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Conjuntura Marítima 2010 – Oportunidades e Desafios Organizada pela Secção de Geografia dos Oceanos, a realizar na sua sede nos dias 8, 9, 15 e 16 de Julho. Ler mais...

Kit do Mar nas comemorações do Dia Europeu do Mar

Não temos eventos programados Ver Calendário Completo Links Nacionais Comunitárias Internacionais

Datas Comemorativas

No âmbito das comemorações do Dia Europeu do Mar, dia 20 de Maio, a Estrutura de Missão para os Assuntos do Mar (EMAM) promoveu duas iniciativas subordinadas ao tema Kit do Mar. Ler mais...

Dia Europeu do Mar 20/Maio Dia Nacional do Mar 16/Nov Dia Mundial do Mar 25/Set

Dia Mundial dos Oceanos 8/Junho

http://www.emam.com.pt/[29-06-2010 20:22:40]


Estrutura de Miss達o para os Assuntos do Mar - Entrada

http://www.emam.com.pt/[29-06-2010 20:22:40]


INTRODUÇÃO A EMAM, Estrutura de Missão para os Assuntos do Mar, foi criada em 2005 e coordena a nível dos Ministérios, que compõem a Comissão Interministerial para os Assuntos do Mar (CIAM), o Programa “ Comunicação e Sensibilização para o Mar”. Trata-se de um programa inserido nas acções estratégicas identificadas na Estratégia Nacional do Mar (2005) que visa, entre outros objectivos, sensibilizar as crianças e os jovens para o potencial que o mar encerra, através da promoção do ensino e divulgação nas escolas de actividades ligadas ao mar. Pretende-se, deste modo, mobilizar professores e alunos do 2º e 3º ciclo do Ensino Básico para a assumpção dos Assuntos do Mar como tema integrado a desenvolver na área curricular não disciplinar – Área de Projecto. Neste sentido, a EMAM lançou, em 25 de Setembro de 2008, em parceria com a Agência Cascais Atlântico, o Kit do Mar, que teve como objectivo a inclusão do Tema Mar na disciplina Área Projecto nas escolas do concelho de Cascais. Este kit incluiu fichas de projecto específicas para o concelho de Cascais para apoio dos professores bem como um kit para os alunos com material didáctico relacionado com o mar, tendo decorrido durante o ano de 2008/2009 uma experiência piloto em duas escolas deste concelho. Para o ano 2009/2010 a EMAM, mais uma vez em pareceria com a Agência Cascais Atlântico e com a Estrutura de Missão para Extensão da Plataforma Continental (EMEPC), reestruturou o Kit do Mar, pretendendo deste modo que o tema Mar possa vir a ser adoptado na Área Projecto a nível nacional bem como constituir uma ferramenta de apoio às disciplinas curriculares e actividades de tempos livres ou a outras actividades educativas. Este kit encontra-se disponível no site da EMAM (www.emam.com.pt). De modo a facilitar a troca de experiências entre professores e o esclarecimento de dúvidas, a EMAM criou um blog de discussão e debate sobre este projecto. O Kit é composto por um dossier com fichas de projecto transversais, tal como se pretende numa disciplina de Área de Projecto, que incluem propostas de actividades e um conjunto de informação complementar do tema “Mar” (lista bibliográfica sobre vários temas do mar, lista de contactos de instituições ligadas ao mar, lista de museus que abordam o tema Mar, etc.). Cada ficha pode ser trabalhada independentemente, ou em conjunto com outras fichas, requerendo invariavelmente o envolvimento de várias disciplinas. Os temas das fichas que poderão ser trabalhados nas diversas disciplinas são os seguintes: • • • •

As profissões ligadas ao mar As nossas embarcações Um mar de pequenos nadas Vamos adoptar o Oceano Atlântico

1


INTRODUÇÃO • • • • •

Clube de cientistas Ver a praia com outros olhos Desportos náuticos ROV’s – robots submarinos Vamos vestir o mar

Cada uma das fichas temáticas de projecto é autónoma, contendo sugestões e orientações para a realização de actividades as quais poderão ser desenvolvidas ao longo do ano ou até num trimestre consoante o grau de profundidade que se quiser dar ao tema. Cada etapa da ficha, desde a motivação até ao produto final inclui um conjunto de sugestões alternativas que permite ao professor adaptar os conteúdos aos objectivos e aquisição de competências que pretende alcançar. Cabe ao professor orientar o desenvolvimento do tema ou dos temas de modo a que no final o produto seja um trabalho sobre os Assuntos do Mar. Pretende-se que as turmas participantes nesta iniciativa trabalhem o tema “Mar” sob diversas perspectivas a partir dos conteúdos fornecidos neste deste kit pedagógico e que no final do ano possam desenvolver uma exposição para toda a comunidade escolar. Os trabalhos finais serão objecto de um concurso nacional no qual serão atribuídos prémios para os três primeiros classificados.

2


AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR Disciplinas intervenientes

Língua Portuguesa, Educação Visual e Tecnológica, Matemática e Tecnologias da Informação e Comunicação.

1

Motivação

. Audição e leitura de um texto (ver exemplos no Anexo 1) ou

. Exibição do filme sobre investigação científica na Antártida: Terra Australis: Ciência Polar Visualização através do site: http://www.cienciaviva.pt/mediaplayer/index.asp?accao= showvideo&id_videofile=9

.

ou Palestra de um profissional do mar à escolha do interesse manifestado pela turma

(ex: investigadores, militares, professores, pescadores, etc.)

1


AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

2

Definição do Tema

Sugestão de questões a abordar: 1. Que profissões existem ligadas ao mar em Portugal? E no Concelho? 2. Em que profissões ligadas ao mar se destacam os Portugueses? 3. Que profissões deixaram de existir ou estão a desaparecer? Por que razão? Quem é que ainda se ocupa de profissões artesanais?

4. Como escolher uma profissão nesta área? 5. Que profissões «do mar» estavam anteriormente vedadas às mulheres? Tema: As profissões ligadas ao mar

3

Planificação

3.1. Objectivos

. Identificar diferentes profissões no Concelho . Divulgar as profissões ligadas ao mar . Reflectir sobre as profissões e as saídas profissionais . Conhecer profissões antigas que têm vindo a desaparecer . Conhecer as novas profissões tecnológicas

32


AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR 3.2. Materiais

Os materiais terão de ser seleccionados de acordo com todas as iniciativas que se

desenvolverão ao longo do projecto, de acordo com os recursos da escola, a imaginação dos intervenientes e o resultado pretendido. Material para as actividades propostas (entrevistas e visitas de estudo):

. Bloco de notas . Lápis . Material audiovisual (máquina fotográfica e/ou câmara de vídeo)

3.3. Informação de Apoio

No Anexo 2 é disponibilizada informação sobre as profissões associadas ao mar.

No Anexo 3 é disponibilizada informação complementar sobre as saídas profissionais dos cursos do Centro de Formação Profissional das Pescas e do Mar.

3.4. Preparação

Consoante as actividades seleccionadas da etapa 4, haverá a necessidade de diferentes

metodologias de preparação, por exemplo:

. Fazer um levantamento sobre as profissões ligadas ao mar, empresas e instituições

no Concelho; os Anexos 2 e 3 podem ser usados como material de apoio

3


AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

. Elaborar uma lista de profissionais a contactar . Pesquisar, seleccionar e analisar a bibliografia referente às diferentes profissões seleccionadas incluindo entrevistas publicadas em revistas ou jornais

. Desenvolver uma ficha tipo para as entrevistas aos profissionais (exemplo: dados pessoais, funções desempenhadas, local de trabalho, instituição, síntese do dia-a-dia, perspectivas profissionais futuras, remuneração)

. Planificar as visitas de estudo . Distribuir as tarefas associadas à semana das Profissões Exemplo de instituições a contactar (ver lista de contactos):

. Escola Naval da Marinha . Escola Náutica Infante D. Henrique . Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM) . Instituto de Investigação das Pescas e do Mar (IPIMAR) . Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico para o património subaquático (IGESPAR)

. Centro de Geofísica da Universidade de Lisboa . Estrutura de Missão para os Assuntos do Mar (EMAM) . Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental (EMEPC) . Centro de Recursos Minerais da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (CREMINER)

.

Departamento de Geologia Marinha do Laboratório Nacional de Energia

e Geologia (LNEG)

. Oceanário de Lisboa

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AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

. Jardim Zoológico . Zoo Marine . Associação de Aquacultura de Portugal . Centro de Estudos do Ambiente e do Mar - Universidade de Aveiro . Centro de Investigação Marinha e Ambiental (CIMA) - Universidade do Algarve . Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiente - Universidade do Porto . Estação de Biologia Marinha de Funchal . Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP) - Universidade dos Açores

4

Desenvolvimento

Propostas de Actividades

1. Entrevistas telefónicas, por e-mail ou presenciais a profissionais ligados ao mar. A escolha de profissionais deve abranger pelo menos 3 ou 4 actividades diferentes. Preferencialmente efectuar mais do que uma entrevista por profissão.

2. Visitas de estudo para observação da actividade profissional no terreno. Realização de entrevistas a diferentes actividades (ex: pescadores, engenheiros navais, marinheiros, investigadores).

3. Preparação de uma «Semana das Profissões Ligadas ao Mar». Contactar com pessoas destas profissões, com escolas profissionais e outras entidades de formação para pedido de colaboração para a realização de um seminário.

5


AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR Elaboração de cartazes de divulgação do seminário, folhetos e convites para a comunidade escolar.

5

.

Sugestões de Produto Final Exposição dos trabalhos finais sob a forma de posters. Ex: “As profissões

ligadas ao mar do nosso Concelho” ou “ profissões em vias de extinção/ profissões emergentes” ou “um dia com um profissional do mar”.

.

Organização de um seminário para a divulgação das profissões ligadas ao mar

com a presença de profissionais/ entidades convidados. Poder-se-á nesta fase pedir a colaboração dos pais e outros familiares dos alunos e o apoio da câmara municipal para o evento.

. Divulgação da actividade no jornal/ site da escola. Criação de um blog para debater o tema das profissões ligadas ao mar.

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Avaliação

Preenchimento das fichas de auto e hetero-avaliação (ver Fichas de Avaliação). Discussão/Debate sobre o projecto. Bibliografia Anónimo.2005. Concurso de Admissão à Escola Naval. Marinha Portuguesa. Baptista, C.M.M. 1995. Os marisqueiros de Vila do Bispo. Algarve em Foco Editora.

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AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR Cativo, L. 2005. Ainda Olhão e a Indústria de Conservas de Peixe. Câmara Municipal e Junta de Freguesia de Olhão. 2ª Edição. Garcia, J.C. 2008. A fábrica da baleia de São Roque do Pico. Município de São Roque do Pico. Reis, A.B. 2006. Os primeiros cursos de Engenharia Naval na Universidade Técnica de Lisboa in Inovação e Desenvolvimento nas Actividades Marítimas. Edições Salamandra, Lda. Santos Graça, A. 2005. Poveiro. Publicações D. Quixote. 5ª Edição.

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AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR ANEXO 1

Sugestão de textos para a Motivação

In Notícias de Sábado 06-09-2008

98


AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

In Notícias de Sábado 06-09-2008

9


AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

In Voz do Nordeste (A) 28-08-2008

10 11


AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

In Global Notícias 22-09-2008 / Edição Lisboa

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AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

In Jornal de Notícias 22-09-2008

12 13


AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

In Correio da Manhã 18-01-2009

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AS PROFISSร•ES LIGADAS AO MAR

In Diรกrio As Beiras 28-10-2008

14 15


AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

In Jornal de Notícias 01-03-2008 / JN Negócios

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AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

Missão oceanográfica no Ártico Como é a crosta oceânica no Ártico? E qual a população de micróbios no seu interior? Respostas a estas questões é o que espera obter a missão de investigadores do MNHN, que em Julho estará na região. Uma equipa de investigadores portugueses, dois deles do Museu Nacional de História Natural, participa, durante todo o mês de Julho, numa missão oceanográfica no Oceano Ártico, a cerca de 75ºN. A missão destina-se a estudos da crista oceânica na Crista Média Atlântica, num segmento (South Knipovich Ridge) onde a velocidade de alastramento do fundo é particularmente lenta (cerca de 0,2 cm/ano) mas onde, não obstante, foram descobertas fontes hidrotermais submarinas, a profundidades da ordem dos 2500 metros. A missão vai continuar a exploração da região, no sentido da preparação de uma futura expedição de perfuração do fundo, para se conhecer a crosta abaixo do fundo do mar, a população de micróbios que vivem no interior da crosta (a chamada biosfera profunda) e eventuais depósitos minerais. O papel da equipa portuguesa no projecto (que envolve ainda equipas norueguesas e da Suécia, Suíça e França) será o seguinte:

Zona de operaçãoes da missão oceanográfica Fernando Barriga

1. estudar os minérios a descobrir, quer sob a forma de chaminés hidrotermais, etc, quer as partículas hidrotermais dispersas nos sedimentos; 2. Estudar os sedimentos química- e mineralogicamente, para detecção de condições desenvolvimento da biosfera profunda e de sinais de actividade hidrotermal escondida sob os sedimentos.

favoráveis

ao

A biosfera profunda, um dos principais objectivos do projecto, é uma das maiores descobertas da ciência das últimas décadas. Temos hoje a percepção de que a biomassa dos micróbios que constituem este verdadeiro submundo de “intraterrestres” é comparável à da biosfera convencional, facto de que não se tinha qualquer conhecimento há uma década. A missão terá duas partes: na primeira, com início em Tromsø, no norte da Noruega, em 29 de Junho, participam Fernando Barriga (director do Departamento de Mineralogia e Geologia MNHN, professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e coordenador da parte portuguesa do projecto) e Rita Fonseca, investigadora do Creminer LA/ISR e professora da Universidade de Évora; na segunda parte, com início a 18 de Julho (em Tromsø) e termo em 29 de Julho (em Bodø), participam Álvaro Pinto, técnico superior de Mineralogia e Geologia do MNHN, a ultimar o seu doutoramento no Creminer LA/ISR, e Ágata Dias também em fase final de redacção do seu doutoramento no mesmo centro. O Creminer (Centro de Recursos Minerais, Mineralogia e Cristalografia) é uma unidade de investigação da FCUL, integrada desde 2001 no Laboratório Associado Institute of Systems Research, e que desenvolve muitas actividades em parceria com o Museu Nacional de História Natural. A missão decorrerá a bordo do navio norueguês G.O. Sars, um dos navios actualmente em operação (ver detalhes no site “Institute of Marine Research”) e Operated Vehicle) ARGUS, para profundidades até 6000 metros, idêntico ao que está de Missão para Extensão da Plataforma Continental (EMEPC)´. Veja a notícia em baixo a

oceanográficos mais avançados utilizará um ROV (Remotely a ser adquirido pela Estrutura notícia sobre a compra de ROV

In Expresso on-line 26-06-2008

16 17


AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

Pescadores vão passar a poder levar turistas para a faina ainda este ano Santa Cruz, 15 Mai (Lusa) - Os pescadores açorianos vão passar a poder transportar turistas quando saírem para a faina, uma experiência “bem sucedida” noutras regiões europeias que o Governo Regional pretende alargar ao arquipélago ainda este ano. Reunido em Conselho de Governo na ilha das Flores, o Executivo Regional aprovou uma proposta de Decreto Legislativa Regional que fixa o quadro legal da pesca turística nas águas da Zona Economia Exclusiva (ZEE) dos Açores, em embarcações licenciadas para a pesca comercial. A proposta será apresentada e votada no Parlamento Regional ainda antes das férias de Verão, anunciou o secretário regional da Educação, no final de dois dias da visita do Governo açoriano às Flores. “Esta proposta além de servir de complemento ao rendimento dos pescadores, visa diversificar a oferta turística no arquipélago”, afirmou Álamo Meneses, acrescentando que o “diploma fixa as características técnicas e funcionais necessárias para o acesso à actividade”. Segundo disse o governante, o regime proposto complementa a legislação existente sobre a pesca lúdica, as actividades marítimo-turisticas e potencia a divulgação das tradições do sector pesqueiro açoriano. O Governo Regional aprovou ainda a criação dos Parques Naturais de Santa Maria e do Faial, órgãos que integram numa única estrutura de gestão todas as áreas protegidas destas duas ilhas. “A nova estrutura de conservação da Natureza terá por missão executar o Plano de Ordenamento da área protegida que será aprovado para estes dois parques naturais”, afirmou Álamo Meneses. No final da visita às Flores, o Executivo liderado por Carlos César, aprovou o lançamento do concurso público para a adjudicação da empreitada de construção do núcleo de recreio naútico e edifício de serviços no porto das Lajes das Flores, orçadas em 9,5 milhões de euros. RME

In RTP notícias on-line 15-05-2008

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Engenharia de Máquinas Marítimas

Pilotagem

Engenharia de Sistemas Electrotécnicos Marítimos Gestão dos Transportes Administração e Gestão de Negócios Portuários

Oficial da Marinha Mercante E Quadros Superiores do Sector Marítimo – Portuário

Oficial da Marinha Mercante E Quadros Superiores do Sector Marítimo – Portuário

Oficial da Marinha Mercante E Quadros Superiores do Sector Marítimo – Portuário

Oficial da Marinha Mercante E Quadros Superiores do Sector Marítimo – Portuário

Oficial da Marinha Mercante E Quadros Superiores do Sector Marítimo – Portuário

ACTIVIDADE PROFISSIONAL

Quadros Superiores para gestão portuária (portos comerciais, marinas e portos de recreio, administrações portuárias, concessionários de terminais, operadores portuários, agentes de navegação e gestores de marinas, etc.)

Quadros superiores para a actividade de gestão e da logística (operadores marítimos e portuários, agentes de navegação, administrações marítimas e portuárias, operadores logísticos, transitários, consultores, etc)

Quadros Superiores para o sector dos Transportes Marítimos e Indústria (desenvolvimento, instalação e manutenção de equipamentos electrónicos, projecto e desenvolvimento de sistemas electrónicos de telecomunicações, desenvolvimento de aplicações de informática, etc.)

Quadros Superiores para o sector dos Transportes marítimos (portos, administrações marítimas, inspecção de navios, pilotos da barra, controlo de tráfego marítimo, etc.)

Oficial Piloto da Marinha Mercante nacional e comunitária

Indústria química e petrolífera

Sectores de automação e controlo industrial

Sector automóvel

Sectores electromecânico, refrigeração e climatização

Sectores de produção e distribuição de energia

Marinas e portos de recreio

Estaleiros de construção e reparação naval

Sociedades classificadoras, inspecção de navios e peritagens

Administrações marítimas e portuárias

Gestão técnica de navios

Oficial de máquinas da marinha mercante nacional e comunitária

Abrangem um vasto leque de actividades tanto no mar como em terra:

*Esta lista corresponde a uma compilação não exaustiva de profissões que directa e indirectamente estão associadas ao mar.

PROFISSÃO/ CURSO

CATEGORIA PROFISSIONAL

ESCOLA NÁUTICA INFANTE D. HENRIQUE (http://www.enautica.pt/)

Listagem de Profissões Associadas ao Mar*

ANEXO 2

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

18 19


PROFISSÃO/ CURSO

Marinha

Engenheiro Naval

Administrador Naval

Fuzileiro

Médico Naval

CATEGORIA PROFISSIONAL

Oficial de Marinha

Oficial de Marinha

Oficial de Marinha

Oficial de Marinha

Oficial de Marinha

Superintendente; Chefe do Estado-Maior da Armada.

Oficial de estado-maior; Professor e formador nas escolas da Marinha;

Médico Especialista no Hospital de Marinha;

Chefe de serviço de saúde em Unidades em terra;

Médico a Bordo de Unidades Navais;

Professor e formador nas escolas da Marinha;

Oficial de estado-maior;

Comandante e Imediato de Unidades operacionais de Fuzileiros;

Professor e formador nas escolas da Marinha;

Oficial de estado-maior;

Chefe de Serviço e de Departamento a bordo de unidades navais;

Professor e formador nas escolas da Marinha;

Oficial de Estado-Maior;

Chefe de Serviço e de Departamento a bordo de unidades navais;

Director, Sub-director e Director Clínico do Hospital de Marinha;

Professor e formador nas escolas da Marinha;

Comandante, Director ou Chefe de Unidades em terra

Chefe de Serviço e de Departamento em unidades em terra;

Director ou Chefe de Unidades em terra

Chefe de Serviço e de Departamento em unidades em terra;

Director ou Chefe de Unidades em terra

Chefe de Serviço e de Departamento em unidades em terra;

Comandante Naval (Comandante Operacional da Marinha);

Comandante e Imediato de unidades navais;

Capitão de Porto

Comandante, director ou chefe de unidades em terra;

Chefe de Serviço e de Departamento a bordo de unidades navais;

ACTIVIDADE PROFISSIONAL

ESCOLA NAVAL (http://escolanaval.marinha.pt/)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

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PROFISSÃO/CURSO

Técnicos Superiores Navais

Serviço Técnico

Músico Administrativo

Comunicações

Electromecânico Electrotécnico

Enfermeiro e técnico de diagnóstico e terapêutica

Fuzileiro Mergulhador Músico

CATEGORIA PROFISSIONAL

Oficial de Marinha

Oficial de Marinha

Oficial de Marinha

Sargento de Marinha

Sargento de Marinha

Sargento de Marinha

Sargento de Marinha

Sargento de Marinha

Sargento de Marinha

Sargento de Marinha

Sargento de Marinha

Professor e formador nas escolas da Marinha; Director ou Chefe de Unidade em terra

Chefe de Serviço a bordo de unidades navais; Chefe de Serviço e de Departamento em unidades em terra;

Instrutor na Banda da Armada.

Executante da Banda da Armada;

Instrutor nas escolas de formação da Marinha.

Chefe de Secção em unidades operacionais de Mergulhadores;

Instrutor nas escolas de formação da Marinha.

Chefe de Secção em unidades operacionais de Fuzileiros;

Técnico de RX.

Técnico de Análises;

Enfermeiro em Serviços de Saúde;

Enfermeiro em unidades em terra e em unidades navais;

Instrutor nas escolas de formação da Marinha.

Chefe de Secção em unidades em terra e em unidades navais na área da manutenção de equipamentos electrónicos.

Instrutor nas escolas de formação da Marinha.

Chefe de Secção em unidades em terra e em unidades navais na área da produção de energia e propulsão.

Supervisor num Centro de Comunicações

Instrutor nas escolas de formação da Marinha.

Chefe de Secção em unidades em terra e em unidades navais na área das Comunicações;

Instrutor nas escolas de formação da Marinha.

Chefe de Secção em unidades em terra e em unidades navais na área administrativa, financeira e logística;

Maestro da Banda

Chefe da Banda da Armada;

Director ou Chefe de Unidade em terra Adjunto do capitão de Porto

Assessoria técnica;

Professor e formador nas escolas da Marinha;

Oficial de estado-maior;

ACTIVIDADE PROFISSIONAL

Chefe de Serviço e de Departamento em unidades em terra;

Assessoria técnica;

MARINHA (http://www.marinha.pt)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

20 21


Operações

Manobra e Serviços

Taifa

Técnico de Armamento

Administrativo Comunicações Electromecânico Electrotécnico

Fuzileiro

Mergulhador Músico Operações

Sargento de Marinha

Sargento de Marinha

Sargento de Marinha

Sargento de Marinha

Praça de Marinha

Praça de Marinha

Praça de Marinha

Praça de Marinha

Praça de Marinha

Praça de Marinha

Praça de Marinha

Praça de Marinha

Registador.

Operador de equipamentos da área das operações;

Executante da Banda da Armada;

Paioleiro.

Adjunto Chefe de Secção;

Mergulhador de combate;

Pupilo.

Atirador;

Paioleiro;

Adjunto chefe de secção;

Manutenção de equipamentos.

Condutor de Máquinas.

Electricista;

Operador de comunicações.

Cantineiro.

Dactilografo;

Processador de vencimentos;

Instrutor nas escolas de formação da Marinha.

Chefe de Secção em unidades em terra e em unidades navais na área do armamento;

Instrutor nas escolas de formação da Marinha.

Despenseiro em unidades navais e em unidades em terra;

Chefe de Secção em unidades em terra e em unidades navais na área da confecção de alimentos;

Instrutor nas escolas de formação da Marinha.

Mestre de unidades navais e em terra;

Chefe de secção de transportes em unidades em terra;

Chefe de Secção em unidades em terra e em unidades navais na área dos serviços gerais;

Instrutor nas escolas de formação da Marinha.

Chefe de Secção em unidades navais na área da condução de operações e exercícios.

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

21


Manobra e Serviços Taifa Técnico de Armamento

Polícia dos Estabelecimentos de Marinha

Troço do Mar – Manobra

Troço do Mar – Máquinas e Electricidade

Faroleiro

Técnico Faroleiro

Praça de Marinha

Praça de Marinha

Praça de Marinha

Militarizado da Marinha

Militarizado da Marinha

Militarizado da Marinha

Militarizado da Marinha

Militarizado da Marinha

Paioleiro;

Chefe da Secção de Vedetas – Manobra;

Encarregado de Oficina; Técnico de Ajudas à Navegação; Técnico de Manutenção.

Encarregado do Planeamento;

Técnico Manutenção Infra-estruturas de Faróis;

Encarregado do Planeamento;

Chefe do Serviço de Electrotecnia;

Encarregado de Oficina;

Adjunto do Chefe do Serviço;

Adjunto do Chefe do Serviço;

Chefe de Balizagem;

Funções de coordenação;

Técnico de Manutenção de Balizagem.

Encarregado Secção Maquinas das Embarcações.

Chefe da Secção de Ajudas à Navegação;

Operador de Manutenção / Combate á Poluição;

Encarregado do Planeamento / Registos / Arquivo;

Chefe de Central;

Adjunto do Chefe de Serviço;

Chefe da Secção de Vedetas – Maquinas / Electricidade;

Funções de coordenação;

Chefe de Secção de Planeamento;

Patrão de embarcação; Funções de coordenação;

Encarregado Embarcações.

Sota patrão de embarcação;

Operador de Manutenção/Combate à Poluição;

Encarregado Segurança / Portaria / Vigilância e Polícia; Funções de coordenação;

Adjunto do Chefe de Serviço;

Chefe de Equipa de Segurança.

Chefe de Posto de Fiscalização;

Chefe da Secção de Planeamento;

Operador de Computador, funções administrativas relacionadas com a Vigilância / Segurança e Movimentador;

Guarda / Plantão / Porteiro;

Formação e Treino de Pessoal; Chefe Secção Segurança;

Paioleiro. Agente de Segurança;

Apontador;

Escoteiro; Municiador;

Padeiro.

Funções de inspecção e coordenação;

Cozinheiro;

Copeiro;

Condutor de Viaturas.

Adjunto do Despenseiro;

Paioleiro;

Adjunto do Mestre;

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

22 23


Polícia Marítimo

Técnico Auxiliar de Salvamento Motorista de embarcações salvavidas Embarcação de salva-vidas – pessoal de convés

Polícia Marítimo

Técnico Auxiliar de Salvamento

Técnico Auxiliar de Salvamento

Técnico Auxiliar de Salvamento

Formador

Marinheiro de embarcação salva-vidas

Sota-patrão de embarcação salva-vidas

Patrão de embarcação salva-vidas

Motorista de embarcações salva-vidas

Técnico de Salvamento

Formador de nadadores-salvadores

Agente da Polícia Marítima

2º Comandante local da Polícia Marítima

Chefe da Polícia Marítima

Sub-inspector da Polícia marítima

Inspector da Polícia Marítima

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

23


Permite a actualização, reciclagem ou aperfeiçoamento em técnicas de detecção

Permite a actualização, reciclagem ou aperfeiçoamento em técnicas de detecção

Permite o acesso à inscrição marítima através do desenvolvimento de competências pessoais, sociais e profissionais que qualifiquem para a actividade marítima como Marinheiro de 2ª Tráfego Local

Navegação com GPS

Marinheiro de 2ª Classe

Marinheiro de 2ª Classe de Tráfego Local

GMDSS A1 e A2

Permite a actualização, reciclagem ou aperfeiçoamento técnico na montagem e reparação de artes de pesca Permite a actualização, reciclagem ou aperfeiçoamento técnico em sistemas de comunicação nas área sA1 e A2,quer para operações de socorro como para outras situações, tendo em consideração as resoluções e normas da Convenção STCW

Prepara para exame de avaliação para Arrais de Pesca Local através do aprofundamento de conhecimentos técnicos inerentes a esta categoria

Actividade Profissional Prepara para exame de avaliação para Mestre do Largo Pescador através do aprofundamento de conhecimentos técnicos inerentes a esta categoria Prepara para exame de avaliação para Arrais de Pesca através do aprofundamento de conhecimentos técnicos inerentes a esta categoria

Artes de Pesca Redeiros

Arrais de Pesca Local

Arrais de Pesca

Mestre de Largo Pescador

Profissão

Jovens Activos empregados ou desempregados com escolaridade obrigatória

Activos qualificados, empregados ou em risco de desemprego com escolaridade obrigatória

Condições de Acesso

220 horas

Entre 250 e 600 horas

Entre 25 e 75 horas

250 horas

Entre 50 e 400 horas

125 horas

175 horas

Duração de Referência Entre 75 a 225 horas

FOR-MAR: Centro de Formação Profissional das Pescas e do Mar (www.for-mar.pt)

Marinheiro de 2ª de Tráfego Local

Marinheiro de 2ª

Competências ao nível de técnicas de detecção

Competências ao nível da navegação com GPS

Competências de nível de Artes de Pesca/Redeiro

Habilitado a exame para Arrais de Pesca Local

Habilitado a exame para Arrais de Pesca

Habilitado a exame para Mestre de Largo Pescador

Saída Profissional

Área Marítima

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

24 25


30 horas 30 horas

50 horas 250 horas

20 horas

40 horas

Permite a actualização, reciclagem ou aperfeiçoamento técnico em operações de observação de radar Permite a actualização, reciclagem ou aperfeiçoamento técnico para ministrar os primeiros socorros a bordo Permite a actualização, reciclagem ou aperfeiçoamento técnico para controlar operações de combate a incêndios Permite a actualização, reciclagem ou aperfeiçoamento técnico na operação de equipamento rádio eléctrico Permite a actualização, reciclagem ou aperfeiçoamento técnico na operação de equipamento rádio eléctrico Permite a actualização, reciclagem ou aperfeiçoamento em saúde, higiene e segurança no trabalho Permite a actualização, reciclagem ou aperfeiçoamento em tecnologias marítimas aos profissionais da pesca Permite a actualização, reciclagem ou aperfeiçoamento técnico em comunicações via rádio. Preparar candidatos para exame de obtenção do certificado de Operador de Rádio na área A1 Nacional Permite a valorização de competências em gestão para os responsáveis de pequenas empresas de pesca

Observador de Radar

Primeiros Socorros a Bordo

Controlo de Operações de Combate a Incêndios

Radiotelefonista Classe B

Radiotelefonista Classe A

Saúde Higiene e Segurança no Trabalho

Tecnologias da Pequena Pesca

Operador de Rádio na área Marítima A1 Nacional

Gestão da Pequena Pesca

20 horas

16 horas

30 horas

40 horas

Permite a actualização, reciclagem ou aperfeiçoamento técnico em operações de observação de radar

Operador Restrito de GMDSS

Jovens, activos empregados ou desempregados com escolaridade obrigatória

80 horas

Permite a actualização, reciclagem ou aperfeiçoamento técnico em operações gerais de GMDSS

Operador Geral de GMDSS

Duração de Referência 31 horas

Condições de Acesso

Permite a actualização, reciclagem ou aperfeiçoamento técnico em condução de embarcações de salvamento (excepto rápidas)

Actividade Profissional

Condução de Embarc.de Salvamento.(Exc. rápidas)

Profissão

Área Marítima

Competências ao nível da gestão de pequenas empresas de pesca

Certificado de Operador Rádio A1 Nacional

Competências ao nível das tecnologias marítimas

Competências ao nível de saúde higiene e segurança a bordo

Competências ao nível de equipamento rádio eléctrico

Competências ao nível de equipamento rádio eléctrico

Competências ao nível das operações de combate a incêndios

Competências ao nível de primeiros socorros

Competências ao nível da observação de radar

Competências ao nível da operação restrita no GMDSS

Competências ao nível da operação geral no GMDSS

Competências ao nível da condução de embarcações de salvamento

Saída Profissional

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

25


Permite a actualização, reciclagem ou aperfeiçoamento de competências e atitudes no domínio da qualidade do pescado a bordo das embarcações de pesca

Permitir a actualização reciclagem ou aperfeiçoamento em francês técnico para marítimos

Preservação da Qualidade do Pescado

Francês Técnico Marítimo

Permite o acesso à Inscrição Marítima através do desenvolvimento de competências pessoais, sociais e profissionais qualificando para a carreira de máquinas como Ajudante de Maquinista

Permite o acesso à Inscrição Marítima através do desenvolvimento de competências pessoais, sociais e profissionais que qualifiquem para o exercício da actividade marítima como Marinheiro Maquinista

Permite o acesso à Inscrição Marítima através do desenvolvimento de competências pessoais, sociais e profissionais que qualifiquem para o exercício da actividade marítima como Mecânico de Bordo

Ajudante de Maquinista

Marinheiro Maquinista

Mecânico de Bordo

Permitir a actualização reciclagem ou aperfeiçoamento em inglês técnico para marítimos

Permite a actualização, reciclagem ou aperfeiçoamento técnico em segurança marítima dirigida à Pequena Pesca

Segurança marítima para a Pequena Pesca

Inglês Técnico Marítimo

Permite a actualização reciclagem ou aperfeiçoamento técnico, em segurança básica, tendo em conta as resoluções e normas exigidas pela Convenção STCW

Actividade Profissional

Segurança marítima

Profissão

Jovens, até 25 anos, com escolaridade de 9 anos

4.000 horas

3.000 horas

3.000 horas

Jovens, até 25 anos, com escolaridade de 6 anos Jovens, até 25 anos, com escolaridade de 6 anos

1.785 horas

825 horas

Entre 25 e 50 horas

40 horas

40 horas

30 horas

75 horas

Jovens e/ou activos empregados ou desempregados sem escolaridade obrigatória

Jovens e/ou activos empregados ou desempregados com escolaridade obrigatória

Activos, Qualificados, empregados ou desempregados, com escolaridade obrigatória

Condições de Acesso

Duração de Referência

Área Marítima

Mecânico de Bordo; Equiv. Escolar ao Ensino Secundário; Nível 3

Marinheiro Maquinista; Equiv. Escolar ao 3º Ciclo; Nível 2

Ajudante de Maquinista; Equiv. Escolar ao 3º Ciclo; Nível 2

Ajudante de Maquinista; Equiv. Escolar ao 3º Ciclo; Nível 2

Ajudante de Maquinista; Nível 2

Competências ao nível inglês técnico para marítimos.

Competências ao nível fracês técnico para marítimos.

Competências ao nível da preservação da qualidade do pescado

Competências ao nível da segurança marítima dirigida à Pequena Pesca

Certificação nos Módulos referentes à Segurança Básica

Saída Profissional

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

26 27


200 horas

200 horas

Prepara os candidatos para exame de obtenção do Certificado para a condução de motores de potência igual ou inferior a 350kw

Prepara os candidatos para exame de avaliação da aptidão para Maq. Prático de 1º Classe, através do aprofundamento de conhecimentos técnicos inerentes à categoria.

Maquinista Prático de 1ª Classe

125 horas

100 horas

500 horas

Duração de Referência

Condução de Motores de Potência Igual ou inferior a 350 kw

Activos qualificados, empregados ou em risco de desemprego com escolaridade obrigatória

Condições de Acesso

Prepara os candidatos para exame de obtenção do Certificado para a condução de motores de potência igual ou inferior a 250kw

Prepara os candidatos para exame de obtenção do Certificado para a condução de motores de potência igual ou inferior a 150kw

Permite, através da especialização profissional, a aquisição de competências técnicas para o exercício da profissão e averbamento da categoria de Maquinista Prático de 2ª Classe na Cédula Marítima

Actividade Profissional

Condução de Motores de Potência Igual ou inferior a 250 kw

Condução de Motores de Potência Igual ou inferior a 150 kw

Maquinista Prático de 2ª Classe

Profissão

Habilitado ao exame para Maquinista Prático de 1ª Classe

Certificação no Módulo referente à condução de motores de potência igual ou inferior a 350kw

Certificação no Módulo referente à condução de motores de potência igual ou inferior a 250kw

Certificação no Módulo referente à condução de motores de potência igual ou inferior a 150kw

Maquinista Prático de 2ª Classe

Saída Profissional

Área Marítima

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

27


Piscicultura em offshore

Aquariologia

Salubridade de Moluscos Bivalves

Técnico de Aquicultura

Operador Aquícola

Práticas Aquícolas

Profissão

Permitir a aquisição de competências técnicas em sistemas de produção aquícola offshore

25 horas

260 horas

Activos Qualificados empregados ou desempregados, com escolaridade obrigatória

Permitir, através da especialização profissional, a aquisição de competências técnicas na concepção, instalação e manutenção de aquários

4.000 horas

Jovens, até 25 anos, com escolaridade de 9 anos

125 horas

2.560 horas

1.350 horas

3.000 horas

Jovens e/ou activos empregados ou desempregados sem escolaridade obrigatória

Jovens e/ou activos empregados ou desempregados com escolaridade obrigatória

Jovens, até 25 anos, com escolaridade de 6 anos

Entre 900 e 2.010 horas

Jovens e/ou activos empregados ou desempregados sem escolaridade obrigatória

Permitir, através da especialização profissional, a aquisição de competências técnicas no controlo sanitário e na depuração, expedição e comercialização de moluscos bivalves

Permitir o desenvolvimento de competências pessoais, sociais e profissionais inerentes à gestão e exploração de unidades aquícolas destinadas à produção de espécies de interesse comercial ou de repovoamento

Permitir o desenvolvimento de competências pessoais, sociais e profissionais relacionadas com o funcionamento e manutenção de explorações aquícolas, designadamente em Unidades de Engorda, Pré-engorda e Maternidade

1.000 horas

950 horas

Jovens, até 25 anos, com escolaridade de 4 anos

Permitir o desenvolvimento de competências profissionais nucleares ao nível da produção e comercialização dos produtos aquicolas e permitir o ingresso no itinerário de qualificação de Nível 2. como Operador Aquícola

Duração de Referência

Jovens e/ou activos empregados ou desempregados com escolaridade obrigatória

Condições de Acesso

Actividade Profissional

Competências ao nível da operação em piscicultura em offshore

Competências ao nível da aquariologia

Competências ao nível da salubridade de moluscos bivalves

Técnico de Aquicultura; Nível3: Equivalência Escolar ao Ensino Secundário

Operador Aquícola; Nível 2; Equivalência Escolar ao 3º Ciclo

Operador Aquícola; Nível 2

Nível 1

Saída Profissional

Área de Aquacultura

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

28 29


Técnico de Construção Naval

Operador de Construção e Reparação Naval

Carpintaria Naval

Actividades relacionadas à gestão, planeamento e implementação de obras de construção, reparação ou adaptação de qualquer parte de embarcações de madeira e/ ou fibra de vidro

Actividades relacionadas com a construção, reparação ou adaptação de qualquer parte de embarcações de madeira e/ ou fibra de vidro, mediante a interpretação de planos, mapas, moldes, croquis e outros documentos técnicos

Jovens, até 25 anos, com escolaridade de 4 anos

Actividades relacionadas com a reparação e manutenção de embarcações de madeira ou fibra de vidro. Permite o ingresso no itinerário de Qualificação Nível 2 como Operador de Construção naval

4.000 horas

3.000 horas

Jovens, até 25 anos, com escolaridade de 6 anos

Jovens, até 25 anos, com escolaridade de 9 anos

Entre 850 e 1900 horas

925 horas

1.020 horas

Duração de Referência

Jovens e/ou activos empregados ou desempregados sem escolaridade obrigatória

Jovens e/ou activos empregados ou desempregados com escolaridade obrigatória

Condições de Acesso

Actividade Profissional

Profissão

Técnico de Construção Naval; Nível3: Equivalência Escolar ao Ensino Secundário

Operador de Construção e Reparação Naval; Nível 2; Equivalência Escolar ao 3º Ciclo

Operador de Construção e Reparo Naval; Nível 2

Nível 2

Saída Profissional

Área de Construção e Reparação Naval

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

29


Higiene, Segurança e Qualidade Alimentar

Sistema HACCP

Técnico de Transformação do Pescado

Operador de Transformação do Pescado

Preparação do Pescado

Profissão

Permitir a actualização, reciclagem e aperfeiçoamento técnico em análise e controlo de pontos críticos na indústria alimentar

Coordenar e operar os processos de preparação, transformação e comercialização dos produtos da pesca, controlo de qualidade dos produtos e gestão da produção

Manusear, preparar, conservar, transformar, apresentar e comercializar o pescado

Manusear, preparar, conservar, transformar, apresentar e comercializar o pescado

Actividade Profissional

Activos Qualificados empregados ou desempregados, com escolaridade obrigatória

Jovens, até 25 anos, com escolaridade de 6 anos

Jovens e/ou activos empregados ou desempregados sem escolaridade obrigatória

25 horas

50 horas

4.000 horas

2.485 horas

1.275 horas

3.000 horas

Jovens, até 25 anos, com escolaridade de 6 anos Jovens e/ou activos empregados ou desempregados com escolaridade obrigatória

Entre 800 horas e 1.760 horas

Jovens e/ou activos empregados ou desempregados sem escolaridade obrigatória

800h

980 horas

Jovens, até 25 anos, com escolaridade de 4 anos Jovens e/ou activos empregados ou desempregados com escolaridade obrigatória

Duração de Referência

Condições de Acesso

Competências ao nível de Higiene, Segurança e Qualidade Alimentar

Competências ao nível do HACCP

Técnico de Transformação do Pescado; Nível 3; Equivalência Escolar ao Ensino Secundário

Técnico de Transformação do Pescado; Nível 3

Operador de Transformação do Pescado; Nível 2; Equivalência Escolar ao 3º Ciclo

Operador de Transformação do Pescado; Nível 2

Nível 1

Saída Profissional

Área de Transformação do Pescado

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

30 31


Curso de Contramestre (Marinha Mercante)

Profissão

Participar nas operações de carga e descarga de material, recorrendo a utilização do aparelho de carga, sempre que necessário;

Orientar e vigiar, entre outros, os trabalhos de limpeza e pintura, destinados a beneficiação e reparação do convés do navio, tendo em atenção a segurança dos marinheiros;

Providenciar por uma adequada alimentação do pessoal e a salubridade dos alojamentos.

