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Caminhar é um remédio e tanto Hipócrates, médico  grego, encarava o caminhar como  “o melhor remédio para o homem”. Aliás,  há um  ditado que  confirma isso: “Tenho  dois médicos: a perna esquerda e a perna direita.” Mas será que andar é tão saudável assim? Bem,  alguns  estudos  sugerem que  as  pessoas  que têm  por  hábito  caminhar têm menos probabilidade  de  desenvolver  doenças  do  que  as  sedentárias.  Mostram  também  que caminhar  reduz  o  risco   de  doenças  cardíacas  e  de derrame. Previne  contra o  diabetes, visto  que  intensifica  a  utilização  da  insulina  pelo  organismo.  Fortalece  os  ossos, protegendo contra a osteoporose. Aumenta o vigor, a flexibilidade e a resistência. Ajuda a perder  e a manter o peso. Melhora a qualidade do sono, aguça  a mente e pode até ajudar a combater a depressão. Informa­se  que,  segundo  uma  pesquisa  feita  há  alguns  anos  na Universidade  do  Sul  da Califórnia,  caminhadas  de  15  minutos  aliviam  mais  a  ansiedade  e  a  tensão  do que um tranquilizante  suave.  Assim  como  outras  atividades   físicas,  caminhar  desencadeia  a liberação  de endorfinas, substâncias químicas do cérebro que aliviam a dor e induzem ao relaxamento, produzindo uma sensação de tranqüilidade e bem­estar. Segundo  o  jornal  canadense  The  Medical  Post, até mesmo  andar  devagar  é bom  para a saúde.  Uma  matéria  publicada  na  The  New  England  Journal  of  Medicine  revelou  que caminhadas  diárias  de  apenas  800  metros  nos  fazem  viver  por  mais  tempo.  Estudos recentes  sugerem que  caminhar  três vezes ao  dia durante 10 minutos faz tão bem quanto 30  minutos  seguidos.  Tendo  isso  em  mente,  estacione  o  carro  um  pouco  mais  longe  e ande! Ou dê uma mini caminhada por dia. Caminhar  rápido traz  maiores  benefícios. O Dr. Carl Caspersen, dos Centros de Controle e  Prevenção  de  Doenças,  em  Atlanta,  Geórgia,  EUA,  confirma  isso:  “Passar  do sedentarismo  para  caminhadas  de  meia  hora  em  ritmo  acelerado,  várias  vezes  por semana, pode reduzir drasticamente o risco [de doenças].” E a vantagem da caminhada é que pode  ser  praticada por pessoas de todas as idades, em quase qualquer condição de saúde.  Além  do  mais,  não  exige  treino  especializado, nem  ser  atleta  —  apenas um  bom calçado.


Caminhar é um remédio e tanto

O prazer de uma boa caminhada Use  roupas  soltas  e  confortáveis.  No  frio,  várias  malhas  sobrepostas  dão  mais versatilidade e podem ser facilmente tiradas.  Use calçados leves, de solado flexível, salto baixo  com  sistema de amortecimento no calcanhar e amplo espaço para os dedos do pé. É  bom  que  sejam  um  pouco  maior  do  que  os  seus  sapatos  sociais.  Se  você  pretende andar mais de  meia  hora  e  não houver bebedouro  no  caminho,  leve  junto  uma garrafinha de  água.  Comece  a  caminhada com cinco  minutos  de  aquecimento,  andando  em passo lento.  Mantenha  a coluna ereta, os cotovelos e joelhos ligeiramente  flexionados, os braços relaxados, sem cerrar os punhos. Após  o  aquecimento,  comece  a  caminhar  num  ritmo  normal,  dando  passos  rápidos  e tocando  o chão primeiro  com o  calcanhar;  em  seguida, toda a planta do pé vai pisando o solo  e,  por  último,  os  dedos  do  pé  se  apóiam  no  chão.  Para  isso  é  preciso  que  os calçados  tenham  solado flexível. Acha  que  são muitos  detalhes  para  se  lembrar? Calma. A  maioria  das  pessoas  costuma  andar  assim  naturalmente.  Caminhe  num  ritmo  que permita  conversar  sem  ficar  ofegante.  Se  estiver  iniciando um programa  de  caminhada, aumente  aos  poucos  o  tempo,  a  distância   percorrida  e  a  velocidade.  Quando  estiver terminando a caminhada, diminua o ritmo para que o corpo esfrie.*


Esforço físico  provoca   aumento  na  freqüência  cardíaca  e  respiratória,  bem  como transpiração  suave  a  moderada,  mas  isso  é  normal.  É  possível  que  nos  primeiros  dias sinta  dores  musculares  ou  até  fique  todo   dolorido.  Preste  atenção  a  como  o  seu corpo reage à caminhada. Se  sentir  que está indo além de seus limites, diminua  o ritmo ou faça uma  pequena  pausa.  Mas,  se  os  sintomas  forem  aperto  ou  dor  no  peito,  palpitação, extrema falta de ar, tontura, ou enjôo, pare de andar imediatamente e procure ajuda.* Visto  que  a  caminhada  é  um  exercício  de  baixo  impacto,  ela  tem  grandes  vantagens sobre  atividades  físicas  como  corrida  e  aeróbica.  Conseqüentemente,  há  menos  riscos de  lesões  articulares  e  musculares.  Com  certeza,  caminhar   é  a  atividade  número  um recomendada  pelos  especialistas  da  área   de  aptidão  física.  Então,  pensando  no  seu bem­estar, dê uma caminhada! Observação Se  o  objetivo  da  caminhada  for  queimar  calorias,  em  vez  de  cobrir  um  quilômetro  em doze  minutos,  passe  a  fazê­lo  em  nove  minutos  e  queimará  mais  30%  de  calorias  por minuto.  E  se  percorrer  a  mesma  distância  em  sete  minutos,  queimará  mais  50%  de calorias  por  minuto.  A  maioria  das  pessoas  que  caminha  para  ficar em forma cobre um quilômetro entre sete a nove minutos. É  aconselhável  consultar  um  médico  antes  de  iniciar  um  programa  de  condicionamento físico,  especialmente  se  você  sofre  de  doenças   cardíacas,  hipertensão  ou  outros problemas de saúde. CAMINHADAS — CERTO E ERRADO ● Caminhe com a coluna  ereta, queixo para cima (paralelo ao chão), olhando seis metros para a frente ● Mantenha um  ritmo moderado.  Não  é  preciso  andar rápido  a ponto de ficar sem  fôlego e não conseguir conversar normalmente ● Não  dê passos  muito grandes. Para aumentar  a  velocidade, aumente a intensidade de passadas mais curtas ●  Movimente  os  braços  para  frente  e  para  trás,  com  os  cotovelos  próximos  ao  corpo. Evite balançar os braços de um lado para outro ● Não  pise  com toda a planta do pé. Primeiro o calcanhar, depois o resto da planta do pé vai pisando o solo e, por último, os dedos tocam o chão ● Não  há necessidade de  carregar  pesos.  Eles  tiram a naturalidade dos movimentos do corpo ao caminhar e podem forçar os ligamentos e tendões Fonte: www.jw.org


Você pode combater o pessimismo

COMO você encara  seus desapontamentos? Muitos  especialistas acreditam agora que a resposta  a  essa  pergunta  determina  em  grande  parte se você é  otimista ou  pessimista. Todos  nós  passamos  por  muitos  momentos  difíceis  na vida, alguns de  nós, mais  do  que outros.  Por  que,  então,  alguns  parecem  se recuperar  dos  problemas,  prontos para mais desafios,  enquanto  outros  parecem  desistir  diante  de  cada  dificuldade,  mesmo  as relativamente pequenas? Por exemplo, imagine que você  está procurando um emprego. Você vai a uma entrevista, mas  não é contratado. A que  conclusão  chega? Talvez ache que  o problema está na sua pessoa  e  veja  a  situação  como  permanente,  dizendo  a  si mesmo: ‘Ninguém  contrataria alguém  como  eu.  Nunca  vou  conseguir  um  emprego.’  Ou  pior,  você  talvez  permita  que esse  único  desapontamento  distorça  a  sua  maneira de ver todos  os outros  aspectos  da sua  vida,  pensando:  ‘Sou  um  fracasso  total.  Não  presto  para  nada.’  Nos  dois  casos,  o modo de pensar é totalmente pessimista. Como lutar contra o pessimismo Como você  pode  reagir? Aprender a identificar  tais  pensamentos  negativos é o primeiro passo,  e  é  fundamental.  O  próximo  passo  é  combatê­los.  Pense  em  alternativas razoáveis.  Por  exemplo,  será  mesmo  verdade  que  você  não  foi  aceito  no  emprego porque  ninguém  o  contrataria?  Ou  seria  possível  que  o  empregador  estivesse  apenas procurando alguém com outras qualificações?


