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TECNOLOGIA1

MÚLTIPLA BRASIL

ATALA A cara da nova cozinha brasileira

MÚSICA - FLORENCE WELCH

ENCONTRE O NOVO

R$20,00

SOB PARIS As catacumbas Nº 001 Junho 2013

SUPERMAN ! HENRY CAVILL


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WINDOWS


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FALANDO COM O LEITOR

Voltada

para

a

apresentação

e

cir-

trabalhos e sua

adequação editorial.

culação de temas diversos, a revista

As reportagens são reedições de ma-

Múltipla Brasil publicada pelo Grupo

teriais

Três Comunicação, chega em sua primei-

tivadas

ra edição

temas

Nossos colaboradores são os membros do

como música, turismo, personalidades,

grupo : Galderís Soares, Pamela T.Arakaki

tecnologia, cinema e design entre outros.

e Malu Rosato, sob a coordenação do prof.

Inicialmente era apenas uma publicação

Georges Keramidas e a supervisão dos

que servia como estudo para o trabalho

demais professores: Betto Cordeiro, Sid-

de conclusão de semestre

nei Barros, Luciene Boni e Lucas Silvestre.

abrindo espaço para

do

curso

de

publicações com

material

oficiais,

adi-

multimídia.

de Design Gráfico da UNIP mas ganhou

Nesta revista você sentirá

força e vem entusiasmando colegas e pro-

mos estar de mãos dadas com a ex-

fessores e quem sabe,

celência e o quanto queremos atender

abrindo portas

que quere-

para uma futura edição aberta ao público.

suas expectativas.

Os textos são apresentados na forma

severança e determinação de todos,

de artigos e o Conselho

nessa que é mais uma conquista nossa.

editorial da re-

vista e parceiros externos analisam os

Revista Múltipla Brasil

Obrigada pela per-

Malu Rosato Editora e Coordenadora


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SUMÁRIO 12 - SOB PARIS

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- FLORENCE WELCH

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- ATALA

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- GOOGLE GLASS

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- SUPERMAN - HENRY CAVILL

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- MANGÁ

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As Catacumbas da cidade luz A roqueira do momento

A cara da nova cozinha brasileira

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Realidade aumentada

O novo homem de aço

HQ -Sucesso no Japão e no Brasil

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COLABORADORES

Galderís Soares, tem 27 anos é designer e faz arte desde criança. Hoje trabalha como freelancer de design, gosta de rock de A a Z,com exceções é claro, arte, filmes, games e seriados. Nesta edição é responsável pelas matérias : Florence Welch e Goglee Glass.

Pamela Arakaki, 20 anos, cristã, freelancer em design gráfico, aprecia música, desenho, culinária, literatura, jogos e filmes. Nasceu na cidade de Santos, viveu sua adolescência na cidade de Hamamatsu (Japão), onde aprendeu e adquiriu para si parte da cultura japonesa, além de, durante esses cinco anos e meio, ter desenvolvido seu gosto pessoal por arte e design. É responsável nessa edição pelas seguintes matérias: Mangá e Alex Atala.

Malu Rosato, nascida em Santos, morou e trabalhou por mais de 23 anos no mercado financeiro. Faz 10 anos que transformou seu hobby numa nova empreitada profissional e vem trabalhando como freelancer desde 2007 no segmento do design gráfico. Nesta edição é responsável pelas matérias SOB PARIS - As catacumbas e SUPERMAN - Henry Cavill.

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SOB PARIS As catacumbas

Conheça a Paris subterrânea: a capital da França tem uma conexão bem mais profunda e estranha com seu subsolo que qualquer outra cidade

Revista Revista Múltipla Múltipla Brasil Brasil


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T

áxi desliza pela manhã de sábado. As grandes avenidas estão tranquilas; as lojas, ainda fechadas. De uma padaria vem o aroma de pão fresco. Em um semáforo, algo que se move

chama a minha atenção. Um homem de macacão azul emerge de um buraco na calçada. Seu cabelo despeja-se em trancinhas de sua cabeça, na qual está presa uma lanterna. Em seguida, é a vez de uma jovem, também ela com uma lanterna, só que de mão. A garota tem longas e esbeltas pernas saindo de um shortinho curtíssimo. Os dois calçam botas de borracha; ambos, besuntados de lama bege, feito decoração tribal. O homem põe a tampa de ferro de volta à boca do buraco e os dois disparam sorrindo e de mãos dadas pela rua. Paris tem uma conexão bem mais profunda e estranha com seu subsolo que qualquer outra cidade. As artérias e os intestinos de Paris - os milhares de quilômetros de túneis que perfazem as redes de esgoto e de metrô, das mais antigas e densas do mundo - são apenas parte desse universo underground. Sob a capital francesa encontram-se espaços de todos os tipos: canais e reservatórios, criptas e caixasfortes, adegas transformadas em boates e galerias. Os mais surpreendentes são as carrières - as velhas pedreiras de calcário que se espalham em uma rede profunda e intrincada,

