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Ano XVIII 154 / Distribuição Gratuita www.motoboymagazine.com.br

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A revista inteligente do profissional e usuário de baixas cilindradas

Harley Amorim, piloto de Stunt e manobras radicais

está de volta FUNDO DO BAÚ: As lendas vivas da Mototurbo LANÇAMENTO: Honda apresenta uma versão especial da XRE PERFIL: Responsabilidade e respeito, a receita da Agility Courrier


Fala editor... Nessa segunda edição trazemos muitas novidades e mensagens para vocês começando com a volta de Halley de Amorim Vitório, respeitado Piloto Profissional de Stunt manobras radicais, que movido pela fé aprendeu a superar dificuldades e volta à ativa. Ele é nossa matéria de capa. Na seção Perfil contamos a história de sucesso do paulistano Marcus Vinícius Vicentim Fabrício, empresário criador da Agility Courrier que conquistou a realização profissional através da responsabilidade e do respeito, atitudes tão necessárias para a transformação da sociedade brasileira. Mostramos também nessa edição lançamentos da Yamaha e da Honda, as poderosas do mercado brasileiro. Da primeira destacamos a Yamaha Tricity 125, um veículo de três rodas, mas que não é um triciclo. Modelo considerado como um novo conceito de motocicleta que a Yamaha está trazendo como opção para o consumidor brasileiro. Da Honda apresentamos uma edição especial da XRE 300, inédita versão Adventure que chega como mais uma opção em grafismos diferenciados à linha 2017. E conheçam o casal Arlindo e Fernanda. Eles estão juntos há oito anos e têm em comum o sonho de conhecer o mundo em duas rodas. Sonho este que pertence a muito de nossos leitores apaixonados pelo mundo de duas rodas. Não é verdade? Essas e outras informações bem bacanas você vai encontrar nessa edição 154.

Boa Leitura!

Editor: Oscar Gonçalves dos Santos E-mail: oscargoncalves@terra.com.br Edição 154 / 2017

Nossa Capa: HARLEY AMORIM Impressão: NWG Editora e Gráca Ltda. Tel: (11)5563-0534 Tiragem: 20.000 Exemplares Periodicidade: 09 Edições / Ano Assessoria Jurídica: Lima & Vasconcelos Tel: (11)3081-2135 Distribuição Gratuita: Prossionais e usuários de baixa e média cilindradas do segmento de duas rodas

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Jornalistas Responsável: Oscar Santos MTB: 81430-SP E-mail: redacao.motoboy@terra.com.br Design / Diagramação: Raíra Soares E-mail: redacao.motoboy@terrra.com.br Fotograa / Web: Cláudio Barbosa e Priscilla Santos E-mail: claudio.revista@terra.com.br E-mail: motoboymagazine@terra.com.br Ger. Comercial: Cláudio Barbosa E-mail: claudio.revista@terra.com.br E-mail: motoboymagazine@terra.com.br Assistente Comercial: Raíra Soares Dias E-mail: raira.comercial@terra.com.br Assinatura: Marcía Santos E-mail: redacao.motoboy@terra.com.br

Piso - 1.123,20 Adicional de Periculosidade - 336,96 Aluguel da Moto - 522,23 Vale Refeição - 264,23 Cesta Básica - 60,00 Hora Ponto (Prossional Esporádico) - 7,58 Apólice de Seguro por Morte - 25.000,00 Apólice de Seguro por Invalidez - 25.000,00 Despesas Médicas Hospitalares até - 2.500,00

Correio de Mensagem: R: Rosa Mística, 88 Jabaquara / SP - Cep: 04333-010


Prefiro ser motoboy do que patrão! Já tive empresa de motoboy em BH e hoje trabalho sozinho em um contrato que tenho que ter empresa aberta. No Brasil é muito complicado ser patrão, são muitos impostos, muitos deveres adquiridos pela classe. Não que eu seja contra os benefícios adquiridos, mas, não aguentei e resolvi fechar a empresa e rodar sozinho mesmo. Acertei com todos no sindicato e muitos ainda me levaram à Justiça do Trabalho, além das empresas para quem prestava serviço. Fizeram acordos e resolvi parar. Tenho 28 anos de profissão. Já entreguei jornal, fiz banco, pizzaria, ou seja, eu já fiz de tudo um pouco na moto e nunca levei ninguém à justiça, mas, cada um tem uma cabeça. Tudo que tenho foi trabalhando como motoboy e com muito orgulho, sou motoboy sim, tenho caminhão parado na porta da minha casa para rodar, mas prefiro a moto. Postado no Facebook por Sérgio Tadeu – Belo Horizonte - MG. Da redação: Muito válida sua opinião Sérgio, isso mesmo amigo, tem que ter orgulho da profissão mesmo, vocês são verdadeiros guerreiros das ruas.

