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Jornada Mundial

A história da Juventude escrita nas JMJ’s

Continuando nosso itinerário preparatório para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) do Brasil em 2013, parte 2. Pág. 10

STA. EDWIGES Padres e Irmãos Oblatos de São José * Arquidiocese de SP * Ano XXII * N. 257 * Maio de 2012

Nossa Santa

Mãe Prudente e solícita do povo! Virtudes “Marianas” de Santa Edwiges Santa Edwiges, padroeira dos pobres e endividados, também pode ser acorrida como “madrinha”, pois, na Mãe de Deus, Maria, teve um modelo exemplar na sua vida na terra... Pág. 05 Palavra do Pároco

Especial

A Mãe!

Evangelho e Evangelhos

A Mãe Edwiges certamente olhou muito para a mãe Maria, aprendendo dela o silêncio precioso da escuta, da oração e da confiança.

Introduzindo o tema do Evangelho segundo Marcos, vamos conhecer o sentido da palavra Evangelho e seu significa original na história e no conjunto dos textos bíblicos. Págs. 14 e15

Pág. 06

Especial

Parabéns, Mãe!

... Gerar, deixar nascer, criar e educar a prole não se faz sem experimentar o sofrimento e a dor, nas suas múltiplas manifestações. Pág. 03

Obra Social

Notícias

A fé sem ação é morta

Encenação da Paixão de Cristo

A OSSE é um local onde a nossa comunidade pode colocar em prática suas ações. Pág. 04

Encenada por adultos e jovens de diversas pastorais, atraiu um grande público que lotou o Santuário Sta. Edwiges Pág. 09


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santuariosantaedwiges.com.br

STA. EDWIGES

Editorial

Maio 2012

Calendário Paroquial Pastoral 2012

Maria Mãe, Mães Marias

É

impressionante como o tempo passa rápido e o ano corre, já estamos quase no 2º semestre de 2012. O mês de maio está aí e com ele algumas datas importantes são celebradas; Dia Mundial das Comunicações Sociais, Dia das Mães, Ascensão do Senhor, Visitação de Nossa Senhora e algumas outras. Neste editorial, gostaria de interligar alguma destas comemorações, Dia das Mães e Maria, mãe de Jesus. Você poderá observar neste periódico que há diversos artigos que trarão a mesma ideia, o papel da Mãe e o exemplo de Maria. E não há nada mais justo, do que parafrasear as imensas qualidades e exemplos de ambas. Maria que disse seu Sim, como todas as mães dizem ao escolher trazer um filho ao mundo, sabendo de todas as consequências, desde a dor no parto até as demais dores que terão que enfrentar na criação. Maria que orientou e zelou por seu filho, como todas as mães fazem diariamente, mesmo que por muitas vezes não sejam compreendidas. Maria que chorou aos pés da Cruz, como muitas mães já choraram a perda dos seus filhos amados, mas tendo a certeza de sua Ressurreição na vida eterna. Maria que também subiu aos céus e está diante de Deus, como muitas das mães que já se foram e estão na lembrança e no coração dos seus entes queridos. ...Mas é preciso ter força É preciso ter raça É preciso ter gana sempre Quem traz no corpo a marca Maria, Maria Mistura a dor e a alegria... (Milton Nascimento) Um mês ou uma data não é o suficiente para demonstrar a importância destas mulheres no mundo, daquela que nos primórdios nos deu o exemplo e daquelas que até hoje continuam a propagar este amor indescritível. A você Mãe, a vocês Marias, parabeniza-las seria pouco, então rogo a Deus que todos, eu e você que lê este artigo, possamos ser dignos de retribuir tanto amor. Que a nossa Mãe Maria, abençoe a cada uma! Feliz Dia das Mães!

11 Sex

Grupo de Canto (Ensaios) Pastoral da Família (Pós-Encontro)

Santuário Salão São José Marello

20h 20h

12 Sáb

Infância Missionária (Espiritualidade Missionária) Grupo de Oração Catequese (Confissão dos catequizandos)

Salão Pe. Segundo Salão São José Marello Santuário

14h30 às 16h 19h 9h às 12h

13 Dom

AJUNAI (Encontro dominical) Pastoral dos Corinhas (Formação sobre Maria)

Salão Pe. Segundo Salão São José Marello

9h às 11h 10h às 11h30

16 Qua

Região Episcopal Ipiranga (Investidura novos MESC)

Santuário São Judas

15h

18 Sex

Grupo de Canto (Ensaios)

Santuário

20h

19 Sáb

Catequese (Retiro para a 1ª Comunhão) Infância Missionária (Compromisso Missionário) Ministros Extraordin. Sagrada Comunhão (reunião) Grupo de Oração

A definir Salão Pe. Segundo Salão São José Salão São José Marello

8h às 17h 14h30 às 16h 17h 19h

20 Dom

Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos Com. Aliança de Cristo Rei (Missão aberta) AJUNAI (Encontro dominical) Catequese (Primeira Comunhão) Pastoral dos Corinhas (Formação sobre Maria)

A definir Salão Pe. Segundo Santuário São José Marello

8h às 11h 9h às 11h 15h 10h às 11h30

25 Sex

Vicentinos (Preparação de Cestas Básicas) Grupo de Canto (Ensaios)

Salão São José Marello Santuário

7h às 10h30 20h

26 Sáb

Pastoral da Família (Bingo p/ ECC 1ª Etapa) Vicentinos (Entrega de Cestas Básicas e reunião) Infância Missionária (Vida de Grupo) Preparação do Batismo Grupo de Oração (Adoração ao Santíssimo)

São José Marello São José Marello Salão Pe. Segundo São José Salão São José Marello

A definir 8h às 10h30 14h30 às 16h 17h30 às 22h 19h

27 Dom

Solenidade de Pentecostes AJUNAI (Encontro dominical) Pastoral dos Coroinhas (Passeio ao Museu Ipiranga) Missa de Pentecostes do Cardeal com os jovens Batizado S.A.V. (Reunião)

Salão Pe. Segundo Museu do Ipiranga Catedral Santuário Salão Pe. Segundo

9h às 11h 10h às 14h 15h 16h 16h30

30 Qua

Solenidade de São José Marello Terço dos Homens (Adoração ao Santíssimo)

Santuário Santuário

19h 20h

31 Qui

Apostolado da Oração (Reunião)

Salão São José

14h

Juliana Sales

julianasales@santuariosantaedwiges.com.br

Paróquia Santuário Santa Edwiges Arquidiocese de São Paulo Região Episcopal Ipiranga Congregação dos Oblatos de São José Província Nossa Senhora do Rocio Pároco: Pe. Paulo Siebeneichler, OSJ

Responsável e Editora: Juliana Sales Diagramador: Ronnie A. Magalhães Fotos: Gina e Arquivo Interno Equipe: Aparecida Y. Bonater; Izaíra de Carvalho Tonetti; Jaci Bianchi da Cruz; Guiomar Correia do Nascimento; José A. de Melo Neto; Rosa Cruz; Martinho V. de Souza; Marcelo R. Ocanha; Fernanda Ferreira e Rafael Carvalho

Site: www.santuariosantaedwiges.com.br E-mail: jornal@santuariosantaedwiges.com.br Conclusão desta edição: 09/05/2012 Impressão: Folha de Londrina. Tiragem: 6.000 exemplares. Distribuição gratuita

Estrada das Lágrimas, 910 cep. 04232-000 São Paulo SP / Tel. (11) 2274.2853 e 2274.8646 Fax. (011) 2215.6111


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Especial

Maio 2012

Parabéns, Mãe!

