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nº 105 Abril de 2018

PÁSCOA FELIZ «O anjo tomou a palavra e disse às mulheres: «Não tenhais medo. Sei que buscais Jesus, o crucificado; não está aqui, pois ressuscitou, como tinha dito. Vinde, vede o lugar onde jazia, Não está aqui, pois ressuscitou» (Mt 28, 5-6) «Não está aqui, Ressuscitou!» (28, 6). É o anúncio que sustenta a nossa esperança e a transforma em gestos concretos de caridade. Como precisamos de deixar que a nossa fragilidade seja ungida por esta experiência! Como precisamos que a nossa fé seja renovada, que os nossos horizontes míopes sejam questionados e renovados por este anúncio! Jesus ressuscitou e, com Ele, ressurge a nossa esperança criativa para enfrentar os problemas atuais, porque sabemos que não estamos sozinhos. (Papa Francisco, homilia Vigília Pascal 2018)


II FÉ, DISCERNIMENTO, VOCAÇÃO

Como ensina cada página do texto bíblico, não existe vocação que não seja ordenada para uma missão acolhida com temor ou com entusiasmo. Aceitar a missão implica a disponibilidade de arriscar a própria vida e percorrer o caminho da cruz, nos passos de Jesus que, com determinação, se pôs a caminho rumo a Jerusalém (cf. Lc 9, 51) para entregar a própria vida pela humanidade. Só se a pessoa renunciar a ocupar o centro da cena com as suas próprias necessidades é que se abrirá o espaço para receber o projeto de Deus sobre a vida familiar, o ministério ordenado ou a vida consagrada, assim como para desempenhar com rigor a própria profissão e buscar sinceramente o bem comum. Em particular nos lugares onde a cultura é mais profundamente marcada pelo individualismo, é necessário averiguar quanto as escolhas são ditadas pela própria autorrealização narcisista e, ao contrário, em que medida elas abrangem a disponibilidade a viver a existência pessoal na lógica do dom generoso de si mesmo. É por isso que o contacto com a pobreza, a vulnerabilidade e a carência revestem uma grande importância nos percursos de discernimento vocacional. No que se refere aos futuros pastores, é oportuno acima de tudo avaliar e promover o crescimento da disponibilidade a deixar-se impregnar pelo «cheiro de ovelhas».

3. Percursos de vocação e missão O discernimento vocacional não se completa com um único ato, não obstante na narração de cada vocação seja possível identificar momentos ou encontros decisivos. Como todas as realidades importantes da vida, também o discernimento vocacional é um processo longo, que se desenvolve ao longo do tempo, durante o qual é preciso continuar a velar sobre as indicações com as quais o Senhor determina e especifica uma vocação, que é primorosamente pessoal e irrepetível. O Senhor pediu a Abraão e Sara que partissem, mas foi somente num caminho progressivo e não sem passos falsos que se esclareceu qual era a inicialmente misteriosa «terra que Eu te mostrarei» (Gn 12, 1). A própria Maria progride na consciência da sua própria vocação através da meditação sobre as palavras que ouve e os eventos que lhe acontecem, inclusive aqueles que Ela não compreende (cf. Lc 2, 50-51). O tempo é fundamental para verificar a orientação efetiva da decisão tomada.

4. O acompanhamento Na base do discernimento podemos encontrar três convicções, bem arraigadas na experiência de cada ser humano, relida à luz da fé e da tradição cristã. A primeira é que o Espírito de Deus age no coração de cada homem e de cada mulher, através de sentimentos e desejos que se vinculam a ideias, imagens e projetos. Ouvindo com atenção, o ser humano tem a possibilidade de interpretar estes sinais. A segunda convicção é que o coração humano, por causa da sua fragilidade e do seu pecado, se apresenta normalmente dividido porque atraído por apelos diversos ou até opostos entre si. A terceira convicção é que, contudo, o percurso de vida obriga a decidir, porque não se pode permanecer infinitamente na indeterminação. No entanto, é preciso dispor dos instrumentos para reconhecer a chamada do Senhor para a alegria do amor e decidir dar-lhe uma resposta. Entre estes instrumentos, a tradição espiritual põe em evidência a importância do acompanhamento pessoal. (continua na próxima página)

Sínodo dos Bispos Os jovens, a fé e o discernimento vocacional

(Nota: A XV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, a realizar em Outubro de 2018, será sobre os jovens. Publicaremos ao longo do ano o documento preparatório do Sínodo, proporcionando assim um conhecimento e contacto com as temáticas.)

