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Sumário

ENEM, um exame diferente

Caro Gestor

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As lições de Gustavo Ioschpe Administrador dá dicas para uma boa formação educacional Ioschpe

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Novas tecnologias tornam o ensino mais dinâmico

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Assessoria Pedagógica como instrumento de qualificação da educação

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Como educar a geração Z

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Descobrindo a sexualidade

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I Encontro de Gestores Escolares reúne educadores de vários estados do Brasil

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Presença Online, curta nossa fanpage

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Marketing de parceria

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Dalmir Sant´Anna aposta em trabalho de equipe para fortalecer o papel do educador

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GPI patrocinou o 9º congresso Congresso Rio Educação 2013

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Fale conosco

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Caro Gestor, EXPEDIENTE Diretor Geral: Márcio Cohen Diretor Executivo: César Menezes Diretor de Marketing: Jorge Neto Gerente Comercial: André Abranches Gerente Editorial: Viviane Fernandes Gerente de Relacionamento: Laélia Gomes Redação: Grace Marinho Projeto Gráfico: Mídia Mídia Comunicação Diagramação: Elis Nunes Fotos: Vidya Produções / Mídia Mídia Comunicação Contato e-mail: sac@gpi.g12.br Telefone: (21) 2146-7523 www.sistemadeensinogpi.com.br curta nossa página no facebook / sistemadeensinogpi

É com muito prazer que apresentamos a primeira edição da Revista Direção Escolar, que nasceu da iniciativa da equipe do Sistema de Ensino GPI- Grupo Perspectiva integral. O projeto editorial coloca em prática uma antiga proposta e substitui boletins e afins. Em pauta, análises, notícias, informações, debates, fontes teóricas, relatos de experiências pedagógicas, entre outros assuntos que interessam a quem atua em todos os campos do saber. Dirigida a gestores e professores de todos os segmentos, a proposta é se tornar mais um instrumento a serviço da Educação, com conteúdos elaborados para que cada gestor faça a diferença em sua escola. No horizonte de uma política editorial aberta a diversas correntes de pensamento da comunidade educacional, foram idealizadas as entrevistas com personalidades de destaque no cenário nacional, como Gustavo Ioschpe e Dalmir Sant’Anna, com dicas e sugestões. Artigos focados em Marketing de Parceria e Assessoria Pedagógica e notícias sobre os mais importantes eventos na área também são destaques neste número. A edição de estreia também convida à discussão de questões importantes do cotidiano escolar, como o modelo ENEM, a Geração Z e como lidar com a sexualidade. O professor César Menezes aborda o ENEM e o impacto que os resultados das escolas têm na hora das famílias escolherem a instituição de educação dos seus filhos. A educadora Márcia Gioffi fala sobre os desafios de educar a Geração Z, ressaltando a importância de buscar novos canais de aprendizagem para despertar o interesse do aluno pelo cotidiano escolar. No artigo da psicóloga e historiadora Kátia Krepsky Valladares, temos um assunto que é sempre palpitante nas escolas e que precisa ser encarado com a sua devida importância e com cuidado: a sexualidade na idade escolar. Elaboramos ainda uma seção de perguntas e respostas para esclarecer dúvidas sobre o sistema. Esperamos que o leitor aproveite essa publicação preparada com muito cuidado e carinho com a finalidade de se tornar mais um instrumento de apoio e aperfeiçoamento escolar. márcio cohen Diretor Geral do Sistema de Ensino GPI


As lições de

Gustavo Ioschpe Administrador dá dicas para uma boa formação educacional

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ragmatismo, meritocracia, professores bem formados e premiados, material didático, estudantes disciplinados e motivados por suas famílias, tarefas de casa, rigor nas avaliações. Esses são ingredientes para uma boa formação escolar, segundo Gustavo Ioschpe. O economista graduado em Ciência Política e em Administração Estratégica na Universidade da Pensilvânia e que fez mestrado em Economia internacional pela Universidade Yale, nos EUA, participa de importantes organizações não governamentais ligadas à área da educação. Segundo ele, algumas práticas de ensino podem fazer muito por nossos alunos. Ioschpe afirma que o maior instrumento da boa formação educacional é o professor. Segundo ele, o que mais prejudica a performance dos docentes no Brasil é um sistema que despreza talentos individuais e resultados acadêmicos e forma professores com mentalidades equivocadas. De acordo com dados da Unesco, enquanto apenas 9% consideram ser prioritário “proporcionar conhecimentos básicos” aos alunos, a maioria prefere “formar cidadãos conscientes”. É preciso investir em treinamento e qualificação do professor. Todos os censos educacionais e testes revelam que a qualidade e o domínio da matéria são baixíssimos. Em muitos casos, não estatisticamente diferente do conhecimento dos próprios alunos. Obviamente, esse professor não vai conseguir educar – diz. Outro ponto crítico para Ioscphe é a falta de prioridade em relação à alfabetização. A impressão é que a primeira série ninguém quer, é o refugo. O professor mais novo, inexperiente, é colocado no

primeiro ano. Já os melhores, com mais experiência, são “promovidos” para séries mais à frente. A conclusão é que os menos preparados são alocados para a área mais crítica, que é justamente o começo do processo de alfabetização – diz. E dá dicas. O professor precisa avaliar se o aluno está aprendendo, se o seu método está funcionando, e a avaliação é a ferramenta fundamental nesse processo – disse. Ioschpe ressaltou que o dever de casa e a correção comentada fazem a diferença na aprendizagem.