Amor de mãe

“Multiplicarei os sofrimento de tua gravidez. Entre dores darás à luz os filhos.” (Gn 3,16a). A maternidade é uma experiência de dor e sofrimento. O sofrimento é humano, faz parte de nossa condição natural, revela nossa fragilidade. Ele pode ser físico, psicológico e espiritual. Enquanto o primeiro está indissociavelmente ligado ao nosso corpo, os dois outros vinculam-se à nossa alma e se relacionam também, não só, com as escolhas que fazemos ao longo da vida, podem ser frutos do uso que fazemos da liberdade.  O homem nunca lidou bem com o sofrimento, sempre procurou meios para suprimi-lo ou amenizá-lo. O uso de elementos da natureza, produtos desenvolvidos ou aperfeiçoados em laboratório, terapias de todo tipo, a recorrência a elementos sobrenaturais, nada ainda foi capaz de livrar em definitivo a pessoa do ato de sofrer.  O sofrimento se manifesta também na dor, que também pode ser somática e psíquico-espiri-tual. Como fruto do sofrimento, também a dor não é suportada. Combater o sofrimento e a dor não é um mal em si, mas também não pode tornar-se uma obsessão, o que seria ignorar que são inerentes ao humano. A maternidade, também a paternidade, está de algum modo associada ao sofrimento e à dor. Gerar, deixar nascer, criar e educar a prole não se faz sem experimentar o sofrimento e a dor, nas suas múltiplas manifestações. A exacerbação da ojeriza contra o sofrimento e a dor pode levar à insensibilidade diante de outras pessoas que vivem e convivem conosco, independentemente de sua idade, isto é, da quantidade de sua existência no tempo.  A destruição do outro para preservar meu bem estar, ou para eliminar meu sofrimento e dor, é algo abominável, pois não é possível estabele-cer uma hierarquia diante de duas existências, uma vida humana não vale mais do que outra. O exercício da maternidade, também da paternidade, implica saber conviver com o sofrimento e a dor, sejam quais forem as suas manifestações concretas. A paciência é expressão do amor: “O amor é paciente, é benfazejo; não é invejoso, não é presunçoso nem se incha de orgulho; não faz nada de vergonhoso, não é interesseiro, não se encoleriza, não leva em conta o mal sofrido; não se alegra com a injustiça, mas fica alegre com a verdade. Ele desculpa tudo, crê tudo, espera tudo, suporta tudo.”(1Cor 13, 4-7)

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Não saber esperar, não ter paciência com o desenrolar natural da vida de outra pessoa, é sinal da mais grave crise do humano, a falta de amor, pois ninguém é incapaz de amar. Não amar é doença gravíssima que atinge o corpo, a alma e o espírito e urge de premente tratamento para não deixar de ser humano. É possível tratar-se fundado na misericórdia de Deus que deseja não a morte, mas a conversão do pecador.   Obrigado às mães que sofrem e assumem a dor da maternidade. Obrigado às mães que são pacientes e sabem esperar, respeitando o outro que gera, traz ao mundo, cria e educa, independentemente do tempo do desenrolar de sua existência. Estas mães são profetisas do nosso tempo. Deus as abençoe!

Sem amor, sem Deus e sem mãe, ninguém de nós existiria.

No Dia das Mães, falar de mãe leva-nos a pensar no amor fraterno, divino, maternal e solidário. Falar de um amor que só pode existir em função do outro. Foi o que aconteceu com Jesus Cristo, tendo um amor não só pelos judeus, mas também pelos pagãos. O amor não pode ser abstrato, mas uma experiência concreta de vida. Numa visão propriamente de fé, a mãe é aquela que personaliza, em si, a figura criadora, a educadora e a amorosa de Deus. Ela consome sua vida para dar vida feliz aos filhos. A verdadeira mãe não minimiza seus esforços para educar bem, acompanhando os filhos, encaminhando-os para uma vida digna e saudável. A centralidade da vida e da convivência de uma família, de uma comunidade ou de um grupo de pessoas, deve ser o amor. Foi este o grande anúncio de Jesus Cristo, mostrando aos seus apóstolos e às primeiras comunidades cristãs o que deve ser a sua identidade. Convive bem quem ama de verdade e reconhece o valor do outro. A expressão “meu amor” não pode se transformar em “meu pesadelo”, porque amar é um bem precioso e não pode ser banalizado. Ele possibilita uma relação justa entre as pessoas e leva a uma atitude de libertação, porque ninguém deve ser escravo de ninguém. Não fomos criados para uma submissão arbitrária. Mãe é sinal de amor. Deus é Pai e Mãe de todos nós. Sem amor, sem Deus e sem mãe, ninguém de nós existiria. Somos frutos de uma experiência de amor, de uma doação certamente sem limites, inclusive com enfrentamento de sacrifícios e sofrimentos. É uma experiência que dignifica e dá sentido de viver às pessoas. A vida de comunidade, com desafios e diversidades, deve ser a convergência de expressões e práticas concretas de amor. Ela não é diferente de uma vida familiar, onde todos dever perseguir o bem de seus membros. Aqui podemos até fazer uma correlação existente entre o amor de Deus, o da comunidade e o de mãe.

Andrea Mantegna - A virgem com o menino - Berlim - Séc.XV

Dom Tomé Ferreira da Silva

Bispo Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo

Dom Paulo Mendes Peixoto Arcebispo de Uberaba Fonte: CNBB


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Obra Social

Maio de 2012

A fé sem ação é morta A Obra Social Santa Edwiges (OSSE) existente há mais de 40 anos, foi criada para atender as necessidades da comunidade de Heliópolis e arredores, especialmente para aqueles mais desprovidos de condições básicas na área da saúde, educação, bem-estar e outros.

os seus exemplos, colaboraram com os mais necessitados, como nos é solicitado nas Escrituras. Agradecemos a todos que estiveram envolvidos de forma direta e indireta. Que a benção e a graça de Deus, possa iluminar o caminho de todos.

E você? Faça a diferença também, seja um voluntário. Esperamos por você! Jaime Coelho - tel.: 2591-2281 OSSE (osseobra@uol.com.br)

O título deste artigo nos introduz: a Fé sem ação é morta, e é a partir desta frase tão conhecida e de extrema importância, que a OSSE busca cada vez mais colocar em prática esta ideia. “Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma. Mas dirá alguém: Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras” (Tiago 2,17-18). Mas como levar esse compromisso para o nosso dia a dia? Sabemos que os desafios são muitos, especialmente quando vivemos em uma sociedade tão complexa e programada para tudo, como São Paulo. Onde, se não tivermos cuidado e disciplina, corremos o risco de sermos engolido com as preocupações e correria do dia a dia e acabamos nos afastando do nosso compromisso cristão, tornando difícil cada vez mais colocar a fé em prática. A OSSE é um local o qual, a nossa comunidade pode colocar em prática suas ações. A Fé é a certeza de algo, é agir em conformidade ao que se fala. Existe um ditado popular que diz: Ações falam mais do que mil palavras. Mas o que tem de espiritual nisso? Tudo! “Se um irmão ou uma irmã não tiverem o que vestir e lhes faltar o necessário para a sua subsistência de cada dia, e alguém de vós lhes disser: Ide em paz, aquecei-vos e saciai-vos; e não lhes der o necessário para sua manutenção, que proveito há nisso?” (Tiago 2,15-16).

Voluntários do Santuário e da OSSE na cozinha do Salão S. José Marello

Um grande exemplo da Fé Viva ocorreu no dia 22 de abril, onde a OSSE realizou uma feijoada em prol das necessidades dos seus projetos. Contamos com a colaboração de vários paroquianos que doaram parte do seu tempo para a realização deste evento. Aqueles que também usufruíram do almoço, colaboraram com a Obra Social, pois cada convite comprado, uma doação era feita em prol da Obra. Esta atividade é um dos diversos exemplos de Fé e Ação, onde os devotos e paroquianos que buscam a intercessão de Santa Edwiges e seguem

Equipe responsável pela organização da feijoada


Nossa Santa

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Maio de 2012

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Mãe prudente e solícita do povo! “Virtudes Marianas” de Sta. Edwiges A relação de Santa Edwiges com Nossa Senhora se dá por uma coisa: aceitação da vontade de Deus e união na ação salvadora de Jesus Cristo. Neste tempo de Páscoa da Ressurreição louvemos à Mãe de Jesus no seu belíssimo mês também com os méritos de Santa Edwiges. Uma das mais belas invocações da Ladainha de Santa Edwiges consta do seguinte: Santa Edwiges, mãe e mestra piedosa de vossa prole! Outra assinalação forte e marcante da vida de nossa padroeira é a que consta no “Prefácio de Santa Edwiges”, assinada no Missal homônimo: “Ela era a mulher forte, a mãe prudente e solícita do povo...”. Na Igreja Católica no mundo inteiro, celebramos com especial devoção e dedicação no mês de maio, o mês de Maria. Honramos e veneramos a Santa Mãe de Deus – título da primeira celebração do Ano Civil, 1º de janeiro – como a Mãe da humanidade, entregue a São João pelo próprio Filho de Deus no patíbulo da cruz. Maria também nos foi entregue por Jesus como nossa Mãe. Isso é uma verdade irrefutável! É só fazer a leitura orante dos textos bíblicos de João 19,25-27 e Atos dos Apóstolos 1,12-14. Maria, Mãe de nosso Salvador nos dá um belo exemplo de confiança em Deus e louvores ao altíssimo ao aceitar ser a portadora da Boa Nova, bem como nos ensina a dar graças ao bom Deus com o Magnificat (cf. Lucas 1, 26-38.46-55). Santa Edwiges, padroeira dos pobres e endividados, também pode ser acorrida como “madrinha”, pois, na Mãe de Deus, Maria, teve um modelo exemplar na sua vida na terra. Diversas vezes o povo polonês recorria à sua poderosa intercessão de sua contemporânea que, falecida, intercedia por todos do céu, junto de nossa Senhora. Gosto de pensar na relação de Santa Edwiges com Maria. Principalmente no que concernia aos sofrimentos das duas. A Mãe de Deus sofria em silêncio os mistérios de Deus em sua vida, bem como na vida do Filho Encarnado em seu seio e na nossa história. Nossa padroeira honrava a Deus por seus filhos e filhas, mesmo quando padecia por dores e sofrimentos, quando os interesses perversos do ducado lhes tiravam o gozo do convívio familiar causando assim um drama para Santa Edwiges.

