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cenário

nectividade, faz com que a gente mostre também a qualidade da nossa rede”, ressalta Ricardo Sanfelice, vice-presidente de Estratégia Digital e Inovação da empresa. Atualmente, quase 72% da receita móvel da empresa vem do tráfego de dados. A companhia tem cerca de 80 serviços de valor adicionado em seu portfólio, usados por 30 milhões de assinantes, dos quais 1 milhão assinam produtos com vídeo. Do final de 2016 até meados de 2017, lançou ao menos quatro aplicativos repletos de conteúdo audiovisual: o Studio+, o Watch Music (ambos em parceria com a francesa Vivendi), o Vivo Meditação e o Vivo NBA (em parceria com a liga norte-americana de basquete). E já oferecia outros, como o PlayKids, o Vivo Educa ou o Kantoo (de aprendizado de idiomas). “A gente tem olhado o vídeo de uma maneira bem ampla, tentando atender vários segmentos. É difícil ter uma plataforma única que contemple a todos”, justifica. A operadora testa, ainda, incursões na transmissão ao vivo. O aplicativo da NBA transmite partidas

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“Os aplicativos das operadoras já vêm com muitos conteúdos audiovisuais.” e permite que o espectador móvel veja ângulos indisponíveis na TV. Em junho, transmitiu dois amistosos da seleção brasileira de futebol aos assinantes móveis – um público potencial de 74 milhões de pessoas. TV através da web Além do SVA, as operadoras exploram o conteúdo em vídeo estimulando a migração do usuário da TV paga para o formato OTT. Para isso, trabalham em parceria com as próprias programadoras tradicionais de conteúdo linear. A Vivo tem o Vivo Play, para quem assina sua TV. A Sky lançará em breve um aplicativo chamado Sky Play. Compatível com celulares, tablets e smartTVs, trará programação ao vivo, além do conteúdo sob demanda. Tanto o usu-

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Anuario Tele.Síntese Inovacao em Comunicacoes 2017  

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