Concentrando­se em  fatos  específicos,  descobrirá que certos  pensamentos  pessimistas são  reações  exageradas.  Será  que  ser   rejeitado  em  uma  certa  situação  significa realmente  que  você  é  um  fracasso  total,  ou  consegue  se  lembrar  de  outros   campos da vida  —  como  suas  atividades  espirituais, relacionamentos  familiares ou  amizades — em que  tem  certa  medida  de  sucesso?  Aprenda  a  desconsiderar  suas  previsões  mais sinistras como mera  “catastrofização”.  Afinal de contas, como  é que você pode realmente ter certeza  de  que nunca  vai conseguir  um  emprego?  E  você pode fazer ainda mais para espantar o pensamento negativo. Pensamento positivo voltado para alcançar nossas metas Em  anos recentes,  pesquisadores desenvolveram uma definição interessante, embora de certa  forma  restrita,  de  esperança.  Eles  dizem  que  a  esperança  envolve  a  pessoa acreditar  que  será  capaz de atingir  suas  metas.  A esperança, na verdade, envolve  muito mais,  mas  essa  definição,  porém,  pode  ser  útil  de  várias  maneiras.  Concentrarmo­nos nesse aspecto da esperança  pessoal  que  pode nos  ajudar  a cultivar um modo de pensar mais positivo, voltado para alcançar nossas metas. Para  conseguirmos  acreditar  que  somos  capazes  de  atingir  nossas  metas,  precisamos ter um histórico  de  metas já  estabelecidas  e alcançadas. Se você acha que esse não é o seu  caso,  talvez  valha  a  pena  pensar   seriamente  nas  metas  que  estabelece  para  si mesmo. Em primeiro lugar, você  tem  metas? É muito fácil cair na rotina  e ser levado pela correria  da  vida  sem parar  para  pensar no que  realmente queremos fazer  dela,  no que é mais importante para nós. Uma  vez  que  tivermos  estabelecido  nossas  prioridades,  fica  mais  fácil  escolher  alguns alvos  básicos  em  diversas  áreas,  como  em  nossa  vida  espiritual,  familiar  e  secular.  É essencial,  porém,  não  estabelecermos  alvos  demais   logo  de  início.  Também  é  melhor escolher os que sabemos que poderemos alcançar sem maiores dificuldades. Se um alvo for  difícil  demais  de   atingir,  poderá  nos  desanimar  e  talvez  desistamos.  Por  isso geralmente é melhor dividir alvos maiores, de longo prazo, em alvos sucessivos, menores, de curto prazo. “Querer  é  poder.” Assim  diz um  antigo ditado, e  parece  haver  certa  verdade nisso. Uma vez  que  tenhamos  objetivos  básicos  em  mente,  precisaremos  de  força  de  vontade  — desejo  e  determinação  —  de  nos  esforçarmos  para  atingi­los.  Podemos reforçar nossa determinação  refletindo  na  importância  dos  nossos  objetivos  e  nas  recompensas  que receberemos  ao  alcançá­los.  É  claro  que  surgirão  obstáculos,  mas  precisamos encará­los como desafios a ser superados e não como barreiras intransponíveis.


Mas nós  também precisamos pensar em maneiras práticas de alcançar nossas metas. O autor  C.  R.  Snyder,  que  fez  um  amplo  estudo  sobre   o  valor  da  esperança,  sugere  que pensemos  em  diversos  modos  de  atingir  determinada  meta.  Assim,  quando  um  modo não dá certo, podemos recorrer a um segundo, a um terceiro, e assim por diante. Snyder também  recomenda que  aprendamos  a reconhecer a hora de substituir uma meta por  outra.  Se o  progresso rumo  à  nossa meta  for  realmente bloqueado, ficar  remoendo o assunto  só  nos desanimará. Por outro  lado, trocar uma meta por outra mais realística nos dará novamente motivo para ter esperança. Fonte: www.jw.org


Pneus — sua vida pode depender deles!

IMAGINE­SE amarrado dentro  de uma  jaula de vidro  e  aço  soldado,  com líquidos ácidos e  inflamáveis  em  recipientes  próximos  a  você.  Agora,  erga  essa  construção potencialmente   mortal  a  apenas  alguns   centímetros  do  chão  e  acelere­a  a aproximadamente  30 metros por segundo. Como  toque  final,  coloque  sua  máquina  entre outras  similares  e  mantenha­as  bem  próximas,  fazendo  manobras  rápidas  entre  elas, enquanto outras vêm correndo na direção oposta! Isso  é,  essencialmente,  o  que  você  faz  toda  vez  que  pega  um  veículo  e  dirige  por  uma estrada.  O  que  o  ajuda  a  manter  o  controle   e  sentir­se  seguro  enquanto  dirige?  Em grande parte, são os pneus. O que os pneus fazem Os  pneus  servem  para  uma variedade de objetivos importantes. Além de suportar o peso de  seu  veículo,  também  amortecem  impactos,  buracos  e  outras  irregularidades  na estrada.  Mais  importante,  os  pneus  fornecem  a  tração  necessária  que  é  vital para você acelerar,  dirigir,  frear  e  manter  a  estabilidade  nas   mais  variadas condições de estrada. Contudo,  apenas  uma pequena parte  do  pneu — quase  do  tamanho  de um cartão­postal — fica em contato com o chão à medida que ele roda. Em  vista  de  sua  importância,  o  que  você  pode  fazer  para  manter  os  pneus   rodando segura  e  eficientemente?  E  quando  chegar  a  hora de  fazer  a  troca,  como  selecionar  os pneus  corretos  para  o  veículo?  Antes  de  respondermos  a  essas  questões,  vamos  dar uma olhada na história do pneu.


Os pioneiros da borracha Embora  a roda  esteja em uso já  por  milhares de  anos, a idéia de uma borracha presa ao aro  de rodas de aço de veículos é um progresso relativamente recente. A borracha natural começou a ser  usada presa a rodas de  madeira  ou  de aço nos primórdios do século 19. Mas  se  desgastava  rapidamente, de forma que o futuro das rodas revestidas de borracha não parecia  promissor  —  isto  é, até que Charles Goodyear,  um inventor determinado do Estado  de  Connecticut,  EUA,  começou  a  trabalhar  no  assunto.  Em  1839,  Goodyear descobriu  um  processo  conhecido  como  vulcanização,  por  meio  do  qual  a  borracha  é infundida  com  enxofre  sob  calor  e  pressão.  Esse  processo  fez  com  que  a  borracha ficasse muito mais suscetível à moldagem e melhorou muito sua resistência ao desgaste. Pneus  de  borracha  sólida  se  tornaram  mais  populares,  mas  resultaram  em  viagens desconfortáveis. Em  1845,  o  engenheiro  escocês  Robert  W.  Thomson  recebeu  a  patente  pelo  primeiro pneumático,  ou  pneu  cheio  de  ar.  No  entanto,  foi  somente  quando  outro  escocês,  John Boyd  Dunlop,  fez  melhoramentos  para  tornar  o  passeio  de  bicicleta  de   seu  filho  mais agradável,  que  o  pneumático  se  tornou  um sucesso  comercial.  Dunlop patenteou  o novo pneu  em  1888  e  abriu  sua  própria  firma.  Apesar  disso,  o  pneumático  ainda  teve  de superar obstáculos significativos. Certo  dia, em  1891,  o  pneu de  um ciclista francês  furou.  Ele  tentou consertá­lo,  mas não conseguiu,  visto  que  o pneu estava permanentemente preso  à roda da bicicleta. Procurou a ajuda  de um  colega francês, Édouard Michelin, que era conhecido por seu trabalho com borracha  vulcanizada.  Michelin  gastou  nove   horas  consertando  o   pneu.  Aquela experiência o motivou a desenvolver um  pneu que poderia ser removido da roda para ser facilmente consertado.