Verificar, regularmente, o tanque de víveres e proceder ao controlo de lastro líquido e ao abastecimento e controlo do consumo de água doce para os serviços gerais;

Inspeccionar o material de salvamento e combate a incêndio, assim como aparelhagem diversa do convés, a fim de detectar deficiências e providenciar as reparações ou substituições adequadas;

Verificar se os locais de trabalho, tais como paióis e porões, se encontram em boas condições de arejamento e iluminação;

Largar ou suspender o ferro nas manobras de fundear,;

Dirigir os trabalhos de manobra do navio, mantendo a disciplina e zelando pelo cumprimento das normas de segurança;

Zelar pelo material a reparar e fazer as requisições necessárias - boa gestão e funcionamento do paiol;

Participar nas operações de carga e descarga de material, recorrendo a utilização do aparelho de carga, sempre que necessário;

Orientar e vigiar, entre outros, os trabalhos de limpeza e pintura, destinados a beneficiação e reparação do convés do navio, tendo em atenção a segurança dos marinheiros;

Actividade Profissional

O Contramestre (Marinha Mercante) é o profissional qualificado apto a coordenar e controlar o trabalho dos marinheiros no convés dos navios mercantes, segundo ordens recebidas dos oficiais, e verificar a sua posterior execução. A conclusão deste curso (nível 3), com aproveitamento e após os tirocínios exigidos por lei, permite o acesso ao escalão da mestrança na categoria profissional de Contramestre (CNP 8.3.4.0.20)

Saída Profissional

Cursos técnico-profissionais Os cursos técnico-profissionais ministrados no ITN destinam-se a jovens com o 9º ano de escolaridade, têm uma duração de três anos lectivos, conferem direito à obtenção do diploma do 12º ano e a um certificado de qualificação profissional de nível 3 (CE). Todos os cursos técnico-profissionais possuem uma componente de formação em contexto de trabalho (420 horas de estágio), o qual é realizado a bordo de navios ou em empresas do sector marítimo. A formação em contexto de trabalho (FCT) está ligada à actividade marítima. Todos os cursos Técnico-Profissionais estão isentos do pagamento de propinas e destinam-se, preferencialmente, a jovens com idade inferior a 25 anos

INSTITUTO DE TECNOLOGIAS NÁUTICAS (http://www.itn.com.pt)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

31


Técnico de Construção Naval/ Embarcações de Recreio

Efectuar peritagens e o levantamento de danos resultantes de acidente e orçamentar intervenções;

Projectar um plano de pintura e escolher os materiais mais adequados de acordo com as características específicas da embarcação;

Manobrar embarcações e executar trabalhos de Arte de Marinheiro

Efectuar peritagens e o levantamento de danos resultantes de acidente e orçamentar intervenções;

Projectar um plano de pintura e escolher os materiais mais adequados de acordo com as características específicas da embarcação;

Assegurar o regular funcionamento dos motores e equipamentos eléctricos presentes a bordo das embarcações;

Executar tarefas inerentes a construção, reparação e conservação de embarcações em Polímeros Reforçados com Fibras - PRF, destacando-se a construção de moldes, aplicação de materiais e utilização das máquinas e ferramentas adequados a este tipo de construção;

Desempenhar tarefas de construção, reparação e conservação de embarcações em madeira, designadamente a escolha de materiais e técnicas mais adequadas;

Interpretar e desenhar o Plano Geométrico de uma embarcação e realizar a traçagem destas, em escala real;

Identificar os tipos de embarcações e seus elementos constituintes, bem como conhecer as infraestruturas para o Turismo Náutico;

O Técnico de Construção Naval/ Embarcações de Recreio é o profissional qualificado apto a orientar e desenvolver os trabalhos de construção, reparação e conservação de embarcações em madeira e em polímeros reforçados com fibras PRF. A conclusão deste curso (nível 3), com aproveitamento, permite navegar em embarcações à vela e a motor, com Carta de Patrão Local, em conformidade com a legislação em vigor

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

32 33


Curso de Técnico de Electricidade Naval

Colaborar na instalação do sistema de produção e distribuição de energia eléctrica e do sistema eléctrico de emergência;

Executar a manutenção e reparação de equipamento electrogéneo ou de climatização, e de dispositivos de comando, protecção e controlo.

Elaborar a lista de reparações a efectuar durante as docagens e escalas técnicas do navio, ficando responsável pela sua execução e controlo;

Ensaiar equipamentos electrónicos, electro-hidráulicos, electromecánicos e pneumáticos;

Operar e calibrar sistemas e aparelhagem de medida;

Executar pequenos trabalhos de serralharia e soldadura, necessários a montagem de aparelhagem eléctrica;

Colaborar na instalação do sistema de produção e distribuição de energia eléctrica e do sistema eléctrico de emergência;

Colaborar em tarefas relativas a instalação de sistemas de automação e controlo, equipamentos de navegação, emissores e receptores de rádio;

Efectuar periodicamente, verificações de conservação e manutenção de instalações, equipamento eléctrico e circuitos de potência;

Orientar e colaborar com as equipas de manutenção;

Interpretar e reparar pequenas instalações de baixa tenção de alimentação, comando, sinalização e protecção;

Aplicar e respeitar as normas de protecção do ambiente e de prevenção, higiene e segurança no trabalho;

Aplicar e respeitar as normas e os regulamentos relacionados com a actividade que desenvolve;

Analisar e interpretar anomalias de funcionamento e formular hipóteses de causas prováveis;

Efectuar operações de correcção, ajuste e manutenção segundo as instruções do fabricante;

Interpretar e utilizar correctamente manuais, esquemas e outra literatura técnica fornecida pelos fabricantes;

Seleccionar criteriosamente componentes, materiais e equipamentos, com base nas suas características tecnológicas e de acordo com as normas e os regulamentos existentes;

O Técnico de Electricidade Naval é o profissional qualificado apto a desempenhar tarefas de carácter técnico relacionadas com a instalação, manutenção e reparação de máquinas e equipamento eléctrico e electrónico nas áreas de electricidade, electrónica e automação, específicas da actividade naval, respeitando as normas de higiene e segurança e regulamentos específicos. A conclusão deste curso (nível 3), com aproveitamento, e após os tirocínios exigidos por lei, permite o acesso ao escalão da mestrança na categoria profissional de Electricista (CNP 7.2.4.1.45).

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

33


Curso de Técnico de Administração Naval

Curso de Técnico de Mecânica Naval

Controlar a aplicação da regulamentação aplicável à actividade transportadora.

Administrar, dirigir, informar, formar e avaliar o trabalho do pessoal sob sua responsabilidade;

Promover e apoiar actividades de carácter informativo e de relações com o público, administração, pessoal e clientes;

Orientar e executar operações de caixa, escrituração e introdução de dados referentes a operações contabilísticas;

Efectuar o controlo dos gastos, cálculo de custos e de juros, bem como os relativos a salários, matérias-primas, equipamentos e outros encargos de exploração;

Recolher e tratar dados estatísticos, relativos à evolução dos mercados, tráfego de passageiros ou mercadorias, câmbios e outros necessários às decisões de gestão;

Zelar pelo aprovisionamento de combustível, lubrificantes e outros materiais necessários ao funcionamento e manutenção das máquinas.

Supervisionar ou proceder a beneficiação, limpeza, lubrificação e manutenção de máquinas, aparelhagem auxiliar e respectiva instalação;

Detectar avarias na aparelhagem mecânica e eléctrica e repará-las a bordo sempre que possível, ou providenciar a sua reparação;

Conduzir as máquinas durante o percurso, observando pressões e temperaturas e fazendo variar o regime de funcionamento, a fim de permitir as manobras;

Regular as máquinas de modo a que atinjam as condições determinadas, tendo em atenção a sua potência e estado;

Preparar as máquinas, inspeccioná-las e verificar o seu funcionamento;

Não havendo qualquer formação específica no domínio dos transportes marítimos para os profissionais administrativos e assistentes de gestão, o ITN -Instituto de Tecnologias Náuticas, porque detentor do “know-how”, oferece esta formação, de nível 3, de molde a satisfazer as necessidades existentes.

O Técnico de Mecânica Naval é o profissional qualificado apto a regular, conduzir e reparar motores diesel, máquinas alternativas a vapor e outras máquinas, bem como aparelhagem auxiliar a bordo de embarcações, sendo responsável pelo seu bom funcionamento. A conclusão deste curso (nível 3), com aproveitamento e após os tirocínios exigidos por lei, permite o acesso ao escalão da mestrança na categoria profissional de Maquinista Prático de 2ª Classe (CNP 8.1.6.2.10).

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

34 35


Curso de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos

Desenvolver, distribuir, instalar e efectuar a manutenção de aplicações informáticas, utilizando ambientes e linguagens de programação procedimentais e visuais;

Conceber algoritmos através da divisão dos problemas em componentes;

Efectuar a análise de sistemas de informação;

Instalar, configurar e efectuar a manutenção de aplicações informáticas;

Implementar e efectuar a manutenção de politicas de segurança em sistemas informáticos;

Instalar, configurar e efectuar a manutenção de sistemas operativos de clientes e de servidores;

Instalar, configurar e efectuar a manutenção de estruturas e equipamentos de redes locais;

Instalar, configurar e efectuar a manutenção de periféricos de computadores ou de uma rede local;

Instalar, configurar e efectuar a manutenção de computadores isolados ou inseridos numa rede local;

Desenvolver, instalar e efectuar a manutenção de sistemas de informação baseados nas tecnologias Web.

Planificar, executar e efectuar a manutenção de páginas e sítios na Internet;

Instalar, configurar e efectuar a manutenção de servidores para a Internet;

Manipular dados retirados de bases de dados;

Conceber, implementar e efectuar a manutenção de bases de dados;

Desenvolver, distribuir, instalar e efectuar a manutenção de aplicações informáticas, utilizando ambientes e linguagens de programação procedimentais e visuais;

Conceber algoritmos através da divisão dos problemas em componentes;

Efectuar a análise de sistemas de informação;

Instalar, configurar e efectuar a manutenção de aplicações informáticas;

Implementar e efectuar a manutenção de politicas de segurança em sistemas informáticos;

Instalar, configurar e efectuar a manutenção de sistemas operativos de clientes e de servidores;

Instalar, configurar e efectuar a manutenção de estruturas e equipamentos de redes locais;

Instalar, configurar e efectuar a manutenção de periféricos de computadores ou de uma rede local;

Instalar, configurar e efectuar a manutenção de computadores isolados ou inseridos numa rede local;

O Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos é o profissional qualificado apto a realizar, de forma autónoma ou integrado numa equipa, actividades de concepção, especificação, projecto, implementação, avaliação, suporte e manutenção de sistemas informáticos e de tecnologias de processamento e transmissão de dados e informações

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

35


Curso de Técnico de Energias Renováveis

Elaborar relatórios e preencher documentação técnica relativa à actividade desenvolvida.

Prestar assistência técnica a clientes, aconselhando sobre as diferentes opções e esclarecendo dúvidas sobre o funcionamento dos sistemas solares térmicos e dos sistemas solares fotovoltaicos;

Executar, sempre que necessário, a instalação e a reparação de sistemas solares térmicos e de sistemas solares fotovoltaicos de acordo com as normas, os regulamentos de segurança e as regras de boa prática aplicáveis;

Coordenar e supervisionar a reparação dos sistemas solares térmicos e dos sistemas solares fotovoltaicos, assegurando o cumprimento das normas, dos regulamentos de segurança e das regras de boa prática aplicáveis;

Coordenar e supervisionar a instalação dos sistemas solares fotovoltaicos, assegurando o cumprimento das normas, dos regulamentos de segurança e das regras de boa prática aplicáveis;

Executar ou supervisionar os ensaios do sistema solar térmico, utilizando equipamentos de medida e controlo, verificando a estanquidade das tubagens, a sua fixação e o isolamento térmico, bem como o desempenho global do sistema aquando do arranque, a fim de assegurar o seu adequado funcionamento;

Coordenar e supervisionar a instalação de equipamentos, nomeadamente colectores, bombas circuladoras e dispositivos de segurança, quer de pressão e temperatura, quer de natureza eléctrica, a fim de assegurar o correcto funcionamento dos mesmos;

Coordenar e supervisionar a instalação dos sistemas solares térmicos, assegurando o cumprimento das normas, dos regulamentos de segurança e das regras de boa prática aplicáveis:

Preparar as condições necessárias a execução da instalação, da manutenção e da reparação de sistemas solares térmicos e de sistemas solares fotovoltaicos, definindo os métodos de trabalho, os meios humanos e materiais e as ferramentas a utilizar;

Definir, em pequenos sistemas solares térmicos domésticos e em pequenos sistemas fotovoltaicos domésticos, os equipamentos e acessórios a instalar, bem como a sua localização, dimensionamento e orientação dos colectores, avaliando as condições físicas do local de instalação, as necessidades térmicas e outras especificações técnicas;

Analisar o projecto de instalação, identificando os equipamentos e acessórios a instalar e a sua localização;

O Técnico de Energias Renováveis / Sistemas Solares é o profissional qualificado apto a programar, organizar, coordenar e executar a instalação, a manutenção e a reparação de sistemas solares térmicos e de sistemas solares fotovoltaicos, de acordo com as normas, os regulamentos de segurança e as regras de boa prática aplicáveis.

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

36 37


Curso de Técnico de Mecatrónica

Utilizar meios informáticos que permitam melhorar a qualidade do serviço.

Implementar sistemas e comando e controlo relativos a instalações de equipamentos industriais, com base em circuitos electropneumáticos e electro-hidráulicos;

Programar sistemas robotizados;

Programar, operar e desenvolver algoritmos de controlo para autómatos programáveis, utilizados no controlo de motores, servomecanismos e sistemas automatizados;

Programar e operar máquinas CNC e sistemas flexíveis de produção;

Conceber e realizar peças mecânicas, utilizando processos convencionais e tecnologias CAD/CAM/ CIM;

Reparar e ou substituir elementos mecânicos, eléctricos e electrónicos em equipamentos e sistemas automatizados;

Orientar e colaborar com equipas de manutenção;

Interpretar e reparar pequenas instalações de baixa tensão de alimentação, comando, sinalização e protecção;

Aplicar e respeitar as normas de protecção do ambiente e de prevenção, higiene e segurança no trabalho;

Aplicar e respeitar as normas e os regulamentos relacionados com a actividade que desenvolve;

Analisar e interpretar anomalias de funcionamento e formular hipóteses de causas prováveis;

Efectuar operações de correcção, ajuste e manutenção, segundo as instruções do fabricante;

Interpretar e utilizar correctamente manuais, esquemas e outra literatura técnica fornecida pelos fabricantes;

Seleccionar criteriosamente componentes, materiais e equipamentos, com base nas suas características tecnológicas e de acordo com as normas e os regulamentos existentes;

O Técnico de Mecatrónica é o profissional qualificado apto a desempenhar tarefas de carácter técnico relacionadas com a manutenção, reparação e adaptação de equipamentos diversos, nas áreas de electricidade, electrónica, controlo automático, robótica e mecânica, respeitando as normas de higiene e segurança e os regulamentos específicos.

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

37


Curso de Técnico de Protecção Civil

Participar na elaboração de relatórios técnicos e manter informado o seu superior hierárquico.

Participar na implementação de projectos em protecção civil;

Participar em estudos e divulgação de formas adequadas de protecção dos edifícios em geral, de monumentos e de outros bens culturais, de instalações de serviços essenciais, bem como do ambiente e dos recursos naturais;

Participar na inventariação dos meios e recursos disponíveis e dos mais facilmente mobilizáveis ao nível local e regional;

Participar no planeamento de soluções de emergência, visando a busca, o salvamento, a prestação de socorro e de assistência, bem como a evacuação, alojamento e abastecimento das populações;

Participar em campanhas de informação e formação das populações, visando a sua sensibilização em matéria de auto protecção e de colaboração com as autoridades;

Prestar apoio na avaliação e implantação de sistemas de prevenção contra incêndios e outros riscos de origem natural ou tecnológica;

Participar no levantamento, previsão, avaliação e prevenção dos riscos colectivos de origem natural ou tecnológica;

O Técnico de Protecção Civil e o profissional qualificado que, sob orientação do técnico superior da área, está apto para desenvolver actividades de prevenção de riscos colectivos inerentes a situações de acidente grave ou catástrofe, assim como participar no planeamento de actividades de atenuação dos seus efeitos, de protecção, socorro e assistência às pessoas e bens em perigo quando aquelas situações ocorram.

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

38 39


Carga Horária 15 horas

30 horas 40 horas 65 horas 125 horas

Actividade Profissional Permite dirigir uma embarcação local com um comprimento máximo de 5 metros, em navegação diurna vista da costa, até 1 milha da borda de água, com uma potência máxima de 4,5 kW (cerca de 6,5 CV) Permite dirigir uma embarcação com um comprimento máximo de 7 metros, em navegação diurna vista da costa, até 3 milhas desta e até 6 milhas de um porto de abrigo, com uma potência máxima de 45 kW (cerca de 65 CV). Permite comandar uma embarcação sem limite de comprimento, em navegação vista da costa, até 5 milhas desta e até 10 milhas de um porto de abrigo, sem limite de potência. Permite comandar uma embarcação sem limite de comprimento, em navegação costeira, até 25 milhas da costa, sem limite de potência. Permite comandar uma embarcação sem limite de comprimento, em navegação oceânica, sem limite de afastamento da costa, sem limite de potência.

Principiante

Marinheiro

Patrão Local

Patrão de Costa

Patrão de Alto Mar

Curso

Cursos de Náutica de Recreio

INSTITUTO DE TECNOLOGIAS NÁUTICAS (http://www.itn.com.pt)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

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Higiene a bordo e controlo ambiental; Princípios essenciais de socorro; Socorro prioritário ou essencial; Socorro secundário; Farmácia de bordo; Equipamentos e estojo de primeiros socorros; Álcool e drogas e respectivo apoio psicológico; Apoio via rádio/CODUMAR; Morte no mar e registos. Métodos de salvamento colectivo; Construção e palamenta das embarcações salva-vidas e jangadas pneumáticas; Motores, suas características e condução para navegação de emergência; Situações de emergência; Primeiros socorros. Construção e palamenta das embarcações salva-vidas e jangadas pneumáticas; Motores, suas características e condução para navegação de emergência; Situações de emergência; Primeiros socorros. Navios tanque; Tipos de cargas; Operações de carga, descarga e lavagem; Legislação e controlo da poluição; Segurança, prevenção e combate a incêndios.

Segurança Básica

Formação para Qualificação em Ministrar os Primeiros Socorros a Bordo das Embarcações

Formação para Qualificação em Condução de Embarcações Salva-Vidas e Embarcações de Salvamento

Familiarização em Navios Tanque (Petroleiros, Químicos e de Gás Liquefeito)

Módulos do Curso Técnicas de Sobrevivência Pessoal Prevenção e Combate a Incêndios Técnicas Elementares de Primeiros Socorros Segurança Pessoal e Responsabilidades Sociais

Curso

Cursos STCW/95

50 horas

36 horas

30 horas

81 horas

Carga Horária

Aos inscritos marítimos (Oficiais, Mestrança e Marinhagem), no âmbito da Convenção Internacional STCW/95, a AEMAR/ITN ministra também os seguintes cursos de curta duração, com certificação do IPTM - Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos:

INSTITUTO DE TECNOLOGIAS NÁUTICAS (http://www.itn.com.pt)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

40 41


Introdução ao STCW; Controlo de multidões; Familiarização em navios “Ro/Ro”; Segurança dos passageiros. Introdução ao STCW; Procedimentos, carregamento e embarque; Transporte de mercadorias perigosas; Peamento de cargas; Cálculos de estabilidade, caimento e resistência estrutural; Abertura, fecho e bloqueio de aberturas no casco; Atmosfera nos tombadilhos de carga (‘car decks’); Planos de emergência, procedimentos e exercícios; Optimização de recursos; Resposta a situações de emergência; Comportamento humano; Comunicações.

Formação para Qualificação em Controlo de Multidões, Familiarização e Segurança em Navios Ro/Ro de Passageiros

Formação para Qualificação em Gestão de Crises e Comportamento Humano, Incluindo a Segurança de Passageiros e a Integridade do Casco em Navios Ro/Ro de Passageiros

Curso de Formação para Qualificação dos Responsáveis pelos Cuidados de Saúde a Bordo das Embarcações

Primeiros socorros (revisão); Cuidados gerais a ter com o ferido; Cuidados gerais de enfermagem; Doenças; Excesso de consumo de álcool e drogas; Emergências dentárias; Gravidez e parto; Cuidados médicos de náufragos e pessoas socorridas; Morte no mar; Controlo ambiental a bordo do navio; Prevenção de doenças; Manutenção de registos; Medicamentos e equipamento de bordo; Equipamento de cirurgia, instrumentos e fornecimentos recomendados; Assistência externa.

40 horas

30 horas

50 horas

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

41


Licenciatura em Turismo

Licenciatura em Gestão de Actividades Turísticas

CURSO

SAÍDA PROFISSIONAL

Gabinetes de Estudo e Consultoria;

Ensino Secundário, Politécnico e Universitário

Centros de Formação Profissional e Escolas Profissionais;

Associações de Desenvolvimento Local e Regional;

Administração Pública;

Autarquias, Juntas e Associações de Municípios;

Empresas e Sociedades de Lazer e Desporto;

Regiões e Juntas de Turismo;

Sociedades de Hospitalidade;

Termas;

Museus;

Instituições de Investigação;

http://www.universidade-autonoma.pt/noticias.aspx?id=55

INFORMAÇÃO ADICIONAL

http://www.lis.ulusiada.pt/cursos/bolonha/ciclos_2009_2010/turismo/1_ciclo/default. htm

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA (http://www.ulusiada.pt/)

Agências e Sociedades Turísticas;

Empresas Turísticas;

Associações

Centros de Formação e Escolas Profissionais

Empresas e Sociedades de Lazer e Desporto

Administração Pública

Empresas de Organização de Eventos

Operadores Turísticos

Agências de Viagens

Hotelaria

UNIVERSIDADE AUTONOMA DE LISBOA (http://www.ual.pt)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

42 43


Licenciatura em Ciências do Desporto

Licenciatura em Biotecnologia

Licenciatura em Bioengenharia

CURSO

- do Sistema Educativo

- do Aparelho do Estado e dos Organismos Oficiais (Autarquias e outros Órgãos Oficiais)

- do Sistema Desportivo (Clube Desportivo, Centros de Treino, Academias)

- da Iniciativa Privada/ Profissões Liberais (especial enfoque nos mercados Turismo, Lazer e Saúde - Centros de Actividades Desportivas, Hotéis, Estância Termal e de Ski, Health Club, Organização de Eventos)

Este Ciclo de Estudos objectiva a integração em carreiras profissionais, ao nível:

Laboratórios de análise e de controlo de qualidade de águas e alimentos

Empresas (técnicos ou profissionais na área de vendas, marketing e consultadoria)

Intervenção na área ambiental e na produção de bioenergias

Indústria Farmacêutica, Agro-alimentar e Química

Integração em pólos tecnológicos em parceria com a Universidade

Instituições de Ensino e de Investigação Científica e Desenvolvimento

SAÍDA PROFISSIONAL

INFORMAÇÃO ADICIONAL

http://www.ubi.pt/Curso.aspx?CodigoCurso=65

http://www.ubi.pt/Curso.aspx?CodigoCurso=904

http://www.ubi.pt/Curso.aspx?CodigoCurso=915

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR ( http://www.ubi.pt)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

43


Biologia

Ciências do Mar

CURSO

SAÍDA PROFISSIONAL

Consultadoria, peritagem, gestão e assessoria técnica e científica em assuntos e actividades do âmbito da Biologia.

Investigação científica fundamental ou aplicada em qualquer área da Biologia;

Ensino da Biologia a todos os níveis, bem como educação ambiental e para a saúde;

Estudo e aplicação de processos e técnicas de biologia humana, nomeadamente no domínio das análises clínicas e nos domínios biomédicos e farmacêuticos;

Estudos de genética humana, animal, vegetal e microbiana;

Estudo, identificação, produção e controlo de produtos e materiais de ordem biológica, e de agentes biológicos que interferem na conservação e qualidade de quaisquer produtos e materiais;

Estudo, desenvolvimento e controlo de processos e técnicas biológicas de aplicação industrial, nomeadamente de bioquímica industrial alimentar;

Estudo, identificação e controlo de agentes biológicos patogénicos, de parasitas e de pragas;

Estudos e análises de amostras e materiais de origem biológica;

Organização, gestão e conservação de áreas protegidas, parques naturais e reservas, jardins zoológicos e botânicos e museus cujos conteúdos são dedicados fundamentalmente à Biologia ou similares;

Estudos e análises biológicas e de controlo da qualidade de águas, solos e alimentos;

Estudos, análises biológicas e tratamento de poluição de origem industrial, agrícola ou urbana;

Gestão e planificação da exploração racional de recursos vivos;

Estudos ecológicos, de conservação da natureza, de aspectos biológicos do ambiente, do ordenamento do território e de impacte ambiental;

Estudo, identificação e classificação dos seres vivos e seus vestígios;

Administrações de Zonas Portuárias

Empresas relacionadas com a exploração de energias alternativas (solar, eólica, marés, ondas)

Empresas de Modelação, Consultadoria, Aquacultura, Monitorização

Universidades e Institutos de Investigação

INIAP - Instituto Nacional de Investigação Agrária e das Pescas (ex: Instituto de Investigação das Pescas e do Mar (IPIMAR)

Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC)

Instituto Hidrográfico

UNIVERSIDADE DE AVEIRO (http://www.ua.pt)

http://www.ua.pt/guiaonline/PageCourse. aspx?id=14&b=1&lg=pt

http://www.ua.pt/guiaonline/PageCourse. aspx?id=19&b=1&lg=pt&p=1

INFORMAÇÃO ADICIONAL

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

44 45


Turismo

Meteorologia, Oceanografia e Geofísica

Engenharia Geológica

Engenharia do Ambiente

Biotecnologia

Biologia e Geologia

Instituições de ensino e investigação

Associações

Empresas de consultoria e gabinetes de estudos

Administração pública central, regional e local do turismo (câmaras municipais, juntas do turismo, regiões de turismo, ETC.)

Empresas e organizações privadas do sector do turismo (sector hoteleiro, operadores turísticos, companhias de aviação, casinos, parques temáticos, empresas de organização de eventos de aventura, desporto, etc)

Força Aérea e Marinha

Aeroportos

Administrações de Zonas Portuárias

Empresas relacionadas com a exploração de energias alternativas (solar, eólica, marés, ondas)

Empresas de Modelação, Consultadoria, Aquacultura, Monitorização

Universidades e Institutos de Investigação

Instituto de Investigação das Pescas e do Mar (IPIMAR))

Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC)

Instituto Hidrográfico

Instituto de Meteorologia

Organismos públicos e privados nas áreas de geotecnia, recursos minerais metálicos e não metálicos, recursos energéticos, recursos hídricos, solos, geoquímica e geofísica aplicadas (nomeadamente ao ambiente, engenharia e arqueologia), geologia marinha, cartografia, topografia, fotogeologia, detecção remota e sistemas de informação geográfica.

Quadro técnico-científico de empresas

Administração central, regional e local.

Técnico e de gestor em empresas do sector industrial, em empresas de gestão e controlo da qualidade ambiental

Funções empresariais, comerciais ou industriais, trabalhando na produção, ou na investigação e desenvolvimento de novas técnicas, processos ou produtos, bem como desempenhando funções técnico-comerciais, ou de garantia da qualidade de produtos ou de processos industriais.

Serviços públicos

Empresas de base biotecnológica, agro-alimentar, farmacêutica, ambiental, agro-química

Técnicos em serviços de administração central, local e regional

Técnico de parque/reserva natural (e.g. preservação e protecção ambiental)

Técnico de museu em centros de ciência ou outros espaços didácticos (divulgação das ciências da natureza)

Técnico de laboratório nas áreas da Biologia e da Geologia

http://www.ua.pt/guiaonline/PageCourse. aspx?id=45&b=1&lg=pt

http://www.ua.pt/guiaonline/PageCourse. aspx?id=39&b=1&lg=pt

http://www.ua.pt/guiaonline/PageCourse. aspx?id=29&b=1&lg=pt

http://www.ua.pt/guiaonline/PageCourse. aspx?id=25&b=1&lg=pt

http://www.ua.pt/guiaonline/PageCourse. aspx?id=17&b=1&lg=pt

http://www.ua.pt/guiaonline/PageCourse. aspx?id=15&b=1&lg=pt

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

45


Licenciatura em Ciências do Desporto

Licenciatura em Arqueologia e História

Historiador, Arqueólogo, Conservador de Museus, Museólogo ou Técnico de Museologia, Professor (Ensino Básico, Secundário e Superior), Investigador, Técnico Superior da Administração Pública, Quadro Superior da Administração Pública

http://www.uc.pt/fcdef/ensino/

https://woc.uc.pt/fluc/course/planocurricular.do?courseId=224

Autarquias Construção civil e obras públicas; Exploração de pedreiras, empresas e instituições vocacionadas para o ambiente e ordenamento do território, Empresas http://www.uc.pt/fctuc/Ensino/cursos/1ciclo/lista/LG de geotecnia; Empresas mineiras; Estabelecimentos de ensino; Investigação científica; Consultadoria Protecção civil

Licenciatura em Geologia

INFORMAÇÃO ADICIONAL

Os biólogos profissionalizados (com 2.º ciclo completo) estão habilitados a ter acesso a um 3.º Ciclo a desempenhar actividades associadas a instituições (nacionais ou estrangeiras, públicas ou privadas), incluindo universidades, institutos de investigação científica e ensino, escolas, museus, hospitais, laboratórios de serviços e análises ou de investigação, empresas dos ramos http://www.uc.pt/fctuc/Ensino/cursos/1ciclo/lista/LB agro-alimentar, químico, farmacêutico, biotecnológico etc. Estão igualmente habilitados a desempenhar funções em instituições da administração pública (local e central – autarquias, serviços do Ministério da Agricultura e do Ministério do Ambiente), gabinetes de estudos de impacte ambiental, entre outros.

SAÍDA PROFISSIONAL

Licenciatura em Biologia

CURSO

UNIVERSIDADE DE COIMBRA (http://www.uc.pt/)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

46 47


Licenciatura em Ciência da Terra e Atmosfera

Licenciatura em Biotecnologia

Licenciatura em Biologia

CURSO

SAÍDA PROFISSIONAL

Museus

Análise de projectos técnicos;

Gabinetes de projectos;

Profissional liberal na área da prestação de serviços técnicos;

Assistente de laboratório;

Geólogo;

Autarquias nos sectores de planificação, geotecnia e assistência técnica em geral; técnico nas áreas da geotecnia, geofísica ou do ambiente; Meteorologista;

Gestão de região costeiras e de parques naturais bem como na protecção civil;

Empresas industriais nos sectores da extracção e exploração mineira e de recursos hídricos;

Empresas ligadas às ciências químicas, biológicas, agronómicas, da saúde e ambiente,

Hospitais

Instituições públicas e privadas como autarquias, direcções regionais

Profissional Liberal.

Investigação

Associações de Produtores e Criadores (florestais, agrícolas, pecuárias)

Associações de Desenvolvimento Local

Organizações Não Governamentais (por exemplo, associações ambientalistas, de gestão e conservação da natureza e da biodiversidade, de protecção do consumidor e de divulgação científica, sociedades científicas)

Empresas Privadas (por exemplo, de consultoria ambiental, ordenamento do território, desenvolvimento local, gestão e conservação da natureza e da biodiversidade, análise e monitorização ambiental, turismo da natureza, tratamento de resíduos)

Museus, Centros de Ciência Viva

Jardins Zoológicos, Jardins Botânicos, Aquários

Áreas Protegidas, Departamentos Governamentais de Gestão e Conservação da Natureza e da Biodiversidade

Autarquias, Associações de Municípios

Na Área do Ambiente:

UNIVERSIDADE DE ÉVORA (http://www.uevora.pt/)

http://www.uevora.pt/ensinos/cursos/11_ciclo/curso/ (codigo)/149

http://www.uevora.pt/ensinos/cursos/11_ciclo/curso/ (codigo)/145

http://www.uevora.pt/ensinos/cursos/11_ciclo/curso/ (codigo)/143

INFORMAÇÃO ADICIONAL

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

47


Licenciatura em Engenharia Geológica

Licenciatura em Engenharia das Energias Renováveis

Organismos e empresas de gestão e distribuição de água; Investigação, Ensino Superior e Politécnico

Empresas de construção civil especializadas;

Serviços da Administração Central e Regional;

Laboratórios públicos ou privados. Serviços Técnicos em Autarquias;

Gabinetes de projecto e consultoria;

Empresas de sondagens (geotécnicas, mineiras, petrolíferas, água);

Apoio a trabalhos de conservação do património cultural construído em pedra (monumentos);

Fiscalização e suporte geotécnico na execução de obras de engenharia (edifícios, estradas, pontes, túneis, aeroportos, barragens, obras marítimas, etc.);

Previsão de riscos geológicos e ambientais (contaminação de águas, solo e sub-solo; impacto e recuperação ambiental; selecção de locais para construção de infra-estruturas de risco como, por exemplo, estações de armazenamento e tratamento de resíduos, centrais nucleares e hidroeléctricas, entre outras);

Apoio geológico a actividades de ordenamento do território

Fotogeologia, detecção remota e sistemas de informação geográfica

Cartografia geológica e geotécnica

Estudos geológicos e geotécnicos de áreas solicitadas ou a solicitar por obras de engenharia

Avaliação de impactes ambientais da actividade extractiva na perspectiva do desenvolvimento sustentável das regiões

Indústrias na área da exploração e transformação de rochas ornamentais

Exploração e tratamento de recursos minerais metálicos, não metálicos e energéticos (minas, pedreiras, petróleo, gás, água, etc.)

Prospecção geológica, geoquímica e geofísica de recursos minerais

Comercialização de equipamentos e sistemas para aproveitamento de Energias Renováveis

Certificação de equipamento e sistemas de aproveitamento de Energias Renováveis

Manutenção e assistência técnica a equipamentos e sistemas de aproveitamento de Energias Renováveis

Instalação de sistemas de aproveitamento de Energias Renováveis

Produção de equipamentos para aproveitamento de Energias Renováveis (colectores solares térmicos, módulos fotovoltaicos, micro aerogeradores, sistemas de queima de Biomassa florestal, e outros)

Consultadoria no domínio das Energias Renováveis (projecto, análise de viabilidade técnicoeconómica de projectos, avaliação das melhores práticas técnicas).

http://www.uevora.pt/ensinos/cursos/11_ciclo/curso/ (codigo)/176

http://www.uevora.pt/ensinos/cursos/11_ciclo/curso/ (codigo)/175

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

48 49


Licenciatura em Turismo

Licenciatura em Medicina Veterinária

Licenciatura em Ciência e Tecnologia Animal

Ensino e Investigação

Empresas Turísticas

Associações de Desenvolvimento Regional / Local

Autarquias e Associações de Município

Entidades Regionais de Turismo

Administração Pública Central

Ensino Superior e Investigação.

Exercício de Medicina Veterinária para Pequenos e Grandes Animais;

Indústrias Farmacêuticas;

Indústrias de Alimentos Compostos para Animais;

Indústrias Alimentares de Produtos de Origem Animal;

Inspecção e Segurança Alimentar;

Saúde Pública;

Laboratórios de Análise;

Organismos do Ministério da Agricultura e Direcções Regionais;

Administração Autárquica;

Exercício da Profissão em Regime Liberal;

Federações, Associações, Cooperativas de produtores e outros utilizadores de animais.

Entidades prestadoras de serviços de consultadoria, gestão ou projecto com componentes animais.

Instituições de ensino superior, de investigação ou de desenvolvimento que usem/estudem animais.

Organismos oficiais de planeamento, regulação, administração ou fiscalização.

Empresas ou outras entidades que recorram a animais para desenvolvimento de produtos que melhorem a saúde e o bem-estar animal ou humano.

Empresas de biotecnologia ou outras entidades envolvidas em actividades tais como melhoramento animal, transferência embrionária ou utilização de animais transgénicos para produção de proteínas/tecidos para uso em medicina humana ou veterinária.

Empresas ou outras entidades que investiguem, produzam e/ou comercializem tecnologias, alimentos, equipamentos ou medicamentos para animais.

Empresas ou outras entidades associadas à produção de animais, à comercialização dos seus serviços (tais como os de companhia, de desporto, de lazer ou de polinização), à transformação dos seus produtos ou à mitigação de eventuais impactos negativos no ambiente, na segurança alimentar ou na saúde pública.

http://www.uevora.pt/ensinos/cursos/11_ciclo/curso/ (codigo)/137

http://www.uevora.pt/ensinos/cursos/11_ciclo/curso/ (codigo)/169

http://www.uevora.pt/ensinos/cursos/11_ciclo/curso/ (codigo)/146

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

49


Licenciatura em Arqueologia

Licenciatura em Engenharia da Energia e do Ambiente

Licenciatura em Meteorologia, Oceanografia e Geofísica

Licenciatura em Geologia

SAÍDA PROFISSIONAL

FACULDADE DE LETRAS ( http://www.fl.ul.pt/)

Indústria das energias renováveis: energia eólica, biomassa, biocombustíveis, energia solar, energia hídrica, energia geotérmica

Principais Empregadores: Laboratórios e instituições do Estado: Instituto de Meteorologia (IM), Instituto Hidrográfico (IH) da Marinha, Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), Instituto Nacional de Engenharia, tecnologia e Inovação (INETI), Instituto de Investigação das Pescas e do Mar (IPIMAR), Força Aérea Portuguesa, etc. Empresas privadas de prospecção geofísica, de consultadoria de impacte ambiental, de obras marítimas, etc

CURSO

Licenciatura em Biologia

UNIVERSIDADE DE LISBOA (http://www.ul.pt) FACULDADE DE CIENCIAS (http://www.fc.ul.pt/)

http://www.fl.ul.pt/processo_bolonha/ arqueologia.htm

http://acesso.fc.ul.pt/files/mestrados_ integrados/mi-engenharia-energia-ambiente.html

http://degge.fc.ul.pt/

http://geologia.fc.ul.pt/

http://dbv.fc.ul.pt/

INFORMAÇÃO ADICIONAL

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

50 51


SAÍDA PROFISSIONAL

http://www.utad.pt/pt/ensino_formacao/1ciclo/acent/biologia/index.html

INFORMAÇÃO ADICIONAL

O projecto, a construção e a manutenção de instalações e de equipamento de transformação de energia, por fontes convencionais e renováveis, incluindo resíduos industriais e urbanos;

Os licenciados destinam-se a integrar os quadros de empresas ou organizações do sector energético, vocacionado para:

Poderão a vir exercer funções profissionais no sector industrial, no sector de serviços, na administração pública, no ensino e na investigação.

A investigação e o desenvolvimento no domínio da transformação e utilização de energia.

A gestão de energia e a realização de auditorias energéticas;

A distribuição de energia eléctrica a partir de unidades produtoras; Licenciatura em Engenharia de Energias O projecto, a construção e a manutenção de sistemas de utilização de energia, nomeadamente no domínio da climatização de edifícios e do frio industrial;

Licenciatura em Bioengenharia

http://www.utad.pt/pt/ensino_formacao/1ciclo/acent/eng_de_energias/ index.html

Criação, desenvolvimento e implementação de novos processos e produtos; Participação em interfaces entre a Biologia, a Saúde e a Engenharia; Produção de equipamentos e instrumentação; Fornecimento e prestação de serviços; Investigação científica e desenvolvimento tecnológico. Os futuros licenciados http://www.utad.pt/pt/ensino_formacao/1ciclo/acent/bioengenharia/index. poderão, igualmente, integrar equipas de trabalho multidisciplinares no html domínio da Bioengenharia, bem como prosseguir os estudos num 2º ciclo de formação conducente ao grau de Mestre

Licenciatura em Biologia Parques Naturais e Nacionais; Serviços Públicos – Educação e Administração; e Geologia Organismos com responsabilidades no Ordenamento e Gestão Territorial; Empresas e Associações promotoras de Educação Ambiental e http://www.utad.pt/pt/ensino_formacao/1ciclo/acent/biologia_geologia/ Desenvolvimento Regional; Empresas de Turismo; Empresas de Assessoria e index.html Consultoria; Projectos e linhas de Investigação

Licenciatura em Biologia

CURSO

UNIVERSIDADE DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO (http://www.utad.pt)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

51


Serviços Públicos : Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas; instituições de investigação científica e tecnológica; organismos de controlo de qualidade dos produtos de origem animal; parques naturais; autarquias; Ministério da Educação; Ministério da Ciência e do Ensino Superior. Entidades Privadas: Empresas agro-pecuárias; indústrias de produção agro-pecuária; indústrias de transformação agro-alimentar; indústrias de alimentos para animais; organismos de controlo de qualidade de produtos http://www.utad.pt/pt/ensino_formacao/1ciclo/aca/zootecnia/index.html de origem animal; gabinetes técnicos e de consultadoria. Sector Associativo e Cooperativo: Auto-emprego; Empresas de produção, transformação ou comercialização de produtos agro-pecuários; gabinetes técnicos e de consultadoria.

Licenciatura em Genética Universidades e Instituições de Ensino Superior; Indústria biotecnológica, e Biotecnologia farmacêutica, química, agro-alimentar, agro-química; Gabinetes de projecto e de consultoria; Instituições de ensino e de Investigação científica e desenvolvimento tecnológico; Análises clínicas, agro-alimentares e desenvolvimento de produtos (Laboratórios de análises clínicas, de alimentos); Centros médicos e hospitalares; Laboratórios de Faculdades de Medicina, Universidades e Organismos do Estado; Laboratórios Associados; Empresas http://www.utad.pt/pt/ensino_formacao/1ciclo/acent/genetica_ comerciais; Saúde, agricultura, ambiente, designadamente, no domínio da biotecnologia/index.html biotecnologia e dos organismos geneticamente modificados; Laboratórios de análises químico-biológicas (hospitais, clínicas ou empresas);Laboratórios de institutos de saúde pública e investigação médica; Laboratórios de controlo de qualidade e desenvolvimento de produtos (enquadrados nas Ciências da Saúde e do Ambiente, entre outros); Serviços especializados (biotecnologias, análise toxicológica e controlo ambiental);Investigação cientí

Licenciatura em Engenharia Zootécnica

Licenciatura em O futuro licenciado em Engenharia do Ambiente poderá aplicar as suas Engenharia do Ambiente competências profissionais em vários sectores de actividade, desde organismos públicos centrais (casos do Instituto da Água e do Instituto da Conservação da Natureza), regionais (Direcções Regionais de Ambiente e Ordenamento do Território, Comissões de Coordenação, Direcções Regionais de Agricultura, Associações Regionais de Saúde, etc.) e locais (Municípios e Gabinetes http://www.utad.pt/pt/ensino_formacao/1ciclo/acent/engenharia_ambiente/ index.html de Apoio Técnico Local), até ao nível do tecido empresarial nos diversos domínios do ambiente, como a consultoria e a concepção, implementação e manutenção de projectos de monitorização, tratamento e auditoria. Os futuros licenciados podem, igualmente, integrar equipas de investigação multidisciplinares na área do Ambiente.

