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Notícias

Palavra do Pároco

Casa da Criança Santa Ângela

Quaresma, conversão!

Conheça um pouco mais sobre essa Obra Social e veja as fotos da apresentação natalina que aconteceu no Santuário Santa Edwiges.

Quaresma está ligada a oração de Jesus, Ele que ao iniciar a vida pública reza...

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STA. EDWIGES

Padres e Irmãos Oblatos de São José * Arquidiocese de SP * Ano XXIII * N. 266 * Fevereiro de 2013

O Santuário Santa Edwiges celebra Vigília de Natal e Ação de Graças pelo Ano Pág. 08

JMJ

2013 RIO DE JANEIRO

Notícias

Seja um peregrino na Jornada Mundial da Juventude 2013 Saiba informações de como se inscrever para participar desse evento no Rio de Janeiro.

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Notícias

Entrevista com o Novo Superior Provincial da Congregação dos Oblatos de São José

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02 calendário editorial

Recomeço

Após um longo período sem nos preocuparmos com a rotina estressante do dia - a- dia, iniciamos efetivamente o ano de 2013, após o Carnaval. Como de costume parece que só agora o Brasil começa a funcionar realmente, com o retorno às aulas, compromissos na comunidade e na sociedade em geral. Na nossa igreja temos datas importantes a observar. Na quarta-feira de cinzas damos início à Quaresma, um período de reflexão mais intenso e de buscarmos a conversão nos pequenos atos que realizamos desejosos de mudanças. Também abrimos a Campanha da Fraternidade 2013, com o tema: Fraternidade e Juventude, e com o lema: ”Eis-me aqui, envia-me” (Is 6,8), diga-se passagem muito propícia para o ano da Jornada Mundial da Juventude, onde os preparativos estão a todo vapor na nossa Paróquia, com os chás bingos, almoços, rifa com vários prêmios e entre outros eventos. Conto com a participação de todos vocês nos eventos da comunidade, e peço que intensifiquem suas orações aos jovens que estão se preparando para o JMJ 2013 e para todos os padres de nossa comunidade para que não desanimem perante as dificuldades enfrentadas ultimamente. Fiquem com Deus!

santuariosantaedwiges.com.br

fevereiro de 2013

Calendário Paroquial Pastoral 5 Ter

Região Episcopal Ipiranga (Comissão Pastoral)

Região Episcopal Ipiranga

9h às 11h

6 Qua

Terço dos homens (récita do terço)

Santuário

20h

7 Qui

Pastoral do Batismo (Reunião)

Salão São José

20h

8 Sex

Reg. Episcopal Ipiranga (Reunião Clero Str. Anchieta)

Par. N.Sra. Mercês

9h às 12h

9 Sab

Grupo de Oração (Avivamento de Oração)

Salão São José Marello

19h

Juventude (Bingo da Juventude em prol da JMJ) Pastoral dos Coroinhas (Encontro de boas vindas)

Salão São José Marello Salão São José Marello

A definir 10h às 12h

12 Ter

CARNAVAL Juventude (Retiro para Jovens da Comunidade)

Santuário

13 Qua

Início da Quaresma Terço dos homens (récita do terço)

Catedral Santuário

15h 20h

14 Qui

Catequese (Reunião de Pais)

Santuário

20h

15 Sex

Encontro do Arcebispo com os Párocos, Vigários... Missa de Abertura da CF2013

A definir Santuário São Judas

9h às 13h 20h

16 Sab

Região Episcopal Ipiranga (Reunião dos MECES) Pastoral da Crisma (Encontro de catequese)

Par. N.Sra. Saúde OSSE

8h30 às 12h 9h às 10h30

17 Dom

Juventude (Abertura da CF 2013 no Santuário) Catequese com Adultos (Encontro de catequese) Pastoral dos Coroinhas (Encontro) Pastoral da Acolhida (Reunião) Pastoral da Crisma (Encontro de catequese)

Santuário Capela da Reconciliação Salas Ss. Pedro e Paulo Salão São José OSSE

7h, 9h, 11 e 18h30 8h às 10h45 10h às 12h 16h 16h30 às 18h

20 Qua

Terço dos homens (récita do terço)

Santuário

20h

22 Sex

Vicentinos (Preparação de Cestas Básicas)

Salão São José Marello

7h às 10h30

23 Sab

Juventude (Convivência da Espiritualidade Marelliana) Vicentinos (Entrega de Cestas Básicas e reunião) Pastoral da Crisma (Encontro de catequese) Catequese (Retiro de Catequistas) Infância Missionária (Início de Encontros) Pastoral Missionária (reunião) Comunidade N.Sra. Aparecida (C.P.C.) Ministros Extraord. da Sagrada Comunhão (Reunião) Pastoral do Batismo (Preparação de Pais e Padrinhos) Terço dos homens (Missa de aniversário) Grupo de Oração (Avivamento de Oração)

Sant Ourinhos-SP Salão São José Marello OSSE A definir Capela da Reconciliação Sala São Pedro Sede da Comunidade Sala Pe. Pedro Magnone Salão São José Santuário Salão José Marello uário

— 8h às 10h30 9h às 10h30 — 14h às 16h 17h 17h30 17h30 17h30 às 21h30 19h 19h

24 Dom

Juventude (Convivência da Espiritualidade Marelliana) Catequese com Adultos (Encontro de catequese) Pastoral dos Coroinhas (Encontro) Pastoral do Batismo (Celebração) Pastoral da Crisma (Encontro de catequese)

Ourinhos-SP Capela da Reconciliação Salas Ss. Pedro e Paulo Santuário OSSE

— 8h às 10h45 10h às 12h 16h 16h30 às 18h

27 Qua

Terço dos homens (Adoração ao Santíssimo Sacramento)

Santuário

20h

28 Qui

Apostolado da Oração (Reunião)

Salão São José

14h

10 Dom

Karina Oliveira

karina.oliveira@santuariosantaedwiges.com.br

Paróquia Santuário Santa Edwiges Arquidiocese de São Paulo Região Episcopal Ipiranga Congregação dos Oblatos de São José Província Nossa Senhora do Rocio Pároco: Pe. Paulo Siebeneichler, OSJ

Responsável e Editora: Karina Oliveira Diagramador: Ronnie A. Magalhães Fotos: Gina, Victor Hugo e Arquivo Interno Equipe: Aparecida Y. Bonater; Izaíra de Carvalho Tonetti; Jaci Bianchi da Cruz; Guiomar Correia do Nascimento; José A. de Melo Neto; Rosa Cruz; Martinho V. de Souza; Marcelo R. Ocanha; Fernanda Ferreira e Rafael Carvalho

Site: www.santuariosantaedwiges.com.br E-mail: jornal@santuariosantaedwiges.com.br Conclusão desta edição: 01/02/2013 Impressão: Folha de Londrina. Tiragem: 6.000 exemplares. Distribuição gratuita

Estrada das Lágrimas, 910 cep. 04232-000 São Paulo SP / Tel. (11) 2274.2853 e 2274.8646 Fax. (011) 2215.6111


especial 03

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fevereiro de 2013

Entrevista com o Pe.Ailton Ferreira de Almeida Novo Superior Provincial da Congregação dos Oblatos de São José

Pe.Ailton Ferreira de Almeida, 45 anos, natural de Altônia-Paraná, batizado em Campo Mourão-PR, fez catequese e recebeu a 1ª eucaristia e crisma em Apucarana-PR.Religioso, membro dos Oblatos de São José há 28 anos e sacerdote há 16 anos. Em 1985 entrou para o seminário de Apucarana, estudou no seminário Menor por dois anos, depois cursou três anos de filosofia e um ano de Noviciado em Curitiba. Logo em seguida, mudou-se para Londrina para fazer o assistentado ajudando na formação, veio para o Santuário Santa Edwiges em São Paulo, onde o seminário era na casa paroquial, e aqui estudou por quatro anos teologia. Em seguida foi para a Paróquia em Ourinhos, já como Diácono, onde ajudou três anos na formação. Após sua ordenação sacerdotal desempenhou o serviço de: • Formador e Vigário Paroquial em Ourinhos – 1996-1998 • Formador e Vigário Paroquial em Curitiba – 1999 – 2006 • Reitor em Curitiba • Conselheiro Provincial – 2003 – 2010 • Ecônomo Provincial – 2005 – 2010 • Participou do Curso de Espiritualidade e de Ecônomos em Roma – 2007 Pastoralmente trabalha há 13 anos com as equipes de Nossa Senhora um movimento de espiritualidade conjugal que está no mundo, e está em Curitiba há 60 anos, trabalha com duas equipes e nos fins de semana ajuda na paróquia fazendo confissões e sacramentos. Atualmente é Superintendente da Faculdade Padre João Bagozzi desde 2005, Conselheiro Espiritual das ENS, Reitor da Casa Provincial. Em março de 2013 assumirá o seu primeiro mandato como Superior Provincial da Congregação dos Oblatos de São José. JSE: Com foi ser escolhido o Provincial? Trabalhei no governo por seis anos, então já tinha certa experiência, trabalhei também na economia, na educação e tenho formação em pastoral de educação e, especialização em gestão de pessoas. No quadro, aquela pessoa que tem naquele momento o perfil, eles escolhem, eu me sinto honrado e quero me colocar a serviço nesses três anos. JSE: Quais são as suas expectativas ao assumir esse cargo