Os pneus de Michelin foram um sucesso tão grande que, no ano seguinte, 10.000 ciclistas felizes  estavam usando­os. Logo, esses pneus foram instalados em carruagens em Paris, para  o grande deleite de seus  passageiros franceses. Em 1895, para demonstrar que os pneumáticos  poderiam  ser  usados  em  veículos  motorizados,  Édouard  e  seu  irmão, André,colocaram­nos  em  um  carro  de  corrida,  mas  ele  terminou  em  último  lugar.  Ainda assim,  as  pessoas estavam  tão  maravilhadas com esses pneus  incomuns,  que tentaram cortá­los só para ver o que os irmãos Michelin haviam colocado dentro deles. Nas  décadas  de  30  e  40,  novos  materiais  duráveis,  tais  como  raiom, náilon  e  poliéster, substituíram  os materiais mais frágeis de algodão e borracha natural. Depois da  Segunda Guerra  Mundial,  foi  desenvolvido  um pneu  que  mantinha um  lacre hermético  diretamente na  roda,  e  assim  não  precisava  de  câmara­de­ar.  Mais  tarde,  foram  feitas  outras melhorias. Hoje,  mais  de  200 matérias­primas  são usadas na  fabricação do pneu. E com a ajuda da tecnologia moderna, a duração de alguns pode chegar a 130.000 quilômetros ou mais, ao passo  que  outros podem aguentar  velocidades  de  centenas  de  quilômetros por hora em um  carro  de  corrida.  Também,  os  pneus  se  tornaram  mais  acessíveis  ao  consumidor comum. A escolha dos pneus Se  você  possui  um  automóvel,  terá  de  enfrentar  a  desafiadora  tarefa  de escolher  novos pneus.  Como  determinar  a  hora  de  trocar  os  pneus?  Inspecione­os  regularmente  em busca  de  sinais  óbvios  de  desgaste  ou  estragos.*  Os  fabricantes  de  pneus  colocam indicadores  de  uso  embutidos,  freqüentemente  chamados  de  faixa  de  desgaste,  para indicar  quando  os  pneus  chegaram  ao  fim  de  sua  vida  útil.  As  faixas  de  desgaste aparecem  como  tiras   de  borracha  sólida  na  superfície  da  banda  de   rodagem.  É  bom também  verificar  se  a  banda  de  rodagem  está  se  separando  do  pneu,  se  aparecem pontas  de  arame,  saliências  na  lateral  dos  pneus e outras  irregularidades.  Se encontrar quaisquer  dessas  coisas, não  dirija  o  veículo até  que o pneu seja consertado ou trocado. Se  você  colocou   pneus  novos,  o  vendedor  pode  trocar  o  pneu  estragado  por  um  custo reduzido, se estiver coberto pela garantia. O  ideal  é  trocar  dois  pneus  idênticos, montados no mesmo  eixo  de  rodas. Se for colocar apenas  um pneu  novo,  coloque­o emparelhado  com  o  que  tiver  mais banda de rodagem, a fim de balancear o atrito quando frear. Escolher entre todos os diferentes tipos, tamanhos e modelos de pneus pode ser confuso. No  entanto,  se  responder  a  algumas  perguntas­chave,  você  notará  que  o  trabalho  fica


muito mais  fácil.  Primeiro,  analise   as  recomendações  do  fabricante  do  veículo.  Seu veículo  tem  exigências  específicas  que precisam ser consideradas,  como o  tamanho do pneu e  da  roda, a medida  entre o  assoalho do  carro e o chão, e a capacidade de carga. O  modelo  de  seu   veículo  também  é  importante.  Veículos  modernos  com  freios  ABS, controle  de  tração  e  tração  nas  quatro  rodas  são  projetados  para  serem  usados  com pneus  que  tenham  características  específicas  de  funcionamento.  As especificações dos pneus geralmente são encontradas no manual do proprietário do veículo. Outro  fator  a  considerar  são  as  condições  da  estrada.  Seu  veículo  será  dirigido  na maioria  das  vezes  em  estrada de  terra  ou  em  estradas pavimentadas, em clima chuvoso ou  em  clima  seco?  Pode  ser que  você  dirija  sob condições variadas. Nesse  caso,  pode precisar de pneus para todo tipo de terreno ou de clima. Deve­se  considerar  ainda  a  expectativa  de  vida  e  a  classificação do pneu. Geralmente, quanto  mais macio  o  composto da  banda  de rodagem,  mais  tração o  pneu terá, mas ele se  desgastará  mais  rápido.  Por  outro  lado,  se  o  composto  da  banda  for  relativamente duro,  o  pneu  terá  menos  tração,  mas  é  provável  que  dure  mais.  As  avaliações  são comumente  encontradas  em  folhetos  promocionais  onde  se vendem  pneus. Atente para as especificações, pois variam de fabricante para fabricante. Uma  vez  que  você  tenha  limitado  a  busca,  o  preço  pode  determinar  a  escolha  final. Fabricantes bem conhecidos geralmente oferecem melhor qualidade e garantia. Conservar os pneus A manutenção adequada dos pneus  envolve  três  coisas:  manter a correta pressão de ar, alternar  os  pneus  com  regularidade  e  mantê­los  adequadamente  balanceados  e alinhados.  Manter a correta  pressão  de  ar  é  muito  importante.  Se  o pneu  tiver muito ar, a banda  de  rodagem  se  gastará prematuramente  no meio.  Por outro lado, se a pressão do pneu estiver muito baixa, a banda se gastará excessivamente nas beiradas, e diminuirá o uso eficiente do combustível. Os  pneus  podem  perder uma libra ou mais de pressão todo mês, devido ao escape de ar através  da  borracha.  Isso  significa  que  você   não  pode  determinar  se  seus  pneus estão adequadamente  inflados  só  olhando  a  aparência  deles.   De  acordo  com  a  Associação dos  Fabricantes  de  Produtos  de  Borracha,  dos  EUA, “um  pneu pode  perder até metade de  sua  pressão   de  ar  sem  que  isso  seja  visivelmente  perceptível”.  Por  isso,  use  um manômetro  (instrumento  para  medir pressões)  para  monitorar a pressão do  pneu  e faça isso  no  mínimo  uma  vez  por  mês.  Muitos  proprietários  de  veículos  guardam  um manômetro  no  porta­luvas,  para  sua  conveniência.  Sempre  verifique  os  pneus  quando


trocar o óleo  do motor e apenas  quando os  pneus  estiverem  frios — em outras palavras, após  estarem  parados  por  pelo  menos  três  horas  ou  quando tiverem  rodado menos de um  quilômetro  e  meio.  As  especificações  da  pressão  dos  pneus  geralmente  são mencionadas  no  manual  do  proprietário,  em  uma  etiqueta  próxima à porta  do  motorista ou  no  porta­luvas.  Se  quiser  evitar  viagens  desconfortáveis,  não  encha  os  pneus com  a pressão máxima, que é mencionada na lateral. Os  pneus  durarão  e  resistirão  mais  se  você  alterná­los  regularmente.  A  menos  que  o fabricante  do  veículo  recomende  de  outra  forma,  é  bom  alternar  os  pneus  sempre  que tiverem  rodado  entre  10.000  a  13.000   quilômetros.  Nesse  caso  também,  verifique  o manual do proprietário para a seqüência de alternância sugerida. Finalmente, verifique  o  alinhamento  dos  pneus anualmente  ou  sempre  que  perceber uma vibração  incomum  ou  irregular na direção  do  carro. Embora o sistema de suspensão  de seu  veículo  seja  preparado  para  alinhar  os  pneus  sob  diferentes  cargas,  o  desgaste normal  torna  necessário  verificar  e  realinhar  os  pneus  periodicamente.  Um  técnico  em serviços  automotivos  habilitado  em  suspensão  e  alinhamento  de  roda  pode manter  seu veículo no alinhamento exato, aumentando ao máximo a duração do pneu e garantindo um passeio suave. Pneus “inteligentes” Com a ajuda de computadores,  alguns carros  avisam o motorista  quando a pressão dos pneus está abaixo  dos limites  seguros.  Alguns  pneus  podem funcionar seguramente sem pressão de ar  por  curtos períodos e outros se vedam quando furam. De fato,  engenheiros estão desenvolvendo pneus para uma ampla gama de condições de uso. À  medida  que  melhorias  de  materiais,  modelo  de  banda  de  rodagem,   suspensão, direção  e  sistemas  de  freio  são  aplicadas a veículos modernos, os pneus  tornam o dirigir não apenas mais fácil, mas também mais seguro. Lista de verificação para manutenção dos pneus Verificações visuais: □ Há saliências na lateral? □ Aparecem arames na banda de rodagem? □  A  espessura  da  banda  de  rodagem  está dentro  dos limites  seguros,  ou  aparecem  as faixas de desgaste do pneu? Considere também: □ A pressão dos pneus está de acordo com a recomendada pelo fabricante do veículo?


