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Arquivo pessoal

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A linda ciclista da foto ao lado se chama Juliana Lobo, e não Juliana Borba, como veiculamos na página 22 da nossa edição passada (matéria relativa ao Dia das Crianças). Juliana mora no bairro das Graças e uma das suas principais diversões é passear de bicicleta com o papai, André Lobo, da sua casa até o Parque da Jaqueira. Oi, Ju! A gente errou seu nome e pede desculpas. Foi uma alegria ter você conosco.

@mon_quartier Envie suas críticas, comentários e sugestões para naidenobrega@hotmail.com Novembro 2010


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Há anos que você está magoada com uma situação ou com alguém que supostamente a causou? Abra seu olho! Essa é uma das formas mais eficazes de se envenenar. E vou mostrar como isso ocorre. Para ser mais específico, vou falar de mulheres magoadas com seus relacionamentos afetivos, mas esse tema pode ser extrapolado para os homens e para outras áreas da vida: social, financeira, profissional etc.

lo: diretamente ou cercando. Ele vai negar, claro. Que dor! A dor aumenta com a negação repetitiva dele. Que decepção! Que desilusão! Você ficou sem apoio, sem chão, sem nada. Teve que reconstruir toda sua base emocional, devastada pela inconveniente descoberta. E ainda hoje, muito tempo depois, ainda não conseguiu. Isso é, se algum dia você realmente teve uma base psicológica sólida.

Um dia você conheceu um homem. À primeira vista ele pareceu diferente dos outros. Era simpático, bonito, carismático, tinha bom papo e, o melhor, estava livre e desimpedido. Vocês começaram um namoro. Parecia que ele adivinhava os seus mais íntimos desejos e bastava você pestanejar que ele estava ali, ao seu lado, diligente, forte e compreensivo. Todo homem é assim no começo. Alguns (raros) permanecem assim por mais tempo e desses, uma pequena fração o serão por toda vida. Mas isso é a exceção.

Agora, seja humilde e reconheça: você criou na sua louca fantasia que ele era ideal (apenas uma ideia). Esse alguém ideal não era real. E isso não é culpa dele, é responsabilidade sua. Você é a responsável pelas ilusões que cria e, sejamos claros, só se desilude quem se ilude. Quando ele se mostrou tal qual era, sem as máscaras da ilusão (por você criadas), seu mundo (ilusório) caiu. Hoje, anos depois da separação, você ainda sente aquela dor quando pensa nele, quando alguém se refere a ele ou quando o vê. Volta todo aquele lixo emocional. A isso dá-se o nome de ressentimento (sentir de novo, várias vezes). É um veneno potente. Talvez hoje você continue sozinha, rejeitando inconscientemente todo homem que parece bom (e que pode até ser) e que surge em seu caminho. Isso abre as portas para quem é cafajeste, e só esses passam a bater a sua porta.

Então, na sua fantasia de príncipe encantado, você acreditou que ele era sua alma gêmea, o amor da sua vida, o homem do resto dos seus dias. Perceba que terreno você preparou para a tragédia. Criou a respeito dele toda sorte das consideradas boas qualidades e cegou para o lado sombrio (que todos têm). Criou uma enorme expectativa de ser amada, respeitada, venerada por todos os dias da sua vida. Fantasiou sobre família, filhos, sexo excitante, fidelidade e cumplicidade, sobre um milhão de coisas. Note que até agora grande parte do que você pensa e sente a respeito dele foi criada por você. Não era o “ele real”, com qualidades, é certo, mas cheio de defeitos. Igualzinho a você. Aí, um belo dia, anos depois e meio que ao acaso, você descobre que ele teve ou tem um caso, uma amante. Concordo com você, é uma cafajestada. Então, toda aquela imagem ilusória criada sobre ele vem por água abaixo. Não é necessário mais que cinco segundos para isso tudo se desfazer. Você passa dias imaginando como abordá-

Talvez você esteja alguns quilos acima do seu peso, com hipertensão arterial, prédiabética, cheia de rugas de expressão e apresentando dores nas costas e cansaço nas pernas. É a ação do veneno, o veneno composto de ilusão, imaturidade, mágoa e ressentimento, dia a dia revividos. Saia dessa! Mergulhe novamente de cabeça, sem medo de se machucar. Vá fundo, mas, dessa vez, sem ilusões, sem fantasias, sem idealismos. Viva só o presente, um dia de cada vez. Sem futuro, pois este não existe. Deixe o passado no lugar de onde ele nunca deveria ter saído: no passado. Morto e enterrado. E seja feliz. Isso sim é que é saúde emocional. Você merece e é capaz disso! Novembro 2010


Saúde

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Há alguns anos a Zona Norte do Recife abriga bons espaços voltados ao bemestar e à qualidade de vida, através de terapias que estimulam o exercício do corpo e o relaxamento da mente. Na Avenida Santos Dummont, bairro do Rosarinho, encontra-se um desses locais, o Studio Adriana Dantas, com enfoque especial para a prática de pilates e yoga, técnicas que a Mon Quartier já abordou em diversas matérias relacionadas à qualidade de vida, pelos fantásticos benefícios que proporcionam. Adriana Dantas é professora especialista e instrutora de Physiopilates Balance Body (o famoso pilates), sendo cadastrada pela organização internacional Pilates Method Aliance – PMA, uma agência de certificação internacional, sediada no Canadá e que tem entre os seus objetivos formar e integrar professores, estúdios e instalações destinadas a preservar o legado deixado pelo criador da técnica, Joseph Pilates. “Há sete anos ofereço aulas de pilates, sendo cinco no bairro do Espinheiro e dois no Rosarinho”, afirma a professora. O estúdio é lindo e transmite boa energia já a partir da recepção. “Sempre trabalhei em academias. Num determinado momento, senti a necessidade de proporcionar aos meus alunos um ambiente mais tranquilo, fora de tanta agitação, voltado à prática de atividade física e reabilitação. A ideia é que o aluno esqueça um pouco da rotina corrida que está do lado de fora. Assim nasceu o nosso estúdio, focado na busca pela mens sana in corpore sano”. O funcionamento começa nas primeiras horas da manhã, a partir das seis horas, e vai até às 21 horas. São oferecidos hatha yoga, power yoga e yoga máster (voltada à melhor idade), pilates – de forma individual ou para grupos de quatro pessoas (de qualquer idade) - e massoterapia, podendo ser terapêutica (relaxante e revitalizante) ou estética: redutora, drenagem e pós-cirúrgica. São oferecidas as modalidades Shiatsu, Lipoescultura Manual, Drenagem linfática, Sueca e Corrente Russa, além de serviços de depilação.

