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Oficina de Planejamento e Fortalecimento da GestĂŁo Municipal de Alfredo Chaves - ES

Secretaria de Estado de Turismo do EspĂ­rito Santo SETUR - ES 03 e 04 de novembro de 2009

Foto: Ricardo Soares


MARCUS VICENTE Secretário de Estado de Turismo DIOMEDES MARIA CALIMAN BERGER Gerente de Gestão do Turismo JOÃO FELÍCIO SCÁRDUA Superintendente do SEBRAE GELISA BOZZI Gerente Unidade de Atendimento ao Turismo e Cultura

PREFEITURA MUNICIPAL DE ALFREDO CHAVES - ES - 2009 / 2012

FERNANDO VIDEIRA LAFAYETTE Prefeito Municipal de Alfredo Chaves - ES GABRIELA ROSA Secretária Municipal Interina de Turismo e Cultura 2 CONSULTORIA & MARKETING LTDA

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1 – Apresentação

04

2-

08

Brainstorming (Tempestade de Idéias)

3-

Síntese de Cenários Futuros

09

4-

Análise Swot – Concepção da Estratégia como Formulador de Idéias

10

4.1 -

Oportunidades

11

4.2 -

Ameaças

12

4.3 -

Pontos Fortes

13

4.4 -

Pontos Fracos

15

4.5 – Método GUT - A

16

5 - Problemas elencados

17

6 – Plano Curto e Médios Prazos

20

7 - Considerações do Consultor

39

8 – Relação dos Participantes

44

9 – Comentários dos Participantes

46

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1 - Apresentação O município de Alfredo Chaves tem sua localização privilegiada e compõe com os municípios de Anchieta, Piúma, Iconha, Rio Novo do Sul, Itapemirim, Mataraízes e Presidente Kennedy a Região Turística da Costa e da Imigração, com uma logística propiciada ao turismo, considerando a distância da sede com a BR 262, em 32 km através da ES-376 e a proximidade com a BR 101, em 11,9 km. Aspectos esses de suma importância de ligação da região de montanha às praias do sul do Estado, a começar por Guarapari mais ao norte e depois Anchieta, Piúma, Itapemirim, Marataízes e Presidente Kennedy, ao sul. No que trata à geração de emprego e renda, sua principal atividade econômica concentrase na agricultura, responsável por uma das maiores produções de inhame do Brasil. No caso do cultivo da banana, além de sua produção estar concentrada na região, um importante pólo de comercialização tem-se desenvolvido com a localização da maior parte das empresas compradoras em Alfredo Chaves e Iconha. O turismo vem despontando como alternativa econômica em razão de suas belezas cênicas de suas cachoeiras e atividades do turismo de aventura, tais como: vôo livre e parapente, praticados na rampa de Cachoeira Alta. Tem atraídos turistas de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro e excepcionalmente turistas estrangeiros em busca de aventura. No entanto, os fluxos turísticos dependem também da garantia de uma melhor qualidade de vida das populações locais, tornando óbvia a necessidade de investimentos para regularização do uso do solo (atualmente desordenado), construção de habitações populares, melhoria da rede de saneamento básico, assim como o controle das agressões ao meio ambiente e a ruptura com a escalada da violência. Mas, Alfredo Chaves é o município escolhido para o Programa de Produtores de Águas: São sete proprietários pioneiros no Programa Produtores de Água. As áreas foram incluídas no projeto por estarem com documentação em dia e possuírem florestas estratégicas para as águas do principal rio da região, o Benevente, segundo o Diretor de Recursos Hídricos do Iema, Fábio Ahnert. Neste contexto, o processo da Oficina de Planejamento e Fortalecimento da Gestão Municipal de Turismo de Alfredo Chaves inicia-se por meio de sensibilização dos componentes da Secretaria Municipal de Turismo e Cultura com o objetivo de produzir integração para o fortalecimento da vontade de transformar a realidade local, oportunizada pela Secretaria de Estado do Turismo – SETUR, representado pelo seu Secretário Marcus Vicente e da Gerência de Gestão do Turismo, pela sua gerente Sra. Diomedes Maria Caliman Berger. Na Oficina, em que cada participante convidado descobrirá o modo possível de colocar em prática o passo a passo sempre com foco nos conceitos do desenvolvimento sustentável e as temáticas escolhidas para a Oficina refletirão as experiências de vida de cada indivíduo, 4 CONSULTORIA & MARKETING LTDA

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de cada distrito, da sociedade e do território na busca constante por um objetivo comum com fundamento nos seguintes programas:  Na instância federal – o Macro-programa 4 – Regionalização do Turismo – Plano Nacional de Turismo 2007/2010 – Uma Viagem de Inclusão, que “assimila a noção de território como espaço e lugar de interação do homem com o ambiente, dando origem às diversas maneiras de se organizar e se relacionar com a natureza, com a cultura e com os recursos de que dispõe. Essa noção supõe formas de coordenação entre organizações sociais, agentes econômicos e representantes políticos, superando a visão estritamente setorial do desenvolvimento”.  Na instância estadual, o Macro-programa I – Gestão e Relações Institucionais Plano de Desenvolvimento Sustentável do Turismo do Espírito Santo - 2025. O fortalecimento dessa busca será o foco central na discussão do turismo local e regional, onde preconiza que “integram esse conceito projetos e ações direcionados a: ... organização e capacitação dos atores locais; planejamento turístico das regiões e municípios; atuação integrada do Governo e sociedade civil; integração das instâncias municipal, regional, estadual e nacional; ampliação do orçamento público; captação de recursos financeiros”;  e mais especificamente ao Projeto 3 – Apoio ao Desenvolvimento do Turismo Regional: “estimular a criação e funcionamento dos Conselhos e Fundos Municipais de Turismo; Intensificar, nos municípios (prefeituras), a fiscalização do uso e ocupação do solo; estimular os municípios a participarem das políticas regionais do turismo; i incentivar a criação de consórcios intermunicipais, de amplitude regional; monitorar e avaliar a execução do plano pelos conselhos estadual e municipal de turismo; apoiar iniciativas que visem o aprimoramento da gestão pública do turismo, através de melhoria da competência técnica dos gestores; incentivar e apoiar a estruturação organizacional para a implantação de Conselhos e de Secretarias de Turismo na esfera municipal.”. Uma agenda comum que marque a convocação das partes para reuniões de debates e de apresentação de propostas, e nesta Oficina, tudo dependerá da disposição dos participantes para o estabelecimento do consenso. Os momentos de tomada de decisão deverão se repetir continuamente aumentando o entendimento mútuo até a construção da melhoria contínua que satisfaça se não a todos, a maioria. Desse fato, a Secretaria de Estado do Turismo com sua política de desenvolvimento do turismo nos municípios e regiões capixabas, conforme estabelece seu Plano 2025, através da Gerência de Gestão do Turismo promoveu em parceria com a Prefeitura de Alfredo Chaves - ES uma Oficina de Planejamento e Fortalecimento da Gestão 5 CONSULTORIA & MARKETING LTDA

