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nº 92 Fevereiro de 2017

QUARESMA “A Quaresma é o tempo favorável para nos renovarmos, encontrando Cristo vivo na sua Palavra, nos Sacramentos e no próximo. O Senhor – que, nos quarenta dias passados no deserto, venceu as ciladas do Tentador – indica-nos o caminho a seguir. Que o Espírito Santo nos guie na realização dum verdadeiro caminho de conversão, para redescobrirmos o dom da Palavra de Deus, sermos purificados do pecado que nos cega e servirmos Cristo presente nos irmãos necessitados”. (Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2017)


Reunião do Grupo de Casais Domingo de chuva. Ermesinde, 12 de Fevereiro. Reunião do grupo de casais Semente. Sob o tema “Olhar fixo em Jesus - Vocação da Família”, foi ocasião de reflectir sobre o Capítulo III da Amoris Laetitia, que o nosso Padre Araújo tão generosa e providencialmente nos ofereceu, em devido tempo, e com a menção fraternal de ser “leitura obrigatória”. O Zé Manel e a Esmeralda propuseram uma reflexão viva sobre questões essenciais, tais como: o que deve ser a Família, qual o papel na Igreja das novas realidades familiares, qual a vocação da Família, qual o papel da Família nas vocações… Um debate animado e não unânime (como sempre) permitiu ainda assim uma síntese: a de que o matrimónio é resposta a uma chamada (Vocação), que deve ser fruto de discernimento vocacional e que somos chamados a viver o amor conjugal como imagem imperfeita do amor de Deus. Certos no fim de que o matrimónio é compromisso melhor assumido com a graça do sacramento. E foi já tempo de celebrar os 60 anos da Linda, num lanche partilhado, como família que se alegra. E ainda ecoa a homenagem simples, de gratidão: “A nossa Linda fez sessenta anos/E nós cá viemos para lhe lembrar/Que a sua vida em nós é jardim em dias de sol/ E ao futuro brindar”. Isabel Peixoto

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PALAVRA DO FUNDADOR Empenhar-se para que, na massa, haja bom fermento

O Evangelista Lucas conta: ‘Jesus seguiu para diante, em direcção a Jerusalém. Ao aproximar-se de Betfagé e de Betânia, junto do chamado Monte das Oliveiras, enviou dois dos seus discípulos, dizendo: «Ide à aldeia em frente e, ao entrardes nela, encontrareis um jumentinho preso, que ninguém montou ainda; soltai-o e trazei-mo. E se alguém vos perguntar: 'Porque o soltais?', respondereis assim: 'O Senhor precisa dele’. Quando estavam a soltar o jumentinho, os donos disseram-lhes: «Porque soltais o jumentinho?» Responderam-lhes: «Porque o Senhor precisa dele.» Levaram-no a Jesus e, deitando as capas sobre o jumentinho, ajudaram Jesus a montar. Enquanto caminhava, estendiam as capas no caminho. Estando já próximo da descida do Monte das Oliveiras, o grupo dos discípulos começou a louvar alegremente a Deus, em alta voz, por todos os milagres que tinham visto. E diziam: «Bendito seja o Rei que vem em nome do Senhor! Paz no Céu e glória nas Alturas!» Alguns fariseus disseram-lhe, do meio da multidão: «Mestre, repreende os teus discípulos.» Jesus retorquiu: «Digo-vos que, se eles se calarem, gritarão as pedras.» (cf. Luc. 19, 28-40) A cena do triunfo de Jesus – um triunfo sem nenhuma grandeza mundana; sem qualquer indício de querer ascender ao poder: triunfo religioso de Jesus humilde, sereno e recolhido – está carregada, como nenhuma outra cena, de ensinamentos, para que cada um a contemple e a medite. Mas, uma coisa continua a ressoar na minha alma: ‘Quem é que pôs em movimento aquele entusiasmo? O grupo dos fariseus, irritados pela presença de tal multidão que O aclamava, chegou tarde. Só tiverem tempo de resmungar: ‘Não conseguimos nada? Toda a gente O segue!...’. E dizem a Jesus: ‘Manda calar esta gente!’ Na verdade, era uma estranha pretensão: quem poderá conhecer as raízes tenebrosas da alma corrompida pela inveja, pelo ciúme e pela raiva? Jesus, todavia, queria aceitar aquelas expressões de amor e de alegria. E, por isso, respondeu: ‘Se eles se calarem, gritarão as pedras’. (cf. Marcos 15, 9-14) (…) Precisamos empenhar-nos para que na multidão – na massa – esteja o bom fermento. Só assim se tornará bom pão e nunca se transformará numa massa azedada. As fábricas do bom fermento são uma realidade que se tornou cada vez mais temerosa e mais difícil de encontrar e sempre menos eficiente. E, pelo contrário, não é difícil contar as fontes de inquinamento. Não digo da água – que, não obstante, é um problema grave – mas, das almas, especialmente das dos jovens, que é delito moral inacreditável, mesmo que não punido. (in Ascolta, si fa sera, pág. 92) Crescer on-line - Fevereiro de 2017 - Página nº 3