□ Está  na  hora   de  alternar  os  pneus?  (Use  a  quilometragem  e  o  modelo de  alternância sugeridos pelo fabricante do veículo). □ Devem ser colocados pneus diferentes devido à mudança de estação? Partes de um pneu ­ Banda de rodagem fornece tração e aderência nas curvas ­ Cintas estabilizam e fortalecem a banda de rodagem ­ Parte lateral protege o lado do pneu evitando estragos provocados pela estrada e por   meios­fios ­ Corpo de lona dá força e flexibilidade ao pneu ­ Revestimento interno mantém o ar dentro do pneu ­ Borda assegura uma vedação adequada com a roda Fonte: www.jw.org


Outubro estreia do Filme Diana

Em outubro  estreia  o  filme  Diana, conta parte da vida da princesa inglesa que faleceu em 1997. Um filme muito esperado por muitas pessoas que são fãs dessa grande mulher. Indicamos esse como o filme do mês por que Diana é e sempre será um grande exemplo de  pessoa  humana.  Exemplo  muito  apropriado  para  os  dias  atuais   nos  quais  muitas pessoas dão  mais  valor às aparências e à ostentação  de falsa riqueza  do que dão valor ao caráter e a integridade moral e humana. Diana  era  simples,  amorosa,  boa,  humilde  e  caridosa.  Não  valorizava  a  riqueza,   muito menos  o  luxo,  valorizava  a  vida  humana,  valorizava  seus  semelhantes  independente  de raça,  condição  social,  credo  ou  sexualidade.  Sua  alma  era  limpa  de  preconceitos  e orgulho  indevido.  Ela  jamais  se julgou  superior  ou  melhor que os  outros,  mesmo quando esses ‘outros’  eram miseráveis  e  famintas crianças  de  outras  nações. Ela sabia mais do que  qualquer  outro,  que  essas  crianças  sim,  eram  mais   importantes  do  que  todos. Nossos  irmãos  mais  carentes,  mais  humildes  e  mais  injustiçados,  estes  sim,  foram aqueles que mereceram todo o seu trabalho, toda a sua doçura e todo o seu amor. VOCÊ CRIA GATINHO? ENTÃO VAI GOSTAR DE A NATUREZA DOS GATOS www.anaturezadosgatos.blogspot.com.br


Cerveja — A história da bebida dourada

QUAL é, muitas  vezes,  o  sonho de um homem  sedento?  Em  muitos  lugares,  seja  ele um operário seja  um  homem de  negócios, talvez pense  em um copo  de sua bebida dourada favorita.  Talvez  imagine  uma  bela  camada  de  espuma  branca  e  o  delicioso  sabor amargo.  Daí,  talvez  diga  para  si  mesmo:  ‘O  que  eu  não  daria  por  um  copo  de  cerveja gelada!’ A cerveja  é  quase tão  antiga quanto  a  própria humanidade. Por milênios ela tem mantido sua  popularidade  e,  em  muitas  regiões,  tornou­se  parte  integrante  da  cultura  local.  É lamentável  que,   especialmente  em  alguns  países  europeus,  a  cerveja  tenha  se  tornado uma  fonte de  problemas  para  aqueles  que  abusam dela. Porém, quando consumida com moderação,  suas  propriedades  e  sabor  ímpares  a  tornam  bastante  agradável. Examinemos a história dessa bebida popular. A que época remonta? Conforme  indicam  as  tabuinhas  cuneiformes  encontradas  no  território  dos  antigos sumerianos  na   Mesopotâmia,  a  cerveja  já  estava  disponível  ali  no terceiro  milênio  AEC. Durante  o  mesmo  período,  essa  bebida  era  encontrada  também  nas  mesas  dos


babilônios e  dos  egípcios.  Na  Babilônia,   onde  eram  conhecidos   19  tipos  de  cerveja,  a preparação  era  regulamentada por  leis  incluídas  no Código de  Hamurábi.  Essas normas definiam  o  preço  da  cerveja,  por  exemplo,  e  qualquer  violação  era  passível  de pena  de morte.  No  Egito  antigo,  a  preparação  era  comum  e  a  cerveja  era  uma  das  bebidas favoritas. Escavações  arqueológicas ali revelaram  a receita mais antiga para a produção de cerveja. A  tecnologia  de  fazer  cerveja  por  fim  se  espalhou  para  a  Europa.  Alguns  historiadores romanos  no  início  da  Era  Comum mencionaram que os celtas, os alemães e outras tribos apreciavam  a  cerveja.  Os  vikings  acreditavam  que  mesmo  em   Valhala  —  segundo  a mitologia  nórdica,  a  sala  para  onde  os  valentes  guerreiros  iam  depois  da  morte  —  as taças dos homens transbordavam de cerveja. Durante  a  Idade  Média  na  Europa,  a  preparação  da  cerveja  passou  a  ser  feita  nos mosteiros.  Os  monges  europeus  melhoraram  a  tecnologia  do  processo,  usando  lúpulo como  conservante.  A  industrialização,  no  século  19,  trouxe a mecanização  do preparo  e tornou­se  um  marco  na  história  dessa  bebida  popular.  Daí,  surgiram  descobertas científicas muito importantes. O  químico  e  microbiologista  francês Louis Pasteur descobriu que a levedura que causava a fermentação da cerveja constituía­se de organismos vivos. Essa descoberta possibilitou um  controle  mais  preciso   da  conversão  de  açúcar  em  álcool.  O  botânico  dinamarquês Emil  Christian  Hansen  tornou­se  uma  das  maiores  personalidades  na  história  da preparação  de  cerveja.  Durante  toda  a  sua  vida,  ele  pesquisou  e   classificou  espécies diferentes  de  levedos. Entre outras  coisas,  sua  pesquisa  estava  voltada para o cultivo de uma  espécie  pura  de  levedo de cerveja. Dessa forma, Hansen literalmente revolucionou a indústria da cerveja. Mas  é  a  preparação  da cerveja  um desafio  tão grande? Pode parecer inacreditável, mas realmente  é.  Vamos  considerar  brevemente  o  segredo  por  trás  de um  delicioso  copo  de cerveja gelada. Antes de chegar ao seu copo A  tecnologia da  preparação  mudou  consideravelmente por séculos  e,  mesmo hoje,  varia de  indústria  para  indústria.  Mas,  em  geral,  quase  todas  as  cervejas  contêm  quatro ingredientes  principais:  cevada,  lúpulo,  água  e  levedo.  O processo de preparação pode ser  dividido  em  quatro  passos:  maltagem,  preparação  do  mosto  (a  cerveja não­fermentada), fermentação e maturação.


Maltagem. Durante esse  estágio,  a  cevada  é selecionada, pesada e remove­se qualquer substância  estranha.  Depois,  ela  é  umedecida  —  passo  necessário  para  a  cevada germinar.  A  germinação  ocorre  entre  cinco  e  sete  dias   à  temperatura  de aproximadamente  14 graus Celsius. O  produto  final desse processo é o malte verde, que é  transportado  para  fornos  especiais  para  secagem.  A  umidade  do  malte  verde  é reduzida  para  2%  a  5%,  parando  a  germinação.  Após  a  secagem,  os  brotos  são removidos e o malte é moído, ficando então pronto para o próximo passo. Preparação  do   mosto.  O  malte  moído  é  misturado  com  água  para  produzir  uma  pasta, que  é  então  aquecida  gradualmente.  Em  certas  temperaturas,  as  enzimas  começam  a converter o amido  em  monossacarídeo (açúcar  simples).  Este passo leva mais de quatro horas  e  produz  o  mosto,  a  cerveja  não­fermentada,  que  é  filtrada  para  remover  as impurezas.  Em  seguida  vem o processo de fervura, que impede a atividade  das enzimas. Durante  a  fervura,  adicionam­se  flores  de  lúpulo  ao  mosto  para  se  conseguir   o  típico sabor  amargo  da  cerveja.  Depois  de  mais  ou  menos  duas  horas  de  fervura,  o  mosto é resfriado à temperatura exigida.