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

52 53


Ramo de Treino Desportivo

Técnicos que criem e dinamizem empresas criativas, inovadoras e competitivas em sectores estratégicos da Economia, quer a nível regional, nacional ou internacional, nomeadamente: Empreendimentos Turísticos, Termais e Hoteleiros; Parques Temáticos; Pequenas e Médias Empresas de Animação Turística; Empresas de Organização e Animação de Eventos e Espectáculos; Animação de Museus; Gestão e Animação de Projectos de Turismo Cultural; http://www.utad.pt/pt/ensino_formacao/1ciclo/achs/r_lazer_turismo/index. Licenciatura em Turismo Animação de Roteiros Turísticos Temáticos; Organismos Nacionais e html Internacionais; Administração Pública Central e Comissões de Coordenação Regional, Autarquias, Órgãos Regionais de Turismo; Associações Empresariais e Associações de Desenvolvimento; Animação e gestão de serviços a populações especiais, nomeadamente idosos, deficientes e doentes em fase de recuperação; Equipas multidisciplinares no sector da saúde mental intervindo como terapeutas recreacionais.

Licenciatura em Educação Física e Desporto Escolar

http://www.utad.pt/pt/ensino_formacao/1ciclo/achs/ciencias_desporto/ index.html

Assessorar os serviços de animação desportiva das autarquias, administração regional e central; Promover e organizar programas de actividade física para populações especiais, nomeadamente em centros de solidariedade social; Promover e organizar programas desportivos e recreativos para jovens, adultos e gerontes; Intervir, de forma supervisionada por profissionais da http://www.utad.pt/pt/ensino_formacao/1ciclo/achs/desporto/index.html saúde, na oferta de actividades desportivas para grupos portadores de algumas patologias; Intervir como técnicos desportivos em instituições culturais e recreativos

Ramo de Jogos Desportivos Colectivos Licenciatura em Ciências Ramo de Actividades de Academia e Prescrição do Exercício do Desporto Ramo de Aventura, Desporto e Lazer

Licenciatura em Medicina Veterinária

Biotecnologia e diagnóstico; Clínica de animais de companhia; Clínica de espécies pecuárias; Clínica de espécies exóticas e selvagens; Produção e melhoramento animal; Sanidade animal;Polícia Sanitária e Epidemiovigilância; http://www.utad.pt/pt/ensino_formacao/1ciclo/aca/medicina_veterinaria/ Tecnologia dos produtos de origem animal; Inspecção Sanitária; Higiene e index.html Saúde Pública

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

53


Gestão, investigação e desenvolvimento de processos e de produtos biológicos nas indústrias biológica, farmacêutica, agro-alimentar e química, bem como nos domínios ambiental, biomédico e tecnológico. Liderança de equipas multidisciplinares de investigação e desenvolvimento em laboratórios científicos e industriais, laboratórios de análises químicas, bioquímicas, microbiológicas e moleculares, gabinetes de consultoria e de projecto.

Licenciatura em Biologia

Licenciatura em Engenharia Biológica

Licenciatura em Biotecnologia

http://www.ualg.pt/index.php?ff_ name=DetCurso&option=com_ facileforms&Itemid=2429&ff_frame=1&ff_param_ curso=LB

Técnico de laboratório (análises clínicas, microbiologia, indústria farmacêutica, hospitalar, universitário, histológico, indústria biotecnológica, manutenção de biotérios, diagnóstico molecular, investigação científica); Técnico da natureza (câmaras, parques naturais, áreas protegidas, quintas pedagógicas, parques zoológicos e botânicos); Técnico comercial (instrumentação para laboratório, reagentes químicos e moleculares para laboratório e produtos farmacêuticos)

Licenciatura em Biologia Marinha

Laboratórios de análises de águas, análises clínicas, ou análises bioquímicas; Controlo de qualidade em laboratórios farmacêuticos, indústrias de fermentação ou agro-alimentares; Investigadores em equipas multidisciplinares em instituições públicas ou privadas; Empresas de comercialização de produtos químicos e biológicos, equipamentos laboratoriais e industriais.

http://www.ualg.pt/index.php?ff_ name=DetCurso&option=com_ facileforms&Itemid=2429&ff_frame=1&ff_param_ curso=LBM

Parques naturais Reservas marinhas Aquários Parques oceanográficos e zoológicos Empresas de pesca e de aquacultura. Assessores/consultores de empresas na área do ambiente marinho. Assistentes de investigação integrados em equipas de Investigação & Desenvolvimento de empresas, institutos, centros de investigação e laboratórios de estado. Empresários em áreas de inovação tecnológica, produtos naturais e ecoturismo. Técnicos superiores de serviços de ambiente da Administração Local e Central. Formadores na área da Biologia Marinha integrados em equipas de educação ambiental.

http://www.ualg.pt/index.php?ff_ name=DetCurso&option=com_ facileforms&Itemid=2429&ff_frame=1&ff_param_ curso=LBiot

http://www.ualg.pt/index.php?ff_ name=DetCurso&option=com_ facileforms&Itemid=2429&ff_frame=1&ff_param_ curso=MIEB

http://www.ualg.pt/index.php?ff_ name=DetCurso&option=com_ facileforms&Itemid=2429&ff_frame=1&ff_param_ curso=LCM

INFORMAÇÃO ADICIONAL

Licenciatura em Ciências do Mar

SAÍDA PROFISSIONAL

Técnico de qualidade de água na vertente marinha; Técnico de apoio à gestão de zonas marinhas e costeiras; Consultadoria; Técnico em oceanografia operacional; Técnico em oceanografia observacional; Operador de dados e informação marinha; Integração em equipas de investigação científica; Formador na área das Ciências do Mar.

CURSO

UNIVERSIDADE DO ALGARVE (http://www.ualg.pt/)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

54 55


http://www.ualg.pt/index.php?ff_ name=DetCurso&option=com_ facileforms&Itemid=2429&ff_frame=1&ff_param_ curso=MIEA

http://www.ualg.pt/index.php?ff_ name=DetCurso&option=com_ facileforms&Itemid=2429&ff_frame=1&ff_param_ curso=LArq

Instituições públicas e privadas (administração central, regional e local; indústria; empresas de auditoria, consultoria e projecto; ensino e investigação), integrando ou coordenando equipas técnicas responsáveis por projectos e estudos de Engenharia do Ambiente, nas áreas seguintes, e assumindo responsabilidades atribuíveis a engenheiros. Avaliação de impacte ambiental; Avaliação ambiental estratégica; Sistemas de gestão ambiental; Auditorias e diagnósticos ambientais; Sistemas de avaliação de desempenho ambiental; Estudos para atribuição de rótulo ecológico; Estudos de ecodesign e análise de ciclo de vida de produtos; Avaliação de risco ambiental; Estudos de licenciamento ambiental; Estratégias, planos, e programas de ambiente e desenvolvimento sustentável; Monitorização ambiental (ar, água, solo, ruído, ecossistemas); Remediação/reabilitação ambiental; Modelação ambiental; Tratamento e análise de dados ambientais; Educação e sensibilização ambiental; Sistemas de informação em ambiente; Gestão integrada de resíduos; Estudos de ruído; Operação/exploração de sistemas de abastecimento de águas; Operação/exploração de sistemas de drenagem, tratamento e valorização de águas residuais; Vigilância e fiscalização ambiental; Energias renováveis e conservação de energia; Gestão e modelação de recursos hídricos; Gestão e planeamento costeiro; Saúde e Ambiente.

O graduado do curso de Arqueologia da Universidade do Algarve terá um mercado diversificado de trabalho, não só ao nível do Estado, tanto em organismos centrais como em organismos autárquicos, mas também em instituições privadas e, finalmente, como empresário e técnico especialista na área profissional em questão: - Organismos tutelares do património (IGESPAR, IPCM); - Organismos autárquicos (gabinetes de arqueologia, GTL, divisões de património) - Serviços culturais de inventariação de bens culturais; - Gabinetes de estudos integrados de conservação de monumentos; - Equipas pluridisciplinares em projectos de conservação patrimonial; - Museus; - Laboratórios de conservação e restauro; - Empresas especializadas em Arqueologia; - Gabinetes de gestão do território; - Empresas de divulgação e promoção cultural; - Comissões de bens culturais da Igreja.

Licenciatura em Engenharia do Ambiente

Licenciatura em Arqueologia

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

55


Licenciatura em Turismo

Licenciatura em Desporto

Licenciatura em Turismo

Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo de Faro

Gestor de destino turístico

Responsável pelo planeamento turístico

Director de promoção do destino/local

Director de marketing e operações

Técnico de turismo de agência de viagens, operadores turísticos e transportes

Técnico superior de turismo

Os licenciados em Desporto podem intervir em vários dos sectores do sistema desportivo, como o autárquico, o federado, o dos lazeres e do turismo, o da saúde, entre outros. Estão habilitados para o desempenho profissional em autarquias, clubes, ginásios, health clubs, organizações turísticas, parques naturais, centros de intervenção comunitária, empresas privadas, etc.

http://www.esght.ualg.pt/LicTur.asp

http://www.ese.ualg.pt/cursos/bolonha/ LICENCIATURA_DESP.pdf

http://www.ualg.pt/index.php?ff_ name=DetCurso&option=com_ facileforms&Itemid=2429&ff_frame=1&ff_param_ curso=LT

Técnico superior de turismo; Técnico de turismo agência de viagens, de operador turístico e de transportes; Director de marketing e operações; Director de promoção do destino/local; Responsável pelo planeamento turístico; Gestor de destino turístico; Consultor júnior em turismo Escola Superior de Educação e de Comunicação de Faro (ESE)

http://www.ualg.pt/index.php?ff_ name=DetCurso&option=com_ facileforms&Itemid=2429&ff_frame=1&ff_param_ curso=LIAT

Coordenação, definição e execução de actividades de animação turística em organismos públicos e privados; Organização de eventos, congressos, conferências, convenções, exposições; Planeamento e desenvolvimento estratégico de actividades turísticas; Programação e consultadoria em turismo

Licenciatura em Informação e Animação Turística

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

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http://www.uminho.pt/Default.aspx?tabid=8&pageid=349&lang=pt-PT

INFORMAÇÃO ADICIONAL

Meio empresarial – consultoria e serviços ambientais (por exemplo nos domínios do turismo da Natureza, actividades de formação, estudos de monitorização e avaliação de impacte ambiental)

A perspectiva simultaneamente integradora e especializada do Ambiente permite intervenções destes licenciados ao nível do ordenamento do território, conservação da Natureza, monitorização ambiental e controlo de riscos, em diferentes domínios profissionais:

Organismos estatais, empresas municipais e multimunicipais

http://www.uminho.pt/Default.aspx?tabid=8&pageid=434&lang=pt-PT

O curso de Licenciatura em Biologia-Geologia (LBG), adequado segundo o Processo de Bolonha, fornece uma preparação científica sólida ao nível teórico, laboratorial e de campo nas diferentes áreas da Biologia, Geologia e Ambiente. Este curso, ao fornecer simultaneamente unidades curriculares de formação específica e bidisciplinares, procura tornar competitivo o acesso dos diplomados ao mercado de trabalho, habilitando-os http://www.uminho.pt/Default.aspx?tabindex=9&tabid=8&lang=pta colaborar em diversos sectores sócio-profissionais, tais com Ambiente, Alimentar, Prospecção e Conservação de Recursos Naturais e Investigação Científica. O curso de PT&pageid=350 LBG fornece ainda capacidade técnico-científica para a prossecução de estudos de segundo ciclo (Mestrado) em áreas como Biologia Vegetal, Biologia Animal, Biologia Molecular, Microbiologia, Recursos Geológicos, Geoconservação, Ciências do Ambiente e Ensino de Biologia e Geologia. O curso de LBG fornece igualmente capacidade técnico-científica para a prossecução de estudos de segundo ciclo (Mestrado) que habilitem para a docência.

Biólogo

UNIVERSIDADE DO MINHO (http://www.uminho.pt/) SAÍDA PROFISSIONAL

Licenciatura em Ciências do Ambiente Investigação – possibilidade de acesso a formação pós-graduada e investigação em diversos domínios das ciências e tecnologias do ambiente

Licenciatura em Biologia-Geologia

Licenciatura em Biologia Aplicada

CURSO

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

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O Licenciado em Geografia e Planeamento está habilitado a exercer funções técnicas superiores nos diferentes níveis da administração central, regional e local, nomeadamente em áreas de actuação relacionadas com a gestão e ordenamento do território, prevenção de riscos naturais, qualificação e reabilitação espacial, conservação e educação ambiental, bem http://www.uminho.pt/Default.aspx?tabindex=9&tabid=8&lang=ptcomo implementação e monitorização de diferentes políticas regionais e locais. Está ainda PT&pageid=344 qualificado para exercer funções enquanto quadros técnicos ao nível empresarial ou em regime de profissional liberal, incidindo os seus desempenhos nas áreas de actuação supra mencionadas. Detém ainda formação própria para actividade lectiva ao nível do Ensino Básico (2.º e 3.º ciclos).

Licenciatura em Geografia e Planeamento

http://www.uminho.pt/Default.aspx?tabid=8&pageid=333&lang=pt-PT

http://www.dct.uminho.pt/index/index_lic.html

Arqueólogo. O Arqueólogo dispõe de um amplo mercado de trabalho que inclui a investigação, o desempenho de funções em organismos da administração central e local, bem como o exercício de actividade liberal.

Instituições de investigação científica.

http://www.uminho.pt/Default.aspx?tabindex=9&tabid=8&lang=ptPT&pageid=351

Licenciatura em Arqueologia

Licenciatura em Geologia

Empresas de comercialização de material científico e tecnológico;

Empresas de consultadoria;

Laboratórios de análises;

Indústrias de água, estações de tratamento de água (ETA’S) e estações de tratamento de Licenciatura em Engenharia Biológica águas residuais (ETAR’S); Empresas de tratamento de resíduos sólidos;

Indústrias químicas, em geral (orgânicas e inorgânicas);

Indústrias da celulose, dos curtumes, da cortiça, da madeira;

Indústria farmacêutica (antibióticos, esteróides,...);

Indústrias alimentares (cerveja, vinho, lacticínios, bolachas, massas, sumos, óleos alimentares...);

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

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UNIVERSIDADE DO PORTO (http://www.up.pt)

Empresas de Arqueologia e Património ou como Profissionais Liberais.

Gabinetes de Gestão do Território

Gabinetes de Arquitectura

Museus (nacionais, municipais ou outros, públicos e privados)

Organismos do Estado, Organismos Autárquicos (Gabinetes de Arqueologia, GTL, Divisões de Património, etc.)

http://sigarra.up.pt/flup/cursos_geral.FormView?P_CUR_SIGLA=LARQU

Licenciatura em Geologia

Licenciatura em Arqueologia

Exercer cargos técnicos de nível intermédio em diferentes sectores da indústria e dos serviços; Prosseguir os estudos com a frequência de um 2º ciclo, de carácter científicohttp://www.fc.up.pt/fcup/pe/bolonha/curso.php?ano=2008&cod=geo_ tecnológico, tendo em vista a formação para habilitação a título profissional de Geólogo; base&tc=L Frequentar um 2º ciclo de formação de professores, que habilita para a docência no grupo de disciplinas de Biologia e Geologia, para o Ensino Secundário e para o 3ºciclo do Ensino Básico.

O titular do 1º Ciclo em Arqueologia poderá encontrar saídas profissionais em:

Áreas de actividade: Ambiente, Gestão de Recursos Vivos, Saúde, Biotecnologia, http://www.fc.up.pt/fcup/pe/bolonha/curso. Indústria Alimentar, Produção Vegetal e Animal e Análises Forenses. Habilitações php?tc=L&ano=2009&cod=bio_base para enveredar nos estudos pós-graduados, na carreira docente ou de investigação.

Licenciatura em Biologia

INFORMAÇÃO ADICIONAL

Licenciatura em Ciências e Tecnologia do Ambiente

SAÍDA PROFISSIONAL

Exercer cargos técnicos de nível médio tanto no sector público como no privado e em regime de auto-emprego: empresas de consultadoria ambiental e de serviços, autoridades locais, agências governamentais e laboratórios do estado, indústria e ensino. Sistemas de gestão de efluentes e resíduos; educação ambiental; ecoeficiência; energias renováveis; implementação de sistemas de gestão http://www.fc.up.pt/fcup/pe/bolonha/curso.php?ano=2008&cod=cta&tc=L de qualidade ambiental, higiene e segurança ambiental e ocupacional; gestão de impacte ambiental; protecção e prevenção ambiental; gestão e exploração e conservação de recursos naturais; avaliação e controlo de qualidade; previsão, profilaxia e remediação de acidentes naturais; caracterização e intervenção em áreas de desertificação activa; recuperação de zonas submetidas a exploração a céu aberto.

CURSO

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

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http://www.fe.up.pt/si/cursos_geral.FormView?P_CUR_SIGLA=MIEA

Os alunos graduados com o Mestrado Integrado em Engenharia do Ambiente devem estar preparados para assumir imediatamente posições profissionais como Engenheiros do Ambiente completos em empresas industriais, em empresas ambientais, em gabinetes de projecto, em serviços municipais e em agências governamentais

Ramo Engenharia Biomédica: instrumentação biomédica, processamento e análise de sinais e imagens biomédicas, dispositivos médicos (próteses externas e internas), engenharia de tecidos (nomeadamente para medicina regenerativa) telemedicina, bioinformática, robótica médica (cirurgia minimamente invasiva), e biónica. Ramo Engenharia Biológica: indústrias de processos químico-biológicos (farmacêutica, alimentar, cosméticos, aromas) e de valorização de materiais naturais http://sigarra.up.pt/icbas/cursos_geral.FormView?P_CUR_SIGLA=MIB (madeira, couro, materiais e produtos de origem marinha), ambiente e saúde ambiental (tratamento de resíduos contaminados, qualidade ambiental em unidades hospitalares e empresas da área da saúde). Ramo Biotecnologia Molecular: sectores onde é prioritário a concepção e desenvolvimento de novos produtos com base em biologia molecular, particularmente fármacos e sistemas de diagnóstico.

Para além da Investigação Científica, destacam-se os seguintes sectores: Gestão Ambiental Educação Ambiental (nomeadamente em aquários públicos) Ensino (superior, profissional, secundário) Serviços (empresas municipais, qualidade da água, etc.) Aquacultura (de espécies dulceaquícolas e marinhas) Pescas Pós-graduação (mestrado e/ou doutoramento).

Médicos Veterinários

Licenciatura em Ciências de Engenharia- Minas e Geoambiente

Licenciatura em Engenharia do Ambiente

Licenciatura em Bioengenharia

Licenciatura em Ciências do Meio Aquático

Licenciatura em Medicina Veterinária

http://sigarra.up.pt/icbas/cursos_geral.FormView?P_CUR_SIGLA=LVET

http://sigarra.up.pt/icbas/cursos_geral.FormView?P_CUR_SIGLA=LLCMA

http://www.fe.up.pt/si/cursos_geral.FormView?P_CUR_SIGLA=LEMG

INDÚSTRIA EXTRACTIVA Exploração e tratamento de minérios metálicos, industriais, combustíveis, rochas ornamentais e materiais inertes. Campos de actividade: (a) indústria extractiva: minas, pedreiras, cimenteiras e indústria da água; (b) construção civil envolvendo movimentação de terras, túneis e barragens; (c) serviços: laboratórios de investigação aplicada, serviços de fiscalização e licenciamento, gabinetes de projecto e de planeamento. AMBIENTE Estudos de impacte e diagnóstico ambiental; Tecnologias ambientais relativas ao tratamento de resíduos sólidos e de intervenção em locais contaminados, especialmente água subterrânea e solos. Campos de actividade: Empresas vocacionadas para intervenções na área geo-ambiental, gabinetes de projecto, serviços de ordenamento territorial.

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

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CURSO

Licenciatura em Energias Renováveis

Licenciatura em Biotecnologia          

Licenciatura em Guias da Natureza

Licenciatura em Biologia especialidade em Biologia Marinha

Sistemas de controle de qualidade alimentar

Indústria Agroalimentar

Indústria Farmacêutica

Investigação científica

Laboratórios de Análises Químicas e Bioquímicas

Empresas Agrícolas

Empresas na área de Biotecnologia

Viglância das áreas ambientais

Conservação da natureza

Animação de Grupos

Monitorização ambiental

Ecoturismo

SAÍDA PROFISSIONAL

http://www.angra.uac.pt/biotech/ensino.html

http://www.angra.uac.pt/LGN/

http://www.db.uac.pt/cursos.php?id=55

INFORMAÇÃO ADICIONAL

http://www.novosite.uac.pt/uac/ensino/dca/curso/9934

UNIVERSIDADE DOS AÇORES (http://www.uac.pt/intro.php)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

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Licenciatura em Medicina Veterinária

Licenciatura em Biotecnologia

Licenciatura em Engenharia e Gestão do Ambiente

Sistemas de controle de qualidade alimentar

Industria Agroalimentar

Industria farmacêutica

Investigação cientifica

Laboratórios de Analises Químicas e Bioquímicas

Empresa Agrícolas

Empresas nas áreas da Biotecnologia

Universidades e Institutos Politécnicos

Associações ambientalistas e ecologistas

Gabinetes de gestão e conservação da natureza

Gabinetes de gestão e controlo da qualidade ambiental

Gabinetes de projecto, consultadoria e planeamento

Laboratórios de análises químicas

Administração pública central, regional e local

Empresas públicas e privadas

Possíveis empregadores:

Gestão energética e energias renováveis;Investigação científica e tecnológica na área do ambiente;Sistemas de informação geográfica; Planeamento do território; Política agroambiental;

Auditorias e diagnósticos ambientais; Avaliação de impacte ambiental;Educação e sensibilização ambiental; Gestão ambiental;Gestão de recursos naturais e conservação da natureza;Gestão e tratamento de águas de abastecimento, de águas residuais e de resíduos.

http://www.angra.uac.pt/veterinaria/

http://www.dca.uac.pt/cursos.php?id=3

http://www.dca.uac.pt/cursos.php?id=86

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

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Licenciatura em Turismo

CURSO

Ensino Secundário, Politécnico e Universitário

Centros de Formação Profissional e Escolas Profissionais;

Associações de Desenvolvimento Local e Regional;

Administração Pública;

Autarquias, Juntas e Associações de Municípios;

Empresas e Sociedades de Lazer e Desporto;

Regiões e Juntas de Turismo;

Sociedades de Hospitalidade;

Termas;

Museus;

Instituições de Investigação;

Gabinetes de Estudo e Consultoria;

Agências e Sociedades Turísticas;

Empresas Turísticas;

SAÍDA PROFISSIONAL

http://www.lis.ulusiada.pt/cursos/bolonha/ciclos_2009_2010/turismo/1_ciclo/ default.htm

INFORMAÇÃO ADICIONAL

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA (http://www.ulusiada.pt/)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

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Licenciatura em Engenharia do Ambiente

Licenciatura em Ciências do Mar

CURSO

Comércio e indústria

Monotorização e Gestão Ambiental;

Controlo de qualidade;

Nas seguintes áreas: Empresas de Projecto (ETAR´s, ETA´s e RSU´s)

Indústria.

Administração pública;

Autarquias;

Gabinetes de Impactes e Auditorias Ambientais;

Empresas públicas e privadas;

Em: Estabelecimentos de ensino e institutos de investigação públicos e privados;

Auditoria e consultoria.

Planeamento, gestão e coordenação;

Actividades de: Investigação e desenvolvimento;

Comércio e indústria.

Protecção civil;

Planeamento e ordenamento do território;

Pescas e aquacultura;

Ambiente e recursos naturais;

Nas seguintes áreas:Oceanografia, hidrografia e geofísica;

Administração pública.

Autarquias;

Empresas públicas e privadas;

Em: Estabelecimentos de ensino e institutos de investigação públicos e privados;

Auditoria e consultoria.

Planeamento, gestão e coordenação;

Investigação e desenvolvimento;

SAÍDA PROFISSIONAL

INFORMAÇÃO ADICIONAL

http://www.grupolusofona.pt/portal/page?_ pageid=135,578523&_dad=portal&_schema=PORTAL

http://www.grupolusofona.pt/portal/page?_ pageid=135,578532&_dad=portal&_schema=PORTAL

UNIVERSIDADE LUSÓFONA (http://www.ulusofona.pt)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

64 65


Licenciatura em Turismo e Gestão de Empresas Turísticas

Licenciatura em Engenharia do Ambiente

Licenciatura em Turismo

Licenciatura em Educação Física e Desporto

Integrar as estruturas funcionais e decisão Operacional e Intermédia de Organizações de Turismo e Empresas Turísticas: agências viagens, tour operators, Serviços de turismo de Câmaras Municipais e Regiões de Turismo, organização e gestão de eventos, assessoria e auditorias técnicas em serviços turísticos, actividade docente e formação profissional.

Comércio e indústria

Monotorização e Gestão Ambiental;

Controlo de qualidade;

Nas seguintes áreas: Empresas de Projecto (ETAR´s, ETA´s e RSU´s)

Indústria.

Administração pública;

Autarquias;

Gabinetes de Impactes e Auditorias Ambientais;

Empresas públicas e privadas;

Em: Estabelecimentos de ensino e institutos de investigação públicos e privados;

Auditoria e consultoria.

Planeamento, gestão e coordenação;

Actividades de: Investigação e desenvolvimento;

Universidade Lusófona do Porto (http://www.ulp.pt)

Quadros intermédios das empresas turísticas com capacidade para identificar os problemas e contribuírem para a sua solução.

Relações públicas de empresas, directa ou indirectamente ligadas ao turismo.

Gestores de produtos turísticos;

Animadores e organizadores de actividades de lazer e recreio;

Técnicos superiores dos órgãos locais e regionais do turismo, em particular das autarquias e regiões de turismo e outras organizações turísticas de carácter regional, públicas e privadas;

Técnicos superiores especializados em turismo.

Professor na área do Fitness, Desporto Aventura, Actividades Aquáticas e outras promovidos pela Administração Pública central e local ou pela iniciativa privada

Treinador (Clubes, Associações, Federações, Autarquias)

Mestrado em Ensino da Educação Física (obrigatório na formação de professores) – ramo de Educação Física e Desporto Escolar;

A organização da Licenciatura em Três ramos e a respectiva estrutura curricular habilita para:

http://www.grupolusofona.pt/portal/page?_ pageid=194,1568053&_dad=portal&_schema=PORTAL

http://www.grupolusofona.pt/portal/page?_ pageid=194,510480&_dad=portal&_schema=PORTAL

http://www.grupolusofona.pt/portal/page?_ pageid=135,514759&_dad=portal&_schema=PORTAL

http://www.grupolusofona.pt/portal/page?_ pageid=135,413351&_dad=portal&_schema=PORTAL

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

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UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA (http://www.unl.pt)

·         protecção contra os Riscos Naturais.

·         planeamento regional e urbano;

·         geologia do petróleo;

·         prospecção e exploração de minérios e de rochas ornamentais;

·         prospecção e exploração de inertes para a indústria da construção;

·         prospecção, captação e protecção de águas subterrâneas;

·         obras de construção civil;

Prestação de serviços no âmbito dos estudos para:

http://www.fct.unl.pt/candidato/cursos/1_ciclo/geologia/ intro

Licenciatura em Ciências da Natureza

Licenciatura em Engenharia Geológica

http://www.fct.unl.pt/candidato/cursos/1_ciclo/natureza/ natureza

As grandes áreas de intervenção dos futuros licenciados estão relacionadas com a conservação da natureza, o património natural e os impactes ambientais. Irá proporcionar formação diversificada, mas de base sólida, nas áreas das Ciências da Natureza e ciências afins, num largo leque de opções profissionais e/ou de prosseguimento de estudos para mestrado. Refere-se, designadamente, a formação de licenciados capazes do desempenho de funções básicas ao nível de empresas ligadas à saúde e, sobretudo, de empresas das áreas da gestão ambiental, do ecoturismo e instituições ligadas à defesa e divulgação do património natural, como as autarquias e os Parques Naturais. A preparação conferida permitirá o acesso a formação complementar ao nível de mestrado nas áreas já referidas e, a outras áreas afins, como as do jornalismo científico e do ensino de Biologia e Geologia

As grandes áreas de intervenção dos futuros licenciados em Engenharia Geológica estão relacionadas com a construção civil e obras públicas e a pesquisa e exploração de recursos naturais. Abrange campos de actuação e/ou de especialização, que estabelecem ligação não só entre outras especialidades de engenharia (civil, de minas e do ambiente), como entre a engenharia e a geologia.

INFORMAÇÃO ADICIONAL

SAÍDA PROFISSIONAL

CURSO

Faculdade de Ciências e Tecnologia (http://www.fct.unl.pt/)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

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Licenciatura em Engenharia do Ambiente

Licenciatura em Biologia Celular

• Administração • Comissão Europeia • Agência Europeia do Ambiente • Ministério do Ambiente do Ordenamento do Território de do Desenvolvimento Regional • Ministério da Economia • Ministério das Obras Públicas • Câmaras Municipais • Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional • Empresas de Consultoria, Projecto e Auditoria • Industria • Empresas de Serviços • Ensino e Investigação

·     ensino e investigação

·         companhias de seguros

·         agências governamentais

·         controlo de qualidade de produtos e materiais

·         ciência forense

·         saúde pública (hospitais, centros de diagnóstico e laboratórios de análise)

·         indústrias alimentar, cosmética, farmacêutica e biotecnológica

·         poluição ambiental e biorremediação

·         agricultura e pescas

·         conservação e gestão de recursos naturais

Um biólogo poderá ter, na sociedade contemporânea, vários tipos de enquadramento profissional:

http://www.fct.unl.pt/candidato/cursos/integrados/ ambiente/intro

http://www.fct.unl.pt/candidato/cursos/1_ciclo/biologia/ intro

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

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Licenciatura em Geografia e Planeamento Regional

Licenciatura em Arqueologia

Organizações Não Governamentais.

Departamentos de Planeamento e Optimização de Rotas;

Empresas de Património e Construção;

Agências e Associações de Desenvolvimento Regional e Local;

Organizações de Planeamento Regional e Territorial;

Administração local e central;

Instituições de ensino e investigação

Turismo Cultural;

Museologia;

Associações de gestão e programação cultural;

http://www.fcsh.unl.pt/cursos/guia/Geografia-ePlaneamento-Regional.4009

http://www.fcsh.unl.pt/cursos/guia/Arqueologia.4002

Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (http://www.fcsh.unl.pt)

Empresas de valorização do património e de intervenção arqueológica;

Administração Central e Local;

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

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http://www.isa.utl.pt/home/node/1586

Licenciatura em Engenharia Zootécnica

Licenciatura em Engenharia do Ambiente

https://fenix.ist.utl.pt/cursos/leamb

Acesso a mestrados

Licenciatura em Engenharia Biológica S

http://www.fmv.utl.pt/mestradoMV.php

Licenciatura em Medicina Veterinária

A formação conferida pelo MIEB do IST permite aos futuros Mestres vir a ocupar posições de liderança no acompanhamento, desenvolvimento e investigação de processos e produtos biológicos nas Indústrias Farmacêutica e Cosmética, Agro-Alimentar e Química, bem como nas Áreas Ambiental e Biomédica. Podem ainda realizar actividades com vista ao desenvolvimento de materiais, dispositivos e processos de base biotecnológica nas novas áreas de intervenção da Engenharia Biológica. Estão também preparados https://fenix.ist.utl.pt/cursos/mebiol para funções de responsabilidade em Laboratórios de Análises Químicas e Bioquímicas, Microbiológicas e Moleculares, em Gabinetes de Projecto e Consultadoria, no Comércio e Serviços e no Ensino, em áreas da Engenharia Biológica e afins. Os Mestres em EB estão particularmente preparados e sensibilizados para a realização de Investigação Científica e Desenvolvimento Tecnológico, bem como para o Empreendedorismo em Biotecnologia.

http://www.fmv.utl.pt/engzoot.php

Licenciatura em Ciências da Engenharia Zootécnica

INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO (http://www.ist.utl.pt)

http://www.fmv.utl.pt/estudosbasicosCSA.php

Licenciatura em Estudos Básicos de Ciência Animal

FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA (http://www.fmv.utl.pt)

http://www.isa.utl.pt/home/node/1583

Licenciatura em Engenharia do Ambiente

INFORMAÇÃO ADICIONAL http://www.isa.utl.pt/home/node/1581

SAÍDA PROFISSIONAL

Licenciatura em Biologia

CURSO

UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA (http://www.utl.pt/) INSTITUTO SUPERIOR DE AGRONOMIA (http://www.isa.utl.pt)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

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http://www.fmh.utl.pt/ensino/licenciaturas/ensino_lic_ efd.html

http://www.fmh.utl.pt/ensino/licenciaturas/ensino_lic_ ges.html

Licenciatura em Gestão do Desporto

FACULDADE DE MOTRICIDADE HUMANA (http://www.fmh.utl.pt)

Formar Engenheiros Geológicos e de Minas com capacidade para concepção e integração de conhecimentos e capazes de lidar com questões complexas (engenheiro de concepção), obriga à aquisição de um conjunto vasto de competências em Ciências Básicas e de Engenharia, que justificam que o 1º ciclo de formação que confire o grau de licenciado em Ciências de Engenharia - Engenharia Geológica e de Minas. As competências específicas e de especialidade típicas da Engenharia Geológica e de Minas, https://fenix.ist.utl.pt/cursos/legm necessárias ao engenheiro de concepção, só podem ser fornecidas no 2º ciclo de formação, conducente ao grau de Mestre. Todavia pode apontar-se como saídas profissionais no final do 1º ciclo de estudos a participação em equipas de trabalho nas áreas relacionadas com a Engenharia de exploração de georrecursos e da preparação destes para o mercado das “commodities” minerais.

Licenciatura em Ciências do Desporto

Licenciatura em Engenharia Geológica e de Minas

Licenciatura em Engenharia e Arquitectura Naval

A Licenciatura em Ciências de Engenharia - Engenharia e Arquitectura Naval está particularmente vocacionada para o prosseguimento de estudos de segundo ciclo de natureza tecnológica, conducentes ao grau de Mestre, permitindo elevados níveis de escolha e mobilidade na sua área de https://fenix.ist.utl.pt/cursos/lean especialidade e em áreas afins. A formação que possibilita o exercício da profissão de engenheiro naval é conferida apenas pelo segundo ciclo de estudos: o Mestrado em Engenharia e Arquitectura Naval.

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

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Licenciatura em Gestão do desporto

A leccionação da gestão do desporto tem como objectivo prioritário habilitar os futuros profissionais para intervirem num vasto mercado de trabalho, integrando competências próprias da tecnologia do desporto, com os conteúdos característicos da gestão, devidamente contextualizados ao mundo do desporto, de modo a influenciarem de forma adequada o desenvolvimento das entidades, estruturas e organizações que compõem o tecido social do Sector do Desporto.

https://aquila.iseg.utl.pt/aquila/instituicao/ISEG/topo/ licenciaturas/gestao-do-desporto/apresentacao

INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO (http://www.iseg.utl.pt)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

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Licenciatura em Turismo e Lazer

Licenciatura em Desporto

Licenciatura em Engenharia do Ambiente          

CURSO

INSTITUTO POLITÉCNICO DA GUARDA (http://www.ipg.pt)

Operadores turísticos e agências de viagens;

Criação de empresas de serviços turísticos (auto-emprego).

Formação profissional;

Ensino e investigação;

Empresas de organização e gestão de eventos;

Organismos estatais centrais, regionais e locais ligados ao turismo;

Empresas de transportes;

Parques de entretenimento e lazer (parques temáticos);

Restauração;

http://www.esecd.ipg.pt/curso.asp?curso=24

http://www.esth.ipg.pt/curso.asp?curso=1

Escola Superior de Turismo e Hotelaria (http://www.esth.ipg.pt/)

Constituem o principal mercado de trabalho para futuros licenciados em Desporto os clubes desportivos, as escolas de formação, as autarquias, as associações e federações desportivas, os ginásios e as empresas.

INFORMAÇÃO ADICIONAL

http://www.estg.ipg.pt/cursos.asp?curso=3

Escola Superior de Educação, Comunicação e Desporto (http://www.ese.ipg.pt)

Eco-gestão e controlo analítico de processos

Projectos e estudos de impactos ambientais;

Avaliação de riscos para actividades seguradoras;

Auditorias ambientais e energéticas;

Desenvolvimento e análise de sistemas de informação e gestão ambiental;

Controlo da poluição e da qualidade ambiental;

Modelação e simulação ambiental;

SAÍDA PROFISSIONAL

Escola Superior de Tecnologia e Gestão (http://www.estg.ipg.pt/cursos_geral.asp)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

72 73


Licenciatura em Engenharia do Ambiente

Licenciatura em Biologia

CURSO

Estudos de bio-deterioração.

Monitorização da qualidade ambiental;

Estudos de impacto ambiental;

Assessoria e Consultoria;

Companhias de seguros;

Agências governamentais;

Controlo de qualidade de produtos e materiais;

Ciência forense;

Indústria alimentar, cosmética, farmacêutica e biotecnológica;

Agricultura e pescas;

Conservação e gestão de recursos naturais;

Ensino e Investigação;

Estações de tratamento de águas de abastecimento e residuais

Redes de distribuição de água e de drenagem

Impactes ambientais

Aterros sanitários

Gabinete de Estudos e Projectos

Ar

Águas para consumo, residuais e balneares

Resíduos sólidos (urbanos, industriais e hospitalares)

Laboratórios de controlo físico-químico e microbiológico

Vigilância sanitária

Auditorias e segurança das Instalações em Engenharia Sanitária

Tratamento e recuperação de solos

Análise e gestão dos recursos naturais, controlo e reabilitação dos meios poluídos

Controlo e gestão operacional de estações de tratamento de águas, de resíduos sólidos e de emissões gasosas

Empresas, Associações, Delegações de Saúde e Autarquias

SAÍDA PROFISSIONAL

INFORMAÇÃO ADICIONAL

http://www.esab.ipbeja.pt/licenciaturas_eng_ambiente.htm

http://www.esab.ipbeja.pt/licenciaturas_biologia.htm

Escola Superior Agrária (http://www.esab.ipbeja.pt/)

INSTITUTO POLITÉCNICO DO BEJA (http://www.ipbeja.pt/)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

73


Licenciatura em Gestão de Actividades Turísticas

Licenciatura em Turismo

Licenciatura em Desporto

c) Gestão das Agências de Viagem e de Turismo

b) Gestão da Restauração

a) Gestão da Animação turística e eventos

Os técnicos superiores estarão aptos a desenvolver uma actividade profissional nas áreas que estão contempladas no perfil de formação em gestão de actividades turísticas, tais como:

Escola Superior de Gestão (http://www.esg.ipca.pt)

e) Gestão dos Destinos Turísticos

d) Gestão Hoteleira

http://www.estig.ipbeja.pt/turismob#info

http://www.esg.ipca.pt

INSTITUTO POLITÉCNICO DO CÁVADO E DO AVE

Funções em organismos do sector público.

Concepção e gestão de produtos turísticos em agências de viagens, operadores turísticos, empresas de alojamento e animação turística, criação e gestão do próprio negócio em turismo;

Departamento comercial em empresas turísticas;

Organização e gestão de eventos;

http://www.eseb.ipbeja.pt/cursos_licenciaturas_desporto.php Escola Superior de Tecnologia e Gestão (http://www.estig.ipbeja.pt)

Assessoria em áreas turísticas na gestão do património cultural e natural;

Escola Superior de Educação (http://www.eseb.ipbeja.pt/)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

74 75


http://www.esa.ipb.pt/cursos.php?id=6

http://www.esa.ipb.pt/cursos.php?id=8

Exercer actividades no sector privado (sector agro-pecuário, indústrias de alimentação animal, associações de criadores, cinegéticas e cooperativas) e público (serviços oficiais do Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e das Pescas, subcentros de inseminação artificial, Parques Naturais e lúdicos, autarquias, centros de transferência de informação técnico-científica e instituições de ensino e de formação profissional). Auto-emprego (criação de empresas de produção animal e/ou de prestação de serviços na área de produção animal, gabinetes técnicos e de consultadoria). Exercer actividades nos sectores privado e público nas áreas de competências da prestação de serviços de Enfermagem Veterinária, centros de internamento e/ou estadia, organizações de produtores pecuários, centros de reprodução assistida, laboratórios de diagnóstico, centros de imagiologia, saúde pública (HACCP) e inspecção sanitária.

Licenciatura em Engenharia Zootécnica

Licenciatura em Enfermagem Veterinária

Licenciatura em Educação Ambiental

http://www.esa.ipb.pt/cursos.php?id=3

Exercer actividades nos sectores privados e públicos de produção e transformação de produtos nos domínios da biotecnologia microbiana, vegetal e animal. Rastreio e diagnóstico em sanidade animal e vegetal. Investigação/desenvolvimento de novos produtos. Intervenção ambiental/biorremediação.

Licenciatura em Engenharia Biotecnológica

1-Empresas de exploração da natureza Actividades diversas de recreação (percursos pedestres, escalada, etc.), Actividades relacionadas com o turismo de natureza. 2-Autarquias Câmaras municipais Juntas de freguesia 3-Espaços naturais Parques naturais; Reservas protegidas; Parques biológicos. 4- Associações Culturais; Promotoras do ambiente; Recreativas.

http://www.ipb.pt/~dep_cn_ese/lea/

Escola Superior de Educação de Bragança (http://www.ese.ipb.pt/)

http://www.esa.ipb.pt/cursos.php?id=4

INFORMAÇÃO ADICIONAL

Licenciatura em Engenharia do Ambiente

SAÍDA PROFISSIONAL Exercer actividades nos sectores públicos e privados prestadores de serviços nas áreas de planeamento, gestão e monitorização da qualidade ambiental, consultoria ambiental (e.g. impacte ambiental, planeamento, monitorização e reabilitação ambiental), gestão ambiental em meio empresarial, formação profissional e autoemprego (criação de empresas de prestação de serviços).

CURSO

Escola Superior Agrária de Bragança (http://www.esa.ipb.pt/)

INSTITUTO POLITÉCNICO DE BRAGANÇA (http://www.ipb.pt)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

75


Licenciatura em Turismo

Licenciatura em Energias Renováveis

Licenciatura em Engenharia Química e Biológica

Licenciatura em Desporto

http://www.desporto.ese.ipb.pt/plano_estudos_desporto. htm

http://www.estig.ipb.pt/candidaturas/licenciaturas/ engEnerRen.html

Formação Profissional

Consultadoria em turismo;

Associações regionais ou locais ligadas ao desenvolvimento do turismo;

Parques de entretenimento e lazer;

Empresas de organização e gestão de eventos;

Organismos estatais centrais, regionais e locais de turismo;

Alojamento;

Operadores turísticos e agências de viagens;

Com base nos objectivos definidos são as seguintes as saídas profissionais previstas para o futuros profissionais em turismo:

http://www.estgm.ipb.pt/cursos/tur/

Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo de Mirandela (http://www.estgm.ipb.pt)

Auditoria, consultadoria e desenvolvimento

Formação e ensino;

Gestão e comercialização de equipamentos e sistemas;

Instalação, monitorização, manutenção, operação e exploração de instalações;

Desenvolvimento de aplicações e integração de sistemas;

Concepção, projecto e produção de soluções tecnológicas;

Esta licenciatura proporciona uma ampla gama de saídas profissionais, de onde se destacam os quadros médios e superiores em empresas e instituições que desenvolvam actividades relacionadas com sistemas de energia, tais como:

http://www.estig.ipb.pt/candidaturas/licenciaturas/ engQuimica.html

Escola Superior de Tecnologia e de Gestão de Bragança (http://www.estig.ipb.pt) O Engenheiro Químico terá a capacidade de exercer múltiplas actividades como profissional de empresas públicas ou privadas em várias áreas de aplicação da Engenharia Química, nomeadamente nas áreas alimentar, do ambiente, da biotecnologia ou dos materiais. Não será igualmente de excluir a possibilidade de exercer funções como profissional liberal, através da criação de pequenas empresas envolvidas na produção de novos materiais, de laboratórios de controlo de qualidade, ou ainda no projecto de novas unidades fabris. Outro campo de acção do Engenheiro Químico será o de desenvolver a sua actividade como técnico de vendas ao nível do produto final.

