitas. Os forófitos apresentam baixa densidade de epífitos, sendo observadas Vittaria lineata, Serpocaulon catharinae, Pleopeltis hirsutissima, Pecluma sicca, Niphidium crassifolium, Elaphoglossum ornatum, Microgramma squamulosa, Hymenophyllum sp., Sinningia nivalis, Nematanthus australis, Vriesea sp., Aechmea recurvata, orquidáceas, briófitas e liquens. As árvores apresentam baixa densidade de lianas como Fuchsia regia e Mikania sp. Ponto 7 O Ponto 7 (22 J 0664538 – 7088586) a 647 m de altitude está inserido no âmbito da Floresta Ombrófila Densa Montana, com fisionomia de vegetação secundária em estádio médio de sucessão, alterada devido à exploração seletiva histórica de espécies. O fragmento está situado em encosta íngreme com rio meandrante em sua base. No entorno observa-se estradas e plantações de Pinus sp. A vegetação com dossel descontínuo e cobertura lenhosa aproximada de 70-80 % e altura de 20 m apresenta subbosque médio com xaxins arborescentes como Dicksonia sellowiana, Cyathea delgadii e Blechnum brasiliense. No estrato arbóreo acima de 15 m de altura destacam-se: Alchornea sidifolia, Machaerium stipitatum, Phytolacca dioica, Ocotea puberula, Cabralea canjerana, Pseudobombax grandiflorum, Cedrela fissilis e eventualmente Araucaria angustifolia. Entre 10-15 m ocorrem: Nectandra oppositifolia, Casearia sylvestris, Allophylus edulis, Syagrus romanzoffiana, Lamanonia ternata, Cupania vernalis, Bathysa australis e Daphnopsis fasciculata. Dentre as espécies arbóreas abaixo de 10 m sobressaem principalmente: Sloanea guianensis, Zanthoxylum rhoifolium, Inga marginata, Matayba intermedia, Prunus myrtifolia, Calyptranthes grandiflora, Campomanesia xanthocarpa, Casearia obliqua, Marlierea eugeniopsoides, Endlicheria paniculata, além da espécie exótica Hovenia dulcis que se encontra amplamente distribuída pelo fragmento. No estrato arbustivo encontram-se: Mollinedia schottiana, Mollinedia cf. calodonta, Psychotria suterella, Psychotria nuda, Piper aduncum, Piper sp., Boehmeria caudata, Geonoma schottiana, Rudgea jasminoides, Trichilia pallens, Miconia sp. 3 e Dahlstedtia pinnata. O estrato herbáceo é formado principalmente por Heliconia farinosa, Calathea sp., Begonia sp. 3, Anemia phyllitidis, Justicia carnea, Pleurostachys urvillei, rubiáceas e pteridófitas. Os forófitos apresentam densidade média de epífitos, sendo Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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observadas Nidularium innocentii, Vriesea carinata, Vriesea incurvata, Vriesea platynema, Sinningia sp., Nematanthus tessmannii, Peperomia sp. 3, orquidáceas, cactáceas, aráceas, pteridófitas, briófitas e liquens. As árvores apresentam baixa densidade de lianas como Fuchsia regia e Mikania sp. O Ponto 8 O Ponto 8 (22 J 07091158 – 677731) a 995 m de altitude está inserido no âmbito da Floresta Ombrófila Mista Montana, com fisionomia de vegetação secundária em estádio médio de sucessão, alterada devido à exploração seletiva histórica e pastejo. O fragmento está situado em encosta com pequeno riacho em sua base. No entorno observa-se pastagem e mineração de caulim. A vegetação com dossel completamente descontínuo e cobertura lenhosa aproximada de 40-50 % e altura de 15 m apresenta subbosque ralo exceto pela alta densidade de Chusquea sp. (carás) e Merostachys sp. (taquaras), além da presença eventual de xaxins arborescentes como Dicksonia sellowiana. No estrato arbóreo acima de 15 m de altura destacam-se: Araucaria angustifolia, Syagrus romanzoffiana, Cryptocarya moschata e Piptocarpha angustifolia. Entre 10-15 m ocorrem: Ilex brevicuspis, Prunus myrtifolia, Mimosa scabrella, Vernonanthura discolor, Weinmannia sp., Drimys brasiliensis, Croton cf. macrobotrys e Ocotea sp. Dentre as espécies arbóreas abaixo de 10 m sobressaem principalmente: Podocarpus

sellowii,

Nectandra

grandiflora,

Psychotria

vellosiana,

Daphnopsis

fasciculata, Psidium spathulatum, Myrcia hartwegiana, Myrcia palustris, Myrcia retorta e Myrceugenia pilotantha. No estrato arbustivo encontra-se: Miconia sellowiana. O estrato herbáceo é formado principalmente por Rhynchospora polyantha, Rhynchospora floribunda, poáceas e pteridófitas. Os forófitos apresentam baixa densidade de epífitos, sendo

observadas

Elaphoglossum

ornatum,

Serpocaulon

catharinae,

Pleopeltis

hirsutissima, Pecluma sicca, Niphidium crassifolium, Vittaria lineata, Microgramma squamulosa, Sinningia nivalis, Nematanthus australis, Vriesea sp., Philodendron sp., orquidáceas, briófitas e liquens. As árvores apresentam baixa densidade de lianas como Fuchsia regia. Ponto 9 O Ponto 9 (22 J 0675935 – 7082461) a 334 m de altitude está inserido no âmbito da Floresta Ombrófila Densa Submontana, com fisionomia de vegetação florestal secundária em estádio avançado de sucessão, alterada devido à exploração seletiva histórica de espécies e trilhas. O fragmento está situado em encosta muito íngreme com vales encravados apresentando rios e cachoeiras. No entorno observa-se estradas, plantações Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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de Musa sp. e áreas de camping e bar. A vegetação com dossel praticamente contínuo exceto por aberturas provocadas pela queda de árvores ou galhos e cobertura lenhosa aproximada de 90 % e altura de 26 m apresenta sub-bosque médio com xaxins arborescentes como Alsophila setosa, Didymochlaena truncatula e Blechnum binervatum. No estrato arbóreo acima de 15 m de altura destacam-se: Ocotea elegans, Magnolia ovata, Cedrela fissilis, Pseudobombax grandiflorum, Chrysophyllum viride, Cabralea canjerana, Alchornea triplinervia, Tocoyena sellowiana, Marlierea silvatica, Brosimum glaziovii, Virola bicuhyba, Cecropia glaziovii, Machaerium paraguariense. Entre 10-15 m ocorrem: Heisteria silvianii, Zollernia ilicifolia, Casearia obliqua, Euterpe edulis, Bathysa australis, Piptadenia gonoacantha, Cordia cf. sylvestris, Hieronyma alchorneoides, Inga marginata, Ocotea puberula, Ficus insipida. Dentre as espécies arbóreas abaixo de 10 m sobressaem principalmente: Garcinia gardneriana, Casearia decandra, Endlicheria paniculata, Sorocea bonplandii, Campomanesia xanthocarpa, Allophylus cf. petiolulatus, Pisonia zapallo, Machaerium stipitatum, Chrysophyllum inornatum, Marlierea tomentosa. No estrato arbustivo encontram-se: Geonoma elegans, Geonoma gamiova, Bactris setosa, Piper arboreum, Piper cernuum, Dahlstedtia pinnata, Mollinedia schottiana, Ouratea parvifolia, Ocotea teleiandra, Guarea macrophylla, Brunfelsia sp., Xylosma prockia, Boehmeria caudata, Cestrum bracteatum, Rudgea jasminoides, Psychotria suterella, Psychotria leiocarpa e Psychotria brachypoda. O estrato herbáceo é formado principalmente por Heliconia farinosa, Calathea monophylla, Ctenanthe muelleri, Maranta divaricata, Dorstenia carautae, Justicia carnea, Aphelandra chamissoniana, Olyra latifolia e pteridófitas. Os forófitos apresentam alta densidade de epífitos, sendo observadas Anthurium

gaudichaudianum,

Anthurium

pentaphyllum,

Anthurium

scandens,

Philodendron missionum, Begonia radicans, Begonia fruticosa, Asplenium scandicinum, Antigramma

brasiliensis,

Hymenophyllum

ulei,

Trichomanes

polypodioides,

Campyloneurum nitidum, Microgramma squamulosa, Microgramma tecta, Vittaria lineata, Billbergia distachia, Edmundoa lindenii, Tillandsia stricta, Vriesea flammea, Vriesea vagans, Lepismium houlletianum, Rhipsalis elliptica, Sinningia nivalis, Dichaea pendula, Epidendrum latilabre, Epidendrum secundum, Eurystyles cotyledon, Gomesa recurva, Heterotaxis brasiliensis, Isochilus linearis, Octomeria juncifolia, Peperomia alata e Peperomia megapotamica. As árvores apresentam baixa densidade de lianas como Cayaponia sp.

Ponto 10 O Ponto 10 (22 J 0671253 – 7081598) a 151 m de altitude está inserido no âmbito da Floresta Ombrófila Densa Submontana, com fisionomia de vegetação secundária Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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formando mosaicos de estádio inicial e médio de sucessão, alterada devido à exploração rasa e seletiva histórica de espécies, estradas e pastagem. No entorno observa-se estradas, pastagem, plantações de Musa sp. e culturas de subsistência como por exemplo Manihot esculenta. Os mosaicos de vegetação estão situados ao longo de encostas íngremes ou na forma de pequenos agrupamentos de árvores na margem do rio que corta o vale. Esses mosaicos de vegetação não necessariamente formam estratos, porém as espécies foram classificadas em estratos segundo suas alturas. Portanto, no estrato arbóreo acima de 15 m de altura destacam-se: Citharexylum myrianthum, Pinus sp., Eucalyptus sp. e eventualmente Araucaria angustifolia. Entre 10-15 m ocorrem: Syagrus romanzoffiana, Machaerium paraguariense, Cecropia glaziovii, Cedrela fissilis, Mangifera indica, Cabralea canjerana, Machaerium stipitatum, Mrysine coriacea, Vernonanthura discolor, Ficus insipida e Schizolobium parahyba. Dentre as espécies arbóreas abaixo de 10 m sobressaem principalmente: Cordia sp., Picrasma crenata, Albizia edwallii, Machaerium nyctitans, Persea americana, Morus nigra, Magnolia champaca,

Annona

sp.,

Inga

marginata,

Guapira

opposita,

Cupania

vernalis,

Chrysophyllum inornatum, Nectandra oppositifolia e Nectandra membranacea. No estrato arbustivo encontram-se: Piper arboreum, Piper umbellatum, Piper aduncum, Musa sp., Rubus sp., Urera baccifera, Manihot esculenta, Carica papaya e Euphorbia cotinifolia. O estrato herbáceo é formado principalmente por Plantago major, Calathea monophylla, Ipomoea batatas, poáceas, ciperáceas e pteridófitas. Os forófitos apresentam baixa densidade de epífitos, sendo observadas bromeliáceas, orquidáceas, cactáceas, aráceas, pteridófitas e liquens. As árvores apresentam baixa densidade de lianas como Bomarea edulis, Passiflora sp., Dioscorea sp. e Paullinia sp.

1.2.1.3.1. Ocorrência de espécies raras, ameaçadas e endêmicas conforme lista oficial

De acordo com a lista oficial do Ministério do Meio Ambiente (2008), as espécies ameaçadas constatadas no levantamento foram: Araucaria angustifolia, Dicksonia sellowiana, Euterpe edulis e Ocotea catharinensis. E ainda Ocotea porosa e Ocotea odorifera que apresentam distribuição na área amostrada.

1.2.1.3.2. Espécies de interesse econômico

As espécies observadas em campo e que apresentam interesse econômico são: - Interesse extrativista: Araucaria angustifólia; Ocotea catharinensis, Cedrela fissilis, Cabralea canjerana, Euterpe edulis, Ilex paraguariensis; Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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- Interesse extrativista e ornamental: Dicksonia sellowiana; - Interesse medicinal: Drymis brasiliensis, Garcinia gardneriana, Hedyosmum brasiliense; - Interesse ornamental: Podocarpus sellowii, Podocarpus lambertii, Brunfelsia sp.

Bromeliaceae, Orchidaceae, Araceae e Pteridófitas - interesse ornamental.

1.2.1.3.3. Espécies exóticas

As espécies exóticas e a invasão por essas espécies são atualmente consideradas, a segunda maior causa de extinção de espécies nativas, ficando atrás apenas da fragmentação de hábitats (BRASIL, 2007).

De maneira geral, as plantas exóticas na APA são representadas por espécies frutíferas (em plantações ou representadas por indivíduos isolados) e ornamentais. Em alguns locais, aparentemente, estas espécies são representadas por indivíduos esparsos ou isolados que não chegam a comprometer a fisionomia e a estrutura da vegetação, pois se encontram em áreas de cultivo abandonadas, próximo a residências ou ao longo de trilhas como é o caso das frutíferas, como por exemplo, o abacateiro, mangueira, ameixeira, mamoeiro, laranjeira, goiabeira, limoeiro entre outras, verificadas na APA. Como as espécies frutíferas são amplamente apreciadas pela fauna, é possível que algumas acabem por invadir e se propagar em ambiente florestal. No entanto, em alguns casos estas espécies podem alterar a vegetação como é o caso do chuchu presente ao longo de algumas encostas ou da bananeira cultivada extensivamente em várias regiões da APA.

Exóticas ornamentais como Crocosmia crocosmiiflora ocorrem ao longo das margens de estradas e áreas abertas, bem como, a espécie arbórea Magnolia champaca registrada nos pontos 4 e 10 respectivamente. Espécies invasoras como a macrófita aquática Hedychium coronarium (lírio-do-brejo) observada na APA ocorrem ao longo das margens de rios e planícies alagáveis ou com solo hidromórfico.

Cabe aqui destacar o potencial invasor de Hedychium coronarium devido seu sucesso reprodutivo. Essa espécie é capaz de formar densas populações por propagação vegetativa através da expansão de um rizoma ou pela dispersão de fragmentos de rizomas pela água ou roçada mecânica (TUNISON, 1991). Para o controle dessa espécie é necessário, muitas vezes, considerável acompanhamento devido à dificuldade de Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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localizar e remover todos os fragmentos de rizoma, que são capazes de rebrotar (TUNISON, 1991). Segundo Santos e colaboradores (2005) a constatação de características ambientais que propiciaram o melhor desenvolvimento de Hedychium coronarium é um elemento importante para subsidiar planos de manejo e controle da espécie.

Outra espécie invasora com ocorrência na APA que merece atenção é Hovenia dulcis, pois é utilizada para ornamentação, sombra, barreira de quebra-vento e recuperação de áreas degradadas, encontrando-se amplamente distribuída por toda a extensão da APA. É importante salientar que nos pontos 5 e 7 o potencial invasor da espécie parece se confirmar, pois foram observados indivíduos adultos e jovens respectivamente nessas áreas, descaracterizando a vegetação do local.

De acordo com o Instituto Hórus (2010), Hovenia dulcis invade ambientes abertos, áreas degradadas, clareiras de florestas, florestas onde houve interferência de exploração seletiva e até mesmo ambientes florestais competindo por espaço, luz e nutrientes com espécies nativas, reduzindo a disponibilidades destes recursos para estas últimas. Tratase hoje de uma das espécies exóticas invasoras mais agressivas da bacia do Uruguai, nos ambientes de Floresta Estacional e de Floresta Ombrófila Mista (disponível em <http://www.institutohorus.org.br/inf_fichas.htm>).

Deve-se considerar ainda que esta espécie é apreciada pela fauna podendo facilmente se dispersar vastamente por grandes extensões.

Destaca-se também entre as exóticas as espécies de Pinus sp. e Eucalyptus sp., que ocorrem tanto em reflorestamentos bem como indivíduos isolados em áreas de vegetação nativa. Nestes casos, deve-se considerar que a dispersão é anemocórica e, apesar das sementes serem pequenas comparativamente com outras espécies florestais, são produzidas em abundância. Portanto, a avaliação do potencial invasor dessas espécies será possível apenas através de estudos que acompanhem a sua dinâmica populacional.

1.2.1.4. Conclusões

A APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold é formada por um mosaico de formações florestais e campestres resultantes de variações do relevo, solo e clima o que torna este Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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espaço rico em fisionomias vegetacionais, abrigando em seu interior espécies e comunidades de grande valor econômico e ecológico, além de inúmeros corpos hídricos relevantes para o abastecimento de água no município de São Bento do Sul – SC.

A vegetação da APA sofreu exploração pretérita, resultando na alteração e em muitos casos descaracterização da fisionomia da floresta existente, sendo observados atualmente diversos estágios de sucessão secundária. No entanto, abriga uma grande diversidade de espécies do Bioma Mata Atlântica, incluindo algumas ameaçadas de extinção constituindo-se, portanto de uma área de relevante interesse para a conservação e preservação nesse bioma.

1.2.2. Avifauna

1.2.2.1. Materiais e Métodos

Com o propósito de aprofundar as informações sobre a composição da avifauna da área de estudo, foi realizado o levantamento de dados secundários por meio de bibliografia disponível. Dessa forma, foram utilizados como referências para embasar o presente estudo todos os artigos e relatórios técnicos referentes à avifauna da região de entorno da APA, incluindo o Planalto e o Litoral Norte Catarinense.

Para a obtenção dos dados primários, foi realizada campanha de campo entre os dias 10 e 15 de outubro de 2010. O trabalho de campo seguiu as etapas abaixo descritas:

- análise de material cartográfico e fotos aéreas: em reunião técnica prévia aos trabalhos de campo, foram analisados mapas e imagens de satélite da APA e áreas de entorno, o que permitiu uma visualização espacial do contexto ambiental atual da área de estudo.

- definição de sítios e pontos de amostragem: seguindo a metodologia empregada em Estudos de AER, foram definidos 3 sítios ambientais com 10 pontos de amostragem. Os pontos de amostragens foram locados em diferentes locais da APA, abrangendo ambientes diferenciados contendo vegetação em melhor estado de conservação e áreas alteradas e degradadas. Em todos os pontos foram realizados registros de espécies de aves num período médio de 3 horas. Ao término de amostragem de cada ponto, as espécies foram anotadas em fichas padronizadas indicando o sítio e o ponto de amostragem. Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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- registro de espécies em campo: para o registro de espécies em campo nos pontos de amostragens definidos, foram utilizadas as técnicas comumente empregadas em estudos da avifauna, conforme segue: I - Observação direta: através da visualização e identificação direta das espécies com auxílio de binóculos 7x35, sendo a identificação feita por detalhes morfológicos e comportamentais das espécies. Em certos casos, houve a necessidade de utilização de guias (livros) de campo especializados para a confirmação das espécies visualizadas, sendo esses: Naroski e Yzurieta (1987), Dunning (1987) e de La Pena e Rumboll (1998). II - Reconhecimento auditivo: o reconhecimento auditivo ocorreu através da identificação das manifestações sonoras das espécies. Por vocalizarem constantemente, grande parte das espécies foram registradas por essa técnica.

- compilação dos dados: ao final dos trabalhos de revisão bibliográfica e campanha de campo, todos os dados obtidos (primários e secundários) foram compilados para análise e para a elaboração da listagem de espécies de maior probabilidade de ocorrência para a área.

- ordenação taxonômica: a nomenclatura científica aqui utilizada segue a Lista das Aves do Brasil do Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos versão outubro de 2008 (CBRO, 2008) e a nomenclatura vernácula (nomes populares) segue Sick (1997). Para a determinação do status de espécies ameaçadas utilizou a Lista Oficial de Espécies da Fauna Brasileira Ameaçada de extinção (MMA, 2003).

1.2.2.2. Resultados

1.2.2.2.1. Riqueza de espécies

No que pese as interferências antrópicas ocorridas nos últimos anos na APA, as quais atingiram em maior ou menor escala (seja de forma direta ou indireta) os sítios pesquisados, as amostragens realizadas nos diferentes pontos durante os trabalhos de campo culminaram com uma listagem composta por 268 espécies de aves distribuídas em 50 famílias conforme apresentado no Anexo 5. Essa listagem, a princípio, reflete a composição de espécies mais provável de ocorrência para a área, o que significa que Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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não deve ser vista como conclusiva, pois levantamentos mais aprofundados e de longo prazo poderão incluir outras espécies aqui não relacionadas.

Das 268 espécies consideradas como de potencial ocorrência para a área do parque, 204 espécies distribuídas em 20 ordens e em 45 famílias foram registradas durante os trabalhos de campo. As espécies com maior freqüência (registradas em maior número de pontos de amostragem) foram Turdus rufiventris (sabiá-laranjeira) em oito pontos, Carpornis cucullatus (corocoxó) em cinco pontos e Pionus maximiliani (baitaca), Trogon surucura (surucuá-de-barriga-vermelha), Ramphastos dicolorus (tucano-de-bico-verde), Sittasomus griseicapillus (arapaçu-verde), Basileuterus leucoblepharus (pula-pulaassobiador), Saltator similis (trinca-ferro) em três pontos. Essas oito espécies representam apenas 3,92% das espécies registradas em campo. Do restante, 25 espécies, (12,25 %) apresentaram registros em dois pontos, sendo exemplos, dentre outras espécies, as seguintes: Crypturellus parvirostris (nhambu-chororó), Coragyps atratus (urubu-de-cabeça-preta), Rupornis magnirostris (gavião-carijó), Piaya cayana (alma-de-gato), Trogon rufus (surucuá-de-barriga-amarela), Lochmias nematura (joãoporca), Cyanocorax caeruleus (gralha-azul) e Cyclarhys gujanensis (pitiguari). Um total de 161 espécies (79,43%) teve registro apenas em um dos pontos de amostragens, enquanto que 9 espécies (4,40%) foram registradas em outros locais não definidos como pontos de amostragens.

As espécies constatadas durante os trabalhos de campo, a ordem e a família a que pertencem, bem como os sítios e pontos em que foram registradas estão sumariadas no Anexo 6.

Na relação de aves elaborada, destacam-se dentre outras, espécies ameaçadas (algumas em situação bastante crítica), raras, vulneráveis e pouco comuns, além de migratórias e endêmicas do macrobioma Floresta Atlântica. A heterogeneidade de ambientes presenciada em toda a área é um dos fatores que condiciona tal riqueza, propiciando a colonização de uma avifauna bastante variada no que se refere a preferência ambiental das espécies.

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1.2.2.2.2. Associação da avifauna com os ambientes da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold

Os limites da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold e seu entorno apresentam formações florestais em diferentes estágios de sucessão que, juntamente com áreas abertas compostas por estepes alteradas e campos antrópicos propiciam habitats diferenciados para a ocupação da avifauna. A heterogeneidade ambiental verificada para a área da APA propiciou a colonização de uma gama de espécies com diferentes níveis de especificidade, em face à capacidade adaptativa das espécies em relação a ambientes em diferentes estados de conservação.

Segundo Gonzaga (1982), a avifauna ocupa ambientes distintos de acordo com a valência ecológica adquirida por cada espécie, ou seja, enquanto algumas espécies apresentam ampla plasticidade em ocupar diferentes ambientes (definidas como generalistas), outras são restritas a apenas uma tipologia (especialistas) considerando-se aqui principalmente habitantes de ambiente florestal (algumas dependentes de ambientes mais conservados) e de sistemas aquáticos e semi-aquáticos. Para o segundo caso, a presença dessas espécies depende de determinados atributos dos ambientes em que vivem, os quais constituem-se em fatores cruciais para o fornecimento do alimento, abrigo e local de reprodução, atributos estes essenciais para a sobrevivência das mesmas.

De acordo com a preferência de ocupação ambiental, as aves foram classificadas em categorias distintas sendo essas:

a) Espécies Florestais (FLO): registradas somente no interior de florestas, evitando habitar locais desmatados e abertos; b) Espécies campestres (CAM): espécie que em sua maioria apresentam hábitos sinantrópicos ou são naturalmente habitantes de áreas desflorestadas; c) Espécies florestais/campestres (FLO/CAM): espécies generalistas observadas principalmente na borda, mas também, no interior da mata; d) Espécies campestres/florestais (CAM/FLO), espécies generalistas observadas na borda da mata e em locais com árvores esparsas; e) Espécies aquáticas e semi-aquáticas (ASA), habitantes exclusivas de sistemas hídricos (lagos, rios) ou com certa dependência de locais que contenham água.

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Dentre as espécies estritamente florestais (FLO) destacam-se insetívoras especializadas em procurar alimento em cascas de árvores ou plantas epífitas (lianas e bromélias) tais como espécies da família Dendrocolaptidae, citando Xiphocolaptes albicollis (arapaçu-degarganta-branca), Denfrocolaptes platyrostris (arapaçu-de-bico-preto) e Lepidocolaptes falcinellus (arapaçu-escamoso). Também espécies nectarivoras, em especial, espécies da família trochiliidae, dentre outras, Florisuga fusca (beija-flor-preto-e-branco), Phaetornis pretrei (rabo-branco-de-sobre-amarelo) e Thalurania glaucopis (beija-flor-defronte-violeta). Dentre espécies onívoras Gralaria varia (tovacuçu-malhado), Trogon rufus (surucuá-de-barriga-amarela) e Dysithamnus mentalis (choquinha-lisa) e dentre os rapineiros

(carnívoros),

Micrastur

semitorquatus

(gavião-relógio)

e

Leucopternis

lacernulata (gavião-pombo-pequeno).

Em relação às espécies florestais/campestres (FLO/CAM) são destacadas, Leucochloris albicollis (beija-flor-de-papo-branco), Turdus amaurochalinus (sabiá-poca) e Turdus rufiventris (sabiá-laranjeira).

Quanto às espécies campestres/florestais (CAM/FLO) são destacadas, Rupornis magnirostris (gavião-carijó), Leptotila verreauxi (juriti-pupu) e Patagioenas picazurro (asabranca).

Em relação às espécies estritamente campestres (CAM) são citadas dentre outras registradas na área da APA as seguintes: Buteo albicaudatus (gavião-de-cauda-branca), Syrigma sibilatrix (maria-faceira), Falco sparverius (quiri-quiri), Speotyto cunicularia (coruja buraqueira), Colaptes campestris (pica-pau-do-campo), Furnarius rufus (joão-debarro) e Sicalis flaveola (canário-da-terra).

Espécies de hábitos aquáticos e semi-aquáticos são poucas que habitam a APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold, destacando-se Jacana jacana (jaçanã), Butorides striatus (socozinho), Aramides saracura (saracura-do-mato).

Com base nas distintas tipologias vegetais da área de estudo, assim como, de ambientes que não tem relação direta com as paisagens botânicas, caso dos sistemas aquáticos e campos antrópicos, é apresentado a seguir a caracterização ambiental da área e a avifauna associada.

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1.2.2.2.3. Florestas primárias alteradas

Florestas primárias alteradas somente são encontradas em poucos locais na área da APA, geralmente em encostas mais íngremes onde a ação antrópica foi limitada pela dificuldade de acesso às mesmas. Essas áreas ainda apresentam árvores de grande porte com alta densidade de plantas epífitas, constituindo-se de ambientes únicos que são habitados por espécies com dependência da vegetação epífita para encontrar alimento, devido às adaptações morfológicas e especialidade de dieta alimentar.

São exemplos de espécies de aves que habitam preferencialmente as florestas primárias alteradas na área as seguintes: Geranospiza caerulescens (gavião-pernilongo), Spizaetus tyranus

(gavião-pega-macaco),

Micrastur

semitorquatus

(gavião-relógio),

Pionus

maximiliani (baitaca), Glaucidium brasilianum (caburé-ferrugem), Trogon viridis (surucuáde-peito-amarelo), Campephilus robustus (pica-pau-rei), Gralaria varia (tovacuçumalhado), Xiphocolaptes albicollis (arapaçu-de-garganta-branca), Carpornis cucullatus (corocoxó) e Turdus albicollis (sabiá-coleira).

1.2.2.2.4. Sucessão secundária de floresta em estágio avançado Esse estágio de sucessão florestal denominado de “capoeirão” é caracterizado fitofisionomicamente por vegetação de porte avançado com altura de até 15 m e muitas vezes, contendo já diversas espécies vegetais da floresta clímax. Blocos de vegetação de capoeirão se fazem presentes em diferentes locais dentro dos limites da APA, sendo a avifauna que os habitam composta por espécies generalistas, ou seja, que tem capacidade de ocupar diferentes ambientes e espécies especialistas de florestas avançadas, dependendo as espécies do segundo caso, da estrutura da vegetação e de outros fatores ecológicos para a ocorrência de maior ou menor número de espécies.

Para a área de estudo, foram registradas nos pontos que continham cobertura vegetal de capoeirões, as presenças de espécies que habitam preferencialmente locais de vegetação em melhores condições de conservação, tais como Micrastur ruficollis (gaviãocaburé), Penelope obscura (jacu-guaçu), Ramphastos dicolorus (tucano-de-bico-verde), Dendrocolaptes platyrostris (arapaçu-grande), Tityra cayana (anambezinho-de-caravermelha) e Procnias nudicollis (araponga).

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Dentre as espécies generalistas são exemplos: Tachyphonus coronatus (tiê-preto), Thamnophilus caerulescens (choca-da-mata), Trichothraupis melanops (tiê-de-topete) e Pyriglena leucoptera (papa-taoca).

1.2.2.2.5. Sucessão secundária de floresta em estágio médio

O estágio médio de sucessão florestal secundária denominado de capoeira é relativamente comum em diferentes locais da APA. Composto de vegetação de troncos finos e com altura média de 6 a 8 metros pôde-se observar que em muitas situações, a vegetação de capoeira apresenta importante função ao fazerem a ligação (corredores) entre fragmentos de estágio sucessionais mais avançados e remanescentes mais conservados. Nas capoeiras foram registradas várias espécies de aves, em sua maioria, de hábitos generalistas. Nesse estágio vegetacional, também se fazem presentes espécies sinantrópicas de áreas abertas que muitas vezes apenas se deslocam para essa vegetação para pouso. De um modo em geral, as espécies de aves das capoeiras não se caracterizam como habitantes exclusivas desta fase de sucessão vegetacional, mas sim, como ocupantes oportunistas, as quais podem apresentar como ambiente preferencial tanto as florestas, como áreas abertas e de estágios de sucessão.

Dentre as várias espécies típicas habitantes de capoeiras, são exemplos daquelas registradas em pontos de amostragens com esse tipo de vegetação as citadas a seguir: Rupornis

magnirostris

(gavião-carijó),

Piaya

cayana

(alma-de-gato),

Veniliornis

spilogaster (pica-pau-carijó), Lathrotricus euleri (enferujadinho), Leptotila verreauxi, (juriti), Saltator similis (trinca-ferro-verdadeiro), Schiffornis virescens (flautim), Picumnus cirrhatus

(pica-pau-anão-barrado),

Veniliornis

spilogaster

(pica-pau-verde-barrado),

Mackenziaena leachii (borralhara-assobiadora), Conopophaga lineata (chupa-dente), Camptostoma obsoletum (risadinha), Cyclarhys gujanensis (pitiguari), Thraupis sayaca (sanhaço) e Nyctidromus albicollis (curiango).

1.2.2.2.6. Sucessão secundária de floresta em estágio inicial Conhecido por “capoeirinha” esse estágio de sucessão de floresta caracteriza-se pela vegetação de pequeno porte com arbustos e arvoretas menores que 3 metros de altura. Na área da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold é encontrada em locais onde há pouco tempo o solo era destinado a plantações e que no momento não está sendo utilizado para atividades produtivas. Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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Nos pontos onde esse tipo de vegetação secundária se fez presente foram registradas dentre outras espécies de aves as seguintes: Milvago Chimachima (carrapaterio), Columbina talpacoti (rolinha-paruru), Stephanoxis lalandi (beija-flor-de-topete), Synallaxis spixi, (bentererê), S. ruficapilla (joão-tenenem), Drymophila malura (choquinha-datranqueira), Serpophaga subcristata (alegrinho), Geothlypis aequinoctialis (pia-cobra), Zonotrichia capensis (tico-tico), Lurocalis semitorquatus (tuju), Guira guira (anu-branco) e Crotophaga ani (anu-preto). Áreas abertas As áreas abertas da APA constituem-se de estepes alteradas e campos antrópicos. Apresentam cobertura vegetal composta por gramíneas rasteiras ou de baixa altura, bem como, arbustos e indivíduos arbóreos isolados.

Nesse ambiente foram registradas

espécies típicas de áreas abertas, dentre outras, as seguintes: Vanellus chilensis (queroquero), Polyborus plancus (carcará), Falco sparverius (quiri-quiri), Speotyto cunicularia (coruja burraqueira), Furnarius rufus (joão-de-barro), Pitangus sulphuratus (bem-te-vi), Turdus rufiventris (sabiá-laranjeira) Sicalis flaveola (canário-da-terra), Volatinia jacarina (tiziu) e Sporophila caerulescens (coleirinha).

Povoamentos de pinus Áreas cobertas com povoamentos florestais exóticos (pinus) pertencentes às industrias madeireiras da região são relativamente comuns nas partes mais altas da APA (Sítio Planalto). A vegetação de pinus constitui-se de um ambiente para qual a grande parte das espécies de aves não está adaptada, levando-se em conta que esses plantios reduzem sensivelmente atributos ecológicos básicos para a sobrevivência da avifauna. Poucas são as espécies que se deslocam para os plantios de pinus, quando muito, para pouso, espreita de presas (gaviões) ou busca de insetos (aves insetívoras). Comparada às áreas cobertas com vegetação nativa, os povoamentos de pinus se configuram como prejudiciais à avifauna regional pelo fato de não oferecer suporte de sobrevivência à maioria das espécies.

Embora nenhum ponto de amostragem tenha sido realizado nessa vegetação, dentre as poucas espécies que buscam o pinus para pernoite, pouso ou mesmo alimentação são exemplos: Rupornis magnirostris (gavião-carijó), Milvago chimachima (gavião-pinhé), Tyranus melancholicus (siriri) e Pyrrhura frontalis (tiriva).

