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A origem dos nomes na mitologia, nas lendas, ou os significados dos nomes indígenas, dos nomes em Tupi, Gregos ou Latinos, dentre tantas outras origens é algo que fomenta a curiosidade de muitas pessoas. Alguns nomes que hoje tem determinado significado mudaram, as palavras mudam sua forma e sua sintaxe através dos tempos, também seu significado vai se modificando com o passar dos anos, em decorrência de uma série de fatores sociais e culturais. A palavra puta, que é o fator de análise aqui, por exemplo, passou por este processo de transformação de significado. Na mitologia romana, de acordo com Arnóbio1, Puta é uma deusa menor da agricultura, que preside a poda das árvores. De acordo com uma versão, a etimologia do seu nome viria do latim, e seu significado literal seria "poda". Os festivais em honra a esta deusa celebravam a poda das árvores e, durante estes dias, as suas sacerdotisas manifestavam-se exercendo um bacanal sagrado (durante o qual se prostituíam) honrando a deusa (o que explicaria o significado corrente do termo "puta" e suas variações em muitos dos países de fala latina). Segundo uma das versões, seu significado literal é phoda. 1 Arnóbio (em latim: Arnobius; morto em 330 d.C.), também conhecido como Arnóbio de Sica, foi um apologético da fase inicial do cristianismo, que viveu durante o reinado do imperador Diocleciano (284 - 305).

Mais informações: http://pt.wikipedia.org http://www.templodeapolo.net/Civilizacoes/grecia/artigos/2007dezembro/04-12_prostitutas.html


Nosso boletim Meteorológico informa que a previsão do tempo é: céu aberto para o prazer, com temperatura em elevação e pancadas de orgasmos na piscina. Dispense o biquíni . Escolhemos manobras aquáticas que vão fazê-la suspirar até debaixo d’água.


As vezes me pergunto quando e onde nos perdemos. Procuro evoluir de acordo com as mudanças, mas ás vezes vejo e sinto que estamos nos perdendo em um mundo solitário. A era virtual nos trouxe as salas de bate papo, amizade e junto o sexo virtual. De uma certa forma aqueles que não conseguiam ter uma relação, ou por timidez ou por diferenças socias. Hoje não está mais sozinho. A solidão hoje poderia ser classificada como opcional . Mas também estes mesmos indivíduos que buscam preencher sua solidão buscando companhia, se distanciam cada vez mais do Tetê a Tetê. Vou contar aqui um conto ou um fato, classifiquem como bem lhe aprouver.


A moça estava inquieta, se sentia tão só. Sair em busca de amigos com quem falar fazia-se desanimador. Ela não conseguia mais sorrir diante das mesmas conversas, era sempre a mesma coisa. Ás vezes se perguntava o que estava faltando, mas tinha uma quase certeza de já saber a resposta. A maioria das pessoas tem vivido a vida de forma mecânica, trabalham durante a semana, e nos fins de semana vão á caça, mesmo que voltem de mãos vazias. Alguns tem por opção a bebida ou as drogas, pois assim se encontram em um estado de euforia mesmo que passageiro. Viver tem sido uma eterna busca de se encontrar como ser e pertencer. Arriscando em uma sala de bate papo, ela ficou La só observando. E engraçado o que se encontra em uma destas salas, na maioria das vezes pessoas totalmente sem noção, desequilibradas que veem em suas genitálias o chamariz para presas fáceis, carentes de um momento de afeto ou uma palavra de auto- estima. Mas a moça não. Ela buscava uma mente saudável e ágil para uma boa conversa. Alguém a chamou, e logo de cara foi sendo direto ao dizer que procurava companhia esclarecida, de mente aberta e sem preconceitos ou tabus. O dialogo parecia interessante, a medida que o tempo passou foram conhecendo um ao outro. Ela moça simples, mas curiosa dos assuntos da vida de tudo um pouco sabe e conhece. Ele para surpresa dela um europeu,nascido e residindo em Portugal, homem serio na casa da meia idade e um profissional da saúde um cirurgião. Ela sem acreditar como um homem tão capaz como ele frequentava uma sala. Ficou com um Pé atrás, mas para sua surpresa ele fez questão de ligar a cam e