o êxito acadêmico passam pelo básico: metas de aprendizado, dever de casa, meritocracia. Foi assim que a China alçou seus alunos ao pódio da educação mundial, como o economista viu em sua investigação in loco. Autor do livro A Ignorância Custa um Mundo, Ioschpe diz que nenhum modelo educacional pode ser copiado, mas enfatiza que o sucesso de um sistema educacional depende de sua interligação com um projeto de nação, com suas características econômicas, sociais e históricas. *

Alunos que ouvem as explicações sobre as correções dos exercícios de casa aprendem mais. Já a avaliação leva a estudar mais e aprender mais, além disso, reflete o trabalho do professor e da escola e permite uma intervenção rápida caso os resultados não sejam positivos – destacou. Para ele, o material didático é outro suporte essencial para o aprendizado e no sistema de organização escolar. Ioschpe lembrou que a experiência internacional indica que os caminhos para

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Descobrindo a

SEXUALIDADE D

urante bastante tempo na história da humanidade, a sexualidade foi considerada um tabu. O termo era associado às coisas feias, impuras, pecaminosas. Falar sobre sexo também era proibido, especialmente com crianças e adolescentes. Procurava-se evitar o inevitável, de maneira tão dramática que muita gente acabava por manter ignorância absoluta sobre os fatos. Isso acabava por aguçar ainda mais a curiosidade infantil em torno da sexualidade (que acabava se tornando um mistério). Muitas restrições eram feitas de forma violenta e ameaçadora. O mesmo acontecia quando surgiam perguntas a respeito da concepção e nascimento dos bebês. As perguntas eram respondidas de forma evasiva ou errônea. Na primeira metade do século XX, os estudos de Freud sobre a sexualidade humana escandalizaram a conservadora sociedade de sua época. Falar em sexualidade era complicado, sexualidade infantil então, nem pensar.

A ideia de que há um período intermediário entre a infância e a idade adulta é bastante recente em termos de história da humanidade. O termo adolescência também passou a ser incorporado ao nosso vocabulário recentemente, e da mesma forma que mudam as terminologias usadas no vocabulário, ocorrem mudanças no comportamento social e sexual das pessoas. Atualmente, em razão da demanda social cada vez maior de informação e formação coletiva, estudos acerca da sexualidade já começam a ser encarados com mais naturalidade e seriedade. Almeja-se o crescimento global do indivíduo como cidadão, em todos os planos: físico, intelectual, afetivo-emocional e sexual. Tal crescimento, quando realizado de forma responsável, torna o indivíduo mais completo e mais satisfeito com a sua própria condição humana. No mundo cada vez mais globalizado, as normas de comportamento estão em constante modificação, e neste processo os proble8  Direção escolar | Ano 1 – #1 – Janeiro / 2004

mas ligados às questões sexuais quase sempre geram profundos conflitos. No Brasil, a cada ano, duas de cada dez mulheres que dão à luz têm entre 14 e 18 anos. Isso significa que um milhão de parturientes brasileiras são adolescentes1. Contudo, o mais complicado nestes casos é que a grande maioria das meninas que engravida na adolescência pertencem às classes menos favorecidas economicamente, pois nas classes média e alta, um número considerável de adolescentes que engravidam não vão fazer parte dessas estatísticas por terem acesso ao aborto. Um milhão de adolescentes tiveram de se deparar com a gravidez não planejada e muitas vezes não desejada. A discussão sobre a inclusão da Orientação Sexual no currículo escolar tem sido feita desde a década de 1970; contudo, foi a partir da década de 80, devido à enorme preocupação das pessoas com o vírus HIV, causador da AIDS, que a demanda por Orientação Sexual nas escolas se intensificou. Além disso, o índice de gravidez entre adolescentes cresceu assustadoramente. A princípio acreditava-se que as famílias não desejavam a abordagem dos temas relacionados à sexualidade no âmbito escolar; mas hoje, sabemos que a situação se inverteu. É cada vez maior o número de famílias que desejam que a escola aborde temas como os que acabamos de citar e muitos outros. Percebemos que os pais e responsáveis reivindicam a Orientação Sexual nas escolas, pois reconhecem não só a sua importância para as crianças e os adolescentes, como também a sua própria dificuldade em falar abertamente sobre esses assuntos em casa. Em todas as faixas etárias surgem manifestações da sexualidade infantojuvenil, e a escola é um dos principais espaços onde elas acontecem. Mas o que será que a escola tem feito diante da curiosidade sexual natural de seus alunos? 1 Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)

