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MARIA LUรSA MACHADO

portfรณlio de arquitetura e urbanismo








SOBRE

DEVANT

URBE







BAR

MERCADO

CASA C.







TAB. VIVO

VARANDAS

INFORMAÇÕES PESSOAIS

PROJETO ARQUITETÔNICO

P7

EDIFÍCIO RESIDENCIAL

EDIFÍCIO COMERCIAL E EMPRESARIAL

PROJETO ARQUITETÔNICO

PROJETO DE URBANISMO

HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL

PROJETO ARQUITETÔNICO RESIDENCIAL

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO


MARIA LUÍSA DE CARVALHO VIEGAS MACHADO CIDADE NASCIMENTO GRADUACAO

MACEIÓ - AL , BRASIL 21.09.1995 UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO 2013 A 2019 10º PERÍODO SEMESTRE 2018.2

EMAIL INSTAGRAM 03

mlcvmachado@gmail.com maluvmachado


São pessoas que fazem os lugares, a arquitetura é delas, a cidades é delas, é nossa. É o toque, o sorriso, o caminhar, o sentir, o olhar, o refletir. Os lugares permanecem, acumulam histórias, nos conhecem mais do que nós mesmos, devem estar preparados para nós, para sermos donos dele, amigos, participantes. Entender as formas únicas que fazem de cada detalhe uma arte. Entre luz e sombra preenchermos. São das pessoas, as suas cidades. São as pessoas os lugares.


EXPERIENCIAS ESTÁGIO NA SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO TERITORRIAL E MEIO AMBIENTE - SEDET 2017.2019 PLANO DIRETOR E PROJETOS URBANOS ESTÁGIO NO STUDIO AT 2016.2017 ARQUITETURA E URBANISMO

SKETCHUP

PET ARQUITETURA UFAL 2013.2017 PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO

AUTOCAD REVIT

CONCURSOS EQUIPE VENCEDORA DO CONCURSO DE CAPA DA REVISTA ÍMPETO Nº7 2017

LUMION

MENÇÃO HONROSA NO CONCURSO PROJETAR.ORG 027 HABITAÇÃO SOCIAL NO LARGO DO PAISSANDÚ 2018 21º LUGAR NO CONCURSO URBAN 21 4ª EDIÇÃO

PHOTOSHOP

2018

ILLUSTRATOR

TOP 50 CHANDIGARH UNBUILT - COMPLETING THE CAPITOL

2015

PARTICIPANTE ARCHITECTURE COMPETITION VIEWPOINT OF THE FJORDS - ARQUIDEAS 2019

IN DESIGN LIGHTROOM

PUBLICACOES MACEIÓ EM FOCO: IMPRESSÕES SOBRE IMAGENS E O IMAGINÁRIO DE UMA CIDADE. REVISTA PROJETAR, V. 1, P. 126-138, 2016.

AFTER EFFECTS

O OLHAR PARA A CIDADE: A APREENSÃO DA FORMA URBANA SOB ASPECTOS HISTÓRICOS E ESTÉTICOS. ÍMPETO, V. 6, P. 35, 2016.

PACOTE OFFICE

DAS MEMÓRIAS À UTOPIA: UMA BREVE HISTÓRIA DA PRAÇA DA FACULDADE. ÍMPETO, V. 5, P. 35, 2015. PARQUE MUNICIPAL DE MACEIÓ: A POÉTICA DO ESPAÇO. ÍMPETO, V. 5, P. 39, 2015.

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EQUIPE: CARLA LIMA E MARIA LUÍSA MACHADO IMAGENS 3D E DIAGRAMAS: MARIA LUÍSA MACHADO

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DEVANT Edifício comercial e empresarial em Maceió- AL, no bairro de Cruz das Almas. O projeto visa a ocupação de um vazio urbano na cidade. O edifício apresenta pilotis livres para proporcionar fruição pública na gleba. Está localizado próximo a um edificio residencial e dessa forma oferece dinamização à região por trazer usos diversificados a mesma. O projeto conta com 14 pavimentos e 4 tipologias diferentes de sala dispersas em 4 diferentes tipologias de paviementos. Os pavimentos sacam em diferentes posições ao longo do edifpicio criando um efeito em balanço na forma do mesmo - como se fosse à diante, ou no francês “devant”. É criado ainda um pavimento jardim, no qual os usuários podem se encontrar e o vento circular, auxiliando o ocnforoto térmico do edifício. Um corredor centrla faz com que todas as slas possuam contato com o exterior, possibilitando iluminação e ventilação natural.

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EQUIPE: MARIA LUÍSA MACHADO E WEMERSON SOARES IMAGEM 3D: WEMERSON SOARES DIAGRAMAS: MARIA LUÍSA MACHADO

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URBE

MENÇÃO HONROSA NO CONCURO PROJETAR.ORG 027 HABITAÇÃO SOCIAL NO LARGO DO PAISSANDÚ ESTRUTURA

Um aglomerado populacional; Local de trocas sociais, comerciais e culturais: URBE. Derivado de urbano, cuja multiplicidade traduz-se em cidade - dinâmico – adaptável – transformador - inovador – comunicativo - renovável – coletivo. O URBE propõe a extensão da rua ao edifício não a partir dos primeiros pavimentos apenas ou da fachada ativa no prédio, mas como um “edifício ativo”, no qual a vitalidade e dinamicidade de usos estende-se a todo o prédio de maneira adaptável.

