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Por Venício Zambeli, de Interlagos Editor-chefe | Revista RACING
O Formula 1 MSC Cruises Grande Prêmio de São Paulo 2025 mostrou novamente que Interlagos é uma das melhores etapas da categoria. Na pista, as emoções foram diversas, a começar pela participação de um piloto brasileiro de volta à F1, que gerou muita expectativa e torcida do público recorde em Interlagos: 303.627 pessoas durante o fim de semana! Gabriel Bortoleto realizou uma boa corrida Sprint, até sofrer um forte acidente no fim da prova, o que comprometeu seu carro para a classificação da corrida principal. Largando em último, o brasileiro da Sauber foi agressivo na primeira volta, sem nada a perder, ganhando posições após a largada, mas acabou sofrendo um toque do piloto Lance Stroll na Curva Bico de Pato e bateu na barreira de pneus, o que o obrigou a abandonar. Mesmo insatisfeito com os resultados em Interlagos, Bortoleto trouxe de volta a festa dos torcedores brasileiros no circuito, relembrando os vários competidores nacionais que passaram pela F1. Quem não ficou decepcionado com os resultados obtidos e acabou coroado em Interlagos foi Lando Norris. O piloto da McLaren foi o “Rei de São Paulo” e venceu a corrida Sprint e a corrida Principal, somando pontos
importantes na liderança e na busca de seu primeiro título mundial, frente a seu companheiro Oscar Piastri (que teve um fim de semana de batidas), e ao rival Max Verstappen, da Red Bull (o holandês fez uma corrida de recuperação no domingo saindo dos boxes e acabou ainda em 3º lugar, com uma performance impressionante).
E fora da pista, o GP São Paulo também foi destaque, com o Autódromo de Interlagos sendo reconhecido pela FIA como um dos circuitos mais sustentáveis do mundo. Stefano Domenicali, CEO da F1, e Alan Adler, CEO do GP São Paulo, entregaram ao prefeito da cidade, Ricardo Nunes, o Certificado FIA 3 Estrelas em Sustentabilidade, como destaque internacional alcançado pela pista brasileira. Isso mostra que a infraestrutura, o trabalho e investimentos feitos em Interlagos estão seguindo os padrões de excelência do automobilismo mundial e o colocando como um dos mais modernos do calendário.
Interlagos já se prepara para receber a Fórmula 1 no próximo ano. O GP São Paulo está marcado para acontecer em Interlagos nos dias 6, 7 e 8 de novembro de 2026. Que o sucesso do automobilismo mundial continue por aqui!

Textos: Assessoria GP São Paulo de F1
Fotos: Beto Issa • Luca Bassani • Sérgio Sanderson
• José Mario Dias • Alex Farias • Rodrigo Ruiz • Bruno
Motta • Miguel Costa Jr. / divulgação


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Isabel Reis - MTB 17311
Racing ISSN 1413-8913.
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Lando Norris venceu o GP São Paulo, 21ª etapa da temporada 2025 da Fórmula 1. O piloto da McLaren largou da pole position e, exceto nos momentos em que foi aos boxes no Autódromo de Interlagos, liderou a prova de ponta a ponta, garantindo a primeira vitória em solo brasileiro em corridas principais. A segunda posição acabou nas mãos de Kimi Antonelli, piloto da Mercedes que não conseguiu acompanhar o ritmo de Norris. Max Verstappen, que largou do fim do grid, completou o pódio com a terceira colocação com a Red Bull, sendo seguido por George Russell, quarto com a Mercedes. Oscar Piastri, da McLaren, fechou a lista dos cinco melhores após ser punido no início da prova.
Oliver Bearman, da Haas, fechou a corrida com a sexta posição, sendo seguido por Liam Lawson, sétimo com a Racing Bulls. Isack Hadjar, com a outra Racing Bulls, foi o oitavo, com Nico Hulkenberg da Sauber na nona colocação Pierre Gasly, da Alpine, completou a prova com a décima colocação.
Gabriel Bortoleto abandonou a corrida logo na primeira volta. O piloto tentou dividir uma curva com Lance Stroll e parou na barreira de pneus, deixando a corrida com a Sauber.


Confira como foi a corrida
A corrida começou com Lando Norris mantendo a primeira colocação nos metros iniciais, sendo seguido por Kimi Antonelli, Charles Leclerc e Oscar Piastri. No pelotão de trás, Gabriel Bortoleto disputava posição com Lance Stroll quando colocou uma roda fora da pista, recebeu um toque e parou na barreira de proteção. O lance causou o abandono do brasileiro e o Safety Car foi acionado.
No momento em que a bandeira amarela foi acionada, Lewis Hamilton foi aos boxes com a Ferrari para trocar a asa dianteira após toque com Yuki Tsunoda. A relargada foi acionada na sexta volta, e desta vez Piastri tocou Antonelli, que atingiu Leclerc. O monegasco rodou e abandonou a corrida, e o Safety Car Virtual foi acionado pela direção de prova e Verstappen aproveitou para fazer a troca de pneus.
A prova recomeçou na volta oito, com Norris na liderança, seguido por Piastri, Antonelli, Isack Hadjar e George Russell. No pelotão de trás, Max Verstappen aparecia na 16ª colocação. Na 12ª volta, o lance da relargada foi notado pelos comissários, enquanto pouco depois Russell passou por Hadjar, avançando para o quarto posto.
Tsunoda foi punido com dez segundos por um incidente com Stroll, que rodou. Hamilton, por sua vez, foi superado por Verstappen na 13ª volta, caindo para o 16º posto. O holandês seguiu avançando e deixou Franco Colapinto para trás, tomando o 14º posto. Na volta 15, o tetracampeão passou por Tsunoda, avançando para 13º.
Hamilton retornou aos boxes na volta 15 e colocou pneus médios, enquanto Norris aumentava sua vantagem em relação a Piastri. O australiano da McLaren foi punido em dez segundos pelo lance da relargada que tirou Leclerc da prova. Verstappen seguiu avançando e passou por Nico Hulkenberg para tomar a 12ª posição.




