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Revista formativa, informativa e litúrgica da Paróquia Santo Antônio da Lapa Diocese de São José dos Pinhais, PR. Nº 125, Ano XI, JUNHO/2018.

EDITORIAL Um coração semelhante ao de Jesus VIDA DOS SANTOS O Doutor Evangélico PADROEIRO A tradição dos pães de Santo Antônio

www.santoantoniolapa.com.br


3622.1486 / 99967.1862 / 98882.1000

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Índice

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Pe. Celmo Suchek de Lima

VIDA DOS SANTOS

O Doutor Evangélico CNBB

Mensagem Da Conferência Nacional Dos Bispos Do Brasil Ao Povo De Deus AGENDA PASTORAL

Junho 2018 CMPC

Pauta para a reunião do mês de Junho

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SACRAMENTOS

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PADROEIRO

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Editorial

A inspiração catecumenal da Iniciação à Vida Cristã A tradição dos pães de Santo Antônio SEMINÁRIO DIOCESANO

AGRADECIMENTO pela contribuição na campanha da construção do novo seminário diocesano Maria Mãe da Igreja VIDA PASTORAL MISSIONÁRIA

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Missões saletinas na Lapa

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ESCALA DAS CELEBRAÇÕES

Expediente

Boletim Informativo Paroquial Publicação da Paróqua Santo Antônio da Lapa Praça General Carneiro, 84 - Fone 41 3622.1484

Direção: ....................Pe. Celmo Suchek de Lima Jornalista Responsável: ..........Pe. Marcio Adriano Krefer (MTE 78268/SP) Tiragem: ...................3 mil exemplares Diagramação: ........Aramis José Gorniski (41) 9.9901.1579 Thiago Cardoso (41) 9.9662.2136 Impressão: ..............Grafinorte (43) 3420-7777

Um coração semelhante ao de Jesus Querido paroquiano de Santo Antônio da Lapa. Incontáveis vezes repetimos esta jaculatória: Jesus, manso e humilde de coração, fazei o nosso coração semelhante ao vosso! Voltando o nosso olhar para o capítulo 11 do evangelho segundo Mateus, deparamo-nos com o nascimento desta jaculatória. O próprio Jesus, ressaltando os frutos da sua ação evangelizadora, adverte que é necessário desnudar-nos por completo e tornar-nos pequeninos para apreender a graça da novidade salvífica para poder testemunhá-la. Acolher a novidade para anuncia-la. Todas as nossas decisões, alocuções e ações ecoam do coração. Que beleza é perceber que nas comunidades da Paróquia de Santo Antônio da Lapa encontramos tanta gente boa desnuda de si e disponível ao Senhor. São os membros dos conselhos missionários pastorais, das equipes executivas de administração e economia, das tantas pastorais e movimentos eclesiais, dos ministérios e serviços. Homens e mulheres que tornam-se pequeninos para experimentarem o mistério do Reino de Deus. Nas “idas e vindas” para presidir a Santa Missa, para batizar, para assistir aos matrimônios, para visitar os enfermos, para abençoar as casas, para reunir-nos com as comunidades... nós, missionários saletinos, diáconos permanentes e padres desta Paróquia sentimo-nos confortados ao encontrar aqueles que se deixam configurar pelo Reino de Deus revelado por Jesus, não conseguindo guardá-lo somente para si, tornando-se assim a Igreja em saída tão pedida pelo nosso Papa Francisco. Neste mês de Santo Antônio, dos Sagrados Corações de Jesus e Maria, de São João Batista, de São Pedro e São Paulo, e tantas outras celebrações, agradeço a você por rejuvenescer nossas comunidades com este grande esforço evangelizador de sair de si e ir ao encontro das pessoas e das famílias através dos grupos de reflexão em família, das visitas missionárias, das celebrações. Deus seja louvado por todo o teu ardor na evangelização. Este também é um mês mariano. Dia 27 de junho é celebrada a memória litúrgica de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, tão querida pelo povo lapeano. Ao exemplo de Maria, sigamos Jesus, aprendamos dele, e sejamos eco da voz do Mestre onde quer que estejamos. Mas não podemos esquecer que somos pessoas humanas e que certas vezes poderemos ser atingidos pelo cansaço. Diante deste, o que fazer? Diz Jesus no mesmo capítulo 11 de Mateus: Vinde a mim, todos vós que estais cansados e sobrecarregados de fardos, e eu vos darei descanso. Tomai sobre vós o meu jugo e sede discípulos meus, porque sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para vós. Sigamos Jesus, confiemos sempre Nele ao exemplo de sua Mãe, de Santo Antônio, de São Benedito e da incontável multidão do céu e da terra. E concluo este editorial rezando: Jesus, manso e humilde de coração, fazei o nosso coração semelhante ao vosso!