Encontros são potencializados com a criação de espaços livres de convívio no decorrer do edifício - num total de 10% da área, distribuídos prioritariamente no térreo e na cobertura. A partir da retirada de algumas tipologias em proveito a delimitação de espaços de recreação e permanência. O espaço de lazer não é reservado a apenas uma grande e única área, mas disposto entre os pavimentos de forma que os moradores estejam mais próximos dessas áreas e a utilizem fácil e frequentemente. Essa possibilidade de comunicação busca renovar o ambiente degradado pelos trágicos acontecimentos no edifício Wilton Paes de Almeida. As trocas sociais, a vitalidade, o cotidiano e os encontros que o edifício proporciona pode renovar o espírito de um local que já foi ponto de refúgio e habitação de pessoas que não desfrutavam de outra opção de moradia, bem como de um local de memória arquitetônica na cidade de São Paulo.

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MODULOS

URBE

UNIDADES RESIDENCIAIS

RESIDENCIA + COMÉRCIO + SERVIÇO + ÁREAS DE CONVIVIO

81,'2

Em edificações verticais para Habitação de Interesse Social os apartamentos acabam se tornando pontos de negócios informais para os habitantes que não têm trabalho formal fixo em outro ambiente. Nesses casos, os pontos de venda misturam-se a residência e não permitem um espaço confortável para o morador ou o cliente. O URBE considera a existência desses espaços a partir do projeto que inclui tipologias residenciais formadas por módulos de 3m x 3m que podem ser adaptadas segundo a necessidade dos moradores. As tipologias têm módulos fixos para cozinha e banheiro e módulos adaptáveis para sala e até quatros espaços que podem servir como quartos ou espaços comerciais. Os módulos permitem abertura para o interior da residência ou para a circulação social do edifício e se configuram ora como tipologias duplex (com até quatro espaços flexíveis), ora como tipologias simples (com dois espaços flexíveis). Dessa forma o projeto não impõe a forma de habitar, mas quem escolhe a tipologia desejada é o próprio morador e a quantidade de tipologias com 1, 2, 3 ou 4 quartos no edifício é estabelecida pelos residentes.

EDIFIÍCIO USO MISTO COMUM

CIRCULAÇÃO

SEGREGADO COMÉRCIO E SERVIÇOS

ÁREAS REVERSÍVEIS CIRCULAÇÃO COLETIVA ÁREAS DE CONVÍVIO CIRCULAÇÃO VERTICAL TIPOLOGIA SIMPLES TIPOLOGIA DUPLEX TIPO 01 TIPOLOGIA DUPLEX TIPO 02 PROJEÇÕES HABITAÇÕES DE OUTROS PAVIMENTOS

MALHA 1,5m X 1,5m

PAVIMENTO TIPO 01

TIPOLOGIA SIMPLES 1 QUARTO OU SALA AMPLIADOS OU 1 QUARTO E ESPAÇO COMERCIAL SALA AMPLIADA

ESPAÇO COMERCIAL

PAVIMENTO TIPO 02

QUARTO SOCIAL ÁREA MOLHADA PLACAS REVERSÍVEIS COMERCIAL AMPLIAÇÃO

PAVIMENTO TIPO 03

DIVISÓRIAS - FLEXIBILIDADE DOS MÓDULOS

Placas

Trilhos

TIPOLOGIA DUPLEX 01 2 QUARTOS OU 1 QUARTO + ESPAÇO COMERCIAL NÍVEL 01

NÍVEL 02 COM 2 QUARTOS

Placas recolhidas

Montagem das placas

NÍVEL 02 COM 1 QUARTO + ESPAÇO COMERCIAL

Placas montadas

TIPOLOGIA DUPLEX 02 3 E 4 QUARTOS OU ESPAÇOS COMERCIAIS

Placas montadas NÍVEL 01

NÍVEL 02 COM 3 QUARTOS + ESPAÇO COMERCIAL

NÍVEL 02 COM 4 QUARTOS


2/4

1 - BAR 2 - COZINHA 3 - APOIO COZINHA / BAR 4 - DML 5 - SALA DE REFRIGERAÇÃO 6 - WC MASCULINO

7 - WC FEMININO 8 - WC PNE 9 - SALÃO NÍVEL 1 - NÍVEL 2,50m 10 - SALÃO NÍVEL 2 - NÍVEL 3,50m 11 - SALÃO NÍVEL 3 - NÍVEL 4,50m 12 - PLATAFORMA ELEVATÓRIA

3/4

SALÃO 3 SALÃO 2

REFRIGERAÇÃO

HALL SERVIÇO WCB

CORTE TRANSVERSAL AA’ ESC 1/200

3/4

CAIXA D’ÁGUA SALÃO 3 SALÃO 2

BARRILETE

REFRIGERAÇÃO

1 - BAR 2 - ADMINISTRAÇÃO CORTE TRANSVERSAL AA’ E VESTIÁRIO FEMININO 3 - WCB ESC 1/200 4 - WCB E VESTIÁRIO MASCULINO 5 - DEPÓSITO DE BEBIDAS 6 - WC MASCULINO 7 - WC FEMININO