Com Oliver Bearman nos boxes e uma ultrapassagem sobre Fernando Alonso, Verstappen entrou na zona de pontos, avançando para o nono lugar na volta 18. Um giro depois, foi a vez de Hadjar fazer a troca de pneus, o que foi seguido por Pierre Gasly. Lawson foi aos pits na volta 20. Com tudo isso, Verstappen apareceu em sexto.
Norris seguia ampliando a vantagem sobre Piastri, tendo 4,3 segundos em relação a Piastri. Verstappen passou por Albon e avançou ao quinto lugar na volta 21. Antonelli foi aos boxes na volta 22, colocando pneus médios e caindo para a 11ª colocação. Punido, Tsunoda foi para a parada nos boxes na volta 25. No pelotão intermediário, Albon passou a ser pressionado por Hulkenberg pelo quinto posto.
Antonelli, com pneus mais novos, passou a pressionar Hulkenberg pela sexta posição. Hamilton, em 17º, foi punido em cinco segundos por uma colisão. Líder, Norris foi aos boxes na volta 30, ganhando pneus macios da McLaren, caindo para o quarto lugar. Piastri assumiu a liderança da corrida, seguido por Russell e Verstappen.
Norris tomou a posição Verstappen na volta 33, avançando para o terceiro lugar, enquanto Tsunoda foi punido em mais dez segundos após falhar na hora de cumprir sua primeira punição. Hulkenberg, por sua vez, passou por Albon e tomou a sexta posição da prova. Russell e Verstappen entraram nos boxes na volta 35, com o inglês colocando pneus macios e o holandês um novo jogo de médios.


Albon fez seu pit stop na volta 36, o que foi seguido por Hulkenberg na volta seguinte. Com 37 voltas, a classificação da prova apontava Piastri na ponta e ainda sem parar nos boxes, sendo seguido por Norris, Antonelli, Russell e Bearman. Verstappen ocupava a sexta posição após superar Gasly e Hadjar ir para os boxes.
Hamilton abandonou a prova na volta 38, enquanto Piastri foi aos boxes e pagou a punição, além de trocar os compostos médios pelos macios. Neste momento, Norris retomou a liderança, tendo Antonelli 7,4 segundos atrás. Verstappen, em quinto, passou a ser o piloto mais rápido da pista, e se aproximou rapidamente de Bearman, quarto com a Haas, que parou nos boxes na volta 43.
Antonelli fez sua segunda parada na volta 48, o que foi seguido por Tsunoda, que cumpriu nova penalização. Bearman passou a atacar Hulkenberg pela sétima posição, conseguindo a ultrapassagem na reta oposta. Norris foi aos boxes pela segunda vez na volta 51, desta vez colocando pneus médios. O inglês caiu para terceiro, ficando atrás do agora líder Verstappen e de Piastri.
O australiano voltou aos boxes na volta 52, despencando para o sétimo lugar. Verstappen partiu para uma nova parada, recebeu pneus macios e retornou à pista com a quarta posição. Piastri abriu caminho e avançou para quinto ao superar Lawson. O holandês da Red Bull fez a melhor volta da prova no complemento da volta 56.
Norris mantinha a liderança com 12 voltas para o final, tendo 6,1 segundos de vantagem sobre Antonelli. Verstappen se aproximou de Russell restando 11 voltas, passando a brigar pelo terceiro lugar, tomando a posição na abertura da volta 63. O holandês passou a cortar a distância de Antonelli, o segundo, enquanto Piastri passava a encostar em Russell.
Norris seguiu para vencer, sendo seguido por Antonelli e Verstappen.







Osegundo lugar de Kimi Antonelli no GP São Paulo no Autódromo de Interlagos garantiu ao italiano um recorde. O piloto da Mercedes se tornou o novato com o maior número de pontos em uma temporada, alcançando os 122 pontos após 21 etapas do campeonato deste ano. O recorde anterior pertencia a Lewis Hamilton, que em seu primeiro ano na principal categoria do esporte a motor mundial somou 109 pontos em 17 corridas. Naquela ocasião, o inglês, hoje heptacampeão do mundo, corria pela McLaren. Há diferenças entre os números de Antonelli e Hamilton. Em 2007, a zona de pontos contava com apenas os oito melhores e oferecia dez pontos ao vencedor. Além disso, não havia a disputa de corridas Sprint, como ocorre atualmente. Naquele ano, Hamilton venceu quatro corridas.
Antonelli alcançou seu segundo pódio na temporada com o segundo posto em Interlagos, onde no dia anterior foi segundo também na Sprint. Antes, o italiano havia sido terceiro colocado no GP do Canadá. Além disso, hoje os dez melhores pontuam, com o vencedor faturando 25 pontos.





