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Logística Uma publicação da empresa do Grupo Wilson, Sons

| setembro de 2009 Logística

Ganhos compartilhados

Cerca de 130 profissionais envolvidos: processo de implementação bem feito

Banco de Imagens WS

CSN assina mais um contrato com a Wilson, Sons Logística, que passa a ser responsável pela movimentação de granéis no TECAR

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Wilson, Sons Logística e a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) reforçam a parceria no Rio de Janeiro. O modelo de contrato com ganhos compartilhados, utilizado desde outubro nas operações de movimentação logística na usina em Volta Redonda, passa a ser adotado nas operações do TECAR, o terminal de granéis sólidos no Porto de Itaguaí (RJ). Um trabalho de análise rigorosa das movimentações de materiais no terminal e de apresentação de uma solução logística arrojada foi o diferencial oferecido pela Wilson, Sons Logística para a CSN.

Com esta análise, foi possível oferecer os caminhos de atuação para o melhor aproveitamento no TECAR . Segundo Thomas Rittscher III, diretor executivo da Wilson, Sons Logística, a empresa possui um modelo de gestão baseado em indicadores e metas além de comitês dos quais participam representantes de ambas as empresas, para avaliação da performance das operações e definição de estratégias futuras alinhadas com o desafio do negócio. “Nosso modelo de gestão garante um alinhamento e proatividade das ações, o que, por sua vez, possibilitou


ampliarmos nossa relação com a CSN”, afirma. Para Rittscher, além do modelo de gestão, a empresa conta com uma metodologia e uma equipe de implementação que garantem a continuidade das operações sem rupturas. “Sabemos que o sucesso de uma nova operação depende enormemente de um processo de implementação bem feito”, diz. Para realizar as operações, a Wilson, Sons Logística conta com 130 colaboradores. O investimento foi de R$ 7,5 milhões em equipamentos – 16 caminhões, 7 pás carregadeiras e uma motoniveladora. O terminal conta com três berços de atracação com calado variando entre 14 e 18,5 metros de profundidade, canal de acesso com 180 metros de largura e profundidade de 22 metros. O TECAR tem capacidade de movimentar até oito milhões de toneladas anuais de cargas diversificadas.

Conforme Renato Carreira, gerente geral de compras da CSN, o porto, principalmente a parte do terminal de granéis, realiza uma ampla expansão e os volumes transportados aumentaram muito nos últimos anos. “Nós precisávamos de um operador logístico e não de uma empresa de locação e operação de equipamentos. Com base na experiência com a Wilson, Sons Logística, ficamos mais seguros de que ela tem essa capacidade de agregar valor à atividade”, diz. Segundo Antonio Paiva, diretor técnico e de operações da Wilson, Sons Logística, a extensão do contrato com a CSN é importante porque nele há muito da filosofia da empresa. “O nosso trabalho não é fazer a operação do jeito que ela sempre foi, e sim fazer a melhoria dos processos e novos investimentos para proporcionar a redução contínua de custo para o cliente”, afirma.

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Movimentação do TECAR: novos investimentos e redução contínua de custo para o cliente

ESPECIAL WILSON, SONS LOGÍSTICA

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Expertise

Foco nos mercados Com novo modelo comercial, empresa fortalece e amplia sua base de clientes

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ontra a maré da crise econômica internacional, a Wilson, Sons Logística deve encerrar o ano com crescimento bastante superior nos negócios, se comparado com 2008. O bom desempenho é uma conquista do novo modelo comercial da empresa, composto por seis divisões setoriais: siderúrgico, papel e celulose, químico e petroquímico, cosmético e farmacêutico, agronegócio e energia - oil&gas. Com a nova estrutura, o objetivo é conhecer as especificidades de cada setor e centralizar o atendimento comercial de todos os elos da cadeia de suprimentos. Filipe Lima, gerente corporativo de desenvolvimento de negócios da Wilson, Sons Logística, explica que anteriormente a área comercial atuava por tipos de serviços, ou seja, operações multimodais, logística industrial, de armazenagem e de distribuição. A especificidade gera maior conhecimento das demandas de cada segmento, de suas particularidades, de seus players e das inovações, o que se traduz em maior eficiência e em novas oportunidades. “A mudança fez com que a empresa passasse a se especializar nos seis setores. Ao entendermos melhor os negócios e as necessidades de cada empresa, podemos ser mais eficientes”, afirma Filipe. A determinação das seis áreas foi estabe-