Testemunho Nos dias 6/7/8 de Janeiro, decorreu na casa Oásis, em Ermesinde, um retiro no qual tive o privilégio de participar. Foi um fim de semana diferente, no qual pudemos fugir às preocupações do quotidiano para nos aproximarmo-nos d´Ele. Desde os momentos de convívio, os quais envolviam todo o tipo de brincadeiras, aos momentos mais sérios, como a vigília. Para mim, o momento do retiro que mais me marcou, foi mesmo a vigília, com a interpretação do Jójó como Jesus, foi a parte do retiro que, na minha opinião, estivemos mais em contacto com Ele, que sentimos a sua presença entre nós… Como não podia faltar, os momentos de convívio foram os momentos em que nos sentimos uma família, com as cantigas bem entoadas à volta da lareira. Durante o retiro, tivemos também o testemunho dum casal, pertencente ao grupo dos casais, a participação do Zé Manel assim como o testemunho do Vasco e da Marta. Em suma, creio ter sido um retiro agradável, no qual todos colaboraram em tudo, do princípio ao fim. Gostaria de agradecer a todos os que tornaram este fim de semana inesquecível. André Pereira

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Testemunho Convidados pelo nosso pároco, o sr. Pe Araújo decidimos ir ao retiro. Pensávamos que ia ser um retiro que não iria ter nenhum significado para a nossa vida mas estávamos enganados, porque o tempo que passamos no Oásis foi um dos melhores acontecimentos da nossa vida. Conhecemos pessoas novas e ficamos com amizades para a vida. Aprendemos a amar e a conhecer Jesus, que esteve sempre presente connosco. Estivemos com várias pessoas, cada uma com uma vocação diferente e foram pessoas que nos inspiraram porque disseram SIM a Jesus e escolheram o caminho que ele lhes pediu para seguirem. Também houve momentos de convívio em que aprendemos jogos, canções, mas também momentos de reflexão e de oração. Foi uma experiência única que vai ficar para sempre nas nossas memórias. (Adolescentes de Vale de Cambra)