Max Verstappen celebrou o terceiro lugar obtido no Autódromo de Interlagos, local que recebeu o GP São Paulo de Fórmula 1 2025. O piloto largou dos boxes com a Red Bull e revelou ter sofrido um furo de pneu ainda no início da disputa da etapa brasileira do campeonato, indo aos boxes no momento em que o Safety Car Virtual foi acionado.
“Eu acho que a corrida teve muita ação. Tive que ultrapassar alguns carros, claro, partindo desde o pit lane. Eu acho que nosso ritmo foi bastante forte em todos os stints. Às vezes é difícil saber ao certo com o tráfego e tudo mais, mas eu não esperava isso de forma alguma, mesmo com um furo de pneu no início da corrida. Por isso tivemos que voltar aos boxes”, disse Verstappen.
O piloto, que passou o final de semana reclamando do desempenho da Red Bull no circuito de 4.309 metros da capital paulista, destacou o bom ritmo ao longo das 71 voltas de corrida. Verstappen aproveitou para destacar o trabalho de todos na equipe do touro vermelho para buscar mais performance no carro durante o final de semana.
“É um incrível resultado para nós e estou muito feliz com isso, e muito orgulhoso de todos na equipe. Ontem foi muito difícil para nós, mas nunca desistimos. Sempre tentamos melhorar para buscar baixar nossos tempos e, por sorte, conseguimos novamente hoje”, completou Verstappen, que foi um dos destaques da corrida pelo seu desempenho e ultrapassagens.




Bortoleto recebe o abraço do pai, Lincoln Oliveira e fica com o carinho da família depois de ter problemas na estreia no Brasil. Mesmo com o abandono, Bortoleto teve bom desempenho em outros momentos do fim de semana até o acidente da corrida Sprint e foi um dos destaques positivos da etapa de São Paulo para os torcedores brasileiros

Gabriel Bortoleto não teve uma estreia como desejava em sua primeira corrida de F1 em casa no Brasil. O piloto se envolveu em um acidente na primeira volta da prova principal do GP São Paulo de Fórmula 1 após se enroscar com Lance Stroll. O incidente ocorreu na curva “Bico de Pato”, fazendo com que o competidor rodasse e batesse no muro, forçando o abandono da corrida de domingo. Mas todo o drama começou bem antes, depois do forte acidente sofrido na corrida Sprint no sábado do GP São Paulo de Fórmula 1 e depois de ficar de fora da classificação realizada no Autódromo de Interlagos. O acidente danificou muito seu carro, o que impediu o piloto da Sauber fazer a classificação, já comprometendo o fim de semana.
A batida foi forte, na última volta da corrida Sprint, quando ele tentou uma manobra de ultrapassagem no final da reta principal e acabou perdendo o controle do carro, que chocou-se contra a mureta de box e depois cruzou a entrada da curva do S do Senna para bater violentamente na barreira de pneus.
Gabriel Bortoleto usou as redes sociais para falar sobre o acidente em São Paulo. O piloto destacou a segurança dos carros da categoria, o trabalho da Sauber e admitiu estar decepcionado por não participar da classificação.

“Tive sorte e fui abençoado por sair ileso do meu acidente hoje. Foi uma batida enorme, mas estou aqui de pé, e isso mostra não só a qualidade da construção desses carros atualmente, mas também o progresso que fizemos ao longo dos anos em termos de segurança”, disse Bortoleto, antes de agradecer aos mecânicos da Sauber por tentar colocá-lo na classificação da tarde.
“Gostaria de agradecer aos nossos mecânicos, que fizeram tudo o que podiam para me colocar de volta na pista para a classificação. Eles trabalharam muito para reconstruir meu carro do zero, e quase conseguimos a tempo”, seguiu o piloto da Sauber, que não escondeu a chateação por não conseguir partir para a pista na sessão que definiu as posições de largada.
“Obviamente, não posso deixar de ficar um pouco decepcionado por não ter conseguido classificar no meu primeiro GP em casa. É uma pena, porque acho realmente que nosso carro era competitivo o suficiente para construir algo neste final de semana, como demonstrado pela classificação do Nico (Hulkenberg) para o Q3.”, completou Bortoleto.















AFórmula 1 em São Paulo registro seu quinto recorde consecutivo de público. A edição de 2025 do GP em Interlagos registrou presença de 303.627 pessoas ao longo do final de semana, considerando os presentes entre sexta-feira e domingo. É a primeira vez que a categoria supera a marca de 300 mil na capital paulista. O último recorde, registrado em 2024, ocorreu com a presença de 291.717 pessoas no GP São Paulo. Os números dos recordes anteriores foram: 267 mil em 2023, 235 mil em 2022 e 182 mil em 2021.
A popularidade da F1 segue em alta no Brasil e no mundo. Além retorno do País ao grid da F1 após oito anos com a chegada de Gabriel Bortoleto, a entrada da F1 na Netflix com o Drive to Survive também ajudou a impulsionar o interesse das novas gerações pelo esporte. Outro fator relevante é o alto engajamento do público nas redes sociais.
O GP São Paulo de F1 tem contato até 2030 e a expectativa é de que o público continue aumentando nos próximos anos, principalmente com a inclusão de novas arquibancadas para o público.