Área comercial: plano de negócios objetivo e eficiente

lecida a partir da carteira de clientes que a companhia já detinha, além da avaliação do potencial de cada setor em relação à economia. “Construímos melhor nossa atuação no desenvolvimento de novas oportunidades, baseados em um bom estudo de mercado e um plano de negócios objetivo e eficiente”, detalha. O executivo esclarece que a maior preocupação do novo modelo comercial é o entendimento das necessidades específicas de cada mercado e o desenvolvimento de soluções logísticas sob medida para cada cliente. “Priorizamos o entendimento de-

talhado das operações e o funcionamento de cada elo das diferentes cadeias logísticas. Essa proximidade provocou mudanças importantes na estrutura da empresa, acarretando o fortalecimento das áreas de transportes e de projetos. Resultados importantes no segmento de siderurgia mostram que o direcionamento dos trabalhos está correto. “Recentemente conseguimos ampliar nossa atuação junto à CSN, com a conquista de mais uma operação – TECAR, onde fazemos a movimentação de insumos como minério de ferro, carvão e barrilha”, afirma.

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Especial Wilson, Sons Logística é uma publicação do Grupo Wilson, Sons. Edição e Coordenação: Canal de Comunicação. Endereço para Correspondência: Av. Rio Branco, 25 - 4º andar | Rio de Janeiro (RJ) | CEP. 20090 003 | Fone: (21) 2206-4276 E-mail: logistica@wilsonsons.com.br

Expediente


Investimento

Velocidade duplicada Terminal de Itaquaquecetuba (SP) dobra produtividade das operações

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terminal de Itaquaquecetuba (SP) da MRS Logística, hoje operado pela Wilson, Sons Logística, vai sofrer uma verdadeira revolução operacional. A área acaba de receber cinco novos pórticos e implementos. Um investimento de quase R$ 3 milhões. O objetivo é agilizar as operações de carga e descarga do terminal, que proporcionará um ganho de aproximadamente 50% na produtividade se comparado ao cenário atual.

Tacyana: informações rápidas e seguras para os clientes

Em média, a empresa demora cerca de 20 minutos para carregar uma carreta de bobina. Agora, para executar a mesma tarefa, são 10 minutos. “Para a descarga da mercadoria, poderemos ter um ganho de até 60%”, destaca Tacyana Salomão, diretora regional de logística da Wilson, Sons Logística, acrescentando que o terminal contava com cinco pórticos com implementos locados. Hoje a empresa movimenta e armazena no terminal produtos siderúrgicos, como bobinas, chapas e treliças, principalmente da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), Arcelor Mittal, Gerdau e Votorantim Metais. “Com esse ganho de produtividade, a depender da demanda, poderemos aumentar a capacidade de movimentação de carga no terminal. Assim, já estaremos preparados quando o mercado voltar a aquecer”, diz Tacyana. A executiva informa que há quase um ano o terminal tem passado por diversas adequações em sua estrutura operacional. “Iniciamos a mudança

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Fotos: Banco de Imagens WS

Movimentação de produtos siderúrgicos: operações mais ágeis

com investimentos feitos pela MRS, que foram obras de pavimentação do piso e com a cobertura do galpão com a finalidade de proteger as mercadorias da exposição do tempo. Em seguida, iniciamos os investimentos em equipamentos”, diz. A Wilson, Sons Logística fez o investimento em equipamentos. Em uma segunda etapa, que deve ser iniciada até o final deste ano, as duas empresas (cuja parceria existe desde setembro de 2006) comprarão coletores de dados que fornecerão informações ao sistema da companhia, que também está sendo atualizado. “Desta maneira, estamos modificando os processos operacionais e também da área tecnológica. Com isso, daremos mais agilidade e segurança aos nossos serviços e também garantiremos informações mais rápidas e seguras aos nossos clientes”.

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Especial Logística Wilson, Sons  

A CSN assina mais um contrato com a Wilson, Sons Logística, que passa a ser responsável pela movimentação de granéis no TECAR Uma publicaçã...

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