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Municipal de Turismo, que aconteceu nos dias 03 e 04 de novembro de 2009, nas instalações CRAS. A solenidade de abertura contou com a presença do Vice-prefeito Antonio Bissoli, que recebeu a todos. Em seguida, a Sra. Diomedes Maria Caliman Berger, agradeceu a presença dos convidados, dando-lhes boas vindas e sinalizando o objetivo da Oficina para os dois dias de trabalho, apresentando os conceitos da Regionalização do Turismo e as ações da Setur frente aos desafios nas 10 regiões turísticas do Estado. Desta feita, e iniciou-se então com o estabelecimento dos termos de convivência para a realização da Oficina. Depois de encerrado o aquecimento da Oficina foi apresentado algumas considerações, tais como: a falta de cultura de participação dos munícipes em mobilização para desenvolvimento do turismo, a ausência de informações sobre as pressões exercidas focadas no território, a necessidade de levantar dados que gerem informações para a construção de uma base de conhecimento, o hábito arraigado em nossa sociedade de planejar de forma setorizada, o egoísmo das secretarias municipais em não trabalhar conjuntamente para o turismo, uma explanação sobre a organização político-administrativa e a gestão pública compartilhada, e principalmente da população não se apropriarem da coisa pública. No segundo dia, o fechamento do Plano de Curto e Médio Prazo com 24 problemas elencados e após plenária concluiu-se em 21 estratégias específicas a fim de nivelar as ações do município com o Programa de Regionalização do Turismo frente à importância do fortalecimento do turismo como fonte de geração de riqueza e renda. Durante os dois dias de trabalho foram realizados metodologias com o objetivo de extrair ao máximo as contribuições dos participantes para o for talecimento do turismo local. Contextualizou-se também, sobre os diversos fatores externos às organizações que podem afetar o seu desempenho e seus reflexos, podendo representar ao desenvolvimento do plano estratégico de qualquer natureza. Quando acontecem essas intervenções, remete à reflexão para que a organização 6 CONSULTORIA & MARKETING LTDA

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perceba que o ambiente externo está mudando face à globalização e à competitividade, e que tenha a mesma agilidade para se adaptar a esta mudança, aproveitará com maior proveito às oportunidades e sofrerá menos as conseqüências das ameaças. Assevera-se que, boa parte do sucesso dependerá da maturidade dos participantes para superar prováveis obstáculos que limitam o início e dificultam o desenrolar de todo o processo e em primeiro lugar, estimula o que é importante fazer uma relação de quais são as variáveis que devem ser monitoradas.

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2 - Brainstorming (Tempestade de Idéias) Após a formação da rede, foram dispostos slides com estímulos às reflexões, a saber:

Estímulos à Reflexão  É aqui nesta Oficina, que queremos, conhecendo nossas forças e fraquezas, descobrir nossas potencialidades para construir coletivamente o turismo, para hoje e amanhã?  É daqui que queremos projetar ações e estabelecer prioridades, em que todos somos atores sociais e do qual queremos participar cada vez mais?  Queremos construir alternativas com a comunidade olhando para o mundo a partir do lugar onde vivemos: nossa rua, nosso bairro, nossa cidade? Em seguida, os participantes formaram grupos de 4 a 5 pessoas e refletiram sobre os objetivos do trabalho proposto e foram orientados para a prática do Brainstorming (tempestade de idéias) considerando as perguntas estimuladas para os Cenários Futuros.

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3 - Síntese de Cenários Futuros

Grupo I

Síntese

Conselho Municipal de Turismo ativo e participativo trabalhando junto ao poder executivo, planejamento e promovendo o desenvolvimento local.

Grupo Ecotur (Toninho Petri, Anaíria, Beto Capiciole e Luziane). Município reconhecido destino turístico, no turismo de aventura, agro e ecoturismo, nos nível nacional e internacional.

Grupo Alfredo Tour (Rosana, Solange, João Vitor e Negreiros). Atrativos do município divulgados com o aumento do fluxo de turistas; patrimônios naturais (matas, nascentes e rios) preservados.

Município de Alfredo Chaves como referência nos segmentos de turismo de aventura (vôo livre e parapente) agroturismo e ecoturismo na Região da Costa e da Imigração para a atração de turistas internacionais para o Estado do Espírito Santo, trabalhando com um Conselho Municipal de Turismo ativo e participativo junto ao poder executivo, no planejamento e promovendo o desenvolvimento local, conservados seus patrimônios naturais (matas, nascentes e rios).

Grupo (Gabriela Magnago, Rodolpho Cavalini, Ademilde Brunoro e Sinval R. da Silva). Turismo de aventura envolvido pelo agroturismo

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4 - Análise Swot - Concepção da Estratégia como Formulador de Idéias

Utilizou-se a aplicação da Análise Swot. A análise SWOT examina a organização segundo quatro variáveis: strengths (forças); weaknesses (fraquezas); opportunities (oportunidades); e threats (ameaças). O acesso à informação quanto ao assunto provocado é pertinente e pré-requisito para uma participação efetiva e justa. Dessa forma, as opiniões ficarão menos sujeitas à influência de idéias individuais ou de representantes de grupos de interesses específicos. Isso incrementa tanto a legitimidade como a apropriação do processo por parte da população local. O objetivo desta etapa é trazer aos participantes um novo patamar de entendimento do turismo e produzir subsídios para a construção do plano a ser desenvolvido. Os participantes então fazem uma reflexão sobre a situação do turismo do município, nos painéis de Oportunidades, de Ameaças, dos Pontos Fortes e dos Pontos Fracos encontrados, e no segundo dia a avaliação dos problemas identificados e sua hierarquização através do Plano de Curtos e Médios Prazos.

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Estimulados pelas perguntas assinaladas, os GT’s discutiram e condensaram nas respostas abaixo:

4.1 - Oportunidades Quais as oportunidades que estão acenando para o turismo local?

Foram relacionados, os seguintes: Grupo I (Gabriela, Rosa, Bianca, Ana Iria, Caroline e Cristina).    

Desenvolvimento Econômico de Anchieta Trem da Montanha de Viana a Araguaia Turismo de negócios De Alfredo Chaves sediar equipamentos (hotéis e centro de convenções) para o Turismo de Negócios

Grupo II – (Rosana, Eliane, Gabriela Magnago, Lívia). 

Agroturismo de Alfredo Chaves reconhecido pelo turismo interno (mercado) capixaba.

Grupo III – (Beto Caprioli, Cirilo, Lucinéia, Solange, Lucia e João Valter). 

De investimentos sociais e ambientais em Alfredo Chaves pelas grandes empresas que ficarão sediadas em Anchieta como compensação sócio-ambiental.

Grupo IV – (Rodolpho Cavalini, Toninho Petri, Toninho Bissoli e Negreiros).    