Da esquerda para a direita: Pe.Sérgio José de Souza - 4º Conselheiro, Pe. Mauro Negro - Vice Provincial, Pe.Ailton Ferreira de Almeida - Novo Provincial, Pe. Mário Guinzoni - 3º Conselheiro, Pe.Antonio Luiz de Oliveira- 2º Conselheiro.

de Provincial, que é de grande responsabilidade para a Congregação dos Oblatos de São José? Bom, a gente segue um pouco daquilo que foi o trabalho, as iniciativas do governo anterior, então eu vou dar continuidade e com certeza, algo novo a gente vai apresentar, vamos ter a posse no dia 28 de fevereiro e logo em seguida vou me reunir com o Conselho para tirarmos as linhas de Ação. JSE: Como foi receber a notícia de que a Jornada Mundial da Juventude seria no Brasil? E o que o senhor espera desse evento?

vimentarmos ainda mais as nossas paróquias, os nossos religiosos que trabalham com os jovens, ai motivado a luz da Campanha da Fraternidade a dar um maior impulso, maior apoio ao trabalho da juventude nas nossas paróquias, tenho certeza que depois dessa jornada, por um bom tempo seremos alimentados pelo ânimo da juventude em nossas comunidades. É pedagogicamente um momento de revitalizar o nosso trabalho com o jovem, um movimento tão grande como esse da Jornada Mundial da Juventude.

Karina Oliveira

Para nós que trabalhamos com os jovens, temos como carisma os jovens, é uma oportunidade de mo-

karina.oliveira@santuariosantaedwiges.com.br

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04 obra social

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fevereiro de 2013

OBRA SOCIAL SANTA EDWIGES - CCA SANTA EDWIGES O nosso caminho é feito Pelos nossos próprios passos... Mas a beleza da caminhada Depende dos que vão conosco! Assim, neste Novo Ano que se inicia Possamos caminhar mais e mais juntos... Em busca de um mundo melhor, cheio de Paz Saúde, Compreensão e muito Amor. Que o Ano Novo renova nossas esperanças. E que a estrela de Cristo resplandeça em nossas vidas. E o fulgor dos nossos corações unidos intensifique A manifestação de um ano novo repleto de vitórias! E que o resplendor dessa chama Seja como a tocha que ilumina nossos caminhos Para a construção de um futuro repleto de alegrias! E assim tenhamos um mundo melhor! A todos vocês que temos o mesmo ideal,

`

Amigos (as) que já fazem parte de nossa família OSSE Desejo que as experiências próximas de um Ano Novo Sejam-lhe construtivas saudáveis e harmoniosas. Muita Paz em seu contínuo despertar! Venha nos fazer uma visita! Marquês de Maricá, 288- Sacomã – São Paulo - SP Telefone: (011) 2591-2281 Horário de Atendimento: Segunda à Sexta-feira 08h00 ás 17h00 O CCA RETOMARÁ SUAS ATIVIDADES EM FEVEREIRO 2013. Participe desse sonho de vida e crescimento. Faça a sua doação Itaú – Agência 0249 - C/C 38.265-6 ou Bradesco - Agência 00528 - C/C 0072870-5 www.obrasocialstaedwiges.blogspot.com

para refletir

O que é o pecado? Certa vez, um mestre tomou seu discípulo pelas mãos e o levou a uma rua de Roma e disse: - É hora de aprender o que é errado. - Como assim mestre? Perguntou o discípulo. - Nesta rua existem muitas coisas erradas. Vou dar-te uma missão, irá me conduzir até o fim dela sem deixar-me relar em nenhuma destas coisas erradas. Colocarei uma venda em meus olhos e você será meu guia até o fim desta rua. - Como desejar mestre. Afirmou o discípulo. Começaram a caminhar na rua meio sóbria com luz de fogueiras nas esquinas. Mal caminharam 100 metros e se deparam com homens bêbados caído no chão. Com todo cuidado para que o mestre não percebesse o problema, conduzi-o para longe daquela cena. A jornada continuou, alguns metros à frente o discípulo avistou prostitutas a se oferecerem na rua. Com maior cuidado e zelo se colocou entre o mestre e as mulheres, e levo-o para longe do lugar. Quase no final da rua o discípulo observou uma mulher sendo espancada por um homem e roubada por ele. Atravessando a rua com o mestre e não querendo chamar a atenção foi embora daquele lugar. Por fim chegaram ao final da rua. O mestre tirou a venda e perguntou ao discípulo: - Quais foram os erros que você pode observar?

O discípulo disse: - Mestre eu vi homens bêbados, prostitutas e um cara assaltando e espacando uma mulher. - Sabes o que eu vi meu discípulo? -Acho que nada mestre! Pois estava vendado e a rua estava escura, não é? Errado! Exclama o mestre. - Eu pude ver um homem frio, arrogante, egoísta e medroso. Pois, em tudo que vistes poderia fazer alguma coisa para ajudar e não fizestes nada. Estava muito preocupado com o seu serviço e esquecendo-se de ser bom antes de tudo. Moral da história: Muitas vezes preocupados com nossos afazeres e atividades, com a nossa falsa moral e com nossos medos e incertezas, acabamos desperdiçando momentos que poderíamos ser melhores se praticássemos a caridade. Tudo isso, por que não aprendemos a observar o tempo e as oportunidades. Eu pergunto: o que é pecado? Ver os erros dos outros e ficar inerte sem fazer nada? Pecado não é somente o que fazemos, mas também o que deixamos de fazer. Pense nisto.

Pe. Paulo Sérgio - OSJ Vigário Paroquial


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fevereiro de 2013

nossa santa 05

Oblatos de São José e as premícias do trabalho Fevereiro sempre é um mês interessante! Em meio às engrenagens da vida social que nos impelem, depois das férias, a retomar o trabalho, a escola e muitos outros afazeres, também a Igreja dá início a uma caminhada: a Quaresma, tempo de preparação para a Páscoa de Jesus Cristo. Ora, o que isso tem a ver com o resgate histórico que queremos fazer dos 40 anos dos Oblatos de São José na Paróquia-Santuário Santa Edwiges? Acredito eu que muita coisa. Vamos tentar elucidar. Se formos dividir estes quarentas anos por décadas, podemos fazer uma justa caminhada informativa junto dos Oblatos na nossa comunidade paroquial. De 1973, ano de chegada dos “Padres Josefinos”, até 1983 podemos verificar que os inícios da caminhada dos Oblatos de São José (OSJ) vão se ajustando com o bairro do Sacomã e também das primícias da Favela de Heliópolis. Como dissemos no artigo de abertura desta coluna as décadas de 1970/80 foram marcadas pelo aspecto econômico que no nosso país, passou por um momento de crescimento em novas áreas de investimento, que possibilitou o aumento da atividade econômica. Existia equilíbrio de contas externas, mas também a dívida nacional crescia. Mas, nem tudo são flores! Ora, o desequilíbrio social era visível, mesmo com a evidência do “milagre econômico”. Se poupava em razão das pessoas mais abastadas, enquanto a população de baixa renda via aquilo que tinha ser diminuído ainda mais. Segundo o site de pesquisa popular da internet, Wikipédia, “Dessa forma, as vantagens do crescimento econômico não foram igualmente distribuídas pelas diversas camadas da população e ficaram concentradas, principalmente, nos capitalistas e nas classes sociais de renda mais alta”. Em outras vertentes, como a cultural, por exemplo, o Brasil estava em ascensão como na conquista do tri-campeonato mundial de futebol no México, e ainda a expansão da televisão como um dos principais meios de comunicação social. No âmbito da Igreja Católica era ainda tempos de missão a serem vivenciadas na transmissão do evangelho em várias partes do mundo. Na América Latina tenta-se colocar de imediato as decisões do Concílio Vaticano 2º, que há pouco havia sido encerrado (1967).

