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Curso de

CONSELHEIROS

2007 ___Região – Desbravadores MISSÃO OCIDENTAL SUL RIOGRANDENSE


CURSO DE CONSELHEIROS 1 – CLUBE DE DESBRAVADORES 1.1 – DEFINIÇÃO “O Clube de Desbravadores é uma associação voluntária, formada pela juventude, com adultos adestrados e preparados para liderar e para desfruto mútuo de atividades diversas”. Desse conceito podemos observar que quem trabalha com os Desbravadores não ganha dinheiro pelo que está fazendo; está auxiliando aos juvenis no seu crescimento físico, mental, social e espiritual e desfruta também das atividades desenvolvidas com o Clube.

1.2 – OBJETIVOS Levar o desbravador para perto de Cristo e conserva-lo lá. Desenvolver o caráter e formar bons cidadãos. Estimular atitudes positivas e a tomada de iniciativa. Promover as atividades das Classes e Especialidades. Orientar o crescimento Físico, Mental, Espiritual e Social do desbravador.

1.3 – ORGANIZAÇÃO O Clube é uma organização e um programa MUNDIAL patrocinado pela IASD. O Clube oferece aos juvenis e adolescentes uma série de aprendizado em classes, especialidades e conhecimentos dos mais diversos. A Faixa Etária do desbravador vai de 10 até 15 anos. Depois deste período, ao completar 16 anos, o desbravador deverá auxiliar como membro da Diretoria e quando membro da IASD pode ser investido na classe de Líder. Aos 18 anos pode ser investido como Líder Máster e aos 20 alcança a classe de Líder Máster Avançado; o grau máximo de desenvolvimento.

1.4 – HIERARQUIA Nada pode prosperar sem organização. Por isso o Departamento de Desbravadores é organizado pra valer.Temos diversos Líderes que trabalham no clube e para o clube. Instrutores, Diretores, Diretores Associados, Cozinheiro, Capelão, e muito mais. Chamamos estas pessoas de especialistas. Os Instrutores coordenam e ministram as Especialidades e as Classes. Também temos instrutores ocasionais como um Enfermeiro para a Especialidade de Primeiros Socorros, ou um Bombeiro ou Policial para instrução sobre Segurança e Prevenção e Combate a Incêndio. Nós podemos identificar todas as instâncias da hierarquia dos Desbravadores no Organograma a seguir:

1.4.1– ORGANOGRAMA HIERÁRQUICO Associação Geral Divisão Sul-Americana União Sul Brasileira Missão Ocidental Sul Riograndense Conselheiros Gerais ___Região Seu Clube________ Comissão Executiva Comissão da Igreja


Diretor Associado Unidade

Instrutor

Unidade

Capelão

Apoio

Diretora Associada Unidade

Unidade

Conselheiro

Conselheiro

Conselheira

Conselheira

Capitão

Capitão

Capitã

Capitã

Secretário

Secretário

Secretária

Secretária

1.4.2 - OFICIAIS 2006 Conheça os Líderes dos Desbravadores distribuídos nos Postos e Responsabilidades Hierárquicas que você aprendeu: A G – Pr. Baraka Muganda– Líder Mundial D S A – Pr. Erton Köehler – Líder Divisão SulAmericana USB – Pr. Areli Barbosa – Líder União Sul Brasileira MOSR – Humberto Magalhães – Líder Missão Ocidental Sul Riograndense MOSR _ Jossenei Cavalheiro Machado – Associado Ministério Jovem REGIÃO - _______________________________ Seu Clube - ____________________________ Diretor do Clube ____________________________ Diretores Associados ____________________________ Diretoras Associadas Sua Unidade - __________________________ Conselheiro(a) Capitão(ã) - ____________________________ Secretário(a) - __________________________

1.5– SÍMBOLOS Os Desbravadores possuem diversos símbolos que representam a vida e o espírito do Clube. Eles denotam os mais altos ideais e princípios, e todo Conselheiro deve conhece-los, utiliza-los e principalmente zelar e incentivar os membros da unidade a serem verdadeiros arautos do significado do Clube na sociedade. Os principais símbolos do clube são: Bandeira dos Desbravadores, do Clube, da Região. Bandeira Nacional, Estado, Município. Bandeirim de Unidade Triângulo Globo Distintivos de Classes Insígnias de Especialidades Voto Hino dos Desbravadores Lei, Lema e Alvo Compromisso de Fidelidade Lenço e Prendedor Uniforme O UNIFORME deve estar completo sempre. É importante que os Oficiais da Unidade observem esse requisito com muita atenção e esmero. Um uniforme faltando insígnias, sobrando distintivos(os que não fazem parte) ou mal cuidado, deixa de ser uniforme e torna-se apenas uma roupa colorida. Isso é muito negativo porque ridiculariza a organização em público e descaracteriza o clube; sem falar no espírito elevado e nos altos propósitos dos Desbravadores. Assim como a Bandeira e o Hino, o Uniforme também é um símbolo da Organização Mundial a qual pertencemos. É nele que colocamos as insígnias e distintivos que tanto significado tem para nós. O Uniforme Distingue quem o usa. A impressão que deixamos nos demais será positiva quando cuidarmos destas questões.


