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Dicionário Oxford de Ciências da Natureza

dicionário

oxford de Ciências da Natureza

Biologia Física Química

1 www.oup.com.br

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1 Gerente editorial: Marcelo Zanon Editor: Alexandre Albuquerque da Silva Editores assistentes: Alexandre Braga D’Avila, Andrezza Cacione, Carolina Taqueda, Daniela Muramatsu, Luís Fernando Furtado, Renata Rosenthal, Vanessa Romero Tradutores: Gabriel Amorim Costa, Humberto Yogi Yamaguti, Tiago Jonas de Almeida Leitoras críticas: Alessandra Bizerra, Djana Contier, Marcia Regina Felicio Gerente de arte: Amilton Ishikawa Editores de arte: Leandro Brito, Vinicius Fernandes Diagramação: Marcos Dorado, Nilza Shizue Yoshida, Q2AMedia Services Pvt. Ltd. Preparação e revisão de texto: Eliel Cunha (coordenação),
 Débora Tamayose Lopes, Roseli Gonçalves Preparação de texto: Crayon Editorial Ltda. Revisão: Público Editoração Ltda. Capa e projeto gráf ico: APIS design integrado Ilustrações (com base em imagens © Oxford University Press): Amilton Ishikawa, Leandro Brito, Vinicius Fernandes, Q2AMedia Services Pvt. Ltd. © Chris Prescott 1999 O Dicionário Oxford de Ciências da Natureza é uma tradução e adaptação do Oxford Study Science Dictionary, publicado originalmente em língua inglesa no Reino Unido em 1999. Uma edição revista foi publicada em 2008. Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Dicionário Oxford de ciências da natureza / organizado por Chris Prescott ; edição brasileira revista por Martha Marandino ; [tradutores Gabriel Amorim Costa, Humberto Yogi Yamaguti, Tiago Jonas de Almeida]. – São Paulo : Oxford University Press, 2012. Título original: Oxford study science dictionary. ISBN 978-85-65547-00-0 1. Ciências - Dicionários I. Prescott, Chris. II. Marandino, Martha. 12-09683 CDD-503 Índices para catálogo sistemático: 1. Ciências: Dicionários  503 OXFORD University Press Brasil Av. Jaguaré, 818 – galpões 30 e 31 CEP 05346-000 • São Paulo • SP Telefone: (11) 3613-2244 www.oup.com.br oup.br@oup.com REPRODUÇÃO PROIBIDA. Todos os direitos reservados. 
 Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610 de 1998.

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Sumário Como usar este dicionário

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Localizador de entrada

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Entradas

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Apresentação O Dicionário Oxford de Ciências da Natureza foi escrito principalmente para estudantes do Ensino Médio e é um livro de referência útil às diversas áreas da ciência, sobretudo biologia, química e física. Porém, também deve ser útil para qualquer um que procure conhecimento básico do vocabulário de ciências da natureza, pois, no geral, a escrita das definições priorizou o entendimento do significado dos termos, e não uma definição científica rigorosa. Este não é um dicionário de etimologia nem um livro de gramática ou de uso do português. Sendo assim, não houve intenção de listar todos os substantivos, adjetivos ou verbos possíveis, ou todas as palavras em sua forma singular e plural. O principal objetivo é oferecer palavras-chave na forma em que elas são mais frequentemente encontradas nas ciências da natureza. É importante lembrar que essas definições ajudam o leitor a entender termos comumente utilizados nas ciências da natureza e a usá-los adequadamente em textos e conversas que envolvam contexto científico. O aluno deverá checar as conexões entre as palavras e utilizá-las por conta própria em vários contextos antes de compreender realmente o significado delas, ler a definição completa diversas vezes e consultar o localizador de entrada no início do livro quando encontrar qualquer termo científico que não compreenda. Em qualquer dicionário cujos termos são apresentados como uma lista em ordem alfabética, fazer referências cruzadas é um problema. Por essa razão, este dicionário está dividido em certo número de temas, cada um contido em uma dupla de páginas. Isso ajuda o leitor a ver como as palavras se relacionam entre si. Por exemplo, é muito mais fácil ler sobre a respiração do que olhar para uma lista de termos separados, dispostos em lugares diferentes, onde se encontram palavras como “débito de oxigênio”, “alvéolo”, “inspiração”, “traqueia” etc. Nesse sentido, cada dupla de páginas aberta no livro dá ao leitor uma boa noção de determinado tema em particular das ciências da natureza. Assim, espera-se que o leitor deste dicionário se aproprie do conhecimento de forma efetiva e usufrua sua praticidade de uso, fazendo dele um instrumento de consulta a qualquer tempo com o melhor resultado possível.

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C

classificação (plantas)