Vejamos, pois como as virtudes de Maria podem refletir em Santa Edwiges. Maria, Mãe de Jesus e nossa, guardava tudo no coração e ficava maravilhada com as coisas que diziam acerca de seu Menino (cf. Lucas 2,19.33). Ainda mais, Maria intercedia já a Jesus no relato das Bodas de Cana (cf. João 2,1-5) pela comunidade que nele se reunia para um importante acontecimento, transformando as relações dos homens com Deus. Por fim, no episódio da cruz, Maria é dada à humanidade como Mãe e intercessora (cf. João 19,25-27). Nossa padroeira Santa Edwiges, por ser “particular serva da Mãe de Deus”, sempre trazia consigo uma estátua da Virgem Maria, pode “dedicar-se à santa vontade de Deus” por, justamente, ser um “modelo de esposa cristã”, “mãe e mestra piedosa de vossa prole” e, ainda, “mãe dos pobres porque era “fiel discípula do Crucificado”. Todas essas “aspas” denotam todo um contexto da vida de Santa Edwiges que, equipara-se à Nossa Senhora para com Jesus. Estas não são por menos, as invocações contidas na ladainha de nossa padroeira, que rezamos todas as vezes que realizamos nossa novena.

namente ressuscitado! Associando-se à obra salvífica de Cristo, Maria e Edwiges ensinamnos que é possível sermos Discípulos e Missionários de Jesus no nosso tempo e a nossa história. Rezemos juntos: Vós, Santa Edwiges, que fostes na terra amparo dos pobres e desvalidos e socorro dos endividados, no Céu onde gozais o eterno prêmio da caridade que praticastes, confiante vos sede minha advogada, para que eu obtenha a graça de... (diz a graça que se pretende) e por fim a graça suprema da salvação eterna. Amém. Deo gratias!

Mesmo na dura pena da morte do filho Conrado, Edwiges pode expressar todo o seu agradecimento a Deus pela “vida de um tal filho, que sempre a amou e tratou com o mais filial respeito, jamais causando o menor desgosto” (cf. Novena de Santa Edwiges. 7ªEd. São Paulo, 2007, p. 7). As virtudes materna de Santa Edwiges, inspiradas em Maria, Mãe de Jesus, encontramos em todo o tratamento devotado e honroso que prestava a seus súditos, religiosos e religiosas, bem como aos padres que passavam por seu reinado para celebrar a missa. Isto encontramos anotado na meditação e no exemplo de Santa Edwiges, no quarto dia da novena a ela dedicada (cf. Novena de Santa Edwiges. 7ªEd. São Paulo, 2007, p. 10-11). Maria e Edwiges associam-se numa só coisa: o amor a Deus em Jesus crucificado e ple-

Altar de Sta. Edwiges - ao lado a imagem de N.Sra. Aparecida

Martinho Vagner

martovagner@yahoo.com.br


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Palavra do Pároco

A Mãe!

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Maio de 2012

A Mãe Edwiges certamente olhou muito para a mãe Maria, aprendendo dela o silêncio precioso da escuta.

Caro leitor e Querida leitora!

Venho neste mês refletir um pouco sobre este papel tão importante da vida, a Mãe! Criatura amiga, pessoa sensível, de olhar atento, de leituras dos interditos e dos não ditos, a grande conciliadora, a personagem fiel de cada história, enfim a Mulher! Saber falar e saber calar é o tema da novena de Santa Edwiges neste mês de maio, e como é importante e sábias as palavras de uma mãe, onde brotam de um coração a verdade, o amor, o carinho e a sinceridade. Fazendo com que tudo vá se resolvendo e encaminhando na vida daqueles que tem neste ser uma conciliadora, papel que Edwiges ensina às mães e ensina aos filhos, que tanto ela soube educar, como a sua filha, que no convento como súdita, certamente se fazia valer a voz da superiora ao recolher e encaminhar as ordens e as orientações da vida conventual. Sábia esposa, que educa o marido, dando a ele o testemunho, recebendo o afeto divino

em ter atendido as suas dificuldades ao servir o esposo, que em reclamar da austeridade que se aplicava aos preceitos religiosos por ele questionados, tinha ela Edwiges de Deus, a graça e a glória de ver ser realizada, trazendo a paz, sendo a vencedora no espaço familiar. A Mãe Edwiges certamente olhou muito para a mãe Maria, aprendendo dela o silêncio precioso da escuta, da oração, da confiança e por que não também da dúvida, pois tantos foram às possibilidades de não poder de fato entender o que se passava em toda a epopéia da vida de seu Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, como descreve o evangelho de Lucas 2,9; Ela ouvia e meditava em silêncio no seu coração, ou no silêncio da cruz em ver a vida de seu filho tombada na mão de zombadores e tiranos, e mesmo assim não o abandonou. Mãe, a você neste mês a nossa prece e o nosso desejo que cada vez mais Deus seja louvado na vida de todas as criaturas que dão

a luz. Que vocês possam dar esta luz, que faz a vida no seu curso ser mais bonita, ser curtida e amparada por quem alimenta a esperança, assiste na dor, incentiva no recomeço e vibra na vitória. Mãe de Deus e Senhora Nossa, Maria Mãe da Igreja, olhai compassiva para todas as mães, e ajudai a nós todos os filhos a encontrar sempre um tempo para valorizar a vida e observar aos acenos de Deus em nossos dias. Que possamos fazer à vontade de Deus, seguindo com amor as pegadas do Cristo, que o exemplo das Santas Mulheres, das mulheres da história da Salvação nos inspire a fidelidade ao plano de Deus. Amém.

Pe Paulo Siebeneichler – OSJ

pepaulo@santuariosantaedwiges.com.br

Novena de Santa Edwiges 5º DIA – SABER FALAR E SABER CALAR Meditação

Exemplo

Diz o apóstolo São Tiago que o homem perfeito é aquele que não peca por palavras. Realmente quantas pessoas não matam sua alma somente porque não sabem controlar a língua? Nosso Senhor dizia que não é pecado o que entra pela boca, mas o que sai do coração. A reputação alheia nos deve ser tão cara quanto a nossa. Não devemos divulgar o que os outros não tem o direito de saber. Quantas vezes o silêncio em torno de certos assuntos nos livraria a nós e aos outros de situações embaraçosas... Maria Santíssima vivia no silêncio e, no entanto, se quisesse teria tanto que falar! O silêncio ensina tantas coisas! A língua é uma arma de dois gumes: é perigosa e traiçoeira... Na maioria das vezes é melhor calar do que falar. Não se nega, com isso, que não haja momentos em que podemos e devemos falar. Mas, o cuidado no falar deve ser sempre muito grande, porque facilmente cometemos excessos e exageros.

A vida em família de Santa Edwiges foi um exemplo de caridade e uma fonte de riqueza espiritual. A sua influência moral conseguia muitas vezes acalmar os ânimos rebeldes daqueles que a cercavam. Por meio de sacrifícios, jejuns e orações continuadas, tudo fazia para construir no reino e entre os seus parentes a paz de Cristo. No entanto, o espírito belicoso dos cortesãos e as rixas antigas que dormitavam nos corações anulavam, vez por outra, a atuação benéfica de Edwiges. Ela se via então envolvida na desordem, na confusão dos ódios que alteravam os seus planos de pacificação geral. Mas, ela não desanimava. Enfrentava os contratempos com uma energia raríssima numa dama de sua época; e em todos os instantes procurava evitar danos maiores, funcionando como incansável mediadora e abençoada pacificadora. Imagem do Santuário Santa Edwiges


Batismo Batismo de 22 de abril 2012

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Maio de 2012

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Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo (Mateus 28, 19-20)


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Notícias

Maio de 2012

Comunidade Paroquial celebra Domingo de Ramos e realiza procissão Cerca de mil fieis e paroquianos celebraram no dia 1º de abril o início da Semana Santa.  O Domingo de Ramos, que recorda a entrada de Jesus em Jerusalém, também ressaltou o tema da campanha da Fraternidade: Fraternidade e Saúde Pública. Nesta data foi realizado o dia da Coleta da Solidariedade, onde as doações financeiras são revertidas para o Fundo Nacional e Diocesano de Solidariedade. As celebrações no Santuário começaram cedo, às 7h da manhã com missa e

benção dos ramos, às 8h30 procissão com saída da Comunidade N. Sra. Aparecida caminhando até o Santuário Sta. Edwiges, onde foi presidida a missa pelo Pe. Paulo Siebeneichler, pároco e reitor, e por fim, missas às 11h e 18h30 todas com benção dos ramos.