1.6– CLASSES Os desbravadores, ao completarem os requisitos de cada classe, recebem uma distinção especial em Cerimônia de Investidura. A classe é representada por um distintivo de metal, usado na tampa do bolso esquerdo da camisa, e uma divisa usada na manga esquerda da camisa. As classes, suas cores e Faixas Etárias são as seguintes: Classe Cor Idade Avançada Amigo Azul 10 anos Amigo da Natureza Companheiro Vermelho 11 anos Comp. Excursionismo Pesquisador Verde 12 anos Pesq. Campos e Bosques Pioneiro Cinza 13 anos Pion. de Novas Fronteiras Excursionista Vinho (bordô) 14 anos Excurc. Na Mata Guia Amarelo (ouro) 15 anos Guia de Expedição Obs.:Todas as Classes de desbravadores possuem uma Classe Avançada correspondente. Após cumprir os requisitos o desbravador receberá o distintivo em forma de barreta. Ao completar a idade limite o desbravador participa do Clube de Líderes, que é formado pela Diretoria do seu clube. Todo desbravador, membro da IASD, que complete os requisitos, aos 16 anos pode ser investido na classe de Líder. Aos 18 anos aqueles que terminaram o cartão, podem ser investidos em Líder Máster. E Finalmente aos 20 anos, o desbravador que cumpriu rigorosamente os requisitos, será investido na classe de Líder Máster Avançado, distinção máxima dos desbravadores.

1.7– ESPECIALIDADES Uma das atividades mais divertidas e prazerosas do clube, são as especialidades, seu estudo, preparação, elaboração dos trabalhos e o cumprimento dos requisitos práticos e teóricos, levam o desbravador a uma verdadeira viagem pela natureza, pelas técnicas e pelas artes. As mais de 250 especialidades são divididas em 12 áreas ou mestrados. Veja quais são: Atividades Aquáticas Atividades Manuais Artes Domésticas Atividades Profissionais Conservação Ambiental Esportes Atividades Agrícolas Natureza Testemunho Saúde Recreação - Vida Campestre O desbravador ao completar sete especialidades de uma mesma área ou mestrado, receberá o distintivo de mestre.

2– A UNIDADE

“Cada desbravador pela sua Unidade Cada unidade pelo seu Clube; Cada Clube pela sua Região; Cada Região pela sua Associação; Cada Associação pela sua União; Cada União pela sua Divisão; Cada Divisão pela obra de... levar o evangelho a todo o mundo em minha geração.” Carlos Pozo


2.1– IMPORTÂNCIA E VALOR DA UNIDADE Chamamos de Unidade o agrupamento de desbravadores. A Unidade é uma célula do clube. É supervisionada pelo Conselheiro e deve ter de 4 a 8 desbravadores. O segredo do sucesso do clube está nas unidades, pois são elas que reúnem, incentivam e promovem o desenvolvimento dos meninos e meninas do clube. Podemos passar sem muita coisa no clube, mas sem unidades fica impossível trabalhar. O objetivo das unidades não é fazer com que o Diretor fique ‘‘descansando de braços cruzados’’, na verdade a unidade organizada e funcionando bem, colabora para o bom andamento do programa, dos projetos e do crescimento do clube.Quando fazemos parte de um grupo, até a nossa vontade, às vezes, deixamos de fazer, pelo bem do grupo. Isso é trabalho em equipe. Aí descobrimos o verdadeiro valor da unidade, quando perseguimos todos juntos os mesmos ideais, o mesmo propósito, e utilizando os mesmos meios e falando a mesma língua. A unidade permanecerá junta a qualquer custo.

2.2– ATIVIDADES DA UNIDADE O Conselheiro é peça fundamental para fazer das atividades, algo valioso e significativo para cada membro da unidade. Veja as atividades que sua unidade deve realizar: Cantinho da Unidade – É a reunião oficial que acontece durante o horário do clube onde devem ser estudadas as classes regulares, de responsabilidade do Conselheiro. Também se realiza a chamada e preenchimento dos formulários da Secretária e Tesouraria. Reuniões da Unidade – Em horário que não seja o do clube, principalmente para o desenvolvimento dos projetos, planejamento de atividades e para o estudo prático e teórico de especialidades. Projetos Missionários – Este é um campo de trabalho maravilhoso para a unidade. A Igreja dará todo o apoio à unidade que tem projetos missionários. Entrega de Folhetos, Literatura; Visitas a Famílias, Enfermos, Idosos e Crianças; Distribuição de Alimentos, Roupas, Material Escolar, de Construção, etc. Projetos Comunitários – Toda atividade que envolve a unidade na comunidade é um Projeto Comunitário. Sua unidade pode oferecer cursos de Desenho, Pintura, Violão, e outras áreas que se tenha conhecimento.Parques preservados, praças limpas, horas de atendimento social, tudo vale a pena. É uma excelente oportunidade para o Conselheiro tornar sua unidade ainda mais unida. Encontro Social – Reuniões de confraternização com todos os membros da unidade. Aniversários, datas especiais, você pode criar e inventar; o importante é ter objetivo e um programa pré-estabelecido.

2.3– MATERIAIS A Unidade necessita de materiais para desenvolver suas atividades. Dentre eles podemos destacar: barracas, facão, machadinha, material e utensílios de cozinha, folhetos para campanhas, manuais, e tantos outros. Sua Unidade deve planejar meios de conseguir verbas para financiar os projetos. Não esqueça, todo o material da unidade deve estar relacionado no Livro de Registro e toda retirada ou empréstimo deve ser anotado o nome, o equipamento e a data de quando se retirou. Assim a unidade terá seu patrimônio preservado!