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Para acompanhar outra pessoa, não é suficiente estudar a teoria do discernimento; é preciso viver na própria pele a experiência de interpretar os movimentos do coração para neles reconhecer a ação do Espírito, cuja voz sabe falar à singularidade de cada um. O acompanhamento pessoal requer que se aguce continuamente a própria sensibilidade à voz do Espírito, levando a descobrir nas peculiaridades pessoais um recurso e uma riqueza. Trata-se de favorecer a relação entre a pessoa e o Senhor, colaborando para remover aquilo que a impede. Nisto consiste a diferença entre o acompanhamento em vista do discernimento e o apoio psicológico, que no entanto, se permanecer aberto à transcendência, se revelará com frequência de importância fundamental. O psicólogo apoia uma pessoa em dificuldade, ajudando-a a tomar consciência das próprias fragilidades e potencialidades; o guia espiritual remete a pessoa ao Senhor e prepara o terreno para o encontro com Ele (cf. Jo 3, 29-30). Os trechos evangélicos que narram o encontro de Jesus com as pessoas do seu tempo põem em evidência alguns elementos que nos ajudam a traçar o perfil ideal de quem acompanha o jovem no discernimento vocacional: o olhar amoroso (a vocação dos primeiros discípulos, cf. Jo 1, 35-51); a palavra autorizada (o ensinamento na sinagoga de Cafarnaum, cf. Lc 4, 32); a capacidade de «se fazer próximo» (a parábola do bom samaritano, cf. Lc 10, 25-37); a escolha de «caminhar ao lado» (os discípulos de Emaús, cf. Lc 24, 13-35); e o testemunho de autenticidade, sem medo de ir contra os preconceitos mais difundidos (o lava-pés na última ceia, cf. Jo 13, 1-20). No compromisso de acompanhamento das jovens gerações, a Igreja acolhe a sua chamada a colaborar para a alegria dos jovens, em vez de procurar apoderar-se da sua fé (cf. 2 Cor 1, 24). Em última instância, este serviço radica-se na oração e no pedido do dom do Espírito que guia e ilumina todos e cada um. (Continua)

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INTERPELADOS PELO ESPÍRITO O DESAFIO DO TESTEMUNHO No dia 27 de Março, participamos num encontro de preparação para o Crisma, em Ermesinde. Éramos cerca de 60 jovens de várias paróquias. Para nós, este encontro foi muito enriquecedor. Refletimos sobre a importância do Espírito Santo, reavivamos os compromissos da fé e sentimo-nos mais abertos para caminhar em comunidade e com vontade de continuar a renovar a nossa fé e vivê-la após a realização do crisma. As atividades estavam bastante bem organizadas e foram muito pertinentes, não só a nível pessoal, mas também a nível do grupo. O encontro proporcionou-nos uma forma de trabalhar diferente: oportunidade de trabalhar em grupo e de valorizar novas competências; aprender novos conceitos e refletir a nossa responsabilidade; escutar testemunhos de pessoas (jovens e adultos) que vivem comprometidos com Jesus. O que gostamos mais do encontro foram os momentos na capela: transmitiram-nos fé, serenidade e abriram o nosso coração ao Amor de Deus e à força do Espírito Santo, fazendo-nos perceber que temos de continuar a viver e a aprofundar a nossa fé. Foi uma experiência maravilhosa que recomendamos a todos. Da nossa parte, tencionamos repetir a experiência. Os catequizandos do 10º ano Santa Maria da Feira. Crescer on-line - Abril de 2018 - Página nº 3


