Page 1

MP

PORTFÓLIO DE ARQUITETURA

2013-2018


MP

MÓNICA PEREIRA PIMENTA (+351) 918 172 579 monicapereirapimenta@gmail.com 31-08-1993

2013-2018


SOBRE a Mónica... CV

Habitação Unifamiliar

Habitação Plurifamiliar

Abrigo para observação de aves

Planeamento e Desenho Urbano Equipamento: Centro de Alto Rendimento

Reabilitação de Equipamento: Mercado do Louro

Fotografias e Desenhos

Anexos


MÓNICA PEREIRA PIMENTA ARQUITETA

(+351) 918 172 579 monicapereirapimenta@gmail.com 31-08-1993

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

COMPETÊNCIAS: SOFTWARES:

AutoCad SketchUp V-ray ArchiCad Lightroom CC Microsoft Office (Word, Excel e Power Point) SOCIAIS: Empenhada, dinâmica e muito otimista, adaptável aos vários tipos de contextos, facilidade de trabalho em equipe. Total abertura para novas oportunidades que me permita crescer profissionalmente, contribuindo para o desenvolvimento dos objetivos comuns. TÉNICAS E ARTÍSTICAS: Domínio nas áreas da fotografia e do desenho e habilidade da execução de maquetes

Português Inglês Espanhol

IDIOMAS:

Março 2019-atualidade Arquiteta – Nexarq, Unip. >Estudo Prévio >Licenciamento >Execução

FORMAÇÃO ACADÉMICA 2008-2011 Artes Visuais Escola Secundária D. Maria II – Braga 2011-2013 Licenciatura em Engenharia Civil e do Ambiente Instituto Politécnico de Viana do Castelo (Frequentei apenas o 1º e 2º ano da licenciatura) 2013-2018 Mestrado Integrado em Arquitetura Universidade Lusíada Norte- Campus V. N. Famalicão Tema de dissertação: O MERCADO ENQUANTO ARQUITETURA E FACTO URBANO – O caso do Mercado do Louro de Januário Godinho

OUTROS PROJETOS 2016 Voluntária no Serralves em Festa Fundação Serralves – Atividades Artísticas Voluntária na Festa de Outono Fundação Serralves - Exposições 2016-2017 Tesoureira no Núcleo de Arquitetura e Artes Universidade Lusíada Norte – Campus V. N. Famalicão 2017 Vencedora do concurso de fotografia ARQUITECTURA DE ALCINO SOUTINHO” QUIASMA

OUTROS:

Carta de condução B, B1

"DESCOBRIR

A

2018 Fotografia selecionada para a 2° fase do concurso Outro Prisma com o tema "Arquitetura e Cor” OASRN


Habitação Unifamiliar

LAGOS, PORTUGAL

Analisado o território, a paisagem e o ambiente percebemos de imediato todas as características do local: o clima; o tipo de construção da zona; os materiais mais utilizados; para conseguir um bom estudo do contexto interpretativo do local de intervenção e das suas características aqui mencionadas. Sem duvida que o inquérito à Arquitetura Popular em Portuguesa foi essencial para esta intervenção, visto que o Algarve tem uma arquitetura muito particular e muito diferente da que estamos habituada. Utilizei também o livro “Do Habitar” de Maria Milano que me deu um vasto conhecimento com os seus capítulos sobre: “A cultura do habitar em Portugal”, algumas “notas sobre o espaço domestico em diferentes culturas”, “Arquiteturas Portuguesas”, “A paisagem e o habitar Mediterrâneo - do habitat mediterrâneo ao habitar da paisagem” e “Habitar o território-uma visão geográfica” de variados autores. Depois disto restou me trabalhar na forma exterior que se adequa-se ao terreno e à sua envolvente, que conseguisse tirar o maior partido da paisagem era o principal objetivo. Os interiores foram sempre pensados de forma a que se relacionassem com o exterior era o nosso maior foco. A criação de grandes entradas de luz para o interior, as sombras, os reflexos todo este contexto era importante para uma boa linguagem arquitetónica.


Habitação Plurifamiliar HABITAÇÃO PLURIFAMILIAR é direcionada a jovens casais, pois as tipologias adoptadas são T1 e o T2, bastante atrativas no modo como estão distribuídas e com um novo conceito de habitar bastante “livres” e com influências nas habitações em ilha, com boas relações sociais entre vizinhança e com áreas bem generosas sendo todos eles duplex. Os T1 estão em maior número devido ao utilizador-tipo que este edifício pretende associar.