reino das plantas (ou Plantae)  Inclui todos os organismos multicelulares capazes de realizar fotossíntese. As células vegetais são eucariotas, possuem uma parede celular feita de celulose e contêm clorofila que absorve a energia luminosa necessária para a fotossíntese. O reino das plantas é dividido em quatro grupos principais: briófitas, pteridófitas, coníferas e angiospermas. Algumas classificações incluem as algas verdes (uni e multicelulares) como plantas. nutrição autotrófica  Processo pelo qual organismos produzem o próprio alimento de material inorgânico. Todas as plantas verdes se alimentam assim pela fotossíntese, produzindo açúcar a partir de dióxido de carbono e água, usando a energia da luz solar. briófitas  Plantas não vasculares, popularmente associadas às hepáticas e musgos, com caules, folhas e raízes simples. Por necessitarem de água para sua reprodução, vivem em ambientes muito úmidos. pteridófitas  Plantas perenes e sem flor, com grandes folhas chamadas de frondes. Essas frondes se originam em um caule curto ou em um rizoma (caule subterrâneo) e gradativamente se desenrolam conforme vão atingindo a maturidade. Assim como as briófitas, as pteridófitas precisam de água para sua fertilização, mas são capazes de viver em locais levemente secos. Elas se reproduzem por meio de esporos liberados por cápsulas que ficam do lado de baixo de suas frondes. coníferas  Plantas portadoras de pinhas, que produzem sementes, mas não têm flores nem frutos. A maioria das coníferas é de arbustos do tipo sempre-viva ou de árvores como pinheiros e abetos. Elas podem viver em locais bastante secos, e nesse caso suas folhas são reduzidas a “agulhas” ou escamas para evitar perda de água excessiva. Coníferas possuem pinhas masculinas e femininas (seus órgãos reprodutivos) e são usualmente polinizadas pelo vento. Suas sementes não são protegidas por frutos nem carpelos.

fronde

cápsula contendo esporos

BRIÓFITA (MUSGO)

rizoma PTERIDÓFITA (SAMAMBAIA) cone masculino

cone feminino jovem

folhas em forma de agulha caule CONÍFERA (PINHEIRO)

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angiospermas (plantas floríferas)  Plantas portadoras de sementes e que produzem flores. As sementes crescem dentro de um fruto, que se desenvolve em um ovário localizado na flor. As angiospermas são as plantas mais comuns e vivem em uma vasta gama de habitats. Existem dois grupos principais: monocotiledôneas e dicotiledôneas. monocotiledôneas  Classe de angiospermas com apenas uma gêmula (cotilédone) dentro da semente. Em geral possuem folhas estreitas, e suas peças florais (pétalas, sépalas, carpelos etc.) normalmente se distribuem em grupos de três ou múltiplos de três. Monocotiledôneas incluem plantas de colheita (aveia, trigo), grama, tulipas, narcisos e lírios. dicotiledôneas  Grupo de angiospermas com duas gêmulas (cotilédones). As dicotiledôneas geralmente possuem folhas largas, e suas peças florais se distribuem em grupos de quatro, ou cinco, ou múltiplos desses números. Existe uma ampla variedade de dicotiledôneas, e elas podem ser subdivididas em plantas herbáceas, árvores decíduas e arbustos. plantas anuais  São aquelas que completam seu ciclo de vida em um ano, durante o qual germinam, florescem, produzem sementes e morrem. Exemplos: girassol e calêndula.

feixe vasculares

secção transversal do caule

folha com nervuras paralelas

Monocotiledônea

folha com nervuras ramificadas

feixe vascular nervura central

secção transversal do caule

Dicotiledônea

plantas bianuais  São aquelas que necessitam de duas estações de crescimento para completar seu ciclo de vida. No primeiro ano são feitas as reservas de alimento que, no segundo ano, serão usadas para a produção de flores e sementes. Exemplos: goivo-amarelo, dedaleira e cenoura. plantas perenes  São aquelas que vivem por alguns anos. Podem ser herbáceas (não lenhosas) ou lenhosas (arbustos e árvores). plantas herbáceas  São aquelas cuja porção acima do nível do solo “morre” durante o inverno, mas que, de fato, sobrevive embaixo do solo pois possuem órgãos específicos para isso. Esses órgãos são chamados de “perenes”. Tais plantas incluem bulbos, cormos, rizomas e tubérculos. árvores decíduas  Plantas cujas folhas largas caem no final da estação de crescimento, o que previne a desidratação. A madeira dessas árvores faz parte das ditas madeiras de lei e é usada para carpintaria pesada ou decorativa. 59

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C

coração e circulação

coração  Órgão muscular que bombeia sangue para o corpo todo através de vasos sanguíneos. A ação de bombeamento do coração é conduzida pelo músculo estriado cardíaco em suas paredes. sistema cardiovascular  O sistema cardiovascular é formado por coração, sangue, vasos sanguíneos, vasos linfáticos e linfa, que, juntos, servem para transportar substâncias pelo corpo. circulação dupla  Sistema cardiovascular, composto de uma circulação pulmonar e uma circulação sistêmica. circulação pulmonar  Circulação de ida e volta do sangue do coração para os pulmões. circulação sistêmica  Circulação de ida e volta do sangue do coração para todas as partes do corpo, exceto os pulmões. artéria pulmonar

aorta

veia cava superior

veia pulmonar

átrio direito

átrio esquerdo

ventrículo direito

ventrículo esquerdo

capilares do pulmão

capilares do corpo

CIRCULAÇÃO SISTÊMICA CIRCULAÇÃO PULMONAR circulação dupla em um mamífero

átrio (ou aurícula)  Cada uma das câmaras superiores do coração que recebem o sangue das veias. Possuem paredes musculares relativamente finas e bombeiam o sangue para os ventrículos. ventrículos  Duas câmaras inferiores do coração, que bombeiam o sangue tanto para os pulmões (ventrículo direito) como para o restante do corpo (ventrículo esquerdo). ciclo cardíaco  Ciclo de eventos que corresponde a uma ação completa de bombeamento do coração. Primeiro ambos os átrios se contraem e bombeiam sangue para seus respectivos ventrículos, que relaxam para recebê-lo. Depois os átrios se relaxam e mais sangue entra neles, enquanto os ventrículos se contraem para bombear o sangue para fora do coração. batimento cardíaco  Contração e relaxamento alternados dos músculos estriados cardíacos. diástole  Fase do batimento cardíaco na qual os músculos do coração relaxam para que os ventrículos possam se encher de sangue. 68