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a maioria na região sul da metrópole. Ao longo do século 19, extraíam-se desses túneis e cavernas pedras para construção. Em seguida, sitiantes cultivavam cogumelos ali. Durante a Segunda Guerra Mundial, combatentes da clandestina Resistência Francesa escondiam-se em algumas pedreiras. Alemães construíam bunkers em outras. Hoje em dia, perambulam pelos túneis uma comunidade informal, sem líderes, cujos membros às vezes passam dias e noites sob a cidade. Eles são chamados de catafilistas - literalmente, amigos das catacumbas. Entrar nas pedreiras tornou-se proibido a partir de 1955, de maneira que os catafilistas tendem a ser jovens em fuga do mundo da superfície e de suas regras. Os veteranos dizem que a cena subterrânea floresceu nos anos 1970 e 1980, época em que o tradicional espírito de rebeldia parisiense sofreu o choque revitalizador da cultura punk. Penetrar no subsolo era mais fácil então, quando havia bem mais entradas abertas. Alguns catafilistas descobriram que podiam entrar nas pedreiras através de passagens esquecidas no porão de suas escolas. Dali, rastejavam para dentro de túneis repletos de ossos - as famosas catacumbas. Em lugares só por eles conhecidos, os catafilistas faziam festas, montavam shows e peças, criavam arte, tomavam drogas. A liberdade reinava nos subterrâneos, até mesmo a anarquia.


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Catacumbas

az frio nessa catacumba escura. Gotas d’água cintilam no teto e o ar cheira a mofo. Os mortos nos cercam, empilhados feito lenha, ao longo de paredes re-

pletas de fêmures com suas terminações recurvadas e seus crânios a nos mirar por suas cavidades oculares. Charlier enfia a mão na sacola cheia de ossos que ele tomou de empréstimo e puxa um crânio na cor de pergaminho. Seis andares acima, nos cafés de Montparnasse, garçons limpam mesas e rabiscam o menu com giz em lousas. É quase hora do almoço. Charlier mete outra vez a mão na sacola e encontra a parte frontal de outro crânio - um rosto. Debaixo das cavidades oculares o osso está todo perfurado e encovado. A abertura nasal acha-se aumentada e arredondada. Charlier é patologista forense da Universidade de Paris. O rosto em

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suas mãos poderia estar se contorcendo em uma careta. “Isso é sinal de lepra avançada”, explica ele. E, depois de me passar o rosto, torna a fuçar a sacola. Só consigo pensar em desinfetante para as mãos. Nos dias normais, as catacumbas fervilham ao som das vozes em eco e das gargalhadas dos turistas. Mas hoje o lugar está fechado ao público. Charlier pode vasculhar os ossos em paz. Cerca de 6 milhões de parisienses residem aqui, quase três vezes a população da cidade lá em cima.Os esqueletos dessa turma foram exumados de cemitérios superlotados nos séculos 18 e 19 e despejados em velhos túneis de pedreiras. Alguns dos mais recentes datam da Revolução Francesa. Os mais velhos podem ter vivido na era merovíngia, há mais de 1,2 mil anos. São todos anônimos, desmembrados, sem individualidade. A moderna Paris repousa sobre massivas formações de calcário e gesso. Os romanos foram os


primeiros a colher esse material. Suas casas de

Seguimos para debaixo de uma ponte, onde se

banho e esculturas ainda podem ser notadas na

acha a entrada secreta deles. Ao nos aproximar-

Île de la Cité (ilha no meio do Sena onde nasceu

mos, um sujeito coberto de lama vem subindo

a cidade) e no Quartier Latin. Ao longo dos sé-

por ali feito uma aranha. Ele nos informa que

culos, com a Lutécia romana tornando-se Paris,

está organizando uma despedida de solteiro.

os trabalhadores das pedreiras cavaram cada

Boa parte dos subterrâneos está mapeada. As

vez mais fundo para colher a argamassa dos

primeiros plantas de Guillaumot foram atualiza-

edifícios - o Louvre, a Notre-Dame. O primeiro

das por seus sucessores, e os catafilistas fazem

grande desmoronamento aconteceu em dezem-

os próprios mapas. Alguns, como Yopie, suam a

bro de 1774, quando o teto de um túnel instável

camisa para preencher os brancos restantes no

veio abaixo, engolindo casas e gente ao longo

mapa. Vadeamos muitos túneis antes de achar

do que é hoje a Avenue Denfert-Rochereau.

seu objeto de desejo: um buraco negro.