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

76 77


CURSO

Licenciatura em Desporto e Actividade Física

Licenciatura em Enfermagem Veterinária                      

SAÍDA PROFISSIONAL

A Licenciatura em Desporto e Actividade Física habilita os seus titulares para todo o tipo de intervenção relacionada com a actividade física e desportiva de crianças, idosos e pessoas com deficiência nos contextos mais diferenciados (técnicos de diferentes modalidades nos clubes, técnicos nos lares da 3ª idade , técnicos em instituições de acolhimento de pessoas com necessidades educativas especiais, gestores de actividades e organizadores de eventos desportivos, técnicos em contextos de actividade física orientada para o lazer, a recreação e o bem-estar das populações jovens, idosas e com deficiência, seja ao ar livre seja em academias ou clubes de saúde).

INFORMAÇÃO ADICIONAL

http://www.esa.ipcb.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=52&Item id=119

http://www.ese.ipcb.pt/curso_lb_act_fis.htm

Escola Superior de Educação (http://www.ese.ipcb.pt/)

Ensino e Instituições de investigação científica

Constituição de empresas (nomeadamente, transformadoras, laboratórios de análise, consultadoria)

Parques, zoológicos

Associações como a dos Médicos Veterinários sem Fronteiras

Escolas de treino

Centro de recuperação de animais selvagens

Prestação de serviços

Reservas cinegéticas

Associações protectoras de animais

Assistentes de Médicos Veterinários

Centros de estética animal

Hospitais veterinários

Da grande diversidade de saídas profissionais, podem ser destacadas:

Escola Superior Agrária (http://www.esa.ipcb.pt/)

INSTITUTO POLITÉCNICO DE CASTELO BRANCO (http://www.ipcb.pt/)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

77


Licenciatura em Engenharia Biológica

Licenciatura em Turismo

Licenciatura em Desporto e Lazer        

CURSO

As saídas profissionais dos Engenheiros Biológicos graduados pelo Departamento de Engenharia Química e Biológica do Instituto Superior de Engenharia de Coimbra enquadram-se nos seguintes sectores industriais: Indústrias agro-alimentares, farmacêutica e química; Laboratórios, desenvolvendo actividades de controlo de qualidade e tratamento de efluentes; Empresas de serviços, de projecto e de consultoria; Organismos públicos e em instituições de ensino e de apoio à investigação científica.

INFORMAÇÃO ADICIONAL

https://www1.esec.pt/pagina.php?id=55

https://www1.esec.pt/pagina.php?id=50

http://deq.isec.pt/curso_leb.aspx

Instituto Superior de Engenharia de Coimbra (http://www.isec.pt/)

Técnico Superior em: Institutos Públicos, Direcções Gerais, Direcções Regionais; Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, Câmaras Municipais, Regiões de Turismo, Postos de Turismo, Empresas Municipais, Associações de Desenvolvimento; Empresas de Animação Turística, Empresas de Consultoria; Empresas de Organização de Eventos e Congressos; Operadores Turísticos e Agência de Viagens; Empreendimentos Turísticos.

Profissional em Exercício Físico e Condição Física

Treinador Pessoal;

Gestor ou Director Desportivo;

Animador Sociodesportivo;

Treinador Desportivo;

Profissional em Educação Física e Desporto;

SAÍDA PROFISSIONAL

Escola Superior de Educação (https://www1.esec.pt/index.php)

INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA (http://portal.ipc.pt/portal)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

78 79


Licenciatura em Animação Turística    

Licenciatura em Marketing Turístico                

Licenciatura em Turismo        

Licenciatura em Biologia Marinha e Biotecnologia          

CURSO

Empreendimentos turísticos, hotéis, restaurantes, empresas de organização de eventos, casinos e outras entidades ligadas ao turismo

Empresas marítimo-turísticas;

Empresas de animação turística;

Empresas e entidades ligadas ao sector turístico;

Gestor de produto

Técnico analista de mercados;

Director de vendas;

Consultor e auditores de marketing;

Relações Públicas;

Director e assistente de marketing;

Director de agências turísticas;

Director de marketing de empresas e operadores turísticos;

Promotor comercial de unidades hoteleiras;

Director comercial de unidades hoteleiras;

Consultor em projectos de desenvolvimento turístico e planeamento e gestão do território.

Especialista no levantamento, planeamento e promoção turística em empresas turísticas e organismos públicos;

Especialista na criação, organização e acompanhamento de itinerários turísticos;

Gestor de empresas de animação e organização de eventos turísticos;

Director e gestor de empresas turísticas;

Director de agências de viagem e operadores turísticos;

Instituições de ensino, formação, investigação e desenvolvimento

Laboratórios de biologia molecular, análises químicas e microbiológicas;

Sector da qualidade na indústria alimentar;

Instituições públicas ou Organizações Não Governamentais (ONG) ligadas à pesca e à gestão de recursos marinhos;

Empresas de biotecnologia dos recursos marinhos

Empresas de biotecnologia

Empresas de aquacultura;

SAÍDA PROFISSIONAL

http://www.ipleiria.pt/portal/ipleiria?p_id=35310

http://www.ipleiria.pt/portal/ipleiria?p_id=6411

http://www.ipleiria.pt/portal/ipleiria?p_id=6441  

http://www.ipleiria.pt/portal/ipleiria?p_id=6381

INFORMAÇÃO ADICIONAL

Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Mar em Peniche (www.estm.ipleiria.pt)

INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA (http://www.ipleiria.pt/)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

79


Licenciatura em Energia e Ambiente

Licenciatura em Gestão Turística e Hoteleira            

Licenciatura em Gestão do Lazer e do Turismo            

http://www.ipleiria.pt/portal/ipleiria?p_id=6401

http://www.ipleiria.pt/portal/ipleiria?p_id=111021

http://www.ipleiria.pt/portal/ipleiria?p_id=35339

Escola Superior de Tecnologia e Gestão (http://www.estg.ipleiria.pt)

Gestão e exploração de sistemas de tratamento de resíduos industriais e urbanos; Produção de Energia e sua conversão, incluindo as energias renováveis e os biocombustíveis; Planeamento estratégico e diagnóstico da utilização de energia na indústria, nos transportes e em edifícios; Análise e avaliação da qualidade do ar e das emissões gasosas; Medição e gestão do ruído ambiente no exterior e em edifícios; Gestão dos recursos hídricos e tratamentos de águas de abastecimento e águas residuais; Gestão ambiental em empresas, autarquias e associações de municípios; Projecto de sistemas energéticos, de climatização e energias renováveis em edifícios.

Intermediação turística.

Operadores turísticos; Consultoria e formação: Consultoria e formação em desenvolvimento e planeamento turístico; Consultoria em contabilidade financeira e de gestão; Consultoria em empresas turísticas; Imobiliária turística;

Viagens: Agências de viagens; Centrais de reservas; Congressos e eventos.

Produtos e actividades: Atracções turísticas; Campos de golfe; Complexos recreativos; Congressos e convenções; Desportos de aventura; Parques temáticos e naturais; Turismo cultural. Transportes e logística: Aluguer de veículos; Empresas de transportes aéreos, náuticos e terrestres; Entidades gestoras de aeroportos e portos.

Técnico superior de turismo em entidades públicas.

Oficinas de turismo.

Destinos turísticos:

Ramo Gestão Turística

Profissional independente de organização e gestão de eventos

Consultor de eventos;

Director de espectáculos;

Organizador de eventos;

Director de grupos em hotelaria;

Director de feiras e exposições;

Director de eventos;

Gestor de eventos;

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

80 81


Licenciatura em Enfermagem Veterinária

Centros de Atendimento Veterinário (consultórios, clínicas e hospitais); Organismos do estado responsáveis pela inspecção sanitária (em matadouros e lotas, salas de desmancha) e controlo da qualidade alimentar (Agência para a Qualidade e Segurança Alimentar, Inspecção Geral das Actividades Económicas, Controlo aduaneiro, etc.); Organismos do Ministério da Agricultura (Direcções Regionais da Agricultura, Zonas Agrárias, etc.); Explorações agrícolas com actividade na produção pecuária; Organizações e Associações de Produtores e de Criadores; Empresas do ramo agro-alimentar (indústrias de salsicharia, queijarias, centrais leiteiras, etc.); Agrupamentos de Defesa Sanitária / Organizações de Produtores Pecuários; Empresas de nutrição animal.

Escola Superior Agrária de Elvas (http://www.esaelvas.pt)

Licenciatura em Turismo

Licenciatura em Engenharia das Energias Renováveis e Ambiente

http://www.estgp.pt/ensino/07_08/CET/cetec.asp

Estes profissionais estão preparados para ocupar cargos e desempenhar tarefas em PME industriais ao nível da engenharia de produção, da gestão geral, nomeadamente industrial, comercial e de projectos, como: Químicas, petroquímicas e gases; Ambiente e energias renováveis; Estudos e projectos de engenharia, entre muitas outras funções.

http://www.esaelvas.pt/curso/ev.asp

http://www.esep.pt/novos_cursos/apresentacao_cursos.php?id=8

Escola Superior de Educação (http://www.esep.pt)

INFORMAÇÃO ADICIONAL

SAÍDA PROFISSIONAL

CURSO

Escola Superior de Tecnologia e Gestão (http://www.estgp.pt)

INSTITUTO POLITÉCNICO DE PORTOALEGRE (http://www.ipportalegre.pt)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

81


O técnico superior em Desporto terá uma habilitação adequada para a intervenção técnico-pedagógica no âmbito do Desporto, como agente de desenvolvimento social, económico e cultural, no quadro das profissões das Ciências do Desporto, em instituições públicas e organizações privadas, nomeadamente: Empresas de Serviços Desportivos, Escolas de Formação Desportiva, Associações e Federações Desportivas, Empresas do Sector Turístico e Hoteleiro, Ginásios, Academias de “fitness” e Centros de Saúde, Autarquias, Parques Naturais, Temáticos e de Recreação, etc.

Licenciatura em Desporto

INFORMAÇÃO ADICIONAL

http://www.si.ips.pt/ests_si/cursos_geral.FormView?P_ CUR_SIGLA=EA

http://www.si.ips.pt/ese_si/cursos_geral.FormView?P_ CUR_SIGLA=DESP

Escola Superior de Educação (http://www.si.ips.pt/ese_si/web_page.inicial)

Turismo e Hotelaria

Laboratórios (Prestação de Serviços e Investigação & Desenvolvimento);

Empresas de Consultoria;

Autarquias;

Entidades gestoras de Abastecimento de Água e Saneamento;

Indústria (todos os sectores);

Onde Exercer:

Sensibilização Ambiental.

Consultoria e Auditoria Técnica;

Gestão de Projectos de Saneamento Ambiental e Gestão de Obra;

Projecto de Sistemas de Tratamento;

Responsabilidade Técnica em Energias Renováveis e Sistemas de Conversão de Energia;

Monitorização e Controlo da Qualidade Ambiental (Ar, Água, Solos e Ruído);

Certificação e Implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade, Ambiente e Segurança;

Gestão e Operação de Sistemas de Tratamento de Resíduos, de Água e Águas Residuais e de Efluentes Gasosos;

Funções:

SAÍDA PROFISSIONAL

Licenciatura em Engenharia de Ambiente

CURSO

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL (http://www.ips.pt) Escola Superior de Tecnologia de Setúbal (http://www.si.ips.pt/ests_si/web_page.inicial)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

82 83


Licenciatura em Tecnologia de Biorrecursos    

Licenciatura em Engenharia Química e Bioquímica   

Licenciatura em Engenharia do Ambiente e Biológica      

Autarquias locais; Administração Central e Regional; Organizações públicas e privadas de gestão do património e de animação turística e cultural; empresas e empreendimentos turísticos; operadoras turísticas e agências de viagens e turismo; empresas de consultadoria e projectos; cooperação internacional, designadamente no âmbito da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa; ensino e formação.

Licenciatura em Gestão Turística e Cultural

Administração pública: Laboratórios, Investigação e docência, Certificação e Auditoria, Entidades Reguladoras

Formação e Consultoria.

Técnicos de equipas de Certificação e Auditoria Ambiental

Técnicos de gestão de Recursos Naturais

Técnicos para o Controlo de Qualidade na Indústria

Técnicos para o sector das Bioenergias

Técnicos para a Indústria Química e Biotecnológica

Administração pública: Laboratórios, Investigação e docência, Certificação e Auditoria, Entidades Reguladoras.

Química, Petroquímica, Celulose e Papel, Gráfica, Agro-alimentar, Curtumes, Farmacêutica, Biotecnológica, Polímeros, Cimenteira e Cerâmica. Consultadoria. Controlo de Qualidade.

- Biotecnologia

- Celulose e Papel

- Processos Químicos

http://portal.estt.ipt.pt/Biorrecursos/

https://fenix.estt.ipt.pt/9184

Sistemas de tratamento de efluentes, líquidos e gasosos, Gestão e tratamento de resíduos, Certificação ambiental, Estudos de impacte ambiental. Consultadoria. Controlo de Qualidade.

A nova estrutura curricular permite aos alunos optar pelas seguintes competências e perfis profissionais:

https://fenix.estt.ipt.pt/9100

https://fenix.esgt.ipt.pt/9641

INFORMAÇÃO ADICIONAL

A nova estrutura curricular permite aos alunos optar pelas seguintes competências: Tecnologias Ambientais - Biotecnologia

Escola Superior de Tecnologia de Tomar (http://www.estt.ipt.pt)

SAÍDA PROFISSIONAL

CURSO

Escola Superior de Gestão de Tomar (http://www.esgt.ipt.pt)

INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR (http://www.ipt.pt/)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

83


Licenciatura em Enfermagem Veterinária

Licenciatura em Engenharia do Ambiente

Licenciatura em Biotecnologia          

Empresas de distribuição alimentar; organismos públicos nacionais como o Ministério da Agricultura (Direcção Geral de Veterinária, Direcções Regionais da Agricultura, Zonas Agrárias, etc.) ou locais (Câmaras Municipais) e nas Organizações e Associações de Produtores e de Criadores.

Empresas do ramo agro-alimentar (indústrias de salsicharia, queijarias, centrais leiteiras, etc.);

Organismos do estado responsáveis pela inspecção sanitária (em matadouros e lotas, salas de desmancha) e controlo da qualidade alimentar (Agência para a Qualidade e Segurança Alimentar, Inspecção Geral das Actividades Económicas, controlo aduaneiro, etc.);

Explorações agrícolas com actividade na produção pecuária; Agrupamentos de Defesa Sanitária / Organizações de Produtores Pecuários e Associações de Protecção e Defesa de Animais;

Centros de Atendimento Veterinário (consultórios, clínicas e hospitais);

O Licenciado poderá desenvolver a sua actividade profissional, numa perspectiva dirigida para a prestação de cuidados clínicos, em:

O Licenciado ficará habilitado a exercer funções técnicas e de gestão em empresas do sector industrial, em empresas de gestão e controlo da qualidade ambiental e ainda em serviços da administração central, regional e local.

Desenvolvimento de projectos empresariais

Serviços de consultadoria em biotecnologia

Centros de investigação, desenvolvimento e transferência de tecnologia

Empresas de desenvolvimento de enzimas e proteínas industriais

Empresas de biotecnologia e bio-indústrias

Municípios

Laboratórios de análises físico-químicas e biológicas e de fiscalização e controlo de qualidade alimentar e ambiental

http://portal.ipvc.pt/portal/page/portal/esa/esa_cursos/esa_licenciaturas/ esa_enf_vet/esa_said

http://portal.ipvc.pt/portal/page/portal/esa/esa_cursos/esa_licenciaturas/ esa_eng_amb

http://portal.ipvc.pt/portal/page/portal/esa/esa_cursos/esa_licenciaturas/ esa_biotecnologia

Escola Superior Agrária (http://portal.ipvc.pt/portal/page/portal/esa)

INSTITUTO POLITÉCNICO VIANA DO CASTELO (http://www.ipvc.pt)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

84 85


Licenciatura em Turismo

Licenciatura em Engenharia de Sistemas de Energias Renováveis                      

Técnicos superiores especializados, designadamente no âmbito da actividade hoteleira, área comercial, relações públicas, animação, operadores turísticos e agências de viagens, análise e avaliação de projectos turísticos, criação de empresas de serviços turísticos, ensino profissional, organismos institucionais como municípios, regiões de turismo, secretarias regionais de turismo, organização de eventos e congressos, companhias de aviação, associações de desenvolvimento, centrais de reservas e unidades de marketing e promoção turística.

Empresas de produção, instalação e manutenção de sistemas de energias renováveis.

Gabinetes de qualidade ambiental e energética.

Gabinetes de assessoria de política ambiental em empresas e autarquias.

Investigação e desenvolvimento de tecnologias de produção de energia eléctrica e de calor

Investigação e desenvolvimento de produtos, processos e métodos industriais

Responsável da exploração operacional e económica de indústrias produtivas

Planificação estratégica de sistemas de qualidade, de sistemas de produção e de gestão médio ambiental.

Direcção Técnica e Gestor de Organizações

Consultor e Assessor

Responsável de Produto (Project Manager); Concepção, projecto e fabricação de equipamentos industriais

Responsável de Projecto (Project Manager); Execução, gestão e direcção de projectos de instalações, sistemas e equipamentos no sector industrial

Gestor Energético: realização de auditorias energéticas e de planos de gestão de energia

A inserção do Engenheiro de Sistemas de Energias Renováveis no mundo laboral é facilitada pela sua polivalência e pela sua especialização nas energias renováveis o que o torna num profissional muito valorizado. De seguida são apresentadas algumas, do vasto leque de possibilidades, das saídas profissionais para o graduado em Engenharia de Sistemas de Energias Renováveis:

http://portal.ipvc.pt/portal/page/portal/estg/estg_cursos/estg_licenciaturas/ estg_bolonha/estg_turismo

http://portal.ipvc.pt/portal/page/portal/estg/estg_cursos/estg_licenciaturas/ estg_bolonha/estg_eng_ser/estg_saidas_profissionais

Escola Superior de Tecnologia e Gestão (http://portal.ipvc.pt/portal/page/portal/estg)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

85


Licenciatura em Gestão turística, cultural e patrimonial

Licenciatura em Desporto e Actividade Física

Licenciatura em Educação Ambiental

CURSO

Promoção e organização de actividades turísticas em empresas privadas, autarquias locais, organismos públicos de coordenação.

Gestão de parques de campismo, parques naturais, infraestruturas de lazer, balneários, estâncias termais, campos de golfe, turismo rural e de habitação;

Gestão hoteleira e de restauração, turismo rural, termal, de montanha, de desporto, lazer e aventura, agências de viagens e empresas de transportes;

Recursos humanos, com formação na área da gestão, cultura, património, marketing e animação do turismo em empresas públicas e privadas;

Desempenho de funções de qualidade nos seguintes âmbitos:

http://www.estgl.ipv.pt/gtcp.htm

Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Lamego (http://www.estgl.ipv.pt/)

http://www.esev.ipv.pt/Cursos/apresentacao.aspx?value=8

http://www.esev.ipv.pt/Cursos/apresentacao.aspx?value=1

INFORMAÇÃO ADICIONAL

Escola Superior de Educação (http://www.esev.ipv.pt/)

Avaliação, programação e condução de ensino e treino no âmbito de uma especialidade desportiva em escolas de formação desportiva, clubes, associações e federações; Programação e condução da prática de actividades físicas e desportivas em contextos institucionais diversos como Autarquias, Empresas, Academias, Clubes de Fitness e Welness, Turismo Activo, etc.; Assumir e ou integrar a direcção técnica de Instalações Desportivas, Ginásios, Clubes Desportivos, Centros de Condição Física e Saúde, etc. Integrar equipas de promoção e organização e eventos no âmbito do desporto e da actividade física.

Investigação

Materiais e Serviços Didácticos

Coordenação e Gestão

Gestão da Formação

Formação

Educação Não Formal

SAÍDA PROFISSIONAL

INSTITUTO POLITÉCNICO DE VISEU (http://www.ipv.pt/)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

86 87


Licenciatura em Informação Turística

Organizador/Colaborador em congressos, seminários, encontros e outras iniciativas, designadamente todas as que possam requerer conhecimentos em línguas estrangeiras

Líder de iniciativas socioprofissionais inseridas nos planos regulares de actividade empresarial e de negócios;

Coordenador de serviços documentais ligados ao turismo;

Supervisor e Director em empresas turísticas ou outras com interesses no turismo e/ou nas indústrias de lazer;

Organizador de eventos nacionais ou internacionais;

Coordenador técnico de projectos de desenvolvimento turístico;

Organizador de itinerários e de eventos turísticos para suporte de iniciativas quer empresariais quer públicas;

Responsável e colaborador em projectos especializados de âmbito turístico e da indústria de lazer;

Técnico de turismo em empresas do sector turístico nacional ou internacional;

Organizador, Informador e Acompanhante turístico;

http://www.estgl.ipv.pt/it.htm

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

87


Licenciatura em Engenharia do Ambiente

Tecnologia/Produção mais limpa.

Sistemas de informação geográfica;

Regulamentação e normalização;

Qualidade do ar;

Planeamento, operação/manutenção e controlo de sistemas e equipamentos de conversão/ transformação de energia, por fontes convencionais e renováveis;

Planeamento de sistemas de aproveitamento de energias renováveis;

Modelação ambiental;

Investigação e desenvolvimento na área da conversão/transformação e utilização da energia;

Investigação científica e tecnológica;

Gestão energética e ou energias renováveis;

Gestão e tratamento de resíduos;

Gestão e avaliação de recursos naturais;

Gestão da energia e realização de auditorias energéticas;

Gestão, drenagem e tratamento de águas residuais;

Gestão, distribuição e tratamento de águas de abastecimento;

Gestão ambiental;

Educação e sensibilização ambiental;

Ecodesign e avaliação do ciclo de vida de produtos;

Descontaminação e reabilitação de locais;

Controlo de qualidade ambiental – sistemas de monitorização e vigilância;

Conservação da natureza;

Concepção e comercialização de equipamentos e serviços;

Avaliação de impactes ambientais;

Auditorias e diagnósticos ambientais;

Apoio em processos de licenciamento industrial;

Análises laboratoriais;

Acústica e poluição sonora;

http://www.amb.estv.ipv.pt/dep/amb/Curso%20bolonha. htm#Apresenta%C3%A7%C3%A3o

Escola Superior de Tecnologia (http://www.estv.ipv.pt/estv/home.asp)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

88 89


Licenciatura em Engenharia Zootécnica

Licenciatura em Enfermagem Veterinária

Licenciatura em Turismo

Associações, organizações ou cooperativas do sector agro-pecuários;

Empresas de comercialização de fármacos veterinários.

Técnicos em nutrição e alimentação animal.

Prestação de Serviços no sector agro-pecuários;

Organismos ou Instituições estatais, regionais e locais ligados ao sector agro-pecuária

Investigação, experimentação e desenvolvimento;

Gabinetes técnicos e de consultadoria;

Empresas de comercialização de produtos animais;

Empresários agro-pecuários;

Controlo de qualidade;

Comercialização de equipamentos e factores de produção pecuários;

Auxiliares de inspecção nos matadouros;

http://www.estv.ipv.pt/dep/dgest/REA/Planos%20Cursos/ TURISMO.htm#_NOVO_PLANO_DE_ESTUDO

http://www.esav.ipv.pt/bolonha3.htm

http://www.esav.ipv.pt/bolonha1.htm

Escola Superior Agrária (http://www.esav.ipv.pt/)

Associações de Protecção e Defesa de Animais;

Parques Naturais e Zoológicos;

Centros de Recuperação de Animais;

Biotérios;

Centros de Investigação Animal;

Divisões de Intervenção Veterinária;

Organizações de Produtores Pecuários;

Hospitais Veterinários;

Regiões de Turismo, Câmaras Municipais

Parques Recreativos/ Temáticos

Empresas de Animação e Organização de Eventos

Balneários e Estâncias Termais

Operadores Turísticos e Agências de Viagem

Agências de Promoção Turística

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

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Licenciatura em Ciências do Desporto

Licenciatura em Engenharia Geotécnica e Geoambiente

CURSO

Escola Superior de Educação (http://www.ese.ipp.pt/)

Desenvolver actividades lúdicas e desportivas, no âmbito das actividades curriculares e de enriquecimento curricular, com crianças que frequentam o jardim-de-infância e o 1º ciclo do ensino básico.

Promover actividades desportivas com populações com necessidades educativas especiais;

Desenvolver actividades físicas orientadas para o lazer e o bem-estar das populações em ginásios, academias e associações recreativas;

Gestão de infra-estruturas desportivas e eventos desportivos;

Conceber e desenvolver projectos de animação sócio-desportiva em escolas, autarquias, associações recreativas e culturais;

Planear, organizar e implementar programas de preparação desportiva em organizações desportivas;

Os licenciados em Ciências do Desporto estão capacitados para exercer as seguintes funções:

SAÍDA PROFISSIONAL

INFORMAÇÃO ADICIONAL

http://www.ese.ipp.pt/cursos/index_bol_cd.html

http://www.isep.ipp.pt/#

Instituto Superior de Engenharia (http://www.isep.ipp.pt/)

INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO (http://www.ipp.pt/)

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

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AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR ANEXO 3

Informação Complementar sobre as Saídas Profissionais dos cursos do Centro de Formação Profissional das Pescas e do Mar* PESCA Mestre do Largo Pescador/a O/A Mestre do Largo Pescador/a é o/a profissional que pode exercer as funções de Mestre de embarcações de pesca de comprimento entre perpendiculares inferior a 45m ou de arqueação bruta até 700 TAB, sem limite de área de operação. Pode igualmente exercer funções de Segundo de navegação, em embarcações de pesca de comprimento entre perpendiculares igual ou superior a 45 m ou de arqueação bruta igual ou superior a 700 TAB. Dirige todas as actividades de bordo relativas à navegação e pesca e ao cumprimento dos regulamentos de navegação e segurança da embarcação e respectiva tripulação: - Orienta todas as manobras da embarcação, nomeadamente entradas e saídas dos portos; - Controla e determina a posição, rumo e velocidade da embarcação, observa o mar, a costa e as sinalizações e faz observações astronómicas e de profundidade e outras, utilizando radar e outros instrumentos, a fim de orientar a embarcação e permitir que a condução se processe com segurança; - Mantém actualizadas as cartas de navegação e outras publicações, tais como tabelas de marés e listas de faróis; - Elabora os diários de navegação e de pescas; - Mantém o equipamento de navegação operacional e zela pela conservação do navio e do aparelho, diligenciando para que estes se mantenham em bom estado de funcionamento; - Assegura o cumprimento dos regulamentos e procedimentos de segurança e a sua observância por parte da tripulação; - Garante o bom estado do equipamento de salvação, dirigindo as operações sempre que a embarcação esteja em perigo; - Representa a entidade patronal na sua ausência ou impedimento; * Informação fornecida pela FOR-MAR

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AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

- Assegura o cumprimento dos regulamentos relativos à zona de pesca, malhagem das redes, espécies a capturar (cotas máximas e dimensões mínimas), entre outros; - Superintende todas as operações relativas à pesca, bem como ao tratamento e conservação do pescado; - Vigia e orienta a descarga do pescado para a lota. Mestre Costeiro Pescador/a O/A Mestre Costeiro Pescador/a é o/a profissional que pode governar embarcações de pesca de comprimento entre perpendiculares inferior a 33m ou de arqueação bruta até 250 TAB, em áreas definidas pelo Regulamento de Inscrição Marítima. Pode igualmente exercer funções de Segundo de navegação, em embarcações de pesca de comprimento entre perpendiculares inferior a 45 m ou de arqueação bruta até 700 TAB. Dirige todas as actividades de bordo relativas à navegação e pesca e ao cumprimento dos regulamentos de navegação e segurança da embarcação e respectiva tripulação: - Orienta todas as manobras da embarcação, nomeadamente entradas e saídas dos portos; - Controla e determina a posição, rumo e velocidade da embarcação, para o que utiliza instrumentos e sistemas de ajuda à navegação; - Mantém actualizadas as cartas de navegação e outras publicações, tais como tabelas de marés e listas de faróis; - Elabora os diários de navegação e de pescas; - Mantém o equipamento de navegação operacional e zela pela conservação do navio e do aparelho, diligenciando para que estes se mantenham em bom estado de funcionamento; - Assegura o cumprimento dos regulamentos e procedimentos de segurança e a sua observância por parte da tripulação; - Garante o bom estado do equipamento de salvação, dirigindo as operações sempre que a embarcação esteja em perigo; - Representa a entidade patronal na sua ausência ou impedimento; - Assegura o cumprimento dos regulamentos relativos à zona de pesca, malhagem das redes, espécies a capturar (cotas máximas e dimensões mínimas), entre outros; - Superintende todas as operações relativas à pesca, bem como ao tratamento e conservação do pescado; - Vigia e orienta a descarga do pescado para a lota.

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AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

Contramestre Pescador/a

O/A Contramestre Pescador/a é o/a profissional que pode governar embarcações de pesca costeira até 100 TAB ou desempenhar funções de contramestre em navios de pesca de qualquer tonelagem. Coordena e controla a tripulação de uma embarcação de pesca nas tarefas relativas à manipulação do pescado para conservação e estiva e nas manobras de atracação e desatracação: - Prepara a embarcação para a saída dos portos, coordenando as operações de largada de cabos, recolha das amarras e outros aparelhos; - Controla as manobras de atracação e desatracação da embarcação sob orientação superior; - Efectua quartos de vigia e leme; - Zela pela conservação da embarcação; - Orienta e colabora na recolha, selecção e preparação do pescado; - Controla a conservação e estiva do pescado no porão, verificando as condições de funcionamento das respectivas instalações; - Manobra o guincho de redes pelo qual é responsável. Arrais de Pesca O/A Arrais de Pesca é o/a profissional que pode governar embarcações de pesca de comprimento entre perpendiculares inferior a 12m ou de arqueação bruta até 35, desde que opere ao longo da costa continental portuguesa e até à distância de 50 milhas da linha da costa, com embarcações registadas nos portos do continente ou ao longo da costa das Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores, até à distância de 50 milhas dessa costa, com embarcações registadas, respectivamente, nos portos dessas Regiões Autónomas. - Coordena e controla a tripulação de uma embarcação de pesca local ou costeira, nas tarefas relativas à manipulação do pescado para conservação e estiva e nas manobras de atracação e desatracação; - Desempenha, parcial ou globalmente, as tarefas previstas para o “Contramestre Pescador”, atendendo à tonelagem e à área limite de operação da embarcação. Arrais de Pesca Local O/A Arrais de Pesca Local é o/a profissional que pode governar embarcações de pesca local de comprimento entre perpendiculares inferiores a 9m, desde que opere na área do porto de registo da embarcação e nas áreas dos portos limítrofes, de acordo com o tipo da embarcação (convés aberto ou fechado) e com limites estabelecidos nas normas reguladoras do exercício da pesca local.

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AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

- Coordena e controla a tripulação de uma embarcação de pesca local, nas tarefas relativas à manipulação do pescado para conservação e estiva e nas manobras de atracação e desatracação; - Desempenha, parcial ou globalmente, as tarefas previstas para o “Arrais de Pesca”, atendendo à tonelagem e à área limite de operação da embarcação. Marinheiro/a Pescador/a O/A Marinheiro/a Pescador/a é o/a profissional que procede à captura, preparação e acondicionamento do pescado e executa tarefas relativas à conservação e manutenção das artes e instrumentos de pesca e à condução e segurança de embarcações de pesca local ou costeira: - Prepara redes, linhas e outras artes e aparelhos de pesca a utilizar; - Efectua trabalhos de arte de marinheiro, tais como nós, voltas e falcaças; - Lança, fixa, manobra e ala as artes e os aparelhos em zonas de pesca definidas; - Iça redes, ferragens, cabos ou bóias, manualmente ou utilizando aparelhos de alagem; - Recolhe, classifica, lava, estiva, refrigera e/ou congela adequadamente o pescado e, quando necessário, efectua o processamento; - Repara as artes e os aparelhos utilizados durante a faina da pesca; - Efectua quartos de vigia e leme sob orientação superior; - Executa tarefas de conservação, beneficiação e limpeza da embarcação, equipamentos, artes, aparelhos e instrumentos de pesca e dos meios de salvamento. Pescador/a O/A pescador/a é o/a profissional que procede à captura, preparação e acondicionamento de diversos tipos de peixe, crustáceos ou polvos e executa tarefas relativas à conservação e limpeza da embarcação e dos instrumentos de pesca: - Prepara redes, linhas e outras artes e aparelhos de pesca a utilizar; - Efectua trabalhos de arte de marinheiro, tais como nós, voltas e falcaças; - Lança, fixa, manobra e ala as artes e os aparelhos de acordo com o tipo de pesca; - Iça redes, ferragens, cabos ou bóias, manualmente ou utilizando aparelhos de alagem; - Recolhe, classifica, lava, estiva, refrigera e/ou congela adequadamente o pescado e, quando necessário, efectua o processamento; - Repara as artes e os aparelhos utilizados durante a faina da pesca; - Efectua quartos de vigia; - Carrega a embarcação e descarrega o pescado desta;

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AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

- Executa tarefas de conservação, beneficiação e limpeza da embarcação, equipamentos, artes, aparelhos e instrumentos de pesca e dos meios de salvamento. MÁQUINAS MARÍTIMAS Maquinista Prático de 1ª Classe O/A Maquinista Prático de 1ª Classe é o/a profissional que pode exercer, em embarcações com máquinas propulsoras de combustão interna, as funções de chefe de máquinas em embarcações de pesca, em embarcações de navegação costeira nacional (NCN), em rebocadores costeiros e em embarcações auxiliares costeiras, de potência inferior a 3000kW e em embarcações de potência inferior a 750kW. Coordena e controla as tarefas relacionadas com a condução, reparação, conservação e manutenção de todas as máquinas e instalações mecânicas e eléctricas da embarcação: - Supervisiona a condução e a conservação das máquinas e instalações da embarcação, tais como motores, caldeiras, turbinas, compressores de ar, máquinas frigoríficas e de climatização, máquinas auxiliares, guincho de redes, geradores de energia eléctrica e sua distribuição; - Supervisiona tecnicamente a tripulação do serviço de máquinas; - Define as necessidades e controla os consumos dos materiais mais adequados ao bom funcionamento da embarcação; - Efectua o inventário e regista os níveis de consumo da secção de máquinas; - Orienta e é responsável pela manobra das máquinas e aparelhos de força da embarcação durante as cargas e descargas e pela amarração aos portos. Maquinista Prático de 2ª Classe O/A Maquinista Prático de 2ª Classe é o/a profissional que pode exercer, em embarcações com máquinas propulsoras de combustão interna, as funções de chefe de máquinas em embarcações de pesca, em embarcações de navegação costeira nacional (NCN), em rebocadores cos teiros e em embarcações auxiliares costeiras, de potência inferior a 750kW, e em embarcações de potência inferior a 500kW. Pode ainda exercer funções como segundo de máquinas em embarcações de pesca, em embarcações da navegação costeira nacional (NCN), e em embarcações de potência inferior a 750kW. Coordena e controla as tarefas relacionadas com a condução, reparação, conservação e manutenção de todas as máquinas e instalações mecânicas e eléctricas da embarcação:

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AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

- Efectua e/ou supervisiona a condução e a conservação das máquinas e instalações da embarcação, tais como motores, caldeiras, turbinas, compressores de ar, máquinas frigoríficas e de climatização, máquinas auxiliares, guincho de redes, geradores de energia eléctrica e sua distribuição; - Supervisiona tecnicamente a tripulação do serviço de máquinas, no caso de ser chefe de máquinas; - Define as necessidades e controla os consumos dos materiais mais adequados ao bom funcionamento da embarcação; - Efectua o inventário e regista os níveis de consumo da secção de máquinas; - Orienta e é responsável pela manobra das máquinas e aparelhos de força da embarcação durante as cargas e descargas e pela amarração aos portos. Mecânico/a de Bordo O Mecânico/a de Bordo é o/a profissional que pode exercer funções relativas à manutenção e à reparação dos equipamentos mecânicos existentes a bordo: - Repara e procede à manutenção dos sistemas de propulsão e auxiliares, de encanamento e esgoto, dos cascos e estrutura metálica e dos guinchos e cabrestantes dos navios: - Interpreta desenhos técnicos e esquemáticos; - Monta, desmonta, repara e mantém a instalação propulsora do navio e as máquinas auxiliares, bem como, os sistemas de encanamento e esgoto dos navios; - Fabrica, repara e corrige componentes mecânicos das máquinas principais e auxiliares; - corta e trabalha o metal utilizando ferramentas adequadas; - Ajusta e monta peças para o fabrico ou reparação de máquinas, estrutura metálica ou conjuntos mecânicos; - Corta e solda chapas e peças metálicas da estrutura dos navios e/ou das máquinas. Ajudante de Maquinista O/A Ajudante de Maquinista é o/a profissional que conduz e procede à manutenção, limpeza e reparação ligeira de sistemas mecânicos, eléctricos, de refrigeração e de outras aparelhagens auxiliares e equipamentos existentes a bordo da embarcação: - Efectua o abastecimento de água, combustível e óleos lubrificantes nos sistemas mecânicos, eléctricos, hidráulicos e de refrigeração; controla níveis de consumo; - manobra as válvulas de fundo a fim de efectuar a trasfega de líquidos e esgotos; - controla periodicamente o funcionamento dos sistemas atrás referidos, durante a navegação, faina da pesca e/ou quando a embarcação se encontra fundeada;

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AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

- Detecta, repara e substitui peças defeituosas nos sistemas mecânicos, eléctricos, hidráulicos e de refrigeração; - Efectua quartos de condução e manutenção; - Zela pela higiene e segurança da casa das máquinas. MARINHA DO COMÉRCIO Mestre Costeiro O/A Mestre Costeiro é o/a profissional que pode exercer funções de mestre de embarcações para transporte de passageiros e mercadorias de arqueação bruta inferior a 500: - Orienta a tripulação e todo o serviço a bordo; - Estuda a rota a seguir, tendo em atenção as características da costa, do clima e outras; - elabora um plano de viagem consoante as finalidades e o tempo previsto; - Providencia para que a embarcação disponha da tripulação e dos materiais necessários; - liga os motores e comanda o leme para dirigir as manobras de arranque, atracação, desatracação, reboque ou outras; - Observa o mar, a costa e as sinalizações e faz observações astronómicas de profundidade e outras, utilizando radar e outros instrumentos, a fim de orientar a embarcação e permitir que a condução se processe com segurança; - Efectua cálculos para determinar a posição da embarcação e dá instruções sobre as manobras a executar nas máquinas de acordo com as condições de navegação; - Comunica, sempre que necessário, com outras embarcações ou entidades, através de rádio, altifalantes ou utilizando outros meios; - Orienta e vigia as operações de carga e descarga, anotando e participando as ocorrências; - Distribui e vigia as tarefas de limpeza, manutenção e reparação da embarcação e respectiva aparelhagem; - Elabora relatórios sobre as viagens e mantém actualizada a documentação de bordo; Contramestre O/A Contramestre é o/a profissional que pode exercer funções de mestre de embarcações da navegação costeira nacional (NCN) de arqueação bruta inferior a 300 e ainda ser mestre de embarcações registadas na área local. Coordena e controla o trabalho dos marinheiros no convés de navios mercantes segundo indicações recebidas: - Inspecciona o material de salvamento de incêndio e aparelhagem diversa do convés, a fim de detectar deficiências e providenciar pelas reparações ou substituições adequadas; - verifica, regularmente, o tanque de víveres e procede ao controlo de lastro líquido e ao abastecimento e controlo do consumo de água doce

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AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

para os serviços gerais; - Orienta e vigia entre outros, os trabalhos de limpeza e pintura, destinados à beneficiação e reparação do convés, tendo em atenção a segurança dos marinheiros; - Participa nas operações de carga e descarga do material recorrendo à utilização do aparelho de carga sempre que necessário; - Zela pelo material a reparar e faz as requisições necessárias ao bom funcionamento do paiol; - Dirige o trabalho de manobra do navio mantendo a disciplina e zelando pelo cumprimentos das normas de segurança; - Larga ou suspende a amarra nas manobras de fundear; - Verifica se os locais de trabalho, tais como paióis e porões, se encontram em boas condições de arejamento e iluminação. Marinheiro/a de 2ª Classe O Marinheiro/a de 2ª Classe é o/a profissional que executa diversas tarefas inerentes ao serviço de quartos de navegação e ao serviço de convés: - Governa o leme, a partir de instruções recebidas, de modo a que a embarcação prossiga o rumo préestabelecido; - Procede à limpeza e conservação da ponte e do convés, lavando-o, raspando-o, pintando-o e executando reparações simples; prepara os porões no que se refere a esgotos, ralos e cavernas; - Verifica periodicamente o estado dos botes e outros sistemas de salvamento, reparando-os sempre que necessário; - Lança-os à água em casos de emergência, auxiliando o embarque de passageiros ou improvisa outros sistemas de salvamento; - Manobra e mantém em bom estado de funcionamento os molinetes, guinchos e outra aparelhagem; - Participa nas operações de carga e descarga de mercadorias e na preparação dos espaços reservados às mesmas, conduzindo, sempre que necessário gruas para o seu transporte; - Faz costura em cabos metálicos, de fibra vegetal ou de outra natureza entrelaçando os fios de modo a que fiquem unidos; - Executa em corda, diversas peças destinadas à protecção da embarcação ou dos passageiros; - Efectua sondagens de profundidade utilizando aparelhagem adequada; - Movimenta e conserva as ferramentas e os materiais existentes no paiol da unidade mercante.