Em São Paulo sob a batuta do Cardeal Dom Paulo Evaristo Arns, o trabalho social e democrático era visto em vários campos de atuação como no embate contra a ditadura militar, sendo que o que mais se manifestava era o restabelecimento da democracia como modo de condução da vida da população. Com o Cardeal Arns não só São Paulo, mas o “Brasil católico” de Dom Helder Câmara, Dom Luciano Mendes Almeida, entre outros, trilhava o Caminho da Esperança. Neste decênio histórico (1973-1983) a comunidade paroquial de Santa Edwiges foi conduzida pelos padres oblatos João Batista Cerutti e Segundo Piotti, sendo justamente o “segundo” que desenvolveu a de-

voção à Santa Edwiges como a conhecemos hoje: a reza da novena e as grandes concentrações de devotos de muitos lugares. Portanto, é a aí que a começa de fato a grande “História de Santa Edwiges” no Heliópolis e no Sacomã com os Oblatos de São José. A Paróquia Santa Edwiges já era conhecida por sua grande participação de católicos do bairro, e de outros lugares, evidenciado como o lugar onde os pobres e endividados podiam pedir o socorro dos céus para as suas necessidades emergenciais. Não obstante os milagres atribuídos a Santa Edwiges, aquilo que ela fez em vida, como mãe dos pobres,

Padres Oblatos de São José da Província do Brasil. (Reunidos em Assembleia que definiu o triênio 2013-2016)

modelo dos políticos, padroeira das famílias, socorro dos endividados, por meio dos Oblatos de São José iniciava-se um novo modo de ser participante da comunidade católica: Ser católico, cuidando dos interesses de Jesus na imitação de São José e na devoção a Santa Edwiges. Nossa Santa e os Oblatos de São José, nestes quarentas anos de presença Josefina no Santuário Santa Edwiges, foram nos introduzindo em muitos modos de acolher, professar e preservar a fé nos problemas novos e antigos, nas alegrias e esperanças de todos os dias. Rezemos juntos a Oração pelo Povo de Deus, escrita por São José Marello: “Meu Senhor, vos rogo por aqueles que vivem na abundância de todos os bens, para que na alegria se recordem de estar em terra de exílio. Vos rogo por aqueles que gemem sob o peso da desventura, para que na tristeza se recordem que estão na estrada do Céu. Vos rogo por aqueles que desceram ao túmulo, para que durmam o sono da paz. Vos rogo por mim, que estou nu na vossa presença, para que possais revestir-me com a veste de minha primeira inocência. Vos rogo por toda a peregrina família de Adão. Sede Vós seu guia e seu auxílio, para que possa atingir a salvação na pátria celeste. Amém”.

Martinho Vagner

martovagner@yahoo.com.br


06 palavra do pároco

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fevereiro de 2013

Quaresma, conversão!

Caro Leitor (a) Depois das festas Natalinas, comemorações de Ano Novo, e passado o Carnaval, vamos à luta! Nos tempos em que o partido dos trabalhadores era um competente partido, e estava sempre competindo e nada ganhando, eles de modo muito feliz repetiam, “a luta continua”, o que não deixa de ser um bordão importante para continuar, lá era um “sonho de democracia” que se colocava a luz de uma filosofia, e para os cristãos continuar a caminhada, este deve ser a busca cada vez mais, de realizar os anseios de Jesus Cristo em nossas vidas. Chegou a Quaresma, com o passar dos tempos, essa palavra não tem hoje o merecido significado, por termos perdido muito dos costumes que a vida cristã nos ensinou, e não se faz os cuidados que a família tinha para este tempo, cito uns: Por exemplo, não comer carne nas quartas e sextas feiras, fazer jejuns uns dias a mais que só a quarta feira de cinzas e a sexta

feira santa, rezar mais que o habitual que a família e a pessoa estão acostumando a rezar, deixar de praticar aquilo que mais tira da pessoa a aproximação com a conduta de um cristão, renunciar uma atividade que já o faz não mais como um simples hobby, o que já se faz quase um vício, tudo isso oferecendo os esforços para a conversão, a mudança de vida, não pelo simples gesto de altruísmo de momento, que torna tal gesto uma atitude de farisaísmo pessoal, que passado a data volta ao estado anterior ainda mais complicado que não o tivesse feito. Quaresma está ligada a oração de Jesus, Ele que ao iniciar a vida pública reza (Lc4, 1-13; Mt4, 1-11), fica quarenta dias em oração para se fortalecer estar plenamente para realizar a vontade do Pai, e onde se coloca a realizar as maravilhas reza, ensina os discípulos a rezar (Lc11, 2-4), antes da paixão vai ao monte das oliveiras e reza (Lc22, 39-45), e na cruz também reza, pedindo ao Pai “perdoa-lhes não sabem o que fazem”.

Quaresma está também ligada ao povo de Israel, nos quarenta anos na saída da escravidão no Egito, descrita no livro do Êxodo, (Ex5s) e a caminhada que fez este povo que sofreu, clamou por liberdade, e depois ainda tinha lembranças e se se arrependia de ter tido escolhido caminhar para fora da opressão que suportava anteriormente. Caro e querida, a nossa luta que continua, é para ser um homem, e uma mulher mais próxima das atitudes de Jesus Cristo, e a quaresma seja este tempo de Deus em sua e na minha vida, e que a conversão, a mudança seja para nós um motivo de alegria, e de vida sendo de Cristo, sendo Cristão. Uma ótima Quaresma para você, assim tua Páscoa será muito melhor. Pe Paulo Siebeneichler – OSJ

pepaulo@santuariosantaedwiges.com.br

convite a jornada mundial da juventude


batismo 07

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fevereiro de 2013

Batismo 09 de dezembro de 2012 Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo (Mateus 28-19)

André Luis de Araújo

Lucas Dorea Lopes

Patrick Vieira de Souza

Camilly Andrade da Silva

Felipe Silva de Oliveira

Isabella de Andrade D. Cabral

Maria Eduarda Pinheiro de Lima

Myrella Lima da Silva

Nycollas S. de Andrade dos Santos

Phelipe Pedro de A. Lima

Vinicius dos Santos Lima

Yasmim Pereira de A. Oliveira Meneses Produções Fotográficas Tel.: 2013-2648 / Cel.: 9340-5836


08 notícias

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fevereiro de 2013

CASA DA CRIANÇA SANTA ÂNGELA

A Casa da Criança Santa Ângela funciona o ano todo sempre atendendo as crianças e adolescentes de 6 a 14 anos, no horário inverso da escola de ensino fundamental com atividades inerentes a idade. Oferecemos duas refeições diárias, acompanhamento aos estudos, atividades sobre o meio ambiente, brinquedoteca, estimulo a leitura e escrita, arte e educação, teatro, música, enfim fazemos com que o tempo em que as crianças estejam conosco, seja agradável e produtivo. Em dezembro com a ajuda de doadores e voluntários, foram distribuídas mais de 1500 sacolinhas de Natal (entre os  educandos, irmãos e crianças da creche Palotina) com brinquedo, calçado e roupa nova, a nossa alegria é ver aqueles sorrisos no

rosto das nossas crianças inclusive dos adolescentes que esperam um ano por esse momento. A novidade de 2012 foi à apresentação musical dos educandos, do professor Ricardo e de toda a equipe da Casa da Criança Santa Ângela, simples, mas muito emocionante. Para o bom andamento dessa obra social, necessitamos de doações de bom coração: alimentos não perecíveis, por exemplo: bolachas doces, salgadas, leite em pó, achocolatado, sucrilhos, etc. E agora para o início do ano, como damos toda a assistência e estímulo aos estudos, necessitamos de material escolar de todo e qualquer tipo: sulfite, lápis preto, lápis de cor, borracha, caneta hidrocor, cartolina, papéis diversos. Para completar pode ser doados, livros de leitura e brinquedos usados em bom estado.

Venha nos visitar: Casa da Criança Santa Ângela Rua Michele Príncipe, 300. Cep: 04230-046 - Ipiranga - dentro do Conjunto Habitacional Heliópolis (divisa de São Paulo com São Caetano) Tel: (11) 2063-8126 - falar com Célia ou Índia Horário de funcionamento das 8h às 17h Caso queira pode depositar: Banco Itaú Agencia 0249 C/C: 61150-0 Obra Social Santa Edwiges - Santa Ângela CNPJ: 59.489.369/0001-52 Célia Alves Furlan

Celebração da Vigília de Natal e Ação de Graças pelo Ano No dia 24/12/2012, foi realizado no Santuário Santa Edwiges a Vigília de Natal. A celebração foi presidida pelo pároco e reitor do Santuário, Pe. Paulo Siebeneichler e o concelebrante, Pe. Roberto Palloto. A igreja estava cheia e contou com a presença de familiares dos devotos e paroquianos, que mesmo com muita chuva, vieram acolher a chegada do menino Jesus. E no dia 31/12/2012, a comunidade se reuniu para dar graças e rezar em agradecimento de tudo o que lhes aconteceu durante o ano de 2012. Muitas pessoas participaram dessa grande festa de encerramento do ano. O presidente da celebração foi o Pe.Bennelson Barbosa, vigário paroquial do santuário.