Novos empreendimentos no município devido à expansão industrial e sua cadeia produtiva de Anchieta Copa do Mundo 2014 – na atração de turistas de aventura de vôo livre e parapente Olimpíadas de 2016 – na consolidação do destino (Alfredo Chaves) em turismo de aventura em razão das ações da Copa 2014. Participação ativa nos eventos de divulgação e de rodada de negócios no Estado e no Brasil.

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4.2 - Ameaças Foram relacionados os seguintes itens:        

Violência (oriundas de drogas e prostituição) vinda dos municípios vizinhos. PCH – Retenção de água no período de seca. Chuvas fortes prolongadas. Crescimento desordenado do agronegócio. Oferecimento de vantagens aos produtores rurais para a monocultura do eucalipto em detrimento das outras culturas. Aumento desordenado da população em razão do crescimento econômico da região. Falta de investidores Queda da qualidade ambiental diante do Complexo Industrial de Anchieta.

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4.3 - Pontos Fortes Quais são os pontos fortes do turismo do município?

Desta forma, foram relacionados: 1 - Quais são os pontos fortes do turismo do município?               

Recursos hídricos abundantes Vegetação da Mata Atlântica Belezas naturais (cachoeiras, rios, vales, montanhas, pedras, bucolismo). Riquezas naturais (hídricas e florestais) Agroindústrias Esportes de Aventura Região propícia à prática de esportes de aventura. Rampa de vôo livre natural Diversidade de cachoeiras Clima favorável Localização geográfica favorável A história e a cultura do alfredense Patrimônios históricos Diversidade de cultura (negra, portuguesa e italiana) Equilíbrio do poder aquisitivo da população

2 - Quais são as segmentações turísticas mais atraentes?    

Agroturismo, Ecoturismo, Turismo de aventura Turismo de eventos

3 - Existem pontos fortes que se traduzem em vantagens competitivas como produto turístico, com relação a outros destinos turísticos?         

Cachoeiras que se situam em propriedades particulares e que não são divulgadas. Rampa de vôo livre – propícia para vôo quase todos os dias do ano. Estrutura adequada para atendimento ao turista próximo à rampa de Cachoeira Alta Condições climáticas favoráveis para a prática de esportes radicais. Produção de cachaça Produção de biscoitos caseiros Produção de queijos Pedra do Gururu Hospedagens rústicas 13 CONSULTORIA & MARKETING LTDA

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 

Receptividade da população Rio Benevente

4 - Existem pontos fortes adormecidos?          

Estação Ferroviária de Matilde Casarões antigos Turismo cultural Turismo religioso. Pedra do Gururu Clube Tororoma Festa Italiana Festas das Comunidades Cachoeiras do Iracema, Paripitinga e Vovó Lúcia A cultura histórica do município.

5 - Podemos revigorar esses pontos fortes para a exploração do turismo, como atividade sócio-econômica? Sim.

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4.4 - Pontos Fracos (Fraquezas)

1. Conselho de Turismo inativo 2. Melhorar a sinalização turística 3. Falta de Posto de Atendimento ao Turista 4. Falta de estrutura para atender a demanda turística 5. Falta de integração por parte das outras secretarias municipais 6. Falta de união dos empreendedores 7. Falta de envolvimento da comunidade 8. Mal atendimento em alguns estabelecimentos comerciais 9. Falta capacitação dos funcionários dos estabelecimentos 10. Conselho de Turismo inativo 11. Melhorar a sinalização turística 12. Falta de Posto de Atendimento ao Turista 13. Falta de estrutura para atender a demanda turística 14. Falta de integração por parte das outras secretarias municipais 15. Falta de união dos empreendedores 16. Falta de envolvimento da comunidade 17. Mal atendimento em alguns estabelecimentos comerciais 18. Falta capacitação dos funcionários dos estabelecimentos 19. Falta de infra-estrutura na Secretaria de Turismo 20. Falta de sinal de telefonia móvel, internet e TV local no interior. 21. Falta infra-estrutura para receber grupos grandes de turistas 22. Transporte coletivo - intramunicipal e intermunicipal deficiente 23. Falta de restaurantes típicos, principalmente à noite 24. Falta de recursos humanos na Secretaria de Turismo (Inclusos em Plenária) 25. Falta de integração com outras secretarias (Inclusos em Plenária)

5 5 5 3 4 3 3 3 3 5 5 5 3 4 3 3 3 3 5 5 4 5 5

5 5 5 4 5 3 4 2 2 5 5 5 4 5 3 4 2 2 5 5 4 3 3

5 4 4 5 3 3 2 3 3 5 4 4 5 3 3 2 3 3 4 4 4 3 3

Ambiência

Tendência

Urgência

Problemas

Gravidade

Quais são os pontos fracos do turismo do município?

4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 3 4 5 4

Total

500 400 400 240 240 108 96 72 72 500 400 400 240 240 108 96 72 72 500 300 256 225 180


4.5 - Método GUT - A O método consiste na pontuação dada a cada item, identificados nas fraquezas, com o objetivo de se estabelecer prioridades de tomada de decisão para o gestor local.

Abrangência Resultado

Valores

Gravidade

Urgência

Tendência

Variáveis

Conseqüência se nada for feito

Prazo para tomada de decisão

Proporção do problema no futuro

5

Os prejuízos ou dificuldades são extremamente graves

É necessária uma ação imediata

Se nada for feito, o agravamento da situação será imediato.

4

Muito graves

Com alguma urgência

Vai piorar em curto prazo

3

Graves

O mais cedo possível

Vai piorar em médio prazo

Restringe-se a parte do município

81

2

Pouco graves

Pode esperar um pouco

Restringe-se a uma localidade

16

1

Sem gravidade

Não tem pressa

Vai piorar em longo prazo Não vai piorar e pode até esperar

Ação pontual

1

Ambiência

GxUxTxA

Impacto sobre a região e todo município

625

O impacto incide sobre todo o município

256


5 - Problemas Elencados – Pós Plenárias: Desta feita, os 05 (quatro) Grupos de Trabalho, utilizaram a metodologia GUT –A (Gravidade x Urgência x Tendência x Abrangência) e identificaram os Pontos Fracos (Fraquezas), e obtivemos o seguinte resultado: PROBLEMAS

GRAVIDADE

URGÊNCIA

TENDÊNCIA

AMBIÊNCIA

TOTAL

Pontuação de 625a 257: Itens em que os participantes deverão se concentrar na união de esforços para as tomadas de decisões quanto à garantia de implementação de políticas contra os impactos. 1. Falta de políticas públicas do turismo . (Falta de maiores investimentos da Administração Municipal no turismo) Falta de divulgação