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MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA A QUARESMA DE 2017 A Palavra é um dom. O outro é um dom Amados irmãos e irmãs! A Quaresma é um novo começo, uma estrada que leva a um destino seguro: a Páscoa de Ressurreição, a vitória de Cristo sobre a morte. E este tempo não cessa de nos dirigir um forte convite à conversão: o cristão é chamado a voltar para Deus «de todo o coração» (Jl 2, 12), não se contentando com uma vida medíocre, mas crescendo na amizade do Senhor. Jesus é o amigo fiel que nunca nos abandona, pois, mesmo quando pecamos, espera pacientemente pelo nosso regresso a Ele e, com esta espera, manifesta a sua vontade de perdão (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016). A Quaresma é o momento favorável para intensificarmos a vida espiritual através dos meios santos que a Igreja nos propõe: o jejum, a oração e a esmola. Na base de tudo isto, porém, está a Palavra de Deus, que somos convidados a ouvir e meditar com maior assiduidade neste tempo. Aqui queria deter-me, em particular, na parábola do homem rico e do pobre Lázaro (cf. Lc 16, 19-31). Deixemo-nos inspirar por esta página tão significativa, que nos dá a chave para compreender como temos de agir para alcançarmos a verdadeira felicidade e a vida eterna, incitando-nos a uma sincera conversão. 1. O outro é um dom A parábola inicia com a apresentação dos dois personagens principais, mas quem aparece descrito de forma mais detalhada é o pobre: encontra-se numa condição desesperada e sem forças para se solevar, jaz à porta do rico na esperança de comer as migalhas que caem da mesa dele, tem o corpo coberto de chagas, que os cães vêm lamber (cf. vv. 20-21). Enfim, o quadro é sombrio, com o homem degradado e humilhado. A cena revela-se ainda mais dramática, quando se considera que o pobre se chama Lázaro, um nome muito promissor pois significa, literalmente, «Deus ajuda». Não se trata duma pessoa anónima; antes, tem traços muito concretos e aparece como um indivíduo a quem podemos atribuir uma história pessoal. Enquanto Lázaro é como que invisível para o rico, a nossos olhos aparece como um ser conhecido e quase de família, torna-se um rosto; e, como tal, é um dom, uma riqueza inestimável, um ser querido, amado, recordado por Deus, apesar da sua condição concreta ser a duma escória humana (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016). Lázaro ensina-nos que o outro é um dom. A justa relação com as pessoas consiste em reconhecer, com gratidão, o seu valor. O próprio pobre à porta do rico não é um empecilho fastidioso, mas um apelo a converter-se e mudar de vida. O primeiro convite que nos faz esta parábola é o de abrir a porta do nosso coração ao outro, porque cada pessoa é um dom, seja ela o nosso vizinho ou o pobre desconhecido. A Quaresma é um tempo propício para abrir a porta a cada necessitado e nele reconhecer o rosto de Cristo. Cada um de nós encontra-o no próprio caminho. Cada vida que se cruza connosco é um dom e merece aceitação, respeito, amor. A Palavra de Deus ajuda-nos a abrir os olhos para acolher a vida e amá-la, sobretudo quando é frágil. Mas, para se poder fazer isto, é necessário tomar a sério também aquilo que o Evangelho nos revela a propósito do homem rico. (continua na próxima página)