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fevereiro de 2013

PROFISSÃO DA FÉ NO ANO DA FÉ

PR.: Irmãos e irmãs, o Ano da Fé nos remete ao Creio, que é a profissão pública da fé da nossa Igreja. “Professar a fé na Trindade – Pai, Filho e Espírito Santo – equivale a crer num só Deus, que é Amor (1Jo 4,8): o Pai, que na plenitude dos tempos enviou seu Filho para a nossa salvação; o Filho, Jesus Cristo, que redimiu o mundo no mistério da sua vida, morte e ressurreição; o Espírito Santo, que guia a Igreja através dos séculos, enquanto ela aguarda o regresso glorioso

do Senhor” (cf Porta Fidei, 1). Com os apóstolos e todos os irmãos na mesma fé, também com aqueles que já nos precederam nesta fé, nós proclamamos: TODOS: Creio Senhor, mas aumentai minha fé! PR.: Desde as suas origens, a Igreja entregava o Creio aos adultos, que se preparavam para o Batismo; depois de aprendê-lo de cor, em outra celebração, eles o professavam publicamente. A esses catecúmenos, Santo Agostinho exortava, dizendo: “O Símbolo do

Semana Catequética de Formação

Na semana do dia 28/01 a 01/02, aconteceu no Santuário Santa Edwiges a Semana Catequética de Formação, o tema central deste ano foi o Creio. Confira abaixo os palestrantes que participaram e os temas que foi falado por eles nessa formação. Se você não compareceu na Semana Catequética, faça em casa a oração da Profissão da Fé, recomendado pelo Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer em sua Segunda Carta Pastoral.

2013

DE FORMAÇÃO 28/01/2013

2013

SEMANA CATEQUÉTICA Profissão de Fé Cristã O homem capaz de crer em Deus Palestrante - Pe Mauro Negro - OSJ

DE FORMAÇÃO 2º DIA

29/01/2013

Profissão de Fé Cristã Crer em Deus a partir dos Símbolos de Fé Palestrante - Martinho Vagner

3ºDIA DIA 28/01/2013 30/01/2013 1º Profissão de de Fé Fé Cristã Cristã Profissão Crer em Jesus O homem capazCristo de crer em Deus Palestrante -- Pe Pe.Mauro Pedro Luiz Amorim Palestrante Negro - OSJ Pereira 4ºDIA DIA 29/01/2013 31/01/2013 2º Profissão Profissãode deFé FéCristã Cristã Crer a partir Crerem no Deus Espírito Santodos Símbolos de Fé Palestrante - Martinho Palestrantes - Ir Kiara Vagner e Irmãs Franciscanas Angelina 3º DIA 30/01/2013 5º DIA 01/02/2013 Profissão de Fé Cristã Profissão de FéCristo Cristã Crer em Jesus Crer na Igreja sua Vida Palestrante - Pe.ePedro LuizeAmorim Pereira Verdades reveladas aos 2013 anos 4º DIA 31/01/2013 Palestrantes - Pe. Fábio Evaristo CSSR

Horário - 19h30 às 21h30

TEMA CENTRAL

Profissão de Fé Cristã Crer no Espírito Santo Palestrantes - Ir Kiara e Missas Irmãs Franciscanas Angelina Domingos às 7h, 9h, 11h e 18h30 Segunda às 15h e 19h 5º DIAa sexta-feira 01/02/2013 Sábados às 16h

Para maiores informações

Secretaria Paroquial Crer na Igreja e das sua8hVida e Segunda a sexta-feira às 19h30 Sábados das 8h às 12h e dasaos 14h 2013 às 18h Verdades reveladas

secretaria@santuariosantaedwiges.com.br

Profissão de Fé Cristã

www.santuariosantaedwiges.com.br

Horário - 19h30 às 21h30

tel.: (11) 2274-2853 - fax: (11) 2215-6111

anos Palestrantes - Pe. Fábio Evaristo CSSR

TEMA CENTRAL

CREIO Paróquia - Santuário

Santa Edwiges

CREIO

Arquidiocese de São Paulo Região Episcopal Ipiranga - Setor Anchieta Congregação dos Oblatos de São José

Estrada das Lágrimas, 910 - Sacomã - São Paulo - SP - CEP 04232-000

Missas Domingos às 7h, 9h, 11h e 18h30 Segunda a sexta-feira às 15h e 19h Sábados às 16h

santo mistério reúne as palavras sobre as quais está edificada com solidez a fé da Igreja, nossa Mãe, apoiada no alicerce seguro, que é Cristo Senhor. Deveis trazê-lo sempre na mente e no coração; deveis repeti-lo nos vossos leitos, pensar nele nas praças e não o esquecer durante as refeições; e, mesmo quando o corpo dorme, o vosso coração continue acordado, por ele”. Com os apóstolos, os mártires, os santos e todos os cristãos e cristãs, nós também proclamamos: TODOS: Creio Senhor, mas aumentai minha fé! PR.: Neste Ano da Fé, o Papa Bento XVI nos convida a refletir sobre nossa fé e a compreender melhor seu conteúdo. Vamos usar o texto do Creio Ni-30 Carta Pastoral cenoconstantinopolitano. Ele é a Declaração de nossa fé católica. Ao longo deste Ano da Fé, vamos repeti-lo cada dia, especialmente na oração da manhã ou da tarde e, com a força do Espírito Santo, testemunhá-lo com nossos irmãos e irmãs com nossa própria vida. Em comunhão com toda a Igreja, professemos agora a nossa fé católica: TODOS: Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso,/ criador do céu e da terra,/ de todas as coisas visíveis e invisíveis./ Creio em um só Senhor, Jesus Cristo,/ Filho Unigênito de Deus,/ nascido do Pai antes de todos os séculos:/ Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro,/ gerado, não criado, consubstancial ao Pai./ Por ele todas as coisas foram feitas./ E por nós, homens, e para a nossa salvação, desceu dos céus:/ e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria e se fez homem./ Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos;/ padeceu e foi sepultado./ Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras,/ e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai./ E de novo há de vir, em sua glória,/ para julgar os vivos e os mortos;/ e o seu reino não terá fim./ Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida,/ que procede do Pai e do Filho;/ e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado:/ ele, que falou pelos profetas./ Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica./ Professo um só batismo para a remissão dos pecados./ E espero a ressurreição dos mortos/ e a vida do mundo que há de vir./ Amém.

SEMANA CATEQUÉTICA

1º DIA

notícias 09

Para maiores informações

Paróquia - Santuário

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Santa Edwiges

PR.: Esta é a fé, que da Igreja recebemos e alegremente professamos, motivo de nossa esperança e alegria em Cristo Jesus, nosso Senhor! TODOS: AMÉM! PR.: Ó Deus, nosso Pai, concedei-nos a graça da fé firme num coração renovado, para vos reconhecermos como Deus vivo e verdadeiro, e Aquele que enviastes, Jesus Cristo. Guiados pelo Espírito Santo ao longo deste Ano da Fé, possamos progredir no caminho da fé com o coração repleto de alegria e ser para os outros, testemunhas do vosso amor, atraindo-os para vós. Por Cristo, nosso Senhor. TODOS: AMÉM! Na próxima edição, iremos detalhar os acontecimentos da Semana Catequética de Formação.


10 jornada mundial

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fevereiro de 2013

Nesta edição daremos continuidade ao texto:

“ONDE ESTÃO OS JOVENS?”

Lugares onde podemos encontrar/educar os jovens? Não podemos descartar nossos grupos – embora muitos com estruturas e pensamentos arcaicos – como espaços autênticos de educação e presença edificante das juventudes. São ambientes privilegiados para acompanhar, orientar e trabalhar com os jovens. No entanto, os grupos não devem e não podem constituir-se em lugares aparte, ou seja, retirando dos outros espaços. Antes é função dos grupos oferecer um duplo movimento de distanciamento e de inserção das juventudes no mundo e na sociedade. No momento em que estão sob a influência direta da pastoral, os jovens podem afastarse de outros espaços de vida para submetê-los a uma reflexão crítica à luz da fé (distância). E depois ao voltarem aos seus cotidianos poderão encarar os problemas e alegrias da vida com um novo ânimo e nova clareza (inserção). Dentro de vários espaços que poderíamos citar, quero destacar três (além das mídias sociais): 1. Família: A família exerce influência benéfica e maléfica, oscila entre os extremos de um desastre total e um paraíso terrestre. Misturam-se doses diferenciadas de elementos construtores da personalidade do jovem e fatores patogênicos. Essa medida que diferencia as famílias permitem juízos mais positivos ou negativos. (Líbano, 2004). Os nossos trabalhos pastorais esbarram fortemente nessa problemática. Nos grupos de jovens e nas orientações pessoais, debatem-se frequentemente tais dificuldades, uma vez que a situação familiar ultrapassa o nível pessoal e interpessoal. Constitui-se aqui uma questão cultural que envolve os laços familiares.