AFIA (Federação Internacional do Automóvel) e a Associação Automobilística Brasileira (AAB) estão unindo forças para promover uma causa que vai muito além das pistas: a segurança viária. A ação faz parte da iniciativa “Safe Way to School” (Caminho Seguro para a Escola), que busca tornar mais seguros os trajetos percorridos diariamente por crianças e adolescentes no entorno das escolas.
O Safe Way to School é um projeto do FIA Foundation em vários países, e no Brasil a AAB conta com o apoio da Federação atuando para proteger crianças e adolescentes no trajeto escolar, tornando os entornos das escolas mais seguros, sinalizados e preparados. A iniciativa conta com apoio institucional e recursos da Federação Internacional do Automóvel (FIA), integrando uma rede global de ações voltadas à segurança viária. O projeto é fundamentado em evidências técnicas, como os estudos da iRAP (International Road Assessment Programme), que demonstram que muitas das vias escolares não oferecem estrutura mínima para garantir a proteção dos mais vulneráveis no trânsito. Além disso, o projeto contribui diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU – especialmente o ODS 3 (Saúde e Bem-Estar) e o ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis) – reforçando o compromisso da AAB com uma mobilidade mais humana, segura e responsável.
Luanda Carla Dantas Guerra, presidente da AAB, explica que o trabalho realizado no Brasil envolve análises técnicas dos entornos escolares para identificar riscos e propor soluções. “Essa iniciativa é de um grupo de mobilidade brasileiro, que é a AAB, junto com a FIA, FIA Foundation e outros parceiros, como iRAP e WRI Brasil, e diz respeito à promoção da segurança viária nos entornos das escolas. É um desafio de saúde pública, já que a principal causa de mortes entre crianças e adolescentes de 5 a 19 anos está ligada ao trânsito. Estamos realizando avaliações nas áreas escolares com o intuito de trazer soluções e recomendações que possam salvar vidas”, destaca. A primeira cidade do Brasil a receber a iniciativa é Imperatriz, no Maranhão. Os números confirmam a urgência da iniciativa. No Brasil, ocorrem mais de 100 mil acidentes de trânsito por ano, sendo cerca de mil envolvendo crianças de 0 a 14 anos no entorno das escolas. Estudos da iRAP indicam que aproximadamente 90% das vias escolares em países em desenvolvimento não possuem infraestrutura segura, como faixas visíveis, travessias protegidas e sinalização adequada. Globalmente, cerca de 500 crianças morrem todos os dias em acidentes de trânsito – o que equivale a 180 mil mortes por ano. O trânsito é hoje a principal causa de morte externa de jovens entre 5 e 29 anos.
A iniciativa foi apresentada durante o Smart City Expo,
em Barcelona, onde Luca Pascotto, Head of Road Safety and Global Advocacy da FIA, destacou o papel das cidades na construção de sistemas seguros de transporte. Segundo ele, é fundamental aplicar a cultura de melhoria contínua e a tomada de decisão baseada em dados, princípios herdados do automobilismo, para desenvolver cidades mais seguras para todos.
A vice-presidente da FIA para o Esporte na América do Sul, Fabiana Ecclestone, ressaltou a importância de usar a visibilidade do esporte como agente de transformação social. “Eventos esportivos como a Fórmula 1 e o automobilismo em geral têm um poder enorme de mobilizar o público. Quando associamos essa visibilidade a causas como a segurança viária, conseguimos ampliar o alcance das mensagens e despertar a conscientização em todas as idades.
A participação do Gabriel Bortoleto na divulgação desse projeto traz mais projeção e ajuda a levar o tema às escolas e às famílias. O esporte pode – e deve – ser parte ativa na solução dos desafios de mobilidade que enfrentamos.”
Gabriel Bortoleto, representante brasileiro na Fórmula 1 competindo em seu ano de estreia pela Sauber, é um dos embaixadores da campanha. Ele destacou o valor de levar a mensagem de segurança viária para o público mais jovem. “Como piloto, eu sei o quanto é importante estar seguro na pista, mas a segurança é igualmente primordial nas ruas –especialmente para as crianças a caminho da escola. Tenho orgulho de apoiar o projeto Safe Way to School e de ajudar a aumentar a conscientização sobre medidas que podem tornar cada trajeto mais seguro. Juntos, podemos garantir que as crianças no Brasil possam se deslocar com confiança.”
A iniciativa nas Américas também conta com o apoio do vice-presidente da FIA para a Mobilidade na Região IV (Américas), Ricardo Moralez, que reforça o papel da colaboração internacional no desenvolvimento de políticas e ações práticas em prol da segurança no trânsito.
Programas como o Star Rating for Schools, desenvolvidos pela FIA e iRAP, já avaliaram mais de 2.300 escolas em 80 países, beneficiando quase meio milhão de crianças. No Brasil, a meta é expandir a aplicação desse tipo de metodologia para ampliar o diagnóstico e estimular o investimento em infraestrutura e conscientização.
“Em muitas cidades, medidas simples e de baixo custo podem salvar vidas – especialmente as das crianças”, completou Pascotto. Com o envolvimento de diferentes atores — governos, setor privado e sociedade civil —, a FIA, a AAB e seus parceiros acreditam que o caminho para escolas mais seguras começa com o comprometimento coletivo e a consciência de que mobilidade segura é um direito de todos.
Nos termos do projeto, o objetivo é transformar o risco em cuidado, e o trajeto escolar em um caminho de proteção, respeito e cidadania.