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2. O pecado cega-nos A parábola põe em evidência, sem piedade, as contradições em que vive o rico (cf. v. 19). Este personagem, ao contrário do pobre Lázaro, não tem um nome, é qualificado apenas como «rico». A sua opulência manifesta-se nas roupas, de um luxo exagerado, que usa. De facto, a púrpura era muito apreciada, mais do que a prata e o ouro, e por isso se reservava para os deuses (cf. Jr 10, 9) e os reis (cf. Jz 8, 26). O linho fino era um linho especial que ajudava a conferir à posição da pessoa um caráter quase sagrado. Assim, a riqueza deste homem é excessiva, inclusive porque exibida habitualmente: «Fazia todos os dias esplêndidos banquetes» (v. 19). Entrevê-se nele, dramaticamente, a corrupção do pecado, que se realiza em três momentos sucessivos: o amor ao dinheiro, a vaidade e a soberba (cf. Homilia na Santa Missa, 20 de setembro de 2013). O apóstolo Paulo diz que «a raiz de todos os males é a ganância do dinheiro» (1 Tm 6, 10). Esta é o motivo principal da corrupção e uma fonte de invejas, contendas e suspeitas. O dinheiro pode chegar a dominar-nos até ao ponto de se tornar um ídolo tirânico (cf. Exort. ap. Evangelii gaudium, 55). Em vez de instrumento ao nosso dispor para fazer o bem e exercer a solidariedade com os outros, o dinheiro pode-nos subjugar, a nós e ao mundo inteiro, numa lógica egoísta que não deixa espaço ao amor e dificulta a paz. Depois, a parábola mostra-nos que a ganância do rico fá-lo vaidoso. A sua personalidade vive de aparências, fazendo ver aos outros aquilo que se pode permitir. Mas a aparência serve de máscara para o seu vazio interior. A sua vida está prisioneira da exterioridade, da dimensão mais superficial e efémera da existência (cf. ibid., 62). O degrau mais baixo desta deterioração moral é a soberba. O homem veste-se como se fosse um rei, simula a posição dum deus, esquecendo-se que é um simples mortal. Para o homem corrompido pelo amor das riquezas, nada mais existe além do próprio eu e, por isso, as pessoas que o rodeiam não caiem sob a alçada do seu olhar. Assim o fruto do apego ao dinheiro é uma espécie de cegueira: o rico não vê o pobre esfomeado, chagado e prostrado na sua humilhação. Olhando para esta figura, compreende-se por que motivo o Evangelho é tão claro ao condenar o amor ao dinheiro: «Ninguém pode servir a dois senhores: ou não gostará de um deles e estimará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro» (Mt 6, 24). 3. A Palavra é um dom O Evangelho do homem rico e do pobre Lázaro ajuda a prepararmo-nos bem para a Páscoa que se aproxima. A liturgia de Quarta-Feira de Cinzas convida-nos a viver uma experiência semelhante à que faz de forma tão dramática o rico. Quando impõe as cinzas sobre a cabeça, o sacerdote repete estas palavras: «Lembra-te, homem, que és pó da terra e à terra hás de voltar». De facto, tanto o rico como o pobre morrem, e a parte principal da parábola desenrola-se no Além. Dum momento para o outro, os dois personagens descobrem que nós «nada trouxemos ao mundo e nada podemos levar dele» (1 Tm 6, 7). Também o nosso olhar se abre para o Além, onde o rico tece um longo diálogo com Abraão, a quem trata por «pai» (Lc 16, 24.27), dando mostras de fazer parte do povo de Deus. Este detalhe torna ainda mais contraditória a sua vida, porque até agora nada se disse da sua relação com Deus. Com efeito, na sua vida, não havia lugar para Deus, sendo ele mesmo o seu único deus. Só no meio dos tormentos do Além é que o rico reconhece Lázaro e queria que o pobre aliviasse os seus sofrimentos com um pouco de água. Os gestos solicitados a Lázaro são semelhantes aos que o rico poderia ter feito, mas nunca fez. Abraão, porém, explica-lhe: «Recebeste os teus bens na vida, enquanto Lázaro recebeu somente males. Agora, ele é consolado, enquanto tu és atormentado» (v. 25). No Além, restabelece-se uma certa equidade, e os males da vida são contrabalançados pelo bem. (continua na próxima página)

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Mas a parábola continua, apresentando uma mensagem para todos os cristãos. De facto o rico, que ainda tem irmãos vivos, pede a Abraão que mande Lázaro avisá-los; mas Abraão respondeu: «Têm Moisés e os Profetas; que os oiçam» (v. 29). E, à sucessiva objeção do rico, acrescenta: «Se não dão ouvidos a Moisés e aos Profetas, tão-pouco se deixarão convencer, se alguém ressuscitar dentre os mortos» (v. 31). Deste modo se patenteia o verdadeiro problema do rico: a raiz dos seus males é não dar ouvidos à Palavra de Deus; isto levou-o a deixar de amar a Deus e, consequentemente, a desprezar o próximo. A Palavra de Deus é uma força viva, capaz de suscitar a conversão no coração dos homens e orientar de novo a pessoa para Deus. Fechar o coração ao dom de Deus que fala, tem como consequência fechar o coração ao dom do irmão. Amados irmãos e irmãs, a Quaresma é o tempo favorável para nos renovarmos, encontrando Cristo vivo na sua Palavra, nos Sacramentos e no próximo. O Senhor – que, nos quarenta dias passados no deserto, venceu as ciladas do Tentador – indica-nos o caminho a seguir. Que o Espírito Santo nos guie na realização dum verdadeiro caminho de conversão, para redescobrirmos o dom da Palavra de Deus, sermos purificados do pecado que nos cega e servirmos Cristo presente nos irmãos necessitados. Encorajo todos os fiéis a expressar esta renovação espiritual, inclusive participando nas Campanhas de Quaresma que muitos organismos eclesiais, em várias partes do mundo, promovem para fazer crescer a cultura do encontro na única família humana. Rezemos uns pelos outros para que, participando na vitória de Cristo, saibamos abrir as nossas portas ao frágil e ao pobre. Então poderemos viver e testemunhar em plenitude a alegria da Páscoa. Vaticano, 18 de outubro – Festa do Evangelista São Lucas – de 2016. FRANCISCO