2. Escola-Trabalho: Queremos encontrar jovens? É só irmos à escola, afinal de contas, os jovens estudam! E nesse sentido, existem duas forças que exercem poder de coerção junto às juventudes: o trabalho e o estudo. Esses dois compromissos conseguem arrancar os jovens da comodidade de suas camas, fazê-los enfrentar frio ou calor, coloca-los em trânsitos horríveis e impor-lhes cansaços acumulados. Impressiona ver os jovens se movimentando em busca de trabalho e de estudo. As nossas estruturas eclesiais que até pouco tempo conseguiam movimentar os juventudes tanto quanto as estruturas citadas e, assim exerciam seu poder coercitivo. Com a aparente liberdade que os jovens adquiriram na atualidade, a religião buscou atrair essa parcela da sociedade por outros meios. Infelizmente não são propostas motivadoras e, por vezes, distantes das realidades juvenis. Por isso, é inegável a força coativa da escola. Ela exercer um controle social pela obrigação da frequência. Liga o êxito com a presença física. Por exemplo: existe a figura da reprovação por ausência, mesmo que o aluno demonstre ter apreendido até melhor que os colegas que frequentam assiduamente às aulas. Tal lógica não visa a garantia do aprendizado, já que este poderia ser assegurado de outra maneira. Muitos analistas suspeitam de uma vontade social de manter os jovens alheios à vida adulta e sob a guarda vigilante de adultos. Sendo assim, não podemos descartar de forma nenhuma a escola como um espaço privilegiado de jovens. 3. Diversos grupos ou tribos juvenis (urbanas): Estamos acos-

tumados a ver jovens “normais” em nossas comunidades e/ou cidades. O máximo do diferente é alguém com um corte de cabelo não comum, ou com uma calça jeans toda rasgada, ou ainda, jovens com

ros”. Só poderemos avançar pastoralmente quando verdadeiramente aceitarmos que a nossa pastoral é extra-eclesia, portanto, fora dos muros da Igreja, e reconhecendo os lugares onde a juventude está,

roupa de cor exótica e cheios de correntes, pulseiras, botons, anéis etc. Isso não parece preocupar. No máximo, causa espanto ou é motivo de gozação. Nos grandes centros urbanos (e o mundo se urbaniza cada vez mais), o diferente já se organiza, tem normas, leis, códigos, adeptos... Este fenômeno da juventude moderna já chegou até nós. É importante que conheçamos as razões de tal fenômeno para sabermos agir diante dele. E o nosso agir é pensar seriamente como se aproximar, aproximando-se cativar, e depois acolher esses jovens, dentro de nossa estrutura muitas vezes moralista e engessada. Portanto, precisamos pensar seriamente como tornar a nossa pastoral mais eficaz no ponto de vista de atingir os jovens a partir de sua realidade e não cair na tentação de achar que temos que trazer os jovens para dentro dos nossos “mu-

como lugares autênticos de Evangelização, afinal Jesus passava por todos os lugares e onde ele passava “Ele fazia bem todas as coisas” (Mc 7,37). Referências Bibliográficas BENJAMIN, Walter. Walter Benjamin: Obras escolhidas I: magia e técnica, arte e politica. São Paulo: Brasiliense, 1985. BORELLI, S. H. S.; ROCHA, R. M.; OLIVEIRA, R. C. A.; Jovens na Cena Metropolitana: Percepções, narrativas e modos de comunicação. São Paulo: Paulinas, 2009. LIBÂNIO, J.B., Jovens em tempo de pós-modernidade: considerações socioculturais e pastorais. São Paulo: Loyola, 2004. VILCHES, Lorenzo. Migração digital. São Paulo: Loyola, 2003. Frei José Alves de Melo Neto Assessor Pastoral j_neto85@hotmail.com


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Os dois amores da vocação Jesus, certa vez em diálogo com o apostolo Pedro à beira do Mar de Tiberíades, leva-o a compreender que sua missão é caracterizado por dois amores que não se podem ser separados: o amor ao Senhor e ao próximo (Jo 21, 15-17). Jesus por três vezes repete a mesma pergunta “Tu me amas?” ao que Pedro responde: “Sim Senhor, tu sabes que te amo” e Jesus acrescenta: “Apascenta as minhas ovelhas”, ou seja, ame o meu povo como a ti mesmo! Este amor em dose dupla também é hoje exigido àqueles que se consagram. Eles recebem (irmãs e irmãos) a missão de tornar presente o bom pastor em meio à humanidade por intermédio de seu testemunho profético, pela vivência dos votos de pobreza, castidade e obediência. Os sacerdotes expressam seu amor doando-se por meio de sua unção ao Senhor, sacerdote por excelência, assumem com ele a sua cruz e se doam ao povo na comunidade paroquial ou em outras circunstâncias onde exigir a missão. Os homens e as mulheres quando chamados a constituir família, também descobrem que a essência de seu matrimônio está no amor ao Senhor, princípio e fim de toda forma de amor. Constituem a família e ainda percebem o quanto preciosa se torna a sua escolha

quando vivida na comunidade. Voltando às vocações de consagração e ordem, quem opta por ser padre, irmã ou irmão, jamais deixa de amar, ao contrário, como na experiência de Pedro acaba amando mais, pois o compromisso com o Senhor e o seu rebanho é uma exigência que transforma e dinamiza toda a vida.

O sacerdote e os consagrados que se sentem corpo tendo Cristo por cabeça, assumem certa postura perante a comunidade de fé e a sociedade. Suas vidas foram marcadas pelo Pastor que a partir de agora conta com a plena colaboração para apascentar e orientar o rebanho de forma geral. É necessário um amor fiel e verdadeiro com toda força do coração para cumprir

vocações 11 com tamanha responsabilidade. A humanidade carece de amor. Deus escolhe algumas pessoas e as capacitam para cooperarem em sua obra, mas também de forma misteriosa e surpreendente quer ser amado pelos seus escolhidos, assim como quis ser por Pedro. O jovem que sente o chamado a

to é o único que pode dar sentido e plenitude às nossas vidas”. Precisamos estar convencidos disso para assim intensificarmos ainda mais este amor pelo Senhor que capacita as nossas ações, fortalece os nossos passos e acima de tudo nos ama. Respondemos a este amor com um testemunho pessoal e também comunitário de uma vida de amizade e intimidade com Cristo, por meio da oração, da meditação e vivência de seu evangelho, da participação nos sacramentos como a eucaristia em nossas comunidades. Não nos esqueçamos de que uma das maneiras privilegiadas de responder a este amor é fazer conforme sugere Jesus Cristo a Pedro, ou seja, o segundo amor do vocacionado: “apascenta as minhas ovelhas.”. Cuidar do outro, comprometer-se com sua vida, acompanhar os seus passos, dar suporte, interessar-se por sua vida sem ser inconveniente são formas consagrar-se, logo percebe que só de apascentar as ovelhas. Afinal terá sentido viver de uma forma de contas, Deus quer que todos diferente se for por uma grande nos salvemos, mas em comunidacausa: os pobres, os sofridos, os de, nada isolado. carentes da palavra, os necessitaJOVEM! ASSUMIR UMA VOdos de pão, mas também de com- CAÇÃO É AMAR A CRISTO E preensão e de conversão. AOS IRMÃOS! São esses nossos O Papa Bento XVI afirmou sua dois amores por toda a vida! mensagem aos congressistas do II Congresso Continental Latino Pe. Marcelo Ocanha - OSJ Americano de Vocações que “Crisepicuro7@bol.com.br