Carta a Jesus Querido Jesus: Espero que ao leres estas palavras sejas condescendente para comigo e me perdoes o atrevimento de o fazer. Porque disse sim quando me convidaram para ir a um retiro? Não soube, mas agora sei. Precisava de ouvir o que ouvi, de sentir o que senti, de me comprometer com o que me comprometi. Que palavras fortes, que me obrigaram a pensar, a ver como cada vez mais sou mais pequena. “O amor tudo vence”. E os exemplos foram surgindo. “O amor está na cruz e não no coração”. Realmente, Jesus, como não me lembrei que o maior exemplo de amor és Tu. Que o maior exemplo de amor está num simples madeiro, lugar de sofrimento e de perdão. Lugar de amor infinito. Jesus, disse-Te que me senti pequena. De repente senti-me agradecida, abençoada e tão grande aos olhos de Deus. Saí alegre, de mãos dadas com a Vida, de mãos abertas para quem delas precisar. Perdoa Jesus, as minhas revoltas, as minhas hesitações, as minhas desculpas para não Te agradar sempre como deveria. Este tempo de retiro foi um oásis no Oásis. Agradeço-Te Jesus o teres feito com que dissesse sim e agradeço o teres escolhido pessoas maravilhosas que nos ajudaram a redescobrir o Teu amor. Elvira Luisa

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Testemunho 1 No passado fim-de-semana de 17 e 18 de Março, estivemos em retiro, juntamente com mais alguns casais e algumas pessoas a título individual; alguns, nós já conhecíamos, outros, ficámos a conhecer, pela primeira vez. Esta foi a primeira experiência que eu e o meu marido, o Zé Manel, tivemos na casa que acolhe o movimento Oásis, em Ermesinde... O que foi, para nós, esta experiência? Não sendo um grupo muito numeroso, foi sem dúvida um grupo rico em qualidade; partilhámos temas importantíssimos e experiências de vida que nos fazem parar e pensar com o coração. Testemunhos incríveis e, acima de tudo, reais, para compreendermos que "...não nos acontece só a nós...". Muitos de nós só nos conhecemos no sábado, mas parecia que já nos conhecíamos há anos, pois os momentos de partilha foram tão livres, naturais, confiantes, autênticos. Pode parecer lamechas, mas a verdade é que o Amor realmente acaba por se sobrepor a tudo e a todos; o Espírito Santo, que parece apenas uma expressão vazia de sentido, quando nos entregamos por Amor, desce verdadeiramente sobre nós. Saber perdoar e perdoar de verdade - é esse o verdadeiro Amor! É como um jardim, cheio de flores multicoloridas... E todos os dias, se quisermos, pode nascer uma flor. Já o ódio, o ressentimento, a angústia são rochas nuas e ervas daninhas! Por isso, destes dois dias, uma das "lições" mais importantes é que a expressão máxima do Amor, esse Amor/Caridade de que falava Paulo, é a vivência plena do Perdão! Este é o verdadeiro reino dos céus, a verdadeira herança de Jesus, a única Arca da Aliança, Santo Graal... José Sousa e Ana Godinho

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Testemunho 2 O AMOR É MAIOR QUE A MORTE

Hoje 19 de Março, celebramos o dia do pai, pelo que não quero terminar este dia, sem dar graças ao PAI, nosso DEUS, que pela sua Misericórdia e Amor nos convidou no passado dia 17 e 18 para um encontro com seu filho JESUS. Por ELE, com ELE e para ELE, vivemos intensamente uma experiência espiritual única, guiados pelo Espirito Santo, que nos assistiu no diálogo e inspiração de todos os participantes, um grupo de 30 pessoas adultas, (14 em casal), com diferentes idades, habilitações e capacidades. Saímos deste encontro pacificados, renovados e reforçados, criando uma união e uma homogeneidade incomparável, uma satisfação e uma paz interior indescritíveis. Uma das frases mais marcantes, foi “O bem que tiver que ser feito, faça-se!!!” sem questões ou interrogações, apenas porque SIM. Foram dois dias maravilhosos de descobertas interiores e de purificação, que culminaram com o nosso SIM ao SENHOR JESUS, que nos tomou pela mão, e ao qual prometemos escutar e seguir, dando o melhor de nós para cumprir o seu projeto de vida em Amor aos outros.