5

5

5

5

625

2. Falta de manutenção adequada às vias de acesso aos pontos turísticos

5

5

5

5

625

3. Parcelamento inadequado do solo

5

5

5

5

625

4. Conselho de Turismo inativo

5

5

5

4

500

5. Em relação ao meio ambiente, o respeito à utilização no uso de agrotóxico e a preservação de forma legal

4

5

5

5

500

6. Falta de Posto de Atendimento ao Turista

5

4

4

5

400

7. Falta de integração por parte das outras secretarias municipais para o desenvolvimento do turismo

5

5

4

4

400

8. Falta de união dos empreendedores

5

5

4

4

400

9. Melhorar a estruturação da Secretaria Municipal de Turismo

5

5

4

4

400

10. Falta de associativismo

5

5

4

4

400

11. Falta de envolvimento do Ministério Público

5

5

4

4

400

12. Ausência de sinal de telefonia celular e internet no interior

5

5

3

5

375

13. Melhorar a sinalização turística

4

5

3

5

300

14. Falta de envolvimento da comunidade (igrejas...)

5

4

3

5

300


PROBLEMAS

GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA AMBIÊNCIA TOTAL

Pontuação de 256 a 82: Itens que merecerão especial atenção, mas depois de atendidas as prioridades pontuadas anteriormente. 15. Falta de integração dos componentes do circuito turístico

5

5

2

5

250

16. Falta de estrutura de apoio para atender a demanda turística (restaurantes típicos, principalmente à noite).

3

5

4

4

240

17. Êxodo rural

3

5

4

4

240

18. Falta de infra-estrutura para receber turistas

3

3

5

5

225

19. Falta capacitação dos funcionários dos estabelecimentos Falta de mão de obra qualificada

3

4

3

4

144

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PROBLEMAS

GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA AMBIÊNCIA TOTAL

Pontuação abaixo de 81: Itens que não oferecerão grandes impactos negativos em razão de sua aplicabilidade ou não. 20. Animais soltos em estradas

5

2

2

4

80

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6 - PLANO DE AÇÃO – CURTO E MÉDIOS PRAZOS


PR

01

PROBLEMA

COMO RESOLVER

TEMPO

ENVOLVIDOS

Início: 16 a 20/11/2009

Responsável: Secretaria de Turismo=Gabriela Rosa

Falta de políticas públicas associadas à falta de investimentos da Administração Municipal no turismo

1- Formar uma comissão para apresentar o Relatório final desta oficina ao Prefeito Municipal (Gabriela Rosa, Gabriela Mangago, José Roberto Caprioli, CDL/Associação Comercial, Dr. Negreiros, Sinval, Antônio Carlos, Ademilde Brunoro, Rodolpho, Vereador Sérgio Bianchi).

Término: 31-12-2009

Participantes: Câmara Municipal COMTUR; Secretaria de Finanças e planejamento SEBRAE

2- Realizar uma audiência pública para validação das propostas fixadas neste documento; 3- Estruturar o Conselho Municipal de Turismo; 4- Discussão do Orçamento de 2010 com o prefeito;

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PR

PROBLEMA

COMO RESOLVER 1- Identificar as vias prioritárias para o turismo e os pontos críticos; 2- Verificar disponibilidade de equipamentos e pessoal (inclusive GPS); 3- Estabelecer rotinas das atividades;

02

Falta de manutenção adequada às vias de acesso aos pontos turísticos;

4- Elaborar cronograma de manutenção das atividades, principalmente nos períodos de chuva de outubro e novembro, podendo variar de comunidade para comunidade, de distrito para distrito, devido à suas altitudes.

TEMPO Início: 23-11-2009 Término: indeterminado

ENVOLVIDOS Responsável: Secretário de Agricultura=Toninho Participantes: Secretaria de Obras=Rômulo; Meio Ambiente; INCAPER. IDAF, IEMA; Sindicato Rural; Associação de Produtores; DER

5- Buscar técnicas apropriadas de contenção de águas de chuva (caixas secas); 6- Organizar mutirões envolvendo as associações de produtores rurais e/ou moradores; 7- Baixar mapas do site do ao Instituto Jones do Santos Neves (Geobases) e ou acesso ao site WWW.veracidade.com.br, para controle das vias de acesso.

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PR

03

PROBLEMA

Parcelamento inadequado do solo urbano e rural;

COMO RESOLVER

TEMPO

1- Levantamento da Legislação municipal que trata do problema;

Início: 16-11-2009

2- Fazer cumprir a legislação através da fiscalização efetiva;

Término: Indeterminado

3- Solicitar apoio ao Instituo Jones dos Santos Neves (Geobases)

ENVOLVIDOS Responsável: Secretaria de Finanças= Carlos Eugênio Participantes: Secretaria de Agricultura. Obras, Secretaria de Arquitetura e Meio Ambiente; MPES; Sindicatos Rurais; INCAPER; IDAF; IEMA; IBAMA

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PR

04

PROBLEMA

Conselho de Turismo inativo

COMO RESOLVER

TEMPO

1- Levantamento da Lei nº 123/2006 que cria o Conselho;

Início: 16-11-09

2- Verificar se a composição do CONTUR está adequada à realidade do Município e se possível ampliá-la;

Término: 31-12-09

3- Rever Decreto 304-N/2006 e baixar novo decreto do Executivo para dar posse aos novos Conselheiros;

ENVOLVIDOS Responsável: Secretaria de Turismo=Gabriela Participantes: Secretarias Municipais, CDL/Associação Comercial; Associações Culturais, Artesãos; SEBRAE

4- Criar grupos de trabalho com os conselheiros e/ou indicados por eles para que dêem sustentabilidade ao Conselho; 5- Fazer cumprir o art. 10º da Lei 123/2006 sobre a criação do FUTUR – Fundo Municipal de Turismo, principalmente na garantindo dotação orçamentária conforme determina o art.11, item IV, V, X, XIV e XV.

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PR

05

PROBLEMA

Em relação ao meio ambiente, o respeito à utilização no uso de agrotóxico e a preservação de forma legal

COMO RESOLVER

TEMPO

1- Realizar campanha de sensibilização e mobilização envolvendo escolas, igrejas, sindicatos, associações;

Início: Imediato

2- Realizar mutirões de limpeza de córregos e terrenos baldios;

Término: Indeterminado

3- Discutir com a sociedade e produtores rurais a implementação do Código Ambiental do município.

ENVOLVIDOS Responsável: Secretaria de Meio Ambiente=Ronie Gaigher Participantes: Secretarias de Obras, Agricultura, INCAPER, IEMA, PMES

4- Monitorar grau de contaminação nos córregos e rios com possíveis contaminações por agrotóxico.

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PR

PROBLEMA

COMO RESOLVER 1- Levantamento de local apropriado para possível implantação.

06

Falta de Posto de Atendimento ao Turista

2 – Garantir recursos (materiais e humanos) para sua implementação. 3 – Envolver os municípios da Região da Costa e Imigração como mantenedores de informações turísticas

TEMPO

ENVOLVIDOS

Início: 10/11/2009

Responsável: Secretaria de Turismo

Término: 31/12/2010

Participantes: Secretaria de Obras; CDL/Associação Comercial; Comtur; SEBRAE

4 – Buscar parcerias para sua manutenção com todo empresariado local.

