Page 1


MONDEGO ULTRA TRAIL A quarta edição do Mondego Ultra Trail®, com uma presença vincada do maior rio 100% português, o Mondego, e na cidade que por excelência o eterniza, Coimbra, é nas suas encostas e nos seus afluentes locais que se encontra uma riqueza ímpar no que aos trilhos e caminhos diz respeito, percorrendo a Freguesia de Torres do Mondego seguramente o maior pólo da cidade para a prática de trail running, e contando com um novo reforço na organização, a Junta de Freguesia de Ceira, o que nos permite oferecer uma maior diversidade seja na tipologia de terreno, seja na dificuldade, permitindo assim adaptar-se conforme a experiência de cada um. Pretende-se assim promover os trilhos já transitáveis, e continuar na terceira edição não só a recuperar alguns há muito engolidos pela vegetação fruto do abandono, como também a criar novas ligações entre si. Assim, as Juntas de Freguesia de Torres do Mondego e Ceira apostaram numa equipa de nativos com experiência quer enquanto atletas, quer enquanto organizadores de eventos desportivos para colocar no terreno o Mondego Ultra Trail®, nas versões Ultra Skymarathon® 50km, SkyRace® 22km, Mini 10km, e Caminhada, num percurso onde o contraste entre sectores mais rolantes e sectores mais técnicos aliado às mudanças bruscas de desnível fazem as delícias de quem sente prazer na prática de trail running. A Praia Fluvial de Palheiros & Zorro, será o palco da ansiedade da partida, e dos "empenos" da chegada num percurso onde o contraste entre sectores mais rolantes e sectores mais técnicos aliado às mudanças bruscas de desnível farão as delícias de quem sente prazer na prática de trail running, cruzando assim Carvalhosas, Palheiros, Zorro, Minas do Zorro, Serra do Carvalho, Carvalho, Caneiro, foz do Caneiro, Roxo, Dianteiro, Cova do Ouro, Casal do Lobo, Ribeira da Misarela, Casal da Misarela, Vale de Canas, Mata Nacional de Vale de Canas, Serra das Torres, Lagoas, São Frutuoso.e claro está as sedes das freguesias organizadoras Torres do Mondego e Ceira, sempre com o Rio Mondego como referência.

MONDEGO ULTRA TRAIL 2018


COMPROMISSO SOCIAL Como Compromisso Social temos associado à prova todo um projecto de recuperação, reactivação, sinalização e homologação de trilhos que têm vindo a ser colocados a descoberto e que há mais de 30 anos deixaram de ser transitáveis, tendo servido em tempos os locais nas deslocações entre aldeias ou idas ao rio. Pretendemos que este projecto seja a consequência natural do trabalho desenvolvido, retribuindo às comunidades das Freguesias de Torres do Mondego e Ceira com a "devolução" de um pedaço da sua história. Criámos assim um projecto dimensionado à real capacidade de absorção do impacto humano nos trilhos a utilizar.

NÃO É A CORRIDA, SÃO OS TRILHOS

Não somos nem queremos ser um evento de massas, até porque o Mondego Ultra Trail não é “mais uma prova de trail”. Pretendemos connosco todos aqueles que vivem o “trail running” pelos trilhos e tudo o que eles têm para oferecer, independentemente de o viverem de forma mais ou menos competitiva. Surpresa, foi a palavra mais ouvida por aqueles que enfrentaram o desafio quer na primeira, quer na segunda edição, pois não esperavam tamanha dificuldade e beleza em igual medida. Ficaram ainda com a certeza de que o nosso “slogan” está longe de ser um vulgar chavão para vender, mas sim um atestado de identidade.

