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Edição 006 - 01/2014

Boletim Informativo da Paróquia de Sant'Ana - Sumaré - SP Vocação e Fé: realidades de um chamado.

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m novo tempo se descor na diante dos nossos olhos. Tempo de cul var as sementes dos sonhos, tempo de converter “pedras e cascalhos” em verdadeiros diamantes. É tempo de irrigar com a esperança os nossos propósitos e nossa vocação. É, sobretudo, tempo de vivermos ancorados na fé, porque nossa experiência com Deus nos aponta que é preciso pavimentar sempre os caminhos da nossa história com o alicerce da fé. Eis aqui duas coisas importantes: vocação e fé, mas, afinal, o que são? Vocação é chamado de Deus. É um mistério de encontro e de liberdade, entre Deus que chama e aquele que é chamado. Mas para vivermos uma vocação, é fundamental termos fé. Fé é um ato pessoal. Não é sen mento. É o fundamento da esperança, uma certeza daquilo que não se vê, como nos afirma são Paulo na Carta aos Hebreus. Embora a fé seja dom de Deus, o qual recebemos no Ba smo, inclui a necessidade de uma liberdade para responder aos seus apelos, deixar que Ele nos leve para onde quiser. Essa liberdade é conquistada também por uma vida de oração, de in midade com Deus, com a sua Palavra. As vocações são compreensíveis à luz da fé. O que dá sen do à vida do padre e à sua dedicação “às coisas de Deus”? O que explica que alguém consagre sua vida inteiramente a Deus vivendo desapegado de coisas boas que a vida oferece? Quando Deus chama o homem, exige dele uma resposta consciente e livre. Maria, os Apóstolos, os santos e santas e tantos outros aderiram com liberdade a missão de anunciar a Boa Nova do Reino, assumindo todos os riscos desse chamado de Deus. O beato João Paulo II disse que “a verdadeira resposta a toda vocação é obra do amor”. É por amor a Deus, a sua Igreja, e aos irmãos e irmãs que superamos os nossos limites, medos, inseguranças e abraçamos a vontade de Deus. Não podemos dar uma resposta a este chamado de qualquer jeito, sem nos comprometer com o “sim”. É um chamado especial e merece uma resposta mais que especial. E somente uma vida alicerçada na fé e vivificada pela oração que pode nos animar, nos mo var a viver a nossa vocação. Aproveitando a oportunidade, agradeço a todos pelo carinho que me deram nesse ano de 2013, em que pude trabalhar como seminarista na paróquia. Quero, pois, fazer um convite para vocês par ciparem da missa no dia 09 de Fevereiro (domingo), às 19h, na Matriz Sant'Ana, onde acontecerá meu envio para o seminário maior. O processo forma vo me leva a uma mudança de pastoral para o meu crescimento na Igreja de Cristo. Portanto, compar lho com vocês, que neste ano, estarei desenvolvendo meu trabalho pastoral na paróquia São Cristóvão em Valinhos, com o pe. Pezzuto. Mais uma vez muito obrigado por tudo. (Sem. Henrique Matheus)

Peregrinação de Sant'Ana nas comunidades

Conhecendo as Pastorais e os Movimentos de nossa paróquia!

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Igreja chama de “pastoral” o cuidado para com todos os serviços de evangelização e cuidados com nossa igreja. As pessoas enviadas por Cristo para con nuar a sua obra e assumem a tarefa pastoral em comunhão com toda a Igreja e para o bem de todos. Os Ministérios são serviços confiados pela Igreja aos fiéis que assumem com responsabilidade a missão de evangelizar. Hoje temos várias pastorais em nossa paróquia, entre elas as seguintes pastorais: Ba smo, Saúde, Família, Criança, Liturgia, Dizimo, Juventude, Exéquias, Catequese, Crisma, Perseverança, Comunicação, Coroinhas, Canto Litúrgico, Escuta Cristã. Iremos começar pela pastoral do Ba smo, onde iniciamos nossa vida cristã. O que é Pastoral do Ba smo? A pastoral do ba smo realiza encontros onde se preparam pais e padrinhos para um maior compromisso com Deus, através da par cipação da família na comunidade cristã. O Ba smo celebra a força do Espírito Santo que é dado pela fé a todos que pedem este dom e professam Jesus Cristo como Filho de Deus. O obje vo da pastoral é mostrar que através da fé se faz necessário vivenciar, testemunhar e ensinar filhos e afilhados a serem cristãos autên cos e fiéis seguidores de Jesus Cristo. Como é feito o trabalho? Um grupo de agentes de pastoral se reúnem para preparar o conteúdo do curso, o qual é ministrado uma vez ao mês as pessoas em preparo para ba zarem seus filhos e afilhados. E todo 2º e 4º domingo do mês auxiliam o Padre na cerimônia do Ba smo.


BOLETIM INFORMATIVO DA PRÓQUIA DE SANT'ANA - SUMARÉ - SP

Conheça

um pouco mais!

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festa de Sant´Ana, hoje celebrada todos os anos no dia 26 de julho, nem sempre foi nesse dia. Em 1937, por exemplo, Sant´Ana foi festejada no dia 15 de agosto, dia da Assunção de Nossa Senhora. Em 1938 foi no dia 30 de outubro. Em 1942 começou a ser celebrada no dia 26 de julho, con nuando até hoje nessa data. É bom lembrar que no dia 26 de julho a Igreja comemora também a festa de São Joaquim, esposo de Sant´Ana. Na arquidiocese de Campinas há uma paróquia cujos padroeiros são Sant´Ana e São Joaquim.

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uem hoje conhece as festas da Igreja não tem idéia de como elas eram an gamente. Em Sumaré havia duas grandes festas religiosas: a de Sant´Ana e a de São Sebas ão. A cidade inteira se movimentava. Vinha gente de todo o lado, em especial da zona rural e até das cidades vizinhas. A cidade ficava cheia. Além das missas havia a procissão com o andor do santo carregado pelos mais devotos. Não faltavam os anjinhos – crianças ves das de anjo com enormes asas brancas e ara na cabeça. O foguetório na chegada da procissão era coisa estrondosa. Durante o dia havia a quermesse tradicional e o leilão de garrotes, vacas, novilhas oferecidos pelos si antes, como também leitoas, frangos, melancias, abóboras... Durante muitos anos o leiloeiro-mór foi José Maria Barroca, que também era o maestro da furiosa. Do alto do coreto na praça da Matriz ele animava o povo com sua famosa banda e ba a o martelo provocando amigos para lances cada vez maiores.

EDIÇÃO 006 - 01/2014

Aconteceu...

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o mês de Dezembro, tivemos a apresentação da cantata de natal com músicas temáticas, o qual foi recepcionado por nossos paroquianos e uma bela apresentação que marcou no nosso ano centenário. Segue algumas fotos.

Relembrando as maravilhas que Ele fez...

re o Tannei Tanner Eduard 1935 - ta Ravagnan Antonie

1958 Ca Theod samento reli oro e M gioso O aria Bo s rdin_T valdo heodo ro

1979 - Ba zado d adriana F. Souza

1979 - Ca samento Alaor e M Helena M aria arigheto pelo pe_ Angelo

s Lima e Rodrigue ni de Joao azi to m n e To m ro sa d a 1978 - C omão com Pe Pe aR da Penh

nt'Ana olo de Sa zendo o B fa l ra o st ntes de Pa 1998 - Age

a Aparecid

reira Joaozinho e Pe 1999 - Padre

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