Ceia do Senhor e Lava-pés Na noite do dia 5 de abril, toda a comunidade paroquial do Santuário Sta Edwiges esteve reunida na missa da Ceia do Senhor e Lava-pés, que relembra os últimos momentos de Cristo com os seus  apóstolos antes da crucificação. Paroquianos e devotos representaram os 12 apóstolos e tiveram os pés lavados pelo vigário paroquial, Pe. Bennelson Barbosa. ”Lavar os pés não era digno, era gesto dos escravos, mas Jesus revela seu amor… Ele lava os pés, como sinal de igualdade”, diz o padre.

Pe. Paulo Siebeneichler, pároco e reitor do Santuário e Pe. Roberto Palloto, vigário paroquial, concelebraram junto ao Pe. Bennelson. O pároco relembrou todos os sacerdotes que por aqui passaram e pediu ao povo que recordassem os padres que passaram em suas vidas, desde o batismo até os dias atuais. A missa foi encerrada com a translação do Santíssimo Sacramento até a Capela da Reconciliação, ao lado do Santuário.

Pe. Bennelson Barbosa lava e beija o pé de um paroquiano na imitação de Jesus com seus discípulos

Sexta-Feira da Paixão do Senhor Dia de guarda para os católicos, a celebração da cruz ocorreu no dia 06 de abril às 15h no Santuário Sta Edwiges. Foi presidida pelo vigário paroquial, Pe. Paulo Sérgio e concelebrada, também pelo vigário, Pe. Roberto Palloto. Neste dia, a Igreja não celebra a Eucaristia que é substituída pela Celebração da Paixão do Senhor.  A solenidade é  dividia em três partes: celebração da Palavra; adoração a Santa Cruz e rito da Comunhão. Com a cruz, a Igreja proclama a vitória de Jesus Cristo sobre a morte, o triunfo do seu amor. No final da celebração, cada um venerou inCelebração da Cruz dividualmente a cruz.

Distribuição de pães na noite da Instituição Eucarístia e do Lava-pés

Pe. Roberto, Pe. Bennelson e Pe. Paulo na Consagração Eucarística


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Notícias

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Encenação da Paixão e Procissão do Senhor Morto Ainda na sexta-feira, adultos e jovens de diversas pastorais do Santuário fizeram a encenação da Paixão de Cristo dentro da igreja, que esteve lotada durante toda a noite. Além da encenação, foi realizada a Procissão do Senhor Morto pelos arredores do Santuário. O vigário paroquial, Pe. Bennelson Barbosa motivou os dois momentos com orações e reflexões, para que todo o ritual não fosse apenas algo lúdico, mas sim, uma espiritualidade profunda em preparação para a Páscoa do Senhor.

Maria recebe Jesus em seus braços. Tiago e Cibele

Encenação da Crucificação de Cristo, pelo jovem Tiago Lopes

Procissão do Senhor morto

Vigília de Páscoa No sábado (07), a comuO Santuário esteve lotado A liturgia desta celebração nidade paroquial do San- é diferenciada, possui 9 lei- durante toda a noite da Vigítuário Sta Edwiges celebrou turas, a ladainha dos santos, a lia, onde os fieis e devotos, rea Vigília Pascal às 20h, dan- benção da água, a renovação fizeram este memorial da Pásdo início com a benção do das promessas batismais, a coa e exclamaram com fervor: Fogo Novo. O presidente da aspersão e o ápice da noite, a Aleluia, Jesus Ressuscitou! celebração foi o Pe. Paulo, celebração Eucarística. pároco e reitor, que concelebrou junto aos seus confrades, Pe. Paulo Sérgio e Pe. Roberto Palloto, vigários paroquiais. “Segundo uma antiqüíssima tradição, esta é a noite de vigília em honra do Senhor (Ex 12, 42).  Os fiéis, tal como recomenda o Preparação para a benção da água e aspersão evangelho (Lc 12, 35-36), devem asemelhar-se aos criados, que com as lâmpadas acesas nas mãos, esperam o retorno do seu senhor, para que quando este chegue os encontre velando e os convide a sentar à sua mesa” (Missal Romano, pg 275). Benção do Fogo Novo Sábado Santo Pe. Paulo e Pe. Paulo Sérgio

Comunidade Paroquial na Renovação das Promessas Batismais


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Jornada Mundial

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Maio de 2012

A história da Juventude escritas nas JMJ´s - Parte 2 O maior JMJ de todos os tempos aconteceu na cidade filipina de Manila, no ano de 1995. Reuniram-se 4 milhões de jovens que escutaram do Papa a seguinte provocação: “Sois capazes de oferecer vós mesmos, vossas forças e vossos talentos para o bem dos demais? Sois capazes de amar? Sim, vós sois. A Igreja e a sociedade podem colocar grandes esperanças em cada um de vós”.

Em 1997, foi a vez de bela capital francesa (Paris) acolher quase um milhão de jovens que ali se reuniram. Nesse encontro muitas coisas bonitas aconteceram: primeiramente, foi à primeira experiência das conhecidas por nós hoje como as “pré-jornadas”, e posteriormente o testemunho bonito e a exortação de João Paulo II, que dizia: “Vosso caminho não termina aqui. O tempo não para no hoje. Saiam às ruas do mundo, às ruas da humanidade e fiquem unidos à Igreja de Jesus Cristo!” Chegamos ao ano 2000, ano jubilar, e consequentemente o Jubileu da Juventude. Em Roma, 2 milhões de jovens reuniram-se para celebrar e cantar o “Emanuel”, o “Deus conosco, o Deus com a juventude. E ali, sua santidade motivava os jovens dizendo: “Jovens de todos os continentes, não tenhais medo de ser os santos do novo milênio! Sede contemplativos e amantes da oração, coerentes com a

vossa fé e generosos no serviço aos irmãos, membros vivos da Igreja e artífices de paz..” Em 2002, o grande evento ocorreu na cidade canadense de Toronto. Mais de 800 mil jovens ali estiveram para a última jornada do papa dos jovens. Ele mesmo com a saúde muito debilitada, mas demonstrando um profundo amor, dizia: “Vós sois jovens e o Papa é idoso, e ter 82 ou 83 anos não é a mesma coisa que ter 22 ou 23. Todavia, ele continua a identificar-se plenamente com as vossas esperanças e as vossas aspirações. Juventude de espírito, juventude de espírito! Embora eu tenha vivido no meio de muitas trevas, sob duros regimes totalitários, tive suficientes motivos para me convencer de maneira inabalável de que nenhuma dificuldade e nenhum temor é tão grande a ponto de poder sufocar completamente a esperança que jorra sem cessar no coração dos jovens.”

Em 2005 acontece uma coisa inédita: é a primeira JMJ preparada por dois papas, um que reuniu-se com meio milhão de jovens na cidade alemã de Colonia (Bento XVI) e outro que intercedia do céu por cada jovem ali presente (João Paulo II). Em 2008 foi a vez de Sidney na Austrália, receber a J MJ. Essa jornada não foi a maior em presença de jovens, porém a presença juvenil naquele período encheu a cidade de Sidney da presença do Espírito Santo, e o rosto jovem da Igreja renovou a Igreja local. Em 2011, a cidade-sede foi Madrid, com a juventude da geração de Bento XVI. Mais de um milhão de jovens ali se reuniram e escutaram a seguinte declaração: “A Jornada Mundial da Juventude em Madrid renovou nos jovens o cha-mado a serem o fermento que faz a massa crescer, levando ao mundo a esperança que nasce da fé. Sede generosos ao dar um testemunho de vida

cristã, especialmente em vista da próxima Jornada no Rio de Janeiro”. É isso aí, chegou a nossa hora, a hora de escrevermos a nossa história. Como dizia o pensador D. N. Marinotis: “Quando falamos de história, temos o costume de nos refugiar no passado. É nele que se pensa encontrar o seu começo e o seu fim. Na realidade, é o inverso: a história começa hoje e continua amanhã”. Por isso, continuemos a escrevê-la, é a hora da JMJ Tupiniquim, que venha logo 2013! Até lá.