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TRÁFEGO LOCAL AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR Mestre de Tráfego Local O/A Mestre do Tráfego local é o/a profissional que pode governar e manobrar diversos tipos de embarcações marítimas, nomeadamente, rebocadores, lanchas, cábreas, guindastes flutuantes, dragas e batelões, de acordo com as regras de navegação, características da zona marítima e das embarcações: - Conduz a embarcação, dando indicações à casa das máquinas e manobrando o leme, a fim de dirigir as operações de arranque, atracação, desatracação, reboque ou outras; - Observa as condições de visibilidade e movimento do rio, utilizando radar ou outro instrumento adequado, a fim de permitir a execução das manobras de condução da embarcação em segurança; - Zela pela conservação e segurança da unidade flutuante efectuando verificações periódicas e providenciando para que os sistemas estejam em boas condições de navegabilidade; - Distribui e vigia as tarefas de marinharia, limpeza e beneficiação da embarcação; - Executa o expediente relacionado com o funcionamento da embarcação, nomeadamente, elaborando requisições de material e sobressalentes e registando em boletins e mapas elementos de execução dos serviços; - Organiza a prestação de serviços marítimos, material e pessoal necessário e providencia pelo abastecimento de combustível. Marinheiro/a de 2ª Classe do Tráfego Local O Marinheiro/a de 2ª Classe do Tráfego Local é o/a profissional que executa diversas tarefas necessárias à condução, limpeza e conservação de embarcações marítimas de navegação interior, nomeadamente, rebocadores, barcaças e batelões, bem como as tarefas relacionadas com o transporte e conservação de mercadorias a bordo: - Governa a embarcação, segundo instruções recebidas e tendo em conta os equipamentos de navegação, as sinalizações e o estado das águas; - Participa no abastecimento da embarcação com materiais e combustíveis e colabora no embarque, arrumação e desembarque de mercadorias; - Procede à limpeza e conservação da embarcação e respectivo equipamento executando reparações simples, sempre que necessário; - Zela pela segurança da embarcação e dos passageiros, quando for caso disso, fiscalizando as mercadorias transportadas e verificando os sistemas de salvamento e a aparelhagem de extinção de incêndios; - Opera os sistemas de bombagem, de lastro e outros sistemas de aprovisionamento; - Amarra e desamarra, de acordo com instruções recebidas, a embarcação quando da acostagem e desacostagem e opera o equipamento de fundear;

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AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

- Executa trabalhos de marinharia e arte de marinheiro, manejando cabos e cordas; - Comunica superiormente os acontecimentos não habituais, elaborando eventualmente relatórios.

AQUACULTURA Técnico/a de Aquicultura O/A Técnico/a de Aquicultura é o/a profissional capaz de executar (de modo autónomo) e coordenar todas as tarefas inerentes à gestão e operação de uma exploração aquícola, destinada à produção de espécies com interesse comercial ou de repovoamento: - Efectua/coordena tarefas comuns a qualquer exploração aquícola relacionadas com a produção, designadamente o maneio básico das espécies em produção, a operação e manutenção dos sistemas e equipamentos e a preparação e acondicionamento dos produtos aquícolas que se destinam à comercialização; - Efectua/coordena tarefas inerentes à pré-engorda, nomeadamente na operação e manutenção correcta dos equipamentos e materiais, alimentação e controlo sanitário dos juvenis, bem como operações de transferência e de triagem de juvenis; - Executa/coordena tarefas inerentes à engorda, designadamente na operação e manutenção dos sistemas e equipamentos de produção e controlo, alimentação das espécies aquícolas, operações de pesca e acondicionamento dos produtos aquícolas destinados à comercialização, tendo em conta as condições de embalagem, transporte e conservação dos mesmos; - Executa/ coordena tarefas inerentes à reprodução (Maternidade), designadamente na operação e manutenção dos sistemas de produção e controlo, manuseamento no processo de reprodução, administração de um plano alimentar adequado aos reprodutores, larvas e alevins, maneio higio-sanitário e correcto manuseamento e transferência de ovos/larvas/alevins para outros tanques. - Colabora na concepção, implementação e gestão do sistema de qualidade da empresa, tendo em conta os parâmetros ambientais definidos e a natureza da espécie em cultivo. - Colabora na gestão da exploração aquícola, desde a produção à comercialização dos produtos aquícolas. Operador/a Aquícola O/A Operador/a Aquícola é o/a profissional capaz de executar (sob supervisão) tarefas necessárias ao regular funcionamento e manutenção de unidades de produção aquícola, incluindo a reprodução, crescimento e engorda de peixes, crustáceos e moluscos, com objectivos comerciais ou de repovoamento:

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AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

- Efectua tarefas comuns a qualquer exploração aquícola relacionadas com a produção, designadamente o maneio básico das espécies em produção, a operação e manutenção dos sistemas e equipamentos e a preparação e acondicionamento dos produtos aquícolas que se destinam à comercialização; - Efectua tarefas inerentes à pré-engorda, nomeadamente na operação e manutenção correcta dos equipamentos e materiais, alimentação e controlo sanitário dos juvenis, bem como operações de transferência e de triagem de juvenis; - Executa tarefas inerentes à engorda, designadamente na operação e manutenção dos sistemas e equipamentos de produção e controlo, alimentação das espécies aquícolas, operações de pesca e acondicionamento dos produtos aquícolas destinados à comercialização, tendo em conta as condições de embalagem, transporte e conservação dos mesmos; - Executa tarefas inerentes à reprodução (Maternidade), designadamente na operação e manutenção dos sistemas de produção e controlo, manuseamento no processo de reprodução, administração de um plano alimentar adequado aos reprodutores, larvas e alevins, maneio higio-sanitário e correcto manuseamento e transferência de ovos/larvas/alevins para outros tanques.

TRANSFORMAÇÃO DO PESCADO Técnico/a de Transformação do Pescado O/A Técnico/a de Transformação do Pescado é o/a profissional capaz de executar (de modo autónomo) e coordenar os processos de preparação, transformação e comercialização dos produtos da pesca, bem como tarefas directamente ligadas ao controlo de qualidade dos produtos e gestão da produção: - Efectua/coordena as operações inerentes aos processos de manuseamento, conservação e comercialização de pescado fresco/ refrigerado e congelado; - Executa/coordena as operações inerentes aos processos de preparação industrial do pescado, atendendo aos critérios higio-sanitários e de qualidade dos produtos; - Executa/coordena as operações inerentes aos processos de transformação de produtos congelados, fumados, salgados e secos; - Efectua/coordena as operações inerentes aos processos de transformação de produtos pré-cozinhados e conservas: - Colabora na concepção, implementação e gestão do sistema de garantia da qualidade em unidades industriais ou comerciais; - Colabora nas tarefas inerentes à gestão de unidades de transformação, distribuição e comercialização do

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pescado.

AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

Operador/a de Transformação do Pescado O/A Operador/a de Transformação do Pescado é o/a profissional capaz de executar (sob supervisão) as tarefas necessárias ao manuseamento, preparação, conservação, transformação, apresentação e comercialização do pescado: - Efectua as operações inerentes aos processos de manuseamento, conservação e comercialização de pescado fresco/ refrigerado e congelado; - Executa as operações inerentes aos processos de preparação industrial do pescado, atendendo aos critérios higio-sanitários e de qualidade dos produtos; - Executa as operações inerentes aos processos de transformação de produtos congelados, fumados, salgados e secos; - Efectua as operações inerentes aos processos de transformação de produtos pré-cozinhados e conservas. Operador/a de Construção e Reparação Naval O/A Operador/a de Construção e Reparação Naval é o/a profissional capaz de executar (sob supervisão) e com base na interpretação de planos, mapas, moldes, croquis e outros documentos técnicos, tarefas inerentes à construção, reparação ou adaptação de qualquer parte de embarcações de madeira e/ou fibra de vidro: - Executa tarefas inerentes à construção, reparação e manutenção de embarcações em fibra de vidro, destacando-se a construção de moldes, aplicação de materiais e utilização das máquinas e ferramentas, adequados a este tipo de construção; - Efectua tarefas básicas inerentes à construção, reparação e manutenção de embarcações em madeira, destacando-se a construção e montagem de peças segundo um plano, a escolha de madeiras apropriadas para cada peça da embarcação, a utilização de máquinas e ferramentas para deslocação de grandes pesos e construção e montagem das partes constituintes de uma embarcação. Técnico/a Construção e Reparação Naval O/A Técnico/a de Construção e Reparação Naval é o/a profissional capaz de executar (de modo autónomo) e com base na interpretação de planos, mapas, moldes, croquis e outros documentos técnicos, tarefas inerentes à construção, reparação ou adaptação de qualquer parte de embarcações de madeira e/ou fibra de vidro: - Executa/coordena tarefas inerentes à construção, reparação e manutenção de embarcações em fibra de vidro, destacando-se a construção de moldes, aplicação de materiais e utilização das máquinas e ferramentas,

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AS PROFISSÕES LIGADAS AO MAR

adequados a este tipo de construção; - Efectua/coordena tarefas inerentes à construção, reparação e manutenção de embarcações em madeira, destacando-se a análise e interpretação de projectos, construção e montagem de peças segundo um plano, a escolha de madeiras apropriadas para cada peça da embarcação, a utilização de máquinas e ferramentas para deslocação de grandes pesos e construção e montagem das partes constituintes de uma embarcação; - Executa tarefas inerentes ao planeamento e orçamentação de obra de reparação ou construção de um navio/embarcação, em plano inclinado, doca seca ou em flutuação, nomeadamente, no estudo de planos técnicos e documentos do navio/embarcação em causa, análise de um caderno de encargos e /ou elaboração de um levantamento de obra; - Executa tarefas inerentes à coordenação e entrega de obra, designadamente, na gestão dos recursos humanos afectos à obra, identificação e análise dos pontos críticos numa obra de construção e reparação e elaboração de relatórios de fase e fecho de obra; - Procede à interpretação e execução do desenho de construção naval assistido por computador.

103


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES Disciplinas intervenientes

Língua Portuguesa, História e Geografia de Portugal, Educação Visual e Tecnológica.

1

Motivação

. Audição e leitura de um texto (ver Anexo 1) ou

. Visita à Base Naval do Alfeite (ver Anexo 2)

ou

. Visita a um museu com exposições de embarcações portuguesas (ver Anexo 3) ou

. Visita guiada a um Farol do Concelho (ver Lista de Faróis)

ou

. Visita a um Centro de Controlo de Tráfego Marítimo VTS (Vessel Traffic System) onde os alunos poderão ter contacto com o actual sistema

de monitoriza-

ção do tráfego marítimo na costa portuguesa (ver Anexo 4)

1


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

2

Definição do Tema

Sugestão de questões a abordar: 1. Que embarcações têm sido utilizadas ao longo dos tempos em Portugal? 2. Que grandes navegadores estiveram à frente dessas embarcações? 3. Que produtos carregavam/ carregam as nossas embarcações? 4. Vantagens e desvantagens do transporte marítimo. 5. Inovações tecnológicas – implicações ao nível do transporte marítimo e dos portos. 6. Potencialidades dos transportes marítimos ao nível da defesa, cultura, recreio e lazer. Tema: As nossas embarcações

3

Planificação

3.1. Objectivos

. Identificar diferentes tipos de embarcações e sua distribuição geográfica . Conhecer as potencialidades do transporte marítimo . Conhecer a terminologia naval e estabelecer a correspondência ao vocabulário comum

3.2. Materiais

Os materiais terão de ser seleccionados de acordo com todas as iniciativas que se

desenvolverão ao longo do projecto, de acordo com os recursos da escola, a imaginação dos

32


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES intervenientes e o resultado pretendido. Material para as actividades propostas (entrevistas e visitas de estudo):

. Material de desenho para a elaboração de uma página de um diário de bordo . Cópias de diários de bordo . Guia da terminologia naval . Diferentes tipos de materiais para a construção de uma maqueta . Máquina fotográfica . Material para exposição fotográfica (cartolinas, painéis de cortiça ou esferovite)

3.3. Informação de Apoio

.

No Anexo 5 é disponibilizada informação sobre os conceitos e terminologia

utilizada na navegação

. http://www.ancruzeiros.pt/ancbtradicionais.html - informação e imagens acerca das

embarcações tradicionais portuguesas

. http://nautarch.tamu.edu/shiplab/sc-FIL-BARCOS.htm -

Listagem das embarcações portuguesas por regiões

. http://www.povoadevarzim.com.pt/lanchapoveira.php -

-

Informação necessária para a construção de uma lancha poveira. Permite o download dos desenhos e instruções de montagem

3


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

. http://www.olhao.web.pt/Pesca/Embarca%C3%A7%C3%B5es.htm - informação acerca das embarcações tradicionais portuguesas

.

http://www.emam.com.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=271&Item

id=225 - informação sobre os navios da Marinha Portuguesa

. No Anexo 6 são disponibilizadas notícias e informações sobre embarcações

3.4. Preparação

Consoante as actividades a desenvolver na etapa 4, haverá necessidade de diferentes

metodologias de preparação, por exemplo:

. Pesquisar bibliografia sobre o tema embarcações, seleccionar a documentação e distribuir tarefas pelos grupos

. Preparar o material para a elaboração do Diário de Bordo, leitura de exemplos de diários de bordo (Anexo 7)

. Escolher a embarcação que irá ser objecto de trabalho e seleccionar a informação de apoio à construção da embarcação

. Escolher e recolher materiais para a construção da maqueta de uma embarcação. Caso seja inventada, efectuar modelos ou esboços

. Pesquisar locais a visitar para a reportagem fotográfica sobre as embarcações do Concelho

54


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

4

Desenvolvimento

Propostas de Actividades

1. Elaboração de textos e desenhos para execução de uma página de um Diário de Bordo, com registo das rotas, o estado do tempo, tarefas executadas ou qualquer episódio vivido a bordo ou identificado no mar. Para a elaboração dos textos os alunos deverão consultar o Anexo 5 onde encontrarão informação sobre a terminologia utilizada na navegação e o Anexo 7 para verem exemplos.

2. Montagem de maqueta de uma embarcação inventada pelos alunos ou réplica de uma embarcação já existente com materiais à escolha.

3. Reportagem fotográfica das embarcações do Concelho. Preparação da exposição fotográfica.

5

Sugestões de Produto Final

. Exposição do Diário de Bordo em vitrinas ou em posters. . Exposição de maquetas de embarcações, na escola e em espaço público do Concelho.

. Divulgação da actividade no jornal/site da escola. . Criação de um blog para debater o tema das profissões ligadas ao mar.

5


6

AS NOSSAS EMBARCAÇÕES Avaliação

Preenchimento das fichas de auto e hetero-avaliação (ver Fichas de Avaliação). Discussão/Debate sobre o projecto. Bibliografia Baptista de Magalhães, I. 1998. Embarcações Tradicionais: Em Busca de um Património Esquecido. Viana do Castelo: Ed. Grupo Desportivo e Cultural dos Trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo. Bellec, F., D’Oliveira, R., Távora, L.L. 1993. Naus, Caravelas e Galeões na iconografia portuguesa das Descobertas. Lisboa: Ed. Quetzal. Cabeçadas, H. 1986. Embarcações Tradicionais do Sado. Ed. Reserva Natural do Estuário do Sado. Carrasco, E., Peres, A. 1997. Barcos do Tejo. Lisboa: Edições INAPA. Castelo-Branco, M. 1981. Embarcações e artes de Pesca. Lisboa: Lisnave. Castro, F.V. 2003. A Nau de Portugal - Os Navios da Conquista do Império do Oriente. Ed.Prefácio. Correia, L.M. 2002. Paquetes Portugueses. Lisboa: Edições INAPA. Esteves, A.L., Carvalho, A.S. 2006. Creoula. Ed. Ideias & Rumos. Figueira, F.C. 2000. Iates de Portugal 1850 – 1915. Lisboa: Edições INAPA. Gomes, T.1997. Embarcações Regionais da Tradição Portuguesa. Lisboa: Edições INAPA. Gomes, T. 2004. Navios da Antiguidade. Lisboa: Edições INAPA. Gomes, T. 2001.Os Últimos Navios do Império. Lisboa: Edições INAPA. Gomes, T.1996. Navios Portugueses - Séculos X I X. Lisboa: Edições INAPA.

76


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES Gomes, T.1995. Navios Portugueses Séculos X I V e X I X. Lisboa: Edições INAPA. Leitão, M., Simões, F.O. 2002. Fragata D. Fernando II e Glória, restauro e recuperação. Ed. Culturais da Marinha. Lopes, A.M. 2008. Regresso ao Litoral”- Embarcações Tradicionais Portuguesas. Lisboa: Edições Culturais da Marinha. Lopes, A. M. 1997. Moliceiros - a Memória Da Ria. Lisboa: Livros Quetzal. Reis, A.C., Ruy, J. 1989.História dos Barcos Portugueses. Ed. ASA Santos Graça, A. 2005. O Poveiro. Lisboa: Dom Quixote. Sarmento, C. 2000. Os Moliceiros da Ria de Aveiro: Quadros Flutuante. Ed.Câmara Municipal de Aveiro. Silva, A.M. 2004. Um Pequeno Herói. O Dóri dos Bancos Bote dos Bacalhoeiros. Lisboa: Edições Culturais da Marinha. Vieira, J. A. G. 2004. O homem e o mar. Embarcações dos Açores. Lisboa: Intermezzo–Audiovisuais.

7


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES ANEXO 1

In Revista VEGA Outubro/Novembro 2007

98


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

9


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

10 11


ANEXO 2

AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

11


ANEXO 3

AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

Lista de Museus com Embarcações:

Açores: Museu dos Baleeiros – Ilha do Pico Rua Baleeiros, 13 9930-143 Lajes do Pico Tel: 292 679 340 Fax: 292 672 276 E-mail: museu.pico.info@azores.gov.pt Site: http://museus.azores.gov.pt/museus/ver. aspx?id=8 Museu Carlos Machado Convento de Santo André 9500-054 Ponta Delgada Tel: 296 283 814 Fax: 296 283 354 E-mail: museu.cmachado.info@azores.gov.pt Site: http://museucarlosmachado.azores.gov.pt/ Continente: Ecomuseu do Seixal Praça 1º de Maio, 1 2840-485 Seixal Tel: 21 0976 112 Fax: 21 0976 113 E-mail: ecomuseu@cm-seixal.pt Site: http://www2.cm-seixal.pt/pls/decomuseu/ ecom_hpage Serviço Educativo: ecomuseu.se@cm-seixal.pt Museu de Etnografia e História de Póvoa de Varzim Rua Visconde de Azevedo 4490 Póvoa de Varzim Tel: 252 616 200 Fax: 252 616 200 E-mail: mmehpovoavarzim@um.geira.pt Site: http://www.geira.pt/ MMEtnografiaHistoria/

Museu Etnográfico e Arqueológico Dr. Joaquim Manso Rua D. Fuas Roupinho – Sítio da Nazaré 2450-065 Nazaré Tel: 262 562 801 / 802 Fax: 262 561 246 E-mail: mdjm@imc-ip.pt Museu de Marinha Praça do Império 1400-206 Lisboa Tel: 21 3620 019 Fax: 21 3631 987 E-mail: geral.museu@marinha.pt Site: http://museu.marinha.pt/museu/site/pt Museu do Mar Rei D. Carlos Rua Júlio Pereira de Mello 2750 Cascais Tel: 21 4815 907 Fax: 21 4836 268 E-mail: museumar@cm-cascais.pt Site: http://www.cm-cascais.pt/museumar/ Serviço de educação (ateliês, visitas): http:// www.cm-cascais.pt/museumar/servedu.html Museu Marítimo Almirante Ramalho Ortigão Rua da Comunidade Lusíada (Capitania do Porto de Faro) 8000 Faro Tel: 289 894 990 /289 803 601 Fax: 289 894 996 E-mail: biblioteca.dms@clix.pt Museu Marítimo de Ílhavo Avenida Doutor Rocha Madail 3830-193 - Ílhavo Tel: 234 329 990

12 13


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES Fax: 234 321 797 E-mail: museuilhavo@mail.telepac.pt Site: http://www.museumaritimo.cm-ilhavo.pt/ Museu Municipal de Almada Olho de Boi - Cacilhas 2800 Almada Tel: 21 2724 982 Navio Museu Fragata “D. Fernando II e Glória”Lisboa Tel: 21 3964 171 Fax: 21 3964 171 E-mail: d.fernando@museumarinha.pt Navio Museu Gil Eannes - Fundação Gil Eannes Navio Museu Gil Eannes - Doca Comercial 4900 - 321 Viana do Castelo Tel: 258 809 710 Fax: 258 809 719 E-mail: geral@fundacaogileannes.pt Site: http://www.fundacaogileannes.pt/engine. php?cat=1 Núcleo Museológico do Mar - Figueira da Foz Rua Calouste Gulbenkian 3080-084 Figueira da Foz Tel: 233 402 840 Fax: 233 402 857 E-mail: nucleo.mar@cm-figfoz.pt Site: http://www.figueiradigital. com/?zona=80&mid=2

13


ANEXO 4

AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

Lista de VTS (Vessel Traffic System):

VTS – Paço de Arcos - C.C.T.M.C. Edf. VTS Av. Engº Bonneville Franco, 2770-058 Paço de Arcos Tel: 21 4464 8 30 Fax: 21 4464 8 39 E-mail: oper.vts@imarpor.pt

VTS – Sines Administração do Porto de Sines, SA Apartado 16 | 7520-953 Sines Tel: 269 860 600 Fax: 269 860 690 E-mail: geral@portodesines.pt

VTS - Lisboa APL - Administração do Porto de Lisboa, S.A. Rua da Junqueira, 94 1349-026 Lisboa Tel: 21 361 10 00 E-mail: geral@portodelisboa.pt VTS – Leixões APDL - Administração dos Portos do Douro e Leixões, SA Avenida da Liberdade 4450-718 Leça da Palmeira Tel: 22 999 07 00 Fax: 22 995 50 62 E-mail: correio@portodeleixoes.pt Site: www.portodeleixoes.pt VTS – Ferragudo Centro de Controlo de Tráfico Marítimo de Ferragudo VTS – Setúbal Praça da República 2904-508 Setúbal Tel: 265 542 000 Fax: 265 230 992

14 15


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES ANEXO 5

15


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

16 17


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

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AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

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AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

19


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

20 21


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

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AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

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AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

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AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

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AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

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AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

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AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

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AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

28 29


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

29


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

30 31


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

31


ANEXO 6

AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

32 33


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

33


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

34 35


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

35


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

36 37


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

In Jornal Global 19-01-2009

37


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

In Jornal de Notícias 16-11-2007

38 39


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

In Correio da Manhã 18-01-2009

39


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

In Jornal Oje 30-12-2008

40 41


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

In Semanário Económico 29-08-2008

41


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

42 43


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

43


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

44 45


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

45


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

46 47


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

In Jornal Global 18-03-2008

47


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

In Diário Económico 14-03-2008

In Diário de Notícias 31-01-2008

48 49


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

In Jornal Público 31-01-2008

49


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES ANEXO 7

50 51


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

51


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

52 53


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

In Diário Náutico 11-06-2009

53


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

54 55


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

55


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

In Diário Náutico do Iate Real Amélia, 1904.

56 57


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

57


AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

58


UM MAR DE PEQUENOS NADAS Disciplinas intervenientes

Língua Portuguesa, Matemática, Ciências da Natureza e Educação Visual e Tecnológica

1

Motivação

. Leitura de artigos ou excertos de livros de divulgação do tema ou artigos de jornais nacionais sobre poluição dos oceanos (ver bibliografia e exemplos no Anexo 1) ou

. Exibição de um filme sobre alterações climáticas, por exemplo: Uma verdade inconveniente (2007) - Davis Guggenheim Dias estranhos no planeta terra (2004) - National Geographic O perigo da pesca excessiva/Planeta contaminado (2005) - National Geographic

Adaptado: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar - Açores

But Who Killed The Turtle? - Surfrider Foundation Europe* Be Ocean Cool! - Surfrider Foundation Europe* * Podem ser solicitados através do site http://www.surfrider.eu/en/education/educational-tools/europeanproject-ocean-cool/the-kit.html ou à Estrutura de Missão para os Assuntos do Mar ou à Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental (ver Lista de Contactos)

ou

. Visita ao Ecoponto Marítimo de Cascais (Ver Anexo 2 e contactar a Agência Cascais Atlântico – ver Lista de Contactos)

1


UM MAR DE PEQUENOS NADAS

2

Definição do Tema

Sugestão de questões a abordar: 1. Avaliar a importância do papel da sociedade na diminuição da poluição dos oceanos.

2. Quais as acções individuais que têm impacte positivo na melhoria da qualidade dos oceanos? 3. Como sensibilizar a população para as acções de protecção do meio marinho? Tema: Um mar de pequenos nadas

Adaptado: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar - Açores

3

Planificação

3.1. Objectivos

. Identificar, divulgar e reflectir acerca das principais ameaças ao meio marinho . Consciencializar para os perigos da poluição . Reflectir sobre o envolvimento da sociedade nos processos de conservação da biodiversidade marinha

. Inventariar as principais fontes de poluição marinha no concelho

32


UM MAR DE PEQUENOS NADAS

. Conhecer o tempo de degradação dos diferentes resíduos marinhos 3.2. Materiais

Os materiais terão de ser seleccionados de acordo com as actividades escolhidas que

se desenvolverão ao longo do projecto, de acordo com os recursos da escola, a imaginação dos alunos e o resultado pretendido. Material para as actividades propostas (entrevistas e visitas de estudo):

. Bloco de notas . Lápis . Material audiovisual (ex: gravador de voz, máquina fotográfica e câmara de

Adaptado: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar - Açores

vídeo)

. Sacos de lixo grandes . Lixo das praias do concelho . Materiais diversos para a construção do painel 3.3. Informação de Apoio

. http://www.eea.europa.eu/pt - notícias e artigos da Agência Europeia do Ambiente

3


UM MAR DE PEQUENOS NADAS

.

http://www.cienciaviva.pt/rede/oceanos/oceanos.asp - na sessão de Recursos

Educativos encontra fichas de actividades sobre os efeitos da poluição na diversidade das comunidades bentónicas

. http://honoloko.eea.europa.eu/Honoloko.html - Jogo on-line sobre a influência das nossas acções no meio-ambiente

. http://www.50simplethings.com/issues/ - Acções para conservar o meio-ambiente . http://portal.icnb.pt/ICNPortal/vPT2007/O+ICNB/Educação+Ambiental/outros+ projec-

tos +educativos/ - informações sobre Projectos Educativos

. http://www.geota.pt/coastwatch/cw_campanhas/relatorios_regionais/CW2004_region-

al.pdf - relatórios sobre as Campanhas Coastwatch de 1995 a 2005

Adaptado: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar - Açores

3.4. Preparação

Consoante as actividades seleccionadas da etapa 4, haverá a necessidade

de diferentes metodologias de preparação e consolidação, por exemplo:

. Pesquisar bibliografia em bibliotecas, sites de Internet e livrarias referente às acções

individuais que se podem executar para a preservação do oceano. Discutir, seleccionar e compilar as acções que a comunidade local pode executar

. Recolher informação junto de organismos e associações regionais ou nacionais

54


UM MAR DE PEQUENOS NADAS

. Preparar a visita de estudo a uma praia do concelho para a recolha de lixo . Elaborar uma ficha tipo para o inquérito a realizar aos alunos, sob a forma de resposta múltipla

. Elaborar uma ficha tipo de inquérito a realizar às associações de ambiente . Recolher materiais para a construção de uma maquetede um ecoponto marítimo Para consolidação do tema sugere-se a realização de uma ficha de trabalho de interpretação de excertos do documento: ICN.2006. Biodiversidade em tons de Azul. (ver Anexo 2 - pp. 74 a 76 ou consulta integral do livro no seguinte endereço: http://www.icn.pt/downloads/ICNBandeiraAzulBiodiv.pdf).

Adaptado: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar - Açores

4

Desenvolvimento

Propostas de Actividades

1. Realização de inquéritos a diferentes turmas sobre quais pensam ser as principais fontes de poluição dos oceanos e como individualmente podem ajudar a preservá-los. Este inquérito deve ser realizado à turma que aborda o tema e a turmas que não o abordam. Elaboração de gráficos comparativos com a informação recolhida nas diferentes turmas.

5


UM MAR DE PEQUENOS NADAS Compilação da informação sobre as possíveis acções executáveis pela comunidade local para a preservação do oceano. Divulgação das acções através de um folheto informativo, site da escola, ou sites regionais.

2. Realização de um questionário a uma ou várias associações ambientais

por

e-mail

ou

na

própria

associação

sobre

as

acções

desenvolvi-

das para a preservação dos oceanos. Tratamento e produção de textos da informação recolhida. Produção de folhetos de sensibilização para o tema. Realização de um seminário e/ou debate na escola com a/as associações ambientais.

Adaptado: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar - Açores

Sugestões de associações não governamentais/instituições (ver Lista de Contactos):

. Agência Cascais Atlântico . Agência Portuguesa do Ambiente . GAIA, Grupo de Acção e Intervenção Ambiental . Instituto da Água . Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade . QUERCUS, Associação Nacional de Conservação da Natureza

76


UM MAR DE PEQUENOS NADAS 3. Saída de campo para recolha de diferentes tipos de lixo encontrados na praia. Selecção do lixo por tipos de lixo (ex: plásticos, garrafas, papel, borrachas, etc.). Atribuição de tempos de degradação aos diferentes tipos de lixo seleccionados com base na informação recolhida. Utilização do lixo recolhido na praia para criar um painel/maqueta ilustrativo sobre o tempo de degradação dos resíduos no mar (ver exemplo no Anexo 4). construção de um ecoponto marítimo (ver Anexo 2 e contactar a Agência Cascais Atlântico - ver Listas de contactos.

Adaptado: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar - Açores

5

Sugestões de Produto Final

. Exposição de posters e de trabalhos referentes à actividade 1 . Distribuição de folhetos informativos elaborados pelos alunos (ex: folhetos informativos referentes às acções executáveis pela comunidade para a preservação dos oceanos) a toda escola e locais públicos

.

Seminário/debate com a colaboração de associações ambientais acerca da

poluição no meio marinho

. Exposição de um painel /maqueta ilustrativo do tempo de degradação dos resíduos no mar (ex: Escola, Praia, Câmara Municipal)

7


UM MAR DE PEQUENOS NADAS

. Apresentação e inauguração do ecoponto marítimo . Sugere-se que o produto final desta(s) actividade(s) seja também divulgado no jornal/ site da escola

6

Avaliação

Preenchimento das fichas de auto e hetero-avaliação (ver Fichas de Avaliação). Debate na turma acerca da abordagem ao problema, sucesso da divulgação/sensibilização do tema. Bibliografia

Adaptado: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar - Açores

Al Gore. 2007. Uma verdade inconveniente (adaptação para jovens). Gradiva. Henson, R.2009. Alterações Climáticas. Rough Guides. Instituto de Conservação da Natureza. 2006. Biodiversidade em tons de Azul. Naves, F. & Firmino, T. 2009. Portugal a quente e frio. Livros d’hoje. The Earthworks Group.2003. 50 Coisas simples que as crianças podem fazer para salvar a Terra. Instituto Piaget. Yun,

J. L. 2008. Como Arrefecer o Planeta. Editorial Presença.

98


UM MAR DE PEQUENOS NADAS

ANEXO 1 TEXTOS

DE APOIO

Segundo um relatório divulgado no dia 16 de Julho, pela organização ambientalista Greenpeace, mais de 6,4 milhões de toneladas de lixo, das quais 60 a 80% de plásticos, acabam no mar anualmente, no âmbito da campanha «Recuperemos o Mediterrâneo». O estudo indica que 70% do lixo mundial encontra-se no fundo do mar, ameaçando várias espécies entre as quais tartarugas, cetáceos e focas. «Estamos a afogar o mar em plásticos», declarou Mario Rodriguez, director de campanhas da Greenpeace em Espanha, que apresentou o relatório hoje em Barcelona, a bordo do Rainbow Warrior, citado pelo jornal El Mundo. Ainda que tenham aumentado os gastos com a limpeza de praias e fundo do mar, o lixo continua a voltar insistentemente. Dados da campanha 2006/2007 do programa Coastwatch Portugal revelaram que a presença de lixo, sobretudo garrafas e sacos de plástico, continua a ser problemática nas praias portuguesas, tendo sido contabilizados mais de 100 mil resíduos em 350 quilómetros de costa. O Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA) estimava, em 2005, que existiam cerca de 13.000 fragmentos de plásticos por quilómetro quadrado nos oceanos. O Mar Mediterrâneo Norocidental (zonas próximas das costas de Espanha, França e Itália) é a zona do planeta com mais detritos no fundo do mar: 1.935 unidades por quilómetro quadrado. O Mar do Caraíbas, a costa indonésia, o Mar Celta (Irlanda), o Mar do Norte, o Golfo de Leão e o Golfo da Biscaia são outras zonas com grande acumulação de lixo. Os impactos sobre as espécies marinhas são diversos e vão desde o aprisionamento de animais como tartarugas, focas e cetáceos nas redes de pesca, ingestão de plásticos ou introdução de espécies invasoras.

9


UM MAR DE PEQUENOS NADAS A bibliografia regista 267 espécies marinhas diferentes afectadas pelos plásticos, algumas das quais em perigo de extinção. Por exemplo, um estudo realizado no Mediterrâneo espanhol demonstrou que 75% dos exemplares de tartaruga-boba (Caretta caretta) tinham ingerido plásticos. A ingestão destes detritos pode bloquear o tracto digestivo e impedir que os animais se alimentem correctamente até provocar a sua morte. Cerca de 80% deste lixo tem origem em terra, através das redes de saneamento, actividades industriais e turismo costeiro. Embalagens de comida e bebida, cigarros, brinquedos de praia, preservativos, seringas, redes e linhas de pesca, ou sacos de plástico são alguns dos resíduos que se encontram um pouco por todo o lado, refere o estudo da Greenpeace.

In Diário Digital / Lusa, Julho de 2007

10 11


– Oceanos em risco UM MAR DEICNPEQUENOS NADAS “O litoral Português constitui uma zona de múltiplas e variadas potencialidades, sendo insubstituível quer como espaço lúdico, quer como espaço gerador de riqueza.”(Dias, Alvarinho 1990). O litoral corresponde a uma área muito frágil e quando as suas potencialidades são degradadas dificilmente se consegue a sua recuperação. Em Portugal 76% da população portuguesa está fixada no litoral. Cerca de 29% da costa está ocupada com construção destinada a habitação, turismo, industria e áreas portuárias, o que implica uma grande quantidade de resíduos domésticos e industriais. A pressão deste tipo de ocupação é reforçada com a pressão turística sazonal. (Melo, Joanaz 1993). Um problema comum a todos os litorais do mundo prende-se com o recuo da linha de costa. Este recuo deve-se fundamentalmente aos seguintes factores: 1.

elevação do nível do mar

2. diminuição da quantidade de sedimentos fornecidos ao litoral 3. degradação antropogénica das estruturas naturais 4. obras pesadas de engenharia costeira As únicas acções que podem proteger a costa de forma eficaz, e simultaneamente as propriedades aí existentes, são as que possibilitem a reconstituição da deriva litoral e se possível ampliem os volumes de areia envolvida nessa deriva. Devido ao grande número de problemas que emergem é necessário actuar por forma a solucionar algumas das questões: • criação de legislação adequada • acções de sensibilização ambiental • tratamento de efluentes • participação mais activa da população

In http://www.geota.pt/coastwatch/cw_portugal/index.html

11


UM MAR DE PEQUENOS NADAS

Segundo um relatório das Nações Unidas, publicado a 4/10/2006, apesar de haver um progresso na poluição marinha provocada pelos químicos e petróleo, o aumento dos efluentes (esgotos) despejados no mar ameaça a vida selvagem e a humana, o turismo e as pescas, entre outras actividades. “Estima-se que 80% da poluição marinha tem origem em terra e esta percentagem pode aumentar significativamente até 2050 se, como se espera, as populações costeiras duplicarem em apenas 40 anos e se as acções de combate à poluição não forem incrementadas” advertiu Achim Steiner, Director Executivo do Programa das Nações Unidas para o Ambiente. “Temos um longo caminho a percorrer política, técnica e financeiramente se queremos ter mares e oceanos saudáveis e produtivos na próxima geração” afirmou, “sendo necessários, anualmente, 56 biliões de dólares americanos para tratar o problema dos efluentes”. Segundo o “State of the Marine Environment”, devido ao aumento das populações costeiras e infra-estruturas inadequadas para o tratamento dos efluentes e resíduos, quase 90% dos resíduos (incluindo efluentes) que são lançados nas zonas costeiras em muitos países em desenvolvimento não são tratados. Para além do impacto directo na saúde, economia e vida das pessoas, o relatório sublinha o problema da destruição de ecossistemas essenciais e com grande importância ecológica, como os mangais, recifes de coral e pradarias marinhas. Em termos positivos, o relatório assinala que os níveis de óleos descarregados pelas indústrias e cidades desceram cerca de 90% desde os anos 1980, sendo também de assinalar o decréscimo da contaminação por poluentes orgânicos tóxicos e persistentes, como o DDT, e descargas de resíduos radioactivos, apesar de haver ainda áreas problemáticas no mar Cáspio, no Mediterrâneo, no Ártico e no Oceano Pacífico. Os esgotos, os resíduos sólidos e a eutrofização, devido a fontes como a agricultura e a pecuária nas zonas costeiras, desencadeiam marés de algas e um aumento das zonas com deficiência de oxigénio “zonas mortas”.

12 13


UM MAR DE PEQUENOS NADAS A diminuição do caudal em muitos rios devido a barragens, excesso de uso da água e aquecimento global; novos tipos de químicos; o estado das zonas húmidas costeiras e de água doce e a subida do nível do mar devido às laterações climáticas, são ameaças cada vez mais preocupantes. As 4 áreas mais urgentes segundo o relatório são: Esgotos – descarga de esgotos não tratados, sendo que no Mediterrâneo isto equvale a mais de 50% dos esgotos, 60% no mar Cáspio, 80% na África Central e Oeste e Sudoeste do Pacífico, 85% na América latina e Caraíbas e 90% no Este da Ásia. Alterações físicas e destruição de habitats – cerca de 40% da população mundial vive numa faixa costeira que ocupa apenas 7% da terra e a densidade dessa população aumentou de 77 pessoas por km2 em 1990, para 115 em 2025, como resultado os ecossistemas são destruídos, os recursos marinhos e costeiros estão sobre-explorados e a poluição aumenta. Nutrientes - o nº de zonas costeiras mortas duplicou a cada década desde os anos 1960, devido ao azoto e fósforo provenientes das escorrências dos fertilizantes usados na agricultura, estrume, esgotos e queima de combustíveis fósseis; este problema que, no passado, estava geralmente confinado aos países desenvolvidos ocorre agora um pouco por todo o lado. Resíduos sólidos lançados ao mar - as fontes incluem as descargas municipais, industriais e da saúde, bem como de barcos de pesca e outros navios ameaçando a saúde e a vida selvagem, sendo que muitos destes resíduos não são biodegradáveis. Estes e outros problemas afectando os mares e oceanos estão a ser discutidos em Pequim, de 16 a 20 de Outubro de 2006, na 2ª Reunião Inter-governamental do Programa Global de Acção para a Protecção do Ambiente Marinho face às Actividades Terrestres.

In http://portal.icnb.pt/ICNPortal/vPT/Noticias/Files/Oceanos+em+risco.htm?res=1280x1024

13


UM MAR DE PEQUENOS NADAS Mais de 100 escolas dos Açores acolhem acção de sensibilização pedagógica da nova mascote da Bom Petisco. Durante o segundo trimestre de 2007, mais de 8.400 alunos e 532 professores das escolas açorianas do 1º ciclo do ensino básico responderam positivamente, pela preservação dos oceanos e defesa das espécies marinhas e seus habitats. O desafio foi lançado pelo Tunas, a nova mascote da Bom Petisco, numa acção de sensibilização pedagógica da conserveira Cofaco Açores, produtora e detentora da marca Bom Petisco, à qual aderiram, à qual aderiram mais de 100 escolas do arquipélago dos Açores. Através do projecto “O Mundo do Tunas”, a Cofaco Açores divulga os seus valores de responsabilidade social e preocupação ecológica, numa vertente lúdico-pedagógica, orientados para o público infantil e escolas. Além do Arquipélago dos Açores, que se revelou o distrito com maior taxa de adesão ao projecto (53% das escolas contactadas), também as regiões de Lisboa (407 escolas, 42.697 alunos e 2.485 professores) e do Porto (301 escolas, 23.632 alunos e 1.407 professores) acolheram “O Mundo do Tunas”.Os estabelecimentos de ensino e os professores que acolheram o projecto receberam material de apoio, de forma a estimular os conhecimentos dos estudantes. Já a todos os alunos foi distribuído o jornal “O Mundo do Tunas”, que inclui pequenas notícias e histórias sobre os oceanos, passatempos e receitas adequadas aos mais novos. “Os objectivos inicialmente definidos para este projecto foram atingidos e até mesmo superados”, salienta Cristina Monraia, responsável de Marketing da Cofaco Açores. “No total, conseguimos impactar 40,3% das escolas contactadas e mais 462 alunos do que previsto. O feedback dos próprios professores foi sempre muito positivo. De realçar que 86 escolas aderiram ao projecto espontaneamente”, acrescenta ainda. A iniciativa, protagonizada pela mascote da Bom Petisco, o Tunas, tem como objectivo promover a preservação dos oceanos e dos seus recursos naturais

14 15


UM MAR DE PEQUENOS NADAS junto das crianças, pais, encarregados de educação e população em geral, sensibilizando-os para a importância da consciência e acção ecológica. A Cofaco Açores detém o estatuto “Dolphin Safe” atribuído pelo “Earth Island Institute”, assegurando que na pesca do atum não são capturados nem molestados golfinhos. Daí a utilização do selo ecológico “Dolphin Safe” nas embalagens da Bom Petisco como certificação do estatuto que detém, e factor diferenciador relativamente a outras marcas concorrentes. As monitorizações destas pescas são realizadas desde 1998 pelo Programa de Observação para as Pescas dos Açores, POPA. Neste âmbito, a Cofaco Açores detêm também o certificado “Friend of the Sea” que atesta a sustentabilidade das pescarias, assegurando que o pescado é capturado de forma responsável, em zonas onde não existe sobreexploração de stocks, e com mínimo impacto para o meio ambiente. Foi atribuído em 2001 à pescaria de atum com arte de salto-e-vara.

In azoresdigital (http://www.azoresdigital.com/ler.php?id=9036), Julho 2007

15


ANEXO 2

UM MAR DE PEQUENOS NADAS

16 17


UM MAR DE PEQUENOS NADAS

17


UM MAR DE PEQUENOS NADAS

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UM MAR DE PEQUENOS NADAS

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UM MAR DE PEQUENOS NADAS

20 21


ANEXO 3

UM MAR DE PEQUENOS NADAS

Excertos do documento: ICN, 2006.Biodiversidade em tons de Azul.

21


UM MAR DE PEQUENOS NADAS

22 23


UM MAR DE PEQUENOS NADAS

23


ANEXO 4

UM MAR DE PEQUENOS NADAS

24


VAMOS ADOPTAR O OCEANO ATLÂNTICO Disciplinas intervenientes

Ciências da Natureza, Educação Visual e Tecnológica, Língua Portuguesa.

1

Motivação

. Exibição do filme: O Mar é Azul (volume 3 Perigo nas profundezas) – BBC (à venda na FNAC).

. Jogo: Peixes em perigo!

ou

Pesquisar em livros ou internet imagens de peixes que podem/devem ser pescados ou evitados por se tratarem de espécies ameaçadas (ver informação de apoio e bibliografia). Imprimir uma imagem de cada peixe e recortar (imagens com 10 a 15cm). Colocar todos os peixes recortados num saco preto. Cada aluno deve ser incentivado a retirar um peixe do saco. Toda a turma deve então analisar o peixe recolhido e decidir se deve ou não ser pescado e quais as suas características, habitat, alimentação etc. A opção se o peixe deve ser pescado ou não deve ter como base a informação constante do Guia SOS Oceano. (http://www.oceanario.pt/cms/1471/?news=352) ou

. Visita programada ao Oceanário de Lisboa ou ao Zoomarine de Albufeira (ver lista de contactos); ou

1

1


VAMOS ADOPTAR O OCEANO ATLÂNTICO

. Marcação de uma visita do Vaivém Oceanário à escola (mais informações no Oceanário de Lisboa); ou

. Convidar membro da Greenpeace Portugal para palestra sobre a pesca sustentável.