A omissão ou a repressão são as respostas mais habitualmente dadas. Parece-nos que este procedimento não tem sido eficiente no sentido de educar e formar os futuros cidadãos brasileiros. Os “acidentes sexuais” continuam acontecendo, o índice de pessoas contaminadas pelo vírus da AIDS cresce, assim como tantas outras doenças sexualmente transmissíveis, como a sífilis e a gonorreia, entre outras. Está na hora de a escola mudar a sua visão a respeito da sexualidade, encarando o tema com a importância e a seriedade que merece. Isso significa dizer que não se pode mais limitar o conteúdo da sexualidade às aulas de anatomia do corpo humano feminino e masculino. Temos observado, também, que informar apenas não basta. É preciso desenvolver uma atitude mais positiva em relação à sexualidade, pois vivemos em uma época de transição. A visão da sexualidade mudou muito nas últimas décadas, mas nem por isso existem menos dúvidas e anseios a respeito do assunto, que sempre desperta tanto interesse. Assim, propomos que a Orientação Sexual oferecida pela escola aborde as repercussões de todas as mensagens transmitidas pela mídia, família e pela sociedade, com as próprias crianças e jovens. Trata-se de preencher lacunas nas informações que a criança já possui e, sobretudo, criar a possibilidade de formar opinião a respeito do que lhe é apresentado. A escola, ao propiciar informações atualizadas do ponto de vista científico e explicitar os diversos valores associados à sexualidade e aos comportamentos sexuais existentes na sociedade, possibilita ao aluno ter sua própria opinião e desenvolver atitudes coerentes com os valores que elegeu como seus.* Dra. Katia Krepsky Valladares Silva Doutora e Mestre em Educação e Sexualidade Psicóloga / Psicomotricista/ Sexóloga www.katiavalladares.com.br


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I Encontro de Gestores reúne educadores de vários estados do Brasil M

etas de aprendizado, dever de casa, meritocracia, tecnologia, avaliação, material didático, tempo de ensino, fortalecimento de equipe e crenças positivas foram abordados no Encontro de Gestores no final de 2013, no Hotel Windsor Atlântica, em Copacabana. Promovido

Ressaltando os resultados extraordinários do GPI sob o ponto de vista pedagógico, César Menezes abordou o crescimento exponencial do Sistema de Ensino, que hoje tem cerca de 70 conveniados no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.

Márcio Cohen, Gustavo Ioschpe e César Menezes pelo Sistema de Ensino GPI, o evento teve a participação do economista Gustavo Ioschpe e do mestre em Administração de Empresas, Dalmir Sant´Anna. Da mesa redonda participaram o presidente da rede Pensi de Ensino, Bruno Elias, e os diretores Fábio Oliveira e Rafael Cunha, o gestor escolar Daniel Machado e a pedagoga Márcia Gioffi. Da equipe do GPI, Márcio Cohen e César Menezes falaram sobre modelo de gestão escolar e resultados. Munido de pesquisas e dados científicos, Gustavo Ioschpe falou de forma dinâmica sobre a educação no Brasil e no mundo. Ele abordou os caminhos para o êxito acadêmico citando práticas de ensino e apresentou sugestões.

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Das escolas conveniadas, 80% é líder em sua região – revelou.

atenção que deve ser dada à escola como um negócio. O presidente do Pensi também esclareceu sobre a questão da inadimplência, apresentando sugestões. Oliveira Lembrou a história do Pensi e o crescimento da rede fazendo uma abordagem sobre os mecanismos de incentivo à aprendizagem. Contou sobre a ação de premiar os bons alunos, prática estabelecida na instituição que se transformou em um dos pontos altos da programação anual, explicando a necessidade de incentivar e ‘cativar’ o aluno, buscando sempre o seu crescimento. Por sua vez, Rafael Cunha abordou a tecnologia, ressaltando que a internet não substitui o professor, mas facilita a vida de professores e alunos. Ele falou sobre a importância das mídias sociais, dando dicas para conquistar credibilidade e tornar uma fan page atraente e eficaz no diálogo com o aluno. Gioffi falou com emoção e lembrou a importância de trabalhar bem as questões

Márcio Cohen deu dicas de como despertar o interesse do aluno através de ferramentas didáticas, a importância da monitoria online, dos estudos em casa, e abordou os elementos de diferenciação da escola modelo, que inclui uma boa equipe pedagógica e de coordenação. – Um bom coordenador precisa conhecer bem a escola, ter um diagnóstico de resultados em cada disciplina – explicou. Bruno Elias ressaltou a importância da escola no âmbito empresarial, falou da captação de alunos, do investimento no relacionamento com as famílias, da

Bruno Elias Presidente do Grupo Educacional


Gestores assistem apresentação das novidades do sistema de ensino gpi

Além da parte pedagógica, o suporte em gestão influencia no resultado do trabalho – disse. Para o Diretor do Centro Educacional Manoel Pereira, em Queimados, Marcos Freitas, o encontro motiva e oferece a oportunidade de aprender mais, conhecer novas tendências e ratificar algumas práticas. A escola tem 56 anos e a parceria veio da necessidade de um reposicionamento na área. Deu certo: que envolvem o Ensino Fundamental 1. Citando pesquisas recentes, a diretora do Pontinho – unidade do Fundamental I do Colégio e Curso Pensi, acentuou a importância dos estímulos e da formação da rotina escolar no segmento.