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sístole  Fase do batimento cardíaco na qual os músculos do coração se contraem e os ventrículos bombeiam o sangue para as artérias. pulsação  Quantidade de batimentos cardíacos por minuto. válvula bicúspide (ou válvula mitral)  Válvula do coração constituída de duas abas que evitam que o sangue flua de volta para o átrio esquerdo. Ela se abre para permitir que o sangue passe do átrio esquerdo para o ventrículo esquerdo. válvula tricúspide  Válvula do coração constituída de três abas que evitam que o sangue flua de volta para o átrio direito. Ela se abre para permitir que o sangue passe do átrio direito para o ventrículo direito. válvulas semilunares  Válvulas com abas em formato de quarto crescente que evitam refluxo e se localizam uma na aorta e outra na artéria pulmonar. aorta  Maior artéria do corpo, responsável por levar o sangue oxigenado do ventrículo esquerdo do coração para todas as partes do corpo através da circulação sistêmica. veia cava inferior Principal veia responsável por levar o sangue desoxigenado da parte inferior do corpo para o coração. veia cava superior Principal veia responsável por levar o sangue desoxigenado da parte superior do corpo para o coração. artéria pulmonar  Carrega sangue desoxigenado do ventrículo direito para os pulmões (é a única artéria que carrega sangue sem gás oxigênio). veia pulmonar  Carrega sangue oxigenado dos pulmões para o átrio esquerdo (é a única veia que carrega sangue com gás oxigênio). veia jugular

cabeça

artéria carótida

artéria pulmonar

aorta

válvula semilunar veia cava superior

veia pulmonar átrio esquerdo válvula bicúspide ventrículo esquerdo

átrio direito válvula tricúspide ventrículo direito veia cava inferior artéria pulmonar (sangue desoxigenado) veia hepática

veia renal veia femoral

tendão sustentando a válvula pulmões

veia pulmonar (sangue oxigenado)

artéria hepática fígado veia porta hepática artéria mesentérica estômago e intestino rins membros inferiores

artéria renal artéria femoral estrutura do coração e principais artérias e veias

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e

eletricidade (carga e potencial)

carga elétrica (ou carga)  Propriedade de certas partículas que proporciona interação eletromagnética. Ela pode ser positiva ou negativa. O nêutron não possui carga, já o elétron, sim. coulomb  Quantidade de carga elétrica transportada por uma corrente elétrica de 1 ampère fluindo a cada 1 segundo. A carga de um único elétron é 1,602 × 10−19. Assim, 1 coulomb é igual à carga de cerca de 6 quintilhões de elétrons. ampère-hora  Quantidade de carga elétrica equivalente à corrente de 1 ampère fluindo durante 1 hora. Equivale a 3 600 coulombs. Baterias de carro são classificadas em ampère-hora; uma bateria de 40 ampère-hora fornece 1 ampère durante 40 horas ou 2 ampères durante 20 horas. faraday  Quantidade de carga elétrica equivalente ao valor da constante de Avogadro (6 ,02 × 1023) de elétrons. Pode ser definida como um mol de elétrons e equivale aproximadamente a 96 500 coulombs. campo elétrico  Região na qual uma partícula portadora de carga elétrica experimenta a ação de uma força. A força é representada por “linhas de campo elétrico” que nunca se cruzam. A intensidade do campo elétrico é representada pela proximidade das linhas. A direção de uma linha de campo elétrico mostra o caminho que seria tomado por uma carga positiva inicialmente em repouso que pudesse se mover livre pelo campo. +

cargas pontuais

+

pares de cargas

gerador de Van de Graaff  Máquina usada para produzir carga elétrica com base em movimentos mecânicos de uma correia de borracha. Os elétrons são arrancados da correia móvel, de modo que ela se torna positivamente carregada. Essa carga positiva é transferida a uma grande cúpula de metal montada sobre um suporte isolante oco. Na região em volta da cúpula metálica carregada é gerado um campo elétrico. Se um punhado de cabelo for colocado na cúpula carregada, ele ficará “em pé”. Isso ocorre por causa das forças repulsivas entre as cargas de mesmo sinal que se espalham pelos fios, já que o cabelo está eletrizado. + + + + ++ + + + + + + + + + +

+

+

+ escova

+

+

+ + + + escova remove + elétrons + − −− + −

cúpula + de metal

correia de borracha movida por motor

GERADOR DE VAN DE GRAAFF

energia potencial elétrica  Forma de energia associada à posição de uma carga num campo elétrico. potencial  Equivalente ao trabalho necessário para mover uma carga unitária positiva da “terra” até um ponto específico. Por conveniência, o potencial da Terra é considerado nulo: potencial elétrico  ( V ) =

+

f ios de cabelo

trabalho realizado  ( J) carga movimentada (C)

CAMPOS ELÉTRICOS 

O potencial elétrico necessário para realizar um joule de trabalho em uma carga de um coulomb é equivalente a um volt.

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diferença de potencial (abreviação: d.d.p.)  Diferença de potencial entre dois pontos de um campo ou de um circuito elétrico. É equivalente à energia associada ao movimento de determinada carga de um ponto a outro de um campo elétrico. Para a variação de um joule de energia, uma carga de um coulomb se move ao longo de uma diferença de potencial de um volt. Os elétrons sempre fluem do menor potencial para o maior, ou seja, do terminal negativo de uma bateria para o positivo.