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Vida dos Santos

Pe. Brendan Coleman, Redentorista

O Doutor Evangélico No dia 13 de junho a Igreja Católica celebra a Festa de Santo Antônio de Pádua. Ele nasceu em Lisboa, Portugal no dia 15 de Agosto de 1195 e morreu perto de Pádua, na Itália em 1231 com somente 36 anos de idade. Os franciscanos acabaram de chegar a Portugal na sua adolescência. Religiosos que levaram uma vida austera, uniam a vida do claustro com as exigências de apostolado pelos povoados e cidades do país. Eram considerados frades itinerantes. Em total pobreza, vestidos com os seus austeros hábitos, viajando a pé, percorriam as estradas do mundo levando uma mensagem viva e evangelicamente questionadora. Antônio entrou nessa ordem religiosa. Inicialmente ele queria trabalhar em Marrocos no Norte da África. Ficou doente e foi mandado de volta para Portugal. Mas uma perigosa tempestade obrigou o navio a buscar abrigo na Sicília e de lá viajou para Assis onde encontrou São Francisco. Homem de inteligência privilegiada e profundo conhecedor das ciências teológicas lecionou no seminário da ordem dos frades em Bolonha. Um orador de mão cheia e conhecedor das Sagradas Escrituras e da teologia, tornou-se um pregador de renome no país inteiro. Foi eleito Provincial de sua ordem no Norte da Itália com 26 anos de idade. Continuou pregando com enorme sucesso até sua morte no dia 13 de junho de 1231. Tão grande era sua fama de pregador milagroso que, somente dez meses depois da morte, foi elevado às honras dos altares e, mais tarde, recebeu da Igreja o glorioso título de “Doutor da Igreja”.

Ser devoto de um santo significa para alguns, só invocálo, em lugar de outros, quando se tem necessidade de qualquer graça. Nesse sentido, muitas pessoas afirmam que Santo Antônio não tem rival. O número de seus devotos no mundo inteiro é inferior só aos dos devotos de Nossa Senhora e de São José. São milhões de peregrinos que cada ano se dirigem à Basílica de Pádua, onde se encontra seu sepulcro. O pedido de graças e milagres é, porém, um sinal marginal, e nem sempre o mais sadio, da devoção aos santos. O elemento central é outro: é o estudo da vida do santo para descobrir o modo como ele seguiu a Cristo. Antônio foi proclamando santo, não por causa de seus milagres, mas porque constituía um modelo a ser imitado por aqueles que desejavam encarnar na sua vida os valores evangélicos. Ser devoto de Santo Antônio hoje significa cultivar o seu amor pelas Sagradas Escrituras e Nossa Senhora. Santo Antônio morreu em 13 de junho de 1231 aos 36 anos. Foi canonizado no dia 30 de maio de 1232 pelo Papa Gregório lX. Em 10 de janeiro de 1946, o papa Pio Xll o proclamou “Doutor da Igreja” com a especificação de “Doutor Evangélico”, o que significa que Santo Antônio contribuiu original e autenticamente para a vivência e o conhecimento da fé cristã. Santo Antônio, para uns de Lisboa (onde nasceu), para outros de Pádua (onde morreu), é o padroeiro de Portugal e um dos santos mais populares de todo o mundo cristão. É invocado principalmente pelos pobres e sofredores.

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CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil

MENSAGEM DA CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL AO POVO DE DEUS O que vimos e ouvimos nós vos anunciamos, para que também vós tenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com o seu Filho Jesus Cristo (1Jo 1,3)

Em comunhão com o Papa Francisco, nós, Bispos membros da CNBB, reunidos na 56ª Assembleia Geral, em Aparecida – SP, agradecemos a Deus pelos 65 anos da CNBB, dom de Deus para a Igreja e para a sociedade brasileira. Convidamos os membros de nossas comunidades e todas as pessoas de boa vontade a se associarem à reflexão que fazemos sobre nossa missão e assumirem conosco o compromisso de percorrer este caminho de comunhão e serviço. Vivemos um tempo de politização e polarizações que geram polêmicas pelas redes sociais e atingem a CNBB. Queremos promover o diálogo respeitoso, que estimule e faça crescer a nossa comunhão na fé, pois, só permanecendo unidos em Cristo podemos experimentar a alegria de ser discípulos missionários. A Igreja fundada por Cristo é mistério de comunhão: “povo reunido na unidade do Pai e do Filho e do Espírito Santo” (São Cipriano). Como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela (cf. Ef 5,25), assim devemos amá-la e por ela nos doar. Por isso, não é possível compreender a Igreja simplesmente a partir de categorias sociológicas, políticas e ideológicas, pois ela é, na história, o povo de Deus, o corpo de Cristo, e o templo do Espírito Santo. Nós, Bispos da Igreja Católica, sucessores dos Apóstolos, estamos unidos entre nós por uma fraternidade sacramental e em comunhão com o sucessor de Pedro; isso nos constitui um colégio a serviço da Igreja (cf. Christus Dominus, 3). O nosso afeto colegial se concretiza também nas Conferências Episcopais, expressão da catolicidade e unidade da Igreja. O Concílio Vaticano II, na Lumen Gentium, 23, atribui o surgimento das Conferências à Divina Providência e, no decreto Christus Dominus, 37, determina que sejam estabelecidas em todos os países em que está presente a Igreja. Em sua missão evangelizadora, a CNBB vem servindo à sociedade brasileira, pautando sua atuação pelo Evangelho e pelo Magistério, particularmente pela Doutrina Social da Igreja. “A fé age pela caridade” (Gl 5,6); por isso, a Igreja, a partir de Jesus Cristo, que revela o mistério do homem, promove o humanismo integral e solidário em defesa da vida, desde a concepção até o fim natural. Igualmente, a opção preferencial pelos pobres é uma marca distintiva da história desta Conferência. O Papa Bento XVI afirmou que “a opção preferencial pelos pobres está implícita na fé cristológica naquele Deus que se fez pobre por nós, para enriquecer-nos com a sua pobreza”. É a partir de Jesus Cristo que a Igreja se dedica aos pobres e marginalizados, pois neles ela toca a própria carne sofredora de Cristo, como exorta o Papa Francisco. A CNBB não se identifica com nenhuma ideologia