Divulgação

Quem quer optar por uma terapia alternativa e não sabe qual escolher, a professora dá o caminho: “A yoga fortalece os músculos e as articulações, além de ajudar a acalmar a mente. Já o pilates é mais focado em restabelecer as qualidades físicas, condicionando o aluno tanto para realizar as tarefas do dia-adia, quanto para o fortalecimento e o enrijecimento do corpo como um todo”. Todos os professores são pós-graduados, com especialização em reabilitação e formação pela Physiopilates, a começar pela fundadora. “Comecei minha carreira como instrutora aprendiz, há dez anos. Em seguida, após minha formação pela Physiopilates, fui chamada para compor o quadro de professores de uma academia referência em Boa Viagem, onde adquiri experiência. Em paralelo, continuei como personal e pesquisadora da área de reabilitação e exercícios funcionais. É preciso estar sempre se capacitando”. Em breve, o estúdio também oferecerá Dança e Ballet para adultos, Pilates Executivo, Alongamento, Mat Pilates e Ergometria. Serviço Avenida Santos Dummont, 565, Rosarinho. Fone: 81 3241.5617. E-mail: studioadrianadantas@hotmail.com Novembro 2010


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Nos últimos dias estamos presenciando, através dos telejornais do país e do mundo, situações de greve, protestos e confrontos, tanto na França como na Itália, o que nos leva a refletir até onde vai o direito de greve dos trabalhadores e seu direito de protestar. Em nosso país, a Constituição Federal, em seu art. 9º e a Lei Federal nº 7.783/89 asseguram o direito de greve a todo trabalhador, competindo-lhe a oportunidade de exercê-lo sobre os interesses que deseje defender. Contudo, apesar de resguardado legalmente, o direito de greve encontra obstáculos, principalmente no serviço público, pois a falta de regulamentação para o setor, diferentemente do privado, levou a questão para os tribunais. No caso de uma paralisação nacional ou em mais de um estado, o julgamento é de competência do STJ, pois a legalidade das paralisações confronta-se com os princípios da supremacia do interesse público e da continuidade dos serviços essenciais. São direitos dos grevistas, sejam do setor privado ou público, o emprego de meios pacíficos a persuadir ou aliciar os trabalhadores a aderirem a greve; a arrecadação de fundos e a livre divulgação do movimento. Porém, é proibida a violação ou o constrangimento dos direitos e garantias fundamentais dos demais, inclusive não podendo impedir o acesso de qualquer pessoa ao trabalho, nem tampouco causar dano ou ameaça à propriedade ou a pessoa. Por fim, em especial quanto aos serviços essenciais e sua existência ou não no serviço público, o STF, no julgamento do mandado de injunção (MI 670/ES), decidiu, brilhantemente, que não se deve falar em atividades essenciais ou necessidades inadiáveis no serviço público, mas que as atividades estatais jamais podem ser interrompidas de forma integral, tendo em vista o princípio da continuidade dos serviços públicos, como noutros casos julgados recentemente (Pet 7883). O STJ considerou abusiva a paralisação dos serviços de fiscalização e licenciamento ambientais em razão da greve dos servidores do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), determinando o imediato retorno das atividades, sob pena de multa diária de R$ 100 mil às entidades coordenadoras da greve. Assim, conclui-se que o direito de greve é essencial à democracia, mas este sempre deverá ser exercido em respeito aos direitos e garantias fundamentais dos demais cidadãos, sob pena do movimento ser declarado ilegal.

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Naide Nóbrega

Uma foto na Praça San Marco não é a mesma sem a presença das dezenas de pombas que amontoamse junto ao turista, como modelos eufóricas em busca de um flash. Essa participação ativa tem ligação direta com uma prática que reinou durante muitos e muitos anos na praça, a de alimentar os animais. No entanto, a preservação do patrimônio histórico obrigou as autoridades a estimular o fim desse tradicional costume, através da proibição da venda de milho para os turistas, negócio que reinava absoluto na praça até tempos bem recentes. Os turistas ignoram a proibição e continuam alimentando as pombas, embora agora tenham que levar seu próprio pão, para atraí-las. Às vezes, nem isso. Basta ficar paradinho, que uma delas vem pousar no seu ombro ou na sua cabeça, como foi o nosso caso, durante esta reportagem. A proibição deve-se à superpopulação dos animais e ao prejuízo que isso trazia (e traz) para edifícios e monumentos. O fato é que a sensação de ataque é divertida e a foto, imperdível. Faça a sua.

VÍDEO

FOTOS

* O texto original em espanhol foi traduzido pela jornalista Naide Nóbrega. Conteúdo Plus no site www.monquartier.com.br

O jornalista Juanpa Ausín faz a clássica foto ao lado das pombas da Praça San Marco.

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Os sete anos da Passa disco

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