HALL SERVIÇO WCB

CAIXA D’ÁGUA

8 - WC PNE 9 - ACESSO SERVIÇO 10 - CARGA E DESCARGA / SAÍDA DE LIXO 11 - PALCO 12 - PLATAFORMA ELEVATÓRIA 13 - PLATEIA P

BARRILETE

WC PNE

DEP. BEBIDA

ADMINISTRAÇÃO

CORTE LONGITUDINAL BB’ ESC 1/200

PLANTA BAIXA TÉRREO ESC 1/200

PLANTA NÍVEIS 1, 2 E 3 ESC 1/200

COZINHA

WC PNE

WC PNE

COZINHA

WC PNE

DEP. BEBIDA

ADMINISTRAÇÃO

CORTE LONGITUDINAL BB’ ESC 1/200

FACHADA FRONTAL

URBE SALÃO 3 SALÃO 2

REFRIGERAÇÃO

FACHADA FRONTAL

FACHADA LATERAL HALL SERVIÇO WCB

CORTE TRANSVERSAL AA’ ESC 1/200

URBE 3/4 CAIXA D’ÁGUA

FACHADA LATERAL SALÃO 3 SALÃO 2

BARRILETE

COZINHA

WC PNE

REFRIGERAÇÃO

WC PNE

HALL SERVIÇO WCB

CORTE TRANSVERSAL AA’ ESC 1/200

DEP. BEBIDA

ADMINISTRAÇÃO

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CORTE LONGITUDINAL BB’ ESC 1/200


BAR

URBE

Assim como num processo de restauro de um edifício, existe a necessidade de recuperar áreas subutilizadas na cidade. O processo de recuperação dos espaços Um aglomerado populacional; Local de subutilizados trocas sociais, inseridos comerciaisnoe centro histórico, caso do do Jaraguá culturais: URBE. como Derivadoé deo urbano, cuja bairro multiplicidade traduz-se em em cidade dinâmico – adaptável – transformador inovador – comunicativ Maceió - AL, surge como uma necessidade de revitalizar a em outro ambiente.diversidade, Nesses casos, os pontos denovos vendausos misturam-se região, oferecendo implantando e recu-a residência e não permitem um espaço confortável para o morador ou o perando os edifícios abandonados. cliente. O URBE considera a existência desses espaços a partir do O Bar projetado esseresidenciais bairro tem seu conceito ligado projeto que incluipara tipologias formadas por módulos de 3maox desenvolvimento qualidade de vidadosnamoradores. região, 3m que podem esermelhoria adaptadas da segundo a necessidade As tipologias têm módulos fixos para cozinha e banheiro e módulos utilizando ideais associados ao projeto de restauro. O partido adaptáveis para sala e até quatros espaços que podem servir inicial surge da ideia de permeabilidade da quadra, ondecomo se quartos ou espaços comerciais. Os módulos permitem abertura para o propôs que o bar fosse suspenso de modo a facilitar o camiinterior da residência ou para a circulação social do edifício e se nharconfiguram sem comprometer a visada duplex dos antigos Sendo ora como tipologias (com atéedifícios. quatro espaços assim, foramorausados três níveis de alturas diferentes os flexíveis), como tipologias simples (com dois espaços para flexíveis). Dessa forma o projeto não impõe a forma de habitar, mas quem escolhe salões com variações de 1 metro. Essas alturas foram calculatipologia desejada é o próprio moradornatural e a quantidade de tipologias dasapara receber a melhor ventilação e respeitar a tipocom 1, 2, 3 ou 4 quartos no edifício é estabelecida pelos residentes. logia horizontal dos edifícios da região. O edifício com um blococomdea serviço centro Encontrosconta são potencializados criação principal de espaçosnolivres de do convívio projeto,noamarrando estrutura metálica perfis decorrer do aedifício - numde totalgrelha de 10% da área, em distribuídos no térreo e na cobertura. A partirpor da retirada tipoprioritariamente “I”, que apoia os salões, sustentados pilares dedealgumas perfil tipologias em proveito a delimitação de espaços de recreação permametálico circulares. O projeto possui paredes cegas em econcrenência. O espaço de lazer não é reservado a apenas uma grande e to armado nas fachadas Norte e Oeste que atuam para a única área, mas disposto entre os pavimentos de forma que os moradoproteção solar e junto ao sistema estrutural somamfácilà eidentidade res estejam mais próximos dessas áreas e a utilizem frequentevisual do projeto. mente. O 3/4 Bar tenta agir como uma extensão da rua, onde seus 3/4 Essa possibilidade comunicação busca renovar frequentadores são de livres para escolher curtir oo ambiente espaço degradado fechado pelos trágicos acontecimentos no edifício Wilton Paes de Almeida. As ou as apresentações do palco instalado no terreno, no nível da trocas sociais, a vitalidade, o cotidiano e os encontros que o edifício rua proporciona ou em níveis mais oreservados, pode renovar espírito de umconectados local que já visualmente foi ponto de como mezaninos. o dia, o Bar pode fazer refúgio e habitaçãoDurante de pessoas que não desfrutavam de outravezes opção de de moradia, bem como de um local de memória arquitetônica na cidade de praça, onde podem ser implantados usos comerciais que dinaSão Paulo. mizem a região. O bar pode auxiliar na revitalização da área, associada a outros investimentos que podem mudar a realidade local e valorizar o potencial turístico do bairro, enfatizando os aspectos de cidade com materiais contemporâneos e um grande mural grafitado, versando sobre a ideia do habitar urbano. 11