+

+

fluxo de elétrons do menor potencial para o maior potencial

+ +

+ +

+

1000 V

+

+

+

+

+

5 000 V

+

+

+

maior potencial

+

menor potencial DIFERENÇA DE POTENCIAL

capacitor (ou condensador elétrico)  Dispositivo elétrico desenvolvido para armazenar pequenas quantidades de carga elétrica. Consiste tipicamente em duas placas paralelas de metal separadas por um material isolante denominado dielétrico, que pode ser o ar, papel impregnado com óleo ou cera, filme plástico ou cerâmica. A capacitância de um capacitor depende do dielétrico usado: Ela cresce se o tamanho das placas for aumentado ou se a distância entre elas for diminuída. Capacitores são usados em muitos circuitos elétricos e eletrônicos. Além de armazenar carga, podem ser utilizados para bloquear corrente contínua enquanto permitem a passagem de corrente alternada. Também podem ser usados para obter um temporizador, uma vez que um capacitor leva certo tempo para carregar. capacitor

capacitor

desligado c.c.

c.a.

UM CAPACITOR BLOQUEIA a CORRENTE CONTÍNUA

capacitância  Razão entre a carga elétrica em uma das placas de metal do capacitor e a diferença de potencial entre as duas placas metálicas. A relação é: capacitância (F) =

carga no condutor (C) diferença de potencial entre os condutores (V)

A unidade de capacitância é o farad (F) ou coulomb por volt. 85

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E

esqueleto (humano) crânio caixa craniana órbita (cavidade ocular) crânio

sutura onde os ossos se fundem mandíbula

mandíbula escápula (osso do ombro)

clavícula

7 vértebras cervicais

7 pares se unem ao esterno

12 vértebras torácicas

esterno úmero

3 pares ligados por cartilagens ao sétimo par

vértebras lombares rádio pelvis

2 pares de costelas flutuantes

sacro ulna carpo (ossos do pulso)

5 vértebras lombares 5 vértebras sacrais fundidas 4 vértebras coccígeas fundidas

cóccix

coluna vertebral espinho neural

fêmur

patela

processo transversal

canal neural

tíbia

corpo

fíbula secção transversal de uma vértebra lombar tarsos (ossos do tornozelo) ossos do esqueleto humano

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esqueleto humano  Endoesqueleto formado por 206 ossos. O maior deles é o fêmur (osso da coxa), e o menor, o estribo da orelha média. Suas funções principais são fornecer suporte e proteção ao corpo, possibilitar sua movimentação e a produção de células sanguíneas na medula de alguns ossos longos.   • esqueleto axial é a principal seção longitudinal do esqueleto, ou seja, crânio, coluna vertebral e caixa torácica.   • esqueleto apendicular são as partes do esqueleto que estão anexadas ao esqueleto axial, ou seja, cintura escapular, cintura pélvica, braços e pernas. crânio  Esqueleto da cabeça, composto de caixa craniana e ossos da face e da mandíbula. A maioria dos ossos do crânio está fundida em juntas imóveis chamadas de suturas. O único osso que pode se mover é a mandíbula, ou maxila inferior, fixada ao restante do crânio por uma articulação. caixa craniana  Parte do crânio que envolve e protege o cérebro, formada por oito ossos fundidos. coluna vertebral (ou espinha, ou espinha dorsal, ou coluna espinhal)  Série flexível de ossos pequenos chamados de vértebras. Suporta o crânio, protege a medula espinhal e fornece pontos de ligação para as cinturas pélvica e escapular. vértebra  Ossos que constituem a coluna vertebral. Geralmente possuem um corpo grosso, um canal para a medula espinhal e projeções para anexos de músculos. Existem 33 vértebras na coluna vertebral humana. discos intervertebrais  Feitos de cartilagem, mantêm as vértebras da coluna vertebral separadas. Absorvem choques e dão flexibilidade. Se um desses discos sai do lugar, causa dores severas, em um processo conhecido como “hérnia de disco”. tórax  Região do peito entre o crânio e o diafragma, que abriga o coração e o pulmão. É protegido pela caixa torácica. caixa torácica  Nos seres humanos, é composta de 12 pares de costelas que formam as paredes do tórax, ou área do peito, e protegem o coração, os pulmões etc. Todas as costelas são unidas nas costas às vértebras torácicas. Os primeiros sete pares também se juntam na frente ao esterno, e os três pares seguintes se unem a ele por cartilagem. Os últimos são pequenas “costelas flutuantes”. O movimento da caixa torácica na respiração é controlado pelos músculos intercostais. cintura escapular (ou cintura peitoral)  Conjunto de ossos na extremidade anterior do corpo de vertebrados que suporta seus membros anteriores. Em humanos, consiste em duas escápulas dorsais anexadas à espinha e duas clavículas ventrais ligadas ao esterno. Unidos à cintura escapular estão os braços (membros anteriores). cintura pélvica  Conjunto de ossos localizado na extremidade posterior do corpo de vertebrados que suporta os membros posteriores. pélvis  Nos humanos, forma a cintura pélvica e está unida à base da coluna. É composta de três ossos fundidos (ílio, púbis e ísquio), e as pernas estão ligadas a ela. 111