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Olhares de esperança Recupero um filme que já tem longos anos e que recentemente revi, com o mesmo agrado de outrora. “Patch Adams” é um filme de 2003, protagonizado por um ator de excelência, Robin William, e baseado nas peripécias reais de um médico que desafiou as convenções da sua profissão. Patch Adams é um médico que não parece, não age, nem pensa como qualquer outro que já tenha conhecido. Para Patch, o humor é o melhor remédio, e está disposto a levar alegria aos seus pacientes das formas mais extravagantes – mesmo que isso signifique colocar em risco a sua carreira. Porque interage com as pessoas num estado vulnerável, ele quer ajudá-las e ligar-se a elas. Para além de oferecer tratamentos, também quer oferecer conselhos e esperança. E daqui transporto-me para a experiência que tenho vivido como voluntária da Acreditar no Hospital de S. João, no serviço de oncologia pediátrica. Uma experiência de humanização de que me sinto muito grata. A Acreditar – Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro, baseia a sua atuação no lema “tratar a criança com cancro e não só o cancro na criança”. Atua no sentido de melhorar as condições de vida da criança com cancro e entende-a como parte de um todo, pelo que são tidas em conta as várias dimensões da sua vida (a família, a escolaridade, o desenvolvimento psico-social e a integração comunitária). Aos voluntários é-lhes pedido que levem alegria e promovam actividades lúdicas junto das crianças hospitalizadas. Nesta experiência tenho conhecido pais e mães muito determinados na sua entrega e dedicação amorosa aos filhos, muito corajosos na aceitação dos desafios que a doença dos filhos lhes traz. Tenho conhecido médicos, enfermeiros e auxiliares que cuidam das crianças e famílias com delicadeza, compaixão e muita alegria. Ainda que sem a exuberância do Patch Adams, eles resgatam sorrisos e olhares de esperança às crianças e respectivas famílias. Tenho conhecido crianças que são tesouros preciosos que guardam a candura e a inocência de uma infância que esperam viver. Porque é de esperança que os seus olhares falam. Falam e calam bem fundo, no meu coração. São olhares como estes que me fazem rezar, confiadamente, todos os dias esta oração: Senhor, faz de mim um instrumento da tua Paz, do teu Amor, da Tua Alegria. Paula Valinhas Reis

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FESTA DA FAMÍLIA OÁSIS 25 de Abril de 2017 # Para congregar a família Oásis # Para rever amigos da “primeira” e da “última hora” # Para renovar a alegria de dizer Sim # Para testemunhar que vale a pena servir por amor 9H – Acolhimento 9.45H – “Pedaços de vida” 12H – Eucaristia 13H – Almoço 14.15H – “Regresso às raízes” 16H - Partida Movimento Oásis Centro de Espiritualidade Rua Mirante de Sonhos, 105 4445-511 Ermesinde - tel. 229712935 http://www.movimentooasis.com Contactos : padrearaujo@sapo.pt / oasis@movimentooasis.com Crescer on-line - Julho de 2015 - Página nº 2

Crescer On-line - fevereiro de 2017  

Boletim do Movimento Oásis em Portugal

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