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Ambiente Aquático Os sistemas aquáticos presentes na área da APA são representados por:

a) Sistema ribeirinho: compreende as superfícies líquidas dentro de um sistema com regime essencialmente lótico e a vegetação da margem. Para a área da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold são representados principalmente pelos rios Vermelho e Natal. Entre as espécies de aves que habitam os sistemas ribeirinhos destacam-se: Megaceryle torquata (martim-pescador-grande), Chloroceryle amazona (martim-pescador-médio) e C. americana. (martim-pescador-pequeno). No interior de áreas florestadas, às margens de córregos de pequeno tamanho, Lochmias nematura (joão-porca), teve registro constante.

b) Sistema lacustre: formado por lâminas de água sem presença de vegetação, podendo quando muito conter vegetação tipicamente aquática associada a um regime essencialmente lótico. Ambiente inexpressivo na área da APA, sendo representado por açudes, sendo o principal, a represa de captação de água do Rio Vermelho para abastecimento de São Bento do Sul. Dentre as espécies registradas nesse ambiente destaque para Amazonetta brasiliensis (marreca-ananaí), Cairina moschata (pato-domato), Jacana jacana (jaçanã), Egreta thula (garça-branca-pequena), Egreta alba (graçabranca-grande), Butorides striatus (socozinho), Aramides saracura (saracura-do-mato) e Gallinula Chloropus (frango d´água). Ambiente Aéreo Não se constitui de um ambiente propriamente dito, mas sim, de um espaço utilizado por longos períodos de tempo por determinadas espécies de aves com urubus, andorinhas e andorinhões, os quais passam boa parte do tempo em vôo para forrageamento. Espécies típicas do ambiente aéreo são: Coragyps atratus (urubu-de-cabeça-preta), Cathartes aura (urubu-de-cabeça-vermelha) e Streptoprocne zonaris (andorinhão-de-coleira-branca).

4.2.2.2.7. Caracterização ambiental e da avifauna dos sítios de amostragens

Através do diagnóstico realizado na APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold através dos dez pontos de amostragens, contatou-se que em praticamente toda ela a ação antrópica se fez presente, sendo, no entanto, de formas distintas, ou seja, enquanto que em determinados espaços ocorreu de forma bastante intensa, e em outros, foi de forma mediana a pouca intensidade.

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A intensidade foi maior nas áreas mais planas (Sítio Planície), onde em muitos locais houve a supressão total da vegetação arbórea para pastagens, plantios de bananas e agricultura. Já na área do planalto (Sítio Planalto), as alterações também foram relativamente intensas, principalmente em áreas recobertas por estepes que atualmente estão cobertas por plantios de pinus. Áreas em melhor estado de conservação se fazem presentes em encostas mais íngremes, onde o acesso é dificultado devido ao relevo dos terrenos. A ação antrópica em toda a área da APA culminou em impactos à avifauna, certamente gerando diminuições de determinadas espécies, em especial, de grandes rapineiros (gaviões) dependentes de áreas florestais extensas.

A seguir, é feita a caracterização da avifauna nos três sítios de amostragem, de acordo com as condicionantes ambientais que determinam a ocupação ou não de diferentes espécies de aves registradas para a área da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold. I - Sítio 01 (Sítio Planalto) Nas amostragens dos pontos definidos para esse sítio, foram registradas espécies de aves que apresentam hábitos mais generalistas, dentre outras, as citadas a seguir: Piaya cayana (alma-de-gato), Veniliornis spilogaster (pica-pau-verde-barrado), Sittasomus griseicapillus (arapaçu-verde), Cranioleuca obsoleta (arredio-olivaceo), Thamnophilus caerulescens

(choca-da-mata),

Syndactila

rufosuperciliata

(trepador-da-taquara),

Heliobletus contaminatus (trepadorzinho), Trichothraupis melanops (tiê-de-topete), Turdus

rufiventris

(sabiá-laranjeira),

Stephanoxis

lalandi

(beija-flor-de-penacho),

Conopophaga lineata (risadinha), Poospiza lateralis (quete), Camptostoma obsoletum (chupa-dente) Cacicus chrysopterus (tecelão) e Lepthastenura setaria (grimpeirinho), essa última com associação direta com Araucaria angustifolia (pinheiro).

II - Sítio 02 (Sítio Encostas) Neste sítio, merece destaque o registro de espécies ameaçadas, como Leucopternis lacernulata (gavião-pombo-pequeno) e Trichlaria malachitacea (sabiá-cica). Outras espécies registradas foram: Micrastur ruficollis (gavião-caburé), Micrastur semitorquatus (gavião-relógio), Spizaetus tyrannus (gavião-pega-macaco), Otus choliba (corujinhasapo), Ramphastos dicolorus (tucano-de-bico-verde), Penelope obscura (jacu-guaçu), Trogon

rufus

(surucuá-de-barriga-amarela),

Chamaeza

campanissona

(tovaca-

campainha), Celeus flavescens (pica-pau-joão-velho), Xiphocolaptes albicollis (arapaçugrande), Dendrocolaptes platyrostris (arapaçu-de-garganta-branca) Sclerurus scansor,

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(vira-folhas),

Chamaeza

campanissona

(tovaca-campainha),

Chiroxiphia

caudata

(tangará) e Schiffornis virescens (flautim). III - Sítio 03 (Sítio Planície) Devido ao intenso grau de alteração, predominam ai espécies sinantrópicas, com destaque para Carcara plancus (gavião-carrancho), Furnarius rufus (joão-de-barro), Vanellus

chilensis

magellanicus

(quero-quero),

(pintassilgo),

Sicalis

Synallaxis

flaveola

ruficapilla

(canário-da-terra)

(joão-tenenem),

Carduelis

Synallaxis

spixi

(benterere) observadas nas áreas abertas e capoeirinhas. Em áreas cobertas de capoeiras, Crypturellus tataupa (nhambu-xintã), Rupornis magnirostris (gavião-carijó) Leptotila rufaxila (juriti), Thalurania glaucopis (beija-flor-de-fronte-violeta), Colaptes melanochloris (pica-pau-verde-barrado), Thamnophilus ruficapillus, (choca-de-corôacastanha), Phylloscartes ventralis (borboletinha-da-mata), Saltator similis (trinca-ferro), Cyclarhys gujanensis (pitiguari), Basileuterus culicivorus (pula-pula-assobiador), Turdus amaurochalinus (sabiá-poca) e Zonotrichia capensis (tico-tico). As margens do rio Vermelho e do rio Natal que cortam esse sítio, a ocorrência de Megaceryle torquata (martim-pescador-grande),

Chloroceryle

amazona

(martim-pescador-médio)

e

C.

americana (martim-pescador-pequeno) que utilizam a vegetação das margens de rios para espreita de pequenos peixes e girinos que se constituem em sua dieta alimentar básica. Além destas, Aramides saracura (saracura) e A. cajanea (saracura-três-potes) que foram constatadas por registros auditivos.

1.2.2.2.8. Espécies relevantes à conservação

Espécies ameaçadas Para a área da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold ocorrem espécies ameaçadas em nível nacional de acordo com MMA (2003). Também ocorrem espécies regionalmente ameaçadas, ou seja, espécies que não constam na lista oficial (MMA, 2003), mas que apresentam status de ameaçadas para a região. Devido ao fato do estado de Santa Catarina não apresentar uma lista de espécies ameaçadas, utilizou-se a lista de fauna ameaçada do Paraná (MIKICH e BÉRNILS, 2004) como referência de citação das espécies ameaçadas regionalmente, levando-se em consideração que o município de São Bento do Sul está localizado na porção norte do estado de Santa Catarina e faz divisa direta com o estado do Paraná.

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Dentre as espécies ameaçadas em nível nacional e regional se destacam as descritas a seguir.

a) Leucopternis lacernulatus (gavião-pombo-pequeno): habita a vertente atlântica da Serra do Mar, nas florestas abaixo de 500 m de altitude (SICK, 1997). Consta na lista brasileira de espécies ameaçadas (MMA, 2003) sem definição de status. Um indivíduo dessa espécie impossibilitado de voar foi encontrado na área da APA no ano de 2009 nas proximidades do Parque das Aves do Rio Natal.

b) Pipile jacutinga (jacutinga): na Serra do Mar, habita áreas de encostas, deslocando-se altitudinalmente (SICK, 1997). Não foi registrada em campo, mas é grande a probabilidade de ocorrência na área da APA devido às características ambientais e de relevo da área.

c) Trichlaria malachitacea (sabiá-cica): espécie considerada para o Paraná como ameaçada com status de vulnerável (MICKICH e BÉRNILS, 2004). Registrado para a área no ponto 03 durante os trabalhos de campo.

d) Conopophaga melanops (cuspidor-de-mascara-preta): presente na lista do Paraná (MICKICH e BÉRNILS, 2004), registrada no ponto 09, durante os trabalhos de campo.

e) Leucopternis polionotus (gavião-pombo-grande): para o estado do Paraná é considerada quase ameaçada (MICKICH e BÉRNILS, 2004). Essa espécie foi registrada em várias oportunidades no município de Rio Negrinho numa área de transição entre Floresta Ombrófila Densa e Floresta Ombrófila Mista (SEGER e HÜBEL, 2005).

f) Percnohierax leucorrhous (gavião-de-sobre-branco): consta na lista de espécies ameaçadas do Paraná (MICKICH e BÉRNILS, 2004), com o status de insuficientemente conhecida. Para Santa Catarina apresenta provavelmente o mesmo status. Foi registrado por contato visual durante os trabalhos de campo no ponto 02 (Sítio Planalto).

g) Accipiter poliogaster (tauató-pintado): presente na lista de espécies ameaçadas do Paraná (MICKICH e BÉRNILS, 2004) com o status de insuficientemente conhecida. Registrada para a região no município de Rio Negrinho (SEGER e HÜBEL, 2005).

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h) Accipiter superciliosus (gavião-miudinho): indicado na lista de espécies ameaçadas do Paraná (MICKICH e BÉRNILS, 2004) com o status de insuficientemente conhecida. Espécie registrada por Seger e Hübel (2005) em Rio Negrinho.

i) Asyo stygius (mocho-diabo): consta na lista de espécies ameaçadas do Paraná (MICKICH e BÉRNILS, 2004) com o status de insuficientemente conhecida. Registrado para a região Norte catarinense por Seger (1992).

j) Piranga flava (sanhaçu-fogo): citada na lista paranaense de espécies ameaçadas com o status de quase ameaçada (MICKICH e BÉRNILS, 2004). Registrada por Seger e Hübel (2005) em Rio Negrinho.

k) Pyroderus scutatus (pavó): maior ave da ordem Passeriformes é considerado também como quase ameaçado para ao Paraná de acordo com (MICKICH e BÉRNILS, 2004). Espécies endêmicas Para a definição de endemismos, adotou-se aqui o trabalho de Stotz et al. (1996) que define as áreas de ocorrência das espécies de aves do Neotrópico. A área da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold encontra-se segundo os referidos autores situada na região Zoogeográfica denominada de Floresta Atlântica, abrangendo o grande bioma Floresta Atlântica que envolve a Floresta Ombrófila Densa, a Floresta Ombrófila Mista e a Floresta Estacional Semidecidual. Nessa região os autores apontaram um total de 199 espécies endêmicas, sendo que 43 desse total podem ser encontradas na área de estudo, as quais são apresentadas na Tabela 2. Embora Stotz et. al. (1996) tenham citado todos as espécies da Tabela 2 como endêmicas do grande bioma Floresta Atlântica, Bornshein e Reinert (2000), desconsideraram algumas delas, tendo em vista que essas espécies (marcadas com asterisco *) terem sido registradas em outros biomas do país, fora do domínio da Floresta Atlântica. Espécies migratórias Com relação a espécies consideradas como tipicamente migratórias, ou seja, que não nidificam na área, mas que, aparecem apenas durante o período de invernada na região (representantes da ordem dos Charadriformes), não foram identificadas para a área, o que, no entanto, não significa que não ocorram, sendo que o registro dessas poderá ocorrer com estudos mais aprofundados.

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Encarte 2

Quanto às espécies denominadas por Sick (1997) como residentes de verão (que na primavera e verão nidificam na área e durante o inverno migram para outras regiões do continente sul-americano) diferentes espécies ocorrem na área. São exemplos de espécies típicas deste comportamento: Tyrannus savana (tesourinha), Tyrannus melancholicus (siriri), Vireo chivi (juruviara), Myiarchus swainsonii (irrê) e Legatus leucophaius (bem-te-vi-pirata), entre outras. Na área da APA também foi constatada a presença de migrantes altitudinais, tais como: Carpornis cuculatus (coroxoxó) e Melanotrochilus fuscus (beija-flor-preto-e-branco). Tabela 2 -

Lista de espécies endêmicas do Bioma Floresta Atlântica encontradas para

a área da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold TAXON Leucopternis lacernulata

NOME POPULAR gavião-pombo-pequeno

Leucopternis polionota

gavião-pombo-grande

Oodontophorus capueira

uru

Aramides saracura

saracura-do-mato

Pyrrhura frontalis

tiriva-de-testa-vermelha

Otus atricapillus

corujinha-sapo

Phaethornis eurynome

rabo-branco-de-cabeça-rajada

Florisugs fusca

beija-flor-preto-de-rabo-branco

Thalurania glaucopis

beija-flor-de-fronte violeta

Ramphastos dicolorus

tucano-de-bico-verde

Melanerpes flavifrons *

benedito-de-testa -amarela

Veniliornis spilogaster *

pica-pau-carijó

Campephilus robustus

pica-pau-rei

Hypoedaleus guttatus

chocão-carijó

Mackenziaena severa

borralhada-preta

Myrmotherula unicolor

choquinha

Drymophila squamata

pintadinho

Pyriglena leucoptera

papa-taoca

Conopophaga melanops

cuspidor-de-mascara-preta

Conopophaga lineata *

chupa-dente

Synallaxis ruficapilla

joão-tenenem

Philydor lichtensteini *

limpa-folhas-ocraceo

Philydor atricapillus

limpa-folhas-de-corôa

Automolus leucophthalmus*

barranqueiro-de-bico-branco

Cichlocolaptes leucophrus

trepador-de-sobrancelha-branca

Sclerurus scansor *

vira-folha

Dendrocincla turdina

arapaçu turdina

Lepidocolaptes fuscus

arapaçu-rajado

Myiornis auricularis

miudinho

Muscipripa vetula

tesoura-cinzenta

Atilla rufus

capitão-de-saíra

Chiroxiphia caudata

tangará-dançador

Pyroderus scutatus

pavó

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Encarte 2 TAXON Procnias nudicollis

araponga

NOME POPULAR

Cyanocorax caeruleus

gralha-azul

Hylophilus poicilotis

verdinho-coroado

Hemithraupis ruficapilla

cabecinha-enferrujada

Tachyphonus coronatus *

tié-preto

Tangara seledon

saíra-sete-cores

Tangara cyanocephala

saíra-militar

Tangara peruviana

saíra-sapucaia

Haplospiza unicolor

cigarra-bambu

Pytilus fuliginosus

bico-de-pimenta

Fonte de dados; Stotz et al. (1996)

Pressões e ameaças sobre a avifauna O diagnóstico da avifauna na área da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold revelou que existem diferentes tipos de pressões sobre a comunidade de aves dessa UC, pressões essas que o gerenciamento da APA pode amenizar de forma a contribuir no manejo da unidade.

As principais pressões sobre a avifauna são:

I - Alterações e degradação de habitats de interesse: refere-se às áreas de estepes, submetidas à extração mineral (caulim), onde ocorre degradação ambiental pela retirada da capa superficial do solo e a conseqüente eliminação de habitats de espécies de aves típicas de estepes. Em algumas situações as áreas de mineração desativadas foram abandonadas sem serem submetidas a qualquer processo de recuperação ambiental. II - Substituição de vegetação nativa por exótica: em determinadas partes da APA está ocorrendo o avanço dos povoamentos de pinus, principalmente no sítio 01 que abrange a área de planalto da APA. As poucas áreas de estepes que ainda restam vêm sendo gradativamente substituídas por plantios de pinus, acontecendo também com áreas que eram até pouco tempo utilizadas para agricultura. O pinus, como já comentado anteriormente, não propicia a atração e nem ocupação da avifauna. III - Dispersão de pinus em áreas com vegetação nativa: a presença de extensas plantações de pinus tem provocado a dispersão de sementes desta espécie exótica para espaços adjacentes, o que poderá ocasionar a propagação e a competição com espécies vegetais nativas.

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IV - Contaminação e poluição da água: a contaminação e poluição de cursos de água que cortam toda a área da APA vêm sendo causadas tanto por despejos de esgotos domésticos (comunidade do rio Vermelho) como pelo carreamento de sedimentos de minas de caulim em atividade ou abandonadas. Esta ação poderá interferir na cadeia alimentar de algumas espécies de hábitos aquáticos e semi-aquáticos, sem se saber, no entanto, quais os efeitos em longo prazo.

V - Pressão cinegética: embora não constatada, pelo menos até onde foi possível durante os trabalhos de campo, essa prática certamente ainda ocorre dentro dos limites da APA, de acordo com informações obtidas de moradores locais.

Entre as aves

consideradas como de maior potencial cinegético, encontram-se Crypturellus spp. (nhambus) e Penelope spp. (jacus). VI - Captura de aves para comércio ou cativeiro: outra atividade que também não foi constatada durante as atividades de campo, mas que ocorre de acordo com informações de moradores locais é a captura de aves para cativeiro. Dentre diferentes espécies, as aves canoras constituem-se no principal alvo.

VII - Turismo de massa sem controle: outro fator de pressão sobre a avifauna local é o turismo sem controle. O grande afluxo e concentração de pessoas em determinados espaços com vocação recreativa interfere no comportamento das aves, com aumento do nível de estresse e interferências em sítios reprodutivos de diferentes espécies.

1.2.2.3. Conclusões

Pelo presente estudo pôde-se avaliar amplamente o nível de conservação de toda a área da APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold e seu entorno, o que possibilitou a caracterização da avifauna para a mesma.

De acordo com os resultados do diagnóstico, constatou-se que toda a área da APA já sofreu intervenções humanas, com muitos locais descaracterizados de sua paisagem original. Porém, ainda existem no interior da APA espaços relativamente conservados, cobertos por vegetação secundária em estágio mais avançado que propicia a manutenção de grande diversidade de aves. Este fato faz com que esta UC municipal seja considerada como uma área de relevante importância para a preservação da avifauna da região, por se constituir numa das poucas áreas cobertas com vegetação Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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nativa que apresentam tais características. Por se tratar de uma área com a presença de maciços florestais associada ao fato de grande parte da avifauna brasileira apresentar hábito silvícola (SICK, 1997), a conservação dessa área tem grande importância para a manutenção da avifauna regional.

1.2.3. Mastofauna

1.2.3.1. Materiais e Métodos

O levantamento de mamíferos foi realizado em uma campanha no mês de outubro de 2010, segundo o método da AER, em dez pontos distintos, escolhidos previamente e que tentaram representar a maior diversidade de ambientes presentes na APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold. Foram visitados e obtidos registros de campo em ambientes distintos, como áreas de floresta bem preservada e outras alteradas, campos, plantações de pinus e eucaliptus, áreas de pasto, margens de pequenos e grandes rios, além das estradas percorridas durante as amostragens.

Existe uma grande variação nos hábitos de vida, tamanho corpóreo e preferências de habitat entre os mamíferos terrestres. Desta forma, se torna necessário a aplicação de várias metodologias para o inventariamento completo dos diferentes grupos de espécies em uma dada comunidade (VOSS; EMMONS, 1996). No presente estudo, as amostragens da mastofauna foram realizadas a partir de registros de evidências diretas, como visualização, audição e de evidências indiretas (vestígios) como fezes, pegadas e ossos.

Alguns relatos de moradores ou outros informantes foram tomados de forma a complementar e confirmar a ocorrência de algumas espécies na região, principalmente as mais comuns e de mais fácil identificação.

Durante os percursos, no caso de visualização de um animal, a identificação foi feita segundo Emmons e Feer (1997) e Achaval et al, (2004) e Reis et al, (2006).

Foram considerados como vestígios pegadas, fezes, ossos e dentes. Marcas como tocas e fuçadas em áreas abertas, principalmente em formigueiros e cupinzeiros, foram consideradas para espécies de tatu, mas não possibilitam a identificação da espécie, e convencionou-se associar o registro a espécies do gênero Dasypus spp. que Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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aparentemente, são os mais comuns na região. Marcas de cheiro foram consideradas apenas para Lontra longicaudis. As pegadas foram fotografadas, medidas e identificadas segundo Becker e Dalponte (1991), e Borges; Tomás (2004). As fezes foram consideradas para a identificação da lontra, capivara e preá, que são mais comumente encontradas e de fácil identificação. Carcaças, dentes e crânios foram fotografadas e coletadas quando necessário, para posterior identificação com auxílio dos guias de campo.

Para a confecção da lista de espécies de possível ocorrência na área, realizou-se uma pesquisa bibliográfica utilizando como base os trabalhos de Cherem et al., (2004), Reis et al., (2006); Pacheco; Marques, (2006); Cáceres; Monteiro-Filho, (2006); Comitti; Dornelles, 2006; Reis et al., (2007); Bonvicino et al., (2008),

e para as espécies

ameaçadas, Machado et al., (2008), e IGNIS (2010).

1.2.3.2. Resultados

Foram registradas 21 espécies de mamíferos, (Tabela 3) distribuídas em cinco ordens e 15 famílias da seguinte forma: (Didelphidae) Philander frenatus (OLFERS, 1818) (Anexo 7, Foto 2); (Dasypodidae) Dasypus sp. (LINNAEUS, 1758); (Cebidae) Cebus nigritus (GOLDFUSS, 1809), (Atelidae) Alouatta guariba clamitans (HUMBOLD, 1812) (Anexo 7, Foto 2); (Felidae) Leopardus pardalis (LINNAEUS, 1758) (Anexo 7, Foto 4), Leopardus wiedii (SCHINZ, 1821) (Anexo 7, Foto 5), Puma concolor (LINNAEUS, 1771) (Canidae) Cerdocyon thous (LINNAEUS, 1766); (Mustelidae) Eira barbara (LINNAEUS, 1758), Galictis cuja (MOLINA, 1782) e

Lontra longicaudis (OLFERS, 1818);

(Procyonidae)

Procyon cancrivorus (G.CUVIER, 1798); Nasua nasua (LINNAEUS, 1766); (Artiodactila) Tayassu pecari (LINK, 1795); (Cervidae) Mazama sp. (RAFINESQUE, 1817) (Anexo 7, Foto 6); (Sciuridae) Guerlinguetus aestuans (LINNAEUS, 1766); (Cricetidae) Sooretamys angouya (FISCHER, 1814); (Caviidae) Cavia sp. (PALLAS, 1766) e Hidrochoerus hidrochaeris (LINNAEUS, 1766) (Anexo 7, Foto 7); (Cuniculidae) Cuniculus paca (LINNAEUS, 1758) e (Echimydae) Kannabateomys amblyonyx (WAGNER, 1845).

Entre estas, Alouatta guariba clamitans, Leopardus pardalis, Puma concolor, Tayassu pecari, e Cuniculus paca estão incluídas em alguma categoria de ameaça segundo a lista das espécies ameaçadas do Brasil (MACHADO et al., 2008) e Santa Catarina (IGNIS, 2010).

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A lista das espécies registradas em campo, local do registro (Pontos de amostragem de 1 a 10), número total de registros, e tipo de registro (1: visual; 2: pegadas; 3:fezes; 4: Fuçadas ou tocas; 5: atropelado; 6: relato), encontra-se na Tabela 3. Tabela 3 -

Lista de espécies registradas em campo

Espécies Philander frenatus Dasypus novemcinctus Cebus nigritus Alouatta guariba Leopardus pardalis Leopardus wiedii Puma concolor Cerdocyon thous Eira barbara Galictis cuja Lontra longicaudis Nasua nasua Procyon cancrivorus Tayassu pecari Mazama goazoubira Guerlinguetus ingrami Sooretamys angouya Cavia fulgida Hidrochoerus hidrochaeris Cuniculus paca Kannabaetomys amblyonyx Total de espécies: 21

Nome popular Cuíca-de-quatro-olhos Tatu-galinha Macaco-prego Bugio, mono Jaguatirica Gato-maracajá Puma, leãozinho Graxaim, cachorro-domato Irara Furão Lontra Quati Mão-pelada Queixada, porco-domato Veado-catingueiro Esquilo, serelepe Rato-do-mato Preá

Local (Ponto) 2,6,8 1,2,3,5,6,7,8 4 4 4,8 4,8 6

Nº de registros 3 16 1 1 2 2 2

Tipo de registro 2 2,4 1 1 2 2 3

2,3,10 3,9 8,9 6,7,8,9 3,8 8

5 2 2 10 4 2

2 2 2 2,4 2 2

10 5,8,10 9 6 6

1 5 1 1 1

6 2 1 1 3

Capivara Paca

1 8

4 1

2 2

Rato-da-taquara 21

6 10

1 67

1 6

Dentre todas as espécies registradas, a ordem Carnivora é mais bem representada, com nove espécies (42,86 %), seguida de Rodentia com seis (28,57 %) Primates e Artiodactyla com duas (9,52 % cada) e Didelphimorphia e Xenarthra com uma (4,76 % cada) (Figura 6).

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Didelphimorphia Xenarthra Primates Carniv ora Artiodacty la Rodentia

Figura 6 -

Proporção das Ordens de mamíferos registradas no presente estudo

Entre todos os registros, as espécies mais registradas foram Dasypus sp. (16), seguido de Lontra longicaudis (10), Cerdocyon thous (5), Hidrochoerus hidrochaeris e Nasua nasua (4). Já as espécies encontradas no maior número de pontos amostrais também incluem Dasypus sp. (7 pontos) e Lontra longicaudis (4). As espécies com menor número de registros, e encontradas somente em um local de amostragem foram os primatas Cebus nigritus e Alouatta guariba clamitans, Tayassu pecari, Cuniculus paca, e os roedores de menor porte, como Cavia sp., e Kannnabateomys amblyonyx.

Tentar prever ou inventariar a diversidade biológica de uma determinada área, mesmo que de pequenas proporções, torna-se um desafio. Este fato torna-se preocupante, devido a acelerada perda de hábitats, e espécies, decorrentes das modificações ambientais causadas pelas atividades humanas, que acabam por alterar padrões ecológicos e vir a gerar a extinção das espécies mais sensíveis as alterações.

Para um inventariamento de todas as espécies de mamíferos ocorrentes em uma área é necessário o emprego de várias metodologias combinadas, além de longos períodos de amostragens, que podem levar anos ou até décadas (VOSS; EMMONS, 1996), dependendo do tamanho da área amostral. O presente trabalho utilizou-se de alguns destes métodos, e mesmo com um pequeno esforço amostral, resultou em uma lista da mastofauna de médio e grande porte local satisfatória, que ainda pode ser incrementada com maiores esforços na área e com a utilização de outros métodos, principalmente focando os mamíferos de pequeno porte, como roedores, marsupiais e morcegos.

A variedade de ambientes e principalmente o relativo bom estado de conservação da maioria das áreas amostradas, ainda proporciona condições para a sobrevivência de Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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várias espécies de mamíferos, evidenciando a grande diversidade da mastofauna presente na área da APA como um todo.

Entre as 21 espécies registradas, várias são comuns e de ampla distribuição geográfica, comumente associadas a áreas abertas ou florestadas, mas tolerantes a certos distúrbios antrópicos (CÁCERES et al., 2007), caso de Cavia sp., Cerdocyon thous, Dasypus sp., Galictis cuja, Hidrochoerus hidrochaeris e Procyon cancrivorus.

Outras espécies registradas também são comuns em áreas florestadas que apresentem um grau maior de integridade e disponibilidade de recursos hídricos, caso que ocorre na APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold. Entre estes estão Lontra longicaudis, Philander frenatus, Mazama sp., além de Cebus nigritus Nasua nasua, Eira barbara e Leopardus wiedii, conhecido como gato-maracajá, e que aparentemente parece ser um dos felinos mais comuns na região, segundo relato de moradores.

Entre os animais de pequeno porte registrados, dois são aparentemente comuns, tanto que seus registros foram possíveis sem a utilização dos métodos apropriados para o inventário de pequenos mamíferos, que são esquilo Guerlinguetus aestuans e o rato-domato, Sooretamys angouya. O rato-da-taquara Kannabateomys amblyonyx, parece ser menos comum, mesmo que este use exclusivamente os taquarais presentes em grande quantidade nas encostas da região, de onde tira o seu principal alimento, que são os brotos-de-bambus (BONVICINO et al., 2008).

No entanto Alouatta guariba clamitans, Leopardus pardalis, Puma concolor, Tayassu pecari e Cuniculus paca, por pressões tanto de caça e principalmente pela diminuição de áreas florestadas no estado, foram relacionadas na recém criada lista das espécies da fauna ameaçada de extinção em Santa Catarina, disponível em www.ignis.org.br (IGNIS, 2010). Cabe ressaltar que esta lista já esta finalizada, restando que a mesma vire lei no ano de 2011.

Unindo-se os registros de outros trabalhos realizados na região, e animais de potencial ocorrência devido às suas distribuições geográficas, praticamente toda fauna de mamíferos terrestres ocorrentes no estado pode estar representada na APA Municipal do Rio Vermelho/Humbold, excluindo-se apenas algumas espécies especialistas em ambientes abertos, ou com distribuição mais meridional. Portanto, é quase certa a ocorrência de espécies mais raras e ameaçadas no estado, desde os morcegos Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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Furipterus horrens (CR), Histiotus alienus (CR) e Diphylla ecaudata (em), os marsupiais Chironectes minimus (VU) e Lutreolina crassicaudata (VU), e outros de maior porte, como a anta, Tapirus terrestris (EN), com relatos recentes de ocorrência em áreas limítrofes, e a onça-pintada, Panthera onca (CR), com vários registros históricos na região, mas os relatos mais recentes dão conta da última onça morta na região na década de 90.

1.2.3.2.1. Principais ameaças à mastofauna

Entre as principais ameaças encontradas na região que afetam diretamente toda a mastofauna local, está a diminuição e fragmentação de hábitats, citada como a principal ameaça a mastofauna brasileira (COSTA et al., 2005). O desflorestamento na região é ocasionado por vários motivos, entre eles: cultivo de espécies exóticas como Pinus sp.; criação de campos para pastagens de bovinos e ovinos; a instalação de uma pequena central hidrelétrica; queimadas ocorridas em épocas de seca; e a destruição das matas ciliares.

Também ainda é comum a retirada ilegal da floresta do palmito Euterpe edulis, que é uma importante espécie da flora local, e serve como fonte de recursos para várias espécies. Há também a grande quantidade de taquarais ocorrentes principalmente nas encostas da região. A proliferação destes taquarais é favorecida pelo abandono de áreas antes cultivadas ou desmatadas, onde o solo ficou muito empobrecido e sem resquícios de banco de sementes, criando condições para que os taquarais possam se estabelecer (Chusquea spp. e Guadua spp.). Esta situação dificulta a entrada de outras espécies nestes locais, causando um sombreamento das árvores ao entorno e ocasionando o abafamento de algumas, causando sua morte e assim ampliando a área destes taquarais. A presença desta formação também não apresenta a tridimensionalidade presente nas florestas locais, o que pode não favorecer o uso destes ambientes pela maioria das espécies, apesar de algumas poucas poderem se beneficiar desta situação, caso do rato-da-taquara Kannabateomys amblyonyx.

Outra grande pressão sofrida pela mastofauna local é a caça, principalmente sobre as espécies de médio e grande porte com potencial cinegético, entre elas: Cuniculus paca (paca), Dasyprocta azarae (cutia), Tayassu pecari (queixada), Pecari tajacu (cateto), Tapirus terrestris (anta), Mazama spp. (cervos), Hidrochoerus hidrochoeris (capivara), Nasua nasua (quati), além dos macacos Alouatta guariba (bugio) e Cebus nigritus (macaco-prego). Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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Também há uma pressão de caça sobre as espécies que possivelmente podem causar ataques e perdas à rebanhos da região, caso do Puma concolor (puma), com relatos de alguns ataques recentes a ovelhas. Também as espécies de gatos-do-mato de menor porte como Leopardus wiedii (gato-maracajá), Leopardus pardalis (jaguatirica), Leopardus tigrinus (gato-do-mato-pequeno), Puma yagouaroundi (jaguarundi), que podem causar danos a viveiros de animais de menor porte, principalmente galinheiros. No intuito de manter seus rebanhos a salvo de ataques, muitos proprietários acabam por abater estes animais quando aparecem próximos de suas terras para evitar “possíveis” perdas futuras.

Também como em qualquer lugar onde há o contato de áreas florestadas com grande presença de animas e estradas, há o problema dos atropelamentos, principalmente ocorridos durante a noite, que acabam servindo como uma barreira semi-permeável para várias espécies.

Outras situações ocorrentes na APA que podem, e ou já causam danos a mastofauna local, são a poluição dos corpos d'água por agrotóxicos utilizados em plantações (ex: bananas), ou pelo derramamento de produtos químicos, combustíveis ou óleos vegetais, transportados pelos trilhos de trem e estradas que cortam a APA. Estes materiais, se derramados podem causar a contaminação dos corpos de água após acidentes como o tombamento de vagões e caminhões, com uma consequente mortandade de peixes, anfíbios e outros animais dependentes destes ambientes, afetando a cadeia trófica e assim indiretamente mamíferos que utilizam-se destes recursos, como por exemplo Lontra longicaudis (lontra).

A presença de criações de espécies exóticas como gados e ovelhas, também podem ser encaradas como uma ameaça para os mamíferos da região. Várias doenças destas podem ser transmitidas para as espécies nativas, que possivelmente não possuem defesas para o seu combate, causando mortandade de animais que tiverem contato com as espécies exóticas contaminadas. Há também a presença de espécies exóticas estabelecidas, que não necessitam do auxílio humano para sobreviverem, como os ratos exóticos Mus musculus (camundongo) e Rattus novergicus e Rattus rattus (ratazana), além de Lepus europaeus (lebre) (Reis et al., 2006). Pouco sabe-se sobre os impactos destas espécies sobre as nativas, mas com certeza ocasionam uma maior competição por recursos e espaço. Gatos e cachorros também causam danos à mastofauna local, Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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principalmente aos animais de menor porte, por sua caça instintiva, podendo ser uma grande pressão para espécies mais lentas e terrestres, caso dos marsupiais do gênero Monodelphis spp.