Mais crateras se abriram nos anos seguintes. O

Velhos poços pontilham muitos dos túneis. Al-

rei Luís XVI comissionou um arquiteto chamado

guns são profundos; outros dão em recintos es-

Charles Axel Guillaumot para explorar, mapear

condidos. A água é imóvel feito gelo, mas nossas

e estabilizar as pedreiras. Aos poucos, turmas

luzes não penetram muito além do ponto em que

de inspetores reforçaram-nas. Para facilitar o

ela se dissolve em um vazio esmeralda. Yopie

trabalho, cavaram mais túneis para conectar as

checa o equipamento, liga as duas lanternas de

redes isoladas. Pela mesma época, quando o

cabeça e pula n’água. Minutos depois, emerge

rei resolveu fechar e limpar um dos mais lotados

numa erupção de bolhas. O fosso tem apenas 5

e putrefatos cemitérios parisienses, Guillaumot

metros de profundidade e nada no fundo.

viu-se às voltas com a tarefa de depositar as

Posso dizer que esta “odiséia” é interminável,

ossadas em algum lugar. Foi dessa forma que

mas você pode acompanha-la no site da Natinal

certas pedreiras se tornaram catacumbas.

Geografic, vale a pena!

Catafilistas Alguns catafilistas frequentam o subsolo apenas de vez em quando e se atêm a rotas bem conhecidas. O catafilista sério vai sempre e cada vez mais longe. Encontro meus próximos guias, dois jovens de macacão azul dando um tempo ao sol em um parque, ao lado de equipamentos de mergulho. Algumas mães empurrando seus carrinhos de bebê olham para os dois com certa apreensão. Dominique trabalha com assistência técnica. Yopie - ele só declina seu apelido de catafilista é designer gráfico em computador, pai de duas crianças e mergulhador de cavernas habilitado.

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Florence Welch

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Florence Leontine Mary Welch cantora e compositora de indie-pop.

F

lorence, nascida em 28 de Agosto

semanas, atrás apenas de Michael Jackson.

de 1986, em Londres, Inglaterra,

Florence disse que deseja que sua músi-

é a voz e “the Machine” (a Máqui-

ca desperte sentimentos fortes em quem a

na) é a banda que a acompanha. Florence

ouça, como a sensação de atirar-se de um

desistiu do curso de arte da faculdade de

edifício ou de ser capturado para as pro-

Camberwell, no sul de Londres. Ela canta

fundezas do oceano sem qualquer chance

desde sempre. Participou do coral da es-

de prender a respiração. Parece um tanto

cola, algumas bandas, teve aulas de can-

exasperante, para não dizer presunçoso,

to. Florence cresceu ouvindo Kate Bush,

mas é este tipo de sensação que se tem

e sua banda favorita éArcade Fire. The

ao ter contato com as criações de Floren-

Machine é formado por Robert Ackroyd

ce + The Machine, a banda encabeçada

(guitarra), Christopher Lloyd Hayden (ba-

pela artista britânica. Nela, Florence dá

teria), Isabella Summers (teclado), Tom

vazão à todo o seu impressionante furor

Monger (harpa) e Mark Saunders (baixo).

artístico, que mistura melodias vistosas,

Começou sua carreira em 2007.O grupo

repletas de complexas camadas sonoras

sempre foi elogiado pela mídia, particular-

à letras poéticas, em sua maioria enor-

mente pela BBC, que ajudou na promoção

memente metafóricas. O elemento que dá

na banda ao incluí-la no BBC Introducing,

liga a estes ingredientes saborosos é o

uma marca da emissora para novos talen-

seu vocal, utilizado pela garota em todas

tos musicais.A partir de então, Florence +

as suas possíveis matizes e variações de

The Machine ganhou mais atenção e pas-

volume, não raro emitido em gritos longos

sou a tocar em vários grandes festivais da

e possantes. A substância obtida desta re-

Inglaterra, como os de Reading and Leeds

ceita é uma música sofisticada e vibrante

e o Glastonbury. O primeiro álbum da ban-

que tem a mesma identidade idiossincrá-

da, Lungs, foi lançado no dia 6 de julho de

tica e indefinível de artistas como Kate

2009 e ficou no segundo lugar das para-

Bush, a Björk intimista de Vespertine,

das inglesas durante suas primeiras cinco

My Brightest Diamond e Bat For Lashes.