EQUIPE: ÁLVARO MORAIS E MARIA LUÍSA MACHADO IMAGENS 3D: ÁLVARO MORAIS PLANTAS E CORTES: MARIA LUÍSA MACHADO


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“Uma cidade . Pode ser o nome dum país, dum cais, um porto, um barco de andorinhas e gaivotas . Ancoradas na areia. E pode ser um arco-íris à janela, um manjerico de sol, um beijo . De magnólias ao crepúsculo, Um balão aceso numa noite de junho. Uma cidade pode ser um coração, um punho”. Albano Martins

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EQUIPE: CARLA LIMA E MARIA LUÍSA MACHADO IMAGENS 3D E DIAGRAMAS: MARIA LUÍSA MACHADO

MERCADO O Mercado do Tabuleiro localizado no bairro do Tabuleiro dos Martins em Maceió - AL, foi concebido como experiência no uso de uma estrutura dinâmica e leve, com uso de tetos sobrepostos e curvos. O pavimento térreo abrigas os setores de hortifruti (136 barracas) carnes (129 barracas), atípicos (68 barracas), área de apoio para os trabalhadores, área de convivência para os usuários, gastronomia (16 boxes), bateria de banheiros e circulação vertical. O primeiro pavimento se constitui em um mezanino, que abriga a área de vestuário (42 barracas),administração e salas voltadas para prestação de serviços. Optou-se pelo uso de um corredor que circunda todo o mezanino, de forma que no primeiro pavimento o usuário pudesse observar toda movimentação do mercado. Optou-se pela utilização de brises, que contribuíssem tanto no aspecto funcional como formal, empregando-se uma proposta diferenciada, que acompanha a sinuosidade da cobertura. Tais brises são de metal, com uma espessura de 0,5cm e apresentam comprimento extenso, vencendo uma grande altura. Para acabamento e sustentação foi utilizado um encaixe metálico que prende os brises entre si e nos pilares próximos as fachadas, garantindo a estabilidade dos mesmos. O estudo de ventilação e iluminação foi feito a partir da estrutura, com auxílio de programas computacionais para analisar a melhor opção formal que atendesse as necessidades propostas. A analise das aberturas foi feita visando o melhor aproveitamento da luz solar sem prejuízo ao conforto dos usuários. A edificação apresenta aberturas superiores em toda extensão da coberta para entrada de iluminação e circulação do ar. O terreno foi estudado para que a locação da edifica14


ção e de seus elementos internos aproveitassem os ventos predominantes da região, bem como pudesse ser aproveitado toda a potencialidade do mesmo para favorecimento do edifício. A estrutura é composta por níveis de coberta sobrepostos feita com material metálico. A sustentação se dá por pilares posicionados de acordo com uma malha de espaçamentos variáveis de acordo com o setor, para melhor disposição das barracas, que apresentam layout diferenciado. Os pilares revestidos de metal são preenchidos com concreto para maior sustentação. A edificação possui um sistema de recolhimento de águas pluviais através dessas colunas de sustentação. Tal recolhimento chega nos pilares através da calha posta no nível mais baixo da coberta, e chega em um condutor de águas pluviais existente no interior do pilar. A água depois é despejada para fora da edificação através desse condutor que atravessa o pilar no nível do chão. O beiral existente na fachada sudeste da edificação é de grande extensão e não apresenta pilares em uma direção, logo, necessita de cabos tensionados, preso as colunas, que servem como tirantes para equilíbrio e sustentação. 15


EQUIPE: FERNANDA MADEIRA E MARIA LUÍSA MACHADO IMAGENS 3D E DIAGRAMAS: MARIA LUÍSA MACHADO

CASA CAMPBELL O projeto foi inspirado no filme Um homem de família, os clientes são Jack e Kate Campbell e os dois filhos. O terreno está situado no condomínio Atlantis, em Garça Torta, litoral norte de Maceió, AL. Jack tem predileções por estruturas modernas e tecnológicas. Por isso, a escolha de materiais como aço cortene e grandes esquadrias em vidro. Kate, no entanto, gosta de residências mais tradicionais, por esse motivo foram explorados também a madeira e a pedra. Une-se tendências tradicionais e modernas, buscando assim atender a toda a família. O partido foi então, criar espaços de lazer e descanso agradáveis e relaxantes e, acima de tudo, almeja-se através da distribuição dos cômodos reforçar o convívio familiar. Por isso, muitos ambientes de encontro foram planejados, como o grande terraço do pavimento superior, onde os habitantes podem se reunir para aproveitar a brisa e a vista do vale arborizado. No térreo foi evitado o uso de muitas paredes e explorado o uso de aberturas, com o objetivo de criar uma área integrada forma por cinco ambientes (cozinha, varanda gourmet, sala de jantar e dois ambientes de estar), de forma que tanto o relacionamento diário da família, quanto a recepção de convidados possam ser mais regulares e dinâmicas. Visando uma ventilação eficiente foi feito um estudo dos ventos predominantes da região e da orientação do edifício em relação ao sol. Além desses estudos, outros artifícios foram utilizados, como a distribuição de pequenos jardins e fossos de ventilação, esses ajudam na renovação do ar criando ambientes mais agradáveis. Ainda prezando o convívio, no pavimento subsolo, foram planejados mais espaços de encontro: um salão de jogos/academia, sauna e outro espaço gourmet, à beira da piscina, aproveitando o terreno em declive.