Gestores participativos Diretora do Interactivo Colégio e Curso, no Rio de Janeiro, Rosângela Maia fez elogios ao Encontro de Gestores, ressaltando a importância do evento como ferramenta de gestão escolar. Uma das pioneiras na parceria com o Sistema GPI, contou que foi atraída pelos resultados e pela orientação metodológica oferecida pelo modelo.

ção e socialização. Segundo Sant´Anna, o grande desafio da educação está em transformar a escola no objeto de desejo do aluno, e o comprometimento do profissional de educação é fundamental nesse processo. *

– Há dois anos conquistamos a primeira colocação no ENEM na região e essa parceria foi fundamental para alcançarmos esse resultado, revelou Freitas. Já a diretora do Cedtec, no Espírito Santo, Rosane Castilhos, destacou o material didático como um dos pontos altos do sistema.

Equipe do Sistema de Ensino Gpi

Estamos adaptando a nossa proposta ao sistema, e essa interação com outros gestores é muito positiva, pois nos permite a oportunidade de diálogos em busca de um equilíbrio na prática pedagógica, contou. A palestra de Dalmir Sant´Anna encerrou o encontro. De forma dinâmica, ele falou do trabalho em equipe e de como fortalecer o papel do educador como agente do processo social de interação, coopera-

Momentos de relacionamento

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Novas tecnologias tornam o ensino mais dinâmico

– ‘A tecnologia deve ser empregada na exploração dos conteúdos de forma mais interativa e pode aproximar alunos e professores, além de incentivar a aprendizagem. Os recursos tecnológicos vão tornar a aula motivadora, ajudando a manter o foco dos alunos’ diz, Cohen.

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ara consolidar a estratégia de ensino que vem dando certo, o Sistema GPI está investindo em algumas ferramentas tecnológicas que vão tornar o aprendizado mais dinâmico e permitir o acompanhamento pela escola, por pais e alunos. A metodologia individualizada, aliada ao ensino de qualidade, vai favorecer um aprendizado mais dinâmico.

Utilizando um ambiente descontraído, o aluno disputa competições com seus colegas, desenvolvendo seu raciocínio lógico e tornando o estudo da Matemática mais interessante e dinâmico. “Não se pode querer trabalhar com os alunos do século XXI como se eles ainda estivessem no século XX”, concluiu Menezes.

A tecnologia tem se revelado peça fundamental para modernizar a educação, e essa é mais uma ferramenta do ensino defendido pelo Sistema GPI. ‘Em 2014, vamos oferecer jogos educacionais online na disciplina de Matemática aos alunos de 2o ao 9o ano do Ensino Fundamental’, afirma o diretor pedagógico do Sistema GPI, César Menezes.

Segundo o diretor, Márcio Cohen, para os mais jovens, que estão crescendo conectados durante todo o tempo, é importante mostrar que o aprendizado pode ser mais divertido e interessante, ainda mais quando se contrapõe o aprendizado tradicional ao que eles vivenciam quando estão fora de sala de aula.

Soluções educacionais personalizadas adéquam o ensino ao perfil de cada aluno para que ele possa aprender de forma mais pertinente às suas características e necessidades. Segundo Cohen, os projetos tecnológicos desenvolvidos em parceria com o GPI vão permitir que cada aluno estude de forma individualizada. As informações serão utilizados para melhorar o aprendizado, apontando onde cada aluno deve atuar para corrigir as suas dificuldades.*

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Marketing de parceria O

Sistema de Ensino GPI oferece assessoria de marketing com a finalidade de contribuir para o crescimento das escolas conveniadas na elaboração de um planejamento estratégico, em que estão relacionados planos para fidelização (através do endomarketing) e captação de novos clientes com as melhores práticas mercadológicas em Educação. Essas ações otimizam a gestão do negócio, enriquecem as atividades do calendário escolar e fortalecem as relações com os diversos públicos do ambiente de cada instituição. A proposta principal do ‘Plano de Marketing” é desenvolver produtos e serviços que permitam à escola conveniada divulgar a qualidade e a eficiência do projeto pedagógico e do nosso sistema de ensino. Desta forma, é garantida a versa-

tilidade na escolha de mídias direcionadas ao perfil de cada escola, visando ao sucesso no processo de comunicação, marketing e vendas. Por meio desse suporte, as escolas têm acesso a materiais impressos e digitais, como artes para outdoor, busdoor, planfleto, banner, cartazes e ferramentas focadas em resultados, que auxiliam nas campanhas de matrículas e rematrículas. Esses materiais estão disponíveis na área restrita do portal do Sistema de Ensino GPI, onde os gestores podem fazer download dos arquivos desejados e seguir as orientações para produção, que estão descritas no “Manual da Campanha de Matrículas”. Durante o período de parceria, o Sistema de Ensino GPI oferece treinamentos,

20a Educar Educador Em 2013, a maior feira de educação da América Latina teve como tema “Educação 3.0. A escola do Futuro chegou?”. Durante quatro dias, mais de 150 palestrantes nacionais e internacionais debateram diversos assuntos que envolvem a educação brasileira e mundial. Ao todo foram seis eventos pedagógicos, divididos em 10 auditórios para a realização simultânea de palestras, talk shows e mesas de debates, com mais de 100 atividades, e ainda a EDUCAR – Feira Internacional de Produtos e Serviços para a Educação, com a exposição de centenas de empresas do segmento. Esse grande evento aconteceu nos dias 22 e 25 de maio de 2013, em São Paulo, e o Sistema de Ensino GPI se fez presente com a sua equipe técnico-pedagógica.