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Florence Welch é mais uma daquelas artistas que dificilmente se contenta em soar comedida ou simples, porém o abundante requinte com o qual suas composições são

impregnadas

permitem

que nossos sentidos captem apenas a sua fervente e quase primitiva

beleza.


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Alex Atala

A cara da nova cozinha brasileira

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ilad Alexandre Mack Atala, mais conhecido como Alex Atala, é um chef de cozinha brasileiro. Eleito chef do ano pelo Guia Quatro Rodas em 2006, o seu restaurante, D.O.M., foi considerado 4º melhor restaurante do mundo e o melhor da América do Sul, segundo a lista World’s 50 Best Restaurants de 2012.

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ilho de Milad Atala, Alex nasceu em uma família de classe média de origem palestina, no bairro da Mooca, e foi criado em São Bernardo do Campo. Dotado de um temperamento “determinado, teimoso até”, como definiu o seu pai, com quatorze anos, deixou a casa dos pais e foi para São Paulo, onde trabalhou como DJ. Aos dezoito anos, viajou para a Europa como mochileiro e trabalhou pintando paredes na Bélgica. Por sugestão de um amigo, fez um curso profissionalizante de gastronomia e, em seguida, trabalhou em restaurantes na Bélgica, na França e na Itália, aperfeiçoando seus conhecimentos da arte culinária.

D

e volta a São Paulo, trabalhou no restaurante Sushi Pasta, porém o sucesso veio quando foi chamado para renovar o cardápio do extinto restaurante Filomena. Por esse trabalho foi eleito o Melhor Jovem Chef pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes Diferenciados. Atala também trabalhou no restaurante 72, antes de inaugurar o Namesa, em 1999. Poucos meses depois, ele e mais dois sócios abriram o restaurante D.O.M. (acrônimo da locução latina Deo Optimo Maximo), cujo projeto arquitetônico é de Ruy Ohtake. O D.O.M. tornouse um sucesso de público e crítica, recebendo diversos prêmios.


24 Em 1999, Atala foi eleito Chefe Revelação e o D.O.M., o Melhor Restaurante, pela revista Gula, especializada em gastronomia; em 2000, Atala foi o Melhor Chefe, e o D.O.M., o Melhor Restaurante Contemporâneo, novamente segundo a Gula. O D.O.M. foi também o Melhor Restaurante Contemporâneo, segundo a revista Veja. Em 2002, Atala foi novamente considerado o Melhor Chefe, segundo a Veja, e seu restaurante foi mais uma vez escolhido o Melhor Restaurante Contemporâneo, tanto pela Veja como pela Gula. Em 2006, o D.O.M. recebeu a classificação máxima (3 estrelas) do Guia Quatro Rodas, além de ser eleito o Chef do Ano pelo mesmo guia e pela revista Veja São Paulo.


25 Em 2007, o D.O.M. figurou em 40º lugar na lista dos melhores restaurantes do mundo (San Pellegrino World’s 50 Best Restaurants) e foi incluído no guia organizado pela revista londrina Restaurant. No topo da lista figurava o restaurante de cozinha contemporânea El Bulli, do chef catalão Ferran Adrià. Amigo pessoal de Atala, Adrià é considerado o “papa” da culinária de desconstrução e o mais influente chef do mundo. Em 2009, o D.O.M. passou à 24ª posição na lista, em 2010, passou à 18ª posição, em 2011, passou à 7ª posição e, em 2012, chegou à 4ª posição. Alex é um defensor da culinária regional, como expressa em seu livro Por uma Gastronomia Brasileira, e coloca a culinária amazônica, especificamente a paraense, como base de alguns de seus melhores pratos. Abre o restaurante Dalva e Dito em 2009, mesclando culinária regional com sua técnica impecável.