2

Definição do Tema

Sugestão de questões a abordar: 1. A fauna e flora dos oceanos estão em perigo. Porquê? 2. Algumas espécies de peixes não deviam ser pescados/comprados porquê? 3. O que podemos fazer para a preservação das espécies marinhas ameaçadas? Qual o papel dos produtos aquícolas?

3

Planificação

3.1. Objectivos

. Conhecer melhor o Oceano que nos rodeia; . Reconhecer as causas que têm levado à extinção de espécies marinhas;

232


VAMOS ADOPTAR O OCEANO ATLÂNTICO

. Identificar espécies da fauna e da flora marinhas que estão ameaçadas; . Reconhecer as espécies marinhas que podemos consumir e as que devemos evitar.

3.2. Materiais Os materiais devem ser adequados à actividade a desenvolver, de acordo com os recursos

da

escola.

Material para a actividade proposta:

. Máquina Fotográfica . Caderno de campo . Lápis

3.3. Informação de Apoio

. Livro Cetáceos no Arquipélago da Madeira:

http://www.museudabaleia.org/index.php?option=com_content&task=view&id=39&Itemid=113

3

3


VAMOS ADOPTAR O OCEANO ATLÂNTICO

. Lista de peixes vulneráveis: http://www.oceanario.pt/cms/1471

. Curiosidades da Fauna e Flora - Blog do Zoomarine:

http://zoomarine.blogdrive.com/

. Guia das Aves Marinhas dos Açores:

http://www.azores.gov.pt/Portal/pt/entidades/sram/publicacoes

. Lista de espécie ameaçadas Greenpeace:

http://www.greenpeace.org/portugal/lista-vermelha Em Anexo encontra-se informação adicional sobre espécies marinhas ameaçadas e notícias sobre o tema.

3.4. Preparação Consoante as actividades seleccionadas da etapa 4, haverá a necessidade de diferentes metodologias de preparação, por exemplo:

. Pesquisa bibliográfica do tema nos sites sugeridos ou outros. . Preparação e planeamento das visitas ao mercado/lota/peixaria. Elaboração do inquérito tipo para os vendedores de peixe e outro para a população em geral.

454


VAMOS ADOPTAR O OCEANO ATLÂNTICO

4

Desenvolvimento

Propostas de Actividades

1. Leitura e interpretação dos textos. «Queremos saber se o peixe é fresco. Falta perguntar se está ameaçado. Rosa Cunha gosta de ter «composta» a sua banca no Mercado da Ribeira, em Lisboa. Toda coberta de peixe. Sardinhas, carapaus e douradas na linha da frente. Esta vendedora de 40 anos aconselha as melhores formas para cozinhar garoupas e há quem lhe peça para ser ela a escolher o peixe. O cliente chega, abeira-se e olha para o tamanho, para a cor. «Perguntam se é fresco», diz. Mas não se lembra de lhe perguntarem se é peixe que faz falta no mar, daquelas espécies que, devido à sobre–exploração, podem desaparecer a curto prazo. Na quarta – feira, a organização ecologista Greenpeace pediu aos consumidores portugueses para comprarem peixe de forma mais sustentável e aos distribuidores para venderem espécies menos exploradas e com artes de pesca menos exploradas destruidoras dos ecossistemas marinhos. Segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação), três quartos dos Stocks do mundo estão totalmente explorados, sobre-explorados ou esgotados. (…) Para orientar os consumidores, a Greenpeace fez uma Lista Vermelha (ver caixa) de 15 espécies que são vendidas em Portugal e às quais devíamos dar algum «descanso», devido

5

5


VAMOS ADOPTAR O OCEANO ATLÂNTICO ao risco de poderem esgotar. Mas não é um ultimato aos portugueses, que consomem, per capita, 50 quilos de peixe por ano, o valor mais elevado dos países europeus. A solução é saber escolher. E para isso, os detalhes fazem a diferença, como o nome científico, o local da apanha ou o viveiro onde foi criado e o método de captura ou criação: pesca de arrasto, redes de cervo, redes de emalhar, que tipo de viveiros de aquacultura, por exemplo.» Lista Vermelha: os peixes que devemos evitar comer. Alabote, alabote da Gronelândia, atuns, bacalhau do Atlântico, camarões, espadarte, linguado europeu, peixe – espada branco, peixes vermelhos, pescadas, raias, salmão do Atlântico, solha Americana, tamboris, tubarões. In Jornal O Público, 28 de Junho 2008, por Helena Geraldes «Salvar os peixes ameaçados ainda é possível» In Jornal i, 20 de Agosto de 2009, por Enrique Pinto-Coelho. Download em: http://www.ionline.pt/conteudo/19138-salvar-os-peixes-ameacados-ainda-e-possivel

. Discutir/debater e relevância dos textos. . Criar textos criativos e/ou informativos sobre espécies marinhas comerciais ameaçadas tentando identificar quais os factores de ameaça e quais as atitudes a tomar para para ajudar a preservação das espécies ameaçadas. Também se poderá optar por usar outras

676


VAMOS ADOPTAR O OCEANO ATLÂNTICO espécies marinhas ameaçadas não comerciais.

. Ilustrar os textos com desenhos criados pelos alunos ou fotografias. . Debater a frase: “A crise ambiental, que tem nas alterações climáticas a sua face mais visível, é o maior problema que a humanidade alguma vez enfrentou na sua história”. Viriato Soromenho-Marques, in Visão”, 16-07-2009. Sugere-se que os alunos leiam as noticias em anexo como preparação para o debate.

2.

Efectuar visitas a um ou mais locais onde se vende peixe (mercado,

lota, peixaria ou supermercado). Sugere-se que se faça mais do que uma visita (em dias diferentes para obter informação mais representativa).

. Realizar registo fotográfico das bancas de peixe e dos peixes individualmente. . Elaborar um inquérito aos vendedores de peixe de modo a registar quais as espécies mais vendidas e quais as menos vendidas. Registar se se tratam de espécies capturadas ou de aquacultura.

. Elaborar um inquérito de rua ou às famílias ou às restantes turmas, para listar as espécies mais consumidas e qual a sua origem.

. Averiguar se as espécies consumidas estão ameaçadas. . Comparar os resultados entre os dois inquéritos.

7

7


VAMOS ADOPTAR O OCEANO ATLÂNTICO 3. Elaborar placas de identificação das espécies semelhantes às dos postos de venda de peixe onde conste para além de informação sobre a espécie, informação sobre o seu estatuto de conservação. Discutir qual a importância destas informações para o consumidor.

4. Elaborar um guia de consumo de espécies marinhas onde conste informação sobre quais as espécies a consumir e quais as espécies a evitar para o respectivo concelho e /ou um desdobrável sobre espécies marinhas ameaçadas não comerciais.

5

Sugestões de Produto Final

. Compilação dos textos criativos em livro ou DVD. . Reprodução de uma banca de peixe com as etiquetas com os registos fotográficos e outros materiais disponíveis. Concurso para premiar a melhor banca.

.

Divulgação do guia de consumo de espécies marinhas (desdobrável ou cartão) em

várias escolas organismos públicos do concelho e familiares.

. Divulgação no site/blog da escola dos dados dos inquéritos e conclusões da actividade.

898


VAMOS ADOPTAR O OCEANO ATLÂNTICO

6

Avaliação

Preenchimento das fichas de auto e hetero-avaliação (ver Fichas de Avaliação). Discussão/debate actividades

sobre

tiveram

o

impacto

projecto: positivo

As

acções

nos

colegas

desencadeadas da

escola

e

pelas famili-

ares? Bibliografia Oceanário de Lisboa.2006. S.O.S. OCEANO. Guia de bolso para as melhores escolhas de peixes e mariscos em Portugal. Câmara Municipal de Vila do Bispo. s/data. Guia do consumidor de pescado do Concelho de Vila do Bispo. Sequeira, M.; Matias, S.; Farinha, J.C.; Gaspar, R.; Silva, C.; Augusto, J.; Ferreira, C.V., Fonseca, M.J.; Narra, P.& Luís, A.R. 2009. Bases para o plano de acção para a salvaguarda e monitorização da população de roazes do estuário do Sado. Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade. Sugestões de formação adicional para os professores: Formações pedagógicas e workshops no Oceanário de Lisboa e Zoomarine.

9

9


Outubro 2008

ameaçadas

Lista das espécies

Eu? Vermelho?

• 3/4 dos stocks de peixe do mundo estão totalmente explorados ou esgotados • 88% das populações da União Europeia são vítimas da sobrepesca, frente a uma média mundial de 25% • 90% das populações de grandes predadores a nível global, como o atum, o bacalhau e o peixe espada, já desapareceram, principalmente por causa da sobrepesca • actualmente, apenas 1% dos oceanos e mares do mundo estão protegidos, e somente 0,1% como reservas marinhas. São números ínfimos se comparados com os 12% de espaços naturais protegidos em terra.

Os oceanos estão em crise

VAMOS ADOPTAR O OCEANO ATLÂNTICO www.greenpeace.pt

ANEXO

(Hippoglossus hippoglossus)

Alabote da Gronelândia (Reinhardtius hippoglossoides)

Atuns

(Thunnus obesus, Thunnus thynnus, Thunnus maccoyii Thunnus albacares, Thunnus alalunga)

Bacalhau do Atlântico (Gadus morhua)

• desenvolvam uma política de compra e venda de peixe sustentável • deixem de vender as espécies da nossa lista vermelha, pois estão ameaçadas de extinção ou são capturadas com métodos muito destrutivos do ecossistema marinho • aumentem a oferta de peixes que sejam garantidamente provenientes de uma gestão sustentável de recursos • trabalhem com seus fornecedores para que possam finalmente oferecer produtos sustentáveis

A Greenpeace pede aos supermercados que:

O que pede a Greenpeace?

Alabote

(Parapenaeus longirostris, Metapenaeus monoceros, Litopenaeus vannamei, Penaeus monodon)

Espadarte (Xiphias gladius)

Linguado Europeu (Solea solea)

Peixe Espada Branco (Lepidopus caudatus)

Portanto, a Greenpeace considera que os supermercados têm a responsabilidade de desenvolver políticas que garantam a sustentabilidade do peixe que oferecem aos consumidores. Somente assim a saúde dos mares e oceanos estará garantida.

• mais de 70% do peixe consumido em Portugal é adquirido nas grandes superfícies • o consumo médio de peixe em Portugal é de aproximadamente 50 kg por pessoa por ano

Os supermercados têm um enorme poder nas mãos:

Os supermercados são cúmplices na destruição

Camarões

(Sebastes marinus, Sebastes mentella, Sebastes fasciatus)

Pescadas

(Merluccius merluccius, Merluccius australis, Merluccius hubbsi, Merluccius capensis, Merluccius paradoxus)

Raias

(Dipturus batis, Dipturus laevis, Rostroraja alba, Atlantoraja castelnaui, Leucoraja melitensis

Escolhe bem o teu peixe, não mordas o anzol!

Os supermercados têm responsabilidade sobre os produtos que vendem. Pedir-lhes que desenvolvam uma política de compra sustentável como solução ao problema dos oceanos é um primeiro passo. Como consumidor/a tens o direito de poder escolher produtos que tenham origem sustentável. Agora é o momento para que os supermercados desenvolvam políticas de compra e venda de peixe sustentável, da mesma forma como já é possível encontrar produtos de comércio justo em suas prateleiras.

Tu podes ajudar!

Peixes Vermelhos

(Salmo salar)

Solha Americana

(Hippoglossoides platessoides)

Tamboris

(Lophius americanus, Lophius piscatorius , Lophius budegassa)

Tubarões

(Galeorhinus galeus, Isurus oxyrhinchus, Prionace glauca, Squalus acanthias)

2ª. Qual o método de pesca usado na captura ? Não compres peixe capturado com métodos destrutivos, como a pesca de arrasto, que destrói o ecossistema marinho e captura acidentalmente uma enorme quantidade de peixes. Opta por métodos mais sustentáveis, como armadilhas e linha e anzol.

??

1ª. Qual é o nome do peixe e onde foi capturado ? Certifica-te de que o peixe que estás a comprar está etiquetado correctamente, tanto com o seu nome comum quanto com o nome científico. Não consumas as espécies da lista vermelha se não garantirem que sua origem é sustentável.

2 questões fundamentais

Salmão

10 10 11


VAMOS ADOPTAR O OCEANO ATLÂNTICO

11 11


VAMOS ADOPTAR O OCEANO ATLÂNTICO

ANEXO

12 12


O CLUBE DE CIENTISTAS Disciplinas intervenientes

Ciências Físico-Químicas, Ciências da Natureza, Educação Visual e Tecnológica, Matemática.

1

Motivação

Realização de visita a um dos seguintes locais (ver Lista de Contactos):

. Centros de Ciência Viva (Lagos, Tavira ou Vila do Conde) . Pavilhão do Conhecimento Ciência Viva - Lisboa . Oceanário de Lisboa . Instituto de Meteorologia . Museu da Água - EPAL

2

Definição do Tema

Sugestão de questões a abordar: 1. Qual a diferença entre tempo e clima? 2. Quais os critérios da bandeira azul? 3. Como se determina a qualidade de água?

1


O CLUBE DE CIENTISTAS Tema: O Clube dos Cientistas

3

Planificação

3.1. Objectivos

. Construir equipamentos de uma Estação Meteorológica . Conhecer alguns parâmetros que são utilizados para determinar a qualidade da água

3.2. Materiais Os materiais necessários para cada uma das actividades propostas encontram-se descritos no ponto 4.

3.3. Informação de Apoio As estações meteorológicas são locais equipados com instrumentos de medição para o registo de dados de várias variáveis meteorológicas. As variáveis estudadas, para uma eficaz previsão do tempo, são: precipitação, temperatura do ar, pressão atmosférica, humidade relativa do ar,

radiação e direcção e velocidade do vento.

A estação meteorológica que se propõe construir nesta actividade é composta por três instrumentos:

. Termómetro Digital – mede a temperatura atmosférica; . Catavento (a construir) – indica a direcção do vento; . Pluviómetro (a construir) – mede a pluviosidade (ou precipitação). 32


O CLUBE DE CIENTISTAS Informação adicional sobre estações meteorológicas pode ser encontrada em:

.

http://www.meteo.pt/pt/areaeducativa/ (observação e interpretação do tempo e

informação sobre clima e tempo)

. http://www.ancruzeiros.pt/anccatavento.html (exemplo de construção de catavento) . http://snirh.pt/snirh.php?main_id=1&item=4.3.2&objlink=&objrede= (dados em tempo real sobre temperatura, humidade relativa e direcção e velocidade do vento)

. http://snirh.pt/snirh.php?main_id=1&item=4.3.2&objlink=&objrede= ( dados em tempo real

sobre precipitação) A água não é apenas um líquido incolor, inodoro e sem sabor, é na realidade um químico muito activo cujas reacções são essenciais à vida. A qualidade da água dos mares, rios, lagos e lagoas influencia o uso que fazemos dessa água. A qualidade da água é definida pelos seus parâmetros físicos, químicos e biológicos. A qualidade das águas balneares é definida de acordo com os valores exigidos na directiva 76/160/CE que corresponde aos vlaores limite fixados na legislação portuguesa, Decreto-Lei nº 236/98 de 1 de Agosto (ver Anexo). Informação adicional sobre a qualidade da água das praias pode ser encontrada em:

. http://www.aguasdoalgarve.pt/canal_educativo/index.htm . http://snirh.pt/snirh.php?main_id=1&item=1.2 (informação geral dirigida a crianças e jovens sobre a qualidade das praias)

3


O CLUBE DE CIENTISTAS 3.4. Preparação Actividade 1 - Estação Meteorológica.

Recolha bibliográfica sobre a activi-

dade proposta, leitura e interpretação dos textos/imagens/material de apoio sugeridos. Formação de grupos de trabalho. Recolha do material necessário para efectuar as experiências propostas nas actividades. Actividade 2 - Determinação do grau de poluição da água. Recolha bibliográfica sobre a actividade escolhida, leitura da informação de apoio sugerida. Formação de grupos de trabalho. Escolha dos tipos de água a amostrar. Preparação da amostragem (escolha dos locais e recolha de material para a amostragem).

4

Desenvolvimento

Propostas de Actividades

1. Estação Meteorológica Objectivos específicos

. Indicar pelo menos três variáveis meteorológicas sem errar; . Distinguir, enunciando, os diferentes instrumentos que compõem uma estação meteorológica;

. Compreender as relações existentes entre as diferentes variáveis meteorológicas.

54


O CLUBE DE CIENTISTAS Materiais para a Estação Meteorológica

. Bússola . Termómetro Digital Catavento

. 4 Pionés . Régua de 30 cm . Lima . Tesoura . Canivete . Serra manual . 2 Canetas esferográficas sem carga . Caneta de acetato . 2 Copos de iogurte (de plástico)

. Martelo . Cabo de vassoura . 2 Elásticos . Prego pequeno . 2 Pregos compridos (ver Figura 4) . Quadrado de madeira (1 cm de espessu-

ra, 6 cm de lado)

. Peça de madeira (15cmx10 cmx0.3cm) Pluviómetro

.

Garrafas de plástico transparentes

(grandes)

. Fitas adesivas à prova de água . Caneta de acetato

Catavento Procedimento

1. Cortar com a serra 30cm do cabo de vassoura e limar as partes serradas. 2. Marcar com a caneta duas linhas paralelas numa das extremidades do cabo serrado (ver Figura 1.a)

5


O CLUBE DE CIENTISTAS 3. Com o auxílio da serra, fazer uma ranhura de 1cm na extremidade do cabo marcado (ver Figura 1.b).

Adaptado Revista de ensino de ciências 1982.

4. Traçar duas diagonais no quadrado de madeira a lápis (ver Figura 2). 5. Colocar o tubo da caneta no centro do quadrado e marcar um círculo a lápis (ver Figura 2).

Adaptado Revista de ensino de ciências 1982.

6. Furar a madeira no círculo marcado com auxílio do canivete de modo a fixar o tubo da caneta.

7. Serrar 2.5cm de tubo de caneta e encaixar a peça no orifício criado no quadrado de madeira, de modo a aparecer tubo dos dois lados do quadrado de madeira.

76


O CLUBE DE CIENTISTAS 8. Retirar o fundo dos copos de iogurte e cortar o cilindro em 4 partes iguais. 9. Fixar com pioneses as 4 partes iguais obtidas ao quadrado de madeira, ao longo das diagonais (pás). NOTA: Fixar cada ¼ de copo de iogurte pelo mesmo canto. (ver Figura 3).

Adaptado Revista de ensino de ciências 1982.

10.

Cortar um círculo, no outro copo de iogurte,

com diâmetro igual ao cabo de vassoura do outro copo de iogurte .

11. Na outra extremidade do cabo de vassoura, colocar o círculo de plástico, o quadrado de madeira com as pás e tubo e o prego grande (Figura 4). Martelar o prego de modo a fixar as peças ao cabo da vassoura. Verificar se a madeira com pás roda livremente.

12. Traçar a lápis na peça de madeira o esquema da Figura 5. Serrar a peça e limar as superfícies serradas.

13. Fixar a peça à ranhura da outra extremidade do cabo de vassoura (ver Figura 3) com um prego pequeno

7


O CLUBE DE CIENTISTAS (ver Figura 6).

14. Procurar o ponto de equilíbrio horizontal do catavento (Figura 7) e marcar com a caneta esse ponto.

Adaptado Revista de ensino de ciências 1982.

15. Pregar um prego grande nesse ponto. 16. Prender, com elásticos, o outro tubo da caneta ao cabo de vassoura que sobrou deixando parte do tubo acima do cabo (ver Figura 8).

17. Encaixar o prego central do catavento no tubo da caneta (ver Figura 9). Verificar se o catavento roda livremente.

Adaptado Revista de ensino de ciências 1982.

98


O CLUBE DE CIENTISTAS Pluviómetro Procedimento

1. Cortar a garrafa grande em duas partes, utilizar a parte do gargalo como funil e colocá-la dentro da base (ver Figura 1).

2. Prender o funil à outra parte com a fita adesiva à prova de água (ver Figura 2). 3. Medir a quantidade máxima de água que o pluviómetro poderá receber (capacidade de precipitação).

4. Fazer uma escala de leitura do aparelho, fazendo marcações com a fita adesiva e deixando 1cm entre cada marcação (ver Figura 3).

5. Colocar o aparelho no exterior, evitando locais como: debaixo de alpendres, debaixo de árvores ou outros locais protegidos.

Adaptado Revista de ensino de ciências 1982.

Recolha de dados Ao longo de vários dias, observar, medir e registar:

a) A direcção e sentido do vento usando o catavento; b) A altura da água acumulada no pluviómetro (e, de seguida, esvaziar o aparelho);

9


O CLUBE DE CIENTISTAS c) O valor da temperatura com o termómetro digital; este registo deve ocorrer, preferencialmente, sempre à mesma hora. Alternativamente, podem efectuar-se dois registos de temperatura: um de manhã cedo (cerca das 09h00) e outro cerca das 14h00. Tratamento de dados Compilar numa tabela todos os dados registados. Fazer gráficos para cada uma das variáveis medidas em função do tempo. Analisar/determinar/discutir a relação entre as grandezas medidas. Apresentar os resultados e toda a informação recolhida em posters.

2. Determinação do grau de poluição da água Objectivos específicos

Os alunos deverão ser capazes de determinar parâmetros físico-químicos da água, assim como detectar se esta está ou não poluída com matéria orgânica.

10 11


O CLUBE DE CIENTISTAS Materiais para a Determinação do grau de poluição da água

. Caderno de registo . Lápis . Frascos de plástico com tampa (de preferência esterilizados) com capacidade de 500ml . Frascos de plástico com tampa (de preferência esterilizados) com capacidade de 250ml . Conta-gotas . Termómetro . Fitas de pH . Fitas de determinação de nitratos . Sabão azul e branco . Colher . Solução de permanganato de potássio 1% . Luvas de látex Procedimento

1. Recolher amostras de água de diferentes origens (e.g., água destilada, água da torneira, água da chuva, água de um poço, água do rio, água do mar). Por questões de segurança, coloque luvas de látex. Para uma correcta representatividade da amostra, devem ser recolhidas pelo menos três amostras de cada origem de água. Catalogar cada um dos frascos com uma etiqueta onde deverá escrever a data, origem da água e o número da amostra.

2. No caso da amostragem se realizar em rios ou no mar, pegar no recipiente pela base, mergulhar com o bocal para cima até ele ficar com água (a recolha deve ser

11


O CLUBE DE CIENTISTAS feita a cerca de 30cm de profundidade). Catalogar cada um dos frascos com uma etiqueta, onde deverá escrever a data, a origem da água e o número da amostra.

3. Colocar cerca de 200ml de água de cada uma das amostras recolhidas, em dois frascos diferentes (um será utilizado na determinação de matéria orgânica e o outro na determinação da dureza da água; a restante amostra será utilizada na determinação do pH e dos nitratos). Catalogar cada um dos frascos com uma etiqueta onde deverá escrever a data, origem da água, o número da amostra e o tipo de análise. Procedimento: Determinação da matéria orgânica

4. Adicionar a cada frasco a solução de permanganato de potássio, gota a gota, mexendo a água com a colher, após adicionar cada uma das gotas.

5. Contar o número de gotas necessárias para que a água mantenha a coloração rosa durante 20 minutos.

6. Registar os resultados. 7. Comparar o número de gotas necessárias nas diferentes amostras. Nota: Quanto mais elevado for o número de gotas de permanganato de potássio necessárias para manter a água com a coloração rosa durante 20 minutos, mais poluída está a água. O permanganato reage com a matéria orgânica existente na água, oxidando-a. Trata-se de um método limitativo, pois detecta apenas a poluição devido à presença de matéria orgânica.

12 13


O CLUBE DE CIENTISTAS Procedimento: Determinação do pH

4. Retirar, unicamente, o número de fitas de pH necessárias para o teste e fechar imediatamente a embalagem que as contém.

5. Com o auxílio do conta gotas deitar várias gotas da amostra de água no papel indicador de pH, aguardar uns segundos e verificar com que cor ficou o indicador (não deve tocar com os dedos na zona do teste).

6. Determinar, com base na escala de cores do indicador universal o pH e anotar no caderno de campo os resultados obtidos. Procedimento: Determinação de Nitratos

4. Retirar a quantidade exacta de fitas de determinação de nitratos para o teste e fechar novamente a embalagem que as contém.

5. Deitar várias gotas de água na fita e aguarde cerca de um segundo. 6. Observar as zonas de teste da fita após um minuto. 7. Com base na cor obtida, tirar conclusões e anotar no caderno de campo os resultados obtidos. Nota: Na presença de iões nitrato o extremo da fita fica roxo-violeta, enquanto que a parte superior da fita, na presença de nitrito, fica também roxo-violeta. As fitas de teste não devem ser expostas à luz do sol nem à humidade. A sua conservação deve ser feita num local seco e frio (menos de 30ºC).

13


O CLUBE DE CIENTISTAS Procedimento: Determinação da Dureza da Água

4. Com uma lâmina raspe o sabão azul e branco para dentro do copo, agite e verifique se o sabão produziu espuma.

5. Tirar conclusões, sabendo que a água dura não forma espuma com sabão, mas sim um precipitado viscoso, e anotar no caderno de campo. Compilar os dados obtidos para os diferentes tipos de águas. Elaborar uma tabela com os dados das diferentes águas. Comparar os resultados com auxílio de gráficos. Organizar os dados e informação obtida em cada etapa. Elaborar os conteúdos para os posters finais. ANEXO 1

5

Sugestões de Produto Final

. Posters com os resultados das actividades realizadas. . Organização de um “Dia da Ciência” para a exposição das actividades experimentais e dos trabalhos realizados ao longo destas actividades.

. Divulgação da actividade no jornal/site da escola.

6

Avaliação

Preenchimento das fichas de auto e hetero-avaliação (ver Fichas de Avaliação). Discussão/Debate sobre o projecto.

14 15


O CLUBE DE CIENTISTAS Bibliografia Instituto da Água, 2008. Qualidade das águas balneares. Aplicação da directiva 76/160/CEE e da directiva 2006/7/CE. Relatório anual. 2008. MAOTDR. Miranda, P.M.A. 2001. Meteorologia e Ambiente. Universidade Aberta. Val Maddini, M.A. 1992. Construa sua própria estação meteorológica. Revista de Ensino de Ciências, 6:44-56.

15


ANEXO

O CLUBE DE CIENTISTAS

In www.inag.pt

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O CLUBE DE CIENTISTAS

17


O CLUBE DE CIENTISTAS

18 19


O CLUBE DE CIENTISTAS

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O CLUBE DE CIENTISTAS

20 21


O CLUBE DE CIENTISTAS

21


O CLUBE DE CIENTISTAS

22


VER A PRAIA COM OUTROS OLHOS Disciplinas intervenientes

Ciências da Natureza, Educação Visual e Tecnológica, Língua Portuguesa.

1

Motivação

. Visita ao Aquário Vasco da Gama ou (ver lista de contactos) ou

. Visita ao Centro de Interpretação Ambiental da Ponta do Sal – Cascais (ver lista de contactos) (http://www.cm-cascais.pt/Cascais/Viver/Ambiente/POOC/Ponta.htm) ou

. Palestra com biólogo marinho (ver instituições na lista de contactos)

2

Definição do Tema

Sugestão de questões a abordar: 1. Quais são as características que descrevem um ecossistema litoral? 2. Boas e más práticas humanas no ambiente litoral, como afectam este

sistema?

3. Discutir a importância da observação em ciência. .

1


VER A PRAIA COM OUTROS OLHOS Tema: Ver a praia com outros olhos

3

Planificação

3.1. Objectivos

. Identificar a diversidade de seres vivos (fauna e flora)existentes no litoral . Reconhecer que existem diferentes ecossistemas do litoral, analisando os seres vivos no seu habitat

. Caracterizar as relações e interacções entre os diferentes organismos do ecossistema, citando alguns exemplos

. Revelar uma atitude responsável face à conservação dos seres vivos . Indicar efeitos da actividade humana no equilíbrio dos ecossistemas litorais, com exemplos concretos

3.2. Materiais Os materiais terão de ser seleccionados de acordo com as actividades escolhidas que se desenvolverão ao longo do projecto, de acordo com os recursos da

32


VER A PRAIA COM OUTROS OLHOS escola, a imaginação dos alunos e o resultado pretendido. ção dos alunos e o resultado pretendido. Material para a actividade proposta:

. Lápis e borracha . Régua ou escala . Lupa de bolso . Binóculos . Câmara fotográfica . Termómetro . Guias de fauna e da flora do litoral . Caderno de campo (caderno de capa dura preto A5 liso) . Ficha de campo (ver Anexo) e prancha de madeira para fixar a ficha de campo . Frascos com tampa ou sacos plástico com zip-lock para amostragem

3.3. Informação de Apoio Com esta actividade pretende-se sensibilizar os alunos para a importância da conservação

3


VER A PRAIA COM OUTROS OLHOS da vida marinha, identificar as principais espécies da flora e da fauna, estudando as relações entre elas e conhecer quais as ameaças da presença humana no litoral. Esta actividade poderá ser realizada no litoral rochoso e, quando aí não for possível, (rebentação forte no Inverno, difícil acesso, etc.) poderá ser realizada em qualquer zona do litoral de substrato arenoso. As visitas a praias devem ser realizadas na maré baixa de modo a permitir visualizar uma maior diversidade de habitats (consultar a Tabela de Marés do Instituto Hidrográfico: www.hidrografico.pt/previsao-mares.php).

Quer

no

substrato

rochoso,

quer

na areia, quer entre o material que o mar traz, existe sempre algo que merece a pena observar. As recolhas sistemáticas de material devem ser sempre evitadas. Em anexo encontra-se uma ficha de campo que pode ser utilizada ou adaptada pelo professor, consoante o tipo de praia escolhida. O registo de observações pode ser feito nessa ficha. Exemplos de observação a efectuar na saída de campo:

. Barrotes de Madeira: a madeira está sujeita à acção de uma variedade de animais marinhos. Existem animais marinhos que escavam pequenos túneis debaixo da superfície dos barrotes e dão à madeira um aspecto de esponja;

54


VER A PRAIA COM OUTROS OLHOS

. .

Conchas diversas (moluscos); Pinças de caranguejo: podem ser observadas de modo a entender como o caranguejo

as utiliza contra os seus inimigos e não só; carapaças de estrelas-do-mar e ouriços-domar;

. Algas, líquens, anémonas; cracas, camarões, caranguejos, etc.; . Pulgas-do-mar: consomem rapidamente as algas e outras matérias orgânicas em decomposição na linha de marés (consulte o Guia da fauna e flora do litoral para a identificação de espécies);

. Na observação de aves, deve ter-se em atenção, não só o ar como também o solo, no intuito de detectar algumas pegadas na lama ou na areia. Use os binóculos para uma visão mais abrangente (consulte o Guia de Aves para a identificação de espécies).

3.4. Preparação

. Pesquisa, selecção e análise da bibliografia e documentação necessária para a saída de campo

. Preparação logística da saída de campo . Preparação do material necessário para a execução da actividade

5


VER A PRAIA COM OUTROS OLHOS

4

Desenvolvimento

Propostas de Actividades Procedimento no campo

1. Observar a morfologia da praia e o aspecto da costa 2. Exploração do Ambiente. Observações:

.

Factores climatológicos (exposição ao sol, temperatura – fora e dentro de

água, direcção do vento);

. Poça coberta por água na baixa-mar – enclave do Infralitoral; . Rochedos a descoberto durante a maré-baixa – Médiolitoral; . Rochedos que estão permanentemente (ou quase permanentemente) a descoberto – Supralitoral;

. Flora e Fauna (forma e dimensões, variedade, habitats, actividade, modo de fixação, modo de vida, pegadas, etc.); registo fotográfico; se necessário, poderá proceder-se à recolha de exemplares vivos em frasco ou sacos de plástico com água do mar os quais no final da visita deverão ser devolvidos ao seu habitat natural;

. Zonas de areia molhada; . Zonas de areia seca.

76


VER A PRAIA COM OUTROS OLHOS 3. Registar todas as observações no caderno de campo, incluindo os vestígios de actividade humana e preencher a ficha de campo

Procedimento após a saída de campo (sala de aula) Compilação, organização e análise das diferentes observações efectuadas pelos alunos:

. Actividades humanas, dados de biodiversidade, outros; . Integração das observações efectuadas pelos alunos em documento de texto único

com imagens para reorganização da informação obtida;

. Efectuar um esquema do perfil de uma praia de substracto arenoso e /ou de uma praia de substrato rochoso com as informações recolhidas na saída de campo. Esta representação poderá incluir o desenho das espécies observadas no seu respectivo habitat (ver exemplo em Anexo);

. Efectuar um quadro comparativo de boas e más práticas humanas observadas. Discutir a representatividade dessas observações.

7


VER A PRAIA COM OUTROS OLHOS

5

Sugestões de Produto Final

. Exposição e concurso de posters com os resultados da actividade realizada . Exposição fotográfica da fauna e flora observada na saída de campo . Representação de uma peça teatral sobre o tema: Boas e más práticas humanas no nosso litoral

6

Avaliação

Preenchimento das fichas de auto e hetero-avaliação (ver Fichas de Avaliação). Debate na turma acerca da abordagem ao problema, sucesso da divulgação/sensibilização do tema. Bibliografia Bruun, B. ; H. , Delin ; L., Svensson ; A., Singer. & D., Zetleerstrom 1995. Aves de Portugal e Europa. FAPAS. Campbell, A. & J., Nicholes. 1994. Fauna e Flora do Litoral de Portugal e Europa. FAPAS. Enciclopédia Visual OCEANOS.1995. Editorial Verbo.

98


VER A PRAIA COM OUTROS OLHOS Instituto de Conservação da Natureza.2006. Biodiversidade em tons de Azul. Lacerda, M. 2008. Cascais Atlântico - flora e fauna atlântica. Câmara Municipal de Cascais. Macedo, M.I.C. & J.P. Borges.1999 Conchas Marinhas de Portugal. Editorial Verbo. Morton, B.;

J. C. Britton &

A. M. F. Martins. 1998. Coastal Ecology of

the Azores. Sociedade Afonso Chaves, Açores, Portugal. Saldanha, L. 1995. A Fauna submarina atlântica. Publicações Europa-América. Silva., H.M. & J.P. santos.s/data.Livro de campo do Ambiente Litoral “Conhecer para preservar o litoral Torriense”. Câmara Municipal de Torres Vedras.

9


VER A PRAIA COM OUTROS OLHOS

ANEXO

10 11


Adaptado: Canรกrias por una Costa Viva

VER A PRAIA COM OUTROS OLHOS

11


DESPORTOS NÁUTICOS Disciplinas intervenientes Língua Portuguesa, Educação Física, Educação Visual e Tecnológica.

1

Motivação

. Leitura de notícias sobre desportos náuticos (ver Anexo 1). ou

. Exibição de um programa de televisão relacionado com um ou mais desportos náuticos (Exemplos: Extreme Radical – TV Cabo, Fuel TV – Meo). Troca de impressões sobre o programa que viram. ou

. Visita a um clube náutico/escola de surf /escola de vela do concelho (ver sites das respectivas Federações).

1


DESPORTOS NÁUTICOS

2

Definição do Tema

Sugestão de questões a abordar: 1. Porque não praticamos mais desportos náuticos em Portugal? 2. Que desportos náuticos se praticam no concelho? 3. Porque não constam do Desporto Escolar algumas actividades realizadas no mar? 4. Quais os benefícios dos desportos náuticos? 5. Que figuras do desporto nacional se têm salientado no desporto náutico?

Tema: Desportos náuticos

3

Planificação

3.1. Objectivos

. Identificar e divulgar os diferentes desportos náuticos; . Reflectir sobre os benefícios da prática de desportos náuticos; . Alertar para a necessidade de se praticar desporto num ambiente saudável. 3.2. Materiais Os materiais terão de ser seleccionados de acordo com as iniciativas que se desenvolverão ao longo do projecto, de acordo com os recursos da escola, a imaginação dos intervenientes e o resultado pretendido.

2


DESPORTOS NÁUTICOS Material para as actividades propostas:

. Bloco de notas . Lápis . Material áudio-visual (ex: gravador de voz, máquina fotográfica e câmara de video)

3.3. Informação de Apoio Federação Portuguesa de Actividades Subaquáticas: http://www.fpas.pt/links_ent_ filiadas.asp Federação Portuguesa de Canoagem: http://www.fpcanoagem.pt/ Federação Portuguesa de Kite: http://www.apkite.pt/ Federação Portuguesa de Natação: www.fpnatacao.pt Federação Portuguesa de Remo: http://www.remoportugal.pt/ Federação Portuguesa de Surf: www.surfinportugal.com Federação Portuguesa de Vela: www.fpvela.pt Revista Vega: www.revista-vega.com

Para mais informação sobre alguns desportos náuticos praticados em Portugal consultar o Anexo 2 e a bibliografia.

3


DESPORTOS NÁUTICOS 3.4. Preparação Consoante as actividades seleccionadas da etapa 4, haverá a necessidade de diferentes metodologias de preparação, por exemplo:

. .

Elaborar uma ficha tipo para a entrevista; planificar as visitas de estudo; Pesquisar bibliografia em bibliotecas, sites de Internet e livrarias referente a cada

modalidade;

. Recolher informação junto de organismos nacionais como as federações desportivas ou em associações regionais (clubes naúticos, etc.)

4

Desenvolvimento

Propostas de Actividades

1. Entrevista a um atleta ou a um treinador. Reprodução da entrevista no jornal da escola.

2. Visita de estudo a um Clube Náutico e/ou a uma loja de desporto; Escolher um desporto náutico, descrevê-lo sucintamente, e efectuar uma estimativa dos custos económicos inerentes à sua prática. Produção de textos com todas as informações recolhidas.

3. Passeio num barco à vela. Recolha de informações sobre esta modalidade, entrevista a um velejador. Produção de um relatório sobre a visita de estudo.

4


DESPORTOS NÁUTICOS 4. Preparação do Dia dos Desportos do Mar com os familiares – divulgação dos resultados das actividades desenvolvidas ao longo do projecto. Elaboração de cartazes de divulgação, folhetos e convites para os familiares.

5

Sugestões de Produto Final

. Publicação da entrevista no jornal da escola . Apresentação oral ou em posters ou dos trabalhos relacionados com as visitas e resultados do trabalho efectuado com as entrevistas

. Dia dos Desportos do Mar – apresentação dos trabalhos desenvolvidos ao longo do projecto

. Sugere-se que o produto final seja divulgado no jornal/ site da escola

6

Avaliação

Preenchimento das fichas de auto-avaliação e hetero-avaliação. Discussão/debate sobre o projecto.

5


DESPORTOS NÁUTICOS Bibliografia Manual de Kayak Polo. Federação Portuguesa de Canoagem. Disponível em: http://www.fpcanoagem.pt/Especialidades/KayakPolo/Apresenta%C3%A7%C3%A3o/tabid/80/ Default.aspx Manual de Vela Adaptada. Federação Portuguesa de Vela. Disponível em: http://www.fpvela.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=635232&att_ display=n&att_download=y 180 anos de Remo em Portugal. Federação Portuguesa de Remo. Disponível em: http://www.remoportugal.pt/LinkClick.aspx?fileticket=obglPybJZGg%3d&tabid=62

6


ANEXO 1

DESPORTOS NÁUTICOS Remo: Europeu2010 - Montemor-o-Velho vence candidatura

Marathonas, Grécia, 20 Set (Lusa) - Montemor-o-Velho foi a cidade escolhida hoje em Assembleia Geral da comissão da Federação Internacional de Remo (FISA) para os assuntos europeus para organizar o Campeonato de 2010, com 15 votos a favor de um total de 29 países. A cidade portuguesa ganhou a candidatura a organizar o Campeonato da Europa de Remo, em Setembro de 2010, derrotando a cidade alemã de Duisburg e a lituana de Trakkai. “Estou muito feliz. Trabalhámos muito para este projecto, a federação, o governo e a câmara (municipal de Montemor-o-Velho). Conseguimos a maioria absoluta dos votos e derrotámos a cidade alemã, que para mim era a mais forte e com mais experiência”, afirmou à Agência Lusa Rascão Marques, presidente da Federação Portuguesa de Remo. Para o responsável federativo, que se encontra na Grécia, Portugal “nunca organizou um evento deste nível” e, pelo feedback que recebeu até ao momento, “está toda a gente encantada”. “Agora temos de acabar as obras (do Centro de Alto Rendimento) no próximo ano. Não podemos relaxar, não só pelo prestígio da federação, mas também do país”, avançou Rascão Marques. A candidatura portuguesa foi declarada apta em Fevereiro deste ano pelos representantes máximos da FISA, uma vez que o projecto de Montemor-o-Velho reúne todas as condições exigidas. Rascão Marques explicou ainda que o facto de Portugal ter marcado presença no remo nos Jogos Olímpicos e Paraolimpicos de Pequim2008 também deu visibilidade ao país e contou para “a vitória na política desportiva internacional”. “A FISA não está a dormir. Compara dados, analisa-os. E o nosso esforço em convencer os responsáveis europeus de que tínhamos condições para acolher o Europeu deu frutos”, afirmou, satisfeito. A pista de Montemor-o-Velho foi reconhecida como classe A, o que significa que pode receber campeonatos da Europa, do Mundo e Jogos Olímpicos. Montemor-o-Velho acolheu em 2001 a Coupe de la Jeunesse, competição juvenil e júnior, mas esta é a primeira vez que Portugal vai organizar um evento de remo com esta dimensão em termos de participantes (cerca de 500 atletas). RCP. In Jornal de Notícias , 02 - 09- 2008 ( http://jn.sapo.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=1015815)

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DESPORTOS Alunos com deficiência NÁUTICOS aprendem a velejar Ria acolhe semanalmente lições de espírito de grupo e de responsabilidade

Alunos com deficiência aprendem vela. Aulas no âmbito de um protocolo com o Clube de Vela da Costa Nova. É uma forma de estimular o sentimento de responsabilidade em jovens com dificuldades de aprendizagem. Alunos com deficiência aprendem vela. Aulas no âmbito de um protocolo com o Clube de Vela da Costa Nova. É uma forma de estimular o sentimento de responsabilidade em jovens com dificuldades de aprendizagem. A sexta-feira é o dia mais desejado pelo grupo de cinco alunos do Centro de Acção Social do Concelho de Ílhavo (CASCI) que participam nas aulas de vela, ao abrigo de um protocolo com o Clube de Vela da Costa Nova. Os rostos sorridentes e a boa disposição compravam o prazer que estes jovens (três com Síndrome de Down e dois com dificuldades de aprendizagem) sentem. “É uma forma de aprendermos coisas novas e de espairecer”, diz Mariana Cardoso, de 20 anos, que se intitula como “a engenheira do grupo”. Carlos Martins, 30 anos, assume-se como “o capitão do barco”. É com esta boa disposição que os cinco jovens se equipam e começam a carregar o material para aparelhar o barco, antes de irem para a ria. “Hoje está pouco vento, não sei se vai dar para velejar”, diz Henrique Santos, monitor do CASCI. Para o professor, estas aulas, mais do que “espairecer” como diz a Marina, servem para os ajudar a “cultivar um sentimento de responsabilidade e de trabalho em equipa”. “Eles nestas aulas são obrigados a cumprir certas rotinas e isso é muito importante quando falamos de jovens que apresentam algumas dificuldades”, acrescenta. Opinião partilhada por José Teixeira, monitor do Clube de Vela. “Apesar de serem alunos com dificuldades, cumprem um programa de treino como os restantes, mas com o treinador dentro do barco, o que acaba por ser uma aprendizagem mais personalizada”, sublinha. Mas voltemos aos alunos que já começaram a içar as velas. “Puxa ai, com força”, ordena Mariana. E vestindo a pele de líder, lá vai conseguindo, em conjunto, com os restantes colegas aparelhar o barco. É a parte que mais agrada a Carlos, de 30 anos, que sofre de Síndrome de Down. “O que mais gosto é mexer nas peças e montar as coisas para o barco ir para a água”, diz, acrescentando que também

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DESPORTOS NÁUTICOS

sabe fazer nós e que não tem medo de cair à água. “Sei nadar, se caísse sabia vir para terra. Mas nunca caímos...”. Mariana é a aluna mais antiga destas aulas e por isso é das poucas que já sabe conduzir a embarcação e, diz com grande orgulho, que também sabe “fazer viragens de bordo”. O objectivo desta jovem, de 20 anos, é aprender a velejar para “um dia ir sozinha para a ria no meu barco”. In Jornal de Notícias, 17-01-2009 (http://jn.sapo.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=1073059)

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DESPORTOS NÁUTICOS Surf: Circuito Mundial - Tiago Pires qualificado para confronto com excampeão Mundo

Victoria, Austrália, 07 Abr (Lusa) -- Tiago Pires qualificou-se hoje para a segunda ronda do Rip Curl Pro, segunda etapa do Circuito Mundial ASP de surf, ao derrotar o havaiano Dustin Barca na primeira eliminatória. Na próxima ronda, “Saca” vai defrontar o australiano Mick Fanning, oitavo do “ranking” mundial em 2008 e campeão do Mundo em 2007. No 16º e último “heat” da eliminatória inaugural, o português alcançou os registos de 7,17 e 6,33, somando 13,5 pontos, enquanto o adversário, que faz este ano a estreia no circuito, obteve apenas 11,17, resultado das pontuações de 6 e 5,17. Com a vitória alcançada hoje, Tiago Pires, 31º do circuito em 2008, vai defrontar na segunda eliminatória um dos 16 melhores do “ranking” do ano passado, que, com o novo modelo competitivo do Rip Curl Pro, entraram directamente para a segunda ronda. Também na primeira eliminatória, destinada aos restantes 32 surfistas, o luso-alemão Marlon Lipke, com 7,6, foi batido na praia de Bells Beach, Victoria, pelo australiano Dayyan Neve, que somou 14 pontos. Em 2008, a prova australiana foi ganha pelo norte-americano Kelly Slater, detentor do título e nove vezes campeão do Mundo.