CLIP MUT 2015

CLIP MUT 2016

CLIP MUT 2017


ORIGENS Torres de Mondego, é uma Freguesia do concelho de Coimbra que dista desta 5 quilómetros. Dividida pelo Mondego, cujo vale faz vislumbrar uma paisagem fascinante, onde alternam o verde e o casario. Trata-se de uma antiquíssima localidade, que pertencia à área de defensa periférica de Coimbra. Enquanto Freguesia data de 1 de Fevereiro de 1934, segundo diploma publicado no Diário do Governo 1ª Série N.º 26, onde se pode ler no Art.º 1 “É criada no Concelho de Coimbra a Freguesia de Torres do Mondego”. Anteriormente pertencera à freguesia de Santo António dos Olivais da urbe de Coimbra. Mas, como «locus» habitado, a sua existência é muito anterior à nacionalidade que como se sabe, nasceu em 1128, como referência em suportes documentais respeitantes ao século XI, circunstância que não implica a inexistência de um povoamento ainda mais antigo, hipótese forçada pela vicinalidade da velha Aemininum (Coimbra). Terá sido D. Afonso III das Astúrias quem inicialmente a repovoou. Os cronicões citam este (re)povoamento já inserido na própria urbe, integrando-a com o sentido de expansão territorial da «civitas» para esse flanco, numa adjacência defensiva de grande importância. O topónimo «Torres» não deixa dúvidas quanto ao tipo de fortificação, posto avançado de precioso contributo, desde as bandas do sueste. Um documento de 1103, leva a crer que, a «villa» de Torres tenha sido, na integra, propriedade privada de D. Paterno que, vindo do estrangeiro, ocupou a cátedra conimbricence, na esteira, exemplo e égide de D. Sisnando, uma vez que esta aparece em seu nome pessoal e não concretamente no da Sé ou Catedral. Obviamente que, recém-chegado, sem bens hereditários dos seus antepassados, tenha sentido necessidade de constituir os seus próprios bens de raiz, que o contexto propiciava. Convém lembrar que as suas relações com D. Sisnando eram bastante positivas.

No entanto, na transição do século XI para XII, a «villa» de Torres surge já como propriedade da Sé de Coimbra, o que leva a admitir que entre D. Paterno e D. Crescónio, tenha sido celebrado o testamento da doação. No ano de 1102, o bispo D. Maurício Burdino (sucessor de D. Crescónio), fez concessão de metade da «villa Torris nomine» e ainda de um sexto da outra metade a uma dama de nome Eugénia Stephaniz. No princípio do século XII, realizou-se a concessão, a título precário, de toda a «villa» de Torres, pela Sé de Coimbra, que objectivava ali não só o povoamento e a agricultura, mas também o reforço da presença, vigilância e alerta, de caráter militar, desde esse ponto de observação estratégico e critico das águas do Mondego e das sendas de infiltração encaixadas nas suas margens. A D. Maurício (século XII), entretanto transferido para Braga, sucede, desde 1109, o bispo D. Gonçalo Pais, acabado de regressar de uma visita a Jerusalém e a Constantinopla. Enquadrada no tempo procurou-se, assim, na medida do possível desvendar a razão toponímica e a identidade dos primeiros precursores ligados à origem e evolução da «villa» de Torres, no contexto rural, religioso e militar longevos, ante a «Civitae» Coimbrã que, desde os tempos passados, foi uma das mais importantes portas da urbe, a que o moderno Itinerário Principal 3 retirou, ultimamente, impacto rodoviário, mas que continua, incontestavelmente, a ser um local apetecível, graças aos seus pontos de atracção.


Ceira tem uma longa tradição histórica, é uma povoação muito antiga, já conhecida dos Romanos que, segundo alguns historiadores, lhe chamavam Celia/Seilia ou Celium. A povoação também aparece registada com a grafia Seira/Seyra. Tal como hoje, já no tempo dos Romanos, a povoação tinha o mesmo nome do rio.

Uma tradição local diz que, antes do assoreamento do rio Ceira, a freguesia constituía um importante porto fluvial com barcos chegados da Figueira da Foz, pelo Mondego, para descarga de mercadorias a um cais, de que ainda existem vestígios, junto às Barreiras do Campo. Estes barcos vinham carregados de peixe e sal, levando em troca lenha e carqueja.

Em Setembro de 1180 D. Afonso Henriques doou Ceira ao Chanceler Julião Pais que a coutou.

Ceira chegou a ser concelho, até ao reinado de D. Maria II.