ou partido político. As ideologias levam a dois erros nocivos: por um lado, transformar o cristianismo numa espécie de ONG, sem levar em conta a graça e a união interior com Cristo; por outro, viver entregue ao intimismo, suspeitando do compromisso social dos outros e considerando-o superficial e mundano (cf. Gaudete et Exsultate, n. 100101). Ao assumir posicionamentos pastorais em questões sociais, econômicas e políticas, a CNBB o faz por exigência do Evangelho. A Igreja reivindica sempre a liberdade, a que tem direito, para pronunciar o seu juízo moral acerca das realidades sociais, sempre que os direitos fundamentais da pessoa, o bem comum ou a salvação humana o exigirem (cf. Gaudium et Spes, 76). Isso nos compromete profeticamente. Não podemos nos calar quando a vida é ameaçada, os direitos desrespeitados, a justiça corrompida e a violência instaurada. Se, por este motivo, formos perseguidos, nos configuraremos a Jesus Cristo, vivendo a bem-aventurança da perseguição (Mt 5,11). A Conferência Episcopal, como instituição colegiada, não pode ser responsabilizada por palavras ou ações isoladas que não estejam em sintonia com a fé da Igreja, sua liturgia e doutrina social, mesmo quando realizadas por eclesiásticos. Neste Ano Nacional do Laicato, conclamamos todos os fiéis a viverem a integralidade da fé, na comunhão eclesial, construindo uma sociedade impregnada dos valores do Reino de Deus. Para isso, a liberdade de expressão e o diálogo responsável são indispensáveis. Devem, porém, ser pautados pela verdade, fortaleza, prudência, reverência e amor “para com aqueles que, em razão do seu cargo, representam a pessoa de Cristo” (LG 37). “Para discernir a verdade, é preciso examinar aquilo que favorece a comunhão e promove o bem e aquilo que, ao invés, tende a isolar, dividir e contrapor” (Papa Francisco, Mensagem para o 52º dia Muzndial das Comunicações de 2018). Deste Santuário de Nossa Senhora Aparecida, invocamos, por sua materna intercessão, abundantes bênçãos divinas sobre todos. Aparecida-SP, 19 de abril de 2018.

Cardeal Sergio da Rocha Arcebispo de Brasília – DF Presidente da CNBB Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, SCJ Arcebispo São Salvador da Bahia Vice-Presidente da CNBB Boletim Informativo Paroquial

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CMPC - Conselho Missionário Pastoral da Comunidade

Pauta para a reunião do mês de junho  Oração inicial – ação evangelizadora cada comunidade uma nova vocação: em comunhão com toda a

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Igreja no Paraná recitar uma dezena do Rosário pedindo a Deus que sejam cultivadas vocação nas famílias desta comunidade. Leitura, aprovação e assinaturas da ata da reunião anterior. Estudo: Sobre os coordenadores das pastorais e movimentos eclesiais e sua pertença ao CMPC – subsídio diocesano número 01, cor laranja: Organização dos Conselhos Missionários Pastorais na Paróquia. Página 22, número 10 e 11. Pauta da reunião. Comunicados: 1.) pelo motivo de um ícone peregrino de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro estar visitando as comunidades de nossa Paróquia desde o ano passado, neste ano não se fará a peregrinação de um outro ícone de N. Sra. Perpétuo Socorro por ocasião da festa litúrgica a 27 de junho. 2.) Verificar na agenda pastoral a reunião com os candidatos a MAC e qual a melhor data e dia para participar. Não importa onde participem, mas todos os candidatos já indicados pelos CMPC à escola de ministérios deverão participar da reunião preparatória. Oração conclusiva.

