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nº 54 – Julho de 2013


Retiro na casa Oásis Paróquia Nossa Senhora da Areosa - Testemunhos →Eu gostei de tudo. O que mais me marcou foi a caça ao tesouro. Compreendi que temos de confiar uns nos outros. → Eu gostei porque convivi com outros meninos. Foi bom ter um tempo para rezar, mas também ter tido tempo para brincar. → Eu gostei muito. O tempo que estivemos a rezar à noite foi muito bom. Conheci novas pessoas. Foi muito fixe. → Foi um fim de semana diferente. Foi espetacular. Nunca irei esquecer. Espero repetir a experiência. → Vai permanecer na minha memória durante muito tempo. Gostei muito da caça ao tesouro. Foi bom falar com Jesus. → Eu gostei. A comida era muito boa. Gostei da missa que preparamos. Adorei. → Este retiro serviu para refletir sobre o que Jesus quer de nós. Serviu para melhor nos preparamos para a profissão de fé. Comecei a valorizar tudo o que tenho: a comida, a roupa, a vida…

→ Foi um tempo muito bom, muito divertido. Sempre com Jesus por perto. → Fiquei aborrecido quando me tiraram o telemóvel. Só me lembrei dele quando mo entregaram no domingo. Nunca pensei estar tanto tempo sem mandar uma mensagem. Estive ocupado a conversar com Jesus e com os meus colegas. → Ficou-me na memória o início da refeição. O dever de agradecer o que Jesus nos dá. Foi tudo muito bom. Por vezes não gostava muito de estar calado. A minha catequista diz que falo demais. É verdade. Foi fixe. → Gostei da caça ao tesouro. Gostei do tesouro (as mãos dadas, símbolo de união e ajuda) e das gominhas. Deliciosas. → Eu não fui ao retiro mas quero escrever alguma coisa. Tenho muita pena de não ter ido. Pelo que ouvi foi interessante, divertido, engraçado. Os meus amigos falaram em Jesus, em valores, na amizade e na ajuda. Foi uma oportunidade que perdi mas talvez para o ano possa realizar… Obrigada pelo vosso trabalho e por tão generosamente nos terem acolhido.

→ Na ida ao retiro as pessoas que lá estavam ajudaram-me a acreditar mais no bem e no amor que Jesus deu a todas as pessoas e que nós também devemos dar. → Vou ficar sempre com estes dias na memória porque aprendi que se eu gosto de ser ajudada também tenho de me lembrar de ajudar. → Gostei de estar longe de casa. Gostei da missa que organizamos para todos mas em especial para a nossa mãe. Crescer - on-line nº 54 Julho de 2013 Página nº 2

Elvira Luisa Junho 2013


A primeiro geração incrédula «Podemos dizer que agora também os jovens – ou talvez sobretudo os jovens – deixaram de ter antenas para Deus, para a fé e para a Igreja. Os sinais mais evidentes de tal incredulidade e desinteresse em relação a Deus e à Igreja são pelo menos três: uma ignorância profunda da cultura bíblica; uma escassa participação na formação cristã pós-crismal; uma notável desenvoltura na deserção da assembleia eucarística dominical.

Tudo isto nos diz que eles não sentem interesse nenhum pelas questões abordadas pelo Cristianismo. Interesse é entendido aqui em sentido forte, como algo que toca o próprio ser, o próprio viver, o próprio agir e esperar. Alguns jovens, ao serem entrevistados, não negam a sua necessidade do sagrado, mas depois demonstram concretamente que não sabem quase nada da práxis cristã relacionada com a fé e com a oração. Com efeito, até

podem dizer «sou crente», mas depois ignoram completamente a Bíblia. Tal afirmação, na realidade, aplica-se – segundo um inquérito recente – a oitenta e seis por cento daqueles que se professam católicos e que correspondem a oitenta e oito por cento da população total [em Itália]. Também podem dizer, «sou católico», mas depois nunca puseram os pés na igreja, praticamente desde o dia do crisma. Só 9,4 por cento dos jovens declara que frequenta pelo menos uma vez por semana a vida paroquial. Uma profissão de cristianismo que, no entanto, não cultiva familiaridade alguma com a gramática bíblica do sentido do humano, que não se apercebe da urgência de um seu contínuo aprofundamento e que, sobretudo, deserta do encontro semanal com Aquele que toda a comunidade dos crentes professa como Senhor do tempo e da história, não serve para grande coisa. Não serve para quem afirma têla, não serve para a comunidade crente que poderia alegrar-se com essa opção de princípio. Assim, o sentido de religiosidade de que os jovens se sentem portadores também ultrapassa a questão da fé: em alguns casos, pode responder «à necessidade de ter uma referência moral (mesmo vaga), que permita aquietar a consciência e dar livre espaço a um estilo de vida fundamentalmente a-religioso» – são as conclusões do inquérito Iard sobre jovens, religião e vida quotidiana –, e, em muitos outros, a um uso do cristianismo, na linha da pertença sem crença, que serve sobretudo para pôr a ridículo a própria identidade cultural, num mundo cada vez mais multicultural e multirreligioso. É esse tipo de raciocínio que nos leva a afirmar que hoje nos encontramos perante aquela que pode ser definida como a «primeira geração incrédula» do Ocidente: uma geração que não se põe contra Deus nem contra a Igreja, mas uma geração que está a aprender a viver sem Deus e sem a Igreja. (…) Armando Matteo In A primeira geração incrédula, ed. Paulinas

Crescer - on-line nº 54 Julho de 2013 Página nº 3


Prémios Kerygma da Música Católica de 2012

CD Construir Oásis foi nomeado para os Prémios Kerygma da Música Católica de 2012 com a nomeação para o Prémio Canção 2012 com a música "Eu te escolhi" e nomeado para o Melhor Grupo/Artista 2012.

É uma boa notícia para o nosso movimento e também um meio de anunciarmos o carisma do Serviço por Amor.

Movimento Oásis Centro de Espiritualidade Rua Mirante de Sonhos, 105 4445-511 Ermesinde - tel. 229712935 http://www.movimentooasis.com Contactos : padrearaujo@sapo.pt / oasis@movimentooasis.com

Crescer On-line - julho de 2013  

Órgão formativo e informativo do Movimento Oásis em Portugal

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