Cabe ressaltar que durante os estudos do Plano de Manejo da APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold, ocorreu um descarrilhamento de vagões da empresa ALL (American Latina Logistic), próximo ao CEPA da UNIVILLE, região do rio Natal,

despejando

toneladas de grãos-de-milho no meio da floresta, além de possívelmente ter ocorrido derramamento de litros de combustível que encontravam-se nos vagões-máquina (Anexo 7, Foto 8). Se substâncias potencialmente poluidoras estivessem sendo carregadas naqueles vagões, seria inevitável um grande desastre ambiental, já que não há nenhum plano emergencial de controle para estes casos, o que é agravado pelo péssimo estado de manutenção dos trilhos na região, causa esta que precede grande parte dos acidentes com trens no Brasil.

E para finalizar, apesar dos mamíferos comporem um dos grupos de organismos mais bem

conhecidos,

pouquíssimos

locais

de

floresta

úmida

neotropical

foram

adequadamente inventariados e quando existentes, as listas locais são geralmente incompletas, principalmente para os animais de pequeno porte como morcegos, roedores e marsupiais, fazendo com que estas lacunas de conhecimento dificultem iniciativas de conservação e manejo (COSTA et al., 2005).

1.2.3.4. Conclusões

O PM, é um documento técnico mediante o qual com fundamento nos objetivos da UC, se estabelece o seu zoneamento e as normas que devem presidir o uso de seus recursos naturais.

Aplicando-se as respectivas indicativas de manejo para a APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold, que devem ser congruentes com as futuras indicativas de manejo das APA'S adjacentes (APA Dona Francisca e APA do Quiriri), esta pode vir a cumprir perfeitamente o seu papel de mantenedora dos recursos hídricos para as cidades da região, além de também ter uma enorme importância na manutenção e preservação da biodiversidade local.

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Além disso, é imprescindível a criação de parcerias em pesquisas e trabalhos com as universidades da região (UNIVILLE, UNERJ, FURB, UFSC, UFPR), que visem não só a mastofauna, mas também outros grupos de fauna e flora, criando um banco de dados unificados da APA, tornando-se uma ótima ferramenta para a sua gestão, indicando áreas ainda a serem investigadas (lacunas). 1.3. Meio Socioeconômico

1.3.1. Materiais e Métodos

Informações regionais sobre o Meio Socioeconômico foram reunidas a partir de pesquisas bibliográficas, considerando-se como principais fontes: censos do IBGE, dados da Confederação Nacional do município (CNM), sites das Prefeituras e demais materiais bibliográficos, cartográficos e fotográficos disponíveis.

Depois da análise desses materiais, passou-se a etapa seguinte, que consistiu no levantamento de dados em campo, in loco, com duração de quatro dias, com várias passagens pelo trecho analisado. O reconhecimento de campo, além de checar e complementar as informações obtidas secundariamente permitiu a verificação das principais características socioeconômicas na APA.

1.3.2. Resultados

A APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold não possui subdivisão de bairros nem de comunidades, sendo que a melhor definição a ser aplicada é de povoado. Na pesquisa de campo pode-se constatar que os povoados não são autossuficientes, ou seja, dependem geralmente do centro mais próximo, da infraestrutura de São Bento do Sul, com exceção do povoado localizado no limite entre São Bento do Sul e Corupá, onde os moradores, por uma questão geográfica, utilizam-se das infraestruturas destes municípios limítrofes.

Os povoados apresentam infraestrutura básica, como luz elétrica, telefone, transporte público e privado.

A APA não apresenta Postos de Saúde, e em relação a educação, as escolas foram desativadas, os estudantes foram transferidos para os centros mais próximos. Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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Também não existe sistema de rede de esgotamento sanitário, sendo que os moradores, na sua grande maioria, se utilizam de fossas sépticas. A coleta de resíduos sólidos é realizada apenas no Povoado de Braço Esquerdo – Ano Bom, entretanto, o trabalho é executado pela prefeitura vizinha, ou seja, o município de Corupá.

O resíduo que pode ser reciclado é coletado de forma organizada em uma central comunitária, sendo comercializado e revertido em ganho econômico com a participação da ARECICLA. Os povoados dentro da APA são: Povoado do Rio Natal, Povoado Braço Esquerdo – Ano Bom, Povoado do Rio Antinha - Mandioca e Povoado do Sertãozinho. Tabela 4 -

Localização dos Povoados

Coordenadas Y

Coordenadas X

Descrição

Fotos

672.010

7082907

Povoado Rio Natal – Parque das Aves

Foto 1

676633 666654 662949

7080311 7081415 7084557

Povoado Braço Esquerdo – Ano Bom Povoado Rio Antinha – Mandioca Povoado de Sertãozinho

Foto 2 Foto 3 Foto 4

Fonte: Ecossistema (2010)

As opções de turismo dentro APA contam com passeio de maria-fumaça, camping, turismos ecológico, grutas e cachoeiras assim distribuídas: 

Maria-fumaça

A Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF/CS), regional de Santa Catarina com sede em Rio Negrinho promove passeios com a maria-fumaça pela Serra do Mar, pelos trilhos de centenária ferrovia, O passeio é realizado sempre uma vez por mês (www.abpfsc.com.br), com saída da Estação de Rio Negrinho (Anexo 9, Foto 5). Informações: (47) 9986 0600/(49) 3553 1121/ 36336351. 

Rio Natal – Morro da Igreja

Local para a prática do montanhismo com vários graus de dificuldade, em formação rochosa com 842 m de altura, situado em Rio Natal no Morro da Igreja. Informações: (47) 3633 6942 (Anexo 9, Foto 6). Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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Braço Esquerdo – Ano Bom

Trata-se de um conjunto de cachoeiras com quedas de até 100 metros que levam a um portal de pedra que relava o Vale Perdido, lugar com mais cachoeiras e uma piscina natural de águas cristalinas. Informações: (47) 3633 6351/3633 6155. 

Recanto do Luli

Localizado a 35 km do centro de São Bento do Sul, na confluência dos rios Natal e Vermelho, conta com uma infraestrutura composta por camping, campo de futebol e bar. Entrada Humbold, s/n, Rio Natal. Informações: (47) 3375 1299. 

Parque das Aves/Rio Natal

O Parque das Aves apresenta grandes viveiros com passarelas internas e trilhas pela mata que levam a um borboletário. Conta, ainda, com um balneário fluvial com camping e churrasqueiras. Informações: (47) 91158609 (Anexo 9, Foto 1). 

Paraíso das Águas

O Paraíso das Águas é caracterizado por riachos, lagoas para pesca, piscinas, trilhas, bares e restaurante com espaço para festas e eventos previamente agendados. Informações: (47) 36350987 (Anexo 9, Foto 3). 

Recanto Burger Strasse

Conta com trilhas, camping, cahoeiras, lagoas, bosques, cancha de bocha, presépio mecanizado, escorregador aquático, lanchonete. Informações: (47) 36925260

Ainda dentro da APA, conforme informações da prefeitura estão localizadas as empresas listadas na Tabela 5.

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Tabela 5 -

Cadastro de Empresas Localizadas dentro da APA

Empresa

Endereço

Localidade

Geraldo Rio Vermelho

Atividade

Dionisio Hubner

Rua

Indústria de Móveis Jussomar Ltda

Vicente Rua Carlos Manoel Rio Vermelho

Indústria de móveis

Mario Ivanor Hubner

Linzmeyer Rua

Motorista outros

Móveis Randig Ltda

Vicente Rua

Abatedouro 2001 Ltda

Krainski Rua Alberto Torres

Bar João Domingos Ltda

Rua

Bar Bierplatz Ltda Me

Muhlbauer Rua Carlos Manoel Rio Vermelho

Bar,

Linzmeyer

pastelaria, mercearias e similares

Supermercado Rio Vermelho Ltda

Rua Carlos Manoel Rio Vermelho

Supermercado

ReginaTascheck

Linzmeyer Rua Carlos Manoel Rio Vermelho

Doceira

Papelão Rio Vermelho Ltda Me

Linzmeyer Rua Rio Vermelho

Fabricação de embalagens

Jose Osvaldo Ploszai Me

Rua

Geraldo Rio Vermelho Leonardo Rio Vermelho Rio Vermelho

Francisco Rio Vermelho

Rio Vermelho

Leonardo Rio Vermelho

Motorista

Indústria de móveis Açougues e casas de carnes Bar e lanches lanches,

restaurante,

Transporte rodoviário de cargas

Krainski Comercial de Alimentos Cherubin Rua Carlos Manoel Rio Vermelho

Minimercado e mercearia

Ltda Me Ziemann & Cia Ltda

Linzmeyer Rua Bismarck

Rio Vermelho

Mercearia

Trearte Móveis Ltda Epp

Rua Alberto Torres

Rio Vermelho

Indústria de móveis

Carlos Rio Vermelho

Indústria de móveis

Industria de Móveis Rio Vermelho Rua Ltda Móveis Polska Ltda

Linzmeyer Rua Emilio Engel

Liberaci Grochovki Jazecki Me

Rua

Porcelanas Industriais Germer Ltda

Krainski Rua Rio Vermelho

Rio Vermelho

Indústria de telhas e tijolos

Anna Weidner Me

Rua Emilio Engel

Rio Vermelho

Mercearia

Marcio Luis Frick

Rua

Tornearia Thm Ltda

Muhlbauer Rua Alberto Torres

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

Rio Vermelho

Leonardo Rio Vermelho

Francisco Rio Vermelho Rio Vermelho

Indústria de móveis Indústria de confecções

Bar e lanches Indústria de movéis

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Endereço

Localidade

65/II

Atividade

Comercial C & C Ltda

Rua

Leonardo Rio Vermelho

Comércio de gêneros alimentícios

Móveis Catelli Ltda

Krainski Rua

Leonardo Rio Vermelho

em geral Indústria de portas e janelas

Krainski Torneados e Móveis São José Ltda Estrada

Banhados Rio Vermelho

Indústria de beneficiamento de

Me S-21 Móveis Ltda EPP

III Rua

Francisco Rio Vermelho

madeira Indústria de móveis

Comercial Sluminski Ltda

Wiecionowsky Rua Leonardo Rio Vermelho

Bar,lanches,restaurante,pastelaria,

Krainski Móveis e Estofados Mahler Ltda ME Rua Alberto Torres

Rio Vermelho

mercearias e similares Indústria de móveis

Nilda Jazecki Cziczek ME

Rio Vermelho

Indústria de móveis

Rua Emilio Engel

Grupo Escolar Mun Pref Alfredo Rua Carlos Manoel Rio Vermelho

Outros estabelicimentos

Diener Linzmeyer Escola Isol. Mun Prof Maria Ferreira Rua João Kobus

Outros

Ziem Pré-escola Mundial Recanto Feliz

Rua

Tornearia Emil Móveis Ltda

Vicente Rua Alberto Torres

Naderer

Beneficiamento

Rio Vermelho

Geraldo Rio Vermelho

de Rua Maria Liebl

estabelicimentos

de

educação Outros estabelecimentos

de

Rio Vermelho

educação Indústria de móveis

Rio Vermelho

Comércio de madeiras e seus

Madeiras Ltda Me Osnildo Heidem

Rua Rio Vermelho

Rio Vermelho

derivados Atividade criada para D.A

Edvino Streit

Rua Emilio Engel

Rio Vermelho

Atividade criada para D.A

Rio Vermelho

Motorista outros

Paulo Knopik Mercado RS Ltda Me

Rua

Carlos Rio Vermelho

Supermercado

Muhlmann Reiser Industria e Comércio de Rua Carlos Manoel Rio Vermelho

Indústria de beneficiamento de

Madeiras Ltda Mineração Rio Vermelho Ltda

Linzmeyer Rua

madeira Extração mineral

Oxford Porcelanas S/A

Vicente Rua Floresta

Rio Vermelho

Extração mineral (Foto 15 e 16)

Antonio Tadeu Sobiecki

Rua Carlos Hornick

Rio Vermelho

Motorista

Geraldo Rio Vermelho

Loja de Confecções Lucia e Luisa Rua Carlos Manoel Rio Vermelho

Comércio varejista de artigos de

Ltda Valdir Antunes da Costa

Linzmeyer Rua Francisco Rio Vermelho

vestuário Motorista

Marcio José Bertotti

Suchy Rua Carlos Manoel Rio Vermelho

Motorista

Linzmeyer

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Endereço

Associação de Pais e Prof da Rua

Localidade

Geraldo Rio Vermelho

Escola M Emilio Engel Vicente Associação de Moradores do Bairro Rua Antonio

Dos Rio Vermelho

Rio Vermelho Santos R.V Cerâmica Indústria e Comércio Rua Emilio Engel Ltda EPP Associação de Pais e Prof. da Rua Creche M Estrela Guia RMT Tercerização Ltda

Rio Vermelho

Wenceslau Rio Vermelho

Uhlig Rua

Leonardo Rio Vermelho

Krainski Randig

Comércio

e

Instalações Rua

Elétricas P/ID Ltda Mercado RV Ltda Me

Francisco Rio Vermelho

Linzmeyer Cantinho da Moda e Presentes Ltda Rua Carlos Manoel Rio Vermelho Linzmeyer Rua Alberto Torres

Albax Comércio e Representações Rua

Atividade Associações sem fins lucrativos Associações sem fins lucrativos Comércio cerâmico em geral Associações sem fins lucrativos Confecção e comércio de peças do vestuário e artefatos têxteis

Muhlbauer Rua Carlos Manoel Rio Vermelho

Allan Eduard Suchy Me

Rio Vermelho

Leonardo Rio Vermelho

Comércio

de

prod.

Eletro

eletronicos e acessórios Mini mercado Comércio de artigos do vestuário e acessórios Lanchonete Comércio de madeiras e derivados

de Madeira Ltda

Krainski

em geral

Estação Vídeo Locadora Ltda

Rua Carlos Manoel Rio Vermelho

Locação de fitas de vídeo e dvd's

Medcar

Comércio

de

Linzmeyer Produtos Rua

Geraldo Rio Vermelho

Com de plantas, ervas e flores

Naturais Ltda Me Rudnick Agroflorestal Ltda

Vicente Rua

Associação Esporte Clube Brasilia

Wiecionowsky Rua Carlos Rio Vermelho

Associações sem fins lucrativos

Agropecuária Ri Vermelho Ltda

Muhlmann Rua Carlos Manoel Rio Vermelho

Agropecuária

Rck Papelaria Ltda

Linzmeyer Rua Emilio Engel

Papelaria,

Bar e Lanchonete Bycov e Myska Estrada Ltda Me

III

Roberto Zollner

Rua

66/II

Francisco Rio Vermelho

Rio Vermelho

Banhados Rio Vermelho

naturais Florestamento e reflorestamento

jornais,

derivados Bar, lanches,

revistas

e

restaurantes,

pastelarias e similares Geraldo Rio Vermelho

Motorista

Vicente Fábrica de Embutidos e Defumados Rua Maria Liebl

Rio Vermelho

Industria e comércio de produtos

Bayerl Ltda Ilmar Knopik

Rua Vila Nova

Rio Vermelho

alimentícios Motorista

Edson Cesar Correa

Rua

Leonardo Rio Vermelho

Motorista

Sildonei Telma

Krainski Rua Carlos Manoel Rio Vermelho

Motorista

Linzmeyer

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Endereço

Localidade

67/II

Atividade

Planagro Turismo Ecológico Ltda

Rua Floresta

Rio Natal

Turismo rural, urbano e ecológico

Dirceu Pankiewicz

Rua Rio Natal

Rio Natal

Carpinteiro

Madeireira KM 26 Ltda

Rua Rio Natal

Rio Natal

Indústria de beneficiamento de

Usina Rio Vermelho de Energia Rua Rio Natal

Rio Natal

madeira Geração

Ltda Associação

Rio Natal

energia elétrica Associações sem fins lucrativos

Ano Bom

Florestamento e reflorestamento

de

Moradores

e Rua Principal

Moradoras de Rio Natal Comfloresta Companhia Catarinense de Empreendimentos

e

comercialização

da

(Fotos 17 e 18)

Florestais Loudersingo Empreiteira de Mão de Rua Principal

Rio Antinha

Mão de obra na contrução civil

Obra Comércio de Madeiras Rio Antinha Rua Principal

Rio Antinha

Comércio de madeiras e derivados

Ltda Famossul Móveis S.A.

Rio Antinha

em geral Florestamento e reflorestamento

Rua Sertaozinho

Fonte: Prefeitura Municipal de São Bento do Sul (2010).

Agropecuária na APA A produção agrícola na APA está, em grande parte, caracterizada pelo cultivo de “roças”, ou seja, para a substância das famílias. Esta produção agrícola se resume em lavouras temporárias como hortaliças, feijão, mandioca entre outros produtos.

A agricultura de subsistência baseia-se na produção de alimentos pelas próprias famílias e para seu próprio sustento, utilizando a técnica milenar de rotação & culturas. No Brasil, essa prática é recorrente no plantio de feijão e milho, ou arroz e mandioca. O ambiente comum de tal prática são as pequenas propriedades rurais (sítios), localizados em regiões pobres. A agricultura de subsistência é planejada por meio de um antigo método, a técnica de rotação e culturas, sendo a mesma frequentemente empregada no cultivo de feijão e milho ou então arroz e mandioca.i

Ainda na produção agrícola, porém em maior escala, está o cultivo de bananas (Anexo 9, fotos 18 e 19). Esta plantação permanente está distribuída no Povoado Braço Esquerdo – Ano Bom. Embora, em maior escala, esta produção de bananas não tem uma boa rentabilidade financeira do produto segundo relato dos produtores locais.

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Igualmente, a pecuária de corte e leiteira não tem representatividade econômica para o município. A criação de gado destina-se apenas ao consumo das famílias (Anexo 9, fotos 20 e 21).

Outra atividade encontrada na APA é a Silvicultura com o reflorestamento com Pinus (Anexo 9, fotos 23 e 24).

Povoado Rio Natal O Povoado Rio Natal está localizado na rua XV, coordenadas UTM 0671989/7082975, com altitude média de 160 m. Conforme informações obtidas através de entrevistas, a região do Rio Natal, apresenta em média 150 famílias (Rio Natal, Vale Perdido e Burger Strasse), onde boa parte ainda vive da cultura de subsistência (familiar) e outros trabalham em empresas do município de São Bento do Sul.

O povoado conta com uma associação denominada ARECICLA (Associação de Reciclagem Rio Natal), com objetivo social, onde todo lixo reciclado coletado durante o ano, é vendido, e os valores arrecadados são convertidos em beneficio da comunidade. No ano de 2009, foram arrecadadas mais de 4 toneladas em lixo para reciclagem (Anexo 9, Foto 8).

O Rio Natal conta também com o Parque das Aves, (Anexo 9, Foto 1) que possui uma infraestrutura constituída por lanchonete, pousada, kitnets, auditório, passeio/trilha ecológica orientada e exposição de produtos artesanais em uma loja denominada Produtos da Colônia (Anexo 9, Foto 9).

Em convênio da Prefeitura e EPAGRI foram ministrados cursos para os moradores onde foram feitas trocas de conhecimento em confecção e produção de produtos artesanais, denominado de “Clube de Mães”, e também foram executados trabalhos com a comunidade para a conscientização no saneamento ambiental, denominado de “Programa Micro Bacias II”. Ainda no povoado do Rio Natal há o Centro de Estudos e Pesquisas Ambientais (CEPA – RUGENDAS) que tem como objetivo integrar os alunos e comunidade com cursos afins para a proteção da APA (Anexo 9, Foto 10).

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Povoado Braço Esquerdo – Ano Bom O Povoado de Braço Esquerdo está localizado próximo à divisa com o município de Corupá, e sua atividade principal está relacionada produção de bananas (Anexo 9, Foto 11).

Segundo informações obtidas em entrevistas, existem cerca de 74 famílias distribuídas no povoado, que em grande parte vivem do cultivo de banana, mesmo a atividade não apresentando grande rentabilidade, estima-se que existam 4,5 km² de cultura. Também obteve-se informações de que muitos trabalhadores se deslocam diariamente para empresas fora da APA, principalmente para a empresa WEG, localizada em Jaraguá do Sul.

Há proprietários que trabalham no desenvolvimento de sementes crioulas e gado de raça crioula, e também com cultivo de recuperação. Alguns para complementar a renda familiar, alugam imóveis que possuem, além de contar com o turismo sazonal. Povoado Rio Antinha – Rio Mandioca O Povoado Rio Antinha – Rio Mandioca está localizado próximo à Rodovia BR-280 que corta a APA. Possui aproximadamente 13 casas, com cerca de 60 pessoas. Dispõe um centro de eventos conhecido como “Paraíso das Águas”, que possui salão de festas, piscinas e salão de jogos. A grande maioria dos moradores trabalha em São Bento do Sul, sendo que alguns empregos são gerados pela “fabriqueta”, (Anexo 9, Foto 12) de caixa de banana local (Anexo 9, Foto 3).

Quanto a infraestrutura local, à coleta de lixo e assistência médica são fornecidas por Corupá, e os alunos estudam em São Bento do Sul. Povoado Sertãozinho O Povoado Sertãozinho está localizado as margens da BR-280, é constituído de aproximadamente 20 casas, todas com infraestrutura básica, ou seja, água luz e telefone, e contam com sistema de fossa séptica para o esgotamento (Anexo 9, Foto 13).

A serraria emprega parte dos trabalhadores, outra parte trabalha na área urbana de São Bento do Sul. O local possui uma capela de Nossa Senhora Aparecida, assim como uma associação de moradores. Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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Não tem escolas e os alunos são direcionados para São Bento do Sul, utilizando a assistência médica do município vizinho de Corupá.

1.3.3. Percepção da Área de Preservação Ambiental

De forma geral os entrevistados têm consciência sobre a APA, acham importante a conservação da fauna e flora além de se mostrarem preocupados com o uso da água.

No povoado do Rio Natal existe um trabalho mais dedicado à preservação ambiental, com utilização da água e reciclagem do lixo, programas já descritos anteriormente, com grande aceitação pelos moradores, envolvendo a Prefeitura de São Bento do Sul e o EPAGRI. No povoado de Braço Esquerdo – Ano Bom, a criação da APA limitou o a expansão do cultivo de banana, o que é visto pelos moradores como uma limitação na produção, mas todos têm consciência da importância da preservação e sustentabilidade do local. Entretanto, preocupam-se com as limitações econômicas que podem vir a ocorrer como consequência.

O trabalho realizado pela EPAGRI sobre as microbacias conscientizou ainda mais os moradores da APA, contudo estes ainda sentem uma carência de incentivos e mais trabalhos direcionados aos colonos, com o objetivo de manter o homem no campo.

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ANEXOS ANEXO 1 - MODELOS DE FORMULÁRIOS AVALIAÇÃO ECOLÓGICA RÁPIDA ASPECTOS FÍSICOS Sítio ________Ponto nº _____ ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold

Pesq. responsáveis: Coordenadas: Macro( ) Serra Morfologia ( ) Escarpa ( ) Planalto ( ) Planície Umidade

LEVANTAMENTO DE CAMPO Aspectos Fisicos Data: Morfologia local

( ) inundado ( ) saturado ( ) úmido ( ) médio ( ) seco

Tipo de superfície s/ vegetação

Coordenadas:_____________ ( ) afloramento rochoso ( ) solo ( ) horizonte orgânico ( ) água

Altitude: ( ) Montanha Topografia ( ) Morro ( ) Colina ( ) Crista ( ) Vertente ( ) Fundo de vale Declividade ( ) Várzea ( ) Superficial aplainada

Drenagem do solo

( ) muito pouca ( ) pouca ( ) moderada ( ) boa

Textura do solo

Tipo de rocha

( ) baixada ( ) sopé de enconta ( ) encosta ( ) platô ou patamar ( ) elevação o ( ) 0 - 5 suave o ( ) 6 - 30 média o ( ) 31 - 45 média-alta o ( ) > 46 alta

Erosão do solo

Coordenadas:____________ ( ) não visível ( ) visível ( ) baixa ( ) média ( ) alta Rochosidade

( ) argilosa ( ) ígnea ( ) ausente ( ( ) 31 - 50% ( )51 - 90% ( ) siltosa ( ) metamórfica ( ) < 2% ( ) > 90% ( ) arenosa ( ) sedimentar ( ) 2 - 10% ( ) argilo-arenosa ( ) não evidente ( ) 11 – 30% ( ) areno-siltosa outra:________ Solos Cor: Provável classe: Profundidade da camada orgânica: Geologia: Hidrografia: Extensão da área considerada: Condições climáticas no dia da observação ( ) ensolarado ( ) nublado ( ) pouca chuva ( ) chuva regular ( ) chuva acentuada Ventos (direção aprox.): Nebulosidade: Neblina: Temperatura aproximada: Observações: Características especiais: Comentários sobre o estado de conservação do ponto: Fotógrafos:

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Fotos n.

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78/II

DESCRIÇÃO GERAL - UNIDADE DE CONSERVAÇÃO ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL

Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Descrição Geral UC:

Data:

Município:

Estado:

Bioma:

Altitude:

Descrição geral (fitofisionomias e paisagem): Equipe de Campo:

Demarcação da UC:

Área Total (ha)

Gestor da UC:

Contato:

Responsável pela Gestão:

Supervisor do projeto:

Observações adicionais:

Estado de conservação ( ) proteção à biodiversidade

( ) caça

Uso atual da terra

( ) silvicultura

( ) agricultura

No interior da UC

( ) mineração

( ) pastagem/criação de gado

( ) pesca

( ) extrativismo

( ) ocupação humana

( ) outros: ________________

( ) perda de habitats

( ) assoreamento

( ) perda de espécies

Alteração / contaminação da:

( ) presença de espécies exóticas

( ) água e/ou ( ) solos

( ) presença de posseiros

( ) desmatamento

( ) represas

( ) queimadas

( ) rodovias

( ) outros:

( ) pesquisa científica

( ) paisagens únicas/cênicas

( ) educação/interp. ambiental

( ) cultura indígena

Potencialidades

( ) recreação/ecoturismo

( ) comunidades tradicionais

no interior da UC

( ) sítios de especial interesse

( ) sítios arqueológicos/

( ) feições espeleológicas

Paleontológicos

( ) proteção da biodiversidade

( ) outros:

Evidências de ameaças no interior da UC

Outras observações: Integridade ecológica:

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FLORA - AMOSTRAGEM FORMULÁRIO 3-A FLORA

Sítio no _______ Ponto nº _______ ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliaç��o Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold

LEVANTAMENTO DE CAMPO Comunidades naturais - Vegetação Características gerais Tipo de vegetação: Comunidade Primária ( ) Secundária ( ) Tipo de amostragem ( ) parcela ( ) observação geral Fase sucessional: Origem potencial: Número de estratos arbóreos: Presença de estrato herbáceo-arbustivo: Presença de musgos e/ou líquens: ( ) ausente ( ) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de trepadeiras lenhosas: ( ) ausente ( ) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de epífitas: ( ) ausente ( ) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de aquáticas: ( ) ausente ( ) presente ( ) abundante ( ) escassa Cobertura vegetal Presença de clareiras Ocorrência de solos expostos ( ) densa ( ) ausentes ( ) alta ( ) média ( ) média ( ) presentes ( ) escassa ( ) baixa ( ) nula ( ) rala ( ) abundante Fisionomia ( ) florestal Sistema ecológico ( ) terrestre ( ) arbustiva ( ) ripário ( ) herbácea ( ) lacustre Altura da ( ) antrópica ( ) palustre cobertura:_____m ( ) sem vegetação Espécies dominantes: ( ) nativas_________________ ( ) exóticas________________ Formas de vida dominantes:

Valores biológicos

( ) herbáceas

( ) arbustivas

( ) arbóreas ( ) aquáticas

( ) espécies raras/em perigo

( ) espécies migratórias

( ) espécies endêmicas

( ) hábitats únicos

( ) espécies de valor econômico ou interesse extrativista Comentários sobre o estado de conservação no ponto: Fotógrafos: Fotos n:

Estrutura da vegetação Cobertura vegetal Com relação ao espaçamento entre indivíduos arbóreos

35

30

estratos (altura aproximada/metros) arbóreo arbustivo 25 15 10 5 2-5 1-2

herbáceo 1-2 < 1

densa pouco aberta aberta muito aberta

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FORMULÁRIO 3-B (CONTINUAÇÃO) o

o

Sítio n _____ Ponto n ______ ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Comunidades naturais - Estrutura da vegetação Espécies mais freqüentes por estrato ESTRATO(S) ARBÓREO(S) o n 1 (alt. aprox.: ) o

)

o

)

n 2 (alt. aprox.:

n 3 (alt. aprox.:

ESTRATO ARBUSTIVO (alt. aprox.: )

ESTRATO HERBÁCEO (alt. aprox.: )

TREPADEIRAS LENHOSAS: EPÍFITAS: ESPÉCIES RUPESTRES: ESPÉCIES AQUÁTICAS: Conservação Presença de troncos queimados ( ) sim ( ) não Extensão da Comunidade: hectares Condições da Comunidade ( ) excelente ( ) boa Evidências de perturbação:

2

( ) regular

m ( ) pobre

Principais ameaças: Hábitat de entorno ( ) excelente ( ) bom ( ) alterado ( ) degradado Outros comentários (espécies importantes, processos ecológicos, características dos habitats)

Fotógrafos: Fotos n:

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Formulário 3-D – FLORA - AMOSTRAGEM

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o

Sítio n _______ Ponto nº ______ ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Vegetação Nome do ponto: Data: Equipe: Método de amostragem: Coordenadas Geográficas Valores biológicos

2

Extensão (m ): coordenadas: Número da Amostra: ( ) espécies raras / em perigo ( ) espécies endêmicas ( ) hábitats únicos

Tempo de Amostragem: ( ) espécies de valor econômico ou interesse extrativista ( ) outros

Hábito: árvore, arbusto, erva, trepadeira, cipó, epífita Nome vulgar

Nome Cientifico

Habito

Altura

DAP

nº da

Obs

(m)

(cm)

coleta

(morfolo gia)

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FAUNA - AMOSTRAGEM o

Sítio n _____ Ponto nº ________ ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold

LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2

Nome do ponto:

Extensão (m ):

Data:

Coordenadas:

Pesquisadores: Grupo taxônomico: Tempo de observação no sítio:

Observação Visual ( )

Coleta ( ) método ______________ tempo de coleta:________________ Transecto: Extensão (m) _______

Valores biológicos

Nome vulgar

( ) espécies raras / em perigo

( ) espécies migratórias

( ) espécies endêmicas

( ) hábitats únicos

( ) espécies de valor econômico

( ) outros

ou interesse extrativista

_______________________

Nome cientifico

Método

o

evidências

n de

(presença/re

indivíd.

nº coleta

Ambiente

prod)

Comentários sobre o estado de conservação no ponto:

Fotógrafos: Fotos n:

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FAUNA – OBSERVAÇÕES CASUAIS ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold

LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna

Pesquisadores: Grupo taxônomico: Tempo de observação:

Observação Visual ( )

Coleta ( ) método ______________ tempo de coleta:________________ Transecto: Extensão (m) _______

Data

Observador

Nome

Nome

Coordenada

Evidência da

Número

vulgar

cientifico

lat/long

presença

observado

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ANEXO 2 - FORMULÁRIOS PREENCHIDOS (DESCRIÇÃO DA ÁREA, MEIO FÍSICO E MEIO BIÓTICO) DA AVALIAÇÃO ECOLÓGICA RÁPIDA FORMULÁRIO 2: ASPECTOS FÍSICOS Sítio ________Ponto nº 01 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Aspectos Fisicos Pesq. responsáveis: Luís Fernando Rocha Data: Coordenadas: 660566 – 7085519 (z22 – SAD69) Altitude: 850 m Macro( ) Serra Morfologia local ( ) Montanha Topografia Morfologia ( ) Escarpa ( ) Morro (x) Planalto (x) Colina ( ) Planície ( ) Crista ( ) Vertente ( ) Fundo de vale Declividade Umidade ( ) inundado ( ) Várzea ( ) saturado ( ) Superficial ( ) úmido aplainada (x) médio ( ) seco

Tipo de superfície s/ vegetação

Coordenadas:_____________ ( ) afloramento rochoso (x) solo ( ) horizonte orgânico ( ) água

Drenagem do solo ( ) muito pouca ( ) pouca ( ) moderada (x) boa

Textura do solo

Tipo de rocha

( ) baixada ( ) sopé de encosta ( ) encosta ( ) platô ou patamar (x) elevação o ( ) 0 - 5 suave o (x) 6 - 30 média o ( ) 31 - 45 média-alta o ( ) > 46 alta

Erosão do solo Coordenadas:____________ (x) não visível ( ) visível ( ) baixa ( ) média ( ) alta Rochosidade

( ) 31 - 50% ( ) argilosa ( ) ígnea ( ) ausente ( ( )51 - 90% ( ) siltosa ( ) metamórfica ( ) < 2% ( ) > 90% (x) sedimentar (x) 2 - 10% ( ) arenosa (x) argilo-arenosa ( ) não evidente ( ) 11 – 30% ( ) areno-siltosa outra:________ Solos Cor: Provável classe: Profundidade da camada orgânica: Sem Visualização Geologia: Formação Mafra Hidrografia: Arroio Saltinho – Bacia do Rio Vermelho Extensão da área considerada: 3 ha Condições climáticas no dia da observação (x) ensolarado ( ) nublado ( ) pouca chuva ( ) chuva regular ( ) chuva acentuada Ventos (direção aprox.): sem Vento Nebulosidade: 20% Neblina: Sem Neblina Temperatura aproximada: 18°C Observações: Características especiais: Comentários sobre o estado de conservação do ponto: Floresta Muito Alterada Fotógrafos:

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FORMULÁRIO 2: ASPECTOS FÍSICOS Sítio ________Ponto nº 02 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Aspectos Fisicos Pesq. responsáveis: Luís Fernando Rocha Data: Coordenadas: 669351 – 7094879 (z22 – SAD69) Altitude: 885 m Macro( ) Serra Morfologia local ( ) Montanha Topografia Morfologia ( ) Escarpa ( ) Morro (x) Planalto (x) Colina ( ) Planície ( ) Crista ( ) Vertente ( ) Fundo de vale Declividade Umidade ( ) inundado ( ) Várzea ( ) saturado ( ) Superficial ( ) úmido aplainada (x) médio ( ) seco

Tipo de superfície s/ vegetação Coordenadas:_____________ (x) afloramento rochoso ( ) solo ( ) horizonte orgânico ( ) água

