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anuário tele.síntese | 2017

Furukawa, seguiram-se Prysmian, Cablena e ZTT. As nacionais sempre tiveram essa preocupação. Alguns incluíram elementos passivos em seu portfólio, outros aperfeiçoaram dispositivos de redes para facilitar a instalação e evitar o roubo. E os cabos ópticos mantiveram a tendência à miniaturização. Muitos lançamentos no segmento da parte eletrônica de redes ópticas na tecnologia GPON também foram voltados a esse segmento de mercado. A nova geração de GPON alcança maiores velocidades, comporta mais assinantes e ocupa menos espaço. Os portfólios das brasileiras Parks, Datacom, Intelbras, Digistar, e das multinacionais Furukawa (com tecnologia nacional), Huawei, ZTE e Nokia, por exemplo, registram essas inovações. Uma unidade de transporte óptico compacta foi customizada para atender aos provedores regionais, que também ganharam uma solução de virtualização dos elementos de rede que vão na casa do assinante, as CPEs. Desenvolvedores de apps e conteúdo também decidiram apostar nesse segmento de mercado. Não é por outro motivo que empresas de gestão empresarial como a brasileira Totvs, com 21 filiais ao redor do mundo, lançou uma versão customizada de seu sistema de gestão para empresas pequenas e médias. E um dos segmentos que vem explorando neste ano de 2017 é o de serviços e, dentro dele, o de provedores regionais. Seu objetivo é oferecer seu portfólio de serviços a empresas que estão em processo de crescimento e precisam se profissionalizar, a um custo que seja compatível com sua capacidade de investimento. Ou seja, sair das planilhas para softwares de controle sem que a empresa tenha que investir na compra da licença — usa tudo o que precisa na modalidade de pagamento mensal as a service. O pacote mensal varia dependendo do que for contratado, mas o pacote básico pode representar algo em torno de R$ 3 mil.

Os critérios da premiação O Prêmio Anuário Tele.Síntese de Inovação em Comunicações 2017 é resultado de uma pesquisa feita em um universo de 160 empresas préselecionadas, das quais 128 responderam a um questionário elaborado pela Momento Editorial com o objetivo de apresentar uma fotografia do nível e do tipo de inovação que caracterizam o mercado brasileiro de comunicações e internet. A pesquisa envolveu todos os segmentos da cadeia produtiva das comunicações: fornecedores de produtos, fornecedores de software e serviços, operadoras de serviços de comunicações, operadoras regionais de serviços de comunicações e desenvolvedores de apps e conteúdos. Os 151 projetos inscritos pelas 128 empresas que aceitaram o convite da editora foram selecionados por categoria e avaliados por um júri de especialistas. Foram considerados os produtos/serviços desenvolvidos no país como os de tecnologia estrangeira, que fossem inovadores segundo critérios predefinidos. Entre os critérios para definir a inovação de um produto ou serviço, levou-se em conta a sua diferenciação em relação às práticas tradicionais em seu segmento, a melhoria real em relação ao que já existisse no mercado e atributos que representassem vantagem para os usuários da empresa. Também importou à pesquisa saber se a empresa considera o produto/serviço como inovador por: aumentar a produtividade; aumentar as receitas; aumentar o market share; reduzir custos; explorar novas oportunidades de mercado. E, finalmente, se a concepção e o desenvolvimento do produto/serviço foram realizados em

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Anuario Tele.Síntese Inovacao em Comunicacoes 2017  

Os projetos premiados 151 produtos e serviços inovadores

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