OGrande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1 de 2025 bateu uma série de recordes em relação ao ano anterior e se consolidou como um dos maiores eventos anuais do país, tanto em público quanto em movimentação financeira. Modernizado e mais seguro após as intervenções recentes, o Autódromo de Interlagos segue atraindo fãs e fortalecendo o turismo paulistano — 94,8% dos espectadores afirmaram que pretendem retornar em 2026.
De acordo com estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), com base em dados da Secretaria Municipal de Turismo e do Observatório do Turismo da SPTuris, o impacto econômico total do evento chegou a R$ 2,3 bilhões, crescimento real de 9,7% sobre 2024.
Desse montante, R$ 1,4 bilhão corresponde a impacto direto e R$ 894,2 milhões, indireto. A movimentação gerou R$ 324,4 milhões em tributos federais, estaduais e municipais, 9,6% a mais que no ano anterior.
O público total de 303.627 pessoas também é recorde - aumento de 4,1% em relação a 2024. A realização do GP envolveu 23,7 mil profissionais, alta de 17,3% sobre o ano passado. Um dos principais indicadores do estudo, o Índice de Alavancagem Econômica (IAE), mostra que cada R$ 1,00 investido no GP São Paulo retorna R$ 7,14 à economia local.
Os impactos diretos incluem os gastos da organização, patrocinadores e público, enquanto os indiretos refletem a movimentação gerada na cadeia produtiva. O evento cria um ciclo virtuoso de renda, trabalho e visibilidade para São Paulo, consolidando o GP como um

motor relevante da economia paulistana.
Os resultados confirmam as expectativas do prefeito Ricardo Nunes, que defende a manutenção de Interlagos como patrimônio público e vetor de desenvolvimento.
“A gente optou por não fazer mais aquilo que no passado queriam, de fazer a concessão do autódromo, mas, sim, de torná-lo um equipamento de geração de emprego, de renda, de emoção, de amor, de energia e, principalmente, de orgulho do povo de São Paulo e do Brasil”, afirmou o prefeito.
Após investimentos de cerca de R$ 500 milhões realizados pela Prefeitura, Interlagos recebeu, em 7 de novembro, o grau máximo de reconhecimento ambiental da Federação Internacional de Automobilismo (FIA): a Certificação Ambiental de 3 Estrelas, a mais alta concedida pela entidade — um marco que coloca São Paulo entre as referências mundiais em sustentabilidade e gestão de grandes eventos.
Para o CEO do GP São Paulo, Alan Adler, a corrida já faz parte da identidade da cidade. “A cada ano, cresce o interesse da população de São Paulo pelo GP São Paulo de Fórmula 1. Além do público que vem ao autódromo, empresários e trabalhadores de diversos setores estão percebendo os benefícios de ter um evento desse porte na cidade”, afirmou.
“Movimentamos toda uma cadeia de negócios, geramos empregos, aumentamos a arrecadação e projetamos uma imagem positiva de São Paulo para mais de 180 países — resultado direto da visão do prefeito Ricardo Nunes, grande parceiro e apoiador do GP”, completou.

Perfil do público
Entre os que foram ao autódromo, 75% vieram de fora da capital — sendo 40% de outros estados, 17% do exterior e 18% do interior e da Região Metropolitana. Residentes na capital representaram 25% do público total. A presença feminina chegou a 36,1%, reforçando a ampliação da base de fãs do esporte. Em relação à faixa etária, 43,1% do público tinha entre 18 e 29 anos; 29%, de 30 a 39 anos; 17,5%, de 40 a 49; 6,9%, de 50 a 59; e 3,4% acima dos 60 anos.
Exposição na mídia
Além do impacto econômico, o GP São Paulo 2025 alcançou exposição na mídia avaliada em US$ 516,6 milhões (cerca de R$ 2,7 bilhões) — o maior valor já registrado. Segundo a Formula Money, 74,18% do retorno veio de transmissões televisivas, 20,5% de mídias digitais e 5,77% de impressos. Nos últimos seis anos, o evento acumulou US$ 2,5 bilhões em valor de mídia, consolidando-se como um dos principais produtos de visibilidade global da cidade.