Lúpulos

Fermentação. Este  é,  provavelmente,  o  estágio  mais  importante  do  processo  de preparação.  Açúcares  simples  contidos  no  mosto  são,  por  meio  do  levedo, convertidos


em álcool  e  dióxido de  carbono. A  duração, uma semana no máximo, e a temperatura do processo  dependem  do  tipo  de  cerveja   —   ale(de  alta  fermentação)  ou  lager  (de  baixa fermentação)  —  que  está  sendo produzida.  A  então  chamada  cerveja verde é transferida para reservatórios, em uma adega de armazenagem, para maturar. Maturação.  Durante  esse estágio, a cerveja  adquire seu  sabor  e aroma típicos; o dióxido de  carbono  liberado  também  dá  à  cerveja  sua  efervescência.  A  cerveja  matura durante um período de três semanas a alguns meses,  dependendo do tipo de cerveja. Finalmente, ela  é  acondicionada  em  barris  ou  garrafas  e  está  pronta  para  ser  enviada  para  seu destino final — possivelmente, sua mesa! Mas, que tipo de cerveja gostaria de provar? A bebida de muitas faces O  fato  é  que  as  cervejas  podem  ser  muito  diferentes  umas  das  outras.  Você  pode experimentar  cerveja  clara ou preta, doce ou amarga, bem como cerveja de cevada ou de trigo.  O  sabor  depende  de  muitos  fatores,  como  a  qualidade  da  água  usada,  o  tipo  de malte, a tecnologia empregada e o levedo usado no processo. Uma  das  cervejas  mais  famosas  é  a  pilsen  (ou  pilsner),  uma  clássica  cerveja  de coloração clara.  Esse tipo de cerveja é produzido por centenas de cervejarias ao redor do mundo.  Porém,  a  autêntica pilsen é  produzida apenas  na  cidade  de  Plzeň,  ou  Pilsen,  na República  Tcheca.  O   segredo  de  sua  produção  não  está  apenas  na  tecnologia,  mas também  nas  matérias­primas  utilizadas  —  água  pura,  malte  de  alta  qualidade  e  o  tipo certo de levedura de cerveja. Outro  tipo excelente  de  cerveja é a weiss, feita de trigo e que é especialmente popular na Alemanha.  As  especialidades  britânicas  são  porter  e stout. A porter é uma cerveja forte e altamente  fermentada  feita  de  malte  torrado,  que  a  deixa  com uma coloração escura. Foi primeiro  produzida  em  Londres,  no  século  18.  Originalmente,  foi  criada  para  ser  uma bebida  “nutritiva”  para  trabalhadores  de  serviços  pesados,  como  os  carregadores.  A stout,  uma  cerveja escura e pesada que ficou famosa na Irlanda e no mundo por causa da família  Guinness,  é  uma  variação  da  porter  tradicional.  Você  pode experimentar  tanto a stout  doce  inglesa,  que  geralmente  contém  lactose  (açúcar  do  leite)  como  a  seca irlandesa, que é amarga e tem maior teor alcoólico. Outro  fator  importante para os que apreciam cerveja é como ela é consumida, se vem em garrafa  ou  em  lata,  ou  se  é  tirada  de  um barril. Os  americanos normalmente  gostam de cerveja bem gelada.  Outros a preferem em temperatura ambiente, ou um pouco  resfriada, e servida diretamente dos barris armazenados na adega das tabernas.


Realmente, a  cerveja  é  uma  bebida  de  muitas  faces.  Bebendo  com  moderação,  você pode  obter  alguns  benefícios  para  a  saúde.  De  fato,  ela  contém   várias  vitaminas  e minerais  importantes,   como  riboflavina,  ácido  fólico,  cromo   e  zinco.  Segundo  alguns especialistas,  beber  cerveja moderadamente  pode ajudar  a  evitar  doenças do coração e problemas de  pele.  Se você fizer uma boa escolha entre as marcas e tipos disponíveis, e for  equilibrado  no  uso,  poderá desfrutar  dessa bebida deliciosa  e refrescante.  Então, na próxima  vez  que   estiver  diante  de  um  copo  dessa  bebida  dourada  com  uma  coroa  de espuma branca por cima, lembre­se de sua fascinante história

Os “atores principais” No  passado,  um  grande  número  de  profissões  estavam  ligadas  à  produção  de  cerveja. Algumas delas:


▪ Preparador de  malte — o primeiro a entrar em cena na arte da produção. Seu dever era produzir  o  malte  da  cevada  ou  do  trigo.  Supervisionava  a  germinação  do  grão  e  a secagem do malte verde.  Sobre  seus ombros  havia  uma pesada  responsabilidade, visto que o sabor da cerveja produzida depende muito da qualidade do malte. ▪  Cervejeiro  (mostrado  acima)  —  o   encarregado  da  fervura.  Primeiro,  ele  misturava  o malte  moído  com  água  e,  então,  durante   a  fervura,  adicionava  as  flores  de  lúpulo.  O produto final de seu trabalho era o mosto. ▪  Supervisor  de  adega  —  um especialista  que  supervisionava a fermentação da  cerveja nos  tonéis  e  sua  maturação  na  adega.   Mais  tarde,  ele  transferia  a  cerveja  pronta  para recipientes menores. Pilsen — A original mais imitada Sua  história  começou  em  1295.  O rei  da  Boêmia,  Venceslau II, fundou a cidade de Plzeň e,  logo  depois,  concedeu  a  260  burgueses  o  direito  de  fazer  cerveja.  Inicialmente,  os burgueses produziam  a cerveja em suas casas e apenas em pequenas quantidades, mas depois  formaram  guildas  (associações)  e  fundaram   cervejarias.  Mas,  com  o  tempo,  a economia  e  a  cultura  na  Boêmia  entraram  em  declínio  e  isso  afetou  a  produção. Desprezando  a  tecnologia  tradicional  e  usando  suas  próprias  receitas,  os  cervejeiros muitas  vezes  produziam  uma  bebida  de  gosto ruim,  que  não era digna  de ser  chamada de cerveja. Naquele  tempo,   dois  tipos  de  cerveja  eram  produzidos  na  Europa.  Na  Boêmia, especialmente,  era  produzida  uma  cerveja  de   alta  fermentação,  ao  passo  que  uma  de baixa  fermentação,  de  qualidade  muito  melhor,  era  popular  principalmente  na  Baviera. Havia uma enorme diferença entre as cervejas da Baviera e a de Plzeň. Um momento decisivo  aconteceu  em  1839.  Cerca  de  200 burgueses de Plzeň decidiram fazer  algo  a  respeito  da  situação.  Fundaram  a  Cervejaria  Burguesa,  onde  eram produzidas apenas cervejas de baixa fermentação ou ao estilo bávaro. O famoso produtor Josef  Groll  foi  chamado  da Baviera.  Imediatamente  pôs mãos  à obra para  produzir uma típica  cerveja bávara.  O resultado  foi muito diferente — mas também muito melhor do que ele  havia  previsto.  A  experiência  de  Groll,  somada  a  excelentes matérias­primas locais, ajudou  a  produzir uma cerveja  que  surpreendeu  o mundo.  Por  quê? Por seu  sabor, cor  e aroma  ímpares.  Entretanto,  a  eminência  da  cerveja  de  Plzeň  tinha  também  suas desvantagens.  Muitos  produtores,  desejosos  de  se  beneficiar  com  essa  descoberta, começaram  a  chamar  seus  produtos  de  pilsen.  Por  isso,  a cerveja  pilsen  tornou­se não apenas famosa, mas também a mais imitada das bebidas douradas. Fonte: www.jw.org


Os benefícios das flores e das plantas

As flores e plantas  que utilizamos para decorar as nossas casas não são apenas simples adornos.  Os  benefícios  que  fazem  são  indispensáveis  e  fundamentais  para  a  nossa saúde,  para  o  nosso  estado  de  ânimo  e,  em geral, para manter  a  qualidade de vida  de forma simples e natural. As  propriedades  físicas  e  químicas  das  plantas trazem consigo muitas vantagens,  como por  exemplo a  renovação  do  ar  no  ambiente.  Através do  processo chamado fotossíntese as  plantas  realizam  a  filtração  de  ar,  onde  o  dióxido  de  carbono  (CO2)  é  absorvido  e devolvido ao  ar em forma de oxigénio  (O2). O  ciclo  habitual  da fotossíntese normalmente acontece de manhã, pois aproveitam a luz solar. Mas  existem  outros  grupos  de  plantas  pertencentes  a  ambientes  mais  calorosos,  que invertem  a  ordem  e   realizam  a fotossíntese  à  noite.  É o caso das  orquídeas.  Portanto, é aconselhável  combinar  ambas  as  classes  de  plantas para desfrutar  do ciclo as 24 horas do dia. As  plantas  também  aumentam  a  umidade  do ar,  e  isso é benéfico  para  manter  a nossa garganta e pele, entre outras, bem hidratadas.