In Jornal de Notícias, 07-04-2009 (http://jn.sapo.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=1193896)

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DESPORTOS NÁUTICOS Veleiros robóticos: Portugal sagra-se vice-campeão do Mundo Porto, 10 Jul (Lusa) - O barco da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) terminou em segundo lugar o Campeonato do Mundo de Veleiros Autónomos (robôs não tripulados), que decorreu no Porto de Leixões, Matosinhos, anunciou hoje a organização. O campeonato foi conquistado pelo barco austríaco, que venceu as quatro regatas, realizadas quarta e quinta-feira ao largo do Porto de Leixões, refere a FEUP, em comunicado. “Pela primeira vez em Portugal, esta iniciativa da FEUP revelou que é possível criar sistemas robóticos 100 por cento autónomos, capazes de orientar embarcações à vela em alto-mar, mesmo com o vento forte e condições de navegabilidade adversas”, salienta a organização.

In Jornal de Notícias, 10-07-2009, (http://jn.sapo.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=1304628)

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DESPORTOS Mundiais de canoagem: NÁUTICOS Portugal em grande Canoístas portugueses apuraram-se todos para as meias-finais A selecção portuguesa de canoagem conseguiu esta quintafeira o pleno de apuramentos para as meias-finais dos 500 metros nos Mundiais, que decorrem até domingo em Dartmouth, Canadá. “Foi um dia normal, pois o nível exigido a Portugal obriga os atletas a cumprir este objectivo. No primeiro dia toda a gente costuma estar nervosa, mas acredito que sexta-feira, onde têm de superar uma exigência maior, vão provar de que material são feitos”, disse à Agência Lusa o seleccionador Ryszard Hoppe. O destaque da jornada foi para o K2 Leonel Correia/João Ribeiro, que venceu a sua eliminatória, impondo-se com 1.38,80 minutos, batendo as poderosas República Checa e Lituânia. “O barco andou bem, equilibrado. Sentimos uma energia positiva. Vencemos adversários difíceis e isso é sempre estimulante. Agora é importante estarmos ao mesmo nível nas meias-finais, pois é à final que queremos chegar, mesmo sabendo do quão complicado isso é”, resumiram Leonel Correia e João Ribeiro. As duas tripulações olímpicas femininas - K1 Teresa Portela (2.07,208 minutos) e K2 Helena Rodrigues/Beatriz Gomes (1.54,114) -- cumpriram o objectivo, ambas com o quarto lugar. “O primeiro dia nunca me corre muito bem. Sempre foi assim em todas as provas. Acredito que posso melhorar. Sei que é quase utópico entrar na final, mas espero sair daqui pelo menos com o mesmo 14º que obtive nos Jogos Olímpicos”, disse Teresa Portela. Helena Rodrigues e Beatriz Gomes (11ª em Pequim2008) geriram a prova com “tranquilidade”, especialmente depois do incidente com a primeira, que feriu dois dedos ao fechar uma janela. “Estiveram com gelo toda a tarde e não sinto muitas dores. Vou fazer um raio X e ver a extensão do problema. Espero estar em pleno no resto da competição”, disse Helena Rodrigues. As três olímpicas, juntamente com Joana Sousa, integraram o K4 que foi quinto classificado, quando os três primeiros entravam para a final. “Era uma série muito equilibrada. Na meia-final queremos ter sucesso e manter o pleno de finais”, resumiu Beatriz Gomes.

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DESPORTOS NÁUTICOS

Programa para sexta-feira, meias-finais 500 metros (horas de Lisboa):

14:31 K4 Helena Rodrigues/Teresa Portela/Joana Sousa/Beatriz Gomes. 19:05 K1 Teresa Portela. 19:20 K2 Leonel Correia/João Ribeiro. 19:50 K2 Helena Rodrigues/Beatriz Gomes.

In SCN, 13-08-2009 (http://www.scn.pt/outras/noticia.php?id=ic0tIKTYsuI&menu=23)

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DESPORTOS NÁUTICOS Bronze para Portugal na canoagem Vinte anos depois de José Garcia ter sido medalha de bronze na Bulgária, País volta a celebrar um terceiro lugar. É a segunda medalha de sempre ganha por Portugal num Campeonato do Mundo de canoagem. As canoístas lusas Helena Rodrigues, Teresa Portela, Joana Sousa e Beatriz Gomes formaram o K4 200 metros no sector feminino que ontem, no Canadá, país onde tem palco o Mundial, terminou a final em que participou numa honrosa e destacada terceira posição da geral. Apesar de Portugal ter conquistado nos últimos anos inúmeras medalhas em competições internacionais - só no corrente ano de 2009 já somou um total de dez medalhas -, a medalha garantida ontem é, somente, a segunda da história para Portugal em mundiais de canoagem. A primeira, também de bronze, havia sido assegurada por José Garcia (K1 1000 metros) na Bulgária, em 1989, há 20 anos. “Foi perfeito. Tudo! Estamos radiantes. É o reconhecimento do nosso valor e trabalho ao longo destes últimos anos e um tónico para continuarmos”, disse Joana Sousa, uma das portuguesas medalhadas na classe K4 200 metros. Já no entender de Ryszard Hope, o seleccionador de Portugal, a medalha de bronze é “mais do que merecida e uma prova do valor, determinação e dedicação de quatro mulheres exemplares enquanto atletas”, sublinhou.

In Diário de Dotícias, Agosto 2009 (http://dn.sapo.pt/desporto/outrasmodalidades/interior.aspx?content_id=1336894)

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DESPORTOS NÁUTICOS Canoagem

ANEXO 2

Modalidades Estilo livre É uma das mais recentes variantes da canoagem. Foi

oficialmente

reconhecida

pela

Federação

Internacional de Canoagem (ICF) em Outubro de 2004. O objectivo da competição de Estilo Livre é realizar num determinado tempo várias manobras com a embarcação numa onda ou rolo de rio, e obter uma pontuação com base na quantidade de movimentos e

variedade

de

figuras

conforme

uma

tabela

preestabelecida. São pontuadas todas as manobras executadas a montante da espuma do rolo ou do pico da onda. A pontuação é atribuída ao atleta conforme a variedade de manobras realizadas na onda. No nosso país começam a aparecer bastantes adeptos desta nova especialidade. Os locais privilegiados para a sua prática são os rios.

Fundo Aqui estão incluídos o Campeonato Nacional de Fundo, bem com a Taça de Portugal de Tripulações de Fundo. Estas provas são disputadas habitualmente em rios e compreendem as distâncias de 5000 metros. Os clubes decidiram em Assembleia Geral transformar o antigo Campeonato de Promessas no Campeonato Nacional de Esperanças que vai ser composto por três provas, com as distancias de 6 km para as categorias de Cadetes, 4 Km para os Infantis e 2 Km para os Iniciados. Os Torneios Abertos vão manter-se, mas foram abolidas as distâncias de 200 e agora só vão ser disputados os 2.000 metros: a competição principia com as fases regionais e zonais e termina com uma final nacional que agora inclui, além dos monolugares K1 e C1, as embarcações K2, K4, C2 e C4.

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DESPORTOS NÁUTICOS Kayak O Kayak Polo é uma disciplina de Canoagem que se disputa numa área de jogo de 40 por 20 metros, delimitada em piscinas, rios ou lagos, e cujo objectivo consiste na marcação do maior número de golos na baliza adversária, que tem dimensões 1,5 metros e está suspensa a dois metros da superfície da água. Os encontros têm duas partes de 10 minutos e são disputados por duas equipas de cinco elementos (três suplentes com substituições ilimitadas), podendo a bola ser jogada com a mão ou a pagaia. Nos mundiais de 2004 do Japão e 2006 da Holanda Portugal obteve brilhantes oitavos lugares, enquanto no Campeonato da Europa 2005, realizado em Madrid, os lusos foram sétimos. Em Portugal o campeonato é decidido pelo somatório dos resultados em cinco torneios autónomos. Em 2006 registou-se um “boom” desta especialidade com 20 equipas em competição. A Federação promove também a Taça de Portugal. Anualmente tem-se realizado ainda o Setúbal Cup Kayak-Polo, a principal prova de carácter internacional a decorrer no país.

Kayak Surf É uma especialidade de exibição em tudo semelhante ao Surf, mas realizada num Kayak. O atleta recebe pontos pelas manobras que for realizando ao longo da onda. Esta é a especialidade mais recente da Canoagem: em 2006 realizou-se a primeira prova organizada em Portugal pela FPC, nomeadamente a 1ª Taça de Portugal, disputada em Peniche. Em Assembleia-geral os clubes aprovaram a criação do novo regulamente proposto pela Federação, que contempla a organização do Campeonato Nacional , composto por diversas provas.

Longa Distância A 28 de Outubro, os clubes aprovaram em Assembleia Geral um conjunto de alterações às competições, pelo que, a partir de agora, a Longa Distância inclui as Maratonas e o Kayak-Mar. Espírito de sacrifício, persistência, tenacidade são características fundamentais a quem se quer impor nestas especialidades.

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DESPORTOS NÁUTICOS Maratona A Maratona é a variante em que Portugal tem grande tradição internacional, com alguns dos seus melhores especialistas. Em 2005, Beatriz Gomes (K1) foi vice-campeã do Mundo, tal como a dupla José Sousa/Nuno Barros (C2). Em 2006 conquistaram ambos a medalha de bronze. Actualmente Beatriz é vice-campeã europeia, enquanto Sousa e Barros são bronze. Estes atletas, claramente da elite internacional, venceram também a Taça do Mundo 2005. Já este ano, e sem o contributo destes “medalhados”, Portugal colocou 10 das 11 embarcações que terminaram a Taça do Mundo (nos diferentes escalões) no “top 10”, sinal de que o país é das principais potências internacionais desta especialidade. Portugal vai organizar em 2009 o Campeonato do Mundo e em 2008 a Taça do Mundo, com ambas as provas a decorrer em Crestuma, Vila Nova de Gaia. A disciplina de Maratona disputa-se com as mesmas embarcações das regatas em linha, apenas diferindo no facto de serem mais leves. As competições realizam-se em distâncias entre os 36 e os 21 km. Durante a prova, os atletas são obrigados a realizar um ou mais trajectos em terra correndo com a embarcação na mão, percurso durante o qual aproveitam para se alimentar e hidratar.

Kayak Mar A longa distância inclui agora o Kayak Mar, uma disciplina mais recente, mas que já possui um campeonato nacional devidamente estruturado: esta vertente da Canoagem decorre no mar e/ou estuários, em embarcações específicas, nas variantes monolugar e bilugar. A nível Internacional, a “Volta à Madeira em Canoa” é tradicionalmente a prova mais concorrida, até porque traz ao país inúmeros atletas de todo o planeta. Em 2006 Portugal recebeu a Taça do Mundo, uma prova inegável da confiança que a Federação Internacional (ICF) deposita nos dirigentes lusos – o evento trouxe ao país competidores dos vários cantos do mundo e realizou-se a 02 de Julho, em Oeiras.

Regatas em Linha É a disciplina mais conhecida e decorre habitualmente em canais, construídos artificialmente, com aproximadamente 2.000 metros de comprimento e 03 metros de profundidade, sendo todo o

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DESPORTOS NÁUTICOS

percurso balizado, permitindo a montagem de nove pistas.

Em Portugal existe apenas um canal artificial vocacionado para a pista, localizado em Montemor-o-Velho, onde decorrem as principais competições nacionais e onde as várias selecções habitualmente trabalham. A pista disputa-se em embarcações muito elegantes e rápidas, mas muito instáveis, denominadas de: Kayak (K1, K2 e K4) e Canoa (C1 C2 e C4): nas canoas apenas competem os homens. Esta é a disciplina “rainha” da Canoagem, modalidade Olímpica que atribui 12 medalhas de Ouro. Concentra a maior parte dos atletas. Em provas internacionais disputa-se nas distâncias olímpicas de 500 e 1.000 metros. Os 200 metros decorrem apenas em mundiais e europeus. No actual ciclo olímpico, registam-se como principais resultados o sétimo lugar de Emanuel Silva na final K1 1.000 metros nos Jogos Olímpicos de Atenas: este jovem é bicampeão europeu sub23 e foi bronze nos europeus absolutos de 2005. Em 2006, o K2 Leonel Correia/Pedro Santos conquistou duas medalhas de bronze na Taça do Mundo e a dupla David Fernandes/ Filipe Duarte Duarte foi prata nos Europeus sub-23. Em 2005, no Festival Olímpico da Juventude Europeia (FOJE), que decorreu em Itália, a Canoagem portuguesa garantiu cinco das nove medalhas que Portugal conquistou. Em termos nacionais, destacamos a organização do campeonato, Taça de Portugal e de várias selectivas e controlos nacionais A canoagem é modalidade olímpica desde 1936. Portugal esteve representado nos Jogos Olímpicos de Seul1988, Barcelona1992, Atlanta1996 e Atenas2004.

Slalom É a outra “modalidade” olímpica e atribui quatro medalhas de Ouro. É a disciplina mais difícil e espectacular em termos visuais. A comprová-lo está o facto de ter sido a segunda modalidade mais vista nas televisões mundiais durante os Jogos Olímpicos Atenas’2004, logo a seguir aos 100 metros do atletismo. Os jovens Ivan Silva (K1) e José Carvalho (C1), campeões nacionais absolutos com 18 e 17 anos, respectivamente, são as principais esperanças na representação de Portugal no Slalom em Pequim’2008 – estes atletas têm competido regularmente em Espanha, onde somaram já mais do

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DESPORTOS NÁUTICOS que um pódio cada na Taça do Rei. Anualmente, disputa-se a Taça do Mundo e os Campeonatos da Europa (sénior, sub-23 e júnior) e do Mundo (sénior e júnior). Em termos nacionais, destacamos a realização do campeonato e a Taça de Portugal, bem como o Slalom Internacional de Fridão (Amarante). As competições realizam-se para os homens em embarcações kayak monolugar (k1) e canoas mono e bilugar (C1 e C2). As mulheres competem apenas em embarcações Kayak monolugar. Cada atleta realiza, em forma de contra-relógio, um percurso de 20 “portas” suspensas sobre o plano de água, que normalmente é artificial. O resultado final é obtido pelo somatório dos tempos duas manga mais as penalizações resultantes da transposição incorrecta das portas. É obrigatório o uso de coletes salva-vidas e capacete de protecção. Em slalom, Portugal esteve representado nos Jogos Olímpicos de Barcelona1992, Atlanta1996 e Sidney2000. Dentro das competições de Slalom foi introduzida pela FPC a disciplina de Rafting. No ano de 2006 foi realizada a 1º Taça de Portugal de Rafting em Melgaço.

Fonte: Federação Portuguesa de Canoagem http://www.fpcanoagem.pt/

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DESPORTOS NÁUTICOS Remo História do Remo Ensina-nos a história que o remo desde os seus primórdios está repleto de episódios importantes nas suas derivações, principalmente no comércio e na guerra onde foi de indiscutível relevância no tocante a sua utilidade. Um faraó egípcio conseguiu organizar uma frota de 400 navios movidos a remo, o que constituiu a sua esquadra naquela época. Isso mais ou menos nos anos 2000a.C. Desporto náutico popularizado com denominação de remo para mais facilmente diferenciálo do iatismo. Em inglês chama-se rowing, no francês aviron e em alemão ruder. A canoagem é também uma forma desportiva a remo. Utilizado desde que o homem começou a locomover-se sobre a água, o barco a remo foi explorado como desporto na segunda metade do século XIX. Há notícias de competições que se realizaram muito antes daquele período, como em Veneza -Itália, no distante ano de 1315 e na Inglaterra em 1715. Foi neste último país que o remo se organizou pela primeira vez, inclusive através de clubes, de que é um exemplo o Leander Club (1817), o mais antigo de todo o mundo. Mas o desporto ganhou rumo definitivamente no ambiente universitário. As universidades de Cambrigde e Oxford adoptaram-no e, em 1829, iniciaram a realização da tradicional regata que anualmente revive, no Rio Tâmisa, os primórdios do remo. Da Inglaterra, as regatas rapidamente se espalharam para diversos países da Europa, ganhando notável impulso. As embarcações, a princípio largas e pesadas, foram aperfeiçoados dentro de uma técnica que permitiu a obtenção de resultados cada vez melhores, pela rapidez com que deslizavam na água. A evolução do desporto implicou na classificação das provas de acordo com o número de remadores, surgindo competições que variavam, como ainda hoje, de um (1) a oito (8) homens, com ou sem timoneiro (ou patrão) que é o tripulante encarregado de orientar o barco e os companheiros.

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DESPORTOS NÁUTICOS REMO REMO significa o acto de deslocar um barco com ou sem timoneiro pela força muscular de um ou mais remadores, usando remos como alavancas e sentados de costas para a direcção do movimento do barco. Remar num aparelho ou tanque que simulem a acção de remar num barco também é considerado como REMO. Num barco a remo, todas as suas partes devem estar firmemente fixadas ao corpo (casco) incluindo os eixos das partes móveis, mas o carrinho pode-se movimentar, sobre sua linha longitudinal. Uma regata de remo é uma competição desportiva que consiste numa série de provas, disputadas por diversas classes de remadores (as) divididos em diferentes categorias de acordo com o sexo, e a idade de cada um.

Barcos SINGLE SKIFF (1X) PESO: 14 Kg. , COMPRIMENTO: 8,20m

DOUBLE SKIFF (2X) PESO: 27 Kg. COMPRIMENTO: 10,40m

FOUR SKIFF (4X) PESO: 52 Kg. COMPRIMENTO: 13,40m

DOIS SEM TIMONEIRO (2-) PESO: 27 Kg. COMPRIMENTO: 10,40m

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DESPORTOS NÁUTICOS QUATRO COM TIMONEIRO (4+)

DOIS COM TIMONEIRO (2+) PESO: 32 Kg. COMPRIMENTO: 10,40m

PESO: 51kg. COMPRIMENTO: 13,70m

QUATRO SEM TIMONEIRO (4-) PESO: 50kg. COMPRIMENTO: 13,40m

OITO COM TIMONEIRO (8+) PESO: 96kg. COMPRIMENTO: 19,90m

Fonte: Confederação Brasileira de Remo http://www.cbr-remo.com.br/

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DESPORTOS D ESPORTO NÁUTICOS Kitesurf KiteSurf - Vertentes 1- Freestyle 2- Race 3- Speed 4- Wave Tracção KiteBuggie MountainBoard

1- Freestyle As manobras de Freestyle em Kitesurf são pontuadas tendo em conta vários critérios que estão expostos no Rule Book correspondente. Evolução técnica do freestyle em kitesurf: O Kitesurf, como todos os desportos ditos “radicais”, teve uma evolução técnica relativamente rápida. Este desporto começou por ser chamado Flysurf. A partir do momento que desportistas de outras modalidades começaram a ser atraídos por este novo desporto, o Flysurf mudou de nome passando a ser conhecido como Kitesurf ou Kiteboard. Os desportistas oriundos de outras modalidades tais como o wakeboard, o snowboard, o windsurf, o surf e também o skate, trouxeram uma nova dinâmica ao desporto, transferindo a sua atitude, estilo e todo um novo leque de manobras para o Kitesurf. No início, o objectivo principal de todo o tipo de manobras era executá-las em altura, com o kite a ser levado para trás relativamente à direcção da navegação. Esta forma de salto é chamada Whip. Nos campeonatos mundiais, iniciados em 1998, o salto mais pontuado era o mais alto e com mais rotações do corpo do atleta. Em meados de 2001 os atletas começaram a executar um novo tipo de manobra - o boardoff, técnica que consiste em tirar a prancha dos pés em pleno salto e voltar a encaixar nos pés antes de aterrar. Passados 2 anos as manobras do wakeboard começaram a invadir o mundo do Kitesurf.

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DESPORTOS NÁUTICOS Estas manobras davam maior ênfase ao power e velocidade com que eram executadas. Os Kitesurfistas chegaram rapidamente a um nível perfeito de execução devido ao facto de poderem atingir mais altura através da força vertical do kite. Este último estilo ainda hoje está muito presente nos campeonatos mundiais, mas com um pormenor muito significante que é o facto de todas as manobras serem executadas e dificultadas propositadamente pondo o kite na zona de força máxima, no momento aéreo do salto, manobra essa chamada kite-loop. Neste momento da história do Kitesurf as manobras mais poderosas e com mais estilo são as mais pontuadas. Para dificultar esta manobra é acrescentada outra chamada handle-pass desenganchar a barra do arnês e passá-la por detrás das costas durante o salto. As variantes destas manobras são imensas e traduzir a espectacularidade deste desporto por palavras é difícil, o melhor é mesmo assistir aos campeonatos ao vivo!

2- Race O formato de Race em Kitesurf assemelha-se em grande parte às regatas de barcos. Os riders partem todos da mesma zona, da linha de partida ao mesmo tempo e têm por objectivo, percorrer um circuito triangular feito por bóias ancoradas no mar, no menor tempo possível. As regras deste formato encontram-se no Rule Book de Race.

3- Speed Este formato é dos menos conhecidos por ser o mesmo praticado. É necessário um plano de água de preferência liso (flat) para que o rider possa percorrer uma determinada distância (+/-500 metros) no menor tempo possível.

4- Wave No formato de Ondas (Wave) em kitesurf, o rider tem por objectivo surfar as ondas com a ajuda do kite, num determinado espaço (área de prova). As regras deste formato encontram-se no Rule Book de Wave.

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TRACÇÃO

DESPORTOS NÁUTICOS

1- Kitebuggie O Kitebuggy ou, simplesmente Buggy, é um pequeno veiculo, normalmente com três rodas – havendo modelos de duas e quatro rodas – dirigido pelos pés e puxado por um papagaio (asa) de tracção que, sob a acção do vento, desenvolve a necessária força para nos levar a passear ao longo de qualquer espaço livre de obstáculos, sendo as praias, com areia compacta e vento mais constante, os locais de eleição para a prática desta modalidade. Dependendo da velocidade do vento e da sua direcção, assim como do tipo de material usado, conseguem-se percorrer distâncias mais ou menos longas, rolando com mais ou menos velocidade, aproveitando assim o espaço disponível, normalmente com ida e regresso ao local de partida. A travessia de desertos e glaciares é um exemplo de grandes distâncias com partida e chegada em locais diferentes. As praias e campos são exemplos de pequenos “circuitos”. O contacto com a Natureza é uma constante. Podemos apenas deixar-nos levar pelo vento e desfrutá-lo, ou aproveitar e desenvolver algumas habilidades como, andar de marcha-atrás, praticar hotdogs (rodar em apenas duas rodas), 360º, etc. Há como em todos os desportos, a vertente competição, de onde normalmente saem os melhoramentos que nos permite ter acesso a cada vez melhores e mais seguros equipamentos. As provas de Buggy em Portugal ainda são, muito por via do número de praticantes, apenas mais uma forma de dinamizar os amantes da modalidade, contribuindo assim para o seu desenvolvimento.

2- Mountain Board Mountain board é uma das mais recentes e espectaculares modalidades dos desportos de vento. A facilidade de aprendizagem e transporte do equipamento, contribuem de forma significativa para o desenvolvimento da modalidade. À semelhança do Parakart/Buggy e com uma prancha com rodas (Mountainboard), usa-se um Papagaio (asa) de tracção para nos impulsionar ao longo dos areais e campos, onde a inexistência

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DESPORTOS NÁUTICOS

de obstáculos permitam o passeio.

Os saltos e as suas manobras associadas dão o necessário espectáculo e a respectiva adrenalina aos praticantes. Em Portugal o número de praticantes não pára de aumentar, havendo já vários encontros, prevendo-se para breve a integração em provas desportivas.

Fonte: Federação Portuguesa de Kitesurf http://www.apkite.pt/

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KITESURF - CURIOSIDADES DESPORTOS NÁUTICOS 1)

O kitesurf é um desporto novo. Quando e onde é que surgiu? Resumidamente, qual tem sido

o seu percurso desde então? Voltemos atrás no tempo, o Kite (papagaio de vento) na sua forma mais simples foi inventado na China em 478 antes de Cristo pelos mestres de kite Kungshu P’an e Mo Zi e permaneceram sem grandes alterações até ao Inicio do século XIX. Em 1826 George Pocock dá a conhecer ao mundo os primeiros kites controláveis com mais de uma linha. Pela primeira vez um kite era controlado pelo piloto que puxando alternadamente as linhas de controlo podia modificar o comportamento do kite. Ao voar um kite apercebeu-se que a força produzida era proporcional ao tamanho do kite e nasceram os kites de tracção (papagaios de tracção). Em meados de 1970 foram vistas algumas pessoas puxadas por kites de tracção com skis aquáticos. Gilbertus Panhuise usou uma prancha de windsurf e obteve uma patente em 1977. Durante os anos 80 Andreas Kuhn é visto na televisão com um wakeboard e um parapente de 25 metros. Em 1984 Dominique e Bruno Legaignoux obtêm a patente para kite relançáveis na água (tal como os conhecemos hoje). Os kites imediatamente começam a ser testados em pranchas e skis aquáticos. Mas meados dos anos 80 o windsurf estava no auge e nenhuma empresa quis apostar na ideia dos irmãos Legaignoux, até que estes fundaram a sua própria empresa de kitesurf (Wipika ) em 92-93. A partir daqui o desporto tem estado em pleno desenvolvimento com o aparecimento de inúmeras marcas no mercado. 2) E em Portugal, em que altura é apareceram os primeiros praticantes? Mais uma vez, qual tem sido o seu percurso, desta vez a nível nacional? A nível nacional os primeiros praticantes apareceram em 97-98 na zona da Lagoa de Albufeira. A modalidade tem evoluído bastante nas zonas costeiras de Faro, Lagoa Albufeira, Caparica, Troia, Foz do Arelho, Aveiro e Viana do Castelo. A nível de competições nacionais apenas há que contar com um campeonato realizado o ano passado.

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DESPORTOS NÁUTICOS

Em finais de 2002 foi criada a APKITE – Associação Portuguesa Kite, que veio dar novo apoio a esta modalidade em plena expansão.

Assim organizou o primeiro campeonato nacional em 2003. Esse trabalho tem vindo a ser continuado com o campeonato nacional em 2004 e 2005. 3)

Têm uma ideia de quantos praticantes de kitesurfing existem actualmente em Portugal? (ou

qual o nível de expansão do desporto) Actualmente deverão existir uns 1000 em todo o país, mas o desporto tem vindo a crescer exponencialmente de ano para ano. 4) Concretamente, em que consiste o kitesurf e como é que é pode ser definido? O kitesurf é um desporto aquático de tracção. Uma asa de grandes dimensões (papagaio gigante) puxa com a força do vento sobre a água uma pessoa em cima de uma prancha. As manobras que se podem realizar dependem apenas da imaginação de um, uma vez que este desporto combina vários desportos como o Windsurf, Skate, Surf, Snowboard e Wakeboard. 5) A adesão feminina a este tipo de desportos. Têm ideia do número de mulheres a praticá-lo? Infelizmente existem poucas mulheres a praticá-lo, talvez umas 5 a 10 no país inteiro. 6) As mulheres têm, à partida, dificuldades ou benefícios extra em relação aos homens na prática de uma modalidade como esta? A anatomia da mulher adapta-se bem ao Kitesurf, a força que o Kite gera pode perfeitamente ser controlada, contudo o Kitesurf é um desporto exigente fisicamente quer para homens ou mulheres. Exige uma boa forma física. 7) Quais as zonas do corpo que este desporto trabalha mais? O Kitesurf trabalha bastante as pernas, braços, e abdominais. 8) Qual o equipamento necessário para se praticar kitesurf? Existe(m) alguma(s) recomendações especiais para quem vá comprar este equipamento? O equipamento básico de Kitesurf é composto pelos seguintes elementos: - Kite -> Pagagaio com área entre os 6m2 e os 20m2, com perfil tubular que é enchido com ar

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DESPORTOS NÁUTICOS

para caso caia na agua seja fácil de colocar no ar. -

Linhas -> Prendem o kite à barra e tem geralmente 27m, contudo o tamanho pode oscilar

entre os 20m e 40m. -

Barra -> É a barra que prende as linhas que por sua vez se prendem no Kite. É o volante do

Kite - Arnês -> Equipamento tipo cinta pós parto, para colocação na zona do estômago. Possui um gancho que prende na barra. O arnês ajuda a aguentar a tremenda força exercida pelo Kite, sem ele seria impossível aguentar mais que 10 minutos. - Prancha -> A prancha é usada para deslizar sobre a água. A recomendação especial para mulheres tem a ver com o Arnês, este pode ser de cintura ou “seat” (tipo sentado). Geralmente as mulheres não se dão bem com os arneses cintura pois pode incomodar o peito. O arnês “seat” fica mais baixo e possui umas alças nas pernas o que impede de subir e causar incomodo, contudo convém comprar um arnês próprio para senhora pois as formas físicas da mulher diferem da do homem. 9) E em termos de condições (atmosféricas, do mar, ou outras), quais as condições necessárias/ Ideais para se fazer Kitesurfing? O kitesurf deve ser praticado num local livre de obstáculos como cabos eléctricos, pessoas, casas, arvores, estradas …. Pode-se praticar com ondas ou em lagoas dependendo dos gostos. O vento deve ser on-shore ou side-shore (ventos do mar para terra) por razões de segurança, em caso de queda não somos arrastados para alto mar. O vento também deverá ser constante pois a prática de kitesurf não se coaduna com ventos instáveis (com grandes variações de velocidade, rajadas). Antes de ir para a praia convêm consultar o estado do vento nas praias através do www.offshore.pt que possui medições de vento em tempo real em várias praias portuguesas. De referir que o vento no interior é muito “sujo” (com muitas variações) por isso não é aconselhado a sua prática em barragens.

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DESPORTOS NÁUTICOS 10) Quais as melhores praias do país para se fazer Kitesurfing? As melhores praias são de norte para sul: Viana do Castelo (Cabedelo), Aveiro, Foz do Arelho, Caparica, Lagoa Albufeira, Tróia, Falésia, Faro e todas as praia amplas e com areal suficiente. 11) Que conselho dariam a alguém que queira começar a praticar a modalidade? Comece por contactar uma escola que tenha as mínimas condições de segurança e que lhe transpareça alguma credibilidade. Poderá consultar www.apkite.pt e obter uma lista das escolas existentes.

Fonte: Federação Portuguesa de Kitesurf http://www.apkite.pt/

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ROV’s – robots submarinos Disciplinas intervenientes

Língua Portuguesa, Educação Visual e Tecnológica, Ciências Naturais, Língua Inglesa.

1

Motivação

. Visita ao Instituto Hidrográfico ou

. Visita a um Veículo de Operação Remota (ROV), ROV-LUSO:

na Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental (EMEPC) ou

. Requisitar à EMEPC uma sessão educativa com o mini-rov Lusinho ou

. Exibição do filme Oceano Profundo (volume 5 eps.11) da colecção «O planeta Terra

como nunca antes viu» – BBC (à venda na FNAC)

1


ROV’s – robots submarinos

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Definição do Tema

Sugestão de questões a abordar: 1. Para que servem os ROV’s? 2. Quais as aplicações dos mini-rov’s e dos rov’s? Quais as diferenças? 3. A Exploração do fundo do mar “a ponta do iceberg”. 4. Como é que a tecnologia robótica está a revolucionar o conhecimento dos fundos oceânicos?

Tema: ROV’s - robots submarinos

3

Planificação

3.1. Objectivos

. Identificar os diferentes ROV’s existentes no nosso país. Distinguir as diferentes capaci-

dades de cada um e potencialidades.

. Identificar as aplicações dos mini-ROV’s na sociedade e indústria . Reflectir sobre : - avanço tecnológico vs. preservação do ambiente marinho - avanço tecnológico vs. exploração dos recursos marinhos

. Reflectir sobre as potencialidades dos ROV’s na exploração científica e exploração dos recursos marinhos do oceano Atlântico

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ROV’s – robots submarinos 3.2. Materiais Os materiais terão de ser seleccionados de acordo com todas as iniciativas que se desenvolverão ao longo do projecto, de acordo com os recursos da escola, a imaginação dos intervenientes e o resultado pretendido. Material para as actividades propostas:

. Bloco de notas . Lápis . Material áudio-visual (ex: gravador de voz, máquina fotográfica/ câmara de vídeo) . Materiais recicláveis, pasta de papel ou outros que permitam criar as maquetas

3.3. Informação de Apoio

O ROV é um veículo subaquático, controlado remotamente, que permite a observa-

ção do fundo do mar e de estruturas submarinas. A ligação entre o veículo e a superfície é assegurada por um cabo umbilical que permite a comunicação bidireccional, assim como o transporte de energia para o veículo.

A utilização de um ROV permite operações até grandes profundidades (podem chegar

aos 6000m) e durante um período prolongado (dias) nunca conseguido com recurso a mergulhadores. Além disso, permite a realização de operações em águas contaminadas que representam um risco para a vida humana bem como a manipulação de estruturas submersas. São inúmeras as aplicações desta tecnologia que vão desde a investigação marinha em meio hostil, às actividades militares, passando pela indústria de petróleo e gás.

3


ROV’s – robots submarinos Actualmente, os ROV’s também começam a ser utilizados na prospecção e exploração de minérios em oceano profundo. Informação detalhada sobre ROV’s pode ser encontrada em: Mini-Rov’s http://www.ac-cess.com/ http://www.rovworld.eu/pt.html ROV’s http://www.neptunsubsea.no/subsea-equipment/ http://www.argus-rs.no/ ROV’s em Portugal http://www.hidrografico.pt/rov-remotely-operated-vehicle.php http://www.emepc.pt Institutos de investigação internacionais que possuem ROV’s http://oceanexplorer.noaa.gov/technology/subs/rov/rov.html http://oceanexplorer.noaa.gov/explorations/06fire/background/tech/tech.html http://www.ifremer.fr/flotte/systemes_sm/engins/victor.htm http://www.whoi.edu/oceanus/viewArticle.do?id=54066 http://www.whoi.edu/oceanus/viewArticle.do?id=14507 http://oceanexplorer.noaa.gov/explorations/06fire/logs/may10/may10.html

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ROV’s – robots submarinos 3.4. Preparação

Consoante as actividades seleccionadas da etapa 4, haverá a necessidade de

diferentes metodologias de preparação. Actividade 1

.

Fazer um levantamento de empresas e instituições (ver exemplos de instituições)

dos profissionais portugueses que utilizam estes equipamentos

. Elaborar uma lista de profissionais a contactar . Desenvolver uma ficha para as entrevistas aos profissionais (exemplo: dados pessoais, instituição, local de trabalho, funções desempenhadas, síntese do dia-a-dia a bordo, síntese do trabalho a bordo)

. Leitura dos textos do Anexo 1 (notícias) . Leitura do texto do Anexo 2 (excerto de um diário náutico) Actividade 2

. Efectuar a recolha de imagens e de modelos dos ROV’s (ver informação de apoio) . Seleccionar os materiais a utilizar na construção dos ROV’s . Seleccionar a informação técnica e aplicações dos ROV’s escolhidos

Exemplos de instituições a contactar (ver lista de contactos): Pilotos ROV

. Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental (EMEPC)

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ROV’s – robots submarinos

. Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiente - Universidade do Porto Cientistas

. Centro de Geofísica da Universidade de Évora . Centro de Recursos Minerais da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa

(CREMINER)

. DepartamentodeGeologiaMarinhadoLaboratórioNacionaldeEnergiaeGeologia(LNEG) . Centro de Estudos do Ambiente e do Mar - Universidade de Aveiro . Estação de Biologia Marinha de Funchal . Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP) - Universidade dos Açores . Instituto Hidrográfico

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Desenvolvimento

Propostas de Actividades

1. Entrevistas presenciais a cientistas portugueses que tenham participado em campanhas oceanográficas com ROV’s. Preferencialmente efectuar mais do que uma entrevista para os alunos obterem diferentes perspectivas da utilização do equipamento (ex: biólogo marinho, geólogo marinho, geofísico, oceanógrafo). e/ou

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ROV’s – robots submarinos Entrevista presencial a pilotos de ROV portugueses. e Elaboração de um excerto de diário de bordo de piloto ou cientista com base nas entrevistas, bibliografia e informação de apoio.

2. Elaboração de maquetas de ROV’s com materiais diversos e painéis com as características e respectivas aplicações. Atribuição de nome a cada um dos ROV’s criados.

5

.

Sugestões de Produto Final

Exposição dos trabalhos finais sob a forma de posters ou apresentação oral. Ex:

“As diferentes aplicações dos ROV’s: quais as usadas em Portugal?” ou “ROV um parceiro na preservação dos oceanos” ou “Um dia com um piloto de ROV”.

.

Organização de um seminário para a divulgação da aplicação dos ROV’s

em Portugal, convidando profissionais relacionados com o tema.

. Criação de um blog ou peça de teatro com o dia-a-dia de um cientista ou piloto de ROV a bordo de um navio.

. Exposição do um Diário de Bordo em vitrinas ou em posters. . Exposição das maquetas de ROV e respectiva informação. Concurso da maqueta mais criativa.

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ROV’s – robots submarinos

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Avaliação

Preenchimento das fichas de auto-avaliação e hetero-avaliação. Debate na turma acerca da abordagem ao problema, sucesso da divulgação do tema. Bibliografia Bohm, H. 1997.Build Your Own Underwater Robot and Other Wet Projects. Westcoast Words. Christ, R.D. & R. L. Wernli Sr. 2007.The ROV Manual: A User Guide for Observation Class Remotely Operated Vehicles. Elsevier. Le Pichon, X. 1988. Kaiko - Viagem aos Confins do Oceano. Gradiva Publicações.

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ROV’s – robots submarinos

ANEXO 1

Portugal adquire ROV para explorar fundos Oceânicos A

Estrutura

de

Missão

para

a

Extensão

da

Plataforma

Continental

(EMEPC)

assinou a 29 de Fevereiro de 2008 o contrato para aquisição de um ROV (”Remotely Operated Vehicle”), modelo Abyss Bathysaurus XL da companhia Norueguesa, Argus Remote Systems AS com capacidade operacional até aos 6000m de profundidade. O ROV, da classe trabalho, permite efectuar tarefas imprescindíveis para o sucesso da missão, tais como a recolha selectiva e contextualizada geologicamente de amostras geológicas. Paralelamente serve de plataforma para acoplamento de um elevado número de instrumentos científicos, como: parâmetros físicos e químicos da água, câmaras de alta definição HDTV, a amostragem na subsuperfície em rocha e sedimento, sonar e batimetria multi-feixe, medidor de correntes, entre outros. O ROV permite ainda um avanço em matéria de exploração e prospecção dos fundos oceânicos, tendo em vista a inventariação de recursos e a sua potencial exploração económica. Numa perspectiva aplicada é igualmente possível o acoplamento de equipamentos específicos para operações de engenharia pesada como lançamento de cabos submarinos, inspecção, limpeza e manutenção de infraestruturas submarinas, podendo igualmente ser utilizado em operações combate à poluição marinha. Portugal possui as zonas marítimas de maior dimensão da União Europeia, cuja riqueza em biodiversidade e recursos não-vivos é assinalável. Este equipamento representa um avanço tecnológico e científico, essencial no quadro da missão de extensão da plataforma continental, sendo simultaneamente uma mais valia para o país, posicionando-o na linha da frente na investigação científica fundamental e aplicada do domínio oceânico profundo ao permitir o acesso a 99% dos fundos marinhos sob soberania portuguesa.

Fonte – EMEPC, 2009

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ROV’s – robots submarinos

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ROV’s – robots submarinos

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ROV’s – robots submarinos Submersível mergulha nas profundezas Pela primeira vez em mais do que uma década, os cientistas alcançaram as zonas mais profundas do Oceano Pacífico. O veículo de operação remota Nereus mergulhou no dia 31 de Maio, a 10,902m de profundidade até ao fundo do “Challenger Deep” na fossa das Marianas. Esta é a primeira visita a este local desde a visita do ROV japonês Kaiko em 1998. Nereus, construído por investigadores do Instituto Oceanográfico Woods Hole de Massachusetts (ver Nature 437, 612 – 613; 2005), mergulhou durante 10h lançado do navio de investigação Kilo Moana, para a recolha de amostras e envio de imagens do fundo do mar (ver imagem ao lado).