Stefano Domenicali, CEO da Fórmula 1, e Alan Adler, CEO do GP São Paulo, receberam o Prefeito da cidade de São Paulo, Ricardo Nunes, em Interlagos durante o Grande Prêmio 2025

Francisco Mattos (Diretor GP São Paulo), Alan Adler (CEO GP São Paulo), Fabiana Ecclestone (FIA), Bernie Ecclestone (ex-dirigente da F1), Ricardo Nunes (Prefeito de São Paulo) Mello Araújo (Vice-Prefeito de São Paulo) e Edson Aparecido (Secretário do Governo Municipal)


OGP São Paulo chega à nova edição reafirmando seu compromisso com a sustentabilidade ambiental. O evento integra o programa global da F1 voltado à redução de impacto ambiental, e que tem como meta zerar as emissões líquidas de carbono até 2030.
Desde 2021, o GP São Paulo vem implementando um conjunto de ações voltadas para a sustentabilidade ambiental. Dentre as iniciativas, passou a compensar 100% de suas emissões de CO₂. A edição de 2024 do GP foi um marco também com relação à reciclagem de materiais. A implementação de um sistema de copos retornáveis, com mais de 120 mil unidades distribuídas e uma taxa de devolução de 25%, evitou o descarte de cerca de 4 toneladas de plástico na natureza. Ainda na área de reaproveitamento de materiais, destacamos a destinação ambientalmente adequada de 44 toneladas de pneus não reutilizáveis, além da coleta e o rerrefino do óleo lubrificante usado pelas equipes.


Novos avanços
Para este ano, o evento projeta novos avanços em seus cinco eixos estratégicos de atuação com relação à sustentabilidade : gestão de resíduos, estímulo ao uso do transporte coletivo, energia renovável, redução das emissões de carbono e o social. Para garantir o engajamento dos vários públicos de relacionamento, o Grande Prêmio de São Paulo vai reforçar a comunicação, com campanhas educativas sobre descarte correto de resíduos, transporte sustentável, uso consciente de recursos, diversidade e inclusão e combate ao assédio. Em outra iniciativa, fornecedores, equipes e parceiros receberão um manual de sustentabilidade e cláusulas contratuais específicas sobre boas práticas ambientais. Uma das metas para este ano é eliminar o uso de plástico descartável, com a ampliação do sistema de copos retornáveis e a substituição de utensílios de uso único por materiais biodegradáveis ou reutilizáveis. Outro ponto de destaque é o aperfeiçoamento do inventário de emissões de gases de efeito estufa, com dados mais precisos e integração de fornecedores e parceiros logísticos. Todo o processo seguirá os pro-
tocolos de emissões de gases, com compensação integral das emissões por meio de créditos de carbono certificados, provenientes da valorização de resíduos, em parceria com o Grupo Solví.
A gestão de resíduos também será expandida com segregação na origem, rastreabilidade via empresa especializada, parceria com cooperativas locais para triagem de recicláveis e compostagem de resíduos orgânicos. Pneus, madeiras, óleo de cozinha, e outros resíduos especiais continuarão recebendo destinação certificada. O óleo lubrificante usado dos carros de corrida, serão novamente destinados à produção de novos produtos de alta performance, retornando ao mercado, através de parceria com a empresa Lwart Soluções Ambientais. O trabalho de triagem de material vai proporcionar renda para mulheres em situação de vulnerabilidade.
Na mobilidade, o plano prevê a reativação da Estação Cidade Dutra, conectando a linha de trem diretamente ao autódromo, além da ampliação do transporte coletivo e das opções acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida.
Em energia, o foco será ampliar o uso de fontes renováveis, como a matriz fotovoltaica do autódromo, e reduzir gradualmente a dependência de geradores a diesel. Em 2024, o evento alcançou a certificação de duas estrelas no programa ambiental da FIA (FIA Environmental Accreditation Programme). A meta para 2025 é conquistar a terceira estrela, o mais alto nível da acreditação, que reconhece práticas sustentáveis e melhoria contínua em governança ambiental.
“Acreditamos que o esporte é uma potente plataforma para mobilizar pessoas, e levar mensagens para um amplo público. Queremos ser agentes e disseminadores da cultura da sustentabilidade ambiental, da diversidade e da inclusão. Promover um legado de mudanças positivas a cada Grande Prêmio, trazendo benefício diretos para a comunidade local sob a forma de empregos e renda. Tudo isso conjugado com a preservação ambiental”, diz Alan Adler, CEO do GP São Paulo.
Compromisso com o social
O GP São Paulo reforça seu compromisso com a responsabilidade social com uma série de iniciativas voltadas à diversidade, à inclusão, à capacitação profissional, à geração de renda e à segurança alimentar.
Para promover um ambiente mais diverso, em linha com as diretrizes da F1, o GP São Paulo tem

investido em treinamento de seus colaboradores, e no diálogo com seus parceiros. Fornecedores têm sido estimulados a promover a diversidade em seus processos de recrutamento. Outra prioridade é a melhoria da acessibilidade do Autódromo, que tem sido garantida pelos serviços SMPED e Atende+/SPTrans. Para tornar o GP São Paulo um ambiente seguro para todas as pessoas, estão sendo desenvolvidas ações de combate ao assédio e à discriminação.
Entre as ações para a geração de emprego e renda, destacamos o apoio a cooperados de reciclagem e o incentivo à criação e manutenção de hortas comunitárias, projeto realizado no Jardim Ibirapuera.
Na frente da capacitação profissional, destaque para o programa de formação de mulheres em situação de vulnerabilidade econômica em mecânica de automóveis. O projeto, realizado em parceria com a Escola do Mecânico, vai capacitar mais 100 mulheres este ano. O programa conta com o apoio da Mubadala Capital.
No âmbito da segurança alimentar, destacamos o programa Food Donation que destina o excedente de alimentos dos restaurantes do GP a instituições sociais. Em 2024, foram doadas mais de 15 toneladas de alimentos para as instituições SEFRAS, Formiguinhas em Ação e Escudo do Bem.