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G

geologia (tectônica de placas)

tectônica de placas  Teoria de que a crosta terrestre é feita de placas de rocha (placas tectônicas) que repousam sobre o manto e que se movem lentamente ao longo do tempo geológico, resultando na deriva continental. deriva continental  Deslocamento lento dos continentes pela superfície da Terra devido ao movimento das placas tectônicas subjacentes. Causado pelas correntes de convecção no manto semilíquido, ocorre em uma taxa de cerca de 1 a 2 centímetros por ano. Sua ocorrência foi inicialmente sugerida por Alfred Wegener (1880–1930), cientista alemão que observou não só que a costa leste da América do Sul e a costa oeste da África se encaixavam, como também que existiam aspectos geológicos similares e fósseis correspondentes em ambos os continentes. Posteriormente, descobriu-se que existem padrões simétricos de faixas magnéticas em ambos os lados da dorsal mesoatlântica entre os dois continentes, onde rocha foi formada ao longo de um limite de placas construtivo. Pangeia  Gigantesco supercontinente que existiu por mais de 200 milhões de anos, até o início do período jurássico (era dos dinossauros). Foi dividido depois em dois supercontinentes menores (Gondwana e Laurásia) que lentamente se subdividiram nos continentes atuais. placas tectônicas  Enormes seções da crosta terrestre que se movem sobre o manto subjacente. Existem seis placas maiores (Eurasiana, Americana, Africana, Pacífica, Indiana e Antártica) e uma série de placas menores.

1 2 4 3 5 6 1 - Eurásia 2 - América do Norte 3 - América do Sul 4 - África

5 - Índia 6 - Antártica 7 - Austrália

DORSAL MÉDIO ATLÂNTICA

Pangeia

FOSSAS MARIANAS

PLACA EURASIANA

PLACA NORTE-AMERICANA

PLACA PACÍFICA

FALHA DE SAN ANDREAS

PLACA PACÍFICA

7

PLACA AFRICANA

PLACA DE NAZCA

PLACA SUL-AMERICANA

DORSAL MÉDIO ATLÂNTICA

PLACA INDO-AUSTRALIANA

Placas QUE formaM a crosta terrestre

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placa oceânica se afastando

magma do manto

limites de placas  Áreas de atividade vulcânica e de terre­ motos nas quais as placas tectônicas se encontram. • limites de placas construtivos (ou placas divergentes) ocorrem nos pontos em que as placas se afastam uma da outra e novas rochas são produzidas con­ crosta continental oceano forme as correntes de convecção trazem magma placas se movendo crosta oceânica fundido para a superfície. A dorsal mesoatlânti­ uma em direção à outra ca é um exemplo de formação de nova crosta em um limite construtivo. É comum haver vulcões nesses limites. Vales de fendas podem se formar direção ao manto se uma parte central em deslizar para baixo quando as placas se afastam. • limites de placas destrutivos (ou placas convergentes) ocorrem quando placas se movem uma em di­ reção à outra, de modo que a placa mais densa (crosta oceânica) afunda debaixo da placa me­ nos densa (crosta continental) crosta e se reúne ao continental magma subjacente (subducção). Isso pode originar fossas oceânicas profundas, como a placas deslizando fossa das Marianas, Se siduas pla­ manto no Pacífico.entre cas possuem densidade similar, pode ocorrer de nenhuma sofrer subducção e elas se en­ rugarem para formar montanhas de dobra­ mentos. costa Um exemplo é a cadeia do Himalaia, de Indiana e que se formou quando as falha placas San Andreas Eurasiana colidiram. O Monte Everest fica al­ cidade de mais alto a cada ano, conforme guns centímetros SanIndiana Francisco empurra a placa Asiática. a placa • limites de placas conservativos ocorrem nos pontos em que as placas deslizam entre si. A falha de San Andreas, na Califórnia, é um exemplo de li­ Oceano mite conservativo. É placa comum haverplaca terremotos Pacífico Pacífica Americana ao longo de tais limites. subducção  Aprofundamento de uma placa para baixo de outra em um limite de placas destrutivo. Monte Everest

oceano

formação de novas rochas

placa oceânica se afastando

magma do manto Limites de placas construtivos

crosta continental

oceano

placas se movendo uma em direção à outra

crosta oceânica

em direção ao manto Limites de placas destrutivos

crosta continental placas deslizando entre si

manto

Limites de placas conserVativos

costa

falha de San Andreas

cidade de San Francisco

Himalaia

placa Indiana

placa Eurasiana

Oceano Pacífico

placa Pacífica

placa Americana

Falha de San Andreas

Formação de montanhas de dobramentos

Monte Everest

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Himalaia EM_Dicionario_CIENCIAS_146a185_prova4.indd 153

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P

plantas (caule e flores)

caule  Parte das plantas que em geral cresce verticalmente para cima, em direção à luz. Água e alimento percorrem o caule através dos feixes vasculares, e ele sustenta folhas, gemas e flores. Algumas espécies de plantas possuem órgãos formados com base em caules modificados que são importantes na reprodução vegetativa: • bulbo é um caule curto e grosso, subterrâneo e com folhas escamosas que armazenam alimento (por exemplo, cebola). • cormo é um caule curto e grosso, como um bulbo, mas que armazena ele próprio o alimento (por exemplo, açafrão). • rizoma é um caule grosso que cresce horizontalmente debaixo da terra e é usado para armazenar alimento (por exemplo, lírio, samambaia, íris). • estolão é um caule aéreo que cresce hori­ zontalmente e forma raízes para possíveis novas plantas nos pontos em que toca o solo (por exemplo, morango). • tubérculo é um caule ou raiz subterrânea dilatada, que age como órgão de retenção de alimento e produz botões que podem originar novas plantas (por exemplo, batata, dália).