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Confira a receita da famosa galinhada de

alex atala

Modo de preparo Salmoura

Ingredientes: • 1 galinha caipira separada pelas juntas e cortada em pedaços pequenos Salmoura • 2 litros de água • ½ kg de sal grosso • 20 g de folhas de manjericão • 1 cebola cortada em 4 partes • 3 folhas de louro • 2 dentes de alho inteiros Marinada • 5 dentes de alho picados • 2 cebolas médias cortada em cubos • 4 tomates cortados em cubos • 1 pimenta-de-cheiro picada • 100 g de coentro picado • 50 g de salsinha picada • 50 g de folhas de manjericão • 10 folhas de hortelã • 1 folha de louro • 200 ml de óleo de canola • 50 g de colorau • sal e pimenta-do-reino branca moída a gosto Revista Múltipla Brasil

1°- Numa tigela coloque 1 galinha caipira separada pelas juntas e cortada em pedaços pequenos, 2 litros de água, ½ kg de sal grosso, 20 g de folhas de manjericão, 1 cebola cortada em 4 partes, 3 folhas de louro e 2 dentes de alho inteiros misture e deixe na geladeira por 24 h. Retire o os pedaços da galinha caipira da salmoura e lave em água corrente.

Marinada

2°- Transfira os pedaços de galinha caipira para uma tigela adicione 5 dentes de alho picados, 2 cebolas médias cortada em cubos, 4 tomates cortados em cubos, 1 pimenta-de-cheiro picada, 100 g de coentro picado, 50 g de salsinha picada, 50 g de folhas de manjericão, 10 folhas de hortelã e 1 folha de louro e leve na geladeira por 24h. 3°- Retire os pedaços de galinha caipira da marinada. Coe a marinada e reserve os temperos e o caldo. 4°- Numa panela com 200 ml de óleo de canola coloque os pedaços de galinha caipira e refogue bem até dourar. Retire os pedaços de galinha caipira da panela e adicione os temperos da marinada (reservada acima) e refogue. Acrescente o caldo da marinada (reservada acima), os pedaços de galinha caipira (já dourados), 50 g de colorau e cubra com água. Deixe cozinhar em fogo baixo com a panela tampada por aproximadamente 3h ou até a galinha ficar macia. Se precisar adicione mais água. Tempere com sal e pimenta-do-reino branca moída a gosto e sirva em seguida acompanhado de arroz com pequi, farofa e quiabo refogado.


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Óculos do Google de realidade aumentada. Basicamente visa exibir informações na pequena tela do óculos como se fosse um celular, deixando assim suas mãos livres. Ele será comandado por voz ou gestos que você poderá fazer com os dedos na lateral do óculos. O óculos do Google irá interagir com a internet através de um celular conectado a internet e utilizará o sistema Android.

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Conheça o Google Glass

Bom para quem ainda não sabe, a Google resolveu lançar agora um tipo de PC para o seu rosto (Y) haha, A ideia parece ser meio doida mas acompanhem comigo abaixo:

O

Google Glass será como um PC, ou melhor e mais parecido com um Smart ou Tablet só que com a mobilidade de um simples óculos, legal não? Com ele você vai ter acesso ao Google Maps, Gmail entre diversos aplicativos da Google   e o melhor tudo por comando de voz, o óculos será equipado com uma câmera de 720p com isso você pode tirar fotos ou até fazer vídeos em tempo real com seu canal do You Tube ou site! Embutido no Google Glass também haverá uma opção de armazenar fotos vídeos em lugares onde não há conexões de dados, para que esse conteúdo possa ser enviado posteriormente.

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Além de ter um acelerômetro e giroscópio para entender movimentos com a cabeça, o gadget também poderá ser controlado pelo smartphone (seu meio principal) ou ainda por comandos de voz ou um touchpad na lateral do óculos. A bateria fica atrás da orelha direita. Uma versão chamada “Explorer” do aparelho vai contar com lentes que escurecem a luz do dia , Sabem como os óculos que temos hoje em dia para os olhos sensíveis ou até mesmo quem gosta de ter 2 em 1 . De início ele será vendido em 5 cores sendo elas: Cinza, Laranja, Preto, Branco e um Azul claro.


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Realidade aumentada é uma ideia nova do Google Glass?

Embora a realidade aumentada não seja uma ideia nova do time do Google, o projeto tem chamado atenção de todos os veículos de comunicação, sites e blogs por ser totalmente inovador. Se até então a realidade aumentada era usada somente em celulares ou computadores, agora poderá ser utilizada numa simples armação de óculos, como os seus óculos de grau ou de sol.