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PR

PROBLEMA

COMO RESOLVER 1 – Consultar o Executivo Municipal sob a possibilidade de integração das Secretarias municipais sobre o desenvolvimento do Turismo 2- Definir as secretarias-fim e as secretarias meio para desenvolvimento do turismo

07

Falta de integração por parte das outras secretarias municipais para o desenvolvimento do turismo

3 – Realizar reuniões com cada secretaria expondo a importância do turismo para a economia do município (junto com o COMTUR).

TEMPO Início: Nov-2009 Término: Indeterminado

ENVOLVIDOS Responsável: Secretaria de Turismo=Gabriela Rosa Participantes: Secretaria de Agricultura; Vice Prefeito; COMTUR; Câmara Municipal, Demais secretarias;

4 – Envolver as secretarias nos projetos do turismo da cidade. 5 – Focar objetivos na resolução de problemas advindos do turismo. 6- Implementar o Sistema de Gestão Administrativa para obtenção de resultado; 7- Levantar e disseminar às demais secretarias, a Lei que institui a Estrutura Administrativa da Prefeitura e as atribuições de cada uma;

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PR

08

PROBLEMA

Falta de união dos empreendedores no turismo com relativa falta de associativismo, principalmente dos componentes dos circuitos turísticos

COMO RESOLVER 1- Fazer um cadastramento dos vários setores que envolvem o turismo: - Meios de hospedagem; - Produtores do agroturismo; - Circuitos Turísticos; - Bares e restaurantes; - Agronegócio; - Postos de Gasolina; - Artesãos; - Associações; - Transportadoras turísticas; - Esporte de aventura; - Floricultura; - Taxistas;

TEMPO

ENVOLVIDOS

Início: Nov-2009

Responsável: SEMTUC= Gabriela

Término: indeterminado

Participantes: SEBRAE Secretaria de Ação Social; CDL/Associação Comercial; Artesãos; Associação de Folclore e Cultura

2- Fomentar a realização de reuniões informais envolvendo os diversos setores e difundir a importância de se unirem e até criarem associações; 3- Identificar setores importantes no processo e apoiar a criação de associações; 4- Dar consultoria para criação e fortalecimento das entidades; 5- Disseminar a cultura local (italiana, portuguesa e negra) nos diversos setores, para o resgate de suas tradições;

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PR

09

PROBLEMA

Melhorar a estruturação da Secretaria Municipal de Turismo

COMO RESOLVER

TEMPO

ENVOLVIDOS

1- Levantar as necessidades de recursos materiais, humanos e financeiro;

Início: Nov-2009

Responsável: SEMTUC=Gabriela

2- Priorizar as demandas.

Término: indeterminado

Participantes: Secretaria de Planejamento, Finanças

3- Definir os projetos para 2010; 4- Elaborar os projetos; 5- Buscar possíveis parceiros (MTUR, etc.); 6- Garantir os recursos no orçamento anual.

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PR

PROBLEMA

COMO RESOLVER 1- Agendar reunião com o MPES;

10

Falta de envolvimento do Ministério Público

TEMPO Início: Nove/2009

2- Convidar o MPES para participar da reunião do COMTUR; 3- Estabelecer relação institucional despertando nos agentes do MPES a importância do desenvolvimento do turismo para o município e região, apresentando o Programa de Regionalização do Turismo – Plano Nacional do Turismo – Inclusão Social 2007/2010 e solicitando sua adesão.

Término: Indeterminado

ENVOLVIDOS Responsável: SEMTUC=Gabriel Participantes: Secretaria de Agricultura

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PR

PROBLEMA

COMO RESOLVER 1- Resgatar o projeto existente na Prefeitura.

11

Ausência de sinal de telefonia celular e internet no interior

2- Disseminar às demais secretarias e outros setores do município;

TEMPO

ENVOLVIDOS

Início: Novembro/2009

Responsável: Secretaria de Educação=Vera Lucia

Término: 31/12/2010

Participantes: SEMTUC

3- Buscar informações com as concessionárias de telefonia celular sobre a cobertura local. 4- Estudar consórcio para a resolução do problema. 5- Estudar alternativas para acesso à Rede Internacional de Computadores – Internet.

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PR

PROBLEMA

COMO RESOLVER 1- Contratar empresa para elaborar projeto de sinalização turística para o município de Alfredo Chaves;

12

Melhorar a sinalização turística

2- Inscrever o projeto no SICONV;

TEMPO

ENVOLVIDOS

Início: Jan-2010

Responsável: SEMTUC=Gabriela

Término: 31/12/2010

Participantes: Gerência de projetos=Rutileia

3- Captar recursos junto ao MTUR; 4 – Desenvolver projeto para Sinalização Turística Indicativa, para os atrativos locais.

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PR

PROBLEMA

COMO RESOLVER 1- Realizar campanhas de valorização e de amor à cidade, nas escolas, nas igrejas etc; 2- Elaborar cartilhas educativas para despertar o amor à sua cidade;

13

Falta de envolvimento da comunidade (igrejas, escolas. Associações, etc.) para o desenvolvimento do turismo local e regional

3- Criar uma mascote do turismo através de concurso envolvendo as escolas; 4- Reescrever o Projeto de Inclusão Social de Turismo (CRAS-Cristina Medeiros);

TEMPO Início: Jan-2010 Término: Indeterminado

ENVOLVIDOS Responsável: Subsecretaria de cultura = Gabriela Magnago e Associação de Folclore e Cultura=Dito Participantes: SEMTUC; ASSCOM CÂMARA MUNICIPAL; Igrejas, Secretaria de Educação, Ação Social; CRAS; Meio Ambiente. MEPES; SEBRAE; SENAR

5- Utilizar as rádios FM (como parceiro) como meio de divulgação; 6- Realizar feira de artesanato e agroturismo, quinzenal, na praça da cidade 7- Promover reuniões constantes sobre a importância do turismo para a localidade trazendo cases de sucesso de outras localidades.

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PR

14

PROBLEMA

Falta de estrutura de apoio para atender a demanda turística (restaurantes típicos, lanchonetes e farmácias, principalmente à noite)

COMO RESOLVER 1- Fazer levantamento dos pratos típicos do tempo da Vovó (Associação Folclore e Cultura); 2- Sensibilizar os empreendedores do setor da importância de incluir em seu cardápio, os pratos típicos;

TEMPO

ENVOLVIDOS

Início: Nov-2009

Responsável: SEMTUC=Gabriela

Término: indeterminado

Participantes: SEBRAE; SENAR; INCAPER; CDL/Associação Comercial;

3- Sensibilizar os empreendedores quanto à importância do turismo local como negócio 4- Formar rede de integração entre os empresários a fim de minimizar esses atendimentos.