As plantas  absorvem   gases  nocivos,  como  alguns  componentes  do  tabaco.  Assim, podemos  dizer   que  atuam  contra  a  poluição,  já  que  com  a  ajuda   de  algumas bactérias que  encontram­se   na  raiz,  transformam  estes  gases  em   nutrientes.  Para  os  alérgicos  a pó,  as  plantas  podem ser muito  benéficas  pois reduzem  a  presença de pó  no  ar  em até 20%. E  por  incrível  que  pareça,  as  plantas  reduzem  o  ruído  no  ambiente,  especialmente  em lugares fechados. Como  foi  dito  antes,  as  plantas  têm  efeitos  psicológicos  positivos  sobre  as  pessoas  e podem  chegar  a  melhorar  o  ânimo  e  o  bem­estar, assim  como reduzir  o  estresse.  E no caso das empresas,  existem  estudos  que  demonstram que trabalhar com plantas reduz o absentismo laboral e aumento da produtividade no trabalho. Em  casos  de  doentes,  está  comprovado  que  a  recuperação  é  mais  rápida  se  existem flores e plantas no seu redor. Fonte: http://florplantas.blogspot.com.br/


O que são e como funcionam os vírus

Os vírus  de  computador  são  na  verdade,  programas,  rotinas,  macros,  que  se auto­duplicam  e  fazem  diversas atividades não  solicitadas;  ilicitas; de mau­gosto e talvez tudo ao mesmo tempo. Hoje  temos  uma  quantidade  espantosa  de  vírus  e  outras  pragas  digitais:  vírus,  worms, cavalos­de­tróia, vírus de macro, vírus de e­mail, entre outros. Os  vírus  agora  são mais complexos  e  são muitos mais fáceis  de  se  pegar, por causa da INTERNET  e de suas  facilidades. Um  vírus  pode ser feito  no  Japão e  ser enviado para o Brasil  em  minutos,  talvez   segundos.  Hoje  um  vírus  não altera somente  executáveis,  mas varre  diretórios  inteiros,  se  disfarçam  de  outros  programas,  se  auto  disseminam  via e­mail,  irc,  icq,  invadem redes, roubam senhas e para piorar estão cada dia mais rápidos na sua propagação.


Vamos tentar definir alguns: Vírus  ­  Programa de  computador que se  aloja  dentro dos  sistemas de  forma  furtiva e se auto­propaga. Worms  ­  Minhocas,  são  vírus  que  penetram  em  seu  computador  sem  você  executar nenhum programa contaminado. Simplesmente usando a Internet, lendo seu e­mail. Cavalo­de­Tróia  ­  É  um  programa  que  contém  propositalmente  um  vírus,  pode  ser  um jogo,  um  utilitário,   um  aplicativo  qualquer.  Este  são  normalmente  transmitidos via  e­mail ou durante um sessão de chat. Vírus  de Macro ­  É uma macro que vem dentro de um arquivo aparentemente inofencivo, como  um  documento   do  Word ou  uma  planilha Excel.  Ao abrir o arquivo  com  o  software gerador, o  vírus  entra em atividade e contamina as macros  do próprio programa e assim contaminando todos os arquivos que são abertos. Vírus  de  E­Mail  ­ É  um vírus  (cavalo­de­tróia ou vírus de macro) que se propaga usando o e­mail,  fazendo  com  que  sejam  enviadas  várias  cópias  de  si  mesmo  para  os destinatários do computador infectado. Vírus  de  Bios  ­  Popularizado  pelo  Chernobyl, este  tipo de vírus  corrempe memórias  do tipo flash­bios e tem a capacidade de sobre escrever winchesters com lixo. BackDoors  ­ Estes não  são  propriamente vírus, mas  sim programas  de  controle  remoto de  um  computador,  mas  que  entram  no  computador  da  mesma  forma  que  um  vírus,  ou seja:  sem  solicitação,  sem  permissão.  Este  tipo  de  praga  digital  permite  que  outras pessoas  tenham  acesso  ao  seu  computador,  seus  arquivos,  seus  dados  e  até  ao  seu teclado e mouse. Hoaxes  ou  Hoax:  Este  é  o  famoso  vírus  social,  ou  seja,  não   é  um  vírus  propriamente dito,  é  na  verdade  um  boato,  ou  melhor:  uma  mentira  passada  de  boca  em  boca,  ou e­mail  em  e­mail...Os  exemplos  classicos   são  aquelas  mensagens  do  tipo  não  abra  a mensagem  com  o  texto  "XYZ"  que  a  sua máquina  será  formatada  e  você  perderá  todos os seus dados, ou outros como aquele do dinheiro que a Microsoft supostamente oferecia para  testar  um  determinado  software  para  a  mesma.   Normalmente  esta  mensagem  é passada  como  se   fosse enviada por  uma  grande empresa  como  a  IBM,  Microsoft  e etc. Normalmente os usuários mais inexperientes é que são pegos por este "trote digital".


O que são programas anti­vírus e como funcionam Programas anti­vírus são programas que permitem a proteção contra vírus, a identificação dos vírus e a eliminação dos vírus. O  funcionamento  deles  é  relativamente  simples:  normalmente  eles  ficam  ativos  e percebem  a gravação e a leitura de arquivos  e quando um vírus conhecido entra em ação, o anti­vírus avisa ao usuário de sua presença e o elimina do sistema. O que são firewalls e como funcionam Programas  firewall  é  como  se  fosse  uma  barreira  de  fogo  contra possíveis invasores.  É um  programa  que  monitora  a  atividade  da  rede  e  impede  que  programas  realizem operações que não estão disponíveis, dependendo da definição. O  funcionamento  deles  é  relativamente  simples:  normalmente  eles  ficam  ativos  e percebem  a gravação e a leitura de arquivos  e quando um vírus conhecido entra em ação, o anti­vírus avisa ao usuário de sua presença e o elimina do sistema. Dicas para evitar vírus em geral Vamos dar as dicas gerais para se evitar pegar vírus: Adquirir e manter atualizado um programa anti­vírus. Adquirir e manter atualizado um programa firewall ou um dispositivo de firewall. Manter­se longe a pirataria de software dos seus computadores e da sua rede. Não  abrir  arquivos  desconhecidos  ou  de  procedência  duvidosa,  sem  antes  fazer  uma checagem com um programa anti­vírus atualizado. Não abrir arquivos atachados de e­mails que vc não tenha solicitado. Fazer checagens periódicas em seus sistemas Não desabilitar o anti­vírus durante o uso da internet ou ao se abrir e copiar programas. Não  repassar informações que  não  são absolutamente confiáveis, ou que não podem ser


verificadas, tais  como  pedidos  de  doações,  descrição  de  doenças,  sequestro  de crianças, promoções de doações de dinheiro, produtos e etc. Dicas para evitar vírus que se propagam por e­mail Aqui  a história  pode ser um pouco mais complicada, pois os vírus estão se tornando cada vez mais inteligentes, mas vamos tentar dar dicas importantes sobre este assunto: Não abrir arquivos atachados, a não ser que vc o tenha solicitado Arquivos  atachados  .scr .exe .com .vbs .bat .doc .xls .htm .html .zlo podem estar com vírus, portanto, se não for essencial, apague o arquivo atachado ou ainda não abra o e­mail. Não  seja  curioso,  a  maioria  dos  e­mails  com  vírus  é  uma  especie   de  armadilha,  que aguça a nossa curiosidade, os vírus "I love you", MTX e o Sonic são exemplos disto. Esta  pode  ser  polêmica,  mas...Evite  usar  o  Eudora  e  o  OutLook  como  softwares  client e­mail,  eles  normalmente  tem  dentro  de  si  a  capacidade de rodar  pequenos  programas que  normalmente  são  usados  para  os  vírus  se  propagarem,  ou  então   coloque  os softwares  em  proteção  máxima  e  desabilite  ao  máximo  funções  que  podem  possuir brechas de segurança. Softwares para prevenção contra vírus e invasões Para  se  prevenir   contra  vírus  e  invasões  são  necessários no mínimo  instalar programas antivirus e firewall em seus equipamentos. Veja algumas opcões abaixo: Norton  AntiVirus  é  um  software eficiente  na  detecção  e eliminação  de  vírus.  Custa  cerca de  R$  89,00  e  vale por um ano.  Você  pode  pegar  uma  versão  de  demonstração  no  site da Symantec. AVG é um software bastante eficiente para a detecção e eliminação de vírus.  E é gratuito. O  único  detalhe  é  que  o  software  é  geralmente  atualizado  mensalmente,  o  que  faz  com que  seu  micro  fique  desprotegido  de  alguns  vírus  mais  novos  e  a  atualização  é  bem grande também cerca de 3 MB. Pegue o seu na Grisoft. Zone  Alarm  é  um  firewall  que  filtra  tudo  que entra  e  sai pela  rede,  podendo impedir  que haja  invasões  em sua  máquina ou que softwares acessem a internet sem o conhecimento do usuário. Tem uma versão gratuita para uso pessoal na Zone Labs.