In Nature Vol 459, 11 Junho2009

12 13


ROV’s – robots submarinos

Exerto do Diário de Bordo “Kaiko - viagens aos confins ANEXO 2 do oceano”

13


ROV’s – robots submarinos

14 15


ROV’s – robots submarinos

15


ROV’s – robots submarinos

16 17


ROV’s – robots submarinos

17


ROV’s – robots submarinos

18 19


ROV’s – robots submarinos

19


VAMOS VESTIR O MAR Disciplinas intervenientes

Educação Visual e Tecnológica, Língua Portuguesa, Ciências da Natureza e História.

1

Motivação

. Visita a uma loja de vestuário de carnaval

ou

. Visita ao Oceanário de Lisboa ou a um museu relacionado com o mar (ver lista de museus)ou

2

Definição do Tema

Sugestão de questões a abordar: 1.Que materiais, de preferência renováveis, poderemos nós utilizar para a confecção de vestuário alusivo ao mar?

2. Que animais marinhos são preferidos entre os adultos? E entre a camada jovem?

1


VAMOS VESTIR O MAR Tema: Vamos vestir o mar

3

Planificação

3.1. Objectivos

. Identificar diferentes espécies marinhas . Identificar tipos de vestuário típico de profissões ligadas ao mar . Identificar e conhecer objectos associados ao mar

3.2. Materiais Os materiais para estas actividades deverão ser seleccionados pelos alunos em colaboração com os professores de Educação Visual e Tecnológica, dependendo do modelo

e

criatividade

associada.

3.3. Informação de Apoio Em Anexo encontram-se vários endereços de modelos que poderão ser utilizados na criação de vestuário (fanatasias), máscaras de Carnaval ou mascotes alusivas ao mar. Sugere-se a também a pesquisa de sites e livros sugeridos (ver bibliografia geral do kit do

mar) e a consulta das fichas “As Profissões Associadas ao Mar” “As nossas embarca-

ções” ”Desportos náuticos” para escolha do motivo de fantasia/ máscara /mascote.

32


VAMOS VESTIR O MAR 3.4. Preparação Pesquisa de objectos relacionados com o mar (ver ficha “ROV’s- robots submarinos” e “As nossas embarcações”), biodiversidade marinha (ver ficha “Vamos adoptar o Oceano Atlântico” e “Ver a praia com outros olhos”), profissionais do mar (ver ficha “As profissões ligadas ao mar”), ou outros desde que seja alusivo ao tema e que seja passível de se utilizar para criar máscaras ou vestuário. Fazer uma selecção de quais os materiais a utilizar.

4

Desenvolvimento

Propostas de Actividades

.Construção de máscaras de Carnanval alusivas à temática do mar .Confecção de vestuário alusivo temática do mar .Construção de um animal marinho – mascote para a turma Sugere-se que para cada um dos motivos seleccionados seja elaborado um Cartão de Identidade, o qual poderá ser um cartaz, uma bandeira ou as costas de uma fantasia. O Cartão de Identidade poderá conter a seguinte informação:

.

estatuto de conservação, etc.

Espécie marinha: nome vulgar, nome científico, área de distribuição, habitat,

3


VAMOS VESTIR O MAR

.

Profissional do Mar: nome da profissão, breve descrição sobre a actividade

profissional, etc.

.

Objecto: nome, história e breve descrição da utilidade

Preparação do desfile de modelos/prepração de uma peça de teatro/preparação de uma dança Preparação

da

festa

com

apresentação

dos

trabalhos

finais

feitos

pelos

alunos

5

Sugestões de Produto Final

. Desfile dos modelos com vestuário alusivo à temática do mar ou Máscaras de Carnaval alusivas à temática do mar

.Concurso para a escolha de um animal marinho - mascote para a turma .Festa para a apresentação dos trabalhos finais feitos pelos alunos durante o ano .Divulgação das iniciativas no jornal da escola

6

Avaliação

Preenchimento das fichas de auto-avaliação e hetero-avaliação. Discussão/debate sobre o projecto.

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ANEXO 1

VAMOS VESTIR O MAR

Sugestões de sites

Sites para modelos de fantasias: http://www.marylen.com/oceancritters.htm http://www.costumebox.com.au/Childrens-Costumes-p-1-c-252.html http://www.team-mascots.com/childrens_mascot_costumes.htm http://www.brandsonsale.com/toddler-sea-animal-costumes.html http://store.costumecity.com/sea.html Outras opções por animais: Cavalo-marinho http://www.milanoo.com/Sea-Horse-Short-Plush-Adult-Mascot-Costume-p11207.html### Tartaruga: http://www.coolest-homemade-costumes.com/tortoise-costume-2.html Tubarão: http://www.coolest-homemade-costumes.com/unique-costume.html Lagosta: http://www.coolest-homemade-costumes.com/creative-costumes.html Lulas: http://www.coolest-homemade-costumes.com/halloween-idea.html

5


Peixes:

VAMOS VESTIR O MAR

http://www.coolest-homemade-costumes.com/fish-costumes.html Alforreca: http://www.coolest-homemade-costumes.com/jellyfish-costume.html#c1 Aquรกrio: http://www.coolest-homemade-costumes.com/fish-halloween-costumes.html Caranguejo: http://www.buycostumes.com/King-Crab-Adult-Costume/32429/ProductDetail.aspx?REF=AFC-show case&AID=10390395&PID=2004440&SID= Polvo: http://www.coolest-homemade-costumes.com/coolest-octopus-costume-2.html

Modelos de Mรกscaras: http://www.printable-masks.com/printable_animal_masks.html http://papeis.blogs.sapo.pt/2009/02/

6


BIBLIOGRAFIA GERAL A Ciência - A Minha Primeira Enciclopédia Larousse.2003. Porto: Campo das Letras. Al Gore. 2007. Uma verdade inconveniente (adaptação para jovens). Gradiva. Albuquerque, M., Borges, P., Calado, G. 2009. Moluscos Marinhos - Atlas das Ilhas Selvagens. Direcção Regional do Ambiente: Funchal, Portugal. Anónimo.2005. Concurso de Admissão à Escola Naval. Marinha Portuguesa. Atlas dos Oceanos - Uma Extraordinária Aventura no Oceano.2007. Lisboa: Civilização. Baptista, C.M.M. 1995. Os marisqueiros de Vila do Bispo. Algarve em Foco Editora. Baptista de Magalhães, I. 1998. Embarcações Tradicionais: Em Busca de um Património Esquecido. Viana do Castelo: Ed. Grupo Desportivo e Cultural dos Trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo. Bellec, F., D’Oliveira, R., Távora, L.L. 1993. Naus, Caravelas e Galeões na iconografia portuguesa das Descobertas. Lisboa: Ed. Quetzal. Billioud, M. 2008. DOKEO - Proteger a terra. Edicare. Bohm, H. 1997.Build Your Own Underwater Robot and Other Wet Projects. Westcoast Words. Bruun B., Delin H., Svensson L., Singer A. & Zetlerstrom D. 1995. Aves de Portugal e Europa. Porto: FAPAS. Cabeçadas, H. 1986. Embarcações Tradicionais do Sado. Ed. Reserva Natural do Estuário do Sado. Câmara Municipal de Vila do Bispo. s/data. Guia do consumidor de pescado do Concelho de Vila do Bispo. Campbell A. & Nicholes J. 1994. Fauna e flora do litoral de Portugal e Europa. Porto: FAPAS/Parque EXPO 98. Carrasco, E., Peres, A. 1997. Barcos do Tejo. Lisboa: Edições INAPA. Castelo-Branco, M. 1981. Embarcações e artes de Pesca. Lisboa: Lisnave. Castro, F.V. 2003. A Nau de Portugal - Os Navios da Conquista do Império do Oriente. Ed.Prefácio.

1


BIBLIOGRAFIA GERAL Cativo, L. 2005. Ainda Olhão e a Indústria de Conservas de Peixe. Câmara Municipal e Junta de Freguesia de Olhão. 2ª Edição. Christ, R.D. & R. L. Wernli Sr. 2007.The ROV Manual: A User Guide for Observation Class Remotely Operated Vehicles. Elsevier. Correia, L.M. 2002. Paquetes Portugueses. Lisboa: Edições INAPA. Elkington, J., Hailes, J.2006. Guia jovem consumidor ecológico. Gradiva Júnior Enciclopédia da Ciência.2007. Lisboa: Editorial Estampa. Enciclopédia Visual OCEANOS.1995. Lisboa: Verbo. Esteves, A.L., Carvalho, A.S. 2006. Creoula. Ed. Ideias & Rumos. Farquharson, V. 2009. Dormir Nu é Ecológico. Lisboa: Editorial Presença. Ferraria, J., Gonçalves, L. 2007. Roteiro Subaquático de Sesimbra. Tridacna – Associação de Actividades Subaquáticas. Figueira, F.C. 2000. Iates de Portugal 1850 – 1915. Lisboa: Edições INAPA. Garcia, J.C. 2008. A fábrica da baleia de São Roque do Pico. Município de São Roque do Pico. Garrido, A. 2006. A Economia Marítima Existe. Lisboa: Ancora Editora. Gomes, T.1995. Navios Portugueses Séculos X I V e X I X. Lisboa: Edições INAPA. Gomes, T.1996. Navios Portugueses - Séculos X I X. Lisboa: Edições INAPA. Gomes, T.1997. Embarcações Regionais da Tradição Portuguesa. Lisboa: Edições INAPA. Gomes, T. 2001.Os Últimos Navios do Império. Lisboa: Edições INAPA. Gomes, T. 2004. Navios da Antiguidade. Lisboa: Edições INAPA. Grande Enciclopédia do Oceano.2006. Lisboa: Civilização.

32


BIBLIOGRAFIA GERAL Henson, R. 2009. Alterações Climáticas. Rough Guides. I nstituto da Água, 2008. Qualidade das águas balneares. Aplicação da directiva 76/160/CEE e da directiva 2008/7/CE. Relatório anual. 2008. MAOTDR. nstituto de Conservação da Natureza. 2006. Biodiversidade em tons de Azul. Lacerda, Miguel.2008. Cascais Atlântico - flora e fauna marinha. Edição Câmara Municipal de Cascais. Leitão, M., Simões, F.O. 2002. Fragata D. Fernando II e Glória, restauro e recuperação. Ed. Culturais da Marinha. Le Pichon, X. 1988. Kaiko - Viagem aos Confins do Oceano. Gradiva Publicações. Livro vermelho dos vertebrados de Portugal. 2006. Instituto de Conservação da Natureza. Colecção Démeter. Editora Assírio &Alvim. Lopes, A. M. 1997. Moliceiros - a Memória Da Ria. Lisboa: Livros Quetzal. Lopes, A.M. 2008. Regresso ao Litoral”- Embarcações Tradicionais Portuguesas. Lisboa: Edições Culturais da Marinha. Macedo, M. C. 1996. Rei Dom Carlos - Campanhas Oceanográficas. Edições INAPA. Macedo, Maria Isabel C.; Borges, José Pedro.1999. Conchas Marinhas de Portugal. Editorial Verbo. Miranda, P.M.A. 2001. Meteorologia e Ambiente. Universidade Aberta. Morgado F., Gadelha, J., Pimpão M., Soares, A. 2008. Mergulho e fauna subaquática das Ilhas Berlengas. Porto: Editora Afrontamento. Morton, B.; J.C. Britton & A.M.F. Martins. 1998. Coastal Ecology of the Açores. Sociedade Afonso Chaves, Ponta Delgada. Naves, F. & Firmino, T. 2009. Portugal a quente e frio – primeiro livro que aborda o tema das alterações climáticas no nosso país. Livros d’Hoje. Nunes, F. O. 2008.Culturas Marítimas em Portugal. Lisboa: Ancora Editora.

3


BIBLIOGRAFIA GERAL Oceanário de Lisboa. 2006. S.O.S. OCEANO. Guia de bolso para as melhores escolhas de peixes e mariscos em Portugal. O Oceano Um desígnio Nacional para o século XXI.2004. Comissão estratégica para os Oceanos. Oliveira, E.V. 1990.Actividades Agro - Marítimas em Portugal. Lisboa: D. Quixote. Reis, A.B. 2006. Os primeiros cursos de Engenharia Naval na Universidade Técnica de Lisboa in Inovação e Desenvolvimento nas Actividades Marítimas. Edições Salamandra, Lda. Reis, A.C., Ruy, J. 1989.História dos Barcos Portugueses. Ed. ASA Rice, A.L., Rice, T., 2000. Deep Ocean. Smithsonian Books. Rodrigues, N.V., Maranhão, P., Oliveira, P., Alberto, J. .2009. Guia de Espécies Submarinas Portugal – Berlengas. Livraria Civilização Editora. Saldanha, Luís. 1995. Fauna Submarina Atlântica. Lisboa: Publicações Europa-América. Santos Graça, A. 2005. Poveiro. Publicações D. Quixote. 5ª Edição. Sarmento, C. 2000. Os Moliceiros da Ria de Aveiro: Quadros Flutuante. Ed.Câmara Municipal de Aveiro. Sequeira, M.; Matias, S.; Farinha, J.C.; Gaspar, R.; Silva, C.; Augusto, J.; Ferreira, C.V., Fonseca, M.J.; Narra, P.& Luís, A.R. 2009. Bases para o plano de acção para a salvaguarda e monitorização da população de roazes do estuário do Sado. Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade. Silva, A.M. 2004. Um Pequeno Herói. O Dóri dos Bancos Bote dos Bacalhoeiros. Lisboa: Edições Culturais da Marinha. Silva., H.M., Santos, J.P.s/data. Livro de campo do Ambiente Litoral “Conhecer para preservar o litoral Torriense”. Câmara Municipal de Torres Vedras. The Earthworks Group.2003. 50 Coisas simples que as crianças podem fazer para salvar a Terra. Instituto Piaget. Val Maddini, M.A. 1992. Construa sua própria estação meteorológica. Revista de Ensino de Ciências, 6:44-56.

54


BIBLIOGRAFIA GERAL VanCleave, Janice. 1998.Oceanos para jovens. Lisboa: D. Quixote. Vieira, J. A. G. 2004. O homem e o mar. Embarcações dos Açores. Lisboa: Intermezzo –Audiovisuais. Walker, G., King, S.D. 2008. Hot topic – Como combater o aquecimento global. Lisboa: D. Quixote. Yun, J. L. 2008. Como Arrefecer o Planeta. Editorial Presença. Lista de Sites : As profissões ligadas ao Mar Vídeo: Terra Australis: Ciência Polar http://www.cienciaviva.pt/mediaplayer/index.asp?accao=showvideo&id_videofile=9 As nossas embarcações Informação e imagens acerca das embarcações tradicionais portuguesas: http://www.ancruzeiros.pt/ancbtradicionais.html Lista das embarcações portuguesas por regiões: http://nautarch.tamu.edu/shiplab/sc-FIL-BARCOS.htm Informação necessária para a construção de uma lancha poveira. Permite o download dos desenhos e instruções de montagem: http://www.povoadevarzim.com.pt/lanchapoveira.php Informação acerca das embarcações tradicionais portuguesas: http://www.olhao.web.pt/Pesca/Embarca%C3%A7%C3%B5es.htm Informação sobre os navios da Marinha Portuguesas: http://www.emam.com.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=271&Itemid=225 Um mar de pequenos nadas Notícias e artigos da Agência Europeia do Ambiente: http://www.eea.europa.eu/pt Na sessão de Recursos Educativos encontra fichas de actividades sobre os efeitos da poluição na

5


BIBLIOGRAFIA GERAL diversidade das comunidades bentónicas: http://www.cienciaviva.pt/rede/oceanos/oceanos.asp Jogo on-line sobre a influência das nossas acções no meio-ambiente: http://honoloko.eea.europa.eu/Honoloko.html Acções para conservar o meio-ambiente: http://www.50simplethings.com/issues/ Informações sobre Projectos Educativos: http://portal.icnb.pt/ICNPortal/vPT2007/O+ICNB/Educação+Ambiental/ outros+projectos+educativos/ Relatórios sobre as Campanhas Coastwatch de 1995 a 2005: http://www.geota.pt/coastwatch/cw_campanhas/relatorios_regionais/CW2004_regional.pdf ICN.2006. Biodiversidade em tons de Azul: http://www.icn.pt/downloads/ICNBandeiraAzulBiodiv.pdf. Vamos adoptar o Oceano Atlântico Livro Cetáceos no Arquipélago da Madeira: http://www.museudabaleia.org/index.php?option=com_content&task=view&id=39&Item id=113 Lista de peixes vulneráveis: http://www.oceanario.pt/cms/1471 Curiosidades da Fauna e Flora: Blog do Zoomarine: http://zoomarine.blogdrive.com/ Guia das Aves Marinhas dos Açores: http://www.azores.gov.pt/Portal/pt/entidades/sram/publicacoes Lista vermelha de peixes: http://www.greenpeace.org/portugal/lista-vermelha

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BIBLIOGRAFIA GERAL Clube dos cientistas Observação e interpretação do tempo e informação sobre clima e tempo: http://www.meteo.pt/pt/areaeducativa Exemplo de construção de catavento http://www.ancruzeiros.pt/anccatavento.html Dados em tempo real sobre temperatura, humidade relativa e direcção e velocidade do vento: http://snirh.pt/snirh.php?main_id=1&item=4.3.2&objlink=&objrede Dados em tempo real sobre precipitação http://snirh.pt/snirh.php?main_id=1&item=4.3.2&objlink=&objrede Informação sobre a qualidade da água das praias pode ser encontrada em: http://www.aguasdoalgarve.pt/canal_educativo/index.htm Informação geral dirigida a crianças e jovens sobre a qualidade das praias: http://snirh.pt/snirh. php?main_id=1&item=1.2 Ver a praia com outros olhos Tabela de Marés do Instituto Hidrográfico: http://www.hidrografico.pt/previsao-mares.php Desportos Náuticos Desportos Náuticos Federação Portuguesa de Vela: www.fpvela.pt Federação Portuguesa de Surf: www.surfinportugal.com Federação Portuguesa de Natação: www.fpnatacao.pt Federação Portuguesa de Kite: http://www.apkite.pt/

7


BIBLIOGRAFIA GERAL Federação Portuguesa de Actividades Subaquáticas: http://www.fpas.pt/links_ent_filiadas.asp Federação Portuguesa de Remo: http://www.remoportugal.pt/ Federação Portuguesa de Canoagem: http://www.fpcanoagem.pt/ Manual de Kayak Polo. Federação Portuguesa de Canoagem. Disponível em: http://www.fpcanoagem.pt/Especialidades/KayakPolo/Apresenta%C3%A7%C3%A3o/tabid/80/Default. aspx Manual de Vela Adaptada. Federação Portuguesa de Vela. Disponível em: http://www.fpvela.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=635232&att_display=n&att_ download=y 180 anos de Remo em Portugal. Federação Portuguesa de Remo. Disponível em: http://www.remoportugal.pt/LinkClick.aspx?fileticket=obglPybJZGg%3d&tabid=62 Revista Vega: www.revista-vega.com ROV’s – robots submarinos Informações sobre os Mini-Rov’s: http://www.ac-cess.com/ http://www.rovworld.eu/pt.html Informações sobre os ROV’s: http://www.neptunsubsea.no/subsea-equipment/ http://www.argus-rs.no/

98


BIBLIOGRAFIA GERAL ROV’s em Portugal: http://www.hidrografico.pt/rov-remotely-operated-vehicle.php http://www.emepc.pt Institutos de investigação internacionais que possuem ROV’s: http://oceanexplorer.noaa.gov/technology/subs/rov/rov.html http://oceanexplorer.noaa.gov/explorations/06fire/background/tech/tech.html http://www.ifremer.fr/flotte/systemes_sm/engins/victor.htm http://www.whoi.edu/oceanus/viewArticle.do?id=54066 http://www.whoi.edu/oceanus/viewArticle.do?id=14507 http://oceanexplorer.noaa.gov/explorations/06fire/logs/may10/may10.html Vamos vestir o mar Modelos de fantasias: http://www.marylen.com/oceancritters.htm http://www.costumebox.com.au/Childrens-Costumes-p-1-c-252.html http://www.team-mascots.com/childrens_mascot_costumes.htm http://www.brandsonsale.com/toddler-sea-animal-costumes.html http://store.costumecity.com/sea.html Outras opções por animais: Cavalo-marinho http://www.milanoo.com/Sea-Horse-Short-Plush-Adult-Mascot-Costume-p11207.html### Tartaruga: http://www.coolest-homemade-costumes.com/tortoise-costume-2.html Tubarão: http://www.coolest-homemade-costumes.com/unique-costume.html Lagosta: http://www.coolest-homemade-costumes.com/creative-costumes.htm

9


BIBLIOGRAFIA GERAL Lulas: http://www.coolest-homemade-costumes.com/halloween-idea.html Peixes: http://www.coolest-homemade-costumes.com/fish-costumes.html Alforreca: http://www.coolest-homemade-costumes.com/jellyfish-costume.html#c1 Aquรกrio: http://www.coolest-homemade-costumes.com/fish-halloween-costumes.html Caranguejo: http://www.buycostumes.com/King-Crab-Adult-Costume/32429/ProductDetail. aspx?REF=AFC-showcase&AID=10390395&PID=2004440&SID= Polvo: http://www.coolest-homemade-costumes.com/coolest-octopus-costume-2.html Modelos de Mรกscaras: http://www.printable-masks.com/printable_animal_masks.html http://papeis.blogs.sapo.pt/2009/02/

10


LISTA DE MUSEUS Continente: Aquário Vasco da Gama Rua Direita do Dafundo 1495 - 718 Cruz Quebrada - Dafundo Tel: 21 4196 337 - 21 4151 610 Fax: 21 4193 911 E-mail: aquariovgama@mail.telepac.pt Site: http://aquariovgama.marinha.pt/avgama/ site/pt/ Marcações de visitas escolares: Tel: 21 4196 337 Fax: 21 4193 911 Ecomuseu do Seixal Praça 1º de Maio, 1 2840-485 Seixal Tel: 21 0976 112 Fax: 21 0976 113 E-mail: ecomuseu@cm-seixal.pt Site: http://www2.cm-seixal.pt/pls/decomuseu/ ecom_hpage Serviço Educativo: ecomuseu.se@cm-seixal.pt Museu Arqueólogico de S. Miguel de Odrinhas – Ericeira Av. Prof. Dr. D. Fernando d’Almeida Odrinhas, 2710 Sintra Tel: 21 9609 520 Fax: 21 9609 529 Site: http://www.museudeodrinhas.com/ Museu Arqueológico de Sines Rua Francisco Luís Lopes, 38 7520-212 - Sines Tel: 269 632 237 E-mail: info@mun-sines.pt Site: http://www.sines.pt/PT/VIVER/MEMORIA/ MUSEUCVG/Paginas/default.aspx

Av. Luísa Todi, 162 2900-451 Setúbal Tel: 265 239 365 Museu Casa do Pescador Rua J. B. Sousa Lobo, 108 2450-230 Nazaré Museu de Etnografia e História de Póvoa de Varzim Rua Visconde de Azevedo 4490 Póvoa de Varzim Tel: 252 616 200 Fax: 252 616 200 E-mail: mmehpovoavarzim@um.geira.pt Site: http://www.geira.pt/ MMEtnografiaHistoria/ Museu Etnográfico e Arqueológico Dr. Joaquim Manso Rua D. Fuas Roupinho – Sítio da Nazaré 2450-065 Nazaré Tel: 262 562 801 / 802 Fax: 262 561 246 E-mail: mdjm@imc-ip.pt Museu Geológico Rua Academia das Ciências,19 - 2º 1200-003 Lisboa Tel: 21 3463 915 Fax: 21 3424 609 E-mail: museugeol@ineti.pt Museu de Marinha Praça do Império 1400-206 Lisboa Tel: 21 3620 019 Fax: 21 3631 987 E-mail: geral.museu@marinha.pt Site: http://museu.marinha.pt/museu/site/pt

Museu Arqueológico e Etnográfico de Setúbal

1


LISTA DE MUSEUS Museu do Mar Rei D. Carlos Rua Júlio Pereira de Mello 2750 Cascais Tel: 21 4815 907 Fax: 21 4836 268 E-mail: museumar@cm-cascais.pt Site: http://www.cm-cascais.pt/museumar/ Serviço de educação (ateliês, visitas): http:// www.cm-cascais.pt/museumar/servedu.html Museu do Mar de Sesimbra Largo Luís de Camões 2970-668 - Sesimbra Tel: 21 2288 200 Museu Marítimo Almirante Ramalho Ortigão Rua da Comunidade Lusíada (Capitania do Porto de Faro) 8000 Faro Tel: 289 894 990 /289 803 601 Fax: 289 894 996 E-mail: biblioteca.dms@clix.pt Museu Marítimo de Ílhavo Avenida Doutor Rocha Madail 3830-193 - Ílhavo Tel: 234 329 990 Fax: 234 321 797 E-mail: museuilhavo@mail.telepac.pt Site: http://www.museumaritimo.cm-ilhavo.pt/ Museu Michel Giacometti - Museu do Trabalho Largo Defensores da República 2910-470 - Setúbal Tel: 265 537 880 Museu Moinho de Maré da Mourisca Estrada da Mourisca - Faralhão 2910-276 - Setúbal Tel: 265 783 189

Museu Municipal de Alcochete - Núcleo do Sal Estrada Municipal 501 2890-205 Entre Alcochete e Samouco Serviços Educativos: Rua Dr. Ciprião de Figueiredo, Alcochete Tel: 21 234 86 52 Fax: 21 234 86 92 Museu Municipal de Almada Olho de Boi - Cacilhas 2800 Almada Tel: 21 2724 982 Museu Municipal do Cadaval Rua Padre José Inácio Pereira, 55 1º 2550-163 Cadaval Tel: 262 691 690 E-mail: museu@cadaval.org Site: http://museu.cadaval.org/ Museu Nacional de Arqueologia Praça do Império 1400 - 206 Lisboa Tel: 21 3620 000 Fax: 21 3620 016 E-mail: mnarq.info@imc-ip.pt Site: www.mnarqueologia-ipmuseus.pt Museu Nacional de História Natural Rua da Escola Politécnica, 58 1269-102 Lisboa Tel: 21 3921 825 /21 3921 808 E-mail: geral@museus.ul.pt Site: http://www.mnhn.ul.pt Museu Naval de Vale de Zebro – Setúbal Escola de Fuzileiros Navais – Vale de Zebro Tel: 21 2151 026 Site: http://www.cm-barreiro.pt/pt/ conteudos/municipio/turismo/museus/ complexo+real+vale+zebro/

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LISTA DE MUSEUS Museu Oceanográfico - Forte de Santa Maria de Arrábida Fortaleza de Sta. Maria da Arrábida Portinho da Arrábida Tel: 21 2189 791 Site: http://portal.icnb.pt/ICNPortal/vPT2007-APArrabida/Visitar+Area+Protegida/Como+Chegar/ Museu das Pescas- Estação Litoral da Aguda Rua Alfredo Dias, Praia da Aguda 4410-475 Arcozelo – Vila Nova de Gaia Tel: 22 7536 360 Fax: 22 7535 155 E-mail: ela.aguda@mail.telepac.pt Site: http://www.fundacao-ela.pt/content. php?go=museu Para reservas de visitas de escolas e grupos de número igual ou superior a vinte pessoas, por favor avisar com uma antecedência de duas semanas. Museu da Vila Velha de Vila Real Rua de Trás-os-Muros 5000-657 Vila Real Tel: 259 303 320 Site: http://mvv.cm-vilareal.pt/index. php?option=com_content&view=article&id=15&I temid=29 Navio Museu Fragata “D. Fernando II e Glória”Lisboa Tel: 21 3964 171 Fax: 21 3964 171 E-mail: d.fernando@museumarinha.pt Navio Museu Gil Eannes - Fundação Gil Eannes Navio Museu Gil Eannes - Doca Comercial 4900 - 321 Viana do Castelo Tel: 258 809 710 Fax: 258 809 719 E-mail: geral@fundacaogileannes.pt

Site: http://www.fundacaogileannes.pt/engine. php?cat=1 Núcleo de Arqueologia de Sesimbra Castelo de Sesimbra 2970 Sesimbra Tel: 21 2680 746 E-mail: cdrm@cm-sesimbra.pt Site: http://www.cm-sesimbra.pt/pt/ conteudos/areas/cultura/museu+municipal/ nucleo+de+arqueologia/N%C3%BAcleo+d e+Arqueologia+de+Sesimbra.htm?wbc_ purpose=BasicloginFO Núcleo Museológico do Mar - Figueira da Foz Rua Calouste Gulbenkian 3080-084 Figueira da Foz Tel: 233 402 840 Fax: 233 402 857 E-mail: nucleo.mar@cm-figfoz.pt Site: http://www.figueiradigital. com/?zona=80&mid=2 Núcleo Museológico do Sal - Figueira da Foz Armazéns de Lavos 3090-451 Lavos Tel: 233 402 840 / 96 6344 488 E-mail: museu@cm-figfoz.pt Oceanário de Lisboa Esplanada D. Carlos I - Doca dos Olivais 1990-005 Lisboa Tel: 21 8917 002 ou 006 Fax: 21 8955 762 Site: http://www.oceanario.pt/ Planetário Calouste Gulbenkian Praça do Império 1400-206 Lisboa Tel: 21 3620 002 /91 2000 949 Fax: 21 3636 005

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LISTA DE MUSEUS E-mail: planetario@marinha.pt Site: http://planetario.online.pt/entrada.asp Sea Life – Oceanário Porto 1a Rua Particular do Castelo de Queijo 4100-379 Porto Tel: 22 6175 216 E-mail: marketing.porto@merlinentertainments. biz Site: http://www.sealifeeurope.com/local/index. php?loc=porto Açores: Museu dos Baleeiros – Ilha do Pico Rua Baleeiros, 13 9930-143 Lajes do Pico Tel: 292 679 340 Fax: 292 672 276 E-mail: museu.pico.info@azores.gov.pt Site: http://museus.azores.gov.pt/museus/ver. aspx?id=8 Museu Carlos Machado Convento de Santo André 9500-054 Ponta Delgada Tel: 296 283 814 Fax: 296 283 354 E-mail: museu.cmachado.info@azores.gov.pt Site: http://museucarlosmachado.azores.gov.pt/ Museu das Flores Largo da Misericórdia 9970-315 Santa Cruz das Flores Tel: 292 592 159 Fax: 292 593 581 E-mail: museu.flores.info@azores.gov.pt Site: http://museus.azores.gov.pt/museus/ver. aspx?id=7 Museu da Horta Palácio do Colégio, Largo Duque D’ Ávila e Bolama,

9900-141 Horta Tel: 292 208 570 Fax: 292 208 577 E-mail: museu.horta.info@azores.gov.pt Site: http://museus.azores.gov.pt/museus/ver. aspx?id=6 Madeira: Casa Colombo- Museu do Porto Santo Travessa da Sacristia, 2 e 4, 9400-176 Ilha do Porto Santo Arquipélago da Madeira Tel: 291 983 405 Fax: 291 983 840 Site: http://www.museucolombo-portosanto. com/home.html Museu da Baleia- Machico Rua da Pedra d’Eira 9200-031 Caniçal Tel: 291 961 859 E-mail: serv.educativo@museudabaleia.org Site: http://www.museudabaleia.org/index. php?option=com_frontpage&Itemid=1 Museu Etnográfico da Madeira Rua de São Francisco, 24 9350-211 Ribeira Brava Tel: 291 952 598 Fax: 291 957 313 E-mail: m.etnografico.drac@madeira-edu.pt museuetnografico@gmail.com museuetnografico@clix.pt Site: http://www.culturede.com/MainGeneric.as px?idCat=87&idMasterCat=21&idLang=1 Museu Municipal de Funchal Rua da Mouraria, 31 9004-546 Funchal Tel: 291 229 761

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LISTA DE MUSEUS Fax: 291 225 180 E-mail: mmf@cm-funchal.pt Site: http://www.culturede.com/innerPage.aspx ?idCat=582&idMasterCat=21&idLang=1

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LISTA DE FARÓIS Continente: Farol de Alfanzina - Lagoa Farol de Aveiro (ou Farol da Barra) - Gafanha de Nazaré - Ílhavo (Aveiro) Farol da Barra de Lisboa Farol da Berlenga - Peniche Farol do Bugio - Oeiras - Lisboa Farol do Cabo Carvoeiro – Peniche Farol do Cabo Espichel - Sesimbra Farol do Cabo Mondego – Figueira da Foz Farol do Cabo Raso - Cascais Farol do Cabo da Roca - Sintra Farol do Cabo de Santa Maria – Ilha da Culatra - Faro Farol do Cabo de São Vicente Farol do Cabo Sardão - Odemira Farol de Esposende Farol do Forte do Cavalo - Sesimbra Farol da Guia - Cascais Farol de Leça - Leça da Palmeira - Matosinhos Farol de Montedor - Viana do Castelo Farol do Penedo da Saudade -São Pedro de Moel- Marinha Grande Farol da Ponta da Piedad e- Santa Maria - Lagos Farol do Regufe - Póvoa de Varzim Farol de Sagres Farol de Santa Marta - Cascais Farol de São Julião - Oeiras Farol de Vila Real de Santo António Açores: Farol do Albarnaz - Ilha das Flores Farol das Contendas - Ilha Terceira Farol da Ferraria - Ilha de São Miguel Farol das Formigas - Ilha de Santa Maria Farol do Gonçalo Velho - Ilha de Santa Maria Farol da Manhenha - Lajes do Pico - Ilha do Pico Farol da Ponta do Arnel - Ilha de São Miguel Farol da Ponta da Barca - Ilha Graciosa Farol da Ponta do Carapacho (ou Farol da Ponta da Restinga) - Ilha Graciosa Farol da Ponta do Cintrão - Ilha de São Miguel Farol de Ponta Garça - Ilha de São Miguel Farol da Ponta da Ilha - Ilha do Pico

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LISTA DE FARÓIS Farol da Ponta das Lages - Ilha das Flores Farol da Ponta da Serreta - Serreta, Ilha Terceira Farol da Ponta do Topo - Ilha de São Jorge Farol da Ribeirinha - Ilha do Faial Madeira: Farol do Ilhéu de Cima - Ilha de Porto Santo Farol da Ponta de São Jorge - Ilha da Madeira Farol da Ponta do Pargo - Ilha da Madeira Farol de São Lourenço - Ilha da Madeira Farol da Ponta da Agulha- Ilhas Desertas Farol do Ilhéu Chão - Ilhas Desertas

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LISTA DE CONTACTOS Agência Cascais Atlântico Complexo Multiserviços Estrada de Manique, 1830 2645-550 Alcabideche Tel: 21 0995 353 Fax: 21 4680 187 E-mail: geral@cascaisatlantico.org Site: http://www.cascaisatlantico.org Agência Portuguesa do Ambiente Rua da Murgueira, 9/9A Zambujal - Ap. 7585 2611-865 Amadora Tel: 21 4728 200 Fax: 21 4719 074 Site: http://www.apambiente.pt/ Aquário Vasco da Gama Rua Direita do Dafundo 1495 - 718 Cruz Quebrada - Dafundo Tel: 21 4196 337 - 21 4151 610 Fax: 21 4193 911 E-mail: aquariovgama@mail.telepac.pt Site: http://aquariovgama.marinha.pt/avgama/ site/pt/ Marcações de visitas escolares: Tel: 21 4196 337 Fax: 21 4193 911

Tel: 282 770 000 Telemóvel: 965 149 748 Fax: 282 770 009 Site: http://www.lagos.cienciaviva.pt Centro de Ciência Viva de Tavira Convento do Carmo 8800-311 Tavira Tel: 281 326 231 Fax: 281 326 212 E-mail: geral@tavira.cienciaviva.pt Site: http://www.tavira.cienciaviva.pt/home/ Centro de Ciência Viva de Vila do Conde Avenida Bernardino Machado, 96 4480 – 657 Vila do Conde Tel: 252 633 383 Site: http://viladoconde.cienciaviva.pt/home/ Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) Universidade de Aveiro Campus Universitário de Santiago 3810-193 Aveiro Tel: 234 372 594 (Ext: 22637) Fax: 234 370 309 E-mail: cesam@dao.ua.pt Site: http://www.cesam.ua.pt

Associação de Aquacultura de Portugal (AQUA. PT) Apartado 9630 1906-901 Lisboa Tel: 21 7527 010 Fax: 21 7527 011 E-mail: info@aqua.pt Site: http://www.aqua.pt

Centro de Geofísica da Universidade de Évora (CGE) Centro de Geofísica de Évora Polo da Mitra Páteo Matos Rosa Valverde 7000 Évora Site: http://www.cge.uevora.pt/

Centro de Ciência Viva de Lagos Rua Dr. Faria e Silva, 34 8600-734 Lagos

Centro de Geofísica da Universidade de Lisboa (CGUL) Campo Grande, Ed C8

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LISTA DE CONTACTOS 1749-016 Lisboa Fax: 21 7500 977 Centro de Interpretação Ambiental da Ponta do Sal Avenida Marginal São Pedro do Estoril Tel: 21 4815 924 Fax: 21 4643 679 E-mail: centro.pontadosal@cm-cascais.pt Site: http://www.cm-cascais.pt/Cascais/Viver/ Ambiente/POOC/Ponta.htm Centro de Investigação Marinha e Ambiental (CIMA) - Universidade do Algarve FCMA - Faculdade de Ciências do Mar e do Ambiente Campus de Gambelas 8005-139 Faro Tel: 289 800 995 Fax: 289 800 069 E-mail: cima@ualg.pt Site: http://cima.ualg.pt/ Centro de Recursos Minerais da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (CREMINER) -Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Campo Grande 1649-016 Lisboa Tel: 21 7500 000 Fax: 21 7500 169 Site: http://creminer.fc.ul.pt Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiente - Universidade do Porto Rua dos Bragas 289 - 4050-123 Porto Tel: 223 401 800 Fax: 223 390 608 E-mail: secretariado@ciimar.up.pt

Site: http://www.ciimar.up.pt Departamento de Geologia Marinha do Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG) Estrada da Portela Zambujal - Alfragide Apartado 7586 2720-866 Amadora Tel: 21 0924 600 - Ext: 4058 21 4705 549 - Ext: 2380 Fax: 21 4719 018 Site: www.ineti.pt Departamento de Oceanografia e Pescas, Universidade dos Açores PT-9901-862 Horta Tel: 292 200 400 Fax: 292 20 0411 Escola Náutica Infante D. Henrique Av. Eng. Bonneville Franco 2770-058 - Paço d’Arcos Tel: 214 460 010 Fax: 214 429 546 E-mail: info@enautica.pt Site: http://www.enautica.pt/ Escola Naval da Marinha Atendimento Geral Tel: 808 201 467 / 21 090 1900 Fax: 21 090 1925 Site: http://escolanaval.marinha.pt/EscolaNaval/ Site/PT/Escola+Naval/ Estação de Biologia Marinha de Funchal Cais do Carvão, Promenade da Orla Marítima do Funchal 9000-107 Funchal Tel: +351 291 700 360 Fax: +351 291 766 339 E-mail: ebmf@cm-funchal.pt

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LISTA DE CONTACTOS Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental (EMEPC) Rua Costa Pinto, 165 2770 - 047 Paço D’Arcos Tel: 21 3004 165 Fax: 21 3905 225 E-mail: emepc@emepc-portugal.org Site: http://www.emepc.pt Estrutura de Missão para os Assuntos do Mar (EMAM) Rua da Junqueira, 69 1300-342 – Lisboa Tel: 21 3804 250 E-mail: info@emam.com.pt Site: http://www.emam.com.pt purpose=BasicloginFO

E-mail: icnb@icnb.pt Site: http://portal.icnb.pt/ Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico para o património subaquático (IGESPAR) Palácio Nacional da Ajuda 1349-021 Lisboa Tel: 21 3614 201 Fax: 21 3637 047 E-mail: igespar@igespar.pt Site: http://www.igespar.pt/ Instituto Hidrográfico Rua das Trinas, 49 1249-093 Lisboa Tel: 21 0943 000 E-mail: mail@hidrografico.pt

Grupo de Acção e Intervenção Ambiental (GAIA) Travessa da Nazaré, 21, 2º 1100-368 Lisboa Tel: 21 0962 335 Fax: 21 2949 650 E-mail: gaia@gaia.org.pt Site: http://gaia.org.pt/node/327

Instituto de Investigação das Pescas e do Mar (IPIMAR) Av. de Brasília 1449-006 Lisboa Tel: 21 3027 000 Linha Azul: 21 3015 899 Site: http://ipimar-iniap.ipimar.pt/

Instituto da Água Av. Almirante Gago Coutinho, 30 1049-066 Lisboa Tel: 21 8430 000 Fax: 21 8473 571 E-mail: inforag@inag.pt Site: http://www.inag.pt

Instituto de Meteorologia Rua C do Aeroporto 1749-077 Lisboa, Portugal Tel: 218 447 000 Fax: 218 402 370 E-mail: informacoes@meteo.pt Site: http:\\www.meteo.pt

Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade Rua de Santa Marta, 55 1169 - 230 Lisboa Tel: 21 3507 900 Fax: 21 3507 984

Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM) Edifício Vasco da Gama, Rua General Gomes Araújo 1399-005 Lisboa Tel: 21 3914 500

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LISTA DE CONTACTOS Fax: 21 3914 600 Linha Azul: 808 20 10 46 E-mail: imarpor@mail.telepac.pt Site: www.imarpor.pt Jardim Zoológico Centro Pedagógico Estrada de Benfica, 158/160 1549-004 Lisboa Tel: 21 7232 960 Fax: 21 7232 961 E-mail: pedagogico@zoolisboa.pt Site: http://www.zoo.pt

Centro Associativo do Calhau Bairro do Calhau Parque Florestal de Monsanto 1500-045 Lisboa Tel: 21 7788 474 Fax: 21 7787 749 E-mail: quercus@quercus.pt Zoomarine Estrada Nacional 125, KM 65 – Guia 8200-864 Albufeira Site: http://www.zoomarine.pt/Start.php

Museu da Água da EPAL Rua do Alviela, 12, Sta. Apolónia 1170-012 Lisboa Tel: 21 8100 215 ou 21 8100 217 Fax: 21 8100 231 E-mail: museu@epal.pt Site: http://museudaagua.epal.pt/museudaagua/ Oceanário de Lisboa Esplanada D. Carlos I - Doca dos Olivais 1990-005 Lisboa Tel: 21 8917 002 ou 006 Fax: 21 8955 762 Site: http://www.oceanario.pt/ Pavilhão do Conhecimento Ciência Viva – Lisboa Parque das Nações, Alameda dos Oceanos, Lote 2.10.01 1990-223 Lisboa, Portugal Tel: 21 8917 100 Fax: 21 8917 171 Site: http://www.pavconhecimento.pt/home/ QUERCUS, Associação Nacional de Conservação da Natureza Sede e Secretariado da Direcção Nacional

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Profile for António Garrido

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Área de Projecto - MAR

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