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Sacramentos

Ariél Philippi Machado

A inspiração catecumenal da Iniciação à Vida Cristã A Iniciação à Vida Cristã resgatada pelo Concílio Vaticano II busca inspiração nas fontes do cristianismo, ou seja, nas experiências de transmissão e educação da fé das primeiras comunidades. O fato: a ressurreição de Jesus. A experiência: a unidade da fé em comunidade. A experiência pascal da ressurreição de Jesus revelou à comunidade o valor de permanecerem unidos (Jo 20,19). Outra experiência, agora pós-pascal, foi a consciência de que Jesus se tornou corporalmente ausente: “Homens da Galileia, por que vocês estão aí parados?” (At 1,11). Neste misto de experiências, a comunidade dos seguidores e seguidoras de Jesus dá destaque para os fatos que ficaram na memória, passando a recordar os lugares e os gestos de Jesus de Nazaré. Dizemos, portanto, que a comunidade se dá conta da importância das experiências pré-pascais. E viverá da recordação destes fatos, interpretando-os na força da ressurreição. Mas, onde fica a inspiração catecumenal da Iniciação à Vida Cristã, em meio a tantos fatos e experiências? A novidade da Iniciação à Vida Cristã se dá na transmissão da fé ao longo de um caminho, um itinerário. Em vista disso é que se fala em inspiração catecumenal da Iniciação à Vida Cristã, ou seja, a educação da fé que leva em conta as experiências da comunidade dos seguidores e seguidoras de Jesus antes, durante e depois da Páscoa. O que nos revela um percurso de transmissão e educação da fé cristã. Na Apresentação do Documento 107 da CNBB temos: “Um itinerário! Um caminho de pertencimento. O movimento de quem está a caminho, que se põe a

caminho, que faz o caminho, percorre o caminho de Jesus Cristo. Uma pessoa discípula, aprendiz, seguidora. A pessoa que aprende com o Mestre Jesus”. A inspiração catecumenal, portanto, é despertar para a arte de anunciar Jesus de Nazaré, o Cristo de Deus, com a mesma motivação, sentimentos e testemunho como os cristãos e cristãs faziam nos primeiros séculos. Ainda somos reféns de itinerários lineares, que ensinam doutrinas e preparam tão somente para os sacramentos. Na inspiração catecumenal o mais importante é a pessoa de Jesus Cristo. O que salva é a pessoa de Jesus Cristo, e nãos as ideias e teorias acerca dele. “O caminho de formação do seguidor de Jesus lança suas raízes na natureza dinâmica da pessoa e no convite pessoal de Jesus Cristo, que chama os seus pelo nome e estes o seguem porque lhe conhecem a voz” (DAp 277). E, por último, a iniciação à vida cristã, que passa pelo itinerário formativo e pela centralidade de Jesus Cristo, é uma metodologia destinada aos adultos. Pessoas adultas são capazes de fazer sua opção de escolha. Em se tratando de fé, a escolha é fundamental para o seguimento, àquilo que dá sentido no caminhar. Em nosso contexto, em que a maioria dos católicos são batizados quando crianças, a inspiração catecumenal é uma resposta à necessidade de completar a formação bíblica e missionária dos batizados. A inspiração catecumenal da Iniciação à Vida Cristã é uma proposta de metodologia em tempos de conversão pastoral. E, por ser caminho metodológico, fará surgir um jeito, um modo de ser Igreja-comunidade, que será diferente do nosso jeito de ser Igreja atual. Mas para isso, é preciso investir na inspiração catecumenal por completo, não apenas em partes.

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Padroeiro

Padre Celmo Suchek de Lima

A tradição dos pães de Santo Antônio Ouvi esta mesma história contada por pessoas diversas e resolvi partilhar a origem dessa tradição da bênção dos pães: Santo Antônio tinha um coração largo e generoso para com as pessoas carentes. Preferia ele passar necessidade, mas não ver uma pessoa sem comida. Um dia ele chegou a distribuir aos pobres todo o pão do convento em que vivia. Chegada a hora do almoço, o frade cozinheiro ficou apavorado. Os pães que ele havia feito de manhã tinham sido “roubados”. O que é que os frades iriam comer para acompanhar a frugal refeição de cada dia? Foi logo contar a “triste notícia” ao superior, frei Antônio. Este, sorrindo, lhe disse: “Mas você olhou bem mesmo, na caixa dos pães? Vá lá, vá! E verifique bem”. O frade foi e voltou espantado, mas

sorridente e alegre. Os cestos transbordavam de pães, tanto que foram

distribuídos aos frades e aos pobres que depois vinham ao convento.

Bênção dos pães de Santo Antônio Senhor Jesus Cristo, pão dos anjos, pão vivo da vida eterna, dignai-vos abençoar estes pães assim como abençoastes os cinco pães no deserto, para que todos os que deles comerem recebam saúde da alma e do corpo, paz e harmonia na família e possam partilhar com os irmãos mais necessitados, os bens recebidos de Deus. Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos. Amém.