2.4- CARGOS NA UNIDADE É importante que cada membro da unidade receba alguma responsabilidade, algum cargo. O Clube, o Conselheiro, o Capitão e o Secretário são responsáveis pela orientação dos membros da unidade.Veja as funções: - Conselheiro Capitão Secretário Tesoureiro – Recolhe as taxas e controla o dinheiro da unidade, passando todos os valores para o Tesoureiro do Clube. Capelão – Coordena a meditação, momentos de oração, estimula e ajuda o cumprimento dos requisitos espirituais dos cartões de classes, atividades missionárias, clube de leitura, etc. Socorrista – Atende pequenas ocorrências e realiza curativos, conhece os procedimentos de Primeiros Socorros. Almoxarife – Controla, registra e cuida de todo o material da unidade. Esporte – Ajuda nos programas recreativos e sociais da unidade, requisitos físicos dos cartões.


2.5 - SÍMBOLOS DA UNIDADE Para vender a imagem da unidade devemos pensar primeiramente nos Símbolos da Unidade. Mostramos organização e planejamento quando temos uma unidade com: Logotipo – O Desenho que identifica a unidade. Nome – O Nome pelo qual seremos conhecidos. Lema – Aquilo que nos move para o serviço. Grito de “Guerra” – Nossa resposta à adrenalina. Bandeirim – Marca nossa presença em todo lugar, a toda hora. Hino – Cantamos nossos ideais. - Voto – Nosso compromisso com a unidade.

2.6- CONSELHO DE UNIDADE O Conselho de Unidade é uma reunião da unidade na qual todos os membros devem participar. É dirigido pelo Capitão com a orientação do conselheiro, e cada desbravador pode trazer suas idéias e sugestões para a unidade. Os membros discutem, debatem, decidem, aprovam e por fim todos trabalham pelo mesmo projeto. É no Conselho de Unidade que devem ser discutidos assuntos como acampamentos, Projetos Comunitários, Especialidades, Aquisição de Equipamentos, etc.

2.7– ESPÍRITO DA UNIDADE Para termos um grupo sólido, com metas, alvos e ideais, não basta apenas ser membro da unidade. Todos precisam nutrir o Espírito da Unidade, multiplicando a união do grupo. Mais amizade, mais companheirismo, mais participação, este é o segredo! O Conselheiro é uma peça importante na formação do Espírito da Unidade. Com sua liderança, o Conselheiro pode influenciar na participação de cada um do grupo. Algumas sugestões para ajudar os seus liderados: Pedir sempre e não Mandar. Acampamentos de Unidade. Excursões de Unidade. Símbolos. Atividades que despertem o desejo de aventura. Responsabilidades para TODOS. Uso Constante do Bandeirim. Um espetacular Grito de Guerra.

2.8 - LIVRO DE REGISTRO Os clubes devem providenciar o Livro de Registro para todas as unidades. É necessário registrar todas as atividades. Deve ser usado para anotar as Atas das Reuniões, trabalho de especialidades, presença, taxa, campanhas da unidade. O Secretário deve cuidar das anotações e guardar e manter o Livro em bom estado.

2.9– ENTUSIASMO O Entusiasmo é uma característica sempre bem vinda. Todos precisamos dele. Quando o entusiasmo entra por uma porta, o desânimo foge pela outra. Ele neutraliza a ira, o ódio, e o egoísmo. Devemos ser entusiastas, respirar entusiasmo, transpirar entusiasmo, comer entusiasmo, beber entusiasmo, dormir com entusiasmo, acordar com entusiasmo, enfim VIVER com entusiasmo! Veja como desenvolver entusiasmo em sua vida: Ter fé em Deus, em si e nos outros. Pensamento positivo. Sorria sempre. Muuuuiiiito. Entregar-se à tarefa. Ajudar os outros. Mostre sempre as vantagens. Não deixe o desânimo nem se aproximar de você. Junte-se com os amigos e anime-os. Colorir o que diz ou faz. Elogiar os outros. Não seja sempre o que fala. Aprenda a ouvir mais. Busque o lado bom de cada pessoa. Cuide da sua saúde. Não fique “pré-ocupado”.


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Seja divertido, mas não um palhaço. Faça os outros se sentirem importantes. Dê atenção a todos. Ore muito e fale com Deus. Ore mais ainda falando com o amigo Jesus. E quando as coisas estiverem bem, ore para agradecer. Leve Jesus sempre junto, onde quer que você vá.