OFormula 1 MSC Cruises Grande Prêmio de São Paulo 2025, uma das etapas mais aguardadas do calendário mundial da Fórmula 1 e a 21ª prova da temporada, acontece entre os dias 07 e 09 de novembro no Autódromo José Carlos Pace, em Interlagos, reunindo novamente grandes marcas que ajudam a tornar o evento um dos mais importantes e bem organizados do planeta.
O sucesso do GP São Paulo é resultado direto da sólida relação com seus patrocinadores e fornecedores, empresas que compartilham valores de inovação, excelência, sustentabilidade e experiência ao público. Em 2025, o evento conta com o apoio de Porto, Claro, Raízen, Qore, Sancta Maggiore, Claro Empresas, Puma e Richards, entre outros.

A Porto, pelo quarto ano consecutivo, reforça sua presença no GP São Paulo com uma arquibancada temática exclusiva, oferecendo uma experiência diferenciada aos fãs de velocidade. O espaço contará com atrações interativas, simuladores de corrida, gifts colecionáveis, telões de transmissão e uma ampla área de convivência com alimentação, música e entretenimento — tudo com a segurança e o conforto característicos da marca.
Parceira estratégica do GP São Paulo, a Claro é responsável por garantir a infraestrutura de conectividade e transmissão de dados no autódromo, permitindo que equipes, mídia e público desfrutem de tecnologia de ponta durante todo o evento. Já a Claro Empresas amplia essa atuação com soluções corporativas de TI e comunicação integradas à operação do GP, reforçando a importância da conectividade em um evento global como o GP São Paulo.
A Raízen segue impulsionando o compromisso do GP São Paulo com práticas sustentáveis e eficiência energética. A empresa atua no fornecimento de energia e combustíveis de forma responsável, reforçando o alinhamento do evento com as metas de sustentabilidade do evento rumo à neutralidade de carbono.
A plataforma de investimentos Qore também renova sua presença no GP São Paulo, contribuindo para o fortalecimento das iniciativas de relacionamento corporativo e experiências exclusivas durante o fim de semana da corrida.
A rede Sancta Maggiore é novamente a responsável pelos serviços médicos do GP São Paulo, oferecendo suporte completo a pilotos e equipes. O centro médico do autódromo contará com estrutura hospitalar completa, incluindo UTI, ambulâncias e uma equipe de mais de 70 profissionais de saúde. Unidades Sancta Maggiore estarão em regime especial de retaguarda durante o evento.
A Gerdau mais um ano investiu em melhorias para modernização do autódromo, com aço 100%, reforçando seu compromisso com a sustentabilidade e com a infraestrutura de alto padrão que o circuito exige. Este ano a Gerdau presenteou o autódromo de Interlagos com a reforma da plataforma de larada, do pórtico do sinal de largada e os pórticos do sinal repetidor de largada.
As marcas Puma e Richards assinam os uniformes das equipes de organização e staff do evento, garantindo estilo, conforto e funcionalidade. Os looks reforçam a identidade visual do GP e asseguram fácil identificação das equipes de trabalho durante o final de semana de corrida.
Com o apoio dessas marcas líderes em seus segmentos, o Formula 1 MSC Cruises Grande Prêmio de São Paulo 2025 consolida-se como o maior evento esportivo recorrente do Brasil e um dos mais bem estruturados do calendário mundial da Fórmula 1 — unindo paixão, tecnologia e sustentabilidade em um espetáculo que movimenta a cidade e o país.