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Avenida Aloisio Leoni, 672 - Lapa / PR

99921 8088

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Seminário diocesano

Padre Celmo Suchek de Lima

AGRADECIMENTO pela contribuição na campanha da construção do novo seminário diocesano Maria Mãe da Igreja Neste ano de 2018 a comunidade formativa (seminaristas) em vista do ministério sacerdotal na Diocese de São José dos Pinhais está assim constituída: • • • •

- 13 seminaristas cursando o ensino médio no Seminário Menor São José, em Curitiba. - 05 formandos em preparação para a vida acadêmica e formativa no Seminário Propedêutico São José, em São José dos Pinhais. - 11 seminaristas cursando a filosofia e 05 seminaristas cursando a teologia no Seminário Maior Maria Mãe da Igreja, em São José dos Pinhais. - 01 seminarista que já concluiu os estudos vivenciando o ano pastoral e aguardando a possibilidade da ordenação diaconal.

Também agradeço pela contribuição feita pelas comunidades de nossa Paróquia de Santo Antônio da Lapa. Esta contribuição, somada à contribuição arrecadada no cofrinho da capelinha, é o nosso investimento vocacional, e assim colaboramos com a construção do primeiro edifício do complexo do seminário da diocese de São José dos Pinhais, como também o fizeram todas as outras paróquias de nossa Diocese. Deus abençoe. Padre Celmo Suchek de Lima

Agradeço a você que contribui mensalmente através do cofrinho da capelinha que visita a sua casa. Esta ajuda mantém os investimentos realizados na formação sacerdotal de nossa Diocese: alimentação, moradia, transporte, mensalidade de faculdade, etc.

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Vida Pastoral Missionária

Irmão Clodoaldo Tenorio, ms

Missões saletinas na Lapa A missão em uma paróquia ou em uma comunidade, reanima a caminhada paroquial e pastoral de um povo. Hoje essa experiência vem sendo, vivida pela comunidade da Paróquia de Santo Antônio da Lapa. Desde o mês de março, com a presença dos Irmãos missionários de Nossa Senhora da Salette, os Saletinos, Ir. Edvan, Ir. Franslei, Ir. Henrique, Ir. Túlio e eu, Ir. Clodoaldo, a comunidade da Lapa vive esse momento. A convite do Pároco Pe. Celmo, e com a concordância de nossos superiores, iniciamos uma caminhada missionária e pastoral, visitando as famílias, abençoando as casas, e realizando as celebrações. Até agora diversas comunidades foram por nós visitadas, as capelas do setor II, (Paiquerê, Fazenda Lagoa dourada, Pedra Lisa, João Paulo II, Fazenda dos Forjos, Campinas das Dores, Espigão Branco). Outras comunidades nos receberam durante as celebrações do Tríduo Pascal, na Semana Santa. Todas as comunidades, nos receberam de braços abertos e com coração generoso. Essa experiência para nós saletinos, nos motiva a sermos verdadeiros mensageiros da Palavra de Deus e anunciadores da mensagem de Maria em Salette. “Ide meus Filhos, e anunciai tudo isso a meu povo”. Também destacamos o carinho e a recepção dos padres Pe. Celmo, Pe. Márcio e Pe. Pedrinho, que nos apoiaram desde o

Saletinos Comunidade Fazenda Dourada

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começo dessa obra Evangelizadora. Destacamos ainda, a grande participação do povo de Deus, em nossos momentos celebrativos. A boa participação das crianças e jovens, nos momentos dedicados a eles durante nossa passagem nas comunidades. E a grande participação nas celebrações, do momento da história da Aparição e o jardim com as flores. Nosso trabalho ainda está no começo. Aos poucos vamos visitar também os outros setores da paróquia. Nossa missão não é apenas fazer visitas e celebrações, mas também preparar as lideranças para serem também missionários de suas comunidades. Implantar uma missão permanente na Paróquia é uma meta que acreditamos ser possível. Também queremos trabalhar com as crianças e jovens de nossa Paróquia animandoos a perseverar na fé. A paróquia vive um grande momento de graça e bênçãos. Vamos aproveitar esses momentos com fé e confiança no Deus misericordioso. Que Maria, a Mãe da Salette, Santo Antônio nosso padroeiro, interceda cada vez mais por nós.

Saletinos comunidade Campina das dores


Saletinos Comunidade PaiquerĂŞ

Saletinos Comunidade Campinas das Dores

Saletinos Comunidade Faxinal dos Correias

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Catequese

Das Catequeses do Papa Francisco preparado por Larissa Kauane Dal Negro Costa

CATEQUESE SOBRE A SANTA MISSA

É necessário conhecer estes santos sinais para viver plenamente a Missa e apreciar toda a sua beleza. – Papa Francisco