Algumas funcionalidades do Google Glass Apenas conexão Wi-fi. Dependerá sempre de um celular ou uma conexão Wi-fi para se conectar a Internet. Não descartam a possibilidade de uma nova série com espaço para conexão 3G/4G; contará com espaço de armazenamento para fotos e vídeos, mas a ideia é ter quase tudo transmitido ao vivo para a web. “Ao vivo, agora!” a natureza do Google Glass que pretende empurrar como fator de diferenciação: Pequeno touchpad na lateral direta; Reconhecimento por voz; Poderá ser controlado por um smartphone (com conexão por cabo); Acelerômetro e um giroscópio, permitindo que usuários interajam com o óculos apenas balançando a cabeça; Disparo automático de foto a cada 10 segundos; A bateria está localizada atrás da orelha direita. Não foram divulgadas a duração da bateria. Revista Múltipla Brasil


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Qual o preço do Google Glass?

Segundo especulações, o Óculos do Google será comercializado por U$1.500,00. Ainda não há valores definidos para o Brasil, mas poderá vir por pouco mais de R$3.000,00. Segundo alguns especialistas do mercado, o óculos será comercializado por mais de R$5.000,00.

Lançamento do Google Glass O jornal americano The New York Times relatou que os óculos estariam disponíveis para venda no início de 2013, mesma data que seria disponibilizado para desenvolvedores. Contudo, não era uma data oficial e eles não foram disponibilizados para o mercado.  Segundo o próprio Google, o produto estaria disponível ao mercadono final de 2013.

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HENRYCAVILL O NOVO HOMEM DE AÇO “O que eu posso dizer é que uma modernização e uma visão bastante realista de um personagem obviamente bastante fantástico”, disse o ator. É uma situação irreal, mas que aproveitamos sob um ponto de vista bem prático. Nós queríamos fazer o personagem bastante próximo e fácil das pessoas se identificarem com ele”, disse o novo Clark Kent. O ator falou também que entendeu a importância do personagem: “É importante fazer jus ao papel. Há muitas pessoas contando comigo para fazer isso certo. Eu aceitei essa responsabilidade com um sorriso no rosto, e é ótimo, porque é uma oportunidade maravilhosa. Eu não deixo as pressões chegarem até mim porque isso afetaria minha performance e, assim, decepcionaria as pessoas. Então eu decido ignorar a pressão e me focar para fazer justiça ao Superman”, complementou.


O

Homem de Aço’ seria lançado mundialmente em 14 de Junho, mas no Brasil agora só estreia em 12 de Julho. No panteão dos super-heróis, Superman é o mais reconhecido e reverenciado personagem de todos os tempos. Clark Kent/Kal-El (Henry Cavill) é um jovem jornalista que se sente diferente por ter poderes além da imaginação de qualquer ser humano. Há anos enviado de Krypton, um avançado planeta alienígena, à Terra, Clark sofre com a derradeira questão: “Por que estou aqui?” Moldado pelos valores de seus pais adotivos, Martha (Lane) e Jonathan Kent (Costner), Clark logo descobre que ter super-habilidades significa tomar decisões muito difíceis. Mas quando o mundo mais precisa de estabilidade, ele é atacado. E agora, suas habilidades serão usadas para manter a paz ou partir para um tudo ou nada? Clark precisa se tornar o herói conhecido como “Superman”, não apenas para brilhar como a última esperança da humanidade mas para proteger aqueles que ama. Enquanto o protagonista Henry Cavill é um nome pouco conhecido em Hollywood, o elenco de coadjuvantes é de primeira: Kevin Costner (‘Instinto Secreto’) viverá Jonathan Kent, pai adotivo de Clark Kent. Diane Lane viverá a mãe adotiva, Martha. Amy Adams (‘O Vencedor’) será Lois Lane e Michael Shannon (‘Foi Apenas um Sonho’) será o General Zod. Russell Crowe (‘Gladiador’) foi contratado para viver Jor-El, pai biológico de Superman.

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HENRY CAVILL Cavill nasceu em Jersey, e foi educado na Esco-

la Preparatória St. Michael, na ilha, antes de frequentar a Stowe School, um internato, onde ele actuou em vários jogos. Cavill fez uma audição para o papel principal para o novo filme de Batman Begins, mas perdeu para Christian Bale. Em 2005, ele tornou-se um jovem concorrente para o papel de James Bond. Os produtores e o director tiveram de escolher entre Cavill, Daniel Craig e Sam Worthington. Aparentemente, o director favoreceu Henry Cavill com uma versão mais nova de James Bond. No entanto, os produtores acreditavam que Cavill era muito jovem para o papel, que depois passou para Daniel Craig. Ele também fez uma audição para o papel de Superman para o novo filme de Superman Returns. Devido ao fato de não ter sido aprovado para estes papéis, na edição de Dezembro de 2005 do Empire Magazine, ele foi apelidado de “… o homem mais desafortunado em Hollywood”. Cavill participou na série televisa da Showtime, The Tudors, interpretando o papel de Charles Brandon, Duque de Suffolk, cunhado de Henrique VIII de Inglaterra e inimigo da Rainha Ana Bolena. Ele também fez uma pequena participação na fantasia cinematográfica Stardust (2007).