Seremos suas testemunhas, numa Sociedade plural, arautos do seu Amor incondicional na construção de uma Vida Nova, que se expande a todos que D’ELE precisem e Amem. Fizemos novas amizades e terminamos o encontro, convictos que a nossa vida mudará, nada será igual. Sentimos o calor do seu abraço e não seremos indiferentes à sua Mensagem, “Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei”. Graças Vos damos Senhor, pela tua confiança e força, nunca nos largues da tua MÃO. Quero agradecer a todos que participaram e organizaram este retiro, muito especialmente às pessoas da casa que tão bem nos receberam, com uma alegria contagiante, às consagradas que confecionaram a alimentação e apoiaram na logística deste grupo. Não esquecendo ainda os senhores Padres e os especialistas/oradores, Adelaide (Lai), Rosa Moreira e o Miguel Sá Carneiro, que passaram vídeos e palestras, que nos ajudaram a alcançar o objetivo maior: O encontro com ELE, espirito de Amor e Vida. Tal como ouvi, eu tentei deixar uma pegada, pequenina e tímida, mas marcante, o suficiente para não deixar apagar o trilho. O caminho faz-se caminhando. Até sempre queridos irmãos e companheiros de jornada. Conceição Rocha

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Irmão Teófilo na Festa da Família Oásis (25 de abril 2015)

OÁSIS – 60 ANOS O Movimento OÁSIS, fundado pelo Padre Virgínio Rotondi, SJ, em Roma, no dia 1 de novembro de 1950, vai celebrar 60 anos de presença em Portugal. Estive na celebração dos 40 anos. Não estive na dos 50 anos. Não sei se estarei na dos 60. Participei nas atividades do movimento durante 5 anos. Foi uma riqueza para mim. Conservo lindas e gratas memórias daquele tempo. Aliás, a minha vida de Marista, até chegar aos “escritórios romanos” esteve sempre ligada a algum movimento pastoral. E é o que aconselho sempre aos jovens Irmãos e a qualquer jovem cristão: que se insiram num movimento pastoral. Da minha parte, posso lembrar os seguintes onde deixei algo do meu esforço, mas de quem recebi muito mais do que dei: ESCUTISMO (Angola); GRUPOS BÍBLICOS; FEDERAÇÃO MUNDIAL DOS ESTUDANTES CRISTÃOS (secção Portugal); AMNISTIA INTERNACIONAL (Universidade de Friburgo, Suíça); OÁSIS; GRUPOS DE PASTORAL UNIVERSITÁRIA.

Sessenta anos: Uma celebração De tempos tão humanos, Cheios de emoção, Ao recordar aquela aventura Que hoje, ainda perdura. Foram tantos os momentos Que nos fizeram viver Que, hoje, se estamos atentos, Só podemos agradecer Tanta vida que nos foi dada, Oferta, em nós, multiplicada! Eram os encontros semanais, Todos cheios de surpresa. Exclamávamos: “É bom demais!”. O encontro era uma riqueza, Era um dom tão desejado, Cada sete dias, sempre esperada! Depois era a partilha amiga. A participação na Eucaristia, A oração recolhida ou uma cantiga Eram motivo de grande alegria. Éramos “oásis” no meio do mundo, Compromisso cristão vivo e profundo. Acolhemos, hoje, essa grande herança De tudo o que nos deu o Movimento. Não abrandou em nós a esperança Que, na altura, era força, era alento. Hoje, continua a dirigir os nossos passos, A estar presente em nossos espaços. Irmão Teófilo (Marista) Roma, 21 de janeiro de 2018.