Drenagem do solo

Erosão do solo

(x) muito pouca ( ) pouca ( ) moderada ( ) boa

Textura do solo

( ) baixada ( ) sopé de encosta (x) encosta ( ) platô ou patamar ( ) elevação o ( ) 0 - 5 suave o ( ) 6 - 30 média o ( ) 31 - 45 média-alta o (x) > 46 alta

Coordenadas:____________ (x) não visível ( ) visível ( ) baixa ( ) média ( ) alta

Tipo de rocha

Rochosidade

( ) argilosa ( ) ígnea ( ) siltosa ( ) metamórfica (x) sedimentar ( ) arenosa (x) argilo-arenosa ( ) não evidente ( ) areno-siltosa outra:________ Solos Cor: Amarelo Provável classe: Neossolo Litólito Profundidade da camada orgânica: 10 cm Geologia: Grupo Campo Alegre – Formação Rio Negrinho - arenitos Hidrografia: Rio Vermelho – Alto Curso Extensão da área considerada: 2 ha

( ) ausente ( ) < 2% ( ) 2 - 10% ( ) 11 – 30%

(

(x) 31 - 50% ( )51 - 90% ( ) > 90%

Condições climáticas no dia da observação ( ) ensolarado ( ) nublado (x) pouca chuva ( ) chuva regular ( ) chuva acentuada Ventos (direção aprox.): sem Vento Nebulosidade: 100% Neblina: Sem Neblina Temperatura aproximada: 15°C Observações: Área minerada para retirada de Saibro Características especiais: Comentários sobre o estado de conservação do ponto: Fotógrafos:

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FORMULÁRIO 2: ASPECTOS FÍSICOS Sítio ________Ponto nº 03 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Aspectos Fisicos Pesq. responsáveis: Luís Fernando Rocha Data: Coordenadas: 669933 – 7087186 (z22 – SAD69) Altitude: 475 m Macro( ) Serra Morfologia local ( ) Montanha Topografia Morfologia (x) Escarpa ( ) Morro ( ) Planalto ( ) Colina ( ) Planície ( ) Crista (x) Vertente ( ) Fundo de vale Declividade Umidade ( ) inundado ( ) Várzea ( ) saturado ( ) Superficial (x) úmido aplainada ( ) médio ( ) seco

Tipo de superfície s/ vegetação Coordenadas:_____________ ( ) afloramento rochoso (x) solo ( ) horizonte orgânico ( ) água

Drenagem do solo

Erosão do solo

( ) muito pouca ( ) pouca ( ) moderada (x) boa

Textura do solo

( ) baixada ( ) sopé de encosta (x) encosta ( ) platô ou patamar ( ) elevação o ( ) 0 - 5 suave o ( ) 6 - 30 média o (x) 31 - 45 médiaalta o ( ) > 46 alta

Coordenadas:____________ (x) não visível ( ) visível ( ) baixa ( ) média ( ) alta

Tipo de rocha

Rochosidade

(x) argilosa ( ) ígnea ( ) siltosa ( ) metamórfica (x) sedimentar ( ) arenosa ( ) argilo-arenosa ( ) não evidente ( ) areno-siltosa outra:________ Solos Cor: Vermelho Provável classe: Cambissolo Profundidade da camada orgânica: sem Constatação Geologia: Grupo Campo Alegre – formação Rio do Bugre - Arenito Hidrografia: Arroio Bismark – Bacia do Rio Vermelho Extensão da área considerada: 5 ha

( ) ausente ( ) < 2% (x) 2 - 10% ( ) 11 – 30%

(

( ) 31 - 50% ( )51 - 90% ( ) > 90%

Condições climáticas no dia da observação ( ) ensolarado ( ) nublado (x) pouca chuva ( ) chuva regular ( ) chuva acentuada Ventos (direção aprox.): sem Vento Nebulosidade: 100% Neblina: Sem Neblina Temperatura aproximada: 13°C Observações: Características especiais: Comentários sobre o estado de conservação do ponto: Fotógrafos:

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FORMULÁRIO 2: ASPECTOS FÍSICOS Sítio ________Ponto nº 04 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Aspectos Fisicos Pesq. responsáveis: Luís Fernando Rocha Data: Coordenadas: 668295 – 7086523 (z22 – SAD69) Altitude: 680 m Macro( ) Serra Morfologia local ( ) Montanha Topografia Morfologia (x) Escarpa ( ) Morro ( ) Planalto ( ) Colina ( ) Planície ( ) Crista (x) Vertente ( ) Fundo de vale Declividade Umidade ( ) inundado ( ) Várzea ( ) saturado ( ) Superficial (x) úmido aplainada ( ) médio ( ) seco

Tipo de superfície s/ vegetação Coordenadas:_____________ ( ) afloramento rochoso (x) solo ( ) horizonte orgânico ( ) água

Drenagem do solo ( ) muito pouca ( ) pouca ( ) moderada (x) boa

Textura do solo

Tipo de rocha

(x) argilosa ( ) ígnea (x) metamórfica ( ) siltosa ( ) arenosa ( ) sedimentar ( ) argilo-arenosa ( ) não evidente ( ) areno-siltosa outra:________ Solos Cor: Vermelho Provável classe: Latossolos Profundidade da camada orgânica: não constatado Geologia: Complexo Santa Catarina - Gnaise Hidrografia: Arroio da Serra – Bacia do Rio Vermelho Extensão da área considerada: 3 ha

( ) baixada ( ) sopé de enconta (x) encosta ( ) platô ou patamar ( ) elevação o ( ) 0 - 5 suave o ( ) 6 - 30 média o (x) 31 - 45 médiaalta o ( ) > 46 alta

Erosão do solo Coordenadas:____________ (x) não visível ( ) visível ( ) baixa ( ) média ( ) alta Rochosidade ( ) ausente ( ) < 2% (x) 2 - 10% ( ) 11 – 30%

(

( ) 31 - 50% ( )51 - 90% ( ) > 90%

Condições climáticas no dia da observação ( ) ensolarado ( ) nublado (x) pouca chuva ( ) chuva regular ( ) chuva acentuada Ventos (direção aprox.): NW Nebulosidade: 100% Neblina: sem Neblina Temperatura aproximada: 17°C Observações: Características especiais: As Margens da Estrada de Ferro Comentários sobre o estado de conservação do ponto: Fotógrafos:

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Fotos n.

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FORMULÁRIO 2: ASPECTOS FÍSICOS Sítio ________Ponto nº 05 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Aspectos Fisicos Pesq. responsáveis: Luís Fernando Rocha Data: Coordenadas: 672815 – 7082695 (z22 – SAD69) Altitude: 320 m Macro( ) Serra Morfologia local ( ) Montanha Topografia Morfologia (x) Escarpa ( ) Morro (x) Colina ( ) Planalto ( ) Planície ( ) Crista ( ) Vertente ( ) Fundo de vale Declividade Umidade ( ) inundado ( ) Várzea ( ) saturado ( ) Superficial (x) úmido aplainada ( ) médio ( ) seco

Tipo de superfície s/ vegetação Coordenadas:_____________ ( ) afloramento rochoso (x) solo ( ) horizonte orgânico ( ) água

Drenagem do solo

Erosão do solo

( ) muito pouca ( ) pouca ( ) moderada (x) boa

Textura do solo

( ) baixada ( ) sopé de encosta (x) encosta ( ) platô ou patamar ( ) elevação o ( ) 0 - 5 suave o (x) 6 - 30 média o ( ) 31 - 45 média-alta o ( ) > 46 alta

Coordenadas:____________ (x) não visível ( ) visível ( ) baixa ( ) média ( ) alta

Tipo de rocha

Rochosidade

( ) argilosa ( ) ígnea ( ) siltosa ( ) metamórfica (x) sedimentar ( ) arenosa (x) argilo-arenosa ( ) não evidente ( ) areno-siltosa outra:________ Solos Cor: Vermelho Provável classe: Cambissolo Profundidade da camada orgânica: não constatada Geologia: Grupo Camppo Alegre – Formação Rio do Bugre - Arenito Hidrografia: Afluente do Rio Natal Extensão da área considerada: 5 ha

( ) ausente (x) < 2% ( ) 2 - 10% ( ) 11 – 30%

(

( ) 31 - 50% ( )51 - 90% ( ) > 90%

Condições climáticas no dia da observação ( ) ensolarado ( ) nublado ( ) pouca chuva (x) chuva regular ( ) chuva acentuada Ventos (direção aprox.): sem Vento Nebulosidade: 100% Neblina: sem Neblina Temperatura aproximada: 15°C Observações: Características especiais: Comentários sobre o estado de conservação do ponto: Fotógrafos:

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Fotos n.

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89/II

FORMULÁRIO 2: ASPECTOS FÍSICOS Sítio ________Ponto nº 06 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Aspectos Fisicos Pesq. responsáveis: Luís Fernando Rocha Data: 11/10/2010 Coordenadas: 673875 – 7092800 (z22 – SAD69) Altitude: 1050 m Macro( ) Serra Morfologia local ( ) Montanha Topografia (x) Morro Morfologia ( ) Escarpa (x) Planalto ( ) Colina ( ) Planície ( ) Crista ( ) Vertente ( ) Fundo de vale Declividade Umidade ( ) inundado ( ) Várzea ( ) saturado ( ) Superficial ( ) úmido aplainada (x) médio ( ) seco

Tipo de superfície s/ vegetação Coordenadas:_____________ ( ) afloramento rochoso (x) solo ( ) horizonte orgânico ( ) água

Drenagem do solo ( ) muito pouca ( ) pouca ( ) moderada (x) boa

Textura do solo

Tipo de rocha

( ) baixada ( ) sopé de enconta ( ) encosta (x) platô ou patamar ( ) elevação o ( ) 0 - 5 suave o (x) 6 - 30 média o ( ) 31 - 45 média-alta o ( ) > 46 alta

Erosão do solo Coordenadas:____________ (x) não visível ( ) visível ( ) baixa ( ) média ( ) alta Rochosidade

( ) 31 - 50% (x) ausente ( ( ) argilosa ( ) ígnea ( )51 - 90% (x) metamórfica ( ) siltosa ( ) < 2% ( ) > 90% ( ) arenosa ( ) sedimentar ( ) 2 - 10% (x) argilo-arenosa ( ) não evidente ( ) 11 – 30% ( ) areno-siltosa outra:________ Solos Cor: Provável classe: Profundidade da camada orgânica: não constatado Geologia: Grupo Campo Alegre – Formações Avenca Grande, São Miguel e Faz Uirapuru - Quartzito Hidrografia: Arroio da Vargem – Bacia do Rio Vermelho Extensão da área considerada: 2 ha

Condições climáticas no dia da observação (x) ensolarado ( ) nublado ( ) pouca chuva ( ) chuva regular ( ) chuva acentuada Ventos (direção aprox.): sem Vento Nebulosidade: 15% Neblina: sem neblina Temperatura aproximada: 22°C Observações: Características especiais: Comentários sobre o estado de conservação do ponto: Mata de Araucária com árvores de pequeno diâmetro Fotógrafos: Fotos n.

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90/II

FORMULÁRIO 2: ASPECTOS FÍSICOS Sítio ________Ponto nº 07 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Aspectos Fisicos Pesq. Responsáveis: Luís Fernando Rocha Data: 12/10/2010 Coordenadas: 664538 – 7088586 (z22 – SAD69) Altitude: 631 m Macro( ) Serra Morfologia local ( ) Montanha Topografia Morfologia (x) Escarpa ( ) Morro ( ) Planalto ( ) Colina ( ) Planície ( ) Crista (x) Vertente (x) Fundo de vale Declividade Umidade ( ) inundado ( ) Várzea ( ) saturado ( ) Superficial ( ) úmido aplainada (x) médio ( ) seco

Tipo de superfície s/ vegetação Coordenadas:_____________ (x) afloramento rochoso ( ) solo ( ) horizonte orgânico ( ) água

Drenagem do solo ( ) muito pouca ( ) pouca ( ) moderada (x) boa

Textura do solo

Tipo de rocha

(x) argilosa ( ) ígnea (x) metamórfica ( ) siltosa ( ) arenosa ( ) sedimentar ( ) argilo-arenosa ( ) não evidente ( ) areno-siltosa outra:________ Solos Cor: Provável classe: Cambissolo Profundidade da camada orgânica: 1m Geologia: Complexo Santa Catarina - Gnaise Hidrografia: Arroio dos Bugres – Bacia do Rio Vermelho Extensão da área considerada: 5 ha

( ) baixada ( ) sopé de enconta (x) encosta ( ) platô ou patamar ( ) elevação o ( ) 0 - 5 suave o (x) 6 - 30 média o ( ) 31 - 45 média-alta o ( ) > 46 alta

Erosão do solo Coordenadas:_escor. na Estrada ( ) não visível (x) visível ( ) baixa ( ) média (x) alta Rochosidade ( ) ausente ( ) < 2% (x) 2 - 10% ( ) 11 – 30%

(

( ) 31 - 50% ( )51 - 90% ( ) > 90%

Condições climáticas no dia da observação (x) ensolarado ( ) nublado ( ) pouca chuva ( ) chuva regular ( ) chuva acentuada Ventos (direção aprox.): sem vento Nebulosidade: 5% Neblina: sem neblina Temperatura aproximada: 20°C Observações: Características especiais: Comentários sobre o estado de conservação do ponto: Fotógrafos:

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91/II

FORMULÁRIO 2: ASPECTOS FÍSICOS Sítio ________Ponto nº 08 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Aspectos Fisicos Pesq. Responsáveis: Luís Fernando Rocha Data: 11/10/2010 Coordenadas: 677731 – 7091158 (z22 – SAD69) Altitude: 1020 m (x) Serra MacroMorfologia local (x) Montanha Topografia Morfologia ( ) Escarpa ( ) Morro ( ) Planalto ( ) Colina ( ) Planície ( ) Crista ( ) Vertente ( ) Fundo de vale Declividade Umidade ( ) inundado ( ) Várzea ( ) saturado ( ) Superficial ( ) úmido aplainada (x) médio ( ) seco

Tipo de superfície s/ vegetação Coordenadas:_____________ ( ) afloramento rochoso (x) solo ( ) horizonte orgânico ( ) água

Drenagem do solo ( ) muito pouca ( ) pouca ( ) moderada (x) boa

Textura do solo

Tipo de rocha

( ) baixada ( ) sopé de enconta (x) encosta ( ) platô ou patamar ( ) elevação o ( ) 0 - 5 suave o ( ) 6 - 30 média o ( ) 31 - 45 média-alta o ( ) > 46 alta

Erosão do solo Coordenadas:____________ (x) não visível ( ) visível ( ) baixa ( ) média ( ) alta Rochosidade

( ) 31 - 50% (x) argilosa ( ) ígnea ( ) ausente ( ( )51 - 90% (x) metamórfica (x) < 2% ( ) siltosa ( ) > 90% ( ) arenosa ( ) sedimentar ( ) 2 - 10% ( ) argilo-arenosa ( ) não evidente ( ) 11 – 30% ( ) areno-siltosa outra:________ Solos Cor: Provável classe: Profundidade da camada orgânica: não constatado Geologia: Grupo Campo Alegre – Formações Avenca Grande, São Miguel e Faz Uirapuru - Quartzito Hidrografia: Cabeceiras do Rio Natal Extensão da área considerada: 3 ha Condições climáticas no dia da observação (x) ensolarado ( ) nublado ( ) pouca chuva ( ) chuva regular ( ) chuva acentuada Ventos (direção aprox.): sem vento Nebulosidade: 0% Neblina: sem neblina Temperatura aproximada: 25°C Observações: Características especiais: Comentários sobre o estado de conservação do ponto: Fotógrafos:

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Fotos n.

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92/II

FORMULÁRIO 2: ASPECTOS FÍSICOS Sítio ________Ponto nº 09 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Aspectos Fisicos Pesq. responsáveis Luís Fernando Rocha Data: /10/2010 Coordenadas: 675943 – 7082525 (z22 – SAD69) Altitude: 320 m Macro( ) Serra Morfologia local (x) Montanha Topografia Morfologia (x) Escarpa ( ) Morro ( ) Planalto ( ) Colina ( ) Planície ( ) Crista ( ) Vertente ( ) Fundo de vale Declividade Umidade ( ) inundado ( ) Várzea (x) saturado ( ) Superficial ( ) úmido aplainada ( ) médio ( ) seco

Tipo de superfície s/ vegetação Coordenadas:_____________ (x) afloramento rochoso ( ) solo ( ) horizonte orgânico ( ) água

Drenagem do solo (x) muito pouca ( ) pouca ( ) moderada ( ) boa

Textura do solo

Tipo de rocha

( ) baixada ( ) sopé de enconta (x) encosta ( ) platô ou patamar ( ) elevação o ( ) 0 - 5 suave o ( ) 6 - 30 média o ( ) 31 - 45 médiaalta o (x) > 46 alta

Erosão do solo Coordenadas:____________ (x) não visível ( ) visível ( ) baixa ( ) média ( ) alta Rochosidade

( ) 31 - 50% ( ) argilosa ( ) ígnea ( ) ausente ( (x)51 - 90% ( ) siltosa ( ) metamórfica ( ) < 2% ( ) > 90% (x) sedimentar ( ) arenosa ( ) 2 - 10% (x) argilo-arenosa ( ) não evidente ( ) 11 – 30% ( ) areno-siltosa outra:________ Solos Cor: Provável classe: Neossolo Litólito Profundidade da camada orgânica: > 20 cm Geologia: Grupo Campo Alegre – Formação Rio do Bugre – Arenito Conglomerático Hidrografia: Braço Esquerdo-Ribeirão das Flores-Bacia do Rio Vermelho Extensão da área considerada: 5 ha Condições climáticas no dia da observação ( ) ensolarado ( ) nublado (x) pouca chuva ( ) chuva regular ( ) chuva acentuada Ventos (direção aprox.): sem vento Nebulosidade: 80% Neblina: sem neblina Temperatura aproximada: 17°C Observações: Existência de Caverna formada sobre blocos – percorrida pelo Rio Braço Esquerdo Características especiais: Encavernamento Comentários sobre o estado de conservação do ponto: Ponto turístico com estrutura de apoio a visitação. Ressurgência da Caverna utilizada para escalada e rapel Fotógrafos:

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93/II

FORMULÁRIO 2: ASPECTOS FÍSICOS Sítio ________Ponto nº 10 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Aspectos Fisicos Pesq. Responsáveis: Luís Fernando Rocha Data: /10/2010 Coordenadas: 671313 – 7081627 (z22 – SAD69) Altitude: 160 m Macro( ) Serra Morfologia local ( ) Montanha Topografia Morfologia ( ) Escarpa ( ) Morro ( ) Planalto ( ) Colina (x) Planície ( ) Crista ( ) Vertente (x) Fundo de vale Declividade Umidade ( ) inundado ( ) Várzea ( ) saturado ( ) Superficial ( ) úmido aplainada (x) médio ( ) seco

Tipo de superfície s/ vegetação Coordenadas:_____________ ( ) afloramento rochoso (x) solo ( ) horizonte orgânico ( ) água

Drenagem do solo ( ) muito pouca ( ) pouca ( ) moderada (x) boa

Textura do solo

Tipo de rocha

(x) baixada ( ) sopé de enconta ( ) encosta ( ) platô ou patamar ( ) elevação o (x) 0 - 5 suave o ( ) 6 - 30 média o ( ) 31 - 45 média-alta o ( ) > 46 alta

Erosão do solo Coordenadas:____________ (x) não visível ( ) visível ( ) baixa ( ) média ( ) alta Rochosidade

( ) 31 - 50% ( ) argilosa ( ) ígnea ( ) ausente ( ( )51 - 90% (x) metamórfica ( ) siltosa ( ) < 2% ( ) > 90% ( ) arenosa ( ) sedimentar ( ) 2 - 10% (x) argilo-arenosa (x) 11 – 30% ( ) não evidente ( ) areno-siltosa outra:________ Solos Cor: Vermelho Amarelo Provável classe: Cambissolo Profundidade da camada orgânica: não constatada Geologia: Complexo Santa Catarina - Gnaise Hidrografia: Rio Vermelho Extensão da área considerada: 3ha Condições climáticas no dia da observação ( ) ensolarado (x) nublado ( ) pouca chuva ( ) chuva regular ( ) chuva acentuada Ventos (direção aprox.): sem Vento Nebulosidade: 80% Neblina: sem neblina Temperatura aproximada: 20°C Observações: Características especiais: Comentários sobre o estado de conservação do ponto: Fotógrafos:

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DESCRIÇÃO GERAL - UNIDADE DE CONSERVAÇÃO ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO

Sítio encosta

Descrição Geral UC: APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold

Data:12/10/2010

Município: São Bento do Sul

Estado: Santa Catarina

Bioma: Floresta Ombrófila Densa – Encosta/ Vale

Altitude: 631m - +/- 700 m

Descrição geral (fitofisionomias e paisagem): Equipe de Campo: Gisele Cristina Sessegolo, Celso Darci Seger, Susana Dreveck, Estevão Comitti, Luiza Sessegolo da Rocha, Marcio. Demarcação da UC:

Área Total (ha): 23.000 ha.

Gestor da UC:

Contato:

Responsável pela Gestão: Marcelo Hubel

Supervisor do projeto:

Observações adicionais: Estado de conservação ( ) proteção à biodiversidade

( ) caça

Uso atual da terra

(X) silvicultura

(X) agricultura

No interior da UC

( ) mineração

( ) pastagem/criação de gado

( ) pesca

(X) extrativismo

(X) ocupação humana

( ) outros: ________________

(X) perda de habitats

(X) assoreamento/ Encosta

(X) perda de espécies

Alteração / contaminação da:

(X) presença de espécies exóticas

( ) água e/ou ( ) solos

( ) presença de posseiros

( ) desmatamento

( ) represas

( ) queimadas

( ) rodovias

( ) outros:

(X) pesquisa científica

( ) paisagens únicas/cênicas

(X) educação/interp. ambiental

( ) cultura indígena

Potencialidades

(X) recreação/ecoturismo

( ) comunidades tradicionais

no interior da UC

( ) sítios de especial interesse

( ) sítios arqueológicos/

( ) feições espeleológicas

Paleontológicos

(X) proteção da biodiversidade

( ) outros:

Evidências de ameaças no interior da UC

Outras observações: Integridade ecológica: Uso para pastagem, silvicultura;fragmentos de Floresta

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Formulário 1 A - DESCRIÇÃO GERAL - UNIDADE DE CONSERVAÇÃO ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL

Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO

Sítio Planalto

Descrição Geral UC: APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold

Data:11/10/2010

Município: São Bento do Sul

Estado: Santa Catarina

Bioma: Floresta Ombrófila Mista

Altitude: 1010 m

Descrição geral (fitofisionomias e paisagem): Capões (Fragmentos de Floresta de Araucária); Campos Limpos e Sujos (Hidromórficos); Pastagens Equipe de Campo: Gisele Cristina Sessegolo, Celso Darci Seger, Suzana Dreveck, Luiza Sessegolo da Rocha, Demarcação da UC:

Área Total (ha): 23.000 ha.

Gestor da UC:

Contato:

Responsável pela Gestão: Marcelo Hubel

Supervisor do projeto:

Observações adicionais: Entorno - Mineração de Caulin Estado de conservação ( ) proteção à biodiversidade

( ) caça

Uso atual da terra

(X) silvicultura (pinus)

(X) agricultura

No interior da UC

(X) mineração (caulin)

(X) pastagem/criação de gado

( ) pesca

( ) extrativismo

(X) ocupação humana

( ) outros: ________________

(X) perda de habitats

(X) assoreamento

( ) perda de espécies

Alteração / contaminação da:

(X) presença de espécies exóticas

( ) água e/ou ( ) solos

( ) presença de posseiros

( ) desmatamento

( ) represas

( ) queimadas

( ) rodovias

( ) outros:

(X) pesquisa científica

( ) paisagens únicas/cênicas

(X) educação/interp. ambiental

( ) cultura indígena

Potencialidades

(X) recreação/ecoturismo

( ) comunidades tradicionais

no interior da UC

( ) sítios de especial interesse

( ) sítios arqueológicos/

( ) feições espeleológicas

Paleontológicos

(X) proteção da biodiversidade

( ) outros:

Evidências de ameaças no interior da UC

Outras observações: Integridade ecológica:

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Formulário 1 A - DESCRIÇÃO GERAL - UNIDADE DE CONSERVAÇÃO ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO

Sítio Planície

Descrição Geral UC: APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold

Data:11/10/2010

Município: São Bento do Sul

Estado: Santa Catarina

Bioma: Floresta Ombrófila Densa Mista

Altitude:

Descrição geral (fitofisionomias e paisagem): Equipe de Campo: Gisele Cristina Sessegolo, Celso Darci Seger, Suzana Dreveck, Estevão Comitti, Luiza Sessegolo da Rocha Demarcação da UC:

Área Total (ha): 23.000 ha.

Gestor da UC:

Contato:

Responsável pela Gestão: Marcelo Hubel

Supervisor do projeto:

Observações adicionais: Estado de conservação (X) proteção à biodiversidade

( ) caça

Uso atual da terra

( ) silvicultura

(X) agricultura

No interior da UC

( ) mineração

( ) pastagem/criação de gado

( ) pesca

(X) extrativismo

(X) ocupação humana

( ) outros: ________________

(X) perda de habitats

( ) assoreamento

( ) perda de espécies

Alteração / contaminação da:

Evidências de ameaças no interior da UC

(X) presença de espécies exóticas ( ) água e/ou ( ) solos (uva do japão zebrinha)

( ) desmatamento

( ) presença de posseiros

( ) queimadas

( ) represas

( ) outros:

( ) rodovias ( ) pesquisa científica

( ) paisagens únicas/cênicas

( ) educação/interp. ambiental

( ) cultura indígena

Potencialidades

( ) recreação/ecoturismo

( ) comunidades tradicionais

no interior da UC

( ) sítios de especial interesse

( ) sítios arqueológicos/

( ) feições espeleológicas

Paleontológicos

( ) proteção da biodiversidade

( ) outros:

Outras observações: Integridade ecológica:

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97/II

FORMULÁRIO 3-A FLORA o

Sítio n 01 - Ponto nº. 01 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL

Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Comunidades naturais - Vegetação Características gerais Tipo de vegetação: FOM Comunidade Primária ( ) Secundária ( X ) Tipo de amostragem ( ) parcela (X) observação geral Fase sucessional: médio alterado Origem potencial: Número de estratos arbóreos: 02 Presença de estrato herbáceo-arbustivo: sim Presença de musgos e/ou líquens: ( ) ausente (X) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de trepadeiras lenhosas: (X) ausente ( ) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de epífitas: ( ) ausente ( X) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de aquáticas: (X) ausente ( ) presente ( ) abundante ( ) escassa Cobertura vegetal Presença de clareiras Ocorrência de solos expostos ( ) densa ( ) ausentes ( ) alta ( ) média ( X) média (X) presentes ( ) escassa (X) baixa ( ) nula ( ) rala ( ) abundante Fisionomia (X ) florestal Sistema ecológico (X) terrestre ( ) arbustiva ( ) ripário ( ) herbácea ( ) lacustre Altura da cobertura: ( ) antrópica ( ) palustre 22 m ( ) sem vegetação Espécies dominantes: (X) nativas_________________ ( ) exóticas________________ Formas de vida dominantes: ( ) herbáceas ( ) arbustivas (X) arbóreas ( ) aquáticas ( ) espécies raras/em perigo ( ) espécies migratórias Valores biológicos ( ) espécies endêmicas ( ) hábitats únicos (X) espécies de valor econômico ou interesse extrativista Comentários sobre o estado de conservação no ponto: Alterado com muita presença de Chusquea sp, e Merostachys, fundo de vale, ambiente encharcado, sub bosque ralo mas aspecto denso por conta da taquara, árvores esparsas, exploração madeireira recente. Fotógrafos: Susana Dreveck Fotos n: 06 e 07

Estrutura da vegetação Cobertura vegetal Com relação ao espaçamento entre indivíduos arbóreos densa pouco aberta aberta muito aberta

35

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

30

estratos (altura aproximada/metros) arbóreo arbustivo 25 15 10 5 2-5 1-2

X

X

herbáceo 1-2 <1

X

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FORMULÁRIO 3-B (CONTINUAÇÃO) o

o

Sítio n 01 - Ponto n 01 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Comunidades naturais - Estrutura da vegetação Espécies mais freqüentes por estrato ESTRATO(S) ARBÓREO(S) o n 1 (alt. aprox.: 20 m ) Cedrela fissilis, Cryptocarya moschata, Vernonanthura discolor

,Cinnamomum amoenum e Alchornea triplinervia o

13 m ) Symplocos tenuifolia, Lamanonia ternata, Clethra scabra, Drimys brasiliensis, Casearia decandra, Syagrus romanzoffiana, Araucaria angustifolia, Piptocarpha angustifolia, Piptocarpha regnellii e Mimosa scabrella o n 3 (alt. aprox.: 8 m ) Myrsine umbellata, Psychotria vellosiana, Sorocea bonplandii, Daphnopsis fasciculata, Podocarpus lambertii, Ilex paraguariensis, Ilex brevicuspis e Ilex theezans n 2 (alt. aprox.:

ESTRATO ARBUSTIVO (alt. aprox.: 5 m) Miconia fasciculata, Miconia sellowiana, Piper aduncum, Piper sp., Baccharis sp. e

Psychotria suterella. ESTRATO HERBÁCEO (alt. aprox.:1 m ) Pteridófitas.

TREPADEIRAS LENHOSAS: EPÍFITAS: Vriesea incurvata, Sinningia sp., Ophioglossum sp., Peperomia sp. 1, aráceas,

pteridófitas, briófitas e liquens. ESPÉCIES RUPESTRES: ESPÉCIES AQUÁTICAS: Conservação Presença de troncos queimados ( ) sim (X ) não Extensão da Comunidade: 1 hectares Condições da Comunidade ( ) excelente ( ) boa Evidências de perturbação: Corte madeireiro.

2

10.000 m ( ) regular (X) pobre

Principais ameaças: Plantio de Pinus sp., no entorno do ponto, gado e corte seletivo madeireiro. Hábitat de entorno ( ) excelente ( ) bom (X) alterado ( ) degradado Outros comentários (espécies importantes, processos ecológicos, características dos habitats) Espécie de valor econômico Araucaria angustifolia.

Fotógrafos: Fotos n:

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99/II

FORMULÁRIO 3-A FLORA o

Sítio n 01 - Ponto nº. 02 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Comunidades naturais - Vegetação Características gerais Tipo de vegetação: FOM Comunidade Primária ( ) Secundária ( X ) Tipo de amostragem ( ) parcela (X) observação geral Fase sucessional: médio alterado Origem potencial: Número de estratos arbóreos: 02 Presença de estrato herbáceo-arbustivo: sim Presença de musgos e/ou líquens: ( ) ausente (X) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de trepadeiras lenhosas: (X) ausente ( ) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de epífitas: ( ) ausente ( X) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de aquáticas: (X) ausente ( ) presente ( ) abundante ( ) escassa Cobertura vegetal Presença de clareiras Ocorrência de solos expostos ( ) densa ( ) ausentes ( ) alta ( ) média ( ) média ( ) presentes ( ) escassa (X) baixa ( ) nula (X ) rala (X) abundante Fisionomia (X ) florestal Sistema ecológico (X) terrestre ( ) arbustiva ( ) ripário ( ) herbácea ( ) lacustre Altura da ( ) antrópica ( ) palustre cobertura:20 m ( ) sem vegetação Espécies dominantes: (X) nativas_________________ ( ) exóticas________________ Formas de vida dominantes: ( ) herbáceas ( ) arbustivas (X) arbóreas ( ) aquáticas ( ) espécies raras/em perigo ( ) espécies migratórias Valores biológicos ( ) espécies endêmicas ( ) hábitats únicos (X) espécies de valor econômico ou interesse extrativista Comentários sobre o estado de conservação no ponto: Vegetação muito aberta, árvores esparsas, uma matriz de taquara, corte seletivo histórico, parte do ponto com bosqueamento, presença de gado, sub Bosque muito ralo, poucos regenerantes, entorno alterado com propriedades rurais e ainda Pinus sp., e Eucalyptus sp. próximo ao rio. Fotógrafos: Susana Dreveck Fotos n: 09

Estrutura da vegetação Cobertura vegetal Com relação ao espaçamento entre indivíduos arbóreos densa pouco aberta aberta muito aberta

35

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

30

estratos (altura aproximada/metros) arbóreo arbustivo 25 15 10 5 2-5 1-2

X

X

herbáceo 1-2 <1

X

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100/II

FORMULÁRIO 3-B (CONTINUAÇÃO) o

o

Sítio n 01 - Ponto n 02 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Comunidades naturais - Estrutura da vegetação Espécies mais freqüentes por estrato ESTRATO(S) ARBÓREO(S) o n 1 (alt. aprox.: 20 m ) Araucaria angustifolia, Cinnamomum amoenum, Ilex dumosa e Sloanea

Monosperma. o

n 2 (alt. aprox.: 12 m ) Laplacea acutifolia, Lamanonia ternata, Clethra scabra, Psychotria

vellosiana, Vernonanthura discolor, Prunus myrtifolia, Mimosa scabrella, Weinmannia paulliniifolia, Cryptocarya moschata e Campomanesia xanthocarpa. o n 3 (alt. aprox.: 8 m ) Erythroxylum deciduum, Alchornea triplinervia, Drymis brasiliensis, Symplocos tenuifolia, Ilex paraguariensis, Cedrela fissilis, Mrycia splendens, Ilex brevicuspis, Guatteria australis, Styrax leprosus, Schinus terebinthifolius, Machaerium stipitatum, Casearia decandra, Eriobotrya japônica, Syagrus romanzoffiana, Matayba elaeagnoides, Psidium cattleianum e Daphnopsis fasciculata. ESTRATO ARBUSTIVO (alt. aprox.: 5 m) Miconia sp. 1, Miconia sellowiana, Leandra sp., Rubus sp., Mollinedia clavigera,

Geonoma schottiana, Senecio brasiliensis, Critoniopsis quinqueflora e Piper sp. ESTRATO HERBÁCEO (alt. aprox.:1 m ) Plantago major, ciperáceas, melastomatáceas e ainda pteridófitas.