flor  Órgão de reprodução sexuada em plantas floríferas (angiospermas). A maioria das flores possui tanto estames masculinos quanto pistilos femininos dentro da mesma flor. Muitas flores atraem insetos, que ajudam na polinização. antera filete

estame

pétala

carpelo nectário

receptáculo sépala pedicelo (pedúnculo) estrutura da flor

gema apical caule pecíolo gema axilar

internó nó ANEXOS DO CAULE

planta do açafrāo

corma

rizoma

bulbo

planta do narciso amarelo estolão

planta da íris

tubérculo

nova planta planta mãe do morango

planta da batata órgãos perenes

receptáculo  Ponta expandida do pedúnculo que carrega sépalas, pétalas, estames e pistilos. Depois da fertilização, o receptáculo pode dilatar e formar um pseudofruto carnoso. sépala  Pequena estrutura protetora em formato de folha encontrada ao redor de botões de flor. Quando a flor se abre, as sépalas podem cair ou permanecer como um anel debaixo das pétalas. cálice  Nome coletivo para todas as sépalas. pétala  Estrutura floral que cerca os órgãos reprodutivos (estames e pistilos) da flor. É frequentemente colorida e perfumada, o que atrai insetos.

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corola  Nome coletivo para todas as pétalas de uma flor.

estigma  Parte mais alta do pistilo. Secreta uma substância pegajosa à qual o pólen se adere.

nectário  Estrutura composta de células que podem secretar néctar, líquido açucarado que atrai insetos responsáveis pela polinização.

estilete  Parte do pistilo entre o estigma e o ovário. O comprimento do estilete varia de acordo com a espécie da flor. O tubo polínico cresce através do estilete após a polinização.

estame  Órgão reprodutivo masculino de uma flor. Tipicamente, cada estame tem um filete com uma antera em sua ponta.

ovário  Principal estrutura reprodutiva do carpelo, contém um ou mais óvulos. óvulo  Estrutura das plantas que contém sementes femininas e a célula sexual feminina (gameta). Está preso a parte da parede do ovário e, depois da fertilização, desenvolve-se na semente.

sacos polínicos

antera

gineceu  Nome coletivo para todas as partes femininas da flor. fórmula floral  Mostra a quantidade das peças que compõem o cálice, a corola, o androceu e o gineceu das flores. A fórmula K5C5A10G10, por exemplo, significa que a flor tem cinco sépalas, cinco pétalas, dez estames e dez pistilos.

filamento estame (seCção transversal)

filete  É a haste do estame, que suporta a antera. antera  Parte do estame que produz pólen. Normalmente consiste em dois lobos contendo “sacos polínicos” com grãos de pólen. pólen  Grão amarelo, parecido com poeira, que contém as células sexuais masculinas (gametas) da planta. androceu  Nome coletivo para todas as partes masculinas da flor. pistilo  Órgão reprodutivo feminino de uma flor. Tipicamente, cada pistilo possui estigma, estilete e ovário. O pistilo é formado por um ou mais carpelos, que são folhas modificadas e fundidas.

inflorescência  Grupo de flores no mesmo pedúnculo.

integumento (revestimento externo do óvulo)

estigma

estilete

parede do ovário núcleo feminino

óvulo funículo micrópila

pistilo (seCção vertical)

215

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Q

química orgânica (álcoois)

álcoois  Compostos orgânicos que contêm o grupo funcional OH ligados a carbono primário. São normalmente líquidos incolores e inflamáveis, além de bons solventes e combustíveis. O mais importante é o etanol. Álcoois formam uma classe funcional com a fórmula geral. CnH2n+1OH Classe funcional dos álcoois Valor de n

Nome do álcool

Fórmula molecular

1

Metanol

CH3OH

Fórmula estrutural H H

C

Ponto de ebulição (°C)

Aplicações

66

1 Produção de álcool desnaturado 2 Solvente 3 Combustível

78

1 Bebidas alcoólicas 2 Solventes/ cosméticos 3 Combustível

97

1 Solventes 2 Aerossois 3 Anticongelantes

118

1 Solventes 2 Perfumes (ésteres) 3 Condimentos (ésteres)

H

O

H 2

Etanol

C2H5OH H

3

Propanol

C3H7OH H

4

Butanol

C4H9OH H

H

H

C

C

H

H

O

H

H

H

C

C

C

H

H

H

O

H

H

H

H

C

C

C

C

H

H

H

H

fermentação  Conversão de açúcares em etanol e gás dióxido de carbono pela ação de microrganismos, como a levedura, na ausência de ar. Esse é o fundamento da panificação e da produção de vinho e cerveja. A fermentação é um tipo de respiração anae­ róbia realizada por enzimas (zímase) da levedura que apresentam atividade ótima a temperaturas na faixa de 25–30 oC.