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Olhares de Esperança

Correr contra a esperança é a sensação comum de quem tem uma postura negativa na vida e até consegue atingir os seus objetivos, ou não, sem a necessidade de olhar para o alto. Hoje, o que me aconteceu faz-me sentir, mais uma vez, que Deus existe e nos leva exatamente ao sítio que precisamos e, com certeza, no momento certo. Um verdadeiro hino à Esperança. Eu precisava de um médico que me ajudasse a resolver um problema, que embora acredite que não seja um grande problema, é uma questão que me tem perturbado seriamente e é para mim urgente ver resolvida. Consegui o nome e número de telefone de um médico que tem consultório em determinada rua, e na minha hora de almoço, aproveitando a caminhada habitual, lá fui à procura dessa rua sem saber se iria encontrar. Não tinha número da porta e a rua em causa não é uma rua muito vistosa. Algo apreensiva, fui entrando num edifício que era em tudo diferente de todas as casas da rua. Encontrei um porteiro que me confirmou estar no sítio certo. Subi, procurei o número indicado pelo porteiro e bem no fundo do corredor, pude entrar numa sala de espera, onde não havia ninguém. Achei que devia fazer-me presente de alguma forma e vim à entrada da sala tocar a campainha. Entrei de novo. O meu único objetivo naquele momento era marcar uma consulta. No entanto, surge-me de dentro do consultório um senhor, sem grande figura, mas que logo me convidou a entrar. Informou que esperava uma senhora, mas que podíamos aproveitar o momento. Percebi que era o próprio médico que me estava a receber. Meio sem saber se devia entrar, pois na verdade só ia marcar a consulta…acabei por o fazer. Muito atento à minha história, que se demorou por uns bons dez minutos, aquele senhor fez um grande figurão. Iniciou com muito interesse um processo de diagnóstico e conselho… e encheu o meu coração de esperança; uma grande onda de esperança de que finalmente o meu problema, que neste momento de certa forma me limita, está num caminho possível para a resolução. Quando perguntei com quem deveria fazer contas da consulta, perguntou-me: “A senhora fez alguma consulta? Vá fazer estes exames que lhe peço e quando estiverem prontos, ligue-me para fazermos então a sua consulta”. Fiquei sem palavras e a única coisa que fui capaz de lhe dizer foi ”o senhor é um anjo”. Descobri depois, lendo os rodapés das folhas onde vinham prescritos os exames que hoje não era dia de consultas. Aquele Professor, ia operar de seguida. Sem saber quem eu era, atendeu-me ali com toda a atenção desejável na pessoa de um médico. Através deste episódio, senti Deus na minha vida. Porque fui eu para aquela rua num momento não previsto (podia ter telefonado) procurar um consultório sem número de porta, entrei numa sala de espera sem luz? Sim! Não percamos, nunca, a esperança. Isabel Campos Crescer on-line - Abril de 2018 - Página nº 8


Celebração dos 60 Anos do Movimento Oásis em Portugal 25 de abril 2018

PROGRAMA: 09.00 h. - Acolhimento 09.30 h. - Oásis cantado por décadas 10.00 h. - Oásis e vocação (Mesa-redonda) 11.30 h. - Intervalo 12.00 h. - Eucaristia 13.00 h. - Almoço partilhado* 14.30 h. - Festa *O Centro disponibilizará uma sopa quente.

A Equipa

Olá Amigo(a)! Vamos celebrar 60 anos do Movimento Oásis em Portugal. Queremos fazer festa, agradecer e louvar o Senhor por todo o bem que faz em nós e connosco. Todos somos importantes e o contributo de cada um é precioso. Queremos escrever a história destas 6 décadas de presença do Movimento, em Portugal. Queremos promover a comunhão e a partilha entre todos: que os mais novos conheçam as origens e o evoluir do Movimento; que os da primeira hora conheçam a vida do movimento, no hoje da história. Pareceu-nos interessante recordar como, nas várias décadas, o Movimento Oásis foi apresentado, acolhido e vivido: pontos marcantes da proposta da espiritualidade, celebrações dos tempos litúrgicos, reuniões, cursos, encontros regionais e nacionais, canções, vindas do fundador Pe Rotondi, etc. Recordar estes momentos poderá ser ponto de partida para criar algo muito bonito e significativo para vos dizerdes aos outros. Assim, queríamos pedir-te abertura de coração e generosidade para responderes aos desafios que te fazemos: - Primeiro: reserva o dia 25 de abril para vires à festa; - Segundo: contacta todos os que fizeram parte do teu grupo ou foram teus contemporâneos no Movimento. Ouviremos alguns testemunhos; cantaremos cânticos antigos e novos; celebraremos a Eucaristia; partilharemos a vida e a alegria de ser família Oásis!

Movimento Oásis Centro de Espiritualidade Rua Mirante de Sonhos, 105 4445-511 Ermesinde - tel. 229712935 http://www.movimentooasis.com Contactos : padrearaujo@sapo.pt / oasis@movimentooasis.com Crescer on-line - Julho de 2015 - Página nº 2

Crescer On-line - abril de 2018  

Boletim do Movimento Oásis em Portugal

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