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PR

15

PROBLEMA

Êxodo rural como resultado de oportunidades em outras cidades aos jovens de Alfredo Chaves

COMO RESOLVER

TEMPO

1- Incluir o município de Alfredo Chaves na Escola Família do Turismo (Anchieta);

Início: Jan 2010

2- Buscar junto à SEDU a criação de cursos de ensino profissionalizante nas escolas;

Término: Indeterminado

3- Verificar no site do IBGE – Cidades@ a evolução populacional de 1991 a 2007 e Wikipédia (14.585 hab. Em 2009).

ENVOLVIDOS Responsável: Secretaria de Agricultura=Toninho Participantes: Secretaria de Educação, Ação Social; MEPES; Câmara de Vereadores, INCAPER.

3- Incrementar o agronegócio nas propriedades produtoras através do INCAPER, buscando a importância do sócio-cultural na produção rural; 4- Buscar junto às Faculdades a celebração de convênios para o desenvolvimento do turismo. 5- Identificar profissões que se identificam com a demanda local e profissionalizá-las.

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PR

16

PROBLEMA

Falta de infra-estrutura para receber turistas

COMO RESOLVER

TEMPO

ENVOLVIDOS

1- Fazer levantamento da infra existente e suas deficiências;

Início: Imediato

Responsável: SEMTUC=Gabriela

2- Junto à CDL/Associação Comercial criar escala para atendimento aos sábados, domingos, feriados e horário noturno;

Término: Indeterminado

Participantes: CDL/Associação Comercial; COMTUR Secretaria de saúde;

3- Abrir o leque de discussão para atendimento de urgência ao turista 4- Incorporar na sociedade o conceito de Hospitalidade

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PR

PROBLEMA

COMO RESOLVER 1- Levantamento de demandas junto aos empreendimentos através de questionário (SEBRAE);

17

Falta capacitação dos funcionários dos estabelecimentos (Falta de mão de obra qualificada)

2- Cursos de Gestão empresarial para os proprietários de equipamentos de atendimento ao turista (hotéis, pousadas, bares, restaurantes, lanchonetes e similares);

TEMPO

ENVOLVIDOS

Início: Imediato

Responsável: SEMTUC=Gabriela

Término: Indeterminado

Participantes: SEBRAE; SENAR; INCAPER; SENAC

3- Buscar parceiros para implementar a capacitação local

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PR

PROBLEMA

COMO RESOLVER 1- Reestruturar o setor de zoonose da prefeitura dotando-o de recursos humanos e materiais para implantar o serviço;

18

Animais soltos em estradas e vias de acesso aos atrativos turísticos.

2- Penalizar proprietários que permitirem animais soltos em vias públicas, conforme legislação. 3- Conscientizar proprietários rurais de que os animais deverão estar em locais que não promovam insegurança nas vias de acesso aos atrativos turísticos.

TEMPO Início: Imediato Término: Indeterminado

ENVOLVIDOS Responsável: Secretaria de Saúde= Edneia Participantes: Secretaria de Agricultura; Sindicatos rurais; Secretaria de Turismo

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7 - Considerações do Consultor A cidade de Alfredo Chaves está situada à margem direita do Rio Benevente e interage perfeitamente com a BR 101 e a BR 262: duas rodovias de suma importância para a economia capixaba. Essa interação proporciona fácil acessibilidade para a recepção de turistas quanto para o escoamento de sua produção agrícola, principalmente do cultivo de inhame, bananas, café, bovinocultura e avicultura. O município pertence à Região da Costa e Imigração e limita-se: ao norte com Marechal Floriano e Domingos Martins, ao sul com Iconha e Rio Novo do Sul, a leste Anchieta e Guarapari e a oeste, Vargem Alta, compondo a Interbacia do Rio Benevente. Pela sua formação rochosa montanhosa, o município de Alfredo Chaves, possui diversas quedas d’água e cachoeiras. A mais famosa e importante é a Engenheiro Reeve (Matilde), com potência estimada em 2.000 HP (potência de água), formada pelo Rio Benevente, localizada no Distrito de Matilde. Outras cachoeiras formadas pelos afluentes do Rio Benevente, que são:          

Cachoeira Cachoeira Cachoeira Cachoeira Cachoeira Cachoeira Cachoeira Cachoeira Cachoeira Cachoeira

de Bela Vista (São Bento de Batatal), de Piripitinga (Barra de Batatal), Tororoma (Cachoeira Alta), Crubixá (São João), de Iracema (São Roque de Maravilha), Vovó Lúcia (Ibitiruí), Daróz (Carolina), Santa Maria Madalena (Santa Maria Madalena), Santa Maria do Engano (Santa Maria do Engano), da Neusa (Ibitiruí).

Pela sua topografia variada possui serras, picos e vales, tais como:    

Serra Serra Serra Serra

Pão Doce, do Batatal, Richmont, Boa Vista (940 m),

Picos  Pico do Tamanco (1.050 m),  Pico do Gururu (450 m),  Salto D’água (510 m).


Vales         

Vale Vale Vale Vale Vale Vale Vale Vale Vale

do Caco de Pote, do Crubixá, de Carolina, de São Francisco do Batatal, Santa Maria Madalena, do Iriritimirim, de Nova Estrela, de Cachoeira Alta, São Roque Maravilha.

Pontos Turísticos                 

Pedra do Gururu (Sede) Estação Ferroviária de Matilde (Distrito de Matilde) Fonte Nova Estrela (Comunidade de Nova Estrela) Ilha Tognéri (Sede) Vila Daróz (Comunidade de Carolina) Pousada Pinon (Comunidade de Carolina) Barlacobaco (Distrito de Matilde) Quente frio Poção de cachoeira alta Piscina natural do césar Piscina natural de cachoeira alta Piscina natural do gururu Piscina natural de quinto território Biquinha da cachoeirinha Rampa Natural de Vôo Livre (Comunidade de Cachoeira Alta) Praça Colombo Guardia (Sede) Fonte água DUPOTE (Comunidade de Caco de Pote)

Vale destacar que na Oficina, alguns atrativos foram considerados fortes e outros até adormecidos, mas ressalta-se que após pesquisa de gabinete, pudemos verificar que existem muito mais atrativos potenciais a serem trabalhados que não foram sequer citados na Oficina. Essa, sem dúvida, foi à razão de descrevê-los em razão da variedade da oferta para a disseminação do ecoturismo e o turismo de aventura. O município por contemplar grande parte do Bioma da Mata Atlântica permite que a grande maioria dos atrativos naturais ainda não sejam suficientemente explorados como produtos, melhor dizendo, explorados sustentavelmente como atrativos turísticos. Apesar de haver reconhecimento pela mídia estadual sobre esses atrativos, estes ainda não se compõem como produto efetivo em razão da falta de integração dos seus atores, sejam públicos, privados e comunidades.