TREPADEIRAS LENHOSAS: EPÍFITAS: Sinningia sp., Serpocaulon catharinae, bromeliáceas, orquidáceas, aráceas, pteridófitas,

briófitas e liquens. ESPÉCIES RUPESTRES: ESPÉCIES AQUÁTICAS: Conservação Presença de troncos queimados ( ) sim (X ) não 2 Extensão da Comunidade: 1 hectares 10.000 m Condições da Comunidade ( ) excelente ( ) boa ( ) regular (X) pobre Evidências de perturbação: Exploração madeireira histórica, corte seletivo, bosqueamento e presença de gado, exploração de erva-mate e captação de água no interior do ponto amostrado. Principais ameaças: Plantio de Pinus sp., no entorno do ponto, gado e corte seletivo madeireiro. Hábitat de entorno ( ) excelente ( ) bom (X) alterado ( ) degradado Outros comentários (espécies importantes, processos ecológicos, características dos habitats) Espécie de valor econômico e ameaçada de extinção Araucaria angustifolia. Fotógrafos: Fotos n:

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FORMULÁRIO 3-A FLORA o

Sítio n 02 - Ponto nº. 03 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Comunidades naturais - Vegetação Características gerais Tipo de vegetação: FOD Comunidade Primária ( ) Secundária ( X ) Tipo de amostragem ( ) parcela (X) observação geral Fase sucessional: médio alterado Origem potencial: Número de estratos arbóreos: 02 Presença de estrato herbáceo-arbustivo: sim Presença de musgos e/ou líquens: ( ) ausente (X) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de trepadeiras lenhosas: (X) ausente ( ) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de epífitas: ( ) ausente ( X) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de aquáticas: (X) ausente ( ) presente ( ) abundante ( ) escassa Cobertura vegetal Presença de clareiras Ocorrência de solos expostos ( ) densa ( ) ausentes ( ) alta ( ) média ( X) média (X ) presentes ( ) escassa (X) baixa ( ) nula ( ) rala ( ) abundante Fisionomia (X ) florestal Sistema ecológico (X) terrestre ( ) arbustiva ( ) ripário ( ) herbácea ( ) lacustre Altura da ( ) antrópica ( ) palustre cobertura:20 m ( ) sem vegetação Espécies dominantes: (X) nativas_________________ ( ) exóticas________________ Formas de vida dominantes: ( ) herbáceas ( ) arbustivas (X) arbóreas ( ) aquáticas ( ) espécies raras/em perigo ( ) espécies migratórias Valores biológicos ( ) espécies endêmicas ( ) hábitats únicos (X) espécies de valor econômico ou interesse extrativista Comentários sobre o estado de conservação no ponto: Vegetação em estado alterado, com soloerodido em alguns pontos, vegetação esparsa, dossel aberto, regeneração abundante, clareiras, estratos não muito bem definidos, presença de muitas árvores caídas, presença de taquaras, no entorno do ponto cultivo de banana (Musa sp.), estrada antiga no interior do ponto que possivelmente servia para retirada de mandeira. Fotógrafos: Susana Dreveck Fotos n: 01

Estrutura da vegetação Cobertura vegetal Com relação ao espaçamento entre indivíduos arbóreos densa pouco aberta aberta muito aberta

35

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

30

estratos (altura aproximada/metros) arbóreo arbustivo 25 15 10 5 2-5 1-2

herbáceo 1-2 <1

X

X

X

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FORMULÁRIO 3-B (CONTINUAÇÃO) o

o

Sítio n 02 - Ponto n 03 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Comunidades naturais - Estrutura da vegetação Espécies mais freqüentes por estrato ESTRATO(S) ARBÓREO(S) o n 1 (alt. aprox.: 20 m ) Nectandra oppositifolia, Hieronyma alchorneoides, Alchornea triplinervia,

Ocotea puberula, Phytolacca dioica e Cecropia glaziovii. o

n 2 (alt. aprox.: 12 m ) Casearia sylvestris, Sloanea guianensis, Ocotea catharinensis, Coccoloba

warmingii, Cabralea canjerana, Vernonanthura discolor, Inga marginata e Bauhinia forficata. o

Guapira opposita, Marlierea tomentosa, Pseudobombax grandiflorum, Zollernia ilicifolia, Virola bicuhyba, Quiina glazovii, Brosimum lactescens, Heisteria silvianii, Hedyosmum, brasiliense, Inga sessilis, Casearia obliqua, Magnolia ovata, Euterpe edulis, Allophylus cf. petiolulatus, Sorocea bonplandii, Pera glabrata, Garcinia gardneriana, Guarea macrophylla, Tetrorchidium rubrivenium, Meliosma sellowii e Marlierea silvatica. n 3 (alt. aprox.: 8 m )

ESTRATO ARBUSTIVO (alt. aprox.: 5 m) Esenbeckia grandiflora, Psychotria nuda, Dahlstedtia pinnata, Mollinedia clavigera,

Rudgea jasminoides, Geonoma gamiova, Piper cernum, Eugenia catharinensis, Brunfelsia sp., Boehmeria caudata, Ardisia guianensis e Miconia sp. ESTRATO HERBÁCEO (alt. aprox.:1 m ) Justicia carnea, Calathea sp., Heliconia farinosa, Anemia phyllitidis, Begonia sp. 1,

Bertolonia mosenii, Pleurostachys gaudichaudii, poáceas e pteridófitas. TREPADEIRAS LENHOSAS: EPÍFITAS: Peperomia sp. 2, Nematanthus australis, Nematanthus tessmannii, brófitas, cactáceas,

pteridófitas, briófitas e liquens. ESPÉCIES RUPESTRES: ESPÉCIES AQUÁTICAS: Conservação Presença de troncos queimados ( ) sim (X ) não 2 Extensão da Comunidade: 1,5 hectares 15.000 m Condições da Comunidade ( ) excelente ( ) boa ( X) regular ( ) pobre Evidências de perturbação: Corte seletivo histórico. Principais ameaças: A falta de vegetação na encosta pode ocasionar assoreamento do rio. Hábitat de entorno ( ) excelente ( ) bom (X) alterado ( ) degradado Outros comentários (espécies importantes, processos ecológicos, características dos habitats) Espécie de valor econômico e ameaçada de extinção Ocotea catharinensis. Presença da espécie exótica chuchu – Sechium edule. Fotógrafos: Fotos n:

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FORMULÁRIO 3-A FLORA o

Sítio n 02 - Ponto nº. 04 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Comunidades naturais - Vegetação Características gerais Tipo de vegetação: FOD Comunidade Primária ( ) Secundária ( X ) Tipo de amostragem ( ) parcela (X) observação geral Fase sucessional: médio alterado Origem potencial: Número de estratos arbóreos: 02 Presença de estrato herbáceo-arbustivo: sim Presença de musgos e/ou líquens: ( ) ausente (X) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de trepadeiras lenhosas: (X) ausente ( ) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de epífitas: ( ) ausente ( X) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de aquáticas: (X) ausente ( ) presente ( ) abundante ( ) escassa Cobertura vegetal Presença de clareiras Ocorrência de solos expostos ( ) densa ( ) ausentes ( ) alta (X) média ( X) média (X ) presentes ( ) escassa ( ) baixa ( ) nula ( ) rala ( ) abundante Fisionomia (X ) florestal Sistema ecológico (X) terrestre ( ) arbustiva ( ) ripário ( ) herbácea ( ) lacustre Altura da cobertura: ( ) antrópica ( ) palustre 18 m ( ) sem vegetação Espécies dominantes: (X) nativas_________________ ( ) exóticas________________ Formas de vida dominantes: ( ) herbáceas ( ) arbustivas (X) arbóreas ( ) aquáticas ( ) espécies raras/em perigo ( ) espécies migratórias Valores biológicos ( ) espécies endêmicas ( ) hábitats únicos (X) espécies de valor econômico ou interesse extrativista Comentários sobre o estado de conservação no ponto: O ponto encontra-se próximo a estrada e ao trilho de trem, floresta com dossel semicontinuo, no interior do ponto há uma estrada antiga, o ponto está numa encosta, árvores altas, solo com boa representação de herbáceas e sub bosque médio. Fotógrafos: Fotos n:

Estrutura da vegetação Cobertura vegetal Com relação ao espaçamento entre indivíduos arbóreos densa pouco aberta aberta muito aberta

35

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

30

estratos (altura aproximada/metros) arbóreo arbustivo 25 15 10 5 2-5 1-2 X

X

herbáceo 1-2 <1 X

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104/II

FORMULÁRIO 3-B (CONTINUAÇÃO) o

o

Sítio n 02 - Ponto n 04 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Comunidades naturais - Estrutura da vegetação Espécies mais freqüentes por estrato ESTRATO(S) ARBÓREO(S) o n 1 (alt. aprox.: 18 m ) Cedrela fissilis, Hieronyma alchorneoides, Cecropia glaziovii, Ocotea puberula

e Nectandra oppositifolia. o n 2 (alt. aprox.: 12 m ) Cabralea canjerana, Machaerium stipitatum, Casearia obliqua, Cordia cf. trichotoma, Sapium glandulosum, Ilex cf. brevicuspis, Inga marginata, Cestrum intermedium, Annona neosericea, Pseudobombax grandiflorum, Alchornea sidifolia, Citharexylum myrianthum e Cariniana estrellensis. o n 3 (alt. aprox.: 8 m ) Alchornea triplinervia, Sorocea bonplandii, Prunus myrtifolia, Annona sp., Endlicheria paniculata, Hedyosmum brasiliense, Clusia criuva, Zanthoxylum rhoifolium, Cupania vernalis, Bathysa australis, Virola bicuhyba, Heisteria silvianii, Miconia cabucu, Sloanea guianensis, Matayba intermedia, Psidium cattleianum, Allophylus cf. petiolulatus, Euterpe edulis, Vernonanthura discolor e Guapira opposita. ESTRATO ARBUSTIVO (alt. aprox.: 4 m) Psychotria nuda, Boehmeria caudata, Bactris setosa, Trichilia pallens, Guarea

macrophylla, Mollinedia schottiana, Piper arboreum, Tibouchina sp., Baccharis uncinella, Baccharis semiserrata, Psidium guajava, Dahlstedtia pinnata, Solanum diploconos e Piper sp. ESTRATO HERBÁCEO (alt. aprox.:1 m ) Begonia sp. 2, Plantago major, Adiantum sp., Anemia phyllitidis, Heliconia farinosa,

Calathea sp., Lantana camara, Crocosmia crocosmiiflora, poáceas e pteridófitas. TREPADEIRAS LENHOSAS: EPÍFITAS: Vriesea platynema, Vriesea carinata, Vriesea incurvata, Vriesea altodaserrae, Vriesea

gigantea, Tillandsia sp., Sinningia nivalis, Pleopeltis pleopeltifolia, Serpocaulon catharinae, Niphidium crassifolium, Ripsalis sp., Gleichenella sp., orquidáceas, aráceas, pteridófitas, briófitas e liquens. ESPÉCIES RUPESTRES: ESPÉCIES AQUÁTICAS: Conservação Presença de troncos queimados ( ) sim (X ) não 2 Extensão da Comunidade: 1,5 hectares 15.000 m Condições da Comunidade ( ) excelente ( ) boa ( X) regular ( ) pobre Evidências de perturbação: Corte seletivo histórico e estrada abandonada. Principais ameaças: Descarrilamento de trem e erosão da encosta. Hábitat de entorno ( ) excelente ( ) bom (X) alterado ( ) degradado Outros comentários (espécies importantes, processos ecológicos, características dos habitats) Espécie de valor econômico Cedrela fissilis. Fotógrafos: Fotos n:

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105/II

FORMULÁRIO 3-A FLORA o

Sítio n 03 - Ponto nº. 05 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Comunidades naturais - Vegetação Características gerais Tipo de vegetação: FOD Comunidade Primária ( ) Secundária ( X ) Tipo de amostragem ( ) parcela (X) observação geral Fase sucessional: médio alterado Origem potencial: Número de estratos arbóreos: 02 Presença de estrato herbáceo-arbustivo: sim Presença de musgos e/ou líquens: ( ) ausente ( ) presente ( ) abundante (X ) escassa Presença de trepadeiras lenhosas: (X) ausente ( ) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de epífitas: ( ) ausente ( X) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de aquáticas: (X) ausente ( ) presente ( ) abundante ( ) escassa Cobertura vegetal Presença de clareiras Ocorrência de solos expostos ( ) densa ( ) ausentes ( ) alta (X) média ( ) média (X ) presentes ( ) escassa ( ) baixa ( ) nula ( X) rala ( ) abundante Fisionomia (X ) florestal Sistema ecológico (X) terrestre ( ) arbustiva ( ) ripário ( ) herbácea ( ) lacustre Altura da cobertura: ( ) antrópica ( ) palustre 15 m ( ) sem vegetação Espécies dominantes: (X) nativas_________________ ( ) exóticas________________ Formas de vida dominantes: ( ) herbáceas ( ) arbustivas (X) arbóreas ( ) aquáticas ( ) espécies raras/em perigo ( ) espécies migratórias Valores biológicos ( ) espécies endêmicas ( ) hábitats únicos (X) espécies de valor econômico ou interesse extrativista Comentários sobre o estado de conservação no ponto: Vegetação com dossel aberto, sub bosque ralo, arvores esparsas, corte seletivo, presença de gado, trilha para captação de água, as espécies apresentam baixa diversidade e características de vegetação secundária pioneira como por exemplo a licurana, poucos regenerantes. Fotógrafos: Fotos n:

Estrutura da vegetação Cobertura vegetal Com relação ao espaçamento entre indivíduos arbóreos densa pouco aberta aberta muito aberta

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estratos (altura aproximada/metros) arbóreo arbustivo 25 15 10 5 2-5 1-2

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herbáceo 1-2 <1

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FORMULÁRIO 3-B (CONTINUAÇÃO) o

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Sítio n 03 - Ponto n 05 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Comunidades naturais - Estrutura da vegetação Espécies mais freqüentes por estrato ESTRATO(S) ARBÓREO(S) o n 1 (alt. aprox.: 15 m ) Ficus insipida, Hieronyma alchorneoides, Croton sp., Citharexylum

myrianthum, Cedrela fissilis, Nectandra lanceolata, Cecropia glaziovii, Pseudobombax grandiflorum, Bauhinia forficata, Piptadenia gonoacantha, Alchornea glandulosa e Magnolia ovata, Hovenia dulcis. o n 2 (alt. aprox.: 10 m ) Inga marginata, Machaerium stipitatum, Euterpe edulis, Bathysa australis, Cupania vernalis e Miconia cabucu. o

n 3 (alt. aprox.: 7 m ) Zollernia ilicifolia, Sorocea bonplandii, Sloanea guianensis, Annona sp.,

Cabralea canjerana, Luehea divaricata, Casearia sylvestris e Sapium glandulosum. ESTRATO ARBUSTIVO (alt. aprox.: 4 m) : Bactris setosa, Piper aduncum, Urera baccifera, Miconia sp. 2, Mollinedia

schottiana, Musa sp., Piper cernuum, Piper arboreum, Piper mikanianum, Guarea macrophylla, Dahlstedtia pinnata, Leandra dasytricha e Piper sp. ESTRATO HERBÁCEO (alt. aprox.:1 m ) Heliconia farinosa, Calathea sp. e pteridófitas.

TREPADEIRAS LENHOSAS: EPÍFITAS: Vriesea gigantea, Vriesea altodaserrae, Niphidium crassifolium, pteridófitas e aráceas. ESPÉCIES RUPESTRES: ESPÉCIES AQUÁTICAS: Conservação Presença de troncos queimados ( ) sim (X ) não 2 Extensão da Comunidade: 1 hectares 10.000 m Condições da Comunidade ( ) excelente ( ) boa ( X) regular ( ) pobre Evidências de perturbação: Corte seletivo histórico e estrada abandonada. Principais ameaças: A área está tão degradada e alterada que talvez em breve poderá se usado para plantio ou pastagem. Hábitat de entorno ( ) excelente ( ) bom ( ) alterado ( X) degradado Outros comentários (espécies importantes, processos ecológicos, características dos habitats) Espécie de valor econômico Cedrela fissilis. Fotógrafos: Fotos n:

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107/II

FORMULÁRIO 3-A FLORA o

Sítio n 01 - Ponto nº. 06 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Comunidades naturais - Vegetação Características gerais Tipo de vegetação: FOM Comunidade Primária ( ) Secundária ( X ) Tipo de amostragem ( ) parcela (X) observação geral Fase sucessional: médio alterado Origem potencial: Número de estratos arbóreos: 02 Presença de estrato herbáceo-arbustivo: sim Presença de musgos e/ou líquens: ( ) ausente ( ) presente (X ) abundante ( ) escassa Presença de trepadeiras lenhosas: (X) ausente ( ) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de epífitas: ( ) ausente ( X) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de aquáticas: (X) ausente ( ) presente ( ) abundante ( ) escassa Cobertura vegetal Presença de clareiras Ocorrência de solos expostos ( ) densa ( ) ausentes ( ) alta ( ) média ( X) média (X ) presentes ( ) escassa ( ) baixa (X ) nula ( ) rala ( ) abundante Fisionomia (X ) florestal Sistema ecológico (X) terrestre ( ) arbustiva ( ) ripário ( ) herbácea ( ) lacustre Altura da ( ) antrópica ( ) palustre cobertura:12 m ( ) sem vegetação Espécies dominantes: (X) nativas_________________ ( ) exóticas________________ Formas de vida dominantes: ( ) herbáceas ( ) arbustivas (X) arbóreas ( ) aquáticas ( ) espécies raras/em perigo ( ) espécies migratórias Valores biológicos ( ) espécies endêmicas ( X) hábitats únicos – campos (X) espécies de valor econômico naturais ou interesse extrativista Comentários sobre o estado de conservação no ponto: Vegetação alterada, baixa diversidade de espécies, porte das árvores baixo, cobertura vegetal aberto, forte incidência de sol sobre o solo, muita taquara (Chusquea e Merostachys), considerável altura de serrapilheira, sub bosque ralo, possível corte seletivo na Área, possivelmente a área já foi pasto. Fotógrafos: Susana Dreveck Fotos n: 2, 3 e 4.

Estrutura da vegetação Cobertura vegetal Com relação ao espaçamento entre indivíduos arbóreos densa pouco aberta aberta muito aberta

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estratos (altura aproximada/metros) arbóreo arbustivo 25 15 10 5 2-5 1-2

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herbáceo 1-2 <1

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FORMULÁRIO 3-B (CONTINUAÇÃO) o o Sítio n 01 - Ponto n 06 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Comunidades naturais - Estrutura da vegetação Espécies mais freqüentes por estrato ESTRATO(S) ARBÓREO(S) o n 1 (alt. aprox.: 15 m ) Araucaria angustifolia

o

n 2 (alt. aprox.:

12 m )

Prunus myrtifolia, Clethra scabra, Ocotea sp., Piptocarpha regnellii e

Mimosa scabrella. o

n 3 (alt. aprox.: 9 m ) Nectandra grandiflora, Drimys brasiliensis, Psychotria vellosiana, Syagrus

romanzoffiana, Psidium spathulatum, Myrcia bombycina, Myrcia hartwegiana, Myrcia palustris, Vernonanthura discolor, Lamanonia ternata, Ilex brevicuspis, Ilex taubertiana, Ilex paraguariensis, Myrcia retorta e Myrceugenia pilotantha ESTRATO ARBUSTIVO (alt. aprox.: 4 m) : Miconia sellowiana e Maytenus dasyclada.

ESTRATO HERBÁCEO (alt. aprox.:1 m ) Rhynchospora polyantha, Rhynchospora floribunda, Cyperus sp. e pteridófitas.

TREPADEIRAS LENHOSAS: EPÍFITAS: Vittaria lineata, Serpocaulon catharinae, Pleopeltis hirsutissima, Pecluma sicca,

Niphidium crassifolium, Elaphoglossum ornatum, Microgramma squamulosa, Hymenophyllum sp., Sinningia nivalis, Nematanthus australis, Vriesea sp., Aechmea recurvata, orquidáceas, briófitas e liquens. ESPÉCIES RUPESTRES: ESPÉCIES AQUÁTICAS: Conservação Presença de troncos queimados ( ) sim (X ) não 2 Extensão da Comunidade: 1 hectares 10.000 m Condições da Comunidade ( ) excelente ( ) boa ( X) regular ( ) pobre Evidências de perturbação: Gado, possível exploração madeireira e de xaxim (Dicksonia sellowiana). Principais ameaças: No entorno do ponto há extração de caulim o qual pode afetar o remanescente florestal, invasão do gado e ainda no entorno há uma pequena mancha de campos naturais que corre o risco de desaparecer por conta do gado. Hábitat de entorno ( ) excelente ( ) bom ( ) alterado ( X) degradado Outros comentários (espécies importantes, processos ecológicos, características dos habitats) Espécie de valor econômico e ameaçadas de extinção : Araucaria angustifolia e Dicksonia sellowiana. Fotógrafos: Fotos n:

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109/II

FORMULÁRIO 3-A FLORA o

Sítio n 02 - Ponto nº. 07 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Comunidades naturais - Vegetação Características gerais Tipo de vegetação: FOD Comunidade Primária ( ) Secundária ( X ) Tipo de amostragem ( ) parcela (X) observação geral Fase sucessional: médio alterado Origem potencial: Número de estratos arbóreos: 03 Presença de estrato herbáceo-arbustivo: sim Presença de musgos e/ou líquens: ( ) ausente ( X) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de trepadeiras lenhosas: (X) ausente ( ) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de epífitas: ( ) ausente ( X) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de aquáticas: (X) ausente ( ) presente ( ) abundante ( ) escassa Cobertura vegetal Presença de clareiras Ocorrência de solos expostos ( ) densa ( ) ausentes ( ) alta ( ) média ( X) média ( ) presentes (X ) escassa ( ) baixa (X ) nula ( ) rala ( ) abundante Fisionomia (X ) florestal Sistema ecológico (X) terrestre ( ) arbustiva ( ) ripário ( ) herbácea ( ) lacustre Altura da ( ) antrópica ( ) palustre cobertura:20 m ( ) sem vegetação Espécies dominantes: (X) nativas_________________ ( ) exóticas________________ Formas de vida dominantes: ( ) herbáceas ( ) arbustivas (X) arbóreas ( ) aquáticas ( ) espécies raras/em perigo ( ) espécies migratórias Valores biológicos ( ) espécies endêmicas ( ) hábitats únicos – campos (X) espécies de valor econômico naturais ou interesse extrativista Comentários sobre o estado de conservação no ponto: Apesar da possível exploração madeireira que ocorreu na área, esta encontra-se conservada com presença significativa de regenerantes, indivíduos altos Apesar de não serem de grande valor econômico, sub bosque médio, entorno plantio de Pinus sp., e no Interior do ponto muitos indivíduos novos de Hovenia dulcis – uva-do-japão. Fotógrafos: Susana Dreveck Fotos n: 5 e 7

Estrutura da vegetação Cobertura vegetal Com relação ao espaçamento entre indivíduos arbóreos densa pouco aberta aberta muito aberta

35

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30

estratos (altura aproximada/metros) arbóreo arbustivo 25 15 10 5 2-5 1-2

herbáceo 1-2 <1

X

X

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FORMULÁRIO 3-B (CONTINUAÇÃO) o

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Sítio n 02 - Ponto n 07 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Comunidades naturais - Estrutura da vegetação Espécies mais freqüentes por estrato ESTRATO(S) ARBÓREO(S) o n 1 (alt. aprox.: 20 m ) : Alchornea sidifolia, Machaerium stipitatum, Phytolacca dioica, Ocotea

puberula, Cabralea canjerana, Pseudobombax grandiflorum, Cedrela fissilis e eventualmente Araucaria angustifolia. o n 2 (alt. aprox.: 15 m ):Nectandra oppositifolia, Casearia sylvestris, Syagrus romanzoffiana, Bathysa australis, Allophylus edulis, Lamanonia ternata, Cupania vernalis, e Daphnopsis fasciculata. o

n 3 (alt. aprox.: 10 m ) Sloanea guianensis, Zanthoxylum rhoifolium, Inga marginata, Matayba

intermedia, Prunus myrtifolia, Calyptranthes grandiflora, Campomanesia xanthocarpa, Casearia obliqua, Marlierea eugeniopsoides, Endlicheria paniculata, Hovenia dulcis. ESTRATO ARBUSTIVO (alt. aprox.: 4 m) : Mollinedia schottiana, Mollinedia cf. calodonta, Psychotria suterella, Psychotria

nuda, Piper aduncum, Piper sp., Boehmeria caudata, Geonoma schottiana, Rudgea jasminoides, Trichilia pallens, Miconia sp. 3 e Dahlstedtia pinnata. ESTRATO HERBÁCEO (alt. aprox.:1 m ) Heliconia farinosa, Calathea sp., Begonia sp. 3, Anemia phyllitidis, Justicia carnea,

Pleurostachys urvillei, rubiáceas e pteridófitas. TREPADEIRAS LENHOSAS: EPÍFITAS: Nidularium innocentii, Vriesea carinata, Vriesea incurvata, Vriesea platynema, Sinningia

sp., Nematanthus tessmannii, Peperomia sp. 3, orquidáceas, cactáceas, aráceas, pteridófitas, briófitas e liquens. ESPÉCIES RUPESTRES: ESPÉCIES AQUÁTICAS: Conservação Presença de troncos queimados ( ) sim (X ) não 2 Extensão da Comunidade: 2 hectares 20.000 m Condições da Comunidade ( ) excelente ( ) boa ( X) regular ( ) pobre Evidências de perturbação: Possível exploração madeireira e de xaxim (Dicksonia sellowiana). Principais ameaças: Deslizamento de terra na encosta do ponto, no qual está próximo a uma estrada e invasão de Pinus sp. Hábitat de entorno ( ) excelente ( ) bom ( ) alterado ( X) degradado Outros comentários (espécies importantes, processos ecológicos, características dos habitats) O ponto está localizado em uma encosta muito úmida, dessa forma favorecendo a D. sellowiana e presença de A. angustifoli a pode estar relacionada a região de ecotono em que ela está presente ou pode ser um plantio. Muita Hovenia dulcis no interior do ponto. Fotógrafos: Fotos n:

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111/II

FORMULÁRIO 3-A FLORA o

Sítio n 01 - Ponto nº. 08 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Comunidades naturais - Vegetação Características gerais Tipo de vegetação: FOM Comunidade Primária ( ) Secundária ( X ) Tipo de amostragem ( ) parcela (X) observação geral Fase sucessional: médio alterado Origem potencial: Número de estratos arbóreos: 02 Presença de estrato herbáceo-arbustivo: sim Presença de musgos e/ou líquens: ( ) ausente ( X) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de trepadeiras lenhosas: (X) ausente ( ) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de epífitas: ( ) ausente ( X) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de aquáticas: (X) ausente ( ) presente ( ) abundante ( ) escassa Cobertura vegetal Presença de clareiras Ocorrência de solos expostos ( ) densa ( ) ausentes ( ) alta ( ) média ( ) média ( ) presentes ( ) escassa ( ) baixa (X ) nula (X ) rala (X ) abundante Fisionomia (X ) florestal Sistema ecológico (X) terrestre ( ) arbustiva ( ) ripário ( ) herbácea ( ) lacustre Altura da ( ) antrópica ( ) palustre cobertura:15 m ( ) sem vegetação Espécies dominantes: (X) nativas_________________ ( ) exóticas________________ Formas de vida dominantes: ( ) herbáceas ( ) arbustivas (X) arbóreas ( ) aquáticas ( ) espécies raras/em perigo ( ) espécies migratórias Valores biológicos ( ) espécies endêmicas ( ) hábitats únicos – campos (X) espécies de valor econômico naturais ou interesse extrativista Comentários sobre o estado de conservação no ponto: Vegetação com o dossel muito aberto, árvores esparsas, alta densidade de taquaras, sub bosque ralo, ponto inserido na margem de rio, baixa diversidade de espécies, serrapilheira dominada por folhas de taquara. Fotógrafos: Fotos n:

Estrutura da vegetação Cobertura vegetal Com relação ao espaçamento entre indivíduos arbóreos densa pouco aberta aberta muito aberta

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estratos (altura aproximada/metros) arbóreo arbustivo 25 15 10 5 2-5 1-2

X

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herbáceo 1-2 <1

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FORMULÁRIO 3-B (CONTINUAÇÃO) o

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Sítio n 01 - Ponto n 08 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Comunidades naturais - Estrutura da vegetação Espécies mais freqüentes por estrato ESTRATO(S) ARBÓREO(S) o n 1 (alt. aprox.: 15 m ) : Araucaria angustifolia, Syagrus romanzoffiana, Cryptocarya moschata e

Piptocarpha angustifolia. o

12 m ): Ilex brevicuspis, Prunus myrtifolia, Mimosa scabrella, Vernonanthura discolor, Weinmannia sp., Drimys brasiliensis, Croton cf. macrobotrys, Ocotea sp. n 2 (alt. aprox.:

o

3 (alt. aprox.: 10 m ) Podocarpus sellowii, Nectandra grandiflora, Psychotria vellosiana, Daphnopsis fasciculata, Psidium spathulatum, Myrcia hartwegiana, Myrcia palustris, Myrcia retorta e Myrceugenia pilotantha. n

ESTRATO ARBUSTIVO (alt. aprox.: 3 m) : Miconia sellowiana.

ESTRATO HERBÁCEO (alt. aprox.:1 m ) Rhynchospora polyantha, Rhynchospora floribunda, poáceas e pteridófitas.

TREPADEIRAS LENHOSAS: EPÍFITAS: Elaphoglossum ornatum, Serpocaulon catharinae, Pleopeltis hirsutissima, Pecluma

sicca, Niphidium crassifolium, Vittaria lineata, Microgramma squamulosa, Sinningia nivalis, Nematanthus australis, Vriesea sp., Philodendron sp., orquidáceas, briófitas e liquens. ESPÉCIES RUPESTRES: ESPÉCIES AQUÁTICAS: Conservação Presença de troncos queimados ( ) sim (X ) não 2 Extensão da Comunidade: 1 hectares 10.000 m Condições da Comunidade ( ) excelente ( ) boa ( X) regular ( ) pobre Evidências de perturbação: Exploração madeireira seletiva e histórica. Principais ameaças: Invasão de Pinus sp., e de gado. Hábitat de entorno ( ) excelente ( ) bom ( ) alterado ( X) degradado Outros comentários (espécies importantes, processos ecológicos, características dos habitats) Fotógrafos: Fotos n:

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113/II

FORMULÁRIO 3-A FLORA o

Sítio n 02 - Ponto nº 09 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Comunidades naturais - Vegetação Características gerais Tipo de vegetação: FOD Comunidade Primária ( ) Secundária ( X ) Tipo de amostragem ( ) parcela (X) observação geral Fase sucessional: avançado alterado Origem potencial: Número de estratos arbóreos: 03 Presença de estrato herbáceo-arbustivo: sim Presença de musgos e/ou líquens: ( ) ausente ( X) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de trepadeiras lenhosas: ( ) ausente (X ) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de epífitas: ( ) ausente ( ) presente ( X) abundante ( ) escassa Presença de aquáticas: (X) ausente ( ) presente ( ) abundante ( ) escassa Cobertura vegetal Presença de clareiras Ocorrência de solos expostos (X ) densa ( ) ausentes ( ) alta ( ) média ( ) média ( X) presentes ( ) escassa ( X) baixa ( ) nula ( ) rala ( ) abundante Fisionomia (X ) florestal Sistema ecológico (X) terrestre ( ) arbustiva ( ) ripário ( ) herbácea ( ) lacustre Altura da ( ) antrópica ( ) palustre cobertura:26 m ( ) sem vegetação Espécies dominantes: (X) nativas_________________ ( ) exóticas________________ Formas de vida dominantes: ( ) herbáceas ( ) arbustivas (X) arbóreas ( ) aquáticas ( ) espécies raras/em perigo ( ) espécies migratórias Valores biológicos ( ) espécies endêmicas (X) hábitats únicos – caverna (X) espécies de valor econômico ou interesse extrativista Comentários sobre o estado de conservação no ponto: O remanescente florestal encontra-se com árvores de grande porte – altas e DAP-, boa representação de epífitos e regenerantes, apesar da grande quantidade de rochas e das condições edaficas do ambiente há uma floresta bem estruturada.