3- O QUE É UM LÍDER Líder é aquele que CONDUZ; que represent a um grupo ou uma sociedade; aquele que dirige e orienta um grupo, com base nos seus conhecimentos, sua experiência e no prestígio pessoal que é aceito pelos liderados. Ser Líder é exercer uma influência que inspire e leve os outros à ação, conseguindo deles o máximo de cooperação e o mínimo de oposição. Definição Bíblica: “Líder é aquela pessoa que, deixando de lado os interesses próprios, trabalha guiando um grupo para um ideal de serviço”. “E qualquer que dentre vós quiser ser o primeiro, será servo de todos”.Marcos 10:44 JESUS CRISTO foi esse tipo de líder! Ele produziu uma influência tão positiva, que transformou um grupo de rudes pecadores em verdadeiras colunas do cristianismo. Ele também conseguiu um máximo de cooperação – onze fiéis; e um mínimo de oposição –Judas. Não deve ser a preocupação do Conselheiro, estar sendo aceitos por todos ou não. Cada um deve continuar fazendo o seu trabalho com alegria. É certo que sempre existirá alguém fazendo oposição à nossa liderança, mas o que realmente importa são os resultados que obtemos ao lançar as sementes.”Há líderes que são como os livros da estante mais alta da biblioteca, todos sabem que eles estão lá, porém ninguém conhece o seu conteúdo” Sejamos líderes que produzem frutos para a eternidade.

4– O CONSELHEIRO 4.1– QUEM É O CONSELHEIRO O Conselheiro é um Líder escolhido pela comissão do clube para ser a peça fundamental no comando da unidade. Sua tarefa principal é manter a moral elevada, os ideais do clube em evidência e organizar a participação de todos com suas idéias e sugestões.O Conselheiro deve exercitar ao máximo sua capacidade e desenvolvimento nas áreas de liderança, comunicação, técnicas de acampamento, primeiros socorros, e tudo que tem que ver com a unidade e o clube.

4.2-QUALIDADES DE UM CONSELHEIRO Veja as qualidades que você como CONSELHEIRO deve desenvolver: É amigo de todos e cultiva a amizade verdadeira. Mantém um relacionamento com Cristo. Estuda e procura aprender e ensinar tudo o que pode. É honesto sempre. Deseja o melhor para a unidade e para o seu clube. - Trabalha sem cansar, e cansa sem reclamar.

4.3 - DEVERES DO CONSELHEIRO -

Nunc a chegar atrasado. Sua palavra deve ser uma ordem. Deve ter uma palavra só. Nunca pedir o impossível. Seu exemplo deve falar mais alto. Deve manter sempre a unidade unida. Nunca prometer o que não pode cumprir. Ao fazer planos para a unidade, deverá comunicar a diretoria.


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Ser tão importante para a unidade, como o Diretor é para o clube. Tem por obrigação saber mais que os membros da unidade. Ser disciplinado e atencioso. Sentir-se seguro e transmitir segurança. Dirigir-se aos demais sempre pelo nome.

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Ser, sobretudo amigo de seus líderes, liderados e companheiros.

5- O BANDEIRIM DA UNIDADE O Bandeirim é o símbolo máximo da unidade. Ele é a expressão dos ideais, dos propósitos e do espírito do grupo. Levar o bandeirim em sua própria mão deve ser para o capitão o maior orgulho, pois está empunhando a “alma da sua unidade”. O bandeirim está presente em todas as atividades da unidade. Ele não foi feito para estar guardado em uma caixa especial. Ele é guerreiro, pega chuva, sol, vento e areia. O bandeirim gosta da poeira do acampamento, gosta das pistas, das caminhadas, das trilhas noturnas.E ao chegar o dia do Desfile e da Investidura ele estará lá: lavado, limpo, passado e brilhando!

6- CONSELHO DE CAPITÃES Este conselho deve ser a principal reunião administrativa do clube. O Conselho de Capitães é a reunião de todos os capitães juntamente com a Diretoria do clube. Ele serve para discutir, analisar, e decidir sobre questões relativas às unidades como: acampamentos das unidades, caminhadas, reuniões sociais, classes e especialidades novas, modificações nos símbolos das unidades, etc. O Conselho é realizado mensalmente, sob a direção de um conselheiro e os Secretários podem participar. O capitão deve apresentar um relatório das atividades da unidade na reunião do conselho.

7– O SECRETÁRIO 7.1– QUEM É O SECRETÁRIO O Secretário é um desbravador escolhido pela unidade para responder pelas atividades de secretaria dentro do grupo. Realização de relatórios, anotação de todas as atividades e registros de patrimônio. O Secretário é o responsável em relatar a freqüência de sua unidade à secretaria do clube e manter o capitão informado sobre os ausentes e atrasados.

7.2 - QUALIDADES DE UM SECRETÁRIO -

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Facilidade de comunicação. Honestidade com todos e consigo mesmo. Desenvoltura para lidar com informações e planilhas. Gostar de escrever e redigir. Ser um amigo de Jesus e dos demais companheiros. Estar sempre pronto e disposto a cooperar.

7.3 - DEVERES DE UM SECRETÁRIO -

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Substituir o capitão quando for necessário. Verificar todo o material da unidade antes e após um acampamento e ver se há necessidade de consertos, com o auxílio do capitão e do Conselheiro. Ser o porta voz da unidade perante a Diretoria, quando solicitado pelo conselheiro. Responsável por todos os relatórios e apontamentos da unidade. Guardar todos os Registros da Unidade. Oferecer seu auxílio à Secretária do clube se necessário.


7.4 - RELATÓRIOS • • •

Muita atenção na hora de preencher os relatórios e formulários. Escreva tudo num rascunho, depois passe a limpo. Procure sempre falar apenas a verdade, o que realmente aconteceu, e não aquilo que se gostaria que tivesse acontecido. Busque o auxílio da secretária (o) do clube; uma pessoa que sabe mais e está disposta a ensinar algumas dicas especiais.