Continuando nossa caminhada com as catequeses sobre a Santa Missa, Papa Francisco, neste artigo, nos ajudará a compreendermos os sinais que fazemos durante cada celebração da Santa Missa. Acompanhemos o que nos ensina Papa Francisco na audiência geral do dia 20 de dezembro de 2017. Hoje gostaria de entrar no vivo da celebração eucarística. A Missa é composta por duas partes, que são a Liturgia da Palavra e a Liturgia eucarística, tão estreitamente unidas entre si, a ponto de formar um único ato de culto (cf. Sacrosanctum concilium, 56; Ordenamento Geral do Missal Romano, 28). Portanto, introduzida por alguns ritos preparatórios e concluída por outros, a celebração é um único corpo e que não se pode separar, mas para uma melhor compreensão procurarei explicar os seus vários momentos, cada um dos quais é capaz de tocar e abranger uma dimensão da nossa humanidade. É necessário conhecer estes santos sinais para viver plenamente a Missa e apreciar toda a sua beleza. Quando o povo está reunido, a celebração abre-se com os ritos introdutórios, que incluem a entrada do celebrante, a saudação — “O Senhor esteja convosco”, “A paz esteja convosco” — o ato penitencial — “Confesso”, no qual nós pedimos perdão pelos nossos pecados — o Kyrie eleison, o hino do Glória e a oração da coleta: chama-se “oração da coleta” não porque ali se faz a coleta das ofertas: é a coleta das intenções de oração de todos os povos; e aquela coleta da intenção dos povos eleva-se ao céu como prece. A sua finalidade — destes ritos introdutórios — é fazer com que os fiéis reunidos formem uma comunidade e se predisponham a ouvir com fé a palavra de Deus e a celebrar dignamente a Eucaristia (Ordenamento Geral do Missal Romano, 46). Não é um bom hábito olhar para o relógio e dizer: “Estou a tempo, chego depois do sermão e assim cumpro o preceito”. A Missa começa com o sinal da cruz, com estes ritos introdutórios, porque ali começamos a adorar Deus como comunidade. E por isso é importante procurar não chegar atrasado, mas, ao contrário, antecipadamente, a fim de preparar o coração para este rito, para esta celebração da comunidade. Geralmente, enquanto se executa o cântico de entrada, o sacerdote com os outros ministros chegam processionalmente ao presbitério, e aqui saúda o altar com uma inclinação e, em sinal de veneração, beija-o e, quando há incenso, incensa-o. Porquê? Porque o altar é Cristo: é figura de Cristo. Quando fitamos o altar, olhamos precisamente para onde está Cristo. O altar é Cristo. Estes gestos, que correm o risco de passar despercebidos, são muito significativos, porque exprimem desde o início que a Missa é um encontro de amor com Cristo o qual, oferecendo o seu corpo na cruz [...] se tornou altar, vítima e sacerdote (Prefácio pascal V). Com efeito, sendo sinal de Cristo, o altar é o centro da ação de graças que se realiza com a Eucaristia (Ordenamento Geral do Missal Romano, 296), e toda a comunidade em volta do altar, que é Cristo; não para olhar na cara, mas para fitar Cristo, porque Cristo está no centro da comunidade e não longe dela. Depois há o sinal da cruz. O sacerdote que preside faz o sinal e de igual modo o fazem todos os membros da assembleia, conscientes de que o ato litúrgico se realiza em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. E aqui passo para outro tema muito pequeno. Vistes como as crianças fazem o sinal da cruz? Não sabem o que fazem: às vezes fazem um desenho, que não é o sinal da cruz. Por favor: mãe e pai, avós, ensinai às crianças, desde o início — desde pequeninos — a fazer bem o sinal da cruz. E explicai-

lhes que significa ter a cruz de Jesus como proteção. E a Missa começa com o sinal da cruz. A oração inteira move-se, por assim dizer, no espaço da Santíssima Trindade — “Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo” — que é espaço de comunhão infinita; tem como origem e fim o amor de Deus Uno e Trino, manifestado e doado a nós na Cruz de Cristo. Com efeito, o seu mistério pascal é dom da Trindade, e a Eucaristia brota sempre do seu Coração trespassado. Portanto, fazendo o sinal da cruz, não só recordamos o nosso Batismo, mas afirmamos que a prece litúrgica é o encontro com Deus em Jesus Cristo, que por nós se encarnou, morreu na cruz e ressuscitou glorioso. Em seguida, o sacerdote dirige a saudação litúrgica, com a expressão: O Senhor esteja convosco, ou outra semelhante - existem diversas - e a assembleia responde: E com o teu espírito. Estamos em diálogo; estamos no início da Missa e temos que pensar no significado de todos estes gestos e palavras. Entramos numa “sinfonia”, na qual ressoam vários tons de vozes, e inclusive momentos de silêncio, em vista de criar o “acordo” entre todos os participantes, ou seja, de nos reconhecermos animados por um único Espírito e por um mesmo fim. Com efeito, a saudação sacerdotal e a resposta do povo manifestam o mistério da Igreja congregada (Ordenamento Geral do Missal Romano, 50). Exprime-se assim a fé comum e o desejo recíproco de estar com o Senhor e de viver a unidade com a humanidade inteira. Esta é uma sinfonia orante, que se vai criando e apresenta imediatamente um momento muito comovedor, pois quem preside convida todos a reconhecer os próprios pecados. Todos somos pecadores. Não sei, talvez algum de vós não seja pecador... Se alguém não é pecador, levante a mão, por favor, assim todos veremos. Mas não há mãos levantadas, está bem: tendes uma boa fé! Todos somos pecadores; é por isso que no início da Missa pedimos perdão. É o ato penitencial. Não se trata apenas de pensar nos pecados cometidos, mas muito mais: é o convite a confessarnos pecadores diante de Deus e da comunidade, perante os irmãos, com humildade e sinceridade, como o publicano no templo. Se verdadeiramente a Eucaristia torna presente o Mistério pascal, ou seja, a passagem de Cristo da morte para a vida, então a primeira coisa que devemos fazer é reconhecer quais são as nossas situações de morte para poder ressuscitar com Ele para a nova vida. Isto levanos a compreender como é importante o ato penitencial. E por isso retomaremos este tema na próxima catequese.