Na carta de doação descrevem-se as confrontações que são, pouco mais ou menos, as da actual freguesia. Esta carta de doação foi confirmada por D. Sancho I e D. Afonso II, filho e neto, respectivamente, daquele monarca. D. Julião Pais no século XIII aumentou o seu património na região, adquirindo terras no porto de Ceira. Uma tradição local diz que, antes do assoreamento do rio, a freguesia constituia um importante porto fluvial mas, com o decorrer dos tempos, tudo quanto existia da primitiva povoação ribeirinha se submergiu, o que motivou a deslocação do aglomerado populacional para a encosta dos montes que lhe ficam fronteiros. Contudo, os Ceirenses, ainda hoje, por uma questão de transmissão de pais para filhos, recordam os sitios onde, nesses recuados tempos, se fixava o “cais”, a “igreja” e parte da “povoação”, tudo hoje ccberto pelas enchentes anuais do rio Ceira e que deram origem à formação do actual “campo de Ceira”-

Em 1960 Ceira participou num cortejo integrado nas festas da cidade de Coimbra. Nesse cortejo desfilaram com um “carro” alegórico que chamou a atenção, pela sua originalidade, atraindo os olhares de todos os presentes. Transportada num tractor, lá ia a imagem viva do quotidiano de Ceira com as suas actividades principais e o rio em plena azafama: a nora tirava a água para a rega dos campos, as lavadeiras faziam a barrela e tratavam da roupa das freguesas, os trabalhadores agrícolas e tantos outros recriavam as suas profissões. Este quadro obteve extraordinário sucesso em representação da Casa do Povo de Ceira. Em 4 de Junho de 1997, alguns lugares da freguesia de Ceira passam a constituir a Vila de Ceira. No ano de 2010 foram legalizados os brasões da Freguesia de Ceira e da Vila de Ceira, tendo a sua publicação saído em Diário da República em 18/08/2010 e 22/10/2010, respectivamente.

Teve foral outorgado por D. Manuel I, concedido em Lisboa a 12 de Março de 1512 (Livro de Forais Novos da Beira, fls. 89 v., col. II, in princ.). Em 1790 o pároco da freguesia, Francisco Xavier Freire da Silva, tentou organizar o tombo da Igreja, mas poucos elementos consegui coligir, por o antigo tombo e os documentos mais importantes se encontrarem muito deteriorados e parte deles ilegíveis. No entanto, no tombo por si organizado, conseguiu descrever, não só os limites da freguesia, mas também incluir a cópia da doação que D. Afonso Henriques fez da mesma ao Chanceler Julião e a relação dos lugares que compõem a freguesia.

MONDEGO ULTRA TRAIL 2018


A Cidade de Coimbra possui uma mística muito própria, fruto de um passado cheio de factos relevantes, e também das memórias de muitas dezenas de milhares de portugueses que, ainda hoje, espalhados por todo o país ou além fronteiras, lembram os anos de juventude aqui passados, quando cursaram a Universidade, tempos normalmente de despreocupação, folguedos e esperanças.

Durante o séc. XIX, verifica-se um importante aumento populacional, surgindo novos arruamentos e zonas residenciais, destacando-se o plano de urbanização da Quinta do Mosteiro de Santa Cruz. No séc. XX, Coimbra conhece novas e profundas alterações com a construção da nova cidade universitária, deslocando-se a população residente da Alta Coimbrã para novos bairros da cidade.

Os vestígios pré-históricos são escassos mas permitem testemunhar a permanência humana no actual perímetro urbano da Cidade. Do período de domínio romano ficou um criptopórtico, situado sob as construções do antigo Paço Episcopal, edifício onde está instalado o Museu Nacional de Machado de Castro.

Nos anos 90, a cidade expandiu-se para a zona do Vale das Flores e da Boavista, onde foi construído o Pólo II da Universidade, dedicado às Ciências e Tecnologias, junto à margem direita do Mondego, com edifícios projectados pelos mais notáveis arquitectos contemporâneos. Em torno dos hospitais da Universidade, na zona de Celas, instalou-se o Pólo III da Universidade dedicado às Ciências da Vida.