9a Jornada Internacional de Educação O Sistema de Ensino GPI esteve presente como expositor na 9a Jornada Internacional de Educação, que aconteceu nos dias 28 e 29 de julho de 2013 e trouxe à capital do Rio de Janeiro a visão sistemática de renomados especialistas do mercado educacional do Brasil e do exterior, disseminando as melhores práticas para uma escola de qualidade. Com uma programação consistente, variada e atualizada, os professores, gestores e mantenedores escolares puderam assistir palestras e debates sobre temas de extrema relevância para o mercado educacional. O GPI entende que estar presente nesses projetos nos traz bastante aprendizado através da troca de experiências. 14

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em que são abordados assuntos como estruturação das etapas de matrícula, atendimento ao cliente, marketing direto e dicas de ações online. Ações de marketing de abrangência nacional envolvem todos os segmentos de ensino para manutenção e conquista de alunos em suas escolas conveniadas. Desta forma, fica estabelecido um relacionamento de parceria como marca reconhecida, de qualidade ratificada pelas inúmeras aprovações em universidades públicas e com tradição nas melhores colocações dos vestibulares mais difíceis do país. * jorge Menezes neto Diretor de Marketing do GPI


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Dalmir Sant´Anna aposta em trabalho de equipe para fortalecer o papel do educador Desafio de cooperar exige respeito à diversidade, alinhamento de objetivos e reconhecimento de esforços

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ara o professor e palestrante comportamental, Dalmir Sant’Anna, o trabalho em equipe é um trampolim para fortalecer o papel do educador como agente do processo social de interação, cooperação e socialização. Mestre em Administração, pós-graduado em gestão de pessoas e bacharel em comunicação social, Sant´Anna ratifica que o profissionalismo na Educação não pode pertencer ao time do “mais ou menos”. Equipes são compostas por integrantes diferentes, com hábitos, gostos, sonhos, necessidades, culturas, conhecimentos e habilidades diversas. Esta característica é saudável, gera inovação, aprendizagem e fortalece relacionamentos, mas Sant´Anna lembra que o desrespeito a essa diversidade pode comprometer o desempenho. É preciso aplicar o exercício de respeitar a adversidade. Não é necessário contar com laços íntimos de amizade, mas os membros de uma equipe devem compreender as diversidades. Como resultado, a escola terá maior cooperação com os alunos, multiplicando conhecimentos não somente com os colegas, mas com os familiares e na sociedade – diz. Se-

gundo Sant’ Anna, esse é o caminho para superar objeções, ultrapassar barreiras e respeitar opiniões.

maior a probabilidade de se abandonar o comprometimento.

Se cada professor aceitar entrar em sala de aula com o desejo de fazer da educação a diferença, com respeito às diversidades, o compromisso individual será multiplicado ao desejo da coordenação de ensino e consequentemente será somado ao objetivo da direção. Respeitar opiniões possibilita reconhecimento e valorização – explica Sant´Anna. Para ele, a ausência de ética, a mentira e a deficiência na comunicação podem gerar desconfortos, mágoas, prejuízos financeiros e descontentamento.

Cooperação é a chave A cooperação é outro ponto destacado por Sant´Anna – ‘Fortalecer a aspiração de cooperar pode desenvolver relacionamentos interpessoais, descobertas, disseminação do conhecimento e proporcionar novas perspectivas à educação. A aprendizagem ocorre nos ambientes em que os indivíduos conscientemente interagem uns com os outros pelo processo de educação e pelo resultado da experiência – E ele dá a dica.

Uma equipe de trabalho na escola não é a simples soma de indivíduos e comportamentos, e sim uma configuração própria que influi nos sentimentos e ações de cada um. A cooperação abrange respeito aos demais colegas – diz.

Sempre que possível colabore com um colega que solicitar ajuda e pratique o exercício de cooperar. Pode parecer simples, mas é sensacional contar com uma mão amiga quando necessário para concluir determinada tarefa – diz.

Sant´Anna acredita que o desafio de transformar a escola no objeto de desejo do aluno depende do comprometimento do profissional de educação em preparar o conteúdo de cada aula de forma envolvente, dinâmica e participativa.

Ao respeitar a diversidade, combater a fofoca, reconhecer e agregar valor às pessoas, intensificar o comprometimento e fortalecer a cooperação, gestores e professores terão mais possibilidades de fomentar o trabalho em equipe. Ao aplicar estas ferramentas, o clima será harmonioso, produtivo e com profissionais mais satisfeitos – afirma. Segundo o autor dos livros Oportunidades e Menos pode ser mais, em alguns casos o trabalho em equipe não acontece porque os integrantes não sabem exatamente o que deve ser feito e desconhecem a cultura, a missão, a visão e o processo educacional.