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Paróquia Santo Antonio

Parte 1/3

Escala das Celebrações Junho de 2018 01/06 – Sexta

05/06 – Terça

13h30 14h30 14h30 19h 19h

19h

Confissões no Santuário. Missa no Santuário. Missa no Hospital. Confissões na Matriz. Missa e 2º. dia da trezena de Santo Antônio. Santo Antônio, mestre de oração.

Missa e 6º. dia da trezena de Santo Antônio. Santo Antônio, sal da terra.

06/06 – Quarta Não haverá confissões neste dia. Novena de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e Celebração, na Matriz: 06h, 07h30, 09h, 10h30, 12h, 13h15, 14h30, 16h, 17h30, 20h30, 22h. Missa e 7º. dia da trezena de Santo Antônio. Santo Antônio, luz do mundo.

02/06 – Sábado 16h 17h 17h 18h 19h 19h 19h

Missa na Matriz. Missa e visita da relíquia de Santo Antônio em I Faxinal. Missa em Espigão Branco. Celebração da Palavra e acolhida dos catecúmenos em Faxinal dos Pretos. Missa em Faxinal dos Pintos. Missa e visita da relíquia de Santo Antônio em Estação. Missa e 3º. dia da trezena de Santo Antônio. Santo Antônio e o Evangelho da vida.

19h

07/06 – Quinta 19h 19h30

08/06 – Sexta Sagrado Coração de Jesus Dia de orações pela santificação do clero

03/06 – Domingo Não haverá Missa no Santuário às 19h. 09h Missa no Santuário. 09h Batizados na Matriz. 09h Missa e visita da relíquia de Santo Antônio em Vila São José. 09h Missa em Santo Amaro. 09h15 Missa e acolhida do ícone de N. Sra. Perpétuo Socorro em Cohapar. 10h30 Missa na Matriz. 10h30 Missa e visita da relíquia de Santo Antônio em Capão Bonito. 11h Missa em Colônia Municipal. 16h Missa e visita da relíquia de Santo Antônio em Faxinal dos Castilhos. 19h Confissões na Matriz. 19h Missa e 4º. dia da trezena de Santo Antônio. Santo Antônio, pregador, apóstolo, doutor.

04/06 – Segunda 19h

20

Celebração da Palavra e 5º. dia da trezena de Santo Antônio. Santo Antônio, apóstolo do Reino de Deus.

Junho / 2018

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Boletim Informativo Paroquial

Celebração da Palavra e 8º. dia da trezena de Santo Antônio. Santo Antônio e a esperança. Celebração da Palavra e visita da relíquia de Santo Antônio em Vila José Lacerda.

08h30 13h30 14h30 14h30 19h 19h

19h

Missa e visita da relíquia de Santo Antônio no Educandário. Confissões no Santuário. Missa no Santuário. Missa no Hospital. Confissões na Matriz. Missa e 9º. dia da trezena de Santo Antônio. Santo Antônio, sacerdote segundo o coração do Altíssimo. Missa e visita da relíquia de Santo Antônio em São Bento 1.

09/06 – Sábado Imaculado Coração de Maria 16h 16h 17h 17h30

Missa na Matriz. Missa em Fazenda dos Forjos. Missa e visita da relíquia de Santo Antônio em Km 202. Missa em São João Paulo II.


Paróquia Santo Antonio

Parte 2/3

Escala das Celebrações Junho de 2018 19h

19h30

Missa e 10º. Dia da trezena de Santo Antônio. Santo Antônio, servo da Mãe Imaculada. Missa e visita da relíquia de Santo Antônio em Vila Esperança.

10/06 – Domingo Festa de Santo Antônio Não haverá Missa no Santuário às 19h. 09h 09h 09h 09h 09h 09h 10h30 10h30 11h 19h 19h

19h

Missa no Santuário. Batizados na Matriz. Missa em Pinheiros. Celebração da Palavra e acolhida dos catecúmenos em Vila São José. Celebração da Palavra e acolhida dos catecúmenos em Estação. Missa e visita da relíquia de Santo Antônio em Vila do Príncipe. Missa na Matriz. Missa em São Bento 2. Missa e visita da relíquia de Santo Antônio em Pedrinhas. Confissões na Matriz. Missa e 11º. Dia da trezena de Santo Antônio. Santo Antônio e as Sagradas Escrituras. Celebração da Palavra e visita do ícone de N. Sra. Perpétuo Socorro em Milagres.