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Gibi nº 1 do Super-Homem. Um exemplar da primeira história em quadrinhos do Super-Homem, editada em junho de 1938, foi leiloado nesta quarta-feira (30) pela internet por US$ 2,16 milhões, valor recorde, informou a empresa organizadora da operação. O leilão começou no dia 11 de novembro pelo site “www.comicconnect.com”. O valor mínimo pedido era de US$ 900 mil. A empresa Metropolis Collectibles and ComicConnect, responsável pelo leilão, anunciou o valor pago pelo gibi em seu site, mas não revelou a identidade do comprador. Esta é a primeira vez que uma história em quadrinhos supera a barreira dos US$ 2 milhões. Os analistas previam que o exemplar, o número 1 da série Action Comics, que se encontra em ótimo estado de conservação, pudesse alcançar a marca de US$ 1,5 milhão.

Segundo o presidente da casa de leilões, Stephen Fishler, o gibi foi roubado em 2000 de uma colecionadora da Costa Oeste dos Estados Unidos. Ele era procurado desde então, e houve até recompensas para quem o recuperasse.Em abril passado, um empresácaliforniano entrou em contato com Fishler para vender-lhe um material que tinha adquirido em um leilão. Posteriormente, comprovou-se que o exemplar roubado estava entre as caixas.Superman foi, é e continuará sendo exultado e exaltado durante muito tempo, em diversos lugares do mundo. Tudo o que parece ter sido a última palavra falada ou escrita sobre o personagem da DC Comics acaba perdendo a vez para novos fatos, contextos e abordagens acerca de um dos maiores ícones da cultura pop - condição que o acompanha desde os primeiros anos de sua criação. É o que prova o livro Superman: The High-Flying History of America’s Most Enduring Hero (A história do grande voo do herói mais longevo da América, em tradução livre) - escrito pelo jornalista do The New York Times Larry Tye -, que a Random House lançará no final do próximo mês Revista Múltipla Brasil

de junho, nos Estados Unidos.A obra, que não abre mão de contar a fictícia história de vida do personagem, aborda o mito do Homem de Aço no mundo real, seu sucesso em diversas mídias, a atuação do herói como agente influenciador.


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THINK APPLE


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THINK MAC


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angá é a palavra usada para designar as histórias em quadrinhos feitas no estilo japonês. No Japão, o termo designa quaisquer histórias em quadrinhos. Sua origem está no Oricom Shohatsu (Teatro das Sombras), que na época feudal percorria diversos vilarejos contando lendas por meio de fantoches. Essas lendas acabaram sendo escritas em rolos de papel e ilustradas, dando origem às histórias em sequência, e consequentemente originando o mangá. Vários mangás dão origem a animes para exibição na televisão, em vídeo ou em cinemas, mas também há o processo inverso em que os animes tornam-se uma edição impressa de história em sequência ou de ilustrações.


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O conheça a história

O

s mangás têm suas raízes no período Nara (século VIII d.C.), com o aparecimento dos primeiros rolos de pinturas japonesas: os emakimono. Eles associavam pinturas e textos que juntos contavam uma história à medida que eram desenrolados. O primeiro desses emakimono, o Ingá Kyô, é a cópia de uma obra chinesa e separa nitidamente o texto da pintura. A partir da metade do século XII, surgem os primeiros emakimono com estilo japonês. O Genji Monogatari Emaki é o exemplar de emakimono mais antigo conservado, sendo o mais famoso o Chojugiga, atribuído ao bonzo Kakuyu Toba e preservado no templo de Kozangi em Kyoto. Nesses últimos surgem, diversas vezes, textos explicativos após longas cenas de pintura. Essa prevalência da imagem assegurando sozinha a narração é hoje uma das características mais importantes dos mangás.