Frei José Alves de Melo Neto OSJ - Assessor Pastoral j_neto85@hotmail.com


Dia Mundial das Comunicações

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Silêncio e palavra: caminho de evangelização Amados irmãos e irmãs, Ao aproximar-se o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2012, desejo partilhar convosco algumas reflexões sobre um aspecto do processo humano da comunicação que, apesar de ser muito importante, às vezes fica esquecido, sendo hoje particularmente necessário lembrá-lo. Trata-se da relação entre silêncio e palavra: dois momentos da comunicação que se devem equilibrar, alternar e integrar entre si para se obter um diálogo autêntico e uma união profunda entre as pessoas. Quando palavra e silêncio se excluem mutuamente, a comunicação deteriora-se, porque provoca um certo aturdimento ou, no caso contrário, cria um clima de indiferença; quando, porém se integram reciprocamente, a comunicação ganha valor e significado. O silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras densas de conteúdo. No silêncio, escutamo-nos e conhecemo-nos melhor a nós mesmos, nasce e aprofunda-se o pensamento, compreendemos com maior clareza o que queremos dizer ou aquilo que ouvimos do outro, discernimos como exprimir-nos. Calando, permite-se à outra pessoa que fale e se exprima a si mesma, e permite-nos a nós não ficarmos presos, por falta da adequada confrontação, às nossas palavras e ideias. Deste modo abre-se um espaço de es-

cuta recíproca e torna-se possível uma relação humana mais plena. É no silêncio, por exemplo, que se identificam os momentos mais autênticos da comunicação entre aqueles que se amam: o gesto, a expressão do rosto, o corpo enquanto sinais que manifestam a pessoa. No silêncio, falam a alegria, as preocupações, o sofrimento, que encontram, precisamente nele, uma forma particularmente intensa de expressão. Por isso, do silêncio, deriva uma comunicação ainda mais exigente, que faz apelo à sensibilidade e àquela capacidade de escuta que frequentemente revela a medida e a natureza dos laços. Quando as mensagens e a informação são abundantes, torna-se essencial o silêncio para discernir o que é importante daquilo que é inútil ou acessório. Uma reflexão profunda ajudanos a descobrir a relação existente entre acontecimentos que, à primeira vista, pareciam não ter ligação entre si, a avaliar e analisar as mensagens; e isto faz com que se possam compartilhar opiniões ponderadas e pertinentes, gerando um conhecimento comum autêntico. Por isso é necessário criar um ambiente propício, quase uma espécie de “ecossistema” capaz de equilibrar silêncio, palavra, imagens e sons. Grande parte da dinâmica atual da comunicação é feita por perguntas à

Imagem do Papa Bento XVI na JMJ - Madrid 2011

procura de respostas. Os motores de pesquisa e as redes sociais são o ponto de partida da comunicação para muitas pessoas, que procuram conselhos, sugestões, informações, respostas. Nos nossos dias, a Rede vai-se tornando cada vez mais o lugar das perguntas e das respostas; mais, o homem de hoje vêse, frequentemente, bom bardeado por respostas a questões que nunca se pôs e a necessidades que não sente. O silêncio é precioso para favorecer o necessário discernimento entre os inúmeros estímulos e as muitas respostas que recebemos, justamente para identificar e focalizar as perguntas verdadeiramente importantes. Entretanto, neste mundo complexo e diversificado da comunicação, aflora a

preocupação de muitos pelas questões últimas da existência humana: Quem sou eu? Que posso saber? Que devo fazer? Que posso esperar? É importante acolher as pessoas que se põem estas questões, criando a possibilidade de um diálogo profundo, feito não só de palavra e confrontação, mas também de convite à reflexão e ao silêncio, que às vezes pode ser mais eloquente do que uma resposta apressada, permitindo a quem se interroga descer até ao mais fundo de si mesmo e abrir-se para aquele caminho de resposta que Deus inscreveu no coração do homem. No fundo, este fluxo incessante de perguntas manifesta a inquietação do ser humano, sempre à procura de verdades, pequenas ou grandes, que dêem

sentido e esperança à existência. O homem não se pode contentar com uma simples e tolerante troca de cépticas opiniões e experiências de vida: todos somos perscrutadores da verdade e compartilhamos este profundo anseio, sobretudo neste nosso tempo em que, “quando as pessoas trocam informações, estão já a partilhar-se a si mesmas, a sua visão do mundo, as suas esperanças, os seus ideais” (Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2011).

Trecho da Mensagem do Papa Bento XVI para o Dia Mundial das Comunicações Social - 20 de maio de 2012 Veja na íntegra: http://www.vatican.va


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São José

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No pleno exercício da paternidade O nascimento de Jesus Chamado a servir diretamente a pessoa e a missão de Jesus por meio do exercício da paternidade, José coopera de tal modo na plenitude dos tempos ao grande Mistério da Redenção e é verdadeiramente ministro da salvação. (RC.) José coloca, portanto, Jesus em contato com lugares, pessoas e ritos, executando aquilo que era pré-estabelecido por Deus no designo da encarnação e da redenção. A primeira etapa é Belém. Lá, pois, deve nascer o Messias, “o chefe, que apascentará o meu povo, Israel”, conforme as palavras do profeta Miqueias (5,1; Mt.2,5s). José, juntamente a Maria, torna-se testemunha privilegiado da vinda do Filho de Deus no mundo; ele é o primeiro com Maria a ver, sentir, tocar

e acolher o Verbo de Deus feito homem. José é, ao mesmo tempo, testemunha da adoração dos pastores (Lc.2,16), representantes do povo, Israel, que Jesus veio para salvar (Mt.1,21; Lc.2,11).

Inscrições para Catequese de 1ª Comunhão Estão abertas as inscrições para as novas turmas de Catequese. Crianças a partir de 9 anos na 3ªsérie do ensino fundamental. Todos os sábados de junho (02, 09, 23 e 30) exceto dia 16 e; Todos os sábados de julho (07, 14, 21 e 28) das 08h30 às 12h e das 13h às 17h. Documentos necessários: - Xerox da certidão de nascimento; - Certidão de batismo; - Comprovante de residência; - Comprovante escolar; - Uma taxa de R$5,00. Venha enriquecer a sua fé!

O recenseamento  Mesmo que a redenção alcance o seu vértice no Mistério Pascal, não podemos esquecer que toda a vida de Jesus é redentora, desde a encarnação até o envio do Espírito Santo. Os capítulos 1 e 2 de Mateus e de Lucas são chamados “Evangelhos da Infância”, mas, na realidade, abrangem o período mais longo da vida terrestre de Jesus, ou seja, os 30 anos que vão desde a concepção até o batismo (Cf. Lc.3,23). A sua singular importância na Igreja Apostólica é devida ao fato que neles são sublinhados aqueles gestos de Jesus que têm um particular significado salvífico e nos quais José foi o necessário “Ministro” pela razão da condição humana de Jesus.

A exortação apostólica “Redemptoris Custos” evidencia o recenseamento, a circuncisão, a imposição do nome, a apresentação ao templo, a fuga para o Egito, a permanência no templo, a sustentação e a educação de Jesus em Nazaré. Qual é, portanto, o valor salvífico destas “ações” de Jesus, nos quais José foi ministro? (Tradução e adaptação do texto “San Giuseppe nella catechesi” do Pe. Tarcisio Stramare - OSJ)

Pe. Giovanni Battista Erittu, OSJ erittugiovanni@gmail.com


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Santo do mês

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Santo Isidoro Lavrador - 15 de maio

A imagem do santo do mês

Isidoro nasceu em Madri, na Espanha, em 1070, filho de pais camponeses, simples e seguidores de Cristo. O menino cresceu sereno, bondoso e muito caridoso, trabalhando com os familiares numa propriedade arrendada. Levantava muito cedo para assistir a missa antes de seguir para o campo. Quando seus atos de fé começaram a se destacar, já era casado com Maria Toríbia e pai de um filho. 

Sua notoriedade começou quando foi acusado de ficar rezando pela manhã, na igreja, em vez de trabalhar. De fato, tinha o hábito de parar o trabalho uma vez ao dia para rezar, de joelhos, o terço. Mas isso não atrapalhava a produção, porque depois trabalhava com vontade e vigor, recuperando o tempo das preces. Sua bondade era tanta que o patrão nada lhe fez.  Não era só na oração que Isidoro se destacava. Era tão solidário que dividia com os mais pobres tudo o que ganhava com seu trabalho, ficando apenas com o mínimo necessário para alimentar os seus. Quando seu filho morreu, ainda criança, Isidoro e Maria não se revoltaram, ao contrário, passaram a se dedicar ainda mais aos necessitados.  Isidoro Lavrador morreu pobre e desconhecido, no dia 15 de maio de 1130, em Madri, sendo enterrado sem nenhuma distinção. A partir de então começou a devoção popular. Muitos milagres, atribuídos à sua intercessão, são narrados pela tradição do povo espanhol. Quarenta anos depois, seu corpo foi trasladado para uma igreja.  Humilde e incansável foi esse homem do campo, e somente depois de sua morte, e com a devoção de todo o povo de sua cidade, as autoridades religiosas começaram a reco-nhecer o seu valor inestimável: a devoção a Deus e o cumprimento de seus mandamentos, numa vida reta e justa, no seguimento de Jesus.  Foi o rei da Espanha, Filipe II, que formalizou o pedido de canonização do santo lavrador, ao qual ele próprio atribuía a intercessão para a cura de uma grave enfermidade. Em 1622, o papa Gregório XV canonizou santo Isidoro Lavrador, no mesmo dia em que santificou Inácio de Loyola, Francisco Xavier, Teresa d’Ávila e Filipe Néri.  Hoje, ele é comemorado como protetor dos trabalhadores do campo, dos desempregados e dos índios. Enfim, de todos aqueles que acabam sendo marginalizados pela sociedade em nome do progresso. Santo Isidoro Lavrador é o padroeiro de Madri.