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Dessa forma, o turismo de aventura e o ecoturismo que despontam como segmentos turísticos, que são relevantes para o município, não são incorporados ainda no seio da sociedade alfredense como alternativa econômica e sócio-cultural, como estabelecido no art. 180 da Constituição Federal. Embora a administração pública local esteja em seu segundo mandato, o órgão gestor do turismo ainda não está estruturado a exemplo de não apresentar o titular da pasta desde o começo do segundo mandato. Relativamente, os participantes, como um todo, deixaram transparecer também que existe falta de integração entre os agentes políticos e o trade empresarial, embora este último contribua para esse distanciamento. Como de costume, e o no município de Alfredo Chaves, não foi diferente, sentimos a ausência de alguns convidados que exercem cargos de Secretários na Prefeitura e outros da sociedade local, e acreditamos que essa ausência seja fruto da falta de conscientização da importância do turismo para a economia local, como podemos confirmar na descrição do Problema nº 7, com 400 pontos: “Falta de integração por parte das outras secretarias municipais para o desenvolvimento do turismo”. Quanto à Oficina, foram identificados 25 problemas e reduzidos para 18 devido à incorporação de alguns relativos à sua similaridade. Quanto aos conceitos adotados inicialmente, foi sugerido que fizessem uma releitura sobre todos os assuntos concernentes ao turismo, por todos os participantes do processo, para que reconheçam o seu papel e atuem em parceria com as diferentes instituições, de forma a intensificar a troca de experiências para melhorar indicadores de qualidade de vida e contribuir para o êxito de programas, projetos e ações específicos oriundos dessa oficina. Cabe aqui acrescentar, que os conceitos adotados como estratégico, ao desenvolvimento sustentável, foram praticados na Oficina: “em que foca o ser humano, a participação efetiva das pessoas como sujeito das ações e dos processos implementados no âmbito do território, sejam elas econômicas, socioculturais, políticas institucionais e ambientais”, como preconiza as Diretrizes Operacionais do Programa de Regionalização do Turismo – Roteiros do Brasil. Durante a Oficina, os participantes, nos fizeram perceber de que a comunidade manifesta interesse quanto ao seu processo de desenvolvimento e que a maioria dos problemas são oriundos pela falta de uma orientação estratégica municipal de turismo. Nos fez perceber, também, que os alguns gestores embora motivados, nutrem um grau de impotência sobre alguns problemas locais e justificam esses resultados como herança sócio-política. Nota-se, portanto, que os participantes ainda não têm um direcionamento definido quanto às suas potencialidades, exprimem generalidades não muito comuns para seu futuro, e acreditam que este Plano de Ação de Curto e Médio Prazo, possa alavancar esse direcionamento para o turismo. Urge salientar que a Oficina de Planejamento para Fortalecimento da Gestão Municipal de Turismo de Alfredo Chaves, está voltada para o desenvolvimento do turismo em seus 52 segmentos produtivos, embora nem todos os segmentos estejam representados no 41 CONSULTORIA & MARKETING LTDA

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município. Caberá então, o Conselho Municipal identificar esses segmentos e arregimentálos para o trade efetivo. E será justamente através do fortalecimento da gestão com pequenas ações voltadas para a resolutividade de problemas do município que o Conselho Municipal de Turismo juntamente com a Secretaria Municipal de Turismo poderá proporcionar a gestão compartilhada contribuindo com o processo democrático de direito, onde seus resultados serão a sustentabilidade futura. Na oficina foi demonstrada que competências estratégicas estão carecendo, principalmente de iniciativas endógenas, do próprio órgão público e da comunidade, para a exploração do turismo. Esse olhar para o umbigo talvez seja a grande possibilidade da comunidade juntamente com a administração pública e o empresariado, programar rede de cooperação. As oportunidades podem ser classificadas, com a atratividade e a probabilidade de sucesso. A probabilidade de sucesso do plano não depende apenas da força do “negócio turismo”, das exigências básicas para ser bem-sucedida em mercado competidor, mas também de suas competências para superar seus concorrentes. A mera competência não constitui uma vantagem competitiva. O município de melhor desempenho será aquele que possa gerar o maior valor para o turista e sustentá-lo ao longo do tempo. Se o ponto forte do município é o turismo de aventura e ecoturismo, o diferencial então será composto de serviços de hospedagem, alimentação e serviços seguros, para que o mesmo fique mais tempo. As ameaças podem ser enfrentadas, quando da efetividade do Plano Diretor de Turismo que poderá ser elaborado futuramente, conforme seu grau de relevância e probabilidade de ocorrência. Claramente, não é necessário corrigir todas as fraquezas evidenciadas na oficina, nem destacar tanto suas forças. A grande questão é: se o “negócio turismo” deve ficar limitado aos pontos fortes. Atrativos naturais que proporcionam o turismo de aventura e ecoturismo devem estar associados ao turismo cultural a fim de valorizar os costumes locais. Outra percepção fundamental foi a de que para o desenvolvimento do município é a de que: não há produto turístico sem serviços de qualidade e para tanto, o município precisa urgentemente de apoio do SEBRAE, SENAR, SENAT, SENAC, SESC, IFES, Instituições de Ensino Superior, SINDBARES, SINE, INCAPER e outros, para sua qualificação. Vale ressaltar que em nossa percepção, necessário se faz um contínuo trabalho de sensibilização e mobilização das lideranças representativas de entidades de classe e da sociedade civil e mais importante ainda à participação dos agentes políticos, aqui denominados de secretários, assessores diretos do Executivo. É possível que se faça uma boa gestão de saúde no município, uma excelente gestão na educação, que apresente uma boa infra-estrutura e obras, uma boa política ambiental, um relevante patrimônio histórico etc., no entanto, não se implementa turismo sem a 42 CONSULTORIA & MARKETING LTDA

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participação efetiva de todos eles. O turismo é uma conjunção de forças e que estas necessariamente precisam estar integradas. Talvez a grande questão seja o Executivo definir com mais precisão quais são as Secretarias de Atividade-Meio e conferir-lhes suporte a fim de garantir as Secretarias de AtividadesFim, o apoio irrestrito para assim atingir seus objetivos estabelecidos no Plano de Ação. Após o município ter definido seu foco para o turismo e examinado seu ambiente externo e interno, ele pode desenvolver metas específicas para o período de planejamento. Este estágio do planejamento estratégico é denominado formulação de metas. O prazo máximo está próximo para a formulação do Plano Plurianual - PPA, Lei das Diretrizes Orçamentárias – LDO e Lei de Orçamento Anual - LOA, que foi enviado à Câmara Municipal, para sua aprovação até 31/12/2009. É aconselhável, que se recorra aos orçamentos anuais para descrever os objetivos específicos referentes à magnitude e tempo, transformar objetivos em metas mensuráveis onde facilita o planejamento, à implementação e controle. O município de Alfredo Chaves tem vários desafios considerando sua localização privilegiada e pertencente à Região da Costa e Imigração. A região oferece várias oportunidades para a exploração do turismo, portanto a hierarquização dos problemas elencados, partindo do mais importante para o menos importante, é o mais viável. Desse passo em diante, a formulação de estratégias, indicará de como chegar lá. Ficou evidenciado que o envolvimento da comunidade empresarial poderá ser uma variável importante para o desenvolvimento do turismo de Alfredo Chaves sendo que a Prefeitura deverá convergir ações para minimizar esse impacto, apresentando propostas em outras instituições federais e estaduais para a concretização de seus programas e projetos.