Com a queda do império romano, chegam a Coimbra os novos invasores, vulgarmente designados como bárbaros, aqui se juntando Vândalos, Suevos, Alânos e mais tarde Visigodos, que levaram à modificação do fácies da cidade. Em 711, a cidade é ocupada por muçulmanos, tendo sido islâmica durante mais de três séculos, apesar de breves momentos de domínio das tropas cristãs. Conquistada definitivamente em 1064, pelas tropas de Fernando Magno, Coimbra, pela sua posição geográfica, foi então o entreposto entre o sul islâmico e o norte cristão, tendo-se aqui fixado uma importante comunidade moçárabe. Primeira capital do reino, no tempo dos nossos primeiros monarcas, durante quase dois séculos, ganhou nova projecção com a fundação da Universidade, que proporcionou a formação do núcleo urbano pleno de edifícios notáveis. É a partir de 1537 que surgem inúmeros colégios universitários, verificando-se assim dois espaços reservados ao estudo: junto ao Paço Real (Alta) e na Rua da Sofia (Baixa). No séc. XVIII, Coimbra mantinha a sua vocação académica, reforçada pela reforma da Universidade, conduzida pelo Marquês de Pombal. As novas construções, resultantes desta reforma, mudaram o aspecto e a estrutura da cidade universitária, valorizando as Ciências da Natureza e a Experimentação.

MONDEGO ULTRA TRAIL 2018


PROGRAMA

Sexta 14.SET.2018 18:00 | Abertura do Secretariado [Junta de Freguesia de Ceira] [ 40.172758, -8.391298 ] 22:00 | Encerramento do Secretariado. Sábado 15.SET.2018 06:00 | Abertura do Secretariado. [Praia Fluvial de Palheiros e Zorro] [ 40.202632, -8.364741 ] 06:30 | Partida do autocarro que levará os atletas Ultra Skymarathon® 50k à partida. 06:45 | Abertura de box Ultra Skymarathon® 50k [verificação material obrigatório]. 07:30 | Partida Ultra Skymarathon® 50km [Ceira] [ 40.172758, -8.391298 ] 08:30 | Abertura de box SkyRace® 22k [verificação material obrigatório]. 09:00 | Partida do autocarro que levará os atletas Mini 10k à partida. 09:30 | Partida SkyRace® 22km [Praia Fluvial de Palheiros e Zorro] [ 40.202632, -8.364741 ] 09:30 | Partida do autocarro que levará os participantes da Caminhada à partida. 10:00 | Partida Mini 10km [Ceira] [ 40.172758, -8.391298 ] 10:15 | Partida Caminhada [Ceira] [ 40.172758, -8.391298 ] 14:00 | Cerimónia de entrega de prémios 10k 15:00 | Cerimónia de entrega de prémios 22k 16:00 | Cerimónia de entrega de prémios 50k 20:00 | Encerramento de Meta

SOLO DURO [duche quente] [ 40.202632, -8.364741 ] Sexta-feira a partir das 20h00 no Pavilhão Desportivo do Casal da Misarela

MONDEGO ULTRA TRAIL 2018


Ultra Skymarathon 50k

Material Obrigatório

Ultra 50km

ETIQUETA SACO PARTIDA

Peitoral – a ser colocado no peito ou abdómen do atleta e visível durante a totalidade do percurso. Depósito de água ou equivalente de 1 litro de capacidade, mínimo.

888

Manta térmica (min. 100x200 cm).

Copo com 15cl de capacidade, no mínimo (a organização não cederá copos nos abastecimentos) Telemóvel operacional (com saldo e bateria suficientes).

Alfinetes ou similar para peitoral.

888

Apito.


TEMPOS DE CORTE

dorsal

50k

36,5k

7 horas de prova

45,5k

10 horas de prova

LEMBRANÇA PROVA

LEMBRANÇA FINISHER

06:30 - AUTOCARRO DA PRAIA FLUVIAL PARA A PARTIDA EM CEIRA 07:30 - PARTIDA DE CEIRA [META NA PRAIA FLUVIAL] PROTEJA OS SEUS BENS, VAI CRUZAR RIO E RIBEIRAS MONDEGO ULTRA TRAIL 2018


Skymarathon 22k

Material Obrigatório Peitoral – a ser colocado no peito ou abdómen do atleta e visível durante a totalidade do percurso. Depósito de água ou equivalente de 1 litro de capacidade, mínimo.

Manta térmica (min. 100x200 cm).