WC COZINHA

OFFICE

SALA INTEGRADA

WC

WC WC

SUÍTE

HALL

QUARTO

TERRAÇO

TERRAÇO

QUARTO

SUÍTE

QUARTO

SALA GOURMET

GARAGEM

SALÃO

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P7 Projeto arquitetônico de edfifício residencial em Maceió, Alagoas. Foram observados os condicionantes climáticos para melhor aproveitamento dos espaços e disposição dos ambientes, de forma que todos apresentassem ventilação e iluminação naturais. O projeto conta com 08 pavimentos tipo, 01 cobertuura e pilotis. O pavimento tipo apresnta 04 terminações diferentes de apartamentos. A identidade visual do prédio busca se destacar das edificações comumente vistas na cidade, com revestimento cerâmico e decorações e listras. Procura evidenciar a brutalidade do material e o valor a paisagem urbana ao apresentar o concreto aparente aliado ao vermelho vibrante e à madeira. Sacam jardineiras e brises que auxiliam no conforto térmico e dinamicidade e na dinamicidade do edifício, que tem seu aspecto formal alterado de acordo com a necessidade de seus habitantes.

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EQUIPE: CARLA LIMA E MARIA LUÍSA MACHADO IMAGENS 3D E DIAGRAMAS: MARIA LUÍSA MACHADO


TABULEIRO VIVO URBE

URBE URBE URBE

USO E OCUPAÇÃO VIAS

ESTAÇÃO E VIADUTO COM PRAÇA CENTRAL

Urbano e Desenvolvimento Humano.

DRENAGEM

1, 2, 3 ou 4 quartos no edifício é estabelecida pelos residentes.

ZONEAMENTO

O presente trabalho refere-se ao estudo urbanístico de intervenção

na faixa longitudinal sudeste-noroeste no entorno do entronaglomerado populacional; Localsentido de trocas sociais, comerciais e culturais: aglomerado populacional; Local de trocas sociais, comerciais e culturais: BE. Derivado de urbano, cuja cidade – Percecamento BR multiplicidade 104populacional; e BR traduz-se 316Local no em município dedinâmico Maceió. Umentre aglomerado de trocas -sociais, comerciais e culturais: BE. urbano,- cuja multiplicidade traduz-se cidade - dinâmico – culturais: ptávelDerivado – transformador inovador comunicativ emnaem outro ambiente. Nesses Um de aglomerado populacional; Localênfase de multiplicidade trocas sociais, comerciais URBE.a Derivado de– urbano, cuja traduz-se em ecidade - dinâmico – be-se que área apresenta ocupação institucional, resiptável – URBE. transformador -misturam-se inovador –cuja outro ambiente. Nesses de multiplicidade traduz-se em um cidade os, os pontos de Derivado venda acomunicativ residência eemnão permitem adaptável – urbano, transformador - inovador – comunicativ emespaço outro ambiente. dencial e comercial, com trabalhadores assalariados, de- dinâmico baixa a– Nesses os, os pontos de venda misturam-se a residência e não permitem um espaço adaptável – transformador - inovador – considera comunicativ em outro eambiente. Nesses fortável para o morador ou o cliente. O URBE aresidência existência desses casos, os pontos de venda misturam-se a não permitem um média renda, de posse por alocação e desses demandaespaço por espaço fortável para o morador oucaracterísticas cliente. O URBE casos, os pontos deoinclui venda misturam-se residência eexistência nãopor permitem aços a partir do projeto que residenciais formadas módulosum confortável para otipologias morador ou oaconsidera cliente. O URBE considera a existência desses moradias. Configura-se como uma que precisa investimento açosx a3m partir projeto que inclui dotipologias residenciais formadas por módulos confortável para oa adaptadas morador ou o cliente. Oárea URBE considera a de existência desses 3m quedopodem ser segundo ainclui necessidade dos moradores. espaços partir projeto que tipologias residenciais formadas por módulos 3m x 3m que podem ser adaptadas segundo a necessidade dos moradores. em infraestrutura a fim de oferecer o suporte para constituir uma espaços a partir do projeto que inclui tipologias residenciais formadas por módulos de 3m x 3m que podem ser adaptadas segundo a necessidade dos moradores. tipologias têm módulos fixos para cozinha e banheiro e módulos adaptáveis de 3m x 3m que podem ser adaptadas segundo a necessidade dos moradores. tipologias têm módulos fixos para cozinha e banheiro e módulos adaptáveis centralidade em crescimento sustentável na escala citadina. As ações As tipologias cozinha e banheiro e módulos adaptáveis a sala e até quatros espaços têm que módulos podem fixos servirpara como quartos ou espaços tipologias têm módulos fixos para cozinha e podem banheiro eouou módulos a sala eOsAs até quatros espaços podem como quartos espaços parapermitem sala e abertura atéquequatros espaços servir como oua espaços merciais. módulos para oservir interior da residência para aadaptáveis urbanísticas propostas conceituam o que desenvolvimento do quartos recorte para sala e até quatros espaços que podem servir como quartos ou merciais. Os módulos permitem abertura para o interior da residência ou para a espaçosou para a comerciais. Os módulos permitem abertura para o interior da residência ulação social do edifício e se configuram ora como tipologias duplex (com até partir da implantação de empreendimentos econômicos, equipamentos comerciais. Os módulos permitem abertura para o interior da residência para a(com até ulação social do edifício eorasesocial configuram ora tipologias duplex atéouduplex circulação do edifício e como sesimples configuram ora como tipologias tro espaços flexíveis), como tipologias (com doisna(com espaços urbanos e estratégias paisagísticas que contribuam ressignificação circulação social do edifício e se configuram ora como tipologias duplex (com até espaços tro espaços ora como tipologias simples (com quatro espaços flexíveis), comodetipologias simples (com dois veis). Dessa flexíveis), forma o projeto não impõe aoraforma habitar,dois masespaços quem do espaço degradado existente, atingindo primordialmente a populaquatro espaços flexíveis), ora como tipologias simples (com dois espaços flexíveis). o projeto nãodeimpõe forma habitar, mas quem íveis). Dessa forma o éprojeto nãoforma impõe habitar, mas de quem olhe a tipologia desejada o Dessa próprio morador ea aforma quantidade de atipologias commas flexíveis). Dessaéa forma o desejada projeto não impõe amorador forma dea quantidade habitar, ção moradora. As ações propostas foram guiadas pelos eixos de com escolhe tipologia é o próprio e de quem tipologias olhe a tipologia desejada o próprio morador e a quantidade de tipologias com 2, 3 ou 4escolhe quartosa tipologia no edifício é estabelecida pelos residentes. desejada é o próprio morador e a quantidade de tipologias com 2,e edifício 3saneamento, ou 4 équartos no edifício estabelecida pelos residentes. 2, 3 ou 4Drenagem quartos1, no estabelecida pelosé residentes. Infraestrutura urbana, Mobilidade, Desenho