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Olá Pessoal, tudo bem? Gostaria de agradecer a vocês pela matéria de capa publicada na edição de outubro onde eu fui um dos personagens, Nossa bem legal, parabéns gente! Enviado pelo WHATSAPP por Josenaldo de Oliveira – O motoboy Árbitro de São Paulo. Da redação: Imagina Josenaldo, nós que agradecemos, ficamos muito felizes em saber que você curtiu a reportagem. Bom dia equipe Motoboy Magazine Gostaria que vocês fizessem uma pesquisa estou na profissão há 20 anos tomei algumas multas, mas uma me chamou a atenção geralmente elas são aplicadas em rodovias. Não manter a distância frontal e lateral do veículo, mas o código de trânsito não fala qual é a distância que devemos está e quando eles efetuam a multa não especifica a distancia que moto se encontra no ato da inflação e o direito do cidadão de ir e vir aonde vai. Obrigado. Postado em nossa pagina do Facebook por Gilberto Alves – Rio de Janeiro-RJ Resposta da Redação: Olá Gilberto obrigado por escrever para nós, bora lá. Bom, o que descobrimos é que este tipo de infração não há uma distância definida mesmo, o que é levando em conta segundo a Resolução do CONTRAN n° 371/10, é à distância e algumas situações tais como; pista molhada, veículo transitando junto a outro veiculo, ou motocicleta transitando na mesma faixa com risco de colisão, ou seja, este tipo de infração geralmente é aplicado quando o comportamento do motociclista demonstrar, claramente, que estava colocando em risco a segurança do trânsito. Porém, se sentiu lesado você pode recorrer é um direito seu.


Mercado

DUAS RODAS: PRIMEIRO TRIMESTRE REGISTRA ESTABILIDADE FRENTE AO MESMO PERÍODO DE 2016 Com quatro dias úteis a mais, a média diária de vendas ficou 13,2% acima da apresentada em fevereiro De acordo com os dados divulgados pela ABRACICLO, Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, saíram das linhas de produção 231.381 motocicletas no acumulado de janeiro a março, o que representa uma leve alta de 1,6%, frente às 227.626 unidades fabricadas no mesmo período de 2016. Sob a comparação mensal, março registrou 82.416 motos, expressivo crescimento de 22,4% em relação a fevereiro e de 2,3% contra o mesmo mês do ano passado. Todavia, vale ressaltar que o segundo mês do ano teve quatro dias úteis a menos, por conta das festividades do Carnaval. As vendas no atacado – para a rede de concessionárias – mantiveram-se estáveis no acumulado do ano, se comparado ao mesmo período do ano passado. Nos primeiros três meses do presente ano foram comercializadas 215.820 motocicletas, contra 215.372 em 2016. Com 80.372 unidades vendidas em março, foi registrada alta de 17,7% em fevereiro (68.312) e queda de 3,8% em março de 2016 (83.523). Sobre as exportações, o acumulado do primeiro trimestre alcançou alta de 26,9%, com 17.444 unidades exportadas, ante 13.749 no mesmo período de 2016. Já o comparativo mensal registrou 5.722 motocicletas exportadas em março, contra 5.953 unidades em fevereiro e 4.721 unidades em março do ano passado. VENDAS NO VAREJO Com base nos licenciamentos registrados pelo Renavam, foram emplacadas 210.970 motocicletas de janeiro a março, volume 12,1% inferior ao apresentado no mesmo período Produção do ano anterior, com Atacado 239.923 unidades*. Varejo Exportação

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No comparativo mensal, março registrou 82.879 motos licenciadas, frente a 60.495 unidades em fevereiro e 86.981 unidades no mesmo mês de 2016. Com quatro dias úteis a mais, a média diária de vendas, com 3.603 unidades, ficou 13,2% acima da apresentada em fevereiro (3.184), porém 8,9% abaixo do que em março de 2016 (3.954). (*) Foram desconsiderados os ciclomotores usados, cujo licenciamento junto aos Detrans passou a ser obrigatório a partir da Lei nº 13.154, de 30/07/2015, e da Resolução Contran nº 555/15, de 17/09/2015 PROJEÇÕES “Mesmo que os números tenham apresentado leve melhora no primeiro trimestre, o mercado de Duas Rodas segue cauteloso, mantendo as projeções já anunciadas. De qualquer forma, iniciativas como a da Caixa Econômica Federal, com a linha de crédito especial para motocicletas, e as perspectivas de estabilidade econômica devem impulsionar os negócios”, comenta Marcos Fermanian, presidente da entidade. Fonte: Abraciclo / Associados

PROJEÇÃO 2017

2016 887.653

2017 910.000

Qtde + 22.347

Var % + 2,5%

858.120

825.000

- 33.120

- 3,8%

899.793

890.000

- 9.793

- 1,1%

59.022

93.000

+ 33.978

+ 57,6%


Fundo do Baú

Lendas Vivas da Mototurbo No início dos anos 90 surgia em São Paulo a Mototurbo, uma empresa de motoboys que prestava serviço para duas grandes instituições financeiras no recolhimento de malotes. De capacete, macacão e motos verdes os motoboys que andavam na maioria das vezes em bando eram vistos por toda a cidade. A maioria jovem com espírito movido à adrenalina e nenhum medo da morte cortavam o trânsito da cidade fazendo loucuras sobre duas rodas. Apelidados de duendes verdes não podiam ver um motociclista andando mais rápido que logo aceleravam para ultrapassálo. Com equipamentos de segurança de baixíssima q u a l i d a d e , q u e e r a m o b r i g a d o s a u s a r, contabilizava-se a morte de um jovem por semana em média. Foi então que em 1996 surgia na Mototurbo um dos Raps mais conhecidos entre os motoboys do Brasil: "O rap dos motoboys" de autoria de Marcelo Veronez também conhecido como o “Poeta dos Motoboys”.

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Motoboy Magazine edição 154- Abril/Junho  
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