Atualizações de Anti­Vírus Você  pode  atualizar  seu  antivírus  fazendo  o  download  do  arquivo  DAT  com  as  novas definições de vírus, vejal alguns: VirusScan ­ McAfee Norton Antivírus ­ Symantec F­Prot ­ Data Fellows A  maioria  dos  programas  tem  atualização  automática,  ou  ainda  uma  opção  de  update manual. Não se esqueça de atualizar seu antivirus. Verificação on­line de vírus A verificação  de  vírus e  eventual  eliminação  do  vírus  on­line é uma das opções que estão ao  alcance  de qualquer  usuário  que  utilize  a  Internet. Existem diversas  opções para este tipo de serviço, confira abaixo as opções e suas principais características. AntiVírus eXpert OnLine é um serviço grátis oferecido pela Central Command que permite a  verredura  de  memória,  correio  eletrônico,  arquivos  e  boot  do  HD.  Realiza  a  limpeza automática  de  vírus,  envio  de  vírus  para  a  Central  Command,  programas  para  a eliminação de vírus específicos, suporte online e newletters sobre vírus. VirusScan  OnLine   é  um  serviço  oferecido  pela  McAfee  que  se  divide  em  grátis  que apenas  checa  a  existência  de  vírus  e  a   paga  que  permite  a  limpeza,  atualização automática e disco de recuperação por U$ 24,90 anuais (valor de dez/2001). Security  Check  é  um  serviço  de  checagem  oferecido  pela  Symantec  que  permite  a checagem  de  vírus  e  um  verificador  de  vulnerabilidades  e  ataques.  Não  funciona  com proxy e firewall ligados. House  Call é um  serviço oferecido pela Tred Micro que detecta e elimina vírus on line. Foi um dos primeiros serviços deste tipos disponibilizados online. Mynetis  é  um  serviço  oferecido pela  Hauri  Micro  que  detecta e  elimina  vírus on line.  Tem opções de vacinas específicas, newsletters.


Estou com um vírus e agora? Agora  você  terá  que  utilizar  um  software  antivírus  para  limpar  suas  máquinas.  Pode  se optar  por  um  software  gratuito  como  o  AVG,  um  software  como  o  Norton  Antivirus  ou ainda utilizar um serviço on line como o AntiVírus eXpert OnLine e eliminar o vírus. Fonte: http://www.santosaraujo.com.br/


Receita de Sonhos

Ingredientes 4 ½ xícaras de farinha de trigo 1 xícara de leite morno 2 colheres de sopa de açúcar 2 colheres de sopa de manteiga 2 ovos inteiros 2 gemas 2 tabletes de fermento biológico Raspas de limão 1 colher de chá de sal Óleo para fritar Ingredientes do recheio: 1 lata de leite moça 2 gemas 1 colher de sopa de manteiga 1 colher de essência de baunilha 3 colheres de sopa de suco de limão


Modo de preparo do recheio Em uma panela misture bem o leite moça as gemas e a manteiga. Leve ao fogo baixo por cerca de 10 minutos, até obter consistência cremosa. Retire do fogo e junte com a essência de baunilha e o suco de limão. Modo de preparo da massa Em  uma  panela  desmanche  o  fermento  e  açúcar  no  leite.  Junte  todos  os  ingredientes menos a farinha e misture bem juntando a farinha. Sove e deixe descansar por 10 minutos. Forme  as  bolinhas  de  tamanho  médio  e  deixe   descansarem  no  mármore  polvilhado  de farinha e cubra até dobrarem de tamanho. Frite  os  sonhos  em  forno  brando,  em  óleo  não  muito  quente e depois corte­os ao  meio (sem dividi­los totalmente) e recheie a gosto. Bom apetite! Fonte: http://multticlique.com.br/


Por que ter um negócio próprio?

Qualquer tipo  de  atividade  remunerada  de  sua  propriedade  é  um  negócio  próprio,  por mais simples que seja.  A diferença é que tudo o que você construir e lucrar é seu e de seu sócio, se você tiver um sócio. O  que  fará o seu  negócio  próprio  dar certo, ao contrário do que muitos pensam, não é ter dinheiro  para  abrir  um  negócio,  mas  ter  as  qualidades  necessárias  para  se  abrir  um negócio:  ser responsável,  trabalhador, ter  desejo de  progredir na vida, ser comprometido com  o  que  deseja  trabalhar,  cumprir  compromissos,  não  viver  procrastinando as coisas que  necessitam  ser  feitas.  Precisa  ter  o  interesse  de  aprender  mais  e mais a cada  dia, tanto através de estudos e pesquisas, quanto aprender através de seus próprios erros. Quem  deseja  ter  seu  próprio  negócio,  se  valorizar,  investir  em  si mesmo, não  pode  ser pessimista,  deve  sempre  acreditar  que  estudando  e  trabalhando  encontra­se  solução para  dar a volta por cima. Alguém  que  deseja  ser  empreendedor, montar sua empresa, por menor que ela seja, não pode  de  forma  alguma  ser  uma  pessoa acomodada  e  que se contenta  com  pouco.  Não se  contentar  com  pouco  não  se  refere  a  pessoa  ser  ambiciosa  do  tipo  que  passa  por cima  de  tudo  e  de  todos  sem  o  menor  traço  de  caráter. Não  se contentar com pouco  é não  se  contentar  em  ser  somente  uma  planta,  é  sonhar  e  lutar  para  ser  uma   frondosa árvore que dê bons frutos a você, bem como boas oportunidades de emprego a outros.


Quem deseja  fazer  concursos  públicos  ou  se  contenta  com  um  emprego  qualquer, procurando  na  vida  somente  sombra  e  água  fresca  sem  fazer  muito  esforço,  não  deve estar muito apto a ingressar no  empreendedorismo, porque abrir um negócio próprio não é  ficar  rico  da  noite  para  o  dia  sem  ter  de  trabalhar.  Abrir  um  negócio  próprio  é  suar muito  a  camisa  para  construir  uma  vida  muito  melhor  para  você  e  outros.  É  preparar  o solo, semear, regar, colher e vender. Vender o que é seu.   O  bom de ter seu próprio negócio é saber que tudo o que se constrói é para si mesmo. É vibrar  feliz  com  cada  etapa  superada,  com  cada   venda  realizada,  com  cada  fase  de sucesso. É superar os problemas, é vencer as crises, é fazer dos erros um futuro seguro e muito melhor. Nada é mais valioso do que a nossa realização pessoal. Dependendo  do  tipo  de  negócio  que  se quer abrir,  os  horários de trabalho  poderão  ser adequados  a  outras  necessidades,  como  investir  em  um  curso  técnico,  em  uma faculdade,  em  cursos  específicos  da  área  que  se  pretende  atuar  e  outros.  Não  existe  a necessidade da concessão  de  horários de um patrão, isso quando existe as concessões quando se é empregado. Outra  vantagem  na  adequação  de  horários é também dispor de dias e horários regulares para  estar  com  a  família,  supervisionar  a  educação  de  filhos,  ser  mais  prestativo  e atencioso  com  pais  ou avós idosos,  ainda  sobrando  um  tempinho  para  cuidar direito  da própria saúde. Quando  se investe em si  mesmo procurando estabelecer seu próprio negócio, não existe mais  aquela  sensação  de  empregado  insatisfeito:  “Poxa,  vendi  R$  30.000,00  para  a empresa  no  mês  passado,  mas  recebi  somente  R$  800,00.”  Ou,  “Eu  era  o  melhor vendedor,  dei   muito  lucro  a  empresa,  mas  agora  estão  nos  demitindo  e  contratando pessoas mais jovens por salários menores.” Ser dono  de  seu  próprio negócio é ficar desempregado se quiser, pois o sucesso do seu empreendimento  depende  somente  de  você,  dos seus  esforços,  da  sua criatividade,  da sua disposição  de  mudar e de buscar o novo, de buscar o eficiente, de buscar orientação perita, de explorar todas as suas possibilidades de crescimento. Algumas  pessoas  têm   medo  de  abrir  um  negócio  e   não  dar  certo,  dar  prejuizos   e  falir. Definitivamente  as  coisas  não  são  assim.  Um  negócio  só  dá  errado  por  alguns  poucos motivos:  falta  de  informação,  falta  de  conhecimento  da  área  que  se  quer  atuar,  falta  de interesse no próprio negócio, preguiça, falta de interesse em estudar e pesquisar, falta de