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O programa inclui:populacional; 1) CriaçãoLocal e adequação de soluções natural e saneamento a soluçõestraduz-se paisagísticas para- dinâmico preservação e abastecimento Um aglomerado de trocas sociais, comerciaisdee drenagem culturais: URBE. Derivado de urbano, aliado cuja multiplicidade em cidade – adaptável – transformador - inovador – comunicativ do aquífero da BaciaNesses Endorreica e pontos para evitar sobrecarga infraestrutura. Reestruturação da infraestrutura urbana adequadamente em outro ambiente. casos, os de venda misturam-sedaa residência e não 2) permitem um espaço confortável para o morador ou oexistente cliente. O para URBE suprir considera a existência desses espaços a partir do projeto que inclui tipologias formadas 3) por Implantação módulos de 3mdex 3m que podem ser adaptadasIntegrado segundo ano necessidade tipologias têm módulos para cozinha as necessidades de usoresidenciais dos moradores. Sistema de Mobilidade eixo da dos Av. moradores. Durval deAsGóes Monteiro com fixos a malha urbanae banheiro e módulos adaptáveis para sala e até quatros espaços que podem servir como quartos ou espaços comerciais. Os módulos permitem abertura para o interior da residência ou para a circulação social do edifício e se configuram circundante, dando eficiência na utilização de modais de transporte sustentáveis (Transporte público coletivo, caminhadas, bicicletas). 4) Promover a consoliora como tipologias duplex (com dação das centralidades existentes com soluções de uso misto do solo, priorização e integração do pedestre, criação de áreas verdes e estratégias sustentáveis para as edificações, potencializando a dinâmica urbana local com a diversificação do espaço urbano e a vida pública por meio de interação social em uma escala local e regional. 5) Promover o desenvolvimento social, econômico e cultural da população residente a partir de uma inserção produtiva especializada, visando a redução das desigualdades e elevação de renda familiar da área como um todo, a implantação de equipamentos urbanos de assistência à população, bem como estimular a participação comunitária nos processos de planejamento e gestão do território. EQUIPE: MARIA LUÍSA MACHADO E WEMERSON SOARES IMAGENS 3D: WEMERSON SOARES DIAGRAMAS: MARIA LUÍSA MACHADO

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DO MIRANTE PARA FORA (O QUE O MIRANTE VÊ)

OS MIRANTES (QUEM SÃO OS MIRANTES)

CONTEÚDO

ÓTICA CONTEÚDO

03

LOCAL ÓTICA

ASPECTOS LEGAIS

CONTEÚDO

LOCAL

ASPECTOS LEGAIS

CONTEÚDO

03

DE FORA PARA O MIRANTE DE FORA PARA O MIRANTE (COMO O MIRANTE VISTO)É VISTO) (COMO O ÉMIRANTE

ATIVIDADES ATIVIDADES

0404

APREENSÃO URBANA APREENSÃO URBANA (A DINÂMICA DOS MIRANTES)

Mirante Ambrósio Lira, Centro

DO MIRANTE PARA FORA (O QUE O02MIRANTE VÊ)

(A DINÂMICA DOS MIRANTES)

ERE AT ANT ES

ANT

A

L IR

MIR ANT TIÇ OR OC ED

O

O N

E

R MI

T AN

DO

O

PH

UL

N RA

RA

MI

Mirante do Cortiço, Centro

Fonte: Elaboração autoral, 2018.

Fonte: Elaboração autoral, 2018.

Fonte: Elaboração autoral, 2018. Fonte: Elaboração autoral, 2018.

Mirante Sta. Terezinha, Farol

SIO

RÓ MB EA ANT

MIR

LO

ÇA

N GO

Fonte: Elaboração autoral, 2018.

Fonte: Elaboração autoral, 2018.