Fonte: http://www.paulinas.org.br

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Mensagem especial

Eu não... Meus pais, meus irmãos, meus parentes, amigos, os outros, os outros... Todos eles... Todos se comportam de maneira tal que... Sentem-se como se fossem... Todos. Mas eu... Eu não! Dedos em riste! Vozes a comentar, a julgar comportamentos, atos e atitudes! Dos alheios aos seus. Julgamentos feitos com opiniões que pertencem tão somente a quem se pensa no direito de. De ver o mundo do outro. Dias sombrios a obscurecer dias que se julgava límpido! Vidas escondidas a falar da vida dos outros. Encapsulam-se para tal. Ouvidos atentos, alertas às palavras que ganham vida e se espalham aos quatro cantos. Olhares altivos a ver o que é do outro. Desconectam-se do que é seu. Vidas. Vidas feitas, em quase sua totalidade, de diz que diz que, de pessoas que se julgam no direito de esconder a sua própria e comentar a do outro, a apontar com o dedo em riste, cobrando o que julga certo, de acordo com parâmetros tão seus. Donos da verdade que julgam ser sua. O saber do que acontece ao outro, faz com que venham à tona sentimentos inerentes à condição humana... E incomoda, traz tristeza, inveja, raiva, menos valia... Faz com que se perceba que nada foi feito em prol de uma vida melhor. Para si mesmo. Pobres seres que sequer sabem que são apenas alguém que mora em uma das galáxias existentes. E existem bilhões de galáxias. Que é tão somente uma espécie. Uma em meio a bilhões de outras existentes. Um, tão somente um alguém, em meio a sete bilhões de pessoas existentes na terra. Seres que se julgam, em sua ignorância, o mais que todos. Querem ensinar ao outro o que fazer de sua vida, o que falar, o que sentir, o que fazer e não se dão conta de como é a vida deles... Jogada como lixo debaixo do tapete! Tanto lixo, que sequer percebem que são o outro na vida do outro. Como se possível fosse... “Por que olhas o cisco no olho do teu irmão, e não percebes a trave que há no teu?” Lc 6,41.“[...] a boca fala daquilo que está cheio o coração.” Lc 6, 45.

Heloisa P. de Paula dos Reis hppaulareis@yahoo.com.br


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Especial

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Evangelho e Evangelhos

Introduzindo o tema do Evangelho segundo Marcos vamos conhecer o sentido da palavra Evangelho e seu significa original na história e no conjunto dos textos bíblicos.

Nossos Evangelhos - Os Evangelhos que conhecemos e indicamos em nossas Assembleias, usamos em nossa Catequese, estudamos e meditamos são os testemunhos narrativos mais próximos que podemos ter da figura histórica de Jesus Cristo, Filho de José e de Maria, o Filho de Deus. No Antigo Testamento o Pentateuco ou Torah ocupa o lugar central e é a referência para os Profetas e Escritos. Já no Novo Testamento os Evangelhos ocupam, por sua vez, este lugar central. Tudo se refere à Pessoa e Missão de Jesus Cristo. É o anúncio de Jesus feito pela Assembleia que Ele reuniu em torno de si e que agora caminha com Ele. A palavra evangelho vem da língua grega: euangélion, boa notícia, boa nova. Mais especificamente remuneração para quem traz uma boa notícia, ou simplesmente boa notícia. É neste sentido que a palavra irá ser usada no Novo Testamento. Não é apenas um conceito interessante que os textos expressam. É antes uma ação, uma atividade que primeiro foi vivenciada e contada de pessoa para pessoa. Agora é algo escrito - uma atitude escrita: anuncia-se a Pessoa e a Missão de Jesus Cristo. Evangelho: Pessoa e Missão de Jesus - Mas não é possível anunciar toda a Pessoa e Missão de Jesus Cristo. Nem é possível fazer uma biografia de Jesus, pois o que se deseja anunciar (evangelizar) de Jesus não é a vida e sim sua identidade mais intima (Pessoa) e sua atividade mais comprometida com o ser humano e com o mundo (Missão). A palavra Evangelho - O termo evangelho aparece no Livro do Profeta Isaías algumas vezes: 40,9; 52,7; 60,6; 61,1. Este último passo, de Isaías 61,1, é lembrado em Lucas 4,18. É quando Jesus se apresenta na Sinagoga de Nazaré, propondo uma espécie de “discurso programático”. Em Isaías lemos: O Espírito do Senhor está sobre mim, porque me ungiu; enviou-me a anunciar a boa nova (evangelho) aos pobres, a curar os quebrantados de coração e proclamar a liberdade aos cativos, a libertação aos que estão presos… E em Lucas lemos: O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me ungiu para evangelizar (anunciar a boa nova aos…) os pobres, envioume para proclamar a remissão aos presos, e aos cegos a recuperação da vista, para restituir a liberdade aos oprimidos e para proclamar um ano de graça do Senhor.

Evangelistas com seus simbolos, Ravena, S Vital. Mosaico do presbiterio, sec. VI

É interessante que são os escritos paulinos que usam o termo evangelho como o conjunto do anúncio cristão, de Jesus Cristo e sobre Jesus Cristo. O número de vezes que aparece tanto o substantivo evangelho quando o verbo evangelizar é maior em Paulo que nos próprios Evangelhos. Veja: uma vez em Mateus; dez vezes em Lucas; 15 vezes em Atos dos Apóstolos; 21 vezes nas Cartas Paulinas; duas vezes na carta aos hebreus; três vezes na primeira carta de Pedro e duas vezes no Apocalipse. Já o substantivo “evangelho” é encontrado: quatro vezes em Mateus, oito vezes em Marcos, uma vez na primeira carta de Pedro, uma vez no Apocalipse e 60 vezes nas cartas de Paulo. Curiosamente não é encontrado em João. Evangelho: sentido da palavra - Paulo também se refere à mensagem cristã como sendo ela mesma o evangelho: Em Efésios 6,19–20 lemos: Orai também por mim, para que, quando

abrir a boca para falar, me sejam dadas palavras que deem a conhecer com intrepidez o mistério do Evangelho, do qual sou embaixador comprometido, para anunciá-lo destemidamente e dele falar como convém. Ele, Paulo, se identifica como quem apresenta o evangelho, um evangelizador. Lemos na primeira carta aos Coríntios 15,1: Trago-vos à memória, irmãos, o Evangelho que vos tenho pregado e recebestes, no qual estais firmes. O próprio Apóstolo Paulo se mostra como alguém que tem um evangelho, como em Romanos 16,25: Àquele que é poderoso para vos confirmar segundo meu Evangelho e a pregação de Jesus Cristo, segundo a revelação do mistério mantido secreto nos tempos eternos, (…). Proposta e aceitação - A ideia que temos de Evangelho nos vem, sobretudo, dos escritos paulinos. Paulo é que consagrou o termo como a proposta e o ensino sobre o Senhor. Em primeira Coríntios 15,3 encontramos: Pois


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Especial

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se uma provável amostra disto deste querigma original: Princípio do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus. Poucas palavras que condensam o conteúdo do que se deseja demonstrar: que Jesus é o Cristo, isto é, o Salvador; e que é o Filho de Deus. A tudo isto se chega pelo que houve com ele de modo decisivo e impressionante: a morte e ressurreição. De UM Evangelho para OS Evangelhos - A pregação de Jesus é única e sem repetição. Não pode haver uma reedição ou reestruturação. Isto pelo fato de que não nos é possível ouvi-la, pois ela está fixada no tempo em que foi feita por Ele enquanto figura histórica, localizada em um tempo e um espaço geográfico e cultural.