ORIENTAÇÃO Autor: Dr. Leandro Dias Cezar

1. EQUIPAMENTOS Existem vários equipamentos que nos auxiliam na orientação, desde uma simples agulha, até um sofisticado GPS (Global Positioning System). Descreveremos estes equipamentos, dividindo-os em três grupos: básico, especializado e acessório. Mais detalhes serão dados nos capítulos seguintes. 1.1 Equipamento Básico Bússola: equipamento dotado de uma agulha imantada que se direciona de acordo com o campo magnético terrestre, apontando sempre o ‘norte magnético’. Existem vários modelos e preços. É importante que cada desbravador tenha sua própria bússola, escolhendo o modelo, de acordo com seu poder aquisitivo.

2. BÚSSOLA Como dito anteriormente, a bússola nos aponta o ‘norte magnético’. Porém, existem várias maneiras, além da bússola propriamente dita, de localizarmos o norte e usa-lo como referencial para nossa jornada : • As estrelas • Uma sombra • Um relógio • Uma bússola caseira Antes de se aprender a utilizar uma bússola, é importante dominar estes métodos mais intuitivos.

2.1- As Estrelas como Bússola O Cruzeiro do Sul é composto de 4 estrelas mais brilhantes que formam uma cruz e uma não tão brilhante quase ao centro desta cruz. Prolongando o braço mais longo da cruz, por quatro vezes e meia, teremos o ponto onde estaria a estrela do sul se ela existisse; aproximadamente sobre o sul geográfico.

2.2- Uma Sombra como Bússola Para localizarmos o norte através de uma sombra, primeiramente temos de ter um sol brilhante e uma estaca suficientemente comprida para dar uma boa sombra. Existem vários métodos que utilizam a sombra do sol: alguns que levam todo um dia, outros, alguns minutos. Exemplificamos, aqui, o segundo: • Fixa-se uma estaca sobre o solo, o mais vertical possível, e marcase o final da sombra. Após 30 minutos, marca-se o novo final da sombra. • Desenha-se uma linha reta entre as duas marcas. Esta é aproximadamente a linha leste-oeste. O oeste se situa do lado da primeira marca e o leste do lado da segunda marca. • O norte e o sul serão facilmente encontrados traçando uma linha perpendicular a primeira. Todos estes métodos, porém, apresentam um erro intrínseco ao


procedimento. Para se ter segurança na utilização dos diversos métodos que utilizam a sombra do sol, é aconselhável um bom treino, em um lugar onde já se conhece a localização dos pontos cardeais.

2.3- Um Relógio como Bússola • • •

tem um relógio analógico. Posicione a linha que vai da marca de 6 horas até a de 12 horas em direção ao sol. Visualize a bissetriz do menor ângulo formado entre a direção do sol (marca de 12 horas) e o ponteiro das horas. Esta linha indica o norte e o sul geográficos, sendo que o norte está à frente do observador (do mesmo lado do sol).

2.4- Como construir sua própria Bússola Quando não se pode utilizar nenhum dos métodos citados anteriormente, pode-se, de modo simples, construir uma bússola. Basta ter em mãos uma agulha. • Esfregue a agulha em sua camiseta de algodão, sempre no mesmo sentido. • Após algum tempo, a agulha estará magnetizada e já poderá ser usada como bússola. • Coloque-a sobre uma folha de água (ou pedaço de cortiça). • Ponha esta folha sobre a água, de forma que fique livre para se movimentar. • A agulha que foi magnetizada, movimentará a folha até apontar para o norte magnético.

2.5- Bússola Básica De baixo custo, é útil a qualquer participante de atividades campestres. É de fácil utilização e de grande auxílio em qualquer tipo de atividade. Suas principais características são: Agulha magnética livre: indica o norte magnético. Suporte cheio de fluido (óleo): o fluido proporciona estabilidade à agulha permitindo leituras da agulha mais rápidas e precisas. Limbo móvel, graduado de 0º a 360º (no sentido horário), com divisões de 1º ou 2º: usado para navegação, na determinação do azimute. Seta ou linha de direção de viagem: indica a direção de viagem; mostra o lugar aonde se quer ir. Linha de índice: na base da bússola, onde se lê o azimute. Linhas meridionais: usadas para alinhar a bússola com o mapa na leitura do azimute. Base retangular transparente: facilita a utilização da bússola sobre o mapa. Seta de orientação: determina a posição exata da agulha magnética, para ser possível tomar o azimute ou direção de viagem.


2.6- Determinando o azimute no campo A primeira coisa a se fazer é determinar o objetivo (ponto B). • Aponte a seta ou linha de direção de viagem para o ponto ‘B’; • Gire o limbo até que a seta de orientação se ajuste à agulha magnética; • Leia o azimute na linha índice. Após tirado o azimute, é só segui-lo até o ponto ‘B’.

2.7- Tirando o contra-azimute Caso fique em dúvida quanto a estar na marca correta, se próximo existe outra similar, tire o contraazimute. Para tirar o contra azimute, simplesmente vire de costas e alinhe a seta de orientação ao reverso da agulha magnética.