Fotógrafos: Susana Dreveck Fotos n: 14 e 17

Estrutura da vegetação Cobertura vegetal Com relação ao espaçamento entre indivíduos arbóreos densa pouco aberta aberta muito aberta

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estratos (altura aproximada/metros) arbóreo arbustivo 25 15 10 5 2-5 1-2 X

herbáceo 1-2 <1 X

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Sítio n 02 - Ponto n 09 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Comunidades naturais - Estrutura da vegetação Espécies mais freqüentes por estrato ESTRATO(S) ARBÓREO(S) o n 1 (alt. aprox.: 20 m ) : Ocotea elegans, Magnolia ovata, Cedrela fissilis, Pseudobombax

grandiflorum, Chrysophyllum viride, Cabralea canjerana, Alchornea triplinervia, Tocoyena sellowiana, Marlierea silvatica, Brosimum glaziovii, Virola bicuhyba, Cecropia glaziovii, Machaerium paraguariense o n 2 (alt. aprox.: 15 m ): Heisteria silvianii, Zollernia ilicifolia, Casearia obliqua, Euterpe edulis, Bathysa australis, Piptadenia gonoacantha, Cordia cf. sylvestris, Hieronyma alchorneoides, Inga marginata, Ocotea puberula, Ficus insipida. o n 3 (alt. aprox.: 8 m ) Garcinia gardneriana, Casearia decandra, Endlicheria paniculata, Sorocea bonplandii, Campomanesia xanthocarpa, Allophylus cf. petiolulatus, Pisonia zapallo, Machaerium stipitatum, Chrysophyllum inornatum, Marlierea tomentosa. ESTRATO ARBUSTIVO (alt. aprox.: 3 m) : Geonoma elegans, Geonoma gamiova, Bactris setosa, Piper arboreum, Piper

cernuum, Dahlstedtia pinnata, Mollinedia schottiana, Ouratea parvifolia, Ocotea teleiandra, Guarea macrophylla, Brunfelsia sp., Xylosma prockia, Boehmeria caudata, Cestrum bracteatum, Rudgea jasminoides, Psychotria suterella, Psychotria leiocarpa, Psychotria brachypoda. ESTRATO HERBÁCEO (alt. aprox.:1 m ) Heliconia farinosa, Calathea monophylla, Ctenanthe muelleri, Maranta divaricata,

Dorstenia carautae, Justicia carnea, Aphelandra chamissoniana, Olyra latifolia e pteridófitas. Anthurium gaudichaudianum, Anthurium pentaphyllum, Anthurium scandens, Philodendron missionum, Begonia radicans, Begonia fruticosa, Asplenium scandicinum, Antigramma brasiliensis, Hymenophyllum ulei, Trichomanes polypodioides, Campyloneurum nitidum, Microgramma squamulosa, Microgramma tecta, Vittaria lineata, Billbergia distachia, Edmundoa lindenii, Tillandsia stricta, Vriesea flammea, Vriesea vagans, Lepismium houlletianum, Rhipsalis elliptica, Sinningia nivalis, Dichaea pendula, Epidendrum latilabre, Epidendrum secundum, Eurystyles cotyledon, Gomesa recurva, Heterotaxis brasiliensis, Isochilus linearis, Octomeria juncifolia, Peperomia alata e Peperomia megapotamica. EPÍFITAS:

ESPÉCIES RUPESTRES: ESPÉCIES AQUÁTICAS: Conservação Presença de troncos queimados ( ) sim (X ) não 2 Extensão da Comunidade: 3 hectares 30.000 m Condições da Comunidade ( ) excelente ( X) boa () regular ( ) pobre Evidências de perturbação: Exploração madeireira seletiva e histórica. Principais ameaças: Como a área é de ecoturismo, o pisoteamento de turistas nas trilhas para as cachoeiras e caverna, pode prejudicar a regeneração natural da floresta, além de lixo e fogueiras na área. Hábitat de entorno ( ) excelente ( ) bom ( X) alterado ( ) degradado Outros comentários (espécies importantes, processos ecológicos, características dos habitats) Há espécies exóticas de paisagismo e frutíferas. Ambiente único uma caverna que abriga espécies de aves. Fotógrafos: Fotos n:

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115/II

FORMULÁRIO 3-A FLORA o

Sítio n 03 - Ponto nº. 10 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Comunidades naturais - Vegetação Características gerais Tipo de vegetação: FOD Comunidade Primária ( ) Secundária ( X ) Tipo de amostragem ( ) parcela (X) observação geral Fase sucessional: avançado muito alterado Origem potencial: Número de estratos arbóreos: 01 Presença de estrato herbáceo-arbustivo: sim Presença de musgos e/ou líquens: ( ) ausente ( ) presente ( ) abundante ( X) escassa Presença de trepadeiras lenhosas: ( X) ausente ( ) presente ( ) abundante ( ) escassa Presença de epífitas: ( ) ausente ( ) presente ( ) abundante (X ) escassa Presença de aquáticas: (X) ausente ( ) presente ( ) abundante ( ) escassa Cobertura vegetal Presença de clareiras Ocorrência de solos expostos (X ) densa ( ) ausentes ( ) alta ( ) média ( ) média ( X) presentes ( ) escassa ( X) baixa ( ) nula ( ) rala ( ) abundante Fisionomia (X ) florestal Sistema ecológico (X) terrestre ( ) arbustiva ( ) ripário ( ) herbácea ( ) lacustre Altura da ( ) antrópica ( ) palustre cobertura:15 m ( ) sem vegetação Espécies dominantes: (X) nativas_________________ ( ) exóticas________________ Formas de vida dominantes: ( ) herbáceas ( ) arbustivas (X) arbóreas ( ) aquáticas ( ) espécies raras/em perigo ( ) espécies migratórias Valores biológicos ( ) espécies endêmicas (X) hábitats únicos – caverna (X) espécies de valor econômico ou interesse extrativista Comentários sobre o estado de conservação no ponto: O ponto é um mosaico sucessional muito degradado com muitas espécies exóticas dentre elas muitas frutíferas, corte em alguns pontos do fragmento e corte seletivo em outras áreas, entorno casas residências, plantio de banana e roças de subsistência, o rio está sem floresta ciliar ou seja sem a devida APP. Fotógrafos: Susana Dreveck Fotos n: 10 e 12

Estrutura da vegetação Cobertura vegetal Com relação ao espaçamento entre indivíduos arbóreos densa pouco aberta aberta muito aberta

35

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30

estratos (altura aproximada/metros) arbóreo arbustivo 25 15 10 5 2-5 1-2

X

X

herbáceo 1-2 <1

X

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116/II

FORMULÁRIO 3-B (CONTINUAÇÃO) o o Sítio n 03 - Ponto n 10 ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Comunidades naturais - Estrutura da vegetação Espécies mais freqüentes por estrato ESTRATO(S) ARBÓREO(S) o n 1 (alt. aprox.: 15 m ) : Citharexylum myrianthum, Pinus sp., Eucalyptus sp. e eventualmente

Araucaria angustifolia. o

n 2 (alt. aprox.: 10 m ): Syagrus romanzoffiana, Machaerium paraguariense, Cecropia glaziovii,

Cedrela fissilis, Mangifera indica, Cabralea canjerana, Machaerium stipitatum, Mrysine coriacea, Vernonanthura discolor, Ficus insipida e Schizolobium parahyba. o n 3 (alt. aprox.: 8 m ) Cordia sp., Picrasma crenata, Albizia edwallii, Machaerium nyctitans, Persea americana, Morus nigra, Magnolia champaca, Annona sp., Inga marginata, Guapira opposita, Cupania vernalis, Chrysophyllum inornatum, Nectandra oppositifolia e Nectandra membranacea. ESTRATO ARBUSTIVO (alt. aprox.: 3 m) : Piper arboreum, Piper umbellatum, Piper aduncum, Musa sp., Rubus sp., Urera

baccifera, Manihot esculenta, Carica papaya e Euphorbia cotinifolia. ESTRATO HERBÁCEO (alt. aprox.:1 m ) Plantago major, Calathea monophylla, Ipomoea batatas, poáceas, ciperáceas e

pteridófitas. TREPADEIRAS LENHOSAS: EPÍFITAS: bromeliáceas, orquidáceas, cactáceas, aráceas, pteridófitas e liquens. ESPÉCIES RUPESTRES: ESPÉCIES AQUÁTICAS: Conservação Presença de troncos queimados ( ) sim (X ) não 2 Extensão da Comunidade: 1 hectares 10.000 m Condições da Comunidade ( ) excelente ( ) boa () regular ( X) pobre Evidências de perturbação: Exploração madeireira seletiva e histórica, espécies exóticas. Principais ameaças: A pequena mancha florestal poderá virar plantio ou área residencial devido a sua forte degradação. Hábitat de entorno ( ) excelente ( ) bom ( ) alterado ( X) degradado Outros comentários (espécies importantes, processos ecológicos, características dos habitats) Abundância de espécies exóticas de de embaúba – Cecropia glaziovii. Fotógrafos: Fotos n:

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117/II

FORMULÁRIO 4 A- FAUNA - AMOSTRAGEM o

Sítio n 1 - Ponto nº. 01 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Nome do ponto: Extensão (m ): 10.000 Data:12/10/2010 Coordenadas: 660566 e 7085519 Pesquisadores: Celso Seger Grupo taxônomico: Aves Tempo de observação no sítio: 3:00h Observação Visual ( x ) Coleta ( ) método ______________ tempo de coleta:________________ Transecto: Extensão (m) _______ ( ) espécies raras / em perigo (x) espécies migratórias Valores biológicos ( ) espécies endêmicas (x) hábitats únicos ( ) espécies de valor econômico ( ) outros ou interesse extrativista _______________________

Nome vulgar

Nhambu-xoror�� Garça-brancapeq. Socozinho Mareca-ananaí Pato-do-mato Gavião-carijó Gavião-preto Choca-da-mata Surucuá-debarrigavermelha Arapaçu-verde Limpa-folhasde-testa-baia Beija-flor-depapo-branco Azulinho Saí-andorinha Martimpescadorgrande

Nome cientifico

Método

evidências (presença/re prod)

o

n de indivíd.

nº coleta

Ambiente

Crypturellus parvirostris Egreta thula

Auditivo

01

Capoeira

Visual

01

Aquático

Butorides striatus Amazonetta brasiliensis Cairina moschata Rupornis magnirostris Buteogallus urubutinga Thamnophilus caerulescens Trogon surucura

Visual Visual

01 05

Aquático Aquático

Visual Visual

02 01

Aquático Aquático

Visual

01

Capoeira

Visual

01

Floresta

Visual

02

Floresta

Sittasomus griseicapillus Phylidor rufus

Auditivo

01

Capoeira

Visual

01

Floresta

Leucochloris albicollis Passerina glaucocaerulea Tersina viridis Megaceryle torquatus

Visual

01

Floresta

Visual

01

Capoeira

Visual Visual

01 01

Capoeira Margem lago

do

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: Ponto bastante alterado com vegetação secundária em estágio médio predominante. Foi o único ponto de amostragem abrangendo ambiente aquático de sistema lêntico. Fotógrafos: Fotos n:

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FORMULÁRIO 4 A- FAUNA - AMOSTRAGEM o

Sítio n 1 - Ponto nº. 01 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Extensão (m ): 10.000 Coordenadas: 660566 e 7085519

Nome do ponto: Data: 12/10/2010 Pesquisadores: Celso Seger Grupo taxônomico: Aves Tempo de observação no sítio: 3:00h Observação Visual ( x ) Coleta ( ) método ____________ tempo de coleta:_______________ Transecto: Extensão (m) _______ ( ) espécies raras / em perigo Valores biológicos ( ) espécies endêmicas ( ) espécies de valor econômico ou interesse extrativista

Nome vulgar

Nome cientifico

Método

(x) espécies migratórias (x) hábitats únicos ( ) outros _______________________ o

evidências

n de

(presença/re

indivíd.

nº coleta

Ambiente

prod) Jaçanã

Jacana jacana

Visual

02

Aquático

Pica-pau-carijó

Veniliornis

Visual

01

Floresta

Franfo d´água

Gallinula chloropus Visual

05

Aquático

Baitaca

Pionus maximilianii Auditivo

02

Floresta

Garça-branca-

Egreta alba

Visual

02

Aquático

tesoura-cinzenta Muscipripa vetula

Visual

01

Floresta

Turdus rufiventris

Visual

01

Floresta

Coragyps atratus

Visual

01

Floresta

spilogaster

grande

Sabiálaranjeira Urubu-comum

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: Ponto bastante alterado com vegetação secundária em estágio médio predominante. Foi o único ponto de amostragem abrangendo ambiente aquático de sistema lêntico. Fotógrafos: Fotos n:

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FORMULÁRIO 4 A- FAUNA - AMOSTRAGEM o

Sítio n 1 - Ponto nº. 02 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Extensão (m ): 10.000 Coordenadas: 669351 e 7094879

Nome do ponto: Data: 13/10/2010 Pesquisadores: Celso Seger Grupo taxônomico: Aves Tempo de observação no sítio: 3:00h Observação Visual ( x ) Coleta ( ) método ______________ tempo de coleta:________________ Transecto: Extensão (m) _______ ( x) espécies raras / em perigo (x) espécies migratórias Valores biológicos ( x) espécies endêmicas () hábitats únicos ( ) espécies de valor econômico ( ) outros ou interesse extrativista _______________________ Nome vulgar

Nome cientifico

Percnohierax leucorrhous Basileuterus leucoblepharus Conopophaga lineata Leptasthenura Grimpeirinho setaria Cacicus Tecelão chrysopterus Pica-pau-branco Leuconerpes candidus Dryocopus lineatus Pica-pau-debanda-branca Stephanophorus Sanhaço-frade diadematus Haplospiza Cigarra-bambu unicolor Cyanocorax Gralha-=azul caeruleus Pionus maximilianii Baitaca Poospiza lateralis Quete Gavião-decauda-curta Pula-pulaassobiador Chupa-dente

Sabiá-dobanhado Sanhaço Saíra-viuva Caneleirinho

Embernagra platensis Thrauopis sayaca Pipraedea melanonota Pachyramphus castaneus

Método

o

evidências (presença/re prod)

n de indivíd.

Sítio de reprodução

01

Floresta

Auditivo

01

Floresta

Auditivo

01

Floresta

Visual

01

Floresta

Visual

01

Floresta

Visual

01

Floresta

Visual

01

Floresta

Visual

02

Floresta

Visual

03

Floresta

Visual

06

Floresta

Visual Visual

02 03

Visual

01

Visual Visual

02 01

Floresta Borda floresta Borda floresta Floresta Floresta

Visual

01

Floresta

Visual

nº coleta

Ambiente

da da

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: presença de Floresta com Araucária bastante alterada pela extração seletiva de madeira, restando apenas árvores isoladas da floresta primitiva. Predomínio de espécies de aves generalistas.

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120/II

Fotógrafos: Fotos n:

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Sítio n 1 - Ponto nº. 02 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Nome do ponto: Extensão (m ): 10.000 Data: 13/10/2010 Coordenadas: 669351 e 7094879 Pesquisadores: Celso Seger Grupo taxônomico: Aves Tempo de observação no sítio: 3:00h Observação Visual ( x ) Coleta ( ) método ______________ tempo de coleta:________________ Transecto: Extensão (m) _______ ( x) espécies raras / em perigo (x) espécies migratórias Valores biológicos ( x) espécies endêmicas ( ) hábitats únicos ( ) espécies de valor econômico ( ) outros ou interesse extrativista _______________________ Nome vulgar

Arapaçuescamoso siriri-desobrancelhas

Nome cientifico

Lepidocolaptes falcinellus Satrapa interophrys Turdus rufiventris

Método

Auditivo

Visual

evidências (presença/re prod)

o

n de indivíd.

nº coleta

Ambiente

01

Floresta

01

Borda floresta Floresta

01

de

sabiá-laranjeira

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: presença de Floresta com Araucária bastante alterada pela extração seletiva de madeira, restando apenas árvores isoladas da floresta primitiva. Predomínio de espécies de aves generalistas. Fotógrafos: Fotos n:

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121/II

FORMULÁRIO 4 A- FAUNA - AMOSTRAGEM o

Sítio n 2 - Ponto nº. 03 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Nome do ponto: Extensão (m ): 10.000 Data: 10/10/2010 Coordenadas: 669933 e 7087186 Pesquisadores: Celso Seger Grupo taxônomico: Aves Tempo de observação no sítio: 3:00h Observação Visual ( x ) Coleta ( ) método ______________ tempo de coleta:________________ Transecto: Extensão (m) _______ ( x) espécies raras / em perigo (x) espécies migratórias Valores biológicos ( x) espécies endêmicas ( ) hábitats únicos ( ) espécies de valor econômico ( ) outros ou interesse extrativista _______________________

Nome vulgar

Sabiá-preto Sabiá-coleira Corocoxó Araponga Surucuá-debarriga-amarela João-porca Gavião-tesoura Tié-de-topete

Nome cientifico

Método

evidências (presença/re prod)

o

n de indivíd.

nº coleta

Ambiente

Pletycichla flavipes Turdus albicollis Carpornis cuculatus Procnias nudicollis Trogon rufus

Auditivo Visual Auditivo

01 01 02

Floresta Floresta Floresta

Auditivo Visual

01 02

Floresta Floresta

Lochmias nematura Elanoides forficatus Trichothraupis melanops Trofom surucura

Visual

01

Floresta

Visual

03

Floresta

Visual

02

Floresta

Visual

01

Floresta

Visual

03

Floresta

Auditivo

01

Floresta

Auditivo

01

Floresta

01

Floresta

Auditivo

01

Floresta

Auditivo

01

Floresta

Visual

01

Floresta

Surucuá-debarrigavermelha Tucano-de-bico- Ramphastos dicolorus verde Schiffornis Flautim virescens Chiroxiphia Tangará caudata Dryocopus lineatus Pica-pau-debanda-branca Micrastur Gavião-relógio semitorquatus Automolus Barranqueiroleucophthalmus de-olho-branco Arapaçu-turdina Dendrocyncla turdina

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: recoberto por vegetação secundária avançada apresentando estrutura para a manutenção de grande diversidade de aves, predominando espécies generalistas. Fotógrafos: Fotos n:

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FORMULÁRIO 4 A- FAUNA - AMOSTRAGEM o

Sítio n 2 - Ponto nº.03 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Extensão (m ): 10.000 Coordenadas: 669933 e 7087186

Nome do ponto: Data: 10/10/2010 Pesquisadores: Celso Seger Grupo taxônomico: Aves Tempo de observação no sítio: 3:00h Observação Visual ( x ) Coleta ( ) método ______________ tempo de coleta:________________ Transecto: Extensão (m) _______ ( x) espécies raras / em perigo (x) espécies migratórias Valores biológicos ( x) espécies endêmicas ( ) hábitats únicos ( ) espécies de valor econômico ( ) outros ou interesse extrativista _______________________

Nome vulgar

Sabiá-cica Beija-flor-defronte-violeta Trepador-quiete Limpa-folhasde-corôa Arapaçu-grande

Nome cientifico

Método

evidências (presença/re prod)

o

n de indivíd.

nº coleta

Ambiente

Trichlaria malachitacea Tharuranea glaucopis Syndactyla rufosuperciliata Phylidor atricapillus

Visual

01

Floresta

Visual

01

Floresta

Visual

01

Floresta

Visual

01

Floresta

Dendrocolaptes platyrostris Turdus rufiventris

Visual

01

Floresta

Visual

01

Floresta

Sabiálaranjeira

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: recoberto por vegetação secundária avançada apresentando estrutura para a manutenção de grande diversidade de aves, predominando espécies generalistas. Fotógrafos: Fotos n:

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123/II

FORMULÁRIO 4 A- FAUNA - AMOSTRAGEM o

Sítio n 2 - Ponto nº. 04 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Extensão (m ): 10.000 Coordenadas: 668295 e 7086523

Nome do ponto: Data: 10/10/2010 Pesquisadores: Celso Seger Grupo taxônomico: Aves Tempo de observação no sítio: 3:00h Observação Visual ( x ) Coleta ( ) método ______________ tempo de coleta:________________ Transecto: Extensão (m) _______ ( ) espécies raras / em perigo (x) espécies migratórias Valores biológicos ( x) espécies endêmicas ( ) hábitats únicos ( ) espécies de valor econômico ( ) outros ou interesse extrativista _______________________ Nome vulgar

Nome cientifico

Sittasomus griseicapillus Pionus maximilianii Baitaca Vireo chivi Juruviara Tucano-de-bico- Ramphastos dicolorus verde Zonotrichia Tico-tico capensis Cyclarhys Pitiguari gujanensis Carapornis Corocoxó cuculatus Saltator similis Trinca-ferro Choca-de-boné- Thamnophilus ruficapillus vermelho Bem-te-vi-rajado Myiodynastes maculatus Basileuterus Pula-pula culivivorus Forpus Tuim xanthoiphtherygius Poecilotriccus Tororó plumbeiceps Synallaxis spixi João teneném Platyrynchus Patinho mystaceus Saíra-sete-cores Tangara seledon Nhambu-xororó Crypturellus parvirostris Lathrotricus euleri Enferujadinho Arapaçu-verde

Método

evidências (presença/re prod)

o

n de indivíd.

nº coleta

Ambiente

Visual

01

Floresta

Auditivo Auditivo Visual

02 01 05

Floresta Floresta Floresta

Visual

01

Capoeira

Auditivo

01

Capoeira

Auditivo

01

Floresta

Visual Auditivo

01 01

Floresta Capoeira

Visual

01

Floresta

Visual

01

Floresta

Visual

01

Floresta

Auditivo

01

Capoeira

Auditivo auditivo

01 01

Capoeirinha Floresta

Visual Auditivo

01 01

Floresta Floresta

Visual

01

Capoeira

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: bastante alterado, apresentando um misto de vegetação de capoeirinha, capoeira e vegetação secundária avançada. Apresenta grande diversidade de espécies de aves, em sua maioria, generalistas. Fotógrafos: Fotos n:

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FORMULÁRIO 4 A- FAUNA - AMOSTRAGEM o

Sítio n 2 - Ponto nº.04 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2

Nome do ponto:

Extensão (m ): 10.000

Data: 10/10/2010

Coordenadas: 668295 e 7086523

Pesquisadores: Celso Seger Grupo taxônomico: Aves Tempo de observação no sítio: 3:00h

Observação Visual ( x )

Coleta ( ) método ______________ tempo de coleta:________________ Transecto: Extensão (m) _______

Valores biológicos

Nome vulgar

caneleirinho-decorôa-preta

( ) espécies raras / em perigo

(x) espécies migratórias

( x) espécies endêmicas

( ) hábitats únicos

( ) espécies de valor econômico

( ) outros

ou interesse extrativista

_______________________

Nome cientifico

Pachyramphus validus

Método

Visual

evidências (presença/re prod)

o

n de indivíd. 01

nº coleta

Ambiente

Floresta

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: bastante alterado, apresentando um misto de vegetação de capoeirinha, capoeira e vegetação secundária avançada. Apresenta grande diversidade de espécies de aves, em sua maioria, generalistas. Fotógrafos: Fotos n:

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

ecossistema consultoria ambiental


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125/II

FORMULÁRIO 4 A- FAUNA - AMOSTRAGEM o

Sítio n 2 - Ponto nº.05 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Nome do ponto: Extensão (m ): 10.000 Data: 14/10/2010 Coordenadas: 672815 e 7082695 Pesquisadores: Celso Seger Grupo taxônomico: Aves Tempo de observação no sítio: 3:00h Observação Visual ( x ) Coleta ( ) método ______________ tempo de coleta:________________ Transecto: Extensão (m) _______ ( ) espécies raras / em perigo (x) espécies migratórias Valores biológicos ( x) espécies endêmicas ( ) hábitats únicos ( ) espécies de valor econômico ( ) outros ou interesse extrativista _______________________ Nome vulgar

Surucuá-depeito-amarelo Pica-pau-rei Pica-paubenedito Nhambu-xintã Urubu-decabeçavermelha Gavião-peneira Pinhé Jacuguaçu Pomba-galega Rolinha Peqirito-verde Alma-de-gato Mãe-da-lua Andorinhão-decolar Rabo-brancode-sobreamarelo Papa-taoca Abre-asa-decabeça-cinza

Nome cientifico

Método

evidências (presença/re prod)

o

n de indivíd.

nº coleta

Ambiente

Trogon viridis

Visual

02

Floresta

Campephilus robustus Melanerpes flavifrons Crypturellus tataupa Cathartes aura

Visual

01

Floresta

Visual

04

Campo

Auditivo

01

Floresta

Visual

02

Campo

Elanus leucurus Milvago chimachima Penélope obscura Patagioenas cayenensis Columbina talpacoti Brotogeris titica Piaya cayana Nyctibius griseus Streptoprocne zonaris Phaetornis pretrei

Visual Visual

01 02

Campo Campo

Visual Visual

04 01

Floresta Campo

Visual

02

Campo

Visual Visual Auditivo Visual

07 01 01 10

Floresta Floresta Floresta Campo

Visual

01

Floresta

Pyriglena leucoptera Myonectes rufiventris

Visual

02

Floresta

Visual

01

Floresta

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: Mosaico de floresta alterada, plantio de banana e pastagem. Condiciona a presença de espécies tipicamente florestais, além de generalistas e sinantrópicas. Fotógrafos: Fotos n:

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126/II

FORMULÁRIO 4 A- FAUNA - AMOSTRAGEM o

Sítio n 2 - Ponto nº. 05 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Nome do ponto: Extensão (m ): 10.000 Data: 14/10/2010 Coordenadas: 672815 e 7082695 Pesquisadores: Celso Seger Grupo taxônomico: Aves Tempo de observação no sítio: 3:00h Observação Visual ( x ) Coleta ( ) método ______________ tempo de coleta:________________ Transecto: Extensão (m) _______ ( ) espécies raras / em perigo (x) espécies migratórias Valores biológicos ( x) espécies endêmicas ( ) hábitats únicos ( ) espécies de valor econômico ( ) outros ou interesse extrativista _______________________

Nome vulgar

Lavadeira Andorinhadomestica Guaxe

Nome cientifico

Xolmis dominicana Progne chalybea

Método

evidências (presença/re prod)

o

n de indivíd.

nº coleta

Ambiente

Visual Visual

01 03

Campo Campo

Cacicus Visual haemorrhous Gavião-de-rabo- Buteo albicaudatus Visual branco Turdus rufiventris Visual

05

Floresta

01

Campo

01

Floresta

Sabiálaranjeira

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: Mosaico de floresta alterada, plantio de banana e pastagem. Condiciona a presença de espécies tipicamente florestais, além de generalistas e sinantrópicas.

Fotógrafos: Fotos n:

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127/II

FORMULÁRIO 4 A- FAUNA - AMOSTRAGEM o

Sítio n 1 - Ponto nº. 06 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Nome do ponto: Extensão (m ): 10.000 Data: 11/10/2010 Coordenadas: 673875 e 7092800 Pesquisadores: Celso Seger Grupo taxônomico: Aves Tempo de observação no sítio: 3:00h Observação Visual ( x ) Coleta ( ) método ______________ tempo de coleta:________________ Transecto: Extensão (m) _______ ( ) espécies raras / em perigo (x) espécies migratórias Valores biológicos ( x) espécies endêmicas (x) hábitats únicos ( ) espécies de valor econômico ( ) outros ou interesse extrativista _______________________

Nome vulgar

Tiriva Pica-pau-carijó João-teneném Pula-pulaassobiador Surucuá-debarrigavermelha Beija-flor-depapo-branco Gavião-carijó

Nome cientifico

Pyrrhura frontalis Veniornis spilogaster Synallaxis spixi Basileuterus leucoblepharus Trogon surucura

Leucochloris albicollis Rupornis magnirostris Crypturellus Nhambu obsoletum Colaptes Pica-pau-docampestris campo Tucano-de-bico- Ramphastos dicolorus verde Aramides saracura Saracura Carpornis Corocoxó cuculatus Cyclarhys Pitiguari gujanensis Pica-pau-anão- Picumnus temmincki barrado Tyranus savana Tesourinha Garça-vaqueira Bubulcus ibis Syrigma sibilatrix Maria-faceira Carcará plancus Carcará Falco sparverius Quiri-quiri

Método

evidências (presença/re prod)

o

n de indivíd.

nº coleta

Ambiente

Visual Visual

05 01

Floresta Floresta

Visual Auditivo

01 01

Campo Floresta

Visual

01

Floresta

Visual

01

Floresta

Visual

01

Campo

Auditivo

01

Floresta

Visual

04

Campo

Visual

06

Floresta

Auditivo Auditivo

01 01

Floresta Floresta

Auditivo

01

Floresta

Visual

01

Floresta

Visual Visual Visual Visual Visual

02 01 01 02 01

Campo Campo Campo Campo Campo

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: ecótono entre floresta e estepes (ambas alteradas), com ocorrência de espécies florestais e típicasd e áreas abertas naturais. Fotógrafos: Fotos n:

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

ecossistema consultoria ambiental


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Encartes 2

128/II

FORMULÁRIO 4 A- FAUNA - AMOSTRAGEM o

Sítio n 1 - Ponto nº.06 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Nome do ponto: Extensão (m ): 10.000 Data: 11/10/2010 Coordenadas: 673875 e 7092800 Pesquisadores: Celso Seger Grupo taxônomico: Aves Tempo de observação no sítio: 3:00h Observação Visual ( x ) Coleta ( ) método ______________ tempo de coleta:________________ Transecto: Extensão (m) _______ ( ) espécies raras / em perigo (x) espécies migratórias Valores biológicos ( x) espécies endêmicas ( ) hábitats únicos ( ) espécies de valor econômico ( ) outros ou interesse extrativista _______________________

Nome vulgar

Quero-quero Asa-branca Fogo-apagou Juriti-gemedeira Papa-lagarta Anu-preto Corujaburraqueira João-bobo Matracão João-de-barro Pichororé Maria-preta Siriri-cavaleiro Maria-branca

Nome cientifico

Método

evidências (presença/re prod)

o

n de indivíd.

nº coleta

Ambiente

Vanelus chilensis Patagioenas picazurro Columbina squamata Leptotyla verreuxi Coccyzus melacorhyphus Crotophaga ani Athene cunicularia

Visual Visual

03 02

Campo Campo

Auditivo

01

Campo

Auditivo Visual

01 02

Floresta Campo

Visual Visual

05 01

Campo Campo

Nystalus chacuru Mackenziaena severa Furnarius rufus Synallaxis ruficapilla Knipolegus cyanirostris Machetornis rixosus Xolmis cinerea

Visual Visual

01 01

Campo Floresta

Visual Visual

01 01

Campo Capoeirinha

Visual

01

Campo

Visual

01

Campo

Visual

01

Campo

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: ecótono entre floresta e estepes (ambas alteradas), com ocorrência de espécies florestais e típicasd e áreas abertas naturais. Fotógrafos: Fotos n:

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Sítio n 2 - Ponto nº.07 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Nome do ponto: Extensão (m ): 10.000 Data: 12/10/2010 Coordenadas: 664538 e 7088586 Pesquisadores: Celso Seger Grupo taxônomico: Aves Tempo de observação no sítio: 3:00h Observação Visual ( x ) Coleta ( ) método ______________ tempo de coleta:________________ Transecto: Extensão (m) _______ ( ) espécies raras / em perigo (x) espécies migratórias Valores biológicos ( x) espécies endêmicas ( ) hábitats únicos ( ) espécies de valor econômico ( ) outros ou interesse extrativista _______________________ Nome vulgar

Nome cientifico

Procnias nudicolis Vireo chivi Tachyphonus coronatus Lochmias João-porca nematura Trichothraupis Tié-de-topete melanops Platycichla flavipes Sabiá-preto Basileuterus Pula-pulaleucoblepharus assobiador Borboletinha-da- Phulloscartes ventralis mata Carpornis Corocoxó cuculatus Ictinia plumbea Gavião-sovi Penélope Jacupemba superciliaris Hemithraupis Cabeçaruficapilla enferrujada Habia rubica Tié-do-mato grosso Sanahço-papa- Thraupis bonariensis laranja Tangara peruviana Saíra sapucaia Tangara cayana Sanhaço-carasuja Tangara Saíra militar cyanocephala Bico-virado-do- Heliobletus contaminatus sul Araponga Juruviara Ti-e-preto

Método

evidências (presença/re prod)

o

n de indivíd.

nº coleta

Ambiente

Auditivo Auditivo Visual

01 01 01

Floresta Floresta Floresta

Visual

01

Floresta

Visual

01

Floresta

Visual Auditivo

01 01

Floresta Floresta

Visual

01

Floresta

Auditivo

01

Floresta

Visual Visual

01 03

Floresta Floresta

Visual

01

Floresta

Visual

01

Floresta

Visual

02

Floresta

Visual Visual

01 01

Floresta Floresta

Visual

01

Floresta

Visual

01

Floresta

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: presença de floresta secundária avançada e indivíduos arbóreos da vegetação primária, rodeada por plantios de pinus. Em face á estrutura da vegetação nativa, há suporte para a manutenção de grande diversidade de espécies de aves. Fotógrafos: Fotos n:

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Sítio n 2 - Ponto nº.07 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Nome do ponto: Extensão (m ): 10.000 Data: 12/10/2010 Coordenadas: 664538 e 7088586 Pesquisadores: Celso Seger Grupo taxônomico: Aves Tempo de observação no sítio: 3:00h Observação Visual ( x ) Coleta ( ) método ______________ tempo de coleta:________________ Transecto: Extensão (m) _______ ( ) espécies raras / em perigo (x) espécies migratórias Valores biológicos ( x) espécies endêmicas ( ) hábitats únicos ( ) espécies de valor econômico ( ) outros ou interesse extrativista _______________________

Nome vulgar

Arapaçu-verde Andorinhão-dotemporal

Nome cientifico

Método

evidências (presença/re prod)

o

n de indivíd.

nº coleta

Ambiente

Sittasomus griseicapilus Chaetura andrei

Visual

01

Floresta

Visual

04

Floresta

Turdus rufiventris

Visual

01

Floresta

Sabiálaranjeira

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: presença de floresta secundária avançada e indivíduos arbóreos da vegetação primária, rodeada por plantios de pinus. Em face á estrutura da vegetação nativa, há suporte para a manutenção de grande diversidade de espécies de aves. Fotógrafos: Fotos n:

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FORMULÁRIO 4 A- FAUNA - AMOSTRAGEM o

Sítio n 1 - Ponto nº.08 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Nome do ponto: Extensão (m ): 10.000 Data: 11/10/2010 Coordenadas: 677731 e 7091158 Pesquisadores: Celso Seger Grupo taxônomico: Aves Tempo de observação no sítio: 3:00h Observação Visual ( x ) Coleta ( ) método ______________ tempo de coleta:________________ Transecto: Extensão (m) _______ ( ) espécies raras / em perigo (x) espécies migratórias Valores biológicos ( x) espécies endêmicas ( ) hábitats únicos ( ) espécies de valor econômico ( ) outros ou interesse extrativista _______________________ Nome vulgar

Sabiá-laranjeira Sabiá-poca Gralha-picaça Andorinhaserradora Cabecinhacastanha Sebinho Pia-cobra

Nome cientifico

Turdus rufiventris Turdus amaurochalinus Cyanocorax caeruleus Progne tapera

Pyrrhocoma ruficeps Coereba flaveola Geothlypis aequinoctialis Tyranus Siriri melancholicus Theristicus Curucaca caudatus Coragyps atratus Urubu-comum Chopim-do-brejo Pseudoleistes guirrahuro Trinca-ferro-de- Saltator maxilosus bico-grosso Coryphospingus Tico-tico-rei cuculatus Thraupis palmarum Sanhaço-daspalmeiras Cyanocorax Gralha-azul caeruleus Caneleiro-preto Pachyramphus polychopterus Guira guira Anu-branco Tapera naevia Saci

Método

evidências (presença/re prod)

o

n de indivíd.

nº coleta

Ambiente

Visual Visual

01 01

Capoeira Capoeira

Visual

02

Floresta

Visual

02

Campo

Visual

01

Floresta

Visual Visual

01 01

Capoeira Capoeira

Visual

O1

Capoeira

Auditivo

01

Campo

Visual Visual

02 06

Campo Campo

Visual

01

Floresta

Visual

01

Capoeira

Visual

01

Capoeira

Visual

03

Floresta

Visual

01

Floresta

Visual Auditivo

08 01

Capoeira Capoeira

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: mosaico de floresta alterada por exploração seletiva, capoeiras, campos e banhados.. Devido ao estado de alteração, a avifauna predominante é de espécies generalistas e sinantrópicas. Fotógrafos: Fotos n:

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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132/II

FORMULÁRIO 4 A- FAUNA - AMOSTRAGEM o

Sítio n 1 - Ponto nº.08 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Nome do ponto: Extensão (m ): 10.000 Data: 11/10/2010 Coordenadas: 677731 e 7091158 Pesquisadores: Celso Seger Grupo taxônomico: Aves Tempo de observação no sítio: 3:00h Observação Visual ( x ) Coleta ( ) método ______________ tempo de coleta:________________ Transecto: Extensão (m) _______ ( ) espécies raras / em perigo (x) espécies migratórias Valores biológicos ( x) espécies endêmicas ( ) hábitats únicos ( ) espécies de valor econômico ( ) outros ou interesse extrativista _______________________ Nome vulgar

Andorinha-docampo Besourinho-debico-vermelho Beija-flor-detopete Pica-pau-verdebarrado Borralhadapreta Pi-puí Alegrinho

Nome cientifico

Método

evidências (presença/re prod)

o

n de indivíd.

nº coleta

Ambiente

Pheoprogne tapera Visual

05

Campo

Chlorostilbom lucidus Stephanoxis lalandi Colaptes melanochlorus Mackenziaena leachii Synalaxis cinerascens Serpophaga subcristata

Visual

01

Capoeira

Visual

01

Capoeira

Visual

01

Floresta

Auditivo

01

Floresta

Auditivo

01

Capoeira

Visual

01

Capoeira

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: mosaico de floresta alterada por exploração seletiva, capoeiras, campos e banhados.. Devido ao estado de alteração, a avifauna predominante é de espécies generalistas e sinantrópicas. Fotógrafos: Fotos n:

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133/II

FORMULÁRIO 4 A- FAUNA - AMOSTRAGEM o

Sítio n 2 - Ponto nº.09 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Nome do ponto: Extensão (m ): 10.000 Data: 14/10/2010 Coordenadas: 675935 e 7082461 Pesquisadores: Celso Seger Grupo taxônomico: Aves Tempo de observação no sítio: 3:00h Observação Visual ( x ) Coleta ( ) método ______________ tempo de coleta:________________ Transecto: Extensão (m) _______ ( x) espécies raras / em perigo (x) espécies migratórias Valores biológicos ( x) espécies endêmicas ( ) hábitats únicos ( ) espécies de valor econômico ( ) outros ou interesse extrativista _______________________ Nome vulgar

Nome cientifico

Método

evidências (presença/re prod)

o

n de indivíd.

nº coleta

Ambiente

Chaetura cinereiventris Phaetornis eurynome

01

Floresta

01

Floresta

Herpylochmus rufimarginatus Chamaeza campanisona Sclerurus scansor

01

Floresta

01

Floresta

01

Floresta

Xiphocolaptes albicollis Leptopogon amaurocephalus Atilla phoenicurus

01

Floresta

01

Floresta

01

Floresta

Myiarchus swainsonii Bem-te-vi-ladrão Legatus leucophaius Pachyranphus Caneleiro rufus cinzento Euphonia violacea Gaturamoverdadeiro Euphonia Fim-fim chlorotica Pionopsitta pileata Cuiu-cuiu Hylophilus Verdinhopoicilotis coroado

01

Floresta

01

Floresta

01

Floresta

01

Floresta

01

Floresta

02 01

Floresta Floresta

Andorinhão-debarriga-cinzenta Rabo-brancode-cabeçarajada Chorozinho-deasa-ruiva Tovacacampainha Vira-folhavermelho Arapaçu-degarganta-branca Cabeçudo Capitãocastanho Irrê

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: embora já alterado, é o ponto de amostragem em melhor estado de conservação, apresentando floresta avançada com denso epifitismo o que condiciona a manutenção de alta diversidade de espécies de aves, incluindo especialistas de florestas primárias. Fotógrafos: Fotos n:

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FORMULÁRIO 4 A- FAUNA - AMOSTRAGEM o

Sítio n 2 - Ponto nº.09 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Nome do ponto: Extensão (m ): 10.000 Data: 14/10/2010 Coordenadas: 675935 e 7082461 Pesquisadores: Celso Seger Grupo taxônomico: Aves Tempo de observação no sítio: 3:00h Observação Visual ( x ) Coleta ( ) método ______________ tempo de coleta:________________ Transecto: Extensão (m) _______ ( x) espécies raras / em perigo (x) espécies migratórias Valores biológicos ( x) espécies endêmicas ( ) hábitats únicos ( ) espécies de valor econômico ( ) outros ou interesse extrativista _______________________ Nome vulgar

Nome cientifico

Turdus rufiventris

Método

evidências (presença/re prod)

o

n de indivíd.

nº coleta

Ambiente

Visual

01

Floresta

Visual

01 01

Floresta Floresta

Visual

01

Floresta

Trogon rufus

Visual

01

Floresta

Baryphthengus ruficalpillus

Visual

01

Floresta

Platyrinchus mystaceus Atilla phoenicurus

Visual

01

Floresta

Visual

01

Floresta

Tytira cayana

Visual

01

Floresta

Visual

01

Floresta

Tangara seledon

Visual

01

Floresta

Saltator similis

Visual

01

Floresta

Cacicus haemorrhous Euphonia chlorotica

Visual

01

Floresta

Visual

01

Floresta

Sabiá-laranjeira Tytira cayana Anambezinho caburé-ferrugem Gaucidium brasilianum rabo-branco-de- Phaethornis pretrei sobre-amarelo Surucuá-debarriga-amarela Juruva Patinho Capitãocastanha Anambezinhode-bochechavermelha Tié-preto

Tachyphonus coronatus Saíra-sete-cores Trinca-ferroverdadeiro Guaxe Fim-fim

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: embora já alterado, é o ponto de amostragem em melhor estado de conservação, apresentando floresta avançada com denso epifitismo o que condiciona a manutenção de alta diversidade de espécies de aves, incluindo especialistas de florestas primárias. Fotógrafos: Fotos n:

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Encartes 2

135/II

FORMULÁRIO 4 A- FAUNA - AMOSTRAGEM o

Sítio n 3 - Ponto nº.10 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Nome do ponto: Extensão (m ): 10.000 Data: 14/10/2010 Coordenadas: 671253 e 7081598 Pesquisadores: Celso Seger Grupo taxônomico: Aves Tempo de observação no sítio: 3:00h Observação Visual ( x ) Coleta ( ) método ______________ tempo de coleta:________________ Transecto: Extensão (m) _______ ( ) espécies raras / em perigo (x) espécies migratórias Valores biológicos ( ) espécies endêmicas ( ) hábitats únicos ( ) espécies de valor econômico ( ) outros ou interesse extrativista _______________________ Nome vulgar

Pintassilgo Saíra-guaçu Vira-bosta Bem-te-vi Bentevizinho Papa-moscascinzento Risadinha Guaracava-debico-pequeno João-pobre Viuvinha Papa-moscasassobiador Peitica Neinei Andorinha-detesta-branca Andorinha-decasa Curruira Mariquita

Nome cientifico

Carduelis magellanica Euphonia chalybea Molothrus bonariensis Pitangus sulphuratus Myiozetetes similis Contopus cinereus

Método

evidências (presença/re prod)

o

n de indivíd.

nº coleta

Ambiente

Visual

01

Aberto/cultivo

Visual Visual

01 01

Capoeira Aberto/cultivo

Visual

01

Capoeira

Visual Visual

01 01

Capoeira Capoeira

Camptostoma Auditivo obsoletum Elaenia parvirostris Visual

01

Capoeira

01

Capoeira

Serpophaga nigricans Colônia colonus Siristes sibilator

Visual

01

Margens de rio

Visual Visual

01 01

Capoeira Capoeira

Empidonomus varius Megarhynchus pitangua Tachycineta leucorrhoa Pygochelydon cyanoleuca Troglodytes musculus Parula Pitiayumi

Visual

01

Capoeira

Visual

01

Capoeira

Visual

05

Margens de rio

Visual

08

Margens de rio

Visual

01

capoeira

Visual

01

Capoeira

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: área muito alterada às margens do Rio Natal em face à intensa ação antrópica na mesma. Devido ao estado de alteração predominam espécies sinatrópicas, além de espécies que habitam margens de rios. Fotógrafos: Fotos n:

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Encartes 2

136/II

FORMULÁRIO 4 A- FAUNA - AMOSTRAGEM o

Sítio n 3 - Ponto nº.10 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Nome do ponto: Extensão (m ): 10.000 Data: 14/10/2010 Coordenadas: 671253 e 7081598 Pesquisadores: Celso Seger Grupo taxônomico: Aves Tempo de observação no sítio: 3:00h Observação Visual ( x ) Coleta ( ) método ______________ tempo de coleta:________________ Transecto: Extensão (m) _______ ( ) espécies raras / em perigo (x) espécies migratórias Valores biológicos ( ) espécies endêmicas ( ) hábitats únicos ( ) espécies de valor econômico ( ) outros ou interesse extrativista _______________________ Nome vulgar

Nome cientifico

Sicalis flaveola Volatinia jacarina Dacnis cayana Sporophila caerulescens Sabiá-do-campo Mimus saturninus Capsiensis flaveola Marianinhaamarela Saltator similis Trinca-ferro Bem-te-vi-rajado Myiodynastes maculatus Turdus Sabiá-poca amaurochalinus Pyriglena Papa-taoca leucoptera Chloroceryle Martimamericana pescadorpequeno Piaya cayana Alma-de-gato Sabiá-laranjeira Turdus rufiventris Certhiaxis currutié-docinamomea banhado Canário-da-terra Tiziu Saí-azul Coleirinho

Método

evidências (presença/re prod)

o

n de indivíd.

nº coleta

Ambiente

Visual Visual Visual Visual

03 04 01 03

Aberto/cultivo Aberto/cultivo

Visual Visual

01 01

Capoeira Capoeira

Visual Visual

01 01

Capoeira Capoeira

Visual

01

Aberto/cultivo

Visual

01

Capoeira

Visual

01

Margens de rio

Visual Visual

01 01

Capoeira Aberto/cultivo Margens de rio

Aberto/cultivo

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: área muito alterada às margens do Rio Natal em face à intensa ação antrópica na mesma. Devido ao estado de alteração predominam espécies sinatrópicas, além de espécies que habitam margens de rios. Fotógrafos: Fotos n:

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137/II

PM da APA Municipal Rio Vermelho/Humbold - São Bento do Sul-SC

Encartes 2

FORMULÁRIO 4 A- FAUNA- MASTOFAUNA - AMOSTRAGEM o

Sítio n 01 - Ponto nº. 06 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Extensão (m ):

Nome do ponto: 06 Data:11/10/10

Coordenadas:673875/7092800

Pesquisadores: Estevão J. Comitti Grupo taxônomico: Mamíferos Tempo de observação no sítio: 2:30h Observação Visual ( X) Coleta ( ) método Todos os registros tempo de coleta:_2:30h_______________ Transecto: Extensão (m) _______ (X ) espécies raras / em perigo ( ) espécies migratórias Valores biológicos ( ) espécies endêmicas ( ) hábitats únicos (X ) espécies de valor econômico ( ) outros ou interesse extrativista _______________________ Nome vulgar

Nome cientifico

Quati

Lontra longicaudis Nasua nasua

Tatu

Dasypus sp.

Lontra

Rato-da-taquara Kannabaetomys amblyonyx Dasypus sp. Tatu Lontra Tatu Rato Puma

Método

o

evidências n de (presença/re indivíd. prod) Marca de ? cheiro Marcas em 1 árvores Toca 1

nº coleta

Ambiente

Riacho Mata Área aberta

Cheiro em ? taquaral Fuçadas 1

Taquaral

Lontra longicaudis Dasypus sp.

Marca de ? cheiro Fuçadas 1

Riacho

Sooretamys russatus Puma concolor

Visual

1

Mata

Fezes

2

Campos

Mata

Mata

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: àrea alterada de campos, mata nebular, com grande área de taquaral e pequeno rio. Extração de caulim.

Fotógrafos: Fotos n:

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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138/II

PM da APA Municipal Rio Vermelho/Humbold - São Bento do Sul-SC

Encartes 2

FORMULÁRIO 4 A- FAUNA - AMOSTRAGEM o

Sítio n 01 - Ponto nº. 08 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Municipal do Rio Vermelho/ Humbold LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Extensão (m ):

Nome do ponto: 08 Data:11/10/10

Coordenadas:677731/7091158

Pesquisadores: Estevão J. Comitti Grupo taxônomico: Mamíferos Tempo de observação no sítio: 2: 30h Observação Visual ( X) Coleta ( ) método _Todos os registros_____________ tempo de coleta:2: 30h Transecto: Extensão (m) _______ (X ) espécies raras / em perigo ( ) espécies migratórias Valores biológicos ( ) espécies endêmicas ( ) hábitats únicos (X ) espécies de valor econômico ( ) outros ou interesse extrativista _______________________ Nome vulgar

Nome cientifico

Cuíca-dequatro-olhos Tatu

Phylander frenatus Dasypus sp.

Furão

Método

o

evidências n de (presença/re indivíd. prod) Pegada ?

nº coleta

Ambiente

Riacho

Pegadas

1

Área aberta

Galictis cuja.

Pegada

1

Estrada

Gato-do-mato.

Leopardus sp.

Pegada

1

Estrada

Lontra

Lontra longicudis

Riacho

Graxaim

Cerdocyon thous

Marca de ? cheiro Pegadas 1

Paca

Cuniculus paca

Pegadas

1

Estrada

Tatu

Dasypus sp.

Fuçadas

1

Área aberta

Jaguatirica

Pegadas

1

Estrada

Preá

Leopardus pardalis Cavia sp.

Fezes

?

Campos

Furão

Galictis cuja

Avistamento 1

Estrada

Mão-pelada

Procyon cancrivorus

Pegadas

Estrada

2

Estrada

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: àrea já alterada por extração de caulim. Campos, brejos, pequeno riacho e encostas bem preservadas.

Fotógrafos: Fotos n:

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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139/II

PM da APA Municipal Rio Vermelho/Humbold - São Bento do Sul-SC

Encartes 2

FORMULÁRIO 4 A- FAUNA - AMOSTRAGEM o

Sítio n 02 - Ponto nº. 07 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Rio Vermelho LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Extensão (m ):

Nome do ponto: 07 Data:12/10/10

Coordenadas:664538/7088586

Pesquisadores: Estevão J. Comitti Grupo taxônomico: Mamíferos Tempo de observação no sítio: 2: 30h

Observação Visual ( X)

Coleta ( ) método _Todos os registros_____________ tempo de coleta:2: 30h Transecto: Extensão (m) _______ Valores biológicos

Nome vulgar

( ) espécies raras / em perigo

( ) espécies migratórias

( ) espécies endêmicas

( ) hábitats únicos

(X ) espécies de valor econômico

( ) outros

ou interesse extrativista

_______________________

Nome cientifico

Método

o

evidências

n de

(presença/re

indivíd.

nº coleta

Ambiente

prod) Lontra

Tatu

Lontra

Marca

longicaudis

cheiro

Dasypus sp.

Toca

de ?

1

Rio

Mata

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: Mata da encosta bem preservada, com rio de cerca de 5 m de largura. Estrada próxima.

Fotógrafos: Fotos n:

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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140/II

PM da APA Municipal Rio Vermelho/Humbold - São Bento do Sul-SC

Encartes 2

FORMULÁRIO 4 A- FAUNA - AMOSTRAGEM o

Sítio n 01 - Ponto nº. 01 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Rio Vermelho LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Extensão (m ):

Nome do ponto: 01 Data:12/10/10

Coordenadas:660566/7085519

Pesquisadores: Estevão J. Comitti Grupo taxônomico: Mamíferos Tempo de observação no sítio: 2: 30h

Observação Visual ( X)

Coleta ( ) método _Todos os registros_____________ tempo de coleta:2 :30h Transecto: Extensão (m) _______ Valores biológicos

Nome vulgar

( ) espécies raras / em perigo

( ) espécies migratórias

( ) espécies endêmicas

( ) hábitats únicos

(X ) espécies de valor econômico

( ) outros

ou interesse extrativista

_______________________

Nome cientifico

Método

o

evidências

n de

(presença/re

indivíd.

nº coleta

Ambiente

prod) Graxaim

Cerdocyon thous

Pegadas

1

Área

aberta,

pinus Capivara

Hidrochoerus

Pegadas

2

Beira de lago

Pegadas

?

Beira de lago

Pegadas

2

Beira de lago

Fuçadas

1

Mata

hidrochaeris Cuíca-de-

Phylander

quatro-olhos

frenatus

Capivara

Hidrochoerus hidrochaeris

Tatu

Dasypus sp.

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: área alterada de plantio de pinus, lago artificial, mata bem alterada e nova.

Fotógrafos: Fotos n:

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

ecossistema consultoria ambiental


PM da APA Munucipal Rio Vermelho/Humbold - São Bento do Sul-SC

Encarte 2

FORMULÁRIO 4 A- FAUNA - AMOSTRAGEM ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Rio Vermelho LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Extensão (m ):

Nome do ponto: 02 Data:13/10/10

Coordenadas:669351/7094879

Pesquisadores: Estevão J. Comitti Grupo taxônomico: Mamíferos Tempo de observação no sítio: 2: 30h

Observação Visual ( X)

Coleta ( ) método _Todos os registros_____________ tempo de coleta:2: 30h Transecto: Extensão (m) _______ Valores biológicos

( ) espécies raras / em perigo

( ) espécies migratórias

( ) espécies endêmicas

( ) hábitats únicos

( X) espécies de valor econômico

( ) outros

ou interesse extrativista Nome vulgar

Nome cientifico

Método

_______________________ o

evidências

n de

(presença/re

indivíd.

nº coleta

Ambiente

prod) Tatu

Dasypus sp.

Fuçadas

1

Pasto

Graxaim

Cerdocyon thous

Pegadas

1

Estrada

o

Sítio n 01 - Ponto nº. 02

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: área alterada para pastagem e pequenas plantações. Pequeno riacho.

Fotógrafos: Fotos n:

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

ecossistema consultoria ambiental

141/II


PM da APA Munucipal Rio Vermelho/Humbold - São Bento do Sul-SC

Encarte 2

FORMULÁRIO 4 A- FAUNA - AMOSTRAGEM o

Sítio n 03 - Ponto nº. 10 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Rio Vermelho LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Extensão (m ):

Nome do ponto: 10 Data:13/10/10

Coordenadas:671253/7081598

Pesquisadores: Estevão J. Comitti Grupo taxônomico: Mamíferos Tempo de observação no sítio:2: 30h

Observação Visual ( X)

Coleta ( ) método _Todos os registros_____________ tempo de coleta:2: 30h Transecto: Extensão (m) _______ Valores biológicos

Nome vulgar

(X ) espécies raras / em perigo

( ) espécies migratórias

( ) espécies endêmicas

( ) hábitats únicos

(X ) espécies de valor econômico

( ) outros

ou interesse extrativista

_______________________

Nome cientifico

Método

o

evidências

n de

(presença/re

indivíd.

nº coleta

Ambiente

prod) Lontra

Lontra

Marca

longicaudis

cheiro,

de ?

Rio

pegadas, fezes Graxaim

Cerdocyon thous

Pegadas

1

Mata

Cervo

Mazama sp.

Pegadas

1

Estrada

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: Grande rio, com estrada margeando. Habitações próximas, bordas alteradas.

Fotógrafos: Fotos n:

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

ecossistema consultoria ambiental

142/II


PM da APA Munucipal Rio Vermelho/Humbold - São Bento do Sul-SC

Encarte 2

143/II

FORMULÁRIO 4 A- FAUNA - AMOSTRAGEM o

Sítio n 02 - Ponto nº. 09 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Rio Vermelho LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Extensão (m ):

Nome do ponto: 09 Data:14/10/10

Coordenadas: 675935/7081598

Pesquisadores: Estevão J. Comitti Grupo taxônomico: Mamíferos Tempo de observação no sítio: 2: 30h

Observação Visual ( X)

Coleta ( ) método __Todos os registros____________ tempo de coleta:2: 30h Transecto: Extensão (m) _______ Valores biológicos

Nome vulgar

( ) espécies raras / em perigo

( ) espécies migratórias

( ) espécies endêmicas

( ) hábitats únicos

( ) espécies de valor econômico

( ) outros

ou interesse extrativista

_______________________

Nome cientifico

Método

o

evidências

n de

(presença/re

indivíd.

nº coleta

Ambiente

prod) Furão

Galictis cuja

Pegadas

Esquilo

Guerlinguetus

Visualização 1

1

aestuans Eira barbara

Irara

Pegadas

1

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: área bem conservadas, com vários rios e mata ciliar bem preservada, poucos registros por causa do solo pedregoso.

Fotógrafos: Fotos n:

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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PM da APA Munucipal Rio Vermelho/Humbold - São Bento do Sul-SC

Encarte 2

FORMULÁRIO 4 A- FAUNA - AMOSTRAGEM o

Sítio n 03 - Ponto nº. 05 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Rio Vermelho LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Extensão (m ):

Nome do ponto: 05 Data:14/10/10

Coordenadas:672815/7082695

Pesquisadores: Estevão J. Comitti Grupo taxônomico: Mamíferos Tempo de observação no sítio: 2: 30h

Observação Visual ( X)

Coleta ( ) método _Todos os registros_____________ tempo de coleta:2: 30h Transecto: Extensão (m) _______ Valores biológicos

Nome vulgar

( ) espécies raras / em perigo

( ) espécies migratórias

( ) espécies endêmicas

( ) hábitats únicos

( X) espécies de valor econômico

( ) outros

ou interesse extrativista

_______________________

Nome cientifico

Método

o

evidências

n de

(presença/re

indivíd.

nº coleta

Ambiente

prod) Tatu

Dasypus sp.

Fuçadas

1

Área aberta

Cervo

Mazama sp.

Pegada

1

Mata

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: pastagens em parte da área, e outra, próxima a riacho, encosta bem preservada, mas com presença de gado dentro da mata.

Fotógrafos: Fotos n:

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144/II


PM da APA Munucipal Rio Vermelho/Humbold - São Bento do Sul-SC

Encarte 2

145/II

FORMULÁRIO 4 A- FAUNA - AMOSTRAGEM o

Sítio n 02 - Ponto nº. 04 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Rio Vermelho LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Extensão (m ):

Nome do ponto: 04 Data:14/10/10

Coordenadas:667500/7086484

Pesquisadores: Estevão J. Comitti Grupo taxônomico: Mamíferos Tempo de observação no sítio: 2: 30h

Observação Visual ( X)

Coleta ( ) método _Todos os registros_____________ tempo de coleta:2: 30h Transecto: Extensão (m) _______ Valores biológicos

(X ) espécies raras / em perigo

( ) espécies migratórias

( ) espécies endêmicas

( ) hábitats únicos

(X ) espécies de valor econômico

( ) outros

ou interesse extrativista Nome vulgar

Nome cientifico

Método

_______________________ o

evidências

n de

(presença/re

indivíd.

nº coleta

Ambiente

prod) Gato-do-mato

Leopardus sp.

Pegadas

1

Cervo

Mazama sp.

Pegadas

1

Bugio

Alouatta guariba

Avistamento 3

Macaco-prego

Cebus nigritus

visualização ?

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: área bem preservada, com muita caça. Vários registros

Fotógrafos: Fotos n:

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Encarte 2

FORMULÁRIO 4 A- FAUNA - AMOSTRAGEM o

Sítio n 02 - Ponto nº. 03 ICMBIO – ECOSSISTEMA CONSULTORIA AMBIENTAL Avaliação Ecológica Rápida – APA Rio Vermelho LEVANTAMENTO DE CAMPO Fauna 2 Extensão (m ):

Nome do ponto: 06 Data:11/10/10

Coordenadas:673875/7092800

Pesquisadores: Estevão J. Comitti Grupo taxônomico: Mamíferos Tempo de observação no sítio: 2: 30h

Observação Visual ( X)

Coleta ( ) método ______________ tempo de coleta:________________ Transecto: Extensão (m) _______ Valores biológicos

Nome vulgar

(X ) espécies raras / em perigo

( ) espécies migratórias

( ) espécies endêmicas

( ) hábitats únicos

(X ) espécies de valor econômico

( ) outros

ou interesse extrativista

_______________________

Nome cientifico

Método

o

evidências

n de

(presença/re

indivíd.

nº coleta

Ambiente

prod) Irara

Eira barbara

Pegadas

Quati

Nasua nasua

Marcas

1 em 1

árvores Tatu

Dasypus sp.

Toca

1

Graxaim

Cerdocyon thous

Pegadas

?

Comentários sobre o estado de conservação no ponto: área bem preservada, pequeno rio abaixo da encosta.

Fotógrafos: Fotos n:

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146/II


Encarte 2

PM da APA Munucipal Rio Vermelho/Humbold - São Bento do Sul-SC

ANEXO 3 - DOCUMENTAÇÃO FOTOGRÁFICA DA FLORA

Foto 1 - Vegetação característica do Ponto 3. Foto 2 - Aspecto do interior do Ponto 6. Susana Dreveck – 10/10/2010 Susana Dreveck – 11/10/2010

Foto 3 - Destaque para a densidade de Foto 4 - Visualização externa do Ponto 6. taquara no Ponto 6. Susana Dreveck – Susana Dreveck – 11/10/2010 11/10/2010

Foto 5 - Estrada abandonada no Ponto 7. Foto 6 - Lago e remanescente florestal do Ponto 1. Susana Dreveck – 12/10/2010 Susana Dreveck – 12/10/2010

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147/II


Encarte 2

PM da APA Munucipal Rio Vermelho/Humbold - São Bento do Sul-SC

Foto 7 - Vestígios de corte madeireiro no Ponto 1. Susana Dreveck – 12/10/2010

Foto 8 - Descarrilhamento de trem e seu impacto na vegetação. Susana Dreveck – 12/10/2010

Foto 9 - Visualização externa do Ponto 2. Susana Dreveck – 13/10/2010

Foto 10 - Plantio de Musa sp. em encosta no Ponto 10. Susana Dreveck – 13/10/2010

Foto 11 - Dossel característico do Ponto 7. Foto 12 - Morro da Igreja e plantio de Musa Susana Dreveck – 12/10/2010 sp. na encosta. Susana Dreveck – 13/10/2010

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148/II


Encarte 2

PM da APA Munucipal Rio Vermelho/Humbold - São Bento do Sul-SC

Foto 13 - Hovenia dulcis e Pimus sp. na Foto 14 - Visualização externa do Ponto 9. margem do rio no Ponto 10. Susana Dreveck Susana Dreveck – 14/10/2010 – 12/10/2010

Foto 15 - Araucaria angustifólia macho fértil Foto 16 - Queimada recente na APA. na APA. Susana Dreveck – 13/10/2010 Susana Dreveck – 14/10/2010

Foto 17 - Cachoeira no Ponto 9, potencial turístico. Susana Dreveck – 14/10/2010

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

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149/II


PM da APA Municipal Rio Vermelho/Humbold -SC

Encarte 2

ANEXO 4 - LISTA DE ESPÉCIES FLORA Família/Nome científico

Nome vulgar

Pontos

Jacobínia

3; 7; 9

Acanthaceae Justicia carnea Lindl. Aphelandra chamissoniana Nees

9

Alstroemeriaceae Bomarea edulis (Tussac) Herb.

Cará-de-cabloco

4; 10

Mangifera indica L.

Mangueira

10

Schinus terebinthifolius Raddi

Aroeira-vermelha

2

Anacardiaceae

Anemiaceae Anemia phyllitidis (L.) Sw.

3; 4; 7

Annonaceae Annona neosericea H.Rainer

Araticum-do-mato

Annona sp. Guatteria australis A. St.-Hil.

4 4; 5; 10

Cortiça

2

Cipó-bênção

5; 9

Ilex brevicuspis Reissek

Caúna

1; 2; 4; 6; 8

Ilex dumosa Reissek

Caúna

2

Ilex paraguariensis A. St.-Hil.

Erva-mate

1; 2; 6

Ilex theezans Mart. ex Reissek

Caúna; congonha

1

Ilex taubertiana Loes.

Caúna; congonha

6; 8

Antúrio

9

Apocynaceae Peltastes peltatus (Vell.) Woodson Aquifoliaceae

Araceae Anthurium gaudichaudianum Kunth Anthurium pentaphyllum (Aubl.) G. Don

9

Anthurium scandens (Aubl.) Engl.

9

Philodendron missionum (Hauman) Hauman

9

Philodendron sp.

8

Araucariaceae Araucaria angustifolia (Bertol.) Kuntze

Pinheiro-do-paraná

1; 2; 6; 7; 8; 10

Bactris setosa Mart.

Tucum

4; 5; 9

Euterpe edulis Mart.

Palmiteiro

3; 4; 5; 9

Geonoma elegans Mart.

Guaricana

9

Geonoma gamiova Barb. Rodr.

Gamiova; guaricanga-de-folha-larga 3; 9

Geonoma schottiana Mart.

Guaricana

2; 7

Syagrus romanzoffiana (Cham.) Glassman

Coqueiro-jerivá

1; 2; 6; 7; 8; 10

Arecaceae

Aspleniaceae Continua...

Continuação…

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150/II


PM da APA Municipal Rio Vermelho/Humbold -SC

Encarte 2 Família/Nome científico

Nome vulgar

Pontos

Antigramma brasiliensis (Sw.) T. Moore

9

Asplenium scandicinum Kaulf.

9

Asteraceae Baccharis semiserrata DC.

Vassoura

Baccharis sp.

4 1

Baccharis uncinella DC.

Vassoura

4

Critoniopsis quinqueflora (Less.) H. Rob.

Cambarazinho

2

Mikania sp.

1; 2; 6; 7

Piptocarpha angustifolia Dusén ex Malme

Vassourão-branco

1; 8

Piptocarpha regnelii (Sch. Bip.) Cabrera

Vassourão

1; 6

Senecio brasiliensis (Spreng.) Less.

Flor-das-almas

2

Vernonanthura discolor (Spreng.) H. Rob.

Vassourão-preto

1; 2; 3; 4; 6; 8; 10

Begonia fruticosa A. DC.

Bêgonia

9

Begonia radicans Vell.

Bêgonia

9

Begoniaceae

Begonia sp. 1

3

Begonia sp. 2

4

Begonia sp. 3

7

Blechnaceae Blechnum binervatum (Poir.) C.V. Morton & Lellinger Blechnum brasiliense Desv.

9 Xaxim

4; 5; 7

Cordia cf. sylvestris Fresenius

Louro

9

Cordia cf. trichotoma (Vell.) Arráb. ex Steud.

Louro; louro-pardo

4

Boraginaceae

Cordia sp.

10

Bromeliaceae Aechmea recurvata (Klotzsch) L.B. Sm.

Gravatá

6

Billbergia distachia (Vell.) Mez

Gravatá

9

Edmundoa lindenii (Regel) Leme

Gravatá-de-linden

9

Nidularium innocentii Lem.

Gravatá; gravatá-do-baú

7

Tillandsia sp. Tillandsia stricta Sol. ex Sims Vriesea altodaserrae L.B. Sm. Vriesea carinata Wawra Vriesea flammea L.B. Sm. Vriesea gigantea Lem. Vriesea incurvata Gaudich. Vriesea platynema Gaudich. Vriesea sp. Vriesea vagans (L.B. Sm.) L.B. Sm. Cactaceae Lepismium houlletianum (Lem.) Barthlott Rhipsalis elliptica G. Lindb. ex K. Schum.

4 Cravo-do-mato Gravatá Gravatá Gravatá Gravatá Gravatá Gravatá Gravatá

9 4; 5 4; 7 9 4; 5 1; 4; 7 4; 7 6; 8 9

Cacto-de-árvore Canambaia

9 9 Continua...

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151/II


PM da APA Municipal Rio Vermelho/Humbold -SC

Encarte 2

Continação… Família/Nome científico Ripsalis sp. Caricaceae Carica papaya L. Celastraceae

Nome vulgar

Pontos 4

Mamão

Maytenus dasyclada Mart. Chloranthales

10 6

Hedyosmum brasiliense Miq. Clethraceae

Chá-de-bugre; cidreira

3; 4;

Clethra scabra Pers. Clusiaceae

Carne-de-vaca

1; 2; 6

Clusia criuva Cambess. Garcinia gardneriana (Planch. & Triana) Zappi Convolvulaceae

Mangue-branco Bacupari

4 3; 9

Ipomoea batatas (L.) Lam. Cucurbitaceae

Bata-doce

10

Cayaponia sp. Cunoniaceae

9

Lamanonia ternata Vell. Weinmannia paulliniifolia Pohl Weinmannia sp. Cyatheaceae

Guaraperê Gramimunha

1; 2; 6; 7 2 8

Alsophila setosa Kaulf.

Samambaiaçu

3; 4; 9

Cyathea delgadii Sternb.

samambaiaçu

3; 4; 5; 7

Cyathea sp.

4

Cyperaceae Cyperus sp.

6

Pleurostachys gaudichaudii Brongn.

3

Pleurostachys urvillei Brongn.

7

Rhynchospora floribunda Boeck.

Capim

6; 8

Rhynchospora polyantha Steud.

Capim-navalha

6; 8

Xaxim

1; 6; 7; 8

Dicksoniaceae Dicksonia sellowiana Hook. Dioscoreaceae Dioscorea sp.

10

Dryopteridaceae Didymochlaena truncatula (Sw.) J. Sm.

Samambaia-da-mata-alta

Elaphoglossum ornatum (Mett. ex Kuhn) H. Christ

3; 9 6; 8

Elaeocarpaceae Sloanea guianensis (Aubl.) Benth.

Laranjeira-do-mato

3; 4; 5; 7

Sloanea monosperma Vell. Erythroxylaceae Erythroxylum deciduum A. St.-Hil. Euphorbiaceae

Sapopema

2

Cocão

2 Continua...

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152/II


PM da APA Municipal Rio Vermelho/Humbold -SC

Encarte 2

Continuação... Família/Nome científico

Nome vulgar

Pontos

Alchornea glandulosa Poepp. & Endl.

Tanheiro-gay

5

Alchornea sidifolia Müll.Arg.

Tanheiro

4; 7

Alchornea triplinervia (Spreng.) Müll.Arg.