Copo com 15cl de capacidade, no mínimo (a organização não cederá copos nos abastecimentos) Telemóvel operacional (com saldo e bateria suficientes).

Apito.

Alfinetes ou similar para peitoral.

Sky 22km


TEMPOS DE CORTE

dorsal

22k

15,5k

4 horas de prova

LEMBRANÇA PROVA

LEMBRANÇA FINISHER

09:30 - PARTIDA DA PRAIA FLUVIAL [META NA PRAIA FLUVIAL] PROTEJA OS SEUS BENS, VAI CRUZAR RIO E RIBEIRAS

MONDEGO ULTRA TRAIL 2018


MINI 10K

Material Obrigatório

Mini 10km

Peitoral – a ser colocado no peito ou abdómen do atleta e visível durante a totalidade do percurso. Depósito de água ou equivalente de 1 litro de capacidade, mínimo.

Manta térmica (min. 100x200 cm).

Copo com 15cl de capacidade, no mínimo (a organização não cederá copos nos abastecimentos) Telemóvel operacional (com saldo e bateria suficientes).

Apito.

Alfinetes ou similar para peitoral.

MONDEGO ULTRA TRAIL 2018


dorsal

LEMBRANÇA PROVA

LEMBRANÇA FINISHER

09:00 - AUTOCARRO DA PRAIA FLUVIAL PARA A PARTIDA EM CEIRA 10:00 - PARTIDA DE CEIRA [META NA PRAIA FLUVIAL]

MONDEGO ULTRA TRAIL 2018


CAMINHADA

LEMBRANÇA PROVA

09:30 - AUTOCARRO DA PRAIA FLUVIAL PARA A PARTIDA EM CEIRA 10:15 - PARTIDA DE CEIRA [META NA PRAIA FLUVIAL]

MONDEGO ULTRA TRAIL 2018


LOCALIZAÇÕES

4

1. Arena /meta /secretariado de sÁBADO / PARTIDA 22K 2. PONTE PEDONAL 3. BAR DA PRAIA FLUVIAL 4. SOLO DURO / DUCHE QUENTE 5. DUCHE FRIO 6. AUTOCARRO 50K, 10K E CAMINHADA 7. ENTRADA E SAÍDA PARA ESTACIONAMENTO DO RIO ZONAS DE ESTACIONAMENTO ZONA DE OBRAS SEM ACESSO

penacova

5 3

1

2 6 Coimbra

7

MONDEGO ULTRA TRAIL 2018


SINALÉTICA PLACAS DIRECIONAIS

FITA BALIZADORA

MONDEGO ULTRA TRAIL 2018


ACOMPANHAR A PROVA PARTIDA 50K: 40.172310, -8.391358 PARTIDA 22K: 40.202632, -8.364737 PARTIDA 10K: 40.172310, -8.391358 PARTIDA CAMINHADA: 40.172310, -8.391358 META [50K; 22K; 10K]: 40.202632, -8.364737 MIRADOURO MILHAFRE [50K; 22K]: 40.212890, -8.345975 CARVALHO [50K]: 40.207800, -8.321709 TRAVESSIA DE RIO [50K; 22K]: 40.221005, -8.336042 CANEIRO [50K]: 40.233576, -8.324201 ROXO [50K; 22K]: 40.243231, -8.343636 DIANTEIRO [50K; 22K]: 40.235425, -8.363748 CASAL DA MISARELA [50K; 22K]: 40.208055, -8.365538 MATA NACIONAL DE VALE DE CANAS [50K]: 40.210340, -8.377986 TORRES DO MONDEGO [50K]: 40.197741, -8.379592


SOMOS INSPIRADORES NA NOSSA MISSÃO FAZER ACONTECER EMOÇÕES EM NATUREZA


ACIDENTES & SEGURO Em caso de acidente ou emergência, deverá contactar a organização que se encontra articulada com os meios de intervenção. Recomendamos que grave o número no seu telemóvel.

Em caso de activação do seguro de prova, deverá articular com a organização, pois teremos entre nós o mediador, de forma a agilizar o processo. O número da apólice constará do regulamento.


Guia do Atleta MUT 2018  
Guia do Atleta MUT 2018  
Advertisement