Preocupar-se com o ambiente de trabalho em equipe revela, na prática, o nível de envolvimento em fortalecer as habilidades e as capacidades profissionais – diz. Intensificar o comprometimento requer compreender que um professor pode não estar satisfeito com suas funções atuais e assim considerá-la como temporária, mas pode continuar satisfeito com a escola em que trabalha – explica. Segundo ele, quando a insatisfação abrange a imagem da escola em si, é 18  Direção Escolar | Ano 1 – Janeiro / 2014

Alinhar habilidades e comportamentos é essencial para que a equipe funcione de forma mais coesa, prestativa e almeje melhor desempenho coletivo – disse.*


Assessoria pedagógica como instrumento de qualificação da educação mocratização de novos conhecimentos e, acima de tudo, gerar uma ambiência de troca e construção de saberes. Os profissionais participam de capacitações, treinamentos, cursos, oficinas, etc.

Laélia Gomes e Rosane Castilhos (Colégio CEDTEC)

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iante das novas perspectivas educacionais e da velocidade em relação ao fluxo de informações, instituições de ensino enfrentam cada vez mais o desafio de tornar a constituição de saberes pedagógicos e a prática de ações educativas inovadoras constantes dentro do ambiente escolar. Desta forma, torna-se fundamental a Assessoria Pedagógica personalizada oferecida pelo Sistema de Ensino GPI, que abrange o ambiente escolar como um todo.

da ação. Segundo ela, o exercício da profissão docente e da gerência educacional vai se construindo na trajetória dos profissionais, através dos exemplos e das experiências.

O início da parceria pedagógica se dá através de encontros para adequar os projetos da escola e do Sistema, alinhando metodologia, calendário e expectativas. Posteriormente, professores participam de uma capacitação que possibilita o contato com as apostilas e os autores. A adaptação tem acompanhamento da assessora pedagógica, que estabelece as ações necessárias no decorrer do processo.

Nessa perspectiva, Laélia acredita que, através de um atendimento personalizado, a Assessoria Pedagógica se transforma em um instrumento valioso e eficaz. O resultado está na qualidade da instituição no que se refere à educação formal e também no que se relaciona ao ambiente escolar e suas relações interpessoais.

Assessora Pedagógica do Sistema de Ensino GPI, Laélia Gomes Cardoso, graduada em Filosofia e pós-graduada em Filosofia Clínica, ressalta a importância

– A Pedagogia não se restringe a um conjunto de técnicas e métodos fechados. O exercício profissional se constrói no mundo, no espaço, no tempo e na relação estabelecida com o outro e para o outro – afirma.

– O trabalho é alinhado à estrutura educativa da instituição, respeitando sua individualidade, sua história, sua constituição e seus recursos – explica. Para Laélia, uma Assessoria Pedagógica eficiente deve gerir conhecimentos já estabelecidos, oferecer mecanismos de de-

– É o primeiro passo em direção à qualidade – conta. E como a rotina muitas vezes não permite o tempo necessário para ações de aprofundamento, mais um ponto importante entre as iniciativas da assessoria é incentivar e promover a autonomia dos profissionais para que construam seus próprios caminhos e realizações. – De forma institucional, é essencial oferecer mecanismos diferenciados de investigação, pesquisa e análise, além de oportunidades para troca de informações, discussões e diálogos. Instrumentos tecnológicos são também imprescindíveis – explica. Periodicamente, o GPI realiza encontros que abordam temas relacionados à gestão e à prática educativa. Também são oferecidas capacitações internas, de acordo com a realidade de cada instituição sobre a prática de ensino e atitudes motivacionais. Outra iniciativa é o encontro com alunos, qualificando o aprendizado ou motivando-os em momentos importantes. Para Laélia, a Assessoria Pedagógica é instrumento de crescimento profissional que deve ir além de encontros com data e hora marcada. Trata-se de uma ferramenta para promover o profissional como construtor de saberes a todo o tempo e descobridor de encantos que o trabalho educativo permite – conclui. * Direção Escolar | Ano 1 – Janeiro / 2014

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Como educar a

geração Z Os desafios de conquistar a Geração Z em sala de aula

e a grande questão é não se prender a um único canal, o que se traduz numa aprendizagem mútua. O educador deve ter essa preocupação buscando materiais e práticas inovadoras, lançando mão de novas vias de conhecimento, unindo máquina, tecnologia, livros e brincadeiras. O material pedagógico deve fazer sentido pra eles, propor desafios – explica Gioffi. Reformulado, o novo material pedagógico do GPI apresenta uma dinâmica com elementos do universo do aluno, sem abandonar a base teórica, oferece um leque de opções ao educador, sugerindo abordagens;

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tualmente ocupando as classes de ensinos fundamental e médio, a “geração Z” acabou com o reinado das aulas expositivas. Já não basta intercalar conteúdo e exercícios: é preciso inovar para atrair a atenção, e o material didático pode ser um aliado. A educadora Márcia Gioffi, diretora do Pontinho Recreio – unidade do Ensino Fundamental 1 – conhece bem as características dessa geração, formada por nascidos a partir da segunda metade da década de 1990, e participou da reformulação do material didático do sistema GPI. Gioffi explica que a nova geração, chamada de geração Z, faz uma leitura superficial das coisas, tem tendência a ficar mais tempo conectada do que nos rela-

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cionamentos pessoais, facilidade para lidar com a tecnologia, e maneiras diferentes de se relacionar e aprender.