PORTO, PORTUGAL

T1

PROGRAMA: T1: Sala de estar e jantar; Cozinha; Lavandaria; WC de serviço; Quarto com wc privada e área de trabalho; T2: Sala de estar e jantar; Cozinha; Lavandaria; WC de serviço; Quarto com WC privada e área de vestir; Quarto com WC privada e área de vestir; Áreas do T1 compreendidas entre 80m2100m2 Áreas do T2 compreendidas entre 130m2148m2

T2


HABITAÇÃO PLURIFAMILIAR é desenhada com o objetivo de fixar mais jovens na Boavista e para isso as tipologias são adequadas ás necessidades dos mesmos. São duplex com áreas generosas e disponibilizam todas as necessidades básicas para habitar. No primeiro piso as áreas sociais e serviços, no 2º andar áreas privativas. O projeto no seu todo é inspirado na habitação que o porto foi alvo no século XX, as ilhas, o edifício é desenhado com um corredor de acessos comuns ás habitações ao ar livre, uma zona de passagem e de socialização entre todos. Todas as habitações diretamente relacionadas com a avenida da França possuem um espaço que naturalmente faz a separação entre a casa e a rua e que leva de uma forma subtil o jardim exterior até a casa. Os apartamentos são caracterizados por um elemento onde se desenvolve toda a habitação: as escadas, onde identificamos desde logo como um objeto de separação das áreas. O conceito da criatividade e da cultura é empregue deste jeito: uma nova cultura do habitar e a criatividade como a habitação e desenhada e vivenciada.


Abrigo para observação O projeto proposto é um espaço de observação de aves e abrigo feito pelo grupo de escuteiros de Barcelos de modo a responder da melhor maneira a pedidos dos mesmos, para encontros regionais ou até mesmo internacionais e ao mesmo tempo, providenciando-lhe assim uma mais valia social, e ambiental em contacto com a natureza, visto que a zona se encontra em espaço florestal protegido na freguesia de Aldreu, Barcelos. A encosta tem vista a Norte para Viana do Castelo e a sul para a Póvoa do Varzim, diretamente exposta à costa marítima do norte do país. Assim sendo, cabe-nos a nós escolher entre os sítios já posteriormente propostos, neste caso encontramo-nos no ponto mais alto do terreno o ponto 1.

BARCELOS, PORTUGAL

SISTEMA CONSTRUTIVO O sistema construtivo adotado para a construção do abrigo é os prumos leves em madeira de carvalho. Atualmente, este sistema emprega painéis de derivados de madeira OSB, neste caso, para dar rigidez e estabilidade ao sistema. A pré-fabricação parcial de elementos estruturais é uma mais valia neste tipo de obra; Incorporação de isolamento térmico na caixa de ar para compensar a falta de inércia térmica do sistema.; Incorporação de barreira para-vapor para evitar condensações no interior das paredes das fachadas. Separação do revestimento exterior da estrutura, criando um sistema de parede ventilada. A impermeabilização das coberturas e fachadas é efetuada com recurso a telas e membranas em Polietileno de Alta Densidade (HDPE) e Polipropileno (PP).


A IDEIA: .Deslocar as pessoas que frequentam os parques da cidade através dos percursos/ciclovias; .Deslocar as pessoas do centro da cidade principalmente pessoas com uma prática desportiva regular;

Através de COMBINAR

EQUIPAMENTO: CAR

V. N. FAMALICÃO, PORTUGAL

. Áreas ecológicas e parques urbanos públicos; . Uma zona desportiva associada; . Uma área habitacional e comercial dedicada aos jovens;


PROCESSO CONCEPTUAL A conceção e o planeamento do projeto centram-se numa compreensão aprofundada do contexto local. O edifício responde às escalas existentes. Sua localização e arquitetura denotam a natureza pública do espaço e “injetar” uma nova vida no local. O conceito dado ao edifício vem ao encontro de toda uma proposta urbana anteriormente pensada: O triângulo da sustentabilidade. Então assim pretendemos que nele seja empregue as 3 palavras chave: Verde, Hierárquico e Dinâmico. Estes três conceitos estão presentes em todo o edificado. VERDE: naquela avenida existe atmosfera totalmente viral, vive-se e revive-se um sentimento de que estamos bem longe da cidade, numa grande floresta onde os raios solares rasgam pelas copas das árvores. O arvoredo intenso inunda a avenida de França, o local é totalmente verde e harmonioso. HIERÁRQUICO o edifício esta dividido e subdividido. Dividido intencionalmente pelos dos grandes corredores/eixos de distribuição (principal e secundária) DINÂMICO: O edifício muda totalmente de fachada dependendo do ângulo a partir do qual ele é visto, a hora do dia, a luz ou a estação do ano, através dos grandes paneis fixados na fachada que a sua posição é determinada pela épica do ano e pelas horas do dia. Existindo assim um grande ganho energético e térmico.