mostrar-lhe seu ambiente de trabalho. Ela perguntou a ele o que o levou a procurar uma sala, e para surpresa dela ele tinha a mesma necessidade que ela, boa conversa e se aos dois agradassem criar uma intimidade no relacionamento mesmo sendo online. Hoje ele não tem todo o tempo do mundo para estar online com ela, as cirurgias juntamente com a crise que seu país se encontra exige muito dele. A situação de Portugal esta péssima e eles não tem mais como explorar riquezas naturais. O desemprego obriga a quem tem trabalho a uma rotina desgastante de pouco sono e zero diversão. Ele diz a ela e ela acredita pois já o conhece melhor do que muita gente que vê todos os dias, que ela é o momento de prazer e lazer dele. Eles não fazem falsas promessas e juras de amor, mas todas as oportunidades que lhe são oferecidas bebem da companhia um do outro, tanto nos assuntos diversos que falam. Como na troca de carinho e admiração que sentem um pelo outro. Existe uma única promessa entre eles, de que um dia sem data prévia, irão se encontrar pra se olharem nos olhos e em um abraço apertado deixarem que seus sentimentos sintam no toque real da ponta de seus dedos o que a alma já sente quando se falam e se olham através do mundo virtual. O namoro virtual já dura a cinco meses.


Quem já leu meus comentários nos livros eróticos deve ter visto a expressão OMC! – que quer dizer: Oh, Minhas Calcinhas! Kkkk

Depois estendi esta classificação para cuecas boxers – tem coisa mais sexy do que uma boxer branca e apertadinha? – Ui, e assim foi para os livros homos.

Mas tudo começou quando dava a nota de 1 a 5 para os livros que revisava – sendo 1 para uma leve transpiração e 5 para a necessidade imediata de troca, por que estaria encharcada.... Completamente encharcada. Kkkk

Mas vamos combinar? Existem livros que é melhor ficar completamente sem uma – kkkk E você conhece a história das calcinhas?


HISTÓRIA DAS CALCINHAS Fica difícil acreditar que esses “objetos do desejo” um dia já foram “objetos do desprezo”, conforme conta o recémlançado livro Por baixo do pano, da historiadora de moda inglesa Rosemary Hawthorne. “Ao escrever sobre a história das calcinhas, sem perceber, eu estava mapeando a história social da mulher ocidental e descrevendo não só o progresso de suas roupas de baixo, mas o progresso das próprias mulheres”, diz Rosemary. Ela conta que, até o século XVIII, os calções, ou ceroulas, eram peças exclusivas do guarda-roupa masculino e as mulheres que ousassem usá-los eram consideradas “criaturas libertinas e de moral duvidosa”. Naquela época, as moças sérias deixavam suas partes baixas livres, leves e soltas. Por baixo dos enormes e pesados vestidos, bastavam uma ou duas anáguas, o corpete e uma camisola de linho diretamente sobre a pele. Foi somente por volta de 1800 que surgiram na França os modelos femininos, ancestrais da sensual calcinha contemporânea. Produtos da Revolução de 1789, que simplificou o vestuário da Europa inteira, os calções ou pantaloons vieram para, digamos, diminuir a ventilação por debaixo dos agora mais leves e sensuais vestidos. É perfeitamente compreensível o fato de não terem entusiasmado as moçoilas da época.Com comprimento abaixo dos joelhos ou até os tornozelos e, para piorar, feitos de um tecido “cor de carne”, estavam longe de qualquer ideal estético. Se a França deu às calcinhas a chance de entrar para a história da moda, foi na