N

o período Edo, em que os rolos são substituídos por livros, as estampas eram inicialmente destinadas à ilustração de romances e poesias, mas rapidamente surgem livros para ver em oposição aos livros para ler, antes do nascimento da estampa independente com uma única ilustração: o ukiyo-e no século XVI. É, aliás Katsushika Hokusai o precursor da estampa de paisagens, nomeando suas célebres caricaturas publicadas de 1814 à 1834 em Nagoya, cria a palavra mangá — significando “desenhos irresponsáveis”.

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s mangás não tinham, no entanto, sua forma atual, que surge no início do século XX sob influência de revistas comerciais ocidentais provenientes dos Estados Unidos e Europa. Tanto que chegaram a ser conhecidos como Ponchie (abreviação de Punch-picture) como a revista britânica, origem do nome, Punch Magazine (Revista Punch), os jornais traziam humor e sátiras sociais e políticas em curtas tiras de um ou quatro quadros.Entretanto, o governo japonês não hesitou em utilizar os quadrinhos para fins de propaganda.


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essa época, mangás eram bastante caros, começaram a surgir compilações em akahons (ou akabons, livros vermelhos), livros produzidos com papel mais barato e capa vermelha e do tamanho dos cartões postais (B6). É então que um artista influenciado por Walt Disney e Max Fleischer revoluciona esta forma de expressão e dá vida ao mangá moderno: Osamu Tezuka.

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s características faciais semelhantes às dos desenhos de Disney e Fleischer, onde olhos (sobretudo Betty Boop), boca, sobrancelhas e nariz são desenhados de maneira bastante exagerada para aumentar a expressividade dos personagens tornaram sua produção possível. É ele quem introduz os movimentos nas histórias através de efeitos gráficos, como linhas que dão a impressão de velocidade ou onomatopeias que se integram com a arte, destacando todas as ações que comportassem movimento, mas também, e acima de tudo, pela alternância de planos e de enquadramentos como os usados no cinema. As histórias ficaram mais longas e começaram a ser divididas em capítulos.

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ordem de leitura de um mangá japonês é a inversa da ocidental, ou seja, inicia-se da capa do livro com a brochura à sua direita, sendo a leitura das páginas feita da direita para a esquerda. Alguns mangás publicados fora do Japão possuem a configuração habitual do Ocidente. Além disso, o conteúdo é impresso em preto e branco, contendo esporadicamente algumas páginas coloridas, geralmente no início dos capítulos, e em papel reciclado tornando-o barato e acessível a qualquer pessoa. Os mangás são publicados no Japão originalmente em revistas antológicas impressas em papel-jornal parecidas com listas telefônicas.

Shonen Jump é da editora Shueisha!

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revista Shonen Jump publicou clássicos como Dragon Ball, Saint Seiya (ou Cavaleiros do Zodíaco), Yu Yu Hakusho e continua publicando outra séries conhecidas como Hunter x Hunter, Naruto, One Piece, Bleach e Death Note. Existem também outras revistas como a Shonen Sunday semanal (Shogakukan), que publicava InuYasha, e a Afternoon mensal (Kodansha).


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EXPEDIENTE

Editora : Malu Rosato Arte : Malu Rosato, Pamela T. Arakaki e Galderis Soares Colaboradores : Malu Rosato, Pamela T. Arakaki e Galderis Soares Coordenador do PIM : Georges Keramidas Conselho Editorial : Roberto Cordeiro, Lucas Silvestre, Sidnei Barros, Georges Keramidas, Luciene Boni Serviços editoriais : Colaboradores: Roberto Cordeiro e Sidnei Barros Pesquisa : Pamela T. Arakaki, Galderis Soares e Malu Rosato MÚLTIPLA ON LINE Web Designer : Malu Rosato www.multiplanobrasil.blogspot.com.br CRÉDITOS : publicações oficiais e material multimídia. http://www.nationalgeographic.com/ http://pt.wikipedia.org/wiki/Catacumbas_de_Paris http://www.papariseando.com/2012/04/las-catacumbas-de-paris.html http://www.google.com/images http://omelete.uol.com.br/cinema/superman-o-retorno/ http://henrycavill.org/en/blog/interviews/item/266-hero-in-training http://digitaisdomarketing.com.br/ http://www.lastfm.com.br/ http://pt.wikipedia.org/wiki/Mang%C3%A1 http://pt.wikipedia.org/wiki/Alex_Atala http://caras.uol.com.br/canal/receitas-gourmet/post/alex-atala-ensina-receita-de-sua-premiada-galinhada-mais-voce-ana-maria-braga-virada-cultural#image0

Orgão Certificador : Price Waterhouse


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