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A Paternidade de São José sobre Jesus no pensamento de Melchior Prieto Na primeira consideração sobre o pensamento de Melchior Prieto abordamos o aspecto do matrimônio de São José com Maria, neste nosso artigo vamos fazer uma consideração sobre o seu pensamento em relação à paternidade de São José. A primeira observação que devemos fazer a esse respeito é que nosso autor é enfático em afirmar muitas vezes que São José é pai de Jesus embora não se detenha em explicar a natureza desta paternidade. O que ele não titubeia é fazer a afirmação que tal paternidade é real e própria, seja porque Jesus lhe foi dado como seu filho, seja porque Jesus viu, amou e teve o seu afeto como seu pai desde o seu nascimento em Belém. Prieto deixa claro que São José desempenhou semelhante paternidade representando e assumindo o lugar do Pai Eterno. Com isso ele não pretende de maneira nenhuma negar a realidade desta paternidade e nem mesmo reduzi-la a uma mera aparência e sim em deixar claro que a sua não foi uma paternidade física e natural. Deixa claro também que a paternidade de São José em virtude de sua natureza e de missão, devia ser-lhe comunicada diretamente por Deus, e que isso aconteceu desde o momento em que fora escolhido para tal ministério. Mesmo não havendo a geração natural na concepção de Cristo, São José goza de todas as qualidades de verdadeiro pai de Jesus tanto na ordem material como na ordem sociológica, pois

ele teve para com Jesus o amor de verdadeiro pai tendo todos os cuidados por ele como se fora nascido de sua própria carne. As razões ou os fundamentos a favor da paternidade josefina são apontadas pelo autor desta maneira: a- Porque São José impôs o nome ao menino Jesus aos oito dias no ato da circuncisão, mesmo porque era direito do pai impor o nome ao filho. bPorque o próprio Jesus o chamou com o nome de pai e consequentemente José chamou Jesus de filho. c- Porque a própria Virgem Maria, conhecedora do mistério, chamou José de pai de Jesus. d- Pelo direito matrimonial, sendo que Jesus foi concebido pela Virgem Maria, casada com José. A dignidade que São José recebe por ter sido o pai de Jesus é quase infinita; é muito superior a de um pai simplesmente adotivo. É superior a paternidade meramente natural. O dom de sua paternidade sobre Jesus é superior a de todos os demais santos, depois da Virgem Maria, pois este foi ordenado para Cristo. Nenhum chegou a tanta honra como São José, pois o filho de Deus o chamou de pai. Prieto deixa transparecer em alguns de seus escritos que o fim para o qual São José foi criado foi em virtude de ser esposo de Maria, pois da mesma maneira que Deus criou a Virgem para ser sua mãe também criou José para ser esposo de Maria. Pelo fato de José ser o esposo de Maria ele recebeu a maior grandeza de todas

quantas puderam alcançar os santos. Em vista de seu matrimônio com Maria se pode deduzir o fundamento de sua paternidade, porque ele é pai de Jesus enquanto Jesus é seu filho, e da mesma maneira Jesus é seu filho por ser filho de sua esposa, nascido dentro de seu matrimônio. Portanto, a sua relação matrimonial com Maria é fundamentalmente a razão de sua paternidade. Em resumo, podemos afirmar que o pensamento de Maelchior Prieto dá muita ênfase à predestinação de São José por ser esposo de Maria. Consequentemente, o seu matrimônio com Maria é a causa e a razão de todas as suas prerrogativas. Em seu pensamento enfatiza também a predestinação de São José para ser o pai e Jesus aqui na terra e desta maneira deixa claro que o seu matrimônio é o fundamento e a raiz de sua paternidade. Entretanto, o nosso teólogo parecer deixar evidente em seus pensamentos que a prerrogativa de São José por ser pai de Jesus é maior do que ser o esposo de Maria, visto que é apenas em virtude deste título que São José teve a mais alta autoridade e ao mesmo tempo este concede-lhe a mais alta superioridade diante de Jesus homem, justamente por ter sido o seu pai aqui na terra. Pe. José Antonio Bertolin, OSJ. Colégio São José-Apucarana PR


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Maria Domenica Mantovani 2 de fevereiro Maria Domenica, primogênita de quatro irmãos, nasceu em Castelletto de Brenzone, em Verona, no dia 12 de novembro de 1862. Teve nos seus pais João Batista Mantovani e Prudência Zamperini, e no seu avô, que vivia com eles, a influência profunda de uma família honesta e cristã de trabalhadores simples, piedosos e dignos.  Frequentou apenas a escola primária, por causa da pobreza da família. Mas a falta de cultura foi compensada pelos dotes de inteligência, vontade e grande senso prático. Desde criança mostrou sua vocação religiosa e incentivada pelo avô, dedicava-se à oração e a tudo o que se referia a Deus. Casa, escola e igreja foram os campos que forjaram o seu caráter.  Maria Domenica tinha quinze anos, quando chegou o novo pároco Padre José Nascimbeni, mais tarde também beatificado. Desde então ele se tomou o seu diretor espiritual, que intuindo seu temperamento generoso, a forte vontade de prosseguir na vida da perfeição, conduziu-a seguro e lúcido, para as mais altas conquistas espirituais. Ela foi a sua primeira colaboradora nas muitas atividades paroquiais. Dedicava-se ao ensino do catecismo às crianças, visitava e assistia os doentes e os pobres. Inscrita na Pia União das Filhas de Maria, foi sempre fiel na observância do Regulamento, tornando-se espelho e modelo para suas companheiras.  Assim, aos vinte e quatro anos no dia da Virgem Imaculada da Conceição, aos 8 de dezembro de 1886, na presença do pároco, emitiu os voto de perpétua virgindade, dedicando-se completamente à Deus e empenhando-se no auxílio ao pároco em todas as suas iniciativas pastorais.  Quando o Padre Nascimbeni, depois de se aconselhar com o Bispo, decidiu fundar uma

nova família religiosa, encontrou em Maria Domenica a sua principal colaboradora e que se tornou sua co-fundadora; junto com outras três jovens. As quatro fizeram um breve noviciado junto às Terciárias Franciscanas de Verona e em 1892, emitiram a profissão, iniciando em Castelletto o novo Instituto chamado “Pequenas Irmãs da Sagrada Família”, cujo nome se tornou o indicativo da orientação apostólica e espiritual da nova congregação.  Maria Domenica Mantovani mudou o nome para Maria Josefina da Imaculada e foi escolhida como primeira superiora da casa, cargo que exerceu até a morte. Ela contribuiu muito na elaboração das Constituições e na formação das Irmãs. Colaboração que foi determinante para o desenvolvimento e expansão do Instituto. Sua obra completou a do Fundador, de tal forma que se confundiam. A ação dele era intensa, forte, enérgica; a dela era delicada, escondida, embora também firme. Ambas se apoiavam em eloquentes exemplos e pacientes esperas.  Depois da morte do Fundador, em 1922, Maria Domenica continuou a guiar o Instituto, com ânimo, prudência, grande entrega a Deus e profundo senso de responsabilidade. E teve a graça de ver a aprovação canônica definitiva das Constituições e do Instituto, antes de morrer. Soube assim que a obra teria continuidade com as mil e duzentas Irmãs espalhadas por cento e cinquenta casas filiais na Itália, Suíça, Albânia, Angola, Argentina, Paraguai, Uruguai e Brasil, dedicadas às mais variadas atividades apostólicas e caritativas.  Aos setenta e dois anos de idade Madre Maria Josefina da Imaculada faleceu depois de breve enfermidade, no dia 02 de fevereiro de 1934. Sepultada no cemitério de Castelletto de Brenzone; desde 1987 seu corpo incorrupto foi transladado para o mausoléu, já ocupado pelo Fundador, no interior da Casa-mãe do Instituto, naquela cidade. O Papa João Paulo II beatificou Maria Domenica Mantovani em 2003, destinando sua festa para o dia de seu transito. Fonte: http://www.paulinas.org.br

santo do mês 13 Mensagem especial

Sovina?

Ela guardou seu dinheiro por tanto tempo, que ao morrer, encontraram verdadeira fortuna em sua casa. Tinha poupado para mais tarde. Mas como foi tarde demais, o dinheiro ficou para o outro, que aproveitou cada centavo, a realizar seus desejos. Os seus e dos outros. Cada dinheiro a ser gasto, era por ela analisado, pensado até demais. Para ela era primordial. Afinal, era filha de um “mão-aberta”, cujo dinheiro passava pelos vãos dos dedos. Passou a vida a fazer contas, pensando sempre no futuro, a imaginar uma velhice calma, serena, independente de tudo e de todos. Essa expectativa de uma melhor qualidade de vida na velhice movia seus passos. A tão sonhada viagem foi protelada para mais tarde. A perder de vista. Era um luxo que a ela não cabia. Talvez um dia, quem sabe... Roupas de marca nem pensar. Precisava economizar. Afinal, era conhecida por sua sovinice. Ela, que costumava poupar para mais tarde... Era até engraçado. Ninguém entendia seus objetivos. Frequentar restaurantes aos finais de semana foi deixado de lado por tanto tempo, que ela nem sabia mais se era boa ou não, a comida preparada por profissionais. Ir ao cinema? Apenas uma vez por ano. Presenteava-se ao término da sessão, com uma deliciosa banana split, seu único luxo. Anual. E olhe lá. Cobiçar os livros de sua prima fazia parte de seus dias. Nunca comprou um único sequer. Frequentava bibliotecas. Livros bons, mas nunca lidos tão logo aparecessem nas livrarias. Deles só ouvia falar e pacientemente os esperava. O orgulho impedia que os emprestasse de alguém. Imagine... Com o tempo desfez-se de seu telefone. Afinal... Seus poucos amigos, não pensavam que o futuro só seria melhor se no presente fosse pensado. Coitados. Imaginou ter aprendido com o que julgava defeito em seu pai. Entre ser uma gastadora ou alguém que poupa com exagero, pensou ter escolhido o meio termo. Pensou... A mesquinhes fazia parte de seus dias e ela não se percebia assim. Sua vida era metódica, entediante. O seu economizar era malvisto por todos que a conheciam. Pobre mulher. Viu a vida passar através da janela, a espiar a vida do outro. A sua tinha sido protelada para ser vivida num futuro que nunca se tornou presente... Heloisa P. de Paula dos Reis hppaulareis@yahoo.com.br


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Leigos Josefino-Marellianos, um caminho de santidade a seguir!