Evangelistas com seus simbolos, Ravena, S Vital. Mosaico do presbiterio, sec. VI

na verdade eu vos transmiti em primeiro lugar, o que eu mesmo recebi… Este é o processo do Anúncio. É a dinâmica do Evangelho - Alguém, que um dia recebeu, agora transmite. Quem ouve, aceita e passa a transmitir também. E o anúncio da boa nova, o evangelho, progride. Um Evangelho - Um só é o Evangelho: o de Jesus Cristo! Ele anunciou o Reino de Deus, fez milagres ou sinais, realizou obras e demonstrou o amor do Pai. Ele propôs seu caminho de Salvação e viveu testemunhando que fora enviado pelo Pai. Foi amado, odiado, perseguido, acusado, morto e ressuscitou. Mandou que os Apóstolos se fizessem presentes no mundo e tornassem a sua Mensagem uma realidade viva. Depois que Jesus viveu, morreu e ressuscitou, começou o tempo da Igreja, da Comunidade dos que o seguiram. Os Apóstolos começaram a anunciar o Jesus que antes havia anunciado.

Eles então começam a fazer também o evangelho - o seu anúncio de Jesus Cristo. Relatos e memórias do Senhor - Os relatos e memórias de Jesus muito cedo começaram a ser contados oralmente e propostos como um Evangelho. O anúncio que Jesus fez era O evangelho. Depois os relatos e memórias deste anúncio passaram a ser UM evangelho. E este Evangelho marcou profundamente as pessoas e as comunidades que elas formavam. Tratase das memórias dos apóstolos e discípulos. Com a difusão do Cristianismo e o aumento das Comunidades ou Igrejas era necessário organizar os relatos a respeito de Jesus. E os textos começaram a aparecer, surgindo assim o que chamamos de Evangelhos. O mais necessário de anunciar era o fato principal sobre o Mestre: Ele é o Salvador e Ressuscitou dos Mortos. Em Marcos 1,1 encontra-

Mas este Evangelho que Ele anunciou foi guardado mentalmente e espiritualmente pela comunidade que se reunia para ouvir e seguir o Mestre. Os ditos e feitos de Jesus foram divulgados oralmente e contados à exaustão nos inícios do processo de difusão da boa nova. Não eram, porém, uma biografia, o que seria algo totalmente diferente de um Evangelho. Talvez aqui esteja um dos pontos mais difíceis de ser entendido pelos leitores dos Evangelhos e da Bíblia em geral. É muito comum que se busque, especialmente nos textos narrativos da Escritura, “biografias”, sendo que elas são raras na Bíblia. Os Evangelhos que temos, no caso, não são a “biografia” de Jesus, da sua vida… São, justamente, Evangelho, isto é, boa nova dele e sobre Ele. Com o passar do tempo e com o suceder das gerações cristãs, as memórias dos ditos e feitos de Jesus foram sendo fixados em textos e dispostos de modo a formar uma espécie de compêndio de querigma e catequese. Temos assim o surgimento do que será, mais tarde, já no final do primeiro século de nossa era, os Evangelhos que conhecemos. No próximo artigo iremos introduzir o Evangelho de Marcos.

Pe. Mauro Negro, OSJ Biblista PUC Assunção. São Paulo SP mauronegro@uol.com.br


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Amaral Antonio Pereira Monteiro Filho Família Almeida Andrade Antonio Poiato e família Familia Asevedo Berrocal Antonio Teixeira Neto Família Bertone Amaral Aparecida do Amaral Campezzi Família Coviello, Caputo e Oliveira Aparecida Lourdes Brianti e família Família Dassie Magalhães Gomes Apostolado da Oração Família Dassie Magalhães Gomes Argeu Carlote Família Dassie Magalhães Gomes Argeu Carlote Família Fernandes dos Santos e Delgado Argeu Carlote Família Ferreira Amaral Argeu Carlote Família Fiuza Arlindo Ferreira Família Fiuza Armando Santos Menezes Família Florisvaldo Jesus Santana Armazém do Sabor Família Gonçalves Armenny Markarian Alertermakian Família Guimarães e Siviero Auricério Inácio da Silva e Família Família Lucinda Gorreri Aurivan de Paiva Silva Família Marquezine e Apostolado da Oração Avelino e Beatriz Rosa Família Moryama Avilmar Souza Família Nunes Rodrigues Bartira Motta

Família Piccin Família Santos e Silva Família Santos e Silva Família Santos Lima Família Sena Família Sena de Almeida Família Tinelli Fátima e filhos: Tadeu, Tiago e Fernanda Lopes Fátima E. S.Moraes Fátima Monteiro de Ariola Fausto Ferreira de Freitas Fernanda Carolina Inácio Dayko Fernando Augusto Silva Fernando Gomes Martins Flávia Regina Rodrigues Flavio T. Pessuto e Família Florisa Sergina dos Santos Francisca Alves Nascimento, Tiago, Mateus e Felipe Francisca Paulino Silveira Francisco Araújo Lima Francisco Augusto Salles Wohlers e familiares Francisco Carlos Abranches Francisco de Assis Cabral e Família Francisco de Assis Pereira e Família Francisco de S. Leite e Francisca Inês Francisco e Antonia Amâncio Sobrinho Francisco Fernandes de Freitas e Família Francisco Michele e Guilherme Francisco Tomaz Ferreira Fraternidade São José Gabriela Augusta Oliveira Gazzan Izar Genésio Pereira Feitosa Geni Antonia da Silva e Família Geralda Generoso dos Santos, Antonio Marcos e Márcio Moreira Geraldo Alves Martins Getulio Sanches Gilberto da Silva Santana Gilmar Antonio B. Lírios Gilmar Barione Gisele Guimarães Ramos e Família Giseli Elaine Lopes de Freitas Glauce Avelar Gláucia Marques Jácomo Grupo de 3ª Idade Luar de Prata Guiomar Carvalho de Oliveira Gustavo Ashcar Hamilton Balvino de Macedo e Família Hebert AKira Kuniosi Heleno Amorim Linhares Helio Martins de Aguiar Helio Ranes de Menezes Filho Henrique Caires Nóbrega Netto Hermes Redentor Pereira Sencion Hiroshi Koto Ildo de Araújo e família Ilzimar Alves Soares Irandéia Ribeiro Santana de Souza Irene e Helio Irene Pocius Torolo e Antonio Demetrio Isaura de Jesus Cardoso Isaura Generoso dos Santos, Bruna e Bianca Ismael Ferreira de Matos e Família Ivete dos Santos Souza Ivete Gonçalves de Lima Elin Ivoni da Silva Calisto e Família Izaíra Toneti e família Jaciro Tiverom e família Jailda Ferreira da Silva Jandira e família / Francisca e Família Janice Monteiro Vieira (esposa do Sr. Mievel) JM Produtos Minerais Joana Adelaide Carvalho Joana Celestino de Sá Braga Lima Joana Teixeira dos Santos e Família João Augusto da Silva João Batista Piovan João Batista Turíbio João Bosco Alves João Bosco Calou João Braz Machado e Luciene Santos Borges João Carlos Crema João Evangelista Rocha de Jesus João Guimarães João Mario e Maria Helena João Pequim João Pereira de Andrade e Família João Ramiro Fusco João Ricardo Silva de Oliveira João, Alexandra e Camila Joaquim e Marilene do Nascimento Joaquim José de Santana Neto Joaquim Pedro da Silva Jobel Felix da Costa Jonatas Rodrigues Reis e Valéria de Sá Correia Reis Jorge Dantas dos Santos José Alves Pereira José Antonio Bruno e família Jose Augusto Ferreira da Mota e Família José Barbosa dos Santos José Batista do Amaral e Amélia Crivelari do Amaral José Carlos Andrade Santos

