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 Miguel
Castro,
23404
 



The
Time
Machine,
Simon
Wells
(2002)
 
 Simon
 Wells,
 conseguiu
 um
 bom
 filme
 que
 contraria
 um
 bocado,
 um
 grande
 conceito,
 já
 há
 muitos
 séculos,
 questionado
 pelo
 Homem:
 viajar
 pelo
 tempo,
 podendo
alterar
o
passado
ou
então
conhecer
o
futuro.

 É
 um
 sonho
 antigo
 do
 homem,
 na
 qual
 eu
 ache
 que
 é
 uma
 fraqueza
 do
 ser
 humano,
 que
 tenta
 assim,
 arranjar
 soluções
 para
 corrigir
 os
 seus
 “pecados”,
 ou
 então
tentar
descobrir
o
que
lhes
espera.

 Sinceramente,
 só
 á
 uma
 maneira
 de
 viajar
 pelo
 tempo,
 que
 é
 viajar
 pelas
 recordações
e
pelas
memorias
que
vamos
ganhando
ao
longo
da
vida.
Ou
então
 projectar
 uma
 ideia
 para
 o
 futuro
 e
 lutar
 por
 esse
 objectivo.
 De
 resto
 não
 há
 outra
 maneira
 de
 viajar
 pelo
 tempo,
 nem
 tem
 que
 haver.
 
 E
 Wells,
 consegue
 muito
bem
no
filme,
mostrando
que
não
se
pode
alterar
o
passado
porque
ele
já
 está
 traçado,
 e
 mostrou
 um
 futuro
 muito
 próximo
 daquilo
 que
 eu
 já
 estou
 a
 espera.




 
 
 Nascimento
do
Cinema
 
 O
cinema
nasceu
de
várias
inovações
que
vão
desde
o
domínio
fotográfico
até
á
 síntese
do
movimento
utilizando
a
persistência
da
visão
com
jogos
ópticos.
 Os
primeiros
instrumentos
foram:

Fenakitiscópio,
daedalum/zootropo,
 kinetoscópio,
cinematógrafo,
entre
outros.
 Os
primórios
da
Lanterna
Mágica
remontam
até
Leonardo
da
Vinci.
Antes
do
sec.
 XVII,
a
lanterna
foi
aperfeiçoada
por
Johammes
Zahn,
tentando
criar
uma
certa
 ilusão
de
movimento.
No
sec.
XIX
foi
desenvolvido
um
modelo
de
lanterna
 mágica
de
mesa.



Fenakitiscópio

consiste
em
vários
desenhos
de
um
mesmo
objecto,
em


posições
diferentes,
distribuindo
por
uma
placa
circular
lisa.
Quando
essa
placa
 gira
enfrente
de
um
espelho,
cria‐se
uma
ilusão
de
uma
imagem
em
movimento.
 
 Zootropo

é
composta
por
um
tambor
circular
com
uns
cortes,
através
dos
 quais,
o
espectador
olha
para
os
desenhos
dispostos
em
tiras
sobre
o
tambor
que
 ao
girar
dá
noção
de
movimento.
 
 Cinematógrafo
é
um
aperfeiçoamento
do
cinestoscópio
de
Edison,
pelos
 irmãos
Lumiere.
Este
aparelho
permite
registar
uma
série
de
instantâneos
 momentos,
em
fotogramas
criando
a
ilusão
do
movimento
que
durante
um
certo
 tempo
ocorre
diante
de
uma
lente
fotográfica
e
depois
reproduz
esse
movimento,
 projectando
as
imagens
animadas
sobre
uma
tela.
 