AGerdau, maior empresa brasileira produtora de aço e uma das líderes globais na produção de aços especiais para o mercado automotivo, e o Grande Prêmio de São Paulo de F1, etapa brasileira da maior e mais popular competição automobilística mundial, inauguraram novas estruturas feitas com aço Gerdau 100% reciclável no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP).
A cerimônia de inauguração das novas estruturas ocorreu no próprio Autódromo, com a presença de Gustavo Werneck, CEO da Gerdau, e de Alan Adler, CEO do Grande Prêmio de São Paulo. As novas instalações feitas em aço Gerdau 100% reciclável contemplam áreas estratégicas do circuito, incluindo renovação da nova plataforma de bandeirada, instalada na linha de chegada da corrida, de novos suportes para os repetidores do sinal de largada e revitalização do pórtico do sinal de largada.
Com essa ampliação do uso de elementos de aço no Autódromo, a Gerdau reafirma seu compromisso com a sustentabilidade e a inovação, contribuindo para a modernização do circuito que sedia a etapa brasileira da maior competição automobilística do mundo nos dias 7, 8 e 9 de novembro.
“Após o sucesso da parceria com o Grande Prêmio de São Paulo nos últimos dois anos, a Gerdau está orgulhosa de retornar a esse evento tão icônico para a cultura e o esporte brasileiros. Estamos muito satisfeitos em levar, mais uma vez, o aço Gerdau 100% reciclável e de baixo carbono, para um dos maiores eventos esportivos do mundo, oferecendo uma alternativa mais sustentável para a prova
e deixando as novas estruturas de legado para a capital paulista”, afirma Gustavo Werneck, CEO da Gerdau.
“O GP São Paulo e a Gerdau firmaram, acima de tudo, uma parceria de propósitos. A Gerdau tem a sustentabilidade ambiental como um dos pilares de sua estratégia, assim como o GP São Paulo também tem compromisso com a preservação do meio ambiente e com a qualidade de vida das pessoas. Além disso, temos a tecnologia como elemento fundamental de nossos negócios. Por isso, acredito que o GP São Paulo e a Gerdau estarão juntos por muito tempo”, diz Alan Adler, CEO do GP São Paulo.
A ação integra a parceria que, pelo terceiro ano consecutivo, une a Gerdau e o Grande Prêmio de São Paulo. Nos últimos anos, a companhia contribuiu com a modernização do autódromo, com a instalação de estruturas em todo o circuito, além dos mastros onde estão hasteadas as bandeiras do Brasil, do estado de São Paulo e da cidade de São Paulo.
Para Pedro Torres, diretor global de Comunicação e Relações Institucionais da Gerdau, “levar o aço Gerdau à linha de chegada da maior prova do automobilismo brasileiro é motivo de orgulho e uma forma de celebrar nossa conexão profunda com a história e a emoção do brasileiro. O aço Gerdau estará ali, no ponto onde se celebram vitórias, onde o tempo para, e onde se constroem memórias que remetem a domingos históricos, à família reunida e à paixão pela velocidade.” Estar presente neste espaço que guarda lembranças tão marcantes e conecta gerações é a maneira mais genuína de reforçar o vínculo da Gerdau com a sociedade”, completa Torres.


Aequipe médica do hospital Sancta Maggiore, do grupo Prevent Senior, fez no autódromo de Interlagos um ensaio para a corrida do GP São Paulo de F1. Pela oitava vez, a médica Gabriela Santos Feliciano fez o papel de um piloto acidentado na pista e foi levada de helicóptero para a unidade Dubai do hospital responsável pela prova. Na prática, a médica foi colocada em um cockpit oficial fornecido pela Federação Internacional de Automobilismo e passou em seguida pelo processo de extração e remoção por ambulância e helicóptero. A escolha por uma médica tem como objetivo principal a capacidade de transmitir, após a operação, os ajustes necessários com maior precisão. “Todo ano tem algum pequeno ajuste. Mas tudo tem saído muito bem”, diz a médica especializada em atendimento pré-hospitalar e já acostumada com o trabalho. Interlagos é um circuito seguro, lembra o diretor de prova Felippe Biazzi, que acompanhou todo o trabalho. O último acidente que exigiu o transporte do piloto para o hospital foi em 2003, com Fernando Alonso, na subida dos boxes. O diretor médico do GP São Paulo de F1, Dr. Dino Altmann, o ‘rescue chief’, Marcos Cunha, do Sancta Maggiore, e o diretor médico adjunto, Pedro Rosolen, conduziram o simulado médico. O atendimento médico em Interlagos contou com 33 médicos, 18 paramédicos e 25 enfermeiros. Ao mesmo tempo, médicos ficaram de plantão nas unidades Sancta Maggiore Dubai e Itaim. “A equipe está cada vez mais afinada. Cada um conhece bem a sua função. Estamos bem-preparados”, diz o médico Marcos Cunha. A possível ocorrência de chuva também faz parte do protocolo médico. Caso um acidente ocorra em uma condição que impeça a decolagem do helicóptero, o transporte será realizado de ambulância precedida de batedores. Este foi o último simulado médico com assento removível dos carros de F1. A FIA adota, a partir do próximo ano, uma sugestão de Dino Altmann, eliminando os bancos removíveis já que eles têm padrões distintos. “Já estamos prontos para o novo formato de extração do piloto”, explica Altmann que é diretor médico do GP São Paulo de F1 desde 2001.










Pódio da Sprint: Lando Norris em 1º, Kimi Antonelli em 2º e George Russel em 3º, receberam os troféus das mãos da atriz Maísa Silva

O toque de Oscar Piastri em Kimi Antonelli, que acertou Charles Leclerc, danificou seu pneu e roda e o tirou da corrida



O prefeito de São Paulo recebeu um certificado da F1 reconhecendo Interlagos como uma das pistas mais sustentáveis, modernas e seguras do mundo





O forte acidente de Gabriel Bortoleto na corrida Sprint em Interlagos





Fernando Alonso, Aston Martin









McLaren de Lando Norris na linha de chegada de Interlagos


Lewis Hamilton com a bandeira do Brasil no desfile dos pilotos



As autoridades da Fórmula 1 no Brasil



Max Verstappen e Yuki Tsunoda no carrinho do desfile de pilotos





Os fiscais e voluntários do GP São Paulo de F1 2025

Tarcísio de Freitas (Governador do Estado de São Paulo), Cristiane Freitas (primeira dama do estado de SP), Ricardo Nunes (Prefeito da cidade de São Paulo) e Regina Nunes (primeira dama da cidade de São Paulo)






Gabriel Bortoleto, Sauber - GP de São Paulo de F1 2025 - Interlagos, Brasil






Lando Norris, McLaren
- Vencedor do GP de São Paulo de F1 2025