2.8- Caminhando em linha reta Seguir um azimute não é tão simples assim. Mesmo caminhando quilômetros na direção indicada pela bússola, ainda se pode terminar fora do curso. Como? Por se desviar ligeiramente à direita ou à esquerda enquanto se caminha. Um erro muito freqüente. Como garantir uma caminhada em linha reta, sem desvios?. • Após ter determinado seu azimute, e a direção de viagem, procure marcas intermediárias. • Caminhe através delas, ponto-a-ponto até chegar ao ponto ‘B’ num curso o mais reto possível.

2.9- Caminhando sem marcas de terreno Muitas vezes, a visibilidade é tão pouca, por causa de um nevoeiro ou uma floresta densa, que as marcas do terreno desaparecem ou são indistinguíveis. Manter seu curso nestas condições pode ser um desafio, mas não é impossível. Se você está acompanhado, e assumindo que já tenha o azimute como mostrado anteriormente, basta usar seu colega como a marca intermediária. Coloque um companheiro à frente, enquanto tiverem contato visual. Direcione-o para direita ou esquerda para posicioná-lo exatamente sobre a linha de direção de viagem e então siga até ele. Uma maneira de tornar esta manobra mais precisa, é quem está à frente tomar o contra-azimute, verificando sua posição em relação ao companheiro.

2.10- Contornando obstáculos O que fazer quando um obstáculo se coloca exatamente sobre seu curso e azimute? A maneira mais fácil é tirar o azimute e verificar um marco depois do obstáculo, dar a volta no obstáculo, chegar ao marco e tirar o contra-azimute para ter certeza de estar no caminho certo. Se o obstáculo é um maciço, e não se pode visualizar nenhuma marca após ele, contorná-lo não será tão simples. Você terá de anotar todas as suas mudanças de curso e tentar mantê-las o mais próximo o possível de 90 . o • Verifique seu azimute, some ou diminua 90 , para contornar o obstáculo pela direita ou esquerda, respectivamente. Este será seu azimute de contorno. • Caminhe sobre este novo azimute até que seja possível contornar o obstáculo. • Conte os passos para medir a distância percorrida. • Retorne ao azimute inicial e continue na direção correta. Note que você está na direção correta mas fora de curso. • Após ultrapassar o obstáculo, utilize o contra-azimute do azimut e de contorno. • Caminhe o mesmo número de passos que contou anteriormente, e você estará de volta ao curso. • É só seguir o seu azimute inicial e continuar na direção correta e na rota correta. Este processo depende de grande precisão e experiência do desbravador, não só na mudança de azimutes, mas também na contagem dos passos.


3. AFERIÇÃO DE PASSO A aferição do passo é necessária para que o desbravador possa contar as distâncias com mais precisão. Quanto mais o desbravador afira seu passo, tanto mais correta será sua medida de distância em diferentes terrenos. Determine um triângulo em um terreno, onde cada lado possua 100m de comprimento e características distintas de relevo. Percorra o triângulo pelo menos 3 vezes, anotando quantos passos duplos deu em cada segmento. Após, divida o número de passos dados por quantas vezes percorreu cada lado do triângulo. Assim, saberá quantos passos duplos correspondem a 100m.

4. A UNIDADE DE NAVEGAÇÃO A navegação “mapa-terreno” é feita por uma unidade de navegação. Esta unidade é composta por: • Um “homem-bússola”: responsável por determinar e manter o azimute no campo. Responsável pela navegação “bússsola-terreno”. • Um “homem-mapa”: responsável por definir e acompanhar a posição do grupo no mapa e determinar o azimute no mapa. Responsável pela navegação “mapa-terreno”. • Um “homem-ponto”: vai à frente da unidade e baliza a direção dos sucessivos azimutes. Tem importância, principalmente, quando não existem muitas marcas de terreno. Pode utilizar uma bússola para tirar o contra-azimute e aumentar a precisão de cada tomada de azimute. À noite, deve-se utilizar meios para marcar a exata posição, como uma lanterna, dispositivos fosforescentes, uma corda (esticada entre o homem-bússola e o homem-ponto). • Dois ou mais “homens-passo”: responsáveis por determinar as distâncias no terreno, podem utilizar uma cordinha para marcar com um nó cada passo dado. À distância percorrida será a média das distâncias medidas por cada homem-passo.

8-ORDEM UNIDA 8.1– OBJETIVOS O principal objetivo da Ordem Unida é proporcionar aos desbravadores, os meios necessários para se deslocarem e se apresentarem em perfeita ordem. A Ordem Unida é uma escola de disciplina, servindo para mostrar que as atividades individuais devem subordinar-se à missão do conjunto, do grupo. Dominando as técnicas, o clube poderá deslocar-se, desfilar, apresentar-se em público com aspecto marcial, enérgico, com vigor, demonstrando saúde e alegria. Ela desenvolve o sentimento de coesão e principalmente a atenção e destreza.

8.2- ASPECTOS POSITIVOS FÍSICO: § Excelente exercício físico; § Desenvolve a coordenação dos movimentos; § Estimula os reflexos. MENTAL: § Desenvolve a confiança e a liderança; § Estimula a mente à resposta imediata. PSICOLÓGICO: § Encoraja o sentimento de grupo; § Desenvolve o autocontrole; § Define o cumprimento de obriga


8.3- MEIOS DE COMANDO § § §

§

Voz de Comando – Na posição de sentido, cabeça voltada para o grupo. Deve ser clara e enérgica. Gestos – Comandos dados por movimentos dos braços. Clarim ou corneta – Comandos por toque de clarim. Apito – Comandos dados pelo som do apito.