11/06 – Segunda 19h 19h 19h

Confissões na Matriz. Missa e 12º. dia da trezena de Santo Antônio. Santo Antônio e a paciência. Missa e visita da relíquia de Santo Antônio em Passa Dois.

12/06 – Terça 19h 19h

20h

Confissões na Matriz. Missa, bênção dos namorados, 13º. dia da trezena de Santo Antônio, procissão e bênção da fogueira – Santo Antônio filho apaixonado de Maria. Procissão com a imagem de Santo Antônio e bênção da fogueira.

13/06 – Quarta Santo Antônio Quarta-feira da partilha em todos os horários da novena – ajude com alimentos a pastoral social a ajudar quem precisa. Não haverá as novenas às 20h30 e às 22h. Novena de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e Celebração, na Matriz: 06h, 07h30, 09h, 10h30, 12h, 13h15, 14h30, 16h, 17h30, 19h. Às 19h Santa Missa solene presidida por S. Excia. Rvma. Dom Celso Antônio Marchiori, Bispo Diocesano de São José dos Pinhais, na intenção do município da Lapa, dos munícipes e dos governantes. Horário das confissões: 09h, 14h30 e 19h.

14/06 – Quinta 19h 19h 19h30

Missa na Matriz. Missa na cadeia aberta. Missa em Lavrinha.

15/06 – Sexta 13h30 14h30 14h30

Confissões no Santuário. Missa no Santuário. Missa no Hospital.

16/06 – Sábado 16h 16h 17h30 18h 19h 19h 19h30

Missa na Matriz. Missa nos Vicentinos. Festa do perdão com os adolescentes em Milagres. Missa em Campina das Dores. Celebração da Palavra na Matriz. Celebração da Palavra e visita do ícone de N. Sra. Perpétuo Socorro em Vila Esperança Missa em Capão Alto.

17/06 – Domingo 09h 09h 09h 09h 10h30 10h30 10h30 19h

Missa no Santuário. Batizados na Matriz. Missa em Fazenda Lagoa Dourada.

Missa em Marafigo. Missa na Matriz. Missa em Paiquerê. Missa e festa em São Bento 1. Missa no Santuário.

Boletim Informativo Paroquial

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Junho / 2018

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Paróquia Santo Antonio

Parte 3/3

Escala das Celebrações Junho de 2018 18/06 – Segunda 19h

Celebração da Palavra na Matriz.

19/06 – Terça 19h 19h

Missa na Matriz. Missa e festa em Milagres.

20/06 – Quarta Novena de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e Celebração, na Matriz: 06h, 07h30, 09h, 10h30, 12h, 13h15, 14h30, 16h, 17h30, 19h, 20h30, 22h. Horário das confissões: 09h, 14h30 e 19h.

10h30 10h30 10h30 19h

25/06 – Segunda 19h

19h 19h

13h30 14h30 14h30 19h

Confissões no Santuário. Missa no Santuário. Missa no Hospital. Celebração da Palavra e visita da relíquia de Santo Antônio em Faxinal dos Dias.

23/06 – Sábado 09h 16h 16h 17h30 18h 18h 19h

Missa e visita do ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro em São Lucas. Missa na Matriz.

Missa em Pedra Lisa. Missa em Faxinal dos Correas. Missa em Faxinal dos Pretos. Missa em Pedra Alta. Celebração da Palavra na Matriz.

24/06 – Domingo 09h 09h 09h 09h 09h 10h30

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Missa no Santuário. Batizados na Matriz. Missa em Vila José Lacerda. Missa em Espigãozinho. Missa em Vista Alegre. Missa na Matriz.

Junho / 2018

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Boletim Informativo Paroquial

Missa na Matriz. Missa em honra de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro em São Bento 2.

27/06 – Quarta Novena de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e Celebração, na Matriz: 06h, 07h30, 09h, 10h30, 12h, 13h15, 14h30, 16h, 17h30, 19h, 20h30, 22h. Horário das confissões: 09h, 14h30 e 19h.

Missa no lar das idosas. Missa em Campo de Telha. Missa na Matriz.

22/06 – Sexta

Celebração da Palavra na Matriz.

26/06 – Terça

21/06 – Quinta 08h30 17h30 19h

Missa e festa em Faxinal dos Dias. Missa e festa em Floresta São João. Missa e festa em Johannesdorf. Missa no Santuário.

28/06 – Quinta 10h 19h 19h30

Missa na cadeia fechada. Missa na Matriz. Missa em Vila do Príncipe.

29/06 – Sexta 13h30 14h30 14h30 19h30

Confissões no Santuário. Missa no Santuário. Missa no Hospital. Missa e ultreya em Vila do Príncipe.

30/06 – Sábado 16h 16h 19h 19h 19h

Missa na Matriz.

Missa em Faxinal dos Castilhos. Celebração da Palavra na Matriz.

Missa em Santo Amaro. Missa em Vila Esperança.


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