Conversando, outro dia atrás, com um grupo de leigos josefino-marellianos numa de nossas paróquias, pude perceber as convicções que ele tem a respeito de sua percepção e participação na vida e missão da Congregação dos Oblatos de São José. Apresentei a ele também alguns benefícios que ele pode ter com essa mesma participação em nossa família oblata. E essa conversa agradou a todos. Tendo como ponto de referência o Estatuto da Associação dos Leigos Josefino- Marellianos, aprovado e publicado em 2010, por um período de experiência, procurarei nesse e nos próximos artigos esclarecer um pouco mais sobre a identidade dos leigos josefino-marellianos e as consequências, as vantagens e compromissos que a filiação a esta associação decorre. As convicções dos leigos josefino-marellianos partem da vontade de viver ao lado dos Oblatos de São José, padres e irmãos, a vocação batismal e se comprometerem em seguir apaixonadamente o mesmo caminho carismático e espiritual traçado por São José Marello. Eles reconhecem em São José, o Guarda do Redentor, o silencioso mestre de espiritualidade que os ajudará a ser “verdadeiros discípulos de Jesus Cristo”, como desejava São José Marello em sua vida e na vida dos oblatos. Os

leigos josefino-marellianos desejam estarem organizados em associação de acordo com o Estatuto Internacional, que deve ser seguido em todas as comunidades apostólicas dos Oblatos de São José, seja em nível Provincial como de Delegação, tendo em vista uma organização internacional. “Estamos convencidos de ser verdadeiramente filhos espirituais de São José Marello e de possuir a vocação para a santidade... Queremos caminhar e trabalhar ao lado dos religiosos, em plena comunhão com eles” (Documento Final do Iº Congresso Internacional de Leigos Josefino-Marellianos, 2001, Asti, Itália). “Somos todos filhos espirituais de São José Marello... pertencentes a uma só família josefino-marelliana, junto com os Oblatos e as Oblatas. E, como acontece em cada família, cada componente, mesmo na unidade, mantém a própria vocação específica” (Documento Final do II Congresso Internacional dos Leigos Josefino-Marellianos, 2005, Barletta, Itália). Agora, que vantagem leva o leigo ao participar dessa associação? Em poucas palavras e de maneira muito especial, a Congregação oferece aos membros leigos desta Família aquilo que ela possui de mais precioso: a própria realidade de “dom de Deus à Igreja”, que

a torna, para todos aqueles que a ela se conformam, em diversos níveis, um caminho de santidade oficialmente reconhecido. O participante da associação participa nos benefícios espirituais e apostólicos da Congregação, nas indulgências que a Igreja concede aos membros da mesma, nas formas que a autoridade eclesiástica competente determinará. A Congregação oferece também as formas próprias de oração: particular e litúrgica, pessoal e comunitária, com atos, devoções e calendário litúrgico próprio a todos os leigos josefinos além da partilha fraterna das responsabilidades pastorais, formativas, organizativas, etc., segundo as necessidades dos lugares e dos ambientes e a competência específica de cada qual, nas obras pelos oblatos animadas. Concluindo: não resta dúvida que é um benefício enorme à Congregação, a presença e a participação dos leigos josefino-marellianos, reunidos em associação, a sua vida e missão, como também é um benefício enorme aos leigos josefino-marellianos, na busca da realização de sua vocação na Igreja e no Mundo, usufruir e desfrutar da espiritualidade e valores da Congregação dos Oblatos de São José a eles oferecida. Pe. Antonio Ramos de Moura Neto Superior Provincial - OSJ


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Cuidados e humildade na leitura da Bíblia Algumas sugestões a respeito da leitura da Bíblia que podem ajudar a quem deseja realmente crescer no conhecimento e no amor a Deus. A Bíblia na Igreja Católica. A Bíblia é lida insistentemente na Igreja Católica. Esta é uma das características mais marcantes que ela, a Igreja, possui. Contrariamente ao que muitos afirmam, a Igreja Católica é, entre as Confissões Cristãs, a que mais usa a Bíblia no seu dia a dia. O reverso desta afirmação é também uma constatação: os Católicos não conhecem adequadamente a Bíblia. A Bíblia na Igreja Católica ocupa um lugar de destaque absoluto. Nas celebrações, nos Sete Sacramentos, nos encontros de oração, nas devoções. Sim, até nas devoções, pelo menos nas mais tradicionais. O Rosário, por exemplo. Os Mistérios que são contemplados são inspirados em passagens bíblicas. Os Documentos da Igreja também dependem dos textos bíblicos. E por ai vai… Todos os Domingos, em todas as Igrejas Católicas, nas Celebrações da Eucaristia ou Celebrações da Palavra com Comunhão Eucarística são proclamados quatro leituras. A primeira, geralmente do Antigo Testamento; o Salmo de resposta, que é parte da Bíblia; a segunda leitura, do Novo Testamento; o Evangelho. São quatro leituras que estão relacionadas entre si. Seja ele Padre, Diácono, Bispo ou Ministro da Palavra ou Ministro da Comunhão Eucarística, cabe ao pregador fazer notar as relações entre elas e o que elas têm a dizer para os fieis que estão presentes. Motivos de desconhecimento. Já me perguntei muito do por que disto e tenho algumas respostas. Duas são as principais. A primeira é que os pregadores, em especial os Padres, não explicam devidamente os textos, nas celebrações que presidem. Como professor de Sagrada Escritura eu insisto muito neste ponto: uma explicação clara, inteligente e atual da Palavra escrita. Outro problema deve ser a pouca atenção dos fieis. Talvez os ouvintes das explicações sobre a Bíblia estejam um pouco distraídos. Isto causa um problema grande, pois sem algum tipo de atenção não há aprendizagem. Existem outros motivos para este desconhecimento, por parte dos Católicos, da Bíblia. Um deles é até curioso: o excesso de leituras bíblicas que se apresentam aos fieis todos os Domingos. Como já vimos, são quatro leituras, em todas as celebrações dominicais. Nem sempre é fácil abordar todas as passagens devidamente, relacioná-las e explica-las de modo correto. Outro motivo eu vou dividir em três. Estes são problemas que eu, todas as vezes que inicio um curso bíblico ou, na Faculdade, alguma disciplina nova com uma turma também nova, eu indico. “Saber demais”. Saber demais é, às vezes, um problema. Sim, pois quem já sabe bastante pensa que não precisa melhorar, saber melhor ou saber mais ainda. Então, está fechado a outras ideias e possibilidades. Já estive em cursos e aulas nas quais alguns participantes adoravam dar palpites e fazer intervenções que deixavam claro que eles sabiam, sabiam

muito, “sabiam demais”. Sempre tenho desejo de trocar com estas pessoas: convidá-las para lecionar e explicar; e eu, penso em ir embora. Nunca fiz isto, mas acho que um dia não vou aguentar… Note que coloco entre aspas a expressão “saber demais”. O motivo é que é uma ironia. A pessoa pensa que sabe, mas geralmente não sabe tanto assim, não. Com isto não estou sugerindo que eu sei mais do que todos. Mas que alguns, de tanto ouvir, ler e comentar textos bíblicos, acabam tendo a falsa ideia que já entendem tudo. Isto pode acontecer comigo, também. Um pouco de humildade pessoal, junto com estudo, investigação, leitura, atenção, escuta etc., formam um bom conhecedor da Bíblia. Falta de método. Este é também outro problema grave em quem estuda a Bíblia. A falta de método é o fato que a pessoa não sabe como ler os textos. Trata-se da situação comum de quem se coloca a ler a Bíblia como se fosse um romance ou uma série de contos, um em sequência do outro. Isto não dá certo! Falta de método é também o fato de não considerar elementos importantes para a leitura. Vou elencar alguns: [1] O tempo de cada texto: eles foram escritos em momentos diversos. Além disso em culturas muito diferentes da nossa. [2] A linguagem: nós lemos traduções do texto da Bíblia. E uma tradução é, muitas vezes, uma interpretação. Isto não é maldade de quem traduz, mas é que certas expressões e palavras não têm tradução fácil. Algumas são até impossíveis de ser traduzidas. O que se faz é uma aproximação e isto é interpretação. [3] A situação em que o texto foi escrito. Veja bem: escrever um texto depende muito de como está a pessoa que escreve, suas influências, as circunstancias em que isto acontece, etc. É a famosa ideia da “situação vital”, muito estudada pelos biblistas. [4] Os gêneros literários, isto é, o estilo de cada texto. De fato, não lemos um romance de Machado de Assis, um conto de Luiz Fernando Veríssimo, uma notícia de jornal e uma bula de remédio do mesmo modo. Está tudo em língua portuguesa, que entendemos, mas são textos muito diferentes, pois têm gêneros diferentes. Quando não temos método, lemos como se tudo fosse igual, sem as devidas cautelas na leitura. Então acabamos interpretando errado. Note que o Antigo Testamento foi escrito, originalmente, para um povo do Oriente Médio, há mais de dois mil anos, em situações muito diferentes da nossa. Isto influencia o modo de interpretar. Se eu, leitor do século 21, entender um texto tão antigo e diferente dos atuais do mesmo modo que entendo textos modernos, então posso estar errando. Fundamentalismo. Está aqui um problema grave. Trata-se de entender o texto pelo próprio texto ou conforme o próprio modo de pensar, sem considerar outras possibilidades.