8.4– DEFINIÇÕES DE FORMAÇÃO Todo comando é executado em dois tempos. O primeiro tempo é o de ATENÇÃO e indica o que deve ser feito. O segundo tempo é o de EXECUÇÃO e indica quando deve ser feito o movimento. • FORMAÇÃO – Disposição regular do grupo em linha ou coluna. A Formação sempre se dá com o grupo de frente para quem está comandando. • LINHA – Disposição um ao lado do outro. • FILEIRA – Disposição um ao lado do outro, todos com a frente voltada para o mesmo ponto. • HOMEM BASE – É o desbravador que está à frente e à direita do grupo. A base sempre se faz pela direita. • INTERVALO – Espaço entre dois desbravadores. É medido pelo braço estendido, ou com o cotovelo. • COLUNA – Disposição um atrás do outro. • FILA – Disposição um atrás do outro de um grupo formado em linha em mais de uma fileira. • DISTÂNCIA – Espaço entre os membros de uma coluna. • COBERTURA – Disposição de frente, um atrás do outro, de modo que fiquem exatamente um atrás do outro. Olhando de frente deve aparecer só o primeiro. • CADÊNCIA – Ritmo de deslocamento. Marcando passo, ordinário e acelerado.

8.5– COMANDOS • • • • • • • •

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COBRIR – O grupo toma seus lugares conforme orientação (por dois, por quatro, por unidades, por altura, do menor ao maior, por numeração, etc.), tirando a distância com o braço direito estendido. FIRME – Em posição de cobrir os braços são baixados até a perna, em movimento enérgico, porém sem produzir batida ou ruído. DESCANSAR – Na posição de sentido , levantar o corpo na ponta do pé direito, caindo com a planta do pé esquerdo ao solo, cerca de 30 centímetros para a esquerda. O ideal é ficar em uma posição confortável, porém marcial. À VONTADE (em forma) – Na posição de Descansar, relaxar a postura sem sair do lugar. É importante não mover o pé direito, para manter o alinhamento. FORA DE FORMA (marche) – Rompe-se à marcha com o pé esquerdo, à frente, levantando o joelho. A batida no solo deve ser enérgica, ao mesmo tempo o braço direito deve ir à frente como em passo de marcha. DIREITA VOLVER – Na ponta do pé esquerdo e do calcanhar direito gira-se para a direita, juntase os dois pés fazendo que os calcanhares se toquem. ESQUERDA VOLVER – Da mesma forma gira-se para a esquerda na ponta do pé direito e do calcanhar esquerdo e depois juntam-se os calcanhares. MEIA VOLTA VOLVER – Giro de 180 graus. Na ponta do pé direito e do calcanhar esquerdo girase PELA ESQUERDA juntando os calcanhares. EM FRENTE MARCHE – Rompe-se à marcha com o pé esquerdo e segue-se a cadência indicada. ALTO – O comando é dado no pé esquerdo, dá-se mais um passo e ao tocar o solo com o pé esquerdo novamente, junta-se o calcanhar direito ao esquerdo, ficando imóvel aguardando o próximo comando.

8.6– COMO COMANDAR Para comandar com sucesso, não se pode manter o grupo na mesma posição por muito tempo. Ensinar cada movimento, e só passar para o seguinte quando todos dominarem e executarem bem; afinal, ordem unida é GRUPO. O Conselheiro, ao comandar, deve ter paciência e interesse. Nunca ridicularizar um desbravador. Utilize sua voz com eficiência, forte, porém sem gritar. Mostre segurança, do contrário é melhor treinar mais.


9– ACAMPAMENTOS Não vamos dar um curso sobre Arte de Acampar, mas algumas dicas são importantes: O Conselheiro é o líder da unidade. Você Conselheiro precisa saber como proceder em acampamentos, a fim de desempenhar melhor suas funções e ao mesmo tempo levar sua unidade a desfrutar da natureza sem problemas ou “stress”. NUNCA: - Faça tudo sozinho. Deixe para depois. Espere pelos outros. Diga que não lhe importa. Esqueça o material de Primeiros Socorros. Faça tudo de improviso. - Imagine saber tudo e ser o dono da verdade. SEMPRE: Divida as funções e responsabilidades.Ex.: água, lenha, fogo, cozinhar, etc. Faça na hora o que tiver que ser feito, mas antecipe tudo o que puder.Ex.: providenciar lenha antes do anoitecer, etc. Cumpra com sua parte, se necessário solicite ajuda. O que acontece na unidade é o reflexo do trabalho do Conselheiro. Carregue o Kit de Primeiros Socorros com você.Ex.: numa caminhada, quando for necessário um atendimento, não adianta ter no acampamento todo o material, se você está a 5 ou 10 Km de distância. Planeje com antecipação TUDO o que a unidade for realizar,participar, aprender ou praticar.Ex.: com um plano preparado, você jamais vai ficar com cara de bobo, sem saber o que fazer após terminar algo interessante. Lembre-se que todos ensinam e aprendem ao mesmo tempo. Respeite os demais. Leve Jesus Cristo para acampar na sua unidade. Na sua barraca. Ex.: Tenha sempre o desejo de que Jesus esteja na sua unidade, na hora de despertar, de fazer o fogo, de comer , de dormir, etc, Veja algumas dicas quentes só para você, de onde e como acampar.: 1 – Embaixo de barrancos – NÃO 2 – No leito seco de um rio – NÃO 3 – Em lugar com muito vento – NÃO 4 – Próximo a barranco com muito vento –NÃO 5 – Perto de enxames de marimbondos ou abelhas – NÃO 6 – Próximo de barreira natural – SIM 7 – Na beira de um lago - NÃO 8 – Próximo ou embaixo de árvores secas - NÃO 9 – A porta da barraca deve estar orientada de maneira que o vento não lhe dê de frente. 10 – Refúgio improvisado em forma de “A” e outro de apoio.