Charles
Chaplin
(1889‐1977)



 



Chaplin
teve
uma
infância
muito
marcante
para
o
resto
da
sua
vida
e
também
 para
os
seus
filmes.
Aos
5
anos
assiste
ao
último
espectáculo
da
mãe,
onde
ela
 perde
a
voz,
e
ele
salva
o
espectáculo
,
subindo
ao
palco,
fazendo
os
movimentos
 de
mímica
que
estamos
habituados
a
ver
em
Charles
Chaplin.
Em
1919
torna‐se
 um
dos
criadores
da
United
Artists,
juntamente
com
Griffith,
Douglas,
Pickford
e
 Tomas
Ince,
com
o
objectivo
de
criar
melhores
soluções
para
os
artistas,
lutando
 contra
os
grandes
estúdios
de
Hollyhood.
Chaplin
quase
sempre
rejeitou
a
 passagem
para
o
som
nos
seus
filmes,
pois
sempre
se
associou
ao
movimento
e
á
 mímica
sendo
a
sua
linguagem
“total”
e
universal.

Tentou
sempre
mostrar
nos
 seus
filmes
situações
sociais
que
de
certa
maneira
o
preocupavam.


 


Griffith
(1875‐1948)
 



 
 
 Trouxe
grandes
inovações
ao
cinema:
câmara
rotativa,
filmagens
panorâmicas
da
 direita
para
a
esquerda.
Usava
planos
aproximados
de
objectos
simbólicos.
 “nascimento
de
um
nação”
–
rodagem
sem
guião
e
acompanhado
pelo
piano.
 Depois
de
realizado,
o
filme
tornou‐se
um
sucesso,
pois
a
história
do
filme
foi
 muito
marcante,
contudo

houve
uma
reacção
anti‐racista
e
várias
cenas
do
filme
 tiveram
que
ser
cortadas.

 


George
Méliés
(1861‐1938)
 



Méliés
trabalhava
como
ilusionismo;
muito
admirado
por
Charles
Chaplin
e
 Griffith.
Começou
a
tentar
tirar
partido
da
lanterna
mágica
nos
seus
 espectáculos.
Tentou
comprar
o
cinematográfo
aos
irmãos
Lumiere,
mas
sem
 sucesso,
então
comprou
a
maquina
ao
Edison
e
desenvolveu‐a,
sendo
o
primeiro
 a
criar
uma
narrativa
ou
uma
história
no
cinema.
Foi
também
o
primeiro
a
 manipular
as
imagens
percebendo
que
o
cinema
é
um
campo
de
fuga
e
foi
o
 primeiro
a
usar
o
cinema
como
ficção.

 
 


Estúdios
de
Hollywood




 Big
Five
‐
M.G.M,
Paramount,
R.K.O.,
20th
Century
Fox
e
Warner
Bros.
 Litle
three
–
United
Artists,
Columbia
e
Universal




 
 Paramount
Pictures

 
 ‐Adolph
Zukor,
líder
dos
estúdios
do
Paramount.
 ‐Foi
dos
estúdios
que
melhor
recuperou
do
Crash.

 ‐Filmes
com
grande
conteúdo,
globalizando
o
cinema.
 ‐Investem

na
rádio
e
na
tv
 ‐Grande
vontade
de
dominar
a
industria
do
cinema

 


Warner
Bros.



 ‐Pioneiro
nos
filmes
sonoros,
com
o
“the
jazz
singer”,
1927.
 ‐Mistura
de
géneros,
mas
com
características
visuais
específicos
como
a
luz,
os
 cenários
e
um
certo
populismo.
Filmes
sem
intenções
intelectuais.
 ‐
não
é
um
estúdio
que
dê
preponderância
aos
realizadores.
 ‐Os
filmes
de
gangsters
torna‐se
característica
deste
estúdio.

 
 M.GM.
 CBC‐
Hanry
Cohn,
Joe
Brandt,
Jack
Cohn.
 ‐depois
dos
filmes
de
série
B,
decidem
apostar
na
qualidade,
contratando
uma
 equipe
de
top
como
Frank
Copra.
 ‐primeiro
estúdio
a
sonhar
na
produção
televisiva,
mas
nos
anos
50
começam
a
 adoptar
sucessos
no
cinema.

 Hollywood
Ten
–
grupo
de
realizadores
e
argumentistas
que
tentavam
passar
 mensagens
comunistas.