Recentemente eu tive um caso de fundamentalismo em um curso. Um senhor, seguramente uma pessoa muito boa mas sem critérios de leitura (e até com alguma zombaria) afirmou mais ou menos isso: Ele era Católico desde o nascimento e fazia uns vinte anos que lia a Bíblia. Achava que a Igreja Católica estava errada e escondia coisas da Bíblia. Afirmações comuns, muitos as fazem. E são meio mal educadas, pois acusam a Igreja de algo que não é real. Ah, importante: ele gostava de ver documentários da TV por assinatura. E estes documentários às vezes são um monte de bobagens. Eu comecei dizendo que, se ele foi tão sincero em dizer sua opinião sobre a Igreja Católica eu seria sincero também, pois eu e os que estavam lá éramos todos Igreja Católica. Disse que ele é distraído, pois todos os Domingos a Igreja Católica apresenta a Bíblia aos seus fieis. Depois, a Igreja Católica não esconde páginas da Bíblia. Ela apresenta até as páginas que podem causar dificuldades, como os tais “irmãos de Jesus”, mas diferenças de histórias sobre Jesus, de acordo com os quatro Evangelhos, etc. Pedi para ele acreditar menos nas conversas de gente que nada entende, mas que fica dizendo bobagens sem nunca ter estudado ou aprofundado nada e começar a ouvir com mais atenção o que diz a Igreja. E que ele abrisse a cabeça e deixasse de ser fechado. Não falei “tapado”, mas foi o que pensei. Resultado: ele não voltou no outro dia… Lamentei, mas não me arrependo, pois fiz o que devia. Primeiro, ele acusou-me de esconder coisas, o que não é verdade. Sim, pois acusando a Igreja ele acusou a mim e a todos os fieis que são Igreja. Depois, ele é um daqueles curtos de inteligência que acham que tudo sabem, mas sabem nada, pois não têm humildade de pesquisar, ouvir, aprender algo novo, acrescentar. Estão fechados no que pensam. Cabeça paralisada. Uma tristeza. Desculpem a sinceridade. Humildade. Então, para não cair nestes erros, que são o “saber demais”, a falta de método e o fundamentalismo, sugiro às senhoras e senhores que me leem: investiguem, perguntem, ouçam, leiam com atenção. E, por favor, sejam humildes, pois vocês e eu não somos os primeiros que buscamos aprender e entender. Muitos, milhares e milhões de fieis, em tantos séculos, já fizeram como nós. Não seremos nós que iremos descobrir algo até agora encoberto. Sim, pois o que nós buscamos é, no fundo, a Revelação de Deus. E ela já aconteceu com Jesus Cristo. O Espírito Santo conduz a Igreja para que isto continue acontecendo e nós possamos estar com o Pai. Façamos como Maria, Nossa Senhora, que amamos: Sua mãe, porém, conservava a lembrança de todos esses fatos em seu coração (Lucas 2,51). Nos próximos artigos começaremos a estudar o Evangelho segundo Lucas. Até mais.

Pe. Mauro Negro - OSJ Biblista PUC Assunção. São Paulo SP mauronegro@uol.com.br


parabéns aos dizimistas que fazem aniversário no mês de fevereiro Data Nasc. DIZIMISTAS 04/02/1974 20/02/1938 03/02/1971 05/02/1938 11/02/1971 07/02/1976 10/02/1985 01/02/1990 04/02/1950 17/02/1965 17/02/1965 05/02/1983 04/02/1970 10/02/1967 03/02/1947 17/02/1970 22/02/1980 20/02/1987 12/02/1985 01/02/1986 20/02/1942 19/02/1962 06/02/1953 12/02/1962 21/02/1977 23/02/1967 01/02/1977 04/02/1974 15/02/1981 08/02/1958 27/02/1966 26/02/1977 19/02/1976 05/02/1956 25/02/1983 28/02/1985 13/02/1967 25/02/1979 10/02/1970 16/02/1972 05/02/1983 02/02/1979 16/02/1946 12/02/1965 19/02/1948 27/02/1954 24/02/1991 12/02/1985 13/02/1981 14/02/1964 07/02/1966 09/02/1959

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A espiritualidade do Dízimo

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MARIA DE FÁTIMA LAURINDO DE ANDRADE MARIA DE JESUS ARAUJO DOS ANJOS MARIA DE LOURDE MARIA DE LOURDES D. MANUEL MARIA DO CARMO LEAL COSTA MARIA DO PERPÉTUA DA S. ANDRADE MARIA DO SOCORRO A. DOS SANTOS MARIA EDNA XAVIER DOS SANTOS MARIA GERALDA DA LUZ ROCHA MARIA GRACIETE DOS SANTOS COSTA MARIA HELENA RIBEIRO MARIA JOSENA LIMA MARIA LINDALVA NUNES DE SOUZA MARIA LUCIA DA SILVA MARIA LUCIA MOREIRA DE ARAÚJO MARIA LUCIMAR DOMICIANO MARIA LUZINEIDA DA SILVA FERREIRA MARIA TEREZINHA GOMES MARIA VALDELICE DA SILVA MARIA VERANILDA DANTAS DA SILVA MARIA ZELDA SILVA ARAUJO MARIA ZÉLIA DOS PRAZERES MARILENE DE OLIVEIRA ANTUNES MARINA VIEIRA DE MORAIS MARINALVA CONCEIÇÃO DE BRITO MARLUCE BARBOSA DA SILVA MARTA DEMITORL SETOUE MARTHA BARBOZA R. ZARZA MARTHA FERREIRA MAURO BRAZ BALLESTERO MIRIAM SAMPAIO GUEDES AMARAL NATALINA GONÇALVES GARCIA NATALINO DE OLIVEIRA NILCE APARECIDA VALENTIN NOEMIA DE OLIVEIRA MONERATO OLINDA SEVERINA RODRIGUES OSNEI SOARES DE OLIVEIRA PAULO CESAR MOTA DIAS PEDRO SILVA FREIRE RAIMUNDA SHIRLEY REGINA ALVES DE ALMEIDA FERREIRA REGINA FELIX LOPES RENATA PORTELA E MARCO A. CIIPRIANO RITA ALVES RODRIGUES RONI MARQUES ROSELI MARÇAL ROSEMEIRE LIMA CARNEIRO SELMA VARLIM FURLAN SILVANO PEREIRA RODRIGUES SÍRIO APARECIDO OLIVEIRA FIGUEIREDO SOLANGE ANA SANTANA TAMARA DUARTE DE OLIVEIRA TANIA DE MARIA BEZERRA EVANGELISTA

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TERESA PEDRO DOS SANTOS TERESA TEIXEIRA SOUZA TEREZINHA DIAS DE CASCONCELOS TEREZINHA EUFRASIO F. DOS SANTOS TEREZINHA OLIVEIRA DE MENEZES TEREZINHA OLIVEIRA SILVA THIAGO EDUARDO GUEDES VERA LUCIA TAVARES DE SOUZA WILSON ROBERTO GONÇALVES SANTANA

campanha do terreno

Introdução O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamado e convocado a este desafio. Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. ‘Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho’ (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão. Neste artigo não vamos tratar do dizimo em si. Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10. Apenas alguns indicativos. A nossa centralidade será sobre a sua espiritualidade. Pe. Jerônimo Gasques Continua.

quitaram o carnê esse mês Carlos Antonio Aragão Daniela Garcia Oliveira Ivoni da Silva Calixto Lidia Marcelino dos Santos Marco Antonio Fernandes Cardoso Marco Antonio Fernandes Cardoso Paulo Sergio Barile e família Samuel Araújo de Gigove e Elisangela Vera Maria Ferraz Ravaglia

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