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8 - Relação dos Participantes Nome

Instituição

1. Ademilde Brunoro

Pousada Sitio Recanto das Ilhas

2. Amairia V. Bertolde

Sabor de Prata

3.

Projovem Alfredo Chaves

Ana Cristina Mantovaneli

e-mail

Telefone

ademildebrunoro@hotmail.com

(27)3269-1110

mantovanelia@hotmail.com

(27)3269-2316

Celular

4. Ana Lucia da Silva Inacio Malfacini

CRAS

(27) 3269-2316

5. Antonio C. Bissoli

Executivo

pmac@uol.com.br

(27)32691114

(27)9944-7565

6. Antonio Carlos Petri

Secretário de Agricultura

sema@alfredochaves.es.gov.br

(27)3269-2266

(27)9812-9449

7. Antonio Negreiros Neto

Câmara

(27)3269-1176

(27)9239-1921

8. Benedito Corrêa da Silva

Associação Folclore e Cultura

ditoflauta@yahoo.com.br

9. Bianca Amélia L. Gaighei

SEMTYC

biancagaighei@hotmail.com

10. Carlos Eugenio Ramalho Tavares

Prefeitura Municipal

carloseugenio.rt@gmail.com

(27)8819-0237 (27)3269-1440

(27)9708-2598 (27)8822-2077

11. Caroline dos Santos Maroquio

CRAS

carolpsiconha@yahoo.com.br

(27)3269-2316

12. Cirilo Gonçalves de Oliveira Neto

CRAS

ciriloneto@um.uff.br

(27) 3269-2316

13. Claudia C. Vieira

Secretaria de Educação

dinhacvieira@hotmail.com

(27)3269-2312

14. Eliane Cetto Caprioli

Ar Livre

15. Gabriela Magnago Nicoli

Cultura - PMAC

16. Gabriela Penha Rosa

SEMTUC

17. Hesio Alaor Vizzoni

Artesanato

18. João Bosco Costa

Vereador

(27)9944-7572

19. João Vitor Sartori

MEPES - EFAAC

(27)9937-2397

20. Joel Duarte Benisio

MEPES - EFAAC

21. José Carlos Matos Koppe

(28)8117-3201

(27)3269-2089 gabrielarosa_ac@hotmail.com

jdbenisio@yahoo.com.br

(27)3269-1440

(27)9839-4787

(27)3269-2101

(27)9832-3691

(27)3269-1192

Jc-kopper@hotmail.com

(27)9889-8924 (27)9994-3323

22. José Roberto Caprioli

Ar Livre

arlivre@arlivre.tur.br

(27)3269-2089

(27)9941-8198

23. Leida Mirian Herco Pinheiro

CRAS

leidahp@hotmail.com

(27) 3269-2316

(28)8112-7261

24. Lívia F. Junqueira

CRAS Alfredo Chaves

(27) 3269-2316


25. Luziane Souza

Assessoria de Comunicação

rplu2005@yahoo.com.br

(27)3269-1247

26. Marcos Tadeu da Silva Alvarenga

CRAS

marcostadeu@yahoo.com.br

(27)3269-2316

27. Mariele Pin

Pousada Águas de Pinos

28. Marisa Tavares Casale

CRAS / Projovem

29. Moacir Durães

(27) 3269-2111 marisacasale@gmail.com

(27)3269-2333

Moacir.duraes@hotmail.com

(27)9984-8994

30. Nanci Fardim

ACOM

31. Paulo Munaldi

Vereador

32. Pedro Pailea Mendonça

Prefeitura Municipal

pailea.consultor@hotmail.com

33. Ricardo Silva Nascimento

CRAS

ricardinhosilva@hotmail.com

34. Roldolpho Cavalini

Fora do AR - Turismo

contato@alfredochaves.net

(27)9981-6751

rosanaalbani@hotmail.com

(27)9710-1264

35. Rosana Albani Rossato

(27)3269-4172 (27)9944-7566 (27)9889-6038 (27)3269-2316

36. Sérgio Bianchi

Vereador

37. Sinval Rosa da Silva

Sindicato Rural de Alfredo Chaves

srachavess@ig.com.br

(27)3269-1347

38. Solange Entringer Bassetto

Associação Comercial

aciaac@yahoo.com.br

(27)3269-1534

39. Teresa Cristina D. Chavier

(27)9815-9707

Tecris.xavier@hotmail.com

(27)9949-7096 (27)9994-3323

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9 - Comentários dos Participantes sobre a Oficina de Alfredo Chaves “Sugiro que este tipo de evento, rico e proveitoso quanto ao conteúdo e importância, tenha uma divulgação mais ampla pelo Estado e pelo Município e que se tenha o cuidado de não ser agendado após um feriado prolongado como foi o caso deste.” Caroline S. Maroquio – Secretária de Ação Social e Cidadania.

“Senti falta de pessoas e secretarias que poderiam estar presentes no evento, que além de nos trazer informações valiosas nos permitiram debates de grande proveito. Houve pouca divulgação.” Leida Mirian Herco Pinheiro – CRAS

“Tudo que foi comentado e discutido deve-se adequar às realidades do Município.” Antonio Claudio Bissoli – Executivo

“Seria muito interessante pedir a todos que desligassem ou deixassem os celulares no modo vibra-call e atender as chamadas fora da sala.” Gabriela Magnago Nicoli – PMAC

“Parabéns pelo domínio dos temas abordados. Demérito da Oficina: Mobilização da sociedade. Ex.: Eu fiquei sabendo da Oficina através da Diomedes Berger (?) por celular na tarde do dia 04/11, ou seja, ontem e vim apenas por conta desta ligação. Foi uma honra! Obrigado Diomedes!.” Benedito Corrêa da Silva – Associação de Folclore e Cultura de Alfredo Chaves.

“A Secretaria de Turismo tem que ser mais ativa em todos os setores.” Hesio Alaor Vizzoni – artesão.

“Inserir na comunidade nos debates e grupos de discussões para que a intenção seja disseminada.” Luziane Souza – Assessoria de Comunicação da Prefeitura.

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“Não é o desafio com que nos deparamos que determina quem somos e o que estamos nos tornando, mas a maneira com que respondemos ao desafio. Somos combatentes, idealistas, mas plenamente conscientes, porque o ter consciência não nos obriga a ter teoria sobre as coisas: só nos obriga a sermos conscientes. Problemas para vencer, liberdade para provar. E enquanto acreditamos no nosso sonho, nada é por acaso”.

“HENFILL”

Em 16/11/2009


RELATÓRIO DE ALFREDO CHAVES