força de vontade, falta de coragem, falta de determinação, falta de trabalho. Isso  explica  o  motivo  do  moço  da  carrocinha  de  doces  parecer  ser  tão  pobre,  mas  ter casa  própria,  quitinetes  alugadas,  um  bom  carro,  filhos  formados,  etc.  Enquanto  muitos que  aparentam  riqueza  e  boa  formação  educacional  abrem  uma  loja  bonitinha,  mas desanimados e reclamando da vida, fecham a loja três meses depois. O  segredo  está   na  perseverança,  no  otimismo,  na  vontade  de  criar,  na  vontade  de crescer.  Quem  vive  reclamando  da  vida,  insatisfeito  com  tudo, dizendo que  tudo  vai dar errado, que  não  tem coragem para vender um tabuleiro de bolinhos, não é a pessoa mais indicada  a   ser  um  vencedor.  Entrou  na  corrida?  Você  só  pode  chegar  ao  final  dessa corrida  se  você  sair  do  lugar  onde  está.  Parado  ninguém  vai  a  lugar  nenhum  e  muito menos alcança o primeiro lugar. Uma outra  qualidade que é necessária a  quem deseja ter um negócio próprio e vencer na vida  é  a  humildade.  Sem  humildade  você  não aceita  nem  mesmo a ideia de que precisa estudar  e  pesquisar  muito  para  entender  plenamente  o  mercado  onde  você  vai  atuar  e quais as melhores maneiras de você ser bem­sucedido. Sem  humildade  você  não  aceita  as  orientações  e  conselhos  de  profissionais  mais experientes  do   que  você.  Sem  humildade  você  compra  uma  porção  de  coisas desnecessárias  para  abrir  sua  empresa  pelo   simples  motivo  de  fazer  “bonito”  para   os outros,  para  aparecer.  Sem  humildade  você  não  entende  que  seus  colaboradores, parceiros e funcionários  estão  no seu caminho  profissional  para  ajudá­lo  a  plantar, então passa  a  tratá­los  com  arrogância  achando  que  autoridade  significa  ser  grosso  e  mal educado, quando autoridade significa ser um líder competente e acessível. Ter  um  negócio  próprio  não  significa  que  o  proprietário  é  melhor  do  que  as  outras pessoas,  significa que o proprietário está ali para servi­las e espera ser bem remunerado e  bem  estimado  por  isso.  As  pessoas  que  são  arrogantes  e  egoístas  não  são verdadeiramente  estimadas  por  ninguém.  Portanto,  seja  um  proprietário  de  negócio amado por todos, isso contribuirá muito para o seu sucesso total. Pensando  em  ser  amado, outro detalhe muito importante para que um  negócio próprio dê certo  é  o  atendimento  diferenciado  aos  clientes,  o  atendimento  personalizado.  Quando alguém  erra  e  ainda  assim  maltrata  o  cliente,  pode  esperar  que  seu  negócio dê  certo? Muitos  clientes  apesar  de  contrariados  pelo  erro de um serviço ou defeito de um produto, continuam comprando na mesma empresa simplesmente porque se sentem amados ali. Cada  cliente   tem  suas  necessidades  e  expectativas,  deixe­o  satisfeito  e  amado  e  ele


sempre voltará. Não  basta  tratar bem o cliente, tem de cativá­lo, conquistá­lo, como quem conquista  um  grande  amor.  Sempre  que  os  seus  “grandes  amores”  precisarem,  eles voltarão para comprar seus produtos ou serviços. Duas  outras coisas  importantes para que  seu  negócio  dê  certo é não  misturar o dinheiro de  sua  empresa  com  os  seus  gastos  pessoas   e  domésticos,  e  não  misturar  sua  vida virtual profissional com sua vida virtual pessoal. É válido  lembrar que não se deve desprezar as pessoas julgadas como menos instruídas, muitas  vezes  elas  não  têm  um  diploma  da  melhor  faculdade  americana,  mas  têm experiência  e  uma  pequena  sugestão  dela  deve  ser  avaliada  com  carinho,  pois  poderá significar a grande chance de sucesso de quem está começando seu próprio negócio. Não  imagine  que  para  ter sucesso  você  precisa começar com uma empresa que tenha o maior  prédio  da  sua  cidade,  os  melhores  equipamentos  e  a  mais  cara  publicidade. Algumas  empresas  gigantescas atuais nasceram em um simples micro computador, sem sala, sem dinheiro, sem barulho, sem nada. Por que ter  um negócio próprio? Para ter o que é seu e ter o que dividir de bom para com os  outros.  Para  vencer  e  dar  a  oportunidade  de  outros  vencerem  também.  Para  isso basicamente  você   precisa  de  duas  coisas:  força  de  vontade  somada  a   esforço  e  um grande  interesse  em  estudar,  pesquisar,  aprender  e  colocar  em  prática  tudo  de  útil que encontrar pelo caminho. Fonte: http://seu­primeiro­negocio.blogspot.com.br


Diabetes em Cães e Gatos

Diabetes mellitus  atinge  1 em  cada 400  gatos e uma proporção similar de cães. Porém, de  acordo  com  estudos  recentes  1  2  ,  sua  prevalência  em  felinos vem aumentando.  Os sintomas  em  cães  e  gatos  são semelhantes aos apresentados por humanos. Em geral, a maior  parte  dos  cães  diabéticos  apresenta  diabetes  do  tipo  1  (insulina­dependente), enquanto  que  cerca  de  80­95%   dos  gatos  diabéticos  apresentam  diabetes  do  tipo  2  3 (relacionada,   em  humanos,  com  obesidade),  ainda  que  costumem  estar  severamente dependentes  de  insulina  na  ocasião  do  diagnóstico  da  doença.  A  enfermidade  é definitivamente tratável  e não necessariamente determina óbito ou perda de qualidade de vida  do  animal.  No  caso  de  felinos  acometidos  pela  diabetes  do  tipo  2,  o  tratamento adequado  imediato  pode  até   mesmo  levar  à  remissão  do  quadro  4  ,  caso  no  qual  o animal  deixa  de  necessitar  de  injeções  de  insulina.  Quando  não tratada,  a enfermidade pode  levar  à  cegueira  em  cães,  fraqueza  dos  membros  nos  gatos,  má  nutrição, cetoacidose diabética, desidratação e morte. Sintomas Cães  e  gatos  geralmente  apresentam  um  estabelecimento gradual  da doença, ao longo de semanas,  o  que pode  passar  despercebido  por algum  tempo.  A condição é incomum em  gatos  com  menos  de  sete  anos,  embora  cães  jovens  sejam  mais  suscetíveis  a diabetes  tipo  1  (juvenil). Os  primeiros sintomas evidentes são uma súbita perda ou ganho peso,  acompanhado  por  beber  e   urinar  excessivos.  Os  gatos,  por  exemplo,  podem desenvolver  uma  aparente  obsessão  por  água  e  passar  a  espreitar  torneiras  e bebedouros.  O  apetite  subitamente  aumenta  (até  três  vezes  o  normal)  ou  se  torna ausente.  Nos  cães,  os  sintomas  subsequentes  são  problemas  visuais  e  catarata, enquanto  que  em gatos pode  haver  enfraquecimento dos  membros  traseiros  (neuropatia


periférica), tornando  a  marcha  empolada  ou  vacilante.  Nesse  estágio,  um  teste  rápido empregando  fitas  indicadoras  de  glicose/corpos  cetônicos  (o  mesmo  que  o  utilizado na dieta Atkins) pode  ser  empregado  no  diagnóstico. Caso a fita evidencie glicose na urina, deve­se  suspeitar  de  diabetes.  Se  uma  fita  indicar  corpos cetônicos, o animal deve ser levada para uma clínica de emergência imediatamente. O  monitoramento  e  verificação  da  glicose  sanguínea  pode  ser  realizado  com  o  uso  de monitores de glicemia. Os  proprietários  devem  prestar  atenção  para  adelgaçamento notável  da  pele  e  aparente fragilidade:  estes   sintomas  também  são  graves  e  indicam  que  o  animal  está metabolizando  (quebrando)  gordura  corporal  e  massa  muscular para sobreviver. Letargia e  debilidade  são  também  sintomas  agudos,  possivelmente  indicadores   de  cetose  e/ou desidratação, quadros que demandam assistência veterinária imediata. Fonte: Wikipedia

     Expediente:         Revista Promocional Digital Moda Cinema         www.modacinema.com.br           Rio de Janeiro, 1º a 30 de Outubro de 2013

Revista Moda Cinema 2ª Edição  

Revista Moda Cinema Edição 2 Cinema, saúde, proteção animal, receitas, informática, empreendedorismo, assuntos gerais.

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