H

H

O

H

levedura glicose              →

etanol

+ gás carbônico

C6H12O6(aq)           → 2C2H5OH(aq) +

2CO2(g)

dispositivo para deixar as bolhas de gás carbônico sair e impedir a entrada de ar

etanol (CH3CH2OH)  É o álcool mais comum e um líquido incolor solúvel em água (ponto de ebulisolução ção igual a 78 oC). O processo de fermentação, de açúcar que é também um método de produção em larga e levedura escala, produz etanol para a fabricação de bebidas alcoólicas. Porém, algumas vezes é mais econômico produzir etanol a partir do gás eteno, obtido por craqueamento de frações de petróleo. A reação envolve a passagem de eteno e vapor por um catalisador de ácido fosfórico (V) a 300 ºC e 60 atmosferas de pressão. As propriedades químicas mais importantes do etanol são:

solução esterilizante bolhas de gás carbônico garrafão FERMENTAÇÃO

C2H4 + H2 O → C2H5OH eteno + água (vapor) → etanol

232

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• Combustão  Como todos os álcoois, etanol queima em ambientes ricos em ar, formando dióxido de carbono e vapor de água. A reação é exotérmica e libera grande quantidade de energia térmica. Etanol é usado como combustível em carros e até em alguns foguetes. • Oxidação  Etanol “azeda” se mantido em contato com o ar. Isso é o que acontece quando abrimos uma garrafa de vinho ou de cerveja, não bebemos todo o conteúdo e o deixamos assim por certo tempo. A razão disso é a oxidação do etanol, que se transforma em ácido acético (vinagre).

C2 H5 OH + 3O2 → 2CO2 + 3H2 O etanol + oxigênio → ácido acético + água

C2H5OH + O2 → CH3COOH + H2O etanol + oxigênio → ácido acético + água

metanol (CH3OH)  Trata-se do álcool mais simples. É um bom solvente e um bom combustível, mas também é tóxico. álcool desnaturado  Mistura de etanol (90%), metanol (9%), pequena quantidade de um emético (para evitar que seja bebido) e corante azul. É usado como combustível e solvente. O ácidos carboxílicos (ou ácidos graxos)  Ácidos orgânicos que têm um grupo funcional −COOH. São em geral ácidos fracos, pois existem principalmente como moléculas e não perdem íons de hidrogênio tão facilmente quanto os ácidos minerais. Porém, têm as mesmas propriedades ácidas.

R

C O

H

grupo funcional carboxila 

ácido fórmico (ou ácido metanoico)  Trata-se do ácido carboxílico mais simples, HCOOH, na natureza encontrado em formigas e em urtigas. Origina-se da oxidação do metanol. ácido acético (ou ácido etanoico)  É o ácido carboxílico formado pela oxidação do etanol. Vinagre contém menos de 5% de ácido acético. Trata-se de um ácido orgânico fraco, utilizado em condimentos e como conservante. ésteres  Compostos orgânicos que podem ser formados pela reação entre um ácido carboxílico e um álcool. Por exemplo, se ácido acético for aquecido com etanol na presença de algumas gotas de ácido sulfúrico concentrado (os íons hidrogênio são os catalisadores), será formado éster etanoato de etila. Ésteres são substâncias voláteis e odoríferas usadas em perfumes, flavorizantes e como aromatizantes. +

ácido acético

etanol

etanoato de etila

+

água

CH3COOC2H5

+

H2O

+

H2O

reação reversível

CH3COOH

C2H5OH

+

O

O CH3

+

C O

H

O

C2H5

C O

H

ÁCIDO

CH3

ÁLCOOL

ÉSTER

C2H5 ÁGUA FORMAÇÃO DE UM ÉSTER

233

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T

tabela periódica dos elementos

tabela periódica  Organização dos elementos em ordem crescente de número de prótons (número atômico). Elementos cujas configurações eletrônicas apresentam alguma relação estão dispostos em períodos e grupos. A forma original da tabela periódica moderna foi proposta por Dmitri Mendeleev em 1869. 1