HA ZIN

FAROL

E NT

Fonte: Elaboração autoral, 2018.

Mirante Don Ranulpho, Centro

Após as análises delimitação de informações coletadas em documentos de espaços de recreação e perma- e visitas in loco, a proposta para a região pode ser embasada nência. O espaço de lazer não é reservado na relação entre comoa apenas resolver uma os grande principaise única problemas área, emascomo disposto entrefortes os pavimentos de Vê-se forma que os potencializar os maiores pontos do recorte. as similamoradoresque estejam mais próximos dessascomo áreas uma ridades entre os elementos compõem os mirantes e a utilizem fácila eproposta frequentemente. potencialidade, fazendo com que passe a enxergar o objeto de estudo de FRAGMENTO a CONJUNTO. Essa possibilidade de comunicação busca Sugere-se a implantação Percurso renovar o ambiente degradado de pelosumtrágicos entre Mirantes, que almeja incluir acontecimentos no edifício Wilton Paes não de só uma rota de visitação desses espaços, Almeida. As trocas sociais, a ALIQUIP EX EAmas COMMODO CONSEQUAT. a comunicação deles com seu entorno histórico. O percurso foi guiado por eixos, diretrizes de formulação da proposta. São eles: Atratividade Cultural; Caminhabilidade; Dinamização; Unidade. O percurso principal tem base no maior número de espaços culturais os quais um caminho entre mirantes pudesse conectar museus, igrejas, praças, etc. Sugere-se a intervenção urbana nas vias que o recorte por meio de: Implantação de vias compartilhadas; Implantação de rua exclusiva de pedestres; Vias com alargamento de calçadas e implantação de ciclo-

CENTRO

De fora para o mirante

Fonte: Elaboração autoral, 2018.

MIR

Um aglomerado Trabalho Final depopulacional; grdauação, Local com defoco em cinco trocas sociais, comerciais e culturais: mirantes da cidade de Maceió: Santa Terezinha, URBE. Derivado urbano,Don cujaRanulpho multipli- e São GonAmbrósio Lira, do deCortiço, cidade traduz-se em cidade - dinâmico çalo. Esses mirantes permitem visadas– à pontos de adaptável – transformador inovador – e Oceano referência da cidade: Laguna Mundaú comunicativ em outro ambiente. Nesses Atlântico, edifícios e bairros históricos, praças e locais casos, os pontos de venda misturam-se dea residência intenso fluxo de um maceioenses, como o e nãodiário permitem espaço Centro Comercial. do oentorno confortável para o Apesar morador ou cliente. dinâmico, os cinco mirantes não são aproveitados O URBE considera a existência desses como pontos atrativos O que fazerquepara que os mirantes espaçosnaa cidade. partir do projeto inclui tipologiasa ser residenciais por venham espaços formadas públicos frequentados pela módulos dee 3m x 3m que podemcomo ser espaços de população sejam valorizados adaptadas cultural segundoe aurbanística necessidade dos referências na cidade? moradores. tipologias têm módulos Objetivo Geral:AsPropor a valorização dos cinco miranfixos para cozinha e banheiro e módulos tes entre Centro e Farol, visando o reconhecimento adaptáveis para sala e até quatros espadesses espaços como Patrimônio Cultural e potencialiços que podem servir como quartos ou zando seucomerciais. uso. espaços Os módulos permitem Objetivos o referencial teórico abertura específicos: para o interior1)darevisar residência ou e para metodológico sobre como entender e intervir em a circulação social do edifício e se espaços livres públicos relacionados ao patrimônio e a configuram ora como tipologias duplex (com atécultural; quatro espaços flexíveis), ora de estudo paisagem 2) analisar o objeto como tipologias (com dois ocupação espaquanto ao perfil simples socioeconômico, e uso do çoseflexíveis). Dessa forma o projeto municipal não solo direcionamento da legislação a fim de impõe a os forma de habitar, mas identificar condicionantes locaisquem para intervenção escolhe a3)tipologia é o projetuais próprio urbanas e projetual; estudardesejada soluções morador e a quantidade de tipologias com arquitetônicas compatíveis com o objetivo geral da 1, 2, 3 ou 4 quartos no edifício é proposta para pelos os mirantes. estabelecida residentes. Propõe-se um método de compreensão dos mirantes emEncontros estudo, são relacionando esses com aspectos potencializados a em quatro etapas: Identificar os mirantes e seus criação de espaços livres de convívio nodevidos limites decorrerparticularizando-os do edifício - num (conteúdo); total de 10% Analisa-los a físicos, da área, distribuídos partir das visadas queprioritariamente porporcionam,nobem como de térreo e napodem cobertura. partir da que forma ser Avistos de retirada longe, ou seja, do de algumas tipologias em para proveito a mirante para fora e de fora o mirante ( ótica e local); e Caracteriza-los a partir da legislação, uso e ocupação do solo e aspectos socioeconômicos.

Do mirante para fora - Panoramas obtidos

02

01 OS MIRANTES (QUEM SÃO OS MIRANTES)01

Fonte: Elaboração autoral, 2018.

Fonte: Elaboração autoral, 2018. Fonte: Elaboração autoral, 2018.

Mirante São Gonçalo, Farol

VARANDAS DA CIDADE URBE

Fonte: Elaboração autoral, 2018.

Fonte: Elaboração autoral, 2018.