10- NÓS E AMARRAS / CONSTRUÇÕES Não é no acampamento que a unidade vai aprender a fazer um nó ou amarra, ou mesmo planejar um móvel rústico. Tudo precisa ser treinado e pensado antes. Você pode praticar no acampamento. Nossa sugestão é: Faça a especialidade de Nós e Amarras. Pratique construções. Desenhe novos móveis e pense em novas utilidades para eles. Lembre-se que a natureza é o melhor lugar para se estar. Algumas sugestões de construções: 1 – Rincão de unidade. 2 – Móveis e Utensílios. 3 – Fogos e Fogões. 4 – Nós e Amarras Uma tenda com um ângulo mais íngreme irá ser mais eficiente contra a chuva, mas um ângulo menor (mais aberto) irá deixar um espaço maior dentro da tenda. Cubra a tenda com lonas ou com vegetação. É interessante enterrar as estacas se o ângulo escolhido for pequeno.


Cozinha / Higiene

Recreação

Mesas

Pontes


Suportes

Portais


Torres

11– PRIMEIROS SOCORROS O Conselheiro por ser o líder da unidade tem a obrigação de completar as especialidades de Primeiros Socorros, Resgate Básico e Salvamento. Por ser uma matéria tão importante e complexa, nossa intenção não é de dar um curso sobre o tema, vamos apenas dar umas dicas valiosas ao socorrista. LEMBRE-SE: - Em primeiro lugar manter a calma e controlar a situação. Verificar os sinais vitais (respiração, batimentos cardíacos, hemorragia). Manter a respiração. Manter os Batimentos Cardíacos. Não mover a vítima (pode haver fraturas sérias e delicadas) até fazer um diagnóstico da situação.Ex.: desmaio, ferimento, queda, inconsciência, etc. Providenciar limpeza de ferimentos e curativos Imobilizar possíveis fraturas. Transportar a vítima (muita atenção nessa hora). Providenciar atendimento médico e remoção hospitalar. Importante: SEMPRE busque auxílio. Busque pessoas especialistas e um médico. O Tempo é o maior inimigo do paciente. Tudo o que tiver que ser feito, deve ser feito o mais rápido possível.

A ARTE DE FAZER:

MÚMIAS

Alguns exemplos de bandagens. Pratique com suas múmias, ou melhor, com sua unidade. 1 – Tipóia 2 – para cotovelo 3 – para braço 4 – para mão 5 – para pulso 6 – para dedo 7 – para cabeça (Acompanhe os desenhos nos anexos)


12 – BIBLIOTECA Ler é a melhor coisa que você pode fazer. O Desbravador que não lê, deixa de cumprir sua missão, deixa de desenvolver a parte intelectual. Você está diante do maior desafio da sua vida, e com certeza poderá ter uma grande experiência no Clube de Desbravadores, quem sabe, como Diretor, como Instrutor, como Regional. Tudo é possível! Você é que vai decidir. Só que essa decisão começa hoje. O preparo começa hoje. Busque o conhecimento, busque a experiência. Você é um Conselheiro e precisa estar bem informado então meu amigo leia sempre. Veja algumas fontes de conhecimento indispensáveis ao conselheiro que quer um dia levar seus desbravadores para o céu. Bíblia. - Lição da Escola Sabatina. - Manual de Especialidades. - Manual do Clube. - Curso de conselheiros - Os livros do Clube de Leitura. - Manuais e livros sobre a natureza. - Manuais sobre Hobbes e esportes. - Manuais sobre artesanato. - Sites sobre desbravadores. - Sites sobre acampamentos. - E tudo o que você puder e for construtivo. Quando for possível adquira algum livro ou manual. Você deve estar sempre informado.Comece assim a sua Biblioteca Particular. ...Ah, nunca esqueça de uma coisa quando emprestar algum material não esqueça de anotar o nome da pessoa para quem você emprestou e também a data.

13– BIBLIOGRAFIA -

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Em l988 aprendia .. – Club CCC Argentina Seminário de Muebles e Construcciones – Unión Austral l993 CAMPIFICHA – Revista Vida Feliz Argentina Curso de Capitães – l7 ª Região ASR Apostila para Capitães e Secretários – MOSR 2001 Guía Mayor – DAS 1998 Manual de Recursos para Maestros – Unión Austral l997 Manual Administrativo dos Desbravadores – DSA 2002 CTBD – ASR 2003 Manual de Especialidades – DSA 2001 Curso para Conselheiros – Deptº Aventureiros ASR 2003 Curso de Capitães e Secretários – Clube João Zielack 2002 Curso de Capitães e Secretários - 14ª Região ASR 2004


Curso de Conselheiros da MOSR