– É necessário buscar caminhos diferentes para ensinar, e o ser humano tem essa competência. Tornar a aula mais interessante deve ser uma preocupação constante, e a reformulação do material cumpre essa proposta buscando uma aprendizagem mais prazerosa – afirma.*

– Eles são multimídia, fazem muitas coisas ao mesmo tempo, são impacientes e têm uma preocupante falta de foco – explica. Então, como conseguir a atenção desse aluno e estimular a aprendizagem? Gioffi afirma que é preciso buscar elementos que façam parte desse novo universo e despertem a atenção. Mais do que substituir o giz e o quadro-negro por uma tela de computador, a especialista acredita que a escola precisa se aproximar da linguagem da Geração Z. – Não adianta esperar que as crianças de hoje se adaptem ao velho modelo de ensino, a escola precisa ser reinventada,

Professora Márcia Gioffi


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GPI patrocinou

o 9o Congresso Rio Educação 2013

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Sistema de Ensino GPI marcou presença no 9º Congresso Rio de Educação 2013, organizado pelo Sindicato das Escolas Particulares do Rio de Janeiro (SINEPE-RJ). O evento, realizado em outubro no Hotel Sofitel, em Copacabana, foi mais uma oportunidade de interação e atualização de conceitos entre educadores e gestores. Em quatro palestras e doze oficinas, foram discutidos temas como Educação e Esporte, Gestão de Carreira, Gestão Educacional, Formação e Valorização do Professor, Mídias Sociais, Comunicação e Bullying.

A palestra do medalhista Lars Grael abriu o Congresso. Marcaram presença o presidente da Comissão de Educação da Alerj, deputado Comte Bittencourt; o presidente do Conselho Estadual de Educação, Roberto Boclin; da Cesgranrio, Carlos Alberto Serpa; da Associação Brasileira de Educação, João Pessoa de Albuquerque; do jornal Folha Dirigida, Adolfo Martins e o vice-presidente da Federação Nacional das Escolas Particulares, Edgar Flexa. Foram abordados temas fundamentais para o setor educacional. Profissionais de Educação tiveram a oportunidade de conhecer as experiências e as opiniões

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de personalidades do cenário educacional do País. Além de Lars Grael falando sobre superação, o escritor e professor de Língua portuguesa, Deonísio Silva, abordou a arte de ensinar, a pedagoga Patrícia Lins e Silva deu enfoque para a escola do futuro e o economista Gustavo Ioschpe apontou os fatores que constroem a escola e o sistema educacional de excelência. As oficinas pedagógicas ofereceram oportunidades de aprender com debates sobre questões atuais do cotidiano pedagógico. Entre os palestrantes, o advogado e professor Carlos Lima (‘Gestão escolar e responsabilidade civil’); a especialista em educação infantil, Mariana Roncati (‘As emoções no cotidiano da creche’); o especialista em marketing, Décio Moraes (‘Gestão de carreira’); e a escritora e consultora de redação, Raquel Falabella (‘Redação no vestibular’). No sábado participaram o membro da Academia Brasileira de Educação, Paulo Alcântara (‘O poder público e a rede privada de ensino’); o professor Sérgio Andrade (‘Rondas, rodas e outros brinquedos’); a consultora de marketing, Maura Xerfan (‘Mídias sociais’); a poetisa e atriz Elisa Lucinda (‘Utilidade da poesia’). O jor-

nalista Octavio Guedes, (‘A imprensa na valorização do magistério’); o Doutor em Língua Portuguesa, Marcelo de Moraes (‘Compreensão de textos transdisciplinares’); a professora Cris Amorim; o psiquiatra infantil, Gustavo Teixeira (‘O educador, o bullying e o cyberbullying’); e o professor de Educação da USP, Nilson Machado (‘Dimensões da ação docente’).*


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ENEM,

um exame diferente

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a década de 1990, a América Latina, em geral, e o Brasil, em particular, vivenciaram um processo de transformação educacional concernente com a ideia da globalização, com base na emergência de sistemas de avaliação. Iniciativas como a consolidação do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) e a criação do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), entre outras, são provas inequívocas desse momento. Embora polêmicas, essas iniciativas tinham um viés modernizante, pugnando por um ensino mais prático, simples e próximo da realidade. No caso do ENEM, o objetivo do MEC era combinar as virtudes do ensino tradicional, como a abrangência de conteúdos, com aquelas do Enem, como o modelo de questões. Nada que já não estivesse proposto na Lei de Diretrizes e Bases (LDB) e nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). A ideia central passa a ser de que o aluno não é somente um receptáculo que se deixa inundar de conteúdos, muitos deles que ele jamais vai usar na vida prática. É obvio que isso tirou a todos – escolas e professores – da sua ‘zona de conforto’, já que não é mais o único transmissor do saber, devendo agora se situar nas novas instâncias, bem mais exigentes da vida moderna; e aquela por não deter mais o monopólio do saber. Mas, afinal, porque o ENEM despertou e continua a despertar tantos sentimentos contraditórios? Aplicado pela primeira vez em 1998, durante o Governo FHC, o ENEM era um exame de autoavaliação. Já em seu segundo ano, passou a ser utilizado como modalidade alternativa, de modo integral ou parcial, para seleção