Tanheiro

1; 2; 3; 4; 9

Croton cf. macrobothrys Baill.

Pau-sangue; sangue-de-drago

8

Croton sp.

5

Euphorbia cotinifolia L.

Leiteiro-vermelho

10

Manihot esculenta Crantz

Mandioca; aipim

10

Sapium glandulosum (L.) Morong

Pela-cavalo; leiteiro

4; 5

Tetrorchidium rubrivenium Poepp.

Canemaçú

3

Albizia edwallii (Hoehne) Barneby & J.W.Grimes

Angico-pururuca

10

Bauhinia forficata Link

Pata-de-vaca

3; 5

Dahlstedtia pinnata (Benth.) Malme Inga marginata Willd.

Falsa-eritrina; timbó Ingá-feijão

Inga sessilis (Vell.) Mart.

Ingá-ferradura

3

Machaerium nyctitans (Vell.) Benth.

Bico-de-pato

10

Machaerium paraguariense Hassl.

Farinha-seca

9; 10

Machaerium stipitatum (DC.) Vogel

Farinha-seca

2; 4; 5; 7; 9; 10

Mimosa scabrella Benth.

Bracatinga

1; 2; 6; 8

Piptadenia gonoacantha (Mart.) J.F. Macbr.

Pau-jacaré

5; 9

Schizolobium parahyba (Vell.) S.F. Blake

Guapuruvú

10

Zollernia ilicifolia (Brongn.) Vogel

Falsa-espinheira-santa

3; 5; 9

Fabaceae

guaraná;

guaraná- 3; 4; 5; 7; 9 3; 4; 5; 7; 9; 10

Gesneriaceae Codonanthe devosiana Lem.

9

Nematanthus australis Chautems

3; 6; 8

Nematanthus tessmannii (Hoehne) Chautems

3; 7

Sinningia nivalis Chautems

Rainha-do-abismo; batata-da-árvore 4; 6; 8; 9

Sinningia sp.

1; 2; 7

Gleicheniaceae Gleichenella sp.

4

Heliconiaceae Heliconia farinosa Raddi

Caeté; bico-de-papagaio

3; 4; 5; 7; 9

Hymenophyllaceae Hymenophyllum sp.

6

Hymenophyllum ulei H. Christ & Giesenh.

9

Trichomanes polypodioides L.

9

Iridaceae Crocosmia crocosmiiflora (Lemoine) N.E. Br.

Estrela-de-fogo

4

Lauraceae Continua...

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153/II


PM da APA Municipal Rio Vermelho/Humbold -SC

Encarte 2 Continuação… Família/Nome científico Cinnamomum amoenum (Nees) Kosterm. Cryptocarya moschata Nees & C. Mart. Endlicheria paniculata (Spreng.) J.F. Macbr.

Nome vulgar Cenela Canela-broto Canela-frade

Pontos 1; 2; 1; 2; 8 4; 7; 9

Nectandra grandiflora Nees & C. Mart. ex Nees

Canela-amarela; canela-fedida

6; 8

Nectandra lanceolata Nees

Canela-amarela

5

Nectandra membranacea (Sw.) Griseb.

Canela-branca

10

Nectandra oppositifolia Nees & Mart.

Canela-garuva

3; 4; 7; 10

Ocotea catharinensis Mez

Canela-preta

3; 9

Ocotea elegans Mez

Canela parda; canela preta

9

Ocotea puberula (Rich.) Nees

Canela-guaicá

3; 4; 7; 9

Ocotea sp.

6; 8

Ocotea teleiandra (Meisn.) Mez

Canelinha; canela-pimenta,

9

Persea americana Mill.

Abacateiro

10

Cachimbeira

4

Magnolia champaca (L.) Baill. ex Pierre

Champaca

10

Magnolia ovata (A. St.-Hil.) Spreng.

Baguaçu

3; 5; 9

Luehea divaricata Mart.

Açoita-cavalo

5

Pseudobombax grandiflorum (Cav.) A. Robyns

Imbiruçu

3; 4; 5; 7; 9

Caeté

3; 4; 5; 7; 9; 10

Lecythidaceae Cariniana estrellensis (Raddi) Kuntze Magnoliaceae

Malvaceae

Marantaceae Calathea monophylla (Vell.) Körn. Ctenanthe muelleri Petersen

9

Maranta divaricata Roscoe

9

Melastomataceae Bertolonia mosenii Cogn. Leandra dasytricha (A. Gray) Cogn.

3 Pixirica

Leandra sp.

5 2

Miconia cabucu Hoehne

Pixiricão

4; 5

Miconia fasciculata Gardner

Pixirica

1

Miconia sellowiana Naudin

Pixirica-de-folha-fina

1; 2; 6; 8

Miconia sp. 1

2

Miconia sp. 2

5

Miconia sp. 3

7

Tibouchina sp.

4

Meliaceae Cabralea canjerana (Vell.) Mart.

Canjerana

3; 4; 5; 7; 9; 10

Cedrela fissilis Vell.

Cedro

1; 2; 4; 5; 7; 9; 10

Guarea macrophylla Vahl

Catiguá-morcego

3; 4; 5; 9

Trichilia pallens C. DC.

Baga-de-morcego

4; 7 Continua...

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154/II


PM da APA Municipal Rio Vermelho/Humbold -SC

Encarte 2

Continuação... Família/Nome científico

Nome vulgar

Pontos

Mollinedia cf. calodonta Perkins

Capixim; pimenteira

7

Mollinedia clavigera Tul.

Pimenteira; capixim-pimenteira

2; 3;

Mollinedia schottiana (Spreng.) Perkins

Pimenteira; capixim

4; 5; 7; 9

Brosimum glaziovii Taub.

Leiteiro

9

Brosimum lactescens (S. Moore) C.C. Berg

Leiteiro

3

Dorstenia carautae C.C. Berg

Carapiá

9

Ficus insipida Willd.

Figueira-branca

5; 9; 10

Morus nigra L.

Amora-preta

10

Monimiaceae

Moraceae

Sorocea bonplandii (Baill.) W.C. Burger, Lanj. & Cincho Wess. Boer Musaceae

1; 3; 4; 5; 9

Musa sp.

Bananeira

5; 10

Bicuíba

3; 4; 9

Calyptranthes grandiflora O. Berg

Guamirim

7

Campomanesia xanthocarpa O. Berg

Guabiroba

2; 7; 9

Myristicaceae Virola bicuhyba (Schott ex Spreng.) Warb. Myrtaceae

Eucalyptus sp. Eugenia catharinensis D. Legrand

10 Guamirim

3

Marlierea eugeniopsoides (D. Legrand & Kausel) Guamirim D. Legrand Marlierea silvatica (Gardner) Kiaersk. Guamirim

7

Marlierea tomentosa Cambess.

3; 9

Guamirim

Myrceugenia pilotantha (Kiaersk.) Landrum

3; 9 6; 8

Myrcia bombycina (O. Berg) Kiaersk.

Guamirim

6

Myrcia hartwegiana (O. Berg) Kiaersk.

Guamirim-branco

6; 8

Myrcia palustris DC.

Pitangueira-do-mato

6; 8

Myrcia retorta Cambess.

Guamirim-ferro

6; 8

Myrcia splendens (Sw.) DC.

Guamirim-de-folha-miúda

2

Psidium cattleianum Sabine

Araça-amarelo

2; 4;

Psidium guajava L.

Goiabeira

4

Psidium spathulatum Mattos

Guamirim

6; 8

Guapira opposita (Vell.) Reitz

Maria-mole

3; 4; 10

Pisonia zapallo Griseb.

Anzol-de-lontra

9

Ouratea parvifolia Engl.

Canela-veado

9

Quiina glaziovii Engl.

Quina

3

Nyctaginaceae

Ochnaceae

Olacaceae Continua...

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

ecossistema consultoria ambiental

155/II


PM da APA Municipal Rio Vermelho/Humbold -SC

Encarte 2 Continuação… Família/Nome científico

Nome vulgar

Pontos

Heisteria silvianii Schwacke

Casca-de-tatu

3; 4; 9

Onagraceae Fuchsia regia (Vell.) Munz

1; 2; 6; 7; 8

Ophioglossaceae Ophioglossum sp.

1

Orchidaceae Dichaea pendula (Aubl.) Cogn.

Orquídea

9

Epidendrum latilabre Lindl.

Orquídea

9

Epidendrum secundum Jacq.

Orquídea

9

Eurystyles cotyledon Wawra

Orquídea

9

Gomesa recurva Lodd.

Orquídea

9

Heterotaxis brasiliensis (Brieger & Illg) F. Barros

Orquídea

9

Isochilus linearis (Jacq.) R. Br.

Orquídea

9

Octomeria juncifolia Barb. Rodr.

Orquídea

9

Maracujá

10

Seca-ligeiro

3

Licurana

3; 4; 5; 9

Ceboleiro; umbu

3; 7

Pinus

10

Peperomia alata Ruiz & Pav.

Peperomia

9

Peperomia megapotamica Dahlst.

Peperomia

9

Peperomia sp. 1

Peperomia

1

Peperomia sp. 2

Peperomia

3

Peperomia sp. 3

Peperomia

7

Piper aduncum L.

Falso-jaborandi

1; 5; 7; 10

Piper arboreum Aubl.

Pimenta-do-mato

4; 5; 9; 10

Piper cernuum Vell.

Jaborandi

3; 5; 9

Piper mikanianum (Kunth) Steud. Piper sp. Piper umbellatum L. Plantaginaceae Plantago major L. Poaceae Olyra latifolia L. Podocarpaceae Podocarpus lambertii Klotzsch ex Endl. Podocarpus sellowii Klotzsch ex Endl.

Pariparoba Pariparoba; caapeba; catajé

5 1; 2; 4; 5; 7 10

Tanchagem-maior

2; 4; 10

Passifloraceae Passiflora sp. Peraceae Pera glabrata (Schott) Poepp. ex Baill. Phyllanthaceae Hieronyma alchorneoides Allemão Phytolaccaceae Phytolacca dioica L. Pinaceae Pinus sp. Piperaceae

9 Pinheiro-bravo Pinheirinho-bravo

1 8 Continua...

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

ecossistema consultoria ambiental

156/II


PM da APA Municipal Rio Vermelho/Humbold -SC

Encarte 2

Continuação… Família/Nome científico

Nome vulgar

Pontos

Pau-tucano

3

Polygonaceae Coccoloba warmingii Meisn. Polypodiaceae Campyloneurum nitidum (Kaulf.) C. Presl

9

Microgramma squamulosa (Kaulf.) de la Sota

1; 2; 3; 4; 6; 7; 8; 9

Microgramma tecta (Kaulf.) Alston

9

Niphidium crassifolium (L.) Lellinger

Samambaia-graciosa

4; 5; 6; 8

Pecluma sicca (Lindm.) M.G. Price

Samambainha-delicada

6; 8

Pleopeltis hirsutissima (Raddi) de la Sota

Samambaia

6; 8

Pleopeltis pleopeltifolia (Raddi) Alston

Samambaia

3; 4; 5; 7

Serpocaulon catharinae (Langsd. & Fisch.) A.R. Sm.

2; 4; 6; 8

Primulaceae Ardisia guianensis (Aubl.) Mez

Capororoca-miúda

3

Myrsine coriacea (Sw.) R. Br. ex Roem. & Schult.

Capororoca

10

Myrsine umbellata Mart.

Capororocão

1

Pteridaceae Adiantum sp.

4

Vittaria lineata (L.) Sm.

2; 6; 8; 9

Rhamnaceae Hovenia dulcis Thunb.

Uva-do-japão

5; 7

Eriobotrya japonica (Thunb.) Lindl.

Ameixa-amarela

2

Prunus myrtifolia (L.) Urb.

Pessegueiro-do-mato; pessegueiro- 2; 4; 6; 7; 8 bravo 2; 10

Rosaceae

Rubus sp. Rubiaceae Bathysa australis (A. St.-Hil.) Benth. & Hook.

Macuqueiro

4; 5; 7; 9

Psychotria brachypoda (Müll. Arg.) Britton

Pimenteira-miúda

9

Psychotria leiocarpa Cham. & Schltdl.

Cafeeiro-do-mato

9

Psychotria nuda (Cham. & Schltdl.) Wawra Psychotria suterella Müll. Arg.

Árvore-de-anta; pasto-de-anta Grandiúva-de-anta;

Psychotria vellosiana Benth.

Caxeta

1; 2; 6; 8

Rudgea jasminoides (Cham.) Müll. Arg.

Pimenteira-de-folhas-largas

3; 7; 9

Tocoyena sellowiana Schum. Rutaceae

(Cham.

&

Schltdl.)

K. Jenipapo

erva-de-anta; 3; 4; 7 1; 7; 9

9

Citrus x aurantium

Laranjeira

5

Esenbeckia grandiflora Mart.

Pau-de-cutia

3

Zanthoxylum rhoifolium Lam.

Mamica-de-cadela

4; 7 Continua...

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

ecossistema consultoria ambiental

157/II


PM da APA Municipal Rio Vermelho/Humbold -SC

Encarte 2

Continuação… Família/Nome científico

Nome vulgar

Pontos

Pau-fernandes

3

Casearia decandra Jacq.

Guaçatonga; guaçatunga; cambroé

1; 2; 9

Casearia obliqua Spreng. Casearia sylvestris Sw.

Cambroé; carvalhinho; guaçatonga Cafezeiro-do-mato

3; 5; 7

Xylosma prockia (Turcz.) Turcz.

Sucará

Sabiaceae Meliosma sellowii Urb. Salicaceae estralado; 3; 4; 7; 9

9

Sapindaceae Allophylus cf. petiolulatus Radlk.

3; 4; 9

Allophylus edulis (A.St.-Hil. et al.) Hieron. ex Chal-chal Niederl. Cupania vernalis Cambess. Camboatá-vermelho

7

Matayba elaeagnoides Radlk.

Camboatá-branco

2

Matayba intermedia Radlk.

Camboatá-branco

4; 7

4; 5; 7; 10

Paullinia sp.

10

Serjania sp.

4; 5; 9

Sapotaceae Chrysophyllum inornatum Mart.

Aguaí; aguaí-da-serra

9; 10

Chrysophyllum viride Mart. & Eichler

Aguaí; caxeta

9

Pau-amargo

10

Brunfelsia sp.

Manacá

3; 9

Cestrum bracteatum Link & Otto

Coerana

9

Cestrum intermedium Sendtn.

Coerana

4

Simaroubaceae Picrasma crenata Engl. in Engl. & Prantl Solanaceae

Solanum diploconos (Mart.) Bohs

4

Styracaceae Styrax leprosus Hook. & Arn.

Carne-de-vaca; canela-seiva; 2 canelinha; pau-de-remo

Symplocaceae Symplocos tenuifolia Brand

Pau-de-cangalha

1; 2;

Pau-de-santa-rita

2

Embira-miúda

1; 2; 7; 8

Assa-peixe; urtiga-mansa

3; 4; 7; 9

Theaceae Laplacea acutifolia (Wawra) Kobuski Thymelaeaceae Daphnopsis fasciculata (Meisn.) Nevling Urticaceae Boehmeria caudata J.J. Sm. ex Koord. & Valeton

Continua...

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

ecossistema consultoria ambiental

158/II


Encarte 2

PM da APA Municipal Rio Vermelho/Humbold -SC

Continuação… Família/Nome científico

Nome vulgar

Pontos

Cecropia glaziovi Snethl.

Embaúba

3; 4; 5; 9; 10

Urera baccifera (L.) Gaudich. ex Wedd.

Urtigão;

urtigão- 5; 10

bravo Verbenaceae Citharexylum myrianthum Cham.

Tucaneira

4; 5; 10

Cambará

4

Casca-d'anta

1; 2; 6; 8

Verbenaceae Lantana camara L. Winteraceae Drimys brasiliensis Miers

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

ecossistema consultoria ambiental

159/II


PM da APA Municipal Rio Vermelho/Humbold -SC

Encarte 2

160/II

ANEXO 5 - LISTA DE ESPÉCIES AVIFAUNA Taxon

Nome popular

Registro

Pontos do sítio O 01 02 03 U T R O S

P S A

Ambientes S AQ A M U B I T

x x x

x x x

P I N

Familia Tinamidae Crypturellus obsoletus Crypturellus tataupa Crypturellus parvirostris

nhambu-guaçu nhambu-xintã nhanbu-chororó

Au Au Au

x x x

mergulhão

Bl

garça-branca-grande garça-branca-pequena garça-vaqueira socozinho maria-faceira

Vi Vi Vi Vi Vi - Au

x x x x x

curucaca

Vi - Au

x

marreca-ananaí pato-do-mato

Vi Vi

x

x x x

x x x

FAMILIA PODICEPEDIDAE Podilymbus podiceps

x

x

Família Ardeidae Egretta alba Egretta thula Bubulcus íbis Butorides striatus Syrigma sibilatrix

x x x x x

x x x

Família Threskionitidae x Theristicus caudatus Família Anatidae Amazonetta brasiliensis Cairina moschata

x x

x Famila Cathartidae Sarcoramphus papa Coragyps atratus Cathartes aura

urubu-rei urubu-de-cabeça-preta urubu-de-cabeçavermelha

Bl Vi Vi

gavião-peneira gavião-tesoura gavião-de-cabeça-cinza gavião-sovi gavião-miudinho tauató-pintado gavião-carijó

Vi Vi Bl Vi Bl Bl Vi - Au

x x

x x

x x

x

x x x

x x x

x x x

x x

x

x x

x

x

x x

x

x

x x x

x

Familia Accipitridae Elanus leucurus Elanoides forficatus Leptodon cayanensis Ictinea plumbea

Rupornis magnirostris

x x x x

x

x

x

x Continua...

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

ecossistema consultoria ambiental


PM da APA Municipal Rio Vermelho/Humbold -SC

Encarte 2

161/II

Continuação…

Taxon

Nome popular

Registro

Pontos do sítio O 01 02 03 U T R O S

Percnohierax leucorrhous

gavião-de-cauda-curta

Vi - Au

x

Buteo albicaudatus Leucopternis polionotus Leucopternis lacernulatus Buteogallus urubutinga Harpagus diodon Geranospiza caerulescens Spizaetus tyranus

gavião-de-rabo-branco gavião-pombo-grande gavião-pombo-pequeno gavião-preto gavião-bombachinha gavião-pernilongo gavião-pega-macaco

Vi Bl Bl Vi Bl Bl Bl

x

gavião-relógio gavião-caburé carrapateiro carcará falcão-de-coleira quiri-quiri

Au Bl Vi Vi Bl Vi

jacuguaçu jacupemba

Vi Vi

uru

Au

x

saracura-sanã saracura-do-mato saracura-três-potes frango d´água sanã-parda

Au Vi Au Vi Bl

x x x x

jaçanã

Vi

x

quero-quero

Vi

x

maçarico-pintado

Vi

P S A

x x

x x

x x x

x x x

x

x x

x

Ambientes S AQ A M U B I T

x

x

x x x

x

P I N

Familia Falconidae Micrastur semitorquatus Micrastur ruficollis Milvago chimachima Carcara plancus Falco femoralis Falco sparverius

x x x

x x

x x x

x

x

x

Familia Cracidae Penelope obscura Penelope superciliaris

x x

x x

x

x

x x

Familia Phasianidae Oodontophorus capueira Familia Rallidae Pardirallus nigricans Aramides saracura Aramides cajanea Gallinula chlropus Laterallus melanophaius

x

x x x x x

Familia Jacanidae Jacana jacana

x

Familia Charadriidae x Vanellus chilensis

x

Familia Scolopacidae Actitis macularia

x

x Continua…

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

ecossistema consultoria ambiental


PM da APA Municipal Rio Vermelho/Humbold -SC

Encarte 2

162/II

Continuação… Taxon

Gallinago undulata

Nome popular

Registro

narceja

Bl

pombo asa-branca pomba-galega pomba-amargosa fogo-apagou rolinha paruru juriti-gemedeira juriti-pupu juriti-piranga

Vi Vi Vi Bl Vi Vi Au Au Bl

piriquito-verde tiriva-de-testa-vermelha baitaca cuiu-cuiu tuim sabiá-cica

Vi - Au Vi - Au Au Vi - Au Vi Vi

papa-lagarta alma-de-gato anu-preto anu-branco saci

Vi Vi Vi Vi Au

coruja-listrada coruja-orelhuda murucututu-de-barrigaamarela caburé-ferrugem coruja-burraqueira coruja-sapo coruja

Bl Bl Bl Vi Vi Au Bl

mãe-dalua

Au

tuju

Au

Pontos do sítio O 01 02 03 U T R O S

P S A

Ambientes S AQ A M U B I T

x

P I N

x

Familia columbidae Columba lívia Patagioenas picazuro Patagioenas cayennensis Patagioenas plumbea Columbina squamata Columbina talpacoti Leptotila rufaxila Leptotila verreauxi Geotrigon montana

x x x

x

x x x

x x x x

x x

x

x x x

x x x x x

x x x

x x x

x

Familia Psittacidae Brotogeris tirica Pyrrhura frontalis Pionus maximiliani Pionopsitta pileata Forpus xanthoptherigyus Trichlaria malachitacea

x

x

x x x x x x

x x x x x

x

Familia Cuculidae Coccyzus melacoryphus Piaya cayana Crotophaga ani Guira guira Tapera naevia

x x x x x

x

x x

x

x

x x x x x

Familia Strigidae Strix hylophila Rhinoptynx clamator Pulsatrix koeniswaldiana Glaucidium brasilianum Athene cunicularia Megascops choliba Megascops atricapillus

x x x x x

x x x x

x

x

x x

x x

Familia Nyctibiidae Nyctibius griseus

x

x

x

x

Familia Caprimulgidae Lurocalis semitorquatus

x

x Continua…

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

ecossistema consultoria ambiental


PM da APA Municipal Rio Vermelho/Humbold -SC

Encarte 2 Continuação…

Taxon

Nyctidromus albicollis Hydropsalis brasiliana

Nome popular

Registro

Pontos do sítio O 01 02 03 U T R O S

P S A

x

Ambientes S AQ A M U B I T

curiango curiango-tesoura

Au Bl

x

x x

andorinhão-de-coleirabranca andorinhão-de-barrigacinza andorinhão-do-temporal

Vi

x

x

x

x

Vi

x

x

x

x

Vi

x

x

x

x

rabo-branco-de-cabeçarajada rabo-branco-de-sobreamarelo beija-flor-de-papobranco besourinho-de-bicovermelho beija-flor-de-topete beija-flor-rubi beija-flor-de-fronte violeta bei-flor-de-canto estrelinha-ametista beija-flor-preto-de-rabobranco beija-flor-de-bandabranca beija-flor-de-ventrebranco

Vi

x

x

Vi

x

x

surucuá-de-barrigavermelha surucuá-de-barrigaamarela surucuá-de-peitoamarelo

Vi - Au

martim-pescador-grande martim-pescador-verde

Vi Vi

x

P I N

x x

Familia Apodidae Streptoprocne zonaris Chaetura cinereiventris Chaetura andrei Familia Trochiliidae Phaethornis eurynome Phaethornis pretrei Leucoclhoris albicollis Clorostilbon lucidus Stephanoxis lalandi Clytolaema rubricauda Thalurania glaucopis Colibri serrirostris Calliphlox amethystina Florisuga fusca Amazilia versicolor Amazilia fimbriata

Vi

x

Vi

x

Vi Bl Vi

x

Bl Bl Vi

x

x

x

x

x

x

x

x

x

x x x

x

x x

x

x x

x x

x x x

x

x

x

x

Bl

x

x

x

Bl

x

x

x

x

x

x

x

x

x

Familia Trogonidae Trogon surucura Trogon rufus Trogon viridis

x

x

Vi - Au

x

Vi - Au

x

x

Familia Alcedinidae Megaceryle torquatus Chloroceryle amazona

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

x

x x

x x

x x x x Continua…

ecossistema consultoria ambiental

163/II


PM da APA Municipal Rio Vermelho/Humbold -SC

Encarte 2

164/II

Continuaçao… Taxon

Chloroceryle americana

Nome popular

Registro

Pontos do sítio O 01 02 03 U T R O S

martim-pescadorpequeno

Vi

x

juruva

Au

x

joão-bobo

Vi

x

tucano-de-bico-verde

Vi - Au

x

pica-pau-anão-barrado pica-pau-do-campo pica-pau-verde-barrado pica-pau-verde-dourado pica-pau-de-bandabranca pica-pau-carijó pica-pau-rei pica-pau-branco benedito

Vi Vi Vi Bl Vi

x x x

Vi - Au Vi Vi - Au Vi - Au

x

tapaculo-serrano

Bl

matracão borralhada-preta borralhara-assobiadora choca-da-mata choca-de-boné-vermelho choquinha-lisa pintadinho trovoada chorozinho-de-asa-ruiva

Bl Au Au Vi - Au Au Bl Bl Bl Vi

x

P S A

Ambientes S AQ A M U B I T

x

x

P I N

x

Familia Momotidae Baryphthengus ruficalpillus

x

Familia Bucconidae Nystalus chacuru

x

x

Familia Ramphastidae Ramphastos dicolorus

x

x

Familia Picidae Picumnus temminckii Colaptes campestris Colaptes melanoclhorus Piculus aurulentus Dryocopus lineatus Veniliornis spilogaster Campephilus robustus Leuconerpis candidus Melanerpes flavifrons

x

x x x x

x x

x

x x

x

x

x

x x x x x

x x x

x x

Familia Rinocryptidae Scytalopus speluncae

x

x

x

x x

x

Familia Thamnophilidae Batara cinerea Mackenziaena severa Mackenziaena leachii Thamnophilus caerulescens Thamnophilus ruficapillus Dysithamnus mentalis Drymophila malura Drymophila rubricollis Herpsylochmus rufimarginatus

x x x x

x x

x x x x

x

x x x x x x

x x x x x x Continua…

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

ecossistema consultoria ambiental


PM da APA Municipal Rio Vermelho/Humbold -SC

Encarte 2

165/II

Continuação… Taxon

Pyriglena leucoptera

Nome popular

Registro

Pontos do sítio O 01 02 03 U T R O S

papa-taoca

Vi

x

tovaca-campainha pinto-do-mato pinto-do-mato choquinha-estrelada

Au Bl Bl Bl

x

chupa-dente chupa-dente-de-mascara

Vi - Au Bl

tovacuçu-malhado

Bl

vira-folha-vermelho

Vi

cisqueiro joão-de-barro pichororé joão-teneném pi-puí arredio-pálido arredio-oliváceo currutié-do-banhado trepador-quiete bico-virado-do-sul limpa-folha-miúdo grimpeirinho limpa-folhas-de-corôa limpa-folhas-de-testabaia trepador-desobrancelha-branca barranqueiro-de-bicobranco joão-porca bico-virado-liso

Bl Vi Vi - Au Vi - Au Au Bl Bl Vi Vi Vi Bl Vi Vi Vi

x

P S A

Ambientes S AQ A M U B I T

x

x

Familia Formicariidae Chamaeza campanisona Hylopezus ochroleucus Formicarius colma Myrmotherula gullaris

x

x x

x

x

x

x

x

x

x

x

Familia Conopophagidae Conopophaga lineata Conopophaga melanops

x

x

x

x

Familia Grallaridae Gralaria varia Familia Sclerudidae Sclerurus scansor

x

x

x

Familia Furnariidae Clibanornis dendrocolaptoides Furnarius rufus Synallaxis ruficapilla Synallaxis spixi Synallaxis cinerascens Cranioleuca pallida Cranioleuca obsoleta Certhiaxis cinamomea Syndactyla rufosuperciliata Heliobletus contaminatus Anabacerthia amaurotis Leptasthenura setaria Philydor atricapillus Phylidor rufus Cichlocolaptes leucophrys Automolus leucophthalmus Lochmias nematura Xenops minutus

x x x x x

x

x x x x

x x x x x

x x x x x

x x

x

x x

x x

x x

Bl

x

Au

x

Vi - Au Bl

x

x x x x x x

x x

x x

x

x x

x x

Familia Dendrocolaptidae Continua…

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

ecossistema consultoria ambiental

P I N


PM da APA Municipal Rio Vermelho/Humbold -SC

Encarte 2

166/II

Continuação… Taxon

Dendrocincla turdina Sittasomus griseicapillus Xiphocolaptes albicollis Dendrocolaptes platyrostris Lepidocolaptes falcinellus Lepidocolaptes fuscus Campylorhamphus falcularius

Nome popular

Registro

arapaçu turdina arapaçu-verde arapaçu-de-gargantabranca arapaçu-grande arapaçu-escamoso arapaçu-rajado arapaçu-de-bico-pretotorto

Vi Vi - Au Vi

piolhinho risadinha guaracava-de-orelhas guaracava-de-bicopequeno tuque guaracava-de-cristabranca joão-pobre alegrinho abre-asa-de-cabeçacinza borboletinha-da-mata marianinha-amarela catraca tororó cabeçudo bico-chato-de-orelhapreta principe muidinho patinho papa-moscas-cinzento enferrujado maria-preta-de-gargantavermelha siriri-cavaleiro tesoura-cinzenta viuvinha siriri-de-sobrancelhas birro capitão-castanha papa-moscasassobiador irré maria-cavaleira bem-te-vi

Bl Vi Bl Vi

Vi Vi Bl Bl

Pontos do sítio O 01 02 03 U T R O S x

x x x

x x

x x

P S A

x x x

x

x x

x x x x

x

x

x

x x

x x

x x

x

Ambientes S AQ A M U B I T

P I N

x

x

x

Familia Tyrannidae Phyllomyias fasciatus Camptostoma obsoletum Myiopagis viridicata Elaenia parvirostris Elaenia mesoleuca Elaenia albiceps Serpophaga nigricans Serpophaga subcristata Mionectes rufiventris Phylloscartes ventralis Capsiensis flaveola Hemitriccus obsoletus Poecilotriccus plumbeiceps Leptopogon amaurocephalus Tolmomyias sulphurescens Pyrocephalus rubinus Myiornis auricularis Platyrinchus mystaceus Contopus cinereus Lathrotriccus euleri Knipolegus cyanirostris Machetornis rixosus Muscipripa vetula Colonia colonus Satrapa interophrys Hirundinea ferruginea Atilla phoenicurus Syristes sibilator Myiarchus swainsoni Myiarchus ferox Pitangus sulphuratus

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

x x

x

x

Bl Bl Vi Vi Vi Vi Vi Bl Au Vi Bl Bl Bl Vi Vi Vi Vi

x

x

x

x

x

x

x

x

x x

x x x x x x

x x x x x

x x

x x x x x

x x x x x x x x x x

Vi Vi - Au Vi Vi Bl Au Vi - Au

x x x x

Vi - Au Bl Vi - Au

x

x x x x

x

x x

x

x

x

x x

x x

x

x x x x x x

x x x

x x

x

x

x x

x x x

x

x Continua…

ecossistema consultoria ambiental


PM da APA Municipal Rio Vermelho/Humbold -SC

Encarte 2

167/II

Continuação… Taxon

Myiodynastes macullatus Legatus leucophaius Empidonomus varius Tyrannus savana Megarhynchus pitangua Tyrannus melancholicus Pachyramphus rufus Pachyramphus polychopterus Pachyramphus validus Pachyramphus castaneus Tytira cayana Xolmis dominicana Xolmis cinerea

Nome popular

Registro

Pontos do sítio O 01 02 03 U T R O S

x x

x

x x x

x x x

x

x

x x

x x

x x

x x

Vi - Au Vi - Au Vi Vi Vi - Au Vi Vi Vi Vi

x

Vi Vi - Au

x

Vi Vi

x x

tangará-dançador flautim rendeira

Vi - Au Au - Au Bl

x x

corocoxó araponga

Vi - Au Vi - Au

x

x x

andorinha-de-testabranca andorinha-do-campo andorinha-domestica andorinha-de-casapequena andorinha-serradora

Vi

x

x

x

x

Vi Vi

x x x

x x x

x x x

x x x

Vi

x

x

x

x

gralha-azul gralha-picaça

Vi - Au Vi - Au

x x

x

curruira

Vi - Au

x

x

x

sabiá-preto

Vi - Au

x

x

x

x x

x x

Ambientes S AQ A M U B I T

bem-te-vi-rajado bem-te-vi-ladrão peitica tesourinha neinei siriri caneleiro-cinzento caneleiro-preto caneleirinho-de-corôapreta caneleirinho anambezinho-debochecha-vermelha lavadeira maria-branca

x x x

x x x x x x x x x

P S A

x x x

x

P I N

x

x x

x x

Familia Pipridae Chiroxiphia caudata Schiffornis virescens Manacus manacus

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Familia Cotingidae Carpornis cucullatus Procnias nudicollis

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Familia Hirundinidae Tachycineta leucorrhoa Progne tapera Progne chalybea Pygochelydon cyanoleuca Stelgidopteryx ruficollis Familia Corvidae Cyanocorax caeruleus Cyanocorax chrysops

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Familia Troglodytidae Troglodytes musculus

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Familia Muscicapidae Platycichla flavipes

x Continua…

Prefeitura Municipal de São Bento do Sul

ecossistema consultoria ambiental


PM da APA Municipal Rio Vermelho/Humbold -SC

Encarte 2

168/II

Continuação… Taxon

Turdus rufiventris Turdus amaurochalinus Turdus albicollis

Nome popular

Registro

Pontos do sítio O 01 02 03 U T R O S

sabiá-laranjeira sabiá-poca sabiá-coleira

Vi - Au Vi Vi

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sabiá-do-campo

Vi

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gente-de-fora-vem verdinho-coroado juruviara

Vi Vi Vi

x

mariquita pula-pula pula-pula-assobiador sebinho pia-cobra saí-andorinha pula-pula-ribeirinho

Vi Vi - Au Vi - Au Vi Vi Bl Bl

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ficuinha-de-rabocastanho sanhaço-frade azulão azulinho cabeinha-castanha saira-de-papo-preto cabecinha-enferrujada tié-preto tié-de-corôa tié-de-topete Tié-do-mato-grosso sanhaço-de-fogo sanhaço sanhaço-papa-larnaja Sanhaço-de-encontroazul Sanhaço-das-palmeiras saíra-viúva sanahaço-cara-suja saíra-sapucaia saíra-sete-cores

Bl

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P S A

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Ambientes S AQ A M U B I T

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P I N

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Família Mimidae Mimus saturninus