Universal
 ‐Nasceu
nos
anos
20
e
tinha
como
líder
Carl
Laemmlle,
que
introduziu
a
 produção
sonora
no
estúdio.

 ‐Com
a
crise,
começaram
a
virar‐se
pelos
filmes
de
serie
B
 ‐Caracterizam‐se
pelos
filmes
como
drácula,
frankenstein,
etc.
 ‐Equipa
técnica
de
grande
nível,
muitos
deles
vindos
de
estúdios
europeus.
 


Cinema
soviético

 
 A
revolução
em
1917
fez
com
que
o
governo
soviético
fornecesse
um
forte
 incentivo
ás
produções
cinematográficas,
uma
vez
que
considerava
formas
 estratégicas
para
uma
propaganda
ideológica.
Antes
do
cinema
tornar‐se
nu
 poderoso
objecto
de
doutrição

politica
e
ideológico,
o
cinema
caracterizava‐se
 por
um
cinema
revolucionário
onde
reflectia
e
criticava
as
questões
sociais
e
 politicas
que
o
pais
vivia
e
que
despertasse
esse
sentimento
ás
pessoas.

 Era
um
cinema
usado
principalmente
para
passar
uma
mensagem
como
 linguagem
universal.
Os
comunistas
encontraram
assim
o
método
ideal
para
unir
 o
pais.
 Nadezhda
Krupskaya:
comité
das
artes
e
da
escola
de
cinema
de
Moscovo.

 Agitki:
propaganda
comunista;
documentários;
intenção
de
exportar
a
revolução
 dos
centros
urbanos
para
a
província.

 Dziga
Vertov:
inicialmente
elaborava
uma
montagem
muito
simples,
mudando
 para
uma
linguagem
mais
expressiva.
 
 Kinoki
eram
jovens
realizadores
que
começaram
a
utilizar
outros
tipos
de
filmes,
 sendo
acusados
de
fugir
ao
comunismo.
Cinema
pouco
narrativo,
organizado
 apenas
com
material
documental,
mostrando
a
realidade
tal
como
é,
num
 discurso
muito
expressivo.

 


Wim
wenders
 



Wim
Wenders
nasceu
no
dia
14
de
Agosto
de
1945,
em
dusseldorf,
na
Alemanha.

 Muito
antes
de
se
dedicar
ao
cinema,
Wim
estudou
filosofia
e
medecina
na
 universidade
de
Freiberg,
desistindo,
assim,
e
optando
por
uma
escola
superior
 de
cinema
e
televisão
em
munique.
 Entre
1967
e
1970
conseguiu
conciliar
os
estudos
com
visitas
a
Paris
onde
 estudou
pintura
e
onde
exercia
o
seu
hobby
como
fotógrafo.
 A
sua
Primeira
longa‐metragem
foi
o
"The
Goalkepper´s
fear
of
 the
penalty
kick",
em
1971.
 Apesar
de
Will
Wenders
se
dedicar
ao
cinema,
só
em
1984
é
que
conseguiu
ser
 reconhecido
com
o
filme
"Paris.
Texas",
onde
ganhoua
palma
de
ouro
no
festival
 de
Cannes.
 Depois
de
muitos
projectos
cinematográficos,
Wim
começa
a
realizar
os
seus
 filmes
nos
Estados
Unidos
da
America
e
em
Inglês,
onde
filmou
um
dos
seus

 filmes
mais
notáveis
‐
"The
end
of
Violence"
 Em
2000
volta
a
ganhar
prémios
como
o
"Silver
Bear",
em
Berlin
e
em
2003
 realiza
o
filme,
em
questão,
"Land
of
Plenty"
na
europa.
 Este
Filme
conclui
assim,
a
"LA
trilogy"
juntamente
com
os
filmes
"The
end
 of
violence"
e
o
"The
million
dollar
hotel"
 
 


diario de bordo  

estudos do cinema e d audiovisual2

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