EQUIPAMENTO: MERCADO O projeto de reabilitação do edifício do Mercado do Louro (Centro Comercial do Louro), surge em conformidade com o grande tema do ano de Projeto III - o Movimento Moderno em Arquitetura em Vila Nova de Famalicão. É a partir daqui que traçamos o nosso caminho e começamos a investigar o Mercado como um elemento particular na cidade, um (arte)facto urbano primário de interesse na sociedade ao longo dos tempos. Queremos perceber qual a sua participação e importância na cidade hoje e apresentar provas de que a função por si só não é capaz de definir a continuidade do mesmo, a adequação funcional é essencial para que não se torne uma ruína. O Mercado (CCL) é um dos elementos integrantes no Centro Cívico daquela freguesia, sendo projetado entre 1968 e 1973 por Januário Godinho, com pelo menos 3 fases de projetação conhecidas. O Mercado no contexto onde se insere é o único que se encontra em degradação e em desuso funcional e arquitetónico necessita sem dúvida de uma intervenção urgente, pois é um vazio naquele contexto onde ainda teria a capacidade de voltar a dinamizar o lugar e conseguir atrair público tem tudo para voltar a ser um chamariz de pessoas como aconteceu durante muitos anos. Então o presente trabalho pretende isso mesmo, voltar associar o Mercado ao centro cívico, dando-lhe assim novas funções e valências, que permitam ajudar a desenvolver economicamente e culturalmente a zona, sem que se altere o especto linguístico do edifício pré-existente,

V. N. FAMALICÃO, PORTUGAL


Os principais problemas que neste momento afetam o Centro Cívico, é sem dúvida a degradação progressiva do edifício do Mercado (CCL) e sem vista qualquer tipo de intervenção. O espaço público é pouco apelativo à permanência, espaços demasiados amplos, sem desenho e de rápida circulação, que não cativa à permanência da população no local, e não se encontram preparados para receber pessoas com mobilidade reduzida, más acessibilidades. Destaque-se também como um problema a falta de um espaço para albergar o associativismo e as empresas presentes no Louro, pois já ocupam uma grande percentagem naquela localidade.

A ideia é a integração desta zona à Cultura e ao Comércio local, um NOVO Centro Cívico regenerado na freguesia do Louro, assim sendo procura-se utilizar as características e as tradições da “terra” para que em conjunto consigam ajudar a dinamizar e a potenciar todos esses espaços, e essencialmente que consigam atrair a população residente e não residente, bem como o associativismo local que integra a caça e a pesca, o grupo de música, o grupo desportivo, a agricultura e a indústria), a frequentar estes locais.


A desadequação e o mau estado de conservação do edifício do mercado que atualmente encontra-se vazio, sem qualquer tipo de utilização seja pública ou privada, é visível a vários tipos de patologias como degradação dos matérias e dos seus componentes em função do seu envelhecimento natural, alterações químicas dos materiais e principalmente a falta de manutenção. O edifício tem um grande valor arquitetónico, é projetado por Januário Godinho entre 1968 e 1973 e pertence ao movimento moderno na arquitetura portuguesa, mais um ponto a favor para ser reabilitado pelo ser valor patrimonial. A ideia será tornar o Mercado do Louro num local de todos, associado sempre à Cultura, ao Comércio e à Inovação local. Um Mercado tradicional aliado a um restaurante-café que dá apoio em rede às empresas e associações e à população em geral. Às empresas dá apoio no sentido de um novo espaço para refeições, às associações dá apoio através da comercialização de produtos agrícolas e vinculas. A introdução dos espaços de co work dá a possibilidade de entre ajuda entre estes.


FOTOGRAFIAS


ANEXOS


2017 Vencedora do concurso de fotografia "DESCOBRIR A ARQUITECTURA DE ALCINO SOUTINHO” QUIASMA


2018 Fotografia selecionada para a 2°fase do concurso Outro Prisma com o tema "Arquitetura e Cor� OASRN


CERTIFICADO DE PARTICIPAÇÃO

Para os devidos efeitos declara-se que Mónica Sofia Pereira Pimenta colaborou com a Fundação de Serralves, em regime de Voluntariado, cooperando no “Serralves em Festa 2016”, realizado de 2 a 5 de junho de 2016.

Porto, 20 de junho de 2016

__________________________________ Rui Costa Diretor de Recursos e Projetos Especiais


CERTIFICADO DE PARTICIPAÇÃO

Para os devidos efeitos declara-se que Mónica Sofia Pereira Pimenta colaborou com a Fundação de Serralves, em regime de Voluntariado, cooperando na “Festa do Outono 2016”, realizado de 24 a 25 de setembro de 2016. Mais se declara que desempenhou a sua prestação de uma forma dedicada e adequada aos fins pretendidos. Porto, 10 de outubro de 2016

__________________________________ Rui Costa Diretor de Recursos e Projetos Especiais


MÓNICA PEREIRA PIMENTA

Profile for Mónica Pimenta

Portfolio Mónica Pimenta  

Portfolio Mónica Pimenta  

Advertisement