Fonte: Elaboração autoral, 2018.

20


JARDIM SENSORIAL

A LV

RA

REI

AV.

MO

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DO

ITO

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AV. GENERAL HERMES

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0 25 75

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150m

RAMPAS E ESCADARIAS 0 25 75

150m

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150m

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CICLOVIA, TRAVESSIAS, EST. PÚBLICOS

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VIAS 0 25 75

150m

RAMPAS E ESCADARIAS

STA. TEREZINHA MUSEU PIERRE CHALITA PRAÇA DOS MARTÍRIOS MUSEU PIERRE CHALITA

IGREJA SANTA TEREZINHA GALERIA

STA.DE ARTE TEREZINHA IGREJA SANTA AMBRÓSIO TEREZINHA LIRA GALERIA

PALACIO FLORIANO PEIXOTO

PARQUE GONÇALVES LEDO

DE ARTE

PALACIO PRAÇA DOS IGREJA DOS FLORIANO MARTÍRIOS MARTÍRIOS PEIXOTO

USINA CIÊNCIA AMBRÓSIO LIRA

PARQUE GONÇALVES LEDO

CAPELA DE SÃO GONÇALO

INST. HISTÓRICO GEOGRÁFICO IGREJA DOS MARTÍRIOS

Encostas

IGREJA N. SRA. ROSÁRIO INST. HISTÓRICO GEOGRÁFICO

LEGENDA

IGREJA N. SRA. ROSÁRIO

DON CAPELA DE RANULPHOSÃO GONÇALO

PRAÇA DON PEDRO

Mirantes PERCURSO PRINCIPAL PERCURSO ALTERNATIVO

USINA CIÊNCIA SÃO GONÇALO

CORTIÇO

BIBLIOTECA PÚBLICA

IFAL SÃO GONÇALO

CORTIÇO

21

0 25 75

E

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Entorno Construído Encostas

CICLOVIA, TRAVESSIAS, EST. PÚBLICOS

EU

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Ampliação de calçadas Priorização do pedestre Entorno Construído

AD

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L O SO A LV

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AV.

Rampas Escadarias Mirante São Gonçalo Mirante Santa Terezinha Mirante Ambrósio Lira Mirante do Cortiço Mirante Don Ranulpho Funiculares Percurso Rampas por espaços culturais Escadarias

Ampliação de calçadas Priorizaçãopordo pedestre Percurso espaços culturais

DE

ISTH

A RU

AD RU

Sugere-se a instalação e escadarias Umvia. aglomerado populacional; Local dede rampas trocas sociais, comerciaispara e acessoURBE. aos Derivado mirantes depor meiocujadasmultiplicidade encostas traduz-se voltadas em ao culturais: urbano, cidade - dinâmico – adaptável – transformador - inovador – comuniCentro. cativ outrourbanos ambiente.do Nesses os pontoscomo de venda mistuOsem vazios recortecasos, são tomados potencialidaram-se a residência e não permitem um espaço confortável para o para implantação de Local atividades que dinamizem a região. Umdes aglomerado populacional; de trocas sociais, comerciais e morador ou o cliente. O URBE considera a existência desses espaços Com vocação turística dee urbano, de lazer,cujaa multiplicidade região dos mirantes culturais: URBE. Derivado traduz-sepode em a partir do projeto que inclui tipologias residenciais formadas por ser alvo da instalação de equipamentos como: centro cidade - dinâmico – adaptável – transformador urbanos - inovador – comunimódulos de 3m x 3m que podem ser adaptadas segundo a necessicativ em outro ambiente. Nesses casos, os pontos de vendamuseus, mistugastronômico, feiraAs de artesanato, galerias, dade dos moradores. tipologias têm módulos fixoshotéis, para cozinha e ram-se a residência e não permitem um espaço confortável para o entre outros. banheiro e módulos adaptáveis para sala e até quatros espaços que morador ou o cliente. O URBE considera a existência desses espaços O elemento formalquartos se configura em umcomerciais. jogo de luzes longo podem servir como ou espaços Os ao módulos a do partirPercurso. do projetoA que inclui tipologias residenciais formadas por luzo éinterior capazdaderesidência criar uma dramaticidade permitem abertura para ou para a circulaçãoe módulos de 3m x 3m que podem ser adaptadas segundo a necessiconfiguração Optou-seorapelo de luzes visando social do edifício cênica. e se configuram comojogo tipologias duplex (com a dade dos moradores. As tipologias têm módulos fixos para cozinha e possibilidade de mutabilidade do mesmo e a não alteração da banheiro e módulos adaptáveis para salaMirante e até quatros espaços que São Gonçalo paisagem de forma drástica. A solução é atrativa e particulariTerezinha podemMirante servirSantacomo quartos ou espaços comerciais. Os módulos Ambrósio za o local, sempara noMirante afetar ininterrupta e permanentepermitem abertura oentanto interior da Lira residência ou para a circulação Mirante do Cortiço Mirante Don Ranulpho mente a paisagem social do edifício e se configuram ora como tipologias duplex (com Funiculares

AV. GENERAL HERMES

JARDIM SENSORIAL

DON RANULPHO CATEDRAL METROPOLITANA

IFAL

0 25 75

150m


MARIA LUÍSA MACHADO Arquitetura e urbanismo 55 82 999836045

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Portfólio Arquitetura e Urbanismo - Maria Luísa Machado  

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