Inglaterra, durante o recatado período vitoriano (1837-1901), que elas entraram definitivamente para o guardaroupa das mulheres de poder aquisitivo – os altos preços surgiram então e, como se sabe, permanecem. Os moralistas vitorianos elevaram as calçolas femininas ao patamar máximo de qualidade, mas preferiam não tocar nesse assunto. Falar sobre roupas íntimas era tabu, pois elas evocavam lembranças embaraçosas sobre detalhes anatômicos. Nas lojas, a seção de lingeries ficava escondida, e nos anúncios publicados em revistas as calçolas apareciam monotonamente dobradas em prateleiras. As mulheres do século XIX ficariam coradas se vissem nossas tanguinhas coloridas, estampadas, rendadas etc. “A simplicidade das calcinhas fazia sentido em uma época em que as mulheres não mostravam seu corpo nem para os maridos”, diz a historiadora de moda Miti Shitara, professora da faculdade Santa Marcelina. Isso valia para o mundo todo? “A Europa sempre foi o centro da moda. O que era usado na Europa também era no Brasil, inclusive a moda íntima”, afirma Miti. Foi somente depois da Primeira Guerra Mundial, na década de 1920, que as calcinhas começaram a ficar mais parecidas com as que conhecemos


(com as calçolas da vovó, é claro). As mudanças ocorridas nos quatro anos de conflito marcaram o nascimento da mulher moderna, que agora exibia mais do corpo. Com a barra das saias na altura dos joelhos, as melindrosas dançavam o charleston e revelavam as dimensões reduzidas de suas roupas íntimas. Nada que se compare à ousadia das mulheres emancipadas da década de 1970, com suas calcinhas de cintura baixa, acompanhando os jeans saint-tropez. Nessa época, com o desenvolvimento da indústria têxtil e a fabricação de modelos adaptados ao corpo das brasileiras, a moda íntima nacional se desvinculou da Europa. E continuou assim. Enquanto europeias e americanas são adeptas do fio dental

e da calçola – que usamos de vez em quando, as primeiras em momentos especiais e as outras em semanas necessárias –, ficamos com o meio termo. “A brasileira gosta de tanga de náilon, o carro-chefe de todas as empresas de lingeries no país”, diz a empresária Indhira Pêra, diretora do maior salão de moda íntima da América Latina. “As mulheres querem conforto e sensualidade na mesma peça, pois saem para trabalhar de dia e querem estar preparadas, se precisarem, à noite”, afirma. Nesse caso, melhor fugir das brochantes calcinhas beges, cor preferida das brasileiras, ao lado das brancas, pretas e vermelhas


Eu gostei desse livro, pena q foi curto. A cena do Trace foi linda. Ele é TDB, eu quero!!!! Noely

Livro lindo! Algumas histórias valem a pena ler várias vzs. Muito obrigada meninas. Rose

Livro: Todos os movimentos errados

Livro: Um homem de família

Ah os meus meninos nao decepcionam sao deliciosos e perfeitos estas formas deveriam ser vendidas no mercado , compraria todas para o meu deleite. Silvia

Adorei, super romantico. Renata Livro: A companheira de Nathan

Livro: A companheira de Nathan

LINDO ESTE LIVRO VALE PENA LER RELER E VIAJAR NESTA FAMÍLIA MARAVILHOSA . AMEI . Denny Livro: Um homem de família


Capitão Lukian Vlakhusha está tendo problemas com seu mais novo alvo, Peren Matthews. Algo sobre ela o deixou olhando para sua foto e se perguntando o que seria como tocar sua pele macia. Quando chega a hora da equipe atacar Lukian sente perigo, e aborta a missão. Ele faz uma tentativa de encontrar Peren e tem em seu lugar, uma mulher independente, jovem, que sabe o que ela é, e não está, procurando em um homem. Lukian está tendo problemas para dizer a Peren que ele é o que ela mais teme, um lobisomem. Eles podem fazer a paixão que queima entre eles passar, ou a condição de Lukian vai ser demais para Peren?

São quatro meses desde que Josh Addison caiu para Kane Kessler, o capitão de seu navio de cruzeiro de férias. Ele nunca pensou em colocar os olhos em cima dele novamente, mas Kane veio todo o caminho de Anchorage para vê-lo. Para Kane é um casual hook-up durante o seu tempo de inatividade. Ele quer evitar que o seu coração se envolver em todos os custos. Mas Josh, perdidamente apaixonado, tem idéias diferentes


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Revista 1-A flor da Pele