José Carlos Pinheiro José de Sousa Medeiros José Donizete Candido do Vale e Família José Domingos Gonçalves de Queiroz José e Terezinha Rafael Ferreira e família José Fernandes Góes José Fernandes Gomes Jose Luiz Bravo e Família José Portilho Gusmões José Richardson Pereira da Silva José Roberto Pereira Lima José Roberto Plima José Roberto Vieira e família José Rodrigo de Oliveira José Severiano de Jesus José Severino Nunes da Silva José, Terezinha, Rafael Ferreira e Família José Valdo de Oliveira e família José Valdomiro Fusco José, Elvira, Juliana e Jussara Silva Santos Josete Gomes de Jesus Josete Gomes de Jesus Juraci Barbosa e Cacilda Juracy Pereira da Silva Karina C Kátia Lucinda Gorreri Laido Ciampone Junior Laido Ciampone Junior Lanhouse Santa Fé Leila Izar (em memória) Leila Palmeira Azmar Leonor Alonso Galinaro Lílian Pontes e Fábio Pontes Lodovico Fava Loraine Beltrame Lourdes Ferreira de Santana Lourdes Lima Ribeiro Marcelino Lourdes, Mário e Marcos Vinícius Nemoto Lourdes, Mario Marcos Vinicius Nemoto Lucia Diniz Lourdes da Costa Barbiere e Família Luis Carlos Rufo Luis Celso Pasquale Rosa e Família Luis Cláudio de Oliveira e Maria Aparecida Mendes de Oliveira Luis Laurindo dos Santos (Família Laurindo) Luis Santana da Silva Luiz Alberto Amaral (em memória) Luiz Carlos Montorsi Luiz Ferreira da Silva Luiz Geraldo Sylos Luiz Henrique Miguel Luiz Pedro da Silva (In Memoria) Luiza Cristina Fernandes Luiza Gomes de Macedo Luiza, Gil, Angelina, Roberta, Luiza, Zeneide, Katia, Helena, Francisca e Maria José. Lurdes Aparecida e Pedrina Montovani Luzia Ap. Perobelle Luzia Bicudo Villela de Andrade Luzia Costa Cordeiro e Família Luzineide e Edimar Lydia Rochelli do Amaral Mª de Fátima, Eliza, Rafaela e Anderson Santos Mª Jose, Gil, Angelina, Roberta, Luiza, Zeneide, Kátia, Helena e Francisca Mª Nascimento, Eliza, Samuel e Gabriel Maci Camacho e família Magda Sant’Anna Cabral Pearson Maisa Asencio Milani Manoel Ferreira da Silva e Família Manoel Ferreira da Silva e família Manoel Francisco de Oliveira Manoel Joaquim Granadeiro Manoel Pereira Sobrinho Manuel Baleeiro Alvez Manuel Braga Vaz Mara Regina Marcelo Barbosa de Oliveira Marcelo Barbosa de Oliveira e família Márcia de Fátima Teixeira Márcia Regina Silva de Sene Marcio Ferreira Acosta Marcio Ney Ferreira Marco Antonio Fernandes Cardoso Marcos da Roz e Família Marcos Ferreira de Sena Margarida de Faria Rodrigues Maria Amália Marmora Maria Andrade de Souza Maria Antonia Mendes Maria Antonia Pires Vargas Maria Aparecida Bonesso Maria Aparecida Cance de Macedo e família Maria Aparecida e Carlos Eduardo Maria Aparecida e Carlos Eduardo Liberati Maria Aparecida Lima de Souza Maria Aparecida M. Aguiar Maria Aparecida Miola Maria Augusta Cristovam e Família Maria Augusta Justi Pisani Maria Barbosa Ciqueira e Família Maria Bezerra Paiva Soares

Maria Cecília Benedito Maria Cirila Martins Maria Conceição Brandão e Antônio Pereira Maria da Conceição V. Alves e Família Maria da Guia e João Rafael Maria da Paz Silva Gonçalves Maria da Penha S.Pellegrino Maria da Solidade de Oliveira Maria das Dores Lopes Maria das Graças de Oliveira Santos Maria de Fátima Albuquerque de Oliveira Maria de Fátima Campos Vieira Maria de Fátima Pereira Maria de Fátima Teixeira Maria de Fátima, Eliza , Rafaela, Anderson Santos Maria de Lourdes da Conceição Maria de Nazareth Vaze Vilela Maria do Amaral Camargo e família Maria do Carmo Bonilha Maria do Carmo e Mônica Cristina Alencar Ribeiro Maria do Céu da Silva Bento Maria do Socorro da Silva Maria do Socorro R. Mesquita e família Maria do Socorro Ramelo Maria dos Santos Araújo Maria Edina Souza Silva Maria Edna Angelo Marabelli Maria Elisa Arruda Miguel Maria Ferreira Lima Maria Ferreira Vassalo Maria Florinda Vieira Costa Maria Francisca Xavier Maria Guimarães de Paiva Maria Helena Chinaglia Maria Helena dos Santos Maria Heloisa Rodrigues Soares Maria José Maria José da Conceição Santos Pereira e família Maria José de Oliveira e Família Maria José Veloso Braga Maria José Vieira Silva e Família Maria Lucia Correia da Silva Maria Luiza Silva Souza Maria Nascimento, Manoel, Samuel e Gabriel Maria Neuza da Silva Sales Maria Nilza R. Gomes Flaga Maria Odylia Jambeiro Mendes Maria Raimunda Monteiro da Silva Maria Regina Dias Maria Regina Tavares Maria Ribeiro da Silva Maria Rocilda de Lima Maia Maria Rosaria Erciodeo Barreto Maria Roseni Alves dos Santos Maria Silvania Silva Santos Maria Tereza V. Rocha Maria Valdelícia de Sousa Maribel Candaten Marilene David Pinheiro Bento Mariliza e Walter Alberto Brick Marina dos Santos e Família Mario Estanislau Correa Marlene de Oliveira Marlene de Oliveira Maru Markarian Mary Izar (em Memória) Mauricio de Andrade Maurilio Chiuzini Mauro Antonio Vilela e Família Mauro César do Carmo Miguel Barros da Silva e famíia Miguel Caludino Ferreira Miguel Muniz Leão Ministros da Sagrada Comunhão Miriam Cristina Mascarenhas Moacir e Sueli da Silva Naelson de Oliveira e família Nalveni Silveira e família Naru Markarian Neci Silva Vieira de Miranda Neisa de Azevedo Alves Nelsinha Helena Ramamalho Neusa Barra Galizzi Neusa Leriano Alleman Neuza Aparecida Campos Neuza Ramos de Souza Newton Mori Nilsa Aparecida Sabino Nilson Batista dos Santos Nilza Maria Rodrigues Nivaldo Mendes Freire Noemia de Oliveira Monerato Norma Izar Odair Caltabeloti e Eloísa Odelita Gomes da Silva Odete e Roseli Priore Odete Maria Teixeira Olga Cuoco Olindo Morellato e Família Olindo Morellato e família Orminda Paccheco Ferreira Orotides Correia Martins Oscália Calmon

Oscarino Martins e Fátima Lemos Oscarlina Antonia de Moura Osmar B. Miranda e Elizabeth S. Ales Miranda Osvaldo Martins Januário Otilio Pereira Pastoral da Acolhida Paula A. Vicente e Graziela V. Supriano Paulino Gomes de Oliveira Paulo Ernesto Tenorio Vilela Paulo Ernesto Tenório Vilaca e Família Paulo Farah Navajas Paulo Vicente de Jesus e Família Paulo Vicente Martins e Família Pedro dos Santos Pedro Moreira Rodrigues Piero Simonetti e Família Quitéria Gouveia Rael Pereira Nunes Railda e Sandra Ferreira de Sena Raymundo Varlese Neto e família Reginaldo Gomes Ferreira Renata Lima Ferreira Renato Ruiz Ricardo Rodrigues Damasceno Rita de Cassia da Costa Tejada Rita Maria Arantes Roberto e Eliete Gimenez Roberto e Maria Rozilene de Almeida Ruiz Roberto Martini Roberto Parvo e Família Roberto Tagudi Yoko Tagudi Roberval D. Crepaldi Romaria de São José dos Campos Romaria Vocacional de Londrina / Apucarana (OSJ) Rosa Bonvegues Rosalia Bezerra e Antonio Mouro Rosangela Colli Rosangela Valvit Consultoria Jurídica e Previdenciária Rosely Priore Rosirene Maria Gomes e família Salvador Carvalho de Araújo Salvina Santo Olegário Jesus Sandra e Samuel Rocha Sandra Regina E. Cavalheiro e Família Sandra Regina Mendes Jefferson e Vanesca Sebastiana Silva (Ana) Sebastiana Martins dos Santos Sebastião de Jesus Gonçalves Sebastião José da Costa Sebastião Vieira Belo Selma Mara Gasperoni e Wilson José Poncetti Selma Panazzo Sergio Kawahara Serize e Edson França Vincenzi Severino Vitalino da Silva Shirlei Pires Albuquerque Silvaldo José Pereira e Família Silvana Pino Alleman Silvana Terezinha Marques de Andrade Sonia Maria Cesari Sonia Varga Ortega Bernardo Gomes e familia Stefany Alleman Stela Maris Peleckas e família Suraia Zonta Bittar Sylvia Cristina Augusto e Família Sylvio Roberto Ricchetti Tadeu Laerte Mattioli Teodora Paiva Pinheiro Thais Andreza de Souza Thalya Sylos Therezinha M. Camargo Romanato Tomás e Antonia Valdeicir Rodrigues Loiola Valdete Gomes Guimarães Valéria Ferrari Tonche da Silva Valter Espolaor e família Vanilde Fernandes e Família Vanja Lúcia Orsine Vanja Orsini Vera Lúcia Caetano Rodrigues Vera Lucia Gouveia da Silva Santos Vera Lucia Sanches Ribeiro Victorio Marzzetelli Vitória Paula de Jesus Souza Waldemar Martins dos Anjos Waldyr Villanova Pangardi Walfredo Ferreira Junior Walter Aristides Camargo e família Wilson Malavolta e Simone Bombassei Wilta das Graças de Almeida Wilton Célio Torino dos Santos Yoshimitsu Magario Zilda da Silva Alves Zulma de Souza Dias


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