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a vagas disponibilizadas por 61 instituições de ensino superior. O número de inscritos subiu de cerca de 110 mil, em 1998, para mais de 320 mil, em 1999. Foi em 2009, no Governo Lula, entretanto, que o ENEM mudou. A prova que acontecia em apenas um dia com 63 questões de 21 habilidades gerais se transformou em um exame de dois dias, com 180 questões de 120 habilidades, espalhadas por quatro áreas de estudo: Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza e Ciências Humanas. Nesse contexto, a preparação da prova baseia-se em uma matriz de competências. A confecção dessa matriz objetivava romper com o isolamento das disciplinas do ensino médio e promover a colaboração, complementaridade e integração entre os conteúdos das diversas áreas do conhecimento presentes nas propostas curriculares das escolas brasileiras de ensino fundamental e médio. A proposta de trabalhar competências e habilidades é uma tarefa árdua sobre programas e objetivos, conceitos e resistências, com vistas a uma escola mais democrática e menos elitista. Em vez de colecionar saberes, o aluno passa a utilizá-los em situações-problema, que o

levem a ter a competência de saber fazer e a habilidade de como fazer. Para enfrentar esse desafio, o Sistema de Ensino GPI lançou, em 2010, um material cuja tarefa é criar as condições necessárias para formular, implementar, fomentar e preparar para a prova do ENEM. É desenvolvido um trabalho que busca ser original por seu conteúdo e forma, além de inovador dentro da realidade dos Sistemas de Ensino, sendo direcionado para os grupos que estão regularmente matriculados nos Ensinos Fundamental e Médio. É natural que pais, estudantes e sociedade queiram saber quais são as escolas em que muitos alunos estão obtendo boas pontuações no Enem. Afinal, o exame ganhou relevância ao assumir o papel de processo seletivo para universidades federais e obtenção de bolsas de estudo em universidades particulares. Hoje, 80% das escolas que utilizam o Sistema de Ensino GPI são líderes nas suas regiões. Isso é o resultado de um trabalho permanentemente focado nas novas exigências pedagógicas e mercadológicas. * César Menezes Diretor Pedagógico do GPI


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Nosso canal aberto para você! Como faço pra acessar o manual do professor? (Claudia Soares, Minas Gerais) GPI – O GPI disponibiliza a Orientação Metodológica para os professores conveniados através do material impresso entregue à escola e também em nosso portal interativo, em que estão disponibilizadas todas as apostilas utilizadas no decorrer do ano, além do informativo anual, simulados, TS (teste sequenciais), TD (tarefa domiciliar) e material de apoio. Somente escolas conveniadas podem fazer o simulado Enem? (Paulo C. Monteiro, Rio de Janeiro) GPI – Não. O simulado está disponível para qualquer instituição educacional, privada ou pública. Pode ser utilizado como ferramenta de avaliação e instrumento de análise das habilidades e competências dos estudantes. O Sistema de Ensino GPI oferece gabarito comentado, boletim individual do aluno, caderno de resultados e correção unificada, de acordo com a Teoria de Resposta ao Item (TRI) auxiliando a coordenação da escola. O que é material contextualizado? (Gilson Torres, Rio de Janeiro) GPI – Contextualização é um termo novo na educação brasileira, que começou a ser utilizado a partir da promulgação dos Parâmetros Curriculares Nacionais. Ter um material contextualizado significa primeiramente assumir que todo o conhecimento envolve a relação entre sujeito e objeto, podendo-se dividir em três objetivos básicos, que são: estratégia para facilitar a aprendizagem; descrição científica de fatos e processos do cotidiano do aluno e desenvolvimento de atitudes e valores para a formação de um cidadão crítico. Desta forma, entendemos contextualização como uma descrição científica de fatos e processos do cotidiano do aluno. 28  Direção Escolar | Ano 1 – Janeiro / 2014

Como minha escola se enquadra ao Sistema de Ensino GPI, pedagogicamente? (Rogério Monteiro, Rio de Janeiro) GPI – Por meio da Assessoria Pedagógica Personalizada, a equipe do GPI faz uma visita à escola e analisa a melhor forma de adaptação, considerando a realidade da instituição. A partir daí, tem início o acompanhamento pedagógico que permite a avaliação do processo inicial e constrói os possíveis ajustes necessários. Como faço para divulgar a parceria com o Sistema de Ensino GPI? (Rosana Medeiros, Rio de Janeiro) GPI – Disponibilizamos peças publicitárias através de e-mail e do nosso portal interativo, no qual podem ser encontradas artes para campanhas online e offline. As escolas parceiras também recebem manual de utilização da marca e o apoio da assessoria de marketing para o melhor planejamento das estratégias de comunicação, utilizando ferramentas de análise e de acompanhamento que fortalecem as ações de captação e fidelização dos alunos.*

Se você tiver alguma dúvida, entre em contato e-mail: sac@gpi.g12.br Telefone: (21) 2146-7523 www.sistemadeensinogpi.com.br /sistemadeensinogpi


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