1

Metais alcalinos

Outros metais

H

Metais alcalinoterrosos

Não metais

Metais de transição

Gases nobres

2

Hidrogênio

3

Li

4

Sódio

K

37

Rb Rubídio

Cs

Magnésio

20

Ca

38

13

Fr Frâncio

Cálcio

Sr

3 21

Sc

Escândio

39

Estrôncio

Y

4 22

40

57-71

Ba Ra

Zr

23

Hf

89 -103

104

Rf

41

57

La

58

Ce

Lantânio

89

Ac Actínio

Cério

90

Th Tório

6 24

42

Nióbio

73

25

26

Cr Mn Fe Crômo

Manganês

43

Ta Tântalo

105

Molibdênio

74

W

106

59

Pr

Praseodímio

91

Pa

Protactínio

75

Re

107

Bh

27

Co Cobalto

45

Rutênio

76

Os

108

77

28

46

Ir

109

Hássio

Meitnério

63

Ni Níquel

11 29

12

6

C Carbono

47

31

30

Cobre

48

Prata

Paládio

78

Pt

79

Zinco

Ds

Darmstádtio

64

80

Ouro

111

49

Cádmio

Au Hg

Platina

110

Al

Alumínio

92

U Urânio

Promécio

93

Samário

94

Európio

95

81

Plutônio

Amerício

Gadolínio

Térbio

97

Cúrio

Silício

In

Germânio

50

Sn Estanho

Tl

82

Pb Chumbo

Tálio

113

Copernício

66

Np Pu Am Cm Bk Netúnio

Si

114

15 7

N

16 8

O

P

Fósforo

33

As Arsênio

51

Sb

16

34

Bi

52

F

Selênio

Te

84

Po

17

Cl Cloro

35

Br

53

Bromo

I Iodo

85

At

Polônio

116

He Hélio

10

Ne Neônio

Flúor

Telúrio

Bismuto

115

S Enxofre

Se

Antimônio

83

9

Oxigênio

Nitrogênio

15

17

Astato

117

18

Ar

Argônio

36

Kr

Criptônio

54

Xe Xenônio

86

Rn Radônio

118

Rg Cn Uut Uuq Uup Uuh Uus Uuo

Roentgênio

65

96

32

Índio

Mercúrio

112

Gálio

Lítio

67

Nd Pm Sm Eu Gd Tb Dy Ho

Neodímio

14

Cu Zn Ga Ge

Pd Ag Cd

Irídio

Hs Mt

62

10

Ródio

Ósmio

Bóhrio

61

Ferro

9

Ru Rh

Rênio

Seabórgio

60

44

Tecnécio

Tungstênio

Db Sg Dúbnio

8

7

Nb Mo Tc

Rutherfórdio

Lantanídios

V

Vanádio

Háfnio

Rádio

Actinídios

Titânio

72

Bário

88

Ti

5

Zircônio

Ítrio

56

Césio

87

B

14

Boro

12

Potássio

55

5

Berílio

Na Mg

19

13

Be

Lítio

11

18 2

Disprósio

98

Berquélio

Cf

Califórnio

Lítio

68

69

Es

Einstênio

70

Er Tm Yb

Hôlmio

99

Frâncio

Érbio

100

Túlio

101

Itérbio

102

Fm Md No Férmio

Mendelévio

Nobélio

71

Lu Lutécio

103

Lr

Laurêncio

TABELA PERIÓDICA DOS ELEMENTOS

grupo  Coluna vertical de elementos na tabela periódica. Os grupos são ordenados com números arábicos ou romanos. Elementos de um grupo particular têm propriedades químicas semelhantes, pois têm o mesmo número de elétrons de valência (elétrons na camada mais externa). Nos grupos dos elementos metálicos, a reatividade do metal aumenta à medida que descemos na coluna. Nos grupos dos elementos não metálicos, a reatividade do não metal diminui à medida que descemos na coluna. O grupo 14 contém carbono (o elemento da vida) e silício (o elemento das rochas). Número do grupo

Nome comum

1

Metais alcalinos

2

Metais alcalinoterrosos

17

Halogênios

18

Gases nobres

282

EM_Dicionario_CIENCIAS_254a288_prova5.indd 282

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periodicidade  Mudança gradual das propriedades físicas (ponto de fusão, ponto de ebulição etc.) dos elementos à medida que percorremos a tabela periódica de lado a lado. O gráfico exibe a periodicidade dos pontos de ebulição dos primeiros 50 elementos. Ponto de ebulição / K metais de transição (39–48)

6000

período 2

5000 4000

2000 1000 0

10

20 30 40 Número atômico

lantanídeos (ou terras raras)  Elementos metálicos com números atômicos entre 57 e 71. As propriedades desses elementos são muito similares às do alumínio. actinídeos  Elementos metálicos com números atômicos entre 90 e 103. Todos são metais raros, e a maioria é radioativa. Os metais localizados depois do urânio são denominados “elementos transurânicos” e são todos produzidos em reatores nucleares.

metais de transição (21–30)

período 3

3000

metais típicos. São fortes e duros, bons condutores de calor e eletricidade e têm pontos de fusão elevados. Muitos têm valência variável, formam compostos coloridos e agem como catalisadores.

50

PERIODICIDADE DOS PONTOS DE EBULIÇÃO DOS PRIMEIROS 50 ELEMENTOS

período  Linha horizontal de elementos na tabela periódica. Todos os elementos que fazem parte de um período contêm o mesmo número de camada eletrônica. Percorrendo um período, os elementos vão de metais reativos a não metais, passando por metais menos reativos, e de não metais menos reativos a não metais reativos. Na extrema direita, encontram-se os gases nobres (grupo 18). metais  Classe de elementos químicos que sempre formam íons positivos (cátions) quando reagem formando compostos. São frequentemente sólidos lustrosos (brilhantes) e bons condutores de calor e eletricidade. Também dão origem a óxidos e bases. Na tabela periódica, os elementos metálicos são encontrados do lado esquerdo e abaixo dos não metais. Quando descemos em um grupo, as características metálicas são reforçadas. Em um período (percorrendo da esquerda para a direita), o caráter metálico diminui. metais de transição  Localizam-se no meio da tabela periódica. Eles têm as camadas eletrônicas internas parcialmente preenchidas, o que lhes dá propriedades particulares. São

semimetais (ou metaloides)  Classificação em desuso, pois a União Internacional de Química Pura e Aplicada (Iupac) não reconhece mais essa classificação. semicondutor  É um condutor cuja resistência elétrica diminui à medida que a temperatura sobe. Silício, germânio e seus compostos são semicondutores. Transistores, díodos e outros componentes eletrônicos são feitos de semicondutores. não metais  Elementos que não têm as propriedades de um metal; eles sempre geram íons negativos (ânions) quando reagem, formando compostos iônicos. Elementos não metálicos são frequentemente gases (nitrogênio, oxigênio, flúor, cloro e gases nobres) ou sólidos com baixo ponto de fusão (fósforo, enxofre e iodo). São péssimos condutores elétricos e térmicos. Menos de um quarto dos elementos da tabela periódica são elementos não metálicos. Estão situados no lado direito da tabela periódica e dos metais. Quando descemos em um grupo, as características não metálicas diminuem. Em um período (percorrendo da esquerda para a direita), o caráter não metálico aumenta. O flúor é o elemento não metálico mais reativo. 283

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Dicionário Oxford de Ciências da Natureza  

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